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Comunicação Interna Normativa nº 41/00

Nota: actualizado
em Junho 2002
Assunto: Circuito de gestão de doentes na Unidade de Urgência Geral

Destinatários: Chefes de Equipe e Adjuntos Chefes Equipe SU


Director Unidade Urgência Pediátrica
Director UCIP
Directores dos Departamentos e Serviços Assistenciais de Acção Médica
Responsável pelo Laboratório da Urgência
Enf Supervisor da Urgência
Administrador Responsável pela Gestão de Doentes
Administradora Responsável pelos Serviços Gerais
Responsável pelos Técnicos do Departamento de Imagem

Para conhecimento: Administradora Responsável pela Informática

Em função da necessidade de progredir na crescente clarificação do Circuito de Gestão de Doentes no


SU, e como consequência natural da actualização do descrito na Comunicação Interna Normativa nº 32,
implementa-se o seguinte Circuito de Gestão de Doentes. Realça-se o facto das presentes normas não
serem exaustivas nem versarem todo o funcionamento do SU mas apenas os aspectos
relacionados com o circuito de gestão de doentes.

I.ACESSO à URGÊNCIA GERAL

II.TRIAGEM DE PRIORIDADES

III. ENCAMINHAMENTO DO DOENTE NO SU

IV. ATENDIMENTO CLÍNICO

V.ACOMPANHAMENTO do UTENTE no SU

VI. INFORMAÇÕES
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I.ACESSO à URGÊNCIA GERAL

1. Todos os Profissionais do HGSA e os Seguranças devem respeitar as presentes normas bem


como as constantes nas Comunicações Internas Normativas 17, 18 e 19 (já publicadas no BI e
em vigor).
a. Como complemento das Normas acima descritas, é autorizada a entrada de um
acompanhante às gravidas parturientes (devidamente identificado, com registo de
dados identificativos pelos Administrativos, mas sem entrega de crachá de
acompanhante – porque não fica no SU e provavelmente sairá do hospital por outra
porta que não o SU).

b. No fim de cada dia, o pessoal Administrativo deve contabilizar os crachás de


acompanhante em falta e relatar quem não os entregou (isto afim de permitir uma
reposição ordenada do que estiver em falta).

c. Caso não seja evidente que se trata de funcionário de serviço no SU, os Seguranças,
incluindo o colocado na porta de retaguarda, devem questionar sobre a razão que
motiva a passagem pelo SU e indicar que existe uma saída alternativa entre as 07 e as
21h (enquanto não existir outra solução que permita uma alternativa).

d. Não deverá ser permitida a saída de indivíduos não identificados, sem abordagem
pelos Seguranças, na medida em que estes casos demonstram o incumprimento das
normas estipuladas pelo Hospital. Enquanto existir porta do Hospital alternativa aberta
(Consulta Externa ou Porta Principal), não é permitido utilizar a Urgência Geral como
corredor de passagem e a saída de pessoal que não se encontra de serviço no SU (os
de serviço no SU podem passar).

e. Como reforço e clarificação das Normas acima descritas, fica claro que Profissionais
do HGSA podem entrar na Urgência Geral desde de que devidamente identificados
(com crachá de identificação próprio ou provisório). Fica claro que profissionais de
saúde (médicos e enfermeiros) que não são do HGSA podem entrar desde de que
devidamente identificados (por exemplo, cartão da Ordem) e portadores de crachá de
identificação provisória disponível no SU.
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2. Os Seguranças não devem permitir a entrada de indivíduos que procuram falar com um
profissional de Serviço (salvo se tratar de um médico ou enfermeiro, mesmo que doutra
instituição, devidamente identificado).
a. O Segurança colocado na porta da retaguarda poderá utilizar o BIP ou o sistema de
intercomunicação (alta voz) para chamar um profissional procurado (quem o procura
não entra no SU).

b. O Segurança colocado na porta principal do SU deve utilizar o sistema de alta voz e


solicitar a comparência do respectivo funcionário à porta em questão ou (como é o caso
dos Administrativos da Admissão de Doentes) encaminhar estas situações para o
Serviço Informativo do SU que contactará o funcionário através do telefone, BIP ou
sistema de alta voz.

c. Fica claro que o segurança ou administrativo não são obrigados a efectuar mais do que
3 chamadas para a mesma situação.

d. A eventual entrada de alguém para falar com um médico de serviço implica que o
médico comparece (comparência física), assume a responsabilidade e que o indivíduo
que entra é identificado (como acompanhante). No caso de se tratar de doente, deve
abrir BI e ser sujeito ao circuito e procedimentos descritos em diante.

3. Fica claro que os médicos ou outros profissionais não devem sugerir aos doentes não
urgentes para comparecerem no SU para serem observados, realizar exames, mostrar
resultados, solicitar medicação não urgente ou outros procedimentos não urgentes.
a. É imperativo que os doentes não urgentes sejam observados no restante Hospital, com
especial ênfase na Consulta Externa e Hospital de Dia, e não no SU que não pode
ser utilizado para suprir as eventuais dificuldades existentes noutros locais.

b. Se o médico deseja falar com um doente não urgente, deve programar essa conversa
para outro local que não o SU.

c. Se o médico instruir um doente a vir ao SU, por considerar que existe patologia urgente,
o doente não deve dizer que vem procurar ou ter com determinado médico mas sim
apresentar a sua queixa clínica na Triagem de Prioridades e de respectiva
observação clínica (é óbvio que, uma vez dentro do SU por razão legitima poderá ser
chamado o médico em questão para acompanhar o caso).
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d. Se existir indicação para entrada no SU como doente, apenas o deve fazer após
abertura de BI e respeitado o já descrito. Se existir indicação para entrada no SU como
acompanhante (apenas mediante ordem médica), deve dirigir-se ao Posto
Administrativo da Admissão e ser identificado como tal.

e. Qualquer desrespeito desta norma deve ser comunicada ao Chefe de Equipe que deve
zelar pelo cumprimento do estipulado pela Direcção do Departamento de Urgência.

4. É expressamente proibida a utilização do pessoal, instalações ou equipamentos do SU


para a observação de situações não urgentes ou programadas (estas devem ser tratadas
em sede própria – Consulta Externa, Hospital de Dia, Internamento ou Bloco de rotina). Assim:
a. Situações de hemodiálise programada não implicam a passagem pelo SU nem
abertura de BI. É viável abertura de Tabela no Serviço de Nefrologia e posterior registo
administrativo do facto.

b. Situações de Transplantação de órgãos não implicam a passagem pelo SU nem a


abertura de BI. É viável abertura de Tabela no Serviço de Nefrologia e posterior registo
administrativo do facto.

c. No caso específico dos pontos a) e b) da presente alínea, após a comunicação ao


Administrativo e Segurança (com identificação nominal do doente em questão) os
doentes poderão entrar pelo SU apenas quando não existe outra porta do hospital
aberta. Passam sem abertura de BI mas com registo do facto da passagem pelo posto
Administrativo da Admissão. Devem ser encaminhados para o Serviço de Nefrologia
(processamento administrativo – abertura de tabela (sem BI) no Serviço de
Internamento até às 16h30 e no Secretariado da Admissão do SU após as 16h30 e até
às 8h)

d. Cardiologia – colocação de Holters, cateterismos ou outros procedimentos que não


sejam urgentes não devem implicar a passagem pelo SU nem abertura de BI.

5. Os Visitantes de doentes internados em OBS não entram pela porta principal do SU. Antes,
entram pela Porta Principal do Hospital e são devidamente identificados. Não entram no SU a
menos que o Segurança na porta da retaguarda contacte OBS (via telefone) e assegure que tal é
autorizado (senão aguardam autorização de entrada fora do SU no átrio anexo à porta de
retaguarda do mesmo).
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II.TRIAGEM DE PRIORIDADES

1. Todos os utentes que pretendem ser observados na Urgência Geral devem abrir BI no posto
Administrativo de Admissão do SU (excepção feita aos casos emergentes necessitando de
atenção imediata cuja identificação será efectuada posteriormente).
a. O BI é entregue à equipe da Triagem de Prioridades através de postigo de
comunicação entre o posto Administrativo da Admissão e o da Triagem de Prioridades.
Nota importante para o pessoal Administrativo da Admissão – Os BI devem ser
colocados à disposição da equipe de triagem de prioridades logo que estiver
impresso (não juntar vários antes da entrega). Nunca, em qualquer circunstância
exceptuando uma ordem da Direcção do Departamento de Urgência, é o BI
entregue directamente ao doente ou a qualquer outro profissional (incluindo
médicos) que não integre a equipe da Triagem de Prioridades.

b. Os elementos da equipe de Triagem de Prioridades indicam ao Segurança de serviço à


porta principal do SU qual o próximo Utente a entrar para ser triado (excepção feita aos
doentes em perigo de vida óbvio que entram imediatamente – o Segurança deve
deixar entrar e apresentar à equipe de triagem qualquer doente que se apresente em
sofrimento obvio e/ou tenha ferida aberta ou sangrante).

c. Compete à equipe de Triagem de Prioridades indicar a necessidade de


Acompanhante, de acordo com as normas em vigor. Estes devem ser identificados
com crachá fornecido pelo Administrativo mediante entrega de documento identificativo
(de acordo com a Comunicação Interna Normativa nº 17).

d. Todos os doentes passam pela Triagem de Prioridades, inclusivamente os


portadores de cartas de médico endereçadas ao SU ou Especialidade, acamados e/ou
acompanhados de Bombeiros ou outros socorristas.

e. Não é permitido ir buscar um BI (inclusivamente por médico) sem a realização da


Triagem de Prioridades.

f. Não existe a triagem de Porteiro.


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2. No caso específico de se aguardar a chegada de um doente crítico, seja uma transferência


inter hospitalar ou via a VMER, a equipe da Triagem de Prioridades deve ser avisada (o
elemento da UCIP e/ou o emergencista deve comunicar os dados que possui sobre estes casos)
devendo a triagem atribuir a classificação correspondente à situação verificada (deve ser
valorizado o diálogo entre o Médico que acompanha o doente, o da Sala de Emergência e a
equipe da triagem).

3. O Posto de Triagem de Prioridades não é o local conhecido até agora como a Triagem de
Medicina (que passa a ser designada por Triagem Médica) nem a Sala de Pré-Triagem da
Consulta Permanente (Consulta essa que se extingue). Trata-se sim de posto de avaliação da
prioridade clínica colocado no átrio interior à frente da Sala de Emergência. A Triagem de
Prioridades não implica a determinação de diagnósticos mas sim apenas a prioridade
clínica de acordo com normas objectivas da responsabilidade e sob o controle médico.
Existe neste local:
a. Um Enfermeiro em condições normais de funcionamento. Em princípio, preconiza-se
turnos rotativos de 3 horas.

b. Apoio médico disponível a qualquer momento, seja dos clínicos gerais das 9 – 24h, seja
da Medicina no restante período (existe controlo médico de todo o processo de
implementação, manutenção e auditoria da triagem de prioridades).

c. Em caso de sobrecarga de trabalho na Triagem de Prioridades, definido como > 10


utentes à espera de serem triados, e mediante solicitação do Chefe de Equipe, será
destacado um Enfermeiro de OBS (com formação específica) para reforçar a equipe de
triagem já descrita.

d. Capacidade logística para manter, no mínimo e em condições ideais, duas áreas de


triagem a funcionar em simultâneo (cada um com conjunto de algoritmos laminados e
acesso a oxímetro de pulso, espirómetro, máquina de glicemia, termómetro timpânico e
marcadores coloridos). Em caso de necessidade (ponto c), existe capacidade para
avaliação simultânea de um terceiro caso.

e. Capacidade de diálogo directo com o posto administrativo através de postigo entre os


dois espaços. O posto de admissão de doentes passa a localizar-se ao lado do postigo
de comunicação entre o pessoal Administrativo e a equipe da Triagem de Prioridades.
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4. De acordo com a metodologia preconizada pelo Sistema de Triagem de Manchester, para além
da data e hora da triagem de prioridades, é identificado e registado o seguinte:
1. Queixa inicial (de apresentação)
2. Fluxograma de decisão adequado
3. Discriminador. escolhido
4. Prioridade Clínica

5. A prioridade clínica é identificada por uma cor (que por sua vez se relaciona com um tempo alvo
definido (limite temporal até a observação médica):
Emergente = Vermelho = 0 minutos
Muito urgente = Laranja = 10 min
Entra no SU*
Urgente = Amarelo = 60 min
Pouco Urgente = Verde = 120 min
Aguarda fora do SU**
Não urgente = Azul = 240 min
Branco = Não classificável – nada a haver com a Urgência
*Em caso de sobrecarga significativa do serviço, alguns doentes classificados como urgentes
(amarelo) poderão ter que aguardar na Sala de Espera exterior (com autorização do Chefe de
Equipe SU e a definir caso a caso pela equipe da Triagem de Prioridades).
**No caso do doente acamado classificado como Verde ou Azul, a) se for possível, passa
para uma cadeira de rodas e aguarda na Sala de Espera ou b) se não for possível mobilizar o
utente, a maca deve ser colocada no corredor esquerdo e fica a aguardar. No caso de doente
com ferida aberta ou sangrante, deve entrar para o SU. Em função de acordo assumida com a
Sub Região de Saúde do Porto, com o apoio da ARS Norte, existe a possibilidade de reorientar
doentes pouco urgentes/não urgentes para os cuidados primários, após a confirmação médica
da triagem, excluindo doentes com trauma, transportados por meios 112, acamados e
portadores de carta de médico e respeitando-se as normas específicas em vigor.
Nota final: No caso de entrada de doente falecido – assinalar “falecido” na Prioridade Clínica e
chamar médico da Triagem Médica para tomar conhecimento do facto.

6. Não é permitido contestar o resultado da Triagem de Prioridades directamente junto da


referida equipe. Qualquer eventual necessidade de reclamação deve ser dirigida ao Chefe de
Equipe. Apenas o Chefe de Equipe é que pode intervir neste processo de triagem.

7. Existe auditoria mensal da triagem de prioridades: é escolhida uma semana de cada mês, 5
BI escolhidos aleatoriamente por cada elemento de serviço nessa semana, procede-se a uma
análise tipificada por 2 auditores credenciados para o efeito, registam-se os resultados, afere-se
o processo e arquiva-se para auditoria externa.
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III. ENCAMINHAMENTO DO DOENTE NO SU

1. O utente classificado de Vermelho é encaminhado directamente para a Sala de Emergência e


accionada a sua equipe (excepto a situação específica de hipoglicemia sem alterações de
consciência – que deve ser encaminhada para a Triagem Médica).

2. O utente classificado de Laranja tem um dos seguintes destinos:


a. Dor torácica de origem cardíaca – encaminhado para a Triagem Médica afim de
determinar o diagnóstico. Em caso de confirmação de sindrome coronário isquémico
agudo ou arritmia com alterações hemodinamicas, a Triagem Médica deve contactar o
Cardiologista de serviço que assume a responsabilidade total pelo doente (tratamento,
orientação e transferência). Camas de OBS (existe sempre uma reservada para o
efeito) podem ser utilizadas para a abordagem e gestão inicial destes doentes no SU.
Sempre que existir Cardiologista além do responsável pela UCIC, um Cardiologista
deve comparecer no SU e assumir no local o tratamento, orientação, transporte para o
Serviço de Cardiologia ou transferência. Emergência Médica pré hospitalar - No caso
de doença coronária confirmada e após contacto prévio com a Cardiologia, a equipe
VMER pode encaminhar o doente directamente para a UCIC.

b. Situação médica – Triagem Médica - Área da Medica da Urgência (primeiro gabinete)

c. Situação cirúrgica – Área Cirúrgica da Urgência – Pequena Cirurgia ou Ortopedia


consoante a natureza do caso

d. Situação de natureza mal definida - Triagem Médica - Área da Medica da Urgência

e. No caso de qualquer diferença de opinião sobre o local de encaminhamento


efectuado, o doente deve ser referenciado para o local mais apropriado de acordo com
o critério médico da área em questão. A Triagem de Prioridades, que apenas determina
a prioridade clínica e não o diagnóstico, não deve ser contestada mas sim contactado o
Chefe de Equipe e relatado o caso.
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3. O utente classificado como Amarelo tem um dos seguintes destinos:


a. Situação médica – Área da Medicina Interna da Urgência (primeiro gabinete)

b. Situação Cirúrgica – Área Cirúrgica da Urgência – Pequena Cirurgia ou Ortopedia

c. Situação de natureza mal definida - Triagem Médica - Área da Medica da Urgência

d. No caso de qualquer diferença de opinião sobre o local de encaminhamento efectuado,


o doente deve ser referenciado para o local mais apropriado de acordo com o critério
médico da área em questão. A Triagem de Prioridades, que apenas determina a
prioridade clínica e não o diagnóstico, não deve ser contestada mas sim contactado o
Chefe de Equipe e relatado o caso.

4. Os utentes classificados como Verdes ou Azuis, salvo as excepções descritas adiante no ponto
5, aguardam na Sala de Espera exterior.
a. Existe uma porta de comunicação entre o átrio interior e a Sala de Espera exterior.
Neste último espaço, existe acesso ao Serviço Informativo do SU e dados disponíveis
sobre locais de atendimento alternativos (panfletos e placards afixados).

b. Existem dois gabinetes médicos de apoio onde estes doentes são observados. Os
Clínicos Gerais anteriormente afectos à Consulta Permanente (agora inexistente)
encontram-se subordinados à Área Médica e, por norma, assumem funções nos
gabinetes médicos (em princípio do corredor esquerdo), de apoio à Sala de Espera
exterior em caso de agravamento de situação clínica e, se necessário, apoio na
Triagem de Prioridades.

c. Os Clínicos Gerais não observam doentes classificados de Laranja ou Vermelho.

d. O utente que aguarda na Sala de Espera exterior é chamado, mediante ordem médica
e por Auxiliar de Acção Médica de apoio aos gabinetes médicos do corredor esquerdo,
para seguir para o gabinete de observação nº X (ou pelo Médico directamente a partir
do gabinete via sistema de intercomunicação entre os gabinetes e a Sala de Espera
exterior).
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e. O Auxiliar de Acção Médica de apoio a esta área deve abrir a porta de acesso da Sala
de Espera exterior para o corredor esquerdo e indicar o gabinete de observação para
onde o utente foi chamado.

f. Em caso de falta de resposta à chamada, a mesma é repetida após 5 minutos.


Continuando ausente, considera-se que abandonou o Serviço e o BI é preenchido
como tal (obrigando o utente que aparece posteriormente a ser reavaliado pela triagem
e recomeçar o seu trajecto no SU).

5. Por norma, nenhum utente segue para o seu destino dentro do SU sem acompanhamento
de Auxiliar de Acção Médica. Nenhum utente é portador do BI durante a estadia na Urgência
Geral. Os doentes com alterações do estado de consciência devem possuir pulseira identificativa
(colocado na Triagem de Prioridades). Um auxiliar acompanha o utente até ao seu destino e
entrega o BI ao enfermeiro da área correspondente que, por sua vez, coloca o BI em cesto
próprio para cada cor existente no local, a saber:

a. 1º gabinete da Medicina Interna/Sala de Trabalho – Área Médica


i. cesto laranja
ii. cesto amarelo
iii. cesto “outras prioridades”

b. Pequena Cirurgia – Área Cirúrgica


i. cesto laranja
ii. cesto amarelo
iii. cesto “outras prioridades”

c. Ortopedia
i. cesto laranja
ii. cesto amarelo
iii. cesto “outras prioridades”

d. Receptáculos próprios adjacentes ao Serviço Informativo (BI para gabinetes


médicos corredor esquerdo)*
i. cesto amarelo**
ii. cesto verde***
iii. cesto azul***
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*Entre as 24 e 8h30 horas (dias úteis) ou 24 e as 9h00 (fins de semana e feriados), os BIs dos
doentes classificados como Verdes ou Azuis são colocados na área médica ou cirúrgica,
consoante a situação. Em caso de sobrelotação no SU, estes Utentes continuam a aguardar na
Sala de Espera exterior o chamamento para entrar. O Médico de serviço solicita ao Auxiliar que
providência a entrada do Utente de acordo com a sua urgência relativa (Verdes ou Azuis) e
ordem de chegada. No caso de pouco movimento no SU, estes Utentes poderão aguardar
atendimento no interior do SU.

**Os BIs Amarelos poderão ser encaminhados para os gabinetes médicos do corredor
esquerdo se, mediante ordem do Chefe de Equipe SU, existir sobrecarga anormal da
Triagem Médica.

***Á excepção de doentes com ferimentos, todos os classificados de Verde ou Azul são
observados nos gabinetes médicos do corredor esquerdo. Apenas após a observação
médica neste local é que, se for necessário e após justificação objectiva, poderão ser
encaminhados para outras áreas do SU. Nota: Dado que, devido a esta circunstância, a Área
Médica ou a Área Cirúrgica poderá receber doentes inicialmente classificados com a prioridade
Verde ou Azul, existe um cesto para outras cores (prioridades) que não Laranja ou Amarelo no
primeiro Gabinete Médico (do corredor direito), Pequena Cirurgia ou Ortopedia.
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6. No caso de doentes já referenciados noutras instituições ou pelo médico assistente:


a. Em função do estabelecido com os Centros de Saúde, o Utente portador da “Carta
Azul” do Centro de Saúde apenas tem atendimento preferencial dentro da categoria
em que foi classificado pelo Sistema de Triagem de Prioridades.

b. Os utentes portadores de cartas pedindo observação de determinada Especialidade


são triados e encaminhados directamente para a mesma (não necessariamente via a
Medicina Interna, Cirurgia ou outra Especialidades como intermediários). Não se devem
abrir cartas dirigidas nominalmente a um médico (embora se existir suspeita de
situação abusiva/fraude, a equipe de triagem de prioridades deve chamar o Chefe de
Equipe). Pode-se abrir cartas dirigidas ao Serviço de Urgência.

c. No caso específico de doentes instáveis ou que correm perigo se transportados


directamente para as Especialidades localizadas fora do espaço físico da Urgência
Geral (por exemplo, hemorragia digestiva), devem inicialmente ser encaminhados para
a Sala de Emergência, Área Médica ou Área Cirúrgica consoante o que for relevante.
d. No caso de se detectar qualquer anomalia ou abuso na solicitação de observação
directa pelas Especialidades, os utentes prevaricadores poderão ser expulsos do SU
mediante ordem do Chefe de Equipe (que deve ser convocado se existir suspeita de
conduta abusiva).

7. Desde já, institui-se uma auditoria do sistema de Triagem de Prioridades, do cumprimento dos
tempos alvo na observação médica nos locais de atendimento e pelas diversas especialidades
(diferença entre admissão, triagem, atendimento) e do registo da identificação dos profissionais
no BI nos diversos sectores de atendimento.
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IV. ATENDIMENTO CLÍNICO

1. Cada uma das áreas de atendimento descritas no ponto 5. a, b e c do capítulo anterior tem de
ter um Médico e um Enfermeiro fisicamente presente (entre as 8h30 e as 24h) que fará a
recolha dos BI e atenderá os utentes pela ordem de prioridade indicada pelo sistema de triagem,
isto a menos que se verifique algum agravamento da situação clínica que justifique outra
prioridade. Das 24h em diante, se o movimento assim o permitir, fica um elemento da Medicina
Interna (no mínimo) e outro da Cirurgia Geral a coordenar a actividade da Urgência.

2. É urgente programar o futuro no sentido de regulamentar a organização e funcionamento da


Área Média e da Área Cirúrgica, bem como clarificar a responsabilidade pelo acompanhamento
contínuo dos doentes nos Serviços de Internamento. Desde já fica claro que:

3. Existe um Internista como Coordenador de Área na Área Médica.

4. Existe um Cirurgião Geral como Coordenador de Área na Área Cirúrgica.

5. Os doentes que aguardam observação por uma Especialidade, na Área Médica ou Área
Cirúrgica, encontram-se sob a responsabilidade do respectivo Coordenador de Área (ou em
quem este delegar essa responsabilidade). Não existem doentes no SU sem uma orientação e
responsabilização clara.

6. As diversas Especialidades médicas e cirúrgicas assumem funções de Consultoria bem


como a responsabilidade pelo tratamento e encaminhamento posterior dos seus doentes
(incluindo internamento, transferência ou alta). Devem informar o Coordenador da Área em
questão, ou seu substituto, da evolução dos casos a que foram chamados a intervir.

7. Identificação no BI - O registo dos actos médicos e de enfermagem devem respeitar a


Comunicação Interna nº 29 “Identificação no BI” que mandata:
a. Assinatura ou rubrica
b. Nome clínico legível (a rubrica não é suficiente)
c. Nº mecanográfico
d. Especialidade (no caso dos médicos) ou Serviço (no caso dos restantes profissionais)
e. Hora e minuto da observação ou acto em causa (obrigatório para todos).
f. O local onde o doente está a ser observado tem de estar claramente assinalado nas
requisições dos exames.
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8. Abertura de Tabela (Internamento) – É urgente programar a reorganização das normas de


Internamento (questão dependente da revisão da Informatização do Serviço). Desde já, vigora o
seguinte:
a. O internamento efectuado na Sala de Emergência mantem-se em OBS.

b. Os únicos locais de Internamento no Departamento de Urgência são OBS e UCIP. Não


é licito continuar a internar doentes nos corredores como se em OBS estivessem
quando de facto não possuem nenhuma ligação funcional ou clínica com o mesmo. Não
existe internamento no corredor do SU.

c. Assim, é urgente proceder ao tratamento e orientação (alta, transferência ou


internamento) dos doentes em OBS com a maior brevidade possível. Não existe lotação
completa das camas do Hospital sendo viável internar doentes onde existir vaga
(mantém-se a responsabilidade da Especialidade em causa pelo acompanhamento
posterior). A equipe médica de serviço em OBS, em concertação com o Chefe de
Equipe, deve transferir doentes para os Serviços de Internamento. O Chefe de Equipe
dispõe de listagem diária das vagas existentes.

d. Apesar das medidas acima descritas, na circunstância de não existirem vagas em OBS
e de haver necessidade de internar doentes, estes devem ser internados pelas
Especialidades onde existir vaga no Hospital. O Chefe de Equipe SU dispõe de
listagem diária de vagas no Hospital (após as 15 horas).

e. Fica claro que o corredor do SU não é um local de internamento. Fica claro que, em
igualdade de circunstâncias (ausência de vagas no Hospital no seu todo) o doente deve
ser colocado no respectivo Serviço de Internamento a quem cabe a responsabilidade
pelo seu tratamento e encaminhamento. Não existe enfermaria no corredor do SU, um
local caótico pela natureza do serviço imprevisível e urgente que necessita das
melhores condições para atender o fluxo constante de doentes urgentes e instáveis.
Um doente já estabilizado deve ser colocado no Internamento, à partida um local com
maior estabilidade e calma do que o SU.

f. Apesar do acima descrito, é licito que, durante um período de tempo limitado, e de


acordo com o Chefe de Equipe, o doente internado aguarde no corredor do SU
enquanto a unidade/cama/maca de destino no internamento é preparada para o efeito.
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9. É urgente programar o futuro a curto prazo no sentido de: O elemento da Medicina Interna não se
deslocar aos Serviços de Internamento deixando apenas Internos Gerais no SU (que não possuem
idoneidade para o exercício de medicina não tutelada). Tem de existir Residência médica, não sendo
da competência da Equipe de Urgência assegurar o apoio aos Serviços de Internamento.

10. É urgente programar o futuro no sentido de: No caso da Cirurgia, as escalas do SU devem permitir
um esquema de rotação, à vez, entre os IC das várias especialidades cirúrgicas, por períodos a
acordar em cada equipe, de forma a assegurarem um apoio no SU em todos os momentos. Não é
lícito que elementos da área médica já sobrecarregados e sem formação específica cirúrgica, ou
Internos Gerais sem idoneidade, façam o atendimento cirúrgico não tutelado.

11. No caso de ser necessário proceder a uma intervenção cirúrgica:


a. A Direcção do Departamento de Urgência não autoriza a realização do acto sem a
presença física de um Especialista que acompanha a cirurgia ou se responsabiliza pelo
mesma delegando essa tarefa num Interno Complementar.

b. Salvo a circunstância do doente correr risco pelo atraso da intervenção motivada pela
eventual demora na comparência do Especialista (por exemplo, em regime de
prevenção), não é permitido o acesso ao Bloco Operatório por um IC não acompanhado
por um Especialista da Especialidade ou área afim (com experiência relevante para o
caso).

c. Mesmo que, no interesse do doente urgente, um IC inicie o acto cirúrgico, é obrigatório


a comparência de um Especialista.

d. Encontram-se isentas destas normas as situações em que o IC é reconhecido pelo


Serviço Assistencial como capaz de assumir funções equivalentes a Especialista.

12. No caso de acidentes de trabalho no HGSA: Deve ser aberto BI, o funcionário deve ser avaliado
na triagem de prioridades e encaminhado para o sector relevante do SU sem demora (sem aguardar
no exterior).

13. Á excepção do descrito no ponto anterior, é expressamente proibido a qualquer profissional ir


buscar um BI aos que aguardam processamento pela Triagem de Prioridades, desrespeitando
assim a ordem de chegada dos utentes e/ou a prioridade clínica estabelecida. Qualquer anomalia no
funcionamento deste sector deve ser comunicado ao Chefe de Equipe SU.
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14. É expressamente proibida a utilização do pessoal, instalações ou equipamentos do SU para a


observação de situações não urgentes ou programadas (estas devem ser tratadas em sede
própria – Consulta Externa, Hospital de Dia, Internamento ou Bloco de rotina). Nesse sentido:
a. Não é admissível utilizar o SU, seu pessoal, instalações ou equipamentos para realizar
actos ou tratamentos não urgentes e previamente programados (por exemplo,
paracenteses, toracocenteses, actos de pequena cirurgia, endoscopias, ecografias,
Raio X, análises, cateterismos ou outros).

b. Caso se verifique uma tentativa de desrespeitar a presente directiva, os outros


profissionais solicitados para apoio não são obrigados a tal e devem relatar o facto
ao Chefe de Equipe (directamente ou via o respectivo Responsável de Turno).

c. São anulados os BIs de doentes sem queixas que apenas vem ao SU pelo motivo de
falar com um profissional de serviço no HGSA, fazer análises (ou mostrar resultados),
Raio X etc.. ou solicitar prescrição de medicação não urgente, mesmo que por
indicação médica. A anulação do BI é da competência do Chefe de Equipe SU.

d. O controle rotineiro de grávidas (clinico, ecográfico ou outro) não passa pela equipe
de Obstetrícia que se encontra de serviço ao SU. Tais tarefas devem ser realizadas em
sede própria (Consulta Externa).

16. É expressamente proibida a utilização do SU como acesso a outras áreas do hospital para
observação de situações não urgentes ou programadas, incluindo actos cirúrgicos ou outros.
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17. Existem situações de pedidos de observação por outra especialidade e de alta de doentes que
necessitam de clarificação urgente sob pena de se perpetuar uma realidade anómala que é a
existência de doentes que tem alta por todas as especialidades mas em que nenhum médico assume
a alta do SU em si.
Assim, determina-se que:
a. Não é lícito que se mantenha a prática habitual de um pedido de observação ser
respondido com várias altas por diversas especialidades sem existir um médico que
constitua o interlocutor principal e responsável pelo destino do doente.

b. Existem dois cenários possíveis: o pedido de observação (colaboração) de outra


especialidade e o pedido de encaminhamento por outra especialidade.

c. Pedido de observação (colaboração) de outra especialidade: define-se como a


solicitação de um parecer técnico específico após o qual deve o doente regressar à
responsabilidade da primeira especialidade (a que solicitou o apoio). Esta última será
então novamente responsável pelo destino do doente (incluindo, se pertinente, a alta do
SU).

d. Pedido de encaminhamento por outra especialidade: consiste na solicitação que


outra especialidade se pronuncie e se responsabilize pelo encaminhamento e destino
do doente (incluindo, se pertinente, a alta do SU). A segunda pode contestar esse
pedido se achar que se trata de um caso que apenas merece um pedido de
observação, situação que obriga ao entendimento entre as partes e, se necessário, à
intervenção do Chefe de Equipe.

e. No caso de todas as especialidades intervenientes considerarem que o doente pode ter


alta, a formalidade legal da alta deverá ser feita pela última especialidade interveniente.

18. A saída dos utentes pelo SU deve ser efectuada preferencialmente através da porta da saída do
corredor esquerdo reservando o acesso para o corredor direito como entrada.
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V.ACOMPANHAMENTO do UTENTE no SU

1. O acompanhamento por familiares ou outros acompanhantes já foi descrito no capítulo Acesso à


Urgência Geral.

2. Os Utentes endereçados a Especialidades afastadas do SU:


a. Devem ser acompanhados por um Mensageiro (os auxiliares do SU não devem ser
deslocados do mesmo à excepção do elemento que se encontra responsável pelos
exames laboratoriais).

b. Nos casos específicos de ORL, Oftalmologia ou Ginecologia (não se considera a


Dermatologia, por norma, como uma urgência nem que estes doentes sejam
incapazes de se deslocar sozinhos à respectiva consulta) o Auxiliar de Acção Médica
acompanha o doente que deambula apenas até à porta de retraguarda do SU e fornece
instruções sobre o restante trajecto (os doentes acamados ou em cadeiras de rodas
são sempre acompanhados por pessoal auxiliar até ao destino).

c. Por norma, as restantes especialidades devem efectuar a observação inicial dos


doentes no SU e não nos Serviços Assistenciais de origem (poderá ser lícito a
deslocação do doente para o Serviço da Especialidade se for necessário algum
equipamento ou exames inexistentes no SU mas apenas após uma primeira
observação no SU que estabeleça o diagnóstico).

d. Enquanto a especialidade que funciona com função de consultoria não se


apresenta no SU, o doente encontra-se a cargo da respectiva área de intervenção
(Médica ou Cirúrgica).

3. Existem, desde já, 8 Auxiliares de Acção Médica na Urgência Geral + 2 Mensageiros de apoio à
mesma: 2 adstritos à Triagem de Prioridades (1 das 24h às 8h), 2 na Triagem Médica - Área
Médica, 2 na área cirúrgica (1 na Área Cirúrgica – Pequena Cirurgia e outro na Ortopedia), 1 de
apoio as gabinetes da ala esquerda e 1 para os exames laboratoriais. Existem 2 Mensageiros
que permanecem junto da Triagem de Prioridades e, quando não se encontram em serviço
próprio no exterior, assumem funções iguais aos Auxiliares adstritos à Triagem de Prioridades.
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4. De entre as várias funções que habitualmente lhe são cometidas, os Auxiliares são
responsáveis pelo seguinte:
a. Compete aos Auxiliares da Triagem de Prioridades (incluindo os mensageiros)
acompanhar os doentes até à área apropriada do SU.

b. Compete aos Auxiliares de cada área acima descrita acompanhar os utentes até o
sector apropriado da Imagiologia de Urgência (Raio X, Eco, TAC...).

c. Quando o exame estiver pronto:


i. O Administrativo da Imagiologia comunica o facto (via intercomunicador ou
telefone) para a área do SU correspondente (o local onde o doente está a ser
observado tem de estar claramente assinalado na requisição).
ii. O auxiliar dessa área irá buscar o exame e entregar o mesmo ao médico ou
enfermeiro da mesma área.
iii. O Administrativo ou Técnico não é autorizado a enviar doentes para o seu
destino sem acompanhamento de Auxiliar.

d. No caso específico dos doentes acamados, o Auxiliar entrega a requisição no sector da


Imagiologia mas só transporta o doente quando receber confirmação do Administrativo
por ordem do Técnico de Radiologia que tal é possível (para evitar um aglomerado de
doentes em macas à espera e sem vigilância).

e. Sempre que possível, os Auxiliares devem acompanhar o utente que tem alta até à
porta de saída sendo de evitar que o doente transporte o BI.

f. Compete ao Auxiliar responsável pelos exames laboratoriais garantir a fluidez do


transporte de amostras e resultados entre o Laboratório e o SU.

g. Compete aos Mensageiros acompanhar doentes até aos locais remotos de


atendimento. Quando se encontram no SU, ficam na Triagem de Prioridades e
assumem funções idênticas aos Auxiliares adstritos à Triagem de Prioridades
(perfazendo um total de 4 auxiliares em apoio a este local).
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VI. INFORMAÇÕES

1. O Serviço Informativo do SU (administrativo) localiza-se ao lado da Sala de Espera exterior.


a. Presta apoio a esta (por exemplo, fornece informações genéricas não clínicas ou
solicita comparência de médico para informações clínicas a familiares ou utentes
em espera).

b. No caso de existir a suspeita de agudização da situação clínica de um utente que


se encontra a aguardar na Sala de Espera exterior, um Médico Clínico Geral reavalia
o utente.

c. Existe uma Comunicação Interna específica sobre o Sistema de Informação para o


utente ou acompanhante na Sala de Espera.

d. Existe um Auxiliar de Acção Médica, da Área Médica, que apoia o Serviço Informativo
na localização dos doentes no SU.

e. A Liga dos Amigos do HGSA poderá cooperar na localização de doentes ou


profissionais no SU.

NOTA FINAL

O descrito no presente documento é assumido pela Direcção do Departamento de Urgência existindo o


consenso dos responsáveis pelas diversas classes profissionais que prestam serviço na Urgência Geral.
Reitera-se que as presentes normas não são exaustivas mas apenas versam aspectos
relacionados com o circuito de gestão de doentes.
Mantém-se em vigor as Comunicações Internas do Departamento de Urgência.

Versão original: Porto, 15/12/00


Última revisão: Junho de 2002

António Marques António Freitas


Director da Unidade de Urgência Geral Director do Departamento de Urgência
Adjunto do Director do Departamento de Urgência
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