ESTRTÔMICA

MODELOS ATÔMICOS
MODELO ATÔMICO DE DALTON (1808).
MODELO ATÔMICO DE THOMSON (1887).
MODELO ATÔMICO DE RUTHERFORD (1911)
MODELO ATÔMICO DE NIELS BÖHR (1913).

MODELO ATÔMICO DE DALTON
“MODELO DA BOLA DE BILHAR”
Os átomos são esferas muito pequenas, maciças, homogêneas, indivisíveis e
indestrutíveis, sendo considerados eletricamente neutros e que compõem
qualquer espécie de matéria.
John Dalton, no início do século XIX (1806), baseado nas Leis Ponderais das
Reações Químicas, propôs uma Teoria sobre o átomo, que apresentava:
Os átomos de um mesmo elemento são iguais em massa, em tamanho e em todas
as suas propriedades.
Os átomos de elementos diferentes possuem propriedades físicas e químicas
diferentes.
Os átomos se unem em proporções bem definidas, constituindo as mais variadas
espécies químicas (as moléculas).:

MODELO ATÔMICO DE THOMSON
“MODELO DO PUDIM DE AMEIXAS”
Joseph Thomson realizou experiências com o tubo de raios catódicos, concluindo
a existências de partículas menores que o átomo, dotadas de carga elétrica
negativa, denominadas de ELÉTRONS.
Com algumas mudanças no tubo de raios catódicos, Eugene Goldstein,
identificou uma outra partícula subatômica, sendo aproximadamente 1840 vezes
mais pesada que o elétron, com carga elétrica igual porém com sinal positivo,
denominada de PRÓTON.
Em 1932, James Chadwik, descobre a partícula denominada de NÊUTRON, de
carga elétrica nula.
O átomo deveria ser maciço, esférico, formado por uma pasta gelatinosa, com
carga elétrica positiva, na qual os elétrons, com cargas elétricas negativas e muito
menores, estariam incrustados em seu interior, neutralizando as cargas positivas, ou
seja, o átomo é um sistema eletricamente neutro, onde o total de partículas
positivas deve ser igual ao total de partículas negativas.
A concepção atômica de Thomson lembrava um pudim.

MODELO ATÔMICO DE RUTHERFORD
“MODELO DO PLANETÁRIO”
Rutherford bombardeou uma fina lâmina de ouro, com espessura de
aproximadamente 0,0001 cm (cerca de 10 000 átomos), com partículas alfa (a),
emitidas pelo elemento radioativo polônio.
As partículas alfa têm carga positiva e são constituídas por 2 prótons e 2 nêutrons.
Sendo que essas partículas são invisíveis.
Mas podem ser detectadas através de um anteparo de sulfeto de
zinco (ZnS), produzindo uma luminosidade (fluorescência) instantânea.
Rutherford usou nesta experiência com estas partículas, a seguinte aparelhagem:



“OBSERVAÇÕES EXPERIMENTAIS”
Somente algumas partículas alfa sofriam um certo desvios ou não conseguiam
atravessar a lâmina (ricocheteavam). Mostrando que o átomo deveria ter um
núcleo (região central) pequeno, pesado e positivo, onde se localizam os prótons.
E os elétrons, negativos, estariam girando ao redor deste núcleo, constituindo a
eletrosfera. Rutherford notou que o feixe de partículas alfa atravessava a lâmina,
na grande maioria, sem sofrer desvios de trajetória.

O átomo não deveria ser uma bola maciça, na matéria deveriam existir grandes
espaços vazios.





ÁTOMO DE RUTHERFORD
O átomo passa a ter uma região central, denominada de núcleo, que concentra
praticamente toda a massa do átomo, onde localizam-se as partículas dotadas de
cargas elétricas positivas e massa relativa equivalente a uma unidade,
denominadas de prótons.
E uma região periférica, denominada de eletrosfera, que envolve o núcleo, onde
localizam-se as partículas de cargas elétricas negativas e massa relativa
aproximadamente 1840 vezes menor que a do próton, denominadas de elétrons.


CONCLUSÕES DE RUTHERFORD
Como resultado de suas experiências, Rutherford chegou a algumas conclusões
sobre os átomos:
Por que muitas partículas atravessam livremente a lâmina de ouro?
Como resultado de suas experiências, Rutherford chegou a algumas conclusões
sobre os átomos:
O átomo não deve ser uma esfera maciça, no átomo devem existir mais
espaços vazios do que preenchidos (ocupados).
Porque o núcleo é pequeno em relação ao enorme espaço vazio da eletrosfera.
(o raio do átomo é cerca de 10 000 a 100 000 vezes maior que o raio do seu
núcleo).

Por que algumas partículas alfa retornam?
Porque fazem uma trajetória frontal ao núcleo (parte do átomo onde se
concentra praticamente toda a massa de um átomo), que é positivo, pequeno e
denso.

Por que algumas partículas alfa sofrem desvios?
Porque o núcleo é positivo, e o desvio se deve a uma repulsão entre o núcleo e
uma partícula alfa (a+) que passa muito próxima dele.



Características dos Átomos

NÚMERO ATÔMICO (Z)
Z = nº de prótons = Nº de elétrons
Indica o número de prótons existentes no núcleo de um átomo. É a identidade do
elemento e caracteriza cada átomo.
Sendo que o número de prótons é igual ao numero de elétrons, tornando todos os
átomos um sistema eletricamente neutro.

Exemplo: Sódio Símbolo: Na (Z = 11)
Logo possui 11 prótons e 11 elétrons.

NÚMERO DE MASSA (A)
É a soma do número de prótons com o número de nêutrons do núcleo atômico
(soma da carga nuclear).


Onde:
A = número de massa
Z = número de prótons
N = número de nêutrons




ÍONS
Um átomo é eletricamente neutro no seu estado fundamental (normal), ou seja, o
número de prótons é igual ao número de elétrons ( Z = P = e-).
Em determinadas ocasiões (ligações), um átomo pode perder ou ganhar elétrons,
para adquirir estabilidade eletrônica, transformando-se numa partícula eletrizada,
denominada ÍON.

Se ele perder elétrons, transforma-se numa partícula de carga elétrica positiva,
denominada CÁTION ( p > e- ).
Se ele ganhar elétrons, transforma-se numa partícula de carga elétrica negativa,
denominada ÂNION ( p < e- ).





SEMELHANÇAS ATÔMICAS
ISÓTOPOS:

Apresentam o mesmo número atômico (Z) e diferente número de massa (A).
A grande maioria dos elementos químicos é constituída por dois ou mais isótopos,
que ocorrem na natureza em diferentes proporções.

Os isótopos de um mesmo elemento químico apresentam propriedades químicas
semelhantes, já que possuem o mesmo número de elétrons, pois ( Z = P = e-).

Na maioria dos casos, os átomos não têm todos o mesmo número de nêutrons, ou
seja, não têm a mesma massa. Isso ocorre porque o número de nêutrons presente
no núcleo pode variar, e varia com muita freqüência.












MODELO ATÔMICO DE NIELS BÖHR

“MODELO DOS NÍVEIS E SUBNÍVEIS”
Em conseqüência da observação dos espectros atômicos, Niels Bohr reformulou o
modelo atômico de Rutherford, e enunciando os Postulados de Bohr:

Os elétrons movimentam-se ao redor do núcleo em trajetórias circulares,
denominadas camadas ou níveis de energia;
Cada um dos níveis possui um valor constante de energia, caracterizado pelo
valor do número quântico principal (n).




OBSERVAÇÕES DE BÖHR
Um elétron pode “saltar”de um nível para outro de maior energia, somente se
absorver energia externa (luz, calor, energia elétrica), logo o elétron estará
ativado ou excitado.
o retorno do elétron ao seu nível inicial sempre se dará com emissão de energia
na forma de luz visível (ondas eletromagnéticas).
- Conclusão: Na teoria de Niels Bohr, a energia do elétron é quantizada, isto é,
possui valores bem determinados.









OBSERVAÇÕES:
CAMADA DE VALÊNCIA: Corresponde a camada mais externa do átomo (a mais
afastada do núcleo), e para identificarmos a camada de valência na distribuição
eletrônica basta observamos o subnível que apresenta o maior valor para o
número quântico principal (n), ou seja, o maior número na frente do subnível na
distribuição eletrônica.
ELÉTRON DE DIFERENCIAÇÃO: Corresponde ao último elétron que foi colocado nos
subníveis da distribuição eletrônica, seguindo a ordem crescente de energia,
segundo o diagrama de Linus Pauling, e pode ser também denominado de
subnível de maior energia.