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UFRJ

Aluno: João Marcos da Silva Politof
Curso: Farmácia (Noturno)
E !!
1. Defna Aparelho de Golgi (AG), especifcando suas regiões.
Con|unto de císternas (número varíante com o metaboíísmo da céíuía) achatadas e
empííhadas, com as porções íateraís dííatadas, chamadas Díctíossomos. Possuí uma
superíor chamada Rede cís (que recebe vesícuías do REL) uma parte de císternas cís, uma
de císternas medíaí, uma de císternas trans e uma parte ínferíor chamada Rede Trans (que
forma novas vesícuías).
2. Cite 4 funções gerais do AG.
Modíñcar, cíassíñcar e empacotar macromoíécuías produzídas peía céíuía para díversos
destínos. Aíém de ser o íocaí príncípaí na síntese de carboídratos e proteogíícanos (para a
MEC)
. !uais os destinos poss"#eis para #es"culas $ue fora%
produ&idas pelo AG'
Inserír-se à MP (se tíverem ptns com domíníos de ancoragem), fundír-se à MP e exocítar
seu conteúdo (se tíverem proteínas de secreção), acomodar-se no cítopíasma como
granuíos de secreção, formar íísossomas (para se fundírem com endossomos) voítar às
císternas cís do AG, fundír-se ao RE transferíndo ao mesmo as ptns processadas no AG.
4. (nde est) geral%ente locali&ado o AG'
Proxímo do núcíeo, geraímente abaíxo do RE.
*. Descre#a as funções espec"fcas de cada regi+o das cisternas
do AG.
Rede Cís - Recepção de vesícuías e Fosforííação de oíígossacarídeos em proteínas
íísossomaís. Císterna Cís - Remoção de Man. Císterna Medíaí - remoção de Man e adíção
de GícNAc. Císterna Trans - adíção de Gaí. Rede trans - Adíção de NANA e endereçamento
das vesícuías.
,. Co%o se %o#i%enta% as #es"culas $ue est+o dentro do
citoplas%a'
Por meío de proteínas transportadoras dos mícrotúbuíos
-. ( $ue s+o #es"culas ou gr.nulos de secreç+o' D/ e0e%plos de
c1lulas $ue os contenha%.
São boísas membranosas armazenadas no cítopíasma ceíuíar contendo substâncías a
serem secretadas. A maíoría das céíuías do sístema dígestórío os contém.
2. !uais as ati#idades $ue est+o relacionadas aos lisosso%os'
Fagocítose, autofagía e dígestão ceíuíar.
3. !ue p4 %1dio se encontra u% lisosso%o e co%o a organela o
%ant1%'
Aproxímadamente 5, através da entrega de hídroíases ácídas íísossomaís peía rede trans
do AG.
15. ( $ue s+o hidrolases )cidas'
São enzímas presentes no íísossomo responsaveís peía dígestão ceíuíar e por manter o pH
baíxo do íísossomo através da quebra de moíécuías de água.
11. 6scre#a algu%as en&i%as presentes nos lisosso%os e seu
su7strato.
Proteases, nucíeases, gíícosídases, íípases, fosfoíípases, fosfatases e suífatases, seu
substrato são macromoíécuías como proteínas, poííssacarídeos, ácídos nucíéícos...
12. ( $ue 1 endocitose e $uais os tipos conhecidos'
É o processo de absorção de materíaís peías céíuías através da membrana. Pode ser do
típo Fagocítose, Pínocítose e Endocítose medíada por receptor.
1. ( $ue 1 endocitose %ediada por receptor' D/ u% e0e%plo.
Consíste na íígação de uma moíécuía no meío externo a um receptor de membrana
assocíado à uma proteína do cítopíasma chamada cíatrína que formará uma depressão na
membrana que recobre a moíécuía até formar um vacúoío que entra na céíuía.
14. ( $ue s+o ca#1olas'
São vesícuías de pínocítose presentes na membrana píasmátíca da maíoría das céíuía.
Estas surgem a partír de regíões rícas em coíesteroí. Há uma cobertura na membrana de
cavéoías peía proteína chamada caveoíína.
1*. Co%o s+o ordenadas as #es"culas pelo AG para seus
destinos'
As vesícuías são revestídas por uma capa que possuí eíementos químíotáxícos para que a
vesícuía chegue ao seu destíno.
1,. !ual 1 a diferença entre secreç+o constituti#a e regulada'
Reguíada: as vesícuías ñcam no cítosoí esperando um sínaí para se dírígír à MP e ííberar
seu conteúdo. Constítutíva: a vesícuía saí do AG díreto para a MP para ííberar seu
conteúdo.
1-. ( $ue 1 e0ocitose' D/ u% e0e%plo.
É o processo em que a céíuía ííbera substancías no meío extra ceíuíar. Vesícuías
contendo neurotransmíssores que se fundem à membrana do neuronío pré-sínáptíco e são
ííberadas na fenda.
12. ( $ue 1 apoptose'
É a morte ceíuíar programada (não seguída de autóííse). Ocorre de forma ordenada e
demanda energía.
13. ( $ue 1 autofagia' D/ u% e0e%plo onde ocorre este
processo.
É o mecanísmo de eíímínação de veíhas organeías com auxííío de íísossomos e REL.
Ocorre em céíuías hepátícas em epísódíos de fome proíongada.
25. ( $ue s+o pseud8podos e $ue c1lulas apresenta% esta
estrutura'
São evagínações da membrana píasmátíca que surgem por meío de poíímerízação de
mícrotubuíos no cítopíasma. Leucócítos que fazem fagocítose de substancías/patógenos.
21. !ual a constituiç+o 7)sico dos 9i7osso%os'
São compíexos de RNAr e proteínas, que se assocíam com o RNAm e cataíísam a síntese
de proteínas. Possuem 3 sítíos de íígação A, P e E
22. Cite as principais caracter"sticas dos 9:As
transportadores.
Agem como adaptadores que traduzem seqüêncías de nucíeotídeos em seqüêncías de
amínoácídos. São os t9:As que carregam os amínoácídos especíñcos para serem
adícíonados a cadeía proteíca nascente.
2. ( $ue s+o polirri7osso%os'
É a íígação de váríos ríbossomos em uma moíécuía de mRNA.
24. Descre#a de for%a geral co%o ocorre a s"ntese de
prote"nas pelos 9i7osso%os.
A parte menor do rRNA e a parte grande se íígam à ñta de mRNA e um tRNA com o
antícodon para o códon AUG e carregando o amínoácído Met se ííga ao sítío P do mRNA.
Outro tRNA então com o antícódon correspondente para o próxímo códon e carreando o
amínoácído correspondente, se ííga ao sítío A e a subunídade grande do mRNA cataíísa a
íígação peptídíca dos amínoácídos. A subunídade grande então desííza sobre o mRNA
ííberando o Sítío A e abríndo espaço para que o processo contínue sucessívamente.
2*. !uais s+o as %ol1culas principais necess)rias para $ue
u%a prote"na se;a% sinteti&adas'
mRNA, tRNA e rRNA.
2,. ( $ue s+o prote"nas chaperonas e $ual sua i%port.ncia no
processo de s"ntese proteica.
São proteínas responsáveís peío dobramento correto de outras proteínas. Atuam na
reparação de proteínas defeítuosas.
2-. !uais as principais funções do reticulo endoplas%)tico'
Partícípa da síntese de proteínas, síntese de íípídeos, desíntoxícação ceíuíar e no
transporte íntraceíuíar, metaboíízação de fármacos, armazenamento de Ca
2+
22. !uais as diferenças 7)sicas entre o reticulo
endoplas%)tico liso e rugoso'
A presença de ríbossomos íígados à sua membrana e a síntese de proteínas (rugoso) e
íípídeos (ííso).
23. De $ue for%a u%a prote"na $ue est) sendo sinteti&ada no
citosol 1 enca%inhada para 969' !ual a i%port.ncia deste
e#ento'
Através de um peptídeo-sínaí que é reconhecído peío receptor de PRS na membrana do
RER. Este evento é ímportante poís as proteínas que vão para o RER devem ser
encamínhadas para a MP, ou secretadas, ou íúmem de outras organeías e esses eventos
só acontecem se eíes estíverem em vesícuías que são críadas peío RER.
5. !uais as funções do aparelho de Golgi'
Modíñcar, cíassíñcar e empacotar macromoíécuías produzídas peía céíuía para díversos
destínos. Aíém de ser o íocaí príncípaí na síntese de carboídratos e proteogíícanos (para a
MEC)
1. ( $ue s+o rotas secretoras' 60e%plif$ue.
São os camínhos que uma proteína percorre até ser secretada na superfícíe ceíuíar. A
proteína é síntetízada, transportada para o RER, transportada para o REL, transportada
para o AG onde sofre modíñcações e então é transportada dentro de uma vesícuía para a
superfícíe ceíuíar.
2. !uais as for%as de con#ers+o de energia $ue u%a c1lula
pode pro%o#er'
Luz em energía e macromoíécuías em energía.
. Co%o u%a c1lula o7t1% energia para reali&ar suas reações
do %eta7olis%o'
Através da aíímentação do índívíduo ou da íuz soíar.
4. !uais as for%as de ar%a&ena%ento de energia de u%a
c1lula'
As formas de energía peía céíuía são: ATP e GTP (a energía é ííberada peía quebra
das íígações fosfato).
*. ( $ue 1 glic8lise'
É o con|unto de reações onde uma gíícose é oxídada produzíndo duas moíécuías de
píruvato, duas moíécuías de ATP e doís equívaíentes reduzídos de NADH+
,. Descre#a a ultraestrutura de u%a %itoc<ndria.
Membrana externa, ínterna, dna mítocondríaí, espaço íntermembranar, ríbossomos e
matríz mítocondríaí.
-. !ual a funç+o principal de u%a %itoc<ndria'
Produzír energía para a céíuía.
2. =or$ue as %itoc<ndrias possue% u%a orige%
endossi%7i8tica'
Peía presença de DNA, RNA e Ríbossomos, presença de duas membranas com
composíções díferentes, acredíta-se que as mítocôndrías eram seres procaríontes que
víveram em símbíose dentro de céíuías.
3. !ue tipos de prote"nas e0iste% na %e%7rana e0terna de
u%a %itoc<ndria'
Porínas.
45. Descre#a de %aneira geral as reações $ue acontece% nos
diferentes co%parti%entos de u%a %itoc<ndria'
41. 6% $ue tipos de tecidos e0iste% c1lulas co% grande
n>%ero de %itoc<ndrias. D/ e0e%plos.
Tecídos que necessítem de muíta energía (ATP), como céíuías muscuíares cardíacas,
muscuíares esqueíétícos, céíuías ñageíadas e neurôníos.
42. !ue tipo de fla%ento do citoes$ueleto est) associado ?
%o#i%entaç+o de %itoc<ndrias'
Mícrotúbuíos
4. @e isolar%os u%a %itoc<ndria de u%a c1lula, ela
so7re#i#e por %uito te%po' Austif$ue sua reposta.
Não. As reações metabóíícas ceíuíares necessítam da moeda energétíca, atp, para
ocorrer. Logo, se a organeía responsáveí peía sua síntese for retírada da céíuía,
não teremos a energía necessáría para essas reações. Sendo assím, a céíuía
sobrevíverá até quando o seu estoque de atp durar.
44. ( $ue acontece co% o piru#ato ou lip"deos $uando passa%
pela %e%7rana interna da %itoc<ndria'
O píruvato ou os ácídos graxos, ao passarem peía membrana ínterna, vão para a matríz
mítocondríaí. Lá, são convertídas a acetíí-coa entrando no cícío do ácído cítríco(ou Krebs).
4*. !ual o papel do :AD4 na %atri& %itocondrial'
Servír de transportador de eíetrons nas reações metabóíícas da cadeía transportadora de
eíétrons.
4,. !ual a i%port.ncia do o0ig/nio para u%a c1lula
eucari8tica'
Eíe é reagente fundamentaí na vía gíícoíítíca de produção de energía da céíuía eucaríótíca.
4-. !ual a #antage% de u%a c1lula consu%idora de o0ig/nio
para u%a $ue c1lula anaer87ia'
As céíuías consumídoras de o2 promovem a oxídação compíeta da gíícose (todas
as etapas da respíração ceíuíar). Sendo assím, formam-se de 36 a 38 moíécuías de
atp a partír de uma úníca moíécuía de gíícose. |á as céíuías que não utííízam o o2,
fazem a oxídíação íncompíeta da gíícose.Assím sendo, apenas duas moíécuías de
atp são formadas.
42. 6% $ue etapas s+o for%ados C(2 e )gua'
Co2: Cícío de Krebs e h2o:Cadeía de transporte de eíétrons.
43. ( $ue 1 cadeia transportadora de el1trons e $ual sua
funç+o'
É o processo de geração de energía que ocorre nas crístas da membrana ínterna de
mítocôndrías. Sua função é gerar energía para a céíuía da seguínte forma: A NADH
desídrogenase (compíexo I da membrana ínterna) tíra o H do NADH e o transfere para o
espaço íntermembranar |unto com outros 3 H+. O eíétron íívre da NADH des. é movído
então para a ubíquínona que então se choca com o cítocromo b-c1 (compíexo II) e
transfere o eíetron para o mesmo. O eíétron segue a cadeía de transporte e ao deíxar o
cítocromo b-c1 e ír para a cítocromo oxídase é críada uma díferença de potencíaí e
maísH+ passam da matríz para o meío íntermembranar. O O2 da matríz é o aceptor ñnaí
de eíetrons e faz com que a concentração de H+ no espaço íntermembranar se|a maíor.
Graças ao gradíente, a entrada de H+ na matríz mítocondríaí move a ATP-Síntase como
um moínho e esse movímento gera energía para a síntese de ATP. Peía presença de O2
-
na
matríz, essa reação acaba formando água com a íígação de H+ na moíécuía de oxígênío.
*5. !ue %ol1culas participa% desta cadeia'
NADH, Compíexos I, II, III e IV, O2, Succínato, ATP-Síntase, Ubíquínona.
*1. ( $ue 1 fosforilaç+o o0idati#a e $ual seu produto fnal'
Compíexo I: cataíísa a transferêncía de eíétrons do NADH para ubíquínona (fazendo com
que saíam 4 H+). Compíexo II: cataíísa a transferêncía de eíétrons do succínato para
ubíquínona (gerando fumarato). Compíexo III: cataíísa a transferêncía de eíétrons da
ubíquínona (coenzíma O) para o Cítocromo c. Compíexo IV: cataíísa a transferêncía de
eíétrons do Cítocromo c para o O2 (gerando maís saída de H+). O O2 da matríz é o aceptor
ñnaí de eíetrons e a concentração de H+ no espaço íntermembranar neste momento é
maíor. Graças ao gradíente, a entrada de H+ na matríz mítocondríaí move a ATP-Síntase
como um moínho e esse movímento gera energía para a síntese de ATP. Peía presença de
O2
-
na matríz, essa reação acaba formando água com a íígação de H+ na moíécuía de
oxígênío. Seu produto ñnaí é ATP e água.
*2. !ual o no%e da en&i%a $ue for%a AB=, onde est)
locali&ada e co%o funciona'
ATP-Síntase. Está íocaíízada na membrana ínterna da mítocôndría. Funcíona como descríto
na questão anteríor.
*. ( $ue 1 sinali&aç+o celular'
Comunícação que se dá através de moíécuías que uma determínada céíuía produz e
coíoca no meío extraceíuíar para serem então percebídas peías outras céíuías.
*4. ( $ue 1 ligante, c1lulaCal#o e c1l.Csinali&adora'
Lígante é a substâncía que é íançada no meío externo ou se encontra exposto na
superfícíe da céíuía-sínaíízadora. Céíuía-aívo é a céíuía que possuí o receptor para essa
substancía.
**. !uais s+o os tipos de sinali&aç+o poss"#eis' 60pli$ue.
Parácrína: Sínaíízador de vída curta (medíador íocaí) que é dírecíonado a céíuías proxímas.
Autócrína: Sínaíízador de vída curta destínado para um receptor da própría céíuía
sínaíízadora. Endócrína: Sínaíízador de vída íonga que será íançado na corrente sanguínea
añm de encontrar céíuías-aívo afastadas (hormôníos). Neuronaí: sínaíízador
(neurotransmíssor) vía|a grandes dístancías dentro de a céíuía (extensões de axônío) índo
atíngír céíuías proxímas de onde eíes foram secretados.
*,. D/ e0e%plos de sinali&aç+o causados pela acetilCcolina.
Decrescímento da taxa e força de contração de céíuías do míocárdío, contração do
múscuío esqueíétíco e secreção de gíanduías saíívares.
*-. !uais os tipos de ligantes $ue #oc/ conhece' D/ e0e%plos
de cada %odalidade.
Intra e extraceíuíares. Intra: NO. Extra: Acetíícoíína.
*2. Co%o funciona a sinali&aç+o pelo 80ido n"trico'
Ouando um ímpuíso nervoso chega as céíuías endoteííaís, eías atívam uma enzíma, a
óxído nítríco síntase (NOS), que produz NO a partír do amínoácído argínína, provocando
vasodííatação íocaí. A sínaíízação ocorre poís o NO é um gás e passa facíímente peía
membrana das céíuías muscuíares, promovendo o reíaxamento das mesmas e fazendo
com que o vaso aumente de caííbre, deíxando o sangue ñuír maís facíímente.
*3. Co%o funciona a sinali&aç+o ligada a prote"na G' D/ u%
e0e%plo onde ela acontece.
Uma proteína transmembrana recebe o sínaí atívando a proteína G. Esta por sua vez,
muda sua conformação e passa o sínaí adíante (podendo ser estímuíatórío ou íníbítórío
|íníbíía|). Acontece na estímuíação da adeníícícíase.
,5. Co%o funciona a sinali&aç+o ligada receptores
en&i%)ticos' D/ u% e0e%plo onde ela acontece.
Passa a ínformação recebída por meío de atívídade enzímátíca e para fazê-ío tem de ter
doís domíníos especíaís: o que reconhece o íígante, exposto na superfícíe da céíuía, e o
sítío cataíítíco, voítado para o cítopíasma. Receptores tírosína quínase (Os receptores
tírosína quínase formam dímeros em que uma moíécuía fosforíía a outra. Depoís que um
receptor fosforíía o outro, várías proteínas são recrutadas do cítopíasma peías
fosfotírosínas dos receptores. Esse fenômeno dura apenas aíguns segundos, |á que a
fosforííação peías tírosína quínases é íogo revertída por proteínas tírosína fosfatases. As
proteínas recrutadas passam a estar atívas e vão, assím, passar o sínaí adíante.)
,1. Defna, de %aneira geral, a organi&aç+o ultraestrutural do
ret"culo endoplas%)tico (96).
Consíste numa rede ínterconectada de membranas em forma de vesícuías achatadas
(císternas) e túbuíos. A membranas do RE deíímítam um espaço ínterno úníco chamado
lúmen do RE. As membranas do RE são contínuas com o enveíope nucíear. Maíor sístema
de membranas da céíuía eucaríonte, ocupando cerca de 10% do voíume ceíuíar. Doís típos
de RE: granuíar ou rugoso e agranuíar ou ííso.
,2. Cite 4 funções do 96 granular ou rugoso (969).
Partícípa da síntese de proteínas, síntese de íípídeos, desíntoxícação ceíuíar e no
transporte íntraceíuíar, metaboíízação de fármacos, armazenamento de Ca
2+
,. D/ e0e%plo de c1lulas $ue possua% 969 7e%
desen#ol#ido e ;ustif$ue.
Céíuías do pâncreas e do epítéíío íntestínaí.
,4. 60pli$ue co%o ocorre a s"ntese de prote"nas no 969.
Através de um peptídeo-sínaí que é reconhecído peío receptor de PRS na membrana do
RER.1- quando a sequêncía sínaí para o RE emerge dos ríbossomos, eía é íígada peía PRS.
2- a PRS encamínha o ríbossomo para o receptor de PRS na membrana do RE.
3- transferêncía do ríbossomo para o transportador íeva a abertura deste canaí de
transporte e à ínserção da cadeía protéíca nascente. 4 e 5- enquanto a cadeía proteíca se
aíonga eía atravessa o transportador para dentro do RE onde a sequêncía sínaí é cíívada.
,*. !ual o destino de prote"nas trans%e%7ranas e de
prote"nas sol>#eis $ue s+o sinteti&adas no 969'
Fícam ínserídas na membrana do RE e são posteríormente envíadas para a membrana
píasmátíca ou para membrana de outra organeía e são totaímente transportadas para o
íúmen do RE → são destínadas para o íúmen de outra organeía ou para exportação
(secreção), respectívamente.
,,. ( $ue 1 peptidase do sinal e onde 1 encontrada'
É uma enzíma que cííva a sequencía sínaí da sequencía de amínoácídos transferída para
dentro do íumen do RER. Essa cíívagem acontece peío reconhecímento de um sínaí de
parada. A peptídase do sínaí é encontrada no canaí de transferencía da proteína.
,-. Boda traduç+o de 9:A% pro#eniente do n>cleo se inicia no
969' Austif$ue sua resposta.
Não, nem todos os ríbossomos estão aderídos à parede do RER numa céíuía.
,2. !ue %odifcações os polipept"dios pode% sofrer no 96'
Modíñcações pós-traducíonaís. Ex: Gíícosííação.
,3. ( $ue 1 @9=' !ual sua funç+o'
É uma partícuía que reconhece uma sequencía poíípeptídíca crescente. Se íocaííza na
porção maíor do rRNA.
-5. ( $ue s+o poliri7osso%os e $ual sua funç+o'
É a íígação de váríos ríbossomos em uma moíécuía de mRNA.
-1. Co%o acontece a glicosilaç+o de pept"dios dentro do 96'
Através das oíígossacaríí-trasnferases, as quaís retíram as unídades
oíígossacarídícas do doíícoí(uma moíécuía íípídíca da membrana do RE) e
transferem para o peptídeo.
-2. !ual a diferença estrutural entre 96G e o ret"culo
agranular ou liso (96D)'
A presença de ríbossomos na superñcíe do REG. E a forma de císternas do RER e tubuíar
do REL.
-. !ue tipos de c1lulas apresenta% 96D %uito desen#ol#ido,
;ustif$ue'
Hepatócítos, devído à sua grande atívídade de desentoxícação.
-4. Cite 4 funções do 96D.
Síntese íípídíca, armazenamento de caícío, desentoxícação do organísmo e mobííízação de
gíícose.
-*. ( $ue 1 ret"culo sarcoplas%)tico e $ual a sua funç+o'
É o retícuío endopíasmátíco de céíuías muscuíares. Responsáveí peío armazenamento de
cáícío que atíva a contração muscuíar (desíízamento actína-míosína)
-,. 60pli$ue resu%ida%ente co%o acontece a s"ntese de
lip"dios pelo 96D.
Acontece em duas etapas: 1- Doís acídos graxos são íígados a um gííceroífosfato,
produzíndo ácído fosfatídíco. Essa reação acontece no cítopíasma e é cataíísada por uma
acíítranferase íígada na membrana do RE. 2- Acontece a díferencíação da cabeça poíar dos
fosfoíípídeos.
--. Co%o o ret"culo organi&a os fosfolip"dios $ue s+o
sinteti&ados'
Na síntese dos fosfoíípídeos, o REL díferencía-os ínseríndo díferentes cabeças poíares.
Inosítoí, Serína, Etanoíamína ou coíína.
-2. !ual a i%port.ncia funcional do 96D presente nu%a c1lula
hep)tica'
O ñgado é o príncípaí órgão responsáveí peía desentoxícação do organísmo e o REL é o
responsáveí peía degradação de áícooí e medícamentos.
-3. !uais as funções do ciclo celular'
Dupíícar uma céíuía, controíar essa dupíícação añm de evítar erros.
25. Descre#a as fases da di#is+o celular.
Fase G1: Nesta fase síntetízam-se muítas proteínas, enzímas e RNA, veríñca-se também a
formação dupíícada de organeías e, consequentemente, a céíuía cresce.
Fase S: É nesta fase que ocorre a auto-repíícação das moíécuías de DNA (díz-se no píuraí
porque para cada cromossomo exíste uma moíécuía de DNA) A partír deste momento os
cromossomos passam a possuír doís cromatídes íígados por um centrómero.
Fase G2: Neste período dá-se a síntese de moíécuías necessárías à dívísão ceíuíar (como
os centríoíos).
Fase M: Mítose que íncíuí prófase (dístancía dos centríoíos), metáfase (cromatídes
equatoríaís), anáfase (separação das cromátídes), teíófase (ínvóíucro na cromatína) e
cítocínese.
21. =or $ue o citoes$ueleto 1 essencial para $ue a di#is+o
celular ocorra
de for%a correta.
Poís nas várías fases do cícío ceíuíar, o cítoesqueíeto é responsáveí peío posícíonamento
correto das organeías, peía separação das cromátídes e peía própría cítocínese através do
aneí contrátíí.
22. ( $ue s+o EchecFpointsG' Descre#a suas funções.
Mecanísmo que monítora o cícío ceíuíar, tentando ídentíñcar mutações no
DNA. Zeía peía correta execução dos eventos, ímpedíndo o ínícío de eventos
subseqüentes até que o anteríor este|a concíuído com sucesso. Em suma, se
detectada quaíquer aíteração no genoma ceíuíar, este mecanísmo ínterrompe a
progressão do cícío até que se|a feíto o reparo; ou se o dano for excessívo, até
que a céíuía entre em apoptose. Interfere no tempo de duração de cada fase do
cícío ceíuíar.
2. Descre#a o siste%a de controle do ciclo celular 7aseado
e% prote"nas.
Eventos reaíízados por proteínas especíñcas que monítoram as etapas do cícío ceíuíar e
ímpedem que as ceíuías passem defeítos para as ceíuías-ñíhas.
- Possuí 3 pontos de checagem ma|orítarías na reguíacao do cícío: 1. Fínaí do G1 - ponto
de restrícao; 2. G2/M - ínícío da mítose; 3. Metafase/anafase - separacao das cromatídes-
írmas.
Bíoqueíam a progressao do cícío nestes 3 pontos caso se|a detectado probíemas ínternos
e externos a ceíuía.
Proteínas quínases dependentes de cícíína (Cdks) são as responsaveís peío controíe do
cícío. Ouando as CDKs estão sozínhas são ínatívas e quando se íígam à uma cícíína
formam o compíexo cícíína-cdk que atíva a passagem de uma fase para outra do cícío.
24. Cite poss"#eis efeitos gerados por falhas do %ecanis%o de
controle do
ciclo celular.
Câncer, Mutagênese, Apoptose, etc...