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Principios do Processo

Principios Implicitos:

Prinicipio da Efetividade

Dá o direito de efetivar direitos. O procsso devido tem que permitir a realizacao do direito.
Existe um direito fundamental da efetividade. Por isso hoje é possivel executar parte de
salario alto.

Principio da Adequacao

O processo devido é aquele adequado. Sao 3 criterios de adequacao, que devem ser
observados:
a) Adequacao Objetiva: o processo tem que ser adequado ao direito que se busca tutelar,
ao direito discutido. Por ex, alimentos, possessoria, juizados especiais.

b) Adequacao Subjetiva: o processo tem que ser adequado aos sujeitos que vao se valer
dele. Por ex: um incapaz, tem que ter......, o sujeito Fazenda Publica tem um processo
especifico, idoso
c) Adequacao Teleologica: adequacao do processo aos seus fins. Se o proposito é dar
certeza, tem que permitir producao de prova. Se o fim é a execucao, tem que permitir
que a efetivaçao.

O Principio da Adequacao é o principio em voga. ele se dirige ao legislador e ao juiz. O
legislador deve criar normas processuais adequadas, caso contrario sera considerada
inconstitucional.
Quanto ao juiz, deve adequar o processo a causa?
Alguns dizem que nao. Outros dizem que o juiz pode adequar a norma processual a
causa. Chamam de principio da Adequacao Jurisidcional, ou P. da Flexibilidade do
Procedimento, Ou P. da aAdaptabilidade do Procedimento. Fred entende que sim.

p.ex: prazo para recorrer, que é 15 dias, pode não ser adequado em determinadas
circunstancias, quando por exemplo, sao juntados muitos documentos que
impossibilitariam o exame pelo reu em 15 dias.



Os modelos de Direito Processual

Modelo Dispositivo ou Adversarial ou Acusatorio: chmados pelos processualistas penais
de Acusatorio: quando a conducao do processo cabe as partes, competindo ao juiz a
tarefa de julgar. Sempre que uma norma der poder as partes tirando o poder do juiz fala-
se que essa norma segue o Principio Dispositivo. Modelo Liberal pois afasta o estado.
Adotado tradicionalmente nos paises de Comom Law.



Modelo Inquisitivo: O protagonismo é do juiz. O juiz interfere diretamente na conducao do
processo. Age sem ser provocado, por ex determina a producao provas de oficio. A norma
que incentiva a interferencia do juiz, diz-se que homngeia o P. Inquisitivo. Costuma-se
dizer que é caracteristico dos paises de sistema Civil Law. Surgiu no Estado de Bem estar
Social, com maior protagonismo do Estado.

Não existe no mundo paises com um modelo puro. O que há é uma predominancia de um
ou outro modelo. Na Alemanha predomina o Inquisitivo.

No Brasil, a doutrina fala que predomina o modelo inquisitivo.

Para os mais radicais, como há protagonismo do Estado, isso é autoritario, e
inconstitucional. Esses radicais, reunem-se sob o chamado Garantismo Processual.

O GArantiemo Processual é uma abordagem filosofica, que garante as liberdades do
cidadao contra a hipertrofia do estado. Ferrajolli é o grande nome do garantismo. Tem-se
tambem MOnterio Arouca. Tambem, no Brasil, Glauco Liberato.

Fred não segue o Garantismo. O Garantismo nao se preocupa com a justicao da decisao.
Os garantistas nao aceitoam o principio da Boa fé. Porem Fred reconhece, que é uma
virtude de sse movimento impedir o crescimento exagerado dos poderes do Juiz.

Ativismo Judicial:

2dimensoes:

MAterial: principios, clausulas gerais, que ajudam o juiz a decidir

Processual: aumenta o poder do juiz de adaptar o processo. P. da Adequacao processual.


Os cientista mais atuais do Processo estao defendendo que existe um novo Modelo de
Direito Processual:

Modelo Cooperativo:

A conducao do processo se da cooperativamente pelas partes e pelo juiz. Um equlibrio na
conducao dos processos. Este seria um modelo mais adequado aos estados
Democraticos, pois reforaca a participacao das partes. É uma ideia tam bem MUito em
VOGA. Este modelo esta sendo construido. Na Alemanha eles dizem que é cooperativo.
Em Portugal é expressamente cooperativo. No Brasil, tradicionalmente diziam que era
Inquisitivo. Mas hoje estao dizendo que é cooperativo, devido a P. Boa -fe, P. Devido
processo legal. Defensores no Brasil: Guilherme Nunes, Andre Mitilhro, Fred. O projeto do
novo codigo é inteiramente estruturado no Processo Cooperativo.

Os GArantistS SAO contraa cooperacao, pois o autor nao teria que cooperar com reu,
pois estao brigando.

Mas na cooperacao, nao se deve criar obstaculos ao andamento do processo.

O juiz passa a ter 3 deveres de cooperacao:

-Dever de Esclarecimento:
O juiz tem o dever de ser claro, eclarecer seu posicionamento para as partes. Tem ainda o
dever de pedir esclarecimento. Assim , se o juiz nao entendeu o que a parte falou,
postulou, o juiz deve pedir esclarecimento.

-Dever de Consulta:
O juis tem o dever de consultar as partes previamente acerca de qualque questao de fato
ou de direito. Nao pode haver decisao sem que as partes tenham se manifestado. Esse
dever de consulta o mais famoso. Na Italia, decisaoes tomadas em questoes q as partes
nao se manifestaram, é chamada decisao de 3ª via, pois nao foi autor enm reu, mas o
juiz, e não é admitida. No Brasil tambem não é admitida.

-Dever de Prevencao:
O juiz tem o dever de indicar os defeitos processuais que invalidam o processo, e dizer
como resolver o problema. Por exemplo, o juiz nao pode indeferir a peticao inicial sem
dizer onde esta o defeito e como corrigir. Deve mandar emendar a peticao inicial. O STJ já
decidiu isso.




PRECLUSAO

Conceito: é a perda de uma situação juridica processual ativa. Situacao juridica ativa, é
uma situacao de vantagem: os direitos, o poder, competencia. Por isso se pode falar em
preclusao para as partes e para o juiz.

Preclusao “pro iudicato é a preclusao de uma questao que se consrdera examinada,
decidida. É o caso das questoes. Não é sinonimo de preclusao para juiz.

Fundamentos da Prreclusao

O processo tem que ter preclusao para andar. A preclusao é uma tecnica q concretiza 3
grandes principios:
P. da Seguranca Juridica: estabiliza as realcaoes

P. da Boafe

P. Duracao razoavel


Especies de PReclusao

A doutrina relaciona a as causas da preclusao. É uma sistematizacao muito antiga:
-Temporal: perda de poder processual pela perda de um prazo, pelo decurso de um
prazo.

-Consumativa: perde-se o poder processual em razao do seu exercicio. O exerciocio do
poder processual extingue esse poder processual. Assim o juiz julgou uma questao, nao
podera julgar novamente. A parte recorreu, nao podera recorrer de novo.

-Lógica: perde-se o poder processual em rzao da pratica anterior de um ato incompativel
com ele. Por ex: desistir da acao, e depois querer recorrer, nao será possivel o recurso. A
te porque o pr. da boa fe proibe o ˜”venire contra factum prorprium”.

Fred agrega um novo tipo de preclusao:

-Preclusao Sancao ou Punitiva: Decorrente de ato Ilicito, funciona como punicao pela
pratica de um ilicito. Pex: art 198 CPC (perda da competencia para julgar a causa por
excesso de prazo)



Preclusao em Questoes de Ordem Publica:

Tema polemico. Esse tema se divide em 2 partes.

1) Existe preclusao para o exame de questoes de ordem publica?
Não há preclusao. Art. 267 , par 3º CPC. Elas podem ser examinadas a qq tempo,
enquanto o processo estiver pendente. Inclui as instancias extraordinarioas (Intensivo 2)

2) Existe preclusao para o reexame das questoes de ordem publica?
Há uma polemica. A maior parte da doutrina e TRIBUNAIS ENTENDE QUE NAO HÁ
IMPEDIMENTOD, ou seja é possivel reexaminar a qq tempo enqaunto o processo estiver
pendente.

Mas há uma minoria como, Fred, Barbosa Moreira, Caomon de passos, Gedericao
Marques, que não admite esse reexame.




JURISDICAO

Conceito: seu conceito tem sido objeto de novos estudos pela doutrina. Partes do
conceito:

1)Funcao atribuida a 3 IMparcial: alguem q esta fora do conflito. a condicao de 3º do juiz é
indipensavel. A jurisdicao é forma de hetero composicao, ou seja, a solucao é dada por
alguem q nao faz parte do conflito. Essa condicao de 3º é um dado objetivo. Essa
condicao de 3º é chamado impartialidade, ou seja nao é parte.

Esse 3º que exerce a jurisdicao é semre o Estado?
O estado tem de fato o monopolio da jurisdicao. as nada impoede q o estado permita que
outros entes, nao estatais , exercitem a jurisdicao. Por exemplo na Espanah, é
reconhecido jurisdicao a tribunais ppopulares , costumeiros. No Brasil a Arbitragem é
jurisdicao nao estatal.

Imparcial: é ser um 3º desinteressado. O juiz não é neutro, pois neutro é ausencia de
valor. Nenhum ser humano é neutro de valor, portanto nao pode ser neutro. O juiz é
imparcial , mas nao neutro.

2)Mediante um Processo: o exercicio da juridicao ocorre por meio do processo. o
processo legitima a jurisdicao. Nao é qualquer porocesso que lagitima a jurisdicao, mas
sim um processo Devido.