PASSANDO NOS CONCURSOS – QUESTÕES FGV

Q1) A granulometria, a forma e a rugosidade superficial dos grãos, a massa unitária, o
inchamento e as impurezas orgânicas são aspectos a serem considerados na
composição e dosagem de um dos materiais da argamassa. Esse material é
a) a areia.
b) a cal.
c) o cimento.
d) o pedrisco.
e) a microsílica.
Letra a
Inchamento acontece na areia, nas britas é absorção de água!

Q2) Considere as expressões (I, II, III, IV) e os conceitos (x, y, z, w). I.
Trabalhabilidade. x. início da solidificação de uma mistura fresca de concreto. II.
Abatimento do concreto. y. segregação cuja manifestação externa é o aparecimento
de água na superfície do concreto fresco. III. Exsudação. z. diminuição da altura do
tronco de cone. IV. Pega. w. esforço necessário para manipular uma quantidade de
concreto fresco com uma perda mínima de homogeneidade. Relacionando a coluna
das expressões com a coluna dos conceitos, assinale a alternativa que apresenta a
associação correta.
a) I - z ; II - x ; III - y ; IV - w.
b) I - w ; II - z ; III - x ; IV - y.
c) I - x ; II - y ; III - z ; IV - w.
d) I - x ; II - z ; III - w ; IV - y.
e) I - w ; II - z ; III - y ; IV - x.
Letra e

Q3) O conjunto de métodos utilizados na gestão da interface projeto-obra e na fase de
execução da obra e denominado Preparação de Execução de Obras - PEO estabelece
uma relação entre agentes (I, II, III) e ações (x, y, z): I. Coordenador da PEO. x.
controlar as versões do projeto. II. Projetista. y. aprimorar o projeto no canteiro de
obras. III. Engenheiro residente. z. efetuar o treinamento dos subempreiteiros.
Relacionando a coluna dos agentes com a coluna das ações, assinale a alternativa
que apresenta a associação correta.
a) I - x ; II - y ; III - z.
b) I - y ; II - z ; III - x.
c) I - y ; II - x ; III - z.
d) I - z ; II - y ; III - x.
e) I - z ; II - x ; III - y.

Letra a

Q4) Considerando as etapas gerais da execução do revestimento de argamassa, o
"taliscamento" e o "camurçamento" são atividades mais relacionadas,
respectivamente, a
a) preparação da base e definição do plano de revestimento.
b) aplicação da argamassa e execução de detalhes construtivos.
c) acabamento das camadas e aplicação da argamassa.
d) definição do plano de revestimento e acabamento das camadas.
e) execução de detalhes construtivos e preparação da base.

Letra d

Taliscamento – Fixação de blocos cerâmicos pra definir o plano dos revestimento (a)
Camurçamento – Passa esponja ou desempenadeira com espuma para deixar a
superfície do reboco (ou massa única) mais lisa (bom quando o acabamento for uma
pintura) (b)


(a) (b)


Q5) Na fórmula de Darcy , se hf é a perda de carga, L é o comprimento da
canalização, v é a velocidade média, D é o diâmetro e g é a aceleração da gravidade,
então o coeficiente de atrito f
a) independe do número de Reynolds.
b) é adimensional.
c) pode ser expresso em m.
d) pode ser expresso em s2/m.
e) pode ser expresso em m

Letra b
[h] = m
[L] = [m]
[V] = [m/s]
[D] = [m]
[G] = [m/s²]



Q6) Os estribos dos pilares são exemplos de armaduras de equilíbrio local que
permitem levar as barras longitudinais até o escoamento e são classificados como
armaduras
a) de costura.
b) de suspensão.
c) auxiliares.
d) de solidarização.
e) contra o fendilhamento.
Letra d
Classificação das armaduras padronizadas
Em princípio, a função básica das armaduras de aço é resistir aos esforços de tração
existentes nas peças estruturais de concreto. Em casos especiais, as armaduras
também podem ser empregadas para resistir a esforços de compressão.
As armaduras de tração justificam a própria existência do concreto armado. As
armaduras de compressão servem de meras substitutas do concreto e visam apenas
uma redução das dimensões externas das peças estruturais.
Armaduras de equilíbrio
De acordo com a classificação das armaduras padronizadas, as armaduras de
equilíbrio geral podem ser subdivididas em armaduras longitudinais e armaduras
transversais.
Armaduras auxiliares
As armaduras auxiliares têm a finalidade de completar o arranjo geral, o qual é
basicamente delineado pelas armaduras de equilíbrio e pelas armaduras de
solidarização.
As armaduras de montagem tanto servem para facilitar a montagem geral da
armadura, como é no caso dos porta-estribos das vigas, quanto para permitir a
manutenção da posição das demais armaduras durante a concretagem da peça, como
é caso dos estribos dos tirantes.
As armaduras de pele têm a função de impedir uma fissuração superficial exagerada
da peça, nas condições de utilização normal. Essas armaduras são usualmente
empregadas em vigas altas e naquelas peças em que o cobrimento da armadura
principal é excessivo.
As armaduras complementares são armaduras auxiliares que podem ter funções de
armaduras de equilíbrio ou de armaduras de pele.
Armaduras de solidarização
As armaduras de solidarização são armaduras de equilíbrio local e podem ser
subdivididas em armaduras de costura, armaduras contra o fendilhamento,
armaduras contra a flambagem de barras comprimidas, armaduras de equilíbrio
dos desvios de esforços longitudinais e armaduras de suspensão.
As armaduras de costura são empregadas quando a solidarização depende de
esforços tangenciais que agem ao longo de um plano ou de uma outra superfície
qualquer interna de uma peça. A solidarização se dá pela mobilização de uma
compressão diagonal na interface a ser solidarizada, exigindo-se para o equilíbrio a
presença de uma armadura tracionada que atravesse essa superfície.
As armaduras contra o fendilhamento são necessárias quando a solidarização
depende de absorção de esforços de tração decorrentes de uma compressão
localizada.
As armaduras contra flambagem de barras comprimidas permitem levar tais barras
até o escoamento.Essas armaduras garantem a solidarização das armaduras
comprimidas ao concreto que as envolve.Observe-se que nos estribos dos pilares são
essencialmente armaduras de solidarização contra a flambagem das barras
longitudinais.
As armaduras de equilíbrio dos desvios de esforços longitudinais garantem a
integridade da peça, seja na presença dos desvios do banzo comprimido das mesmas,
seja nas de barras tracionadas curvilíneas que tendam a se destacar do concreto.
As armaduras de suspensão são necessárias nos cruzamentos de vigas, quando
uma delas se apóia sobre a outra, fazendo com que haja necessidade de um
verdadeiro tirante interno de suspensão.



Q7) Na determinação do comprimento da emenda por traspasse em barras
tracionadas, um fator a considerar é a porcentagem de barras emendadas na mesma
seção transversal da peça. Se mais de 50% são barras emendadas, então o fator
multiplicativo a ser empregado é
a) 2,4
b) 2,0
c) 1,8
d) 1,5
e) 1,2
Letra B

Q8) No plano de uma seção transversal, os furos em vigas são sempre interferências
que diminuem a capacidade portante. Na região tracionada (onde é possível furar) de
uma viga com altura de 40 cm, a distância entre furos numa mesma cota deve ser no
mínimo igual a
a) 100 cm.
b) 80 cm.
c) 60 cm.
d) 40 cm.
e) 20 cm.
Letra B




Q9) O estabelecimento de uma correta estratégia de manutenção, ou de recuperação
de estruturas de concreto armado, para que não se incorra no erro de maximizar os
custos, é lembrada por De Sitter (C. E. B.) que afirma: "Um dólar não gasto para
garantir qualidade na fase de projeto, construção e cura corresponderá a x dólares
gastos na manutenção preventiva na fase da pré-corrosão com início da carbonatação
e ataque de cloretos ou a y dólares para a manutenção corretiva da fase da evidência
de corrosão localizada, ou, por fim, a z dólares de recuperação/reforço na fase da
corrosão generalizada". Os valores de x, y e z são, respectivamente,
a) 5, 25, 125
b) 5, 10, 100
c) 3, 9, 90
d) 3, 6, 90
e) 2, 4, 80
Letra A

Q10) Considere os seguintes itens: I. tipo de amarração; II. argamassa empregada e
qualidade dos blocos; III. alinhamento e prumo no assentamento dos blocos; IV.
colocação de cintas de amarração para combater a flexão horizontal. Na resistência
das paredes de alvenaria de blocos vazados e empregados nas paredes portantes,
influem
a) II e III, apenas.
b) II e IV, apenas.
c) I, II e IV, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV
Letra E

Q11) Nos procedimentos para a pavimentação com cerâmica (ladrilhos comuns)
define-se que nos locais não sujeitos a molhaduras como quartos e salas será
executado caimento máximo de 0,5%. Nos locais sujeitos a molhaduras como
sanitários, cozinhas e lavanderias serão executados caimentos de 0,5% a 1,5%. Nos
boxes de banheiros, o caimento deverá estar compreendido entre
a) 2,0% e 10,0%.
b) 2,0% e 5,0%.
c) 2,0% e 3,5 %.
d) 1,5% e 2,5%.
e) 0,5% e 2,0%.
Letra D

Variável, conforme a regularidade superficial da base e os caimentos necessários para
escoamento da água. Em banheiros, cozinhas, áreas de serviço e corredores de uso
com um, o caimento deve ficar entre 0,5 e 1,5% em direção aos pontos de coleta. Nos
boxes de banheiros, onde o caimento deve ser de 1,5 a 2,5% em direção ao ralo.
Quando a espessura da camada de regularização for superior a 30 mm, a construção
deve ser feita por etapas, com suficiente compactação e secagem da anterior.

Q12) No sistema construtivo que se denomina alvenaria estrutural destaca-se a sua
capacidade primordial de absorver solicitações de compressão, mas há alguns
parâmetros a serem considerados para a sua adoção. Os principais parâmetros são
a) os custos dos projetos e a disponibilidade de mão-deobra.
b) a disponibilidade de materiais e a integração com projetos de instalações.
c) a flexibilidade da divisão do espaço interno e o custo dos acabamentos.
d) o tipo de revestimento e a área da edificação.
e) a altura da edificação, o arranjo arquitetônico e o tipo de uso.
Letra E

Q13) Da terminologia do telhamento de uma cobertura, considere os elementos (I, II,
III, IV) e as definições (x, y, z, w): I. Beiral. x. parte da cobertura saliente do prumo da
parede. II. Cumeeira. y. parte mais alta da cobertura ou a aresta horizontal do ângulo
diedro saliente formado por duas águas de direções opostas. III. Espigão. z. aresta
inclinada do ângulo diedro saliente formado pelo encontro de duas águas. IV.
Tacaniça. w. água de uma cobertura em forma triangular. Relacionando os elementos
do telhamento de uma cobertura com as definições assinale a alternativa que
apresenta a associação correta.
a) I - x ; II - y ; III - z ; IV - w.
b) I - x ; II - z ; III - y ; IV - w.
c) I - w ; II - y ; III - x ; IV - z.
d) I - z ; II - y ; III - w ; IV - x.
e) I - y ; II - z ; III - x ; IV - w.
Letra A
 água = superfície inclinada que forma um único plano
 beiral = linha que limita o telhado no nível mais baixo de cada água; projeção
do telhado para fora do alinhamento da parede
 parede de oitão = parede que tem a parte superior com forma triangular, sobre
a qual ficam as águas do telhado
 cumeeira: linha que define o ponto mais alto do telhado, sendo divisor de
águas e normalmente horizontal
 tacaniças: águas triangulares
 espigões: linhas que limitam as tacaniças (diferentes da linha de beiral); divisor
de águas
 rincões: ângulos reentrantes no encontro das águas (captador de águas; água
furtada)

Q14) Na execução racionalizada de alvenaria de vedação, recomenda- se utilizar o
escantilhão principalmente para facilitar
a) a locação da primeira fiada.
b) o assentamento da segunda fiada de alvenaria e das posteriores.
c) a conformidade da argamassa.
d) a conferência do esquadro.
e) o encunhamento.
Letra B
BAIXAR JUSTIFICATIVA
Q15)

Q

Q