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1) Há uma maneira adequada para corrigir os
erros dos liderados para que eles não tenham
medo do líder?

Quando o colaborador tem medo do seu líder (e aí
deve ser um chefe, não líder), ele tende a esconder as
verdades, pois sabe que será punido. Basta ver no
caso de um pai que bate em seu filho toda vez que ele
erra. O filho tenderá a esconder do pai seus feitos, por
medo. Isso irá influenciar por toda a vida do filho.
Numa empresa não é diferente. O medo não cria
sintonia entre líderes e liderados. O jogo entre eles
deve ser aberto. Quem erra tem que ser corrigido, mas
não humilhado. O que erra deve aprender com seu
erro e desejar não errar mais. O papel do líder é
intermediar a pessoa e o seu erro, para que ela
perceba que vale mais, que é melhor do que seus
erros.


2) Como mudar a visão de alguns colaboradores
que não apreciam quando outros recebem elogios
ou aumento de salário?

Se a empresa tem políticas honestas de
reconhecimento e recompensa, é uma questão de
inveja, que é uma erva daninha que cresce dentro
das empresas, nas pessoas. O esforço maior do que
o normal deve ser recompensado. Pessoas que se
desmotivam por que outros estão ganhando mais,
mesmo percebendo que é porque se dedicaram, não
são dignas de laborar em equipe, pois em vez de
sentirem admiração pelo outro, são absorvidas pelo
sentimento indigno da inveja. Já, se a empresa
promove ou paga melhor alguns poucos privilegiados
e não porque são bons no trabalho, dificilmente a
visão será modificada, pois os líderes, donos é que
estão com a visão turva.




DICAS DE LIDERANÇA




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1) Como despertar o espírito de
liderança em nós?

Despertar o espírito de liderança não é um
processo simples. Um líder estabelece um
propósito para o que faz, deixando claro aos seus
liderados que, se derem o seu melhor ganharão
com isso. É necessário que nos auto-conheçamos,
que estejamos motivados a uma busca incessante
pela melhoria contínua e, sobretudo, o desejo
ardente de ajudar outras pessoas a encontrarem
uma finalidade para a vida pessoal e/ou
profissional. O líder que quer ser líder para obter
resultados unicamente para si está mais para
chefe, supervisor do que para um verdadeiro líder.
Como vimos, o líder é alguém em quem uma
equipe confia, respeita. Logo, se desejarmos ser
líderes, primeiramente, teremos que desejar
ajudar as pessoas, influenciá-las com nossas
ideias e valores. É possível que, por meio da
leitura de livros sobre liderança despertemos
nosso sentido de líder, pois, poderemos perceber
na leitura que “é isso que gostaríamos de estar
fazendo às outras pessoas”.

2) Líder já nasce feito?

Todos nós somos líderes em algum momento
da nossa vida. Todavia, não nascemos líderes.
É possível que, alguns de nós, tenha aptidão
maior à liderança. Todo o ambiente externo
influencia no processo de formação de um
líder. A maneira como nossos pais nos
educam; por meio das crenças e valores que
as pessoas com quem convivemos na infância
e em todas as fases da nossa vida também
são fatores que influenciam decisivamente em
nossa capacidade de liderar. Se somos
educados a não participar dos diálogos, se
nossos pais nos superprotegem, se quando
temos ideias nessa idade, rapidamente os
adultos as bloqueiam, tudo isso vai tecendo
nossa colcha de retalhos da liderança. Ainda
que não tenhamos a melhor educação quando
crianças à liderança, é possível reescrever
nossa história nessa e em qualquer outra área
da vida pessoal e profissional.
DICAS DE LIDERANÇA




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1) Como planejar a liderança para que seus liderados acatem a sua idéia
ou forma de pensar e concordando com isso?

Um líder não impõe suas ideias; ele as expõe. O líder que precisa
obrigar seus liderados a concordarem com ele não é um líder.
Planejar a liderança acontece durante a preparação do líder, no
sentido de desejar fazer o melhor para sua equipe, reconhecendo
que será por meio das pessoas que a empresa atingirá os
melhores resultados. Quando os colaboradores percebem que
podem ganhar “alguma coisa” com as ideias e decisões do líder,
eles o seguem e fazem o que precisa ser feito. O respeito do líder
é fundamental. Ele deve tratar seus liderados como gostaria que
eles tratassem seus clientes e as pessoas que mais ama. Seja o
exemplo, faça coisas boas, tenha atitudes positivas, eduque com
respeito seus colaboradores que eles o seguirão e você estará
preparando sua liderança, pois saberão que podem contar com
você em todos os momentos. A melhor maneira de liderar é
ouvindo os colaboradores, buscando conhecer suas ideias e
opiniões. Assim, as pessoas reconhecem que fazem parte da
empresa, que trabalham COM o líder e não apenas PARA o líder.
É preciso estar muito ciente das ideias e decisões para que os
liderados a acatem. Se o líder julgar que é o único que pode
pensar, que é o único que tem razão, que sempre está certo, se
afastará cada vez mais dos reais valores da liderança. Para
liderar, é preciso servir!

2) Assim como Jesus liderou com seus feitos e suas
histórias, e Napoleão com suas estratégias de guerra,
quais as principais habilidades que um líder deve ter para
sua liderança hoje?

Um líder precisa ter habilidades essenciais, como:
a) Capacidade de pensar antes de reagir (Inteligência
emocional);
b) Senso de orientação e observação de equipes;
c) Visão holística do negócio e da equipe, para colocar
pessoas certas nos lugares certos;
d) Sagacidade na comunicação de ideias;
e) Capacidade de ouvir empaticamente seus liderados;
f) Capacidade para assumir riscos em prol de um resultado
duradouro;
g) Pensamento de curto, médio e longo prazo;
h) Rapidez em decisões que demandam essa agilidade;
i) ...


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1) O que é ser líder?


Ser líder é conquistar a força, o cérebro, a mente, mas,
sobretudo, o respeito, a admiração, para assim,
conquistar o coração dos liderados, para que estes
entreguem seu potencial máximo no trabalho que estão
fazendo.
Ser líder é fazer as pessoas desejarem colaborar,
competir, cooperar, por julgarem que o líder lhes
propiciará atingirem resultados para si próprias
também. Ser líder é ter influencia, e não manipular
pessoas. Ser líder é dizer é dizer “VAMOS”, e não
como chefes fazem, dizendo “VÃO”.
Ser líder não é para muitos. Há que se possuir nobreza
de caráter e um desejo ardente de conduzir pessoas,
motivá-las, treiná-las não tecnicamente, mas
comportamentalmente.




2) Qual o maior exemplo de líder?
Não olhando pelo lado religioso, mas sim,
profissionalmente, Cristo fora o maior exemplo de
liderança. Independentemente da crença de cada
indivíduo, temos de trazer à tona os ensinamentos
do Mestre dos mestres para o mundo prático.
Ninguém jamais fora tão capaz de liderar quanto
Ele. Já são mais de dois mil anos de sua
passagem e, pasme, mais de dois bilhões de
pessoas o seguem até hoje. Isso significa que 1/3
da população mundial acredite nesse Homem.
E olhe, Ele pegou para liderar os piores, não os
melhores. Ele selecionou, propositadamente,
pessoas sem qualificação técnica ou intelecto. E
fora capaz de realizar a maior obra que o mundo já
viu até hoje. Cristo é o maior líder de todos os
tempos.



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1) Sermão coletivo.

Muitos gerentes, supervisores têm a ânsia de mostrar que
são eles quem manda. Quando seus colaboradores erram,
fazem questão de chamar a atenção deles, num tom
depreciativo, em frente a clientes e outros colegas de
trabalho. Estufam o peito e dizem: “Você só comete erros,
quando vai aprender a fazer bem feito?”. Alguns chegam
ao ponto de chamar os colaboradores de imbecis, tolos,
burros, incompetentes...
Essa forma de chamar atenção não melhora em nada o
desempenho do colaborador. A única coisa que o chefe,
supervisor, gerente consegue é o ódio, a raiva, ou, no
máximo, o medo do subordinado que, quando puder,
passará uma rasteira certeira no seu superior.
Bons líderes chama o colaborador que erra para um lugar
reservado e mostra suas falhas e diz que acredita no
potencial dele e que sabe que ele é melhor do que aquele
erro. Agindo assim, ganha a confiança e o respeito do
colaborador, que tem grandes chances de melhorar.



2) Elogie, depois critique.

Todo líder que deseja ter o direito de lançar críticas
aos seus colaboradores, que realmente surtam o
efeito desejado, deve, antes, elogiar. É comum as
pessoas se abrirem com quem mostra que as
respeita. E nada melhor do que elogiar o
colaborador, dizendo que ele é bom no que faz e
que a empresa e o líder confiam nele. Depois
disso, calmamente, o líder mostra o que precisa
ser corrigido, apontando os caminhos que devem
ser seguidos. Quem sabe elogiar, ganha o direito
de criticar!




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3) No que devo treinar minha equipe?

Segundo o especialista Bill Jensen, você só pode
treinar seu pessoal em seis áreas:

 Habilidades e técnicas de vendas;
 Conhecimento a respeito do cliente;
 Conhecimento a respeito do produto ou serviço;
 Conhecimento a respeito de sua própria empresa;
 Conhecimento a respeito do ramo da indústria que
você está;
 Conhecimento a respeito dos concorrentes.

Agora é só começar a treinar seu grupo nessas áreas.


4) Treinando o pessoal de vendas.

Neil Rackaman e John de Vincentis dão suas dicas de
como melhorar o desempenho do pessoal de vendas.

 Experimente apenas um novo comportamento de cada
vez: não encha o pessoal de vendas com muitas novas
formas de vender. Dê tempo para que eles possam
assimilar um comportamento de cada vez;
 Tente aplicar o novo comportamento pelo menos três
vezes: não deixe que o pessoal aplique apenas uma vez
o que aprendeu no treinamento. Insista pelo menos três
vezes, antes de dizer que aquilo não funciona;
 Por enquanto, a quantidade é melhor que a qualidade:
você deve se focar primeiro em fazer com que seus
vendedores aceitam a idéia, para depois, então, tentar
melhorar a performance;
 Se for possível, comece a usar as novidades em
situações mais fáceis: aplique as novidades com
clientes mais antigos, ou com pequenos clientes. Assim,
seus vendedores se sentirão mais seguros.






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“E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais
pescadores de homens.” (Mc 1,17)
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1) Os 4 imperativos de um líder.

Segundo Paulo Kretty, presidente da Franklincovey do
Brasil, o líder possui quatro imperativos. São eles:
1. Inspire Confiança: confiança no líder é a base de todo o
desenvolvimento de uma equipe.
2. Estabeleça Propósitos: se você não revelar aos seus
liderados uma missão, um grande propósito, como é que
vão lhe seguir?
3. Alinhe Sistemas: estabelecer estratégias entre o
trabalho a ser realizado e as metas da organização.
4. Libere Talentos: cada profissional liderado deve ter
condições de tomar decisões, de forma criativa e talentosa.
Como líder, você tem feito isso?



2) Os sete pecados de uma equipe, por
Gonçalo Pontes Junior

1. Egocentrismo: o ego fala mais alto que a
verdade;
2. Imobilismo: ficar na zona de conforto, não
buscar a melhoria contínua;
3. Miopia: não visualiza oportunidades e só
enxerga problemas;
4. Insegurança: medo da concorrência, dos
clientes, dos funcionários;
5. Paralelismo: grupos que se formam tentando
derrubar as idéias dos demais, pelo fato de se
sentirem incompetentes para fazerem melhor;
6. Melindrismo: mágoa por ser chamada à
atenção para melhorar;
7. Saudosismo: insiste em viver numa época
que não existe mais, se é que existiu algum dia. “Ah,
antes não era assim”. “Antigamente...”.

Sua equipe comete esses pecados?




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“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo
nosso Senhor.” (1Ct 1, 9)
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5) Demissões.

Um dos momentos mais temidos por líderes é o momento de
decidir pela demissão de algum colaborador, sobretudo, em
empresas pequenas e médias.
Antes de demitir, avalie antes estes critérios:

a) É fraco na liderança de pessoas: pode funcionar bem
em outra função que não requeira habilidades de
liderança;
b) É tecnicamente incompetente: a empresa deu
condições para o funcionário aprender? Ofereceu as
ferramentas?
c) Não obtém os resultados desejados: fora explicado ao
profissional o que a empresa desejava, exatamente?
Se seguir esses passos e concluir que o colaborador
continua sem chances de permanecer, demita.
1) Matriz demissional.

Continuando no tema demissão, veja a matriz logo
abaixo. Você deve demitir quem se encontrar no
quadrante inferior:

MOTIVADO COMPETENTE




DESMOTIVADO INCOMPETENTE




O colaborador motivado e competente deve ter mais
benefícios e receber novos desafios. O motivado, mas
incompetente precisa de treinamento. O desmotivado,
mas competente precisa de incentivo motivacional,
cursos, palestras. Agora, o desmotivado e incompetente
não deve estar amanhã no seu quadro de colaboradores.







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“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas
tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (Jo 16,33)


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1) Esclareça as dúvidas


Muitos líderes vêm obtendo resultados medíocres da
sua equipe, pelo simples fato de não esclarecer as
dúvidas das pessoas antes delas executarem as
tarefas. O líder que busca os melhores resultados,
antes dos seus colaboradores irem executar suas
tarefas, pergunta: O que pode dar errado na execução
desta tarefa que você irá realizar?
Assim, você consegue eliminar, inclusive, a maior
parte das desculpas que o colaborador/equipe poderia
dar. É papel do líder mostrar o caminho, o destino.
Custa menos perguntar o que pode dar errado e
prevenir, do que ter de rearrumar toda a
operacionalização da tarefa ou, pior, ter que arcar com
os maus resultados.


2) Em quem investir na empresa?

1. Você investe tempo, dinheiro, recursos em um
funcionário improdutivo. Por exemplo: o funcionário vende 2
unidades e você quer que ele aumente em 50% suas
vendas. É uma meta dramática. Ele venderá 3 unidades se
atingir a meta;
2. Agora, se você investe tudo isso em alguém produtivo,
que vende, 10 unidades, o que acontece? Ele aumenta em 5
unidades suas vendas;
3. Pesquisas demonstram que mais de 70% dos líderes
passam a maior parte do tempo tentando fazer os
funcionários improdutivos produzirem, sendo que o
resultados deles não será essencial à empresa. enquanto
isso, os produtivos pedem demissão porque não sentem-se
valorizados;
4. Feche o cerco aos improdutivos. Mostre que o resultado
é essencial e uma obrigação;
5. Os improdutivos fazem o mínimo para manter o
emprego. Melhor para eles, pior para os empresários;
6. Os funcionários improdutivos são como os robôs bate-e-
volta. Só que eles só batem, não voltam, batem e não
voltam, até acabar a pilha. Os produtivos batem na parede,
giram 360º e retornam, batem e retornam...


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E Deus não fará justiça aos seus escolhidos,
que clamam a ele de dia e de noite, ainda
que tardio para com eles? (Lc 18,7)


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1) Chefe arquiteto.

Com todo o merecimento da profissão de Arquiteto, há
chefes que cortam o cafezinho dos funcionários,
colocam o pior papel higiênico no banheiro, limitam o
uso de toalhas de papel, não dão gratificações por
excelentes desempenhos, mas, suas salas são
verdadeiras obras de arte, com quadros lindos e caros
pelas paredes, cadeira em couro, mesa de vidro
temperado ou de madeira maciça, com chão de
porcelanato ou granito. Superiores que agem dessa
maneira jamais conquistarão o respeito e a admiração
dos seus subordinados. Fica evidente que a falta de
recursos, se houver, não é pelo salário dos
colaboradores, mas sim, pelo esbanjamento do chefe.
Uma empresa não precisa tanto de melhoria física,
mas sim, de gente melhor para liderá-las.
É claro que você pode ter uma bela sala, para receber
seus clientes, mas, não puna o pessoal que realmente
gera lucro na empresa para que possa usufruir sozinho
dos resultados da empresa.
2) Chefe avestruz.

Quem nunca teve um chefe que, toda vez que surge
um problema grave, uma decisão importante para ser
tomada, enfia a cabeça num buraco e solta a bomba
nas mãos de quem não tem autoridade para decidir.
Os chefes-avestruz não assumem as
responsabilidades. Eles culpam sempre a equipe,
embora, até certo ponto, é verdade a máxima que diz:
todo resultado de uma empresa, bom ou mau, é
responsabilidade dos seus líderes.
Líderes treinam suas equipes para que elas deem os
melhores resultados à empresa. Se as coisas não
saírem conforme o esperado, assumem a
responsabilidade e protegem a equipe, procurando
soluções e não culpados, embora, é lógico, em se
detectando falhas na equipe, estas sejam corrigidas.




DICAS DE LIDERANÇA




“Recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites
quotidianos, nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se
banqueteiam convosco”. (Pe, 2,13)
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