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Aulas do Youtube – SABER DIREITO (TV JUSTIÇA):
1. Noções gerais de direito tributário
2. Impostos / impostos Federais
3. Impostos estaduais / impostos municipais
4. Empréstimos compulsrios / contribuições
!. "a#as / contribuições de mel$oria
% &onstituiç'o Federal trata dos assuntos tributários nos artigos 14! a 1!(.
) direito tributário é o con*unto de normas *ur+dicas ,ue -ersam sobre a IN."I"/I01)2
%33E&%4%01) e FI.&%5I6%01) dos tributos e responde a 4 ,uestões7
1. Que !a"a
#. A $ue se !a"a
%. Qua&to se !a"a
'. Qua&do su("e o de)e( de !a"a(
)s tributos s'o a 8onte de arrecadaç'o do 9o-erno. ) po-o elege seus representantes e o poder
legislati-o é ,uem tem compet:ncia tributária2 ou se*a2 é ele ,uem tem o poder de criar os
impostos. %lguns conceitos7
*ato "e(ado(  Fato gerador é uma e#press'o *ur+dico;contábil ,ue representa um 8ato
ou con*unto de 8atos a ,ue o legislador -incula o nascimento da obrigaç'o *ur+dica de pagar
um tributo determinado.
Just+,a d+st(+but+)a  dar a cada um o ,ue é seu de direito.
Just+,a -+s.al  tratar a todos de igual maneira.
/(0d+to t(+but1(+o  é o direito do Estado de receber em 8unç'o do 8ato gerador ter
ocorrido2 é o recon$ecimento de um pagamento.
2a&,ae&to  é o procedimento administrati-o pré-io para recon$ecimento do 8ato
gerador. < ,uando o Estado -eri8ica a aplicaç'o da 5ei no agente econ=mico2 estando 8ora
da 5ei2 é emitida uma autuaç'o para a-isar ao agente econ=mico ,ue ele está de-endo.
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/o!et3&.+a t(+but1(+a  é o e#erc+cio do poder de tributar2 n'o é um de-er2 é uma
8aculdade2 ou se*a2 é 8acultati-o. Ela é imprescrit+-el2 ou se*a2 se o legislador n'o 8e>
determinada 5ei anteriormente2 ele n'o perde o direito de 8a>:;la posteriormente. %
compet:ncia tributária é indelegá-el aos outros entes 8ederati-os2 de-e ser e#ercida
apenas pela /NI1). Ela é mutá-el2 ou se*a2 pode ser alterada por 5ei &omplementar. %rtigo
1!3 ? 5& 1@1/2@@@.
)s instrumentos para criaç'o de tributos2 ou se*a2 o poder legislati-o cria os tributos atra-és
de7
• 5ei )rdinária
• Aedida Bro-isria
• 5ei &omplementar
/a!a.+dade t(+but1(+a at+)a  é o de-er de arrecadar2 8iscali>ar e administrar os
tributos2 é delegá-el a outros entes pol+ticos. 5& 1@1/2@@@ art.11.
)bser-aç'o importante7 ,uem tem compet:ncia tributária também tem a capacidade tributária
ati-a2 e em contrapartida2 ,uem tem capacidade tributária ati-a n'o tem compet:ncia tributária.
De-+&+,4o de t(+buto  o artigo 3C do &"N de8ine ! caracter+sticas do tributo7
1. Brestaç'o pecuniária Dem din$eiroE
2. &ompulsria DobrigatriaE
3. Baga em moeda Dredundante com a 1F caracter+sticaE2 ou cu*o -alor nela se possa
e#primir
4. Gue n'o constitua sans'o de ato il+cito constitu+do em 5ei Dartigo 1!@E
!. &obrada mediante ati-idade administrati-a plenamente -inculada.
Normas da I5/ID65/IA TRIBUT7RIA D,uando de-erá ocorrer tributoE7
1. As!e.to ate(+al  materialidade do tributo2 -inculo a alguma ati-idade do
estado.
2. As!e.to te!o(al  nascimento da obrigaç'o tributária2 ,uando nasce a
obrigaç'o de pagar determinado tributo.
3. As!e.to es!a.+al  limitaç'o territorial7 pa+s2 estado2 munic+pio2 4F.
4. As!e.to !essoal  su*eito ati-o é ,uem cobra/recebe o pagamento pelo tributo
DE."%4)E e su*eito passi-o é ,uem paga o tributo D&)N"3IH/IN"EE.
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!. As!e.to $ua&t+tat+)o  H%.E 4E &I5&/5) Ddimensiona a grande>a a ser
tributada atra-és do -alor -enalE e %5JG/)"% Dcota da grande>a tributada a ser
paga aos co8res pKblicosE.
5imites ao poder de tributar Dart. 1!@E7
• I8U5IDADES D,uando é pre-isto em 5eiE
• 9RI5/:9IOS7
 Brinc+pio da igualdade ou isonomia L tratar de 8orma igual os iguais.
 Brincipio da anterioridade L n'o pode cobrar o tributo no mesmo e#erc+cio em ,ue ele 8oi
institu+do ou aumentado.
 Brinc+pio da irretroati-idade L n'o pode 8a>er cobrança de tributos relati-os a 8atos
geradores *á ocorridos
 Brinc+pio da -edaç'o ao con8isco L o tributo n'o pode ser usado para con8iscar
1
as ri,ue>as
dos contribuintes.
 Brinc+pio da liberdade de trá8ego L n'o pode $a-er tributo ,ue impeça ou limite o direito
de ir e -ir.
Guestões a serem discutidas2 relacionadas pelo pro8essor em sala de aula7
Just+,a -+s.al – ;TI/A DO /IDAD<O)  3enda M &onsumo. % tributaç'o direta é pesad+ssima2
c$egando a 4@N no caso do I3. % tributaç'o indireta é necessária ser repensada2 uma -e> ,ue ela
incide da mesma maneira sobre produtos e ser-iços básicos para ,uem tem renda bai#a e renda
alta. % tributaç'o indireta é igual para todos2 a+ n'o e#iste o -iés da capacidade contributi-a
2
.
Just+,a -+s.al = ;TI/A DO ESTADO)  .obre a arrecadaç'o e receita dos Estados e Aunic+pios2
cada munic+pio de-e in8ormar O /ni'o suas ati-idades para receber o de-ido repasse de recursos.
3epartiç'o de receitas e repasses de compet:ncias.
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&on8iscar signi8ica tomar bens do particular pela 8orça ou autoridade2 sem ,ue se*a o8erecida ao
pre*udicado ,ual,uer contraprestaç'o em troca
2
&apacidade contributi-a consiste na -eri8icaç'o da capacidade econ=mica do su*eito passi-o da
relaç'o tributária2 modulando;se2 por conse,P:ncia2 os e8eitos da imposiç'o 8inanceira2 de
maneira ,ue se coadune e,uitati-amente com seus recursos scio;econ=micos
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Just+,a so.+al – ;TI/A DAS E89RESAS)  Fato gerador Dproduç'oE # capacidade contributi-a.
/m dos 8reios das empresas é a tributaç'o da produç'o2 a ,ual poderá incidir sobre o esto,ue
parado2 pois o lançamento acontece a partir da produç'o.
&lassi8icaç'o/espécies dos tributos ? ,uin,uipartida7
1. I89OSTOS (Total de todos os e&tes -ede(ados: 1#)
#. TA>AS
%. /O5TRIBUIÇ<O DE 8E2?ORIA
'. /O5TRIBUIÇ@ES
A. E89RBSTI8OS /O89U2S;RIOS
I89OSTOS
 N1) est'o -inculados O ati-idade do estadoQ
 N1) tem destinaç'o espec+8icaQ
 N1) $á pre-is'o de restituiç'o ao contribuinte ao 8im de determinado per+odo.
)bser-aç'o7 instituições bene8icentes e igre*as s'o imunes de impostos.
I89OSTOS *EDERAIS (Total: C)
 I9I ? Imposto sobre produtos industriali>ados.
) IBI de-erá ser seleti-o2 ou se*a2 a al+,uota será maior para produtos supér8luos e menor
para produtos essenciais. .erá n'o;cumulati-o
3
. N'o está su*eito ao princ+pio da
anterioridade nem ao princ+pio da no-entena
4
.
3
% n'o;cumulati-idade é o mecanismo pelo ,ual se e-ita a cumulati-idade dos impostos2 ,ue
oneram a produç'o e a circulaç'o das mercadorias mediante a adoç'o de critério tributário2 no
,ual se preser-a a repercuss'o econ=mica do tributo no intuito de abatimento com o débito
determinado. Este critério nada mais é do ,ue uma regra *ur+dica a incidir sobre dois 8atos
distintos2 uma regra sobre a ocorr:ncia de a,uisiç'o de produtos industriali>ados a serem
utili>ados diretamente na produç'o2 se*a atra-és de seu consumo2 se*a de sua incorporaç'o ao
produto 8inal2 ou atra-és de a,uisiç'o de bens a serem utili>ados na 8abricaç'o.
4
no-entena para os demais tributos7 no-idade tra>ida pela E& nR 42/@32 incluindo o artigo 1!@2
III2 c2 da &F2 ,ue dispõe ser -edada a cobrança de tributos antes de decorridos S@ Dno-entaE dias
da data de publicaç'o da lei ,ue os instituiu ou aumentou2 obser-ado o princ+pio da anterioridade2
com e#ceç'o do I.I.2 I.E.2 I32 I)F2 os empréstimos compulsrios e os impostos e#traordinários2
além da base de cálculo do IBT% e do IB"/.
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 IO* ? Imposto sobre operações 8inanceiras. %rtigo 1!3 ; inciso -.
 ITR ? Imposto sobre propriedade rural. %rtigo 1!3 ; inciso TI.
) I"3 está su*eito ao princ+pio da anterioridade2 ao princ+pio da no-entena e também ao
princ+pio da imunidade Dn'o incidirá I"3 sobre pe,uenas glebas rurais para 8ins de culturaE.
 ID* ? Imposto sobre grandes 8ortunas
%inda n'o 8oi institu+do por 5ei &omplementar2 embora este*a pre-isto na &onstituiç'o
8ederal.
 I!ostos (es+dua+s. %rtigo 1!4 ? inciso I
Impostos n'o discriminados para casos em ,ue surgir tributos n'o pre-istos na
&onstituiç'o 8ederal.
 I!ostos eEt(ao(d+&1(+os.
Impostos ,ue incidem em imin:ncia de guerra e#terna.
I89OSTOS ESTADUAIS (Total: %) ? artigo 1!!
 IT/8D ? Imposto sobre transmiss'o de causa morte e doaç'o
&obrado apenas em casos de transmissões n'o onerosas2 caso em ,ue n'o $á pagamento
pelo bem Dmorte ou doaç'oE.
 I9VA ? Imposto sobre propriedade de -e+culos automotores
 I/8S ? Imposto sobre circulaç'o de mercadorias e ser-iços. %rtigo 14( 5& UV/S(
) I&A. n'o é cobrado em ,ual,uer circulaç'o de mercadorias2 de-erá $a-er mudança de
titularidade para $a-er a cobrança do I&A.. Ele é n'o cumulati-o. < um imposto ,ue
poderá ser seleti-o2 mas n'o é de-er. .ua al+,uota poderá -ariar de 1VN a 1UN em
circulações dentro do Estado e de VN a 12N em circulações interestaduais.
I89OSTOS 8U5I/I9AIS (Total: %) – %rtigo 1!(
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 I9TU ? Imposto sobre propriedade territorial urbana
 ITBI ? Imposto sobre transmiss'o de bens im-eis
&obrado em transmissões onerosas D,uando $á pagamento do bemE2 di8erente de ,uando
a transmiss'o n'o é onerosa2 a+ é onde é cobrado o I"&A4 Dmorte ou doaç'o2 imposto
estadualE.
 ISS ? Imposto sobre ser-iços de ,ual,uer nature>a ? artigo 1!( inciso TI
% 5& 11(/@3 di> ,uais s'o os ser-iços pass+-eis de tributaç'o. %s al+,uotas -ariam de 2N a
1@N2 e $á casos em ,ue podem ser 8i#as como o imposto dos ad-ogados.
TA>AS – artigo 14! ? inciso II
 .IA est'o -inculados O ati-idade do estadoQ
 .IA tem destinaç'o espec+8icaQ
 N1) $á pre-is'o de restituiç'o ao contribuinte ao 8im de determinado per+odo.
%s ta#as s'o de compet:ncia tributária dos 4 entes 8ederati-os D/ni'o2 Estados2 Aunic+pios e o
4FE. %lgumas das suas caracter+sticas7
 ":m destinaç'o espec+8ica
 N'o ser'o restitu+das ao contribuinte ao 8inal de um determinado per+odo
 N'o podem ser remuneratrias Dcusto W lucroE2 por,ue o Estado n'o pode lucrar com a
cobrança de ta#as2 ao contrário2 de-er'o ser ressarcitrias Do -alor da ta#a de-e se limitar
ao custo do ser-iço prestadoE.
 Xá -+nculo com a ati-idade do Estado Da prestaç'o do ser-iço pelo EstadoE e esse é seu
aspecto material.
 Guanto ao aspecto temporal nasce a obrigaç'o de pagar as ta#as no e8eti-o ser-iço
pKblico2 o ,ue é di8erente do momento do pagamento da ta#a2 posterior O prestaç'o do
ser-iço pelo Estado.
 Guanto ao aspecto ,uantitati-o2 sua base de cálculo é a dimens'o do ser-iço pKblico
prestado2 a pre-is'o das al+,uotas está disposta no artigo 14! ? inciso II.
 Xá a prestaç'o de ser-iços EFE"IT). Do contribuinte utili>a necessariamente o ser-iço
prestado pelo Estado e esse ser-iço é identi8icá-el2 ele n'o é genéricoE e ser-iços
B)"EN&I%I. Do contribuinte n'o utili>a necessariamente o ser-iço2 a ta#a é cobrada apenas
pela disponibilidade do ser-iço2 mesmo ,ue n'o o utili>eE.
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Bodem ser cobradas mediante 2 situações espec+8icas7
1. &obrança em ra>'o do poder de pol+cia7 artigo VU do &"N2 poder de pol+cia é a ati-idade
prestada pelo Estado ,ue limita os interesses do indi-+duo em ra>'o dos interesses
coleti-os2 a 8orma de e#ercer o poder de pol+cia é a 8iscali>aç'o. E#7 licença para condu>ir
-e+culos2 -igilYncia sanitária2 receita estadual. ) ser-iço de pol+cia de-erá ser EFE"IT).
2. &obrança em ra>'o de ser-iços prestados pelo Estado7 a utili>aç'o dos ser-iços pKblicos
poderá ser EFE"IT% ou B)"EN&I%5.
9ED7DIO  é cobrado em ra>'o da conser-aç'o das -ias pKblicas. N'o é ta#a2 0 TARI*A ou
9REÇO 9FB2I/O
A
ZZZ Bois2 gera lucro2 n'o segue o princ+pio da anterioridade2 a cobrança do
ser-iço é EFE"IT% D,uando o ser-iço é e8eti-amente prestado pelo Estado ou por sua delegaç'oE2
ou se*a2 se o condutor do -e+culo n'o 8or utili>ar todo o tra*eto2 ele poderá optar por outro
camin$o dispon+-el2 mas se optar pelo tra*eto tari8ado2 terá ,ue pagar o -alor total do pedágio.
4ireito pKblico L relaç'o Estado # indi-+duo
4ireito pri-ado L relaç'o indi-+duo # indi-+duo
/O5TRIBUIÇ<O DE 8E2?ORIA – artigo 14! ? inciso III
 .IA est'o -inculados O ati-idade do estadoQ
 N1) tem destinaç'o espec+8icaQ
 N1) $á pre-is'o de restituiç'o ao contribuinte ao 8im de determinado per+odo.
% contribuiç'o de mel$oria é de compet:ncia tributária dos 4 entes 8ederati-os. 4e-erá ser
cobrada mediante obras pKblicas2 e cobrada apenas para a,ueles contribuintes ,ue ti-erem seus
im-eis -alori>ados em ra>'o da obra pKblica reali>ada. % pre8eitura de8ine o -alor -enal do im-el
de modo geral2 e desta 8orma2 ela também de8ine o -alor da contribuiç'o de mel$oria.
&ritério de *ustiça de -alor L -alor da obra de mel$oria # -alor -enal do im-el.
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9(e,o !Gbl+.o L ,uando os entes 8ederati-os no e#erc+cio do seu poder de pol+cia prestam
ser-iço pKblico espec+8ico e di-is+-el nasce a idéia de preço pKblico. ) ,ue gera os preços pKblicos
é7 999 Dparceria pKblico;pri-ado e as pri-ati>açõesE. %nálise do pro8essor sobre os preços
pKblicos7 a destinaç'o dos preços pKblicos n'o tem -iés social2 n'o tem redistribuiç'o2 n'o tem
capacidade contributi-a. No preço pKblico o ,ue pre-alece é a -ontade das partes Dpassar ou n'o
pelo pedágio2 por e#emploE2 poderá $a-er rescis'o e é regido pelo direito pri-ado.
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/O5TRIBUIÇ@ES – artigos 14S e 14Sa
 N1) est'o -inculados O ati-idade do estadoQ
 .IA tem destinaç'o espec+8icaQ
 N1) $á pre-is'o de restituiç'o ao contribuinte ao 8im de determinado per+odo.
%s contribuições n'o obser-am o princ+pio da anterioridade e s'o classi8icadas em ! espécies7
1. /o&t(+bu+,Hes so.+a+s – a(t+"o 1IA. "em destinaç'o espec+8ica ,ue é de custear a
seguridade social. I5SS é paga pelas empresas e incide sobre a 8ol$a de pagamento de
salários. % 9IS Dcusteia o seguro desemprego e o abono salarialE e /O*I5S DEmenda
&onstitucional 2@/SUE incidem sobre a receita e sobre o 8aturamento das empresas.
#. /o&t(+bu+,Hes de +&te()e&,4o do doJ&+o e.o&K+.o. E#7 % &I4 &ombust+-eis 8oi
criado sobre ati-idade econ=mica espec+8ica2 incidindo sobre importaç'o de combust+-eis2
8oi criada com a intenç'o de desestimular a importaç'o dos combust+-eis e seus deri-ados.
%. /o&t(+bu+,Hes de +&te(esse das .ate"o(+as !(o-+ss+o&a+s (t(abalLado(es) e
e.o&K+.as (!at(o&alM e!(esas) – a(t+"o 1'I. Elas -isam custear essas instituições2
,ue por sua -e> tem o poder de 8iscali>ar e regulari>ar o e#erc+cio de determinadas
ati-idades pro8issionais. Brinc+pio da unicidade Ds e#iste uma representaç'o por unidade
8ederati-a2 e#7 n'o podem $a-er 2 sindicatos do comercio em Helo Xori>onteE.
'. /o&t(+bu+,Hes de .o!et3&.+a t(+but1(+a dos EstadosM 8u&+.J!+os e do D*
A. /o&t(+bu+,Hes de .o!et3&.+a t(+but1(+a dos 8u&+.J!+os e do D*. E#7 era c$amada
de ta#a de iluminaç'o pKblica2 mas como é um ser-iço ,ue n'o é di-is+-el Dn'o tem como
saber ,uanto cada contribuinte consome de iluminaç'o pKblicaE o nome 8oi mudado2 numa
manobra tributária para contribuiç'o de iluminaç'o pKblica.
E89RBSTI8OS /O89U2S;RIOS
 N1) est'o -inculados O ati-idade do estadoQ
 .IA tem destinaç'o espec+8icaQ
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 Nature>a contratual  .IA2 $á pre-is'o de restituiç'o ao contribuinte ao 8im de
determinado per+odo.
)s empréstimos compulsrios é uma espécie de tributo para uma anormalidade2 atra-és de
instrumento prprio7 5& ? 5ei &omplementar2 s'o de compet:ncia e#clusi-a da /NI1).
%s causas da instituiç'o dos empréstimos compulsrios est'o no artigo 14U inciso I e II7
• 4espesas e#traordinárias7 calamidade pKblica2 guerra e#terna ou sua imin:ncia.
• In-estimento pKblico de caráter urgente e de interesse nacional
B+t(+buta,4o  é a cobrança do mesmo 8ato gerador por entes di8erentes da 8ederaç'o. %
constituiç'o brasileira atual n'o -eda e#pressamente a bitributaç'o2 pre8erindo estabelecer uma
r+gida discriminaç'o de compet:ncias tributárias. %o contrário2 pode ser obser-ado ,ue o I&A.
Dimposto estadualE e o IBI Dimposto 8ederalE incidem2 por autori>aç'o constitucional2 praticamente
sobre o mesmo 8ato gerador.
)corre ,uando duas pessoas *ur+dicas de direito pKblico tributam atra-és de duas normas2
uma de cada ente2 o mesmo su*eito passi-o sobre o mesmo 8ato gerador. Xá a,ui2 em princ+pio2
inconstitucionalidade em ra>'o da -iolaç'o das normas constitucionais de distribuiç'o da
compet:ncia tributária2 ou se*a2 na bitributaç'o é muito pro-á-el ,ue uma das pessoas *ur+dicas
de direito pKblico este*a in-adindo a compet:ncia tributária da outra De#.7 dois Aunic+pios ,ue
pretendem cobrar IB"/ sobre um mesmo im-elQ Estado ,ue pretende cobrar tributo sobre
ser-iços ,ue n'o se*am de transporte e comunicaç'oE.
)bser-e;se2 por b-io2 ,ue se a bitributaç'o esti-er pre-ista no prprio te#to
constitucional2 n'o $a-erá ,ual,uer inconstitucionalidade2 pois a &3FH/UU teria atribu+do
compet:ncia tributária para as duas pessoas *ur+dicas de direito pKblico2 sendo o caso2 por
e#emplo2 da importaç'o de produtos industriali>ados2 onde incidem imposto de importaç'o2 IBI e
I&A. D$á2 também2 um bis in idem entre II e IBIE. )utro e#emplo de bitributaç'o é a -enda de
matéria prima pelo comerciante para o industrial2 na ,ual incidem IBI e I&A..
9o(0M eE+ste duas s+tua,Hes e $ue a b+t(+buta,4o 0 le"Jt+a:
% primeira decorre da possibilidade de ,ue a /ni'o institua2 na imin:ncia ou no caso de
guerra e#terna2 impostos e#traordinário2 compreendidos ou n'o em sua compet:ncia2 con8orme
preconi>ado no art.1!42II2 &3FH/UU. No entanto2 nesta $iptese a /ni'o poderia instituir um no-o
I3 ,uanto um no-o I&A.. )corre ,ue no primeiro caso2 $a-eria bis in idemQ no segundo
bitributaç'o.
% segunda situaç'o em ,ue pode $a-er leg+tima bitributaç'o ocorre nas $ipteses
en-ol-endo Estados;nações di-ersos2 principalmente no ,ue concerne O tributaç'o da renda2 como
por e#emplo2 ,uando uma pessoa no Hrasil recebe rendimentos de trabal$o reali>ado na Hol+-ia2
os dois Estados podem cobrar I32 tendo a leg+tima bitributaç'o. % Knica maneira de e-itar ,ue
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esta situaç'o ocorra é a celebraç'o de um tratado internacional2 o ,ue n'o ocorre com estes dois
pa+ses.
G/E."I)NI3I)7
1. 4i8erencie as $ipteses de n'o;incid:ncia2 isenç'o2 imunidade e anistia.
2. &onceitue os princ+pios da seleti-idade e n'o;cumulati-idade. Gual a correlaç'o destes com
o c$amado pacto 8ederati-o
(
[
6
) Bacto Federati-o é um acordo 8irmado entre a /ni'o e os Estados 8ederados. Este acordo
estabelece as 8unções2 direitos e de-eres de cada um deles. Bor ser o Hrasil uma uni'o 8ederati-a2
teoricamente2 o go-erno de-eria ser descentrali>ado2 assim como a arrecadaç'o tributária2
dei#ando ao go-erno 8ederal 8unções como a de8esa nacional2 emiss'o da moeda2 e a pol+tica
e#terna. Borém2 o Bacto Federati-o Hrasileiro centrali>a o poder na capital 8ederal e distribui os
recursos arrecadados de maneira imparcial2 gerando guerras 8iscais entre os Estados. Bropõe;se
uma re8orma no Bacto Federati-o2 dando prioridade aos munic+pios para ,ue possam administrar
uma maior 8atia do ,ue é produ>ido ali.
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3. Guais s'o os impostos 8ederais2 estaduais e municipais[
4. &onceitue e di8erencie7 obrigaç'o e crédito tributário.
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!. Em ,ue consiste e ,uais as $ipteses de lançamento do crédito tributário[
(. Guais s'o as $ipteses de il+citos tributários[ Guais as condutas consideradas criminosas[
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V. &onceitue e di8erencie7 elis'o2 e-as'o e conluio.
U. &onceitue e e#empli8i,ue situações de bitributaç'o.