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CURSO ON-LINE - CONTABILIDADE PUBLICA - TCU

PROFESSOR IGOR OLIVEIRA
2. AULA 00 - PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS - RESUMO
Anualidade ou periodicidade ^ orçamento executado em um período
de tempo, geralmente um ano. No Brasil, o exercício financeiro coincide
com o ano civil. Exceções: reabertura de créditos especiais e
extraordinários no exercício subseqüente. Isto é possível quando estes
créditos são autorizados nos últimos quatro meses do ano. Origem: lei
4.320/64. Reforçado pela CF/88.
Unidade ^ cada ente um orçamento. Por força de múltiplas peças
orçamentárias, que agem integradas, podemos falar hoje em Totalidade
ao invés de unidade. Origem: lei 4.320/64. Reforçado pela CF/88.
Totalidade: origem na doutrina.
Universalidade ^ o orçamento deve conter todas as receitas e
despesas. Não possui exceções. É complementado pelo princípio do
Orçamento Bruto ^ receitas e despesas serão apresentadas pelos seus
valores totais, vedadas quaisquer deduções. Origem: lei 4.320/64.
Exclusividade ^ o orçamento não pode conter dispositivo estranho à
previsão da receita, nem a fixação da despesa. Exceções: autorização
para abertura de créditos suplementares e operações de crédito,
inclusive por antecipação de receita. Origem: CF/88.
Não-afetação ou não-vinculação ^ é vedada a vinculação da receita
de impostos a órgão, fundo ou despesa. Origem: CF/88. Exceções:
• Repartição do produto da arrecadação dos impostos (Fundos de
Participação dos Estados - FPE e dos Municípios - FPM e Fundos de
Desenvolvimento das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste);
• Destinação de recursos para as áreas de saúde, educação e
atividades da administração tributária;
• Oferecimento de garantias às operações de crédito por antecipação
de receitas (esta é nossa resposta); e
• Prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento
de débitos para com esta.
Discriminação, especialidade ou especificação ^ o orçamento não
pode conter dotações globais. Exceções: programas especiais de trabalho
e reserva de contingência. Origem: lei 4.320/64.
Clareza ^ a informação deve ser útil, inteligível a boa parte dos
usuários interessados. Origem: doutrina.
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Publicidade ^ o orçamento deve ser publicado e divulgado, em prol da
transparência no emprego dos recursos públicos. Origem: CF/88.
Programação ^ o orçamento deve ter o conteúdo e forma de
programação. Origem: doutrina.
Legalidade ^ baliza toda conduta do administrador público. Vertente
orçamentária do princípio constitucional da legalidade estrita. Origem:
CF/88.
Equilíbrio ^ despesas = receitas no orçamento aprovado. O equilíbrio
deve ser buscado de fato, não apenas formalmente. Encontra reforço em
vários dispositivos legais e constitucionais.
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4. AULA 00 - PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS - GABARITO
ORÇAMENTO PÚBLICO
O orçamento público é a lei que fixa despesas e prevê receitas por
um ano. No Brasil, tem a natureza jurídica de lei formal. Lei de
meios. Lei de efeitos concretos.
O Orçamento Tradicional é mera peça contábil e só dispõe sobre
objeto do gasto. O OBZ faz a análise, revisão e avaliação de todas as
despesas. A base é o zero e não o ano anterior. Ele se opõe ao
incrementalismo orçamentário. O Orçamento de Desempenho possui
duas dimensões: o objeto de gasto e programa de trabalho. Ênfase
no desempenho organizacional. O Orçamento Incremental executa
ajustes marginais nos itens de receita e despesa. O Orçamento
Programa realiza a integração planejamento e orçamento, através de
programas de governo. O Orçamento Participativo é mecanismo
governamental de democracia participativa que permite aos cidadãos
influenciar ou decidir sobre os orçamentos públicos. Não é usado pelo
Governo Federal.
O orçamento possui três funções clássicas: alocativa (alocação de
recursos pelo Estado onde o mercado se mostra ineficiente),
distributiva (distribuição de riqueza) e estabilizadora (controle da
inflação, taxa de desemprego).
LOA, LDO e PPA
São leis de iniciativa privativa do Poder Executivo: PPA, LDO e LOA.
PPA = DOM para as despesas de capital e outras delas decorrentes e
para as relativas aos programas de duração continuada.
Caso investimento ultrapasse o exercício financeiro ^ PPA ou lei que
autorize sua inclusão.
LDO = MP + despesas capital exercício subseqüente + alteração
legislação tributária + política de aplicação das agências financeiras
oficiais de fomento.
LDO ^ elo entre LOA e PPA.
LDO na LRF ^ Equilíbrio receitas e despesas/ limitação empenho /
controle custos / transferências recursos a entidades pub. e priv. /
AMF / ARF / anexo diferente para União / utilização e montante da
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reserva de contingência.
LOA ^ OF + OI + OSS. É vedado o início de programas ou projetos
não incluídos na lei orçamentária anual.
OF + OI compatibilizados com o PPA • reduzir desigualdades
regionais.
LOA compatível ^ PPA e LDO.
LDO compatível PPA.
LOA na LRF ^ Compatibilidade da programação com o AMF / medidas
de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas
obrigatórias de caráter continuado / conterá reserva de contingência /
despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual e as
respectivas receitas.
Lei complementar deverá dispor sobre exercício financeiro, vigência,
prazos, elaboração e organização. Até lá = ADCT.
PPA e LOA ^ entregues ao CN 4 meses antes do término do exercício
financeiro (31/08). Devolução para sanção até o encerramento da
sessão legislativa (22/12).
LDO ^ entregue ao CN 8 meses e meio antes do término do exercício
financeiro (15/04). Devolução para sanção até o encerramento do
primeiro período sessão legislativa (17/07).
De acordo com CF/88, a sessão legislativa não será interrompida
antes da aprovação da LDO. Entretanto, na prática, várias vezes a
LDO foi aprovado de maneira concomitante à LOA, pondo em xeque o
papel da LDO de orientar o orçamento anual.
A LDO traz os programas prioritários que deverão constar no
orçamento. No entanto, nem sempre a LOA vem atendendo às
determinações da LDO.
CICLO ORÇAMENTÁRIO
Elaboração, Aprovação, Execução e Controle e Avaliação.
Elaboração
As UG enviam suas propostas parciais, consolidada no nível de
ministério em proposta setorial. Estas propostas setoriais devem
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obedecer às diretrizes da LDO. Elas serão consolidadas na
SOF/MPOG, que elabora o PLOA e envia ao PR. Este último envia o
PLOA ao CN por mensagem.
Caso a proposta setorial de algum dos poderes ou Ministério Público
não seja encaminhada dentro do prazo ^ Poder Executivo irá
considerar a LOA vigente como proposta.
Caso a proposta setorial de algum dos poderes ou Ministério Público
não seja encaminhada de acordo com a LDO ^ Poder Executivo pode
realizar ajustes necessários.
Caso o Executivo não envie no prazo o PLOA ^ CN irá considerar
como proposta a LOA vigente.
Aprovação
O PLOA é apreciado pelas duas Casas do CN (regimento comum).
CMO examina e emite parecer.
Regimento comum ^ apreciação e votação são conjuntas.
As emendas parlamentares ao PLOA serão apresentadas na CMO que
emitirá parecer.
Emendas são apreciadas na forma regimental ^ apreciação conjunta
e a votação separada.
Restrições emendas parlamentares:
• Compatíveis com PPA e LDO;
• Indiquem recurso, admitido somente anulação de despesa,
excluídas: dotações para pessoal e seus encargos; serviço da
dívida e transferências tributárias constitucionais para Estados,
Municípios e Distrito Federal; ou
• Sejam relacionadas com a correção de erros ou omissões ou
com os dispositivos do texto do projeto de lei.
Alteração do PLOA pelo PR ^ Mensagem ao CN enquanto não iniciada
a votação na CMO da parte cuja alteração é proposta.
LOA não publicada no prazo ^ LDO = duodécimo + despesas
obrigatórias.
Execução
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Consignação de créditos aos órgãos e entidades contemplados no
orçamento ^ Execução despesa e receita.
Controle e Avaliação
Fiscalização dos órgãos de controle e sociedade.
DESCENTRALIZAÇÃO DE CRÉDITOS
Dotação ^ Montante previsto na LOA. Distribuída pelo Órgão Central
(MPOG/SOF) às unidades setoriais de orçamento.
Provisão ^ Descentralização interna de créditos.
Destaque ^ Descentralização externa de créditos.
A liberação de créditos ocorre de uma só vez. A liberação de recursos
financeiros, na medida da arrecadação da receita.
DESCENTRALIZAÇÃO FINANCEIRA
Caso ocorra insuficiência de arrecadação haverá limitação de
empenho e, conseqüentemente, de despesas.
Caso ocorra excesso de arrecadação, esta "sobra" poderá ser usada
como créditos adicionais.
Cota ^ Distribuída pelo Órgão Central de Programação Financeira
(STN) para OSPF.
Repasse ^ Descentralização externa das disponibilidades financeiras
ou com entidades da Administração Indireta.
Sub-repasse ^ Descentralização interna das disponibilidades
financeiras.
CRÉDITOS ADICIONAIS
Autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente
dotadas na lei orçamentária.
Não existe a distribuição de créditos ilimitados.
Suplementares ^ Reforço de dotação orçamentária. Indicação de
recurso e autorização legislativa. Aberto por decreto.
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Especiais ^ Despesas para as quais não haja crédito orçamentário
específico. Indicação de recurso e autorização legislativa. Aberto por
decreto. Vigência anual exceto se abertos nos últimos quatro meses
= reabertos no limite do seu saldo e incorporados ao próximo
exercício.
Extraordinários ^ Despesas imprevisíveis e urgentes, como as
decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública. Não
necessitam de indicação de créditos ou de autorização legislativa.
Abertos por Medida Provisória na União ou Estados que possuam.
Vigência anual, exceto se abertos nos últimos quatro meses =
reabertos no limite do seu saldo e incorporados ao próximo exercício.
Fontes de Recurso = Superávit financeiro apurado no BP do exercício
anterior, excesso de arrecadação, anulação de dotações ou créditos
adicionais, operações de créditos, recursos sem despesas e reserva
de contingências.
SF = AF - PF - CAR + OCV.
EA = RA - RP - CEA. Considerar tendência do exercício.
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8. AULA 02 -RECEITA - RESUMO
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Receita Pública. Receita Orçamentária e sob o enfoque patrimonial.
Ingressos Extra-Orcamentários. Receita Efetiva e não-Efetiva. Mutações
Passivas.
Ingressos = Receitas Públicas, em sentido amplo = ingressos orçamentários
(receitas orçamentárias) + ingressos extra-orçamentários.
Os ingressos extra-orçamentários são oriundos:
• Da inscrição de restos a pagar; ou
• Entradas compensatórias no ativo financeiro e no passivo financeiro:
ingresso de valores de terceiros (depósitos e cauções) e contratação de
operações de crédito por antecipação de receita (débitos em tesouraria).
A receita pode ser estudada sob dois enfoques:
• Receita sob enfoque patrimonial ^ é aquela reconhecida no momento de
ocorrência do fato gerador, independente de recebimento. Aumenta a
situação líquida patrimonial. Regime da competência.
• Receita sob o enfoque orçamentário ^ Todos os ingressos disponíveis
para cobertura das despesas orçamentárias. A receita orçamentária é
reconhecida na arrecadação. Regime de caixa. Pode afetar ou não a situação
líquida patrimonial:
s Receita Orçamentária Efetiva ^ no momento do seu reconhecimento
aumenta a situação líquida patrimonial da entidade. Fato contábil
modificativo aumentativo.
Geralmente associamos as receitas efetivas com as receitas correntes, mas há
receitas de capital efetivas, como as transferências de capital.
s Receita Orçamentária Não-Efetiva ^ aquela que não altera a situação
líquida patrimonial no momento do seu reconhecimento. Fato contábil
permutativo. Gera mutação passiva.
Geralmente associamos as receitas não-efetivas com as receitas de capital, mas
há receitas correntes não-efetivas, como decorrentes do recebimento da dívida
ativa.
Todas as receitas arrecadadas são receitas orçamentárias, mesmo que não
previstas no orçamento. Ou seja, todos os ingressos orçamentários são receitas
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orçamentárias. As entradas compensatórias no ativo e passivo estão excluídas
dessa regra (antecipação de receita orçamentária e as emissões de papel moeda).
Quanto à coercitividade:
Derivadas ^ são DERIVADAS do poder soberano ou de império do Estado.
Impostos.
Originárias ^ o Estado não utiliza seu poder de império e se encontra no mesmo
nível que o particular. Serviços, venda de produtos.
Quanto à regularidade:
Ordinárias ^ obtidas regularmente. Tributos.
Extraordinárias ^ obtidas excepcionalmente. Alienação de bens.
Classificação Econômica da Receita
Codificação: C.O.E.R.AA.SS ^ CATástrofe! A ORIGEM das ESPÉCIEs é um RUBRo
negro ALegre e SUBmisso!
Categorias econômicas: Receitas Correntes e de Capital.
Receitas Correntes (Origens) ^ TRICOPAIS transferências outras
1 - Tributárias
2 - Contribuições
3 - Patrimoniais
4 - Agropecuárias
5 - Industriais
6 - Serviços
7 - Transferências
9 - Outras
Receitas de Capital (Origens) ^ OPALIAMOR transferências outras
1 - Operações de Crédito
2 - Alienação de bens
3 - Amortização de Empréstimos
4 - Transferência
5 - Outras
O Superávit do Orçamento Corrente é receita de capital e não constitui item de
receita orçamentária.
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Etapas da Receita Orçamentária
• Planejamento (previsão de arrecadação);
• Execução (lançamento, arrecadação e recolhimento); e
• Controle e Avaliação.
Planejamento ^ Previsão/ Projeção = Base de Cálculo x (índice de preço) x (índice
de quantidade) x (efeito legislação).
Lançamento ^ Procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do
fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável,
calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo o caso,
propor a aplicação da penalidade cabível. Artigo 52 lei 4.320/64: "São objeto de
lançamento os impostos diretos e quaisquer outras rendas com vencimento
determinado em lei, regulamento ou contrato."
Arrecadação ^ entrega pelos contribuintes ou devedores aos agentes
arrecadadores ou bancos.
Recolhimento ^ Transferência dos valores arrecadados à conta específica do
Tesouro. Unidade de caixa. Conta única.
Classificação da Receita por Fontes
Interliga receitas e despesas, desde a previsão das primeiras até a execução das
segundas.
Codificação (3 dígitos):
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1° - Grupo de Destinação de Recursos: divide os recursos em originários do
Tesouro ou de Outras Fontes e fornece a indicação sobre o exercício em que foram
arrecadadas, se corrente ou anterior.
2° e 3° - Especificação da fonte: individualiza cada vinculação.
Exemplos:
103 ^ recursos do tesouro, exercício corrente. Fundo Nacional de
Desenvolvimento Regional.
600 ^ recursos de outras fontes, exercícios anteriores. Recursos
Ordinários.
A fixação da despesa é complementada pelo IDUSO.
Transferências Intergovernamentais e Operações Intra-Orcamentárias
Operações intra-orçamentárias ocorrem dentro do mesmo ente, entre unidades
pertencentes ao orçamento fiscal e da seguridade social. Evitam a dupla contagem
dos valores envolvidos.
Despesas intra-orçamentárias ^ modalidade de aplicação 91.
Receitas intra-orçamentárias ^ 7 (receitas correntes intra-orçamentárias) ou 8
(receitas de capital intra-orçamentárias).
Para cada receita intra-orçamentária há uma despesa intra-orçamentária.
UNIÃO (Orçamento Fiscal e da Seguridade Social)
As transferências intergovernamentais ocorrem entre entes distintos. Podem ser:
constitucionais ou legais, para consórcios públicos ou voluntárias.
Restituição de Receitas
Receitas recebidas em qualquer exercício ^ dedução da Receita.
Rendas Extintas ^ dedução até onde a receita agüenta, depois despesa.
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Autarquia
Despesa intra-
orçamentária
Modalidade de Aplicação
91.
Imprensa Nacional
Receita intra-orçamentária
Substitui o primeiro algarismo
da classificação econômica da
receita por 7 ou 8.
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Convênios e Contratos (restituição no mesmo exercício) ^dedução de receita até o limite
das transferências recebidas. Caso ultrapasse ^ despesa.
Convênios e Contratos (restituição em outro exercício) ^-ôespesa orçamentária.
Dívida Ativa
Créditos a favor da Fazenda Pública, exigíveis pelo transcurso do prazo para
pagamento, inscritos em registro próprio, após apurada a sua liquidez e certeza.
A presunção de certeza e liquidez é relativa, pois admite prova ao contrário.
É obrigatório dissociar o órgão responsável pela inscrição e órgão de origem.
Órgão responsável pela inscrição na União ^ PGFN.
Autarquias e Fundações Públicas ^ PGF.
Classificação ^ Tributária e não-tributária.
A inscrição da dívida ativa é fato contábil modificativo aumentativo. Variação ativa
extra-orçamentária.
O recebimento é receita corrente não efetiva. Outras Receitas Correntes. Fato
permutativo.
Contas preferidas do CESPE
Receitas patrimoniais ^ foros, laudêmios, dividendos, participações, remuneração
de depósitos bancários, aluguéis, concessões, permissões e royalties.
Outras receitas correntes ^ multas e recebimento da dívida ativa.
Receitas correntes, tributárias ^ impostos, taxas e contribuições de melhoria.
Receitas correntes, contribuições contribuições sociais, contribuições de
intervenção no domínio econômico (CIDE) e contribuição de interesse das
categorias profissionais ou econômicas.
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16. AULA 04 - CONTABILIDADE PÚBLICA - GABARITO
Despesa Pública. Despesa Orçamentária e sob o enfoque patrimonial.
Dispêndios extra-Orcamentários. Despesa Efetiva e não-Efetiva. Mutações
Ativas.
Ao conjunto de dispêndios dos cofres públicos, damos o nome de despesas
públicas, em sentido amplo.
Estes se dividem em orçamentários e extra-orçamentários. Os orçamentários são
também conhecidos como despesas orçamentárias ou despesas públicas, em
sentido estrito.
Os dispêndios extra-orçamentários são oriundos de:
• Saídas compensatórias no ativo e no passivo financeiro ^
consignações/retenções, pagamento de débitos em tesouraria (antecipação
de receita orçamentárias), devolução de valores de terceiros (cauções,
depósitos) e benefícios da previdência social, adiantados pelo empregador,
que depois serão objeto de compensação ou restituição (salário-família,
salário-maternidade e auxílio-natalidade); ou
• Pagamento de restos a pagar.
Despesa sob o patrimonial é aquela reconhecida no momento de ocorrência do fato
gerador, independente da saída de recursos.
Despesa orçamentária é aquela que necessita de autorização legislativa para ser
executada. Esta autorização é consubstanciada na aprovação da lei de orçamento.
É classificada, quanto ao impacto na situação líquida patrimonial em:
Despesa Orçamentária Efetiva ^ aquela que, no momento de sua realização,
reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Fato contábil modificativo
diminutivo.
Despesa Orçamentária Não-Efetiva ^ aquela que, no momento da sua
realização, não reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Fato permutativo.
Mutação Ativa.
Geralmente associamos as Despesas Orçamentárias Efetivas com as Despesas
Correntes, mas há Despesas de Capital Efetivas como as Transferências de Capital.
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Geralmente associamos as Despesas Orçamentárias não-Efetivas com as Despesas
de Capital, mas há Despesas Correntes não-Efetivas como as decorrentes da
aquisição de materiais para estoque.
Reverte à dotação a importância de despesa anulada no exercício. Quando a
anulação ocorrer após o encerramento do exercício, considerar-se-á receita do ano
em que se efetivar.
Classificação por Esfera Orçamentária ^ Orçamento Fiscal (10), da
Seguridade Social (20) ou de Investimentos (30).
Classificação Institucional ^ Órgão (XX) e Unidade Orçamentária (XXX). Não
necessariamente uma Unidade Orçamentária é uma unidade administrativa, como,
por exemplo, a Unidade Orçamentária "Transferências a Estados, Distrito Federal e
Municípios".
Classificação Funcional ^ Agregador dos gastos públicos nas diversas áreas de
atuação do governo. Obrigatória para todos os entes. Função (XX) e subfunção
(XXX). Função = missão institucional do órgão. Maior nível de agregação das
diversas áreas de despesa que competem ao setor público executar. Subfunção =
pode ser ligada a qualquer função, com exceção da função 28 - Encargos
Especiais. Aglutina ações em torno da função.
Classificação Programática ^ Toda ação do Governo está estruturada em
programas. O Programa (XXXX) é o instrumento de organização da atuação
governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a
concretização de um objetivo comum preestabelecido, mensurado por indicadores
instituídos no plano, visando à solução de um problema ou ao atendimento de
determinada necessidade ou demanda da sociedade. A ação (XXXX) é o
instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa. Projeto
(limitado no tempo, expansão e aperfeiçoamento), atividade (modo contínuo,
permanente manutenção da ação) e operação especial. Subtítulo (XXXX) ou
localizador do gasto identifica onde o recurso está sendo empregado.
Classificação Econômica da Despesa
C.G.MM.EE.DD
São categorias econômicas das despesas:
Despesas Correntes ^ são aquelas que não contribuem, diretamente, para a
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formação ou aquisição de um bem de capital.
Despesas de Capital ^ são aquelas que contribuem, diretamente, para a
formação ou aquisição de um bem de capital.
Grupo de Natureza da Despesa ^ Agregador de elementos de despesa com as
mesmas características quanto ao objeto de gasto.
Despesas Correntes = O PESSOAL JURa que são OUTRAS.
Despesas de Capital = INVESTE para INVERTER a AMORTIZAÇÃO.
Modalidade de Aplicação ^ Elimina a dupla contagem dos recursos transferidos ou
descentralizados.
Elemento de Despesa ^ Identifica o objeto do gasto.
Desdobramento ^ Facultativo.
Classificação Econômica da Despesa pela lei 4.320/64
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Pessoal Civil
Pessoal Militar
Material de Consumo
Serviços de Terceiros
Encargos Diversos
Transferências Correntes
Subvenções Sociais
Subvenções Econômicas
Inativos
Pensionistas
Salário Família e Abono Familiar
Juros da Dívida Pública
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Contribuições de Previdência Social
Diversas Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Obras Públicas
Serviços em Regime de Programação Especial
Equipamentos e Instalações
Material Permanente
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades
Industriais ou Agrícolas
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades
Comerciais ou Financeiras
Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento
Constituição de Fundos Rotativos
Concessão de Empréstimos
Diversas Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Amortização da Dívida Pública
Auxílios para Obras Públicas
Auxílios para Equipamentos e Instalações
Auxílios para Inversões Financeiras
Outras Contribuições
Etapas da Despesa Orçamentária
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Planejamento ^ Fixação da despesa orça mentá ria ,
descentralização/movimentação de créditos, programação orçamentária e
financeira e processo de licitação.
Execução ^ Empenho = Ato emanado de autoridade competente que cria para o
Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. Não
existe a realização da despesa sem prévio empenho e o empenho da despesa não
poderá exceder o limite dos créditos concedidos. O que pode ser dispensada em
casos excepcionais é a emissão da "nota de empenho". Ordinário: despesas de
valor fixo e previamente determinado, cujo pagamento deva ocorrer de uma só
vez. Estimativo: despesas cujo montante não se pode determinar previamente,
tais como serviços de fornecimento de água e energia elétrica. Global: despesas
contratuais ou outras de valor determinado, sujeitas a parcelamento, como, por
exemplo, os compromissos decorrentes de aluguéis.
Liquidação ^ Consiste na verificação do direito adquirido pelo credor ou entidade
beneficiaria, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo
crédito ou da habilitação ao benefício.
Pagamento ^ Entrega de numerário ao credor. Ocorre após regular liquidação.
Controle e Avaliação ^ Fiscalização realizada pelos órgãos de controle e pela
sociedade.
Dívida Pública
Flutuante e Fundada.
Flutuante:
a) os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
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b) os serviços da dívida;
c) os depósitos, inclusive consignações em folha;
d) as operações de crédito por antecipação de receita;
e) o papel-moeda ou moeda fiduciária.
Restos a Pagar
Despesas empenhadas e não pagas em 31/12.
Processados ^ despesas que percorreram a fase da liquidação. Não podem ser
cancelados. Válidos por cinco anos a partir da inscrição. Pagamento é mero
desembolso financeiro.
Não-processados ^ despesas não liquidadas. Válidos por 1 (um) ano a partir da
inscrição. Após esse prazo, caso não liquidados efetivamente, são cancelados e a
despesa, caso reclamada, corre à conta das DEA. Prazo prescricional de cinco anos
a partir do cancelamento ou da liquidação efetiva.
Despesas de Exercícios Anteriores
As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo
consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se
tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição
interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício
correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no
orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem
cronológica.
Suprimento de Fundos
Entrega de numerário a servidor, a critério do ordenador de despesa e sob sua
inteira responsabilidade. É um adiantamento sempre precedido de empenho na
dotação própria.
Realizar despesas que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação:
despesas eventuais, de pequeno vulto e sigilosas. Não se pode efetuar
adiantamento a servidor declarado em alcance, a responsável por dois
adiantamentos e a responsável por suprimento de fundos que, esgotado o prazo,
não tenha prestado contas de sua aplicação. Tampouco a servidor que tenha a seu
cargo a guarda ou utilização do material a adquirir, salvo quando não houver na
repartição outro servidor.
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As restituições dos recursos não aplicados são reconhecidas como anulação de
despesa, ou receita orçamentária, caso recolhidas após o término do exercício
financeiro.
O servidor que receber suprimento de fundos é obrigado a prestar contas de sua
aplicação e devem fornecer a indicação precisa dos saldos em seu poder em
31/12, para efeito de contabilização e reinscrição da respectiva responsabilidade
pela sua aplicação em data posterior.
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16. AULA 04 - CONTABILIDADE PÚBLICA - GABARITO
Contabilidade Pública
CASP ^ é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de
informações, os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as normas contábeis
direcionados ao controle patrimonial de entidades do setor público.
Objeto da CASP ^ patrimônio público.
Campo de aplicação da CASP ^ todas as entidades do setor público:
• Integralmente ^ Entidades Governamentais + Sistema S + Conselhos
Profissionais.
• Parcialmente ^ demais (prestação de contas e instrumentalização do
controle social).
Utilizou recurso público está no campo de aplicação da Contabilidade Pública.
Objetivo CASP ^ suporte = tomada de decisão + prestação de contas +
instrumentalização do controle social.
Regime da contabilidade pública:
Falou em fato gerador ^ regime da competência.
Falou em entrada e saída de recursos ^ regime de caixa.
Receita orçamentária ^ arrecadação ^ regime de caixa.
Despesa orçamentária ^ liquidação (STN) ou empenho (lei 4.320/64) ^ regime da
competência.
Os fatos geradores da receita e da despesa devem ser contabilizados no momento
em que ocorrem, independente de execução orçamentária.
Inventário Material Permanente e de Consumo
Inventário físico ^ É o instrumento de controle para a verificação dos saldos de
estoques nos almoxarifados e depósitos, e dos equipamentos e materiais
permanentes em uso no órgão ou entidade. Anual, inicial, de transferência
responsabilidade, de extinção ou transformação e eventual.
Lei 4.320/64:
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• Material de Consumo < 2 anos.
• Material Permanente > 2 anos.
Controle patrimonial ^ Custo benefício. Chave de fenda. Carga.
Levantamento geral dos bens móveis e imóveis:
• Registros sintéticos ^ contabilidade.
• Registros analíticos ^ administração.
Reavaliação (NBC T 16.10) ^ obrigatória.
• Anualmente, para as contas ou grupo de contas cujos valores de mercado
variarem significativamente em relação aos valores anteriormente
registrados.
• A cada quatro anos, para as demais contas ou grupos de contas.
Os bens de uso comum que absorveram ou absorvem recursos públicos, ou
aqueles eventualmente recebidos em doação, devem ser incluídos no ativo não
circulante da entidade responsável pela sua administração ou controle, estejam,
ou não, afetos a sua atividade operacional.
Avaliação dos elementos patrimoniais (Lei 4.320/64):
I - os débitos e créditos, bem como os títulos de renda, pelo seu valor nominal,
feita a conversão, quando em moeda estrangeira, à taxa de câmbio vigente na
data do balanço;
II - os bens móveis e imóveis, pelo valor de aquisição ou pelo custo de produção
ou de construção;
III - os bens de almoxarifado, pelo preço médio ponderado das compras.
Os valores em espécie, assim como os débitos e créditos, quando em moeda
estrangeira, deverão figurar ao lado das correspondentes importâncias em moeda
nacional. As variações resultantes da conversão dos débitos, créditos e valores em
espécie serão levadas à conta patrimonial.
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17. AULA 05 - OPERAÇÕES TÍPICAS - RESUMO
TCU
Subsistemas
Até dezembro de 2009, a NBC T 16.2 trazia as seguintes definições:
Subsistema Financeiro ^ registra, processa e evidencia os fatos
relacionados aos ingressos e aos desembolsos financeiros, bem como as
disponibilidades no início e final do período.
Subsistema Patrimonial ^ registra, processa e evidencia os fatos não
financeiros relacionados com as variações qualitativas e quantitativas do
patrimônio público.
A NBC T 16.2 foi modificada pela resolução CFC 1.268/09. A atualização
extinguiu o subsistema financeiro, que teve as competências absorvidas pelo
subsistema patrimonial:
• Orçamentário ^ registra, processa e evidencia os atos e os fatos
relacionados ao planejamento e à execução orçamentária.
• Patrimonial ^ registra, processa e evidencia os fatos financeiros e
não financeiros relacionados com as variações qualitativas e
quantitativas do patrimônio público.
• Custos ^ registra, processa e evidencia os custos dos bens e serviços,
produzidos e ofertados à sociedade pela entidade pública.
• Compensação ^ registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos
efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade do setor
público, bem como aqueles com funções específicas de controle.
Os subsistemas devem ser integrados entre si e a outros subsistemas.
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Variações Patrimoniais
Transações no setor público
• Natureza econômico-financeira
• Natureza administrativa
Variações Patrimoniais
• Quantitativa = aumentativa + diminutiva
• Qualitativa
Valores de terceiros ^ ingressos e dispêndios extra-orçamentários.
Quanto à afetação
• Variações Ativas
• Variações passivas
Dependência da execução
orçamentária
• Variações orçamentárias
• Variações extra-orçamentárias
Superveniência Ativa ^ Superveniência do Ativo ^ aumento do ativo.
Insubsistência Ativa ^ Insubsistência do Passivo ^ diminuição do passivo.
Superveniência Passiva ^ Superveniência do Passivo ^ aumento do passivo.
Insubsistência Passiva ^ Insubsistência do Ativo ^ diminuição do ativo.
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Acréscimos e Decréscimos Patrimoniais ^ aumentos e diminuições no
patrimônio, independentes da execução orçamentária.
Plano de Contas
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3 - Despesa 4 - Receita
Contas de Resultado
5 - Res. Diminutivo 6 - Res. Aumentativo
Contas de Resultado
Ativo Ordem decrescente do grau de liquidez.
Passivo
Ordem decrescente do grau de
exigibilidade.
Ativo Compensado Passivo Compensado
1.9.1 - Execução Orçamentária da
Receita
2.9.1 - Previsão da Receita
Orçamentária
1.9.2 - Fixação Orçamentária da
Despesa
2.9.2 - Execução Orçamentária da
Despesa
1.9.3 - Execução da Programação
Financeira
2.9.3 - Execução da Programação
Financeira
1.9.4 - Despesas e Dívidas de
Estados e Municípios
2.9.4 - Despesas e Dívidas de Estados e
Municípios
1.9.5 - Execução de Restos a Pagar 2.9.5 - Execução de Restos a Pagar
1.9.6 - Controle da Dívida Ativa 2.9.6 - Controle da Dívida Ativa
1.9.9 - Compensações Ativas
Diversas
2.9.9 - Compensações Passivas Diversas
Identificação Conta Corrente Sinal =
Identificação Contas Retificadoras Sinal *
5 - Resultado Diminutivo 6 - Resultado Aumentativo
5.1 - Resultado Orçamentário 6.1 - Resultado Orçamentário
Despesa Orçamentária Receita Orçamentária
Interferências Passivas Interferências Ativas
Mutações Passivas Mutações Ativas
5.2 - Resultado Extra-
Orçamentário
6.2 - Resultado Extra-Orçamentário
Despesa Extra-Orçamentária Receita Extra-Orçamentária
Interferências Passivas Interferências Ativas
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Decréscimos Patrimoniais Acréscimos Patrimoniais
6.3 - Resultado Apurado
Resultado Apurado
Conta transitória = resultado do
exercício. Transportado para o BP.
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5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentária
7 - Controle Devedores 8 - Controle Credores Controle
Contas do Ativo e Passivo
Letra F ou P para diferenciar se são
patrimoniais ou financeiras = apuração
do Superávit Financeiro.
O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os
lançamentos devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma
natureza de informação, seja patrimonial, orçamentária ou de controle.
Assim, os lançamentos estarão fechados dentro das classes 1, 2, 3 e 4
ou das classes 5 e 6 ou das classes 7 e 8.
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Contabilização de operações típicas
TCU
Lançamentos referentes à LOA
Antes Depois
D - Receita a Realizar
C - Previsão Inicial da Receita
D - 5.2.1 - Previsão Inicial da Receita
C - 6.2.1 - Receita a Realizar
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO
5.2 - Orçamento Aprovado
5.2.1 - Previsão da Receita
6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.1 - Execução da Receita
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Registro da fixação da despesa na LOA/Créditos Adicionais
Antes Depois
D - Despesa Fixada (Crédito
Inicial/Adicional)
C - Crédito Disponível
D - 5.2.2 - Dotação Inicial
C - 6.2.2 - Crédito Disponível
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO
5.2 - Orçamento Aprovado
5.2.2 - Fixação da Despesa
6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Descentralização de créditos orçamentários
Unidade Concedente
Antes Depois
D - Crédito Disponível
C - Destaque ou Provisão Concedida
D - 6.2.2.1.1 - Crédito Disponível
C - 6.2.2.2 - Movimentação de créditos
concedidos
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Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 1 - Crédito Disponível
6.2.2.2 - Movimentação de
Créditos Concedidos
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Unidade de Destino
Antes Depois
D - Destaque ou Provisão Recebida
C - Crédito Disponível
D - 5.2.2.2 - Movimentação de créditos
recebidos
C - 6.2.2.1.1 - Crédito Disponível
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO
5.2 - Orçamento Aprovado
5.2.2 - Fixação da Despesa
5.2.2.2 - Movimentação de
créditos recebidos
6 - CEPO
6.1 - Execução do Planejamento
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 1 - Crédito Disponível
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Arrecadação da Receita
Antes Depois
Arrecadação da Receita Efetiva
Sistema Financeiro
D - Ativo (Bancos)
C - Receita Corrente (Serviços)
Sistema Orçamentário
D - Receita Realizada
C - Receita a Realizar
Sistema Compensado
D - DDR - A Utilizar
C - Disponibilidade de Recursos
D - 1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa em moeda nacional
C - 4.3.3 - Valor Bruto de exploração
de bens e direitos e prestação de
serviços
D - 6.2.1.1 - Receita a Realizar
C - 6.2.1.2 - Receita Realizada
D - 7.2.1 - Controle das
Disponibilidades de Recursos
C - 8.2.1 - Disponibilidade por
Destinação de Recursos
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Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1 - Ativo Circulante
1.1.1 - Caixa e equivalentes caixa
2 - PASSIVO
Patrimonial 3 - VPD 4 - VPA
4. 3. 3 - Venda de
Mercadorias, Produtos e
Serviços
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.1 - Execução da Receita
6. 2. 1. 1 - Receita a Realizar
6.2.1.2 - Receita Realizada
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES
7.2 - Administração Financeira
7.2.1 - Disponibilidade por
Destinação
8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8. 2. 1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
Controle e
Custos
Arrecadação da Receita não-Efetiva (alienação de bens)
Antes Depois
Arrecadação da Receita Não-Efetiva
Sistema Financeiro
D - Ativo (Bancos)
C - Receita de Capital (alienação de
bens)
Sistema Patrimonial
D - Mutação Passiva
C - Ativo (bem)
Sistema Orçamentário
D - Receita Realizada
C - Receita a Realizar
Sistema Compensado
D - DDR - A Utilizar
C - Disponibilidade de Recursos
D - 1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa em moeda nacional (F)
C - 1.2.3 - Bens móveis (P)
D - 6.2.1.1 - Receita a Realizar
C - 6.2.1.2 - Receita Realizada
D - 7.2.1 - Controle das
Disponibilidades de Recursos
C - 8.2.1 - Disponibilidade por
Destinação de Recursos
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Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1 - Ativo Circulante
1.1.1 - Caixa e equivalentes caixa
(F)
1.2.3 - Bens móveis (P)
2 - PASSIVO
Patrimonial
1 - ATIVO
1.1 - Ativo Circulante
1.1.1 - Caixa e equivalentes caixa
(F)
1.2.3 - Bens móveis (P)
3 - VPD 4 - VPA
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.1 - Execução da Receita
6. 2. 1. 1 - Receita a Realizar
6.2.1.2 - Receita Realizada
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES
7.2 - Administração Financeira
7.2.1 - Disponibilidade por
Destinação
8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8. 2. 1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
Controle e
Custos
Fato Gerador antes da arrecadação
Fato Gerador IPTU
Antes Depois
Reconhecimento do Fato Gerador
D - Ati vo (IPTU a receber)
C - Vari ação Ati va Extra-Orçamentári a
D - 1.1.2 - Crédi tos Tri butári os a
Receber ( P)
C - 4.1 - Impostos, taxas e
contri bui ções de mel hori a
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1 - Ativo Circulante
2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
4.1 - Tributos e Contribuições
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentária
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Arrecadação da Receita
Antes Depois
Arrecadação da Receita
Sistema Financeiro
D - Ati vo (Bancos)
C - Recei ta Corrente (Tri butári a)
D - 1.1.1 - Cai xa e equi val entes de
cai xa em moeda nacional (F)
C - 1.1.2 - Crédi tos Tri butári os a
Receber (P)
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Sistema Patrimonial
D - Variação Passiva Orçamentária
C - Ativo (IPTU a receber)
Sistema Orçamentário
D - Receita Realizada
C - Receita a Realizar
Sistema Compensado
D - DDR - A Utilizar
C - Disponibilidade de Recursos
D - 6.2.1.1
C - 6.2.1.2
Receita a Realizar
Receita Realizada
D - 7.2.1 - Controle das
Disponibilidades de Recursos
C - 8.2.1 - Disponibilidade por
Destinação de Recursos
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1 - Ativo Circulante
1.1.1 - Caixa e equivalentes caixa
1.1.2 - Créditos tributários a
receber
2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.1 - Execução da Receita
6. 2. 1. 1 - Receita a Realizar
6.2.1.2 - Receita Realizada
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES
7.2 - Administração Financeira
7.2.1 - Disponibilidade por
Destinação
8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8. 2. 1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
Controle e
Custos
Execução da Despesa
Empenho da despesa
Antes Depois
Empenho da despesa
D - Crédito disponível
C - Crédito empenhado a liquidar
D - 6.2.2.1.1 - Crédito disponível
C - 6.2.2.1.3 - Crédito empenhado a
liquidar
D - 8.2.1.1.1 - Disponibilidade por
Destinação de Recurso (DDR)
C - 8.2.1.1.2 - Disponibilidade por
Destinação de Recurso comprometida
por empenho
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Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 1 - Crédito disponível
6. 2. 2. 1. 3 - Crédito
empenhado a liquidar
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8. 2. 1. 1. 1 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
Controle e
Custos
Liquidação da Despesa Efetiva (Serviços)
Antes Depois
Liquidação da despesa efetiva
Sistema Financeiro
D - Despesa Orçamentári a Efetiva
C - Sal ári os a pagar
Sistema Orçamentário
D - Crédi to Empenhado a Li qui dar
C - Crédi to Empenhado Li qui dado
Sistema Compensado
D - DDR - Comprometi da
C - DDR - A Utilizar
D - 3.3.2 - Servi ços
C - 2.1.3 - Fornecedores e contas a
pagar (F)
D - 6.2.2.1.3.01 - Crédi to empenhado
a liquidar
C - 6.2.2.1.3.03 - Crédi to l i qui dado a
pagar
D - 8.2.1.1.2 - DDR comprometi da por
empenho
C - 8.2.1.1.3 - DDR comprometi da por
l i qui dação e entradas compensatóri as
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
2.1.3 - Fornecedores e
contas a pagar (F) Patrimonial
3 - VPD
3.3.2 - Serviços
4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 01 - Crédito
empenhado a liquidar
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
Orçamentário
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Liquidação da Despesa não-Efetiva (compra de bens)
Antes Depois
Liquidação da despesa não-efetiva
Sistema Financeiro
D - Despesa Orçamentária Não-Efetiva
C - Fornecedores
Sistema Patrimonial
D - Ativo Permanente (bem)
C - Mutação Ativa
Sistema Orçamentário
D - Crédito Empenhado a Liquidar
C - Crédito Empenhado Liquidado
Sistema Compensado
D - DDR - Comprometida
C - DDR - A Utilizar
D - 1.2.3 - Bens móveis (P)
C - 2.1.3 - Fornecedores e contas a
pagar (F)
D - 6.2.2.1.3.01 - Crédito empenhado
a liquidar
C - 6.2.2.1.3.03 - Crédito liquidado a
pagar
D - 8.2.1.1.2 - DDR comprometida por
empenho
C - 8.2.1.1.3 - DDR comprometida por
liquidação e entradas compensatórias
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.2.3 - Bens móveis (P)
2 - PASSIVO
2.1.3 - Fornecedores e
contas a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 01 - Crédito
empenhado a liquidar
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
Orçamentário
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7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação Controle e
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade custos
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
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Pagamento da Despesa
Antes Depois
Pagamento da despesa
Sistema Financeiro
D - Fornecedores
C - Bancos
Sistema Orçamentário
D - Val ores Li qui dados a Pagar
C - Val ores Li qui dados Pagos
Sistema Compensado
D - DDR - Uti l i zada
C - DDR - Compromet i da
D - 2.1.3 - Fornecedores e contas a
pagar (F)
C - 1.1.1 - Cai xa e equi val entes de
cai xa (F)
D - 6.2.2.1.3.03 - Crédi to l i qui dado a
pagar
D - 6.2.2.1.3.04 - Crédi to empenhado
pago
D - 8.2.1.1.3 - DDR comprometi da por
l i qui dação e entradas compensatóri as
C - 8.2.1.1.4 - DDR utilizada
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
2 - PASSIVO
2.1.3 - Fornecedores e
contas a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
6. 2. 2. 1. 3. 04 - Crédito
empenhado pago
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
Controle e
Custos
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7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação Controle e
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade Custos
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
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Fato gerador antes da liquidação
Registro da provisão mensal (1/12 13° salário)
Antes Depois
Pagamento da despesa
Sistema Patrimonial
D - Variação Passiva Extra-
Orçamentária
C - Passivo (Provisão 13° Salário)
D - 3.1.1 - Remuneração pessoal
C - 2.1.1 - Pessoal a pagar (P)
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD
3.1.1 - Remuneração pessoal
4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Empenho da Despesa
Antes Depois
Empenho da despesa
D - Crédito disponível
C - Crédito empenhado a liquidar
D - 2.1.1 - Pessoal a pagar (P)
C - 2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
D - 6.2.2.1.1 - Crédito disponível
C - 6.2.2.1.3.01 - Crédito empenhado
a liquidar
D - 6.2.2.1.3.01 - Crédito empenhado
a liquidar
C - 6.2.2.1.3.02 - Crédito empenhado
em liquidação
D - 8.2.1.1.1 - Disponibilidade por
Destinação de Recurso (DDR)
C - 8.2.1.1.2 - Disponibilidade por
Destinação de Recurso comprometida
por empenho
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8.2.1.1.3 - DDR
comprometida por liquidação
e entradas compensatórias
8.2.1.1.4 - DDR utilizada
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Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
2.1.1 - Pessoal a pagar (F e
P)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 1 - Crédito disponível
6. 2. 2. 1. 3. 01 - Crédito
empenhado a liquidar
6. 2. 2. 1. 3. 02 - Crédito
empenhado em liquidação
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8. 2. 1. 1. 1 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
Controle e
Custos
Liquidação
Antes Depois
Liquidação da despesa não-efetiva
Sistema Financeiro
D - Despesa Orçamentária Não-Efetiva
C - Passivo a pagar
Sistema Patrimonial
D - Passivo (provisão 13° salário)
C - Variação Ativa Orçamentária
Sistema Orçamentário
D - Crédito Empenhado a Liquidar
C - Crédito Empenhado Liquidado
Sistema Compensado
D - DDR - Comprometida
C - DDR - A Utilizar
D - 6.2.2.1.3.02 - Crédito empenhado
em liquidação
C - 6.2.2.1.3.03 - Crédito empenhado
a pagar
D - 8.2.1.1.2 - DDR comprometida por
empenho
C - 8.2.1.1.3 - DDR comprometida por
liquidação e entradas compensatórias
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Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 02 - Crédito
empenhado em liquidação
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
empenhado a pagar
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
Controle e
Custos
Pagamento da Despesa
Antes Depois
Pagamento da despesa
Sistema Financeiro
D - Fornecedores
C - Bancos
Sistema Orçamentário
D - Valores Liquidados a Pagar
C - Valores Liquidados Pagos
Sistema Compensado
D - DDR - Utilizada
C - DDR - Comprometida
D - 2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
C - 1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
D - 6.2.2.1.3.03 - Crédito liquidado a
pagar
D - 6.2.2.1.3.04 - Crédito empenhado
pago
D - 8.2.1.1.3 - DDR comprometida por
liquidação e entradas compensatórias
C - 8.2.1.1.4 - DDR utilizada
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Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
2 - PASSIVO
2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
6. 2. 2. 1. 3. 04 - Crédito
empenhado pago
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
8. 2. 1. 1. 4 - DDR utilizada
Controle e
Custos
Fato gerador após a liquidação
Empenho da Despesa
Antes Depois
Empenho da despesa
D - Crédi to di sponível
C - Crédi to empenhado a liquidar
D - 6.2.2.1.1 - Crédi to di sponível
C - 6.2.2.1.3.01 - Crédi to empenhado
a liquidar
D - 8.2.1.1.1 - Di sponi bi l i dade por
Desti nação de Recurso (DDR)
C - 8.2.1.1.2 - Di sponi bi l i dade por
Desti nação de Recurso comprometi da
por empenho
Classes Subsistema
1 - ATIVO 2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 1 - Crédito disponível
6. 2. 2. 1. 3. 01 - Crédito
empenhado a liquidar
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Controle e
Custos
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Liquidação
Antes Depois
Liquidação da despesa não-efetiva
Sistema Financeiro
D - Despesa Orçamentária Não-Efetiva
C - Fornecedores
Sistema Patrimonial
D - Ativo (almoxarifado)
C - Variação Ativa Orçamentária
Sistema Orçamentário
D - Crédito Empenhado a Liquidar
C - Crédito Empenhado Liquidado
Sistema Compensado
D - DDR - Comprometida
C - DDR - A Utilizar
D - 1.1.3.6 - Almoxarifado (P)
C - 2.1.3.1 - Fornecedores a pagar (F)
D - 6.2.2.1.3.01 - Crédito empenhado
a liquidar
C - 6.2.2.1.3.03 - Crédito empenhado
liquidado a pagar
D - 8.2.1.1.2 - DDR comprometida por
empenho
C - 8.2.1.1.3 - DDR comprometida por
liquidação e entradas compensatórias
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.3.6 - Almoxarifado (P)
2 - PASSIVO
2. 1. 3. 1 - Fornecedores a
pagar(F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 01 - Crédito
empenhado a liquidar
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
empenhado liquidado a pagar
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
Controle e
Custos
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Administração Financeira
8. 2. 1. 1. 1 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
8. 2. 1. 1. 2 - Disponibilidade
por Destinação de Recurso
comprometi da por empenho
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Pagamento da Despesa
Antes Depois
Pagamento da despesa
Sistema Financeiro
D - Fornecedores
C - Caixa
Sistema Orçamentário
D - Valores Liquidados a Pagar
C - Valores Liquidados Pagos
Sistema Compensado
D - DDR - Utilizada
C - DDR - Comprometida
D - 2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
C - 1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
D - 6.2.2.1.3.03 - Crédito liquidado a
pagar
D - 6.2.2.1.3.04 - Crédito empenhado
pago
D - 8.2.1.1.3 - DDR comprometida por
liquidação e entradas compensatórias
C - 8.2.1.1.4 - DDR utilizada
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
2 - PASSIVO
2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
6. 2. 2. 1. 3. 04 - Crédito
empenhado pago
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
8. 2. 1. 1. 4 - DDR utilizada
Controle e
Custos
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comprometi da por empenho
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
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Reconhecimento do Fato Gerador da Despesa (proporcional)
Antes Depois
Pagamento da despesa
Sistema Patrimonial
D - Vari ação Passi va Extra-
Orçamentári a
C - Ati vo (al moxari fado)
D - 3.3.1.1 - Consumo de materi al
C - 1.1.3.6 - Al moxari fado (P)
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.1 - Caixa e equivalentes de
caixa (F)
2 - PASSIVO
2.1.1 - Pessoal a pagar (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO
6.2 - Execução do Orçamento
6.2.2 - Execução da Despesa
6. 2. 2. 1. 3. 03 - Crédito
liquidado a pagar
6. 2. 2. 1. 3. 04 - Crédito
empenhado pago
Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8.2 - Execução da
Administração Financeira
8.2.1 - Execução
Disponibilidade por
Destinação
8. 2. 1. 1. 3 - DDR
comprometi da por liquidação
e entradas compensatórias
8. 2. 1. 1. 4 - DDR utilizada
Controle e
Custos
Lançamentos Patrimoniais
Recebimento de bens em doação
Antes Depois
D - Ati vo Permanente
C - Acrésci mo Patri moni al (doação de
bens)
D - 1.2.3 - Bens Móvei s
C - 4.5 - Transferênci as Recebi das
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.2.3 - Bens Móveis
2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
4.5 - Transferências Recebidas
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
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a escrituração das contas públicas, julgue os itens que se seguem.
Antes Depois
D - Decréscimo Patrimonial (doação de
bens)
C - Ativo Permanente
D - 3.5 - Transferências Concedidas
C - 1.2.3 - Bens Móveis
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.2.3 - Bens Móveis
2 - PASSIVO
Patrimonial
3 - VPD
3.5 - Transferências Concedidas
4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES Controle e
Custos
Atos e fatos potenciais
Assinatura de contratos
Antes Depois
D - Contratos a Receber
C - Direitos e Obrig. contratadas
D - 7.1.2.3 - Obrigações contratuais
C - 8.1.2.3 - Execução das Obrigações
contratuais
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.3 - Depósitos restituíveis e
valores vinculados (F)
2 - PASSIVO
2.1.5 - Valores restituíveis (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES
7.1 - Atos potenciais
7.1.2.3 - Obrigações contratuais
8 - CONTROLES CREDORES
8.1 - Execução dos atos
potenciais
8. 1. 2. 3 - Execução das
Obrigações contratuais
Controle e
Custos
Registros Financeiros Extra-Orçamentários
Recebimento de Cauções (ingressos extra-orçamentários)
Antes Depois
D - Ativo Financeiro
C - Passivo Financeiro
D - 1.1.3 - Depósitos restituíveis e
valores vinculados (F)
C - 2.1.5 - Valores restituíveis (F)
D - 7.2.1.1 - Controle das
Disponibilidades de Recursos
C - 8.2.1.1.1 - Disponibilidade por
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Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.3 - Depósitos restituíveis e
valores vinculados (F)
2 - PASSIVO
2.1.5 - Valores restituíveis (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES
7.2.1.1 - Controle das
Disponibilidades de Recursos
8 - CONTROLES CREDORES
8. 2. 1. 1. 1 - Disponibilidade por
Destinação de Recurso
8. 2. 1. 1. 3 - DDR comprometida
por liquidação e entradas
compensatórias
Controle e
Custos
Devolução de Cauções (dispêndios extra-orçamentários)
Antes Depois
D - Passi vo Fi nancei ro
C - Ati vo Fi nancei ro
D - 2.1.5 - Val ores resti tuí vei s (F)
C- 1.1.3 - Depósi tos restituíveis e
val ores vi ncul ados (F)
D - 8.2.1.1.3 - DDR comprometi da por
l i qui dação e entradas compensatóri as
D - 8.2.1.1.4 - DDR utilizada
Classes Subsistema
1 - ATIVO
1.1.3 - Depósitos restituíveis e
valores vinculados (F)
2 - PASSIVO
2.1.5 - Valores restituíveis (F)
Patrimonial
3 - VPD 4 - VPA
Patrimonial
5 - CAPO 6 - CEPO Orçamentário
7 - CONTROLES DEVEDORES 8 - CONTROLES CREDORES
8. 2. 1. 1. 3 - DDR comprometida
por liquidação e entradas
compensatórias
8. 2. 1. 1. 4 - DDR utilizada
Controle e
Custos
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Desti nação de Recursos
D - 8.2.1.1.1 - Di sponi bi l i dade por
Desti nação de Recursos
C - 8.2.1.1.3 - DDR comprometi da por
l i qui dação e entradas compensatóri as
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22. AULA 07 - DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS - RESUMO
SIDOR
Conjunto de procedimentos, justapostos entre si, com a incumbência de
cuidar do processamento de cunho orçamentário, por meio de computação
eletrônica, cabendo sua supervisão à Secretaria de Orçamento Federal (SOF).
SIAFI
Registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira,
contábil e patrimonial do Governo Federal.
A LOA é o produto final do SIDOR e o SIAFI "começa" com a publicação da
LOA.
Objetivos do SIAFI (Muito cobrado!):
• Fornecer meios para agilizar a programação financeira, otimizando a
utilização dos recursos do Tesouro Nacional, através da unificação dos
recursos de caixa do Governo Federal;
• Permitir que a contabilidade pública seja fonte segura e tempestiva de
informações gerenciais destinadas a todos os níveis da Administração
Pública Federal;
• Padronizar métodos e rotinas de trabalho relativas à gestão dos recursos
públicos, sem implicar rigidez ou restrição a essa atividade, uma vez
que ele permanece sob total controle do ordenador de despesa de cada
unidade gestora;
• Permitir o registro contábil dos balancetes dos estados e municípios e de
suas supervisionadas;
• Permitir o controle da dívida interna e externa, bem como o das
transferências negociadas;
• Integrar e compatibilizar as informações no âmbito do Governo Federal;
• Permitir o acompanhamento e a avaliação do uso dos recursos públicos;
e
• Proporcionar a transparência dos gastos do Governo Federal.
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Abrangência do SIAFI ^ Órgãos da Administração Pública Direta federal, das
autarquias, fundações e empresas públicas federais e das sociedades de
economia mista que estiverem contempladas no Orçamento Fiscal e/ou no
Orçamento da Seguridade Social da União. Pode ser utilizado pelas Entidades
Públicas Federais, Estaduais e Municipais apenas para receberem, pela Conta
Única do Governo Federal, suas receitas (taxas de água, energia elétrica,
telefone, etc) dos Órgãos que utilizam o sistema.
Entidades de caráter privado também podem utilizar o SIAFI, desde que
autorizadas pela STN. No entanto, essa utilização depende da celebração de
convênio ou assinatura de termo de cooperação técnica entre os interessados
e a STN, que é o órgão gestor do SIAFI.
Formas de Acesso SIAFI ^ On-line e off-line.
Modalidades de Uso ^ Parcial e total. É obrigatória a utilização do sistema na
modalidade de uso total por parte dos órgãos e entidades do Poder Executivo
que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, ressalvadas as
entidades de caráter financeiro.
Documentos do SIAFI ^ NC, ND, NL, NE, PE, OB, NS, PF, DARF, GRU e GRPS.
Tabela de Eventos
Instrumento utilizado pelas unidades gestoras no preenchimento das telas
e/ou documentos de entrada no SIAFI, para transformar os atos e fatos
administrativos rotineiros em registros contábeis automáticos.
Código de seis dígitos ^ Classe, tipo de utilização e código seqüencial.
A classe identifica o conjunto de eventos de uma mesma natureza de registro.
10.0.000 - previsão da receita.
20.0.000 - dotação da despesa
30.0.000 - movimentação de credito.
40.0.000 - empenho da despesa.
50.0.000 - apropriações de retenções, liquidações e outros.
51.0.000 - apropriações de despesas.
52.0.000 - retenções de obrigações.
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53.0.000 - liquidações de obrigações.
54.0.000 - registros diversos.
55.0.000 - apropriações de direitos.
56.0.000 - liquidações de direitos.
60.0.000 - restos a pagar.
61.0.000 - liquidações de restos a pagar.
70.0.000 - transferências financeiras.
80.0.000 - receita.
Tipo de Utilização ^ Pode assumir somente os números 0, 1, 2, 3, 5, 6, 7 e 8.
Os tipos 0 e 5 devem ser indicados pelos operadores, pois não são
automáticos. Os outros são acionados automaticamente pelo sistema.
Principais Tipos de Utilização:
(0) evento utilizado diretamente pelo gestor
(1) evento utilizado diretamente pelo sistema (máquina)
(5) estorno de evento do gestor
(6) estorno interno do sistema
O SIAFI somente validara os documentos de entrada de dados, em termos
contábeis, se eles se apresentarem com os eventos que, no todo, completem
partidas dobradas (total dos débitos igual ao total dos créditos).
Conta Única do Tesouro
A Conta Única do Tesouro Nacional, mantida no Banco Central do Brasil,
tem por finalidade acolher as disponibilidades financeiras da União a serem
movimentadas pelas Unidades Gestoras da Administração Pública Federal,
inclusive Fundos, Autarquias, Fundações, e outras entidades integrantes do
Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI,
na modalidade "on-line".
A operacionalização da Conta Única do Tesouro Nacional será efetuada por
intermédio do Banco do Brasil S/A, ou por outros agentes financeiros
autorizados pelo Ministério da Fazenda.
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22. AULA 07 - DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS - RESUMO
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Receita realizada Arrecadada
Despesa realizada Liquidada (STN) ou empenhada
(4.320/64)
Receitas Previstas = Despesas
Fixadas
Orçamento aprovado com equilíbrio
Receitas Previstas > Despesas
Fixadas
Orçamento aprovado com
desequilíbrio positivo (recursos sem
despesas, fonte para crédito
adicional)
Receitas Previstas < Despesas
Fixadas
Orçamento aprovado com
desequilíbrio negativo (órgão
dependente de transferência)
Receitas Previstas > Receitas
Arrecadadas
Insuficiência na arrecadação (nova
fixação de despesa ou limitação de
empenho)
Receitas Previstas < Receitas
Arrecadadas
Excesso de arrecadação (fonte de
recurso para crédito adicional)
Despesas Fixadas > Despesas
Liquidadas
Economia de despesa (não é fonte de
recurso para abertura de crédito
adicional)
Despesas Fixadas < Despesas
Liquidadas
Excesso de despesa (inconsistência,
pois os empenhos estão limitados
aos créditos orçamentários
disponíveis)
Receita Arrecadada Corrente >
Despesa Liquidada Corrente
Superávit Corrente
Receita Arrecadada Corrente <
Despesa Liquidada Corrente
Déficit Corrente
Receita Arrecadada de Capital >
Despesa Liquidada de Capital
Superávit de Capital
Receita Arrecadada de Capital <
Despesa Liquidada de Capital
Déficit de Capital
Receita Arrecadada > Despesa
Liquidada
Superávit Orçamentário
Receita Arrecadada < Despesa
Liquidada
Déficit Orçamentário
Operação de Crédito
Entra só do lado da receita =
equilíbrio orçamentário com a
assunção de dívida
Capitalização
Superávit Corrente e Déficit de
Capital
Descapitalização
Déficit Corrente e Superávit de
Capital
Regra de ouro E vedada a realização de operações
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de créditos que excedam o montante
das despesas de capital,
ressalvadas as a uto ri za d a s
mediante créditos suplementares ou
especiais com finalidade precisa,
aprovados pelo Poder Legislativo por
maioria absoluta.
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