Química I

Departamento de Química e Ambiental
Prof. Nilson José de Oliveira Bispo Jr
Aula 2 GASES IDEAIS
nilson.bispo@gmail.com
Dúvidas:Sala303 -Lab Tec Ambiental
Química I
Departamento de Química e Ambiental
BIBLIOGRAFIA

BRADY, J. E & HUMI!ON,".E, #$%&i'a "eral. (ivros !é'ni'os e
)ien*%fi'os Edi*ora.

+O(!,, J. ).& !REI)HE( JR, P. M. #$%&i'a "eral - e Rea./es
#$%&i'as.

RUE(, J. B. #$%&i'a "eral0

BRO1N, !.(., (EMAY, H. E., BUR!EN, B. E. 2 #$%&i'a, A
)i3n'ia )en*ral, 4o Pa$lo 5 Pearson Pren*i'e Hall, 6778.
MAR!ER!ON, 1.(., Prin'%pios de #$%&i'a, Rio de Janeiro5
"$ana9ara +oo:an.
EMENA DA DIS!I"LINA
PLANO DE CURSO — QUÍMICA I (2012/1)
Turmas 5 e 6- Quarta-feira — Nilson Bispo
MARÇO
07 Apresentação da Disciplina, Matéria e Sistemas Químicos
14 Gases Ideais
1 Atomística
! Atomística "#lassi$icação %eri&dica " %r'ticas 1 e
ABRIL
04 (i)aç*es Químicas
11 %r'ticas + e 4 " ,e-isão
1! 1./ %ro-a
0 1orças Intermoleculares " %r'tica 7
MAIO
0 2ste3uiometria " %r'tica 0
04 Soluç*es " %r'tica 5
15 Soluç*es" ,e-isão
+ ./ %ro-a
+0 6ermo3uímica
JUNHO
05 #inética Química
1+ 23uilí7rio Químico
0 8cidos e 9ases
7 ,e-isão +/ pro-a
JULHO
04 +./ %ro-a
11 %ro-a 1inal
Química I
Departamento de Química e Ambiental
A#LA 2$GASES IDEAIS
GASES IDEAIS $ %"I!OS
&$GASES
&'&$!aracterí(tica(
&'2$)ari*+ei( importante( no e(tudo do( ,a(e(
2$GASES IDEAIS
2'&$Lei( do( ,a(e(
2'2$Lei do( ,a(e( ideai(
2'-$Lei da( pre((.e( "arciai(
2'/$E0u(1o e Di0u(1o
2'2$eoria !in3tica$Molecular
&'&$!aracterí(tica(
Substância que se expande espontaneamente
para preencher completamente seu recipiente.
São altamente compressíveis.
Formam misturas homogêneas com outros gases.
GASES
&'&$!aracterí(tica($ G*( Ideal
;*o&os o$ &olé'$las e& &ovi&en*o 'on*%n$o
e alea*<rio0
;*o&os o$ &olé'$las 'o&o esferas r%:idas0
A velo'idade das par*%'$las a$&en*a 'o& a
*e&pera*$ra0
As dis*=n'ias en*re par*%'$las s4o rela*iva&en*e
:randes0 e
As for.as in*era*>&i'as?in*er&ole'$lares s4o
despre@%veis.
GASES
&'&$!aracterí(tica(
GASES
Química I
Departamento de Química e Ambiental
&$GASES
&'2$!omportamento do( ,a(e($ )ari*+ei( importante(

)olume

"re((1o

emperatura

Quantidade de mat3ria 4n5 de mole(67n
&'2$!omportamento do( ,a(e( $ )ari*+ei(
importante(
)olume

O volume de um gás ocupa todo o recipiente que o
contém.

I5 &A0 -d&AB-( e - '&AB-&(
"re((1o

Cor.a so9re $&a s$perf%'ie dividida pela Drea des*a
s$perf%'ie.

pBC?A I5 N &26B Pa Epas'alF
a*&osfera Ea*&F

- a*& B -,7-A68G-78 Pa B HI7 &&H: B -,7-A68 9ar
B-J,IKI psi B HI7 *orr
GASES
"re((1o atmo(03rica
#ma coluna de ar de &m2
4(e81o tran(+er(al6 e9erce
uma 0or8a de &:2 N'
GASES
&'2$!omportamento do( ,a(e( $ )ari*+ei(
importante(
A
F
P =
"re((1o
Medida de Press4o
Man;metro(
Bar;metro(
P = PHg
&er'Lrio
9F !$9o
a9er*o
P = Pex PHg
Aner<ide
aF !$9o Ce'Mado
PNPeO*
GASES
&'2$!omportamento do( ,a(e( $ )ari*+ei(
importante(
"re((1o
Medida de Press4o
GASES
&'2$!omportamento do( ,a(e( $ )ari*+ei(
importante(
&'2$!omportamento do( ,a(e($ )ari*+ei( importante(
emperatura
Medida do :ra$ de a:i*a.4o *ér&i'a das &olé'$las de
$&a s$9s*=n'ia.
)olume
Quantidade de mat3ria 4n5 de mole(6
4<6=4>!6 ?2@-7&2
O vol$&e EPF o'$pado por $& :Ds 'orresponde ao
vol$&e do re'ipien*e Q$e o 'on*é&.
GASES
2$GASES IDEAIS
2'&$Lei do( ,a(e(
Lei de BoAle B Mariotte C
Rela81o "re((1o$)olume
À temperatura constante, o volume ocupado
por uma determinada quantidade (número de
mols) de um gás é inversamente proporcional
à sua pressão.
2$GASES IDEAIS
2'&$Lei do( ,a(e(
Lei de BoAle B Mariotte C
Rela81o "re((1o$)olume
Ex.! "ma amostra de um gás ideal,mantida à temperatura constante, tem uma pressão
de #$% mm&g e um volume de ',( m). O gás é expandido pelo aumento de volume do
seu recipiente. *e o volume +inal do gás é ,-, m), qual a pressão +inal. /esp.! 0 12'
mm &g
EO.65 e -77 '&A de $& :Ds, ini'ial&en*e a -77 RPa, é 'o&pri&ido a $&a press4o
De -68 RPa, a $&a *e&pera*$ra 'ons*an*e, Q$al é o se$ vol$&e finalS
Resp.5PBT7,7 '&A
Lei de BoAle B Mariotte C Rela81o "re((1o$)olume
2$GASES IDEAIS
2'&$Lei do( ,a(e(
Lei de !Darle( e GaA$Lu((acC
E0eito da emperatura no )olume
3 pressão constante, o volume ocupado por
uma quantidade de gás é diretamente
proporcional à sua temperatura a4soluta.
( a 0 , n constantes)
( a 0 , n constantes)
2$GASES IDEAIS
( a 0 , n constantes)
Lei de !Darle( e GaA$Lu((acB E0eito da emperatura no )olume
2$GASES IDEAIS
Lei de !Darle( B E0eito( da emperatura Lei de !Darle( B E0eito( da emperatura
Ex.! U&a a&os*ra de :Ds ideal o'$pa $& vol$&e de -,67 ( a 68 U). e a
*e&pera*$ra a$&en*a a 87 U), Q$al é o novo vol$&e do :Ds se a press4o per&ane'e$
'ons*an*eS Resp.5vB-,A7 (
EO.65U&a a&os*ra de $& :Ds ideal *e& $& vol$&e de -6T '&A a 52# 67. A Q$e
*e&pera*$ra e& U) deve ser aQ$e'ido, V press4o 'ons*an*e, se o vol$&e final passa a ser
6-J '&AS Resp.5 !B-AT W).
2$GASES IDEAIS
Lei de GaA$Lu((acC
E0eito da emperatura na "re((1o
A pressão de $&a Q$an*idade fiOa de :Ds é
diretamente proporcional à sua temperatura
a4soluta, se o vol$&e do :Ds for &an*ido 'ons*an*e.
( a 8 , n constantes)
( a n constante)
2$GASES IDEAIS
Lei !ombinada do( Ga(e(
Lei combinada do( ,a(e(
Ex.! #$al seria o vol$&e de $& :Ds, nas )N!P, se o'$passe $& vol$&e de 688 '&A, a
68W) e T8,7 RPa de press4oS Resp.5 PB-KI '&A
EO.65A a&os*ra de $& :Ds eOer'e $&a press4o de T6,8 RPa e& $& re'ipien*e de A77
'&A a 68W). #$al a press4o Q$e o &es&o :Ds eOer'eria e& $& re'ipien*e de 877 '&A a
87W)S Resp.5 PB8A,H RPa
2$GASES IDEAIS
Lei de GaA$Lu((ac da !ombina81o do( )olume(
Os vol$&es das s$9s*=n'ias :asosas Q$e s4o
prod$@idas e 'ons$&idas n$&a rea.4o Q$%&i'a es*4o
n$&a ra@4o de nL&eros in*eiros e peQ$enos, desde
Q$e os vol$&es seXa& &edidos nas mesmas condi9:es
de ; e 0.
2$GASES IDEAIS
"rincípio de A+o,adro 4Amadeo A+o,adro7 &E&&6
8olumes iguais de :ases diferen*es 'on*é&
números iguais de part<culas (átomos ou
moléculas) Q$ando &edidos nas &es&as
'ondi./es de press4o e *e&pera*$ra.
2$GASES IDEAIS
Lei de A+o,adroC o volume de gás a uma dada
temperatura e pressão é diretamente
proporcional à quantidade de matéria do gás.
Pol$&e &olar de :ases
"rincípio de A+o,adro 4Amadeo A+o,adro7 &E&&6
= o volume ocupado por um
mol de moléculas de um gás
qualquer nas condi9:es de
'>7 (2#,.% ?) e atm
(7@;0).
 
2$GASES IDEAIS
22,4 L de qualquer gás a 0°C e 1 atm contém
6,02 x 102 moléculas de gás!
A par*ir das *r3s rela./es de vol$&e a Q$e $& :Ds
ideal o9ede'e5
2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
e 'Ma&ar&os R a 'ons*an*e de propor'ionalidade,o9*e&os5
Onde R é 'Ma&ado de 'ons*an*e $niversal dos :ases.
EQ$a.4o do :Ds ideal
o$ EQ$a.4o de
es*ado para
$& :Ds ideal
2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
O valor numérico de R depende das
unidades escolidas para !" # e T $T
sempre em %elvins&.
R = 0,08206 L atm mol-1 K-1 = 8,314 J mol-1 K-1
2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
Pol$&e &olar de $& :Ds ideal nas )N!P
E-,777 a*& e 6HA,-8 + E7,77W)FF
2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
$temperatura e press'o padr'o& ( 0)*" +,3"-. / " - atm
Rela'ionando a eQ$a.4o do :Ds ideal e as leis dos :ases
e 08 B n/; e n e ; s4o 'ons*an*es, en*4o 08 B 'ons*an*e e
*e&os a lei de BoZle.
e 08 B n/; e n e P s4o 'ons*an*es, en*4o 8A;B 'ons*an*e e
*e&os a lei de )Marles.
e 08 B n/; e 0 e ! s4o 'ons*an*es, en*4o 8AnB 'ons*an*e e
*e&os a lei de Avo:adro.
e 08 B n/; e n e P s4o 'ons*an*es, en*4o 0A;B 'ons*an*e e
*e&os a lei de "aZ2($ssa'.
E& :eral, se *e&os $& :Ds so9 dois :r$pos de 'ondi./es,
en*4o5
2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
Den(idade do( ,a(e(

2$GASES IDEAIS
2'2$A EFua81o do G*( Ideal
Massa &olar do :Ds
EO.-2 U& es*$dan*e 'ole*o$ :Ds na*$ral de $&a *$9$la.4o de
:Ds de la9ora*<rio,a 68W), e& $& fras'o de 687 '&A, a*é Q$e
a press4o fosse HA,8 RPa. De*er&ino$ en*4o, Q$e a a&os*ra de
:Ds pesava 7,--T : a $&a ! de 68W). )al'$le a &assa &olar
do :Ds.
2$GASES IDEAIS
0ostre 1ue a densidade de um g2s ideal varia com a press'o. 3ual a
ra4'o entre as densidades do ar nas condi56es da *7T! $- atm e 08*&
e nas condi56es de um tan1ue de ar comprimido 1ue opera a -00"0
atm a mesma temperatura9 *onsidere massa molar do ar como +:
g;mol
Lei de Dalton da( pre((.e( parciai(
3 pressão total de uma mistura de gases é
igual à soma das pressões parciais que
cada gás exerceria se estivesse soBinCo
ocupando o volume total da mistura na mesma
;.
Onde P-, P6 e PA s4o as
press/es par'iais dos :ases
na &is*$ra.
EQ -
2$GASES IDEAIS
2'2$Mi(tura de ,a(e( e pre((.e(
"arciai( $ Lei de Dalton
(ei de Dal*on das press/es par'iais
Mi(tura( de Ga(e( e "re((.e( "arciai(
)o&9inando as eQ$a./es - e 6
)onsiderando Q$e 'ada :Ds o9ede'e a lei dos :ases ideais5
EQ$a.4o 6
EQ$a.4o A
2$GASES IDEAIS
2'2$Mi(tura de ,a(e( e pre((.e( "arciai($Lei de Dalton
EQ$a.4o J
E& *er&os de fração em quantidade de matria [i,
pode&os *er5
EQ$a.4o 8
2'2$Mi(tura de ,a(e( e pre((.e( "arciai($Lei de Dalton
2$GASES IDEAIS
LEI DOS )OL#MES "AR!IAIS B Mi(tura( ,a(o(a(
2$GASES IDEAIS
"7 )7 "7 )i7
)OL#MES "AR!IAIS "RESSGES "AR!IAIS
:
<m misturas gasosas" a determina5'o do volume total depende dos
volumes parciais dos gases componentes. Sendo 1ue:
O volume parcial de um gás em uma mistura gasosa é o volume que
ele irá ocupar estando sozinho e sendo submetido à pressão total e à
temperatura da mistura. $Lei de "magat dos volumes #arciais$
:
= como se os gases n'o se misturassem. Assim" o volume 1ue cada
um ocuparia" estando no mesmo recipiente" seria seu volume parcial.
"7 )7
"i7 )7
Mi(tura( ,a(o(a(
2$GASES IDEAIS
LEI DOS )OL#MES "AR!IAIS LEI DAS "RESSGES "AR!IAIS
2'-$!oleta de ,a(e( (obre a *,ua

\ 'o&$& sin*e*i@ar :ases e 'ole*D2los a*ravés do
deslo'a&en*o de $& vol$&e de D:$a.

Para 'al'$lar a Q$an*idade de :Ds prod$@ido,
pre'isa&os fa@er a 'orre.4o para a press4o par'ial
da D:$a.
2$GASES IDEAIS
2$GASES IDEAIS

A press4o *o*al den*ro do re'ipien*e é a so&a das
press/es do :Ds 'ole*ado e do vapor da D:$a e&
eQ$il%9rio 'o& o l%Q$ido.
2'-$!oleta de ,a(e( (obre a *,ua
EO.5 Press/es par'iais
EO.-5 e 677 '&A de N6 a 68W) e a $&a press4o de A8 RPa s4o
&is*$rados 'o& A87 '&A de O6 a 68W) e a $&a press4o de J8
RPa, de &odo Q$e o vol$&e res$l*an*e seXa A77 '&A, Q$al serD a
press4o final da &is*$ra,a 68W)S Resp5 HI RPa.
2$GASES
EO.A5 U&a &is*$ra :asosa fei*a de I,77: de O6 e K,77 : de )HJ
é 'olo'ada e& $& re'ipien*e de -8,7( a 7W). #$al a press4o par'ial
de 'ada :Ds e press4o do re'ipien*eS Resp5 -,-6 a*&.
EOer'%'ios ] (ei dos :ases e Press/es par'iais
EO.I U& 9$l9o de A,7 ( Q$e 'on*é& He a -J8 && H: é 'one'*ado por
$&a vDlv$la a $& 9$l9o de 6,7 ( Q$e 'on*é& Ar a A88 && H: EveXa a
fi:$raF. )al'$le a press4o par'ial de 'ada :Ds e a press4o *o*al depois
Q$e a vDlv$la en*re os fras'os é a9er*a. Resp.5 PB667 && H:
EOer'%'ios ] (ei dos :ases e Press/es par'iais
+--O>ig?nio gasoso é gerado em um laborat@rio e é coletado a +. 8*.
pelo método de deslocamento de volume de 2gua. O volume do
recipiente é +.0 cm3 e a press'o atmosAérica é de -00 %!a. *onsidere
!vapor B+O(3"-, %!a C +.8*. !ede-se
a. A press'o parcial e a 1uantidade de matéria $n8 mols& do O+ na
mistura camada g2s DEmidoF.
b. A Ara5'o em 1uantidade de matéria $Ara5'o molar& do O+ na
mistura.
c. O #olume parcial de O+.
+G-Hma mistura de 7+" 7O e 7O+ é analisada por absor5'o seletiva
dos @>idos de nitrog?nio. O volume inicial é de +",J ml. Ap@s
tratamento com 2gua" 1ue absorve o 7O+ " o volume mudou para +"0+
ml. Hma solu5'o de sulAato Aerroso Aoi agitada com o g2s residual para
absorver o 7O" resultando num volume residual de 0"+. ml. Todos os
volumes Aoram medidos C press'o atmosAérica. 7egligenciando o vapor
de 2gua" 1ual era o percentual de cada g2s na mistura original9 Resp:
K#7O+ ( +G"3 K " K#7O( GJ"GK e " K#7+( :"-K
EOer'%'ios ] (ei dos :ases e Press/es par'iais
Hm recipiente contém -G g de élio e +L g de nitrog?nio sob
press'o de -G"J atm e C temperatura de +,0 )*. *alcular: o nEmero
de moles de cada g2sM volume do recipienteM Ara5'o molar de cada
g2sM volumes parciais de cada g2sM press6es parciais de cada g2s.
Resp.:
Hm dos métodos para se estimar a temperatura média do Sol baseia-
se na e1ua5'o dos gases ideais. Tomando-se o centro do Sol como
uma mistura gasosa com massa molecular média igual a +"0 g;mol" e
presumindo uma densidade e press'o iguais a -"J g;cm3 e -"3N-0:
atm" respectivamente" encontre a temperatura.
3:-Hm recipiente contém +J g de Bélio" .G g de 7itrog?nio e 3+ g de O>ig?nio sob -. atm de
press'o e a -00)* *alcular:
a. A 1uantidade de matéria de cada g2s $n.8 de mol&.
b. A Ara5'o molar de cada g2s.
c. O volume do recipiente.
d.As press6es parciais de cada g2s.
2$GASES
2'2$EORIA !INHI!O$MOLE!#LAR DOS GASES
E(tudamo( a( lei( do( ,a(e(' emo(
al,uma( per,unta( (obre o Fue a( lei( no(
diIemC
"or Fue a pre((1o e o +olume de uma
amo(tra de ,*( (1o in+er(amente
proporcionai( J temperatura con(tanteK
"or Fue cada ,*( na mi(tura e9erce uma
pre((1o parcial independentemente de
outro( ,a(e(K
Re(po(ta( a e(ta( e outra( Fue(t.e( (obre
o comportamento de ,a(e( proporcionaram
a teoria cin3tico$molecular
2$GASES
2'2$EORIA !INHI!O$MOLE!#LAR DOS GASES
$posi./es5
● Os :ases 'onsis*e& de $& :rande
nL&ero de &olé'$las e& &ovi&en*o
alea*<rio 'ons*an*e.
● O vol$&e de &olé'$las individ$ais é
despre@%vel 'o&parado ao vol$&e do
re'ipien*e.
● As for.as in*er&ole'$lares Efor.as
en*re &olé'$las de :asesF s4o
insi:nifi'an*es.
● A ener:ia pode ser *ransferida en*re
as &olé'$las, &as a ener:ia 'iné*i'a
*o*al é 'ons*an*e V *e&pera*$ra
'ons*an*e. Ener:ia 'iné*i'a &édia !.

!eoria desenvolvida para eOpli'ar o
'o&por*a&en*o dos :ases 5 Aornece um entendimento
sobre a press'o e a temperaturas no nOvel molecular.
A pressão de um )'s resulta do n;mero de colis*es
por unidade de tempo nas paredes do recipiente.
^ &edida Q$e a *e&pera*$ra a$&en*a, a ener:ia
'iné*i'a &édia das &olé'$las de :Ds a$&en*a.
2$GASES
2'2$EORIA !INHI!O$MOLE!#LAR DOS GASES
^ &edida Q$e a ener:ia 'iné*i'a a$&en*a, a velo'idade das
&olé'$las do :Ds a$&en*a.
^ &edida Q$e o vol$&e a$&en*a V *e&pera*$ra 'ons*an*e, a'a9a
fa@endo 'o& Q$e as &olé'$las do :Ds *enMa& Q$e viaXar &ais para
a*in:ire& as paredes do re'ipien*e. Por*an*o, a press4o di&in$i.
e a *e&pera*$ra a$&en*a 'o& vol$&e 'ons*an*e, a ener:ia 'iné*i'a
&édia das &olé'$las do :Ds a$&en*a. )onseQ_en*e&en*e, MD &ais
'olis/es Ea$&en*o da freQ$3n'ia e da for.aF 'o& as paredes do
re'ipien*e e a press4o a$&en*a.
2$GASES
2'2$EORIA !INHI!O$MOLE!#LAR DOS GASES
:
B2 uma propaga5'o de energias individuais de moléculas de g2s em
1ual1uer amostra de gases.
:
P medida 1ue a temperatura aumenta" a energia cinética média das
moléculas de g2s aumenta.
2
2
1
mu = ε
2$GASES
2'2$EORIA !INHI!O$MOLE!#LAR DOS GASES
2$GASES
2'/$LEI DE GRAMAM DE DIF#SNO E EF#SNO
Ef$s4o
A ef$s4o é a evas4o de $& :Ds a*ravés
de $& orif%'io peQ$eno E$& 9al4o
esva@iarD 'o& o *e&po devido V ef$s4oF.
(ei de Ef$s4o de "raMa&
A velo'idade de ef$s4o de $& :Ds é
inversa&en*e propor'ional V rai@ Q$adrada
de s$a densidade o$ de s$a &assa &olar.
Dif$s4o
EspalMa&en*o de $&a s$9s*=n'ia pelo espa.o o$ por $&a
se:$nda s$9s*=n'ia.
O9ede'e a (ei de "raMa&5
Ef$s4o
2$GASES
2'/$LEI DE GRAMAM DE DIF#SNO E EF#SNO