Missão: Promover assistência jurídica aos necessitados com excelência, efetivando a inclusão

social, respaldada na ética e na moralidade.
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ESTADO DE MATO GROSSO
DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO
EXCELENTÍSSIMA SENHORA DOUTORA JUÍZA DE DIREITO DA VARA ÚNICA DA
COMARCA DE NORTELÂNDIA ESTADO DE MATO GROSSO!
CLEMENTE DA SILVA ROCHA NETO" brasileiro, casado, portador da
Cédula de Identidade RG n !"#."$$ %%P&'( e CP) n #*+.*!,.$!#-$*, residente e domiciliado
na Rua .auro %al/ado Caldeira, n "0, Co1ab Parecis, em 2ren3polis&'(, por meio da D#$#%so&i'
P()*i+' ,o Es-',o ,# M'-o G&osso, cujo 4efensor P5blico, no uso de suas atribui67es
institucionais, ao final assina, vem, respeitosamente, 8 presen6a de 9. :xa., nos termos do art.
;<, e se/uintes, do CPC, propor o presente
INTERDITO PROIBIT.RIO
contra FRANCISCO FERNANDES DOS SANTOS # ELEUSA SOUTO DOS
SANTOS, brasileiros, casados, residentes na Rua =oão Ponce de 2rruda, s&n, bairro =oa>uim da
%ilva, em ?ortel@ndia&'(, pelos motivos f3ticos e jurídicos a se/uir expostos.
A Re>uerente, sen1or Clemente, é le/ítimo propriet3rio do imBvel
rural denominado %C(IA %I.92 ?:(A localiDado as mar/ens direita da estrada sentido
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?ortel@ndia&Camar/o Corrêa, nesta cidade de ?ortel@ndia G'(H, conforme comprova a
:scritura P5blica de Compra e 9enda juntamente com o 'emorial descritivo.
A ne/Bcio jurídico, ou seja, a compra do referido imBvel entre o
sen1or =asiel Aliveira %ampaio Gvendedor o imBvelH e o re>uerente GcompradorH ocorreu,
de fato, aproximadamente em jun1o de #;;, G um mil, novecentos e noventa e seisH, no
entanto a escritura p5blica fora lavrada em <""! Gdois mil e trêsH, portanto ur/e
consi/nar >ue desde a>uela data o re>uerido exerce re/ularmente sua posse.
A re>uerente, a partir da compra, come6ou IcuidarJ de sua terra,
ou seja, Ilimpou-aJ toda, feD as derrubadas dentro das normas le/ais, formou pastos e
deixou parte das matas destinada 8 reserva florestal para atender os re>uisitos
le/almente exi/idos.
Acorre >ue a partir de então, seu viDin1o de terra, sen1or
)rancisco, ora re>uerido, come6ou a importunar o re>uerente, vindo inclusive a impedir-
l1e do uso e /oDo re/ular o imBvel, veD >ue passou a cortar os fios de arame da cerca
>ue divide as propriedades Gdo re>uerente e re>ueridoH para >ue o /ado do re>uerido
pastasse no sítio do sen1or Clemente.
4iante da (KRL2MNA 1avida na posse do imBvel, o re>uerente
não ficou inerte, diri/iu-se até a 4ele/acia 'unicipal de ?ortel@ndia e comunicou a
ocorrência por meio do L A n. ",$&"+ G2nexoH, vindo posteriormente dar início no
=uiDado :special Criminal a uma 26ão por 42?A.
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2pBs o referido L.A, o 4ele/ado de Polícia desta cidade
determinou aos seus 2/entes Policiais >ue efetuassem uma dili/ência no ImBvel do
re>uerido para verificar se de fato 1avia danos na cerca e sinais de invasão de animais
no pasto, e, conforme o relato do Investi/ador de Polícia no 2uto de Contesta6ão
GanexoH eram verdadeiras as informa67es do sen1or Clemente, ou seja, estava o
re>uerente com sua posse (KRL242, senão vejamosO
G...H Constatei >ue a cerca de arame liso com cinco G0H fios estava
cortada 8 uns cento e cin>Penta metros descendo a divisa as
propriedades da vítima e do autor do fato. 2li pude constatar
também >ue os fios de arame cortados eram os três fios de cima,
deixando apenas os dois fios de baixo, os >uais foram amarrados
uns aos outros para >ue o /ado do autor do fato passasse para a
3rea da vítima, passa/em esta >ue estava com v3rios rastos de /ado
>ue passavam por a>uela cerca cortada, sendo >ue na propriedade
da vítima 1avia estrumes novos e anti/os do /ado G...H
2pesar de o re>uerido ter tomado ciência sobre o L.A re/istrado
pelo re>uerente, a>uele não tomou nen1uma providência e como se não bastasse
continuou a importunar e impedir >ue o sen1or Clemente trabal1asse na terra, vindo
inclusive, faDendo uso de arma de fo/o, impedir >ue o re>uerente juntamente com dois
ajudantes seu fiDessem acero ao lado da cerca , conforme fora re/istrado em outro L.A
em "!&"!&"*. G2nexoH.
Convém ainda ressaltar >ue, além de cortar os fios da cerca, o
re>uerido também 1avia extraído do solo paralelepípedos para vender, portanto, diante
de todos os fatos narrados, o re>uerente est3 enfrentando in5meras dificuldades para
laborar em sua propriedade.

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A sen1or Clemente decidiu então vender a sua propriedade para
não ter mais >ue conviver com todo esse problema, porém, por se tratar de uma cidade
pe>uena, o fato se tornou notBrio e não 13 >uem ten1a interesse pelas terras. ?o
entanto, apBs muito esfor6o, o re>uerente estava prestes a concretiDar a venda do
referido %ítio ao Lanco da (erra, e para >ue esta venda pudesse ser efetivada, muitos
documentos foram solicitados, inclusive um novo mapa da terra, >ue não pode ser feito
por impedimento do re>uerido.
2tualmente, a situa6ão é a se/uinteO o re>uerente devido a
constante (KRL2MNA, deixou de laborar em sua propriedade, e devido a isto, o
re>uerido não o tem importunado mais com suas atitudes, porém, tem 2':2M24A
fre>uentemente seu Clemente principalmente no >ue diD respeito 8 possível venda do
imBvel, j3 >ue ele, o re>uerido, deixa claro >ue não vai permitir >ue outra pessoa entre
no mencionado sítio, objeto do lití/io.
Isso posto, não se pode admitir >ue uma pessoa >ual>uer, >ue nunca
exerceu a posse do local, apare6a, atrapal1e e ameace o exercício da posse do
Re>uerente.
4evido ao re>uerente não estar laborando na propriedade, vê-sê
então >ue aparentemente cessou a (KRL2MNA, porém, devido as constantes amea6as,
est3 atualmente confi/urado o =K%(A R:C:IA 4: %:R 'A.:%(24A. 2ssim, é mister
o ajuiDamento da presente a6ão de I?(:R4I(A PRAILI(QRIA.
4A 4IR:I(A
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2ntes de explicitar >ual>uer 4IR:I(A referente a
PRAPRI:424:, é mister ressaltar >ue a presente demanda tornou Fse muito confusa,
/erando portando d5vidas >uanto a sua interposi6ão, se caberia na defesa da posse o
proposto I?(:R4I(A PRAILI(QRIA, usado contra as amea6as, ou se '2?K(:?M2A
4: PA%%:, remédio ade>uado 8 turba6ão. ?o entanto, devido ao princípio da
)K?GILI.I424:, nada impede >ue uma a6ão se IconvertaJ em outra. ?o >ue se refere
a este princípio o 4es. %alvador Pompeu de Larros )il1o afirma >ueO
G...Ha atual le/isla6ão processual civil corri/e eventual distor6ão,
>uando no arti/o ;<" diD >ue a propositura de uma a6ão, ao invés de
outra, não obstar3 >ue o juiD outor/ue a prote6ão apropriada.
?este mesmo sentido contribui a =urisprudênciaO
2 interposi6ão de uma a6ão possessBrio por outra não obsta a
concessão de remédio ade>uado 8 espécie, em face do princípio da
fun/ibilidade. (R)&0 2C ##<$+,&PL, < (urma, relator juiD
Petrucio )erreira, j. #,.",.#;;,, 4= #$.";.#;;$, p. ,+$. 4ecisãoO
por unanimidade deram provimento parcial ao recurso.
A direito a PRAPRI:424: é uma /arantia constitucional prevista
no art. 0 inciso RRII da nossa Carta 'a/na, conforme se lê
S /arantido o direito a propriedade.
2s a67es possessBrias possuem car3ter protelatBrio contra
amea6a ou um direito violado. 2ssim a Constitui6ão )ederal em seu arti/o 0 ,inciso
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RRR9 prevê amparo jurisdicional contra amea6a ou lesão a um direito, podendo a>uele
>ue se sentir ofendido demandar a (utela :statal, senão vejamosO
2 lei não excluir3 da aprecia6ão do Poder =udici3rio lesão ou
amea6a a direitoT
2o analisar a atual le/isla6ão brasileira, no >ue tan/e 8
PRAPRI:424:, verifica-se >ue ser propriet3rio é ter 4A'C?IA da coisa, poder usar
GfaDer usoH, /oDar Galu/ar, arrecadar, col1er seus frutosH e dispor Gvender, emprestar,
doarH
S sabido >ue o direito de propriedade deve ser exercido em
conson@ncia com suas finalidades econUmicas e sociais e de modo >ue sejam preservados,
de conformidade com o estabelecido em lei especial, a fauna e a flora, dentre outros.
Portanto, sendo estas e outras >uest7es le/ais observadas, como j3 ditos, o propriet3rio
tem a faculdade de usar, /oDar e dispor da coisa, e o 4IR:I(A 4: R:29V-.2 4A
PA4:R de >uem I?=K%(2':?(: 2 PA%%K2 ou 4:(:?W2, ou ainda, o propriet3rio
(:' A 4IR:I(A de se defender inclusive do =K%(A R:C:IA 4: %:R 'A.:%(24A.
?os termos dos arti/os 0"# do CBdi/o Civil e ;!< do CBdi/o de
Processo Civil, assiste ao R#/0#&#%-# o direito de obter mandado >ue o livre de peri/o
iminente. 4iDem os dispositivos citadosO

A possuidor, >ue ten1a justo receio de ser molestado na posse,
poder3 impetrar ao juiD >ue o se/ure da violência iminente,
cominando pena a >uem l1e trans/redir o preceito. 2rt. 0"# CC&"<

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A possuidor direto ou indireto, >ue ten1a justo receio de ser
molestado na posse, poder3 impetrar ao juiD >ue o se/ure da
turba6ão ou esbul1o iminente, mediante mandado proibitBrio, em
>ue se comine ao réu determinada pena pecuni3ria, caso trans/rida
o preceito. 2rt. ;!< CPC

:m sede doutrin3ria, sobre os interditos possessBrios o 4es.
%alvador Pompeu de Larros )il1o, do (ribunal de =usti6a de 'ato Grosso, j3 teve ensejo
de afirmar >ueO
As efeitos >ue advêm da posse justa são consi/nados pelos arti/os
+;; e se/uintes do CBdi/o Civil. 4iD este arti/o >ue o possuidor
tem direito a ser mantido na posse em caso de turba6ão, e
restituído em caso de esbul1o.
=3 tendo visto em lin1as anteriores o >ue seja a posse, objeto da
prote6ão interdital, cumpre-nos, a/ora, caracteriDar as moléstias
>ue podem atin/ir esta posse, e os remédios instituídos pela
le/isla6ão civil e processual civil. Di1 ' *#i /0# o 2oss0i,o& -#3 o
,i&#i-o ,# s#& 3'%-i,o %' 2oss# #3 +'so ,# -0&)'4ão! A
-0&)'4ão ,' 2oss# +o%sis-# #3 '-os 2&'-i+',os 2#*o o2osi-o&
/0#" s#3 &#-i&'& o 2oss0i,o&" 2&'-i+' '-os /0# i32#,#3 '
$&0i4ão -o-'* ,o )#3! P'&' #s-#s 2&#56 ' *#7is*'4ão 2&o+#ss0'*
+i5i* o 0so ,' A4ão ,# M'%0-#%4ão ,# 2oss#" /0# #s-8 &#70*','
%os '&-i7os 9:; # s#70i%-#s ,o C<,i7o ,# P&o+#sso Ci5i*" onde
constam os re>uisitos necess3rios ao ajuiDamento da a6ão.
?a pr3tica, em rela6ão aos imBveis, tem ocorrido al/um
dissentimento em torno da caracteriDa6ão da turba6ão para efeito
da 26ão de 'anuten6ão de posse, >uando o ofensor da posse
in/ressa na 3rea de outrem e ocupa uma parcela desta.
?este caso, são encontrados jul/ados >ue, entendem ser prBpria a
26ão de 'anuten6ão, por>ue o titular da posse dela não ficou
privado em sua inte/ralidade. Pensamos de maneira diferente,
por>ue, em realidade, na>uela parcela ocupada pelo ofensor,
ocorreu a perda da posse e não a simples turba6ão!
G....H A*=3 ,#s-#s $'-os '-#%-',o&#s ,' 2oss#" 2&#56 o C<,i7o
Ci5i* /0# o 2oss0i,o& /0# s# si%-' '3#'4',o ,# -0&)'4ão o0
#s)0*>o i32#-&# 3#,i,' 'o ?0i1 /0# o 'ss#70&# ,' 5io*6%+i'
i3i%#%-#! Es-' '3#'4' =" 2#*' *#7is*'4ão 2&o+#ss0'* +i5i*"
+o&&i7i,' 2#*o I%-#&,i-o P&oi)i-<&io /0# 5#3 &#70*',o %os '&-i7os
9@: # 9@@ ,o C<,i7o ,# P&o+#sso Ci5i*!

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Xuanto ao foro competente para propositura da presente
demanda, apesar de o re>uerente residir em cidade diversa desta, se/undo o CBdi/o de
Processo Civil em seu arti/o ;0, é competente o foro do imBvel, conforme se lêO

?as a67es fundadas em direito real sobre imBveis é competente o
foro da situa6ão da coisa G...H
Portanto é perfeitamente cabível a ajuiDa6ão desta 26ão nesta
comarca.
4elineados, portanto, estão os )2(A% e 4IR:I(A% ensejadores
da presente demanda. Conclui-se então >ue a pretensão do re>uerente é
P:R):I(2':?(: .:G2., estando amparado pelas normas jurídicas.
DO PEDIDO
2ssim, diante de tudo o >uanto foi exposto, re>uerO
aH %eja a presente a6ão recebida, procedendo-se 8 cita6ão por do
Re>uerente, para >ue esta responda aos termos da presente a6ão, comparecendo 8
audiência desi/nada, sob pena de revelia e confissãoT
bH a fixa6ão de uma multa pecuni3ria no valor de, pelo menos, um
sal3rio mínimo, por dia, a título de pena no caso de mora por parte do Réu em desocupar
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o imBvel em >uestão, ou no caso de voltar ele a esbul1ar ou turbar a posse da
Re>uerente, conforme prevê o art. ;<#, II do CPCT
cH a cita6ão do Re>uerido para, >uerendo, contestar a presente
a6ão, sob pena de confissão >uanto 8 matéria de fatoT
dH seja jul/ada PRAC:4:?(: a presente a6ão, na sua totalidade,
)2Y:?4A C:%%2R 2 9IA.V?CI2 I'I?:?(: e confirmando-se a '2?K(:?MNA 42
PA%%:, condenando-se ainda o Réu ao pa/amento das custas processuais, bem como,
1onor3rios advocatícios em favor da 4efensoria P5blica do :stado de 'ato Grosso, na
forma da leiT
eH sejam concedidos os benefícios da =usti6a Gratuita, por ser a
Re>uerente pobre Gdoc. n.E "*H, nos termos da .ei #.","&0", não tendo condi67es de
arcar com as custas e despesas processuais sem prejuíDo de seu prBprio sustento.
Protesta provar o ale/ado por todos os meios de prova em direito
admitidos, re>uerendo, desde j3, o depoimento pessoal do Réu, sob pena de confesso,
bem como a in>uiri6ão das testemun1as abaixo arroladas, as >uais deverão ser
re/ularmente intimadas.
?estes termos
pede deferimento.
?ortel@ndia - '(, "0 de jun1o de <""$.
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24:'I.%A? ?292RR:(: .I?W2R:%
4efensor P5blico
2.I?: :':RICW
:sta/i3ria da 4efensoria P5blica
RA. 4: (:%(:'K?W2
ODELSON PEREIRA TORRES F Rua Presidente 4utra, n 0,* F 2ren3polis- '(
LÍDIO DA SILVA ROCHA - Rua Presidente Costa e %ilva , n ,0+, 2ren3polis-'(
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