BIBLIOTECAS DR.

ROMEU RITTER DOS REIS
Normas para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
Porto Alegre
Setembro/2008
Reitor
Flávio D’Almeida Reis
ViceReitora
Hélvia Lúcia Krüger dos Reis
Pr!Reitora de "nsino
Beatriz Tricerri Felippe
Pr!Reitora de Pes#$isa e "%tensão
Célia Elizabete Caregnato
&iretora Administrati'a
Ìvelone Nagel Reis
(entro )ni'ersit*rio Ritter dos Reis )niRitter
+ibliotecas &r, Rome$ Ritter dos Reis
Rua Orfanatrófio, 555 ÷ Alto Teresópolis ÷ Porto Alegre ÷ RS
(51)3230-3320
bibpoa@uniritter.edu.br
www.uniritter.com.br
S)-.R/0
1 /NTR0&)230 4
2 50R-AS &" APR"S"NTA230 6
2,1 50R-AT0 &0 PAP"78 (0RP0 &A 7"TRA " 50NT" 9
2,2 -AR:"NS

9
2,; A7/N<A-"NT0

9
2,= /N>(/0 &AS P.:/NAS 8
2,4 "SPA("?A-"NT0 8
2,6 N)-"RA230 PR0:R"SS/VA

8
2,9 PA:/NA230 @
2,8 "NTR":A &0S TRA+A7<0S @
; "STR)T)RA :"RA7 &0 TRA+A7<0

10
;,1 "7"-"NT0S PRAT"BT)A/S 11
;,1,1 (apa 11
;,1,2 5olha de Rosto

11
;,1,; 5icha (atalogr*Cica 12
;,1,= "rrata

12
;,1,4 5olha de Apro'ação 1;
;,1,6 &edicat!ria

1;
;,1,9 Agradecimentos

1=
;,1,8 "pDgraCe

1=
;,1,@ Res$mo na 7Dng$a Vern*c$la 1=
;,1,10 Res$mo em 7Dng$a "strangeira

14
;,1,11 7ista de il$straçEes 14
;,1,12 7ista de Tabelas

16
;,1,1; 7ista de Abre'iat$ras e Siglas

16
;,1,1= 7ista de SDmbolos

16
;,1,14 S$m*rio

16
;,2 "7"-"NT0S T"BT)A/S 19
;,2,1 Te%to

18
3.2.1.1 Ìntrodução

18
3.2.1.2 Desenvolvimento

18
3.2.1.3 Conclusão

1@
;,2,2 Notas

20
3.2.2.1 Notas de Referência

20
3.2.2.2 Notas Explicativas

22
;,2,; (itaçEes

22
3.2.3.1 Sistemas de Citação

2;
3.2.3.1.1 Sistema Autor-data

2;
3.2.3.1.2 Sobrenomes Iguais de Autores Diferentes
4

2;
3.2.3.1.3 Diversos Documentos de Mesma Autoria

2=
3.2.3.1.4 Citações de Diversos Autores

2=
3.2.3.1. Sistema de !otas de "efer#ncia

24
3.2.3.2 Citação Direta

26
3.2.3.3 Citação Ìndireta

28
3.2.3.4 Citação de Citação

28
3.2.3.5 Citações de Ìnformação Verbal

2@
3.2.3.6 Citações de Trabalhos não Publicados

;0
3.2.3.7 Citação de Legislação

;0
3.2.3.8 Citação de Jurisprudência

;1
3.2.3.9 Citação de Documento Eletrônico

;2
3.2.3.10 Citação de Publicações de Autoria Desconhecida

;2
3.2.3.11 Supressões

;;
3.2.3.12 Ìnterpolações

;;
3.2.3.13 Erros Gráficos

;=
5
;,2,= /l$straçEes

;=
3.2.4.1 Quadros

;4
3.2.4.2 Figuras

;4
3.2.4.3 Esquemas

;6
3.2.4.4 Fluxogramas

;9
3.2.4.5 Organogramas

;8
3.2.4.6 Gráficos

;@
;,2,4 Tabelas

=0
;,2,6 Abre'iat$ras

=1
;,2,9 )nidades de -edidas e SDmbolos

=1
;,2,8 N$merais

=2
;,2,@ Porcentagem

=2
;,; "7"-"NT0S PFST"BT)A/S

=2
;,;,1 :loss*rio

=;
;,;,2 ReCerências

=;
;,;,; Apêndices
6

48
;,;,= Ane%os

4@
;,;,4 >ndice

4@
R"5"RGN(/AS

60
1 /NTR0&)230
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o fórum nacional de
normalização, representando no Brasil a Ìnternational Organization for Standardization
(ÌSO). As normas brasileiras que dizem respeito à documentação e informação, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB-14) e dos Organismos
de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE-
14:001.01 - Comissão de Estudo de Documentação), formadas por representantes dos
setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros
(universidades, laboratórios e outros).
O objetivo maior da normalização é promover, através da redução da variedade de
procedimentos, meios eficientes de troca de informações
1
. No que se refere ao trabalho
científico o estabelecimento de padrões proporciona consistência à apresentação e,
portanto, credibilidade, elementos imprescindíveis à divulgação do saber científico e sua
socialização.
Através deste manual o Centro Universitário Ritter dos Reis busca estabelecer um
padrão de qualidade na elaboração e apresentação da produção intelectual da instituição,
envolvendo monografias (de graduação e especialização), dissertações e teses de seus
alunos, segundo os padrões oficiais de normalização e adequado à identidade própria do
UniRitter.
1
ABNT. O que é normalização. Disponível em:
<http://www.creapa.com.br/servicos/ABNT/abnt.htm . Acesso em: !" mar. !""#.
#
$
2 50R-AS &" APR"S"NTA230
A NBR 14724:2005 especifica princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos
visando sua apresentação à instituição (banca, comissão examinadora), podendo ser
aplicada, ao que couber, aos trabalhos intra e extraclasse da graduação.
A literatura tem convencionado denominar "monografia¨ os trabalhos acadêmicos
desenvolvidos no âmbito universitário. Oliveira
2
amplia o conceito afirmando que Monografia
significa:
A abordagem de um único assunto, ou problema, sob
tratamento metodológico de investigação, e sua
característica essencial é a forma de estudo de um
tema delimitado, feito de forma atual e original,
resultando em uma contribuição importante para a
ampliação do conhecimento sobre o assunto.
De qualquer forma este conceito abrangente e genérico engloba trabalhos de grau
acadêmico diferenciado. Esta diferenciação procura-se esclarecer através das definições
apresentadas pela NBR 14724:2005:
 dissertaçãoH documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou
exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único delimitado em sua
extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve
evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de
sistematização do candidato. É feito sob a orientação de um orientador (doutor),
visando a obtenção do título de mestre.
 teseH documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou
exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado.
Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real
contribuição para a especificidade em questão. É feito sob a orientação de um
orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar.
 trabalhos acadêmicos ÷ similares (trabalhos de conclusão de curso ÷ TCC, trabalho
de graduação interdisciplinar ÷ TGÌ, trabalho de conclusão de especialização e/ou
aperfeiçoamento e outros): documento que representa o resultado de estudo,
devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser
obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso,
programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.
A estrutura de qualquer destes trabalhos é definida na referida norma, seguindo
todos a mesma estrutura formal. O que os diferenciará será, então, o grau de profundidade
!
%&'()'*A+ ,ilvio &-i. /e. Tratado de metodologia científica: pro0etos /e pes1-isas+
T2'+ T33+ mono4ra5ias+ /isserta67es e teses. ,8o 9a-lo: 9ioneira Thomson &earnin4+
!""1.
e originalidade de cada um. No UniRitter, cada curso adota um nome específico para as
monografias de conclusão de curso. Veja nos Anexos deste documento as regras
específicas de cada curso.
2,1 50R-AT0 &0 PAP"78 (0RP0 &A 7"TRA " 50NT"
 Papel A4 branco, digitado ou datilografado numa única face do papel (a não
ser no caso de ficha catalográfica);
 O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho;
 Para a digitação é recomendada a fonte 12 para o texto normal, 10 para
citações e notas de rodapé e 14 para os títulos;
 Fonte Arial ou Times New Roman.
2,2 -AR:"NS
Esquerda e superior 3 cm (4 cm para a margem esquerda, no caso de trabalhos
encadernados de qualquer espécie); direita e inferior, 2 cm.
Formate os espaçamentos da margem utilizando o Software Microsoft Office Word,
com o recurso "Arquivo¨ e "Configurar Página¨.
/l$stração 1 -odelo de -argens
2,; A7/N<A-"NT0
Na capa e página de rosto, centralizado. No texto, alinhado à esquerda e à direita
(justificado), abrindo os parágrafos com recuo de 1,25cm ou 1 TAB. Na bibliografia, alinhado
à esquerda.
1"
2,= /N>(/0 &AS P.:/NAS
Cada elemento de pré-texto, pós-texto, bem como cada novo capítulo (seções
primárias) deve começar em página nova. Para as seções secundárias não deve ser
iniciada nova página.
2,4 "SPA("?A-"NT0
Todo o texto deve ser digitado em espaço 1,5 (um e meio), não havendo a
necessidade de espacejamento diferenciado entre os parágrafos. Entretanto, sugere-se um
espacejamento 1,5 na mudança de parágrafos e antecedendo e precedendo as citações
longas.
As citações, notas e resumos devem ser apresentados em espaço simples. As
referências no final do trabalho devem ser separadas uma das outras por dois espaços
simples; entre as linhas da mesma referência, deve ser usado espaço simples.
Os títulos devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1,5. Os
subtítulos devem ser separados do texto que os precede e os sucede por dois espaços 1,5.
A numeração
;
deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço (sem ponto) e os
subtítulos devem ser alinhados à esquerda. Os títulos principais devem ser alinhados pela
margem superior da mancha.
/l$stração 2 -odelo de "spaçamentos
2,6 N)-"RA230 PR0:R"SS/VA
É definida pela NBR 6024:2003. Deve iniciar na introdução e ser feita sempre em
algarismo arábicos. Numeram-se apenas os elementos textuais, limitando-se a numeração
progressiva até a seção quinária.
:
Tít-los n-mera/os s8o alinha/os ; es1-er/a< tít-los n8o n-mera/os /evem ser
centrali.a/os na mancha.
11
Não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção
ou de seu título. O indicativo de seção é alinhado na margem esquerda.
Todas as seções devem conter um texto a elas relacionado.
2,9 PA:/NA230
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas
seqüencialmente, mas nem todas são numeradas (ver NBR 6029:2006). A numeração é
colocada, a partir da primeira folha da parte textual (não devendo aparecer nas páginas de
seção primária), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2cm da borda
superior, ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha. Utilize as ferramentas
do Software Microsoft Office Word através do recurso Ìnserir/Número de páginas.
Havendo apêndices e anexos, as suas folhas devem ser numeradas de maneira
contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal.
No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve ser mantida uma
única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume.
2,8 "NTR":A &0S TRA+A7<0S
Os trabalhos deverão ser entregues à coordenação dos cursos em encadernação
térmica para seu adequado armazenamento na biblioteca.
As regras que determinam o encaminhamento dos trabalhos à biblioteca estão
detalhadas na Resolução CONSEPE 04-2008, Normas para depósito e disponibilização de
trabalhos na biblioteca.
1!
; "STR)T)RA :"RA7 &0 TRA+A7<0
O trabalho monográfico (teses, dissertações ou trabalhos acadêmicos) compreende os seguintes
elementos, de acordo com a NBR 14724:2005:
"str$t$ra "lemento (ar*ter
Pré-textuais Capa
Lombada
Folha de rosto
Errata
Folha de aprovação
Dedicatória(s)
Agradecimento(s)
Epígrafe
Resumo na língua vernácula
Resumo em língua estrangeira
Lista de ilustrações
Lista de Tabelas
Lista de abreviaturas e siglas
Lista de símbolos
Sumário
Obrigatório
Opcional
Obrigatório
Opcional
Obrigatório *
Opcional
Opcional
Opcional
Obrigatório
Obrigatório*
Opcional
Opcional
Opcional
Opcional
Obrigatório
Textuais Ìntrodução
Desenvolvimento
Conclusão
Obrigatório
Obrigatório
Obrigatório
Pós-textuais Referências
Glossário
Apêndice(s)
Anexo(s)
Índice(s)
Obrigatório
Opcional
Opcional
Opcional
Opcional
I Para o trabalho de conclusão dos cursos de Direito e Administração este item é opcional.
;,1 "7"-"NT0S PRAT"BT)A/S
Elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto. Contêm informações que
permitem a identificação do trabalho, não devendo constar no sumário nem receber
indicativo de seção. Quando couber título, este deverá ser centralizado no topo da folha,
respeitando a margem superior de 3 cm.
;,1,1 (apa
A capa é a parte exterior e obrigatória de uma publicação, cuja finalidade é identificar
o trabalho. Nela devem estar impressos:
 Logo da Ìnstituição (opcional)
4
 Nome(s) do(s) autor(es);
 Título do trabalho;
 Subtítulo, se houver;
 Número de volumes, se houver;
 Local da instituição (cidade);
 Ano da entrega.
/l$stração ; -odelo de (apa
Antes da encadernação, solicitar a Capa Padronizada UniRitter junto à coordenação
do curso.
;,1,2 5olha de Rosto
A folha de rosto é um elemento de identificação obrigatório. Deve conter os seguintes elementos
essenciais, impressos em uma única face do papel:
 Autor$ nome do responsável intelectual pelo trabalho;
4
% lo4o /a 'nstit-i68o encontra=se /isponibili.a/o para /ownloa/s no site /o >niritter+
na se68o 2ra/-a68o+ em to/os os c-rsos.
14
 %&tu'o da dissertaç(o) tese ou monografia, que deve ser claro, conciso,
preciso, identificando o conteúdo do trabalho;
 Subt&tu'o$ se houver, separado do título por dois pontos (:);
 !*mero de vo'umes$ Ìndicar somente se houver mais de um volume;
 !ature+a (se é tese, dissertação ou monografia) e objetivo (aprovação em
disciplina, grau pretendido ou outros); nome da instituição a que é submetido;
área de concentração;
 ,rientador$ nome do professor que orientou o trabalho;
 -oca'$ nome da cidade em que está localizada a instituição;
 Ano$ ano em que o trabalho é entregue.
/l$stração = -odelo de 5olha de Rosto
;,1,; 5icha (atalogr*Cica
A ficha catalográfica é a representação de um cartão que traz as informações
fundamentais do documento. Seu objetivo numa monografia é permitir que ela se identifique
por si mesma, visando sua armazenagem adequada na biblioteca. É fundamental que as
margens e os espaços determinados pelas normas de catalogação sejam mantidos para
que cumpra seus objetivos.
Deve constar no verso da folha de rosto, de acordo com a NBR 12899:1993,
elaborada obrigatoriamente por um bibliotecário. Será opcional para os cursos de graduação
e obrigatória para os cursos de pós-graduação.
/l$stração 4 -odelo de 5icha (atalogr*Cica
;,1,= "rrata
A errata é um elemento opcional, condicionado à necessidade de retificar algum
aspecto da redação do trabalho. Deve ser utilizada como Jltimo rec$rso, uma vez que
demonstra falta de cuidado na revisão do trabalho,
/l$stração 6 -odelo de "rrata
15
;,1,4 5olha de Apro'ação
Deve ser colocada logo após a folha de rosto e assinada pelos componentes da
banca examinadora. Nela devem constar:
 O nome do autor;
 Título por extenso e subtítulo, se houver;
 Local e data de aprovação;
 Nome dos membros componentes da banca examinadora, bem como de suas
respectivas instituições.
Para as monografias de graduação este item será opcional, considerando que o(a)
estudante concluinte nem sempre terá acesso à nominata da banca até o momento da
encadernação da monografia.
/l$stração 9 -odelo de 5olha de Apro'ação
;,1,6 &edicat!ria
Texto onde o autor homenageia ou dedica seu trabalho a uma pessoa ou grupo de
pessoas. É opcional.
O texto deve ser alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem
inferior da folha.
/l$stração 8 -odelo de &edicat!ria
;,1,9 Agradecimentos
16
Texto onde o autor faz seus agradecimentos às pessoas e/ou Ìnstituições que
colaboraram de maneira significativa à elaboração do trabalho.
O texto deve ser alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem
inferior da folha.
/l$stração @ -odelo de Agradecimento
;,1,8 "pDgraCe
Citação ou pensamento seguido da indicação de sua autoria (a autoria não deverá
ser citada em nota de rodapé, e sim logo após a citação ou pensamento, entre parênteses),
de preferência relacionado com o assunto tratado no corpo do trabalho. Demonstra a
erudição do autor e a ligação entre o pensamento e o conteúdo de sua obra.
As epígrafes também poderão constar das folhas de abertura das seções primárias
ou capítulos.
O texto deve ser alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem
inferior da folha.
/l$stração 10 -odelo de "pDgraCe
;,1,@ Res$mo na 7Dng$a Vern*c$la
Segundo a NBR 14724:2005, o Resumo é a apresentação concisa dos pontos
relevantes do texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do
trabalho.
Constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de simples
enumeração de tópicos. Deve seguir o modelo de resumo Ìndicativo (NBR 6028:2003).
1#
O texto (entre 150 e 500 palavras) deve ser justificado, em parágrafo único, com
espaçamento e fonte equivalentes ao texto normal.
O resumo deve ser seguido das palavras-chave representativas do conteúdo do
documento, escolhidas, preferentemente, em vocabulário controlado
5
.
/l$stração 11 -odelo de Res$mo
;,1,10 Res$mo em 7Dng$a "strangeira
Versão do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract, em
castelhano Resumen, em francês Résumé). O texto de ser justificado em parágrafo único,
espaçamento e fonte equivalentes ao texto normal.
Para as monografias de graduação dos cursos de Direito e Administração este item
será considerado opcional.
/l$stração 12 -odelo de Abstract
;,1,11 7ista de /l$straçEes
Elemento opcional que permite a localização de ilustrações (mapas, fotografias,
figuras, gráficos, quadros etc.) inseridas no trabalho. Deve refletir a ordem dos elementos
apresentados, com cada item acompanhado do número da página respectiva.
A expressão LÌSTA DE (...) deve ser grafada em caixa alta, centralizada na página.
/l$stração 1; -odelo de 7istas
5
'nstr-mento -sa/o para controlar termos+ /e mo/o 1-e se -se sempre o mesmo
termo para /escrever -m mesmo conceito+ a 5im /e pa/roni.ar a in/e?a68o e a b-sca
/as in5orma67es em cat@lo4os. )?emplos /e vocab-l@rios controla/os: (ocab-l@rio /a
Biblioteca Nacional+ Aebthes.
1$
;,1,12 7ista de Tabelas
Elemento opcional. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no
texto, com cada item designado por seu nome específico, seguido do respectivo número da
página.
;,1,1; 7ista de Abre'iat$ras e Siglas
Elemento opcional. Relação alfabética das abreviaturas e siglas usadas no texto,
seguidas das palavras ou expressões correspondentes, por extenso.
;,1,1= 7ista de sDmbolos
Elemento opcional. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no
texto, com o devido significado.
;,1,14 S$m*rio
O sumário consiste na enumeração das divisões e subdivisões de um trabalho,
apresentadas na mesma ordem e grafia em que os temas se sucedem (NBR 6027:2003).
Não se deve confundir Sumário com Índice. Índice é a lista de entradas ordenadas
segundo determinado critério (NBR 6034:1989), normalmente alfabético, portanto não se
confunde com o sumário.
6

6
,e4-n/o o 9ro5. AntBnio Co-aiss Dín/ices+ stricto sens-+ s8o sempre al5abEticos+
en1-anto as t@b-as Fs-m@rioG sH ser8o por acaso+ por1-e o princípio 1-e as in5orma E
o /a estr-t-ra68o or4Inica /a obraD. C%>A',,+ A. Elementos de bibliologia. *io /e
Janeiro+ 'N&+ p. K(''+ 1L6#.
1L
Para hierarquização do trabalho e, portanto, do sumário, deve-se utilizar numeração
progressiva de acordo com a NBR 6024:2003, limitando-se a, no máximo, seções quinarias.
Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os
recursos de caixa alta, negrito, itálico, ou sublinhado.
A mesma estrutura de seções e subseções apresentada no decorrer do trabalho
deverá estar contemplada no Sumário.
Exemplo de apresentação de seções e subseções:
1 PR/-.R/A
1.1 SECUNDÁRÌA
1,1,1 Terci*ria
1.1.1.1 Quaternária
1.1.1.1.1 .uin/ria
Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Os elementos pós-textuais
devem constar no sumário e são grafados seguindo o mesmo padrão adotado para os
títulos de seções primárias (inicio de capítulos), mas não devem ser numerados.
Os títulos e subtítulos devem ser alinhados, preferencialmente, pela margem do título
do indicativo mais extenso.
Formate o sumário com as ferramentas do Software Office Word, utilizando o recurso
de Estilos e Índices.
/l$stração 1= -odelo de S$m*rio
;,2 "7"-"NT0S T"BT)A/S
São considerados elementos textuais pela NBR 14724:2005 a Ìntrodução, o
Desenvolvimento e a Conclusão.
!"
;,2,1 Te%to
A redação do texto deve levar em conta alguns elementos indispensáveis, pois é o
momento de transmitir as idéias de forma clara, permitindo ao leitor compreender com
facilidade o tema que está sendo abordado. Algumas dicas importantes:
 O texto deve ser escrito na terceira pessoa do singular, salvo orientação específica
do orientador;
 Evite períodos longos;
 Evite a linguagem hiperbólica e a adjetivação;
 Use com cautela os neologismos e estrangeirismos;
 Quando houver necessidade de empregar termos em língua estrangeira estes
devem vir grifados em itálico;
 As siglas, em sua primeira ocorrência, deverão ser precedidas do nome por extenso;
após, poderão ocorrer sozinhas, sendo opcional confecção de lista (pré-texto);
 Revise o texto tantas vezes quanto necessário para evitar o uso da Errata.
3.2.1.1 Ìntrodução
A introdução é a parte inicial do trabalho, é o momento de apresentar resumidamente
o conteúdo que será desenvolvido na seqüência, ou seja, quais serão os temas abordados
ao longo do texto.
A introdução pode ser entendida ainda como a parte do texto onde objetivos,
finalidades, o método empregado, delimitação da pesquisa em relação ao campo de
conhecimento abordado e o estado da arte da pesquisa na área são apresentados.
3.2.1.2 Desenvolvimento
O desenvolvimento, também conhecido como corpo do trabalho, deve ser
estruturado em capítulos, seções e subseções, que poderão variar de acordo com a
natureza da pesquisa e da metodologia adotada. Deve envolver, ainda, uma revisão da
!1
literatura (revisão bibliográfica) relevante que serve de base para o processo de
investigação.
São as informações encontradas nesta literatura que servirão de base para discutir
idéias, fundamentos, problemas e sugestões apresentadas pelos autores selecionados. A
descrição dos métodos, materiais e equipamentos utilizados também é feita no
desenvolvimento, assim como a apresentação detalhada dos resultados obtidos.
Divide-se em Seções e Subseções, que variam em função da abordagem do tema e
do método. Para a subdivisão do trabalho deve ser utilizada numeração progressiva de
acordo com as orientações da NBR 6024:2003. A mesma ordenação do trabalho deverá
constar no sumário.
Sugere-se como número total de páginas em monografias:
Tese: 150 a 250 folhas
Dissertação: 110 a 180 folhas
Trabalhos de conclusão: 60 a 80 folhas
3.2.1.3 Conclusão
A conclusão deve ser elaborada com base nos resultados e nas discussões
apresentadas ao longo do trabalho (desenvolvimento), contendo deduções lógicas, claras e
concisas. Deve ser um arremate do trabalho, mas não um resumo.
É decorrente dos dados obtidos ou dos fatos observados, portanto não deve
introduzir novos argumentos, apenas demonstrar o que foi encontrado no decorrer do
estudo.
Deve-se assegurar que não tenham sido citadas conclusões que não foram objetivo
do trabalho. Pode apresentar as contribuições da monografia para o avanço do tema
abordado, incluindo problemas para futuras pesquisas.
!!
;,2,2 Notas
Notas são indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor. Podem
ser de referência ou explicativas. Podem aparecer ao final dos capítulos ou no rodapé das
páginas.
3.2.2.1 Notas de Referência
As notas de referência são notas que indicam as fontes consultadas ou remetem a
outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Sua numeração é feita por algarismos
arábicos, devendo ser única e consecutiva para todo o capítulo ou parte. Sempre que se cita
uma obra pela primeira vez, deve-se fazer sua referência completa; as citações
subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, utilizando-se as
seguintes expressões latinas (NBR 10520:2002):
 Ibidem ou Ibid. = na mesma obra: o termo Ibidem ou Ibid. só deve ser utilizado
quando forem realizadas várias citações de um mesmo documento, variando
apenas as páginas de que se extraíram os trechos citados.
 Idem ou Id. = do mesmo autor: o termo Idem ou Id. substitui o nome, quando
se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor.
 ,0. cit. ou o0us citatum) o0ere citato = na obra citada: a expressão ,0. cit. é
utilizada em seguida ao nome do autor, referindo-se à obra citada
anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de outras
notas.
 -oc. cit. ou 'oco citato = no lugar citado: a expressão -oc. cit. é empregada
para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver
intercalação de outras notas de indicação bibliográfica.
Outras expressões latinas podem ser utilizadas para otimizar as referências de
citações no rodapé:
 1t se2. = seguinte ou que se segue: a expressão 1t. se2. é usada quando não
se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Nesse caso,
indica-se a primeira página, seguida da expressão.
!:
 3assim = aqui e ali; em vários trechos: o termo 3assim é utilizado quando se
faz referência a diversas páginas de onde tenham sido compiladas as idéias
do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Menciona-se a
página inicial e a final do trecho que contém as definições ou conceitos
utilizados.
 Cf. = confira: a abreviatura Cf. é usualmente empregada para fazer referência
a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor.
 et. a' 4 e outros: utilizado sempre que houverem mais de 3 autores.
 e.g. 4 por exemplo( "...dele não existe um exemplar, e.g., um selo...¨.)
 i.e 4 isto é; usado como nota explicativa M"Emprazar, i.e., dar um prazo¨.)
 sic 4 assim mesmo: empregada para palavras ou expressões que parecem
errôneas; usada entre parênteses ("Nadava em leis e decretos¨ (sic).)
Expressão Significado Exemplo
Ibidem 5
Ibid.
!a mesma obra 6666666666
1. GONÇALVES, Carlos Roberto. &ireito ci'il
brasileiro8 ', 4H direito das coisas. São Paulo: Saraiva,
2006. xvii, p. 620.
2. Ìbidem, p. 623.
Idem 5
Id.
Mesmo autor 6666666666
3. GONÇALVES, Carlos Roberto. &ireito ci'il
brasileiro8 ', 4H direito das coisas. São Paulo: Saraiva,
2006. xvii, 620 p.4. Ìdem. &ireito (i'il brasileiro8
'ol$me 6H direito das obrigações. São Paulo: Saraiva,
2006. xviii, p. 230.
o0us citatum 5
o0ere citato
o0. cit.
,bra citada 6666666666
. CARVALHO, Salo (Org.). (rDtica K e%ec$ção penalH
doutrina, jurisprudência e projetos legislativos.
2.ed.rev.ampl. e atual. Rio de Janeiro: Lumen Juris,
2007. xix, p. 629.
6. SCHOPENHAUER, Arthur. (omo 'encer $m
debate sem precisar ter raLão H em 38 estratagemas:
dialética erística . Tradução de: Daniela Caldas e Olavo
de Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003. p. 258.
7. CARVALHO, op cit., p. 631.
'oco citato5
'oc. cit
!o 'ugar citado _________
8. SARAMAGO, José. A caverna. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003. p. 350-353.
9. SARAMAGO, loc cit.
Se2uentia
et se2.
Seguinte
Que se segue
__________
10. GUÌMARÂES, Ìsaac Sabbá. Nova lei antidrogas
comentada : crimes e regime processual penal: Lei
11.343, de 23.08.2006 . Curtiba: Juruá, 2006. p. 301 et
seq.
3assim Aqui e ali
Em diversas
páginas
__________
11. FERREÌRA FÌLHO, Manoel Gonçalves. Estado de
direito e constituição. 3.ed. rev. e atual. São Paulo:
Saraiva, 2004. xvi, p. 159, passim.
Confira
Cf.
Veja também _________
12. Cf. KAFKA, Franz. O processo. São Paulo: Martin
Claret, 2002. 255 p. Tradução de: Torrieri Guimarães.
* Expressões que só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem.
!4
Para inserir as notas através do Windows 2008 e Windows 2000, usa-se o recurso
"Ìnserir¨ e "Notas¨. Na versão Windows XP usa-se o recurso "Ìnserir¨, "Referências¨ e
"Notas¨.
/l$stração 14 -odelo de Nota de ReCerência
3.2.2.2 Notas explicativas
As notas explicativas são usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações
que não possam ser incluídos no texto. Seguem o mesmo padrão das notas bibliográficas.
/l$stração 16 -odelo de Nota "%plicati'a
;,2,; (itaçEes
Citação é a transposição, para o texto, de um trecho ou informação extraída de outra
fonte, normalmente de outro texto. As citações são normalizadas pela NBR 10520:2002 e
podem aparecer no texto ou em nota de rodapé.
A frase, ainda que no original se inicie com letra maiúscula, ao ser citada, se aparece
em continuação a um pensamento, deve ser grafada com minúscula.
O ponto final da transcrição direta fica depois das aspas se ela se iniciou com letra
minúscula e, portanto, junta-se com a parte da frase que a precede.
Se a citação vem depois de dois pontos e começa com maiúscula, o ponto fica antes
das aspas finais.
As citações devem ser usadas em apoio da nossa afirmação; devemos citar as obras
críticas que estudamos (mas não devemos usar argumentos de autoridade para afirmativas
genéricas ou amplamente conhecidas).
!5
A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar a
opinião transmitida.
Uma citação bibliográfica se justifica quando:
 se deseja reforçar uma opinião ou decisão, com o ponto de vista de uma
autoridade na matéria;
 existe opinião coincidente, porém resultante de motivos distintos;
 a opinião que se sustenta é controvertida.
3.2.3.1 Sistemas de Citação
Sugere-se que as citações sejam feitas utilizando-se um destes sistemas: autor-data
ou notas de referência. Qualquer que seja o método adotado deve ser seguido ao longo de
todo o trabalho e a referência completa deverá constar na Lista de Referências ao final do
trabalho.
3.2.3.1.1 Sistema Autor-data
Neste sistema a indicação da fonte é feita pelo sobrenome de cada autor(es)
pessoal(ais) ou pelo nome de cada entidade responsável(eis) até o primeiro sinal de
pontuação, em letras maiúsculas, seguido de vírgula, da data de publicação e das páginas
da citação, entre parênteses, após a citação.
3.2.3.1.2 Sobrenomes Iguais de Autores Diferentes
No sistema autor-data, quando houver coincidência de sobrenomes de autores,
acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência
colocam-se os prenomes por extenso.
!6
Exemplo:
(BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, Cassio, 2003)
(BARBOSA, C., 1959) (BARBOSA, Celso, 1988)
No sistema numérico sugere-se colocar o nome completo.
3.2.3.1.3 Diversos Documentos de Mesma Autoria
No sistema autor-data, quando existirem diversas citações de documentos de mesma
autoria, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas,
em ordem alfabética, depois da data e sem espacejamento, conforme a ordem na lista de
referências.
Exemplo:
De acordo com Rezende (2001a) (REZENDE, 2001a)
Ainda de acordo com Rezende (2001b) (REZENDE, 2001b)
3.2.3.1.4 Citações de Diversos Autores
No sistema autor-data na citação da mesma publicação, com dois autores, separam-
se os autores conforme os exemplos abaixo:
Exemplos:
Podemos definir a aprendizagem como "uma mudança relativamente permanente no
comportamento e que ocorre como resultado de prática¨ (HELGARD; ATKÌNSON, 1979, p.
270).
Helgard e Atkinson (1979, p. 270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-a
com mudanças comportamentais.
!#
Quando se quer referir, numa única citação, idéias de vários autores, defendidas em
diversas publicações, mencionadas simultaneamente, devem ser registrados os nomes dos
autores, em ordem alfabética, separados por ponto-e-vírgula.
Exemplo:
Diversos autores salientam a importância do acesso à internet e a consideram
como uma "ferramenta fundamental na composição do cenário econômico atual¨
(ANDRADE, 1997; DÌAS, 1985; FONSECA, 1999; SÌLVA, 2003).
3.2.3.1. Sistema de !otas de "efer#ncia
É uma variação do sistema autor-data, pois as citações remetem a uma lista de
referências ordenada alfabeticamente ao final do trabalho, além da apresentação no rodapé
da página.
No sistema de notas de referência, as citações dos documentos devem ter
numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos. Esta numeração remete a uma
nota no rodapé da página.
Não se inicia nova numeração a cada página.
Sua numeração é sobrescrita, alinhada ao texto, após a citação no texto.
Na primeira vez em que um documento é citado no texto e referenciado no rodapé, a
referência deve constar completa, ou seja, com todos os elementos. Nas citações seguintes,
na mesma página, pode-se utilizar as expressões latinas (ver item 4.2.1). Na primeira
citação deste mesmo documento nas páginas seguintes, no rodapé poderá constar apenas
o formato sobrenome-ano-página, e, nas citações seguintes, na mesma páginas, usar
também as expressões latinas. A exceção ocorre com as citações de legislação, cujas
referências em rodapé podem ser apresentadas em formato reduzido já na primeira vez em
que ocorrem no texto.
Exemplo de primeira citação de um documento no texto como um todo:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
¨Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus
constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação¨
1
!$
____________
1
LÌMA VAZ, Henrique C. de. "scritos de CilosoCia. São Paulo: Loyola, 2000. p. 25.
Exemplo de primeira citação de um documento em página subseqüente:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
¨Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus
constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação¨
2
____________
2
LÌMA VAZ, 2000, p. 25.
3.2.3.2 Citação Direta
Citação direta é a transcrição exata de palavras ou trechos de textos de um autor,
respeitando-se rigorosamente a redação, ortografia e pontuação.
É reproduzida entre aspas duplas, indicando-se o nome do autor antes ou após a
citação.
Citações curtas devem ser inseridas no texto.
Citações longas, com mais de três linhas, devem constituir um parágrafo
independente, recuado 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (sugere-
se tamanho 10), espaço um e sem aspas.
 Sistema autor-data - citação c$rta
Exemplos:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.¨Pessoa é
o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos
essenciais a subsistência e a manifestação¨ (LÌMA VAZ, 2000, p. 234).
ou
!L
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, definida
por Lima Vaz (2000, p.234) "pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo
sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação¨.
 Sistema autor-data citação longa
Exemplo:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre
como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O
existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a
singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais
seres vivos. (LÌMA VAZ, 2000, p. 234).
 Sistema notas de referência - citação c$rta
Exemplo:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
¨Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus
constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação¨
1
____________
1
LÌMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p. 25.
 Sistema notas de referência citação longa
Exemplo:
A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa
Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre
como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O
existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a
singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais
seres vivos, sendo a pessoa um todo, mas paradoxalmente um todo
aberto, porquanto no ápice da sua constituição ontológica ela se abre, pela
inteligência e pela liberdade, à universalidade do Ser e do Bem.
1
____________
1
LÌMA VAZ, 2000, p. 25.
:"
3.2.3.3 Citação Ìndireta
É a transcrição livre, também chamada de paráfrase
7
, do texto consultado. À
semelhança do que ocorre com as citações diretas, é necessário indicar o ano de
publicação entre parênteses; não é obrigatório, mas recomendável, indicar as páginas
(devendo, neste caso, prevalecer o bom senso e a consistência ao longo do texto).
Deve-se ter cuidado ao utilizar este tipo de citação para não ser confundido com
plágio. Portanto, o autor deve explicitar a intenção deixando clara a fonte. Ìmportante
lembrar que plágio, que significa apresentar como seu o trabalho intelectual de outra
pessoa, é tratado pela Lei de Direitos Autorais (9.610/98) como uma questão ética e
criminal, sujeitando o plagiador às sanções legais. É recomendável que os estudantes
concluintes comuniquem os seus orientadores em caso de dúvidas e/ou utilizem o apoio
institucional (cursos e plantões de metodologia) e o serviço de referência oferecido pela
biblioteca.
O tema deve ser reescrito e reestruturado sintaticamente (e não uma simples troca
das palavras originais do texto por sinônimos).
Exemplo:
Segundo Clóvis do Couto e Silva (1988), o grau de proximidade ou distância das
relações entre indivíduos é dado juridicamente relevante. O grau mínimo de contato é a
pertinência ao mesmo grupo social.
3.2.3.4 Citação de Citação
Deve-se fazer esforço para se ter acesso à fonte primária, isto é, à obra em que se
encontra, em primeira mão, a informação que se deseja utilizar; mas, se não for possível,
faz-se a citação de citação, ou seja, a citação de um documento a que não se teve acesso
direto. No trabalho, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) da fonte primária, não
consultada, seguido da expressão "apud¨, que significa "citado por, conforme ou segundo¨ e
o sobrenome do autor do documento consultado.
#
9ar@5rase E -ma 5orma /e reescrever com as s-as prHprias palavras Mpalavras /o
al-noN as i/Eias centrais /e -m te?to+ sem m-/ar+ porEm+ o senti/o /o mesmo.
'mportante lembrar 1-e reescrever -m te?to 1-e n8o 5or /e s-a a-toria n8o si4ni5ica
m-/ar o se- senti/o.
:1
Exemplo sistema autor-data:
A definição de pessoa para John Locke (apud SÌNGER, p.97) vem de encontro a
uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da
individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo "um ser pensante e inteligente
dotado de razão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pensante, em
tempos e lugares diferentes¨.
Exemplo sistema notas de referência:
A definição de pessoa para John Locke¹ vem de encontro a uma quebra de
paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do ser e de
seus êxitos, como sendo "um ser pensante e inteligente dotado de razão e reflexão, que
pode ver-se como tal, a mesma coisa pensante, em tempos e lugares diferentes¨..
______
¹ LOCKE apud SÌNGER, Peter. Atica pr*tica. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p. 97.
3.2.3.5 Citações de Ìnformação Verbal
Quando são dados obtidos por informação verbal (palestras, debates, comunicações
etc.), devemos indicar, entre parênteses, a expressão "informação verbal¨, mencionando-se
os dados disponíveis, em nota de rodapé.
Exemplo:
Nos EUA não há proteção constitucional ao meio ambiente. Aliás, o que encontramos
na Constituição americana é um vastíssimo e rigoroso tratamento do direito de propriedade
privada (informação verbal) ¹
_____________
¹ Palestra proferida pela prof. Antonio Herman Benjamin no curso Ìntrodução ao Direito Norte-americano,
em 21 de agosto de 2001 (UFRGS), degravada por Fernanda Nunes Barbosa.
:!
3.2.3.6 Citações de Trabalhos não Publicados
Na citação de trabalhos em fase de elaboração, este fato deve ser mencionado,
indicando-se os dados disponíveis, em nota de rodapé.
Exemplo:
3.2.3.7 Citação de Legislação
Na citação de legislação poderá ser utilizada uma entrada resumida no corpo do
trabalho (Jurisdição, número e data da lei), indicando-se a referência completa na lista de
referências, ao final do trabalho.
Exemplo sistema autor-data:
Exemplo sistema notas de referência:
Segundo Curty, Cruz e Mendes (no prelo), as notas de rodapé deveriam ser incluídas
somente no lugar que as identifica ÷ o rodapé. No entanto, é fato sabido que as notas de
rodapé não são permitidas em publicações periódicas, o que ocasionou o surgimento de notas
(de rodapé) colocadas estrategicamente à esquerda ou à direita da mancha gráfica ¹
No rodapM
_____________
¹ Apresentação de publicações periódicas científicas impressas, de autoria de Marlene Gonçalves Curty,
Anamaria da Costa Cruz e Maria Tereza Reis Mendes, a ser editado pela intertexto em 2003.
Conforme o art. 1º da Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989:
Art. 1º O ouro em qualquer estado de pureza, em bruto ou refinado,
quando destinado ao mercado financeiro ou à execução da política
cambial do País, em operações realizadas com a interveniência de
instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional, na forma e
condições autorizadas pelo Banco Central do Brasil, será, desde a
extração, inclusive, considerado ativo financeiro ou instrumento cambial.
(BRASÌL, Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989).
::
3.2.3.8 Citação de Jurisprudência
Na citação de Jurisprudência poderá ser utilizada uma entrada resumida no corpo do
trabalho (jurisdição, órgão judiciário competente, nome e número do documento, relator e
data), indicando-se a referência completa na lista de referências, ao final do trabalho.
Exemplo sistema autor-data:
Exemplo sistema notas de referência:
Conforme o art. 1º da Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989:
Art. 1º O ouro em qualquer estado de pureza, em bruto ou refinado,
quando destinado ao mercado financeiro ou à execução da política
cambial do País, em operações realizadas com a interveniência de
instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional, na forma e
condições autorizadas pelo Banco Central do Brasil, será, desde a
extração, inclusive, considerado ativo financeiro ou instrumento cambial. ¹
_________
¹ BRASÌL, Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989.
Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a possibilidade de pessoas
separadas de fato manter união estável com terceiros. Nesse sentido, cumpre transcrever:
Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro,
tendo direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que
tenham convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido
prole.(SÃO PAULO, Tribunal de Justiça, Ap. 544.013-00/11, Relator: Des.
Manuel Ramos, 1999.).
Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a possibilidade de pessoas
separadas de fato manter união estável com terceiros. Nesse sentido, cumpre transcrever:
Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro,
tendo direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que
tenham convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido
prole.¹
__________
¹ SÃO PAULO, Tribunal de Justiça, Ap. 544.013-00/11, Relator: Des. Manuel Ramos, 1999.
:4
3.2.3.9 Citação de Documento Eletrônico
As citações a documentos eletrônicos obedecem às mesmas regras quanto à
entrada no texto que as citações a documentos convencionais, seguido da expressão
"Disponível em¨ e "Acesso em¨. O link indicado deverá ser a localização exata do
documento, e não do site em geral.
Exemplo:
3.2.3.10 Citação de Publicações de Autoria Desconhecida
Quando não aparece nenhuma indicação de autoria da obra, a referência dessa
publicação tem entrada pelo título. Dessa mesma forma é feita sua citação dentro do
trabalho, indicando apenas a primeira palavra do título, em maiúscula, seguida de
reticências.
Exemplos:
No texto, sistema autor-data:
"As ÌES implementarão mecanismos democráticos, legítimos e transparentes de
avaliação sistemática das suas atividades.¨ (ANTEPROJETO ..., 1987, p. 55).
No texto, sistema notas de referencia:
Conforme a Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados:
Não pairam dúvidas de que aos Estados contratantes é lícito
propor emendas aos tratados, as quais serão incorporadas
desde que aceitas pelos Estados partes no tratado, segundo o
art. 39 da Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados
(1969)².
_________
² CONVENÇÃO de Viena sobre o Direito dos Tratados, 22 maio 1969. )nited Nations,
Disponível em: <http://www.un.org/law/ilc/texts/treaties.htm> Acesso em: 15 abr. 2005
:5
"As ÌES implementarão mecanismos democráticos, legítimos e transparentes de
avaliação sistemática das suas atividades.¨ ¹
__________
¹ ANTEPROJETO de lei. "st$do e debates. Brasilia, DF, n.13, jan. 1987. p.55.
Na lista de referências (ao final do trabalho):
ANTEPROJETO de lei. "st$do e debates, Brasília, DF, n. 13, p. 51-60, jan. 1987.
3.2.3.11 Supressões
A supressão é a eliminação de uma parte do trecho que se está citando. Usa-se o colchete com
reticências, no início, no meio, ou no final de uma citação para marcar onde ocorre a supressão.
Exemplo sistema autor data:
Meyr parte de uma passagem da crônica de "14 de maio¨, de A Semana: "Houve
sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a regente sancionou
[...]¨. (ASSÌS, 1994, v. 3, p. 583).
3.2.3.12 Ìnterpolações
A interpolação é a inserção de comentários ou observações que o redator do trabalho
acadêmico faz na citação para facilitar a leitura, salientando ou explicando alguma
expressão do trecho. Os colchetes devem aparecer sem reticências, junto à citação.
Exemplo sistema autor-data:
Afirma-se, então, o "[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, [a
exemplo do que se verificava em outros países à época] aparecendo o classicismo como
manifestação de passado colonial.¨ (CÂNDÌDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).
Exemplo sistema notas de referência:
:6
Sônia Felipe¹, ao comentar Singer, nos diz: "Os interesses devem constituir o novo
parâmetro Mtico [apresentado e defendido por Singer], e para ter interesses basta sentir dor,
sofrer ou sentir prazer, e conseqüentemente, empreender movimentos no sentido de evitar
aquela e alcançar este .¨[grifo nosso].
OOOOOOOOOOOOOOO
¹ FELÌPE, Sônia T. Natureza e moralidade. Ìgualdade antropomórfica, antropocêntrica, ou ética?
Re'ista Philosophica, n.25, p.43-75, 2004.
3.2.3.13 Erros Gráficos
Quando, numa citação, há erro gráfico ou de outra natureza, deve-se manter o texto
original, seguido da expressão latina [sic], que informa ao leitor não tratar-se de um engano
do autor, mas sim à forma como é apresentado o texto no original.
"O controlo [sic] e a avaliação são partes integrantes e necessárias de todo o processo
pedagógico¨ (BENTO, 1998, p. 115)
;,2,= /l$straçEes
Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros,
organogramas, fotografias, plantas, mapas.
Sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa,
seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos.
A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. Sua
enumeração deve constar de lista (pré texto).
:#
3.2.4.1 Quadros
Quadro pressupõe arranjo de palavras ou números dispostos em colunas e linhas,
porém predominantemente preenchidos com palavras.
Na sua formatação deve-se usar letra e entrelinha menor.
Devem ser alinhados às margens laterais do texto e, quando pequenos,
centralizados.
Usar linhas de delimitação no cabeçalho, para definir as laterais e o limite inferior do
quadro.
N$adro 1 O Pareceres do (5" e Resol$çEes do -"( para a *rea de (om$nicação Social
Fonte: MOURA, Cláudia Peixoto. Ìn: www.portal-rp.com.br/ensino/0104.htm
3.2.4.2 Figuras
Figura é a ilustração gráfica por meio de imagens representadas por desenhos ou
gravuras.
:$
5ig$ra 8 O Velocidades e s$as alteraçEes na passada
Fonte: MCDONALD, Craig. +arreira não M 'elocidade. Track Coach,
v. 161, p. 5137, 2002.
3.2.4.3 Esquemas
Esquema é uma figura que dá uma representação muito simplificada e funcional de
um objeto, um movimento, um processo, etc.
:L
3.2.4.4 Fluxogramas
Fluxograma é a representação gráfica de um procedimento ou sistema cujas etapas
ou módulos são ilustrados de forma encadeada por meio de símbolos geométricos
interconectados.
Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo baseando-
se no raciocínio lógico. Cada símbolo geométrico tem um significado próprio dentro do
processo e deve ser respeitado.
4"
5ig$ra 1H Se#Pência de passos para o remo'edor de s$Ci%os
Fonte: Orengo, 2005, p.104.
3.2.4.5 Organogramas
Organograma é um tipo específico de gráfico de uma estrutura hierárquica de uma
organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do
grupo e suas ligações.
41
5ig$ra 2H Antigo organograma das Agências da /nstit$ição +anc*ria analisada
Fonte: Elaboração do autor.
3.2.4.6 Gráficos
Depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em gráficos
com a finalidade de proporcionar uma visão rápida do comportamento do fenômeno
analisado. Serve, pois, para apresentar uma tabela de maneira simples e interessante,
tornando claros fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados.
Vários tipos de gráficos podem ser elaborados a partir do Microsoft Excel, cada um
para uma situação diferente. ¨Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a
análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas [...]¨.
8
Na linha horizontal (X) ou das abscissas, colocam-se os valores da variável
(escores).
Na linha vertical (Y) ou das ordenadas, colocam-se as freqüências observadas.
:R.5/(0 1H :astos do go'erno brasileiro e do +anco -$ndial em &ST e A/&S Q1@@92001R
Fonte: Adaptado de The World Bank Group, 2004. AÌDS and STD Control Project Ì and ÌÌ - Project
Performance Assessment Report9.
$
3>*,% /e )?cel #.". UFMS. Disponível em:
<http://www./el.-5ms.br/t-toriais/e?cel#/capit-lo#.htm Acesso em !" a4o !""$.
4!
;,2,4 Tabelas
Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado
numérico se destaca como informação central. A NBR 14724:2005 indica, para formatação
das tabelas, o documento Normas de apresentação tabular, do ÌBGE
9
.
O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu
número de ordem em algarismos arábicos.
As fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no rodapé
após o fio (linha) de fechamento.
As colunas externas devem aparecer abertas.
Deve-se utilizar fios horizontais e verticais (linhas) para separar os títulos das
colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as
colunas e fios horizontais para separar as linhas.
Exemplo:
L
'B2). 3entro /e Doc-menta68o e Dissemina68o /e 'n5orma67es. ormas de
a!resentação tabular. :.e/. *io /e Janeiro: 'B2)+ 1LL:. Disponível em:
<http://biblioteca.ib4e.4ov.br/vis-ali.acao/mono4ra5ias/vis-ali.aOcolecaoO/i4ital.phpP
tit-loQNormasR!"/eR!"apresentaR3:RA#R3:RA:o
R!"tab-larSlinTQNormasO/eOApresentacaoOTab-lares Acesso em: !" a4o. !""$
4:
Quando houver transformação dos dados numéricos obtidos na fonte, deve-se
identificar o responsável pela operação em nota geral ou específica.
Exemplo:
Fonte: Fundação Ìnstituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1980
Nota: Dados trabalhados pelo autor.
Não devem figurar dados em branco:
 Traço indica dado inexistente
 Reticências indicam dado desconhecido
 Utilizar "zeros¨ quando o dado for menor que a metade da unidade adotada para a
expressão do dado
Anteriormente à apresentação, a tabela deve ser mencionada no texto, através da
palavra Tabela (com a inicial em maiúsculo) seguida do respectivo número em arábico.
Quando muito extensas, as tabelas poderão ser apresentadas em anexo.
Exemplo:
... como demonstrado na Tabela 2....
... a inflação do período (Anexo A, Tabela 2)
;,2,6 Abre'iat$ras
Devem ser utilizadas de maneira padronizada. Na primeira vez em que forem
mencionadas no texto devem aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por
extenso. Deverão constar em lista pré-texto.
Exemplo: Organização Mundial da Saúde (OMS)
;,2,9 )nidades de -edidas e SDmbolos
44
Devem restringir-se apenas àqueles usados convencionalmente ou sancionados pelo
uso. Deverão constar em lista pré-texto.
;,2,8 N$merais
Os numerais se escrevem, via de regra, com algarismos arábicos, mas por extenso
nos seguintes casos:
· de zero a nove: oito livros, cinco mil, três milhões etc.
· as dezenas e centenas redondas: trinta, noventa, vinte mil, sessenta milhões, etc.
· os números ordinais recebem o mesmo tratamento: segundo, quinto, sexto, etc.
Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou
classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e setecentos; 247 320 e não 247 mil e
trezentos e vinte.
Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos:
· aproximação do número fracionário, como em 23,6 milhões;
· desdobramento dos dois termos numéricos, como em 23 milhões e 635 mil.
Números acima de 999 não se separam com ponto. Eles devem ser divididos por um
espaço em branco entre cada três dígitos; Ex.: 1 750 livros. Exceto no uso de anos e de
numeração de páginas; CN.: ano de 2003; página 1091.
;,2,@ Porcentagem
São sempre indicadas por algarismos, sucedidos do símbolo próprio: 5%, 70%,
128%etc. O símbolo % deve figurar junto dos algarismos.
;,; "7"-"NT0S PFST"BT)A/S
45
Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. Os títulos dos elementos pós-
textuais não são numerados e, portanto, são escritos em letras maiúsculas, corpo 14,
negritados e centralizados. Devem aparecer no Sumário.
;,;,1 :loss*rio
Relação de palavras de uso restrito empregados no texto, em ordem alfabética,
acompanhado das respectivas definições. Tem como objetivo esclarecer ao leitor sobre o
significado de termos ou expressões poucos usuais ou de sentido controverso.
;,;,2 ReCerências
Referências são conjuntos padronizados de elementos descritivos, considerados
essenciais ou complementares, que permitem a identificação individual, no todo ou em
parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais e que
tenham sido utilizados para a produção do trabalho.
É elemento obrigatório mesmo quando se faz referências em notas de rodapé, pois
reúne, em um só lugar, todo embasamento teórico do trabalho. Todo o autor citado no texto
deve constar nas referências ao final do trabalho.
Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto.
Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão explícita no texto,
isto deve ser feito em seqüência às referências, sob o título "Bibliografia Consultada¨.
A confiança e credibilidade no conteúdo de um trabalho diminuem quando uma
citação da lista de referências não existe, ou os dados não conferem.
Citar é como testemunhar um processo. Precisamos estar sempre em
condições de retomar o depoimento e demonstrar que é fidedigno.
Por isso a Referência Bibliográfica deve ser exata e precisa como
também averiguável por todos
10
Os elementos essenciais a serem referenciados são as informações indispensáveis à
identificação do documento, estando estritamente vinculados ao seu suporte. Os
1"
)3%+ >mberto. "omo se faz uma tese. ,8o 9a-lo+ 9erspectiva+ 1LL6. 9.1!#.
46
complementares são informações que facilitam a caracterização dos documentos, podendo
ser dispensados.
Os critérios para a construção de referências são estabelecidos pela NBR 6023:2002.
Destacamos alguns:
· alinhamento à margem esquerda;
· devem ser apresentadas em ordem alfabética;
· quando se referenciam obras de mesma autoria, sucessivamente, na mesma
página, podem ser substituídos, nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear
(composto por 6 caracteres) e ponto. Assim, quando tem-se mesma autoria e mesmo título,
de várias edições, substitui-se ambos os elementos por traços sublineares nas referências
seguintes à primeira.
Exemplo:
SANTOS, Pedro. /ntrod$ção ao direito. São Paulo: Saraiva, 1999.
________. &ireito romanoH uma revisão. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995.
________. ________. 2.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais 2000.
· a indicação de entrada da autoria do documento, pessoal e/ou de entidade, deve
ser grafada sempre em caixa alta. Quando em autoria pessoal, apenas os sobrenomes dos
autores são em caixa alta; e, quando a responsabilidade do documento é uma entidade,
todo o nome da entidade deve ser registrado em caixa alta, por extenso, e em ordem direta.
Exemplo:
BRASÌL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional.
"d$cação proCissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR,
1995. 24 p.
· os nomes dos autores, pessoais e/ou de entidades, devem ser separados por
ponto-e-vírgula. Quando existirem mais de três autores indica-se apenas o primeiro, seguido
da expressão et al. (esta abreviatura significa: "e outros¨). A entrada é dada para o autor que
estiver em primeiro na indicação de autoria da obra.
Exemplos:
4#
MEÌRA, Paulo Ricardo; OLÌVEÌRA, Renato Luiz Tavares. Atica em marSeting e o no'o
cons$midor brasileiro: teoria e prática para o administrador responsável. Porto Alegre: Ed.
UniRitter, 2006. 232 p.
BOURDÌEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. "l oCicio
de soci!logoH presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994. 372 p.
CÌUCCÌ, Giorgio et al. 7a ci$dad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona:
Gustavo Gili, 1975. 526 p.
· quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em
coletâneas de vários autores, a entrada dever ser feita pelo nome do responsável, seguida
da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor,
coordenador etc.), entre parênteses.
Exemplos:
COSTA, Bárbara Silva; RUDNÌCKÌ, Dani (Org.). "nsino T$rDdico e realidade prisional:
impressões dos acadêmicos de Direito do UniRitter sobre presídios gaúchos. Porto Alegre:
Ed. UniRitter, 2005. 144 p.
MASCARO, Lucia (Coord). Tecnologia e ar#$itet$ra. São Paulo: Nobel, 1990. 136 p.
· quando não existir nenhuma indicação de responsabilidade da publicação, a referência inicia
pelo título da obra, usando-se apenas a primeira palavra toda em caixa alta.
Exemplo:
COLETÂNEA de documentos de Bento Gonçalves da Silva. Porto Alegre: Comissão
Executiva do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, 1985. 335 p.
· recomenda-se o uso de apenas um dos recursos tipográficos (negrito, itálico ou
sublinhado) para dar destaque ao título do livro, nome do periódico, etc. Uma vez escolhido
um recurso, ele deve ser utilizado em todas as referências do trabalho.
Exemplo:
4$
GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). AprendiLagem de lDng$a e
literat$ra: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. 272 p.
ou
GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). A0rendi+agem de '&ngua e
'iteratura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. 272 p.
ou
GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e
literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. 272 p.
· título e subtítulo devem ser reproduzidos. São separados por dois pontos, mas só
o título deve ser destacado por recurso tipográfico.
Exemplo:
CERVO, Amado L; BERVÌAN, Pedro A. -etodologia cientDCicaH normas.
ou
VASCONCELLOS, Patrícia et al. Direito de fam&'ia$ uma introdução.
ou
SOUZA, Thiago. Administração de empresas: estudo de casos.
· a edição deve ser transcrita utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da
palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento.
Exemplo:
2. ed. (publicação em português)
5th ed. (publicação em inglês)
· indicam-se emendas e acréscimos à edição, também em forma abreviada.
Exemplo:
5. ed. rev. e aum.
2 ed. atual.
4L
· deve-se escrever o nome completo do lugar em que o livro tenha sido publicado,
sem abreviar. Quando o local de publicação não aparece no documento, utiliza-se a
expressão sine 'oco, abreviada, entre colchetes [S.l.];
· o nome da editora deve ser escrito sem os elementos jurídicos. Quando o nome
da editora não puder ser identificada no documento, deve-se indicar a expressão sine
nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.];
Exemplo:
Saraiva (e não Editora Saraiva)
Summa ( e não Ediciones Summa S.A)
· quando o local e o nome da editora não puderem ser identificados na publicação,
usa-se ambas as expressões [S.l.: s.n.];
· quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já
tiver sido mencionada, não é indicada.
Exemplo:
UNÌVERSÌDADE FEDERAL DO RÌO GRANDE DO SUL. (at*logo de teses. Porto
Alegre, 1998. 250p.
· quando a editora pertencer a uma instituição de ensino, incluir Ed. antes do nome.
Exemplo:
Ed. UniRitter
· caso nenhuma data de publicação puder ser identificada no item, registra-se uma
data aproximada entre colchetes.
Exemplo:
[1969?] data provável
5"
[1973] data certa, não indicada no item
[197-] década certa
[197-?] década provável
[18--] século certo
[ca. 1960] data aproximada
"%emplos de ReCerências8 por tipo de material H
 7/VR0S
SOBRENOME, Prenome, TDt$lo: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. Número
de páginas.
Exemplos:
CANEZ, Anna Paula et al. Acer'os ALe'edo -o$ra U :ert$m e ?oão Alberto: imagem e
construção da modernidade em Porto Alegre. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2004.
CENTRO UNÌVERSÌTÁRÌO RÌTTER DOS REÌS. (at*logo de monograCias, Porto Alegre,
2005. 57 p.
DÌAGNÓSTÌCO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64
p.
LOPES, Luiz Martins ; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de (Org.). -an$al de
macroeconomia: nível intermediário. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
SÌLVA8 Daiçon Maciel da; SOUTO, André Kraemer. "str$t$ras: uma abordagem
arquitetônica. 2. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2000. 148 p.
 (AP>T)70S &" 7/VR0S
SOBRENOME, Prenome (do autor do capítulo). Título do Capítulo. Ìn: AUTOR DO LÌVRO.
TDt$lo do li'ro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. Capítulo, páginas inicial-
final da parte.
51
Exemplos:
RUDNÌCKÌ, Dani. Prisão, direito penal e respeito pelos direitos humanos. Ìn: SANTOS, José
Vicente Tavares dos (Org.). Violências em tempo de globaliLação. São Paulo: Hucitec,
1999. p. 544-570.
HÌLLÌER, Frederick S.; LÌEBERMAN, Gerald J. Game theory. Ìn ________. Ìntroduction to
mathematical programming. 2nd ed. New York: McGraw-Hill, 1995. cap. 11, p. 514-537.
 &/SS"RTA2V"S " T"S"S
SOBRENOME, Prenome. TDt$loH subtítulo (se houver). Ano. Número de folhas. Ìndicação de tipo de
documento (tese, dissertação, monografia, trabalho de conclusão de curso). Grau (Bacharelado,
Licenciatura, Especialização, Mestrado ou Doutorado) e área de concentração, entre parênteses ÷
Ìnstituição, Local, data de defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).
Exemplo:
FELÌPPE, Beatriz Tricerri. A constr$ção da docência para o ensino mMdioH políticas
públicas educacionais em ação. 2000. 273f. Dissertação (Mestrado em Educação) -
Universidade Federal do Rio grande do Sul, Porto Alegre, 2000.
 P"R/F&/(0S (0NS/&"RA&0S "- PART" Q5AS(>()70S8
S)P7"-"NT0S8 "T(R
CONJUNTURA ECONÔMÌCA. As 400 maiores empresas do +rasil. Rio de Janeiro: FGV,
v.38, n.9, set. 1984. 135 p. Edição Especial.
 ART/:0S &" P)+7/(A2V"S P"R/F&/(AS QRe'istasR
SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo (se houver). TDt$lo
do peri!dico, Local, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e
ano.
Exemplos:
5!
ÌTAÌ, Alon. Generating permutations and combinations in lexicographical order.
?o$rnal oC the +raLilian (omp$ter SocietW, v. 7, n. 3, p. 65-68, apr. 2002.
PACHECO, Roberto Carlos dos Santos, KERN, Vinicius Medina. Transparência e gestão do
conhecimento por meio de um banco de teses e dissertações: a experiência do
PPGEP/UFSC. (iência da /nCormação, Brasília, v. 30, n. 3. 2001. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
19652001000300009&lng=en&nrm=iso&tlng=pt> Acesso em: 05 jun. 2002.
SÌLVA, Aloísio Firmo Guimarães da. Reflexos da Lei de Porte de arma sobre a competência
da Justiça Federal . ?$s Na'igandi, Teresina, ano 2, n. 25, jun. 1998. Disponível em:
<http://www1.jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=1123>. Acesso em: 14 abr. 2003.
 ART/:0S &" ?0RNA7
SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo. TDt$lo do Tornal8
Local, dia mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-
final.
Exemplos:
CLÌMA da campanha esquenta. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2006, 1. Caderno, p. 17.
ROCHA, Patrícia. Com os pés no chão: bailarinos e coreógrafos são obrigados a ter outras
atividades para se sustentar. Xero <ora8 Porto Alegre, 29 abr. 2002. Segundo Caderno, p. 6.
NASCÌMENTO, Carla. Leka deseja que sucesso do "Big brother¨ acabe logo. 5olha 0nline,
06 maio 2002. Disponível em: <http://www.folha.com.br/folha/ilustrada>. Acesso em: 06 mar.
2002.
5:
 "NTR"V/STAS
Entrevistas não publicadas:
AUTORÌA. (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data.
Exemplo:
MARÌA, Joaquim. Entrevista concedida a João de Deus. São Paulo, 20 out. 2002.
Entrevistas publicadas:
AUTORÌA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa
da entrevista.
Exemplo:
FÌUZA, R. O ponto de lança. VeTa8 São Paulo, n. 1569, 24 fev. 1999. p. 11-13. Entrevista.
Pode-se indicar o nome do entrevistador na nota de entrevista, quando for de
interesse para o trabalho.
AUTORÌA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa
da entrevista.
Exemplo:
FÌUZA, R. O ponto de lança. VeTa8 São Paulo, n. 1569, 24 fev. 1999. p. 11-13. Entrevista
concedida a Consuelo Dieguez.
 &/.R/0S 05/(/A/S
Exemplo:
BRASÌL. Decreto-Lei n. 2.423, de 07 de abril de 1998. Estabelece critérios para pagamento
de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos na
Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências. &i*rio 0Cicial da
RepJblica 5ederati'a do +rasil, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009, 08 abr. 1988. Seção 1, pt.
1.
54
 (0N:R"SS0S8 (0N5"RGN(/AS8 "N(0NTR0S " 0)TR0S "V"NT0S
(/"NT>5/(0S (0NS/&"RA&0S N0 T0&0
NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. TDt$lo$ subtítulo da publicação
(se houver). Local: Editora, data. Número de páginas ou volumes.
Exemplo:
CONGRESSO DE ÌNÌCÌAÇÃO CÌENTÍFÌCA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrYnicos...
Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/htm>. Acesso em: 21
jan, 2000.
 TRA+A7<0S P)+7/(A&0S "- "V"NT0
SOBRENOME, Prenome (do autor do trabalho). Título. Ìn: NOME DO EVENTO, número do
evento., data, Local, TDt$lo do doc$mento,,, Local: Ìnstituição em que se realizou o evento,
data. Páginas inicial-final.
Exemplo:
TEMPLE, Giovana; POKER, José Geraldo A. B. Ìnteligência artificial e o direito. Ìn:
SEMÌNÁRÌO DE ÌNÌCÌAÇÃO CÌENTÍFÌCA, 2, 2000. Anais... Marília: Fundação de Ensino
Euripides Soares da Rocha, 2000. p. 55.
 (0NST/T)/2V"S
PAÍS, ESTADO ou MUNÌCÍPÌO. Constituição (data de promulgação). Título: subtítulo (se
houver). Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes. (Série, se
houver)
BRASÌL. Constituição (1988). (onstit$ição da RepJblica 5ederati'a do +rasilH
prom$lgada em 4 de o$t$bro de 1@88. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed.
São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).
55
 (F&/:0S
PAÍS, ESTADO. Título do código: subtítulo (se houver). Notas (se houver). Edição. Cidade
de Publicação: Editora, data. Páginas. (Série ou Coleção)
BRASÌL. Código civil. 0rganiLação dos te%tos8 notas remissi'as e Dndices por ?$areL de
0li'eira. 46. ed., São Paulo, Saraiva, 1995
 7"/S
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNÌCÍPÌO. Número da Lei e data da publicação. Objeto da
Lei. /ndicação de p$blicação #$e di'$lgo$ a 7ei, e outros dados da publicação como
volume, número, páginas e ano.
Exemplos:
BRASÌL. Decreto-lei nº 2.481, de 3 de outubro de 1988. Dispõe sobre o registro provisório
para o estrangeiro em situação ilegal em território nacional. &i*rio 0Cicial Zda[ RepJblica
5ederati'a do +rasil, Poder Executivo. Brasília, DF, 4 out. 1988. Seção 1, p. 19291-19292.
BRASÌL. Lei nº 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal.
&i*rio 0Cicial Zda[ RepJblica 5ederati'a do +rasil. Brasília, 8 dez. 1999. Disponível em:
<http:www.in.gov.br/MP.leis/leis.texto.asp?id=LEÌ%209887>. Acesso em: 22. dez. 1999.
 P0RTAR/AS
ENTÌDADE COLETÌVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando houver).
Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Dados da p$blicação que transcreveu.
Exemplo:
MÌNÌSTÉRÌO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Portaria nº 322 de 16 de abril de 1998.
(ons$le%: Leis e Decisões, Brasília, v. 2, n. 18, jun. 1998.
 PAR"("R"S
56
SOBRENOME, Prenome (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e número do parecer. Relator
(se entrar pelo nome do órgão). Data do parecer. Dados da p$blicação que transcreveu o
parecer.
Exemplo:
BAPTÌSTA, Luiz Olavo. Comissão de Ìntermediação ("Flat Fee¨) ÷ Exame da legalidade do
pagamento e de sua fixação em empréstimo externo. 4, jun. 1984. Re'ista dos Trib$nais,
São Paulo, v. 595, p. 49-62, maio 1985.
 &"(R"T0S
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNÌCÍPÌO. Lei nº, Data (dia, mês e ano). Ementa. Dados
da p$blicação que transcreveu a lei ou decreto.
Exemplo:
BRASÌL. Decreto-lei n.º 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do
trabalho. 7e%: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.
 A(FR&30S8 &"(/SV"S " S"NT"N2AS &AS (0RT"S 0) TR/+)NA/S
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNÌCÍPÌO. Nome da Corte ou Tribunal. Ementa do
acórdão, sentença ou decisão
11
. Tipo e número do recurso (apelação cível ou criminal,
embargos, habeas-corpus, mandado de segurança, recurso extraordinário, etc.). Partes
litigantes. Nome do relator precedido da palavra "Relator¨. Data do acórdão (dia, mês, ano)
precedida da palavra "acórdão¨. Ìndicação da p$blicação que divulgou o acórdão. Voto
vencedor e vencido (quando houver). Se a ementa exceder quatro linhas não deve ser
transcrita.
Exemplos:
BRASÌL. Tribunal Regional Federal (5.Região). Apelação cível nº 42.441-PE (94.05.01629-
6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de
Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. 7e%: jurisprudência
do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998.
11
U-an/o a ementa 5or lon4a+ -tili.ar re4ra /e tít-los lon4os aplican/o reticVncias
5#
RÌO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça do RGS. Ação declaratória proposta antes da
decretação de falência da parte contrária. Competência do juízo de falência. Ìnteligência do
§ 2º do art. 7º da Lei de Falências. Precedentes do STJ e do TJRS. Recurso a que se dá
promivento. Agravo de Ìnstrumento. Rosan Comércio do Vestuário Ltda. Relator Ds Carlos
Alberto Alvaro de Oliveira. Acórdão 06 mar. 2003. Disponível em:
<http://www.tj.rs.gov.br/site-php/jprud/>. Acesso em 01 abr. 2003
BRASÌL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Mandado de Segurança n. 76.087-0/SP.
Recorrente: Solange do Couto Melo. Recorrido: Carlos Pierucci do Espirito Santo. Relator:
Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, 3 de março de 1998. Re'ista 5orense, v.
344, ano 94, p. 322-325, out./dez. 1998.
BRASÌL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível por ato administrativo
restringir, em razão da idade, inscrição em concurso para o cargo público. Ìn: ______.
SJm$las. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.
BRASÌL. Supremo Tribunal Federal. SJm$la n,\ 1=. Não é admissível, por ato
administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público.
Disponível em: <http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em: 29 nov.
2007.
BRASÌL. Superior Tribunal de Justiça. Ação Rescisória,,, Acórdão em ação rescisória n. 75-
RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro.
DJ, 20 nov. 1989. 7e%: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v.2, n. 5, jan.
1990.p.7-14.
 (P/ Q(0-/SS30 PAR7A-"NTAR &" /NN)AR/T0R
BRASÌL. Congresso. Comissão Parlamentar Mista de Ìnquérito dos Correios. Transcrição
literal das notas ta#$igr*Cicas da oiti'a do depoente Sr, 7$iL :$shiSen. 2005.
Disponível em: <http://www.cpmidoscorreios.org.br/depoimentos/luiz_gushiken14SET.htm>.
Acesso em: 10 nov. 2008.
5$
 V"R+"T"S &" &/(/0N.R/0 0) "N(/(70PA&/A
Custeio. Ìn: ENCÌCLOPÉDÌA e dicionário internacional. Rio de Janeiro: W.M. Jackson, 1983.
v. 6, p. 32-37.
Exemplo:
Bossa-nova. Ìn: SADÌE, Stanley (Ed.). Dicionário Grove de Música: edição concisa. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1994. P. 124-125.
 "BP0S/2V"S
SOBRENOME, Prenome, TDt$lo: subtítulo (se houver)., Local: data. número de páginas.
Catálogo de exposição, local da exposição.
Exemplo:
WERLE, Guilherme. "'isceraçEes. Porto Alegre: 2001. 20 p. Catálogo de exposição, 04 de
maio - 02 de jul. 2001, Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Cataventos.
 5/TAS &" V>&"0/&V&
TÍTULO. Direção; Produção. Local: Gravadora, data. número de fitas (tempo em minutos),
se possui áudio, cor ou p&b, informação complementar.
Exemplos:
O NOME da rosa. Direção: Jean-Jacques Annaud ; Produção: Bernd Eichinger. São Paulo:
Warner Home Vídeo, 2004. 1 DVD (131 min), widescreen, son., color.
FAYOL: como administrar. Produção Salenger Films. São Paulo: Siamar, [2000]. 1
videocassete (14 min.), VHS, son., color.
 (0-PA(T &/S(
SOBRENOME, Prenome, TDt$lo: subtítulo (se houver)., Local: Gravadora, data. Número de
CDs, informação complementar.
5L
Exemplo:
NÚCLEO de Comunicação e Computação Gráfica. (on'ênio da Secretaria -$nicipal da
($lt$ra de Porto Alegre com a 5ac$ldade Ritter dos Reis: delimitações das áreas
especiais. Porto Alegre: Núcleo de Comunicação e Computação Gráfica, 2001. 1 CD-ROM.
 "-A/7S " 7/STAS &" &/S()SS30
AUTOR da mensagem. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Mensagem recebida
por <e-mail do destinatário> em data de recebimento (dia, mês e ano).
"mail
12
H
LÌMA JUNÌOR, José. /nCl$ência da c$lt$ra organiLacional em processos de m$dança.
Mensagem recebida por: <malurigo@uniritter.edu.br> em 20 set. 2007.
7ista de &isc$ssãoH
BÌOLÌNE Discussion LÌst. 7ist maintained bW The +ases de &ados Tropical8 +&T in
+rasil. Disponível em: <liserv@bdt.ogr.br> . Acesso em: 25 out. 2007.
 &"S"N<0S TA(N/(0S
UNÌVERSÌDADE FEDERAL DE PELOTAS. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Núcleo de
Pesquisa e Extensão. -apa de saneamento8 n,18/28. Pelotas, 2001. 28f. Plantas diversas.
Originais em papel vegetal.
 PR0?"T0S &" ARN)/T"T)RA
1!
As mensa4ens 1-e circ-lam por intermE/io /e correio eletrBnico tVm car@ter
in5ormal+ interpessoal e e5Vmero+ n8o sen/o recomen/@vel se- -so como 5onte
cientí5ica /e pes1-isa
6"
AUTOR, TDt$lo: (quando não existir atribuir uma denominação entre colchetes). Data e
especificação do suporte.
Exemplo:
LEVÌ, R. "diCDcio (ol$mb$s de propriedade de 7amberto Ramengoni K R$a da PaL8
es#$ina da A'enida +rigadeiro 7$iL Antonio: n.1930. 108f. Plantas diversas. Originais
em papel vegetal e manteiga.
DATUM CONSULTORÌA E PROJETOS. <otel Porto do Sol São Pa$lo: ar condicionado e
ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul. 1996. Projeto
final. Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10
 -APAS
AUTOR, TDt$lo: subtítulo (se houver). Local, Editora, data. Tipo de mapa. Escala:
Exemplo
RÌO GRANDE DO SUL. Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. -apa geral do "stado
do Rio :rande do S$l. Porto Alegre, 2005. 1 mapa: 78 x 57 cm. Escala: 1:800:000.
;,;,; Apêndices
O apêndice é um elemento opcional. Devem constar em apêndice documentos
complementares e/ou comprobatórios do trabalho, elaborados pelo próprio autor. Esses
devem trazer informações esclarecedoras que não se incluam no texto para não prejudicar a
seqüência lógica da leitura. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
/l$stração 19 O -odelo de Apêndice
61
;,;,= Ane%os
Apresentam documentação suplementar abonadora do texto, não elaborada pelo
autor. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos
respectivos títulos.
/l$stração 18 O -odelo de Ane%o
;,;,4 >ndice
Lista de entradas ordenadas segundo determinado critério, normalmente alfabético.
É elemento opcional. Devem ser confeccionados segundo a NBR 6034:1989.
>N&/("
A
acessibilidade, 20, 21, 68, 79
automóvel, 24, 25, 44, 46, 126, 131
+
bicicleta, 120
- bicicletários, 121
- ciclovias, 121
- faixas exclusivas, 121
bilhetagem automática (ver tarifa coleta), 55
bilhete magnético, cartão magnético e cartão inteligente (ver tarifa coleta), 55
bondes, 136
6!
R"5"RGN(/AS
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Apresentação de citaçEes em
doc$mentosH NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. 4 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. (atalogação na p$blicação de
monograCiasH NBR 12899. Rio de Janeiro, 1991. 9 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Normas para datarH NBR 5892. Rio
de Janeiro, 1989. 2 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. N$meração progressi'a das
seçEes de $m doc$mento, NBR 6024. Rio de Janeiro, 1989. 2 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Preparação de Colhaderosto de
li'roH NBR 10542. Rio de Janeiro, 1988. 2 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Preparação de Dndice de
p$blicaçEesH NBR 6034. Rio de Janeiro, 1990. 3 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. 0 #$e M normaliLação. Disponível
em: <http://www.abnt.org.br/normal_oque.htm>. Acesso em: 20 mar. 2007.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. 0rdem alCabMtica: NBR 6033. Rio
de Janeiro,1989
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. ReCerências bibliogr*CicasH NBR
6023. Rio de Janeiro, 2002. 22 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Res$mosH NBR
028. Rio de Janeiro, 1990. 3 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. Trabalhos acadêmicos
apresentaçãoH NBR 14724. Rio de Janeiro, 2005. 9 p.
ASSOCÌAÇÃO BRASÌLEÌRA DE NORMAS TÉCNÌCAS. S$m*riosH NBR 6027. Rio de
Janeiro, 1989. 2 p.
CURSO de Excel 7.0. )5-S, Campo Grande. Disponível em:
<http://www.del.ufms.br/tutoriais/excel7/capitulo7.htm> Acesso em 20 ago 2008.
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ÌBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Ìnformações. Normas de
apresentação tab$lar. 3.ed. Rio de Janeiro, 1993.
OLÌVEÌRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia cientDCica: projetos de pesquisas, TGÌ,
TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
64
/l$stração 1 e 2 -odelo de -argens e "spaçamentos
/l$stração ; -odelo de (apa
(AR07/N" :0NX.7"S
N0V0S &/.70:0S S0+R" 0S ?)/XA&0S "SP"(/A/SH
)ma abordagem interdisciplinar
(AN0AS
2008
/l$stração = -odelo de 5olha de Rosto
(AR07/N" :0NX.7"S
N0V0S &/.70:0S S0+R" 0S ?)/XA&0S "SP"(/A/SH
)ma abordagem interdisciplinar
Trabalho de conclusão de curso
apresentado à Faculdade de XXXXXX do
Centro Universitário Ritter dos Reis, como
requisito parcial do título de XXXXXX em
XXXXXX.
Orientador: Prof. Dr. Pontes de Miranda
(AN0AS
2008
/l$stração 4 -odelo de 5icha (atalogr*Cica

J953 Junges, Carolina Silva
A imprescindibilidade do estudo prévio de impacto ambiental
nas atividades que envolvem organismos geneticamente
modificados / Carolina Silva Junges. ÷ 2008.
59 f.
Trabalho de Conclusão de Curso ÷ Centro Universitário Ritter
dos Reis, Faculdade de Direito, Porto Alegre, 2008.
Orientação: Paulo Régis Rosa da Silva.
1. Direito ambiental 2. Meio ambiente - legislação 3. Ìmpacto
ambiental Ì. Título.
CDU 349.6
Ficha catalográfica elaborada por Ana Glenyr Godoy CRB 10/1224
/l$stração 6 -odelo de "rrata
("NTR0 )N/V"RS/T.R/0 R/TT"R &0S R"/S
5A()7&A&" &" &/R"/T0
(AR07/N" :0NX.7"X
N0V0S &/.70:0S S0+R" 0S ?)/XA&0S "SP"(/A/S
"RRATA
/l$stração 9 -odelo de 5olha de Apro'ação
(AR07/N" :0NX.7"S
N0V0S &/.70:0S S0+R" 0S ?)/XA&0S "SP"(/A/SH
)ma abordagem interdisciplinar
Trabalho de (oncl$são deCendido e apro'ado como re#$isito parcial a
obtenção do tDt$lo de +acharel em &ireito8 pela banca e%aminadora constit$Dda
porH
]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]
Nome do ProCessor
]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]
Nome do ProCessor
]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]
Nome do ProCessor
(anoas
2008
/l$stração 8 -odelo de &edicat!ria
De/ico este trabalho ; minha 1-eri/a
m8e+ na certe.a 1-e se- cora68o
est@ repleto /e ale4ria e or4-lho.
/l$stração @ -odelo de Agradecimento
Ao meu Deus, pelo amor e força, aos
meus pais e, ao meu professor orientador
pela dedicação.
/l$stração 10 -odelo de "pDgraCe
"Se a experiência na exata apreciação
das realidades, verde como se afastam
desse objetivo os que dela se reclamam.¨
(ERASMO).
/l$stração 11 -odelo de Res$mo
RESUMO
Este artigo trata da possibilidade de adoção explícita do regime de inflation targets
pelas autoridades monetárias do Brasil, a exemplo das experiências de países como
Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Suécia, Finlândia, Austrália e Espanha. Metas
inflacionárias funcionariam, primeiro, como um mecanismo de coordenação para a
fixação de preços e salários e, segundo, como um objetivo transparente da política
monetária, cujo desempenho seria avaliado pela aderência da inflação às metas
estabelecidas. O texto apresenta as motivações que explicam a introdução do
regime, discute seus fundamentos teóricos e analisa os problemas e dilemas
associados com a sua implementação na prática. Por último, à luz da teoria e da
experiência internacional, desenvolvem-se alguns argumentos favoráveis à
implantação deste regime no Brasil.
Palavras÷chave: Sistema monetário. Ìnflação. Tratados Ìnternacionais. Direito
comparado.
/l$stração 12 -odelo de Abstract
ABSTRACT
This article deals with the possible adoption of explicit inflation targets by monetary
authorities in Brazil, following the example of the experiences of New Zealand,
Canada, the United Kingdom, Sweden, Finland, Australia and Spain. Ìnflation targets
would work, first, as a coordination device for those involved in the price and wage
setting process, and second, as a transparent aim of the monetary policy, whose
performance would be evaluated by the adherence of inflation to the targets. The
paper shows the motivations that explain the adoption of the regime, discusses its
theoretical fundamentals, and analyzes the problems and trade-offs related to its
implementation in practice. Finally, based on the theory and the international
experience, some arguments in favour of the adoption of the regime of inflation
targets in Brazil are developed.
Key - Words: Monetary system. Ìnflation. Treated Ìnternational. Comparative Law.
/l$stração 1; -odelo de 7istas
7/STAS &" 5/:)RAS
FÌGURA 1 - Localização das Províncias 60
FÌGURA 2 - Esquema estrutural de igreja 70
FÌGURA 3 - Esquema de povoado missioneiro 80
FÌGURA 4 - Ìconografia redução, Simanca

90
FÌGURA 5 - Ìconografia redução, Paris

100
/l$stração 1= -odelo de S$m*rio
S)-.R/0
1 /NTR0&)230 4
2 50R-AS &" APR"S"NTA230 6
2,1 50R-AT0 &0 PAP"78 (0RP0 &A 7"TRA " 50NT" 9
2,2 -AR:"NS

9
2,; A7/N<A-"NT0

9
2,= /N>(/0 &AS 7A)&AS 9
2,4 "SPA("?A-"NT0 8
2,6 N)-"RA230 PR0:R"SS/VA

8
2,9 PA:/NA230 8
2,8 "NTR":A &0S TRA+A7<0S @
; "STR)T)RA :"RA7 &0 TRA+A7<0

10
;,1 "7"-"NT0S PRAT"BT)A/S 11
;,1,1 (apa 11
;,1,2 5olha de Rosto

11
;,1,; 5icha (atalogr*Cica 12
;,1,= "rrata

12
;,1,4 5olha de Apro'ação 1;
;,1,6 &edicat!ria

1;
;,1,9 Agradecimentos

1;
;,1,8 "pDgraCe

1=
;,1,@ Res$mo na 7Dng$a Vern*c$la 1=
;,1,10 Res$mo em 7Dng$a "strangeira

14
;,1,11 7ista de il$straçEes 14
;,1,12 7ista de Tabelas

14
;,1,1; 7ista de Abre'iat$ras e Siglas

14
;,1,1= 7ista de SDmbolos

14
;,1,14 S$m*rio

16
R"5"RGN(/AS

49
#$
/l$stração 14 -odelo de Nota de ReCerência
DA 2>A*DA
A primeira, disciplinada no Estatuto da Criança e do Adolescente, artigo 33 e
parágrafos, traz a situação na qual o infante é colocado em família substituta, em
regra, antevendo a tutela ou a adoção. Neste caso a guarda se apresenta como uma
antecipação dos direitos e deveres da autoridade parental que serão atribuídos ao
adotante, e retirados dos pais biológicos. Daí justificase a oponibilidade contra
terceiros e contra os próprios pais que perdem o vínculo de parentesco com o filho
13
.
1:
*'WWA*D%+ Arnal/o. Direito /e Xamília. !. )/. *io /e Janeiro: Xorense+ !""4. p.
!4#.
/l$stração 16 -odelo de Nota "%plicati'a
Consiste em dar a cada um o que é seu segundo seu mérito, sua
necessidade. Deve ser entendido no seu aspecto material
14
, pois de nada vale
igualar seres desiguais. O texto constitucional foi enfático ao afirmar tal princípio
previsto no artigo 5°, parágrafo 1°, quando iguala homem e mulher em direitos e
obrigações, além de prever a igualdade de ambos na sociedade conjugal, o que
vemos no artigo 226 parágrafo 5°.
O Constituinte preocupou-se em extirpar do estado democrático de direito a
discriminação, razão pela qual deu plena igualdade a homens e mulheres, alcançou
o reconhecimento à família da união estável e igualou em direitos os filhos,
sentando-os de tratamento desigual.
14
Na explicação de José Sebastião Oliveira (2002, p. 109) "A igualdade material consiste naquela
que se efetiva na realidade fática e social, enquanto a formal é a meramente aparente, sem
efetivação no mundo empírico¨.
/l$stração 19 O -odelo de Apêndice
APGN&/(" A O A'aliação N$mMrica de (Ml$las /nClamat!rias
/l$stração 18 O -odelo de Ane%o
AN"B0 A O 7ei 5ederal N\ 4,86@
7"/ N
o
4,86@8 &" 11 &" ?AN"/R0 &" 1@9;,
Ìnstitui o Código de Processo Civil.
0 PR"S/&"NT" &A R"P^+7/(A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
a seguinte Lei:
7/VR0 /
&0 PR0("SS0 &" (0N<"(/-"NT0
T>T)70 /
&A ?)R/S&/230 " &A A230
(AP>T)70 /
&A ?)R/S&/230
Art. 1
o
A jurisdição civil, contenciosa e voluntária, é exercida pelos juízes, em todo o território
nacional, conforme as disposições que este Código estabelece.
Art. 2
o
Nenhum juiz prestará a tutela jurisdicional senão quando a parte ou o interessado a
requerer, nos casos e forma legais.
(AP>T)70 //
&A A230
Art. 3
o
Para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade.
Art. 4
o
O interesse do autor pode limitar-se à declaração:
Ì - da existência ou da inexistência de relação jurídica;
ÌÌ - da autenticidade ou falsidade de documento.
Parágrafo único. É admissível a ação declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do
direito.
Art. 5
o
Se, no curso do processo, se tornar litigiosa relação jurídica de cuja existência ou
inexistência depender o julgamento da lide, qualquer das partes poderá requerer que o juiz a declare
por sentença. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1973)
Art. 6
o
Ninguém poderá pleitear, em nome próprio, direito alheio, salvo quando autorizado por
lei.
T>T)70 //
&AS PART"S " &0S PR0()RA&0R"S
,,,