Código Nacional de Trânsito

Introdução:

O trânsito sempre foi um problema lançado aos ombros das
autoridades componentes, que ao longo dos anos vem elaborando leis,
normas e regulamentos, como objetivo de diminuir o índice das
oportunidades de ocorrências dos acidentes de trânsito que tiram
vidas, produzem danos materiais e prejuízo significativo à economia
do país.
No ano (2006) foram gastos 23 bilhões de dólares, com socorros, a
acidentados, tratamentos ambulatoriais e hospitalares, remédios e
com a previdência social.

Objetivos:

Com a elaboração de novo Código de Trânsito Brasileiro (C.T.B.),
tendo à frente o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) órgão
máximo na estrutura nacional de trânsito, pretende-se alcançar os
seguintes objetivos:
uma maior conscientização da população (pedestre e motoristas)
despertar nos motoristas a adoção de comportamento preventivo
no trânsito.
reduzir consideravelmente as ocorrências de acidentes no
território nacional.
tornar mais humano o trânsito.

Histórico:

O Brasil já elaborou 2 Códigos Nacionais de Trânsito e atualmente
está no seu terceiro código, como veremos a seguir;

1º Código  Lei nº 3.651 de 25/09/1941
Tinha 80 artigos – frota brasileira aproximadamente 50 mil veículos.

2º Código  Lei nº 5.108 de 21/09/1966
Tinha 130 artigos – frota brasileira aproximadamente 600 mil veículos.

3º Código  Lei nº 9.503 de 23/09/1997
Entrando em vigor no dia 22/01/1998, é o atual código e possui
20 capítulos, com 341 artigos, frota brasileira aproximadamente
30 milhões de veículos.


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Educação para o Trânsito

A educação para o trânsito é direto de todos e constitui dever prioritário para
os componentes do SNT. (Art. 74 do CTB)
É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão do SNT.
Os órgãos executivos de trânsito devem promover em sua estrutura
organizacional o funcionamento da escola pública de trânsito, nos moldes e
padrões estabelecidos pelo CONTRAN. (Res. 30/98 e 314/09)
As campanhas educacionais de trânsito são de caráter permanente e os
serviços de radio e TV, explorados pelo poder público, são obrigados a difundi-las
gratuitamente na freqüência recomendada pelos órgãos componentes do SNT.
A educação para o trânsito será promovida nas escolas de ensino regular
infantil, fundamental, médio e superior, por meio de planejamento e ações
coordenadas entre os órgãos do SNT e de educação da União, dos estados, do DF e
dos municípios, nas respectivas áreas de atuação. (Art. 76 do CTB)
Os órgãos executivos de trânsito podem firmar convênio com os órgãos de
educação da União dos Estados, do DF e dos municípios para cumprimento do
estabelecido pelo CTB em seu Capitulo VI da Educação.

Infrações de Trânsito

Infração de trânsito é toda inobservância de qualquer preceito do CTB, da
legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN (Conselho Nacional de
Trânsito), sendo o infrator sujeito ás penalidades e medidas administrativas
previstas no CTB, além das punições previstas em seu Capitulo XIX dos Crimes de
Trânsito. (Art. 161 do CTB)
As infrações de circulação e imobilização viária de trânsito estão
especificadas, assim como as penalidades e medidas administrativas
correspondentes, do Art. 162 ao Art. 255 do CTB, além de outros dispositivos
referentes a infrações de diversas naturezas, previstas no próprio CTB, em
legislação complementar ou em resolução do CONTRAN.

Penalidades

A autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas no Código
de Trânsito Brasileiro, e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar aos usuários
pelo cometimento de infrações nele previstas, as seguintes penalidades:

I- Advertência por escrito;
II- Multa;
III- Suspensão do direito de dirigir;
IV- Apreensão do veiculo;
V- Cassação da Carteira nacional de habilitação;
VI- Cassação da Permissão para dirigir;
VII- Freqüência obrigatória em Curso de Reciclagem





Escola de Engenharia Eletro-Mecânica da Bahia.
_________________
Prof.: Paulo Rios
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Introdução a Segurança no Trânsito


De acordo com o artigo um parágrafo primeiro, do Código de Trânsito
Brasileiro, trânsito é a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados
ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada,
estacionamento e operação de carga e descarga.
Para um trânsito ser seguro muitos fatores influenciam, vias em bom estado e
adequadamente sinalizadas, veículos em bom estado, condições climáticas
favoráveis e principalmente bons motoristas e pedestres.
Apesar de um trânsito seguro ser um direito de todos, na pratica isto não
ocorre, é devido na grande maioria dos casos, aos erros humanos – ocorridos por
vários motivos, experimente observar o comportamento dos usuários e você
verificará que uma sucessão de atitudes inseguras por parte de motoristas e
pedestres, determina a insegurança no trânsito, os índices e a quantidade de
acidentes no Brasil são a comprovação que o trânsito neste país ainda está longe
de ser considerado seguro.
Em razão disso, nova regras foram introduzidas na sociedade para organizar
e disciplinar o fluxo de veículos e pessoas. Diante dessa realidade, as autoridades
mobilizaram-se no sentido de definir e regulamentar o trânsito no Brasil com cada
vez mais eficiência.

Causas básicas dos acidentes

Mais de 70% das causas de acidentes são causados pelos humanos, a outra
parte e causada pelo mau funcionamento das vias, e um caso um pouco mais raro
mais também freqüente é o erro mecânico, vejamos as principais causas de
acidentes abaixo:

Excesso de velocidade
Alcoolismo
Falta de fiscalização
Drogas
Pegas
Ultrapassagens perigosas
Desrespeito com a vida
Falta de amor com o próximo
Pressa
Irritabilidade no trânsito
Stress

Estatísticas dos acidentados

Atualmente o governo gasta em media de 5,3 bilhões por ano com acidentes
de trânsito. Com dados recolhidos sobre mais de 300.000 acidentes de trânsito
com vitimas por ano, os Anuários do DENATRAN (Departamento Nacional de
Trânsito) fornecem informações confiáveis sobre o perfil dos acidentes, das
pessoas envolvidas e das vitimas.

Escola de Engenharia Eletro-Mecânica da Bahia.
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Principalmente:

Área: 84% dos acidentes com vitimas ocorrem em zona urbana.
Período: 41% dos acidentes acontecem á noite
Vitimas fatais: Pedestres 26%, motociclistas 16%, ciclistas 7%.
Feridos: Pedestres 14%, motociclistas 24%, ciclistas 7%.
Veículos envolvidos: as motocicletas representam 21% da frota e 32% dos
veículos envolvidos em acidentes.

Apesar do DETRAN ter todos dados ainda é necessário que com tais
informações o governo oriente melhor as campanhas de prevenção para que as
taxas venham a decrescer.

Conclusão

O governo junto com as autoridades de trânsito está tentando cada vez mais
salvar as vidas no trânsito, investindo em campanhas e outros projetos de leis
mais ainda que o governo invista todo o dinheiro público o transito e na educação
dele, não irá adiantar muito se as pessoas não se conscientizarem.


O Novo Código de Trânsito

CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO – Código de Trânsito
Brasileiro (CTB)

ESTATÍSTICA DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO

50 mil mortos por ano
350 mil feridos por ano
2/3 dos leitos hospitalares de traumatologia e
ortopedia ocupados por acidentes de trânsito
Danos emocionais e psicológicos.

CUSTOS DOS ACIDENTES

11 bilhões de dólares por ano

O QUE DEVEMOS FAZER PARA EVITAR OS ACIDENTES
DE TRÂNSITO?


Escola de Engenharia Eletro-Mecânica da Bahia.
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Educar
Prevenir
Ter direção defensiva.

QUANDO NÃO SE EVITEM EFEITOS DESEJADOS, SE
APLICA

Fiscalização com punição
CAUSAS MAIS COMUNS DOS ACIDENTES

Disputa pelo espaço físico
Cochilos / cansaço
Alta velocidade
Conversa ou outras que tirem à atenção.

 A legislação de trânsito procura promover a
cooperação entre os motoristas e pedestres, para obter
ao mesmo tempo Fluidez, Acessibilidade, Segurança
e qualidade de vida, que são parâmetros
incompatíveis entre si.

COMPARAÇÃO ENTRE O CÓDIGO NACIONAL DE
TRÂNSITO E O NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO
BRASILEIRO

ANTIGO

Foi criado em 1966 adequando a realidade da época

Frota pequena
População eminentemente rural
Cidades pequenas abrigando apenas 25% da
população brasileira

ATUAL

População brasileira eminentemente urbana (78%)
Em alguns centros antigos mais de 90%
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Conturbação aos municípios
Falta de investimentos para infra-estrutura viária
Aumento de 11% da frota ao ano a partir de 1994,
gerando congestionamento.

OBJETIVO DO NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO DO BRASIL

Ajudar a corrigir a situação atual
Permitir aos municípios melhorar o sistema viário
da cidade
Melhorar a qualidade dos CFC’S (Centro de
Formação de Condutores ou Auto-escola)
Educar para o trânsito os estudantes de todos os
graus (do 1º ao 3º grau)
Aumentar a segurança dos veículos em circulação,
com inspeção periódica dos veículos.

CTB:

Incentivar as pessoas a repensarem na sua forma
de conduzir veículos e seu comportamento como
pedestres
Mudança de mentalidade
Nova cultura
Reduzir substancialmente as ocorrências de
acidentes de trânsito

 A nova legislação tem o mérito de ser muito mais
abrangente do que a anterior, abordando de forma
ampla os três fatores de risco de trânsito: Veículos,
Vias Públicas e Motoristas.

Gestão do Trânsito

Definição: é o conjunto de ações necessárias à
garantia da segurança, fluidez, conforto e qualidade de
vida dos usuários da via, condutores, passageiros e
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pedestres. A garantia da gestão eficaz e eficiente do
trânsito passa pelo preparo dos órgãos de trânsito que
fazem parte do Sistema Nacional de Trânsito.

O Novo Código de Trânsito Brasileiro – CTB criado
pela Lei 9503 de 23 de Setembro de 1997 entrou
em vigor em 22 de Janeiro de 1998 é composto de
22 capítulos 341 artigos. Porém 120 artigos
vetados pelo Presidente FHC.

ORGÃOS RESPONSAVEIS PELA GESTÃO DE TRÂNSITO –
Sistema Nacional de Trânsito.

CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito –
Subordinado Ministérios da Cidades.
CETRAN – Conselho Estadual de Trânsito
CONTRANDIFE – Conselho de Trânsito do Distrito
Federal
DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito
– Órgão Executivo Federal.
DETRAN – Departamento Estadual de Trânsito –
Órgão Executivo Estadual.
CIRETRAN – Circunscrição Regional de Trânsito –
Órgão Executivo de Trânsito nos Municípios
Brasileiros.
Órgãos Municipais – Setransp, Demutran, CET,
Transalvador e outros.
DNIT – Departamento Nacional de Infra-estrutura
Terrestre.
DER – Departamento Estadual de Estradas e
Rodagem.
JARI – Junta Administrativa de Recursos de
Infração de Trânsito.

TRÂNSITO

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Definição: é a utilização das vias terrestres de
território nacional, por pessoas, veículos e animais
isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins
de circulação, parada estacionamento e operação de
carga e descarga.

Componentes:
1. VIA: superfície onde transitam veículos, pessoas e
animais.
2. PISTA: é a parte da via normalmente utilizada para
circulação de veículos.
3. CALÇADA: é a parte da via reservada
exclusivamente ao trânsito de pedestre.
4. ACOSTAMENTO: é a parte da via da pista de
rolamento destinada à parada de veículos.
5. ILHA: obstáculo físico, colocado na via de
rolamento destinada a ordenação do fluxo de
veículos.
6. CANTEIRO CENTRAL: é o obstáculo físico
construído como separador de duas pistas de
rolamento (canteiro fictício)
7. VIAS TERRESTRES DO TERRITÒRIO NACIONAL: são
as ruas, avenidas, estradas, caminhos de domínio
público, praias, etc.


NATUREZA DAS VIAS: RURAL E URBANA

VIAS RURAIS

ESTRADAS: são vias rurais sem pavimentação

RODOVIAS: são vias rurais pavimentadas.

VIAS RURAIS

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RUAS: são aquelas que permitem a integração
entre as diversas da cidade, ou aglomerado
urbano, constituída de ruas e avenidas.

AVENIDAS: apresentam a pista de rolamento
separada por ilhas e canteiro central.

ASPECTOS FUNCIONAIS DAS VIAS

Via de trânsito rápido: é caracterizada por
acessos especiais com trânsito livre.

Via arterial: é caracterizado por interseção em
nível, controlado por semáforo.

Via coletora: é destinada a coletar e distribuir o
trânsito, entrar e sair das vias.

Via local: destina apenas a acesso local ou áreas
restritas, sem semáforo.

VIAS ESPECIAIS

Vias e áreas de pedestres: vias destinadas à
circulação de pedestre (ex: passarelas)

Ciclo faixas: parte da pista de rolamento
destinada exclusivamente à circulação de ciclos.

Ciclovias: pista destinada à circulação de ciclos,
separada do tráfego comum.
CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

Quanto ao meio de propulsão:

Tração animal

Carroça
Charrete

Tração humana
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Bicicleta
Carro de mão

Autopropulsionado ou automotor

Automóvel
Caminhão-trator
Caminhonete: veículo destinado ao transporte de
carga, peso bruto até 3.500 kg.
Camioneta: veículo misto destinado ao transporte
de carga e até 8 passageiros.
Ciclomotor: veículo de duas ou três rodas, provido
de um motor até 3,05 pol. cúbica.
Microônibus: veículo automotor de transporte
coletivo com capacidade até 20 passageiros.
Motocicleta: veículo automotor de duas rodas,
condutor com habilitação classe A.
Motoneta: Idem
Moto-casa: (Motor-Homem): veículo automotor
cuja carroçaria seja fechada e destinada a
alojamento, escritório, comércio ou finalidade
análoga, habilitação C.
Ônibus: veículo automotor de transporte coletivo
capacidade para mais de 20 passageiros.

 O anexo I do CTB complementa os demais
veículos:

* Animais: são destinados à tração de veículos com
objetivo de transporte
(burro...)
* Circulação: são deslocamento de pedestres e veículos
(automóveis, ônibus,
etc.)
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* Motivos de circulação: Trabalho 65%, Escola 30%,
Laser 5% dos
deslocamentos.
* Parada: imobilização do veículo para efetuar
embarque ou desembarque...
* Estacionamento: imobilização por tempo necessário
livre ou regulamentado.
* Operação de carga e descarga: imobilização do
veiculo (parada ou estacionamento, descarregamento
de animais ou carga)

 Outros conceitos e definições que fazem do CTB

Agente da autoridade de trânsito, pessoa civil ou
agente de trânsito.
Autoridade de trânsito, dirigente máximo do órgão
ou entidade executiva.
Fiscalização – ato de controlar cumprimento das
normas estabelecidas no CTB.
Gestos de Condutores
Infração
Operação de trânsito
Gestos de agentes de trânsito
Regulamento da via
RENACH – Registro Nacional de Condutores
Habilitado
RENAVAM – Registro Nacional de Veículos
Automotores.

Habilitação

O que é preciso para tirar a Carteira Nacional de
Habilitação?
Saber ler e escrever;
Ser maior de 18 anos;
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Possuir Carteira de Identidade.

Categorias das Habilitações: São 5 categorias de
Habilitação:

Categoria A – condutor de veículo motorizado de 2
ou 3 rodas
Categoria B – condutor de veículo motorizado cujo
peso total não exceda 3.500 kg e cuja lotação não
exceda de 8 passageiros.
Categoria C – condutor de veículo motorizado
utilizado em transporte de carga cujo peso bruto
total exceda 3.500 quilos.
Categoria D – condutor de veículo motorizado
utilizado no transporte de passageiros.
Categoria E – condutor de veículo motorizado em
que a unidade tratora se enquadre na categoria B,
C ou D e cuja a unidade acoplada, reboque tenha
mais de 6.000kg ou mais de peso bruto total, ou
cuja locação exceda 8 lugares.

Fiscalização de Trânsito

A dinâmica de trânsito urbano e rodoviário tem as
seguintes características:
Aspiração – Fluidez – Segurança – Acessibilidade
– Qualidade de vida.
Incompatibilidade: Gerações de conflitos.
Conflitos: levam as pessoas a cometerem
infrações de trânsito.
Infrações de trânsito: necessidades de
fiscalização.

INFRAÇÂO  É a inobservância de qualquer preceito
do referido código da legislação complementar ou das
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resoluções do CONTRAN, estando o infrator sujeito a
penalidade e medidas administrativas.

AUTUAÇÂO  É o ato administrativo praticado pelo
agente da autoridade competente, mediante registro
em documento próprio, onde são indicados os
elementos que caracterizem a infração e seu
enquadramento legal e identidade do veículo de forma
que permita a completa defesa do autuado.

PENALIDADE  É a pena imposta pela autoridade
competente, ao condutor do veículo, pela infração
cometida, o Novo Código Brasileiro determina as
seguintes penalidades:

Advertência por escrito
Multa
Suspensão do direito de dirigir
Apreensão do veículo
Cassação da Carteira Nacional de Habilitação
Cassação da Permissão para dirigir
Freqüência obrigatória em cursos de reciclagem.

Pontuação e valor das multas por infração de
trânsito

Elas estão previstas em quatro categorias, cada
uma corresponde a um certo número de pontos,
que vão sendo somados no prontuário de
motorista. A partir de 20 pontos, serão suspensos
o direito de dirigir, pelo período de 1 a 12 meses, e
o infrator será obrigado a freqüentar curso de
reciclagem, conforme a decisão da autoridade de
trânsito.

INFRAÇÕES PONTOS MULTA DE
14
UFIR
Gravíssima 7 180
Grave 5 120
Média 4 80
Leve 3 50








SITUAÇÃO PROBLEMA

INFRAÇÃO NATUREZA PONTOS MEDIDAS ADM.
Transitar o veículo na calçada Gravíssima 7 (180X3)
Dirigir sem o cinto de
segurança
Grave 5 Retenção do
Veículo
Atender ao celular Leve 3 -
Dirigir sem habilitação Gravíssima 7 Apreensão do
Veículo 180X3
Dirigir sem os documentos
obrigatórios (referido no CTB)
Leve 3 Retenção do
Veículo
Retornar pelo canteiro com
sinalização proibida
Gravíssima 7 (180X3)
Estacionar o veículo no meio
da pista (em fila dupla)
Grave 5 Remoção do
Veículo
Dirigir com o braço para fora Média 4 -
Parada na faixa de pedestre Leve 3 -
Cruzar semáforo no vermelho. Gravíssima 7 (180X3)





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