O que é campo magnético?

É um campo de forças criado por cargas eléctricas em movimento, isto é por correntes
eléctricas. Um íman é um exemplo de fonte de campo magnético. O campo magnético
só actua sobre cargas em movimento e é medido é medido em esla !T" nas unidades do
#istema $nternacional.
O que é um alternador ?
24/8/2000 - GERADORES PARA VEÍCULOS AUTOMOTIVOS
O alternador é um componente acionado por correia, ligado ao motor de combustão interna, que tem por finalidade recompor a
carga da bateria gasta durante a partida e fornecer energia aos componentes elétricos, todos os consumidores conectados ao
alternador, durante o funcionamento do motor.
Com a evolução dos veículos automotivos houve a incorporação de uma série de componentes de potência que aumentam a
demanda de energia consumida. O aumento de trnsito nas cidades, com veículos funcionando em bai!as rotaç"es, levaram
aos limites de funcionamento e aplicação dos dínamos convencionais #com coletor$, pois quanto maior a amplitude da variação
de rotação, mais difícil se tornar% o controle da conversão da corrente alternada produ&ida pelo dínamo para corrente contínua,
para suprir a pot'encia necess%ria dos consumidores e carregar a bateria.
(ara acompanhar a evolução nos veículos, a obtenção de corrente contínua sem a utili&ação de coletor, foi fornecida ao
sistma, através de uma ponte retificadora, a base de diodos semicondutores de silício, os quais podem ser facilmente
instalados no gerador devido as suas redu&idas dimens"es. )la permite a retificação da corrente alternada, de forma que o
alternador forneça corrente contínua. Com estas características podemos denominar o alternador como * +gerador de corrente
contínua, sem coletor,.
-egulador de tensão* sistema que controla a corrente de e!citação do campo do alternador de forma a manter a tensão dentro
dos limites especificados.
(-./C.(.O 0) 12/C.O/34)/5O
O alternador se baseia no princípio de indução eletromagnética para gerar energia elétrica, que a partir de um condutor #um fio
ou espira$ é atravessado pelas linhas de um campo magnético, uma voltagem é indu&ida neste condutor. .sto independe do
movimento entre o campo magnético e o condutor.
.magine um condutor im6vel com um campo magnético em rotação. 7e as e!tremidades do conector estão conectadas a um
voltímetro, ser% possível verificar que a voltagem tomar% uma forma alternada, devida 8 variação da posição da espira em
relação aos p6los.
7e a rotação desta espira é constante, a curva de tensão por posição #ngulo de rotação$ da espira ser% senoidal.
/o caso dos alternadores, o campo magnético citado anteriormente é gerado por eletroímãs.
O termo eletromagnetismo também inclui o fen9meno físico de que condutores também inclui o fen9meno físico de que
condutores submetidos a uma corrente elétrica são rodeados por um campo magnético. /o caso de uma bobina, a força do
campo magnético gerado depende do n:mero de espiras e ma magnitude da corrente que flui através dela #na pr%tica, utili&a;
se uma bobina com grande n:mero de espiras, que também é conhecida como armadura$. )ste campo magnético pode ser
ampliado com o uso de n:cleos de ferros magneti&%veis.
O uso destes princípios no alternador leva ao fato de que se pode aumentar ou redu&ir a intensidade do campo magnético e,
desta forma, aumentar ou redu&ir a voltagem indu&ida.
<uando a corrente de e!citação de um eletroímã para de circular, o campo magnético de suas espiras também se e!tingue,
com e!ceção de uma pequ=na parcela residual. 3 corrente de e!citação pode vir de uma font= e!terna de energia, p6 e!emplo,
da bateria ou do pr6prio circuito elétrico do gerador.
/os par%grafos anteriores, tratamos a geração de corrente alternada monof%sica. /o entanto, a corrente gerada nos
alternadores é trif%sica. 2ma vantagem da corrente trif%sica é que ela permite o uso mais eficiente do potencial do alternador.
/o alternador h% três bobinas idênticas #u, v, >$, dispostas a ?@AB uma da outra. 0e acordo com o princípio da indução, 8
medida que o rotor gira são geradas três correntes alternadas de mesma freqCência e magnitude, porém defasadas em ?@AB.
)stas três correntes são chamadas de corrente alternada trif%sica.
/ormalmente, um alternador precisaria de seis fios para condu&ir a corrente indu&ida nas três bobinas. /o entanto, é possível
redu&irmos o n:mero de cone!"es para três, ligando as bobinas entre si. D% duas formas possíveis de se fa&er esta ligação*
em tringulo ou em estrela.
/os alternadores dos autom6veis, foi provado que é mais vantaEoso aloEar este arranEo de bobinas na parte estacion%ria do
equipamento, também chamada de estator. Os p6los do magneto, que é atravessado pela corrente de e!citação, ficam na
parte m6vel do equipamento ou rotorF. )sta corrente de e!citação é uma corrente contínua, pulsante, que gera um campo
magnético na armadura do rotor, que por sua ve&, indu& uma corrente alternada trif%sica no estator.
-)5.1.C3GHO 03 CO--)/5) 3I5)-/303
3 corrente alternada, gerada pelo alternador, tem a desvantagem de não poder ser arma&enada na bateria, e também não é
adequada para alimentar os componentes elétricos e eletr9nicos do veículo. (ara reali&ar esta alimentação é necess%rio,
primeiramente, retificar a corrente. )sta retificação é feita através dos diodos semicondutores.
O diodo retificador permite que a corrente circule somente em um sentido #no sentido da seta do símbolo do diodo$, ou seEa,
ele s6 permite a passagem das +meias ondas, positivas. O resultado é uma corrente contínua pulsante. /a retificação de
sistemas trif%sicos, este método é aplicado em cada uma das fases. (ara que se possa tirar proveito de todas as +meias
ondas,, incluindo as negativas, é necess%rio utili&ar dois diodos por fase* um diodo no lado positivo e outro, no lado negativo.
)ste circuito, chamado de ponte, provê a retificação de onda completa. O resultado da retificação é a soma das amplitudes
positiva e negativa da corrente trif%sica. )sta soma gera uma corrente contínua, com um certo fator de riple. )sas flutuaç"es na
corrente podem ser suavi&adas pela bateria e pelos capacitores que ficam ligados em paralelo com o alternador.
3 corrente de e!citação, que tem como tarefa magneti&ar os p6los da armadura do rotor, vem do circuito trif%sico e também
passa por uma retificação de onda completa antes de alimentar a armadura. )sta retificação é reali&ada com o au!ilio dos
diodos de e!citação.
Os diodos retificadores do alternador não apenas retificam a corrente de e!citação e a corrente que alimenta os componentes
elétricos e eletr9nicos do veículo, mas também impedem que a bateria descarregue através das três bobinas do estator.
O7 C.-C2.5O7 0O 3I5)-/30O-
D% três circuitos no alternador*
; Circuito de pré;e!citação #e!citação e!terna através da bateria$J
; Circuito de e!citação #auto;e!citação$, e
; Kerador ou circuito principal.
C.-C2.5O7 0O (-L;)MC.53GHO
<uando a ignição é acionada, surge uma corrente que flui da bateria, através da lmpada de advertência, para a armadura do
rotor, e desta para o terra, através de um regulador. /os alternadores com regulador montado e!ternamente, a corrente flui
primeiramente através do regulador e, depois disto, ela alimenta a armadura.
0esta maneira, a corrente que vem da bateria pré;e!cita o alternador. 3 pré;e!citação é necess%ria, pois nos alternadores
normais, o magnetismo residual no n:cleo de ferro não é suficiente no instante de partida. (ortanto, o alternador não é capa& d
gerar um campo magnético suficiente na armadura, e conseqCentemente gerar a voltagem necess%ria.
/o circuito de e!citação h% um diodo de e!citação e um diodo de potência em série para cada uma das fases. (ortanto, a auto;
e!citação s6 começa depois que o alternador consegue gerar uma voltagem maior que pelo menos a queda de tensão nos dois
diodos. #@ ! A,N O P ?,Q O$.
3 lmpada de advertência, presente no circuito de pré;e!citação, age como um resistor quando a ignição é acionada. <uando
o motor começa a girar, a corrente que flui através da lmpada, deve ser grande o bastante para gerar um campo magnético
capa& de iniciar o processo de auto;e!citação. 3 lmpada permanece acesa enquanto h% corrente fluindo no circuito de pré;
e!citação.
C.-C2.5O 0) )MC.53GHO
3 função do circuito de e!citação é produ&ir um campo magnético na armadura do rotor e, desta forma, indu&ir a voltagem
necess%ria nas três bobinas do estator, durante todo o tempo de operação. (arte da corrente do estator flui para a bateria e as
cargas, e outra parte, para o regulador e rotor. /ovamente, o caminho da corrente depende da posição a qual o regulador foi
instalado.
<uando o circuito de e!citação começa a entrar em funcionamento #quando a lmpada de advertência apaga$, a tensão gerada
no estator ainda é muito pequena para alimentar as cargas, portanto o flu!o de corrente acontece apenas no circuito de auto;
e!citação. O rotor é alimentado pelo estator, e passa a indu&ir uma tensão maior que a anterior. )ste ciclo se repete, até que a
tensão indu&ida no estator seEa suficiente para colocar os diodos do circuito principal em condução, e alimentar a bateria e as
cargas. /este ponto, o regulador impede que a tensão gerada continue aumentando.
3s partes b%sicas de um alternador comumente utili&adas são*
; )stator* consiste de três bobinas #enrolamentos$ dispostas a ?@AB uma da outraJ
; -otor* é a parte m6vel do alternador. (ossui um ei!o que carrega o eletroímã, os anéis e coletores, pelos quais a corrente
circulaJ
; (olia* conectada ao ei!o do rotor, é ligada através de uma correia ao motor de combustão, para transmitir movimento ao
alternadorJ
; Oentoinha* também conectada ao ei!o do rotor, serve para refrigerar o alternador.
; -etificador* possui seis diodos de potência e três diodos de e!citação, que convertem a corrente trif%sica em corrente
contínuaJ
; -egulador* pode ser montado no interior do alternador, ou fora dele, numa parte protegida do veículo. 7erve para regular a
tensão gerada pelo alternadorJ
; 3néis e coletores* os anéis são fi!os aos p6los do eletroímã, enquanto que os coletores são pressionados contra os anéis.
7ervem para proteger e fi!ar as partes internas do alternador.
-)K2I30O- 0) 5)/7HO
3 função do regulador é manter constante a tensão gerada para todos os campos de velocidades de operação do motor do
veículo. 3 regulação autom%tica de voltagem não é uma tarefa simples, pois o motor do veículo muda constantemente de
rotação. 3lém disso, muitos dos dispositivos elétricos e eletr9nicos do veículo ficam ligados por um breve período de tempo, ou
são acionados manualmente. (ortanto, a carga que o alternador deve alimentar não é constante.
<uando o motor est% em alta rotação e h% poucas cargas a serem alimentadas, deve;se garantir que a tensão seEa limitada até
um valor preestabelecido.
0essa forma, protege;se os dispositivos contra sobrecargas. 3lém disso, deve;se levar em conta que as propriedades
eletroquímicas da bateria variam com a temperatura. (ortanto, deve;se gerar uma tensão maior nos dias frios.
(3-5)7 (-./C.(3.7 0O 7.75)43
3 tensão gerada em um alternador aumenta tanto com a sua rotação, quanto com a força do campo magnético, devida 8
corrente de e!citação. 7e um alternador fosse posto a operar sob m%!ima corrente de e!citação, sem cargas conectadas, a
tensão cresceria linearmente com velocidade de ?AAAA rpm.
O princípio da regulação de tensão é baseado na regulação da corrente de e!citação, que por sua ve&, regula o campo
magnético do rotor. O regulador entra em funcionamento quando a tensão gerada pelo alternador ultrapassa o valor pré;
estabelecido. )le interrompe a corrente de e!citação, fa&endo com que o campo magnético do rotor diminua. <uando a tensão
cai abai!o de um valor pré;estabelecido, a e!citação do alternador é acionada novamente e o ciclo se repete. .sso ocorre muito
r%pido #em milisegundos$.
3pesar desse chaveamento que é feito sobre a corrente, ela não cai ou se eleva abruptamente. .sso se deve ao fato de que a
bobina presente no rotor é uma grande carga indutiva. (ortanto, o campo magnético na bobina gera uma força contra;
eletromotri& quando a corrente tende a variar, suavi&ando a variação da corrente.
Os reguladores nos alternadores têm a função de controlar apenas a tensão. .sso se deve ao fato de que a função do relé de
corte é e!ercida pelos diodos, e a limitação da corrente é desnecess%ria, pois a partir de uma determinada rotação a corrente
atinge um valor m%!imo, por isso se di& que os alternadores são autolimitantes
CARGA MÁXIMA
Com a função de manter a bateria sempre carregada, o alternador é um
componente de longa vida til! Mas, "s ve#es, apresenta problemas antes do
tempo!!!
Respons$vel por arma#enar a energia elétrica do autom%vel, principalmente para a
&ora da partida, a bateria é peça'c&ave no funcionamento de (ual(uer carro!
)ara se manter carregada, porém, ela depende diretamente do *bom+
funcionamento do A,-.R/A01R!
Caso ele não este2a trabal&ado corretamente, nem é preciso di#er a dor de cabeça
(ue isso pode significar, como ficar na mão, ao observar algum problema elétrico,
verifi(ue com um volt3metro se o alternador esta gerando entre 45,6 e 47,6 8olts *a
voltagem varia em cada carro+ para ter certe#a (ue o problema esta no alternador!
Ap%s conectar o aparel&o, a voltagem m$9ima deve ser atingida com motor girando
em :!;;; rpm!
<e isso não ocorrer, o alternador precisa ser aberto para (ue o problema se2a
identificado e consertado, mas antes de abri'lo, é bom verificar se o defeito não
esta na correia (ue repassa o movimento do motor ao alternador! = importante (ue
esta correia este2a em boas condiç>es, ou se2a, (ue não apresente sinais de
desgaste e nem este2a ressecada!




POR DENTRO
1s defeitos mais comuns encontrados no alternador são o desgaste das escovas *e
do rolamento+, (ue são facilmente resolvidos com a substituição das peças, no
entanto, é preciso abrir o alternador!
COMO FUNCIONA O ALTERNADOR
A função principal desse dispositivo é recarregar a bateria! Assim (ue é dada a
partida no motor, alternador começa a ser movido através de uma correia ligada ao
virabre(uim! 1 rotor, (ue é o ei9o do alternador, gira numa rotação entre duas a
tr?s ve#es maior (ue a do motor!

1 alternador desmontado mostra tudo@ rotor *4+, estator *:+, carcaça *5+, escovas
*7+, ponte de diodos *6+, ventilador *A+, polias *B+ e parafusos *C+! Ao lado, bateria
(ue não carrega pode ser indicio de problemasD e a ponte de diodos e detal&e da
polia e ventilador!
1 campo magnético produ#ido por esse movimento de rotação atravessa as bobinas
de fios de cobre e9istentes no estator começa a gerar tensão elétrica, também
con&ecida popularmente como voltagem! )or isso mesmo, (uanto maior a rotação,
maior ser$ a tensão elétrica! )ara (ue um eventual Ee9cessoF de tensão não c&egue
a causar danos ao motor, ela precisa ser controlada, função (ue é e9ecutada pelo
regulador de tensão ou voltagem, (ue pode ser mecGnico ou eletrHnico!
FIQUE ATENTO SE:
• 1s far%is estiverem acesos e apresentarem variaç>es na intensidade de
iluminação! 1 mesmo serve para o radio, caso apresente variaç>es de
volume!
• Ao virar a c&ave, a lu# indicadora do alternador não acender!
• A lu# indicadora do alternador ficar levemente acesa em condiç>es de uso
muito severo, como o ar'condicionado ligado, por e9emplo!
CO--)/5) CO/5R/23 )
CO--)/5) 3I5)-/303
• ENERGIA E TENSÃO ELÉTRICA
Energia: capacidade de um sistema de reali%ar trabal&o.
Tensão elétrica: diferença de potencial entre dois pontos.
Unidade' volt, símbolo (.
• CORRENTE ELÉTRICA '
É o resultado da aplicaç)o de uma tens)o entre dois pontos, continuamente ou durante
um certo tempo.
Unidade: ampére, símbolo *.
• CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNAA
Corrente cont!n"a é constante com o tempo !pil&as, acumuladores,circuitos eletr+nicos
e outros".
Corrente alternada é aquela que varia com o tempo, geralmente de forma senoidal,
repetindo ,- ciclos.s ou ,- /% !motores, geradores, transformadores, retificadores,
instalaç0es elétricas industriais e prediais.
*nalogia 1om #istema /idr2ulico '
3ress)o para elevar um líquido para um nível superior seria a tens)o.O líquido em
escoamento seria a corrente.
• #OT$NCIA E ENERGIA ELÉTRICA
#ot%ncia é o trabal&o reali%ado em um determinado tempo.
#ot%ncia de & 'att desenvolvida quando se reali%a o trabal&o de um 4oule, em cada
segundo, contínua e uniformemente.
Unidade de (ot%ncia' 5att, símbolo 6.
7xemplo' Uma pot8ncia de 9-- 6 significa que foi reali%ado um trabal&o de 9-- 4oules
em : segundo
O 4oule é a unidade de energia.
;os circuitos de corrente alternada o 4oule toma o nome de'
< volt=ampére=segundo , (*s ou 5att.segundo energia aparente
< 6s ou var.segundo, (ars energias ativa ou reativa.
Unidade de energia 5att&ora !6&"
>uando o tempo é expresso em &ora e a pot8ncia em 5att a unidade de energia ser2 de
um 5att&ora.
?elaç)o entre o 6att&ora e o 4oule
: 6att&ora @ !: 4oule . segundo" &ora
: &ora @ A,-- s
#ubstituindo'
: 6att&ora @ !: 4oule . segundo" A,-- segundos @ A,-- 4oules
3ortanto'
: 6& @ A,-- B
• #OT$NCIA A#ARENTE) ATI*A E REATI*A
7m corrente alternada tem=se também a pot8ncia aparente (*, a pot8ncia ativa, 42 vista,
o 6 e a pot8ncia reativa o (ar.
;ormalmente os c2lculos e avaliaç0es em corrente alternada s)o feitos com essas
unidades, para poder expressar, fisicamente, a exist8ncia de resist8ncia, indutCncia e
capacitCncia em um circuito.
* unidade de medida de resist8ncia e reatCncia é o O&m, símbolo .
O con4unto resist8ncia=reatCncia tem o nome de impedCncia.
1ircuitos com resist8ncias e reatCncias t8m as senóides de tens)o e corrente defasadas,
conforme figura :.
Figura 1 - Senóides de tensão e corrente defasadas
*o co=seno do Cngulo de defasagem ! " entre a corrente e a tens)o d2=se o nome de
fator de pot8ncia do circuito.
* express)o da pot8ncia em corrente contínua é'
3 @ ( $ !6att"
7m corrente alternada é'
3 @ ( $ cos !6att"
7xemplo' DCmpada incandescente comum de E- 6, :FG ( só apresenta resist8ncia. #ua
corrente ser2 de'
$ @ 3 . ( @ E- . :FG @ -,A:9 *
Uma lCmpada fluorescente de E- 6 tem um reator em série.#e o reator for de baixa
qualidade seu fator de pot8ncia pode ser muito baixo, até da ordem de -,9. ;essas
condiç0es a corrente seria'
$ @ 3 . ( cos @ E- . :FG.-,9 @ -,,A *,
isto é, a corrente dobrou em funç)o do fator de pot8ncia.
* pot8ncia das usinas geradoras de eletricidade s)o dadas em mHltiplos de 6, isto é,
quilo5att !I6",mega5att !J6", etc.
:I6 @ : --- 6 @ :-
A
6
:J6 @ : --- --- 6 @ :-
,
6
:K6 @ : --- --- --- 6 @ :-
L
6
:6 @ : --- --- --- --- 6 @ :-
:F
6
3ode=se citar, como exemplo, a usina &idrelétrica de $taipu, com uma pot8ncia instalada
de
:F ,-- --- I5 @ :F ,-- J6.
;o Mrasil, a energia é L9N gerada por usinas &idrelétricas.
• C+LCULO O CUSTO E ENERGIA ELÉTRICA
* conta de energia elétrica é dada em I6&.
7xemplo' * conta de energia de uma resid8ncia de classe média, registrou
um consumo de AGF I6& e incluindo impostos, um custo de ?O ::-,G-, isto é'
: I6& custa ?O -,FLG.I6&.
;ela residem , pessoas que levam no ban&o, :- minutos cada, isto é, ,- min
ou :& por dia.
O c&uveiro elétrico da casa tem uma pot8ncia de 9E-- 6.
Dogo o consumo de energia di2rio ser2 de 9E-- 6& ou 9,E I6&, e o custo
di2rio ser2 de 9,E x -,FLG , isto é ?O :,,- . dia. 1onsiderando um m8s de A- dias'
?O EP,:-.m8s
3ode=se notar que EAN da conta de energia é devido ao uso do c&uveiro elétricoQ
• GERAOR E CORRENTE ALTERNAA
Figura 2: Gerador de corrente alternada
constituído de uma única espira
(figura livro Física olume !nico - "ntonio
#$%imo e &eatri' "lvarenga(
Um gerador de corrente alternada
simples é constituído de um im) fixo e
de uma espira colocada no meio do im)
como mostra a fig.F ao lado. *
alimentaç)o da lCmpada é reali%ada
através das escovas que est)o em contato
com os anéis que est)o ligados na
extremidade da espira. *o girar a espira,
&2 variaç)o de fluxo magnético
indu%indo uma corrente, que vai através
das escovas alimentar o circuito e
portanto acender a lCmpada. 7sta
corrente é alternada e neste caso o
gerador é denominado gerador de
corrente alternada.
* fig. A ao lado mostra o gerador de corrente
alternada que funciona no mesmo princípio,
isto é, o campo magnético indutor gera uma
tens)o na espira de campo, que ao girar da
posiç)o para a posiç)o F, est2 em um sentido e
da posiç)o A para E em outro sentido.
* espira de campo é ligada a anéis coletores
para poder ser levada R armadura, de onde é
fornecida em terminais, em uma placa de
ligaç0es. Sa placa de ligaç0es é que se fa% a
conex)o com os circuitos externos, que podem
ser lin&as de transmiss)o,ou cargas locali%adas
Figura ) - Gerador de corrente
alternada
Figura * +in,a de montagem de geradores industriais
#1iguras = e Q são do site* http*SSsites.uol.com.brSm.alberna&Sgeradores.htm$
O >U7 O?;* ;O##O 3D*;7* UJ $JT
)I)5-.C.030) 3O3/G303
Conhecimento o!"e e#et"o-e#et"$nic%
Há muitos anos, os pioneiros dos estudos da eletricidade (gênios, a quem devemos tudo o que
hoje sabemos
e praticamos...) descobriram que quando a corrente elétrica percorre um condutor qualquer,
estabelece-se em torno
desse um campo magnético
Convencionou'se representar ou simboli#ar o campo magnético através de ,in&as de Iorça, cu2a EdireçãoF
depende do sentido da corrente no condutor, e cu2a intensidade é proporcional " essa corrente!
Magnetismo
-oda corrente, percorrendo (ual(uer condutor *se2a este um fio#in&o de cobre da espessura de um cabelo, ou
um bloco de aço do taman&o de uma casa+, gera em torno deste um campo magnético, cu2o valor ou
intensidade é apenas e tão somente determinado pela intensidade da corrente!
Assim, independente do taman&o, forma, ou outra caracter3stica do condutor, se a corrente for fraca, teremos
um campo magnético também fraco! Assim, se estabelecermos o mais simples camin&o pr$tico para a corrente
elétrica, ou se2a, um elo de fio interligando os dois p%los de um con2unto de pil&as, teremos, ao longo de todo o
fio, a manifestação do campo magnético, na forma de lin&as de força circulares e conc?ntricas ' até em torno
das pr%prias pil&as, também teremos o campo, 2$ (ue elas fa#em parte do circuito ou do camin&o percorrido
pela corrente, ao mesmo tempo em (ue a est$ gerando!
= também importante ficar claro (ue, uma ve# estabelecida a corrente no condutor, o campo magnético não
surge instantaneamente, mas leva algum tempo *ainda (ue muito curto+ para se formar completamente e
atingir sua m$9ima intensidade! 0esde o momento em (ue a corrente é aplicada ao condutor, até o instante em
(ue o campo magnético se estabili#a na sua m$9ima intensidade, decorre portanto um tempo finito e
mensur$vel!
Aplicada a corrente I ao condutorJfio, supondo (ue - é uma unidade arbitr$ria de tempo *pe(uen3ssima+,
decorrido - teremos uma lin&a de força, decorrido tempo e(uivalente a :- teremos duas lin&as de força, e,
decorrido tempo 5- teremos o campo em sua arbitr$ria intensidade m$9ima e est$vel de tr?s lin&as de força *é
l%gico (ue estamos e9plicando esses conceitos de forma e9tremamente simples, mas em ess?ncia, as coisas
acontecem assim+!
Eletroimã
Ieli#mente, a(ueles mesmos pes(uisadores, pioneiros, do passado descobriram uma forma de concentrar, ainda
mais, o campo magnético eletricamente gerado, inventando assim o .letroimãK
<e, no interior da bobina colocarmos um ncleo de material ferroso *normalmente ferro ou ferro'sil3cio ou,
ainda, ferro cerGmico+, esse material proporciona uma concentração ainda maior das lin&as de força, com o (ue
podemos obter um campo Emenor em taman&oF, porém muito mais forte em intensidade locali#ada!
A (uantidade das lin&as de força continua a mesma, porém elas ficam tão apertadin&as, (ue o campo
magnético medido num ponto bem pr%9imo " bobina é muito intenso *se comparado com o fio esticado, ou
mesmo com a bobina sem ncleo ferroso+!
1 (ue ocorre é (ue as lin&as de força, ainda um tanto dispersas numa bobina simples, com o ncleo, tendem a
formar um campo fec&ado, com as tais lin&as sendo emitidas por uma das pontas do ncleo e recol&idas pela
outra e9tremidade, fa#endo com (ue, em ponto bem pr%9imo da bobina, a (uantidade de lin&as por cent3metro
se2a bastante aumentada!
L$ não muito tempo, descobriu'se (ue poderiam ser feitos, industrialmente, ncleos para condensação das
lin&as de força, tão bons *ou até mel&ores+ do (ue os de material ferroso natural, a partir de um composto "
base de cerGmica e part3culas de ferro *material mais leve e mais barato do (ue o ferro e similares, além de
poder facilmente ser moldado, usinado e conformado em diversos padr>es mecGnicos e magnéticos, " vontade+
ao (ual se deu o nome de Ierrite! 0entro de aparel&os de r$dio, televisor, videocassete, e outros, tem uma
serie de bobinas enroladas sobre ncleos de Ierrite!
/a nature#a, contudo, e9istem os c&amados Imãs naturais, minérios ferrosos (ue 2$ tem a propriedade do
magnetismo, como por e9emplo, a magnetita *atraem, fisicamente, outros materiais ferrosos+! .9istem causas
f3sicas, geol%gicas e astronHmicas para a e9ist?ncia destes materiais *(ue não v?m ao caso, no momento+! Ioi
com esses materiais, encontrados na nature#a, 2$ com seu magnetismo natural, (ue os antigos inventaram a
Mssola, sem a (ual eles Enão saberiam para (ue lado é a frenteF, e o (ue possibilitou a navegação e o
descobrimento de novas terras!
Nm pedaço de material naturalmente dotado de magnetismo *imã natural+ sempre tende a apontar uma das
suas e9tremidades para determinada direção! Isso ocorre por(ue nosso planeta -erra age também como um
enorme imã natural *devido " concentração de materiais ferrosos nas camadas mais interiores e centrais do
nosso planeta+! Nm imã natural tem seu )olo Magnético /orte e <ul! 1corre (ue, se tivermos dois imãs *no
caso, o pr%prio planeta -erra, mais o pedaço de imã natural+, alguns interessantes fenHmenos de Atração e
Repulsão se manifestam@ as e9tremidades ou p%los de nome diferente */orte com <ul ou vice'versa+ se atraem
*um (uer pu9ar o outro para perto de si+! O$ e9tremidades ou p%los de nome igual */orte com /orte ou <ul
com <ul+ se repelem *um (uer 2ogar o outro para longe de si+!
Assim, se laminarmos um pedaço de imã natural na forma de uma agul&a *um losango estreito e longo+, e
fi9armos esta agul&a em torno de um ei9o central bem e(uilibrado *(ue permite " agul&a um fio livre+, o polo
sul magnético do imãJagul&a Eprocurar$F sempre apontar para o polo norte magnético da -erra! =sse é o
principio de funcionamento da Mssola!
Recait!lan"o: se enrolarmos um fio condutor em forma de bobina e aplicarmos corrente elétrica,
desenvolve'se um campo magnético de certa intensidade *dependente da intensidade da corrente+ em torno da
bobina! )odemos concentrar e Epolari#arF o campo pela inserção de um ncleo de ferro no interior do carretel
formado pela bobina! .sse ncleo de ferro, en(uanto durar a passagem da corrente pelo condutor enrolado,
torna'se um Imã, de propriedades magnéticas id?nticas "s apresentadas por um Imã natural!
A esse imã eletricamente gerado, damos o nome de .letroimã! Nm .letroimã, portanto, comporta'se
magneticamente de maneira id?ntica " um imã natural, com p%los de Enome igualF repelindo'se, e p%los de
Enome diferenteF atraindo'se!
Uonte' *s informaç0es deste texto fa%em parte do programa de educaç)o a distCncia da Jarília *utopeças, bati%ado
de Univam 555.marilia=sa.com.br = *l+ Jarília -P--=:F=--FP