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Adjudicação é o ato judicial em que tem por objetivo a transmissão da

propriedade de uma determinada coisa de uma pessoa para outra. Esta
terá todos os direitos de domínio e posse.

É o caso, por exemplo, da adjudicação dos bens penhorados como forma
de pagamento ao credor no processo de execução por quantia certa
contra devedor solvente.

Código de Processo Civil:
Da Adjudicação:
Art. 685-A. É lícito ao exeqüente, oferecendo preço não
inferior ao da avaliação, requerer lhe sejam adjudicados
os bens penhorados.
§ 1
o
Se o valor do crédito for inferior ao dos bens, o
adjudicante depositará de imediato a diferença, ficando
esta à disposição do executado; se superior, a execução
prosseguirá pelo saldo remanescente.
§ 2
o
Idêntico direito pode ser exercido pelo credor
com garantia real, pelos credores concorrentes que hajam
penhorado o mesmo bem, pelo cônjuge, pelos descendentes
ou ascendentes do executado.
§ 3
o
Havendo mais de um pretendente, proceder-se-á
entre eles à licitação; em igualdade de oferta, terá
preferência o cônjuge, descendente ou ascendente, nessa
ordem.
§ 4
o
No caso de penhora de quota, procedida por
exeqüente alheio à sociedade, esta será intimada,
assegurando preferência aos sócios.
§ 5
o
Decididas eventuais questões, o juiz mandará
lavrar o auto de adjudicação.
Art. 685-B. A adjudicação considera-se perfeita e
acabada com a lavratura e assinatura do auto pelo juiz,
pelo adjudicante, pelo escrivão e, se for presente, pelo
executado, expedindo-se a respectiva carta, se bem imóvel,
ou mandado de entrega ao adjudicante, se bem móvel.
Parágrafo único. A carta de adjudicação conterá a
descrição do imóvel, com remissão a sua matrícula e
registros, a cópia do auto de adjudicação e a prova de
quitação do imposto de transmissão.

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Expropriação - D.Processual Civil - Aula 03 e 04/11/2011
PROCESSO DE EXECUÇÃO... Art. 566, CPC
EXPROPRIAÇÃO – Art. 685-A, CPC Quando não há a defesa por parte do devedor, por qualquer
motivo, haverá a expropriação, ou seja, a retirada do patrimônio do devedor que foram
penhorados para a satisfação do credor. Esta Expropriação pode ser feita de diferentes formas:
FASES DE EXPROPRIAÇÃO: 1. Adjudicação Art. 685-A, CPC – transferência do bem do
patrimônio do executado para o patrimônio do exequente pelo valor avaliado;
2. Alienação por iniciativa particular – Art. 685-C, CPC – não havendo interesse por parte do
credor em ficar com o bem, mas indica um interessado em comprar o bem, de acordo com o
valor avaliado em juízo;
3. Alienação em Hasta Pública – Art. 686, CPC – não havendo interesse nem por parte do
credor, nem de outro. Publica-se em editais os bens que estão sendo vendidos, cujo lance, no
1º leilão não deve ser inferior ao valor de avaliação;no 2º leilão por qualquer valor desde que
não caracterize preço vil (abaixo de 50% da avaliação). Se o imóvel for arrematado no leilão
em pagamento parcelado, este será hipotecado.
Nota: Quanto ao pagamento da penhora por ordem dos credores:
• Paga-se primeiro os credores de garantia legal (trabalhista, fiscal, fornecedores,
quirografários), depois paga-se por ordem de penhora (quem penhorou 1º recebe primeiro);
• Execuções universais ou coletivas são rateadas de forma igual.
EXECUÇÃO FUNDADA EM TITULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL O ato que instaura o titulo
executivo extrajudicial é a PETIÇÃO, que dá inicio ao processo se submete aos requisitos
genéricos de qualquer petição previstos no art. 282, CPC.
Na petição inicial deve conter: em seu próprio corpo ou em documento em anexo:
1. A discriminação do crédito exigido atualizado, que está sendo cobrado(elemento essencial
que possibilita a defesa do acusado);
2. Acompanhada pelo título executivo original.
Estando apta a petição o juiz fará a citação do réu.
1. A Citação será feita por oficial de justiça (exceção ao regime geral do CPC que estabelece
como regra a citação pelo correio). Nota: Regime diferenciado para a execução fiscal 6.830/80,
exceção da exceção, esta é feita pelo correio.
2. Ele é citado para pagar, no prazo de 3 dias(não é para fazer sua defesa), sob pena de não
pagando serem penhorados bens, quantos forem necessário para a quitação do crédito;
STF STJ OAB SENADO CONJUR
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26/6/2014 Sala de Direito: Expropriação - D.Processual Civil - Aula 03 e 04/11/2011
http://www.saladedireito.com.br/2011/10/expropriacao-dprocessual-civil-aula-03.html 2/6
Se o oficial de justiça não encontra o devedor, mas encontra bens ele irá fazer o arresto dos
bens art. 653, CPC (procedimento cautelar, preparatório da penhora, onde se lista os bens que
encontrou no local, ficando estes na guarda de um fiel depositária, não podendo se desfazer
deste bem).
• O oficial irá, pelos 3 vezes, nos dez dias seguintes tentar citar o executado. § único do art.
653, CPC, não encontrando o executado nestas 3 tentativas irá ser feita citação por edital.
• Não encontrou o executado e também não encontrou bens (faz diligencias para tentar
encontrar bens: no detran, no registro de imóveis, junta comercial, e por ultimo nos bancos).
Se o executado é citado deverá pagar em 3 dias: (art. 652, CPC) • Se o executado comparece e
paga extingue o crédito 794, I, CPC;
• Se o executado não paga o oficial de justiça irá proceder apenhora dos bens e avaliação,
salvo quando houver a necessidade de um conhecimento técnico para avaliação (ex. obra de
arte) e intima o executado e seu cônjuge;
No cumprimento da sentençaa intimação a penhora é o marco inicial para o prazo da defesa
do executado. Na execução de título extrajudicialcabe embargos do executado (art. 745-A o
termo inicial para o oferecimento destes embargos não é a intimação da penhora, mas sim a
juntado aos autos do mandado de intimação. Desvinculação da defesa do executado da
garantia do juízo. § 5° do 652, CPC onde o juiz pode dispensar a intimação do executado.
Perdeu significação, pois não dá mais sequencia a nada.
Art. 745 – Defesa por embargos- Ação autônoma constitui uma relação jurídica processual
nova, instaura um processo de conhecimento, onde se discute. Não houve cognição prévia, ou
seja, não foi submetido ao judiciário, desta forma precisa ser mais ampla.
• Pode ser alegada qualquer matéria de defesa tanto matéria de mérito (falsidade do título,
por exemplo, ou não houve a entrega do produto) quanto amatéria judicial/processual (ex.: o
oficial não foi citar o executado);
• Não tem efeito suspensivo automático terá regular andamento, independente da existência
dos embargos a penhora será realizada; depois se transforma em perdas e danos, salvo se o
juiz atribuir efeito suspensivo, caso haja relevância, trazida na argumentação do embargo pelo
executado.
• O Procedimento seguido é o Ordinário, interposto o embargo, o exequente será intimado
para se defender dos embargos, no prazo de 10 dias.
• Pode haver produção de provas.
• É incidente ao processo de execução.
• Constitui relação processual autônoma, a decisão final será sempre uma sentença.
• Competência funcional é o local onde foi proposta a ação, ou seja, no mesmo juízo da
execução, competência funcional por fases do processo.
• Não precisa de garantia do juízo, ou seja, não precisa ter a execução garantida por penhora
para se defender, desvinculou a defesa do executado da garantia do juízo. A Exceção de pre-
executividade ou objeção de executividade, não tem previsão legal, é um construção de
Pontes de Miranda, quando houver matéria de ordem pública. Antigamente a defesa era
vinculada a existência de garantia. Pontes de Miranda fez um parecer onde a Siderúrgica
Manesmman, defende a possibilidade do executado se defender no processo, sem a garantia
do juízo, pois esta implicaria praticamente em todo o seu patrimônio. Coletânea 10 anos de
parecer de Pontes de Miranda. Ainda temos processo de execução ou fases executivas que
ainda exigem a garantia do juízo para a defesa no cumprimento da sentença e na execução
fiscal, para se defender precisa garantir
Art. 745-A – Parcelamento compulsório do crédito em execução - No prazo de 10 dias irá fazer
depósito de 30% e divide o restante em 6 parcelas, independentemente da concordância do
credor (existe uma discussão sobre a imposição de aceitação deste parcelamento por parte do
credor) se o devedor não pagar o acordado, fecha-se a porta das vias de embargos por parte
do devedor, e terá um bônus de multa de 10% dos saldos não pagos, preclui-se a discussão
sobre a legitimidade do crédito, onde o devedor, se não cumprir terá a penhora dos bens.
Antigamente o executável tinha a possibilidade de indicar os bens a serem penhorados Hoje
não existe esta preferência deve seguir a previsão do art. 655, CPC.
Da Execução Lastreada em um titulo executivo, liquido, certo e exigível (títulos executivos
Arrolados no 475-N, CPC) que se cumpre por meio do cumprimento de sentença; com
processo de conhecimento anterior que agora é executada.