UNIVERSIDADE NILTON LINS

C. S. DE TECN. EM SEGURANÇA NO TRABALHO



DISCIPLINA: OFICINA V
PROFESSOR: ANDRÉ DANTAS, ESP.


MANAUS / AM - 2014


Prática das medidas de ordem geral à serem
adotadas em máquinas e equipamentos
Assuntos:
2
 Aspecto Histórico:

 O Homem através da sua capacidade de raciocínio percebeu,
gradativamente, a necessidade de constituir grupos de pessoas e de viver em
sociedade.
 Assim, conseguiu desenvolver ao longo de sua existência um modo de vida e
uma tecnologia de produção capaz de garantir a sua sobrevivência no
planeta. Desta forma, percebe-se através da história que as atividades do
processo de produção evoluíram com o homem de acordo com as suas
demandas e necessidades.



A evolução do trabalho através dos tempos
3
 Evolução do trabalho através do tempo:
 1ª Fase –Produção de Subsistência:
 O trabalho é feito para prover as necessidades de subsistência
do Homem;
 O trabalho se resume as atividades de caça e pesca garantindo
o sustento e as necessidades de sobrevivência.




A evolução do trabalho através dos tempos
4
 Evolução do trabalho através do tempo:
 2ª Fase –Produção Artesanal( Agrícola/Pastoreio):
 Trabalho manual, de produção agrícola;
 Produção de natureza artesanal;
 O Homem aprende a plantar, a cultivar e principalmente, a
armazenar;
 O pequeno excesso da produção era trocado ou era vendido.






A evolução do trabalho através dos tempos
5
 Evolução do trabalho através do tempo:
 3ª Fase –Produção Industrial
 Descoberta da energia hidráulica, maquina a vapor e da
eletricidade.
 Transformação da sociedade agrária em sociedade Industrial.
 Grande incremento da Produção.
 Invenção da máquina de fiar/1738.






A evolução do trabalho através dos tempos
6
 Evolução do trabalho através do tempo:
 3ª Fase –Produção Industrial
 “Revolução Industrial” –Inglaterra(1760 –1830);
 A atividade artesanal foi substituída pelo trabalho nas fabricas.
 Grandes concentrações de trabalhadores em fábricas,
improvisadas com grande numero de acidentes.







A evolução do trabalho através dos tempos
7
 Evolução do trabalho através do tempo:
 4ª Fase –Produção em série:
 Produção automobilística (Henry Ford -1905).
 Cada operário passa a fazer, repetidamente, apenas um tipo
de tarefa.
 Aceleração da linha de Produção.







A evolução do trabalho através dos tempos
8
 Evolução do trabalho através do tempo:
 4ª Fase –Produção em série:
 Incorporação de novos conceitos sistematizados que passam a
garantir uma produção sequencial, padronizada e em grande
escala.








A evolução do trabalho através dos tempos
9
 Evolução do trabalho através do tempo:
 5ª Fase –Automação tecnológica (Reengenharia/Robótica):
 Produção automatizada.
 Diminuição da força braçal.
 Fechamento de postos de trabalho.
 A globalização exige novas regras para os meios de produção.







A evolução do trabalho através dos tempos
10
 Evolução do trabalho através do tempo:
 6ª Fase –Serviços de Terceirização; Serviços Autônomos;
Cooperativas de mão de obra.
 Década/1980
 Diminui as responsabilidades diretas e os custos dos encargos sociais.
 Não se contrata mais um trabalhador e sim, a prestação de serviços.
 Precarização da mão de obra e perda de direitos conquistados.
 Sindicatos fragilizados.






A evolução do trabalho através dos tempos
11
 Evolução do trabalho através do tempo:
 CONCLUSÃO

 A evolução dos processos de trabalho e dos meios de produção
modificaram, gradativamente, a forma de adoecer dos
trabalhadores;

 Muitas doenças “clássicas” inerentes ao ambiente de trabalho
(bissinose, asbestose, silicose, etc.) foram e estão sendo controladas;

 Entretanto, muitas doenças agora evidenciadas estão relacionadas
com a forma de organização do trabalho, sobrecarga, pressões de
chefia por produção, demissões causadas por modificações sucessivas
do processo de trabalho e da sua forma de execução, .....etc.




A evolução do trabalho através dos tempos
12
A evolução das leis de proteção ao trabalhador
13
 Histórico:
 1700 – Bernardino Ramazzini (médico italiano) relacionou uma série de doenças que
afetavam os trabalhadores daquela época;

 1760 a 1830 – Na Inglaterra ocorreu um movimento marcou a história da humanidade
chamado de “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL” e que teve sua origem com a criação da
máquina de fiar, da máquina a vapor e da descoberta da eletricidade;

 1802 – Parlamento Britânico aprova a 1ª lei de proteção aos trabalhadores, a “ Lei da
Saúde e Moral dos Aprendizes”, que estabelecia o limite de 12 horas de trabalho por
dia, proibia o trabalho noturno, obrigava os empregadores a lavar as paredes das
fábricas duas vezes por ano e tornava obrigatória a ventilação das mesmas.





A evolução do trabalho através dos tempos
14
 Histórico:
 No Brasil, a 1ª lei de proteção ao trabalhador surgiu em 1919 estabelecendo que o
trabalhador acidentado não precisava obter qualquer prova de culpa do patrão
para ter direito a indenização.

 Década de 1930 –Início do desenvolvimento do processo industrial brasileiro.
Criação do Ministério do Trabalho e da jornada de trabalho.

 Consolidação das Leis do Trabalho –CLT (Decreto Lei 5452 de 01/05/1943):
 Enumera obrigações trabalhistas a serem cumpridas pelo empregador e pelo
empregado.
 Cria dispositivos a serem cumpridos no campo da Segurança e Medicina do
Trabalho.
 Decreto lei 7036 de 10/11/1944:
 Institui a obrigatoriedade da CIPA nas empresas.





A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
15
 Histórico:
 Lei 6514 de 22/12/1977:

 Altera o capítulo V da CLT, relativo a segurança do trabalho.

 Portaria 3.214 de 08/06/1978:
 Aprova as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho Na
atualidade existem 36 Normas Regulamentadoras.







A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
16
 Histórico:
 Constituição Federal de 05/10/1988:
 Enumera vários direitos para os trabalhadores.

 Legislação Previdenciária –Lei 8.212 e Lei 8.213 de 1991:
 Estabelece um plano de Benefícios da Previdência Social.

 Regulamentos e Decretos específicos: para aposentadorias, benefícios.

 Código Civil Brasileiro.
 Código Penal Brasileiro




A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
17
 Histórico:

 Convenções trabalhistas: firmadas entre sindicatos, confederações e
empresas.

 Outras legislações complementares sobre Segurança e Medicina do
Trabalho.

 Legislações especificas no campo da Vigilância Sanitária.

 Portarias, Decretos e Instruções Normativas.





A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
18
 Histórico:

 Conceito de CULPA no acidente: A culpa é caracterizada quando no acidente é possível provar
que houve negligencia, imprudência ou imperícia por parte de alguém. Neste caso, cabe
responsabilidade civil para a reparação do dano;

 Conceito de DOLO no acidente: O dolo fica caracterizado quando a pessoa que provocou o
fato ou infortúnio agiu de forma intencional no sentido de provocar o acidente;

 Dano Moral: Ocorre quando existe ofensa ou desrespeito a uma pessoa;

 Responsabilidade Civil: Aquele que por ação ou omissão causar dano a outrem fica obrigado
a reparar o dano, através de ação indenizatória;

 Responsabilidade Criminal: É caracterizada por crime que pode incorrer na forma de culpa ou
dolo;

 Responsabilidade Solidária: Age com culpa grave a contratante ou contratada que não
observa as condições mínimas de segurança para os seus trabalhadores. A reparação tanto
cabe à contratante como a contratada.




A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
19
 Objetivo:
 SISOSP – Sistema Integrado de Saúde Ocupacional do Servidor Público
Federal –2006/2007;

 SIASS – Sistema de Atenção a Saúde do Servidor Público Federal - 2008;

 Criado pelo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão em julho de
2005.Objetivo: Propor uma política de seguridade social uniforme e
igualitária para todos os servidores públicos civis federais, fazendo com que
seus vértices -assistência social ( pagamento de auxílios creche, alimentação,
transporte) saúde ocupacional, protocolos ,formulários e outros venham a ter
um norteador comum, privilegiando uma gestão eficiente e valorizando o
servidor publico federal.




A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
20
 Objetivo:
 SIASS tem como foco: Criação de equipe multiprofissional de vigilância à
saúde e vigilância ambiental para emprego em:
 Pericia medica, vigilância ambiental e dos locais de trabalho, vigilância à
saúde do servidor, elaboração de pareceres especializados, até a
elaboração e coordenação de programas de reabilitação e readaptação.
 Equipe: Médico, Psicólogo, Assistente Social, Fisioterapeuta, Nutricionista.
Terapeuta Ocupacional, Higienista, Enfermeiro do trabalho, Ergonomista,
Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho,
Técnico de Segurança do Trabalho, Sanitarista, Médico do Trabalho,
Odontólogo, Fonoaudiólogo, Fiscal ou Inspetor em Vigilância Sanitária.SIASS
tem como foco: Criação de equipe multiprofissional de vigilância à saúde e
vigilância ambiental para emprego em




A evolução das leis de proteção ao trabalhador (no Brasil)
21
 Segurança:
 Conjunto de ações e medidas adotadas em um processo de trabalho e que
tem como finalidade prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.












Segurança no Trabalho e Noções de Riscos
22
 Ações:
 As ações ou medidas preventivas adotadas podem ser de caráter técnico,
administrativas, educativas, de engenharia, organizacionais, ambientais, etc.



 Quem é responsável pelas ações de Segurança do Trabalho?

 É responsabilidade de todos e depende da efetiva participação da
empresa,do envolvimento de todas as chefias ou lideranças e da cooperação
de cada trabalhador.





Tipos de ações e medidas Preventivas
23

Prática das medidas de ordem geral à serem adotadas em
máquinas e equipamentos

24
 Normas Regulamentadoras :

 Instrumentos legais editados pelo Ministério do Trabalho e Emprego
que regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos
obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no
Brasil, elas norteiam as obrigações dos estabelecimentos de qualquer
natureza (regidos pela CLT) em relação a saúde e segurança do
trabalhador;

 São de observância obrigatória por todas as empresas brasileiras
regidas pela (CLT);

 Seu descumprimento poderá resultar em notificação, autuação,
interdição ou embargo e penalidades de ambiente especifico ou do
estabelecimento inteiro e, também, em ações regressivas (Lei 8.213 /
91) por parte do INSS




O que é NR?

25
 NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e
Equipamentos:

 O homem não é apto, por si só, em seu meio de trabalho, a
se proteger sem dispositivos de segurança. As máquinas e
Equipamentos devem se integrar, aos dispositivos de
segurança. Dispositivos de segurança normalizados
diminuem sensivelmente os riscos existentes, mas não os
eliminam totalmente. Ações adicionais tais como
capacitação contínua para operadores e pessoal da
manutenção se faz sempre necessário bem como
manutenções preventivas conforme manuais são
imprescindíveis. Os 3 pilares Básicos da Segurança :
Proteções adequadas, Procedimentos e Capacitação.



NR – 12 Conceito Básico
26
 NR – 12 Cenário – Por que?

 NR 12 – Defasagem (1978);




 Avanço tecnológico natural (Risco X Perigo);
 Desenvolvimento de tecnologia em proteção de máquinas (conceito da
falha segura);
 Disposições legais (nac. e intern.);
 Iniciativas diversos Estados (SP/RS/MG);
 Espaço político e interlocutores interessados no assunto (OIT);
 Consenso da necessidade da revisão;



NR – 12 Conceito Básico
27
 NR – 12 Estágios:











 GET Tripartite (elaboração do texto – Grupo de Elaboração Tripartite);
 GTT – Grupo Tripartite de Trabalho;
 CTPP – Comissão Tripartite Paritária Permanente.


NR – 12
28
 Referencias e Conceitos:

 Art. 2º Criar a Comissão Nacional Tripartite Temática - CNTT da
NR-12 com o objetivo de acompanhar a implantação da nova
regulamentação, conforme estabelece o art. 9º da Portaria nº
1.127, de 02 de outubro de 2003.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data
(17/12/2010) de sua publicação, exceto quanto aos
itens discriminados, que entrarão em vigor nos prazos
consignados, contados da publicação deste ato.



NR – 12 Referencias e Conceitos
29
 Detalhes NR12:

 12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem
referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de
proteção para garantir a saúde e a integridade física dos
trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a
prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de
projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos
os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização,
exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades
econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas
demais Normas Regulamentadoras.


NR – 12
30
 Detalhes NR12:

 12.1.1.1 Entende-se como fase de utilização a construção,
transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza,
manutenção, desativação, desmonte e sucateamento.


 12.2. As disposições desta Norma referem-se a máquinas e
equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver
menção específica quanto à sua aplicabilidade.



NR – 12
31
 Detalhes NR12:

 12.4. São consideradas medidas de proteção, a ser
adotadas nessa ordem de prioridade:
a) medidas de proteção coletiva;
b) medidas administrativas ou de organização do trabalho;
c) medidas de proteção individual.


 12.5. A concepção de máquinas deve atender ao princípio
da falha segura.


NR – 12
32
EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
33
 12.6 Arranjo físico e instalações;




 12.14 Instalações e dispositivos elétricos.





NR 12 - Detalhes
34
 12.21. São proibidas nas máquinas e equipamentos:

 a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e
parada;
 b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos;
 c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que
utilizam energia elétrica.





Detalhes NR12 – Instalação Elétrica
35
 12.24 Dispositivos de partida, acionamento e parada:










Detalhes NR12
36
 12.24. Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas
devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que:

 a) não se localizem em suas zonas perigosas;

 b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não
seja o operador;

 c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer
outra forma acidental;

 d) não acarretem riscos adicionais;

 e) não possam ser burlados.









Detalhes NR12 – Partida, Acionamento e Parada
37
 Para ligar ou desligar a máquina acione o botão
vermelho:









Detalhes NR12 – Partida, Acionamento e Parada
38
 12.36. Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que
compõem a interface de operação das máquinas devem:

a) operar em extra baixa tensão de até 25V (vinte e cinco volts) em corrente
alternada ou de até 60V (sessenta volts) em corrente contínua;
b) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência,
conforme itens 12.56a 12.63 e seus subitens.


 12.37. O circuito elétrico do comando da partida e parada do motor elétrico de
máquinas deve possuir, no mínimo, dois contatores com contatos positivamente
guiados, ligados em série, monitorados por interface de segurança ou de acordo
com os padrões estabelecidos pelas normas técnicas nacionais vigentes e, na
falta destas, pelas normas técnicas internacionais, se assim for indicado pela
análise de risco, em função da severidade de danos e freqüência ou tempo de
exposição ao risco.





Detalhes NR12 – Partida, Acionamento e Parada
39
 12.38 Sistemas de segurança: Medidas de Proteção.









Sistemas de Segurança
40
 12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender
aos seguintes requisitos:


a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas
oficiais vigentes;

b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado;

c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados;

d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados;

e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria
de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos;

f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações
anormais de trabalho.


Sistemas de Segurança
41

 12.45. As máquinas e equipamentos dotados de proteções móveis associadas a
dispositivos de intertravamento devem:
a) operar somente quando as proteções estiverem fechadas;
b) paralisar suas funções perigosas quando as proteções forem abertas durante a
operação;
c) garantir que o fechamento das proteções por si só não possa dar inicio às funções
perigosas.


 12.46. Os dispositivos de intertravamento com bloqueio associados às proteções
móveis das máquinas e equipamentos devem:
a) permitir a operação somente enquanto a proteção estiver fechada e bloqueada;
b) manter a proteção fechada e bloqueada até que tenha sido eliminado o risco de
lesão devido às funções perigosas da máquina ou do equipamento;
c) garantir que o fechamento e bloqueio da proteção por si só não possa dar inicio
às funções perigosas da máquina ou do equipamento.


Detalhes NR12 - Sistemas de Segurança
42
Detalhes NR12 - Sistemas de Segurança
43
 12.54. As proteções, dispositivos e sistemas de
segurança devem integrar as máquinas e equipamentos,
e não podem ser considerados itens opcionais para
qualquer fim.


 12.55.1. Quando a máquina não possuir a
documentação técnica exigida, o seu proprietário deve
constituí-la, sob a responsabilidade de profissional
legalmente habilitado e com respectiva Anotação de
Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de
Engenharia e Arquitetura – ART/CREA.






Detalhes NR12 - Sistemas de Segurança
44
 12.56 Dispositivos de Parada de Emergência







NR12 – Requisitos Mínimos
45
 12.57. Os dispositivos de parada de emergência
devem ser posicionados em locais de fácil acesso e
visualização pelos operadores em seus postos de
trabalho e por outras pessoas, e mantidos
permanentemente desobstruídos.








Detalhes NR12 – Paradas de Emergência
46
Detalhes NR12 – Paradas de Emergência
47
Detalhes NR12 – Paradas de Emergência
48
Detalhes NR12 – Paradas de Emergência
49
 12. 61. Quando usados acionadores do tipo cabo, deve-se:
a) utilizar chaves de parada de emergência que trabalhem tracionadas, de modo a
cessarem automaticamente as funções perigosas da máquina em caso de ruptura ou
afrouxamento dos cabos;
b) considerar o deslocamento e a força aplicada nos acionadores, necessários para
a atuação das chaves de parada de emergência;
c) obedecer à distância máxima entre as chaves de parada de emergência
recomendada pelo fabricante


 12.63. A parada de emergência deve exigir rearme, ou reset manual, a ser
realizado somente após a correção do evento que motivou o acionamento da
parada de emergência.

 12.63.1. A localização dos acionadores de rearme deve permitir uma
visualização completa da área protegida pelo cabo.




Detalhes NR12 – Paradas de Emergência
50
 12.91. Os transportadores contínuos acessíveis aos
trabalhadores devem dispor, ao longo de sua
extensão, de dispositivos de parada de emergência,
de modo que possam ser acionados em todas as
posições de trabalho.






Detalhes NR12 – Transportadores
51
 Máquina e equipamento: para fins de aplicação desta
Norma, o conceito inclui somente máquina e equipamento
de uso não doméstico e movido por força não humana.

 O que é prensa?

 Técnica : Toda maquina que exerce seu trabalho
utilizando-se de pressão sem retirada de material é
considerado prensa!






ANEXO IV – Glossário e Complemento
52
Principais Preocupações
53
 É quando algo ocorre de maneira diferente do
normal e previamente esperado;


 E como as Falhas são geradas?





FALHAS
54
 Incorreta avaliação de risco;
 Instalação errada e ou insuficiente;
 Equipamentos não certificados;
 Local de instalação não apropriado;
 Produtos instalados fora de um correto sistema de
segurança;
 Falta de um plano de manutenção adequado;



Investir X Gastar
55
Redução de Risco
56
Conforme NBR14153 Anexo B
57
Categoria B
58
Categoria 1