1 INTRODUCAO

Não é de hoje que a história registra os esforços da humanidade para transportar
verticalmente cargas e pessoas. 1500 anos antes do nascimento de Cristo os eg!pcios j"
estavam #s voltas com a dura tarefa de elevar as "guas do Nilo através de rudimentares
elevadores.
Com o passar dos séculos a tração animal incluindo a humana foi su$stitu!da primeiro
pela energia do vapor e%clusivamente para o transporte de cargas e mais tarde com o
surgimento de novos mecanismos de segurança o de passageiros.
&omente em 1'5( ano em que a história confere # americana )lis *raves +tis a
invenção do elevador de segurança o uso de elevadores como meio de transporte de
passageiros começou a se populari,ar.
+s primeiros elevadores movidos a vapor eram muito lentos. -ara um passageiro
alcançar o oitavo andar de um prédio levava em média . minutos. /tualmente alguns
elevadores são capa,es de atingir a velocidade de 550 m0min o que significa di,er que
são mais de 15 ve,es mais r"pidos do que os seus antecessores movidos a vapor.
/penas em 1''2 ano em que o 3rasil se transformava em rep4$lica é que surgiu em
Nova 5or6 o primeiro elevador movido # eletricidade. +s primeiros elevadores
$rasileiros só começaram a ser fa$ricados em 121'. Não eram movidos nem a vapor
nem a eletricidade. )ra o ca$ineiro girando uma manivela que fa,ia com que o
elevador su$isse ou descesse. /s portas pantogr"ficas eram tam$ém a$ertas e fechadas
manualmente.
Com a e%plosão demogr"fica e a construção de edif!cios mais altos o so$e e desce
movido # manivela foi su$stitu!do por sistemas elétricos mais comple%os que
dispensavam o serviço dos ca$ineiros. Não mais era preciso gritar ou gesticular para o
ca$ineiro. -ara chamar o elevador $astava apenas apertar um $otão não mais chamar a
atenção do ca$ineiro.
/tender #s chamadas com o apertar de um $otão foi apenas o começo. -ara otimi,ar a
efici7ncia do elevador relés e circuitos elétricos foram desenvolvidos. + comando
autom"tico seletivo foi o pró%imo passo permitindo que elevadores tra$alhassem
isoladamente e com melhor efici7ncia nas suas respectivas paradas o que melhorou
significativamente o tr"fego de passageiros em tais equipamentos.
1.2 OBJETIVOS
1.2.1 OBJETIVO GERAL
8esenvolver uma nova metodologia segura e efica, para instalação troca e manutenção
do sensor magnético de indução para a redução de velocidade e parada dos elevadores
de marca &inerg9 com custo de tempo inferior ao sistema convencional dos
equipamentos.
1.2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS
/tual sistema de retirada do sensor para manutenção e su$stituição do mesmo.
:eali,ar a analise dos defeitos presentes no elevador assim que constar o defeito fa,er
analise conforme treinamento para que tenha certe,a da su$stituição do sensor.
Consultar junto ao técnico as chaves adequadas para facilitar o serviço reali,ado.
:etirando o sensor do suporte que é locali,ado junto ao painel superior da ca$ina assim
facilitando a locomoção do sensor para parte interna da ca$ina.
:eali,ar a retirada do painel da $otoeira da parte interna da ca$ina.
8esconectando o chicote do sensor do painel finali,ando o processo de retirada do
sensor.
&u$ir novamente na ca$ina para reali,ar a fi%ação do sensor na parte superior da ca$ina
do elevador.
8escer o chicote do sensor para parte interna da ca$ina.
:etornar para o pavimento a$ai%o para fi%ar o conector no painel de operação da
ca$ina ajustando o chicote e fi%ando para que não fique e%posto prevenindo de futuro
defeito.
&u$ir na ca$ina para reali,ar a fi%ação do sensor no painel.
3 METODOLOGIA
3.1 TIPOS DE PESQUISA E ABORDAGEM DA PESQUISA
+s estudos e pesquisas reali,adas nos elevadores de pessoas de marca sinerg9
para implantação de uma nova adaptação nos sensores magnéticos de indução t7m seu
ei%o anal!tico a n!vel e%perimental focando a norma regulamentadora ;N:<1'= e ;N:<
(5= para atendimento as condiç>es comportamentais de segurança para e%ecução da
atividade da troca do local de adaptação do sensor na qual relaciona<se com a parada e
nivelamento do equipamento ao seu respectivo pavimento.
/ pesquisa teve parte de seu desenvolvimento visando os n!veis e as situaç>es de
riscos na operação da troca de tais sensores instalação e manutenção dos elevadores de
pessoas o uso ou não dos )-?@s necess"rios a quantidade de cola$oradores para a
e%ecução das atividades incluindo suas manutenç>es preventivas e corretivas.
3.2 LOCAL/CONTEXTO
+ estudo foi desenvolvido em Aanaus ;/A= com visitas em o$ras que possuem
a instalação dos elevadores de pessoas de marca sinerg9 tendo seu foco principal a
redução dos n!veis operacionais garantindo o desenvolvimento do serviço num curto
pra,o de tempo.
3.3 FONTES DE INFORMACAO
Bodas as informaç>es coletadas desenvolvidas e aplicadas neste tra$alho foram
provenientes de livros técnicos tra$alhos de conclusão de cursos ;BCC= normas
técnicas ;/3NB= normas regulamentadoras ;N:<1'= e ;N:<(5= pesquisas em sites de
artigos cient!ficos acad7micos pesquisas em campo ;o$ras de construção civil= na
instalação dos elevadores de pessoas.
3.4 ASPECTOS ETICOS
Cevando em consideração todos os aspectos relacionados ao desenvolvimento
das atividades e%ecutadas nas o$ras causas de acidentes de tra$alho operação
instalação dos elevadores de pessoas e seus respectivos itens são desenvolvidos por
cola$oradores mão de o$ra especiali,ada integrados as normas regulamentadoras com
potencial para a reali,ação das atividades desenvolvidas foram coletados somente
alguns dados dos cola$oradores junto ao &)&AB da o$ra assim como algumas
informaç>es dos componentes da C?-/.
3.4 REFERENCIAIS TEÓRICOS
)m função do sistema de acionamento do elevador temos v"rios tipos de comandos. +
mais conhecido dos usu"rios é o comando autom"tico. Neste sistema o comando é feito
por $otoeiras e acionamento colocados nos elevadores e nos pavimentos de modo que
acionado o $otão se processa a partida do elevador e a parada autom"tica no pavimento
correspondente para que esse sistema ocorra e%istem v"rios sensores entre eles o sensor
magnético que se encontra na parte superior da ca$ina do elevador tendo assim um
dif!cil acesso na montagem e manutenção onde o mesmo tem a função de redu,ir e
nivelar o elevador junto ao pavimento.
&ensores de pro%imidade magnéticos
)les se $aseiam no uso de campos magnéticos e convertem esse campo em um sinal
elétrico. )sses sensores podem serD eletrEnicos e a ampola reed.
8e acordo com Bhoma,ini e /l$uquerque &ensores de pro%imidade magnéticos são
$aseados no uso de um Reed Switch e um imã permanente como ilustra a figura (.F e
podem ser facilmente fa$ricados. + imã pode ser parte do o$jeto a ser detectado ou do
dispositivo do sensor. + dispositivo é projetado de modo que a presença do o$jeto na
região do sensor ative a chave enviando um sinal para o controle
Gigura
+s sensores eletrEnicos de pro%imidade magnéticos se $aseiam no efeito Hall. Os
sensores de Hall são dispositivos semicondutores cujo comportamento elétrico pode ser
influenciado por um campo magnético.
/o procurar melhoria na manutenção e montagem na parte de um sistema de elevador
&inerg9 onde o sensor magnético ao mudar de lugar fa, ganhar segurança redu, o
tempo operacional e aumenta a disponi$ilidade de um ativo.
8e acordo com -ereira ;.011= Nas ind4strias e%iste uma ferramenta vinda do Hapão
chamada I/?J)N. Bradu,indo para o portugu7sD Aelhoria Cont!nua. Cogo quaisquer
que sejam as oportunidades de inovação sendo estas implantadasD
CooperaçãoK
CompetitividadeK
)stratégiaK
BreinamentoK
)liminar perdasK
:edu,ir tempo operacionalK
L a reali,ação da técnica I/?J)N.
Goi aplicada no elevador que ao mudar um determinado sensor magnético que é
locali,ado na parte e%terna superior da ca$ina para parte interna locali,ada por tr"s do
painel de comando onde o usu"rio não tem acesso.
8eu<se como melhoria no processo devida o sistema atual ter necessidade de dois
cola$oradores onde um fica em cima da ca$ina com os )-?@& necess"rios como cinto de
segurança e outro em $ai%o o$servando o nivelamento. )vitando tam$ém risco de
acidente para o cola$orador que tra$alha em cima da ca$ina. Bem como $enéfico ainda
melhor desempenho na montagem e produção.
/s oportunidade de melhorias se apresentam a todo instante seja em qual for o n!vel de
qualidade implantado em empresas certificadas ou não.
8e acordo com Iai,en dever" fa,er o levantamento dos itens comoD
N4mero de operadores atuantes no posto de tra$alhoK
Bempos de operação e deslocamentosK
C"lculo dos tempos de produção e setupK
-ro$lemas de qualidadeK
/n"lise do posto de tra$alhoD segurança e ergonomiaK
Ca9outD atual e propostoK
:elação de pro$lemas de ajuste de manutençãoK
-rocedimento atual e propostoK
Glu%ograma do processoK
8esperd!cios ;tempo material etc.=K
Iai,en é caracteri,ado por aç>es simples utili,ando recursos de mão<de<o$ra interna e
reciclagem de materiais.
/s aç>es de melhorias da técnica I/?J)N são caracteri,adas por serem de $ai%o custo
isto é são aquelas onde utili,amos recursos e%istentes no departamento ou que foram
desa$ilitados de outro ativo. -ortanto as melhorias cont!nuas devem ser apoiada pois os
resultados pequenos mas somados ao longo de um determinado per!odo se tornam o
diferencial para o sucesso de uma empresa. -odemos concluir como a so$reviv7ncia
num mercado cada ve, mais competitivoD redu,ir gastos e melhorar a custos redu,idos.