CARACTERÍSTICAS DOS ECOSSISTEMAS ESTUARINOS BRASILEIROS E AS

ATIVIDADES ANTRÓPICAS
Carlos Henrique dos Anjos dos Santos
1
, Jullyermes Araújo Lourenço
2
, Francisco Hidalecio
Ferreira Braga eto
!
, "mar #i$eiro Costa
!
, %arco Antonio &garas'i
(
Resumo
As )reas de mangue s*o ecologicamente im+ortantes, +ois ser,em de $erç)rios +ara
,)rios organismos aqu)ticos, que +rocuram nestas )reas alimentaç*o, a$rigo e )rea +ara
re+roduç*o- este conte.to caracteri/am0se os +ei.es, crust)ceos, moluscos entre outros
organismos- 1stes am$ientes s*o tam$2m )reas naturais de inundaç3es com uma ,ariaç*o
constante das mar2s e s*o $arreiras de +roteç*o contra tem+estades- As )reas de mangues
,4em e.+erimentado nos últimos anos, um 5orte decl6nio na sua estrutura +rim)ria, $em como
uma 5orte es+eculaç*o imo$ili)ria que de certa 5orma in5luencia negati,amente a estrutura
s7cio0econ8mica0am$iental das comunidades que ali ,i,em- 9esse modo, uma s2rie de
medidas s*o necess)rias +ara +re,enir a degradaç*o e +oluiç*o dos mangues, sendo
necess)rios es5orços +ara a manutenç*o de seu equil6$rio, $em como redirecionar estas )reas
+ara que mel'or sejam +reser,adas, mostrando a +o+ulaç*o circun,i/in'a a im+ort:ncia
ecol7gica tanto do +onto de ,ista econ8mico, como social e am$iental- S*o necess)rios +ara
isso +rogramas de reeduquem a +o+ulaç*o, com iniciati,as de educaç*o am$iental, al2m de
mostrar que a ati,idade +raticada +elo 'omem +ode tra/er $ene56cios mútuos tanto +ara a
comunidade, como +ara o meio am$iente e tam$2m +ara im+lantaç*o do turismo ecol7gico-
Al2m disso, de,emos $uscar soluç3es +ara que as ati,idades antr7+icas im+lantadas nestas
)reas de mangues sejam am$ientalmente lim+as e que seus e5eitos im+actantes n*o tragam
s2rios im+actos am$ientais-
;ala,ras c'a,e< mangues, s7cio0econ8mico0am$iental, +ú$lico, im+actos-
Introdução
o Brasil, os ecossistemas de mangue/ais s*o encontrados em +raticamente todo
litoral $rasileiro, desde do "ia+oque =>(?!>@A at2 Laguna =2B?!>@SA em Santa Catarina,
limite de ocorr4ncia desse ecossistema no litoral Atl:ntico da Am2rica do Sul =C"1LH"
JC&"#, 2>>>A-
" mangue +ode ser de5inido de ,)rias maneiras, mas de acordo com o +onto de ,ista
imediato, o mangue ou estu)rio +ode ser caracteri/ado como sendo um am$iente costeiro
semi05ec'ado com uma ligaç*o li,re com o oceano a$erto, no interior do qual a )gua do mar 2
mensura,elmente dilu6da +ela )gua doce oriunda da drenagem continental =CA%1#"D
;#&ECHA#9, 1FG! apud %&#A9AD CASE#", 1FFGA-
%iranda e Castro =1FFGA citaram que os estu)rios s*o am$ientes de cor+os d@)gua que
ocu+am a regi*o de transiç*o entre os oceanos e os rios- Segundo os mesmos autores, esses
sistemas 5ormaram0se numa 2+oca geol7gica muito recente, ao 5im da transgress*o
1
Bolsista da CA;1S e %estrando em #ecursos ;esqueiros e 1ngen'aria de ;esca 0 HFC-
Iarl'enryJlatinmail-com
2
Bolsista do C;q e %estrando em #ecursos ;esqueiros e 1ngen'aria de ;esca 0 HFC-
jullyermeslourencoJya'oo-com-$r
!
Cola$oradores do Centro de Eecnologia em AqKicultura L CEAMHFC-
(
;ro5essor ;'-9 do 9e+artamento de 1ngen'aria de ;esca da HFC e Coordenador do Centro de Eecnologia em
AqKicultura 0 CEAMHFC-
1
Flandriana, ') cerca de ! a ( mil anos, quando o mar nas regi3es costeiras c'egou ao n6,el
atual-
"s estu)rios +ossuem uma im+ort:ncia que a$range as+ectos ecol7gicos, econ8micos
e sociais, destacando0se como uma )rea de +roduç*o, criaç*o e re+roduç*o de ,)rias es+2cies
$iol7gicas, como os moluscos, +ei.es e crust)ceos, entre outros gru+osD incluindo at2 mesmo
es+2cies de im+ort:ncia comercial =AS%HS, 1FFGA- Segundo Asmus =1FFGA, a im+ort:ncia
econ8mica dos estu)rios +ode ser e.+ressada +ela concentraç*o de ,ariadas ati,idades
incluindo a +esca, a agricultura, o turismo, a na,egaç*o e as ati,idades +ortu)rias-
;or ser um sistema a$erto na relaç*o mar e rio, a /ona estuarina 2 tida como elo de
ligaç*o +ara os animais que ali se deslocam, atendendo dessa 5orma suas necessidades como
alimentaç*o, crescimento, re+roduç*o e +roteç*o- %as +or sua ,e/, a mat2ria org:nica e os
nutrientes que a6 circulam, d*o su+orte a cadeias alimentares di,ersi5icadas e com+le.as
=B#ANA, 2>>>A-
A ur$ani/aç*o 2 uma das 5ormas sociais de ati,idade que trans5orma ra+idamente a
con5iguraç*o mor5ol7gica do meio am$iente =SAE&AN", 1FFGA- A +roteç*o am$iental 2
um dos +rinci+ais desa5ios de nossa 2+oca, e seu dom6nio e.ige uma atuaç*o integrada
=S1&FF1#E et al-, 1FFGA-
1ste tra$al'o consistiu em le,antamentos $i$liogr)5icos so$re os manguesMestu)rios,
de modo que nos d4 su$s6dios so$re um mel'or con'ecimento deste ecossistema, +ara que
n*o ,en'amos e.+lor)0lo de maneira grosseira, +rejudicando assim, as suas caracter6sticas
essenciais de um ecossistema que 2 o $erç)rio +ara muitas es+2cies de origens marin'as e de
)gua doce-
Clss!"!#ção dos estu$r!os em %os!t!&os e ne't!&os
"s estu)rios de acordo com %iranda e Castro =1FFGA +odem ser caracteri/ados entre
+ositi,o e negati,o<
" estu)rio +ositi,o 2 aquele no qual a descarga de )gua doce e a +reci+itaç*o e.cedem
a +erda de )gua doce causada +ela e,a+oraç*o, onde nesses am$ientes a salinidade na
su+er56cie 2 menor do que no oceano adjacente, sendo a maioria dos estu)rios e.istentes do
ti+o +ositi,o-
" estu)rio negati,o 2 aquele no qual a e,a+oraç*o e.cede a entrada de )gua doce dos
rios e da +reci+itaç*o, +re,alecendo condiç3es 'i+ersalinas, ou seja, a sua salinidade 2 maior
do que a do oceano adjacente-
" am$iente estuarino tam$2m +ode ser de5inido em tr4s /onas distintas, segundo o
qual esta relacionado a descarga de )gua doce, ,ariaç*o da mar2, +reci+itaç*o e e,a+oraç*o-
Oona de %ar2 do #io =O#A, corres+onde a +arte 5lu,ial com salinidade +raticamente
igual a /ero, mas ainda sujeita P in5lu4ncia da mar2D
Oona de %istura =O%A, onde ocorre a mistura da )gua doce da drenagem continental
com a )gua do mar-
Oona Costeira =OCA, corres+onde P regi*o costeira adjacente e que se estende at2 a
Q5renteR que delimita a QCamada Limite CosteiraR =CLCA-
%oreira et al- =1FFFA relataram que ocorrem c'eias nos mangues nas 5ases c'eia e
minguante da lua, e seca nas 5ases no,a e crescente- o entanto 5oi constatado alteraç3es nos
+er6odos c'u,osos e uma a+arente di5erença entre as c'eias e secas do mangue do #io Cear)
em Fortale/a- As estaç3es secas e c'u,osas a+resentam uma grande in5lu4ncia na salini/aç*o
das )guas dos estu)rios, $em como a ,ariaç*o da mar2 onde ocorrem o encontro do rio com o
mar-
2
Sam+aio e ;in'eiro =2>>>A citaram que a salinidade 2 a ,ari),el am$iental que,
a+arentemente, a+resenta uma maior in5lu4ncia so$re a distri$uiç*o es+acial de +ei.es no
estu)rio do #iac'o Nuari$as L Cear)-
A "un e "lor ds $res estur!ns
"s recursos ,i,os +rodu/idos nos di,ersos 'a$itats estuarinos +odem ser agru+ados
entre +ei.es, mariscos =moluscos e crust)ceos deca+odosA +odendo, a com+osiç*o do +escado
so5rer ,ariaç*o a certas sa/onalidades =ALCSEA#A, 2>>>A-
As /onas estuarinas s*o caracteri/adas +elas algas +lanct8nicas, $ent8nicas e +elas
)r,ores de mangue, +articularmente de mangue0,ermel'o, =Rhizophora mangleA, mangue0
manso =Laguncularia racemosaA e mangue0cano2 =Avicennia s+-A, ocorrendo tam$2m
+radarias de 5aner7gamas =B#ANA, 2>>>A-
" autor citado anteriormente in5ormou que na 5auna dos estu)rios, o /oo+l:ncton 2
$em di,ersi5icado, incluindo 5ases lar,)rias de animais de interesse alimentar e comercial-
1ntre os adultos, muitas es+2cies de moluscos, crust)ceos e +ei.es desem+en'am n6tido +a+el
am$iental e social nas regi3es de mangue/ais-
Segundo Alc:ntara =2>>>A, o estu)rio do rio Ta/a0Barris 2 um am$iente +ouco
im+actado, mas sujeito a +ress*o antr7+ica crescente +or ocu+aç*o de seu entorno e +or
+esca- " mesmo autor cita que, entre 11! es+2cies de origem marin'a registradas no
am$iente, a +esca incide +rinci+almente so$re a es+ada =Trichiurus lepturusAD cor,ina
=Micropogonias furnieriAD +escada0dent*o =Macrodon ancylodonA ou gru+os de 2 a U es+2cies
so$ uma denominaç*o geral< arraia, $agre, ro$alo, cara+e$a, +escada, tain'a, sardin'a-
Andrade et al- =2>>>A relataram que no mangue/al do #io Formoso em ;ernam$uco, a
ictio5auna identi5icada +ertence Ps 5am6lias, Nerreidae, Lutjanidae, Ac'iridae,
;leuromectidae, 'emir'am+'idae, Acantaridae, Eetradontidae, Carangidae, 1leontridae,
Centro+omidae e %ugilidae- Sendo de uma maneira geral, a comunidade 6ctica mel'or
re+resentada +or es+2cies eurialinas-
Sam+aio e ;in'eiro =2>>>A ao 5a/erem um le,antamento da 5auna e 5lora do estu)rio
do #iac'o da Nuari$as L C1, ,eri5icaram que a 5auna de moluscos este,e re+resentada +or
sete 5am6lias e um total de no,e es+2cies +ara a regi*o e oito 5am6lias e ,inte e seis es+2cies
de crust)ceos e de/esseis 5am6lias e ,inte e tr4s es+2cies +ara o gru+o dos +ei.es-
A com+osiç*o da mi.o$iota de mangue/ais ainda se encontra $astante incom+leta,
a+esar do im+ortante +a+el ecol7gico dos 5ungos e mi.omicetos nestes ecossistemas
=CATALCAE& et al-, 2>>>A- Segundo os mesmos autores, at2 o 5inal da d2cada de G>, a
+resença de mi.omicetos em mangue/ais era totalmente descon'ecida, sendo que em 1FGF,
5oram registrados tr4s es+2cies nos mangue/ais do Ha,a6, so$re a R. mangle-
"s 5ungos s*o es+2cies essenciais na decom+osiç*o de madeiras, contri$uindo +ara a
ciclagem de nutrientes do ecossistema de mangue =CA%;"SD CATALCAE1, 2>>>A- "s
mesmos autores identi5icaram algumas es+2cies de 5ungos que decom+3e as R. mangle, A.
germinans e L. racemosa mortas, que ser,em de su$tratos +ara os 5ungos das seguintes
es+2cies identi5icadas< Antrodia albida, Auricularia auricula, A. fuscosuccinea,
Gloeophyllum striatum, Pycnoporus sanguineus, Lentinus crinitus, chizophyllum commune,
Trichaptum abietinum, T. byssogenum, tereum cinerascens, . albobadium, . hirsutum,
Phellinus gilvus, P. fastuosus, P. mangrovicus, !e"agona hydnoides, !. papyraceae,
#acryopina" ma"idorii e $alocera cornea.
"s Ca+itellidae s*o +oliquetos esca,adores que se alimentam de de+7sitos,
a+resentando o cor+o di,idido em duas regi3es distintas, os +ara+7dios redu/idos, s*o
considerados +or alguns autores como indicadores $iol7gicos de regi3es +olu6das =S&LTA et
al-, 1FFBA- 9urante as coletas reali/adas no mangue de Bragança0;A, os ca+itel6deos que
!
re+resenta,am BG,1VW, esta,am re+resentados +elos g4neros #asybranchus, #ecamastus,
!eteromastus e %otomatusus, e +ara os +oliquetas que re+resenta,am FG,(2W, estes esta,am
re+resentados +elos g4neros !eteromastus, Mediomastus e %otomastus de modo que
%otomastus 5oi o de maior a$und:ncia nos +er6odos de 5e,ereiro com FV,U!W e no m4s de
jun'o com B!,!W, res+ecti,amente-
os estu)rios $rasileiros tam$2m +odemos encontrar incrustadas nas ra6/es de R.
mangle as ostras nati,as $rassostrea rhizophora ou $. brasiliensis- 1stas duas es+2cies s*o
de rele,ante im+ort:ncia econ8mica +ara os +escadores da regi*o, +ois ser,e0l'es tanto de
alimento, como 5onte de renda- "utro recurso $astante im+ortante encontrado nos estu)rios
s*o os caranguejos, sendo o de maior im+ort:ncia comercial o &cides cordatus-
Edu#ção m(!entl &oltd %r s $res estur!ns
A educaç*o am$iental tem +a+el atuante na com+reens*o da din:mica dos
ecossistemas +ossi$ilitando uma maior consci4ncia de +reser,aç*o dos mesmos, a+esar disto,
grande +arte da +o+ulaç*o, +or moti,os di,ersos, est) +ouco 5amiliari/ada com am$ientes
costeiros, sua 5auna e 5lora caracter6stica =CHHA et al-, 1FFGA-
9entre as di5iculdades +ara o a,anço da educaç*o am$iental no Brasil, a 5alta de
+essoal ca+acitado +ode ser a+ontada como uma das mais s2rias, muito em$ora os +ro$lemas
am$ientais se a+ro5undem a cada momento e que a educaç*o am$iental seja ,ista como uma
das 5ormas de en5rent)0los 'aja ,isto a o$rigatoriedade da mesma nos tr4s n6,eis de ensino,
onde e.iste +oucos cursos de ca+acitaç*o nessa )rea =A#NH1EA, 1FFGA-
Eanto do +onto de ,ista das in5lu4ncias e.ercidas +ela organi/aç*o social so$re a
nature/a, quanto do +onto de ,ista dos im+actos causados +ela nature/a na organi/aç*o
social, os desa5ios esta$elecidos +ela emerg4ncia da +ro$lem)tica am$iental, +arecem residir
em como conce$er e+istemologicamente uma integraç*o entre a dimens*o social e a
dimens*o natural =%AEE19&, 1FFGA-
A crescente de+end4ncia das economias locais da e.+loraç*o de ecossistemas naturais
tem es$arrado na de5ici4ncia de mecanismos de gerenciamento sustent),el dos recursos
naturais =ANH&A# et al-, 2>>>A- 1m res+ostas a este 5ator o 1stado ,em aumento os n6,eis de
+uniç*o decorrente a degradaç*o do meio am$iente, a+esar da crescente inca+acidade dos
7rg*os de gerenciamento am$iental de monitorar e 5iscali/ar as relaç3es entre a sociedade e
meio am$iente-
"s 7rg*os go,ernamentais os c'e5es de &nstituiç3es de,eriam a+oiar os +rogramas de
educaç*o am$iental nas cidades e nas comunidades que de+endem do mangue +ara sua
so$re,i,4ncia- As leis de +roteç*o dos mangue/ais de,em ser mais rigorosas +ara e,itar que
5iquem im+unes aqueles que destroem estes ecossistemas- 9e,e 'a,er uma conscienti/aç*o
da im+ort:ncia do mangue/al +ara o +laneta, sendo que ,)rios estudos est*o sendo
desen,ol,idos na reconstruç*o dos mangues, como e.em+lo, re5lorestamento dos mesmos
que antes eram ,i,eiros de culti,o de camar*o, como ocorre na Eail:ndia e em outros +a6ses
Asi)ticos-
A educaç*o am$iental +oderia ser im+lantada nas escolas +u$licas e +ri,adas, com
criaç*o de uma grande o5icina, com o o$jeti,o de 5a/er com que os alunos +erce$essem a
im+ort:ncia do meio am$iente +ara as comunidades- ;ereira et al- =1FFGA ao tra$al'ar em
escolas no #io de Janeiro com educaç*o am$iental, +uderam +erce$er que os alunos se
sensi$ili/aram com os +ro$lemas am$ientais da regi*o, como e.em+lo< o li.o nas +raias,
+lantaç3es de $anana ocu+ando )reas de ,egetaç*o original e acam+amentos nas +raias-
;ereira et al- =1FFGA citaram que os alunos mudaram de atitude 5rente P +ro$lem)tica que l'es
5oram colocadas, em res+ostas a isso ,ieram +ro+ostas e sugest3es +ara a +reser,aç*o dessas
)reas que so5rem in5luencia direta do 'omem-
(
Bordest et al- =1FFGA in5ormaram que os ecossistemas integrantes da $acia do Alto
;araguai =BA;A +ro+iciam uma ,ariedade de atrati,os naturais e culturais +ara o turismo, mas
carece de elementos que ,isem a educaç*o am$iental no local-
At!&!ddes tur)st!#s ns re'!*es de !n"lu+n#! dos mn'ues
"s ecossistemas integrantes da $acia do Alto ;araguai =BA;A +ro+iciam uma
,ariedade de atrati,os naturais e culturais +ara o turismo e de acordo com Bordest et al-
=1FFGA com $ase nas caracter6sticas to+omor5ol7gica 5oi +oss6,el identi5icar tr4s ti+os de
turismo na )rea considerada- AA Eurismo ;aisagismo, em ra/*o de ser um setor +redominante
constitu6do de +lanaltos e serras, sendo as 5ormas de rele,o e os mananciais '6dricos os
atrati,os mais rele,antesD BA Eurismo Cultural, assim entendido +orque os costumes,
tradiç3es, crenças e 5olclore da regi*o se destacam como elementos de suma im+ort:ncia +ara
atraç*o tur6sticaD CA Eurismo ;antaneiro, que insere0se em )reas de +lan6cies 5lu,iais a
altitudes in5eriores a 1>> m-, sujeitas a inundaç3es +eri7dicas anuais-
9esse modo, com a normali/aç*o e controle das ati,idades tur6sticas em regi3es de
estu)rios e mangues, o turismo ecol7gico ,em com o$jeti,o de conser,aç*o das
caracter6sticas naturais dos estu)rios, e ao mesmo tem+o 2 um modelo de 5i.aç*o do 'omem
as suas origens- %as +ara que isto ocorra de 5orma social0econ8mica0am$iental de,emos
o$ter a sustenta$ilidade da +r7+ria ati,idade tur6stica no local de sua im+lantaç*o-
9e acordo com que 2 +ro+osto +ara a ati,idade, +odemos con,ir que o turismo
ecol7gico a+resenta um grande +otencial nessas regi3es, o turismo cient65ico e educacional
,oltado +ara as escolas e +ara o +ú$lico com um interesse es+ecial no con'ecimento mais
detal'ado nessas )reas, +ode +ro+iciar uma ati,idade duradoura +ara a regi*o de a$rang4ncia-
Segundo Sil,a =1FFGA, 5oi detectado que a es+eculaç*o imo$ili)ria, direcionada ao
turismo 2 a ati,idade que mais causa de,astaç*o em )reas estuarinas, isso, atra,2s de
desmatamentos e aterros, causando grande im+acto ao ecossistema-
Polu!ção ns $res de mn'ues
" crescente desen,ol,imento ur$ano, tur6stico e a industriali/aç*o das cidades est*o
ocorrendo sem que 'aja um adequado +lanejamento do saneamento $)sico, o que ,em
+ro+iciando a li$eraç*o de e5luentes ur$anos e industriais em rios que des)guam em )reas
interligadas ao sistema estu)rio e mangue =A#ACJ", 2>>>A- A identi5icaç*o de organismos
indicadores de +oluiç*o e outras circunst:ncias danosas 2 uma no,a +ers+ecti,a +ara o cam+o
da 1ducaç*o am$iental =E"1E"D ;&"T1SA, 1FFGA-
A +oluiç*o dos mangues ,em ocorrendo com o aumento da densidade +o+ulacional
das grandes cidades e algumas im+lantaç3es de ,i,eiros irregulares +ara o culti,o de
camar3es- Como as grandes cidades est*o locali/adas na 5ai.a litor:nea onde est*o
locali/ados os estu)riosMmangues, 5a/0se com que o aumento +o+ulacional +ro+icie a +rocura
de no,as )reas +ara que as cidades cresçam de modo +ro+orcional ao crescimento da
+o+ulaç*o- &sto 5a/ com que os mangues tornem0se locais +ro+6cios +ara es+eculaç*o
imo$ili)ria, tra/endo consigo +reju6/os nas estruturas +rimordiais dos estu)rios-
" estu)rio do ;arque do Coc7 em Fortale/a, a cada dia est) sendo mais degradado
+ela +o+ulaç*o que ,i,e +r7.ima ao estu)rio, aumentando com isso, a +oluiç*o no local, ao
serem des+ejados li.os dom2sticos e esgotos residenciais e industriais, al2m de construç3es
irregulares, in,as3es, aterros, corte de ar,ores de mangue e outros ti+os de agress3es as quais
o mangue 2 su$metido-
"utro 5ator de rele,:ncia da degradaç*o dos mangues est) no +reju6/o causado aos
animais dessas regi3es, como os caranguejos, os ca,alos0marin'os e os camar3es que est*o a
U
cada dia se tornando mais di56ceis de serem encontrados nestes am$ientes, onde antes eram
encontrados com 5acilidade-
Araújo et al- =2>>>A ao analisar a mat2ria org:nica e o teor de metais +esados em
su$stratos lamosos do estu)rio do #io &tan'2m na Ba'ia, constataram que o teor de mat2ria
org:nica mostrou0se ele,ado, +r7.imo P desem$ocadura do rio e da sede do munic6+io de
Alco$aça, onde est*o instaladas indústrias de $ene5iciamento do +escado e onde se ,eri5ica a
ine.ist4ncia de um sistema de esgotamento sanit)rio e industrial- "$ser,ou0se ainda o
assoreamento na desem$ocadura do rio, de,ido +ro,a,elmente ao desmatamento e eros*o das
margens da regi*o montante do rio- Altos teores de Fe e Al 5oram ,eri5icados de,ido a
in5lu4ncia da com+osiç*o mineral7gica local 5ormada de $iotita 'orn$lenda, 5elds+ato e
musco,ita, tam$2m os teores de %n, Cu, On, Cd e Cr 5oram considerados normais na regi*o-
A%etre#,os de %es# usdos nos mn'ues
"s a+etrec'os utili/ados na +esca nos estu)rios $rasileiros s*o di,ersi5icados,
,ariando entre os agressi,os e os menos agressi,os a esses ecossistemas- "s a+etrec'os
utili/ados no estu)rio do rio Ta/a0Barris no 1stado de Sergi+e +elos +escadores locais est*o a
rede de arrasto de +raia e de emal'ar, tarra5as, an/7is e lin'a, tarra5a e armadil'a 5i.as, so$
di,ersas modalidades, que s*o as +rinci+ais artes de +escas em+regadas localmente
=ALCSEA#A, 2>>>A-
Segundo o mesmo autor, a diminuiç*o real da +roduç*o de +escado no +resente
estu)rio, +ode ser atri$u6da P +esca estuarina intensa, com a+etrec'os +redat7riosD ao uso dos
arrast3es de camar*o na /ona litor:nea, 5ornecedora de 5auna +ara o estu)rioD a 5atores
oceanogr)5icos am+los n*o de5inidos-
Andrade et al- =2>>>A relataram que no mangue/al do rio Formoso em ;ernam$uco, as
artes mais utili/adas +elos moradores locais que de+endem da +esca no estu)rio +ara a sua
so$re,i,4ncia, s*o< tarra5a, redes de cerco, redes de arrasto, redes de es+era e o +uç)-
1ste,es et al-, =1FFGA de+reendem que os currais de +esca re+resentam um sistema de
+esca artesanal e.istente ao 5undo da Ba6a de Nuana$ara, +ro+iciando alimentos e gerando
recursos 5inanceiros +ara as comunidades +esqueiras- Segundo os mesmos autores, os currais
de +esca s*o constru6dos com esteiras de $am$us con5eccionadas em terra, as quais s*o
+resas aos troncos de )r,ores de mangue 5i.ados em locais de +ouca +ro5undidade e se
com+3e de quatro +artes< es+ia, criadouro, sala do meio e ganc'o-
A-.!#ultur versus Estu$r!os
As modi5icaç3es im+ostas +or alteraç3es no 'idrodinamismo do ecossistema, atra,2s
da construç*o de $arreiras e retirada da co$ertura ,egetal, a5etam o equil6$rio din:mico dos
estu)rios acarretando num maior a+orte de sedimento e material sus+enso trans+ortados +elas
correntes de mar2s e +ela deri,a ao longo da costa-
Coel'o Júnior e Sc'ae55er0o,elli =2>>>A citaram que a diminuiç*o da +roduti,idade
dos $ancos de corais ocorrido com a morte desses organismos ,em causando a queda da
+roduti,idade estuarina- 1stes autores citam que a su$stituiç*o dos mangue/ais +or ,i,eiros
de carcinicultura 2 o causador da diminuiç*o da +roduti,idade e mortandade desses corais, o
,em a+ontando +ara um e5eito sin2rgico so$re a +roduti,idade costeira, com conseqK4ncias
diretas na economia e na sociedade, colocando a dis+osiç*o um contingente de +ro5issionais
da +esca artesanal e comercial desem+regados-
Segundo os mesmos autores, estes im+actos de,em ser le,ados em consideraç*o,
como a +erda da qualidade de )gua dos estu)rios, contaminaç*o +or agentes +atog4nicos,
introduç*o de es+2cies e.7ticas e e.tinç*o de es+2cies nati,as, de,endo o im+acto ser
G
a,aliado em escala es+aço0tem+oral, +ara di5erentes n6,eis 'ier)rquicos dos sistemas
costeiros, desde es+2cimens em n6,el regional, aos grandes $iomas marin'os do +laneta,
como os mangue/ais-
Foram identi5icados seis elementos $)sicos do ecossistema natural, que s*o a5etados
+elos +rocessos de construç*o de ,i,eiros- Eodo ecossistema 2 a5etado durante a construç*o
em uma ordem de magnitude ,ari),el de acordo com a regi*o =H";X&S et al- 1FFUD
N"L9BH#ND E#ACY, 1FFV apud CA#ABALL"D TAL1C&A, 2>>>A-
"s im+actos ocasionados so$re as construç3es e im+lantaç3es de ,i,eiros +ara o
culti,o de camar3es s*o enormes, +ois a5etam a 5auna, a 5lora, o solo, a )gua, como tam$2m o
sociocultural da regi*o onde esta sendo im+lantado o +rojeto-
Cara$allo e Talencia, =2>>>A in5ormaram que os im+actos so$re a 5auna do mangue,
+ode ocasionar uma diminuiç*o de 1> ,e/es da $iodi,ersidade de a,es, +ei.es e de
in,erte$rados associados com o mangue, que desa+arece do seu 'a$itat natural- "s mesmos
autores citam que 2 geral a5irmar que a salini/aç*o das )guas 2 de5initi,a +ara a modi5icaç*o
da 5auna aqu)tica em /onas de o$ras- A 'i+ersalini/aç*o dos solos +ode ocasionar a morte
dos mangues-
" im+acto so$re a 5lora dos mangues em /onas litor:neas e su+ra0litoral +rodu/ um
im+acto de5initi,o so$re a 5lora nati,a, causando desa+ariç*o at2 na 5lora que n*o se encontre
em sua /ona- A Col8m$ia, +or e.em+lo, conta que (U> 'a de !-G>> 'a de ,i,eiros de camar*o
que e.istem no Cari$e colom$iano, 5oram constru6das em /onas de mangue, o que equi,ale a
uma +orcentagem de 12,UWD no 1quador se estima uma )rea destru6da de 1V>->>> 'a de
mangue, que equi,ale a 1FWD !(W em Blaglades'D (UWnas Fili+inas que equi,ale a 2>G-U>>
') =H";X&S et al-, 1FFU apud CA#ABALL"D TAL1C&A, 2>>>A
" +rinci+al im+acto so$re o solo est) na salini/aç*o do mesmo- 1ste c:m$io das
condiç3es 56sico0qu6micas e qu6micas do solo est) +raticamente im+ossi$ilitando sua
reutili/aç*o em ati,idades tradicionais- Z nesse sentido que de,emos tomar muito cuidado
so$re as /onas de mangue, no seu +otencial e a seleç*o de )reas +ara construç*o-
9urante a construç*o +odem ocorrer modi5icaç3es +ro5undas nos cor+os d@)gua,
como conseqK4ncia de alteraç*o no 5lu.o de )gua, o qual +or sua ,e/, trans5orma a 5auna e a
5lora da /ona de in5lu4ncia direta do +rojeto, com aumento da tur$ide/, salini/aç*o, alteraç*o
do +H e concentraç*o de am8nia na /ona de mangue durante a a$ertura dos canais de
escoamento-
Con#lus*es
"s ecossistemas estuarinos +or ser um am$iente jo,em, est*o sujeitos a so5rer
alteraç3es nas suas estruturas, como no equil6$rio entre a 5auna e a 5lora de sua
$iodi,ersidade-
"utro 5ator que de,emos le,ar em conta +ara uma mel'or +reser,aç*o dos mangues,
encontra0se na im+lantaç*o de um +rograma de educaç*o am$iental nos grandes centros
ur$anos que locali/am0se +r7.imos as )reas de mangue/al, de modo que a +o+ulaç*o se
conscienti/e dos im+actos negati,os que as grandes cidades causam a estes ecossistemas-
Com uma educaç*o am$iental de +reser,aç*o dos ecossistemas, o turismo +oderia
tra/er no,as 5ontes de renda, com uma im+lantaç*o de um turismo ecol7gico, com tril'as ou
camin'adas ecol7gicas, +ara que a +o+ulaç*o ten'a um maior contato com a $iodi,ersidade
do local-
Re"er+n#!s B!(l!o'r$"!#s
V
ANH&A#, %- %- N-D "L&T1&#A, #- S-D ATA1S, A- %- Nuias do Litoral< A Busca de uma
o,a A$ordagem de %onitoramento Am$iental com a ;artici+aç*o da Sociedade Ci,il-
&n< %AN#"T1 2>>>, SHSEA&ABL1 HS1 "F 1SEHA#&1S A9 %AN#"T1S<
CHALL1N1S A9 ;#"S;1CES/ 2>>>, #eci5e- An!s--- #eci5e, 2>>>- 1 C9-
ALCSEA#A, A- T- Caracteri/aç*o da ;esca do 1stu)rio do #io Ta/a0Barris, 1stado de
Sergi+e- &n< %AN#"T1 2>>>, SHSEA&ABL1 HS1 "F 1SEHA#&1S A9
%AN#"T1< CHALL1N1S A9 ;#"S;1CES- 2>>>, #eci5e- An!s--- #eci5e, 2>>>
1 C9-
A9#A91, L- C- S-D et al- ;esca Artesanal e sua #ele,:ncia no %onitoramento da
&ctio5auna do %angue/al do #io Formoso, ;ernam$uco L Brasil- &n< %AN#"T1 2>>>,
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Su$strato Lamoso- &n< %AN#"T1 2>>>, SHSEA&ABL1 HS1 "F 1SEHA#&1S
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C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG,
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N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG, +-1>U01>B-
B"#91SE, S- %- L-D et al- Ei+os de Eurismo e 1ducaç*o Am$iental na Bacia do Alto
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B#ANA, #- A- ;- Caracteri/aç*o das Oonas 1stuarinas de ;ernam$uco- &n< S1%&]#&"
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1SEH]#&A 91 1SEA9" 91 ;1#A%BHC", 1, 2>>>, #eci5e- An!s--- 1ditora
Bagaço, #eci5e, 2>>>, +-1!02>-
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#eci5e- An!s--- #eci5e, 2>>>, 1 C9-
CA#ABALL", ;-D TAL1C&A, %- &m+actos Am$ientales de la Camaronicultura- &n<
S1%&]#&" &E1#AC&"AL, ;1#S;1CE&TAS 1 &%;L&CA^_1S 9A
CA#C&&CHLEH#A 1SEH]#&A 91 1SEA9" 91 ;1#A%BHC", 1, 2>>>,
#eci5e- An!s--- 1ditora Bagaço, #eci5e, 2>>>, +-(V0UB-
CATALCAE&, L- de H-D B1O1##A, A- C- C-D CA%;"S, 1- L- 9i,ersidade da %i.o$iota
de %angue/ais- &n< %AN#"T1 2>>>, SHSEA&ABL1 HS1 "F 1SEHA#&1S A9
%AN#"T1< CHALL1N1S A9 ;#"S;1CES- 2>>>, #eci5e- An!s--- #eci5e,
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#eci5e- An!s--- 1ditora Bagaço, #eci5e, 2>>>, +-UB0V!-
B
C"1LH" JH&"#, C-D SCHA1FF1#0"T1LL&, Y- Consideraç3es Ee7ricas e ;r)ticas
so$re o &m+acto da Carcinocultura nos 1cossistemas Costeiros Brasileiros- &n<
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CHALL1N1S A9 ;#"S;1CES- 2>>>, #eci5e- An!s--- #eci5e, 2>>>- 1 C9-
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C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG,
n-? >>G, +- !>U-
1SE1T1S, %- S-D ;A1S, J- 1- S-D CA;&LZ, H- 1- Currais de ;esca< Hma A,aliaç*o de
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C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s---
Florian7+olis, 1FFG, n-? >1V, +-!12-
%AEE19&, %- A- Sociologia e %eio0Am$iente< &m+actos da ;ro$lem)tica Am$iental na
Construç*o do "$jeto- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C< 1C"SS&SE1%AS
C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s---
Florian7+olis, 1FFG, n-? >>!, +-!V>-
%&#A9A, L- B-D CASE#" Fo, B- %- "s Am$ientes 1stuarinos< As+ectos Cinem)tica e
Hidrodinamicos< Conceituaç*o e Eerminologia- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C<
1C"SS&SE1%AS C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG,
Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG, +-(20(V-
%"#1&#A, A- C-D ;A&TA, J- F-D B"E1LH", %- J- #- S- An)lise das C'eias e Secas do
%angue e do #io Cear) em #elaç*o as Fases da Lua- &n< 1C"E#" 91
;1S`H&SA9"#1S, U, 1C"E#" 91 &&C&A^[" C&1E&F&CA 9A H1C1, B,
1FFF, Fortale/a- Resumos--- Fortale/a, 1FFF, +-F-
;1#1&#A, ;-D et al- Nuarati$a em Cam+o< 1ducaç*o Am$iental em um C&1; no #io de
Janeiro- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C< 1C"SS&SE1%AS C"SE1&#"S, 9"
C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG,
n-? >>1, +-!>!-
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H&T1#S&E]#&" 91 &&C&A^[" \ ;1S`H&SA HFC, B, 2>>>, Fortale/a- Resumos---
Fortale/a, 2>>>, n-? 12>(-
SAE&AN", A- Nest*o Comunit)ria de #ecursos #eno,),eis em 1cossistemas Litor:neos<
A,aliaç*o da 1.+eri4ncia Brasileira, Hr$ani/aç*o e %eio Am$iente na &l'a de Santa
Catarina- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C< 1C"SS&SE1%AS C"SE1&#"S, 9"
C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG,
+-1(>01(2-
S1&FF1#E, - F-D LAO1#, 1- A-D L"CH, C- A %icro A$ordagem na Nest*o 1con8mica
Am$iental de 1cossistemas- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C< 1C"SS&SE1%AS
C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG, Florian7+olis- An!s---
Florian7+olis, 1FFG, n-? >>!, +-((>-
S&LTA, 1- F- %angue/al do 1.tremo Sul da &l'a de &tamarac) L 1cossistema 1stuarino do
Litoral orte do 1stado de ;ernam$uco- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C<
1C"SS&SE1%AS C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG,
Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG, n-? >1B, +-!1!-
S&LTA, 1- F- N-D "NH1&#A, C- S-D B1LCC&", L- F- Ca+itellidae =Annelida, ;olyc'aetaA
de Su$strato &nconsolidado no %angue/al do %unic6+io de Bragança =;AA- &n<
C"N#1SS" 91 1C"L"N&A 9" B#AS&L, 1C"SS&SE1%A< C"% 1F"`H1 "
F
C"E1aE" 91 S1HS C"%;"1E1S B]S&C"S, (, 1FFB, Bel2m- Resumos---
Bel2m, 1FFB, +-1>-
E"1E", A-D ;&"T1SA, 1- Bioindicadores e Animais Eestes< o,os 1n5oques
;edag7gicos +ara a 1ducaç*o Am$iental- &n< #1H&[" 1S;1C&AL 9A SB;C<
1C"SS&SE1%AS C"SE1&#"S, 9" C"H1C&%1E" \ N1SE[", !, 1FFG,
Florian7+olis- An!s--- Florian7+olis, 1FFG, n-? >11, +-!>B-
1>