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SÉRIE O BILIONÁRIO 01 – SEU PRIMEIRO BILIONÁRIO

Disponibilização: Mimi
Revisão Inicial: Beatriz
Revisão Final: Mimi
Gênero: Hetero / Contemporâneo



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Ela realmente podia encontrar o cara certo na internet?

"Quente, pedaço delicioso de bunda que pode chupar uma bola de golfe através de
quarenta metros de mangueira de jardim, procura bombeiro com abdômen ondulando ‒ que
tem uma língua que arranha como um beija-flor e goa em pintar minhas unhas e comer !en "
#err$ fora da cai%a, enquanto assiste &ad &en'"

Laura Michaels ficou olhando para a tela de registro do site de namoro on-line e
franziu a testa. Isso é o que ela realmente queria escrever. Aqui estava a verdade:
"(arente, insegura, sobrepeso, )nalista de *eg+cios, ,- anos de idade, com tr.s gatos, um
trabalho corporativo com pens/o e nenhuma dívida, procura o 0r' 1mpossível para muito mais
do que amiade e muito sorvete' 2stou desesperada por alguma afeiç/o física e se%o oral com
um cara que n/o v. isto como uma espécie de favor que me concede e depois espera ser elogiado
como se limpasse meu banheiro' 3ma noite é melhor do que nada, enquanto voc. escova os
dentes' 2nt/o me ligue, talve'4"
Ento! quando "om"eiro quente #$lan %tan&$c' responde e a chama para sair!
é "om demais para ser verdade. (uando ela o procura on-line e desco"re que ele se
oferece para "ailes em noites de leil)es de caridade! ela se pergunta se est* no planeta
certo.
+orque o que pode um cara como ele vir em uma garota gorda como ela,





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OU ELE NÃO ERA QUEM PARECIA?

Arrastar através dos perfis de namoro on-line no é ideia de #$lan de diverso!
mas tem sido mais de -. meses desde que sua amante! /ill! morreu! e #$lan e seu
companheiro no convencional! instrutor de esqui Mi'e +ine! precisam encontrar um
novo amor. Enquanto sua situa0o trio é mais complicada do que um contrato de 12
%hades of 3re$! pelo menos um aspecto é simples: Laura Michaels! a loira macia!
"onita do site de namoro on-line! parece ser uma "oa op0o! pelo menos para um
primeiro encontro. 4urvas suaves! ca"elo lindo! olhos que acendem-no a partir do
computador! e um perfil que faz parecer inteligente e interessante 5 ele no tem
pro"lemas! pedindo-a para sair.
6 pro"lema é dei7*-la entrar.

#$lan e seu 8no e7atamente parceiro tem mais segredos do que os seus
relacionamentos amorosos no convencionais! e esta 9ltima situa0o confusa é uma
"en0o! pois am"os se tornaram "ilion*rios durante a noite! ap:s o terceiro em seu
trio! /ill! morrer. 4om sua propriedade finalmente resolvida e #$lan e Mi'e
destinat*rios de uma renda anual que lhes d* o suficiente para comprar cidades
inteiras no 4entro-6este! os dois ficaram em choque. Meses depois! o advogado
e7plicou so"re sua fortuna recém-desco"erta! #$lan ainda tra"alha seus turnos
regulares na esta0o! enquanto Mi'e permanece nas pistas como um instrutor de
esqui! mas com uma ressalva! agora ele é dono de todo o resort.

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Mas se eles disserem a Laura tudo! correm o risco de perder uma chance de um
novo v;nculo...
#ois pro"lemas podem ter uma ampla solu0o e7u"erante! quando Laura
conhece seu primeiro "ilion*rio em seu encontro com #$lan! mas com um toque
deslum"rante no final...

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COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO
BEATRIZ BEATRIZ BEATRIZ BEATRIZ
3m +timo início para a série' 5romete pegar fogo'
6aura é uma mulher que adora comer e n/o se importa com os quilos a mais, na verdade
ela se ama como é' 7s homens am8-la que é o problema' 2 isso afeta um pouco sua autoestima'
&as ela n/o desiste, com ajuda de sua amiga, se inscreve num site de namoro on-line e conhece
9$lan'
9$lan é um bombeiro tudo de bom, que est8 : procura de uma mulher que o complete,
depois de perder seu outro amor' 2 ele n/o é feli em ser um bilion8rio, porque a fortuna veio de
uma forma que o fe sofrer muito'
*/o ficaram juntos neste livro, mas a coisa promete esquentar muito no pr+%imo livro,
incluindo o amigo de 9$lan, &i;e' 1sso vai esquentar de uma forma como 9$lan est8
acostumado'

MIMI MIMI MIMI MIMI
)qui é outra autora que n/o termina seus livros rsrsrs, teremos de ler o pr+%imo pra
saber o que acontece, n/o que eu esteja reclamando, até porque estarei esperando para ver o que
vai desenrolar, pois honestamente fiquei curiosa agora' Quando vi a indicaç/o do livro pensei
<opa um ménage=- hummmm ‒ e daí h/>>>>>> (ad.>>>>> ?;;;;' 9evo dier que gostei muito
de como a autora vai desenrolar a série n/o acontecendo tudo de uma s+ ve' 7 livro é divertido
e achei os personagens muito bacanas e me vi torcendo pelos dois, mas ent/o cataploft44444 @
minha cara cai no ch/o' A0A0A0 Bicou curiosa>>> 2u também' Que venha o pr+%imo'


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"Quente, pedaço delicioso de bunda que pode chupar uma bola de golfe através de quarenta
metros de mangueira de jardim, procura bombeiro com abdômen ondulando ‒ que tem uma língua que
arranha como um beija-flor e goa em pintar minhas unhas e comer !en " #err$ fora da cai%a,
enquanto assiste &ad &en'"
Laura Michaels ficou olhando para a tela de registro do site de namoro on-line e
franziu a testa. Isso é o que ela realmente queria escrever. Aqui estava a verdade: "(arente,
insegura, sobrepeso, )nalista de *eg+cios, ,- anos de idade, com tr.s gatos, um trabalho corporativo
com pens/o e nenhuma dívida, procura o 0r' 1mpossível para muito mais do que amiade e muito
sorvete' 2stou desesperada por alguma afeiç/o física e se%o oral com um cara que n/o v. isto como uma
espécie de favor que me concede e depois espera ser elogiado como se limpasse meu banheiro' 3ma noite
é melhor do que nada, enquanto voc. escova os dentes' 2nt/o me ligue, talve4"
%ua melhor amiga! /osie Mendham! deu um soco em seu ";ceps. "<oc= no pode dizer
isso>" /osie estava na frente de Laura. Enquanto Laura tinha um metro e setenta e um! /osie
era apenas alta o suficiente para montar montanhas-russas. ?etire - do tamanho de Laura e
ainda tinha que su"trair um pouco para o"ter o tamanho @ de /osie. Enquanto Laura tinha o
ca"elo loiro comprido! encaracolado e olhos verdes "rilhantes! /osie era cor de
chocolate. "Mutt e /eff
-
" suas mes as havia chamado! e elas tinham sido melhores amigas
desde a faculdade.
6 que significava que /osie conhecia Laura muito "em. "<oc= vai fazer isso! dane-se."
#isse ela! "alan0ando o dedo na frente do rosto de Laura. "Ao tente ser perfeita. +erfei0o é
o inimigo do "om o suficiente."
"Eu nem sequer encontrei o 8%r. Bom o %uficienteC>"

1
Mutt e /eff é uma dupla de personagens fict;cios criados pelo cartunista estadunidense Bud Disher para
protagonizar uma tira de quadrinhos cEmicos! pu"licadas em Fornais.

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"Isso porque uma centena de 8%r. Bom o %uficienteC passaram por voc=! Laura! e voc=
est* cega para eles." /osie cutucou Laura de lado e come0ou a digitar! as longas unhas
queimando o teclado. 4omo ela fazia isso, #igitar nas almofadas dos dedos parecia
imposs;vel! mas /osie fazia isso! mantinha intacta a manicure! pequenas réplicas da famosa
gravata cinza de Bift$ 0hades of Cre$ em cada unha.
As duas tinham sa;do para um clu"e na noite anterior e /osie passou a noite acordada!
falando e pulando essa coisa de namoro online para Laura! antes de mesmo ter sua primeira
7;cara de café. Enquanto a m*quina "or"ulhava e "or"ulhava! Laura quis que se
apressasse. +laneFar todo o seu futuro namoro em um estado semizum"i no era "om.
Laura sa"ia que tinha que mentir! mas o quanto era aceit*vel, +oderia raspar alguns
tamanhos! ou teria que cortar fora um "ra0o e uma perna imagin*rio para se fazer parecer
8adequadaC e 8atléticaC, A cai7a suspensa para a constru0o de sua descri0o parecia estar
Fulgando. Ao havia escolhas estavam l* para 8deliciosaC ou 8suculentaC ou 8figura cheiaC.
%er um tamanho G. com seios tamanhos D no era um crime! ela sa"ia que! na vida
real! estava na moda e fluindo! macia e agrad*vel! e poderia lutar de "ra0o com a maioria dos
caras H su"misso! porém reduzir suas realiza0)es! personalidade e! sim! seu corpo a um
voca"ul*rio proFetado por um time de iniciantes de Internet de dezenove anos de idade! de
%tanford e 4arnegie Mellon a dei7ava irracionalmente com raiva.
Ao 5 racionalmente com raiva.
<endo pouca escolha! apontou para a cai7a na tela e disse para /osie. "Escolha a
palavra 8adequadoC. +osso levantar 12 quilos. 6 que é..." Ela olhou para /osie. "... mais do que
voc= pesa."
/osie a ignorou! mordendo o l*"io inferior em profunda concentra0o. "Doil8>" 3ritou
ela! com as mos "em a"ertas! em um gesto grandioso. "6lha o seu an9ncio."
Ela anunciou:
"Costosa, curvilínea, )nalista de *eg+cios, procura amiade e muito mais' Binanceiramente
independente e autoconfiante, sou uma mulher ajustada que quer um homem Eou, mais do que

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um4 F7674G para estimulante conversa''' 2r, sim' (onversa' &ande mensagem para mim Eou me
massageie4G'"
"Eu no posso escrever isso>" Laura gemeu. "Daz-me parecer que quero uma orgia>" Ela
olhou para a tela. "E o que dia"os é 8I6L6C,"
"(uem no quer uma orgia," /osie "alan0ou as so"rancelhas lascivamente e mostrou a
l;ngua! "alan0ando-a de uma forma muito ruim de imita0o de se7o oral. "E I6L6 significa
8voc= s: vive uma vezC."
"+are com isso. <oc= est* me e7citando. Jem sido muito tempo desde que cheguei a
alguns traseiros e o 9ltimo cara usou a l;ngua como se fosse um homem fu0ador. Assim." Ela
apontou para a l;ngua de /osie e inclinou-se! rindo.
E! em seguida! /osie! com um floreio! apertou o "oto 8EnviarC. "6"rigado por se Funtar
5 seu perfil agora est* ativo>" Lia-se na tela.
"6h! merda! /osie! por que aca"ou de fazer isso," Laura estalou quando pegou o
mouse. "Doda-se>"
"6 qu=," /osie "ateu os c;lios. "<iva um pouco. <eFa quem responde>" Ela pegou sua
pesada e e7cessivamente "olsa cheia! Dera !radle$! que tinham encontrado em uma loFa de
promo0o local por K% L!MM e pegou as chaves do carro. "Jenho que ir! Laura. E no se atreva
a apagar isso."
Laura riu. "<oc= me conhece muito "em."
"Ao me diga." /osie murmurou. %eu rosto ficou sério. "?ealmente! Laura. +recisa
chegar l*. Km cara est* sendo privado de sua grandiosidade. E! além disso! seu or0amento
precisa de economia."
"Meu or0amento,"
"%im. 6 que voc= est* gastando em "aterias para o Bo","
4onfusa! Laura "alan0ou a ca"e0a. Era como se /osie falasse uma l;ngua estrangeira!
por vezes. "Nuh,"

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"%eu namorado operado por "ateria. %a"e 5 B6B." E com isso ela riu! correndo para a
porta quando Laura lan0ou uma revista de moda nela. Mal a risada de /osie enchia o
apartamento enquanto corria pelo corredor! o som desaparecendo uma vez que ela atingiu a
escada. "Jenha um "om dia de tra"alho>" Ela gritou da rua.
A m*quina de café deu o seu suspiro que sinalizava que o pote estava pronto e Laura
passou a "e"er avidamente! precisando de sustento para colocar seu cére"ro na
engrenagem. 4afe;na suficiente e ela podia no namorar alguém. Nmm! talvez ela devesse
fazer uma pesquisa so"re "aristas nesse site. 4afé com leite gr*tis seria um "om privilégio.


#$lan %tan&$c' no conseguia acreditar no que via quando conectou ao site de
namoro online. (uatro meses o"servando através de tantos perfis ruins o tinha
cansado. Encontrar a mulher certa seria como entrar em todo o provér"io 8agulha num
palheiroC! mas! neste caso! ele no queria enfrentar quaisquer picadas.
E sim! as mulheres poderiam ser picadas. Até agora ele tinha sido inundado com
pedidos para conversar e sa"ia e7atamente o porqu=. %er um "om"eiro que competia em
competi0)es de levantamento de peso para se divertir! Funto com o mini triathlon ocasional!
dei7ou suas fotos com aspecto "astante agrad*vel. 6 pro"lema com as mulheres que estavam
lhe respondendo era que elas tam"ém eram o tipo de ser atra;das apenas pelas
apar=ncias. +arecia to superficial ele pensar isso! mas! por vezes! por ter o corpo do Feito que
tinha poderia ser uma maldi0o.
+raga dos pintos /erse$ %hore
@
. +orque esse era o tipo que parecia procur*-lo! como
mariposas para uma chama. Kma desprez;vel! chama-%noo'ie a prostituta. (uando ia se
encontrar com essas mulheres que encontrava em algum universo alternativo! onde lam"ia

2
Doi um realit$ sho& produzido pela MJ< norte-americana que segue oito pessoas que moram em uma
mesma casa! seguindo seus afazeres.

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os l*"ios e oferecia-se no "eco atr*s do "om restaurante! onde ele gostava de levar as
mulheres. Alguns queiFos de ca"ra recheado e Farras de sangria mais tarde e ele estava contra
uma parede de tiFolos viscosa ao lado das latas de li7o.
E quando ele recusava... Ainda tinha cicatrizes de longas unhas e7ageradas de uma
mulher em seu pesco0o enquanto ela gritava. "<oc= no me conhece>" Mais e mais! quando
transeuntes espantados! tiravam fotos! provavelmente enviando para Aeddit! e
misericordiosamente ligando para o M--! quando se tornou evidente que ele precisava de
au7;lio policial.
Ento! quando esse novo perfil de Laura apareceu! olhou para a descri0o e recostou-
se na cadeira! respirando fundo. !onita' Mas no muito "onita. Km pouco atrevida. 3ostava
das atrevidas. +assou a mo pelo ca"elo grosso! ondulado. Hora de faer um corte de cabelo,
cara. Estava parecendo com um so"revivente. E com um cheiro! tam"ém! ele pensou quando
estudou a foto dela e sentiu o cheiro de si mesmo. %ua corrida matinal foi feita! O 'm
registrados em seu programa de fitness online! e ele fedia.
Ela parecia uma garota de -MG2. Km pouco mais gorda! com curvas suaves nos
om"ros! uma "lusa verde-limo difusa acentuando os seios. %ua linha da mand;"ula parecia
firme e suave ao mesmo tempo e parecia ter o ca"elo naturalmente loiro! estava fora do rosto
em um ra"o de cavalo. %ua me iria cham*-la de 8menina de fazenda de milhoC e aqueles
l*"ios e7u"erantes com um meio sorriso que parecia dizer: "BeiFe-me! #$lan."
Inteligente! tam"ém. Kma Analista de Aeg:cios, %oava adequadamente "randa e
ainda sinalizava que era inteligente o suficiente para levar uma conversa so"re algo diferente
de Pim Pardashian ou Dift$ %hades of 3re$ Qrealmente, por qu.> 5or que todos os encontros nos
Iltimos dois meses mencionaram isso,R. Kma mulher de verdade. Kma mudan0a refrescante.
Ento ele continuou a leitura: "Costosa, curvilínea, )nalista de *eg+cios, procura amiade e
muito mais' Binanceiramente independente e autoconfiante, sou uma mulher ajustada que quer um
homem Eou, mais do que um4 F7674G para estimulante conversa'''2r, sim' (onversa' &ande
mensagem para mim Eou me massageie4G."

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Algo feroz e quente dentro dele veio H vida. #esde que a descri0o parecia que ela... A
sério, #e Feito nenhum.
"Mi'e> Ei! Mi'e> <enha aqui>" %e houvesse uma chance! qualquer chance em tudo!
aqui! ento ele tinha que agir r*pido. Alguém incr;vel estava prestes a ser inundada por
mensagens de esquisitos carentes.
E ele precisava ser o primeiro.
%eu companheiro de quarto entrou. 6nde #$lan era musculoso e for0a muscular! Mi'e
+ine era alto e elegante! o corpo de um maratonista! muito magro. #$lan era escuro! grosso!
italiano! popular com as mulheres! mas Mi'e era o menino de ouro! com os ca"elos loiros e
olhos azuis! um corredor de longa distSncia com um cora0o mole! as mulheres viravam-se
para ele e derramavam seu cora0o para fora! o %r. %ens;vel! H #$lan %r. 4onquistador.
#$lan tocou a tela. "#= uma olhada nela." Ele sorriu presun0osamente quando os
olhos de Mi'e correram em toda a tela. Eles estavam esperando por um longo tempo. Muito
tempo. A e7presso de seu colega de quarto disse-lhe tudo o que precisava sa"er. +onto>
+oderia finalmente ser a hora.
"<oc= realmente acha que isso é algum tipo de c:digo para ser um ménage :
trois," Mi'e perguntou! com as so"rancelhas arqueadas. "Eu no sei! #$l... Acho que é apenas
algum tipo de piada que est* fazendo. <oc= sa"e como as nervosas e estranhas Hs pessoas
podem ser quando tentam destilar toda a sua vida em poucas frases."
#$lan mordeu o interior de sua "ochecha. Mau h*"ito. "Boa pergunta. Bem! mesmo se
ela no estiver em um arranFo ménage agrad*vel! é uma "oa mulher." Km asso"io "ai7o
escapou de seus l*"ios. "Jenho um proFeto em minhas mos agora! no é,"
Mi'e "alan0ou a ca"e0a! olhando para a tela! olhos persistentes. "<oc= vai ter muita
concorr=ncia."
#$lan "ufou. "4omo se desse a m;nima. (ue o melhor homem ven0a."
Mi'e ficou em sil=ncio! depois sorriu! seu fresco olhar de 8garoto da porta ao ladoC se
transformou em um sorriso predat:rio de um comerciante da Tall %treet que fez #$lan

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su"itamente desconfort*vel por nenhuma razo que pudesse identificar. "%im. Espero que
sim."


9ing4 A pequena cai7a de "ate-papo no site de namoro on-line iluminou como uma
*rvore de Aatal. Laura sugou o 9ltimo gole de seu café e se a"riu para a tela. Doc. tem que
estar brincando comigo! Laura pensou. /*, Ela clicou e leu uma mensagem de <Jinluvr=:
2i, querida' &oro na cidade e voc. também, ent/o vamos ligar para alguma aç/o BK!'
Ela "ufou. Ah! com certeza. Assim mesmo. %ua captura! amigo. Km verdadeiro
romSntico.
9ing4 Este era de um cara chamado #$lan. Antes de ler o "ate-papo! ela olhou para o
seu perfil.
Bem ol*aaaa! %r. Bom"eiro. Kma linha fina de "a"a formou no canto de sua "oca! uma
resposta imediata para a imagem H sua frente. Era uma imagem profissional! o cara sem
camisa! chapéu de "om"eiro empoleirado em uma inclina0o desenvolta. 4omo a imagem de
um stripper em papel de um "om"eiro. 6h! #eus. */o posso namorar um stripper! ela pensou.
Ele teria mais agrad*veis m9sculos do que os meus.
Mas no! ele era um "om"eiro real. A imagem! ele e7plicou em seu perfil! era de um
leilo de caridade que tinha participado. (uando ele tinha feito isso, Ela estudou a foto que
achava que tinha que ser um s:lido quatro d;gitos. Inferno! estava pronta para esvaziar suas
economias por uma noite com esse cara.
+or um capricho! ela pesquisou: 8#$lan leilo de caridade de "om"eiroC e sua "a"a
aumentou tanto que logo precisaria de um "alde.
7h, santo inferno. A pesquisa de imagens mostrou o mesmo homem! cuFo nome era
#$lan %tan&$c'! em cal0as de "om"eiro! "otas! chapéu e suspens:rios de "om"eiro!
empoleirado no cho de uma esta0o de "om"eiros ao lado do poste. Ele estava inclinado
so"re um cotovelo e tinha manchas de fuligem so"re ele! com os m9sculos "em lu"rificados e

Página 13

um sorriso maroto. (uem montou aquela fotografia precisava ser recrutado para o
departamento de mar'eting de sua empresa! porque caram"a! ela estava pronta para usar
cada d:lar dispon;vel em seus cart)es de crédito! s: para ter uma noite com ele.
Jalvez pudesse economizar um monte de dinheiro e apenas colocar-se em chamas. 6u
seu carro. +rovavelmente no valia muito! mas se desco"risse sua agenda e se ele fosse o
9nico a responder...
E ele estava si"ilando no site de namoro, Ela dei7ou cair o café e se esfor0ou para
escrever de volta na sala de chat.
"6i.U #isse ela! toda a inspira0o e criatividade desaparecendo com o calor formando
entre suas pernas aparentemente derretendo seu cére"ro.
7i' 0ou 9$lan' 5raer em <encontrar= voc.' LG
+ense! Laura. +ense. 4ara! onde foi /osie, #e todas Hs vezes esta menina precisava
chegar a tempo de ir ao tra"alho. Ela precisava de aFuda para desco"rir algo inteligente a
dizer.
7i' 2u sou 6aura' 5raer em <encontrar= voc. também4
Ela escreveu de volta. Ento ele respondeu:
Doc. provavelmente est8 no seu caminho para o trabalho de analista de empresas, ou an8lise de
neg+cios, ou seja, o que for que fa MG' 2u estava esperando que pudesse estar interessada em sair> *+s
podemos tomar um café, talve> 7u ir a um bom bar de tapas
N
>
Japas> %eu favorito> Mas espera! /osie sempre disse que qualquer cara que gostasse de
tapas deveria ser ga$. Laura verificou a foto novamente. #e Feito nenhum. E mesmo que
#$lan fosse ga$! ela ainda iria dormir com ele. Bonito! educado! e adora tapas,
Oapas soa bem4 Quando>

3


Página 14

1nferno4 Agora ela parecia muito ansiosa. E ento esperou. E esperou. %em
resposta. &erda4 Jalvez ele estivesse pensando duas vezes. 6u ela soou como uma idiota. 6u
ele perce"eu que no gostava de tapas depois de tudo. 6u realmente fosse ga$. 6u este era o
seu gato se passando por ele. Ela come0ou a andar! deseFando que a "arra de "ate-papo
piscasse. %e olhasse duro o suficiente! talvez ele viesse! agora> Ao! agora> 6u... agora>
Dinalmente:
3h, isso pode parecer muito ansioso, mas eu n/o me importo' 2stou livre esta noite' Orabalho
,P amanh/, ent/o esta é a minha Iltima chance por alguns dias' */o quero ser rude, convidando-lhe
em cima da hora, mas''' 5or favor, me diga que voc. est8 livre esta noite'
%im> %im! sim! sim! ela queria escrever. Mas precisava Fogar esse Fogo est9pido! a dan0a
de conhecer alguém novo. %ua vez de esperar. Ela releu sua mensagem. 6 que era um
@G, Dicou intrigada com aquilo e mordeu a cut;cula! pu7ando-o até sangrar. !rilhante4 #ane-
se a sua manicure quando se tem um encontro hoFe H noite! Laura.
5ossa ter' 5ossa ter' */o ponha a carroça na frente dos bois'
2stou livre' 7 5ríncipe Killiam agora est8 comprometido e por isso tenho uma abertura em
minha agenda social intensa'
Ela "ateu em 8EnviarC! antes que pudesse mudar de ideia. Muito "rega,
676' 5arece +timo' 2ncontre-me no Oempo !istro depois do trabalho' Qs ->
Oempo !istro, 6 restaurante mais caro da cidade, %em tapas! ou! algo que ela no
conseguia se lem"rar. Duso asi*tica, 4omo na terra um "om"eiro poderia pagar isso, Ao é
o seu pro"lema! Laura. E ela estava fazendo suposi0)es terr;veis. +recisava assumir que eles
estavam indo dividir a conta. Ainda "em que era cuidadosa.
2nt/o>
A Fanela de chat piscou. *ossa, 6aura' 0aia da sua cabeça. Ela digitou furiosamente:
0oa ainda melhor' Demo-nos l8 e voc. sabe como me pareço'
E ele respondeu:
7h, sim' L5

Página 15

6 que isso quer dizer, %eus olhos varreram o rel:gio! agora tinha oito minutos para
tomar "anho. &aldiç/o4 Laura apenas "alan0ou a ca"e0a e caminhou até o "anheiro!
desnudando-se enquanto cruzava o limiar e ligava a *gua quente.
4orrer so" o spra$ era "em-aventuran0a! as gotas de *gua arrastando seu caminho
para "ai7o de seu corpo! seu ca"elo ficou molhado e viscoso em poucos segundos! a onda
rela7ada e os fios que se estendiam por tempo suficiente para agradar o topo de sua
ca"e0a. Eh! por que no dei7ar o an9ncio, (uem sa"ia. Jalvez atrairia uma melhor ra0a de
caras. 6u! pelo menos! um tipo diferente. 6lhou para o chuveiro! tinha tempo, 6ito minutos,
Mais do que suficiente para o 9ltimo cara que ela namorou.
Apenas tempo suficiente para alguma aten0o ;ntima do %r. 4huveiro! no
entanto. /osie estava errada. Ao era o seu companheiro de "ateria que estava ficando
caro. %ua conta de *gua! por outro lado...
Ainda "em que seu vi"rador era H prova dV*gua. (uando se ensa"oou estava
consciente do tempo! sa"endo que tinha minutos para terminar. Agarrar-se a velha fantasia
sempre resolveu. #ois homens! melados e densamente musculosos! no chuveiro com
ela. Mmmm...
6 plugue de seu vi"rador e7tra deslizou ao longo da pele suave e sens;vel de seu
clit:ris! enquanto empoleirava um pé na "anheira! a"rindo para o acesso a deslizando seu
amante de fantasia! que estava ensa"oando seu corpo com suas esculpidas! grandes mos!
mos que suavizavam suas curvas! pegando a "unda dela para pu7*-la em sua dire0o!
deslizando seu enorme pau nela! enquanto o outro amante sem nome! sem rosto "eiFava-a!
duro! sua "oca contra ela! e7plorando enquanto o spra$ rolava em riachos entre eles!
reunindo em suas do"ras e adicionando provoca0o em seu clit:ris.
%ua passagem apertou quando ela o imaginou curvando-se! de Foelhos! com a l;ngua
agora lam"endo onde a pequena antena do vi"rador me7ia! no era suas pr:prias mos
movendo a haste grossa dentro e fora! mas os amantes! quatro mos de uma s: vez so"re ela

Página 16

quando uma "oca descia so"re seu ansioso cerne vermelho! o outro homem empurrando-a
contra a parede do chuveiro! seu corpo pronto para mais.
Ela ficou tensa! sa"endo que estava to perto! deseFando todas essas mos! mais do
que suficiente para dois homens que queriam e precisavam dela! os m9sculos familiares
coroando seu cl;ma7 to inato que mal gritou o lan0amento superficial! mas oh! "em-vindo.
E! agora! a culpa. 4omo é que uma mulher 8normalC realmente queria dois homens ao
mesmo tempo, (uando ela distraidamente correu pelo resto do chuveiro! lavando
rapidamente fora seu "rinquedo de confian0a! uma voz persistente disse! voc., 6aura' Doc..
Ela realmente queria. Alguns deseFos no foram feitos para ser! suspirou
interiormente! secou o ca"elo e correu para se vestir.
Apenas uma fantasia que tinha com ela.


Ao aFudava que se sentia como se houvesse uma enorme discrepSncia entre o que ela
viu em si mesma! do que viu nas fotos de #$lan e o que viu quando ela fez uma pesquisa
online por ele. Esse cara era uma pegadinha! no apenas uma confuso! mas um
pro"lema. 4omo a diferen0a entre pegar um "ai7o de "om tamanho! em um grande lago
contra capturar um gigante e enorme caipira. Ele era e7celente. Ao havia nenhum outro
termo para isso.
+arecia algo que foi esculpido por um artista e quanto mais pensava nisso! quanto
mais refletia so"re isso! mais ela estava animada so"re isso! mais isso a transformava em uma
tremendo estranhamente nervosa pilha de gosma.
"Ao acho que posso fazer isso! /osie." #isse ela naquela noite enquanto se preparava
para o encontro real. #$lan tinha escolhido um pequeno e agrad*vel restaurante em uma
parte da cidade que estava acima dela para pagar e se perguntou como dia"os ele poderia
pagar com o sal*rio de um "om"eiro. Mas no iria question*-lo! porque talvez! apenas talvez!
ela finalmente encontrou alguém que iria trat*-la corretamente. 6 Feito que sempre sonhou

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em ser tratada e no tratada como uma transa r*pida ou uma pessoa com quem se
contentaria enquanto realmente quer algo mais! mas se contenta com o suficiente.
"<oc= est* mais do que pronta e sa"e disso! Laura. W so"re o tempo que voc=
encontrou um cara que..." /osie olhou para a tela novamente. "6h! querida! no acho que me
lem"ro o que estava prestes a dizer! porque estou prestes a e7plodir em chamas! se eu olhar
para aquele cara mais uma vez."
"Ele é meu." #isse Laura! arreganhando os dentes em um sho& falso de
territorialidade. Ao foi to falso! porém. Kma parte dela queria dizer isso.
"Eu posso olhar. %ei que no posso tocar! mas sei que posso olhar." /osie "rincou.
Laura tinha escolhido tr=s diferentes conFuntos de roupas! sendo to meticulosa
quanto poss;vel! esfor0ando-se para co"rir o que sentia que eram definitivamente
déficits. 3randes! enormes déficits. 4ham*-la de mulher fofa seria um eufemismo
perfeitamente legal! se no preferia a gordura prazo. Ao gordura de uma forma
depreciativa. Apenas a gordura como uma forma pr*tica e pragm*tica de descrever como ela
era. Ao é como se come0asse a ser um tamanho quarenta e oito por meticulosamente comer
X22 calorias por dia e nunca! nunca fazer nada de errado em termos do que se colocar em sua
"oca. Ela no podia suportar isso quando as pessoas afirmavam que era gorda por causa de
seus genes! porque eles t=m um pro"lema de tireoide! era gorda porque, porque, porque, porque'
Ela tinha isso. Era gorda! porque colocava muita coisa insalu"re em sua "oca! e até
mesmo as coisas saud*veis que colocava em sua "oca! colocava em demasia. E realmente no
se importava! gostava de comida. ?ealmente! realmente gostava de alimentos. %e
isso. %a"oreava. +razeroso. Achava que era uma alegria em sua vida.
E pagava o pre0o com os quilos e7tras! cheia era um "elo eufemismo. Ela gostava de
suas curvas! as curvas a faziam se sentir normal! suave! a"erta! emocionalmente nua. Ao se
pode esconder de uma curva! no se pode se esconder de uma al0a de amor! ou de um
quadril acolchoado! ou de um saque que faz homens suficientes corar e "a"ar. Ela sa"ia que
era um ativo Qtrocadilho intencionalR para alguns caras.

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6 que esperava! o que esperava profundamente! é que um cara como #$lan! talvez!
apenas talvez! pudesse "ater as pro"a"ilidades e encontrar nele alguém que realmente
valorizasse alguém como ela. Até o momento isso no tinha sido o caso. Aamoro on-line
tinha aca"ado por ser um pesadelo gigante de elétrons! que no se alinhavam e7atamente do
Feito que alguém tinha planeFado. Ela parecia fotografar "em! porque tinha uma enorme
quantidade de e7tra e achava que talvez houvesse alguma coisa para isso.
Ela era loira! com um "rilho saud*vel em seu rosto e um sorriso "astante decente! com
duas covinhas que apareciam quando ria "astante duro. %eus om"ros levavam um pouco de
seu peso! mas isso s: fez aparecer seus grandes seios e se escolhesse a "lusa certa! poderia vir
através de uns "ons vinte quilos mais leve do que realmente era. Isso poderia ser parte do
pro"lema! no entanto! porque foi sempre aquele olhar que os caras lhe deram quando ela
entrava no "ar! no café! na pra0a! no restaurante! em qualquer lugar p9"lico que tinham
planeFado o encontro.
Era aquele olhar! aquele olhar maldito.
Era um olhar de surpresa e no de "oa surpresa. Era o olhar de! oh, voc. n/o é o que eu
estava procurando' 7h, voc. n/o é como na sua foto' 7h, voc. é uma garota gorda'
7h.
Ys vezes! eles tinham a dec=ncia de dizer a verdade e dizer essas coisas em voz
alta. %im! realmente! dec=ncia. +orque era melhor ouvi-lo na frente! no rosto dela! no rosto!
mesmo! do que sentar-se com esse tipo de cara e tentar ler os sinais! a inclina0o do rosto! o
sorriso! o olhar em seus olhos! a falta de um olhar em seus olhos! se ele olhava para
longe. Jodo o pouco dizia! o modo como seguravam sua mo! do Feito que me7ia! do Feito
que pegava o telefone para um te7to que realmente no e7istia. Jodas aquelas imagens! sons
e movimentos que somados levava a uma coisa.
?eFei0o.
Até agora! ela tinha tido algumas ficadas! alguns caras que estavam dispostos a foder a
garota gorda. Ela no os reFeitava! porque as ofertas eram poucas e distantes entre si e porque

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no era :"vio se eram pena! até que era flagrantemente! dolorosamente! :"vias. Mais
recentemente! como tinha dito a /osie! estava cansada disso. Apenas doente disso. +ortanto!
esta seria a 9ltima tentativa de namoro on-line realmente! era a tentativa final.
#$lan parecia "om demais para ser verdade. Aqui estava ela na frente do Jempo
Bistro! Hs O horas em ponto! vestindo uma saia l*pis! muito "om salto alto e uma "lusa de
angor*! a mesma que usara na imagem do site de namoro! apenas para que pudesse mostrar
sua pr:pria ca"e0a! seus pr:prios pensamentos! e no considerar ter sido falsa pu"licidade. 6
que ele iria ver em um minuto era e7atamente o que ela tinha mostrado online.
Ao menos.
Ao mais.
%eu ca"elo estava preso em ra"o de cavalo pouco engra0ado e seus olhos estavam
"rilhando com esperan0a no fundo! no fundo! e arremessou-se em frente a isso! pronta para
tentar mais uma vez.


+reparar-se para este primeiro encontro com Laura aca"ou por ser um inferno de
muito mais complicado do que tinha o direito de ser. +rimeiro de tudo! desco"riu-se que ele
tinha suas datas erradas. %eu turno de @G horas era realmente naquela noite. Esta
noite. Ento! teve que mudar de turno com Murph$! e Murph$! que no era de conceder
favores com facilidade! no s: e7traiu outro turno de @G horas dele! mas tam"ém o
convenceu a desistir de seu amado "ilhete para o pr:7imo Fogo de Aed 0o%. #$lan
relutantemente desistiu! esperando como o inferno que este encontro realmente fosse valer a
pena! odiando o sorriso malicioso no rosto de Murph$.
Ne$! ele estava tomando uma chance de que talvez realmente valesse a pena. (uatro
diferentes mudan0as de roupa depois! ele finalmente se esta"eleceu em algo que esperava
que se assemelhasse 8negocio casualC no mundo corporativo. Ela tra"alhava como analista de
neg:cios! para alguma grande sem nome! sem rosto corpora0o e isso significava que

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provavelmente tinha uma e7pectativa so"re como um cara seria semelhante. +referia
geralmente se vestir com uma velha camiseta de concerto dos anos M2! um par de cal0as Feans
rasgadas e um par de sapatos confort*veis! o suficiente para passar o encontro.
<estir uma cal0a casual de neg:cio! uma camisa a"otoada com gravata ou sem
gravata, Ele havia finalmente se esta"elecido em nenhuma gravata. %entia-se como uma
fraude. %e adicionasse alguns mocassins e uma camiseta de algodo solto com decote em <!
que mostrasse a parte superior do peito! ele ficaria parecido com algo sa;do de um an9ncio
de Mac$! que na verdade teria sido poss;vel h* dez anos! quando molhou o dedo no mundo
dos modelos! antes de perce"er que a maioria das pessoas nesse neg:cio era arrogante e ele
no podia suportar.
"Ei! quem morreu, +arece que est* indo para um funeral! cara." #isse Mi'e! entrando
na sala muito elegante em uma roupa semelhante! s: que sem as cal0as pretas. Mi'e estava
vestindo cal0a c*qui e uma espécie de sapatos que #$lan pensou tinha sa;do de moda na
década de .2! quando ele era crian0a. 6 cara conseguia fazer %uperman parecer
insignificante. +oderia ter sido um du"l= para 6s <ingadores! menos na confian0a. +or
alguma razo! Mi'e era um homem sem arrogSncia. Ele s: era uma presen0a constante que
fazia #$lan se sentir completo.
"E quanto a voc=! cara," Ele desafiou. "+or que est* todo vestido, Jem um encontro
quente! tam"ém," Ele estreitou os olhos e olhou para seu companheiro de quarto!
perguntando-se. */o, de jeito nenhum, ele n/o tem. Mi'e no tinha sa;do em -. meses! no
desde que /ill morreu.
Mi'e sorriu. "Eu deseFaria. ?eunio na estSncia de esqui."
"W Fulho>"
"Eu sei! mas n:s come0amos a nos preparar agora! acredite ou no. Algumas pessoas
realmente planeFam processos e nem sempre voam pelo assento de suas cal0as." Ele
murmurou a 9ltima frase em voz "ai7a! mas claramente destinado para #$lan ouvir cada
palavra.

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#$lan apenas "alan0ou a ca"e0a e disse: "Eu gosto de ter uma armadura." 3rande
sorriso. "#ivirta-se."
"Eu preferiria estar fazendo o que voc= est* fazendo." Mi'e respondeu! em seguida!
fez uma pausa! parecendo pensar so"re o que tinha aca"ado de dizer.
"Eu tam"ém." #$lan riu! pegando as chaves. "Ao espere por mim."
"<ou passar a noite na minha ca"ana! por isso no se preocupe. <oc= tem o local para
si. Espero que as coisas funcionem com Laura. Isso...U Ele fez uma pausa! a testa franzida. "...
poderia realmente "eneficiar todo mundo! no é," Mi'e piscou e os dois se a"ra0aram! #$lan
for0ando a alcan0ar a 9nica pessoa em sua vida mais alta do que ele. E mais amplo.
"%im! algo assim." #isse #$lan! a"anando a ca"e0a.
"<oc= vai contar a ela so"re o dinheiro," A voz de Mi'e era mais desafiadora do que o
ha"itual! como se #$lan fosse desafiado para algum tipo de "atalha que ele nem sa"ia que
estava no horizonte. #$lan sa"ia! porém! que o tom na voz de Mi'e era tanto so"re seus
pr:prios demEnios! nunca tinha esperado esse tipo de surpresa com a morte de /ill. Eles
teriam tanto prazer em desistir de tudo para t=-la de volta. E7ceto que! no entanto! o dinheiro
foi certamente "em-vindo! se desconcertante! uma mudan0a em suas vidas.
Ao significava nada e significava tudo. Aem tinha dito uma palavra a ninguém que
tinha namorado. Aem uma palavra para os seus amigos ou colegas de tra"alho. Mi'e
discretamente comprou a esta0o de esqui onde tra"alhava! tinha estado para a venda por
um longo tempo e estava H "eira do colapso financeiro! devido! em grande parte! H gesto
inepta e um propriet*rio que via isso como um neg:cio a perder. Mi'e mudaria isso! #$lan
sa"ia. Jer o dinheiro para comprar a esta0o de esqui e uma das ca"anas mais agrad*veis na
montanha tinha e7plodido alguma vida de volta para a seu companheiro. +ena que eles no
tinham o terceiro que iria complet*-los! de ser uma d;ade ma0ante e transform*-lo em uma
tr;ade ro"usta.
Jalvez Laura iria... Ah! quem sa"e,

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"Ao! é claro que no vou contar a ela so"re o dinheiro." #$lan afastou-se de Mi'e e
terminou pu7ando sua camisa. "<oc= pode imaginar essa cena, 87h, oi, sou 9$lan e sou um
bilion8rio=." Ele se engasgou com a palavra! com o rosto ru"orizando e ficando frio ao mesmo
tempo! as s;la"as de modo falso. Ento afetado. 4omo uma crian0a colocando os sapatos do
pai! ou um adolescente tentando personalidades para encontrar o aFuste certo. %: que ele no
tinha escolha aqui. /ill tinha dei7ado esta fortuna e era deles. %em nada a tentar para
resolver. Este era um dinheiro sério e #$lan e Mi'e tinham sido de catapultados cad*veres
oper*rios para solteiros "ilion*rios.
"Bilion*rio." Mi'e ergueu o quei7o! como se estivesse fareFando alguma coisa. "Isso
no sai "em da l;ngua."
"Mi'e +ine! "ilion*rio." #$lan anunciou grandiosamente! pulando na cama e pulando
como um macaco louco. %eu ca"elo caiu em seus olhos e ele viu Mi'e colocar as mos nos
quadris! "alan0ando a ca"e0a! como se estivesse diante de um recalcitrante hiperativo de oito
anos.
"<oc= é uma crian0a."
"%im! mas sou uma crian0a rica>" #$lan pulou da cama e saltou para o cho ao lado de
Mi'e! como um pouso de super-her:i. 6s olhos de Mi'e passaram de diverso a dor! ento
os om"ros ca;ram para frente. #$lan esfregou o ponto fraco entre os om"ros e os dois
olharam para um ponto na parede! que parecia conter tudo o que deseFavam.
"Ela nos dei7ou todo esse dinheiro! #$l. A:s no t;nhamos nenhuma ideia." #$lan se
me7eu desconfortavelmente e no disse nada. Mi'e pegou na sua mudan0a! porém! e se
virou para ele com um olhar acusador. "<oc= sa"ia,"
#$lan tirou a mo das costas de Mi'e e suspirou. "Ao. Eu no sa"ia que ela era
"ilion*ria> Mas desco"ri muito cedo que ela tinha dinheiro. Est*vamos na faculdade! Mi'e. 6
ponto com crescimento no tinha acontecido! e ela alegava que ganhava dinheiro com
VsitesV. 4omo acha que ela poderia dar ao lu7o de nos levar em todas as viagens que levou,"

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"A:s acamp*vamos e ficava "arato! #$lan." Mi'e gagueFou. "Ela no vivia como uma
pessoa rica louca." +iscando duro! Mi'e come0ou a dizer mais! mas virou-se para a cEmoda
onde #$lan mantinha uma imagem de /ill. 6s tr=s em (ape (od! no primeiro encontro da
+raia! as gramas do pSntano verdes to grossas que centenas de pei7inhos viviam em *guas
rasas l*! quase dando a *gua uma viscosidade viva! repleta de pei7es. 6 oceano era to
perfeito! a *gua quente em"ora goleada para a "a;a naquele dia! e os tr=s olhavam para o sol!
um estranho aleat:rio parou e pediram para tirar uma foto.
A foto tomada um m=s antes de sa"erem que /ill tinha linfoma. +ara o m=s depois da
viagem que dizia tinha sido cansativa. Ao a si mesma. %ilenciosa. Afastando as suas
preocupa0)es! ela ignorou! tra"alhando em seus 8sitesC e indo para corridas longas que se
transformaram em longas caminhadas e que! finalmente! se transformaram em um passeio
durante o qual ela caiu. Mi'e tinha estado com ela e levou-a tr=s quarteir)es da cidade para a
sala de emerg=ncia de um hospital. 6s dias seguintes foram um "orro que #$lan no
poderia dei7ar-se ressuscitar.
)gora n/o' */o enquanto se preparava para sair com alguém novo' )lguém vibrante'
)lguém vivo'
"%im! /ill manteve um monte de segredos de n:s! Mi'e." %eu companheiro! a ferida
ainda estava muito fresca.
"Ento! vamos continuar o seu legado! e ficar com o dinheiro em segredo."
"+or enquanto! claro. (uando passar o tempo podemos falar so"re isso."
"/esus." Mi'e passou a mo tremendo pelo ca"elo e olhou para fora da Fanela na cidade
a"ai7o. "(ue porra de uma maldi0o."
"E uma "=n0o."
6lhos irritados fi7aram em #$lan quando Mi'e virou. "4hame isso como quiser."
"W am"os." #$lan admitiu.
"Isso é s:... <oc= est* certo. W as duas coisas."
"<oc= salvou o resort. %a"e que /ill ficaria feliz."

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"Ento por que ela no o salvou, +or que! #$lan! que ela no nos disse que tinha todo
esse dinheiro, (uero dizer! caram"a> Ao é algo que se esquece de mencionar casualmente.
V6h> W isso mesmo> Eu fa0o parte dos mais ricos ou 8seFa o que for! oh e um por cento no
mundo. Enquanto voc= estava reclamando de sua montanha de esqui estava falindo! tinha
que escorregado minha mente, 6ps>C" 6 desprezo na voz de Mi'e era totalmente at;pico e fez
#$lan recuar. 6 cara estava chateado.
A raiva! #$lan sa"ia! era realmente uma forma de luto.
"#iga isso para /ill! Mi'e." As palavras levaram os ventos de velas do homem maior!
seu corpo literalmente encolheu diante dos olhos de #$lan. As cinzas de /ill estavam naquela
montanha que Mi'e tinha aca"ado de comprar! uma grande razo para sua compra. Agora!
ele poderia t=-la para sempre! s e salva e segura.
Mas ainda morta.
Mi'e mordeu o l*"io superior e assentiu. "%im. Eu vou." #$lan estava atrasado para
seu encontro e saiu pela porta sem fazer "arulho. Ele estava pronto para seguir em frente!
continuar ap:s o passado. Algum dia! logo! esperava que Mi'e pudesse se Funtar a ele.
Ele olhou para seu telefone. Merda! F* estava atrasado. #e Feito nenhum ia estragar
este encontro! fazendo-a pensar que estava ignorando-a. Kma r*pida olhada no espelho de
novo! um pouco mais de perfume. Kma verifica0o final de seu sorriso no espelho e saiu do
apartamento e para o que ele esperava ser uma parte de seu futuro.
Mi'e podia ficar no passado.


Laura no tinha certeza do que fazer com isso! enquanto caminhava uma distSncia
segura do restaurante! tentando dei7ar-se fora! se ela precisasse salvar a cara e simplesmente
desaparecer. Km "uraco poderia ter sido melhor! mas no conseguia conFurar um H
vontade. Dugir de vergonha! porém! ela estava familiarizada! ento se esquivou a tr=s loFas da
entrada. Ele havia dito 2Oh e era 2Oh2X. %ete minutos normalmente no significava nada em

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termos da roda da vida. Mas agora cada segundo parecia como tortura e G@2 torturas foram
somando a uma grande "ola de medo. E tudo isso descansou direto em seu intestino onde o
deseFo deveria estar agora! onde a felicidade deveria estar agora! onde a alegria e! "em! no
muito amor! mas pelo menos lu79ria deveria residir. Ao este po0o de desespero.
0/o apenas sete minutos 6aura, apenas sete minutos 6aura! ela disse para si mesma. 6s
segundos passavam até que seu telefone apitou e agora eram oito minutos. 0/o apenas oito
minutos 6aura, s/o apenas oito minutos 6aura! apenas oito minutos. Kma camada fina de suor
e7plodiu so" o l*"io! nas "ochechas! e no vale entre os seios de uma forma que apenas a
ansiedade irracional fria do namoro poderia trazer para fora nela.
7h, foda-se isso! ela disse para si mesma. )cho que n/o posso mais faer isso, até mesmo o
0r' Quentíssimo quente, quente bombeiro n/o vale isso. 2u s+ vou voltar para casa e ter um encontro
com !en e #err$, que é a minha ona de conforto, bem ali beb.. Oalve os homens mais confi8veis sobre
a Oerra, porque isso s/o asneiradas... Zzzz! o telefone tocou de repente. Ela tinha colocado para
vi"rar! se assustou e dei7ou cair fora de suas mos! fazendo "arulho no cho.
"Merda." Ela gritou! descendo! su"indo e esperando que a tela no tivesse
que"rado. Delizmente! ela tinha uma cai7a de prote0o so"re ele! agarrou-o e deslizou seu
dedo na tela para atender a chamada.
"6l*, 6l*," Ela disse! tentando desesperadamente manter a Snsia fora de sua voz.
"6l*." A voz "ar;tono de um homem a cumprimentou! com uma simpatia que ele no
tinha o direito de lhe oferecer agora! mas estava to feliz que aceitou. "Kh.U Ele hesitou. "W
Laura,"
"%im. %im! é." ?espondeu "rilhantemente! com a voz um pouco aguda! sua ansiedade
um pouco intensa demais! mas ela se arrastou adiante.
"6h! sim! realmente," A voz gagueFou. "%im! aqui é #$lan. Eu sinto muito.U #isse ele!
e ela esperava que a sinceridade fosse verdade. Esperava que fosse verdade! necessitava que
fosse verdade com uma parte dela que sa"ia... (ue sa"ia que no havia nenhuma maneira de
sa"er.

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"Eu sinto muito. Estou atrasado. Estou andando pela J&elfth Avenue agora! e! de fato!
posso ver a entrada do restaurante e! espere um minuto! ooh! eu no sei." Km asso"io de
lo"o. "Eu no sei se vou ser capaz de fazer isso."
"6 qu=, 6 qu=, 6 que voc= disse,"
"%im! h* esta mulher linda l* fora e! e no sei! quero dizer! eu acho! vamos ver! ela est*
usando um suéter felpudo e uma maldita saia l*pis cinza e saltos que fazem suas pernas
continuar para sempre. E! eu no sei! sa"e! Laura! posso ter que sair com ela hoFe H noite em
vez de voc=."
Ela quase dei7ou cair o telefone novamente. 6h! meu #eus! seu cére"ro queimava! sua
voz interna gritava como um rato preso em uma gaiola com Aapalm so"re ele e fogo aceso.
E ento se acalmou instantaneamente. 6h! oh! ele estava elogiando-a. Ele estava
"rincando. Ele gostava dela. (uem era esse cara,
Agora ela podia v=-lo. Aespire fundo, 6aura! ela disse a si mesma. Ele estava
"rincando. Era "rincalho. Ao quer dizer. Ele estava a um quarteiro e meio de distSncia!
caminhando em dire0o a ela com um ar de superioridade! com uma confian0a que ela no
viu em muitos homens. Kma mo no "olso! apenas marchando pela rua como se tivesse todo
o tempo do mundo. E cara! seus olhos estavam comendo-a. Ela podia senti-lo a partir de um
quarteiro e meio! um "loco e um quarto de distSncia.
E ela estava dando-lhe a volta.
%eu cora0o estava "atendo um milho de vezes por minuto de medo so"re sua piada!
e a ansiedade que a piada tinha provocado. Mas agora! era como se os elétrons estavam
"rincando entre eles. Moléculas estavam voando milh)es e milh)es de quilEmetros por
segundo entre os dois. Ela no tinha certeza do que ia fazer quando realmente estivessem a
dois metros um do outro! porque estava pronta para lev*-lo ali mesmo! logo em seguida na
rua! indec=ncia p9"lica que se dane.

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Muito em "reve! apenas alguns segundos depois! ele estava a um quarteiro! a meia
quadra! e tirou a mo do "olso! acenando-lhe. Ento ela perce"eu que ele estava falando com
ela o tempo todo e no tinha ideia do que estava dizendo.


"Laura, Laura, 6l*! ol*! voc= est* a;, Eu posso v=-la e voc= est* apenas em pé a;. Estou
acenando para voc= agora... Laura! fui enganado por um ser humano ou é um manequim de
loFa realmente quente," 6uviu-a rir. Aha. 4ontinue indo! #$lan disse a si mesmo. ?ecupere a
partir da terr;vel piada.
"6u é parte de alguma coisa como arte de performance que caras como eu no
entende, <oc= é a protegida de And$ Tarhol, 6u isso é uma espécie de multido e os
mem"ros nus da 5irate 5art$ esto prestes a aparecer vestidos com m*scaras de Mic'e$
Mouse em algum protesto geopol;tico," #e repente! ela do"rou e inclinou-se rindo. Ele deu
um suspiro de al;vio. Encantadora>
Era isso! ela estava for0ando-o a usar cada célula restante do cére"ro para processar as
fun0)es corporais "*sicas quando cada célula vermelha do sangue correu para sua
virilha. Ele no conseguia parar de varrer o corpo dela com os olhos. Ao conseguia parar de
com=-la com suas retinas. Ela era uma espécie de ;m para #$lan. Joda a sua apar=ncia era
macia e nos olhos dela! quando se apro7imou! viu "ondade! do0ura neles e havia uma "eleza
de corpo inteiro! deslum"ramento pleno so"re ela que o dei7ou duro instantaneamente.
"Est9pida cal0a neg:cio casual." Ele murmurou para si mesmo! a "oca inclinada para
longe de seu telefone. Estava usando o tipo de cal0as que sua e7cita0o poderia se tornar
muito :"via.
Agora que estava na frente dela! no mais do que um pé e meio a separ*-los! sentia-se
como o maior idiota do planeta! mesmo para "rincar so"re no sair com ela. Ela era
deslum"rante! todas as curvas e mulher! e queria sentir o cheiro dela! enterrar o rosto no
pesco0o doce! senti-la em seus "ra0os e ouvir a respira0o quando a fizesse feliz.

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4omo seus gritos de =7tase soariam, %er* que ela viraria o rosto, Morderia o
travesseiro, Daria linhas de propriedade em suas costas com aquelas unhas "rilhantes,
Mais tarde. Mais tarde! ele iria desco"rir. A mesma confian0a que esteve sempre l* lhe
disse isso. 4omo uma segunda pessoa que vivia em sua ca"e0a! ele s: sa"ia. Ela era dele! e
ela no sa"ia ainda. Mas seria e ele tinha todo o tempo do mundo para ensinar-lhe isso.
4om sua l;ngua.
Ele apenas ficou l* e olhou para ela e no sa"ia o que dizer! no podia recitar o que
passou por sua ca"e0a enquanto seus olhos percorriam a topografia perfeita de seu corpo. Ela
ficou l* e olhou-o e parecia no sa"er o que dizer! nada. Esta dan0a silenciosa precisava de
um melhor ritmo.
Km que ele poderia ir para casa! com sua...
Dinalmente! ela disse! apontando para a porta. "Esse é um e7celente restaurante que
voc= escolheu." %ua voz estava to ofegante como parecia. %: que ela estava falando e ele
estava l* parecendo um pei7e fora dV*gua! sua "oca a"rindo e fechando! enquanto tentava
desesperadamente conseguir algo para dizer. 6nde dia"os foi aquela confian0a agora, Ele
no era estranho! ou preocupado! ou qualquer um desses sentimentos piegas que Mi'e
sempre descrevia que tinha. Era mais seu cére"ro ficando em "ranco com a viso dela e tudo!
além de sua e7cita0o entrou em modo de hi"erna0o. Ela sorria e parecia esperar algo
intelig;vel para sair de sua "oca! mas primeiro ele tinha que cavar seu caminho para fora do
enorme "uraco escancarado de lu79ria! no qual tinha aca"ado de trope0ar.
4omo dia"os ela ainda era solteira, +or que alguém no a tinha fisgado,
"W essa coisa toda de fuso asi*tica. Meu amigo me disse que seria uma "oa ideia
trazer um primeiro encontro aqui e poderia ser um lugar para impressionar alguém." E a
comida é suposto ser incr;vel! mas isso é secund*rio. Ela parecia to nervosa! os olhos
"rilhantes cautelosos! F* em guarda por sua tentativa idiota de humor ao telefone.
%entia-se como um idiota! podia sentir que estava perdendo-a! e seu sistema de
charme entrou na ultrapassagem! e no o #$lan to acostumado a conseguir uma mulher

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para sair de suas cal0as dentro de uma hora de sua primeira "e"ida em um "ar! mas o mais
lento #$lan que trope0ou em /ill na faculdade de anos atr*s e que se sentiu ot*rio e euf:rico
ao mesmo tempo.
"Ento me impressionar é mais importante do que a comida," Laura riu e olhou para
ele com uma cautela incerta em seus olhos! uma advert=ncia que ele realmente no gostava!
mas que falava de algo que ele no poderia colocar o dedo na ferida.
"%im." #isse ele! com um sorriso lento se estendendo so"re o rosto! a palavra mais uma
promessa do que uma resposta.
"Eu no acho que voc= precisa se preocupar com alguém como eu." ?espondeu ela!
desviando o olhar com um sorriso t;mido! seu ra"o de cavalo loiro deslizando para o lado de
seu pesco0o cremoso como se a guardando! criando uma "arreira segura e segurando-a em
seu lugar.
Ele levantou a ca"e0a! olhou-a mais uma vez e se perguntou o que dia"os era que ela
estava falando. #o lado de fora do restaurante "al"uciando como um idiota no era
e7atamente a sua ideia de um "om encontro! em"ora! ento ele apenas acenou para a porta e
disse. "<amos,"
(uando ela passou por ele! um impulso assumiu e ele colocou uma mo na parte
inferior de suas costas conforme o maitre segurou a porta a"erta. 6 sentimento era to
eletrizante! com a mo em seu corpo! que ele cresceu mais! o que no achava que fosse
poss;vel. Isso F* era mais promissor do que Famais esperava.
Mesmo que este Fantar fosse custar-lhe metade de um sal*rio inteiro! ele no se
importava. 6h! isto é certo. Ele realmente no estava contando com o seu sal*rio de qualquer
forma nos dias de hoFe! lem"rou a si mesmo. %uas finan0as tinham mudado radicalmente
meses atr*s! uma surpresa que ele e Mi'e ainda tentavam assimilar. 5are com isso, 9$lan' 5are
de pensar sobre #ill, disse a si mesmo. Aada disso deve entrar no c*lculo do lado
emocional. Esta noite é so"re Laura.

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(uando foram levados para a mesa em um am"iente enfuma0ado cinza! com um
gigante Buda dourado de seis metros iluminado no canto e uma pequena fonte "or"ulhante a
seus pés! tudo o que ele podia fazer era olhar para a "unda dela! tentando desco"rir a forma
de no parecer mais um daqueles caras que est* desesperado o suficiente para ir em um site
de namoro on-line e encontrar alguém para foder.
Aenhum deles parecia sa"er o que dizer! ento ele pensou! sou o cara! iria assumir a
lideran0a. W assim que ele iria tra"alhar na cama... E ento sua mente ficou em "ranco com o
flash de uma viso de seu rosto enterrado entre as co7as macias de Laura. Ele praticamente
Fogou o guardanapo do"rado em seu colo para esconder o que achava que deveria ser o mais
alto teso em f9ria de sempre.
Ele tossiu. "6 seu perfil dizia que voc= é de 6os )ngeles! mas se mudou para c*! na
costa leste. 4om quem voc= tra"alha," %: ento! a gar0onete interrompeu como se na
sugesto e perguntou-lhes se eles queriam para "e"er. Laura pediu um saqu=.
"Jraga dois." Acrescentou. %e ela estava indo para as coisas mais dif;ceis! por isso! iria
ele. 4ara! isso poderia aca"ar sendo um encontro muito mais interessante do que ele Famais
esperou.



Ela se sentia como se tivesse perdido todo o seu voca"ul*rio nos 9ltimos tr=s
minutos. Esse cara era incr;vel. Ele a levara para o lugar mais quente da cidade. 4om certeza!
seu amigo tinha recomendado! mas quem se importava se fosse esse o principal motivo,
#$lan parecia cuidadoso! para ter o tempo de causar uma "oa primeira impresso! e
ela adorou o seu senso de humor! mesmo que tenha quase levado H sua morte precoce em
um ataque card;aco! por meio de mal-entendido. Ela nunca tinha sido levada para qualquer
lugar to "om. W claro que nunca poderia dizer isso a ele. A maioria dos caras que sa;ram
com ela a levou a um restaurante que tinha televisores de plasma de 12 polegadas detonando

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cinco eventos esportivos diferentes de uma s: vez! e o item mais gourmet no menu era fritas
no palitos com mozzarella.
Ela apagou quando a gar0onete perguntou o que queria "e"er! ento dei7ou escapar!
porque era a 9nica "e"ida que F* "e"eu em um restaurante asi*tico anos atr*s! quando sua
me a levou para um lugar chamado Hibachi no seu vigésimo primeiro anivers*rio. Bem! he$!
"em que era. Ela imaginou que um tiro iria solt*-la e! em seguida! poderia mostrar mais de si
mesma. 4om #$lan se Funtando a ela! sa"ia que tinha pedido de forma adequada para este
tipo de restaurante e come0ou a dei7ar-se a"rir um pouco.
6lhou para a mesa e viu que estava revelando mais de si mesma F*. %ua "lusa tinha
a"rido um pouco demais para mostrar a renda preta do suti e quando olhou para cima! no
encontrou os olhos de #$lan com os seus! mas ele! de fato! estava olhando para o mesmo
ponto que ela tinha aca"ado de estar olhando.
Aparentemente! ele no era o suficiente de um cavalheiro para fingir que no estava
olhando! até que cortou o olhar a"ruptamente. Ele Fogou o guardanapo no colo! olhou para o
menu! e disse. "Eu no tenho nenhuma ideia do que quaisquer dessas coisas so." Ento ele
se virou e esticou a ca"e0a para o"servar um dos gar0ons dar uma "andeFa para uma mesa
pr:7ima. "%eFa o que for! porém! o cheiro é incr;vel."
Isso a soltou mais! seu riso nervoso mudando para algo mais genu;no. Esses poucos
minutos surpreendentemente especiais pareciam que F* tinham alterado a realidade para ela
e no conseguia colocar o dedo so"re isso! mas estava tentando muito! muito duro no fazer
mais sentido fora destes momentos perfeitos so"re #$lan.
A tontura! desconhecida e no fugaz Qa seu choque totalR! encheu sua pele e seus
pensamentos enquanto ela timidamente lhe chamou a aten0o e dei7ou repousar! no
desviando o olhar. %eu olhar se aprofundou em algo mais primordial! mais conhecimento e
sua inseguran0a desapareceu quando eles se comunicavam sem palavras.

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Interrompida pela gar0onete! ela pu7ou os olhos para longe com pesar! a mulher
trou7e as suas "e"idas. #$lan ergueu a sua em um "rinde e disse: "+ara... An*lise de
neg:cios>"
Ela assentiu agradecendo e respondeu. "+ara com"ate a inc=ndios." 6s copos
tilintaram antes de "e"erem e colocarem os copos de tiro vazios. Ela tocou a "orda do copo e!
em seguida! am"os se inclinaram so"re a mesa! com grande e7pectativa.
Dinalmente! perce"eu que ele esperava que respondesse H pergunta que havia feito
horas atr*s! e ela disse: "6h! oh! eu tra"alho para 0tohlman 1ndustries."
"0tohlman," A e7presso dele mostrou que estava impressionado. Isso agradou Laura!
era impressionante. 0tohlman era conhecida por ser muito! muito competitiva para um
emprego e tinha sido duro para ser a terceira maior empresa de m;dia do mundo.
"%im! sim! eu estive l* tam"ém! quando me formei na faculdade."
"%ério, (ual é sua forma0o! ento,"
"JI 5 Jecnologia da Informa0o."
"Mas voc= é um analista de neg:cios,"
"%im! tra"alho com o lado técnico das coisas."
Ele recostou-se na cadeira! cruzou os "ra0os! fazendo-se claramente confort*vel! e deu-
lhe um olhar alegre. "Ento o que voc= faz,"
E ela riu! o rosto rela7ando! suas "ochechas se espalhando e com"inando sua alegria.
"<oc= realmente quer sa"er, +orque é muito técnico."
Ele se inclinou so"re os cotovelos! apoiou o quei7o em uma das mos e disse. "%im!
quero sa"er."
Ela estudou os olhos. Ele queria dizer isso! realmente queria dizer isso. 6h! cara! era
isso realmente o pacote inteiro, %er* que ela realmente conseguiu um lindo! rasgado
"om"eiro que dava a m;nima para o que ela fazia para viver como analista de neg:cios para
alguma sem nome! sem rosto! megacorpora0o, %e assim for! no queria se "eliscar para ver

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se isso era um sonho. Ento! novamente! havia partes que ela certamente queria que ele
"eliscasse. Khoa l8, 6aura.
"Bem! tra"alho na *rea da sa9de e o que estou fazendo agora é o tra"alho em um
proFeto grande para um dos governos estaduais! certificando que o programa de seus antigos
registros médicos para as crian0as! rece"em o seguro de sa9de e que esteFa em conformidade
com as novas diretrizes federais."
Ele acenou com a ca"e0a. Dez uma e7presso com a "oca que indicou que era
interessante e! em seguida! disse. "Eu me perdi pelo seguro de sa9de para crian0as..." E ele
sorriu.
Ela disse. "4hega de falar so"re o meu tra"alho. 6 que voc= faz, <oc= é um "om"eiro!
certo, Ento praticamente salva donzelas em perigo de queimar em edif;cios e resgata gatos
de *rvores. Eu realmente no sei mais do que isso." Brincou ela.
Ele riu! os dentes "rilhantes! retos e perfeitos! falando a décadas atr*s de
ortodontia. %eus olhos "rilharam um pouco quando ele tocou seu copo vazio e disse. "W um
pouco mais complicado do que isso! mas voc= tem a ess=ncia dele."
"Ah! vamos l*. 4onte-me mais. 4omo é que é mais complicado, N*! como! diferentes
n;veis de com"ate a inc=ndio," As palavras sa;ram de sua "oca e ela sentiu um sentimento
lento! elétrico rasteFar até sua espinha enquanto seus dedos cruzaram a mesa e estenderam a
mo para a dela! seus dedos apertando os dela! o calor tremendo por ela! indo todo o
caminho até seu pesco0o! através de seu quadris! em sua "arriga.
#ei7ando-a completamente sem palavras mais uma vez.
"Bem.U Ele disse! olhando para suas mos e! em seguida! para ela com as so"rancelhas
levantadas que faziam uma pergunta :"via. Ela sorriu de volta. Ele suavizou e segurou sua
mo apenas um pouco mais e a presso adicional era como ter a sua vez a mo em um
grande clit:ris lateFante gigante.
"Aconteceram muitas mudan0as onde eu resgatava gatos de prédios em chamas e
aFudava donzelas em perigo em *rvores.U Brincou ele. "Mas! principalmente! nos dias de

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hoFe! sou respons*vel por protocolos de seguran0a e maneFo do fogo para grandes empresas
como a sua."
"%ério,"
"%im! praticamente. #epois do --[M! tivemos que realmente apertar de como esvaziar
um prédio de trinta ou quarenta andares! especialmente em face de um desastre! ou em face
de maci0os multin;veis! inc=ndios generalizados."
Ela podia sentir o sangue escorrer de seu rosto. Ele tinha aca"ado de! sem sa"er! falar
de seu maior medo. Algo em seu rosto dizia que ele sa"ia disso. "6h! no! estou to triste!
realmente! no queria incomod*-la. <oc= perdeu alguém em --[M,"
Ela "alan0ou a ca"e0a. "Ao! no! na verdade eu! é s: que..." Jomou uma respira0o
profunda. +elo nariz! pela "oca. "W s: que isso é um dos meus maiores medos. Eu sempre tive
medo de um inc=ndio no meu prédio e tra"alho no trigésimo segundo andar das 1ndIstrias
0tohlman'"
Ele tirou a mo dela e "ateu a testa v*rias vezes! "alan0ando a ca"e0a agora! dizendo!
"Eu praticamente s: peguei a pior coisa poss;vel que poderia trazer! durante um primeiro
encontro! no foi,"
%ua frequ=ncia card;aca retomou ao ritmo normal. Ela assumiu um risco agora e
chegou do outro lado da mesa para recuperar sua mo e disse. "Ao! est* tudo "em! de
verdade! nada é mais interessante que voc= conseguir tocar so"re mim! depois de ter apenas
me conhecido por..." Ela olhou para seu telefone "... +or quinze minutos."
"W incr;vel o que o 3oogle ir* aFud*-lo a desco"rir."
%e ela tivesse uma "e"ida em sua "oca! teria cuspido tudo so"re ele. 6h! meu #eus!
ser* que ele pesquisou no 3oogle, W Fusto! ela tinha-lhe pesquisado no 3oogle. %er* que ele
sa"ia que ela o tinha procurado no 3oogle, Naveria alguma forma dele sa"er,
"Laura," Ele estendeu a mo e tocou-lhe o quei7o! desviando-se para pegar seus
olhos. "Isso foi uma piada."


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Até o momento que a gar0onete trou7e a refei0o! que era algo que ele no conseguia
pronunciar corretamente! mas! ao que parece! no poderia sequer imaginar cerca de metade
dos ingredientes nele! ele sentiu como se estivesse perdendo. 1diota, idiota, idiota> 4omo ele
poderia ter trazido o cen*rio de prédio em chamas em um primeiro encontro, #entro de -1
minutos! no menos, #eus! o olhar em seu rosto> Era como se algo entrasse em
colapso. Navia mais do que ela estava dizendo! podia ver isso e dei7ou-o com muitas
perguntas! d9vidas que ele no poderia resolver agora! porque estava sendo muito est9pido
para falar.
Ao entanto! ali estava ele! "al"uciando so"re isso como se no fosse grande coisa! e
isso é o que ele fazia para ganhar a vida! e ha ha ha! e l* estava ela! encarregando-se de salvar
o seguro de sa9de de criancinhas.
Ela come0ou a comer sua comida. Ele enfiou a mo. Mesmo que no gostou! saudou o
sil=ncio! perple7o com a contradi0o! mas ultimamente toda a sua vida parecia ser uma
grande pilha fumegante de comple7idade. 6lhou para ela. Ele pegou o Fantar como uma
oportunidade para apenas manter um olho nela. +ara ver como era. +ara ver o que a
linguagem corporal dela diria.
Ela continuou pu7ando o om"ro de seu suéter! arrumando tudo para que a "orda de
seu suti de seda preta no aparecesse! e cada vez que ela fazia isso! uma pequena parte dele
pu7ava. +rincipalmente na regio da virilha. Mas tam"ém em seu cora0o. +orque! cara! ele
estava amando aquele pequeno peda0o de renda preta agora.
Dor0ou um "ocado de algo que estava com medo de ainda estar meio vivo entre os
dentes. E ento! "Mmmm>" Ele gemeu. "Isso é incr;vel."
"%im! o meu é delicioso."
2nt/o voc. é! pensou ele! espetando um peda0o de pei7e e segurando o garfo. "<oc=
quer um peda0o do meu,"

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Ele segurou o garfo para ela e ela o olhou de certa maneira! os olhos se estreitando um
pouco enquanto inclinou a ca"e0a! uma pequena onda flutuando fora do seu ra"o de cavalo
quando ela colocou-a atr*s da orelha e se inclinou para frente. %eus l*"ios envolveram o
garfo! a "oca pu7ando o peda0o de comida e ele relutantemente pu7ou o garfo a distSncia!
aqueles l*"ios! aqueles l*"ios! fechando so"re o garfo. Aeste momento! ele queria que uma
parte dele fosse o garfo. Kma parte muito grande! lateFante que o guardanapo no era capaz
de co"rir agora.
Mastigando! ela gemeu! era o som que ele queria ouvir mais tarde H noite em sua
cama! ou na dela! ou no sof* de alguém! ou para o inferno! no "eco no estacionamento neste
momento. 6 pau de #$lan pu7ou contra as cal0as! mais e7citado que Famais imaginou ser
poss;vel! s: a partir de v=-la comer aquele peda0o delicioso de #eus sa"e o qu=.
"Ao é incr;vel," +erguntou ele.
"Isso é a perfei0o. #e onde é que isto vem," +erguntou ela.
Ele olhou para o menu e respondeu. "&al8sia e! aparentemente! Oibet."
"6h! um peda0o da &al8sia! ti"etano da perfei0o." #isse ela! em seguida! a testa
enrugada com um olhar confuso. "+esca no Oibet,"
Ele deu de om"ros. "6s monges t=m que fazer alguma coisa." Km casal em uma mesa
franziu a testa para eles e #$lan apenas dei7ou-o rolar para fora.
Laura espetou outra coisa em seu prato e levantou o garfo para ele. Ele tomou-o!
ansiosamente! avidamente! comendo algo que ele nem sequer conhecia! mas! olhando-a! seus
olhos perfurando os dela! perce"endo que esta refei0o era apenas o aperitivo e ele teria o
prato principal mais tarde.


6h! santa vaca! ela nunca foi tratada assim antes em toda a sua vida. Aa verdade!
estava um pouco preocupada que estava dei7ando uma mancha molhada no "anco estofado!
que ela tinha encharcado completamente através no apenas de sua tanga! mas tam"ém a

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saia l*pis e praticamente através da camada e7terna da co"ertura do "anco! e em qualquer
coisa que estava so" este restaurante! porque esse cara no era apenas quente! estava em
chamas e quo apropriado que ele era um "om"eiro.
Ela podia ver isso em seus olhos! tam"ém. 6 que quer que estivesse acontecendo!
havia um destino aqui! que realmente no deveria estar acontecendo. #epois que eles
trocaram suas mordidas! como um cruzamento entre 8A #ama e o <aga"undoC e um filme
pornE! ela perce"eu que iria para casa com esse cara. Laura ia dormir com ele e ia gostar.
+elo olhar em seu rosto ele estava no mesmo lugar mentalmente tam"ém. Esperava
que fisicamente. Am"os pareciam que queriam apressar a sua refei0o e a conversa
finalmente retomou ap:s aca"arem de comer.
"<oc= quer outra "e"ida," Ele perguntou! pegando a mo de novo! agora que estava
livre de comer o Fantar.
Ela limpou a "oca com o guardanapo com a outra mo! colocou-o para "ai7o! e disse.
"Num! F* estou muito cheia. Jalvez pudéssemos dar um passeio,"
"Aa verdade...U #isse ele! olhando para longe. "... eu tinha planeFado outra coisa se no
se importa."
"Ah! é mesmo, 6 que," 7 café da manh/, Ela a"afou o pensamento! apavorada que
tivesse realmente dei7ado escapar isso em voz alta.
"Acontece que h* realmente um cruzeiro agrad*vel aqui na cidade e eu estava
esperando que pudéssemos ir em frente."
"6h." Ela olhou para o rel:gio! tentando esconder suas emo0)es agitadas. 6h! cara! F*
era tarde. Km cruzeiro. Dez alguns c*lculos mentais rapidamente. Km par de horas em um
cruzeiro significava que no ia haver tempo! tinha que tra"alhar! tinha que levantar Hs 2Oh da
manh e isso significava que iria a noite inteira. +rimeiro encontro. )calme-se 6aura, n/o seja
uma vadia, n/o seja uma vadia, n/o seja uma vadia, disse a si mesma.

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*/o durma com ele no primeiro encontro, n/o durma com ele no primeiro encontro, se voc.
quiser um segundo encontro' 7;, o;' 7;' A voz de /osie entrou em sua mente. */o durma com ele,
6aura' */o faça isso, n/o faça isso, n/o faça isso' ) menos que ele seja incrivelmente quente'
Ah! sim! ele é. Ah! sim! ele é.
Ela teve toda essa conversa! no per;odo de cerca de tr=s segundos com ela mesma! com
#$lan a olhando com uma e7presso muito intrigada. 6 anFo /osie e o dia"o Laura
argumentavam dentro de sua ca"e0a! até que perce"eu que precisava responder ao
coment*rio de #$lan.
"6'! sim! com certeza> Km cruzeiro parece :timo. %er* que F* conseguiu ingressos,"
Ele apertou os olhos e franziu a testa! confuso. E ento seu rosto ficou neutro. "6h!
no! na verdade! ainda no. Eu s: desco"ri que t;nhamos que ir l*! e! voc= sa"e! escalar."
Doc. pode escalar em mim! pensou. %eus olhos se arregalaram. Esperava que essas
palavras realmente no tivessem sa;do de sua "oca! porque neste momento! ela no sa"ia o
que estava pensando enquanto se contorcia e aFeitava a "lusa novamente. A renda preta
parecia sair como uma ere0o. %e pudesse ver seu pacote a partir do outro lado da mesa! ela
suspeitaria que ele tivesse sua pr:pria verso da renda preta acontecendo em algum lugar
em suas cal0as.
A gar0onete trou7e a conta e ela teve o di*logo interno que todas as mulheres solteiras
t=m quando saem em novos encontros. V+osso oferecer para pagar a conta, +osso oferecer
para dividirmos, Eu...U
Ele nem sequer lhe deu uma chance. +egou a conta! entregou um carto de crédito
para a mulher e acenou. <irou-se para ela! pegou sua mo e disse. "6"rigado por um "elo
encontro. 6u! o"rigado por uma "ela refei0o."
"6h! "em! meu #eus>" Ela disse! um pouco surpresa que nem sequer teve a
oportunidade de lutar pela conta. "Bem! muito o"rigada> (uer dizer! eu! realmente! posso!
gostaria de oferecer para pagar a..."
Ele acenou com a ca"e0a. "<oc= pode no pr:7imo encontro."

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"6h> 6h>" Ela disse! suas palavras afundadas! finalmente. "%im! no pr:7imo encontro."


Ele no podia l=-la. #ei7ava-o louco. Ele simplesmente no conseguia l=-la. 6 que! se
tivesse ido longe demais com a coisa do pr:7imo encontro, Estava ofendida que ele estava
querendo dizer que ela deveria pagar no pr:7imo encontro, Mi'e sugeriu que havia uma
grande maneira de lidar com as mulheres que tendem a ter "oas carreiras s:lidas! mas no se
sa"e e7atamente como lidar com o constrangimento de quem paga nos primeiros
encontros. Ele tinha sua pr:pria coisa so"re o pagamento.
(uando estava saindo com mulheres em encontros! ele tinha mais do que dinheiro
suficiente nos dias de hoFe! agora que tinha entrado em seu fundo fiduci*rio! o que ele
sempre viu como uma pequena maldi0o! agora via como um inferno de uma "=n0o! porque
se isso significasse que poderia tratar uma mulher como Laura direito! ento talvez pudesse
ter o futuro que esperava! ento no era apenas uma "=n0o.
Era tudo.
#esconforto ro;a nele. (uando havia entrado em seu fundo fiduci*rio era um
pro"lema que no tinha come0ado a e7plorar! ele e Mi'e! os destinat*rios de uma renda
anual equivalente a cerca de @!X por cento dos K% \ @!@ "ilh)es em confian0a enorme!
dividida ao meio. 6 gerente tinha colocado para fora em tais termos cl;nicos que #$lan tinha
quase vomitado no local! as palavras vinte e nove milh)es e mudan0a por ano para a vida!
menos ta7as de administra0o assoviava em torno de seu crSnio! como uma raquete que
nunca parava.
E isso foi h* dois meses. Ele ainda dirigia o mesmo carro! ainda tra"alhava seus turnos
completos! mas ostentava em pequenas formas! a enormidade de sua recém-encontrada
literalmente fortuna ainda no tinha atingido.
Mi'e tinha comprado uma ca"ana nas pistas. 4a"ana no era "em a palavra
certa. ?efugio era mais parecido com ele! de quatro quartos! pal*cio que ele sa"ia que iria

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manter Mi'e feliz para o resto de sua vida. A estSncia de esqui! tam"ém! que tinha sido
quase um pensamento depois. 6h! sim! podia salvar a montanha de esqui que amava! porque
tinha mais dinheiro do que #eus agora. Bem! quase.
(uando #$lan pegou Laura rou"ando olhares t;midos para ele! seus pro"lemas de
dinheiro Qvinte e nove milh)es deles por anoR desapareceram e ele come0ou a se perguntar se
ela poderia mant=-los felizes para o resto de sua...
"#$lan, +ronto para ir," A gar0onete tinha levado a conta! limpado a mesa! e estava
praticamente pu7ando o p: para limpar o lugar.
A refei0o paga! eles se levantaram e ele colocou o "ra0o em volta de sua cintura. Ela
se inclinou para ele apenas o suficiente para finalmente enviar-lhe um sinal. )h, sim! e eles
partiram para fora. +egou a mo dela! entrela0ando os dedos nos dela. Enquanto
caminhavam em dire0o ao cal0ado! perce"eu que no iam a esse cruzeiro.
%eu perfume era ine"riante. Ele no podia acreditar que sua mistura 9nica de perfume!
alm;scar e sa"o fundidos produziam isso. Ainda melhor! sa"ia que havia outros cheiros!
outros sa"ores que seria ainda mais divino se pudesse chegar l* hoFe H noite.
#$lan parou! finalmente! a re"entar pelas costuras com o seu pr:prio di*logo interno!
os deseFos de seu pr:prio corpo e apenas olhou para ela e decidiu que precisava ser to
franco com ela! como tinha sido com a maioria das pessoas ao longo de sua vida! porque
estes Fogos no lhe agradavam mais.
Nora de fazer a sua Fogada.
Ele se inclinou para "ai7o! acariciou seu quei7o com a mo direita! e trou7e seus l*"ios
nos dela. Ela respondeu! pressionando seu corpo contra o dele! até que tudo! do peito ao
quadril! era dele! empurrando nele! e tudo o que sentia por ela era e7tremamente :"vio
agora.
Eles definitivamente no estavam indo a esse cruzeiro.



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(rueiro, que crueiro, Ela no tinha inten0)es de ir a um cruzeiro. (uando seu "eiFo se
aprofundou! l*"ios entrea"ertos! enquanto suas l;nguas dan0avam! encontrou-se agitando
em =7tase interior! indo to longe a ponto de ser torcida em um clich=! uma perna levantando
quando ficou na ponta dos pés! mesmo de salto alto sentiu necessidade de ficar na ponta dos
pés para se igualar a ele em seu "eiFo.
%uas mos percorriam suas costas. Ela devolveu o movimento! seus dedos a"ertos em
toda a vasta e7tenso muscular de seus om"ros! suas mos segurando seu quei7o agora!
empurrando! precisando! deseFando...
"Ah." #isse ele! sua voz grave e grossa com o deseFo. "+odemos pular esse cruzeiro,"
Ela a"ai7ou a ca"e0a e riu "ai7inho. "%im! coisa "oa que no comprou os "ilhetes
depois de tudo."
Inclinando a ca"e0a! ele olhou para ela com olhos esfuma0ados e perguntou. "<oc=
tem um carro estacionado perto," Ela sa"ia o que ele estava perguntando! o seu c:digo de
palavras para: <5osso te levar para casa e foder, sem se preocupar com o seu carro sendo multado ou
rebocado>=
4omo é doce. A maioria dos caras no se importavam.
"Aenhum carro. +eguei o trem."
Balan0ando a ca"e0a! seu sorriso se alargou. "Eu dirigi! ento vamos com meu carro
para a minha casa, +ara "e"idas,"
Khoo-eee. Laura engoliu em seco! sa"endo o que ele realmente queria. Ele queria
dormir com ela convidando-a para sua casa e correu através de seu invent*rio
mental. Lingerie limpa, %im. +ernas raspadas, %im! ela tinha sido otimista. %em carro, %im.
4ontrole da natalidade,
7h, merda. Ela estava tomando a p;lula! mas tinha esquecido de tom*-la h* poucos
dias. Daltar um dia no deve doer! no é,
Esperava que ele tivesse um preservativo.

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%eu olhar perple7o disse que ela estava demorando demais para pensar. "Eu adoraria
uma "e"ida." E ento ele se inclinou para outro "eiFo! o movimento mais certo agora! suas
mos mais e7igentes e viscerais! alegando-a e marcando os "ra0os! o pesco0o! os l*"ios e
"unda com as mos! seu toque! seu carinho.
Esta era sua noite e tinha que ser o suficiente para ela. Ele era dela para o que desse! e
com o "eiFo aquecido sentiu seu n9cleo quente! o clit:ris palpitante e ansioso para o que sua
l;ngua estava prometendo agora! e7plorando sua "oca enquanto suas mos percorriam suas
costas e pesco0o.
As pessoas estavam olhando agora! quando ela a"riu os olhos os espectadores
riram. Ela se afastou e limpou a "oca! envergonhada.
#$lan apenas sorriu! inclinou-se e disse. "<amos parar de dar aos "astardos inveFosos
um sho&." %ua risada soou na rua para o estacionamento! onde seu Audi estava.
(uando ela su"iu nele! cheirava como uma fogueira.
4olocando na esta0o .2 local no r*dio! eles montaram de volta para sua casa em
sil=ncio! sua mo plantada em seu Foelho quando ele no estava mudando a marcha! os
dedos tocando uma melodia de lu79ria e rasteFando mais acima de sua co7a! até que
chegaram a seu comple7o de apartamentos. Era um arranha-céus de vidro e a0o e gritava
dinheiro.
4omo dia"os um "om"eiro pagava isso, 4omo se ouvisse seus pensamentos! #$lan
murmurou: "Eu tenho um companheiro de quarto."
"6h." #ecep0o alagou. Jalvez ele realmente quisesse apenas uma "e"ida, Aenhum
cara nunca! nunca a convidou para o seu lugar para compartilhar um pouco de vod'a e
4oca-4ola! no entanto. Aem mesmo os verdadeiros idiotas que tomavam cerveFa e seu
caminho para foder uma garota gorda e que desprezavam na parte da manh.
Al;vio assumiu seu desapontamento quando ele deu um sorriso maroto e disse. "Mas
ele saiu para a noite."

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%aindo do carro! su"indo dois lances de escada e andando para "ai7o pelo corredor de
#$lan foi um "orro. Laura ouviu vagamente as chaves chacoalhando e ento! uma "oca
quente feroz estava so"re a dela! os ante"ra0os grossos de #$lan raspavam seus om"ros!
enquanto suas mos deslizavam para cima de seu quei7o! atr*s das orelhas! dedos aninhados
em seu ca"elo e pu7ando seus cachos loiros soltos.
%ua l;ngua e7plorou sua "oca com tanta preciso e seus quadris pressionavam nos
dela com inten0o. 6fegante! ela respirou fundo quando ele empurrou-a contra a porta
a"erta e tomou sua "oca com avidez.
%em uma palavra! ele mano"rou seus corpos emaranhados! fechou a porta da frente!
Fogou as chaves no cho e a levou ao seu quarto em segundos. Ao havia quei7as aqui! Laura
pensou! e essa foi H 9ltima ideia racional que teve quando ele foi direto para o seu clit:ris.
%em pretenso! sem timidez art;stica.
"6 que voc=...," Ela engasgou. E ento! oh &o&! ele foi direto para o centro de seu
calor! o mais "reve dos toques to profundo que quase gozou em todo o l*"io em um
instante. %ua tanga deslizou por suas pernas! como se uma for0a invis;vel a tirasse e ento...
"Ahhhhhh." Ela gemeu! pr*ticos "ra0os alcan0ando so" seus quadris! esta"elecendo o
seu poder. Ksando seus ante"ra0os! guiou-se ao seu clit:ris! li"erando uma mo para toc*-la
l*! deslizando o dedo em sua vagina e acariciando para que ele desencadeasse ondas
inesperadas de prazer.
Era como um sonho tornado realidade. Ela mesma havia renunciado a caras que ca;am
so"re ela como uma droga passando. L*"ios "atendo e tentando fazer alguma coisa! mas
cumprindo nada mais do que "a"ando. (uem era esse homem, Este, Isso era como fazer
amor com uma "oca de seda.
6 corpo dela ficou vermelho e quente! o fogo focado em sua protu"erSncia quente
quando "rincou com ele! crescendo lentamente a li"era0o! entrando e pu7ando para tr*s
com dois dedos perfeitos. %uas co7as se contra;ram e tremeram! e ela sa"ia que gozaria como

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um trem de carga em "reve. Enterrou as mos em seus ca"elos! afundando as mos para ele!
empurrando seu rosto em conFunto com sua necessidade de dedilh*-la para o pr:7imo n;vel.
"6h! #$lan>" Ela murmurou! fodendo sua l;ngua! que lam"ia duro! morto em seu
cerne. %ua l;ngua se a"riu! a carne quente na dela! quando ele focou e Fogou com o carne
e7pansivo. #uas sensa0)es diferentes inclinaram completamente so"re cada m9sculo tenso!
seu "uraco goteFando para o dedo! montando seu rosto como um garanho! sua l;ngua
tra"alhando duro para manter seu frenesi indo.
"Ao> Bem a;." Ela gemeu! as mos enrolando em punhos de orgasmo! o corpo
"alan0ando! enquanto murmurava mais e mais. "6h! #eus> 6h! meu #eus>" Estava
autoconsciente! a maioria dos caras apenas no faziam isso. Eles podiam flertar um pouco
com o clit:ris! mas no se envolviam to plenamente. Jo! uh! profundamente. Ele
claramente gostava disso. #eleitava-se com isso. E! quando pegou algum ritmo perfeito para
faz=-la gozar! ela perce"eu que estava sendo tocada por um virtuoso do se7o.
9. a ele, 6aura' )bandone-se! disse-se! esperando que ele no se importasse com sua
"arriga carnuda! sua "unda curvil;nea. Jodas as preocupa0)es se desvaneceram quando ela
gozou e perce"eu que nunca tinha pensado que isso era poss;vel! nunca tinha estado nas
mos de um mestre assim. Mantendo sua "oceta em sua l;ngua! ele manteve a l;ngua
empurrando e retirando! tendo até a 9ltima gota de seu lan0amento quando seus m9sculos se
a"riram! seus suspiros cederam! pequenos sons de esfor0o.
Ele olhou para cima! sorriu e deslizou as mos por seu corpo! seguindo suas
curvas. Km "eiFo quente cheio de seu gosto orientou-a de novo! seu clit:ris e vagina
apertando to forte que ela gozou mais uma vez simplesmente do "eiFo! seus quadris
empurrando contra ele! seus sucos em sua "oca! a "oca! o cheiro to e7citante que ela estava
na verdade! gozando em um "eiFo.



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6 gosto de Laura era muito mais detect*vel que qualquer coisa que tinha aca"ado de
comer no Fantar. Instinto levou-o a "eiF*-la de novo e assim quando ele estava pronto para
fazer seu pr:7imo movimento! ela o surpreendeu! tomando a lideran0a. Ela estendeu a mo
para ele com familiaridade! a pele em seu p=nis dolorido! to suave e ansioso! levantando-se
para encontr*-la. Laura ha"ilmente massageou sua co7a com a outra mo! tocando as "olas!
pressionando contra a "ase com o polegar! um gemido profundo cresceu fora dele
espontaneamente. 6h! cara! esta mulher sa"e como toc*-lo.
Ela lam"eu os l*"ios com a inten0o! coraFosamente olhando-o nos olhos! em seguida!
olhando para "ai7o e tirando o agarre! fazendo-o prender a respira0o com a agonia de
antecipa0o.
Ela segurou a "ase de seu p=nis com uma mo e come0ou a lam"er-lhe lentamente!
sacudindo a ponta até que ele gemeu de novo! esperando que pudesse aguentar até que
estivessem prontos para fazer amor! seu corpo estava to pronto para mergulhar em sua
carne! pegar as curvas e deleitar-se com o seu corpo.
Levando-o dentro cent;metro por cent;metro! ela o lam"eu até que ele contraiu.
Lam"endo a frente de seu p=nis a"ai7o da ca"e0a e depois o engolindo ainda mais fundo em
sua "oca! sacudindo sua l;ngua contra ele! ela o fez apertar e soltar a respira0o! quadris
mudando enquanto ele gemia com a sensa0o de sua "oca em torno de seu p=nis.
%ua mo mastur"ava-o suavemente enquanto deslizava a "oca para cima em seu
p=nis! certificando-se que ele sentiu o interior de sua "ochecha! a l;ngua e os l*"ios! no
realmente chupando! mas o ordenhando. 6rdenhando-o. 6h! merda! a este ritmo ele gozaria
em sua "oca! e conforme segundos se passaram essa ideia tornou-se cada vez mais atraente...
Kma de suas mos tocou sua ca"e0a! acariciando seus ca"elos! encoraFando assim
quando ele lutou dentro! lutando contra o prazer que ela estava drenando dele! dividido
entre o deseFo de li"erta0o imediata e deseFo da sensa0o de estar dentro dela.
4onstruiu com velocidade quase dolorosamente lenta! ela Fogou-o como um maldito
instrumento! e quando seus dedos apertaram em seu ca"elo! seus ca"elos sedosos pareciam

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como outra camada de possi"ilidade! o ca"elo casual e confort*vel e apenas com o "oto
certo como tudo esta noite. Ela gentilmente tocou as "olas dele e sentiu os sucos come0arem a
escorrer para fora em sua "oca! ela engasgou! mesmo com seu pau em sua "oca! a
com"ina0o de calor 9mido e ar frio! correndo demais.
6 som de sua voz vi"rava em seu p=nis em sua garganta! seus l*"ios "eiFando seu
pr:prio polegar e o indicador! enrolado como um anel peniano! quando #$lan foi
completamente envolvido por ela. (uase gritando! ele sentou-se e segurou a ca"e0a!
rangendo os quadris dentro e fora enquanto o chupava duro! em seguida! dei7ou ir! em ritmo
de tir*-lo. Ela completamente co"ria sua raiz com os l*"ios. Ele arqueFou! ultrapassado por
esta Foia! com as mos so"re os seios lindos! com os ca"elos caindo em ondas so"re seu rosto
enquanto sua "oca transava com ele! e a melhor parte dele parou! querendo dar-lhe mais.
Mas inferno santo! era um mestre nisso.
0egundo encontro! #$lan! ele disse a si mesmo. 0egundo encontro.


Estou realmente dando "oquete no primeiro encontro, Laura perguntou! sua "oca
tra"alhando a magia que sa"ia possuir. Ela era "oa nisso. Muito "oa. Km pensamento fugaz!
meninas bonitas n/o precisam faer isso! apareceu em sua mente e ela quis afastar. #ar um
"oquete no era so"re ser "onita o suficiente.
Era so"re controle.
Até #$lan t=-la parado! ela o tinha completamente em seu feiti0o. E gostou.
%eus dedos procuraram sua e7cita0o! desco"rindo sua umidade. "Eu quero voc=!
Laura. +reciso estar em voc=." Ele murmurou! suas p*lpe"ras fechadas esvoa0antes e seu
cére"ro do"rado em um pretzel! torcido por um deseFo s9"ito! uma e7u"erSncia de suas
palavras! sua presen0a! agora a fez querer mergulhar em #$lan sempre.
+ensaria que ela estaria saciada do que ele tinha feito com aquela l;ngua h*"il! mas
uma nova onda renovou dentro. (ueria cada cent;metro dele! que estava disposto a dar-

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lhe. Laura necessitava empalar-se so"re ele! montar esse ei7o! sentir seu corpo em cima! ter as
mos so"re ela! dentro dela! so"re ela! qualquer que seFa! e queria e7ercer o controle mais
uma vez! a ser controlada! para Fustamente...
Jer mais.
Empurrando-o na cama! ela colocou suas pernas em cada lado de seus quadris! o
raspar de pelos nas pernas e carne era como m9sica para seus ouvidos! seu simples toque
conectando-a a uma confian0a que ela gostava. 4om o o"Fetivo dele com cuidado! ela pairou
so"re ele! sa"oreando os segundos! seus olhos se encontraram com os dela! a pele ao redor
deles acolhedora e convidativa! e ela mergulhou-se diretamente so"re o seu ei7o
gloriosamente grosso. Ele estava ansioso e pulsante e ela gemeu quando foi todo o caminho
dentro.
6 que ela queria dizer era algo profundo! palavras certas para com"inar com o que seu
corpo estava gritando. Em vez disso! suspirou: "6h! #$lan.U +ois a sensa0o era indescrit;vel!
um desfecho! emocional e psicol:gico! de uma s: vez. 4omo um verdadeiro "uraco a ser
preenchido! encontrando um ser forte o suficiente para preench=-lo.
(uando se estendia até a sua ponta! deslizando para cima de seu pau era uma
sensa0o doce! seu corpo se moveu em dire0o a um orgasmo gritando mais surpreendente
do que qualquer um antes. Ele lam"eu uma mo e acariciou-lhe o mamilo! isso causou
espasmos em sua "oceta. Movendo-se um pouco! mudando tudo! Laura deslizou o suficiente
para faz=-lo implorar! apertou sua "oceta! depois mergulhou para "ai7o novamente.
"+uta merda> <oc= tem uma "oceta m*gica. W to! to apertada! to quente." Ele
convulsionou. Ela suspirou! o sentimento muito intenso. Ao tinha uma mente! apenas um
traseiro que ele agarrou e termina0)es nervosas e sua plenitude.
Ele assumiu o comando! de pé agora! do"rando-a so"re a cama! de "arriga para
"ai7o. Kma mo deslizou quando a levou estilo cachorrinho! sua outra mo em seu
ca"elo. Ela estendeu a mo para seu clit:ris enquanto ele mergulhou dentro dela! o rosto
enterrado na cama.

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Ela empurrou de volta contra seu p=nis! o prazer to louco! a for0a de seu pau contra
seu colo fazendo-a gritar. Ela apertou os len0:is! os punhos apertando! seu dedo encontrando
seu clit:ris inchado! uma "agun0a quente pronta para e7plodir.
"Ah! #eus>" E ela gritou e gritou! um animal necessitado de umidade atingiu-a! sa"ia
que estava Forrando! sentiu s=mem enchendo-a! sua "oceta um grande "alde de foda!
enquanto ele gritava tam"ém.
"Laura> Doda-me>" Ele no podia falar por mais tempo! ela parou de pensar e seu corpo
tentou gozar to duro quanto poderia! sua carne determinada a tra"alhar com a magnitude
do cl;ma7 quando seu traseiro e poder de pernas movendo-o dentro e fora! ela virou seu
acoplamento em uma m*quina "em oleada.
Ele "ateu e "ateu! ela empurrou para tr*s! ele acariciou sua "arriga e criou uma
pequena dor! a dor se misturando com a cremosidade e o s=men dividindo sua voz em algo
feroz e "ai7o! até que tudo o que restava era um sentimento drenado! todas as rela0)es
se7uais e doces e céu.
Eles deitaram! pequenas réplicas dos restos de seu se7o! #$lan ainda nela! quando
derreteu dentro dela! prendendo-a! sua umidade e tudo o que sa"ia. Ela parou de pensar! sua
"oceta satisfeita! seu corpo rela7ado! todo saciado.
"6h! cara..." Ele murmurou em suas costas! a respira0o quente delicada e doce.
Ela se virou e apertou contra ele. "6h cara! no. 6h! mulher." ?espondeu ela! com um
sorriso perverso estampado no seu rosto enquanto ela o "eiFou.


Quanto tempo estavam dormindo, Laura se perguntou quando olhou para a escurido
cinzenta! o "ra0o de #$lan co"rindo os seios nus! os len0:is emaranhados entre eles.
A ne"lina p:s-coito diminuiu e a realidade voltou. Ela perce"eu que eles estavam aqui
em seu apartamento! e depois era... 6h! no>

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(uando olhou para o celular leu 2Lh@@min. Bem! qual era a coisa certa a fazer, Ela
deveria ficar, 6lhou para o lado ao precioso quente homem nu que havia aca"ado de
devorar em todas as formas poss;veis! e sentiu uma sensa0o gigante de culpa.
Ele parecia estar em toda essa coisa de uma noite de prazer. Ela estaca francamente
acostumada a trazer o cara a sua casa e fazer o cara sair logo depois que tudo tinha
aca"ado. Este era um territ:rio novo para ela e no tinha certeza. #everia ficar, Acordar
cedo! fazer-lhe o café da manh, Levantando o "ra0o dele! ela lentamente se levantou!
alongando e e7aminando o quarto.
(uando olhou ao redor de seu quarto! ela come0ou a perce"er fotos. Dotos de #$lan
com uma mulher na praia segurando pranchas de surf! uma mulher de "iqu;ni de cordas! em
seguida! outra foto da mesma mulher Fogando volei"ol de "iqu;ni na praia. E depois outra
que parecia ser a mesma mulher que estava na pista de esqui! Funtamente com outro
homem. Ao entanto! outra imagem da mesma mulher no snoRboard fazendo algum tipo de
salto no ar.
(ue porra é essa, %eu cora0o come0ou a "ater forte. Isso estava tudo errado. Esta era
definitivamente apenas um uma noite de prazer. Era esta a sua esposa, %ua namorada,
(uem, 4ada inseguran0a alagou tudo nela derramando medo e aqui ela estava em pé
completamente nua ao luar! olhando so"re esse cara que tinha aca"ado de dar-lhe as quatro
melhores horas que tinha tido em anos.
Era tudo uma mentira. Kma mentira grande! gorda.
Arrastou-se para encontrar sua tanga! saia! suéter! o suti! onde estava, Encontrou-o
em algum lugar do outro lado do quarto pendurado em uma ma0aneta de um arm*rio.
Doi realmente isso! uh! acro"*tico, Aparentemente. 4omo todos os sentimentos
fundidos em um pacote grande de puro medo! ela se viu inundada com vergonha e
desespero. E acima de tudo uma adrenalina enorme que no parava de gritar! saia, saia, saia,
saia, saia agora'

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Ela na ponta dos pés! segurando as tiras de seus saltos! certificando-se que pegou a
"olsa! pu7ou seu ca"elo de forma r*pida! para que no parecesse to rid;cula como se sentia
quando lidou com a caminhada da vergonha! clicando na porta silenciosamente como
poss;vel.
6 corredor estava vazio quando pisou cautelosamente descendo as escadas em seus
pés e! finalmente! encontrou-se fora no ar fresco da noite! os postes de luz iluminando o
caminho de volta para casa. Delizmente! havia t*7is flutuando Hs LhL2min da manh e agora
ela pegou um! ignorando completamente cada coment*rio que o ta7ista fez! esperando como
o inferno que ele pudesse ler o fato de que ela havia se recostado no "anco de tr*s e fechado
os olhos! querendo ser dei7ada sozinha.
%ozinha era mais seguro.
Laura usou cada molécula de reposi0o de energia e foco ao seu cora0o! para acalm*-
lo de volta onde ele pertencia! no chato ritmo normal e lento que tinha e7perimentado antes
do tur"ilho de #$lan. Ela deveria sa"er que ele era "om demais para ser verdade. 4ada
momento maldito disso. Ele s: queria um peda0o de carne. Km grande peda0o de carne. Km
pouco de variedade era o tempero da vida! certo, %eu corpo era to diferente do da sua
namorada! uma elegante! musculosa escultura atlética! ela no podia imaginar.
#roga! droga! droga! aqui vieram Hs l*grimas. Ao eram grandes solu0os arfantes que
sentia depois de namorar alguém por meses e! em seguida! perce"er que simplesmente no
estava funcionando. Estas eram mais l*grimas escaldantes de censura! do fato de que ela
deveria ter pensado melhor! e um pouco de tontura que tinha conseguido algo mais do que
esperava da noite.
/antar e alucinante se7o eram :timos! mas! aparentemente! o que ela tinha aca"ado de
ter com ele! era tudo o que ia ter! porque ele estava claramente envolvido com quem era
aquela mulher e a mulher passava por milhas. #roga! se tivesse -2 por cento de gordura
corporal! Laura ficaria espantada. E se esse era o tipo dele! o que Laura era, Apenas alguma
vaca que ele decidiu que iria agarrar para o inferno dele em algum site de namoro. Janto faz.

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6 guincho de freios do t*7i disse-lhe que estava na hora e! em seguida! "oom! sentiu o
solavanco do carro parando. Ela entregou o suficiente ao ta7ista para fazer-se sentir "em e
faz=-lo sorrir! e deseFou-lhe uma "oa noite! um "om dia! um "om o que seFa. (uando dirigiu-
se ao seu apartamento os sapatos vi"ravam como um gongo! clique, clique, clique! com as
pernas muito fracas empurrando-a em saltos! pernas muito cansadas! muito cansadas de
tudo. Mente! corpo e alma.
Ela tirou a roupa! colocou-se em seus grandes piFama de flanela de grandes dimens)es!
e apenas arrastou até a cama para dormir o sono dos conflituosos.


#$lan estava acostumado a acordar sozinho! o lado de /ill da cama um lugar frio! a
%i"éria se7ual! mas ele tinha a esperan0a de encontrar Laura l* esta manh. Dazendo seu café
da manh e ela ser seu café da manh tinha estado em sua mente! enquanto desapareceu no
sono! em"alando-a em seus "ra0os.
Delizmente! ela dei7ou um "ilhete. Jalvez precisasse correr para o tra"alho. Ele
entendia. Era dif;cil conciliar mudan0as e patr)es e...
%eus olhos pararam quando desem"arcaram em uma imagem de /ill. Havaí' 4erca de
sete anos atr*s. %ua pele "rilhava em seu terno molhado e ela sorria em um am"iente
descontra;do! sorriso feliz enquanto o sol "eiFava o nariz dela! Mi'e em pé ao lado dela! virou
para ela e mostrou a cSmera apenas no seu perfil! o rosto em grande parte escondido. Ele era
um "om pé mais alto do que a pequena /ill. %eu ca"elo tinha clareado tanto nas férias! apesar
das mechas escuras de #$lan ficarem a mesma. Até o final da semana! /ill e Mi'e estavam
viciados em surf! enquanto #$lan...
%eu pensamento desapareceu quando a enormidade da morte de /ill "ateu nele. #e
certa forma! sua morte ainda era um golpe marcante. Bons. 1M milh)es d:lares no ano.
Ele! ao contr*rio de Laura! nunca teria que se preocupar em chegar ao tra"alho na hora
certa novamente. 4ara! mesmo dei7ando-se pensar assim o dei7ava enFoado. Era uma

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maneira doente de se tornar rico em perder a sua alma g=mea! e ele ainda estava com tanta
raiva de algo por #eus, 4Sncer, #estino, %ua pr:pria impot=ncia, (ue ele no ia sair do
corpo de "om"eiros! preferindo agir como um pateta da classe tra"alhadora! porque até h*
dois meses! isso era e7atamente o que! e quem! ele tinha sido.
6 "aile de m*scaras de normalidade era importante. Aecess*rio. Especialmente agora
que ele estava saindo com Laura. Até que ele sou"esse que ela gostava dele como o velho
#$lan! antes do fundo fiduci*rio ele precisava Fogar com calma.
%entando-se! ele esticou os "ra0os so"re a ca"e0a! sangue dispostos a fluir em seus
";ceps! tr;ceps! estalando os cotovelos e! lentamente! esticando o pesco0o. %eus quadris do;am
um pouco! o "om tipo de dor de uma "ela! profunda e intensa sesso de amor. Ele sorriu! o
cheiro dela ainda em seus len0:is! sua pele macia quase l* ainda! ro0ando seu peito. Laura
era suave e doce e suspirava como se tudo fosse uma espécie de sonho! como se seu toque
fosse novo. Ele tinha sido carinhoso com ela! mas detectou um pouco de algo e7tra! uma raia
impertinente. Ele estava certo e se deleitava com a desco"erta.
%e ele mandasse uma mensagem a ela o veria como demasiado agressivo, Jam"ém
perseguidor,
(uem se importa.
Agarrando seu telefone! ele procurou seu n9mero e mandou uma mensagem: 2nt/o
voc. foi para casa e tudo que consegui foi um tes/o esta manh/' MG
%il=ncio. #=-lhe cinco minutos! #$lan! disse a si mesmo. #e pé! ele dei7ou o flu7o de
luz solar pela Fanela lavar em cima dele! seu corpo nu apertado com a necessidade. Kma
garrafa de lo0o e um "om "anho quente poderia matar sua e7cita0o. Ainda melhor! porém!
seria um encontro hoFe H noite.
Aada. Ele sa"ia que parecia demasiado desesperado! mas procurou por seu n9mero e
discou. Aenhuma resposta. Aem mesmo uma mensagem de correio de voz. Isso era
e7tremamente estranho! porque a 9nica razo pela qual no se poderia dei7ar uma
mensagem de voz no telefone de alguém era se eles o "loqueassem.

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Drio correu através de seu corpo! sua carne co"erta com arrepios em
segundos. Bloqueado, +or que ela iria "loque*-lo, Ele deu um olhar realmente "om ao redor
do quarto e dei7ou-se inspirar! depois e7pirar! algumas vezes. 4entrado! pensou
cuidadosamente nas 9ltimas vinte e quatro horas.
Ele a tinha encontrado online. 4onvidou-a para sair. Agendou um Fantar no
restaurante mais "adalado da cidade. Achou-a atraente e o sentimento foi m9tuo. Dez um
movimento! convidou-a! alucinante se7o Qque ele queria maisR e tinha ca;do no sono em
conchinha com ela em sua cama.
Acordando! ele estava sozinho. Ele mandou uma mensagem a ela. Ele a chamou! e
agora parecia que o tinha "loqueado.
Bloqueado, Isso tinha que ser um erro. Ele chamou novamente. Jocou vinte e oito
vezes antes que desligou. 6nde estava o Mi'e, 6h! isso é certo! em sua ca"ana. Ele decidiu
sair! assim #$lan poderia ter um tempo sozinho com Laura. %: que agora #$lan tinha
toneladas de tempo sozinho! consigo mesmo. Ao é o tipo de tempo que ele estava
esperando particularmente.
Ele apareceu no computador e a"riu uma Fanela do chat no site de namoro. Ela no
estava em seus 8DavoritosC mais. Nuh, 4orreu uma pesquisa! no encontrou Laura
Michaels. Era como se ela tivesse desaparecido.
!loqueado,


!eep-beep-beep> Ela "ateu a mo so"re o "oto de alarme! mas foi evasivo! um pouco
longe demais! fora de seu alcance! mas em vez disso "ateu a palma da mo no canto da sua
mesa e ouviu seu pr:prio grito de protesto.
"Maldi0o." A"riu os olhos! dando a m*quina um olhar significativo para derreter os
circuitos. 2Oh22! hora de tra"alho. W mesmo, Ela realmente s: teve duas horas e meia de sono
na melhor das hip:teses, &erda'

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Ela se levantou! for0ou-se a se esticar e! em seguida! perguntou por que se sentia to
dolorida! to pegaFosa! to...
6h. A l;ngua de #$lan em seu clit:ris! lam"endo em c;rculos enquanto seu dedo
deslizava dentro e fora! as pernas em seus om"ros e 5 por isso. Dechou os olhos e suspirou
profundamente! dei7ando emo0o lavar so"re ela e s: senti-la! sa"endo que "loque*-la! neg*-
la ou empurr*-la de lado no lhe faria nenhum "em.
(ue seFa e iria desaparecer. Dor0aria para longe e levaria a dor para sempre.
6 que tinha pensado que poderia ser! simplesmente no era para ser! e tinha que
aceitar isso. Bom demais para ser verdade! realmente! a noite foi uma espécie de m*gica!
encontro muito aut=ntico com uma forma quente fora de sua liga.
Mas isso foi tudo "em. Isso estava "em. Era um novo dia e ela estendeu a mo para o
celular! confirmando a hora e depois ver que tinha cerca de vinte e sete te7tos de /osie! e ela
teria que responder a isso mais tarde. /osie iria faz=-la contar tudo! e felicit*-la por se recusar
a aceitar o segundo encontro.
Agora! porém! Laura precisava chafurdar. E isso! como tantas outras coisas! estava
"em.
%ua cafeteira "or"ulhava! os sinais diziam que estava prestes a terminar. Ela tinha
esquecido que antes do encontro arrumou tudo como sempre fazia! tinha chegado em casa
do tra"alho e programado o café para o dia seguinte. 3rata! ela colocou o café em sua caneca
e sentou-se! ligando o computador para verificar e-mail! hoFe! como qualquer outro dia!
em"ora sou"esse que l* no fundo realmente no era.
9$lan, 9$lan, 9$lan, 9$lan, 9$lan.
Laura surgiu em seu e-mail! ignorando um monte de an9ncios! no encontrou nada de
valor real! até que de repente perce"eu que o site de namoro on-line tinha enviado uma
mensagem. "<oc= tem uma nova solicita0o para conversar." %im-"oom! "oom! "oom! "oom.
A cai7a de entrada e7tremamente completa.

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Ela tinha -X novos pedidos de "ate-papo. %im! claro! no seriam pedidos de "ate-papo!
mas pedidos de foda. 7brigada, pessoal, estou fora de conversa e meu medidor de pedido est8
quebrado'
Ela sa"ia que estava tudo "em! l* no fundo. Isso era o que queria! queria mais na noite
passada. A magia. A emo0o. %er alguém encantado e encantador de volta. %er especial! sa"er
e sentir quente! seguro e e7citada ao mesmo tempo! a pai7o ine"riante do novo.
A imagem das fotos de todo o quarto de #$lan da mulher encheu seu cére"ro! sua
namorada! sua esposa! sua o que quer que fosse. Ele no usava um anel! mas isso no quer
dizer nada. Ela tinha aprendido isso! dentro de seu segundo ou terceiro dia ap:s a
faculdade. 6s homens casados sempre mentiam e eles tendem a ser os mais lisos! e esse cara
era muito escorregadio. Laura respirou fundo e quase provou que ele estava dentro dela!
como se o cheiro dele tivesse permeado seus pulm)es! como se revestisse sua traqueia! como
se...
Inspire. E7pire. Ela respirou! soprou a tristeza! respirou felicidade! respirou tristeza!
respirou alegria. Ao importa o quanto tentasse! porém! no iria cort*-lo. A cafe;na teria que
fazer o que a medita0o no podia! no importa o que seu professor de $oga dissesse so"re os
males do café. <oc= pode erguer a cafe;na da minha fria! morta! mo estendida.
Ela pegou a 7;cara de café! serviu-se de outra e pensou que inferno e clicou em uma
daquelas mensagens de "ate-papo no e-mail. Nmmm. 6l*! Mi'e! ela pensou consigo
mesma. Km cara chamado Mi'e queria conhec=-la ou conversar com ela. Mi'e! vamos ver!
ele tem L@! -..2! tudo "em que ele soava como um corredor. Aamoro on-line encomendado a
partir de um menu. 3ostaria de "atatas fritas com que,
L* estava: "3osta de correr maratonas e tra"alha em um resort de esqui." 6h! querido!
ideia dela de correr era acenar loucamente para o motorista de Eni"us e correr quando estava
atrasada para o Eni"us de manh! e esqui, Jodd$ quente. Ao neve.
Apagar sua mensagem teria sido a coisa mais f*cil do mundo! e seu dedo ainda
pairava so"re o "oto! mas algo a deteve. %e /osie estivesse l* e perguntasse! Laura no

Página 56

poderia ter e7plicado isso. Ela s:... +arou. 4licando em seu perfil! ela leu so"re ele. Ele tinha
apar=ncia como se fosse o oposto de #$lan. Esse cara tinha caracter;sticas de ca"elos n:rdicos
loiros areia! enquanto #$lan era italiano! escuro e moreno. Mi'e era longo e magro! com
fotos dele andando de "icicleta! fotos dele cruzando as linhas de aca"amento! e fotos dele
acampando.
Acampar. Ela estremeceu. %ua ideia de acampar era que havia hortel no
travesseiro. Ela no tinha certeza que isso ia funcionar. E ento leu sua pequena introdu0o
so"re si mesmo:
"6i! meu nome é Mi'e +ine! tenho L@ anos de idade. %ou muito novo para essa coisa
de namoro online. %ou muito ativo e atlético! tra"alho em uma esta0o de esqui! ensino esqui
e tam"ém tra"alho no primeiro time da aFuda. Ao meu tempo livre! gosto de correr! acampar
e andar de "icicleta! e estou H procura de amizade ou mais! ou o que quiser e gostaria de
conversar com outras pessoas que esto interessadas na mesma coisa."
!eep-blip> A Fanela de chat pequena apareceu e Laura espirrou café na mo! surpresa
com o som inesperado. "Ai>" 3ritou ela! pegando um pano de cozinha e sacudindo para
fora. "(ue dia"os," Ela olhou para a tela agora iluminada! uma Fanela de "ate-papo
familiarizada a"erta no canto direito inferior.
"6h! pu7a." Ela gagueFou! suas palavras ecoando através de seu apartamento vazio. #e
alguma forma ele tinha desco"erto que ela estava online! porque esta era uma conversa do
pr:prio Mi'e Maratona.
7i, ol8' Doc. est8 aí agora>
6h! #eus! ela ainda tinha o cheiro de #$lan so"re ela e agora tinha um cara novo que
vem atr*s dela, (ue puta era. Ela pensou so"re isso por um segundo. A palavra puta
realmente no se aplicaria a ela! nunca. Era mais como se estivesse e7perimentando novos
comportamentos. <amos tentar isso so"re o tamanho! pensou.
2u s+ estou bebendo meu café e me preparando para o trabalho e entrei e vi a sua mensagem,
para um oi4

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7h, bom dia4 0im, n/o sou realmente funcional sem duas ou tr.s %ícaras de café'
Ele acrescentou um pequeno ;cone de sorriso.
Nmph... %im que no é! ela pensou.
Laura "e"eu o resto do conte9do da sua caneca e digitou com uma mo:
2nt/o eu vejo que voc. é, tipo, o 0r' Oriathlon e o cara de esqui, e minha ideia de e%ercício é a
caminhada através do quarto para pegar o controle remoto'
Ele escreveu de volta v*rias linhas de uma s: vez:
lol lol, sim, n/o tenha medo, n+s poderíamos apenas ir para uma caminhada, se quiser'
7h, eu acho que s+ pedi isso' 0im, eu fi'
"6h! cara." Ela murmurou. 6lhou para a tela "rilhante! estupefata! sua caneca de café
vazia pendurada precariamente fora de seu dedo indicador direito! enquanto ela a"sorvia
isso. 6 que foi isso, Bateu caras "onitos na loteria, Dora do azul! ela simplesmente 5 oh! ela
tinha aca"ado totalmente de a"andonar #$lan em sua cama na noite passada! e agora tinha
um cara que parecia uma verso mais esguia do ator que interpretou Jhor dando em cima
dela! mas no fundo decidiu que estava e7perimentando este novo ato! e apenas iria para isso.
!asta ir para isso, 6aura. 6 que pode doer, Kma onda de mem:ria f;sica da noite
passada ficou quente entre suas pernas! enru"esceu sua pele com a recorda0o das mos de
#$lan. Ela queria mais. E se no pudesse ter mais dele! poderia muito "em ter algum de
Mi'e.
3ma caminhada, sim, eu gostaria muito' 1sso soa muito legal'
E respirou na oportunidade! e respirou a reFei0o! respirou desSnimo! e e7alou acaso.
A sorte favorecida a preparou. Laura estava mais do que pronta.
+elo menos! é o que disse a si mesma.

E continua....



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