1 - Sen sores de Proxi mi dade In du tivos

:
Os sen sores de proxi mi dade in du tivo são eq ui pamen tos
ele trôni cos ca pazes de de tec tar a ap roxi mação de peças,
com po nen tes, ele men tos de máqui nas, etc, em sub sti -
tuição às tra di cionais chaves fim de curso.
A de tecção ocorre sem que haja o con tato físico en tre o
acio nador e o sen sor, au men tando a vida útil do sen sor
por não pos suir peças móveis su jeitas a des gastes
mecâni cos.
1.1 - Princípio de Fun ciona mento:
O princípio de fun ciona mento baseia- se na geração de
um campo ele tro magné tico de alta fre quên cia, que é de -
sen vol vido por uma bobina res so nante in stalada na face
sen sora.
A bobina faz parte de um cir cuito os ci la dor, que em con -
dição nor mal (de sa cionada), gera um si nal senoi dal.
Quando um metal aproxima- se do campo, este por cor -
ren tes de su perfície (Foul cault), ab sorve a en er gia do
campo, di mi nu indo a am pli tude do si nal gerado no os ci la -
dor.
A variação de am pli tude de ste si nal é con ver tida em uma
variação contínua, que com parada com um valor pa drão,
passa a atuar no estágio de saída.
1.2 - Face Sen sora:
É a su perfície onde emerge o campo ele tro magné tico.
1.2.1 - Distân cia Sen sora (S):
É a distân cia em que aproximando- se o acio nador da
face sen sora, o sen sor muda o es tado da saída.
1.2.2 - Distân cia de Aciona mento:
A distân cia de aciona mento é em função do ta manho da
bobina. As sim, não po demos es pe ci fi car a distân cia sen -
sora e o ta manho do sen sor si mul ta nea mente.
1.2.3 - Distân cia Sen sora Nomi nal (Sn):
É a distân cia sen sora teórica, a qual utiliza um alvo pa -
drão como acio nador e não con sid er a as variações cau -
sa das pela indus tri ali zação, tem pera tura de op eração e
tensão de ali men tação. É o valor em que os sensores de
proxi mi dade são es pe ci fi ca dos.
Como utiliza o alvo pa drão metálico, a distân cia sen sora
nomi nal in forma também a máxima distân cia que o sen -
sor pode ope rar.
L=D (se 3xSn<D) ou
L=3xSn (se 3xSn>D)
D - diâme tro da área onde emerge o campo
ele tro magné tico
Sn - distân cia sen sora nomi nal
1.2.4 - Distância Sensora Real (Sr):
Valor in flu en ci ado pela indus tri ali zação, es pe ci fi cado em
tem pera tura am bi ente (20
o
C) e tensão nomi nal, com
des vio de 10%: 0,9Sn ≤ Sr ≤ 1,1Sn
1.2.5 - Distância Sensora Efetiva (Su):
Valor in flu en ci ado pela temp. de op eração, pos sui um
des vio máximo de 10% so bre a distân cia sen sora real.
0,81Sn ≤ Su ≤ 1,21Sn
1.2.6 - Distância Sensora Operacional (Sa):
É a distân cia em que se gu ra mente pode- se ope rar,
considerando- se to das as variações de indus tri ali zação,
tem pera tura e tensão de ali men tação.
0 ≤ Sa ≤ 0,81Sn
1.2.7 - Alvo Padrão (Norma DIN 50010):
É um acio nador nor mali zado utili zado para cali brar a
distân cia sen sora nomi nal du rante o proc esso de fab ri -
cação do sen sor. Con siste de uma chapa de aço de 1mm
de espes sura, for mato quad rado. O lado de ste quad rado
é iqual ao diâme tro do cír culo da face sen sora ou 3 vezes
a distân cia sen sora nomi nal quando o re sul tado for maior
que o an te rior.
1.2.8 - Ma te rial do Acionador:
A distân cia sen sora opera -
cional varia ainda com o tipo de
metal, ou seja, é es pe ci fi cada
para o ferro ou aço e ne ces sita
ser mul ti pli cada por um fa tor de
re dução.
1.3 - Histerese:
É a dif er ença en tre o ponto de aciona mento (quando o
alvo metálico aproxima- se da face sen sora) e o ponto de
de sa ciona mento (quando o alvo afasta- se do sen sor).
Este valor é im por tante, pois garante uma dif er ença en tre
o ponto de aciona mento e de sa ciona mento, evi tando que
em uma possível vi bração do sen sor ou acio nador, a
saída os cile.
1.4 - Repetibilidade:
Pode ser considerado como a precisão do ponto de
acionamento. Este parâmetro quantifica a variação da
distância sensora nom i nal com as variações de tempo,
temperatura e tensão de alimentação. É calculado como
a máxima variação da distância sensora, en tre dois
acionamentos consecutivos em um processo de 8 horas
(+15
o
C ≤ temp ≤ +30
o
C) com ±5% de derivação da tensão
de operação, normalmente é expresso em mm.
Sense 1-1.1
In tro dução
BBOOBBIINNAA
FFAACCEE SSEENNSSOORRAA
CCAAMMPPOO EELLEETTRROOMMAAGGNNÉÉTTIICCOO
AACCIIOONNAADDOORR MMEETTÁÁLLIICCOO
1
m
m
1
m
m
LL


d ³ d 0,81xSn 0,81xSn
FURO 3d
d
ACIONADOR ACIONADOR
1.5 - Embutido:
Este tipo de sen sor tem o
campo ele tro magné tico
emerg indo ape nas na face
sen sora e per mite que seja
mon t ado em uma su -
perfície metálica.
1.6 - Não Embutido:
Neste tipo, o campo ele tro -
magné t i co emer ge
t ambém na su perf í ci e
lateral da face sen sora,
sensível à pre sença de
metal ao seu redor.
Ma te rial Fa tor
Ferro ou Aço 1,0
Cromo Níquel 0,9
Aço Inox 0,85
Latão 0,5
Alumínio 0,4
Co bre 0,3
5500mmmm
MM1122
IIMMPPOOSSSSÍÍVVEELL
D
D
d
d
D
D
a
a
O
O
N
N
O
O
F
F
F
F
2 - Sen sores de Proxi mi dade Ca paci ti vos:
Os sen sores de proxi mi dade ca paci ti vos são eq ui pamen -
tos ele trôni cos ca pazes de de tec tar a pre sença ou ap roxi -
mação de ma te ri ais orgâni cos, plás ti cos, pós, líqui dos,
ma dei ras, papéis, me tais, etc.
2.1 - Princípio de Fun ciona mento:
O princípio de fun ciona mento baseia- se na geração de
um campo elétrico, de sen vol vido por um os ci la dor con -
tro lado por ca paci tor.
O ca paci tor é for mado por duas pla cas metáli cas, car re -
gadas com car gas elétri cas opos tas, mon ta das na face
sen sora, de forma a pro je tar o campo elétrico para fora do
sen sor, for mando assim um ca paci tor que pos sui como
die létrico o ar.
Quando um ma te rial aproxima- se da face sen sora, ou
seja, do campo elétrico, o die létrico do meio se al tera, al -
ter ando também o die létrico do ca paci tor fron tal do sen -
sor. Como o os ci la dor do sen sor é con tro lado pelo
ca paci tor fron tal, quando ap roxi ma mos um ma te rial, a
ca pacitân cia também se al tera, pro vo cando uma mu -
dança no cir cuito os ci la dor. Esta variação é con ver tida
em um si nal contínuo, que com parado com um valor pa -
drão, passa a atuar no estágio de saída.
2.2 - Face Sen sora:
É a su perfície onde emerge o campo elétrico. É im por -
tante no tar que os mode los não em bu ti dos, com re gião
sen sora lat eral, são sensíveis aos ma te ri ais a sua volta.
2.3 - Distân cia Sen sora Nomi nal (Sn):
É a distân cia sen sora teórica, a qual utiliza um alvo pa -
drão como acio nador e não con sid er a as variações cau -
sa das pela indus tri ali zação, tem pera tura de op eração e
tensão de ali men tação. É a distân cia em que os sen sores
são es pe ci fi ca dos.
2.4 - Alvo Pa drão:
As distân cias sen soras nos sen sores ca paci ti vos são es -
pe ci fi ca das para o acio nador metálico de aço SAE 1020
quad rado, com lado igual a 3 vezes a distân cia sen sora
para os mode los não em bu ti dos, (na grande maio ria) e
em al guns pou cos ca sos de sen sores ca paci ti vos em bu ti -
dos utiliza- se o lado do quad rado igual ao diâme tro do
sen sor.
2.5 - Distân cia Sen sora Efetiva (Su):
Valor in flu en ci ado pela indus tri ali zação e con sid er a as
variações cau sa das pela tem pera tura de op eração:
0,9Sn ≤ Sr ≤ 1,1Sn
Su = ± 10% Sr
0,81Sn ≤ Su ≤ 1,21Sn
2.6 - Distân cia Sen sora Opera cional (Sa):
É a distân cia que ob ser va mos na prática, sendo consi-
derados os fa to res de indus tri ali zação (81% Sn) e um fa -
tor que é pro por cional ao die létrico do ma te rial a ser de -
tec tado, pois o sen sor ca paci tivo re duz sua distân cia
quanto me nor o die létrico do acio nador.
Sa = 0,81 . Sn . F(ε)
2.7 - Ma te rial a ser De tec tado:
A ta bela abaixo in dica o die létrico dos prin ci pais ma te ri -
ais, para efeito de com paração; sendo in di cado sem pre
um teste prático para de ter mi nação da distân cia sen sora
efetiva para o acio nador utili zado.
Ma te rial ε
ar, vácuo 1
óleo, pa pel, pe tróleo, poliu re tano, paraf ina, sili cone, tef lon 2 a 3
ar aldite, baquelite, quartzo, ma dei ras 3 a 4
vidro, pa pel grosso, bor ra cha, por ce lana 4 a 5
már more, pe dras, ma dei ras pe sa das 6 a 8
água, al coóli cos, soda cáus tica 9 a 80
2.8 - Ajuste de Sen si bili dade:
O ajuste de sen si bili dade dos sen sores ca paci ti vos é pro -
te gido por um para fuso, que im pede a pene tração de
líqui dos e va pores no sen sor.
O ajuste de sen si bili dade presta- se prin ci pal mente para
di mi nuir a in fluên cia do aciona mento lat eral no sen sor,
diminuindo- se a distân cia sen sora. Per mite ainda que se
de tecte al guns ma te ri ais den tro de ou tros, como por
ex em plo: líqui dos den tro de gar ra fas ou res er vatórios
com vi so res de vidro, pós den tro de embala gens, ou flui -
dos em ca nos ou manguei ras plás ti cas.
1-1.2 Sense
In tro dução
RREEGGIIÃÃOO SSEENNSSOORRAA
FFAACCEE SSEENNSSOORRAA
1
1
0
0
2
2
0
0
3
3
0
0
4
4
0
0
5
5
0
0
6
6
0
0
7
7
0
0
8
8
0
0
9
9
0
0
1
1
0
0
0
0
1
1
S
S
r
r


(
(
%
%
)
)
1
1
0
0
3
3
0
0
2
2
0
0
4
4
0
0
5
5
0
0
6
6
0
0
7
7
0
0
8
8
0
0
E
E
r
r
A
A


+
+
B
B


-
-
B
B


-
-
A
A


+
+
A
A


+
+
B
B


-
-
3 - Sen sores Fo toe létri cos:
Os sen sores fo toe létri cos, também con he ci dos por sen -
sores óp ti cos, ma nipu lam a luz de forma a de tec tar a pre -
sença do acio nador, que na maio ria das apli cações é o
próprio pro duto.
3.1 - Princípio de Fun ciona mento:
Baseiam- se na trans missão e re cepção de luz in fraver -
melha (in visível ao ser hu mano), que pode ser re fletida ou
in ter rom pida por um ob jeto a ser de tec tado.
Os fo toe létri cos são com pos tos por dois cir cui tos bási -
cos: um re sponsável pela emissão do feixe de luz, de -
nominado trans mis sor, e ou tro re sponsável pela
re cepção do feixe de luz, de nominado re cep tor.
O trans mis sor en via o feixe de luz através de um fo to di -
odo, que emite flashes, com alta potên cia e curta du -
ração, para evi tar que o re cep tor con funda a luz emi tida
pelo trans mis sor com a ilu mi nação am bi ente.
O re cep tor é com posto por um fo to tran sis tor sensível a
luz, que em con junto com um fil tro sin toni zado na mesma
fre quên cia de pul sação dos flashes do trans mis sor, faz
com que o re cep tor com preenda somente a luz vinda do
trans mis sor.
3.2 - Sistema por Bar reira:
O trans mis sor e o re cep tor estão em uni dades dis tin tas e
de vem ser dis pos tos um frente ao ou tro, de modo que o
re cep tor possa con stan te mente re ce ber a luz do trans -
mis sor. O aciona mento da saída ocor rerá quando o ob -
jeto a ser de tec tado in ter romper o feixe de luz.
3.2.1 - Distân cia Sen sora Nomi nal (Sn):
A distân cia sen sora nomi nal (Sn) para o sistema por bar -
reira é es pe ci fi cada como sendo a máxima distân cia en -
tre o trans mis sor e o re cep tor, o que não im pede o
con junto de ope rar com distân cias me nores. Dis ponível
para distân cias de até 150m.
3.2.2 - Di mensões Míni mas do Ob jeto:
Quando um ob jeto pos sui di -
mensões me nores que as míni -
mas re comen da das, o feixe de
luz con torna o ob jeto e at inge o
re cep tor, que não acusa o
aciona mento. Nes tes ca sos
deve- se utilizar sen sores com
distân cia sen sora me nor e con -
se quen te mente per mitem a de -
teção de ob je tos me nores.
3.3 - Sistema por Di fusão (Fo to sen sor):
Neste sistema o trans mis sor e o re cep tor são mon ta dos
na mesma uni dade. Sendo que o aciona mento da saída
ocorre quando o ob jeto a ser de tec tado en tra na re gião de
sen si bili dade e re flete para o re cep tor o feixe de luz emi -
tido pelo trans mis sor.
3.3.1 - Distân cia Sen sora Nomi nal (Sn):
A distân cia sen sora nomi nal no sistema por di fusão é a
máxima distân cia en tre o sen sor e o alvo pa drão.
3.3.1.1 - Alvo Pa drão:
O alvo pa drão no caso dos sen sores por di fusão é uma
folha de pa pel fo to gráfico branco com ín dice de re fle -
tividade de 90%, com di mensões es pe ci fi ca das para
cada mod elo de sen sor. Utili zado du rante a indus tri ali -
zação para cali bração da distân cia sen sora nomi nal (Sn).
3.3.2 - Distân cia Sen sora Efetiva (Su):
Valor in fluen ci ado pela indus tri ali zação e con sid er a as
variações cau sa das pela tem pera tura de op eração:
0,9Sn ≤ Sr ≤ 1,1Sn
Su = ± 10% Sr
0,81Sn ≤ Su ≤ 1,21Sn
3.3.3 - Distân cia Sen sora Opera cional (Sa):
Para os mode los tipo fo to sen sor ex is tem vários fa to res
que in flu en ciam o valor da distân cia sen sora opera cional
(Sa), ex pli ca dos pe las leis de re flexão de luz da física.
Sa = 0,81 . Sn . F (cor, ma te rial, rugo si dade, ou tros)
Abaixo, apre sen ta mos 2 ta be las que ex em pli fi cam os fa -
to res de re dução em função da cor e do ma te rial do ob jeto
a ser de tec tado.
Cor Fc Ma te rial Fm
branco 0,95 a 1,00 metal po lido 1,20 a 1,80
amarelo 0,90 a 0,95 metal us inado 0,95 a 1,00
verde 0,80 a 0,90 pa péis 0,95 a 1,00
ver melho 0,70 a 0,80 ma deira 0,70 a 0,80
azul claro 0,60 a 0,70 bor ra cha 0,40 a 0,70
vio leta 0,50 a 0,60 pa pelão 0,50 a 0,60
preto 0,20 a 0,50 pano 0,50 a 0,60
Nota: Em ca sos onde há a ne ces si dade da de ter mi nação ex ata do fa tor
de re dução, deve- se fazer um teste prático, pois ou tros fa to res po dem
in fluen ciar a distân cia sen sora, tais como: rugo si dade, to nali dade, cor,
di mensões, etc. Lem bra mos também que os fa to res são acu mu la ti vos,
como por ex em plo: pa pelão (0,5) preto (0,5) gera um fa tor de 0,25.
3.3.4 - Zona Morta:
É a área próxima ao sen sor,
onde não é possível a de tecção
do ob jeto, pois nesta re gião não
ex iste um ân gulo de re flexão da
luz que chegue ao re cep tor.
A zona morta nor mal mente é
dada por: 10 a 20% de Sn.
Sense 1-1.3
In tro dução
TTRRAANNSSMMIISSSSOORR DDEE LLUUZZ
LLuuzz OOffff
LLuuzz OOnn
44uuss
7722uuss
OOffff
OOnn
SSaaííddaa ddoo SSeennssoorr
IInntteennssiiddaaddee ddee
LLuuzz RReecceebbiiddaa
RREECCEEPPTTOORR DDEE LLUUZZ
OFF ON
OFF ON
3.4 - Sistema Re fle tivo:
Este sistema apre senta o trans mis sor e o re cep tor em
uma única uni dade. O feixe de luz chega ao re cep tor
somente após ser re fle tido por um espelho prismático, e o
aciona mento da saída ocor rerá quando o ob jeto a ser de -
tec tado in ter romper este feixe.
3.4.1 - Distân cia Sen sora Nomi nal (Sn):
A distân cia sen sora nomi nal (Sn) para o sistema re fle tivo
é es pe ci fi cada como sendo a máxima distân cia en tre o
sen sor e o espelho prismático, sendo possível montá- los
com distân cia me nor. Dis poníveis para até 6m.
3.4.2 - Espelho Prismático:
O espelho per mite que o feixe de
luz re fle tido para o re cep tor seja
paralelo ao feixe trans mi tido pelo
transmissor, de vido as su perfícies
in clina das a 45
o
, o que não acon -
tece quando a luz é re fletida di re -
ta mente por um ob jeto, onde a luz
se es palha em vários ân gu los.
A distân cia sen sora para os mode -
los re fle ti vos é em função do ta -
manho (área de re flexão) e, o tipo
de espelho prismático utili zado.
3.4.3 - De teção de Trans par en tes:
A de tecção de ob je tos trans par en tes, tais como: gar ra fas
de vidro, vidros pla nos, etc; po dem ser de tec ta dos com a
an gu lação do feixe em re lação ao ob jeto, ou através de
po ten ciôme tros de ajuste de sen si bili dade, mas sem pre
aconselha- se um teste prático.
A de tecção de gar ra fas plás ti cas tipo PET, requ erem sen -
sores es pe ci ais para esta fi nali dade.
3.4.4 - Detecção de Objetos Brilhantes:
Quando o sistema re fle tivo for utili zado na de tecção de
ob je tos bril han tes ou com su perfícies po li das, tais como:
en gra da dos plás ti cos para va sil hames, eti que tas bril han -
tes, etc; cui da dos es pe ci ais de vem ser to ma dos, pois o
ob jeto neste caso pode re fletir o feixe de luz.
Atuando as sim, como se fosse o espelho prismático, oca -
sion ando a não in ter rupção do feixe, con fund indo o re -
cep tor que não aciona a saída, oca sion ando uma falha de
de teção. A fim de evi tar que isto ocorra, aconselha- se
utilizar um dos méto dos:
3.4.4.1 - Mon ta gem An gu lar:
Con siste em mon tar o sistema sen sor-espelho de forma
que o feixe de luz forme um ân gulo de 10
o
a 30
o
em re -
lação ao eixo per pen dicu lar ao ob jeto.
3.4.4.2 - Fil tro Polari zado:
Ex is tem sen sores com fil tros polari za dos in cor po ra dos,
que dis pen sam o pro ce di mento an te rior. Es tes fil tros
mecâni cos ser vem para ori en tar a luz emi tida, per mit indo
ape nas a pas sagem de sta luz na re cepção; sendo dife-
rente da luz re fletida pelo ob jeto, que se es palha em to -
das as di reções.
3.5 - Imu ni dade à Ilu mi nação Am bi ente:
Nor mal mente, os sen sores óp ti cos pos suem imu ni dade
à ilu mi nação am bi ente, pois op eram em fre quên cias di-
ferentes. Mas po dem ser afe ta dos por uma fonte muito
intensa, como por ex em plo, uma lâm pada fluorescente
de 40W a 15cm do sen sor, ou um raio so lar in cid indo di re -
ta mente so bre as len tes.
3.6 - Meio de Propa gação:
Entende- se como meio de propa gação, o meio onde a luz
do sen sor de verá per cor rer. A at mos fera, em al guns ca -
sos, pode es tar po luída com partícu las em sus pensão, di -
fi cul tando a pas sagem da luz.
A ta bela abaixo apre senta os fa to res de at mos fera que
de vem ser acresci dos no cál culo da distân cia sen sora
opera cional (Sa).
Con dições Fatm
Ar puro, po dendo ter umi dade sem con den sação 1
Fu maça e fi bras em sus pensão, com al guma
con den sação
0,4 a 0,6
Fu maça pe sada, muito pó em sus pensão e alta
con den sação
0 a 0,1
1-1.4 Sense
In tro dução
FFEEIIXXEE DDEE LLUUZZ
EESSPPEELLHHOO
PPRRIISSMMÁÁTTIICCOO
E
E
S
S
P
P
E
E
L
L
H
H
O
O
O
O
B
B
J
J
E
E
T
T
O
O
L
L
S
S
E
E
N
N
S
S
O
O
R
R
R
R
V
V
M
M
5
5
Filtro Vertical
Filtro Horizontal
3
3
K
K
1
1
0
0
K
K
1
1
M
M
1
1
0
0
0
0
K
K
F
F
r
r
e
e
q
q
u
u
Sensores Fotoelétricos Sensores Fotoelétricos
Luz Fluorescente Luz Fluorescente Sensores Sensores
Luz Luz
Infravermelho Infravermelho
Alta Frequência Alta Frequência Convencionais Convencionais
Fluores- Fluores-
cente cente
êênncciiaa((HHzz))
IInntteennssiiddaaddee
ddaa LLuuzz
RReefflleettiiddaa
4 - Con figu rações Elétri cas em C. Con tinua:
Os sen sores de proxi mi dade pos suem dif eren tes ti pos de
estágio de saída, o que cha ma mos de con figu ração
elétrica do sen sor.
A con figu ração elétrica em cor rente contínua é muito
usual na área de auto mação de proc es sos, e sem pre
deve ser a pri meira opção du rante o pro jeto.
4.1 - Sen sores de Cor rente Contínua a 3 e 4 fios:
Os sen sores de proxi mi dade em cor rente contínua são
ali men ta dos por uma fonte em CC. Pos suem no estágio
de saída um tran sis tor que tem como função chavear (li -
gar e des li gar) a carga conec tada ao sen sor.
Ex iste, ainda, dois ti pos de tran sis tor de saída, um que
chaveia o ter mi nal posi tivo da fonte de ali men tação, con -
he cido como PNP; e o tipo que chaveia o nega tivo da
fonte, con he cido como NPN.
4.1.2 - Função de Saída:
4.1.2.1 - Nor mal mente Ab erto - NA:
Onde o tran sis tor de saída está nor mal mente cor tado, ou
seja: com o sen sor de sa tuado (sem o acio nador na re gião
de sen si bili dade), a carga está de sener gi zada, pois o
tran sis tor de saída está ab erto (cor tado). A carga só será
en er gi zada quando o acio nador en trar na re gião de sen -
si bili dade do sen sor.
4.1.2.2 - Nor mal mente Fechado - NF:
Onde o tran sis tor de saída está nor mal mente satu rado,
ou seja: com o sen sor de sa tuado (sem o acio nador na re -
gião de sen si bili dade), a carga está en er gi zada, pois o
tran sis tor de saída está fechado (satu rado). A carga só
será de sener gi zada quando o acio nador en trar na re gião
de sen si bili dade do sen sor.
4.1.2.3 - Saída Re ver sora:
Em um mesmo sen sor, po demos ter uma saída nor mal -
mente ab erta e outra nor mal mente fechada, que per mu -
tam quando o sen sor é acio nado.
4.1.3 - Cor rente de Chavea mento:
Esta é uma das carac terís ti cas mais im por tante dos sen -
sores de cor rente contínua, pois de ter mina a potên cia da
carga. É con cei tuada como a máxima cor rente que pode
ser comu tada pelo tran sis tor de saída sem danificá- lo.
Se o sen sor não pos sui um cir cuito de pro teção con tra
curto cir cuito, qualquer sobre carga dani fi cará per ma nen -
te mente o tran sis tor de saída.
4.1.4 - Tensão de Ali men tação:
Nor mal mente, os sen sores de proxi mi dade in du ti vos
apre sen tam uma faixa para a tensão de ali men tação,
onde o sen sor pode ope rar em qualquer tensão den tro da
faixa, ex: 10 a 30Vcc.
4.1.4.1 - Queda de Tensão:
É o resíduo de tensão en tre o co -
le tor/emis sor do tran sis tor de
saída, sendo um valor nor mal -
mente abaixo de 2V.
Cui dado:
Quando utilizar sen sores do tipo
NPN comu tando por tas TTL,
ver ifique se o sen sor pos sui
queda de tensão me nor que
0,5V, pois a queda de tensão
pode ser in ter pre tada como se o
sen sor es tivesse acio nado.
4.1.5 - Re sistên cia de Saída:
Os sen sores in du ti vos nor mal -
mente são for ne ci dos com re -
sistên cia de co le tor no tran sis tor
de saída, esta serve para di mi -
nuir a im pedân cia do cir cuito
quando o tran sis tor está cor tado.
4.1.6 - Pro teção Con tra In versão de Po lari dade:
To dos os sen sores de cor rente contínua pos suem pro -
teção con tra in versão de po lari dade (troca do ter mi nal
posi tivo pelo nega tivo).
4.1.7 - Pro teção Con tra Curto Circuito:
Quase todos os sensores Sense possuem proteção con -
tra curto circuito e sobrecarga.
Existem tres tipos de proteção disponíveis:
4.1.7.1 - Proteção Oscilante:
Esta proteção desliga o tran sis tor de saída, quando a
corrente de saída está acima do máximo permitido
gerando um sinal pulsado sobre a carga.
4.1.7.2 - Pro teção Térmica:
Neste tipo de proteção usa um re sis tor térmico em
conjunto com o tran sis tor de saída, que em con dição nor -
mal de operação apresenta baixa impedância (cerca de
1Ω) e em caso de sobrecarga rapidamente eleva sua
resistência, desenergizando a saída, protegendo o sen -
sor. Após a sobrecarga o sen sor necessita de alguns
segundos para reestabelecer a impedância do re sis tor
térmico.
4.1.7.3 - Proteção Microprocessada:
A sobrecarga e o curto circuito é testado rapidamente
pelo microprocessador an tes mesmo que qualquer dano
possa ocorrer no tran sis tor de saída, sendo sinalizado
pelo led do sen sor que pisca 2 vezes por segundo
enquando durar a anomalia.
É importante lembrar que mesmo os sensores com
proteção podem ser danificados por pulsos de tensão
quando a energia for maior que a máxima suportada.
Sense 1-1.5
In tro dução
++
--
CCAARRGGAA
VVcccc
TTrraannssiissttoorr
NNPPNN
T
T
r
r
a
a
n
n
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s
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+
+
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-
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+
+
L
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m
p
p
a
a
d
d
a
a
Cuidado:
Na in sta lação e manutenção,
pois uma fer ra menta que en -
coste nos ter mi nais dani fica
in stan ta nea mente o sen sor.
Lembre-se:
Vál vu las so lenóides, lâm pa -
das, pos suem alta cor rente
de pico que pode dani fi car o
sen sor.
TTrraannssiissttoorr
PPNNPP
--
CCAARRGGAA
++
VVcccc
-
-
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c
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l
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l
e
e
L
L
e
e
d
d
4.2 - Mode los em Cor rente Contínua a 2 fios:
Nesta versão, o estágio de saída pos sui ape nas dois ter -
mi nais, que de vem ser li ga dos em sé rie com a carga.
Quando a carga está de sener gi zada, flui uma pe quena
cor rente re sid ual na carga, e quando a carga está en er gi -
zada, surge uma queda de tensão no sen sor. Isto porque
o sen sor é ali men tado pela carga (li gada em sé rie).
4.2.1 - Tensão Re sid ual:
Quando o sen sor está acio nado, aparece uma queda de
tensão de ap roxi ma da mente 5V, que deve ser consi-
derada para efeito da en er gi zação da carga, prin ci pal -
mente em cir cui tos ele trôni cos e con tro la dores pro -
gramáveis (ex em plo: com a ali men tação de 24Vcc, o
sen sor for nece 19V a carga, que deve se gu ra mente ser
ne cessária para o aciona mento da carga).
4.2.3 - Cor rente Re sid ual:
É a cor rente que cir cula pela carga quando o sen sor está
de sa cio nado, com valor de ap roxi ma da mente 2,5mA, ne -
cessária para ali men tação do sen sor.
Deve- se cer ti fi car que car gas de alta im pedân cia, como
con tro la dores, não se jam aciona das de vido a cor rente de
fuga.
4.2.4 - Carga Mínima:
O sen sor a dois fios requer uma carga mínima, ap roxi ma -
da mente 5mA, para man ter o sen sor ali men tado en -
quanto a carga es tiver en er gi zada.
Deve- se tomar o cui dado de che car a cor rente de con -
sumo, prin ci pal mente de con tro la dores lógi cos, vi sando a
com pati bili dade en tre os eq ui pamen tos.
4.3 - Sensores de Corrente Contínua Tipo Namur:
Esta con figu ração é muito se mel hante aos sen sores de
cor rente contínua con ven cionais, diferenciando- se a-
penas por não pos suir o estágio de saída, com o tran sis -
tor de chavea mento. Sendo nor mal mente utili zada para
sen sores in du ti vos de pe que nas di mensões, onde cir cui -
tos ele trôni cos mais com plexos e maiores não se riam
possíveis de mon tar.
Outra aplicação típica para os sensores Namur são as
atmosferas potencialmente explosivas de Indústrias
Químicas e Petroquímicas, pois não possuem estágio de
saída comutando potências elevadas.
Po dem ser con struídos se gundo as Nor mas de Se -
gurança In trín seca, que prevêem a ma nipu lação de baixa
en er gia elétrica, evi tando a deto nação da at mos fera quer
por faís cas elétri cas ou pelo efeito térmico de su perfícies
aque ci das.
4.3.1 - Princípio de Funcionamento:
Fo ram es pe ci al mente pro je ta dos se gundo as es pe ci fi -
cações da Norma Técnica DIN19234, que prevê o sen sor
sem o estágio de saída. O cir cuito con some uma cor rente
de ap roxi ma da mente 3mA, quando está de sa cio nado.
Com a ap roxi mação do alvo metálico que ab sorve en er -
gia do campo ele tro magné tico, o con sumo de cor rente
cai para ap roxi ma da mente 1mA.
4.3.2 - Amplificador Externo:
Como o sen sor in du tivo tipo Na -
mur não pos sui am pli fi ca dor in -
terno, deve ser conec tado ao
am pli fi ca dor ex terno que de -
tecterá a variação de cor rente
en tre 3mA e 1mA, po dendo
acionar um tran sis tor para
comu tação de car gas de potên -
cia.
4.3.3 - Bar reira de Se gurança In trín seca:
Os sen sores Na mur de vem ser conec ta dos com Re pe ti -
dores Digi tais In trin se ca mente Se gu ros (Bar rei ras de Se -
gurança In trín seca), que são os eq ui pamen tos ca pazes
de limi tar a en er gia elétrica en viada ao sen sor, de forma a
não ex is tir en er gia ar maze nada no sen sor ca paz de deto -
nar a at mos fera po ten ci al mente ex plo siva.
Cui dado:
As Bar rei ras de Se gurança I n t ri n seca po dem
apresentar- se como os am pli fi ca dores, que não são
próprios para in sta lações in trin se ca mente se gu ras e
põem em risco a se gurança da in sta lação.
4.3.4 - Cer ti fi cado:
Como os in stru men tos da Sense, to dos os eq ui pamen tos
elétri cos para áreas clas si fi ca das de vem pos suir um Cer -
ti fi cado de Con for mi dade, emi tido pelo In me tro/ Ce pel,
at es tando que os pro dutos fo ram pro je ta dos e con stru -
idos de acordo com as nor mas técni cas e não colo cam
em risco as in sta lações.
1-1.6 Sense
In tro dução
AAZZ
MMRR II
88VVcccc ++ 55%%
--
DDeessaacciioonnaaddoo ((DD)) AAcciioonnaaddoo ((AA))
11 >> 33mmAA 11 << 11mmAA
+
+


8
8


V
V
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1
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t
o
o
s
s
4.4 - Associação de Sensores:
Os sensores de proximidade com configuração elétrica
em corrente contínua permitem a associação em série ou
em paralelo, tomando-se os devidos cuidados.
4.4.1 - Associação em Série:
Neste tipo de associação nota-se que a tensão re sid ual
pode chegar a val ores si gni f i cat i vos, port ant o
aconselha-se calcular a queda de tensão na carga:
Vc ≤ V - n . Vres
Vc - tensão mínima permissível
V - tensão de alimentação
Vres - tensão re sid ual no sen sor
n - número de sensores
Deve-se ainda analizar a corrente de chaveamento, que
nos primeiros sensores pode chegar a valores acima do
permitido.
I = Ic + (n - 1) . Icons < Im
I - corrente de chaveamento no 1
o
sen sor
Ic - corrente de carga
Icons - corrente de consumo do sen sor
Im - máxima corrente de chaveamento permissível no 1
o
sen sor
n - número de sensores
Obs: Também é possível a conexão dos sensores com
contatos mecânicos.
4.4.2 - Associação em Paralelo:
Neste tipo de associação deve-se colocar um diodo em
cada saída, para evitar que ao acionar um sen sor, não
acenda o led dos outros.
Obs: Também é possível a conexão dos sensores com
contatos mecânicos.
5 - Fonte de Ali men tação:
A fonte de ali men tação para sen sores em cor rente
contínua é muito im por tante, pois dela de pende a es ta -
bili dade de fun ciona mento e a vida útil do sen sor.
Uma boa fonte de ali men tação deve pos suir fil tros que di -
minuem os efei tos dos ruídos elétri cos (tran sistórios)
gera dos pe las car gas, que po dem até dani fi car os sen -
sores de proxi mi dade e ou tros eq ui pamen tos ele trôni cos,
conec ta dos a fonte. De sta forma, in dica mos a utili zação
de fon tes regu la das ou chavea das, que ape sar do custo
ini cial maior, propi ciam maior con fi abili dade na in sta -
lação.
5.1 - Onda Com pleta:
Esta fonte não é ade quada, pois o rip ple é muito alto (rip -
ple >10%) e ex is tem os pon tos próxi mos a t
1
, t
2
, em que a
tensão é pra ti ca mente nula, além da tensão de pico ser
muito maior que o valor médio.
5.2 - Re ti fi cada com Fil tro:
Esta fonte pode ser ade quada de pen dendo do rip ple, que
deve ser cal cu lado com to das as car gas li gadas a fonte.
Ideal para car gas in fe ri ores a 300mA.
5.3 - Fonte Trifásica:
Esta fonte apre senta rip ple ≤5%sem o uso de ca paci tor
de fil tro e também pode ser apli cada com sen sores desde
que não ex is tam mui tas car gas in du ti vas.
5.4 - Regu lada:
Esta fonte é a mais ade quada para apli cação com sen -
sores in du ti vos, pois a saída de tensão per manece cons-
tante in de pen den te mente das variações da rede elétrica.
Sense 1-1.7
In tro dução
11
PPNNPP
PPNNPP
22
II
VVcccc
PPNNPP
nn
VVcc
-
-
+
+
V
V
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+
+
+
+
+
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t
-
-
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+
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é
r
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e
5.5 - Fon tes Chavea das:
As fon tes chavea das nor mal mente pos suem a saída pro -
te gida con tra curto cir cuito na carga, e com ple ta mente
es ta bi li zada in de pen dente das variações da rede
elétrica.
De vido ao sistema de re ti fi cação e os ci lação, a fonte
elimina os pi cos de tensão gera dos pela rede, au men -
tando as sim a vida útil dos sen sores de proxi mi dade e ou -
tros cir cui tos ele trôni cos li ga dos a fonte.
5.6 - Rip ple:
O rip ple é a on du lação da
tensão contínua, sendo uma
com po nente CA, faz com que
o sen sor os cile a saída (man -
tendo o led meio aceso) e po -
dendo cau sar danos i r -
reparáveis ao sen sor. Nor mal -
mente, os sen sores su por tam
até 10% de rip ple.
5.7 - Ruídos de Linha:
A fonte de ali men tação que
ser vir a sen sores de proxi mi -
dade e a ele men tos gera dores
de ruídos tais como: vál vu las
so lenóides, ele tro imãs, etc;
pos suirá ruídos que poderão
in tro duzir aciona men tos in de -
vi dos, ou até mesmo dani fi car
os sensores.
Exemplo de Instalação Desaconselhável:
Nota: Em siste mas com mui tas car gas in du ti vas, aconselha- se utilizar fon tes separa das.
5.7.2 - Ex em plo com Con tro la dor Pro gramável:
A fonte 1 é uma fonte regu lada de baixa potên cia,
somente para con sumo dos cartões de en trada do con -
tro la dor.
Já a fonte 2 é de potên cia e não requer sofisti cação, po -
dendo ser sim ples mente um re ti fi ca dor, o que nor mal -
mente é sufi ciente para car gas in du ti vas.
6 - Sen sores de Cor rente Al ter nada:
Os sen sores de cor rente al ter nada fo ram, ver dadei ra -
mente, de sen vol vi dos para a sub sti tuição das chaves fim
de curso. Pos suem o estágio de saída com posto por um
ti ris tor, próprio para chavea mento de cor rente al ter nada,
conec tado ex ata mente como um con tato mecânico.
6.1 - Princípio de Fun ciona mento:
O sen sor de cor rente al ter nada a 2 fios pos sui no estágio
de saída uma ponte re ti fi ca dora em con junto com um
SCR, tor nando o sen sor apto a con duzir cor rente não
polari zada (al ter nada).
Quando o estágio de saída está de sa cio nado, o ti ris tor
per manece blo queado e a carga de sener gi zada, sendo
que uma pe quena cor rente de fuga flui através da carga,
ne cessária para man ter o sen sor fun cion ando e in sufi -
ciente para cau sar queda de tensão sig ni fi ca tiva na
carga.
Quando o estágio de saída está acio nado, o ti ris tor de
saída passa a con duzir, en er gi zando a carga, restando
ape nas uma pe quena queda de tensão no sen sor, que
não in ter fere no fun ciona mento e per mite man ter o sen -
sor ali men tado.
6.2 - Mode los de 3 e 4 Fios:
Es tes mode los utili zam tec nolo gia mais an tiga, sendo
muito se mel han tes aos sen sores de cor rente contínua,
pois pos sui dois fios para ali men tação in terna e um ter -
ceiro que é conec tado a carga, po dendo ser nor mal -
mente ab erto, fechado ou re versível.
6.3 - Tensão de Ali men tação:
Nor mal mente, os sen sores de proxi mi dade in du ti vos
apre sen tam uma faixa para a tensão de ali men tação,
onde o sen sor pode ope rar em qualquer tensão den tro da
faixa, ex em plo: 20 a 250 Vca.
6.4 - Tensão Re sid ual:
É a queda de tensão que per manece no sen sor quando a
carga está en er gi zada, torna- se im por tante com car gas
de alta im pedân cia. No sen sor a 3 fios a queda de tensão
é muito pe quena (1Vca) e nos sen sores a 2 fios a queda é
maior (de 4 a 10Vca de pen dendo do fab ri cante), pois
este resíduo de tensão mantém o sen sor ali men tado.
6.5 - Cor rente Máxima de Chavea mento:
É a máxima cor rente que o
sen sor pode comu tar sem
dani fi car per ma nen te mente
o ti ris tor de saída. Nor mal -
mente os sen sores são fab ri -
ca dos para 500mA.
1-1.8 Sense
In tro dução
tt11
VVcccc
tt22
tt
+
+
V
V
m
m
t
t
+
+
V
V
V
V
p
p
V
V
p
p
Ripple
Vp
Vm
x = 100%
VVrreess
CCaarrggaa
VVrreess
CCaarrggaa
C
C
a
a
r
r
g
g
a
a
I
I
L
L
6.6 - Cor rente de Surto:
É a máxima cor rente de pico
per mi tida no liga mento (na
cha mada) de um cir cuito in -
du tivo (so lenóides, chaves
magné ti cas, etc). Nor mal -
mente, é es pe ci fi cada com
du ração me nor que 20ms e
uma fre quên cia de aciona -
mento me nor que 1Hz, com
va lo res típi cos de 2A e 4A.
6.7 - Cor rente Re sid ual:
É a cor rente que cir cula pela carga quando o ti ris tor de
saída está blo queado e é ne cessária para ali men tação in -
terna do sen sor. No caso do sen sor a 2 fios, este valor
nor mal mente é me nor que 5mA; e no mod elo a 3 fios é
pra ti ca mente nulo.
Cui dado: em apli cações com con tro la dores pro -
gramáveis e sen sores a 2 fios, veri fique se a cor rente re -
sid ual não acion ará o cartão de en trada, pois pode cau sar
queda de tensão en ten dida como nível lógico “1".
6.8 - Cor rente de Carga Mínima:
Os sen sores a 2 fios ne ces si tam de uma cor rente
mínima, para man ter o sen sor ali men tado quando a
carga es tiver acionada. Por tanto, a carga deve con su mir
no mínimo 5mA, para evi tar que das de tensões ele va das
quando o sen sor está de sa cio nado.
6.9 - Cor rente de Con sumo:
Este parâme tro é aplicável somente a sen sores a 3 fios,
sendo me dido com a carga desconec tada, in di cando as -
sim, a cor rente que real mente é con su mida ape nas para
o fun ciona mento do sen sor.
6.10 - Pro teções:
Os sen sores in du ti vos CA pos suem um var is -
tor que limita a tensão contra- eletromotriz,
gerada na ab er tura das car gas in du ti vas.
Quando a cor rente de surto é acima do per mi -
tido pelo sen sor, o var is tor tende a limi tar,
pro vo cando a que ima de seus cris tais, redu-
zindo as sim a vida útil do sen sor.
7 - Cui da dos na In sta lação:
Neste capítulo, rela ciona mos os prin ci pais cui da dos que
o usuário deve ob ser var du rante a in sta lação e op eração
dos sen sores ele trôni cos de proxi mi dade.
A não ob ser vação destes it ens pode pro vo car o mau fun -
ciona mento e até mesmo um dano per ma nente no sen -
sor, com a con se quente perda da garan tia.
Em ca sos de dúvidas quanto a se leção do sen sor mais
ade quado a sua apli cação, ou mesmo quanto a es clare ci -
men tos técni cos, re comen da mos en trar em con tato com
nosso depto. de En gen haria de Apli cações.
7.1 - Cui da dos Gerais:
Abaixo ilus tra mos os prin ci pais cui da dos que de vem ser
ob ser va dos du rante a in sta lação do sen sor.
7.1.1 - Cabo de Con exão:
Evi tar que o cabo de con exão do sen sor seja sub metido a
qualquer tipo de es forço mecânico.
7.1.2 - Os ci lação:
Como os sen sores são im preg na dos com res ina, é
possível utilizá- los em máqui nas e eq ui pamen tos com
movi men tos, mas de ve mos fixar o cabo junto ao sen sor,
através de bra çadei ras ou su porte com para fuso, per -
mit indo que somente o meio do cabo os cile, evi tando
de sta forma, a que bra do cabo.
7.1.3 - Su porte de Fixação:
Evi tar que o sen sor sofra im pac tos com outras par tes ou
peças, e não seja utili zado como apoio.
Sense 1-1.9
In tro dução
tt
IILL
IISS
II
PPeerrmmaanneennttee SSuurrttoo
RReeggiimmee
7.1.4 - Par tes Móveis:
Du rante a in sta lação, ob ser var at en ta mente a distân cia
sen sora do sen sor e sua po sição, evi tando de sta forma,
im pac tos com o acio nador.
7.1.5 - Por cas de Fixação:
Evi tar o ap erto ex ces sivo das por cas de fixação, não
ultra pas sando o torque máximo, con forme in di cado na ta -
bela abaixo:
Diâme tro
(ro sca)
Metálico Plás tico
M8x1 7Nm -
M12x1 14Nm 1,5Nm
M18x1 60Nm 5Nm
M30x1 170Nm 20Nm
M36x1 120Nm -
M51x1 150Nm -
Nota: Torque máximo para tubos e por cas metáli cas.
7.1.6 - Pro dutos Quími cos:
Nas in sta lações em am bi en tes agres sivos, solici ta mos
con tac tar nosso depto técnico, para es pe ci fi car o sen sor
mais ade quado para a apli cação.
7.1.7 - Con dições Am bi en tais:
Evi tar sub me ter o sen sor a con dições am bi en tais com
tem pera tura de op eração acima dos lim ites do sen sor.
7.2 - Sensores Capacitivos:
Os sen sores ca paci ti vos são influ en cia dos pela den si -
dade do meio onde o sen sor está in sta lado, por tanto,
deve- se tomar cui da dos adi cionais com poeira, umi dade
e acúmulo de de tri tos próximo ao sen sor.
Ou tro ponto im por tante do sen sor ca paci tivo é o po ten -
ciôme tro de ajuste de sen si bili dade, que deve ser pre -
cisamente cali brado e lacrado pelo para fuso de pro teção.
7.3 - Sen sor Fo toe létrico:
Os sen sores fo toe létri cos também estão su jei tos a poeira
e umi dade, por tanto, deve- se pro mover pe ri odica mente
a lim peza dos espel hos e len tes.
Ape sar do grau de pro teção dos sen sores óp ti cos per mi -
tir até respin gos d’água, deve- se evi tar o acúmulo de
líqui dos junto as len tes, pois poderá pro vo car um aciona -
mento falso, quando in ter romper o feixe de luz.
7.4 - Sen sores de Cor rente Contínua:
Utilizar o sen sor para acionar al tas car gas in du ti vas,
poderá dani fi car per ma nen te mente o estágio de saída
dos sen sores sem pro teção con tra curto cir cuito, além de
gerar al tos pi cos de tensão na fonte.
1-1.10 Sense
In tro dução
22
44
VV
cc
cc
7.4.1 - Fonte de Ali men tação:
Vide as re comen dações do item 5 e evite utilizar a mesma
fonte de ali men tação para sen sores de proxi mi dade e cir -
cui tos de aciona mento com al tas car gas in du ti vas, prin ci -
pal mente se a fonte não for regu lada.
7.4.2 - Cablagem:
Con forme as re comen dações das nor mas técni cas,
deve- se evi tar que os ca bos de sen sores de proxi mi dade
e in stru men tos de me dição e con trole em geral util izem
os mes mos eletro dutos que os cir cui tos de aciona mento.
Nota: ape sar de nos sos sen sores pos suirem fil tros para
evi tar ruídos tran sitórios, se os ca bos dos sen sores ou da
fonte de ali men tação utiliza rem as mes mas ca nale tas ou
lei tos de ca bos de cir cui tos com mo to res, freios elétri cos,
con tac to res e dis jun to res, etc; as tensões in duzi das po -
dem pos suir en er gia sufi ciente para dani fi car per ma nen -
te mente os sen sores.
7.5 - Sen sores de Cor rente Al ter nada:
Não se deve utilizar lâm pa das in cadescen tes com os
sen sores de cor rente al ter nada, pois a re sistên cia do fila -
mento quando frio pro voca alto con sumo de cor rente, que
pode dani fi car per ma nen te mente o sen sor.
As car gas in du ti vas, tais como con tac to res, re lés, so -
lenóides, etc; de vem ser bem es pe ci fi ca dos pois tanto a
cor rente de chavea mento como a cor rente de surto po -
dem dani fi car o sen sor. Os ca bos dos sen sores de cor -
rente al ter nada de vem também, pref er en ci al mente,
utilizar ca nale tas e eletro dutos separa dos dos ele men tos
de potên cia, evi tando a in dução de cor ren tes para si tas.
Sense 1-1.11
In tro dução