Passatempos Missionários #4 – Ago 2014

EDITORIAL – Mais do que de grandes figuras e personalidades, a história da
expansão do Reino, do Evangelho de Cristo pela terra, é uma história
construída por anônimos. “Deus escolheu as coisas que não são para humilhar
as que são” (1Co 1.28), e tenha por certo que somente na Glória saberemos
que pequenos agentes, e que pequenas ações, foram usadas por Deus para
causar as maiores repercussões espirituais que redundaram na salvação de
almas e no alcance de territórios e corações hostis.
As breves biografias que apresentamos aqui têm como único objetivo servir de
instrução e inspiração, dando exemplo da grande visão, da humilde entrega e
da ferrenha perseverança com que muitos servos de Deus doaram-se à Sua
vontade, cientes de que Deus “quer que todos os homens se salvem, e venham ao
conhecimento da verdade.” (1Tm 2.4). O espaço de que dispomos é exíguo, pelo
que as biografias estão bastante resumidas. Incentivamos-lhes a conhecerem a
fundo as riquíssimas vidas desses e de outros dedicados servos de Deus. Para
tal, apresentamos uma pequena bibliografia listando diversos livros em
português com biografias missionárias.

Passatempos Missionários é uma publicação do blog Veredas Missionárias, e
objetiva transmitir informações relevantes, direta e indiretamente ensinando
e despertando a Igreja sobre a importância e a urgência da causa missionária,
tudo isso através de divertidos passatempos.
Este é um material totalmente gratuito, sem cores denominacionais,
concebido para ser livremente distribuído entre a membresia de igrejas
evangélicas, seminários, classes de escola dominical, grupos e células, cultos e
eventos de Missões etc.
Redação e edição: Sammis Reachers

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(Você pode baixar cópia deste e de outros recursos gratuitos no blog)

DICA: Filmes sobre Missionários
Terra Selvagem – O filme narra a história de Jim Eliot, sua família e amigos
Uma Chama na Escuridão – A história de William Carey
Carruagens de Fogo – História do missionário e corredor escocês Eric Liddell
A Morada da Sexta Felicidade – A história da missionária Gladys Aylward
Hudson Taylor, Missionário na China – A história de Hudson Taylor
Primeiros Frutos – A história dos Irmãos Morávios
Taliabo e A Verdade Que Liberta – Dois filmes narrando a história real da
chegada do Evangelho numa tribo animista da Indonésia
PASSATEMPOS
















Irmãos Morávios – David Brainerd –William Carey - David Livingstone
José Manoel da Conceição – Amy Carmichael - Robert Reid Kalley
Charles Studd - William Cameron Townsend e MUITO +
Biografias Missionárias – Uma breve bibliografia
●Até os Confins da Terra – Ruth A. Tucker (Ed. Vida Nova)– O livro apresenta uma
história biográfica das missões cristãs, focando vários nomes de relevo
●Charles T. Studd – Norman Grubb (Ed. Luz e Vida) – Biografia de Charles Studd
●Jornada no Império – William B. Forsyth (Editora Fiel)– Livro que narra a vida do
missionário e médico Robert Kalley
●Sua Voz Ecoa nas Selvas – Sophia Muller (Ed. Transcultural) – Biografia de
Sophia Muller e seu trabalho na selva amazônica
●O Homem que Orava – Francisco A. McGaw (Ed. CPAD)- A história de John Hyde,
que atuou como missionário na Índia
●O Segredo Espiritual de Hudson Taylor – Howard Taylor (Ed. Mundo Cristão) –
Biografia de Hudson Taylor, pioneiro na China
●As boas-novas em todas as línguas – Janet & Geoff Benge (Editora JOCUM) - A
história de Cameron Townsend
●Aventura na China – Janet & Geoff Benge (Editora JOCUM) - A história de Gladys
Aylward
●Por todo o mundo – Janet & Geoff Benge (Editora JOCUM) - A história da vida de
Loren Cunningham, fundador da JOCUM
●Através dos Portais do Esplendor – Elisabeth Elliot (Ed. Vida Nova) – A história
de Jim Elliot, seus amigos e família, contada por sua esposa Elisabeth
●José Manoel da Conceição – O primeiro pastor brasileiro – Diversos autores
(Ed. Mackenzie)
●O Contrabandista de Deus – Irmão André (Ed. Betânia) – Biografia do Irmão
André, fundador da missão Portas Abertas
●William Carey Pai das Missões Modernas – Sam Wellman (Ed. Edições Cristãs)
●O gigante que dorme (UFMBB) – Biografia do missionário William Buck Bagby
●O aventureiro que Deus usou – Dulce C.S.L. Purin (Ed. UFMBB) – Biografia do
missionário Zacarias Campelo
●História das Missões Moravianas - Florencio Moreira de Ataídes (Ed. Aleluia)
●O Missionário que enfrentou um leão - Hugh F. Frame (Ed. UFMBB)– Biografia
de David Livingstone
●Semeadores – Missionários cristãos contemporâneos 1 e 2 – Vários autores
(Betel Publicações) – Biografias/testemunhos de diversos missionários brasileiros
●O livro no travesseiro – Pat Yates (Ed. UFMBB) Biografia de Adoniran Judson e
sua esposa
● Mochila nas costas e diário na mão - Elben M. Lenz César (Ed. Ultimato) –
Biografia de Ashbel Green Simonton (A lista continua)
David Livingstone, o missionário que desbravou a África
O INGLÊS David Livingstone (1813 – 1873), foi missionário, MÉDICO e
explorador. De infância pobre (sua família de 9 membros morava numa casa
de um único cômodo), sentiu o chamado especial para a obra de Missões em
1834, numa igreja presbiteriana. Determinado, entregou-se aos estudos de
medicina e TEOLOGIA, buscando capacitação.
Em 1841 fez sua primeira viagem missionária, indo à REGIÃO do deserto de
Kalahari, no sul da África. Foi o início de uma aventura de mais de 15 anos, que
tornaram Livingstone o maior explorador da ÁFRICA. Ele estava firmemente
determinado a levar o Evangelho ao interior ainda desconhecido do
continente, e promover o fim da escravidão e do tráfico de ESCRAVOS, que,
tendo sido proibidos na Inglaterra, ainda eram praticados por portugueses,
árabes e OUTROS.
Foi o primeiro a navegar o rio Zambeze, atravessando a África de oeste
(Angola) a leste (Moçambique), onde o ZAMBEZE deságua no Oceano Índico.
Foi também o primeiro branco a chegar ao lago Ngami e ao lago Tanganica,
tendo ainda descoberto e nomeado as cataratas VITÓRIA, as maiores do
mundo. Foram inumeráveis as suas demais descobertas, e não apenas
geográficas, mas também botânicas, médicas e antropológicas.
De volta à INGLATERRA depois de uma de suas expedições, escreveu o livro
“Viagens Missionárias e Pesquisas na África do Sul”, que obteve enorme
sucesso. Seu exemplo impulsionou a obra missionária no continente africano,
servindo de inspiração, desde seus dias de vida e até HOJE, para muitos
missionários de todo o mundo.
David morreu orando. Seu corpo foi encontrado ajoelhado ao lado de sua
cama, numa aldeia na ZÂMBIA. Seu corpo foi embalsamado e levado de volta
ao Reino Unido, mas seus auxiliares enterraram seu coração no solo africano,
que ele tanto amou.
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Biografias Missionárias – Uma breve bibliografia (Segunda Parte)
●Heróis da Fé – Orlando Boyer (Ed. CPAD) – Biografias de 20 grandes nomes do
cristianismo, dentre eles diversos missionários
●Coleção Pioneiros Pentecostais – Coleção da CPAD reunindo três obras: Diário
do Pioneiro, de Gunnar Vingren, Memórias de Daniel Berg, escrita pelo próprio e
História das Assembleias de Deus no Brasil, de Emílio Conde
●Mulheres Fiéis e Seu Deus Maravilhoso – Noël Piper (Ed. Fiel) – As vidas de
Sarah Edwards, Lilias Trotter, Gladys Aylward, Esther Ahn Kim e Helen Roseveare
●A Vida de David Brainerd – Jonathan Edwards (Ed. Fiel) – O famoso diário de
David Brainerd, comentado por seu sogro Jonathan Edwards
●Completando as aflições de Cristo – John Piper (Ed. Vida Nova) – As vidas de
William Tyndale, Adoniram Judson e John Paton
●William Buck Bagby - Um pioneiro batista nas terras do Cruzeiro do Sul - Elizete
da Silva (Ed. Novos Diálogos)
●Fiel Testemunha – Timothy George (Ed. Vida Nova) – Biografia de William Carey
●Diversas biografias missionárias (livros, revistas, DVDs) para crianças podem
ser encontradas no site da Editora APEC - www.apec.net.br/missoes-m373
Para uma lista de livros biográficos mais completa, acesse:
www.veredasmissionarias.blogspot.com.br/2014/07/biografias-missionarias-
bibliografia-em.html

LABIRINTO
Em seu empenho para alcançar os índios norte-americanos, o jovem
missionário David Brainerd perdeu-se. Ajude-o a encontrar a tribo!

William Carey, o pai das Missões modernas

Nascido em 1761 numa família de cinco irmãos, desde JOVEM William
mostrou talento para as línguas, aprendendo sozinho o latim. Ainda na
juventude, enquanto trabalhava como aprendiz de sapateiro, começou a sentir
o CHAMADO. Enquanto avançava no estudo de línguas (aprendeu grego,
hebraico, italiano e francês), mantinha, na parede de sua oficina, um mapa do
mundo que ele mesmo desenhara, com informações sobre os países. E
persistia em oração e aprendizado, sonhando com o dia em que poderia levar
o EVANGELHO aos inalcançados. Firme em sua visão, resolveu conclamar um
grupo de cristãos para a urgência de Missões. Foi repreendido pelo líder, que
disse, repercutindo a opinião então dominante entre as igrejas
protestantes/reformadas: “Jovem, assente-se. Se Deus DESEJAR a conversão
de pagãos, Ele o fará sem a minha ou a sua ajuda.”
Isso não o desanimou. Persistindo em pregar sobre a necessidade de MISSÕES
(seu versículo preferido era Is. 54.2), convenceu um grupo de pastores a
criarem uma Sociedade Missionária, da qual Carey veio a ser o primeiro
missionário.
Confirmada por Deus sua vontade de ir à ÍNDIA, Carey sofreu todo tipo de
impedimento: sua esposa recusara-se a segui-lo; a Índia proibira a entrada de
missionários; e por fim, o comandante do NAVIO que o levaria recusou-se a
transportá-lo sem os papéis necessários.
Após ter que retornar a Londres, Carey conseguiu embarcar, desta vez levando
seus filhos e sua renitente ESPOSA. Foi o início de uma dedicação de 41 anos à
Índia, onde Carey, trabalhador incansável e metódico, e seus colaboradores
traduziram a Bíblia para mais de 40 línguas indianas. Carey ainda elaborou
dicionários, livros de botânica; criou a primeira gráfica da Índia; criou escolas
cristãs e plantou diversas igrejas. Foi o principal responsável pela erradicação
de uma prática bárbara do hinduísmo: o sati ou suttee, que era o ato de as
VIÚVAS serem queimadas vivas ao lado dos cadáveres de seus maridos.
Entrou na Índia quase que de maneira clandestina; ao morrer, o país o
considerava um benfeitor e um herói. Por tudo que fez e representa, Carey é
considerado, com justiça, o “pai das Missões modernas”.
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Conde Zinzendorf e os Morávios

Embora se plantassem igrejas nos territórios colonizados por nações
protestantes, a obra missionária sempre fora largamente negligenciada nos
primeiros SÉCULOS da Reforma Protestante. Até que um movimento
realmente missionário e totalmente desvinculado do colonialismo surgiu em
1727. Ele foi não apenas o primeiro, mas, por 200 anos, o maior dos
movimentos missionários da HISTÓRIA do protestantismo. O lema deles:
“Nosso Cordeiro já venceu. Vamos segui-lo.” Eram os Irmãos Morávios.
As origens dos Irmãos MORÁVIOS são anteriores à Reforma. Dissidentes do
Catolicismo, são filhos espirituais de John Huss, o pré-reformador queimado
na fogueira em 1415. Com o início da Reforma deflagrada por Lutero, a igreja
moraviana abraçou o novo movimento. Durante a Guerra dos TRINTA Anos
(1618-1648) foram expulsos de sua terra, a Morávia, e, violentamente
perseguidos, espalharam-se por toda a Europa. A partir de 1722 conseguiram
encontrar um porto seguro na Saxônia, onde um jovem conde, Nikolaus
Ludwig von Zinzendorf (1700-1760), permitiu que instalassem sua
comunidade em suas terras. Desde sempre um dedicado e autêntico cristão,
Zinzendorf logo passou a LIDERAR a comunidade morávia, que crescia mais e
mais, atraindo entusiastas de toda a Alemanha.
Numa viagem à Conpenhague, na Dinamarca, Zinzendorf conheceu nativos da
Groênlândia e das Índias Ocidentais. Seu coração foi incendiado pelo ARDOR
missionário, e ao voltar aos morávios compartilhou sua visão com os irmãos.
Em pouco tempo eram enviados missionários à Groenlândia e às Ilhas Virgens.
O próprio Zinzendorf dedicou-se a viagens missionárias, e nos anos seguintes
grupos de morávios foram enviados à Jamaica, Suriname, GUIANA, África do
Sul, Argélia e outros países. Em 1842, havia 42 núcleos missionários morávios
ao redor do mundo, quase sempre em locais de difícil semeadura.
Nesse pequeno espaço, é impossível relatar as muitas histórias de heroísmo e
sacrifício de que os morávios foram protagonistas. Nunca na história da igreja
um grupo tão pequeno fez tanto por MISSÕES. Seu exemplo de devoção e
empenho serviu de inspiração para homens como John Wesley e William
Carey, e inspirou a criação de algumas das primeiras agências missionárias.
A Igreja dos Irmãos Morávios, cujo nome oficial é UNITAS Fratrum (Unidade
de Irmãos), atualmente encontra-se espalhada por diversos países.
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Robert Reid Kalley, um missionário para a lusofonia
Recém-formado na Universidade de Glasgow, o jovem ESCOCÊS Kalley
conseguiu trabalho como médico de bordo num navio, atividade que levou-o a
conhecer muitos países. Algum tempo depois, já medicando na Escócia, Kalley
tem reacesa sua fé cristã e passa a nutrir o desejo de tornar-se missionário,
tendo a CHINA como objeto de seus sonhos. Mas, em face da saúde precária de
sua esposa, alguns o aconselharam a estabelecer-se na ilha da Madeira,
possessão portuguesa que abrigava uma pequena colônia de escoceses. Assim,
em 1838 o casal estabeleceu-se na ilha, dando origem à primeira comunidade
protestante em território português.
Na Madeira, Kalley fundou um hospital e diversas escolas, além de promover a
distribuição de Bíblias. Em 1843 é preso, passando alguns meses na CADEIA.
Em 1845 é fundada a igreja presbiteriana, mesmo de maneira clandestina,
pois Portugal reprimia o culto protestante entre portugueses. A jovem igreja
passou a ser duramente perseguida, sendo a casa dos Kalley incendiada em
1846. Com muito custo, Kalley conseguiu fugir para os EUA. Mas a perseguição
continuou: 2.000 madeirenses evangélicos foram expulsos ou fugiram da ilha,
espalhando-se então por diversos PAÍSES.
Estando nos EUA (onde os refugiados madeirenses chegaram até a fundar uma
cidade, Jacksonville), Kalley deparou-se com o livro Reminiscências de viagens
e permanências nas Províncias do Sul e Norte do Brasil (1845), do Rev. Daniel
Parrish Kidder, que por sua vez tivera uma experiência missionária no
BRASIL. O livro impactou Kalley, que, quando viu surgir uma oportunidade,
partiu como missionário para o Brasil, em 1855. Nesse mesmo ano, já
instalado na cidade de Petrópolis (RJ) os Kalley iniciaram a primeira Escola
Bíblica Dominical. Vendo que a terra estava sedenta, Kalley solicitou ajuda dos
irmãos de Jacksonville, que enviaram alguns OBREIROS para auxiliar na obra.
Em 1858 Kalley fundou a Igreja Evangélica Fluminense, considerada a
primeira igreja protestante do Brasil a ministrar em português. Kalley possuía
uma visão abrangente do Evangelho, sendo avesso a denominacionalismos, e
instituiu um modelo de governança onde cada IGREJA era independente.
Depois de plantar diversas igrejas em território nacional, não sem passar por
polêmicas e provações as mais diversas, as quais suportou com bravura,
Kalley retornou para a Escócia em 1876, onde faleceu em 1888. A CAUSA do
Evangelho no Brasil e em Portugal é grande devedora de seu esforço e visão.
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CRUZADAS: Significado dos nomes de países
1 – País do Oriente Médio, seu nome significa “terra dos arianos” ou “terra da
liberdade”. O termo “arya” deriva do proto-indo-europeu, e geralmente
carrega o significado de “nobreza” ou “liberdade”, cognato com a derivação
grega “aristocrata”. Sua capital é Teerã.
2 - País da América do Sul, seu nome significa “pequena Veneza”. As palafitas
nativas construídas no lago Maracaibo impressionaram os primeiros
exploradores europeus, Alonso de Ojeda e Américo Vespúcio e os fez lembrar
dos edifícios de Veneza. Sua capital é Caracas.
3 - País asiático cujo nome significa “terras do rei Filipe” (Filipe II de Espanha),
que reinou de 1556 a 1598. Sua capital é Manila.
4 – País europeu, seu nome significa “Reino Romano”. O Império Romano
conquistou grande parte do território do atual país, e os habitantes se
romanizaram, autodenominando-se de “romanos”. Sua capital é Bucareste.
5 -País asiático, maior país muçulmano do mundo, cujo nome significa “ilhas
da Índia”, do grego νῆσος “nēsos”, “ilha”, adicionado ao nome Índia (ele era
previamente conhecido como “Índias Orientais”). Sua capital é Jacarta.
6 – País africano, ex-colônia portuguesa. Seu nome deve derivar do nome de
um governante árabe anterior à conquista portuguesa, o xeique Mussa Ben
Mbiki. Sua capital é Maputo.
7 – País africano, seu nome tem origem no latim “liber”, “livre”. Nome dado ao
país por este ter sido criado por ex-escravos norte-americanos após serem
libertados. Sua capital é Monróvia.



















Amy Carmichael, resgatando vidas da escravidão
Filha mais velha de sete irmãos, Amy Carmichael NASCEU em 1867, na Irlanda
do Norte. Criada num lar cristão, Amy cresceu amando ao Senhor. Fascinada
pela cor azul, Amy se entristecia por possuir os olhos castanhos, ao contrário
de sua mãe e muitos de seus irmãos, que possuíam olhos AZUIS. Em sua
inocência, a jovem menina orava ao Senhor para que Ele transformasse a cor
de seus olhos. Persistindo em orações, ao ver que sua oração não era atendida,
a jovem menina entristecia-se. Mas um dia sentiu o Senhor falando ao seu
coração, pacificando-a com a certeza de que para tudo há um propósito.
Ao crescer, Amy se dedicou à obra, liderando uma PEQUENA congregação, que
logo se expandiu.
Um dia, Amy assistiu a uma pregação de Hudson Taylor, renomado
missionário que trabalhava na China. Sentiu o chamado, e uniu-se à MISSÃO
fundada por Taylor, a Missão Para o Interior da China. Mas sua precária saúde
dificultava seus planos, e a Missão achou por bem não enviá-la. Perseverando
em sua VISÃO, Amy filiou-se à Church Missionary Society, e fez sua primeira
viagem missionária, ao Japão. Mas antes de completar sua estadia, sua saúde
obrigou-a a retornar. Passou por Sri Lanka (antigo Ceilão), e dali foi a
BANGALORE, na Índia. Ali Amy sentiu que era o lugar que o Senhor lhe havia
direcionado. Começou a trabalhar com jovens e meninas indianas, fundando
um orfanato em Dohnavur. Amy resgatava jovens que eram vendidas para a
prostituição por suas famílias. E para isso ela entendeu o propósito de Deus
em seus olhos CASTANHOS. Para entrar nos templos e outros lugares onde a
entrada de estrangeiros era vedada, Amy passava pó de café em sua pele, para
torná-la morena, e vestia-se de trajes indianos. Isso permitiu que ela entrasse
livremente nesses lugares, aonde chegou a comprar diversas meninas,
salvando-as da prostituição e ESCRAVIDÃO. E nesse ponto ela agradeceu a
Deus por não possuir olhos azuis, o que a denunciaria como estrangeira! Mais
de mil almas foram resgatadas por Amy, e com o tempo, ela conseguiu que a
escravidão de crianças nos templos indianos fosse proibida.
O trabalho de Amy prosseguiu por décadas. Ela escreveu mais de 30 livros, e
seu exemplo de fé e serviço continua a inspirar MILHARES de cristãos.
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José Manoel da Conceição, o primeiro pastor brasileiro

José Manoel da Conceição nasceu em São Paulo, em 1822. Ordenado PADRE,
em pouco tempo passou a ser conhecido por ‘padre protestante’, em virtude
das ideias que nutria, ciente das discrepâncias entre o ensino católico e a
Bíblia. Sabedores do pensamento do padre, seus superiores na hierarquia
católica constantemente transferiam-no de LUGAR, com medo de que suas
ideias de enraizassem.
Percebendo que jamais obteria apoio no catolicismo para suas ideias acerca do
verdadeiro e puro Evangelho, Conceição passou a buscar contato com
imigrantes de origem protestante, e a ler obras dos reformadores. Em 1864,
depois de manter proveitosos CONTATOS com o missionário presbiteriano
inglês Alexander Blackford, Conceição decide-se por abandonar a batina.
Envia uma carta de renúncia para seu bispo, e parte com Blackford para o Rio
de Janeiro. A chegada de Conceição à capital do Império, bem como suas
pregações eloquentes, repercutiram na sociedade, e deixaram o CLERO
católico alarmado. Pouco depois, Conceição partiu para a cidade de Brotas-SP,
iniciando a pregação entre parentes e conhecidos. Em pouco tempo estava ali
fundada a primeira igreja presbiteriana do interior do país.
Em 1865, em São Paulo, Conceição foi ordenado MINISTRO do Evangelho. A
partir de então, sozinho ou acompanhado, dedicou-se a diversas viagens
evangelísticas, por muitas cidades do interior de SP, MG, RJ e até PR.
Em abril 1867 foi oficialmente excomungado pela igreja católica, tendo sua
sentença sido publicada em jornal paulistano. Sua resposta veio um mês
depois, na forma de um livreto que alcançou grande repercussão.
Nos anos seguintes Conceição tornou-se um perfeito missionário itinerante,
passando por diversas cidades, agora não mais acompanhado, mas militando
sozinho. Sofreu as mais severas perseguições: numa CIDADE foi apedrejado e
largado como morto; num vilarejo acossaram cães contra ele, que ficou
gravemente ferido. Já então mantinha pouco contato com as lideranças
presbiterianas. Tornou-se uma FIGURA lendária e solitária.
Em 1873, com a saúde muito abalada, as lideranças presbiterianas acharam
por bem fixá-lo em uma residência no Rio de Janeiro. Conceição partiu para lá
a pé, como grande andarilho que era. Já próximo à cidade, caiu desfalecido
junto à estrada. Foi levado para um HOSPITAL, onde faleceu enquanto dormia.
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David Brainerd, o jovem emissário de Deus

David Brainerd, NORTE-americano de Haddam, Connecticut, nasceu em 1718
e faleceu em 1747. Converteu-se aos 20 anos, vindo a falecer com APENAS 29.
Brainerd era homem de jejum e oração, tendo vivenciado o chamado Primeiro
Grande Avivamento Americano do séc. XVIII, que teve como um de seus
principais instrumentos Jonathan Edwards, pai de sua noiva, JERUSA, e autor
do famoso sermão Pregadores nas Mãos de um Deus Irado.
Após terminar seus ESTUDOS teológicos, Brainerd sentiu o chamado para
pregar aos índios peles-vermelhas americanos. E mesmo tendo a saúde frágil,
lançou-se nessa empreitada, na qual MILITOU muitas vezes sozinho. Já de há
muito, tudo o que vivia registrava em seu diário, o que nos legou um
verdadeiro tesouro de literatura devocional. Pregou destemidamente para
diversas tribos, passando por todo tipo de apuros nas florestas e pradarias
norte-americanas, da fome ao frio, da solidão à depressão.
Tudo isso DEBILITOU ainda mais sua saúde, e o jovem Brainerd teve agravada
sua tuberculose. Sabendo que teria poucos anos de vida, Brainerd viu-se
dividido entre dois caminhos: retornar para sua casa e sua noiva, casar-se e
pastorear uma IGREJA local; ou dedicar esses talvez dois anos de vida que lhe
restavam pregando àqueles que nunca tiveram a graça de ouvir o Evangelho.
Brainerd escreveu sua DECISÃO em seu diário: "Eis-me aqui, Senhor, envia-me
a mim até os confins da terra; envia-me aos selvagens do ermo; envia-me para
longe de tudo que se chama conforto da terra; envia-me mesmo para a morte, se
for no teu serviço e para promover o teu reino..."
E assim esse HERÓI da fé retornou para os indígenas, pregando o Evangelho a
tempo e fora de tempo. Já no fim de suas forças, retornou para junto de sua
noiva, aonde veio a falecer. Ela, que muito o amava, não resistiu à tristeza e,
também tuberculosa, partiu para a glória poucos meses depois.
O EXEMPLO magnífico de Brainerd, suas vivências e devoções relatadas em
seu diário, bem como sua biografia, que foi escrita pelo seu sogro Jonathan
Edwards, inspiraram missionários e homens de Deus como John Wesley,
William Carey, Robert McCheynne e muitos e muitos outros.
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O magnífico exemplo de Charles Studd

Filho de um rico fazendeiro de origem indiana, o inglês Charles Thomas Studd
era um jovem desportista, praticante de cricket e membro da Seleção Inglesa
do esporte. Converteu-se ao Senhor durante um CULTO doméstico. A partir de
então, passou a perguntar-se sobre a validade da fama e da fortuna mundanas.
Com a morte de seu pai, percebeu que o que importa para um homem é a vida
na eternidade. Foi o início de uma paixão e empenho missionários sem limites.
Charles, herdeiro de uma FORTUNA, doou toda a sua herança: uma parte
enviou para Hudson Taylor, primeiro missionário a trabalhar no interior da
China; outra parte a William Booth, fundador do Exército da Salvação; outra
parte ao famoso pregador Dwigth L. Moody, para que este fundasse o Instituto
Bíblico Moody, que existe até hoje. Ciente de que o Senhor é o dono de todas as
coisas e que COMPETE ao homem acumular tesouros no céu e não na terra,
Studd doou toda a sua fortuna à obra do Senhor, e algum tempo depois lançou-
se ele mesmo com afinco à obra missionária.
Inicialmente Studd esforçou-se pela evangelização de seus companheiros de
ESPORTE e de faculdade. Em seguida, sob a influência de Hudson Taylor,
Studd dedicou dez anos de sua vida como missionário na China. Após esse
período viajou para a América, onde seu irmão realizava um profícuo trabalho
entre universitários. Studd então partiu para o sul da ÍNDIA, onde por seis
anos pastoreou uma igreja. Após retornar à Inglaterra, visitou a África e
percebeu a enorme carência de missionários no INTERIOR do continente,
onde a Palavra de Deus era desconhecida. Iniciou então uma campanha em
toda a Inglaterra conclamando a uma nova Cruzada em prol de Cristo naquele
continente. Em 1910 partiu para a África, onde fundou diversas missões no
CONGO e Sudão. Sua esposa adoentou-se e permanecia na Inglaterra, de onde
ela e suas filhas coordenavam o ministério de Studd, responsável por esforços
missionários em diversos países da África, Oriente Médio e na China.
Studd faleceu aos 70 anos, em 1931, militando no CAMPO missionário em
Málaga, na África. Em virtude de seu trabalho, foi fundada depois de sua morte
a Cruzada de Evangelização Mundial (WEC), missão que atualmente conta com
mais de mil missionários ao redor do mundo.
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L Reflexões Missionárias J

"Se você espera grandes coisas de Deus, faça grandes coisas para Deus."
William Carey
“Eu nunca fiz um sacrifício. Disto não devemos falar quando nos lembramos
do grande sacrifício que ele fez, quando deixou o trono do Pai no alto, para
dar-se a si mesmo por nós.”
David Livingstone
“Para mim, não importa onde ou como vivi, ou que dificuldades atravessei,
contanto que tenha ganho almas para Cristo.”
David Brainerd
“Tenho somente uma paixão: É Cristo, é Cristo somente. O mundo é o campo e
o campo é o mundo; de agora em diante, meu lar será naquele país onde eu for
mais usado para ganhar almas para Cristo.”
Conde Zinzendorf
“Somente quando a Igreja cumpre sua obrigação missionária é que justifica a
sua existência. Se Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, então nenhum
sacrifício que eu fizer por Ele pode ser grande demais.”
C.T. Studd
"Ame através de mim, ó Deus, faz-me como ar puro por onde passam livres, as
cores, como se eu não existisse."
Amy Carmichael
"E temos confiança, e ansiosamente desejamos vê-la progredir, concorrendo
com quanto houver em nossas poucas forças para que mais e mais Jesus Cristo
ganhe almas para sua glória".
José Manoel da Conceição
“A tarefa de levar o Evangelho de uma forma adequada a cada pessoa e grupo
étnico é tremenda. Não há uma solução única. Eu tenho a certeza de que o
principal não é o homem, o dinheiro, as pesquisas etc. Todos eles têm o seu
lugar, mas se a base de tudo não é uma fervorosa e piedosa oração, eles são em
vão. E a oração não deve ser apenas a base, mas deve permear e revitalizar
todo o trabalho.”
William Cameron Townsend
“Quando senti, satisfeito, que há um Deus, que este Livro (a Bíblia) é de Deus,
então senti também que cada cristão é chamado a entrar naquele campo de
atividade em que melhor possa usar para Deus todos os talentos que ele lhe
deu.”
Robert Reid Kalley
Townsend e a tradução da Bíblia para todas as línguas

William Cameron Townsend (1896 - 1982) foi um missionário
estadunidense cujo MINISTÉRIO começou no início do século XX. Nascido
numa família pobre da Califórnia, William foi criado na igreja presbiteriana.
Enquanto cursava a faculdade, o jovem William recebeu o convite para ser um
colportor (vendedor de Bíblias) na América Central. Sentiu que esse era seu
chamado, e partiu para a Guatemala.
Foi ao tentar vender Bíblias em espanhol no interior da Guatemala, nos anos
de 1917 e 1918, que o jovem Townsend deu-se conta de que a maior parte das
pessoas que ele encontrava não entendia o ESPANHOL. Eles também não
possuíam uma forma escrita para a sua língua, o Cakchiquel. Townsend então
abandonou sua iniciativa de vender Bíblias e passou a viver com os indígenas
Cakchiquéis. Ele aprendeu a LÍNGUA deles, criou um alfabeto para a língua,
analisou a gramática, e traduziu o Novo Testamento em apenas dez anos, não
sem passar por muitas lutas e resistências até entre CRISTÃOS.
Para despertar e capacitar outros tradutores, Townsend, juntamente com L.L.
Legters inaugurou nos Estados Unidos um CAMPO de treinamento. Primeiro
com dois, depois com cinco alunos, se iniciou o que veio a tornar-se o
ministério mundial (que reúne hoje milhares de missionários espalhados pelo
mundo) do Summer Institute of Linguistics (Sil) e Wycliffe Bible Translators.
Atualmente a Wycliffe tornou-se uma associação de organizações de todo o
mundo (como a brasileira ALEM) empenhadas na tradução bíblica, chamada
Aliança Global Wycliffe.
Assim, Townsend foi usado por Deus para promover o maior movimento em
prol da tradução da BÍBLIA em toda a história do cristianismo. O lema de
Townsend: “O melhor missionário é a Bíblia no idioma materno. Não tira férias
e nunca é considerado um estrangeiro.” Em virtude dos abnegados esforços e
dos imensos resultados OBTIDOS por Townsend, Billy Graham chegou a
declarar que ele era “o maior missionário dos tempos modernos”.
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CRUZADAS – Os missionários e os campos
1 - Ashbel Green Simonthon (1833 – 1867), missionário norte-americano, foi
pioneiro do presbiterianismo no Brasil. Em pouco tempo aqui, fundou igrejas, um
seminário, uma escola e um jornal. Estabeleceu-se primeiramente na capital do
império, que à época era a cidade de?
2 – Adoniram Judson (1788 – 1850) foi um missionário americano pioneiro no
trabalho na Birmânia, aonde chegou em 1813 e permaneceu por 37 anos,
trabalhando até a sua morte. Qual é o atual nome da Birmânia?
3 - Mary Slessor (1848 – 1915) foi missionária escocesa pioneira no trabalho na
África. Ao saber da morte de David Livingstone, a jovem Mary decidiu-se a seguir
seus passos. Seu trabalho impactante salvou muitas vidas naquele que é o hoje o
mais populoso país africano. Sua capital é Abuja. Que país é esse?
4 – Zacarias Campelo (1900 – 1991) foi um dos primeiros missionários brasileiros
a trabalhar entre nossos indígenas. Militou também no sertão nordestino. O
primeiro campo para onde foi enviado foi para a região em que localiza-se hoje o
mais novo estado brasileiro. Que estado é esse?
5 - William Buck Bagby (1855 – 1939) foi um missionário americano pioneiro das
missões batistas no Brasil e grande colaborador na luta pela liberdade religiosa
em nosso país. Em 1882 fundou a primeira Igreja Batista em solo brasileiro, na
capital do maior estado do Nordeste. Qual o nome dessa cidade?
6 – Guiados por uma visão, os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg
chegaram a Belém/PA em 1910. Introduziram o pentecostalismo no país e
fundaram aquela que é a nossa maior denominação pentecostal. Qual é seu nome?