LEGISLAÇÃO E NORMAS

TÉCNICAS I
Professora: Cristiane Costa
LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS I
DIREITO APLICADO À SEGURANÇA DO TRABALHO
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Título I: Dos Princípios Fundamentais
At! "#! A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e
Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrtico de Direito e tem
como fundamentos!
I $ a soberania" II $ a cidadania" III $ % &'()'&%&* &% +*,,o% -u.%)%/ IV $ o, 0%lo*,
,o1'%', &o t%2%l-o e da livre iniciativa" V $ o pluralismo político# P%3(%4o 5)'1o! $odo
o poder emana do povo, %ue o e&erce por meio de representantes eleitos ou diretamente,
nos termos desta 'onstitui(ão#
At! 6#! )ão Poderes da *nião, independentes e +arm,nicos entre si, o -e.islativo, o
E&ecutivo e o /udicirio#
At! 7#! 'onstituem ob0etivos fundamentais da República Federativa do Brasil! I $
1o),tu' u.% ,o1'*&%&* l'0*8 9u,t% * ,ol'&3'%/ II $ .arantir o desenvolvimento
nacional" III $ erradicar a pobre1a e a mar.inali1a(ão e redu1ir as desi.ualdades sociais e
re.ionais" IV $ promover o bem de todos, sem preconceitos de ori.em, ra(a, se&o, cor,
idade e %uais%uer outras formas de discrimina(ão#
Título II: Dos Direitos e 2arantias Fundamentais
C%+ítulo I: Dos Direitos e Deveres 3ndividuais e 'oletivos
At! :#! To&o, ,;o '(u%', +*%)t* % l*'8 ,*. &',t')<;o &* =u%l=u* )%tu*>%8
(%%)t')&o$,* %o, 2%,'l*'o, * %o, *,t%)(*'o, *,'&*)t*, )o P%í, %
')0'ol%2'l'&%&* &o &'*'to ? 0'&%8 ? l'2*&%&*8 ? '(u%l&%&*8 ? ,*(u%)<% * ?
+o+'*&%&*8 )o, t*.o, ,*(u')t*,:
I $ -o.*), * .ul-**, ,;o '(u%', *. &'*'to, * o2'(%<@*,8 )o, t*.o, &*,t%
Co),t'tu'<;o/
II $ )')(uA. ,*3 o2'(%&o % 4%>* ou &*'B% &* 4%>* %l(u.% 1o',% ,*);o *. 0'tu&*
&* l*'/
III $ nin.u4m ser submetido 5 tortura nem a tratamento desumano ou de.radante"
IV $ 4 livre a manifesta(ão do pensamento, sendo vedado o anonimato"
V $ A %,,*(u%&o o &'*'to &* *,+o,t%8 +o+o1'o)%l %o %(%0o8 %lA. &% ')&*)'>%<;o
+o &%)o .%t*'%l8 .o%l ou ? '.%(*./
VI $ 4 inviolvel a liberdade de consci6ncia e de cren(a, sendo asse.urado o livre
e&ercício dos cultos reli.iosos e .arantida, na forma da lei, a prote(ão aos locais de culto
e a suas litur.ias"
VII $ 4 asse.urada, nos termos da lei, a presta(ão de assist6ncia reli.iosa nas entidades
civis e militares de interna(ão coletiva"
VIII $ nin.u4m ser privado de direitos por motivo de cren(a reli.iosa ou de convic(ão
filos7fica ou política, salvo se as invocar para e&imir-se de obri.a(ão le.al a todos
imposta e recusar-se a cumprir presta(ão alternativa, fi&ada em lei"
IC $ 4 livre a e&pressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunica(ão,
independentemente de censura ou licen(a"
C $ ,;o ')0'ol30*', % ')t'.'&%&*8 % 0'&% +'0%&%8 % -o)% * % '.%(*. &%, +*,,o%,8
%,,*(u%&o o &'*'to ? ')&*)'>%<;o +*lo &%)o .%t*'%l ou .o%l &*1o*)t* &* ,u%
0'ol%<;o/
CI $ a casa 4 asilo inviolvel do indivíduo, nin.u4m nela podendo penetrar sem
consentimento do morador, salvo em caso de fla.rante delito ou desastre, ou para prestar
socorro, ou, durante o dia, por determina(ão 0udicial"
CII $ 4 inviolvel o si.ilo da correspond6ncia e das comunica(8es tele.rficas, de dados e
das comunica(8es telef,nicas, salvo, no último caso, por ordem 0udicial, nas +ip7teses e
na forma %ue a lei estabelecer para fins de investi.a(ão criminal ou instru(ão processual
penal"
CIII $ A l'0* o *B*1í1'o &* =u%l=u* t%2%l-o8 o4í1'o ou +o4',,;o8 %t*)&'&%, %,
=u%l'4'1%<@*, +o4',,'o)%', =u* % l*' *,t%2*l*1*/
CIV $ 4 asse.urado a todos o acesso 5 informa(ão e res.uardado o si.ilo da fonte,
%uando necessrio ao e&ercício profissional"
CV $ 4 livre a locomo(ão no territ7rio nacional em tempo de pa1, podendo %ual%uer
pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens"
CVI $ todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público,
independentemente de autori1a(ão, desde %ue não frustrem outra reunião anteriormente
convocada para o mesmo local, sendo apenas e&i.ido pr4vio aviso 5 autoridade
competente"
CVII $ 4 plena a liberdade de associa(ão para fins lícitos, vedada a de carter paramilitar"
CVIII $ a cria(ão de associa(8es e, na forma da lei, a de cooperativas independem de
autori1a(ão, sendo vedada a interfer6ncia estatal em seu funcionamento"
CIC $ as associa(8es s7 poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades
suspensas por decisão 0udicial, e&i.indo-se, no primeiro caso, o tr9nsito em 0ul.ado"
CC $ nin.u4m poder ser compelido a associar-se ou a permanecer associado"
CCI - as entidades associativas, %uando e&pressamente autori1adas, t6m le.itimidade
para representar seus filiados 0udicial ou e&tra0udicialmente"
CCII $ 4 .arantido o direito de propriedade"
CCIII $ a propriedade atender a sua fun(ão social"
CCIV $ a lei estabelecer o procedimento para desapropria(ão por necessidade ou
utilidade pública, ou por interesse social, mediante 0usta e pr4via indeni1a(ão em din+eiro,
ressalvados os casos previstos nesta 'onstitui(ão"
CCV $ no caso de iminente peri.o público, a autoridade competente poder usar de
propriedade particular, asse.urada ao proprietrio indeni1a(ão ulterior, se +ouver dano"
CCVI $ a pe%uena propriedade rural, assim definida em lei, desde %ue trabal+ada pela
família, não ser ob0eto de pen+ora para pa.amento de d4bitos decorrentes de sua
atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento"
CCVII $ %o, %uto*, +*t*)1* o &'*'to *B1lu,'0o &* ut'l'>%<;o8 +u2l'1%<;o ou
*+o&u<;o &* ,u%, o2%,8 t%),.',,í0*l %o, -*&*'o, +*lo t*.+o =u* % l*' 4'B%/
CCVIII $ são asse.urados, nos termos da lei! %D a prote(ão 5s participa(8es individuais em
obras coletivas e 5 reprodu(ão da ima.em e vo1 +umanas, inclusive nas atividades
desportivas" 2D o direito de fiscali1a(ão do aproveitamento econ,mico das obras %ue
criarem ou de %ue participarem aos criadores, aos int4rpretes e 5s respectivas
representa(8es sindicais e associativas"
CCIC $ a lei asse.urar aos autores de inventos industriais privil4.io temporrio para sua
utili1a(ão, bem como prote(ão 5s cria(8es industriais, 5 propriedade das marcas, aos
nomes de empresas e a outros si.nos distintivos, tendo em vista o interesse social e o
desenvolvimento tecnol7.ico e econ,mico do País"
CCC $ 4 .arantido o direito de +eran(a"
CCCI $ a sucessão de bens de estran.eiros situados no País ser re.ulada pela lei
brasileira em benefício do c,n0u.e ou dos fil+os brasileiros, sempre %ue não l+es se0a
mais favorvel 5 lei pessoal do :de cujus;"
CCCII $ o Estado promover, na forma da lei, a defesa do consumidor"
CCCIII $ todos t6m direito a receber dos 7r.ãos públicos informa(8es de seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou .eral, %ue serão prestadas no pra1o da lei, sob
pena de responsabilidade, ressalvadas a%uelas cu0o si.ilo se0a imprescindível 5
se.uran(a da sociedade e do Estado"
CCCIV $ são a todos asse.urados, independentemente do pa.amento de ta&as! %D o
direito de peti(ão aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ile.alidade ou
abuso de poder" 2D a obten(ão de certid8es em reparti(8es públicas, para defesa de
direitos e esclarecimento de situa(8es de interesse pessoal"
CCCV $ % l*' );o *B1lu'3 &% %+*1'%<;o &o Po&* Eu&'1'3'o l*,;o ou %.*%<% %
&'*'to/
CCCVI $ % l*' );o +*9u&'1%3 o &'*'to %&=u''&o8 o %to 9uí&'1o +*4*'to * % 1o',%
9ul(%&%/
CCCVII $ não +aver 0uí1o ou tribunal de e&ce(ão"
CCCVIII $ 4 recon+ecida a institui(ão do 0úri, com a or.ani1a(ão %ue l+e der a lei,
asse.urados! %D a plenitude de defesa" 2D o si.ilo das vota(8es" 1D a soberania dos
veredictos" &D a compet6ncia para o 0ul.amento dos crimes dolosos contra a vida#
CCCIC $ );o -3 1'.* ,*. l*' %)t*'o =u* o &*4')%8 )*. +*)% ,*. +A0'% 1o.')%<;o
l*(%l/
CL $ a lei penal não retroa.ir, salvo para beneficiar o r4u"
CLI $ % l*' +u)'3 =u%l=u* &',1'.')%<;o %t*)t%tF'% &o, &'*'to, * l'2*&%&*,
4u)&%.*)t%',/
CLII $ a prtica do racismo constitui crime inafian(vel e imprescritível, su0eito 5 pena de
reclusão, nos termos da lei"
CLIII $ a lei considerar crimes inafian(veis e insuscetíveis de .ra(a ou anistia a prtica
da tortura, o trfico ilícito de entorpecentes e dro.as afins, o terrorismo e os definidos
como crimes +ediondos, por eles respondendo os mandantes, os e&ecutores e os %ue,
podendo evit-los, se omitirem"
CLIV $ constitui crime inafian(vel e imprescritível a a(ão de .rupos armados, civis ou
militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrtico"
CLV $ nen+uma pena passar da pessoa do condenado, podendo a obri.a(ão de reparar
o dano e a decreta(ão do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos
sucessores e contra eles e&ecutadas, at4 o limite do valor do patrim,nio transferido"
CLVI $ a lei re.ular a individuali1a(ão da pena e adotar, entre outras, as se.uintes! %D
priva(ão ou restri(ão da liberdade" 2D perda de bens" 1D multa" &D presta(ão social
alternativa" *D suspensão ou interdi(ão de direitos"
CLVII $ não +aver penas! %D de morte, salvo em caso de .uerra declarada, nos termos do
Art# <=, >3>" 2D de carter perp4tuo" 1D de trabal+os for(ados" &D de banimento" *D cru4is"
CLVIII $ a pena ser cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a nature1a
do delito, a idade e o se&o do apenado"
CLIC $ 4 asse.urado aos presos o respeito 5 inte.ridade física e moral"
L $ 5s presidirias serão asse.uradas condi(8es para %ue possam permanecer com seus
fil+os durante o período de amamenta(ão"
LI $ nen+um brasileiro ser e&traditado, salvo o naturali1ado, em caso de crime comum,
praticado antes da naturali1a(ão, ou de comprovado envolvimento em trfico ilícito de
entorpecentes e dro.as afins, na forma da lei"
LII $ não ser concedida e&tradi(ão de estran.eiro por crime político ou de opinião"
LIII $ )')(uA. ,*3 +o1*,,%&o )*. ,*)t*)1'%&o ,*);o +*l% %uto'&%&*
1o.+*t*)t*/
LIV $ )')(uA. ,*3 +'0%&o &% l'2*&%&* ou &* ,*u, 2*), ,*. o &*0'&o +o1*,,o
l*(%l/
LV $ %o, l't'(%)t*,8 *. +o1*,,o 9u&'1'%l ou %&.')',t%t'0o8 * %o, %1u,%&o, *. (*%l
,;o %,,*(u%&o, o 1o)t%&'tF'o * %.+l% &*4*,%8 1o. o, .*'o, * *1u,o, % *l%
')**)t*,/
LVI $ ,;o ')%&.',,í0*',8 )o +o1*,,o8 %, +o0%, o2t'&%, +o .*'o, 'lí1'to,/
LVII $ nin.u4m ser considerado culpado at4 o tr9nsito em 0ul.ado de senten(a penal
condenat7ria"
LVIII $ o civilmente identificado não ser submetido 5 identifica(ão criminal, salvo nas
+ip7teses previstas em lei"
LIC $ ser admitida a(ão privada nos crimes de a(ão pública, se esta não for intentada no
pra1o le.al"
LC $ a lei s7 poder restrin.ir a publicidade dos atos processuais %uando a defesa da
intimidade ou o interesse social o e&i.irem"
LCI $ nin.u4m ser preso senão em fla.rante delito ou por ordem escrita e fundamentada
de autoridade 0udiciria competente, salvo nos casos de trans.ressão militar ou crime
propriamente militar, definidos em lei"
LCII $ a prisão de %ual%uer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados
imediatamente ao 0ui1 competente e 5 família do preso ou 5 pessoa por ele indicada"
LCIII $ o preso ser informado de seus direitos, entre os %uais o de permanecer calado,
sendo-l+e asse.urada a assist6ncia da família e de advo.ado"
LCIV $ o preso tem direito 5 identifica(ão dos responsveis por sua prisão ou por seu
interro.at7rio policial"
LCV $ a prisão ile.al ser imediatamente rela&ada pela autoridade 0udiciria"
LCVI $ nin.u4m ser levado 5 prisão ou nela mantido, %uando a lei admitir a liberdade
provis7ria, com ou sem fian(a"
LCVII $ não +aver prisão civil por dívida, salvo a do responsvel pelo inadimplemento
voluntrio e inescusvel de obri.a(ão alimentícia e a do depositrio infiel"
LCVIII $ conceder-se- :habeas-corpus; sempre %ue al.u4m sofrer ou se ac+ar
amea(ado de sofrer viol6ncia ou coa(ão em sua liberdade de locomo(ão, por ile.alidade
ou abuso de poder"
LCIC $ conceder-se- .%)&%&o &* ,*(u%)<% para prote.er direito lí%uido e certo, não
amparado por :habeas-corpus; ou :habeas-data;, %uando o responsvel pela ile.alidade
ou abuso de poder for autoridade pública ou a.ente de pessoa 0urídica no e&ercício de
atribui(8es do Poder Público"
LCC $ o mandado de se.uran(a coletivo pode ser impetrado por! %D partido político com
representa(ão no 'on.resso ?acional" 2D or.ani1a(ão sindical, entidade de classe ou
associa(ão le.almente constituída e em funcionamento + pelo menos um ano, em
defesa dos interesses de seus membros ou associados"
LCCI $ conceder-se- .%)&%&o &* ')9u)<;o sempre %ue a falta de norma
re.ulamentadora torne invivel o e&ercício dos direitos e liberdades constitucionais e das
prerro.ativas inerentes 5 nacionalidade, 5 soberania e 5 cidadania"
LCCII $ conceder-se- :habeas-data;! %D para asse.urar o con+ecimento de informa(8es
relativas 5 pessoa do impetrante, constantes de re.istros ou bancos de dados de
entidades .overnamentais ou de carter público" 2D para a retifica(ão de dados, %uando
não se prefira fa16-lo por processo si.iloso, 0udicial ou administrativo"
LCCIII $ %ual%uer cidadão 4 parte le.ítima para propor %<;o +o+ul% %ue vise a anular ato
lesivo ao patrim,nio público ou de entidade de %ue o Estado participe, 5 moralidade
administrativa, ao meio ambiente e ao patrim,nio +ist7rico e cultural, ficando o autor,
salvo comprovada m-f4, isento de custas 0udiciais e do ,nus da sucumb6ncia"
LCCIV $ o Estado prestar assist6ncia 0urídica inte.ral e .ratuita aos %ue comprovarem
insufici6ncia de recursos"
LCCV $ o Estado indeni1ar o condenado por erro 0udicirio, assim como o %ue ficar preso
al4m do tempo fi&ado na senten(a"
LCCVI $ são .ratuitos para os recon+ecidamente pobres, na forma da lei! %D o re.istro civil
de nascimento" 2D a certidão de 7bito"
LCCVII $ são .ratuitas as a(8es de :habeas-corpus; e :habeas-data;, e, na forma da lei,
os atos necessrios ao e&ercício da cidadania"
LCCVIII $ a todos, no 9mbito 0udicial e administrativo, são asse.urados a ra1ovel dura(ão
do processo e os meios %ue .arantam a celeridade de sua tramita(ão#
G "#! A, )o.%, &*4')'&o%, &o, &'*'to, * (%%)t'%, 4u)&%.*)t%', tH. %+l'1%<;o
'.*&'%t%! G 6#! @s direitos e .arantias e&pressos nesta 'onstitui(ão não e&cluem outros
decorrentes do re.ime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais
em %ue a República Federativa do Brasil se0a parte# G 7#! @s tratados e conven(8es
internacionais sobre direitos +umanos %ue forem aprovados, em cada 'asa do 'on.resso
?acional, em dois turnos, por tr6s %uintos dos votos dos respectivos membros, serão
e%uivalentes 5s emendas constitucionais# G I#! @ Brasil se submete 5 0urisdi(ão de
$ribunal Penal 3nternacional a cu0a cria(ão ten+a manifestado adesão#
C%+ítulo II: Dos Direitos )ociais
At! J#! S;o &'*'to, ,o1'%', % *&u1%<;o8 % ,%5&*8 o t%2%l-o8 % .o%&'%8 o l%>*8 %
,*(u%)<%8 % +*0'&H)1'% ,o1'%l8 % +ot*<;o ? .%t*)'&%&* * ? ')4K)1'%8 %
%,,',tH)1'% %o, &*,%.+%%&o,8 )% 4o.% &*,t% Co),t'tu'<;o#
At! L#! S;o &'*'to, &o, t%2%l-%&o*, u2%)o, * u%',8 %lA. &* outo, =u* 0',*. ?
.*l-o'% &* ,u% 1o)&'<;o ,o1'%l:
I $ rela(ão de empre.o prote.ida contra despedida arbitrria ou sem 0usta causa, nos
termos de lei complementar, %ue prever indeni1a(ão compensat7ria, dentre outros
direitos"
II $ se.uro-desempre.o, em caso de desempre.o involuntrio"
III $ fundo de .arantia do tempo de servi(o"
IV $ salrio mínimo, fi&ado em lei, nacionalmente unificado, capa1 de atender a suas
necessidades vitais bsicas e 5s de sua família com moradia, alimenta(ão, educa(ão,
saúde, la1er, vesturio, +i.iene, transporte e previd6ncia social, com rea0ustes peri7dicos
%ue l+e preservem o poder a%uisitivo, sendo vedada sua vincula(ão para %ual%uer fim"
A
V $ piso salarial proporcional 5 e&tensão e 5 comple&idade do trabal+o"
VI $ irredutibilidade do salrio, salvo o disposto em conven(ão ou acordo coletivo"
VII $ .arantia de salrio, nunca inferior ao mínimo, para os %ue percebem remunera(ão
varivel"
VIII $ d4cimo terceiro salrio com base na remunera(ão inte.ral ou no valor da
aposentadoria"
IC $ *.u)*%<;o &o t%2%l-o )otu)o ,u+*'o ? &o &'u)o/
C $ prote(ão do salrio na forma da lei, constituindo crime sua reten(ão dolosa"
CI $ participa(ão nos lucros, ou resultados, desvinculada da remunera(ão, e,
e&cepcionalmente, participa(ão na .estão da empresa, conforme definido em lei"
CII $ salrio-família pa.o em ra1ão do dependente do trabal+ador de bai&a renda nos
termos da lei"
CIII $ &u%<;o &o t%2%l-o )o.%l );o ,u+*'o % o'to -o%, &'3'%, * =u%*)t% *
=u%to ,*.%)%',8 4%1ult%&% % 1o.+*),%<;o &* -o3'o, * % *&u<;o &% 9o)%&%8
.*&'%)t* %1o&o ou 1o)0*)<;o 1ol*t'0% &* t%2%l-o"
CIV $ 9o)%&% &* ,*', -o%, +%% o t%2%l-o *%l'>%&o *. tu)o, ')')t*u+to, &*
*0*>%.*)to8 ,%l0o )*(o1'%<;o 1ol*t'0%/
CV $ *+ou,o ,*.%)%l *.u)*%&o8 +*4**)1'%l.*)t* %o, &o.')(o,/
CVI $ *.u)*%<;o &o ,*0'<o *Bt%o&')3'o ,u+*'o8 )o .í)'.o8 *. 1')=M*)t% +o
1
Assim dispõe a Súmula Vinculante STF n. 004, editada em 09.05.2008: Salvo nos casos previstos na
Constituição, o Salário Mínimo não pode ser usado como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de
empregado, nem ser substituído por decisão judicial.
1*)to ? &o )o.%l/
CVII $ (o>o &* 4A'%, %)u%', *.u)*%&%, 1o.8 +*lo .*)o,8 u. t*<o % .%', &o =u*
o ,%l3'o )o.%l/
CVIII $ l'1*)<% ? (*,t%)t*8 ,*. +*9uí>o &o *.+*(o * &o ,%l3'o8 1o. % &u%<;o &*
1*)to * 0')t* &'%,/
CIC $ l'1*)<%$+%t*)'&%&*8 )o, t*.o, 4'B%&o, *. l*'/
CC $ +ot*<;o &o .*1%&o &* t%2%l-o &% .ul-*8 .*&'%)t* ')1*)t'0o, *,+*1í4'1o,8
)o, t*.o, &% l*'/
CCI $ aviso pr4vio proporcional ao tempo de servi(o, sendo no mínimo de trinta dias, nos
termos da lei"
CCII - *&u<;o &o, ',1o, ')**)t*, %o t%2%l-o8 +o .*'o &* )o.%, &* ,%5&*8
-'('*)* * ,*(u%)<%/
CCIII $ %&'1'o)%l &* *.u)*%<;o +%% %, %t'0'&%&*, +*)o,%,8 '),%lu2*, ou
+*'(o,%,8 )% 4o.% &% l*'/
CCIV $ %+o,*)t%&o'%/
CCV $ assist6ncia .ratuita aos fil+os e dependentes desde o nascimento at4 cinco anos
de idade em crec+es e pr4-escolas"
CCVI $ *1o)-*1'.*)to &%, 1o)0*)<@*, * %1o&o, 1ol*t'0o, &* t%2%l-o/
CCVII $ prote(ão em face da automa(ão, na forma da lei"
CCVIII $ ,*(uo 1o)t% %1'&*)t*, &* t%2%l-o8 % 1%(o &o *.+*(%&o8 ,*. *B1lu' %
')&*)'>%<;o % =u* *,t* *,t3 o2'(%&o8 =u%)&o ')1o* *. &olo ou 1ul+%/
CCIC $ %<;o8 =u%)to %o, 1A&'to, *,ult%)t*, &%, *l%<@*, &* t%2%l-o8 1o. +%>o
+*,1'1'o)%l &* 1')1o %)o, +%% o, t%2%l-%&o*, u2%)o, * u%',8 %tA o l'.'t* &*
&o', %)o, %+F, % *Bt')<;o &o 1o)t%to &* t%2%l-o/
CCC $ proibi(ão de diferen(a de salrios, de e&ercício de fun(8es e de crit4rio de
admissão por motivo de se&o, idade, cor ou estado civil"
CCCI $ +o'2'<;o &* =u%l=u* &',1'.')%<;o )o to1%)t* % ,%l3'o * 1'tA'o, &*
%&.',,;o &o t%2%l-%&o +ot%&o &* &*4'1'H)1'%/
>>>33 - proibi(ão de distin(ão entre trabal+o manual, t4cnico e intelectual ou entre os
profissionais respectivos"
CCCIII $ +o'2'<;o &* t%2%l-o )otu)o8 +*'(o,o ou '),%lu2* % .*)o*, &* &*>o'to
* &* =u%l=u* t%2%l-o % .*)o*, &* &*>*,,*', %)o,8 ,%l0o )% 1o)&'<;o &*
%+*)&'>8 % +%t' &* =u%to>* %)o,/
CCCIV $ '(u%l&%&* &* &'*'to, *)t* o t%2%l-%&o 1o. 0í)1ulo *.+*(%tí1'o
+*.%)*)t* * o t%2%l-%&o %0ul,o!
P%3(%4o 5)'1o! )ão asse.urados 5 cate.oria dos trabal+adores dom4sticos os direitos
previstos nos incisos 3B, B3, B333, >B, >B33, >B333, >3>, >>3 e >>3B, bem como a sua
inte.ra(ão 5 previd6ncia social#
At! N#! C livre a associa(ão profissional ou sindical, observado o se.uinte!
I $ a lei não poder e&i.ir autori1a(ão do Estado para a funda(ão de sindicato, ressalvado
o re.istro no 7r.ão competente, vedadas ao Poder Público a interfer6ncia e a interven(ão
na or.ani1a(ão sindical" II $ 4 vedada a cria(ão de mais de uma or.ani1a(ão sindical, em
%ual%uer .rau, representativa de cate.oria profissional ou econ,mica, na mesma base
territorial, %ue ser definida pelos trabal+adores ou empre.adores interessados, não
podendo ser inferior 5 rea de um Município" III $ %o ,')&'1%to 1%2* % &*4*,% &o,
&'*'to, * ')t**,,*, 1ol*t'0o, ou ')&'0'&u%', &% 1%t*(o'%8 ')1lu,'0* *. =u*,t@*,
9u&'1'%', ou %&.')',t%t'0%,/ IV $ a assembl4ia .eral fi&ar a contribui(ão %ue, em se
tratando de cate.oria profissional, ser descontada em fol+a, para custeio do sistema
confederativo da representa(ão sindical respectiva, independentemente da contribui(ão
prevista em lei" V $ nin.u4m ser obri.ado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato" VI
$ A o2'(%tF'% % +%t'1'+%<;o &o, ,')&'1%to, )%, )*(o1'%<@*, 1ol*t'0%, &* t%2%l-o/
VII $ o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas or.ani1a(8es sindicais" VIII $
A 0*&%&% % &',+*),% &o *.+*(%&o ,')&'1%l'>%&o % +%t' &o *(',to &% 1%)&'&%tu%
% 1%(o &* &'*<;o ou *+*,*)t%<;o ,')&'1%l *8 ,* *l*'to8 %')&% =u* ,u+l*)t*8 %tA
u. %)o %+F, o 4')%l &o .%)&%to8 ,%l0o ,* 1o.*t* 4%lt% (%0* )o, t*.o, &% l*'!
P%3(%4o 5)'1o! As disposi(8es deste arti.o aplicam-se 5 or.ani1a(ão de sindicatos
rurais e de col,nias de pescadores, atendidas as condi(8es %ue a lei estabelecer#
At! O#! C asse.urado o direito de .reve, competindo aos trabal+adores decidir sobre a
oportunidade de e&erc6-lo e sobre os interesses %ue devam por meio dele defender# G "#!
A lei definir os servi(os ou atividades essenciais e dispor sobre o atendimento das
necessidades inadiveis da comunidade# G 6#!@s abusos cometidos su0eitam os
responsveis 5s penas da lei#
At! "P! C asse.urada a participa(ão dos trabal+adores e empre.adores nos cole.iados
dos 7r.ãos públicos em %ue seus interesses profissionais ou previdencirios se0am ob0eto
de discussão e delibera(ão#
At! ""! ?as empresas de mais de du1entos empre.ados, 4 asse.urada a elei(ão de um
representante destes com a finalidade e&clusiva de promover-l+es o entendimento direto
com os empre.adores#
Título III: Da @r.ani1a(ão do Estado
C%+ítulo VII: Da Administra(ão Pública
S*<;o I: Disposi(8es 2erais
At! 7O! A *nião, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão consel+o de
política de administra(ão e remunera(ão de pessoal, inte.rado por servidores desi.nados
pelos respectivos Poderes#
G 7#! A+l'1%$,* %o, ,*0'&o*, o1u+%)t*, &* 1%(o +52l'1o o &',+o,to )o At! L#8 IV8
VII8 VIII8 IC8 CII8 CIII8 CV8 CVI8 CVII8 CVIII8 CIC8 CC8 CCII * CCC8 +o&*)&o % l*' *,t%2*l*1*
*=u','to, &'4**)1'%&o, &* %&.',,;o =u%)&o % )%tu*>% &o 1%(o o *B'('#
Título IV: Da @r.ani1a(ão dos Poderes
C%+ítulo III: Do Poder /udicirio
S*<;o I: Disposi(8es 2erais
At! O6! )ão 7r.ãos do Poder /udicirio!
I $ o )upremo $ribunal Federal" IA $ o 'onsel+o ?acional de /usti(a" II $ o )uperior
$ribunal de /usti(a" III $ os $ribunais Re.ionais Federais e /uí1es Federais" IV $ os
$ribunais e /uí1es do $rabal+o" V $ os $ribunais e /uí1es Eleitorais" VI $ os $ribunais e
/uí1es Militares" VII $ os $ribunais e /uí1es dos Estados e do Distrito Federal e $errit7rios#
G "#! @ )upremo $ribunal Federal, o 'onsel+o ?acional de /usti(a e os $ribunais
)uperiores t6m sede na 'apital Federal# G 6#! @ )upremo $ribunal Federal e os $ribunais
)uperiores t6m 0urisdi(ão em todo o territ7rio nacional#
At! "P7$A! @ )upremo $ribunal Federal poder, de ofício ou por provoca(ão, mediante
decisão de dois ter(os dos seus membros, ap7s reiteradas decis8es sobre mat4ria
constitucional, aprovar súmula %ue, a partir de sua publica(ão na imprensa oficial, ter
efeito vinculante em rela(ão aos demais 7r.ãos do Poder /udicirio e 5 administra(ão
pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder 5
sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei# G "#! A súmula ter por
ob0etivo a validade, a interpreta(ão e a eficcia de normas determinadas, acerca das
%uais +a0a controv4rsia atual entre 7r.ãos 0udicirios ou entre esses e a administra(ão
pública %ue acarrete .rave inse.uran(a 0urídica e relevante multiplica(ão de processos
sobre %uestão id6ntica# G 6#! )em pre0uí1o do %ue vier a ser estabelecido em lei, a
aprova(ão, revisão ou cancelamento de súmula poder ser provocada por a%ueles %ue
podem propor a a(ão direta de inconstitucionalidade# G 7#! Do ato administrativo ou
decisão 0udicial %ue contrariar a súmula aplicvel ou %ue indevidamente a aplicar, caber
reclama(ão ao )upremo $ribunal Federal %ue, 0ul.ando-a procedente, anular o ato
administrativo ou cassar a decisão 0udicial reclamada, e determinar %ue outra se0a
proferida com ou sem a aplica(ão da súmula, conforme o caso#
S*<;o V: Dos $ribunais e /uí1es do $rabal+o
At! """! )ão 7r.ãos da /usti(a do $rabal+o!
I $ o $ribunal )uperior do $rabal+o" II $ os $ribunais Re.ionais do $rabal+o" III $ /uí1es do
$rabal+o#
At! """$A! @ $ribunal )uperior do $rabal+o compor-se- de vinte e sete Ministros,
escol+idos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco
anos, nomeados pelo Presidente da República ap7s aprova(ão pela maioria absoluta do
)enado Federal, sendo!
I $ um %uinto dentre advo.ados com mais de de1 anos de efetiva atividade
profissional e membros do Minist4rio Público do $rabal+o com mais de de1 anos de
efetivo e&ercício, observado o disposto no art# D="
II $ os demais dentre 0uí1es do $rabal+o dos $ribunais Re.ionais do $rabal+o,
oriundos da ma.istratura da carreira, indicados pelo pr7prio $ribunal )uperior#
G "#! A lei dispor sobre a compet6ncia do $ribunal )uperior do $rabal+o#
G 6#! Funcionarão 0unto ao $ribunal )uperior do $rabal+o!
I $ a Escola ?acional de Forma(ão e Aperfei(oamento de Ma.istrados do $rabal+o,
cabendo-l+e, dentre outras fun(8es, re.ulamentar os cursos oficiais para o in.resso e
promo(ão na carreira"
II $ o 'onsel+o )uperior da /usti(a do $rabal+o, cabendo-l+e e&ercer, na forma da
lei, a supervisão administrativa, or(amentria, financeira e patrimonial da /usti(a do
$rabal+o de primeiro e se.undo .raus, como 7r.ão central do sistema, cu0as decis8es
terão efeito vinculante#
At! ""6! A lei criar varas da /usti(a do $rabal+o, podendo, nas comarcas não
abran.idas por sua 0urisdi(ão, atribuí-la aos 0uí1es de direito, com recurso para o
respectivo $ribunal Re.ional do $rabal+o#
At! ""7! A lei dispor sobre a constitui(ão, investidura, 0urisdi(ão, compet6ncia, .arantias
e condi(8es de e&ercício dos 7r.ãos da /usti(a do $rabal+o#
At! ""I! Co.+*t* ? Eu,t'<% &o T%2%l-o +o1*,,% * 9ul(%:
I $ %, %<@*, o'u)&%, &% *l%<;o &* t%2%l-o8 %2%)('&o, o, *)t*, &* &'*'to +52l'1o
*Bt*)o * &% %&.')',t%<;o +52l'1% &'*t% * ')&'*t% &% U)';o8 &o, E,t%&o,8 &o
D',t'to F*&*%l * &o, Mu)'1í+'o,/
II $ as a(8es %ue envolvam e&ercício do direito de .reve"
III $ as a(8es sobre representa(ão sindical, entre sindicatos, entre sindicatos e
trabal+adores, e entre sindicatos e empre.adores"
IV $ os mandados de se.uran(a, habeas corpus e habeas data, %uando o ato %uestionado
envolver mat4ria su0eita 5 sua 0urisdi(ão"
V $ os conflitos de compet6ncia entre 7r.ãos com 0urisdi(ão trabal+ista, ressalvado o
disposto no art# AEF, 3, o"
VI $ %, %<@*, &* ')&*)'>%<;o +o &%)o .o%l ou +%t'.o)'%l8 &*1o*)t*, &% *l%<;o
&* t%2%l-o/
VII $ %, %<@*, *l%t'0%, ?, +*)%l'&%&*, %&.')',t%t'0%, '.+o,t%, %o, *.+*(%&o*,
+*lo, F(;o, &* 4',1%l'>%<;o &%, *l%<@*, &* t%2%l-o"
VIII $ a e&ecu(ão, de ofício, das contribui(8es sociais previstas no art# ADG, 3, a , e 33, e
seus acr4scimos le.ais, decorrentes das senten(as %ue proferir"
IC $ outras controv4rsias decorrentes da rela(ão de trabal+o, na forma da lei#
G "#! Frustrada a ne.ocia(ão coletiva, as partes poderão ele.er rbitros#
G 6#! Recusando-se %ual%uer das partes 5 ne.ocia(ão coletiva ou 5 arbitra.em, 4
facultado 5s mesmas, de comum acordo, a0ui1ar dissídio coletivo de nature1a econ,mica,
podendo a /usti(a do $rabal+o decidir o conflito, respeitadas as disposi(8es mínimas
le.ais de prote(ão ao trabal+o, bem como as convencionadas anteriormente#
G 7#! Em caso de .reve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse
público, o Minist4rio Público do $rabal+o poder a0ui1ar dissídio coletivo, competindo 5
/usti(a do $rabal+o decidir o conflito#
At! "":! @s $ribunais Re.ionais do $rabal+o comp8em-se de, no mínimo, sete 0uí1es,
recrutados, %uando possível, na respectiva re.ião, e nomeados pelo Presidente da
República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos, sendo!
I $ um %uinto dentre advo.ados com mais de de1 anos de efetiva atividade
profissional e membros do Minist4rio Público do $rabal+o com mais de de1 anos de
efetivo e&ercício, observado o disposto no art# D="
II $ os demais, mediante promo(ão de 0uí1es do trabal+o por anti.Hidade e
merecimento, alternadamente#
G "#! @s $ribunais Re.ionais do $rabal+o instalarão a 0usti(a itinerante, com a
reali1a(ão de audi6ncias e demais fun(8es de atividade 0urisdicional, nos limites
territoriais da respectiva 0urisdi(ão, servindo-se de e%uipamentos públicos e comunitrios#
G 6#! @s $ribunais Re.ionais do $rabal+o poderão funcionar descentrali1adamente,
constituindo '9maras re.ionais, a fim de asse.urar o pleno acesso do 0urisdicionado 5
0usti(a em todas as fases do processo#
At! ""J! ?as Baras do $rabal+o, a 0urisdi(ão ser e&ercida por um 0ui1 sin.ular#
Título VIII: DA @RDEM )@'3A-
C%+ítulo I: D3)P@)3IJ@ 2ERA-
At! "O7! A o&*. ,o1'%l t*. 1o.o 2%,* o +'.%&o &o t%2%l-o8 * 1o.o o29*t'0o o
2*.$*,t% * % 9u,t'<% ,o1'%',!
C%+ítulo II: DA )E2*R3DADE )@'3A-
S*<;o I: D3)P@)3IKE) 2ERA3)
At! "OI! A se.uridade social compreende um con0unto inte.rado de a(8es de iniciativa
dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a asse.urar os direitos relativos 5
saúde, 5 previd6ncia e 5 assist6ncia social#
Par.rafo único# 'ompete ao Poder Público, nos termos da lei, or.ani1ar a se.uridade
social, com base nos se.uintes ob0etivos! I $ universalidade da cobertura e do
atendimento" II $ uniformidade e e%uival6ncia dos benefícios e servi(os 5s popula(8es
urbanas e rurais" III $ seletividade e distributividade na presta(ão dos benefícios e
servi(os" IV $ irredutibilidade do valor dos benefícios" V $ e%Hidade na forma de
participa(ão no custeio" VI $ diversidade da base de financiamento" VII $ carter
democrtico e descentrali1ado da administra(ão, mediante .estão %uadripartite, com
participa(ão dos trabal+adores, dos empre.adores, dos aposentados e do 2overno nos
7r.ãos cole.iados#
S*<;o II: DA )ALDE
At! "OJ! A ,%5&* A &'*'to &* to&o, * &*0* &o E,t%&o8 (%%)t'&o .*&'%)t* +olít'1%,
,o1'%', * *1o)Q.'1%, =u* 0',*. ? *&u<;o &o ',1o &* &o*)<% * &* outo, %(%0o,
* %o %1*,,o u)'0*,%l * '(u%l't3'o ?, %<@*, * ,*0'<o, +%% ,u% +o.o<;o8
+ot*<;o * *1u+*%<;o!
S*<;o III: DA PREB3DM?'3A )@'3A-
At! 6P"! A previd6ncia social ser or.ani1ada sob a forma de re.ime .eral, de carter
contributivo e de filia(ão obri.at7ria, observados crit4rios %ue preservem o e%uilíbrio
financeiro e atuarial, e atender, nos termos da lei, a!
I $ 1o2*tu% &o, *0*)to, &* &o*)<%8 ')0%l'&*>8 .ot* * '&%&* %0%)<%&%/ II $ +ot*<;o
? .%t*)'&%&*8 *,+*1'%l.*)t* ? (*,t%)t*/ III $ prote(ão ao trabal+ador em situa(ão de
desempre.o involuntrio" IV $ salrio-família e au&ílio-reclusão para os dependentes dos
se.urados de bai&a renda" V $ +*),;o +o .ot* &o ,*(u%&o8 -o.*. ou .ul-*8 %o
1Q)9u(* ou 1o.+%)-*'o * &*+*)&*)t*,8 o2,*0%&o o &',+o,to )o G 6#!
G "#! É 0*&%&% % %&o<;o &* *=u','to, * 1'tA'o, &'4**)1'%&o, +%% % 1o)1*,,;o &*
%+o,*)t%&o'% %o, 2*)*4'1'3'o, &o *('.* (*%l &* +*0'&H)1'% ,o1'%l8 *,,%l0%&o,
o, 1%,o, &* %t'0'&%&*, *B*1'&%, ,o2 1o)&'<@*, *,+*1'%', =u* +*9u&'=u*. %
,%5&* ou % ')t*('&%&* 4í,'1%8 &*4')'&o, *. l*' 1o.+l*.*)t%!
G 6#! ?en+um benefício %ue substitua o salrio de contribui(ão ou o rendimento do
trabal+o do se.urado ter valor mensal inferior ao salrio mínimo# G "P! L*' &',1'+l')%3 %
1o2*tu% &o ',1o &* %1'&*)t* &o t%2%l-o8 % ,* %t*)&'&% 1o)1o*)t*.*)t* +*lo
*('.* (*%l &* +*0'&H)1'% ,o1'%l * +*lo ,*to +'0%&o# G ""! @s .an+os +abituais do
empre.ado, a %ual%uer título, serão incorporados ao salrio para efeito de contribui(ão
previdenciria e conse%Hente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei#
S*<;o IV: Da Assist6ncia )ocial
At! 6P7! A assist6ncia social ser prestada a %uem dela necessitar, independentemente
de contribui(ão 5 se.uridade social, e tem por ob0etivos! I $ a prote(ão 5 família, 5
maternidade, 5 inf9ncia, 5 adolesc6ncia e 5 vel+ice" II $ o amparo 5s crian(as e
adolescentes carentes" III $ a promo(ão da inte.ra(ão ao mercado de trabal+o" IV $ %
-%2'l't%<;o * *%2'l't%<;o &%, +*,,o%, +ot%&o%, &* &*4'1'H)1'% * % +o.o<;o &*
,u% ')t*(%<;o ? 0'&% 1o.u)'t3'%/ V $ a .arantia de um salrio mínimo de benefício
mensal 5 pessoa portadora de defici6ncia e ao idoso %ue comprovem não possuir meios
de prover 5 pr7pria manuten(ão ou de t6-la provida por sua família, conforme dispuser a
lei#
At! 6PI! As a(8es .overnamentais na rea da assist6ncia social serão reali1adas com
recursos do or(amento da se.uridade social, previstos no Art# ADG, al4m de outras fontes,
e or.ani1adas com base nas se.uintes diretri1es! I $ descentrali1a(ão político-
administrativa, cabendo a coordena(ão e as normas .erais 5 esfera federal e a
coordena(ão e a e&ecu(ão dos respectivos pro.ramas 5s esferas estadual e municipal,
bem como a entidades beneficentes e de assist6ncia social" II $ participa(ão da
popula(ão, por meio de or.ani1a(8es representativas, na formula(ão das políticas e no
controle das a(8es em todos os níveis#
C%+ítulo VI: Do Meio Ambiente
At! 66:! To&o, tH. &'*'to %o .*'o %.2'*)t* *1olo('1%.*)t* *=u'l'2%&o8 2*. &*
u,o 1o.u. &o +o0o * *,,*)1'%l ? ,%&'% =u%l'&%&* &* 0'&%8 '.+o)&o$,* %o Po&*
P52l'1o * ? 1ol*t'0'&%&* o &*0* &* &*4*)&H$lo * +*,*03$lo +%% %, +*,*)t*, *
4utu%, (*%<@*,!
G "#! Para asse.urar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público! I $ preservar e
restaurar os processos ecol7.icos essenciais e prover o mane0o ecol7.ico das esp4cies e
ecossistemas" II $ preservar a diversidade e a inte.ridade do patrim,nio .en4tico do País
e fiscali1ar as entidades dedicadas 5 pes%uisa e manipula(ão de material .en4tico" III $
definir, em todas as unidades da Federa(ão, espa(os territoriais e seus componentes a
serem especialmente prote.idos, sendo a altera(ão e a supressão permitidas somente
atrav4s de lei, vedada %ual%uer utili1a(ão %ue comprometa a inte.ridade dos atributos
%ue 0ustifi%uem sua prote(ão" IV $ e&i.ir, na forma da lei, para instala(ão de obra ou
atividade potencialmente causadora de si.nificativa de.rada(ão do meio ambiente,
estudo pr4vio de impacto ambiental, a %ue se dar publicidade" V $ controlar a produ(ão,
a comerciali1a(ão e o empre.o de t4cnicas, m4todos e subst9ncias %ue comportem risco
para a vida, a %ualidade de vida e o meio ambiente" VI $ promover a educa(ão ambiental
em todos os níveis de ensino e a conscienti1a(ão pública para a preserva(ão do meio
ambiente" VII $ prote.er a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as prticas %ue
colo%uem em risco sua fun(ão ecol7.ica, provo%uem a e&tin(ão de esp4cies ou
submetam os animais a crueldade# G 6#! A%uele %ue e&plorar recursos minerais fica
obri.ado a recuperar o meio ambiente de.radado, de acordo com solu(ão t4cnica e&i.ida
pelo 7r.ão público competente, na forma da lei# G 7#! As condutas e atividades
consideradas lesivas ao meio ambiente su0eitarão os infratores, pessoas físicas ou
0urídicas, a san(8es penais e administrativas, independentemente da obri.a(ão de
reparar os danos causados# G I#! A Floresta Ama1,nica brasileira, a Mata Atl9ntica, a
)erra do Mar, o Pantanal Mato-2rossense e a Nona 'osteira são patrim,nio nacional, e
sua utili1a(ão far-se-, na forma da lei, dentro de condi(8es %ue asse.urem a
preserva(ão do meio ambiente, inclusive %uanto ao uso dos recursos naturais# G :#! )ão
indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por a(8es
discriminat7rias, necessrias 5 prote(ão dos ecossistemas naturais# G J#! As usinas %ue
operem com reator nuclear deverão ter sua locali1a(ão definida em lei federal, sem o %ue
não poderão ser instaladas#
C%+ítulo VII: Da Família, da 'rian(a, do Adolescente e do 3doso
At! 66L! C dever da família, da sociedade e do Estado asse.urar 5 crian(a e ao
adolescente, com absoluta prioridade, o direito 5 vida, 5 saúde, 5 alimenta(ão, 5
educa(ão, ao la1er, 5 profissionali1a(ão, 5 cultura, 5 di.nidade, ao respeito, 5 liberdade e
5 conviv6ncia familiar e comunitria, al4m de coloc-los a salvo de toda forma de
ne.li.6ncia, discrimina(ão, e&plora(ão, viol6ncia, crueldade e opressão#
G "#! @ Estado promover pro.ramas de assist6ncia inte.ral 5 saúde da crian(a e do
adolescente, admitida a participa(ão de entidades não .overnamentais e obedecendo os
se.uintes preceitos! I $ aplica(ão de percentual dos recursos públicos destinados 5 saúde
na assist6ncia materno-infantil" II $ cria(ão de pro.ramas de preven(ão e atendimento
especiali1ado para os portadores de defici6ncia física, sensorial ou mental, bem como de
inte.ra(ão social do adolescente portador de defici6ncia, mediante o treinamento para o
trabal+o e a conviv6ncia, e a facilita(ão do acesso aos bens e servi(os coletivos, com a
elimina(ão de preconceitos e obstculos ar%uitet,nicos# G 6#! A lei dispor sobre normas
de constru(ão dos lo.radouros e dos edifícios de uso público e de fabrica(ão de veículos
de transporte coletivo, a fim de .arantir acesso ade%uado 5s pessoas portadoras de
defici6ncia# G 7#! @ direito a prote(ão especial abran.er os se.uintes aspectos! I $ idade
mínima de %uator1e anos para admissão ao trabal+o, observado o disposto no Art# OP,
>>>333" II $ .arantia de direitos previdencirios e trabal+istas" III $ .arantia de acesso do
trabal+ador adolescente 5 escola" IV $ .arantia de pleno e formal con+ecimento da
atribui(ão de ato infracional, i.ualdade na rela(ão processual e defesa t4cnica por
profissional +abilitado, se.undo dispuser a le.isla(ão tutelar específica" V $ obedi6ncia
aos princípios de brevidade, e&cepcionalidade e respeito 5 condi(ão peculiar de pessoa
em desenvolvimento, %uando da aplica(ão de %ual%uer medida privativa da liberdade" VI $
estímulo do Poder Público, atrav4s de assist6ncia 0urídica, incentivos fiscais e subsídios,
nos termos da lei, ao acol+imento, sob a forma de .uarda, de crian(a ou adolescente
7rfão ou abandonado" VII $ pro.ramas de preven(ão e atendimento especiali1ado 5
crian(a e ao adolescente dependente de entorpecentes e dro.as afins# G I#! A lei punir
severamente o abuso, a viol6ncia e a e&plora(ão se&ual da crian(a e do adolescente# G
:#! A ado(ão ser assistida pelo Poder Público, na forma da lei, %ue estabelecer casos e
condi(8es de sua efetiva(ão por parte de estran.eiros# G J#! @s fil+os, +avidos ou não da
rela(ão do casamento, ou por ado(ão, terão os mesmos direitos e %ualifica(8es, proibidas
%uais%uer desi.na(8es discriminat7rias relativas 5 filia(ão# G L#! ?o atendimento dos
direitos da crian(a e do adolescente levar-se- em considera(ão o disposto no Art# FE=#
At! 66N! )ão penalmente inimputveis os menores de de1oito anos, su0eitos 5s normas
da le.isla(ão especial#
At! 66O! @s pais t6m o dever de assistir, criar e educar os fil+os menores, e os fil+os
maiores t6m o dever de a0udar e amparar os pais na vel+ice, car6ncia ou enfermidade#
At! 67P! A família, a sociedade e o Estado t6m o dever de amparar as pessoas idosas,
asse.urando sua participa(ão na comunidade, defendendo sua di.nidade e bem-estar e
.arantindo-l+es o direito 5 vida# G "#! @s pro.ramas de amparo aos idosos serão
e&ecutados preferencialmente em seus lares# G 6#! Aos maiores de sessenta e cinco anos
4 .arantida a .ratuidade dos transportes coletivos urbanos#
L*' )! L!I"P8 &* 6L!""!"ON: QDisp8e sobre a Especiali1a(ão de

En.en+eiros e Ar%uitetos
em En.en+aria de )e.uran(a do $rabal+o e a profissão de $4cnico de )e.uran(a do
$rabal+oR
At! "#! @ e&ercício da especiali1a(ão de En.en+eiro de )e.uran(a do $rabal+o ser
permitido, e&clusivamente!
I - ao En.en+eiro ou Ar%uiteto, portador de certificado de conclusão de curso de
especiali1a(ão em En.en+aria de )e.uran(a do $rabal+o, a ser ministrado no País, em
nível de p7s-.radua(ão"
II - ao portador de certificado de curso de especiali1a(ão em En.en+aria de )e.uran(a do
$rabal+o, reali1ado em carter prioritrio, pelo Minist4rio do $rabal+o"
III - ao possuidor de re.istro de En.en+eiro de )e.uran(a do $rabal+o, e&pedido pelo
Minist4rio do $rabal+o, at4 a data fi&ada na re.ulamenta(ão desta -ei#
P%3(%4o 5)'1o! @ curso previsto no inciso 3 deste arti.o ter o currículo fi&ado pelo
'onsel+o Federal de Educa(ão, por proposta do Minist4rio do $rabal+o e Empre.o, e seu
funcionamento determinar a e&tin(ão dos cursos de %ue trata o inciso 33, na forma da
re.ulamenta(ão a ser e&pedida#
At! 6#! @ e&ercício da profissão de $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o ser permitido,
e&clusivamente!
I - ao portador de certificado de conclusão de curso $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o, a
ser ministrado no País, em estabelecimentos de ensino de FP .rau"
II - ao portador de certificado de conclusão de curso de )upervisor de )e.uran(a do
$rabal+o, reali1ado em carter prioritrio pelo Minist4rio do $rabal+o e Empre.o"
III - ao possuidor de re.istros de )upervisor de )e.uran(a do $rabal+o, e&pedido pelo
Minist4rio do $rabal+o, at4 data fi&ada na re.ulamenta(ão desta lei#
P%3(%4o 5)'1o! @ curso previsto no inciso 3 deste arti.o ter o currículo fi&ado pelo
Minist4rio da Educa(ão, por proposta do Minist4rio do $rabal+o e Empre.o, e seu
funcionamento determinar a e&tin(ão dos cursos de %ue trata o inciso 33, na forma da
re.ulamenta(ão a ser e&pedida#
At 7#! @ e&ercício da atividade de En.en+eiros e Ar%uitetos na especiali1a(ão de
En.en+aria de )e.uran(a do $rabal+o depender de re.istro em 'onsel+o Re.ional de
En.en+aria, Ar%uitetura e A.ronomia, ap7s a re.ulamenta(ão desta -ei, e o de $4cnico
de )e.uran(a do $rabal+o, ap7s o re.istro no Minist4rio do $rabal+o e Empre.o#
At! I#! @ Poder E&ecutivo re.ulamentar esta -ei no pra1o de AFE Qcentro e vinteR dias,
contados de sua publica(ão#
At! :#! Esta lei entra em vi.or na data de sua publica(ão#
At! J#! Revo.am-se as disposi(8es em contrrio#
DECRETO )! O6!:7P8 &* O!I!"ONJ QRe.ulamenta a -ei n# O#=AE, de FO#AA#AD<GR
At! "# @ e&ercício da especiali1a(ão de En.en+eiro de )e.uran(a do $rabal+o 4
permitido e&clusivamente!
I - ao En.en+eiro ou Ar%uiteto, portador de certificado de conclusão de curso de
especiali1a(ão em En.en+aria de )e.uran(a do $rabal+o, em nível de p7s-.radua(ão"
II - ao portador de certificado de curso de especiali1a(ão em En.en+aria de )e.uran(a do
$rabal+o, reali1ado em carter prioritrio, pelo Minist4rio do $rabal+o"
III - ao possuidor de re.istro de En.en+eiro de )e.uran(a do $rabal+o, e&pedido pelo
Minist4rio do $rabal+o dentro de A<E dias da e&tin(ão do curso referido no item anterior#
At! 6# @ e&ercício da profissão de $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o 4 permitido,
e&clusivamente!
I - ao portador de certificado de conclusão de 'urso de $4cnico de )e.uran(a do
$rabal+o ministrado no País em estabelecimento de ensino de FP .rau"
II - ao portador de certificado de conclusão de curso de )upervisor de )e.uran(a do
$rabal+o, reali1ado em carter prioritrio pelo Minist4rio do $rabal+o"
III - ao possuidor de re.istro de )upervisor de )e.uran(a do $rabal+o, e&pedido pelo
Minist4rio do $rabal+o at4 A<E dias da e&tin(ão do curso referido no item anterior#
At! 7# @ Minist4rio da Educa(ão, dentro de AFE dias, por proposta do Minist4rio do
$rabal+o, fi&ar os currículos bsicos do curso de especiali1a(ão em En.en+aria de
)e.uran(a do $rabal+o, e do curso de $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o, previstos no
item 3 do arti.o AP e no item 3 do arti.o FP#
G "# @ funcionamento dos cursos referidos neste arti.o determinar a e&tin(ão dos cursos
de %ue tratam o item 33 do arti.o AP e no item do arti.o FP#
G 6# At4 %ue os cursos previstos neste arti.o entrem em funcionamento, o Minist4rio do
$rabal+o poder autori1ar, em carter e&cepcional, %ue ten+am continuidade os cursos
mencionados no par.rafo precedente, os %uais deverão adaptar-se aos currículos
aprovados pelo Minist4rio da Educa(ão#
G 7# As atividades dos En.en+eiros e Ar%uitetos especiali1ados em En.en+aria de
)e.uran(a do $rabal+o serão definidas pelo 'onsel+o Federal de En.en+aria, Ar%uitetura
e A.ronomia - '@?FEA, no pra1o de SE dias ap7s a fi&a(ão dos currículos de %ue trata o
arti.o TP pelo Minist4rio da Educa(ão, ouvida a )ecretaria de )e.uran(a e Medicina do
$rabal+o#
At! :# @ e&ercício da atividade de En.en+eiros e Ar%uitetos, na especialidade de
En.en+aria de )e.uran(a do $rabal+o, depende de re.istro no 'onsel+o Re.ional de
En.en+aria, Ar%uitetura e A.ronomia - 'REA#
At! J# As atividades de $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o serão definidas pelo Minist4rio
do $rabal+o, no pra1o de SE dias, ap7s a fi&a(ão do respectivo currículo escolar pelo
Minist4rio da Educa(ão, na forma do arti.o TP#
At! L# @ e&ercício da profissão de $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o depende de
re.istro no Minist4rio do $rabal+o#
At! N# @ Minist4rio da Administra(ão, em articula(ão com o Minist4rio do $rabal+o,
promover, no pra1o de DE dias a partir da vi.6ncia deste Decreto, estudos para a cria(ão
de cate.oria funcionais e os respectivos %uadros do 2rupo - En.en+aria e )e.uran(a do
$rabal+o#
At! O# Este Decreto entrar em vi.or na data de sua publica(ão#
At! "P! R*0o(%.$,* %, &',+o,'<@*, *. 1o)t3'o!
MINISTÉRIO DO TRABALHO
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA N!# 7!6L:8 DE 6" DE SETEMBRO DE "ONO
(D.O.U. de 22/09/89 – Seção 1 – pá. 1!.9!! e 1!.9!"#
A M3?3)$RA DE E)$AD@ D@ $RABA-U@, no uso de suas atribui(8es, considerando o
disposto no art# SP do Decreto n#P DF#GTE, de D de abril de AD<S, %ue compet6ncia ao
Minist4rio do
$rabal+o para definir as atividades do $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o, RE)@-BE!
At! "# - As atividades do $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o são as se.uintes!
3 - informar o empre.ador, atrav4s de parecer t4cnico, sobre os riscos e&i.entes nos
ambientes de trabal+o, bem como orient-los sobre as medidas de elimina(ão e
neutrali1a(ão"
33 - informar os trabal+adores sobre os riscos da sua atividade, bem como as medidas de
elimina(ão e neutrali1a(ão"
333 - analisar os m4todos e os processos de trabal+o e identificar os fatores de risco de
acidentes do trabal+o, doen(as profissionais e do trabal+o e a presen(a de a.entes
ambientais a.ressivos ao trabal+ador, propondo sua elimina(ão ou seu controle"
3B - e&ecutar os procedimentos de se.uran(a e +i.iene do trabal+o e avaliar os
resultantes alcan(ados, ade%uando-os estrat4.ias utili1adas de maneira a inte.rar o
processo prevencionista em uma planifica(ão, beneficiando o trabal+ador"
B - e&ecutar pro.ramas de preven(ão de acidentes do trabal+o, doen(as profissionais e
do trabal+o nos ambientes de trabal+o, com a participa(ão dos trabal+adores,
acompan+ando e avaliando seus resultados, bem como su.erindo constante atuali1a(ão
dos mesmos estabelecendo procedimentos a serem se.uidos"
B3 - promover debates, encontros, campan+as, seminrios, palestras, reuni8es,
treinamentos e utili1ar outros recursos de ordem didtica e peda.7.ica com o ob0etivo de
divul.ar as normas de se.uran(a e +i.iene do trabal+o, assuntos t4cnicos, visando evitar
acidentes do trabal+o, doen(as profissionais e do trabal+o"
B33 - e&ecutar as normas de se.uran(a referentes a pro0etos de constru(ão, aplica(ão,
reforma, arran0os físicos e de flu&os, com vistas 5 observ9ncia das medidas de se.uran(a
e +i.iene do trabal+o, inclusive por terceiros"
B333 - encamin+ar aos setores e reas competentes normas, re.ulamentos,
documenta(ão, dados estatísticos, resultados de anlises e avalia(8es, materiais de
apoio t4cnico, educacional e outros de divul.a(ão para con+ecimento e auto-
desenvolvimento do trabal+ador"
3> - indicar, solicitar e inspecionar e%uipamentos de prote(ão contra inc6ndio, recursos
audiovisuais e didticos e outros materiais considerados indispensveis, de acordo com a
le.isla(ão vi.ente, dentro das %ualidades e especifica(8es t4cnicas recomendadas,
avaliando seu desempen+o"
> - cooperar com as atividades do meio ambiente, orientando %uanto ao tratamento e
destina(ão dos resíduos industriais, incentivando e conscienti1ando o trabal+ador da sua
import9ncia para a vida"
>3 - orientar as atividades desenvolvidas por empresas contratadas, %uanto aos
procedimentos de se.uran(a e +i.iene do trabal+o previstos na le.isla(ão ou constantes
em contratos de presta(ão de servi(o"
>33 - e&ecutar as atividades li.adas 5 se.uran(a e +i.iene do trabal+o utili1ando m4todos
e t4cnicas científicas, observando dispositivos le.ais e institucionais %ue ob0etivem a
elimina(ão, controle ou redu(ão permanente dos riscos de acidentes do trabal+o e a
mel+oria das condi(8es do ambiente, parapreservar a inte.ridade física e mental dos
trabal+adores"
>333 - levantar e estudar os dados estatísticos de acidentes do trabal+o, doen(as
profissionais e do trabal+o, calcular a fre%H6ncia e a .ravidade destes para a0ustes das
a(8es prevencionistas, normas re.ulamentos e outros dispositivos de ordem t4cnica, %ue
permitam a prote(ão coletiva e individual"
>3B - articular-se e colaborar com os setores responsveis pelos recursos +umanos,
fornecendo-l+es resultados de levantamento t4cnicos de riscos das reas e atividades
para subsidiar a ado(ão de medidas de preven(ão a nível de pessoal"
>B - informar os trabal+adores e o empre.ador sobre as atividades insalubre, peri.osas e
penosas e&istentes na empresa, seus riscos específicos, bem como as medidas e
alternativas de elimina(ão ou neutrali1a(ão dos mesmos"
>B3 - avaliar as condi(8es ambientais de trabal+o e emitir parecer t4cnico %ue subsidie o
plane0amento e a or.ani1a(ão do trabal+o de forma se.ura para o trabal+ador"
>B33 - articula-se e colaborar com os 7r.ãos e entidades li.ados 5 preven(ão de acidentes
do trabal+o, doen(as profissionais e do trabal+o"
>B333 - particular de seminrios, treinamento, con.ressos e cursos visando o interc9mbio e
o aperfei(oamento profissional#
At! 6# - As dúvidas suscitadas e os casos omissos serão dirimidos pela )ecretaria de
)e.uran(a e Medicina do $rabal+o#
At! 7# - Esta Portaria entra em vi.or na data de sua publica(ão, revo.adas as
disposi(8es em contrrio#
DOROTHEA RERNECS
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PORTARIA )# 6J6 &* 6O!P:!6PPN
Disp8e sobre o re.istro profissional do $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o#
@ M3?3)$R@ DE E)$AD@ D@ $RABA-U@ E EMPRE2@, no uso das atribui(8es %ue l+e
conferem o inciso 33 do par.rafo único do art# <O da 'onstitui(ão Federal, o art# TP da -ei
nP O#=AE, de FO de novembro de AD<G, e o art# OP do Decreto nP DF#GTE, de D de abril de
AD<S, resolve!
Art# AP @ e&ercício da profissão do $4cnico de )e.uran(a do $rabal+o depende de pr4vio
re.istro no Minist4rio do $rabal+o e Empre.o#
Art# FP @ re.istro profissional ser efetivado pelo )etor de 3dentifica(ão e Re.istro
Profissional das *nidades Descentrali1adas do Minist4rio do $rabal+o e Empre.o,
mediante re%uerimento do interessado, %ue poder ser encamin+ado pelo sindicato da
cate.oria#
V AP @ re%uerimento dever estar acompan+ado dos se.uintes documentos!
3 - 'arteira de $rabal+o e Previd6ncia )ocial - '$P), para lan(amento do re.istro
profissional"
33 - c7pia autenticada de documento comprobat7rio do atendimento aos re%uisitos
constantes nos incisos 3, 33 ou 333 do arti.o FP da -ei nP O#=AE, de FO de novembro de AD<G"
333 - c7pia autenticada da 'arteira de 3dentidade QR2R"
3B - c7pia autenticada do comprovante de inscri(ão no 'adastro de Pessoa Física Q'PFR#
V FP A autentica(ão das c7pias dos documentos dispostos nos incisos 33, 333 e 3B poder
ser obtida mediante apresenta(ão dos ori.inais para confer6ncia na *nidade
Descentrali1ada do Minist4rio do $rabal+o e Empre.o#
Art# TP Permanecerão vlidos os re.istros profissionais de t4cnico de se.uran(a do
trabal+o emitidos pela )ecretaria de 3nspe(ão do $rabal+o W )3$#
Art# =P @s recursos interpostos em ra1ão de indeferimento dos pedidos de re.istro pelas
unidades descentrali1adas serão analisados pelo Departamento de )e.uran(a e )aúde
no $rabal+o - D))$, da )3$#
Art# GP Esta Portaria entra em vi.or na data de sua publica(ão#
Art# SP Ficam revo.adas a Portaria )?$ nP =, de S de fevereiro de ADDF" a Portaria D?))$
nP A, de AD de maio de ADDF" e a Portaria )))$ nP AT, de FE de de1embro de ADDG, %ue
deu nova reda(ão 5 ?orma Re.ulamentadora - ?R FO#
'AR-@) -*P3
L*(',l%<;o * No.%, TA1)'1%, I
'onceitos preliminares importantes!
D3RE3$@# C o con0unto de re.ras obri.at7rias %ue disciplinam a conviv6ncia social
+umana#
/*)$3IA#C a vontade constante e perp4tua de dar a cada um o %ue 4 seu#
/*R3)PR*DM?'3A# :C o con0unto de decis8es 0udiciais uniformes e reiteradas de uma
determinada 'orte de /usti(a acerca de um ponto controvertido#;
D@*$R3?A# :C o produto da refle&ão e do pensamento desenvolvidos pelos estudiosos
do Direito acerca de uma determinada %uestão 0urídica;#
-E3# :C a mais importante fonte formal do Direito;# :C a norma 0urídica emanada do
Poder 'ompetente e ditada pela or.ani1a(ão estatal %ue se imp8e de forma coercitiva a
todos os membros da sociedade#;
'onstitui(ão Federal! Pode ser c+amada de carta ma.na ou lei maior#
A 'onstitui(ão Federal 4 o con0unto de normas Qre.ras e princípiosR do ordenamento
0urídico de um país# Ela limita o poder, or.ani1a o Estado e define direitos e .arantias
fundamentais#
Emenda 'onstitucional# 'orresponde a uma reforma parcial do te&to da 'onstitui(ão#
OIT$ O(%)'>%<;o I)t*)%1'o)%l &o T%2%l-o
CLT$Co),ol'&%<;o &%, L*', &o t%2%l-o
ACIDENTES DO TRABALHO: CONCEITOS8 CAUSAS E CONSETUVNCIAS:
CONCEITO DE ACIDENTE DE TRABALHO
F
! $ O %&%'(O )*+O,*) -U% ,%SU)(*
2
L*' )! N!6"7WO" $ At! "O! Acidente do Trabalho . o /ue ocorre pe0o e1erc2c3o do traba0ho a ser43ço da e5presa ou
pe0o e1erc2c3o do traba0ho dos seurados re6er3dos 7o 37c3so &88 (produtor9 parce3ro9 5ee3ro e arre7datár3o rura09
%: )%S;O OU <%,(U,+*=;O >U'?8O'*) <,O<8?8*DO,* D% <%,D* OU
,%DU=;O9 <%,:*'%'(% OU (%:<O,@,8*9 D* ?*<*?8D*D% <,ODU(8&* D% U:
S%AU,*DO D* <,%&8DB'?8* SO?8*). *+,*'A% ';O SC O *?8D%'(% O?O,,8DO
'O )O?*) % 'O DO,@,8O D% (,*+*)DO9*+,*'A% (*:+$: *S DO%'=*S
O?U<*?8O'*8S9 *)$: D% OU(,*S D8<C(%S%S <,%&8S(*S '* )%A8S)*=;O
<,%&8D%'?8@,8*#
HIPXTESES LEGAIS DE ACIDENTE DE TARBALHO
7
! (Art. 21 da Lei n. 8.213/91) !
 NO LOCAL E NO HORYRIO DO TRABALHO (aressão9 o6e7sas 62s3cas
37te7c3o7a3s9 atos de 35prudE7c3a9 desaba5e7to9 37u7dação9 37cE7d3o e outros
casos 6ortu3tos ou de 6orça 5a3or# #
 FORA DO LOCAL E HORYRIO DE TRABALHO ! (e1ecução de orde7s de
ser43ço9 prestação espo7tF7ea de ser43ço9 e5 43ae5 a ser43ço9 ac3de7te de
trajeto# #
ISTINÇÃO !"SICA ENTRE OENÇA #ROFISSIONAL E O TRA!AL$O
4
.
Na Doença ro!issional os trabal"adores de uma mesma categoria pro!issional a contraem como
decorr#ncia da exposição aos riscos típicos dessa atividade, de !orma at$ previsível ou esperada%
pescador artesa7a0 e asse5e0hados# do art. 11 desta )e39 pro4oca7do 0esão corpora0 ou perturbação 6u7c3o7a0 /ue
cause a 5orte ou a perda ou redução9 per5a7e7te ou te5porár3a9 da capac3dade para o traba0ho. G "#! * e5presa .
respo7sá4e0 pe0a adoção e uso das 5ed3das co0et34as e 37d343dua3s de proteção e seura7ça da saGde do
traba0hador. G 6#! ?o7st3tu3 co7tra4e7ção pe7a09 pu724e0 co5 5u0ta9 de31ar a e5presa de cu5pr3r as 7or5as de
seura7ça e h33e7e do traba0ho. G 7#! $ de4er da e5presa prestar 376or5açHes por5e7or3Iadas sobre os r3scos da
operação a e1ecutar e do produto a 5a73pu0ar. G I#! O :373st.r3o do (raba0ho e da <re43dE7c3a Soc3a0 63sca03Iará e os
s37d3catos e e7t3dades represe7tat34as de c0asse aco5pa7harão o 63e0 cu5pr35e7to do d3sposto 7os parára6os
a7ter3ores9 co76or5e d3spuser o ,eu0a5e7to# Q.rifos atuaisR#
3
L*' )! N!6"7WO" $ At! 6"! %/u3para5-se ta5b.5 ao ac3de7te do traba0ho9 para e6e3tos desta )e3! I $ o ac3de7te 03ado
ao traba0ho /ue9 e5bora 7ão te7ha s3do a causa G73ca9 haja co7tr3bu2do d3reta5e7te para a 5orte do seurado9 para
redução ou perda da sua capac3dade para o traba0ho9 ou produI3do 0esão /ue e13ja ate7ção 5.d3ca para a sua
recuperaçãoJ II - o ac3de7te so6r3do pe0o seurado 7o 0oca0 e 7o horár3o do traba0ho9 e5 co7se/KE7c3a de! %D ato de
aressão9 sabotae5 ou terror3s5o prat3cado por terce3ro ou co5pa7he3ro de traba0ho" 2D o6e7sa 62s3ca 37te7c3o7a09
37c0us34e de terce3ro9 por 5ot34o de d3sputa re0ac3o7ada ao traba0ho" 1D ato de 35prudE7c3a9 de 7e03E7c3a ou de
35per2c3a de terce3ro ou de co5pa7he3ro de traba0ho" &D ato de pessoa pr34ada do uso da raIão" *D desaba5e7to9
37u7dação9 37cE7d3o e outros casos 6ortu3tos ou decorre7tes de 6orça 5a3or" III $ a doe7ça pro4e73e7te de
co7ta537ação ac3de7ta0 do e5preado 7o e1erc2c3o de sua at343dade" IV $ o ac3de7te so6r3do pe0o seurado a37da
/ue 6ora do 0oca0 e horár3o de traba0ho! %D 7a e1ecução de orde5 ou 7a rea03Iação de ser43ço sob a autor3dade da
e5presa" 2D 7a prestação espo7tF7ea de /ua0/uer ser43ço L e5presa para 0he e43tar preju2Io ou proporc3o7ar
pro4e3to" 1D e5 43ae5 a ser43ço da e5presa9 37c0us34e para estudo /ua7do 637a7c3ada por esta de7tro de seus
p0a7os para 5e0hor capac3tação da 5ão-de-obra9 37depe7de7te5e7te do 5e3o de 0oco5oção ut303Iado9 37c0us34e
4e2cu0o de propr3edade do seurado" &D 7o percurso da res3dE7c3a para o 0oca0 de traba0ho ou deste para a/ue0a9
/ua0/uer /ue seja o 5e3o de 0oco5oção9 37c0us34e 4e2cu0o de propr3edade do seurado# G "#! 'os per2odos
dest37ados a re6e3ção ou desca7so9 ou por ocas3ão da sat3s6ação de outras 7ecess3dades 63s3o0M3cas9 7o 0oca0 do
traba0ho ou dura7te este9 o e5preado . co7s3derado 7o e1erc2c3o do traba0ho# G 6#! 'ão . co7s3derada ara4ação
ou co5p03cação de ac3de7te do traba0ho a 0esão /ue9 resu0ta7te de ac3de7te de outra or3e59 se assoc3e ou se
superpo7ha Ls co7se/KE7c3as do a7ter3or#
4
L*' )! N!6"7WO" $ At! 6P! ?o7s3dera5-se *c3de7tes do (raba0ho9 7os ter5os do art3o a7ter3or9 as seu37tes
e7t3dades 5Mrb3das! I $ Doena !ro"issional9 ass35 e7te7d3da a produI3da ou dese7cadeada pe0o e1erc2c3o do
traba0ho pecu03ar a deter537ada at343dade e co7sta7te da respect34a re0ação e0aborada pe0o :(<S" II $ Doena do
Trabalho9 ass35 e7te7d3da a ad/u3r3da ou dese7cadeada e5 6u7ção de co7d3çHes espec3a3s e5 /ue o traba0ho .
rea03Iado e co5 e0e se re0ac3o7e d3reta5e7te9 co7sta7te da re0ação 5e7c3o7ada 7o 37c3so 8#
&x' Doen(as causadas pelos a.entes físicos-calor" a.entes %uímicos-poeira e biol7.icos-
microor.anismosR-Er.onomia##entre outros#
( Doença do )rabal"o decorre de uma condição especial do ambiente de trabal"o decorrente do
exercício comum dessa atividade pro!issional.
Ex: -ER W -esão por esfor(os repetitivos#
COM%NICAÇÃO O ACIENTE O TRA!AL$O
5
. *(rt% ++ da ,ei n% -%+./01.2.
 EM#RESA Primeiro dia suse!uente ao "#$$, so pena de %&'(A) e, imediatamente *
Po+,-ia, em -aso de %orte do (raa+.ador.
 ACIENTAO -omuni-a em fa+ta de -omuni-a/0o pe+a empresa.
CAUSAS BYSICAS DOS ACIDENTES DO TRABALHO:
 CONDIÇZES INSEGURAS! Atribuídas ao EMPRE2AD@R! Defici6ncias,
defeitos ou irre.ularidades t4cnicas e&istentes nas instala(8es físicas, m%uinas ou
e%uipamentos, possíveis de ocasionar acidentes de trabal+o#
C da responsabilidade patronal a elimina(ão ou a neutrali1a(ão das condi(8es
inse.uras e&istentes nos locais de trabal+o#
E&emplos de '3! 3lumina(ão inade%uada, desconforto t4rmico, piso escorre.adio,
ruído e&cessivo, instala(8es el4tricas precrias ou improvisadas, falta de ordem e limpe1a
e de prote(ão em partes m7veis das m%uinas, não reali1a(ão de manuten(8es
peri7dicas, em m%uinas e e%uipamentos" não fornecimento de EP3 aos empre.adosR#
 ATOS INSEGUROS: Atribuídos ao A'3DE?$AD@! Atitudes, atos, a(8es ou
comportamentos em desacordo com as normas preventivas, pondo em risco a sua saúde
eXou inte.ridade física, ou a de outros compan+eiros de trabal+o# 3ndiferen(a 5s normas
de se.uran(a e saúde" in.estão de bebidas alco7licas antes ou durante o trabal+o" ?ão
utili1a(ão de EP3, %uando fornecidos pela empresaR#
CONSE&%'NCIAS OS ACIENTES E TRA!AL$O(
 #ARA O GOVERNO( (umento do Custo Social, agamento de bene!ícios
previdenciários *(uxílio3Doença, (uxílio3(cidente, (posentadoria por 4nvalide5, ensão por
Morte26 Despesas m$dico3"ospitalares do trabal"ador acidentado6 e despesas com a reabilitação
pro!issional do acidentado, inclusive !ornecendo3l"e aparel"os de pr7tese e0ou 7rtese.
 #ARA O ACIENTAO( Danos Morais e Materiais, So!rimento !ísico, dor, lesão
5
L*' )! N!6"7WO" $ At! 66! * e5presa de4erá co5u73car o ac3de7te do traba0ho L <re43dE7c3a Soc3a0 at. o 1N
(pr35e3ro# d3a Gt30 seu37te ao da ocorrE7c3a e9 e5 caso de 5orte9 de 35ed3ato9 L autor3dade co5pete7te9 sob pe7a
de 5u0ta 4ar3á4e0 e7tre o 0353te 52735o e o 0353te 5á135o do sa0ár3o-de-co7tr3bu3ção9 sucess34a5e7te au5e7tada
7as re37c3dE7c3as9 ap03cada e cobrada pe0a <re43dE7c3a Soc3a0# G "#! Da co5u73cação a /ue se re6ere este art3o
receberão cMp3a 63e0 o ac3de7tado ou seus depe7de7tes9 be5 co5o o s37d3cato a /ue correspo7da a sua cateor3a# G
6#! 'a 6a0ta de co5u73cação por parte da e5presa9 pode5 6or5a03Iá-0a o prMpr3o ac3de7tado9 seus depe7de7tes9 a
e7t3dade s37d3ca0 co5pete7te9 o 5.d3co /ue o ass3st3u ou /ua0/uer autor3dade pGb03ca9 7ão pre4a0ece7do 7estes
casos o praIo pre43sto 7este art3o# G 7#! * co5u73cação a /ue se re6ere o O 2N 7ão e135e a e5presa de
respo7sab303dade pe0a 6a0ta do cu5pr35e7to do d3sposto 7este art3o# G I#! Os s37d3catos e e7t3dades represe7tat34as
de c0asse poderão aco5pa7har a cobra7ça9 pe0a <re43dE7c3a Soc3a09 das 5u0tas pre43stas 7este art3o#
incapacitante, parcial ou total, temporária ou permanente, 8uando não ocorrer a pr7pria morte6
9e!lexos psicol7gicos negativos decorrentes de eventuais se8:elas acidentárias, inclusive
distúrbios !amiliares, dependendo do grau da incapacidade so!rida6 e, 9edução !inanceira no
orçamento !amiliar, pois os bene!ícios previdenciários são pagos em valores in!eriores ;
remuneração au!erida em atividade.
 PARA O EMPREGADOR:
Pa.amento salarial ao acidentado durante os %uin1e primeiros dias subse%Hentes ao
do acidente" Danos ou avarias nos e%uipamentos, m%uinas ou ferramentas %ue
porventura este0am sendo utili1ados pelo trabal+ador vitimado" Paralisa(ão de uma
m%uina ou e%uipamento componente da lin+a de produ(ão, %ue pode afetar o processo
produtivo como um todo, at4 %ue se proceda ao reparo ou 5 substitui(ão da m%uina ou
e%uipamento danificado" Pa.amento de 3?DE?3NAIJ@ A'3DE?$YR3A P@R DA?@)
M@RA3) E MA$ER3A3), como resultado de condena(ão imposta pela /usti(a do
$rabal+o, em reclama(ão trabal+ista específica promovida pelo acidentado ou seus
+erdeiros, se confi.urado o dolo ou culpa patronal pela ocorr6ncia do acidente de
trabal+o, inclusive na +ip7tese de doen(a ocupacional" Ressarcimento das todas as
despesas efetuadas pelo 3nstituto ?acional do )e.uro )ocial ao Acidentado, em
decorr6ncia de AIJ@ RE2RE))3BA PR@M@B3DA PE-@ 3?)) EM DE)FAB@R DA
EMPRE)A)
S
, %uando confi.urado %ue o acidente de trabal+o, inclusive na modalidade de
doen(a ocupacional, ocorrera pela ne.li.6ncia patronal no tocante ao cumprimento das
normas de se.uran(a, +i.iene ou saúde do trabal+o" Refle&os ne.ativos no ambiente de
trabal+o onde ocorreu o acidente, com a conse%uente %ueda de produtividade" Refle&os
depreciativos na boa ima.em da empresa, varivel %ue depender da .ravidade do
acidente e do .rau de repercussão causado 5 comunidade#
ESTA!ILIAE O EM#REGAO ACIENTAO
* )e3s0ação <re43de7c3ár3a asseura9 por dura7te u5 a7o9 a part3r da data
de cessação do au1203o-doe7ça9 a per5a7E7c3a 7o e5preo do traba0hador /ue te7ha
so6r3do 376ortG73o 0abora0J e5 6ace d3sso9 . 4edado ao e5preador9 7o per2odo co7tratua0
a7tes espec363cado9 proceder L d3spe7sa do e5preado /ue so6reu ac3de7te do traba0ho
e 63cou 35poss3b303tado de traba0har por 5a3s de /u37Ie d3as9 sa04o 7os caso de
co5pro4ada prát3ca de 6a0ta ra4e
O
J co7soa7te e1pressa5e7te pre43sto e5 art3o
1
L*' )! N!6"7WO" $ At! "6P! 'os casos de 7e03E7c3a /ua7to Ls 7or5as padrão de seura7ça e h33e7e do traba0ho
37d3cados para a proteção 37d343dua0 e co0et34a9 a <re43dE7c3a Soc3a0 proporá a#o re$ressi%a co7tra os
respo7sá4e3s!
2
CLT $ At! IN6! &onstitue' (usta &ausa para rescis#o do contrato de trabalho pelo e'pre$ador: %D ato de
35prob3dade" 2D 37co7t37E7c3a de co7duta ou 5au proced35e7to" 1D 7eoc3ação hab3tua0 por co7ta prMpr3a ou a0he3a
se5 per53ssão do e5preador9 e /ua7do co7st3tu3r ato de co7corrE7c3a L e5presa para a /ua0 traba0ha o
e5preado9 ou 6or prejud3c3a0 ao ser43çoJ d) co7de7ação cr3537a0 do e5preado9 passada e5 ju0ado9 caso 7ão
te7ha ha43do suspe7são da e1ecução da pe7a" *D des2d3a 7o dese5pe7ho das respect34as 6u7çHesJ ") e5br3aueI
hab3tua0 ou e5 ser43çoJ $) 43o0ação de seredo da e5presa" -D ato de 37d3sc3p037a ou de 37subord37açãoJ i) aba7do7o
de e5preoJ )) ato 0es34o da ho7ra ou da boa 6a5a prat3cado 7o ser43ço co7tra /ua0/uer pessoa9 ou o6e7sas 62s3cas9
7as 5es5as co7d3çHes9 sa04o e5 caso de 0e2t35a de6esa9 prMpr3a ou de outre5" [D ato 0es34o da ho7ra ou da boa
6a5a ou o6e7sas 62s3cas prat3cadas co7tra o e5preador e super3ores h3erár/u3cos9 sa04o e5 caso de 0e2t35a
de6esa9 prMpr3a ou de outre5" lD prát3ca co7sta7te de joos de aIar. P%3(%4o 5)'1o! ?o7st3tu3 3ua05e7te justa
causa para d3spe7sa de e5preado a prát3ca9 de43da5e7te co5pro4ada e5 37/u.r3to ad5373strat34o9 de atos
ate7tatMr3os co7tra a seura7ça 7ac3o7a0#
espec263co do <0a7o de +e7e62c3os da <re43dE7c3a Soc3a0
<
e entendimento 0 sumulado
pelo 'olendo $ribunal )uperior do $rabal+o
D
#
!ENEF)CIOS #REVIENCI"RIOS E ORIGEM ACIENT"RIA(
 A%*)LIO+OENÇA 3arts. 59 a 13 da 'ei n. 8.2134915. < o bene!ício previdenciário
mensal devido ao segurado 8ue !icar incapacitado temporariamente para o seu trabal"o por mais
de .= dias consecutivos% Corresponde a 1.> do salário3de3bene!ício% < devido a partir do d$cimo
sexto dia de a!astamento do trabal"o at$ o dia em 8ue o empregado read8uirir sua condição de
trabal"o *alta m$dica2.
 A%*)LIO+ACIENTE 3art. 81 da 'ei n. 8.2134915. < o bene!ício mensalmente
concedido ao segurado, como indeni5ação, ap7s a consolidação das les?es decorrentes de acidente
do trabal"o 8ue impli8uem redução permanente da capacidade para o trabal"o% Corresponde a
=@> do salário3de3bene!ício% A devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio3doença, e
at$ a data da aposentadoria ou do 7bito do Segurado.
 A#OSENTAORIA #OR INVALIE, *arts% B+ a BC da ,ei n% -%+./01.2% < o
bene!ício previdenciário mensal devido ao segurado 8ue !or considerado total e permanentemente
incapa5 e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade 8ue l"e garanta a subsist#ncia%
Corresponde a .@@> do salário3de3bene!ício, podendo ser acrescida de +=> 8uando o acidentado
necessitar de assist#ncia permanente de outra pessoa.
 #ENSÃO #OR MORTE 3Arts. 24 a 29 da 'ei n. 8.2134915. < o bene!ício
previdenciário mensal devido ao conjunto dos dependentes do segurado 8ue !alecer em
decorr#ncia de acidente do trabal"o, a contar da data de 7bito ou da decisão judicial, no caso de
morte presumida% D valor da pensão por morte $ igual ao mesmo 8ue seria pago ao trabal"ador no
caso da aposentadoria por invalide5.
 $A!ILITAÇÃO E REA!ILITAÇÃO #ROFISSIONAL E SOCIAL 3Arts. 89 a 93
da 'ei n. 8.2134915. São bene!ícios previdenciários 8ue deverão proporcionar ao segurado
incapacitado parcial ou totalmente para o trabal"o, e ;s pessoas portadoras de de!ici#ncia, os
meios para a *re2educação e *re2adaptação pro!issional e social indicados para participar do
mercado de trabal"o e do contexto em 8ue vive, consistindo, por exemplo, no !ornecimento, reparo
ou substituição de aparel"os de pr7tese, de 7rtese, ou de instrumentos de auxílio para locomoção,
em observEncia ao tipi!icado nos arts% -1 a 1/ da ,ei n% -%+./01..
APOSENTADORIA ESPECIAL E PERFIL PROFISSIOGRYFICO PREVIDENCIYRIO
APOSENTADORIA ESPECIAL, sob a 7tica estritamente le.al, corresponde ao benefício
previdencirio possível de ser concedido ao se.urado empre.ado, ao trabal+ador avulso ou ao
contribuinte individual, este somente %uando cooperado filiado a uma cooperativa de trabal+o ou
8
L*' )! N!6"7WO" $ At! ""N! O seurado /ue so6reu ac3de7te do traba0ho te5 ara7t3da9 pe0o praIo 52735o de doIe
5eses9 a 5a7ute7ção do seu co7trato de traba0ho 7a e5presa9 apMs a cessação do au1203o-doe7ça ac3de7tár3o9
37depe7de7te5e7te de percepção de au1203o-ac3de7te#
9
S5.ul% TST )! 7LN! E)$AB3-3DADE PR@B3)ZR3A# A'3DE?$E D@ $RABA-U@# Art# AA< da -ei n# <#FATXADDA#
'@?)$3$*'3@?A-3DADE# PRE))*P@)$@)# I $ $ co7st3tuc3o7a0 o art3o 118 da )e3 7. 8.21P/1991 /ue asseura o
d3re3to L estab303dade pro43sMr3a por per2odo de 12 5eses apMs a cessação do au1203o-doe7ça ao e5preado
ac3de7tado# II $ São pressupostos para a co7cessão da estab303dade o a6asta5e7to super3or a 1Q d3as e a
co7se/Ke7te percepção do au1203o doe7ça ac3de7tár3o9 sa04o se co7statada9 apMs a desped3da9 doe7ça pro63ss3o7a0
/ue uarde re0ação de causa03dade co5 a e1ecução do co7trato de e5preo#
de produ(ão, %ue ten+a trabal+ado durante %uin1e, vinte ou vinte e cinco anos, conforme o caso,
su0eito a determinadas condi(8es nocivas 5 saúde ou 5 inte.ridade física#
6s a.entes nocivos Q%uímicos, físicos, biol7.icos ou associa(ão de a.entes pre0udiciais 5
saúde ou 5 inte.ridade físicaR considerados para fins de concessão de aposentadoria
especial, encontram-se descritos no Ane&o 3B do Re.ulamento da Previd6ncia )ocial#
Be0amos al.umas +ip7teses de aposentadoria especial!
 A@) B3?$E E '3?'@ A?@) DE )ERB3I@!
A.entes [uímicos - E&tra(ão, tratamento, prepara(ão, utili1a(ão, isolada ou em
compostos t7&icos de! ars6nio, cloro, cromo, petr7leo, &isto betuminoso, .s natural, sílica
livre e outras subst9ncias %uímicas"
A.entes Físicos - E&posi(ão acima dos limites de toler9ncia fi&ados nos respectivos
ane&os da ?R-AG! Ruído QAne&os A e FR" $emperaturas Anormais - 'alor Radiante QAne&o
TR" Radia(8es 3oni1antes QAne&o GR" Pressão Atmosf4rica Anormal QAne&o SR e Bibra(8es
QAne&o <R" A.entes Biol7.icos - E&posi(ão a micror.anismos e parasitas infecciosos vivos
e suas to&inas, nas atividades especificadas no Ane&o A="
A.entes Biol7.icos, da ?R-AG! Atividades e @pera(8es 3nsalubres, da Portaria M$b n#
T#FA=, de <#S#ADO<"
 A@) B3?$E A?@) DE )ERB3I@! A.ente [uímico - Asbestos! E&tra(ão,
processamento, e manipula(ão de roc+as amiantíferas" fabrica(ão de .uarni(8es para
freios, embrea.ens e materiais isolantes contendo asbestos" fabrica(ão de produtos de
fibrocimento" mistura, carda.em, fia(ão e tecela.em de fibras de asbestos# Associa(ão de
A.entes Físicos, [uímicos e Biol7.icos em minera(ão subterr9nea cu0as atividades se0am
e&ercidas afastadas das frentes de produ(ão"
 A@) [*3?NE A?@) DE )ERB3I@! Associa(ão de A.entes Físicos, [uímicos e
Biol7.icos em minera(ão subterr9nea cu0as atividades se0am e&ercidas nas frentes de
produ(ão.
PERFIL PROFISSIOGRYFICO PREVIDENCIYRIO $ PPP $ corresponde a um documento
+ist7rico-laboral, individual do trabal+ador %ue presta servi(o 5 empresa, destinado a
propiciar informa(8es ao 3?)) relativas 5 efetiva e&posi(ão a a.entes nocivos e %ue,
entre outras informa(8es, re.istra dados administrativos, atividades desenvolvidas,
re.istros ambientais com base no -audo $4cnico de 'ondi(8es Ambientais do $rabal+o e
nos resultados de monitora(ão biol7.ica com base no Pro.rama de 'ontrole M4dico de
)aúde @cupacional e no Pro.rama de Preven(ão de Riscos Ambientais, de %ue tratam,
respectivamente, as normas re.ulamentadoras! ?R-EO! P'M)@ e ?R-ED! PPRA#