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ÍNDICE

DOMINGO DE RAMOS – B – 1º DE ABRIL DE 2012..............................................................................1


FEIRA SANTA - CEIA DO SENHOR – 5 de abr! de 2012....................................................................15


FEIRA SANTA - #AI$%O DO SENHOR - " de abr! de 2012...............................................................25
&IG'LIA #ASCAL DO S(BADO SANTO – ) de abr! de 2012...............................................................*5
DOMINGO DA #(SCOA DO SENHOR – + DE ABRIL DE 2012...........................................................52
1
DOMINGO DE RAMOS – B – 1º DE ABRIL DE 2012
LEITURAS
Bênção de ramos: Mc 11,1-10 – Bendito o que vem em nome do Senhor
1ª leitura: Is 0,!-" – Sei que não serei humilhado
Salmo #es$onsorial: Sl %1 - Meu &eus, $or que me a'andonaste(
%ª leitura: )l %,*-11 – +umilhou-se a si mesmo, $or isso, &eus o e-altou acima de tudo
.van/elho: Mc 1!,101,!" – Isto 1 o meu san/ue, o san/ue da 2liança
Primeiro olhar
O Domingo de Ramos, liturgicamente falando, é conhecido como “Domingo da Paixão”, e tem a finalidade de preparar os
cristãos para caminhar com Jesus na sua Páscoa. Procissão de Ramos condu! os cristãos no acompanhamento de Jesus em
sua Paixão, nas estradas, ruas e a"enidas de nossas comunidades.
ILUMINADOS PELA PALAVRA
Marcos inicia a 3ai-ão de 4esus com três cenas5 2 $rimeira acontece em Bet6nia, onde 4esus 1 un/ido $or uma
mulher 7Mc 1!,8-9:, a se/unda descreve a ;eia 3ascal de 4esus com seus disc<$ulos 7Mc 1!,10-81: e a terceira se $assa
no =etsemani, na noite que antecede a 3ai-ão do Senhor 7Mc 1!,8%-1:5 > esta terceira cena que iluminar? a re@le-ão
$ara $re$arar nossa $ro$osta cele'rativa5 2 cena 1 am'ientada na noite5 > na noite que 4esus $re$ara o sacri@<cio de sua
vida, entrando no es$aço divino atrav1s da oração, 1 na noite que 4esus so@re soAinho e os disc<$ulos dormem, 1 na
noite que 4udas trai e entre/a 4esus, vendendo-o $elo $reço de um escravo qualquer5 BoiteC 3or que a B<'lia d? tanta
im$ort6ncia D BEIF.(
Bão 1 sem motivo que a BEIF. 1 o tem$o escolhido $or Marcos $ara inserir a 3ai-ão de 4esus no $lano da
+istGria da Salvação5 2 B<'lia, es$ecialmente na 3rimeira 2liança, descreve quatro /randes noites, nas quais &eus a/e e
salva o seu $ovo5 Ba 1ª noite, &eus mani@esta sua /lGria e $oder na criação, atrav1s da 3alavra criadora, $lenamente
re$leta de vida, na %ª noite, &eus se mani@esta a 2'raão e com ele @aA aliança $ara @ormar um $ovo novo que seHa aliado
do $roHeto divino $ara o 'em de toda a terra, na 8ª noite, &eus salva o $ovo da escravidão do ./ito e o conduA $ela
/rande 3?scoa li'ertadora, a !ª noite, @inalmente, 1 descrita como o @inal dos tem$os, 1$oca da Salvação messi6nica, na
qual o Messias deveria $assar $elo so@rimento e morte $ara que a humanidade $udesse $artici$ar da vida divina 71ª
leitura e salmo res$onsorial:5
Se nas demais noites &eus I@alaJ sua 3alavra e comunica-se com o homem, na Kltima noite, &eus silencia5
Bessa noite, &eus não se mani@esta ao )ilho como no Batismo 7Mc 1,"-11:, na Frans@i/uração 7%&LB: e no anKncio da
morte, no encontro com os /re/os 7&LB:5 SilenciaC Ba noite da 3ai-ão, tam'1m os disc<$ulos silenciam, o $ovo silencia
seus IhosanasJ e 4esus se @ortalece na oração5 .nquanto 4esus @aA sua vi/<lia, os disc<$ulos dormem, im$ossi'ilitados de
entrar na Inoite de 4esusJ5 4esus est? soAinho, &eus e a humanidade silenciaram5
Mesmo naquele momento dram?tico, ainda mais intenso $elo silêncio do 3ai e de seus ami/os, 4esus $assa a
noite reAando5 .m sua humanidade, so@re a dor do a'andono 7%ª leitura:, mas se mant1m o'ediente5 .ntra no es$aço
divino $ela oração chamando &eus de I2''DJ 0 $a$aiAinho555 $aiAinho 0, modo in@antil da criança chamar
amorosamente $elo $ai5 Bão e-iste in@antiliAação na relação entre 4esus e o 3ai, mas demonstração de total con@iança
no 3ai5 &a $arte do 3ai, ele se revela totalmente amoroso $ara com a humanidade, na ine-$lic?vel entre/a de seu )ilho
como sacri@<cio $ara a Salvação do mundo, da $arte de 4esus, a total con@iança na $resença do 3ai 0 em'ora silenciosa
0 o @ortalece $ara assumir sua 3?scoa5 4esus não coloca em discussão, no au/e do seu medo humano 7%ª leitura:, se a
$aternidade divina 1 cruel ou não, $ois con@ia e sente que o 3ai est? silenciosamente $resente5 2ceita o Batismo de
san/ue, $ois $elo san/ue humano e divino derramado no altar da ;ruA, salva e recria a $ossi'ilidade do homem e da
mulher $artici$arem da vida divina5 3ara muitos, 1 di@<cil entender a atitude do 3ai, mas 4esus a com$reendeu no amor e
$or isso humilhou-se at1 a morte e morte na ;ruA 7%ª leitura:5
.-iste ainda a Inoite dos disc<$ulosJ, que dormem, inca$aAes de com$reender o Mist1rio da ;ruA, $ois a
@raqueAa da carne en@raquece o es$<rito, im$edindo-os de vi/iar, suHeitos ao $eri/o eminente de cair em tentação e @u/ir,
distanciando-se de 4esus 7Mc 1!,8M:5 Ba noite da 3ai-ão, 4esus $ermanece soAinho, mas con@iante que seu I2''DJ não
lhe @altar?5
ILUMINADOS PELAS ORAÇÕES (eucologia da missa)
Iniciemos a Semana Santa, intercedendo a /raça de $oder sentir a $resença silenciosa de &eus em nossas
vidas e na vida de quem se dei-ou invadir $ela InoiteJ do mundo5 2 e-em$lo de 4esus, que @eA da oração a @orça $ara
2
$assar $elo momento mais dram?tico de sua vida, su$liquemos o dom de reAar sem$re e, cada veA mais, nos a$ro@undar
na oração que nos conduA na intimidade silenciosa de &eus5
2colhamos tam'1m o convite da Nitur/ia $ara aclamar 4esus como Senhor de nossas vidas e da sociedade
7ant<@ona da $rocissão de ramos:, $ois ele 1 o 'endito 7o a'ençoado, a 'ênção: que vem em nome de &eus 7ant<@ona de
entrada: e, $or @aAer a vontade divina 7ant<@ona de comunhão:, &eus o recom$ensa em sua 'ondade 7aclamação ao
.van/elho:5 Intercedamos tam'1m a $erseverança em sem$re @aAer a vontade do 3ai 7oração do dia:, $ara que com ele
reconciliados 7so're as o@erendas:, Hamais $ercamos a es$erança de $artici$ar da #essurreição de 4esus 7de$ois da
comunhão:5
3roclamar a Eração eucar<stica II com o 3re@?cio do &omin/o de #amos
Fema: I2 3ai-ão do SenhorJ 0 3roclamação da @idelidade de ;risto $elo esvaAiamento total de si mesmo
7Oenosis: 7%N:5 E $erdão dos $ecados o@erece a o$ortunidade de $artici$ar da vida $lena, o@erecida $elo 3ai5
ILUMINADOS PELA VIDA
E silêncio divino, na noite de 4esus, questiona o relacionamento com &eus $ro$osto $ela I/reHa em suas
$astorais e atividades evan/eliAadoras5 > notGria a di@iculdade de silenciar, em nossos dias5 Barulhos, ru<dos, mKsicas ou
/ritarias, $ovoam ruas, $raças, escolas, @eiras e mercados noite e dia, a $onto de se @aAer necess?rio im$or leis
normativas que $reservem a saKde 7$erda da audição: e não distur'am o descanso5 In@eliAmente, a 'arulheira não @ica l?
na IruaJ, entrou em muitas i/reHas, com cele'raçPes 'arulhentas 7e aqui se @ala em volume alto, mKsicas em alturas
intoler?veis, at1 /ritarias555:, im$edindo que o silêncio aconteça na cele'ração e im$ossi'ilite @aAer e-$eriência da
$resença silenciosa de &eus5 Luando a cele'ração 1 muito 'arulhenta, as emoçPes tomam conta do coração e im$edem
ouvir &eus5
&eus 1 silenciosoC 2l/o di@<cil de ser com$reendido $or muita /ente, inclusive $or quem dedica sua vida ao
sa/rado que, a e-em$lo do encontro de .lias com os sacerdotes de Baal, $retendem acordar &eus aos /ritos 71#s
1M,%"-%M:5 Sentir, $erce'er a $resença silenciosa de &eus na vida, es$ecialmente quando a InoiteJ nos visita, 1 um
caminho de a'andono na @1, como @eA 4esus em sua vida5 Mas isso não 1 tão sim$les nesse tem$o invadido $or
in@ormaçPes, curioso $or novidades, necessitado de 'arulho $ara se sentir $resente5 3ro$or a ima/em de &eus como o
IsilenciosoJ, como $resença silenciosa que não nos a'andona Hamais, es$ecialmente no momento da ;ruA, em'ora
$assemos $ela sensação de a'andono, e-i/e $ercorrer um caminho na @1 de quem 'usca o I&eus a'scondidusJ, o I&eus
escondidoJ e silencioso de Isaias 7Is !,1:5 2 I/reHa, desde o in<cio de sua +istGria, $ro$Pe o e-em$lo da vida de homens
e mulheres que silenciaram suas vidas $ara encontrar &eus no seu silêncio, seHa em mosteiros, desertos, eremit1rios e
em v?rias @ormas de atividades a$ostGlicas5 Qocê conhece al/um santo ou santa 'arulhento(
E silêncio 1 di@<cil5 Bos dias atuais, torna-se com$licado convidar e introduAir as $essoas no silêncio5 > $arado-al
$erce'er que enquanto t1cnicas de rela-amento e tera$ias $sicolG/icas usam o silêncio e o cultivam com @inalidades de
cura interior, muitas I/reHas introduAem o 'arulho, acolhendo a lin/ua/em do mundo5 Se &eus 1 silencioso e se &eus se
mani@esta no silêncio, o mais lG/ico 1 ter cele'raçPes que $romovam o silêncio como e-$eriência de &eus5 In@eliAmente,
muitos con@undem Icele'ração 'onitaJ com a/itação e, assim, $erdem a o$ortunidade de entender que Icele'ração
'onitaJ 1 aquela que @avorece o encontro com &eus em sua $resença silenciosa, tantas veAes, ine-$lic?vel5
3or que isso 1 tão im$ortante( 3orque na 3astoral NitKr/ica temos a res$onsa'ilidade de conduAir os
cele'rantes a @aAer e-$eriência de &eus e, $ara que isso aconteça, não $odemos sim$lesmente im$ortar modismos
comunicativos $ara a/radar5 Isso 1 ada$tação litKr/ica /rosseira, criatividade que descaracteriAa o rito litKr/ico e @aA
$erder o es$<rito litKr/ico5 ;ele'raçPes 'arulhentas 7a/itadas: vêm se mostrando in@rutuosas na e-$eriência de &eus,
$orque na maior $arte dos casos, a i/reHa volta a esvaAiar-se quando a novidade $assa5 7)rancisco #1/is:
CONTETO CELE!RATIVO
Iniciar a Semana Santa com a dis$osição de caminhar com 4esus, acolhendo-o em nossa comunidade, $ara
dele a$render a con@iar sem$re em &eus, que tantas veAes se @aA $resença silenciosa5
Oração
#antas "e!es minha "ida se torna “noite”. $into%me a&andonado, so!inho... 'm sil(ncio, misto de a&andono e
solidão, toma conta de mim. )omo no teu *etsemani, grito na agonia +ue me sufoca, “meu Deus, meu Deus, por
+ue me a&andonastes- .ortalecei%me, $enhor/ 0uando a “noite” me en"ol"er, ficai perto de mim com tua
presen1a silenciosa. 0uando a “noite” escurecer meu caminho, se2a companheiro silencioso, $enhor. 3u confio
+ue sempre estás comigo, +ue nunca me a&andonas, +ue mesmo silencioso, nunca me deixas. 3u confio e te sinto
silencioso ao meu lado. mém/ 4$56
*
VAMOS CANTAR A CELE!RAÇ"O
NB
s can17es sugeridas t(m a finalidade de facilitar o repert8rio da cele&ra1ão. 9ormalmente, propomos cinco can17es. )aso,
nenhuma se2a conhecida, a poesia da letra poderá orientar na escolha de outra can1ão. Os n:meros entre par(ntesis indicam
o n:mero da can1ão, na lista ap8s comentário.
Siglas
S2N – a letra da canção encontra-se na $?/ina – RRR5litur/ia5$ro5'r
+N S I+in?rio NitKr/ico da ;BBBJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela ;BBB:
;E S I;antos e EraçPesJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela .ditora QoAes, %00!:
N S INouvemosJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela I2ssociação do Senhor 4esusJ:
;& S ;& $u'licado $ela 3aulus com cantos do +in?rio NitKr/ico da ;BBB5
2 cele'ração se @aA Icor$o m<stico de ;ristoJ, I/reHa que canta a con@iança de 4esus, es$ecialmente quando
&eus silencia5 > o modo $elo qual os cele'rantes comun/am a mesma con@iança em suas vidas5
Procissão De Ramos: a condição de $rocissão cele'rativa orienta escolher cançPes litKr/icas, que cantam e
introduAem os cele'rantes no Mist1rio da 3?scoa de 4esus ;risto entrando com sua 3ai-ão nas ruas, avenidas e 'ecos
de nossas comunidades5
1 - IEs @ilhos dos he'reusJ 7S2N 11!!: 7;& Nitur/ia TIII, @- 1*:
% - I=lGria, louvor e honra a tiJ 7S2N M%": 7+N, @asc5% $51!M: 7;E 1M!:
8 - I+osana, hosana ao #eiJ 7S2N M%M: 7;E 1M8:
! - I2nunciaremos teu #eino, SenhorJ 7S2N M80: 7;E !%:
- IEs @ilhos dos he'reusJ 7S2N M8%: 7;E 1M:
Eutras cançPes de entrada no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N M%9V US2N *M0V US2N M%*V
Entrada: entremos na cele'ração litKr/ica desse &omin/o, acolhendo 4esus com hosanas e $roclamando-o
como nosso #ei e Senhor da vida5
1 – IEs @ilhos dos he'reusJ 7S2N M8%: 7;E 1M:
% – I+osana, hosana ao #eiJ 7S2N M%M: 7;E 1M8:
8 – IEs @ilhos dos he'reusJ 7S2N 11!": 7;E 1M*:
! – I+osana ao )ilho de &aviJ 7S2N 11!: 7;& Nitur/ia TIII, @- 1!: 7;& W;) %011W - @ai-a: 1:
– I+osana, hosana e vivaJ 7S2N 11!*: 7;& Nitur/ia TIII, @- 1:
Eutras cançPes de entrada no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N M%*V US2N M88V
Salmo Resonsorial: o salmista e-$ressa sua e-$eriência com o silêncio de &eus reclamando das
ridiculariAaçPes, mas sem dei-ar de $roclamar a con@iança em &eus5
1 – c@5 +N da ;BBB, @asc5 % $5 *M 7$artitura: e na $5 "0 7letra:
% – c@5 I;antado salmos e aclamaçPesJ 73aulus: $5 %1
8 – ;& Nitur/ia TIII, @- 1% 7melodia i/ual @- 1%:
! – IMeu &eus, meu &eusJ
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XsalmoY%0%1Y%0domin/oY%0deY%0ramos(vieRSlsZsu//ested
Aclamação ao E!angelho: cantar a o'ediência de ;risto, nessa cele'ração, 1 @aAer memGria de como 4esus
e-$erimentou o silêncio de &eus, no drama de sua a/onia no =etsemani5
1 – ISalve, G ;risto o'edienteJ 7S2N M8!: 7+N, @asc5 %, $5 1M9: 7;& Nitur/ia TIII, @- 1":
% – I4esus ;risto se tornouJ 7S2N M8: 7;E 19":
,
8 – I;risto se @eA $or nGs o'edienteJ 7S2N M8*: 7;E 19M:
! – I4esus ;risto, sendo &eusJ 7S2N M8": 7;E 199:
– INouvor e /lGria a tiJ 7S2N M10:
Euvir canção 7: htt$:XXRRR5Ora@ta5in@oX'rXsearchXNouvor-.-=lGria-2-FiX1Xm$8
O"ertas: mesmo su$licando o a@astamento do c?lice do so@rimento, 4esus se mant1m @iel e o@erece sua vida
como o@erenda que se torna sacri@<cio a/rad?vel ao 3ai5
1 – I#ece'e, &eus ami/oJ 7S2N M8M:
% – I.m 4erusal1mJ 7S2N M89: 7+N, @asc5 %, $5 18*:
8 – I.is a $rocissãoJ 7S2N M81: 7;E 1M9:
! – IQolta o teu olhar, Senhor 7S2N 180%: 7;& I;) %011J - @-: M:
– I[ morte, est?s vencidaJ 7S2N 11!M: 7;& Nitur/ia TIII, @- 1M:
Eutras cançPes de entrada no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N M"0V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X1!Y%0#ece'eY%;Y%0&eusY%0ami/o(vieRSls
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeisY%0aY%0$rocissY;8Y28o(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XvoltaY%0teuY%0olharY%0senhor(vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
#om$nhão: quando comun/amos a vida divina na .ucaristia, $ro@essamos a @1 na $resença real de 4esus
;risto e nos dis$omos a viver como ele, inclusive quando &eus silencia e $arece que nos a'andonou na dor5
1 – I3ai, se este c?liceJ 7S2N M"1: 7+N, @asc5 %, $5 : 7;& Nitur/ia TIII, @- 19:
% – ILue $oderei retri'uir ao Senhor(J 7Sl 11*: 7S2N M"%: 7+N, @asc5 %, $5 !":
8 – I;om amor eterno eu te ameiJ 7S2N M"8: 7;E !9":
! – I3rova de amor maior não h?J 7S2N M!*: 7;E %01:
– I.u vim $ara que todos tenham vidaJ 7S2N M*: 7;E 1*!: 7;& Nitur/ia TIII, @ai-a 18:
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X0*!-;omY%0amorY%0eternoY%0euY%0teY%0amei(vieRSls
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$rovaY%0deY%0amorY%0maiorY%0nY;8Y28oY%0hY;8Y21(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0vimY%0$araY%0queY%0todos(vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
En!io: continuamos a $ro$or as mesmas cançPes dos &omin/os quaresmais, $ara acom$anhar a dissolvência
da assem'l1ia, como convite $ara crer na $resença divina, mesmo quando essa 1 silenciosa5
1 – I3ecador, a/ora 1 tem$oJ 7S2N M1M:
% – I&a 'endita cruA, ao lenho sa/radoJ 7S2N M"!: 7;E 1*":
8 – IQinde, vinde todos, todos a 4esusJ 7S2N M*8:
! – IE vosso coração de $edraJ 7S2N 1188: 7;E 1*%:
– I2l\, meu &eusJ 7S2N 10: 7;E 10:
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$ecadorY%0a/oraY%0Y;8Y29Y%0tem$o(vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XoY%0vossoY%0coraY;8Y2"Y;8Y28oY%0deY%0$edra(
vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X0MY%0alY;8YB!Y%0meuY%0deus(vieRSsearchMain)ield
A PROCISS"O DE RAMOS
2 tradição eclesial reserva $ara esse &omin/o um rito litKr/ico @eito em @orma $rocessional, $ara recordar a
entrada triun@al de 4esus em 4erusal1m5 .m'ora e-istam @ormas a'reviadas de comemorar o Mist1rio cele'rado, como
5
ser? e-$osto adiante, as orientaçPes litKr/icas $edem que a realiAação de uma $rocissão @ora da i/reHa5 3ara esta
$rocissão, tenha-se o cuidado de $reservar o car?ter litKr/ico, cele'rativo e de com$romisso com o .van/elho desse
/esto litKr/ico, com o cuidado de não trans@orm?-lo em atração teatral ou @olclGrica5
Anotaç%es r&ticas
; importante manter o +ue é t<pico de cada comunidade, no decorrer da $emana $anta. 5alori!ar as tradi17es locais, mas sem
descuidar o sentido "i"encial cristão de cada gesto. 3m outras pala"ras, não fa!er para “ficar &onito”, mas fa!er &onito para
fa"orecer a con"ersão.

s orienta17es rituais encontram%se no Diret8rio =it:rgico >?@>, p. A?.
PROCISSÃO DE RAMOS:
A orientação
comunidade é con"idada a reali!ar uma procissão na missa de maior aflu(ncia do po"o. $e2a uma "erdadeira procissão,
uma caminhada do local da &(n1ão até onde será cele&rada a eucaristia.
O rocedimento
.a!%se =iturgia de B(n1ão para a&en1oar os ramos +ue os fiéis le"am durante a procissão. ; uma procissão ritual +ue
manifesta Jesus )risto introdu!indo seu pro2eto de "ida na comunidade. 9o decorrer da procissão é importante considerar a
realidade religiosa e a "ida cristã da comunidade e, com &ase a isso, tra&alhar o contexto cele&rati"o proposto para a
cele&ra1ão.
9o rito da &(n1ão dos ramos, a proclama1ão do 3"angelho é feita do 3"angeliário. Depois disso, ele é colocado em desta+ue
para ser condu!ido na procissão como presen1a "i"a de Jesus )risto. lguns ramos e flores podem ornar o andor do
3"angeliário.
Le!ar #r$' Processional e E!angeli&rio
lém da )ru! processional +ue a&re a procissão, pode%se le"ar o 3"angeliário, sacramento da presen1a de )risto e caminho
+ue defende e promo"e a "ida de acordo com o pro2eto di"ino. O 3"angeliário poderá ser colocado num pe+ueno andor ou
noutro tipo de suporte.
O ($e rearar
$egue uma lista da+uilo +ue será necessário para a &(n1ão dos ramos e para a procissão, mais as indica17es &ásicas.
Ramos com algum enfeite 4fita colorida ou flor6 para o padre.
Ramos com algum enfeite 4fita colorida ou flor6 para pCr na cru! processional.
#ur<&ulo aceso e na"eta 4caso se fi!er uso do incenso6 4cf. DR, n. EF p. >>G6
Duas ou mais "elas 4tochas6 na a&ertura da procissão 4cf. DR, n. EF p. >>G6
=i"ros lit:rgicos, Dissal, =ecionário ou 3"angeliário.
sperge 4melhor se for feito de ramos6.
=i"ros ou folhetos para acompanhar as can17es.
Desa onde colocar as alfaias, onde serão a&en1oados os ramos.
Paramentos do padre 4)apa magna ou plu"ial ou casula6. 4cf. DR, n. HF p. >>?6
Ant)"onas* m+sicas e salmos
O Dissal Romano 4DR6 I cf. DR n. EF p. >>G%>>A I prop7e ant<fonas e salmos para serem cantados durante a procissão. 3stas
sugest7es podem ser completadas com a+uelas +ue sugerimos nas propostas de can17es.
Possi,ilidade de homilia
O Dissal Romano I cf. DR n. AF p. >>G I orienta so&re a possi&ilidade de homilia. De nossa parte, sugerimos uma reflexão
&re"e com a finalidade de a&rir uma reflexão maior +ue será desen"ol"ida no decorrer da procissão e pode ser completada
durante a homilia, na missa.
s reflex7es +ue estamos sugerindo para a procissão poderão ser feitas por diferentes pessoas, em forma de testemunhos de
"ida ou relatar experi(ncias reali!adas durante a 0uaresma, inspirados na )ampanha da .raternidade.
O tra-eto da rocissão
$ua e+uipe de cele&ra1ão precisa definir,
0ual será o tra2eto da procissão-
Já pre"isão de paradas para uma reflexão ou reali!a1ão de algum rito-
$e hou"er parada para reflexão, +uem irá fa!er o +u(-
0uantas paradas para reflex7es serão feitas-
0ue can17es serão cantadas nessas paradas para reflexão-
)omo será utili!ado o sistema de som-
"
0uais can17es serão cantadas durante a procissão-
)omo será a chegada da procissão, no local da cele&ra1ão-
A chegada da rocissão
De acordo com uma antiga tradi1ão lit:rgica, na chegada da procissão, as portas do local onde será cele&rada a 3ucaristia,
estão fechadas. O padre ou o salmista da comunidade, coloca%se diante da porta principal e canta o $l >H, como consta no
Dissal 4)f. Dissal Romano, p. >H?6 K “L portas, le"antai "ossos front7es”. Depois, a&rem%se as portas e a procissão entra
na igre2a cantando aclama17es a Jesus )risto.
)om a finalidade de proporcionar uma aclama1ão mais solene, o li"ro do 3"angeliário se2a o :ltimo a entrar.
E ramo de oliva ou a $alma que
o $adre levar? na $rocissão
$oder? ser tra'alhado de modo
art<stico, como $ro$osto na @oto5
Se colocar uma ou duas @lores
vermelhas, 7cor litKr/ica do dia:,
ou al/uma @ita vermelha na 'ase
da $alma, o arranHo @icar?
melhor5
TEMA DE REFLEXÃO PARA A PROCISSÃO: QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA (ECLO
388!"
Anotaç%es r&ticas
moti"a1ão +ue segue não su&stitui a moni1ão +ue se encontra no Dissal, para ser usada antes da &(n1ão dos ramos, no
in<cio da cele&ra1ão. moti"a1ão pode ser feita antes procissão, depois da &(n1ão dos ramos, e a&rindo o tema da reflexão
+ue será desen"ol"ido durante a procissão, com temas preparados antecipadamente.
S$gestão ara moti!ar o in)cio da rocissão
Deus, a fonte e a origem da "ida, tem um dese2o, +uer “+ue a sa:de se difunda so&re a terra” 43clo
HA,A6. Deus não criou a "ida humana para "i"er na doen1a. Pro"a disso são os milagres de Jesus,
restituindo sa:de M "ida de tantas pessoas. ; isso +ue "amos pedir acompanhando a entrada de Jesus em
nossa comunidade. 0ue ele este2a entre n8s, para +ue tenhamos sa:de no corpo e na alma, e para +ue a
sa:de p:&lica se2a digna e efica! para todos.
Nniciemos nossa procissão, cantando,
Anotaç%es r&ticas
Depois da moti"a1ão inicial, o ministério de m:sica escolherá uma can1ão de aclama1ão com hosanas a Jesus para
acompanhar o in<cio da procissão. )onclu<da a can1ão, antes de chegar na primeira parada e, dependendo do percurso,
pode%se ler uma reflexão do Danual da )ampanha da .raternidade >?@> ou ou"ir algum testemunho de "ida.
)oncluir a primeira parte recitando um Pai nosso, "e Daria e *l8ria ao Pai.
PROPOSTA DE UM ROTEIRO DE REFLEX#ES:
s sugest7es +ue seguem t(m a finalidade de sugerir um desen"ol"imento temático para acompanhar a procissão.
Propositalmente, não desen"ol"emos nenhum texto para +ue sua e+uipe de cele&ra1ão formule uma reflexão +ue melhor
expresse a realidade da comunidade.
./ PARADA 0 12UE A SA3DE SE DI4UNDA SOBRE A TERRA5 6E#LO 78*89
E lema da ;am$anha da )raternidade desse ano de %01% @oi: Ique a saKde se di@unda so're a terraCJ 2 @rase 1
do livro do .clo 8M,M e mani@esta o deseHo de &eus, $ara que a saKde esteHa na vida de cada homem e mulher de todas
as idades5 Isso @aA com$reender que o cuidado da saKde, a dedicação $ara que todos vivam saud?veis e atenção aos
en@ermos 1 um deseHo divino e um modo de viver a caridade @raterna entre nGs5
)
0 ;omo nossa comunidade $romove a saKde( 2 comunidade tem al/um tra'alho es$ec<@ico $ara @avorecer a
saKde em @avor dos mais $o'res(
TESTE:UN;O um re$resentante da 3astoral da SaKde $oder? testemunhar o tra'alho realiAado na
comunidade em @avor dos doentes, es$ecialmente dos mais necessitados5

)ontinuar a procissão com uma can1ão ou uma estrofe do Jino da )ampanha da .raternidade. Depois do testemunho de
"ida, pode%se ler um texto do Danual da )., en+uanto se caminha, e concluir com as ora17es, Pai nosso, "e Daria, *l8ria
ao Pai.
</ PARADA 0 A SA3DE NO #ORPO E NA AL:A
.m nossos dias, ouvimos @alar muito em saKde como cuidado do cor$o5 Muitas $essoas trans@ormaram esse
cuidado em idolatria $elo culto ao cor$o5 E cuidado do cor$o não tem a 'eleAa como @inalidade Knica, mas a vida
saud?vel $ara @avorecer o tra'alho e a convivência social5 Bão $odemos esquecer, contudo, que 1 a saKde da alma, da
vida interior, que $romove o equil<'rio e-istencial de todos nGs5 ]ma alma adoecida num cor$o saud?vel $ode levar ao
desequil<'rio, uma alma saud?vel num cor$o adoecido, motiva o equil<'rio e a $aA e-istencial5
0 ;omo nossa comunidade $romove a saKde es$iritual, es$ecialmente entre crianças, adolescente e Hovens(
Lue iniciativas e-istem na comunidade que resultem em atitudes em @avor da saKde do cor$o e da alma( ;omo se educa
$ara uma vida saud?vel em nossa comunidade(
TESTE:UN;O um catequista $oder? testemunhar o es@orço da comunidade em $romover a saKde inte/ral, do
cor$o e da alma, es$ecialmente entre crianças, adolescentes e Hovens5
)ontinuar a procissão com uma can1ão ou uma estrofe do Jino da )ampanha da .raternidade. Depois do testemunho de
"ida, pode%se ler um texto do Danual da )., en+uanto se caminha, e concluir com as ora17es, Pai nosso, "e Daria, *l8ria
ao Pai.
7/ PARADA 0 :O:ENTO DE SIL=N#IO PELAS :ORTES E>IT?>EIS
E tema da ;am$anha da )raternidade de %01% re@lete so're a ISaKde $K'licaJ5 Fodos sa'emos que, nos Kltimos
anos, e-iste al/um es@orço da $arte do /overno $ara melhorar a saKde $K'lica5 2inda não che/ou ao que se es$era,
como testemunham @ilas intermin?veis de doentes que adoecem ainda mais, a $onto de muitos morrerem antes de serem
atendidos5 > $or aqueles que se @aA silêncio $ara uma $rece silenciosa, $edindo $erdão $ela omissão no cuidado da
saKde e intercedendo-lhes o descanso eterno5
:O:ENTO DE ORA@AO SILEN#IOSA - $ode-se lem'rar nomes de al/umas $essoas da comunidade, ou da
diocese, ou mesmo do Brasil que $erderam a vida em @ilas de hos$itais ou $or causa do atendimento $rec?rio da saKde
$K'lica5
)ontinuar a procissão com uma can1ão ou uma estrofe do Jino da )ampanha da .raternidade. Depois do testemunho de
"ida, pode%se ler um texto do Danual da )., en+uanto se caminha, e concluir com as ora17es, Pai nosso, "e Daria, *l8ria
ao Pai.
B/ PARADA 0 PRO:OTORES DA SA3DE
2 Kltima $arada contem$la um convite $ara incentivar os cele'rantes a serem $romotores da saKde na
comunidade5 .-istem muitos modos de $romover a saKde, seHa cuidando de si, $ela educação, $ela recusa a'erta e clara
a tudo que deteriora a saKde, como dro/as, ?lcool, ta'a/ismo555 seHa questionando e re$udiando h?'itos que $reHudicam
a saKde, como noites sem dormir, irres$onsa'ilidades de quem coloca a vida em risco $ela im$rudência ou e-i'icionismo
de es$ortes radicais5
:ANI4ESTA@AO – de$ois dessa Kltima re@le-ão, o res$ons?vel $ela ;am$anha da )raternidade da comunidade
$ro$Pe um com$romisso que a comunidade $retende assumir em @avor da melhoria da saKde $K'lica5
)ontinuar a procissão com uma can1ão ou uma estrofe do Jino da )ampanha da .raternidade. Depois do testemunho de
"ida, pode%se ler um texto do Danual da )., en+uanto se caminha
)oncluir a procissão com a ora1ão da ).>?@>.
+
ORA@AO DA #A:PAN;A DA 4RATERNIDADE <C.<
$enhor Deus de amor, Pai de &ondade, n8s "os lou"amos e agradecemos pelo dom da "ida, pelo amor com +ue
cuidais de toda a cria1ão.
5osso .ilho Jesus )risto, em sua miseric8rdia, assumiu a cru! dos enfermos e de todos os sofredores,
so&re eles derramou a esperan1a de "ida em plenitude.
3n"iai%nos, $enhor, o 5osso 3sp<rito. *uiai a "ossa Ngre2a, para +ue ela, pela con"ersão se fa1a sempre mais,
solidária Ms dores e enfermidades do po"o, e +ue a sa:de se difunda so&re a terra. mém.
#;EDADA E ENTRADA NA IDREEA
Anotaç%es r&ticas
3m se tratando de um rito de ingresso solene, na igre2a ou no local onde será cele&rada a 3ucaristia, o presidente da
cele&ra1ão ou o salmista tenha o cuidado de escolher uma melodia aclamati"a, com um refrão de fácil repeti1ão, para +ue os
cele&rantes possam tomar parte no rito, como por exemplo, “Josana, hosana ao Rei Jesus”.
:ISSA 6SE: B=N@AO9 SE: PRO#ISSAO DE RA:OS F ANOTA@GES DERAIS
Para as e+uipes de cele&ra17es +ue de"erão preparar missas sem procissão, seguem alguns lem&retes, com &ase no Dissal
Romano.
Ritos iniciais 0 dois modos de entrada: solene o$ simles
ENTRADA SOLENE: Bão havendo $rocissão, mas 'ênção de ramos, os ritos iniciais acontecem na $orta da
i/reHa, ou mesmo no seu interior5 Ba $orta da i/reHa, o $adre 'enAe os ramos e todos in/ressam na i/reHa cantando
cançPes de louvores e hosanas, aclamando o Senhor5 Se este rito acontecer dentro da i/reHa, as orientaçPes litKr/icas
$edem que a 'ênção e aclamaçPes seHam @eitas @ora do $res'it1rio5 E ideal, contudo, 1 que a mesma seHa @eita na $orta
$rinci$al, realiAando-se de$ois uma $rocissão at1 o $res'it1rio5
Beste rito, omite-se o ato $enitencial ou a as$ersão com ?/ua so're a assem'l1ia5 E $adre, uma veA no
$res'it1rio, @aA a Eração do dia e todos os cele'rantes sentam-se $ara iniciar a Nitur/ia da 3alavra5 7;@5 Missal #omano,
$5 %%9:5
ENTRADA SI:PLES: 2 missa 1 cele'rada como todos os domin/os5 E que caracteriAa a entrada sim$les 1 o
canto inicial que @aA memGria 7recorda: a entrada de 4esus em 4erusal1m5 2 equi$e de cele'ração, neste caso, esteHa
atenta $ara realiAar esta sintonia da cele'ração com a memGria cele'rada5 7;@5 Missal #omano, $5 %%9:5
Bo caso desta entrada sim$les, su/erimos que os ritos iniciais seHam caracteriAados $ela sim$licidade e
so'riedade5 > 'om salientar que as orientaçPes litKr/icas destacam a memGria da entrada de 4esus em 4erusal1m
somente $ara o canto de entrada5 &e$ois, a Nitur/ia da 3alavra e as oraçPes da missa @aAem re@erência ao W&omin/o da
3ai-ãoW do Senhor5 Bas moniçPes $residenciais e mesmo na homilia, tenha em consideração este @ato5
O #UE VALORI$AR NA CELE!RAÇ"O
São dois es$aços $ro$ostos na 3alavra desse &omin/o5 Bo $rimeiro es$aço se $roclama a entrada triun@al de
4esus em 4erusal1m e, no outro a ;ruA, local onde acontece a cena do drama do silêncio de &eus na 3ai-ão de 4esus5
ESPA@O SI:BHLI#O: um modo de com$or o es$aço cele'rativo desse &omin/o 1 unir os dois temas es$aciais
mencionados acima: ramos de $almas que @aAem memGria da entrada triun@al de 4esus, em 4erusal1m e, a ;ruA como
s<m'olo da 3ai-ão, na qual 4esus viveu sua e-$eriência de $resença silenciosa de &eus5 Eutro elemento do es$aço
cele'rativo $oder? ser com$osto $elo $ainel com a @rase cele'rativa, como su/erido mais a'ai-o5
-
2 @oto, em'ora não seHa um arranHo,
$assa a id1ia do que se $retende: unir
ramos e ;ruA numa Knica realidade5
E arranHo $oder? ser @eito $lantando a
cruA e as $almas num mesmo vaso, $or
e-em$lo, de modo que as $almas
entrelacem a cruA, como na @oto5
Si/ni@icado: tanto o hosana que aclama,
como a ;ruA, @aAem $arte da vida de
4esus, mas nem a @ama e nem a dor o
tiraram do $roHeto divino5
4RASE #ELEBRATI>A: $ela oração, 4esus entra no es$aço
da vida divina e sente a $resença silenciosa de &eus, seu I2''DJ5 >
onde se @ortalece $ara @aAer a vontade do 3ai5
4rase cele,rati!a
Pai, se for poss<"el afasta de mim este cálice/ .a1a%se a tua
"ontade/
E2UIPE DE A#OL;IDA: Ba missa que ser? $recedida $ela $rocissão, a acolhida ter? tam'1m a @unção $r?tica
de orientar como $artici$ar da 'ênção dos ramos e da $rocissão5 Bas missas sem $rocissão e-terna, a que 1 @eita nas
ruas da comunidade, a acolhida acontecer? como ha'itualmente a comunidade acolhe os cele'rantes5
2 @rase $ara rece'er os cele'rantes se ins$ira no conte-to cele'rativo, en@atiAando a $resença divina, mesmo se
silenciosa5
4rase de acolhida
Deus sempre está presente/ )onfie/
A:BIENTA@AO: a 3rocissão de #amos 1 um modo de am'ientar a cele'ração desse &omin/o, como na
cele'ração $recedida $ela 3rocissão5 Bas demais cele'raçPes, que se @ar? memGria da entrada de 4esus em 4erusal1m
num dos modos $revistos $elo Missal, su/erimos uma 'reve e-$licação do rito que a're a cele'ração, relacionando-a,
não como lem'rança de um @ato histGrico da vida de 4esus, mas como rito litKr/ico e, como tal, @aA memGria do Mist1rio
da Salvação de 4esus que entra na sociedade $ara iniciar sua 3?scoa, a qual somos convidados a $artici$ar atrav1s das
cele'raçPes da Semana Santa, com o $ro$Gsito de selar 7con@irmar: nosso com$romisso de aliados do $roHeto divino,
como $ro$osto nas re@le-Pes quaresmais5
RITOS INICIAIS
2clamar o Senhor que entra na comunidade, cantando hosanas e reconhecendo que ele 1 o Salvador, aquele
que realiAa o #eino de &eus entre nGs $ela sua o'ediência ao $roHeto divino5
ANTI4ONA DE ENTRADA: acolher o Senhor e com ele $ercorrer o caminho da 3ai-ão at1 a entre/a de sua
vida, na ;ruA5
Ant)"ona de entrada
10
$eis dias antes da solene PáscoaO +uando o $enhor "eio M Jerusalém,O correram até ele os pe+ueninos.O
#ra!endo em suas mãos ramos e palmas,O em alta "o! canta"am em sua honra,O Bendito és tu +ue "ens
com tanto amor/O Josana nas alturas.
A#OL;IDA PRESIDEN#IAL: con@iar e crer que &eus Hamais nos a'andona com sua $resença silenciosa 1
/raça e testemunho de @15
:odelo ara acolhida residencial
gra1a e a fé de +ue Deus 2amais nos a&andona, este2a sempre con"osco.
:ONI@AO INI#IAL: convidar os cele'rantes a $artici$ar da mesma e-$eriência de 4esus, sentindo a $resença
silenciosa de &eus nos momentos de dor e so@rimento5
:odelo de monição inicial
entrada de Jesus em Jerusalém é con"ite para caminharmos na mesma estrada pela +ual ele passou
até sua morte, na )ru!. Por isso, sentir a presen1a silenciosa de Deus, na dor e no sofrimento, é
participar da mesma experi(ncia pela +ual passou Jesus )risto no *etsemani, antes de oferecer sua "ida
ao Pai, pela nossa $al"a1ão. $ilenciemos e re!emos/
7$ausa silenciosa:
ATO PENITEN#IAL 6SE ;OU>ER SO:ENTE A ENTRADA SI:PLES9: $artici$ar do rito $enitencial
intercedendo o $erdão e 'endiAendo o Senhor $elo $erdão concedido5
Anotaç%es r&ticas
Depois da pausa silenciosa da moni1ão inicial, o padre proclama as s:plicas penitenciais, &endi!endo Deus pelo perdão
concedido. participa1ão dos cele&rantes acontece pelo refrão cantado, +ue pode ser composto pelo Dinistério de D:sica,
ou com um refrão conhecido.
:odelo ara o ato enitencial
3 - Senhor 4esus ;risto, vGs viestes reconciliar todos os homens com o 3ai5 Bendito seHais, Senhor, $elo vosso
$erdão
Solo - Senhor, tende $iedade de nGs
F - Senhor, tende $iedade de nGsX $iedade de nGs, SenhorC
3 – QGs sois o ;ordeiro de &eus que nos li'erta do $ecado que mancha o mundo5 Bendito seHais, Senhor, $elo
vosso $erdão
Solo - ;risto, tende $iedade de nGs
F – ;risto, tende $iedade de nGsX $iedade de nGs, ;ristoC
3 – QGs que viestes do 3ai e nos conduAis $ara Hunto dele na unidade do .s$<rito Santo5 Bendito seHais, Senhor,
$elo vosso $erdão5
Solo - Senhor, tende $iedade de nGs
F - Senhor, tende $iedade de nGsX $iedade de nGs, SenhorC
3 - &eus todo-$oderoso e cheio de misericGrdia, $uri@icai-nos $elo San/ue de vosso )ilho derramado na ;ruA e
concedei-nos caminhar nos caminhos que conduAem D vida eterna5
F - 2m1m5
Eração do dia: que &eus nos conceda a /raça de contem$lar a ;ruA de 4esus e com$reender sua 3ai-ão e
#essurreição5
Oremos: Deus eterno e todo%poderoso, para dar aos homens um exemplo de humildade, +uisestes +ue o
nosso $al"ador se fi!esse homem e morresse na )ru!. )oncedei%nos compreender o ensinamento da sua
Paixão e ressuscitar com ele em sua gl8ria. P9$J)
11
LITURGIA DA PALA$RA
E silêncio de &eus, no momento mais dram?tico da vida de 4esus, aHuda-nos a com$reender a /randeAa de sua
con@iança no 3ai que, mesmo silencioso, est? $resente na 3?scoa do )ilho5
3ro$osta $ara a homilia
E'Hetivo: a$resentar o modo como 4esus viveu o silêncio de &eus no drama de sua 3ai-ão, a $onto de se sentir
a'andonado $elo 3ai, como modelo de atitude $essoal diante do silêncio divino5
&in6mica: a homilia $oder? ser tematiAada com ima/ens: 71: /ravura da entrada de 4esus em 4erusal1m ou da
$rocissão de ramos da comunidade, 7%: /ravura de 4esus no =etsemani, 78: detalhe ou outra cena da /ravura de 4esus
no =etsemani, 7!: $essoa em atitude de oração silenciosa $ro@unda5
PRO4ISSAO DE 4J: $ro@essar a @1 iluminando-nos na certeAa que &eus sem$re est? conosco, mesmo que
essa $resença seHa silenciosa5
)remos +ue Deus muitas "e!es se fa! presente em nossas "idas de modo silencioso. )remos +ue Jesus
)risto é o .ilho amado do Pai +ue se fe! o&ediente até a morte e morte de )ru!. )remos +ue o 3sp<rito
$anto de Deus é presen1a silenciosa em nossas "idas. Professemos a nossa fé, “)reio......”
ORA@AO DOS 4IJIS: se um dia os caminhos da vida nos levarem ao =etsemani, a$rendamos a con@iar na
$resença silenciosa de &eus5
3 – ;om a con@iança de que &eus sem$re est? $resente em nossas vidas, mesmo quando silencia,
a$resentemos a ele a nossas $reces5
15 .nsinai-nos, Senhor, a con@iar em vossa $resença silenciosa, es$ecialmente nas $rovaçPes de nossas vidas5
# I 58s +ue sois nosso Deus e Pai, atendei nossa prece, $enhor/
%5 .nsinai-nos, Senhor, a viver con@iando que vossa $resença silenciosa nos acom$anha todos os dias de
nossas vidas5
85 .nsinai-nos, Senhor, a Hamais deses$erar no so@rimento e con@ortai-nos em nossas an/Kstias e ansiedades5
# I 58s +ue sois nosso Deus e Pai, atendei nossa prece, $enhor/
!5 .nsinai-nos, Senhor, a não trans@ormar o so@rimento que nos atin/e com reclamaçPes contra vGs, mas como
c?lice amar/o de nossa condição humana5
# I 58s +ue sois nosso Deus e Pai, atendei nossa prece, $enhor/
5 .nsinai-nos, Senhor, a ser $resença viva e concreta a quem vive no a'andono e no esquecimento de todos5
# I 58s +ue sois nosso Deus e Pai, atendei nossa prece, $enhor/
3 – 2colhei com /enerosidade nossos $edidos, G 3ai, e @aAei crescer em nGs a con@iança que sem$re est?s
$resente em nossas vidas, mesmo quando vossa $resença 1 silenciosa5 Isso vos $edimos, $or ;risto, vosso )ilho e
nosso SenhorC
F - 2m1mC
LITURGIA SACRAMENTAL
;om o coração a/radecido, $orque o 3ai sem$re se @aA $resente em nossas vidas, o@ertemos nossa con@iança e
renovemos nossa @idelidade ao seu $roHeto divino5
PRO#ISSAO DAS O4ERTAS: cada cele'rante 1 convidado a o@erecer ao 3ai a $rG$ria vida com a mesma
con@iança de 4esus que, no =etsemani, se dis$\s a @aAer a vontade divina mesmo quando &eus se mostrou silencioso a
seu res$eito5 Bem sem$re isso 1 @?cil, mas 1 desse modo que &eus acolhe nossa o@erenda re$leta de vida que somos e
vivemos5
Anotaç%es r&ticas
9esse Domingo acontece a coleta da )ampanha da .raternidade e seria muito &om +ue a mesma fosse inserida no rito da
apresenta1ão das oferendas. 9esse caso, antes de le"ar as oferendas, os cele&rantes são esclarecidos +uanto M finalidade da
coleta da )ampanha da .raternidade e con"idados a fa!er sua contri&ui1ão. Depois, alguns cele&rantes pre"iamente
escolhidos, le"am as oferendas ao altar em nome da assem&léia.
12
ORATE 4RATRES: quando a$resentamos nossas vidas como o@erenda a &eus, esta sem$re vai unida ao
o@erecimento que 4esus @aA de sua vida5
Orate "ratres
Orai, irmãos e irmãs, para +ue apresentando a oferenda da "ida humana, tam&ém marcada pela dor
unida ao sofrimento de Jesus )risto, se2a aceita por Deus Pai todo%poderoso.
ORA@AO EU#ARISTI#A: a Eração .ucar<stica 1 o momento do /rande e solene silêncio, no qual o silêncio
divino se mani@esta misteriosamente $resente no 3ão e no Qinho5
:odelo de monição ara a Oração E$car)stica
3stamos entrando no momento do grande e solene sil(ncio da 3ucaristia. #udo se cala diante da
presen1a silenciosa de Deus, presente no Pão e no 5inho. $ilenciemos, pois, para sentir a presen1a
di"ina entre n8s e em nossos cora17es.
PREPARA%ÃO PARA A COMUN&ÃO
;omun/ar a .ucaristia 1 comun/ar a 3ai-ão de 4esus e sua #essurreição5 > assumir $ara nossas vidas a
mesma con@iança de 4esus, es$ecialmente quando &eus se @aA silencioso em nossas e-istências5
PAI NOSSO: evocar o mesmo sentimento @ilial de 4esus quando chama &eus de I2''DJ, de $a$aiAinho, de
$aiAinho querido5
#on!ite ara o Pai nosso
)omo Jesus e com Jesus in"o+uemos com confian1a a presen1a de Deus, chamando%o de “&&M”, Pai
nosso...
ABRA@O DA PAK: a $aA que deseHamos ao outro sG 1 ca$aA de tocar sua vida se estiver re$leta da $resença
divina5
Proosta de sa$dação da a'
9a certe!a de +ue Deus sempre está presente em nossas "idas, saudemo%nos com um gesto de pa!.
#ON>ITE PARA A #O:UN;AO: a $alavra de 4esus, que est? sem$re convosco, at1 o @inal dos tem$os 7Mt
%M,%0:, 1 /arantia que nunca estamos sGs, mesmo quando &eus silencia5
Proosta de con!ite ara a com$nhão
3u estarei com "oc(s todos os dias, até o fim do mundo/ 3is o )ordeiro de Deus, +ue tira o pecado do
mundo.
ANTI4ONA DE #O:UN;AO: comun/ar e motivar-se a @aAer a vontade do 3ai todos os dias e em todas as
circunst6ncias da vida5
Ant)"ona de com$nhão
L Pai, se este cálice não pode passar sem +ue eu &e&a,O fa1a%se a tua "ontade/
RITOS FINAIS
Mesmo que o medo visite nossas vidas nos momentos de so@rimento, $orque isso 1 humano, a$rendamos de
4esus a con@iar e a sentir sua $resença silenciosa em nGs5
#O:PRO:ISSO #ON#RETO: $ro$or, inicialmente, um convite $ara que todos $artici$em do melhor modo
$oss<vel das cele'raçPes da Semana Santa que serão realiAadas na comunidade5 Eutra $ro$osta do com$romisso
concreto, diA res$eito ao @ortalecimento da con@iança em &eus atrav1s da oração, como @eA 4esus, es$ecialmente quando
a vida nos conduA ao =etsemani, local da $resença silenciosa de &eus em nossas vidas5
Anotaç%es r&ticas
O padre, ou a comissão organi!adora das cele&ra17es da $emana $anta, poderá passar a primeira parte do compromisso,
tanto para comunicar os horários, como incenti"ar a participa1ão de todos.
1*
segunda parte seria mais por conta do padre, +ue poderia retomar um pensamento de sua homilia para propor a confian1a
em Deus, mesmo +uando ele se fa! silencioso.
Lem,rete
0uanto aos a"isos so&re a programa1ão da $emana $anta, o mais prático é entregar um programa escrito aos cele&rantes, no
final da cele&ra1ão, antes da &(n1ão final. Os ministros da acolhida poderão distri&uir o programa, en+uanto se canta uma
can1ão%mensagem com o tema de Domingo de Ramos. Depois +ue todos ti"erem o programa em mãos, o padre poderá
chamar aten1ão para a+uilo +ue é mais importante, destacando o +ue acontecerá na data mais pr8xima.
B=N@AO E DESPEDIDA: que &eus a'ençoe todos os cele'rantes, $ara que $ossam viver unidos a 4esus e
dele a$render a con@iar sem$re, mesmo quando &eus silencia5
Anotaç%es r&ticas
O rito de &(n1ão é feito com a f8rmula solene da “B(n1ão da Paixão do $enhor”.
4cf. Dissal Romano, p. G>>6.
BLnção da PaiMão do Senhor
3 – E Senhor esteHa convosco5
F – .le est? no meio de nGs5
3 - E 3ai de misericGrdia, que vos deu um e-em$lo de amor na 3ai-ão do seu )ilho, vos conceda, $ela vossa
dedicação a &eus e ao $rG-imo, a /raça de sua 'ênção5
F - 2m1m5
3 - ;risto, cuHa morte vos li'ertou da morte eterna, conceda-vos rece'er o dom da vida5
F - 2m1m5
3 - Fendo se/uido a lição de humildade dei-ada $elo ;risto, $artici$eis i/ualmente de sua #essurreição5
F - 2m1m5
3 - 2'ençoe-vos &eus todo-$oderoso, 3ai e )ilho e .s$<rito Santo e convosco $ermaneça hoHe e sem$re5
F - 2m1m5
3ara a des$edida e o envio dos cele'rantes $oder? ser:
9ão deixai de confiar, mesmo +uando Deus silencia/ Nde em pa!, o $enhor "os acompanha/
LITUR%IA DA PALAVRA (lei&u'as)
Atenção
9o +uadro a&aixo estamos propondo uma moni1ão geral da =iturgia da Pala"ra, +ue poderá ser feita pelo sacerdote ou pelo
comentarista. 3sta moni1ão elimina as moti"a17es de cada uma das leituras.
Depois da )eia Pascal com seus disc<pulos, Jesus "ai ao *etsemani para preparar sua “hora”. ; lá +ue passa
pelo drama humano do sil(ncio de Deus, pela experi(ncia da proximidade silenciosa de Deus no sofrimento, com a
sensa1ão de a&andono. Desmo assim, se mantém fiel ao pro2eto di"ino, pois sa&e +ue Deus estará com ele até o
final.
PROCISSÃO DE RAMOS ' E$ANGEL&O: MC 111(10
PRIMEIRA LEITURA: IS )0*(+
SALMO RESPONSORIAL ( SL 21
Deu Deus, meu Deus, por +ue me a&andonastes-
2, LEITURA: FL 2-(11
ACLAMA%ÃO AO E$ANGEL&O – FL 28(.
DlNria e lo$!or a !Ns* N #ristoO
4esus ;risto se tornou o'ediente,X E'ediente at1 a morte numa cruA5X 3elo que o Senhor &eus o e-altou,X . deu-lhe um
nome muito acima de outro nome5
1,
E$ANGEL&O ( PAIXÃO DE NOSSO SEN&OR /ESUS CRISTO (MC 1*1'1)*+!
7;@5 no Necion?rio &ominical, $5 !1:
RE(LE"O CELE!RATIVA ()'o)os&a de *omilia)
1 – ENTRADA DE /ESUS CAMIN&O PARA A P0SCOA
Iniciamos, neste &omin/o, o caminho 3ascal de 4esus ;risto e com 4esus ;risto5 .ste 1 o si/ni@icado da
3rocissão de #amos, que a're a cele'ração .ucar<stica desse &omin/o5 2 @inalidade ritual dessa $rocissão não est? na
lem'rança histGrica, mas 1 um rito que nos introduAir no caminho de 4esus e com ele entramos em nossa comunidade
$ara viver com ele a sua 3?scoa5 > uma $rocissão, $ortanto, que convida a re@aAer o mesmo caminho $ercorrido $or
4esus, mas, dessa veA, em nossa comunidade, em nossas ruas, em nossos 'airros5 > um momento es$ecial de olhar
$ara nossa comunidade e nos $er/untar se ainda acolhemos 4esus entre nGs e, mais im$ortante que isso, $erce'er que
resultados, que mudanças acontecem entre nGs $or causa desse acolhimento, nGs que durante toda a Luaresma nos
dis$usemos a ser aliados $ara que o $roHeto divino, o #eino, aconteça entre nGs5
2 – DEUS E SUA PRESEN%A SILENCIOSA
2$esar da decisão sincera e do em$enho coerente com o .van/elho, as veAes, temos a im$ressão que estamos
soAinhos e que &eus est? distante5 .stou @alando do Isilêncio de &eusJ5 Ba terceira cena da narrativa da 3ai-ão, de$ois
da ;eia 3ascal, o evan/elista Marcos conta que 4esus @oi $ara o 4ardim do =etsemani com uma @inalidade 'em $recisa:
estava an/ustiado $orque sua hora tinha che/ado e $recisava encontrar-se com &eus5 Mas, naquele noite, quando 4esus
mais $recisava, &eus se @eA silencioso5 ;he/a a $edir o a@astamento daquele c?lice, e &eus continua silencioso5 4esus
vai $rocurar seus disc<$ulos e os encontra dormindo, inca$aAes de $artilhar o an/ustia su@ocante e ansiosa de 4esus5
4esus sentia medo, $avor555 em tudo se @eA humano, diAia a %ª leitura, $or isso $recisava de &eus, mas &eus se @eA
silencioso5 2t1 mesmo seus disc<$ulos silenciaram no sono5 Bo Batismo de 4esus, &eus @alou declarando que ele era seu
)ilho amado, na trans@i/uração, ouviu-se novamente a voA do 3ai5 Bo .van/elho do &omin/o $assado, ouvimos &eus se
mani@estando555 a/ora não5 &eus se @eA silencioso no =etsemani e não res$onde Ds oraçPes de 4esus5
3 – O SIL1NCIO DE DEUS NA PAIXÃO DE /ESUS
E silêncio de &eus incomoda 4esus, a $onto dele sentir-se a'andonado e reclamar: Imeu &eus, meu &eus, $or
que me a'andonastes(J .-iste, contudo, um detalhe que chama atenção no drama vivido $or 4esus5 Mesmo so@rendo,
sentindo-se a'andonado, 4esus continua reAando5 Bem $assa $ela sua ca'eça discutir se &eus 1 um 3ai desnaturado,
que dei-a seu @ilho $adecer e morrer5 2o contr?rio, o .van/elista Marcos @aA questão de mencionar que 4esus continua
reAando e 0 aqui tem um detalhe im$ortante 0 4esus chama &eus de I2''DJ, uma $alavra aramaica, que se traduA $or
I$a$aiAinhoJ ou I$aiAinhoJ5 .ra o modo como as crianças $equenas chamavam seus $ais5 Bão e-iste in@antilismo na
oração de 4esus, mas demonstração de con@iança $ro@unda de que o silêncio de &eus não si/ni@icava dist6ncia,
a'andono, a@astamento555 mas era um modo di@erente de ser $resença5 .-istem momentos, nos quais &eus se mani@esta
de modo $al$?vel, di/amos assim, e e-istem momentos, nos quais &eus silencia, mas não se ausenta5 > a intimidade
com &eus e o $oder da oração que mant1m 4esus @iel at1 o @im5 ;omo diAia a 1ª leitura: não desiste e nem volta atr?s,
mesmo es'o@eteado, ridiculariAado, reHeitado555 se mant1m @iel5
* – O SIL1NCIO DE DEUS NA $IDA &UMANA
Bo in<cio de minha re@le-ão, diAia que a 3rocissão de #amos não 1 um momento @olclGrico na cele'ração, mas
um rito que nos conduA na estrada de 4esus, $ara acom$anh?-lo at1 sua #essurreição5 Besse caminho est? o
=etsemani, que dedicamos atenção es$ecial $ara considerar o silêncio de &eus no drama vivido $or 4esus em sua
3ai-ão5 2 Semana Santa não 1 museu de tradiçPes $assadas, como $arece se trans@ormar ultimamente, incentivada $elo
marOetin/ do turismo que se diA Ireli/iosoJ, com @inalidade de lucro5 2 Semana Santa tem outra @inalidade: a de nos @aAer
entrar na estrada com 4esus, $ara que $ossamos che/ar D ressurreição5 .m nossos momentos de an/ustias,
ansiedades, tristeAas $ro@undas, $assamos $ela e-$eriência do silêncio de &eus5 Muitos irmãos e irmãs con@undiram o
silêncio de &eus com a'andono e dei-aram tudo, trocaram de I/reHa, a'andonaram a @1555 @oram em'ora5 Bão
$erce'eram que silêncio de &eus não si/ni@ica a'andono, mas $ro-imidade silenciosa5 Muitos se dei-aram levar $elo
discurso que 1 $reciso IacordarJ &eus de seu silêncio, como se ouve em $re/açPes televisivas, e aca'aram ouvindo-se a
si mesmos, consolando-se com emoçPes de auto-aHuda5 )u/iram do =etsemani e $erderam a o$ortunidade de $assar
$ela e-$eriência do silêncio de &eus que @ortalece a @1 e a certeAa que &eus não nos dei-a na ;ruA, mas nos ressuscita,
como aconteceu com 4esus5 2m1mC
15
),

FEIRA SANTA ( CEIA DO SEN&OR – ) DE ABRIL DE 2012
LEITURAS
1ª leitura: .- 1%,1-M511-1! S #itual da ceia $ascal
Salmo #es$onsorial: Sl 11 S E c?lice $or nGs a'ençoado 1 comunhão com o Senhor
%ª leitura: 1;or 11,%8-%* S Fodas as veAes que comerdes deste $ão e 'e'erdes555
.van/elho: 4o 18,1-1 S 2mou-os at1 o @im
Primeiro olhar
cele&ra1ão da GP feira $anta considera duas dimens7es importantes da 3ucaristia, a+uela +ue cele&ramos de modo ritual e
a+uela +ue se reali!a na "ida, atra"és do ser"i1o fraterno. Jesus cele&rou ritualmente a 3ucaristia na Qltima )eia e ensinou,
pelo gesto do la"a%pés, +ue a mesma precisa continuar dando gra1as ao Pai pelo ser"i1o fraterno.
ILUMINADOS PELA PALAVRA
2 B<'lia descreve a .ucaristia como memorial da 3ai-ão do Senhor, contem$lada $ela teolo/ia litKr/ica como o
?$ice do Mist1rio 3ascal5 > a 3?scoa de 4esus ;risto na ;ruA, a I$assa/emJ que o conduAiu D Imansão dos mortosJ5
Memorial, em lin/ua/em B<'lica-teolG/ica, si/ni@ica atualiAação5 FraduAindo: a .ucaristia não re$ete o evento histGrico da
morte de 4esus, mas atualiAa, torna $resente em nosso momento histGrico a mesma e@ic?cia redentora da ;ruA e
#essurreição de 4esus 7oração so're as o@erendas:5 3aulo e-$lica isso de maneira clara e direta: Itodas as veAes, de
@ato, que comerdes deste $ão e 'e'erdes deste c?lice, estareis $roclamando a morte do SenhorJ 7%ª leitura:5 2 $rimeira
caracter<stica da dimensão memorial, $ortanto, entende que a maior e mais im$ortante $artici$ação .ucar<stica consiste
em comun/ar a 3?scoa de 4esus ;risto $ela $resença $essoal na cele'ração, alimentando-se da 3alavra e do alimento
sacramental5
2 narrativa da ;eia 3ascal Hudaica, onde se imola e se come o Icordeiro $ascalJ, $ro$Pe a .ucaristia como
alimento indis$ens?vel da 3?scoa $essoal, a I$assa/emJ $essoal no deserto e-istencial, dei-ando-se conduAir $ela
3alavra e con@iando na $roteção divina 71ª leitura:5 2 ;eia 3ascal he'raica, no entanto, 1 @i/ura da .ucaristia, na qual
@aAemos memGria do verdadeiro ;ordeiro 3ascal, aquele que tira o $ecado do mundo e alimenta o homem e a mulher
com o alimento divino, 4esus ;risto 7c@5 4o 1,%9:5 Eutra caracter<stica litKr/ica, sem$re na dimensão memorial, 1 o louvor
em @orma de a/radecimento $or tudo que o Senhor tem @eito em @avor do $ovo 7salmo res$onsorial:5 2 .ucaristia 1 o
c?lice que cont1m o San/ue da Qida divina, 'e'ida que rom$e /rilhPes da escravidão e em'e'eda a vida humana com a
@orça de &eus 7salmo res$onsorial:5
3or mais $ro@unda, verdadeira e 'ela que seHa a dimensão teolG/ica do Memorial, a cele'ração $ascal em @orma
de .ucaristia, $recisa alcançar a vida concreta das $essoas5 4esus não morreu $ara res$onder questPes teolG/icas, mas
$ara o@erecer vida $lena a todos 74o 10,10:5 > nesse sentido que 4oão traduA a I$assa/emJ da teolo/ia $ara a vida
cotidiana 7tam'1m isso 1 3?scoa:, como $assa/em do es$aço cele'rativo $ara o es$aço serviçal, no /esto do lava-$1s5
> a dimensão $r?tica da .ucaristia, $ela qual o cele'rante consa/ra a vida $essoal a &eus atrav1s do serviço @raterno
7.van/elho:5
4oão descreve a I$assa/emJ da cele'ração $ara a vida concreta em cinco cenas, levando o leitor a $erce'er a
necessidade de $assar da mesa cele'rativa $ara a mesa e-istencial: 4esus levanta-se da mesa 7dei-a a mesa
cele'rativa: e se @aA servidor, tira o manto @estivo da cele'ração 7$aramento cele'rativo: e veste o avental dos servidores,
ele mesmo se I$aramentaJ com o avental 7cin/e-se $ara servir:, derrama ?/ua na 'acia 7toma a iniciativa do serviço:,
lava e en-u/a os $1s dos disc<$ulos 7atitude de servo: 7.van/elho:5 ;ada /esto 1 e-$ressão viva de serviço5 > a
.ucaristia tornando-se serviço e caracteriAando o serviço @raterno como eucar<stico, como um modo de dar /raças ao
3ai5 3or isso, a .ucaristia sG 1 com$leta se @or cele'rativa e serviçal5 ;omo uma dimensão sem$re conduA D outra, ou
seHa, a cele'ração conduA ao serviço @raterno e o serviço @raterno D cele'ração, o envio @inal de todas as missas 'em que
$oderia ser: Ivocês viram o que eu @iA e como @iA, a/ora @açam o mesmo no cotidiano de suas vidas5 Ide em $aACJ
ILUMINADOS PELAS ORAÇÕES (eucologia da missa)
Bão e-iste intenção mais im$ortante, na cele'ração .ucar<stica desse dia, que a sinceridade de nosso
a/radecimento $elo dom da .ucaristia5 2/radeçamos i/ualmente, o dom do sacerdGcio, que a/e Iin $ersona ;hristiJ,
$ermitindo que ;risto cele're nele e $or ele a .ucaristia5 ]ma $rece sem$re necess?ria 1 interceder o dom da
@raternidade cristã, @undamentado no amor e traduAida em serviço @raterno5
Ba .ucaristia, $roclamamos que o ;ruA de 4esus ;risto 1 o altar do verdadeiro sacri@<cio 7ant<@ona de entrada:,
onde 4esus, $or amor D humanidade, se @aA o@erenda 7aclamação ao .van/elho: e nos torna $artici$antes da aliança
1"
com &eus 7ant<@ona de comunhão:5 Intercedamos, $ois, a /raça de $artici$ar do 'anquete sacri@ical de 4esus ;risto
7oração do dia:, @aAendo memGria 7atualiAação: da sua 3?scoa redentora 7so're as o@erendas:, $ara que $ossamos
tomar $arte da mesa eterna 7de$ois da comunhão:5
Eração eucar<stica Eração eucar<stica I, com o 3re@?cio da .ucaristia I
Fema: I.ucaristia, sacri@<cio e sacramento de ;ristoJ 0 4esus 1 o sacerdote da Bova 2liança, cele'rada na
.ucaristia, $ela qual o@erece o sacri@<cio es$iritual da humanidade ao 3ai5
ILUMINADOS PELA VIDA
2 cele'ração da .ucar<stica 1 um es$elho da comunidade, a começar do $adre5 E Heito do $adre $residir revela
seu relacionamento com &eus e com o $ovo5 &ois e-em$los e-tremados aHudam na com$reensão5 2quele $adre que tem
uma relação $essoal e $rG-ima de &eus, atrav1s da oração e do contato di?rio com a 3alavra, cele'ra de modo calmo e
traduA sua cele'ração em acolhimento @raterno a quem o $rocura5 2quele, $ara o qual &eus 1 uma id1ia ou um conceito
teolG/ico, cele'ra de modo @rio e trata o $ovo de modo distante5 Se o $rimeiro tem uma homilia I$1 no chãoJ, iluminando
a realidade da vida com a luA da 3alavra, o se/undo $ode at1 @alar 'onito e $ro@undamente, mas 1 conceitual, e-$lica
leituras e @ala de &eus como $ersona/em distante, sem traAê-lo $ara caminhar nas estradas do $ovo5
Bão tenho receio de a@irmar que o Imodus cele'randiJ do $adre $ode conduAir os cele'rantes a &eus ou colocar
&eus distante dos cele'rantes5 E modo do $adre cele'rar $ode iluminar a @1 dos cele'rantes ou dis$ers?-la, $ode
enriquecer a es$iritualidade, conduAindo os cele'rantes no caminho do disci$ulado do .van/elho, ou torn?-los meros
consumidores do sa/rado ou cum$ridores de Io'ri/açPes reli/iosasJ5 Fudo de$ende da intimidade ou não que o $adre
tem de &eus, do relacionamento que o $adre tem com &eus5 > /rande, $ortanto, a res$onsa'ilidade do $adre, $orque
não 'asta ser um artista na arte de cele'rar 7Iars cele'randiJ:, 1 $reciso ser ami/o de &eus $ara cele'rar litur/icamente
com arte5
E atual momento histGrico, aquecido $ela @e're da comunicação reli/iosa na /rande m<dia, $ode atrair os $adres
0 dos quais os Hovens são mais vulner?veis 0 na 'usca da $o$ularidade, com cele'raçPes e-a/eradamente
e-$ressivas5 2l/uns deles, $ara descon@orto de muitos cele'rantes, dei-am de ser $residentes de cele'raçPes litKr/icas e
se trans@ormam em animadores de auditGrios5 ;onduAem oraçPes emocionalmente envolventes orientando a @echar os
olhos, a'rir as mãos, olhar $ara cima e $ara 'ai-o555 cada qual ocu$ando-se com seus $rG$rios sentimentos555 &e outro
lado, não se $ode cair no e-tremo de Imissas secasJ, des$rovidas de qualquer emoção e sentimento, onde $adre e
cele'rantes lêem Huntos um @olheto ou, na era dos datashoRs, $assam a Icele'raçãoJ lendo te-tos moldurados com
@lorAinhas ou anHinhos voadores5
Ba Luinta-@eira Santa, o verdadeiro dia do 3adre, sinto-me na o'ri/ação de $artilhar com vocês o que muitos
$artilham comi/o, so're a cele'ração da .ucaristia5 #ecordo-me que, no @inal de uma dessas re@le-Pes so're .ucaristia
com um /ru$o de lei/os, uma mulher $ediu a $alavra5 .stava visivelmente incomodada com a re@le-ão do /ru$o, @alava
com a inse/urança de quem est? nervosa5 ILuer diAer que o senhor e vocês $re@erem ver i/reHas vaAias ou com $oucas
$essoas em missas sonolentas, que i/reHas cheias em missas onde se 'ate $alma, se dança e se canta com emoção(J
;om res$eito e com uma res$osta que nem eu sei como @ormulei, disse: IBenhuma e nem outra coisa, minha senhora5
.s$ero que os sonolentos seHam acordados $elas missas animadas e que os animados a$rendam a silenciar com a
missa dos sonolentos5 2 .ucaristia, não 1 $ara @aAer dormir e nem es'aldar-se em emoçPes, mas $ara nos alimentar com
a vida divina e trans@orm?-la em lava-$1s5W 7)rancisco #1/is:
CONTETO CELE!RATIVO
)avorecer nos cele'rantes uma re@le-ão so're a essência da .ucaristia, seHa do $onto de vista teolG/ico que
vivencial, em vista de cele'raçPes que seHam autenticamente litKr/icas e verdadeira @onte de vida es$iritual $ara os
cele'rantes5
Oração
)oncedei%me, ho2e, uma gra1a especial, meu $enhor e meu Deus, a gra1a de participar "erdadeiramente da
3ucaristia. 0ue eu não este2a lá como espectador, nem como mero ou"inte. Re"este%me, pois, com o sil(ncio de
"osso 3sp<rito, para +ue silenciando em "8s, possa sa&orear o alimento ser"ido em "ossa $anta )eia. mém/ 4$56
VAMOS CANTAR A CELE!RAÇ"O
NB
s can17es sugeridas t(m a finalidade de facilitar o repert8rio da cele&ra1ão. 9ormalmente, propomos cinco can17es. )aso,
nenhuma se2a conhecida, a poesia da letra poderá orientar na escolha de outra can1ão. Os n:meros entre par(ntesis indicam
o n:mero da can1ão, na lista ap8s comentário.
1)
Siglas
S2N – a letra da canção encontra-se na $?/ina – RRR5litur/ia5$ro5'r
+N S I+in?rio NitKr/ico da ;BBBJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela ;BBB:
;E S I;antos e EraçPesJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela .ditora QoAes, %00!:
N S INouvemosJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela I2ssociação do Senhor 4esusJ:
;& S ;& $u'licado $ela 3aulus com cantos do +in?rio NitKr/ico da ;BBB5
;antemos a ale/ria de $artici$ar da .ucaristia, alimento divino que nos sustenta e nos @ortalece em nossa
3?scoa $essoal e comunit?ria, rumo D 3?scoa da #essurreição, com ;risto 4esus5
Entrada: somos uma I/reHa que caminha ao encontro do 3ai, cantando a ale/ria de $oder $artici$ar da $lenitude
da vida divina, comun/ando a .ucaristia e trans@ormando-a em serviço @raterno5
1 – ILuanto a nGs, devemos /loriar-nosJ 7S2N M!0: 7;E %0%: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 1:
% – IBin/u1m $ode se or/ulharJ 7S2N 119M: 7;d IFr<duo 3ascal IJ 73aulus: - @-%:
8 – IBGs nos /loriamos na ;ruAJ 7S2N 1%9!: 7;E %0!:
! – I[ Senhor, nGs estamos aquiJ 7S2N *9: 7;E 89!:
– I> 'om estarmos HuntosJ 7S2N %": 7;E 1!9:
Eutras cançPes de entrada no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N *1V US2N 808V US2N M!1V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XquantoY%0aY%0nY;8YB8sY%0devemosY%0/loriar(vieRSls
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnY;8YB8sY%0nosY%0/loriamosY%0naY%0cruA(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X0*%Y%0-Y%0Y;8YB8Y%0senhorY%0nY;8YB8sY%0estamosY%0aqui(
vieRSsearchMain)ield
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XY;8Y29Y%0'omY%0estarmosY%0Huntos(vieRSls
Salmo resonsorial: $artici$ar do mesmo c?lice do Senhor, 1 con@irmar a condição de aliado de &eus,
trans@ormando a e-istência cotidiana em sacri@<cio de louvor5
1 – +N da ;BBB, @asc5 % $5 !"
% – I;antado salmos e aclamaçPesJ 73aulus: $5 1M"
8 – ;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a !
! – IE ;?lice $or nGs a'ençoadoJ
Euvir canção 7!: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X.lianaY%0#i'eiroY%0-Y%0EY%0;Y;8Y21liceY%0-Y%0Salmo
Y%011711*:(vieRSls
Aclamação ao E!angelho: o mandamento novo 1 traduAido $or 4esus no /esto do lava-$1s, $ois esse se
concretiAa na cele'ração da vida di?ria atrav1s do serviço @raterno5
1 – I.u vos dou um novo mandamentoJ 7S2N M0%: 7;E %0M: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a :
% – I.u vos dou um novo mandamentoJ 7S2N M0%: 7+N, @asc5 %, $5 %:
8 – I&ou-vos um mandamento novoJ 7S2N M!!: 7;E %09:
! – I.u vos dou um novo mandamentoJ
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0vosY%0douY%0umY%0novoY%0mandamento(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0vosY%0douY%0umY%0novoY%0mandamento(vieRSlsZsu//ested
La!aPQs: o /esto do lava-$1s 1 um momento im$ortante da cele'ração que /anha sentido atrav1s de cançPes
a$ro$riadas, acom$anhadas $elas ant<@onas, $ro$ostas no Missal #omano, ou coma as que su/erimos a se/uir5
1 – I;eia da des$edidaJ 7S2N M!: 7+N, @asc5 %, $5 1M!:
% – I3rova de amor maior não h?J 7S2N M!*: 7;E %01:
8 – IE Senhor me chamou e me un/iuJ 7S2N M!": 7;E %10:
! – I4esus er/uendo-se da ceiaJ 7S2N M!M: 7;E %11: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a *:
1+
– I4esus er/uendo-se da ceiaJ 7S2N M*9: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a ":
Eutras cançPes $ara o rito do lava-$1s no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N 1M1V
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$rovaY%0deY%0amorY%0maiorY%0nY;8Y28oY%0hY;8Y21(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XoY%0senhorY%0meY%0chamouY%0eY%0meY%0un/iuY%0quintaY%0@eira
Y%0santa(vieRSlsZsu//ested
O"ertas: os dons do $ão e do vinho tornam-se o@erendas a/rad?veis ao 3ai quando re$resentam e, de @ato são,
sinais do serviço @raterno no cotidiano da vida5
1 – IEnde o amor e a caridadeJ 7S2N M!9: 7;E %1!: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a M:
% – IMinha vida tem sentidoJ 7S2N %*0: 7;E "01:
8 – ISe meu irmão me estende a mãoJ 7S2N %"M: 7;E "%*:
! – I#ece'ei de nGs, SenhorJ 7S2N M0: 7;E %1:
– I&aqui do meu lu/arJ 7S2N %%: 7N 9!%:
Eutras cançPes $ara o rito da a$resentação das o@erendas no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N %!9V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XondeY%0oY%0amorY%0eY%0aY%0caridade(vieRSls
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XminhaY%0vidaY%0temY%0sentidoY%0$eY%0AeAinho(
vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XseY%0meuY%0irmY;8Y28oY%0meY%0estendeY%0aY%0mY;8Y28o(vieRSls
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XdaquiY%0doY%0meuY%0lu/ar(vieRSlsZsu//ested
#om$nhão: a Mesa da .ucaristia 1 o local onde nos alimentamos com a vida divina e onde a$rendemos a viver
@raternalmente na vida cotidiana5
1 – I.u quis comer esta ceia a/oraJ 7S2N %9!: 7;E %1M: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 9:
% – I+oHe 1 @estaJ 7S2N M1: 7+N @asc5 %, $5 1!9: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 10:
8 – IBa comunhão, 4esus se d? no $ãoJ 7S2N 801: 7N M8M:
! – IE 3ão da vida, a comunhãoJ 7S2N M%: 7;E 1!!:
– IBa mesa sa/rada, se @aA unidadeJ 7S2N 808: 7;E 89M:
Eutras cançPes $ara o rito da comunhão no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N %M9V US2N M8V US2N M!V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0quisY%0comerY%0estaY%0ceia(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X%1Y%0+oHeY%0Y;8Y29Y%0@estaY%;Y%0diAY%0oY%0$ovoY%07comunh
Y;8Y28o:(vieRSls
Euvir canção 7!:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XoY%0$Y;8Y28oY%0daY%0vidaY%0comunhY;8Y28o(
vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnaY%0mesaY%0sa/rada(vieRSlsZsu//ested
Transladação do Sant)ssimo: &urante a trasladação do Sant<ssimo Sacramento, canta-se a canção I;anta a
I/reHa triun@anteJ 73an/e l<n/ua:5 2o se che/ar ao altar onde @icar? o Sant<ssimo, canta-se as duas Kltimas estro@es: IFão
su'lime sacramentoJ 7c@5 letra no Missal #omano, $5 %%:5 Eutra canção eucar<stica $oder? ser cantada durante a
$rocissão, como $or e-em$lo, IE $ão da vida, a comunhãoJ5
1 – IQamos todos louvar HuntosJ 7S2N M: 7;E %%1:
% – I&eus de amorJ 7S2N M*: 7;E %%%:
8 – I3ai, eis che/ada a horaJ 7S2N M": 7;E %%8:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XvamosY%0todosY%0louvarY%0Huntos(vieRSlsZsu//ested
1-
#anção do en!io: 2F.B^_E S nesta cele'ração não se canta um canto de envio ou de conclusão da
cele'ração5 No/o de$ois da missa tem in<cio a adoração ao Sant<ssimo, que $oder? durar at1 meia noite ou a noite
inteira, como orientado $elas normas litKr/icas5
O #UE VALORI$AR NA CELE!RAÇ"O
2 ;eia 3ascal Hudaica 1 o $rimeiro es$aço, a$resentado $ela 3alavra, como @i/ura da realidade que acontece em
;risto, na sua ;eia 3ascal, quando instituiu a .ucaristia5
ESPA@O SI:BHLI#O: trata-se de um es$aço totalmente .ucar<stico, di/amos assim, dando destaque $ara o
conte-to sacramental e memorial, de uma $arte, e $ara o conte-to serviçal, e-$ressado no /esto do lava-$1s5 &ois
temas, $ortanto, que $odem ser colocados num Knico es$aço sim'Glico ou a$resentados se$aradamente5 Fam'1m o
$ainel, $ro$osto $ara a @rase cele'rativa, $oder? aHudar na com$osição do es$aço sim'Glico5
E arranHo, como re@letido acima, 1
.ucar<stico, com os s<m'olos do $ão
7com o tri/o:, vinho 7com a uva: e o
Harro que sim'oliAa o /esto de 4esus,
no lava-$1s5
4RASE #ELEBRATI>A: convidar os cele'rantes
a cele'rar a 3?scoa na vida, traduAindo-a em serviço, a
e-em$lo de 4esus ;risto5
4rase cele,rati!a
)ele&remos a Páscoa na "ida, pelo ser"i1o/
E2UIPE DE A#OL;IDA: o convite $ara cele'rar a 3?scoa de 4esus tem a @inalidade de IacordarJ o cele'rante
$ara a realidade 3ascal da .ucaristia e desse dia5
4rase de acolhida
5amos cele&rar a Páscoa de Jesus/ $e2a &em%"indo/
A:BIENTA@AO: a canção do IBovo MandamentoJ, em @orma de re@rão orante $oder? introduAir os cele'rantes
no conte-to cele'rativo da Luinta-@eira Santa5 Eutro modo de am'ientar a cele'ração 1 $re$arando o es$aço cele'rativo,
antes da missa, na $resença dos cele'rantes5 Besse caso, o am'ientador vai e-$licando cada $eça que com$Pe o
es$aço sim'Glico desse &omin/o, com a $ossi'ilidade de intercalar a canção do IBovo MandamentoJ com a melodia que
estamos $ro$ondo5
Euvir a canção: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0vosY%0douY%0umY%0novoY%0mandamento(vieRSlsZsu//ested
E$ !os do$ $m no!o mandamento:
0ue "os ameis, uns aos outros,O ssim como eu, "os amei/O Disse o $enhor.
RITOS INICIAIS
E e-em$lo de 4esus, @aAendo-se servidor da vida humana com o /esto do lava-$1s, ilumina a cele'ração e
convida cada cele'rante a trans@ormar a .ucaristia em serviço @raterno5
ANTI4ONA DE ENTRADA: o Fr<duo 3ascal cele'ra a ;ruA como o local da 3?scoa de 4esus ;risto, $or isso
$roclamamos a ;ruA como nossa /lGria, vida e ressurreição5
Ant)"ona de entrada
20
)ru! de 9osso $enhor Jesus )ristoO de"e ser a nossa gl8ria,O nele está nossa "ida e ressurrei1ãoFO foi
ele +ue nos sal"ou e li&ertou.
A#OL;IDA PRESIDEN#IAL: tornar-se servidor da vida nova, comun/ada na .ucaristia, 1 /raça e deseHo de
quem cele'ra sinceramente a .ucaristia5
:odelo ara acolhida residencial
gra1a di"ina, +ue nos fa! ser"idores de todos na fraternidade, a exemplo de Jesus )risto, este2a
con"osco.
:ONI@AO INI#IAL: a .ucaristia desse &ia Santo 1 es$ecialmente ação de /raças $elo dom eucar<stico que
rece'emos de 4esus ;risto5
:odelo de monição inicial
P % cele&ra1ão +ue a&re o sagrado #r<duo Pascal, é um momento de a1ão de gra1as ao Pai, pois pela
3ucaristia podemos participar e comungar a "ida di"ina +ue nos é oferecida na $al"a1ão de Jesus
)risto. Nniciemos nossa cele&ra1ão fa!endo desse momento uma proclama1ão de agradecimento e de
lou"or M &ondade di"ina.
7$ausa silenciosa:
ATO PENITEN#IAL: reconhecendo a condição de $ecadores, a I/reHa intercede o $erdão divino $or não
caminhar nos caminhos do amor e da @raternidade5
Anotaç%es r&ticas
sugestão é cantar a s:plica do perdão di"ino, reconhecendo a condi1ão de pecador. Por isso, propomos +ue o ato
penitencial se2a cantado alternando solo e assem&léia. 'm solo canta as in"oca17es e a assem&léia a intercessão do perdão.
Para ou"ir a can1ão, http,OOsearch.Rshared.comO+O))0DO@OmusicOpor+ueSsomosSpecadores
:odelo ara o ato enitencial
3 – .nvolvidos $elo silêncio de &eus, silenciemos nosso coração $ara su$licar o $erdão divino5
Solo - Senhor, tende $iedade, $orque nGs somos $ecadores5
F - 3iedade, Senhor, $iedade, Senhor, $ois $ecamos contra QGs5
Solo - 4esus, tende $iedade, $or não se/uirmos vossos $assos5
F - 3iedade, Senhor, $iedade, Senhor, $ois $ecamos contra QGs5
Solo - Senhor, tende $iedade, $ois não amamos nosso irmão5
F - 3iedade, Senhor, $iedade, Senhor, $ois $ecamos contra QGs5
3 – &eus 'ondoso e servidor da vida, não considereis nossa ne/li/ência no serviço @raterno e concedei-nos
a /raça de vosso $erdão $ara convosco estar no 'anquete da vida eterna5
F – 2m1mC
RITO DE DLORI4I#A@AO INI#IAL: a ale/ria que invade nosso coração, nos incentiva a cantar a /lori@icação de
&eus, que nos redime e salva5
:odelo de moti!ação ara o rito do glNria
)om nosso cora1ão repleto de alegria, cantemos a glorifica1ão de Deus, +ue em Jesus )risto nos redime
e nos sal"a.
ORA@AO DO DIA: cele'rar a .ucaristia 1 @aAer memGria da entre/a da vida de 4esus ;risto ao 3ai como novo e
eterno sacri@<cio $ara a redenção de nossos $ecados5
Oremos: L Pai, estamos reunidos para a $anta )eia, na +ual "osso .ilho :nico, ao entregar%se M morte,
deu M sua Ngre2a um no"o e eterno sacrif<cio, como &an+uete do seu amor. )oncedei%nos, por mistério tão
excelso, chegar M plenitude da caridade e da "ida. P9$J).
21
LITURGIA DA PALA$RA
2 riqueAa e a $ro@undidade teolG/ica da .ucaristia /anham sentido e vida quanto os cele'rantes a trans@ormam
em serviço @raterno5 &esse modo, se/uem o e-em$lo de 4esus ;risto, no lava-$1s5
Proosta ara a homilia
E'Hetivo: demonstrar que a .ucaristia tem uma dimensão teolG/ica, uma dimensão cele'rativa e uma dimensão
ativa, atrav1s da $r?tica do serviço @raterno5
&in6mica: a homilia $oder? ser tematiAada com ima/ens: 71: /ravura da `ltima ;eia, 7%: /ravura de 4esus
realiAando o lava-$1s, 78: ima/ens 7duas ou três: de cele'raçPes eucar<sticas na comunidade, 7!: ima/em de $essoas da
comunidade aHudando $essoas 7en@ermos, distri'uindo so$a555:
RITO DO LA>APPJS: do mesmo modo como 4esus /arantiu a 3edro, de que $artici$aria com ele se o dei-asse
lavar os $1s, assim $artici$amos na vida de 4esus, tornando-nos servidores e @raternos5
Anotaç%es r&ticas
Depois da homilia, de acordo com o costume da comunidade, pode%se reali!ar o rito do la"a%pés ou outro rito +ue expresse o
ser"i1o fraterno, com por exemplo, uma coleta de alimentos em fa"or dos po&res da comunidade. O costume de con"idar
pessoas relacionadas com o tema da )ampanha da .raternidade, para representar o ser"i1o fraterno na comunidade,
continua sendo uma &oa op1ão.
9este ano de >?@>, pode%se con"idar a+uelas pessoas +ue tra&alham na Pastoral da $a:de ou dedicam suas "idas aos
enfermos 4enfermeiras, médicos, psic8logos, assistentes sociais...6, 2untamente com pessoas +ue dependem da sa:de p:&lica
para so&re"i"er. O gesto poderá ser feito com uns la"ando os pés dos outros, médico +ue la"a os pés de enfermos e enfermos
+ue la"a os pés de médicos.
Durante o rito do la"a%pés, pode%se cantar a+uelas can17es sugeridas no Dissal Romano, além de tam&ém propor alguns
temas, de forma &em &re"e, para reflexão. Para as comunidades +ue usam datashoT, mostrar algum "<deo ou fotos de ser"i1os
+ue fa"orecem o ser"i1o em fa"or da "ida atra"és do cuidado do meio%am&iente, se este tema for contextuali!ado por sua
e+uipe de cele&ra1ão, no rito do la"a%pés.
=em&ramos tam&ém +ue o rito do la"a%pés não é o&rigat8rio 4cf. Dissal Romano, p. >RAF n.G6, mas deixaria uma lacuna, caso
não fosse reali!ado.
ORA@AO DOS 4IJIS: contem$lando e reconhecendo a .ucaristia como o /rande dom divino, a assem'l1ia
eleva uma $rece su$licante $lena de /ratidão5
3 – 2/radecidos $elo dom da .ucaristia, elevemos nossas $reces ao 3ai e su$liquemos a /raça de trans@ormar
em vida serviçal, aquilo que cele'ramos ritualmente5
15 BGs vos a/radecemos $ela .ucaristia, SenhorC
0 concedei-nos a /raça de trans@orm?-la em @onte de vida5
# I 98s "os damos gra1as, 8 Pai, e "os &endi!emos/
%5 BGs vos damos /raças $ela .ucaristia, SenhorC
0 consa/rai-nos alimentando-nos com vossa 3alavra e com vosso alimento divino5
# I 98s "os damos gra1as, 8 Pai, e "os &endi!emos/
85 BGs vos 'endiAemos $ela .ucaristia, SenhorC
0 a'ri nossos coraçPes ao amor que nos conduA ao serviço @raterno5
# I 98s "os damos gra1as, 8 Pai, e "os &endi!emos/
!5 BGs vos /lori@icamos $ela .ucaristia, SenhorC
0 santi@icai-nos no amor, $ara que $ossamos $artici$ar da vossa Mesa eterna5
# I 98s "os damos gra1as, 8 Pai, e "os &endi!emos/
5 BGs vos louvamos $ela .ucaristia, SenhorC
22
0 $artici$amos da redenção de vosso )ilho 4esus, concedei-nos a /raça da santidade5
# I 98s "os damos gra1as, 8 Pai, e "os &endi!emos/
3 – 2colhei nosso a/radecimento e nossos louvores, G 3ai, $elo dom da .ucaristia que rece'emos de vosso
)ilho amado, Bosso Senhor 4esus ;risto5 ;onsa/rai-nos no vosso amor e rece'ei nossa vida como o@erenda santa e
a/rad?vel5 3;BS5
F – 2m1mC
LITURGIA SACRAMENTAL
&emos /raças e louvores $or esse tão /rande sacramento, que @aA memGria da nossa redenção, tornando-nos
$artici$antes da vida divina5
PRO#ISSAO DAS O4ERTAS: o serviço @raterno trans@orma-se em sim$licidade nas o@erendas e no /esto de
o@ertar $ão e vinho5 Bão $recisamos de muito $ara encontrar &eus em nossos caminhos, um avental 1 su@iciente $ara
que a .ucaristia continue sendo cele'rada em nossa vida cotidiana5
Anotaç%es r&ticas
; &om soleni!ar o rito da apresenta1ão das oferendas com uma procissão mais ela&orada e pela presen1a de sinais e
s<m&olos. 'm sinal poderia ser o a"ental, "estido por a+ueles +ue forem con"idados a le"ar as oferendas ao altar. 'ma 2arra
"istosa para le"ar o "inho e uma &ande2a decorada com ramos de trigo com h8stias tam&ém "alori!ará a simplicidade da
oferenda.
ORATE 4RATRES: quando o $ão e o vinho tornam-se e-$ressão do serviço @raterno cotidiano, então a
comunidade tem uma o@erenda a/rad?veis $ara a$resentar ao 3ai5
Orate "ratres
Orai, irmãos e irmãs, para +ue nosso ser"i1o fraterno na "ida diária, este2a presente nos dons do pão e
do "inho, e se2a oferenda agradá"el a Deus Pai todo%poderoso.
ORA@AO EU#ARISTI#A: de modo es$ecial, nesse dia da instituição da .ucaristia, os cele'rantes seHam
incentivados a a/radecer com mais sinceridade e ale/ria5
:odelo de monição ara a Oração E$car)stica
9unca é demais darmos gra1as ao nosso Deus e $enhor pelo dom da 3ucaristia, +ue seu .ilho nos
deixou. Reconhe1amos a &ele!a e a ri+ue!a desse momento e ele"emos, no sil(ncio de nossos cora17es,
nosso canto de a1ão de gra1as ao Pai.
PREPARA%ÃO PARA A COMUN&ÃO
2o ser convidado $ara $artici$ar da Mesa .ucar<stica, cada cele'rante 1 chamado a reconhecer o com$romisso
de vestir o avental do serviço @raterno5
PAI NOSSO: a .ucaristia, sim'oliAada no /esto do lava-$1s, $rolon/a-se na vida cotidiana atrav1s de /estos e
atitudes de serviço @raterno
#on!ite ara o Pai nosso
Dispostos a continuar a 3ucaristia em gestos e atitudes de ser"i1o fraterno, re!emos como o $enhor nos
ensinou, Pai nosso...
ABRA@O DA PAK: se temos $aA em nossos coraçPes, trataremos a todos como irmãos e irmãs5 Se tratarmos a
todos como irmãos e irmãs constru<mos a $aA5
Proosta de sa$dação da a'
#ransformemos nossas "idas em ser"i1o fraterno, e a pa! acontecerá entre n8s. $audemo%nos em )risto
Jesus.
#ON>ITE PARA A #O:UN;AO: no 3ão e Qinho consa/rados est? a $resença do ;or$o e do San/ue de Bosso
Senhor 4esus ;risto, nossa Salvação e nossa vida5
2*
Proosta de con!ite ara a com$nhão
3ste é o )orpo +ue será entregue por "8s, este é o cálice da no"a alian1a no meu $angue. 3is o )ordeiro
de Deus, +ue tira o pecado do mundo.
ANTI4ONA DE #O:UN;AO: quem $artici$a da Mesa .ucar<stica @aA memGria, atualiAa em sua $rG$ria vida, a
#edenção que ;risto nos mereceu na ;ruA e na #essurreição5
Ant)"ona de com$nhão
3ste é o )orpo +ue será entregue por "8s,O este é o cálice da no"a alian1a no meu $angue, di! o $enhor.O
#odas as "e!es +ue o rece&erdes,O fa!ei%o em minha mem8ria.
RITOS FINAIS
TRANSLADA@AO DO SANTISSI:O: E rito da transladação 1 @eito com uma $rocissão dentro da i/reHa5 > um
rito sim$les e res$eitoso5 2 assem'l1ia $artici$a $elo olhar e cantando5 E $residente conduA o Sant<ssimo, como
$rescrito no Missal, acom$anhado $ela canção WQamos todos louvar HuntosW 73an/e lin/ua - em latim:5 2 $rocissão 1
conclu<da cantando WFão su'lime sacramentoW, quando o $adre 7ou di?cono: coloca so're altar o Sant<ssimo5 Nem'ramos
que esta canção @aA $arte do rito, enquanto tal e, $or este motivo, seria muito 'om que não @osse su'stitu<da, a$esar de
haver a $ossi'ilidade de se cantar outra canção eucar<stica5
Nem'ramos que a transladação do Sant<ssimo não acontece com o ostensGrio, mas 1 realiAada com um ci'Grio,
co'erto $elo v1u do ci'Grio ou envolvido na v1u umeral5
Mesmo não @aAendo $arte da cele'ração em si, mas como continuidade da mesma, se a comunidade o$tar $or
adoração a$Gs a meia noite, esta ser? sG'ria e silenciosa na maior $arte do tem$o 7;@5 Missal #omano, $5 %8, n5 %1:5
2s equi$es encarre/adas de $re$arar a adoração lem'rem-se sem$re que não se trata de uma vi/<lia
eucar<stica5 3or isso, a $rioridade 1 valoriAar o silêncio nesta adoração, $rinci$almente de$ois da meia-noite5
DESNUDA@AO DO ALTAR: o Kltimo /esto da cele'ração acontece a$Gs a transladação do Sant<ssimo5 > o
/esto da desnudação do altar, que consiste em tirar as toalhas do altar, os en@eites e, se $oss<vel, as cruAes da i/reHa5
Ende não @or $oss<vel tirar as cruAes, $ode-se colocar um v1u 7velar: aquelas cruAes que não $odem ser retiradas 7;@5
Missal #omano, $5 %8, n5 19:5 Se as cruAes H? estiverem veladas desde o Kltimo &omin/o da Luaresma, como
su/erimos naquela $ro$osta cele'rativa, as mesmas continuarão co'ertas5
LITUR%IA DA PALAVRA (lei&u'as)
Atenção
9o +uadro a&aixo estamos propondo uma moni1ão geral da =iturgia da Pala"ra, +ue poderá ser feita pelo sacerdote ou pelo
comentarista. 3sta moni1ão elimina as moti"a17es de cada uma das leituras.
li&erta1ão e o (xodo são figuras de como a 3ucaristia nos alimenta para reali!armos nossa Páscoa com )risto e
com os irmãos, atra"és do ser"i1o fraterno. )ada "e! +ue cele&ramos isso, proclamamos a Dorte e a Ressurrei1ão
do $enhor.
PRIMEIRA LEITURA – 1XODO 121(8211(1*
SALMO RESPONSORIAL ( SL 11)
O cálice por n8s a&en1oadoO é a nossa comunhão com o sangue do $enhor.
SEGUNDA LEITURA ( 1COR 1123(2-
ACLAMA%ÃO AO E$ANGEL&O ( /O 133*
DlNria a !Ns* N #risto* >er,o de De$sO
.u vos dou este novo mandamento,X nova ordem, a/ora vos dou,X que tam'1m, vos ameis uns aos outros,X como eu vos
amei, diA o Senhor
2,
E$ANGEL&O ( /O 131(1)
RE(LE"O CELE!RATIVA ()'o)os&a de *omilia)
1 – 3FA4EI ISSO EM MEM5RIA DE MIM6
E dia de hoHe 1 chamado de Luinta-@eira Santa $orque recordamos o dia em que Bosso Senhor 4esus ;risto
instituiu a .ucaristia, o sacerdGcio e nos deu o mandamento do amor, como cantamos na ant<@ona aclamatGria ao
.van/elho5 Ba %ª leitura, ouvimos que 3aulo rece'eu dos disc<$ulos o testemunho de que 4esus, antes de entre/ar sua
vida ao 3ai $ela nossa Salvação, instituiu a .ucaristia, a$resentando o $ão e o vinho como seu ;or$o e San/ue5 3aulo
com$leta sua catequese diAendo que cada veA que @aAemos isso, quer diAer, que nos reunimos $ara ouvir a 3alavra e
re$artir o 3ão e o Qinho, nGs anunciamos a Morte e a #essurreição de 4esus5 2 ;atequese de 3aulo, $ortanto, une a
;ruA e a #essurreição de 4esus D .ucaristia5 Ba $r?tica, cada veA que cele'ramos a .ucaristia nGs $artici$amos da
3?scoa de 4esus ;risto, nGs comun/amos 0 comemos e 'e'emos 0 a ;ruA e a #essurreição de 4esus5 3aulo diA que
@aAemos memGria, que não si/ni@ica lem'rar o que 4esus @eA, mas atualiAar, tornar $resente a ;ruA e a #essurreição de
4esus ;risto entre nGs5 E @ato histGrico aconteceu h? dois mil anos atr?s, mas a realidade daquele @ato, a #edenção est?
acontecendo a/ora, entre nGs que cele'ramos a .ucaristia, /raças a ação do .s$<rito Santo de &eus5
2 – O LA$A(P7S E A EUCARISTIA
Mas, a .ucaristia não se resume na e-$licação teolG/ica, $or mais im$ortante que seHa, aHudando-nos a
com$reender como $artici$amos do Mist1rio 3ascal, atrav1s da cele'ração5 > o $rG$rio 4esus que @aA questão de nos
tirar da teoria $ara nos conduAir D $r?tica, atrav1s do /esto do lava-$1s5 Bum dado momento da cele'ração, 4esus
levanta-se da mesa, diA o .van/elho que ouvimos, e se veste com outros $aramentos, aquele de um servidor, $ara lavar
os $1s de seus disc<$ulos5 4esus não a$enas ensina com $alavras, mas realiAa visivelmente como nGs damos
continuidade D .ucaristia: tirando o manto da @esta, tirando as vestes cele'rativas, e vestindo o avental, s<m'olo do
serviço5 2 .ucaristia, $ortanto, tem duas vestes e dois es$aços5 ]ma 1 a veste cele'rativa, os $aramentos cele'rativos,
que indicam o meu serviço litKr/ico diante do $ovo5 Eutra veste 1 o avental, s<m'olo do serviço @raterno5 Mas, isso não
vale somente $ara mim5 Fam'1m você, no @inal da cele'ração, 1 convidado a trocar essa sua veste mais @estiva $elo
avental, a veste do serviço5 4esus 1 claro: a .ucaristia não termina na cele'ração, $ois a cele'ração 1 uma $orta que nos
a're ao serviço @raterno5
3 – A EUCARISTIA 7 EM DOIS ESPA%OS E DOIS MOMENTOS
E lava-$1s indica tam'1m que a .ucaristia 1 cele'rada em dois es$aços e de dois modos di@erentes5 .-iste o
es$aço cele'rativo, que 1 esse que estamos aqui dentro, @eito de ritos, oraçPes, $roclamação da 3alavra, cançPes555 e
e-iste o es$aço vivencial, o local onde vivemos e convivemos com os outros5 E es$aço onde nos relacionamos com os
outros5 N? tam'1m cele'ramos a .ucaristia5 &e que modo( 2trav1s do serviço @raterno e $ela $romoção do mandamento
novo, que o Senhor nos $ro$\s na sua ;eia derradeira5 .-iste, $ortanto, um modo eucar<stico de se viver, que
caracteriAa o disc<$ulo e a disc<$ula de 4esus, e um modo não eucar<stico, que 1 $rG$rio de quem ainda não 1 disc<$ulo
de 4esus5 Qivemos a .ucaristia no dia a dia, como cele'ração do serviço5 ;ada veA que nos dis$omos a servir e a
colocar em $r?tica o mandamento novo do amor, nGs damos /raças ao 3ai e o 'endiAemos $ela $r?tica da @raternidade5
* – EXISTEM DOIS MODOS DE CELEBRAR8
Isso si/ni@ica, então, que e-istem dois modos de cele'rar a .ucaristia( BãoC .-iste o modo cele'rativo que se
com$leta no modo vivencial5 Benhum 1 mais ou menos im$ortante, $orque um de$ende do outro5 SG cele'ramos 'em e
verdadeiramente $artici$amos da .ucaristia aqui dentro da i/reHa, se somos sinceros e @raternais em nossos
relacionamentos5 SG cele'ramos 'em a .ucaristia em nossa @raternidade, se nos alimentamos da 3alavra e do ;or$o e
San/ue do Senhor aqui na i/reHa5 2 .ucaristia, a Missa, $ortanto, nunca termina5 2 cele'ração começa na i/reHa e
continua na vida e, de outro lado, o nosso modo @raterno de viver e de servir 1 cele'rado na i/reHa5 Bosso Mestre e
Senhor não instituiu um rito $ara ser cele'rado, mas um modo de viver, que tem na Mesa da 3alavra e Mesa .ucar<stica
o alimento $ara cultivarmos o amor atrav1s do serviço @raterno5 2m1mC
25
-,

FEIRA SANTA ( PAIXÃO DO SEN&OR ( - DE ABRIL DE 2012
Leit$ras
1ª leitura: Is %,1808,1% S .le @oi @erido $or causa de nossos $ecados
Salmo: Sl 80 S 3ai, nas tuas mãos entre/o o meu es$<rito
%ª leitura: +' !,1!-1*, ,"-9 S .le tornou-se causa de salvação eterna
.van/elho: 4o 1M,1019,!% S 3ai-ão de 4esus
O,ser!ação
proposta cele&rati"a da Paixão do $enhor difere%se das demais em dois aspectos, mantém as orienta17es do Dissal, na+uilo
+ue fa! parte da tradi1ão lit:rgica da Ngre2a, e, em conse+U(ncia disso, em "e! de propostas rituais, o acento está na reflexão,
propondo aos cele&rantes, neste ano de >?@> a “a total confian1a de Jesus )risto, mesmo +uando Deus silencia na )ru! do
sofrimento.”
Primeiro olhar
9o Domingo de Ramos, +uando foi proclamada a Paixão segundo $ão Darcos, dedicamos a reflexão ao “sil(ncio de Deus”
no *etsemani. .oi nesse 2ardim +ue, depois da Qltima )eia, Jesus foi &uscar for1as em Deus, diante do sofrimento pelo +ual
de"eria passar. .oi ali +ue ele experimentou o peso da presen1a silenciosa de Deus.
ILUMINADOS PELA PALAVRA
Bo =etsemani, 4esus @oi dece$cionado $elo sono dos disc<$ulos 7Mc 1!,8": e, $rinci$almente $ela traição de
4udas Iscariotes 7.van/elho:5 )icou soAinho: &eus havia silenciado, os disc<$ulos desa$arecidos5 &iante de si, tinha um
Knico a$Gstolo, o traidor, um destacamento de soldados e a /uarda dos sumos-sacerdotes $ara $rendê-lo 7.van/elho:5
]m retrato $sicolG/ico da alma de 4esus $ode ser com$arada D ima/em de um vaso es$edaçado, estava em $edaços no
cor$o e na alma 7salmo res$onsorial:5
Mas, o silêncio de &eus não $ermanece no =etsemani5 &eus continua silencioso em toda a 3ai-ão, do
interro/atGrio D morte5 ]m silêncio ainda mais $esado acontece em outro Hardim, no =Gl/ota 7.van/elho:5 4oão, no relato
que ser? $roclamado nessa cele'ração, não menciona o silêncio divino na ;ruA5 &escreve os Kltimos momentos da vida
de 4esus com certa serenidade, na $resença de sua mãe, de duas mulheres e do disc<$ulo amado 7.van/elho:,
$ronunciando suas Kltimas $alavras conversando com sua mãe e com o disc<$ulo amado5 E Knico relato Hoanino que
$oderia mencionar, indiretamente, o silêncio de &eus, 1 no momento que entre/a seu es$<rito ao 3ai 7.van/elho:5 Es
demais evan/elistas, $or sua veA, @alam do silêncio de &eus com um s<m'olo não muito comum $ara a ima/em que dele
temos, as ItrevasJ 0 como se lê em Mt %",!, Mc 1,88 e Nc %8,!! 0 relatando que no momento da morte de 4esus
Ihouve trevas em toda a terraJ5 IFrevasJ, s<m'olo '<'lico indicativo da $resença de &eus, encontra-se no Sl 9",%:
Ienvolvem-no trevas e nuvensJ5 Mas, o te-to mais com$reens<vel $ara essa re@le-ão 1 a $ro@ecia de 2mGs: Inesse dia -
or?culo do Senhor - eu @arei o sol se esconder ao meio-dia e, em $leno dia escurecerei a terraW 72m M,9:5 Es
evan/elistas, $ortanto, servem-se dessa $ro@ecia $ara relatar a $resença de &eus no momento da morte de 4esus $elo
sim'olismo das trevas5 Frevas indicando a morte de 4esus como a intervenção divina $ara e-tir$ar o $ecado e o mal do
mundo5
Ba $resença divina, envolto em silêncio e trevas, est? o Iconsumatum estJ, indicando que 4esus conclui sua
missão na terra5 Ba inclinação de sua ca'eça, no momento da morte, vemos o /esto de quem @oi o'ediente e a$rendeu,
$ela o'ediência, a viver @aAendo a vontade do 3ai at1 o Kltimo res$iro de sua vida 7%ª leitura:, mesmo diante do silêncio
divino, envolto em trevas5 I.ntre/a seu es$<ritoJ, entre/a-se totalmente como homem que assume so're si as dores da
humanidade 71ª leitura:5 &iante desse quadro, 1 @?cil contem$lar 4esus reAando o salmo 80, colocando seu destino nas
mãos de &eus, mesmo naquele momento de so@rimento e morte, 7salmo res$onsorial:5 Bo Iconsumatum estJ de 4esus
encontra-se a Salvação do mundo e, $or isso, nos a$ro-imamos da ;ruA como trono da /raça e da Salvação 7%ª leitura:,
onde o 3ai est? silenciosamente $resente5
ILUMINADOS PELAS ORAÇÕES (eucologia da missa)
2 I/reHa se coloca diante da ;ruA de 4esus ;risto, arre$endida de seus $ecados e a/radecida $ela $resença
misteriosa de &eus, quando a vida se escurece na dor ou $or causa da dor5 &iante da ;ruA, somos uma I/reHa
a/radecida a &eus $or acolher o sacri@<cio de 4esus $ela nossa Salvação5 3or isso, louvamos o 3ai e seu )ilho 4esus,
o'ediente ao $roHeto divino at1 mesmo quando a $resença silenciosa de &eus se mani@esta em @orma de trevas
7aclamação ao .van/elho:, $ara su$licar a re/eneração do homem velho 7oração do dia: e viver na $lena con@iança da
misericGrdia divina 7de$ois da comunhão:5
2"
ILUMINADOS PELA VIDA
#e@letindo a $rimeira $arte da 3ai-ão de 4esus, quando o Mestre encontra-se no =etsemani, veio-me D mente a
estro@e do hino da ;am$anha da )raternidade de %01%, lem'rando as @ilas de es$era nas madru/adas @rias5 2li est? o
=etsemani de tantos irmãos e irmãs, que so@rem no cor$o e sentem o $eso do a'andono em suas almas5 .stão
a'andonados a si mesmos, sem que nin/u1m olhe $or eles5 Muitos sentem o consolo da $resença silenciosa de &eus5
Muitos reAam naquelas @ilas de dolorosos, su$licando do @undo do coração que o 3ai a@aste deles aquele c?lice e, não
$oucos, elevam suas $reces interro/ando &eus $orque são tão a'andonados5
2 cele'ração que $ro$omos $ara a Luinta-@eira Santa tem muito a nos diAer, $rinci$almente, no sentido de
lem'rar que nGs temos sim res$onsa'ilidade $ara com essas $essoas5 Bossa .ucaristia, como lem'r?vamos naquela
re@le-ão, que começa na i/reHa e continua no serviço @raterno, torna-se, nesse caso es$ec<@ico, lava-$1s de solidariedade
atrav1s da $resença real e concreta5 FalveA não consi/amos resolver os $ro'lemas das @ilas, ima/em real de $ol<ticos
$rometedores, mas esquecidos de suas res$onsa'ilidades, dormindo tranqailos em suas casas, cuHo alu/uel 7$ara muitos
deles: são $a/os com nossos im$ostos5 Mas, isso não $ode ser descul$a $ara nos omitir, carim'ando nossa omissão
com o conhecido Inão tenho nada com issoJ5 Femos simC 3recisamos olhar aquela /ente como irmãos e irmãs que, al1m
do so@rimento @<sico, $assam $elo tormento da es$era, mais lon/a $ara quem so@re, e $ela incerteAa de não serem
atendidos, quando a $orta se @echa diante deles5 2 3ai-ão de 4esus no =etsemani est? nas calçadas de tantos hos$itais
$K'licos5
]m modo $r?tico da comunidade se @aAer $resente 1 atrav1s da 3astoral da SaKde, dis$ensando um tem$o de
encontro, de $resença, de distri'uição de ?/ua ou al/um alimento, $or e-em$lo, ou sim$lesmente, $arando $ara
conversar5 Eutro modo $r?tico 1 $artici$ar de /ru$os e movimentos de reivindicaçPes, como @aAer 'ai-o-assinados,
am$liar cr<ticas e co'ranças dos $ol<ticos da re/ião atrav1s de email, de comunidades virtuais ou $edindo audiência $ara
de'ater o $ro'lema5 Buma $alavra, ser voA daqueles que nem sa'em mais reivindicar, $orque a dor os @eA re$etidores de
IaisJ, ca$aAes de rom$er o silêncio num Knico desa'a@o: IsG temos &eus $or nGsJ5
2s @ilas de so@redores $o'res diante dos hos$itais 1 um <cone doloroso da $ol<tica me/al\mana, que encontra
'ilhPes de reais $ara construir est?dios e @aAer a vontade de uma entidade sus$eita, como a )I)2, a $onto de mudar a
le/islação 'rasileira, mas se mostra indi@erente diante do $o're que so@re e $recisa socorro5 ;onstroem est?dios $ara
@icarem vaAios enquanto nossos $o'res so@rem $orque os hos$itais estão cheios5 7)rancisco #1/is:
CONTETO CELE!RATIVO
2Hudar os cele'rantes a $erce'er a $resença divina no a$arente silêncio de &eus, no momento da ;ruA de
4esus, sim'oliAado $elas ItrevasJ5 ;ontem$lar a ;ruA, desse $onto de vista, 1 um modo de mostrar que &eus Hamais se
a@asta de quem a ele se a'andona $ela @1 e na @1, mesmo quando tudo em volta 1 so@rimento e trevas5
Oração
)ontemplando tua )ru!, meu $enhor, sinto "ergonha de minhas reclama17es. #eu sofrimento é "is<"el, tua dor
estampada em todo teu corpo. $ofres e mesmo sofrendo continuas &uscando Deus. Deus silencioso, +ue
estranhamente deixa de ser lu! e se en"ol"e em tre"as. 3ntendo melhor teu grito, meu $enhor, “Deu Deus, meu
Deus, por +ue me a&andonastes-” “Por +ue não escolhes outro modo de ser presen1a, meu Deus-” .é, confian1a
enorme/ 9ão a&andonas o pro2eto di"ino. )r(s +ue o Pai está contigo e passas pela )ru!. 2udai%me, $enhor, a
crescer na fé a confiar +ue o Pai sempre está comigo, mesmo se silencioso. mém/ 4$56
ANOTA@AO E: TORNO DA #ELEBRA@AO
2$atro dimens%es:
=iturgia da $exta%feira $anta desen"ol"e%se em +uatro momentos, cada +ual com ritos pr8prios.
s +uatro partes são,
@
a
parte V Paixão proclamada, é a =iturgia da Pala"ra.
>
a
parte V Paixão re!ada, pela Paixão do $enhor, a Ngre2a fa! suas preces.
H
a
parte V Paixão adorada, adora1ão da cru!, na +ual e pela +ual temos a sal"a1ão.
R
a
parte V Paixão comungada, rito da comunhão
VAMOS CANTAR A CELE!RAÇ"O
NB
s can17es sugeridas t(m a finalidade de facilitar o repert8rio da cele&ra1ão. 9ormalmente, propomos cinco can17es. )aso,
nenhuma se2a conhecida, a poesia da letra poderá orientar na escolha de outra can1ão. Os n:meros entre par(ntesis indicam
o n:mero da can1ão, na lista ap8s comentário.
Siglas
2)
S2N – a letra da canção encontra-se na $?/ina – RRR5litur/ia5$ro5'r
+N S I+in?rio NitKr/ico da ;BBBJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela ;BBB:
;E S I;antos e EraçPesJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela .ditora QoAes, %00!:
N S INouvemosJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela I2ssociação do Senhor 4esusJ:
;& S ;& $u'licado $ela 3aulus com cantos do +in?rio NitKr/ico da ;BBB5
;antemos a 3ai-ão de ;risto na certeAa con@iante de nossa @1, crendo que &eus Hamais se a@asta de nGs,
mesmo quando carre/amos nossa ;ruA e nossa vida escurece $elo so@rimento5
Entrada: os ritos iniciais não admitem nenhum ti$o de canto inicial e nem @undo musical5 Inicia-se com um
silêncio total e res$eitoso, dis$ondo os cele'rantes a contem$lar o amor de ;risto que doou sua vida $ara redimir a vida
humana5
Salmo resonsorial: mesmo sentindo o $esado silêncio do 3ai, 4esus não hesita e entre/a a ele o seu es$<rito,
colocando nas mãos do 3ai o seu destino5 Mesmo sendo vaso es$edaçado $ela dor humana, 4esus @aA da ;ruA e do
so@rimento, local de encontro com a vida divina5
1 - +in?rio NitKr/ico da ;BBB, @asc5 %, $5 %M
% - I;antando os salmos e aclamaçPesJ 73aulus:, $5 10*
8 - I3ai, em tuas mãosJ 7S2N MM: 7;E %%*:
! – ;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 11
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$aiY%0emY%0tuasY%0maos(vieRSlsZsu//ested
Aclamação ao E!angelho: a o'ediência não 1 um e-erc<cio @?cil em situaçPes @avor?veis, entende-se o quanto
seHa e-i/ente na hora da dor e do sentimento de a'andono5 .is $orque $roclamamos a /randeAa da o'ediência em
4esus ;risto5
1 - ISalve, G ;risto o'edienteJ 7S2N M8!: 7;E %%M: 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 1%:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XsalveY%0Y;8YB8Y%0cristoY%0o'ediente(vieRSlsZsu//ested
#anto da PaiMão: a indicação que estamos su/erindo 1 da ;BBB $ara ser cantada como $roclamação da
3ai-ão do Senhor5 2 versão su/erida torna mais com$reens<vel o te-to da 3ai-ão5 E ;& $ro$Pe duas melodias, uma
delas com a $artici$ação da assem'l1ia5
1 - I;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 18 ou @ai-a 1!J
Adoração da #r$': o rito da adoração da ;ruA de 4esus ;risto mani@esta o reconhecimento da $resença divina,
salvando a humanidade5 > o local onde &eus irrom$e com seu $oder e elimina o $ecado da @ace da terra5
1 - IQitGria, tu reinar?sJ 7S2N M9: 7;E 1*":
% - I)iel madeiroJ 7S2N M*0: 7;E %8*:
8 - IBossa /lGria 1 a cruAJ 7S2N M*1: 7+N, @asc5 %, $5 1*8:
! - IBendita e louvada seHaJ 7S2N M1": 7;E %8:
- ISei muito e muito 'emJ 7S2N 8%8:
* - I]m homem $lantouJ 7S2N M*%: 7;E %8":
" - IQinde, vinde todosJ 7S2N M*8:
M - IMeu $ovo $reste atençãoJ 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 1:
9 - IMeu $ovo, que te @iA eu(J 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 1*:
10 - I[ ;ruA @ielJ 7;& IFr<duo 3ascalJ I, @ai-a 1":
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X101Y%0vitY;8YB8ria(vieRSls
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X"9Y%0-Y%0nossaY%0/lY;8YB8riaY%0Y;8Y29Y%0a
Y%0cruA(vieRSls
Euvir canção 7: htt$:XXRRR5boutu'e5comXRatch(vSHFu3Ho)4RNR
Euvir canção 79: htt$:XXRRR5boutu'e5comXRatch(vSHFu3Ho)4RNR
2+
#om$nhão: a comunhão eucar<stica 1 o modo mais $ro@undo de $artici$ação da ;ruA e da Morte de 4esus
;risto5 > $or meio da comunhão eucar<stica que &eus @ortalece em nGs a cora/em e a dis$osição quando nossa vida
escurece5
1 - ISe o /rão de tri/o não morrerJ 7S2N M*!: 7+N @asc5 %, $5 19:
% - I.u vim $ara que todos tenhamJ 7S2N M*: 7;E 1*!:
8 - I3rova de amorJ 7S2N M!*: 7;E %01:
! - IFomastes nos om'ros a cruAJ 7S2N M**: 7;E 1*:
- IBa @onte do teu san/ueJ 7S2N M*":
* - I;ordeiro imaculadoJ 7S2N M*M:
" - I[ Senhor, nos ensinastesJ 7S2N %%0:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX;;2&X1Xsecoc/rY;8Y28ocdectri/o
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0vimY%0$araY%0queY%0todos(vieRSsearchMain)ieldZsu//ested
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$rovaY%0deY%0amorY%0maiorY%0nY;8Y28oY%0hY;8Y21(
vieRSlsZsu//ested
En!io silencioso: de$ois de contem$lar o Mist1rio da 3ai-ão e Morte do Senhor, a Nitur/ia envia
silenciosamente os cele'rantes de volta Ds suas atividades5 Bão e-iste canto @inal nessa cele'ração5
O #UE VALORI$AR NA CELE!RAÇ"O
2 3alavra a$resenta dois estados de so@rimento num Knico es$aço, que 1 a ;ruA de 4esus5 E Wservo so@redorW
71N: 1 a @i/ura de 4esus ;risto des@i/urado $ela sua 3ai-ão e morte na ;ruA5
ESPA@O SI:BHLI#O: a ;ruA 1 o s<m'olo
central do es$aço sim'Glico da cele'ração da Se-ta-
@eira Santa5 2 ;ruA, contudo, 1 a$resentada D
assem'l1ia no decorrer da cele'ração5 2ntes disso,
o es$aço cele'rativo 1 @ormado $elo $res'it1rio
silencioso, ou seHa, totalmente desnudado, s<m'olo e
mensa/em do /rande silêncio divino na ;ruA do
Senhor5 .sse 1 tam'1m o motivo $elo qual não
$ro$omos nenhuma @rase cele'rativa5
O QUE PREPARAR PARA A CELEBRA%ÃO
9o in<cio da cele&ra1ão, o altar ficará completamente despido de +ual+uer o&2eto ou toalhas ou "elas, exceto o 3"angeliário,
+ue permanecerá so&re o altar até o momento da leitura da Paixão.
O +ue foi dito para o altar "ale tam&ém para o am&ão. 9ão se coloca nele nenhum tipo de enfeite, ornamento, toalhas ou
"éus.
Para a prostra1ão inicial, é aconselhá"el +ue padre e ministros a fa1am diretamente no chão, ou se2a, sem tapete ou outro
suporte.
toalha e as "elas +ue serão usadas no momento da comunhão ficam na sacristia até o momento +ue os ministros as
&uscarão para preparar o rito de comunhão.
E2UIPE DE A#OL;IDA: o convite de acolhimento aos cele'rantes como que os alerta $ara $erce'er na ;ruA a
mani@estação da 'ondade divina5
4rase de acolhida
9a )ru! está a &ondade de Deus/ Boa cele&ra1ão/
2-
A:BIENTA@AO: o melhor modo de am'ientar a cele'ração da Se-ta-@eira Santa 1 $romovendo um clima de
total silêncio antes da cele'ração5 Qale, $ortanto, o convite $ara que todos silenciem5 2l/umas ima/ens su/estivas da
3ai-ão e da ;ruA de 4esus ;risto, $roHetadas em telPes, $oder? aHudar nesse sentido, mas 0 como mencionado
anteriormente 0 sem @undo musical ou al/o $arecido5 Luanto mais silencioso, melhor5 Bão 1 momento, $ortanto, $ara
ensaiar cançPes ou dar avisos, e-ceto se @orem necess?rios $ara o 'om desenvolvimento da cele'ração, @eitos com a
'revidade o'Hetiva que o momento e-i/e5
RITOS INICIAIS
E melhor modo de demonstrar res$eito diante da dor 1 atrav1s do silêncio5 3or isso, quanto mais silencioso @or
nosso silêncio, mais comun/aremos o valor do so@rimento divino em 4esus5
PRO#ISSAO DE ENTRADA: toda a I/reHa entra silenciosamente e, silenciosamente se coloca diante da ;ruA de
4esus ;risto5 ]m mist1rio tão $ro@undo, que e-i/e dos cele'rantes o silenciar, o calar-se res$eitoso diante da
incom$reensão dolorosa da ;ruA $ara nossa Salvação5
PROSTRA@AO: o /esto litKr/ico da $rostração 1 mani@estação adorante da I/reHa, $ela qual toda a comunidade,
reunida em oração, reconhece a $equeneA humana e a /randeAa do amor divino de entre/ar sua vida $ara nos salvar5
Anotaç%es r&ticas
O padre e os ministros fa!em a procissão em sil(ncio até o pres&itério. O presidente da cele&ra1ão, ao chegar ao pres&itério,
prostra%se ou a2oelha%se. Os ministros e os cele&rantes a2oelham%se para re!ar, por alguns minutos, em sil(ncio. $e hou"er
condi17es para +ue os ministros se prostrem, assim poderá ser feito. Depois, o padre "ai para a cadeira presidencial, re!a a
ora1ão inicial e todos sentam para participar da =iturgia da Pala"ra.
Para enfati!ar ainda mais o sil(ncio, é &om omitir +ual+uer comentário inicial, mesmo se proposto em folhetos. )onsidere +ue
a procissão silenciosa, a prostra1ão, o a2oelhar%se e a ora1ão +ue a&re a cele&ra1ão t(m mais for1a comunicati"a lit:rgica
+ue um comentário. ; mais pro"eitoso, portanto, deixar +ue o gesto fale por si mesmo.
#OLETA: que &eus, ao eliminar $ela ;ruA de 4esus, o $ecado do mundo e de toda a humanidade, nos conceda
a /raça de viver como homens e mulheres novos5
#oleta
L Deus, pela Paixão de 9osso $enhor Jesus )risto destru<stes a morte +ue o primeiro pecado transmitiu
a todos. )oncedei +ue nos tornemos semelhantes ao "osso .ilho e, assim como trouxemos pela nature!a
a imagem do homem terreno, possamos tra!er pela gra1a a imagem do homem no"o. P9$J)
LITURGIA DA PALA$RA
;ontem$lar a ;ruA de 4esus 1 se de@rontar com o silêncio divino e com o momento das trevas que caem so're a
terra5 Mas as trevas, diA a 3alavra Santa, 1 um modo de $resença divina na ;ruA do Senhor5
#ANTO DA PAIRAO: a $roclamação da 3ai-ão do Senhor 1 um momento im$ortante dessa cele'ração5 3or
meio de sua leitura 7ou da canção, como estamos su/erindo: os cele'rantes acolhem em suas vidas o Mist1rio da
Salvação divina5
Anotaç%es r&ticas
3m "e! de ler a leitura da Paixão, muitas comunidades t(m o costume de cantá%lo. Nsso exige um esfor1o maior, mas +ue
"alerá a pena, pois "alori!a a o momento cele&rati"o. Outro modo de proclamar a Paixão, além da leitura dialogada, é
intercalar momentos de leitura com diálogos cantados. =em&ramos +ue tudo isso exige cuidadosa prepara1ão.
9a rela1ão de sugest7es para can17es, estamos fa!endo uma proposta de canto da Paixão +ue se encontra no cd pu&licado
pela )9BB e Paulus.
AEOEL;ARPSE NA LEITURA DA PAIRAO: outro momento silencioso que marca esta cele'ração 1 a
interru$ção da 3roclamação da 3ai-ão5 Fodos se aHoelham e $ermanecem $or um momento em silêncio, em oração
silenciosa5
*0
Anotaç%es r&ticas
9o momento +ue o diácono 4ou leitor6 anunciar a morte de Jesus, o pr8prio diácono 4ou leitor6 poderá fa!er o con"ite para
+ue todos se a2oelhem e permane1am em sil(ncio por um tempo oportuno.
Durante o momento da genuflexão silenciosa, na leitura da Paixão, não se fa!em comentários, ora17es de desagra"os, ou
coisas do g(nero. ; momento de profundo sil(ncio, no +ual cada cele&rante coloca%se diante de Jesus +ue morre para nos
sal"ar.
3ro$osta $ara a homilia
E'Hetivo: a$resentar o so@rimento humano de 4esus na ;ruA como o maior testemunho da @1 da $resença de
&eus, mesmo em trevas silenciosas5
&in6mica: 2 homilia $oder? ser tematiAada com di@erentes ima/ens de 4esus ;risto na ;ruA5
Anotaç%es r&ticas
=em&ramos +ue a homilia não é o&rigat8ria neste dia. O Dissal Romano recomenda%a “pro opportunitate”. )ontudo, é
recomendá"el a reali!a1ão da mesma, a2udando os cele&rantes a refletir o mistério do sofrimento na "ida humana e da morte,
M lu! da Paixão do $enhor.
ORA@AO UNI>ERSAL: de$ois da homilia, tem in<cio a se/unda $arte da cele'ração, que a Nitur/ia denomina
de I3ai-ão reAadaJ5 > momento $ara interceder a cora/em de não sucum'ir diante do c?lice do so@rimento que,
diariamente, 1 a$resentado a incont?veis irmãos e irmãs de todas as idades5
Eração universal: ;ontem$lando a ;ruA como o local onde o Wservo de &eusW so@reu $ara nos salvar, a I/reHa se
@aA orante, $ara que o so@rimento humano no mundo, $uri@ique a humanidade e nos conceda saKde no cor$o e na alma5
Anotaç%es r&ticas
Ora1ão 'ni"ersal poderá ser cantada por um diácono, +ue anuncia a inten1ão. 9a falta do diácono, um =eitor poderá
cantar ou anunciar a inten1ão, e o presidente da cele&ra1ão a ora1ão coleta, +ue acompanha cada uma das ora17es.
Ja2a sempre uma pe+uena pausa de sil(ncio entre o an:ncio da inten1ão e a prece.
Outro modo de proceder é di"idindo as preces entre "ários ministros para anunciar ou cantar as inten17es. ora1ão coleta,
+ue conclui cada uma das s:plicas, é sempre do presidente da cele&ra1ão e não de toda assem&léia.
#enham cuidado para manter o estilo comunicati"o pr8prio do rito, +ue se caracteri!a pelo ou"ir e não pelo falar, pelo cantar
ou pelo recitar ora17es. Por isso, con"idar os cele&rantes para re!arem 2untos a coleta, depois das inten17es não indica maior
participa1ão, do ponto de "ista lit:rgico. participa1ão pr8pria da assem&léia, nesse momento, é silenciosa.
ADORA%ÃO DA CRU4
2 ;ruA de 4esus ;risto 1 er/uida diante da assem'l1ia, com a ima/em do Senhor cruci@icado, $ara ser adorada,
$ois ali 1 o local onde a $resença silenciosa do 3ai, sustentou a dor vis<vel e clamante do )ilho5
ENTRADA DA #RUK:
E $rimeiro momento do rito 1 a introdução solene da ;ruA, envolvida em clima silencioso, na assem'l1ia5 Seria
muito 'om se a ;ruA $ercorresse toda a i/reHa, entrando lentamente e sendo desvelada aos $oucos: na $orta $rinci$al,
no centro e no $res'it1rio5
Anotaç%es r&ticas
introdu1ão da )ru! na assem&léia pode ser iluminada pela presen1a da dor e do sofrimento presente na comunidade, na
"ida dos doentes, na "ida de fam<lias +ue passam por momentos dif<ceis, em hospitais ou outros centros de atendimento da
sa:de,como refletido na )ampanha da .raternidade >?@>. Pode%se con"idar agentes da Pastoral da $a:de e profissionais da
sa:de para participarem da adora1ão da )ru!, acompanhando a procissão introdut8ria da )ru!.
#omo reali'ar o rito
E Missal $rescreve dois modos $ara a entrada da ;ruA 7c@5 Missal #omano, $5 %*0, n5 1!:5
:odo .
)ru! é introdu!ida silenciosamente na Ngre2a, co&erta por um "éu "ermelhoF
o padre a desco&re, no pres&itério, em tr(s momentos, cantando “eis o lenho da cru!” 4)f. Dissal Romano, p. >W?, n. @G%@W6.
*1
:odo<
)ru! está co&erta com um "éu.
O padre apresenta a )ru! aos cele&rantes em tr(s momentos diferentes, durante uma procissão, +ue percorre o corredor
central da igre2a até o pres&itério.
.a! tr(s paradas, no in<cio, no centro da igre2a e no pres&itério para cantar, “eis o lenho da cru!” 4)f. Dissal Romano, p. >W?,
n. @X6.
Rito de Adoração da #r$': Pode ser di!idido em ($atro momentosO
Es cele'rantes contem$lam a cruA silenciosamente $or um tem$o o$ortuno5
;onvite do $adre $ara considerar o imenso amor de ;risto, que entre/a sua vida $ara nos salvar, li'ertando-nos
da morte5
=lori@icar e louvar a &eus $or meio de uma canção conhecida de todos5
Bo terceiro momento, @aA-se uma mani@estação $essoal, $ela qual cada um dos cele'rantes 'eiHa ou toca na
cruA5
Anotaç%es r&ticas
0uanto ao modo de reali!ar a adora1ão, segue%se o +ue é costume na comunidade. lgumas comunidades mant(m a tradi1ão
das tr(s genuflex7es para o clero e genuflexão simples para os ministros e alguns representantes dos cele&rantes.
Para agili!ar a participa1ão do po"o neste rito, o Dissal orienta +ue a cru! se2a apresentada e ele"ada diante dos cele&rantes
para +ue estes possam expressar%se diante da cru! com algum gesto de adora1ão. )om grande n:mero de cele&rantes, como
acontece na maior parte das comunidades, o Dissal prop7e a adora1ão silenciosa. #odos ficam em sil(ncio contemplando a
cru! 4cf. Dissal Romano, p. >W@, n. @E6.
can1ão mais conhecida é “5it8ria, tu reinarás”, mas poderá ser a can1ão 9inguém te ama, mais +ue eu” +ue exprime &em
o reconhecimento dos cele&rantes diante da )ru! de )risto. $e a comunidade conhecer o hino “9ão mais sucederá, o ritual
pagão” seria &om cantá%lo, esta +ue é a "ersão portuguesa do hino latino citado por n8s, “9on tingat aras”.
Para ou"ir a can1ão “non tingat aras” 4em portugu(s6, mas com um ritmo &em mais lento +ue o proposto no endere1o +ue
segue.
http,OOsearch.Rshared.comO+O@OnY)HYHoY>?maisY>?sucederY)HY@-"ieTVls
Lamentos do Senhor: durante a adoração da ;ruA de 4esus ;risto, a litur/ia su/ere cantar os INamentos do
SenhorJ5 São $oemas rituais que aHudam os cele'rantes a re@letir so're a 'ondade de &eus em nos salvar5 Es lamentos
do Senhor são tam'1m um convite $elo qual os cele'rantes louvam o Senhor como &eus Santo, &eus @orte e imortal,
su$licando-lhe com$ai-ão5
Anotaç%es r&ticas
9ão há a necessidade de cantar todos os lamentos, como prop7e o missal. Pode%se cantar ao menos dois ou tr(s lamentos
durante a adora1ão da )ru! feita pelo padre, ministro e representantes da assem&léia. Outra can1ão +ue poderia ser canta é o
hino, “)ru! fiel”
4cf. Dissal Romano, p. >WH6.
Para as comunidades +ue não conhecem as melodias, lem&ramos +ue algumas propostas estão no Jinário da )9BB,
mencionados acima. Para a execu1ão dos lamentos, o Dissal os distri&ui com partes +ue pertencem aos solistas e outras aos
cele&rantes. O solo destes lamentos, ou do hino, é fun1ão ministerial do salmista.
Para ou"ir lamentos do $enhor V http,OOsearch.Rshared.comO+O@Opo"oZmeuZ+ueZteZfi!Zeu.mpH-"ieTVls
COMUN&ÃO
2$ro-imar-se do altar, sacramento vis<vel da ;ruA de ;risto, $ara dele $artici$ar comun/ando a 3ai-ão do
Senhor e ressuscitar re$leto de vida nova5
#omo roceder ara o rito
E rito de comunhão desenvolve-se de modo muito sim$les5 3re$arar, sem solenidade, o altar com uma toalha e
duas velas $rG-imas ao altar5 #eAa-se a$enas o I3ai nossoJ e o em'olismo 7Ilivrai-nos de todos os males555J:
Bão se @aA o rito da $aA e nem se $roclama o I;ordeiro de &eusJ5 )aAer o convite $ara que os cele'rantes
a$ro-imem-se $ara comun/ar5 &e$ois da comunhão, o Sant<ssimo 1 re$osto num sacr?rio @ora da i/reHa5 #etirar a toalha
e as velas $rG-imas ao altar
Anotaç%es r&ticas
*2
5oltamos a lem&rar +ue não é con"eniente nenhuma manifesta1ão piedosa no momento em +ue se tra! o $ant<ssimo
$acramento. s orienta17es do Dissal pedem +ue o $ant<ssimo se2a introdu!ido na igre2a e le"ado ao altar pelo caminho mais
curto e de modo simples 4)f. Dissal Romano, p. >WX, n. >@6. Nsso significa dispensar entradas com "elas e matracas, por exemplo.
PAI NOSSO
Re!emos com amor e confian1a a ora1ão +ue o $enhor nos ensinou, Pai nosso..
#on!ite da #om$nhão
Bem%a"enturados a+ueles +ue acreditam na presen1a de Deus, mesmo no sofrimento e na )ru!. 3is o
)ordeiro de Deus, +ue tira o pecado do mundo,
RITOS FINAIS
E rito @inal consta da Ioração de$ois da comunhãoJ e da Ioração so're o $ovoJ5 Besta cele'ração, o $adre não
d? a 'ênção @inal e não @aA nenhuma des$edida5 2$enas $roclama a Ioração so're o $ovoJ e os cele'rantes retiram-se
em silêncio, sem envio do $adre e sem nenhum canto5 &ei-am a i/reHa silenciosamente 7;@5 Missal #omano, $5 %*9:5
Anotaç%es r&ticas
Bei2o no $enhor, Duitas comunidades, uma "e! conclu<da a cele&ra1ão, reali!am o chamado “&ei2o no $enhor Bom Jesus”.
Para este momento, a 3+uipe =it:rgica tenha o cuidado de escalar uma 3+uipe para preparar &re"es reflex7es, can17es e
ora17es +ue a2udem a fa!er deste momento, um instante de ora1ão, de reflexão e de ora1ão silenciosa e comunitária.
0uanto ao pres&itério, o altar e o am&ão continuam desnudados, isto é, sem toalhas e sem nenhuma flor. prepara1ão da
igre2a para a 5ig<lia Pascal se2a feita no sá&ado
4cf. Dissal Romano, p. >WE, no t<tulo “$á&ado $anto”6.
LITUR%IA DA PALAVRA (lei&u'as)
Atenção
9o +uadro a&aixo estamos propondo uma moni1ão geral da =iturgia da Pala"ra, +ue poderá ser feita pelo sacerdote ou pelo
comentarista. 3sta moni1ão elimina as moti"a17es de cada uma das leituras.
fé confiante do “ser"o sofredor” não permite cair na incredulidade, mesmo +uando Deus se presente em tre"as
silenciosas, no momento da )ru!, local da consuma1ão de sua "ida pela nossa $al"a1ão.
PRIMEIRA LEITURA ( IS )213()312
SALMO RESPONSORIAL ( SL 30
L Pai, em tuas mãos eu entrego o meu esp<rito.
SEGUNDA LEITURA ( &B * 1*(1-9 )+(.
ACLAMA%ÃO AO E$ANGEL&O
Lo$!or e honra a !Ns* Senhor Ees$s
4esus ;risto se tornou o'ediente,X o'ediente at1 a morte numa cruA,X $elo que o Senhor o e-altou,X e deu-lhe um nome
muito acima de outro nome5
PAIXÃO DO SEN&OR
2 3ai-ão do Senhor 1 a narração do maior /esto de @idelidade ao $roHeto divino realiAado na terra5 4esus @oi @iel
em todos os momentos e nunca ne/ou $roclamar a verdade, mesmo quando os sacerdotes e-i/iam dela uma e-$licação
de seus ensinamentos5
3ara a leitura da 3ai-ão do Senhor, c@5 Necion?rio &ominical, $5 "M95
**
RE(LE"O CELE!RATIVA ()'o)os&a de *omilia)
1 – O SIL1NCIO DE DEUS NO GETSEMANI
;ontem$laremos, daqui a $ouco, a ;ruA com a ima/em de 4esus ;risto5 Bo &omin/o $assado 0 &omin/o de
#amos 0 contem$lando 4esus no =etsemani, consideramos como 4esus, em sua a/onia, e-$erimentou o silêncio de
&eus, que não res$ondia D sua oração, e o silêncio de seus disc<$ulos, que dormiam, não $odendo vi/iar sequer 1 hora
com o Senhor5 So@rer soAinho 1 uma e-$eriência terr<vel na vida humana5 So@rer sem a solidariedade de @amiliares e
ami/os 1 e-$erenciar a dimensão do a'andono, de não ter nin/u1m consi/o $ara aHud?-lo a $assar $elo caminho
doloroso da dor5 SeHa no so@rimento @<sico, da en@ermidade, que no so@rimento $sicolG/ico de quem $erdeu a $aA interior,
o silêncio do outro sG aumenta ainda mais o so@rer $essoal5 .ntendemos, $ois, o tom deses$erado do /rito de 4esus:
Imeu &eus, meu &eus, $or que me a'andonastes(J > o mesmo /rito que ouvimos em tantas reclamaçPes de en@ermos,
em $essoas en@raquecidas emocionalmente, $erdidas e sem rumos5 Ende est? &eus, nesse momento de so@rimento,
nesse caminho doloroso $elo qual a vida $assa tantas veAes(
2 – 3CONSUMATUM EST"6
E sentimento de a'andono conduA muitas $essoas ao deses$ero5 &eses$erar-se 1 $erder a es$erança, 1 $erder
o rumo e o sentido de viver5 E deses$erado 1 aquele que não vê mais sa<da e, $or isso, se entre/a diante do so@rimento5
Muitos $re@erem morrer e, aqueles que não conse/uem morrer, se de$rimem5 Luando nos sentimos sem @1, $erdemos a
es$erança e, quando $erdemos a es$erança, a vida torna-se cinAenta como uma es$1cie de escuridão envolvendo a
cruA onde estamos $re/ados5 4esus $assou $or essa mesma e-$eriência, $re/ado na ;ruA, como lemos nos .van/elhos
de Mateus, Marcos e Nucas5 2s trevas envolveram a ;ruA de 4esus e, novamente, no momento do so@rimento mais
$ro@undo que um ser humano $ode $assar 0 que 1 o de ver a morte se a$ro-imando 0 ele se sente soAinho,
a'andonado $or &eus5 .ntendemos um outro /rito de 4esus, dessa veA, em @orma de desa'a@o: Iconsumatum estCJ 0
Itudo est? consumadoJ5 Fudo aca'ouC 2 morte sela a conclusão da missão de 4esus na terra e 1, ao mesmo tem$o,
momento de li'ertação do so@rimento5 ;omo diAemos hoHe, ao rece'er a not<cia da morte de al/u1m que so@ria demais:
Iele descansouJ, I;onsumatum estCJ
3 – ENTREGAR O ESP:RITO A DESUS
> $elo Iconsumatum estJ que 4esus se o@erece totalmente ao 3ai: Inas tuas mãos, entre/o o meu es$<ritoJ5
4esus se o@erece com tudo que 1, um o@erecimento realiAado no so@rimento5 Fam'1m naquele momento &eus est?
silencioso5 Es evan/elistas narram que no momento da morte de 4esus, as trevas co'riram a terra5 &e modo a$ressado,
$oder<amos diAer que tam'1m &eus se @eA escuridão naquele momento5 Mas, 1 Hustamente o contr?rio5 2s trevas são um
modo de &eus se @aAer silenciosamente $resente na hora da ;ruA5 2 $ro@ecia de 2mGs 72m M,9:, diA que no dia da
redenção, a terra @icar? escura ao meio-dia5 > o que acontece na morte de 4esus5 2s trevas envolvem a terra5 E salmista
canta que o trono de &eus 1 envolvido $or nuvens e trevas 7Sl 9",%:5 2s trevas, na B<'lia, não indicam a ausência de
&eus na ;ruA de 4esus, mas um modo de $resença5 Fam'1m no momento do su$remo so@rimento da morte, quando as
trevas envolvem a cruA de nossa e-istência, &eus est? $resente como $resença que @ortalece e nos aHuda na $assam
$ela ;ruA5
* – A F7 COMO CONFIAN%A E ABANDONO
E que $ode, então, sustentar a vida de uma $essoa, no momento su$remo de seu so@rimento( ;ontem$lemos
novamente o silêncio de &eus no =etsemani e no =Gl/ota e consideremos a atitude de 4esus5 .le $ermanece @iel, se
mant1m na @1 de que &eus est? com ele, em'ora tenha silenciado5 Ba ;ruA, 4esus $assa $ela dor da ;ruA sem entrar no
caminho da incredulidade e da dKvida, sem se dei-ar levar $ela tentação de que &eus o havia a'andonado5 Somente
com a @1, que 1 com$reendida como con@iança total e a'soluta na $resença de &eus, 1 $oss<vel $assar $ela dor, $elo
so@rimento, $ela ;ruA5 Somente quem tem @1 con@iante, ca$aA de reconhecer no silêncio e at1 mesmo nas trevas a
$resença divina, 1 ca$aA de se a'andonar em &eus e com ele $assar $ela ;ruA5 SeHa no =etsemani como no =Gl/ota,
seHa na a/onia ou no momento da ;ruA, contem$lamos a @1 con@iante em 4esus que se a'andona nas mãos do 3ai, na
certeAa de sua $resença5 2 ;ruA da Se-ta-@eira Santa 1 sinal de so@rimento, na qual &eus se @aA $resença silenciosa e
escura5 2 Knica luA que continua acesa 1 a luA da @1, $ela qual 1 $oss<vel se a'andonar em &eus e a ele entre/ar o
es$<rito, entre/ar totalmente a vida, mesmo quando sua $resença 1 trevas silenciosa5 2m1mC
*,
$IG:LIA PASCAL DO S0BADO SANTO – + DE ABRIL DE 2012
Leit$ras
1ª leitura: =n 1,10%,% S &e$ois da criação, &eus viu que tudo era 'om
Salmo: Sl 108 - .nviai, Senhor o vosso .s$<rito, e renovai a @ace da terra
%ª leitura: =n %%,1-1M S E sacri@<cio de 2'raão: Inão @aças nada a teu @ilhoJ
Salmo: Sl 1 S =uardai-me, G &eus, $orque em vGs meu re@u/io
8ª leitura: Es .- 1!,101,1 S 2travessaram o Mar Qermelho a $1 en-uto
Salmo: ;t de .- 1 S ;antemos ao Senhor, que @eA 'rilhar a sua /lGria
!ª leitura: Is !,-1! S ;om misericGrdia me com$adeci de ti
Salmo: Sl %9 S .u vos e-alto, G Senhor, $orque vGs me livrastesC
ª leitura: Is ,1-11 S Qinde a mim, @arei convosco um $acto eterno
Salmo: ;t de Is 1% S ;om ale/ria 'e'ereis do manancial da salvação
*ª leitura: Br 8,9-158%0 !,! S Marcha $ara o es$lendor do Senhor
Salmo: Sl 1M' S Senhor, tens $alavras de vida eterna
"ª leitura: .A 8*,1*-1"a5 1M-%M S &erramarei so're vGs uma ?/ua $ura
Salmo: Sl !1 S 2 minhdalma tem sede de &eus
.$<stola: #m *,8-11 S ;risto ressuscitado dos mortos, não morre mais
Salmo: Sl 11" S 2leluia, da< /raças ao Senhor, $orque .le 1 'om
.van/elho: Mc 1*,1-" S .le ressuscitou e vai D vossa @rente $ara a =alil1ia
Lem,ramos ($eOOO
3sta proposta consiste em apresentar uma reflexão para contextuali!ar a 5ig<lia Pascal de >?@>. Por isso, os ritos +ue seguem
são os mesmo +ue se encontram no Dissal Romano, com algumas exce17es. ssim procedemos por+ue a 5ig<lia Pascal é
muito rica em ritos e s<m&olos e primamos por manter a+uilo +ue soleni!a a cele&ra1ão em si.
Primeiro olhar
Nluminamos a "i"(ncia da $emana $anta K a 0uinta%feira $anta e a $exta%feira $anta de modo especial K refletindo so&re o
sil(ncio de Deus na Paixão de Jesus e em nossa caminhada de fé. $il(ncio +ue, reconhecemos, incompreens<"el para nossa
l8gica humana, mas +ue se re"ela repleto de amor, prote1ão e proximidade.
ILUMINADOS PELA PALAVRA
Muitos homens e mulheres, no decorrer dos s1culos, $rotestaram contra o silêncio divino e at1 mesmo se
re'elaram contra o &eus silencioso e escondido5 #e'eldia 'em re$resentada $elos soldados que, $assando de'ai-o da
;ruA, $ediam que &eus rom$esse seu silêncio e salvasse 4esus da ;ruA 7Mc 1,8*:5 Mesmo assim, &eus $ermaneceu
calado e se cala ainda hoHe, acom$anhando silenciosamente o so@rimento de irmãos e irmãs de todas as idades5 Ende
est? esse &eus que, com o $oder de sua 3alavra, @aA uma ;riação maravilhosa 71ª leitura: e a/ora silencia( Ende est?
esse &eus que @alou de tantos modos, no decorrer da +istGria 7+' 1,1:, mas silenciou no momento da 3ai-ão do Senhor
e continua silenciando na 3ai-ão da humanidade(
E Mist1rio 3ascal de 4esus 1 o retrato @iel da histGria humana, $rinci$almente daqueles e daquelas que se
lançam na aventura do .van/elho, motivados unicamente $ela @1, a $onto de não duvidarem a'solutamente de nada do
que &eus lhes $ede, nem que seHa o $rG$rio @ilho, como aconteceu com 2'raão, o $atriarca da @1 7%ª leitura:5 2quele que
se @aA disc<$ulo e disc<$ula de 4esus, necessariamente $assa $ela e-$eriência do silêncio de &eus $ara ressuscitar com
ele e ter a $lenitude da vida, na @orça da @1 7.$<stola:5 E disc<$ulo e disc<$ula de 4esus tam'1m caminham $or caminhos
que cruAam o deserto, onde o silêncio de &eus os conduA a e-$erimentar a sensação de estarem a'andonados 78ª
leitura:5 Luem se coloca no se/uimento de 4esus e assume o .van/elho como $ro$osta de vida, caminha $or lon/as
datas 'uscando o rosto silencioso de &eus, /ritando como ;astro 2lves 7IQoAes da e@ricaJ:: Imeu &eus, onde est?s que
não res$ondes( .m que c1u ou estrelas te escondes(J E Mist1rio 3ascal, cele'rado no Fr<duo Sa/rado, 1 a
re$resentação do itiner?rio da @1 que conduA o disc<$ulo e disc<$ula a $erce'erem a misericGrdia divina, silenciosa na
maior $arte das veAes, como @onte de $aA 7!ª leitura:, como necessidade de $erseverar no caminho $ascal, nutrindo-se
com a 3alavra 7ª leitura e *ª leitura: que modela o coração novo, ca$aA de a'ri/ar o .s$<rito da santidade de &eus 7"ª
leitura:5
*5
E silêncio de &eus, em al/uns momentos da vida do disc<$ulo e disc<$ula de 4esus, 1 como a $edra que selava
a se$ultura de 4esus 7.van/elho:5 0 ILuem ir? remover essa $edra $esada(J, re$etimos como as mulheres, convivendo
em nosso 'arulhento conte-to social5 Bossas madru/adas de &omin/o não são mais silenciosas como aquela das
mulheres caminhando ao encontro da se$ultura de 4esus 7.van/elho:, são tumultuadas e rumorosas, a $onto de a'a@ar o
anuncio da #essurreição do Senhor5 Mas, a $reocu$ação das mulheres continua le/itima em nossos dias: quem ir? tirar a
$edra que im$ede ouvir &eus @alando no silêncio da @1( 7.van/elho:5 2 res$osta est? na $romessa divina: criar? um
coração novo, $uri@icado de todo ti$o de idolatria 7"ª leitura:, ca$aA de viver unicamente $ara &eus, em 4esus ;risto
7.$<stola:, o ressuscitado dos mortos 7.van/elho: que o ressuscitar? $ara viver eternamente em &eus5
ILUMINADOS PELA VIDA
Fodo o Fr<duo 3ascal 1 uma re-convocação da I/reHa, enquanto 3ovo de &eus, $ara evan/eliAar5 E lu/ar dos
anHos 1 ocu$ado $or nGs $ara anunciar a homens e mulheres que 'uscam o sentido da vida em caminhos que conduAem
D se$ulturas, a Boa Bova: IE Senhor da vida não est? aqui, ele ressuscitouCJ E Fr<duo 3ascal 1 @onte da nova
evan/eliAação e um $asso im$ortante na $re$aração do I2no da )1J, que ter? in<cio em outu'ro desse %01%5 SeHa na
$rimeira como na nova evan/eliAação 0 se 1 que assim $odemos @alar 0 a mensa/em central 1 a #essurreição de
4esus5 Bão evan/eliAamos $ara anunciar curas, sucesso @inanceiro, sucesso em$resarial555 mas 4esus, morto na ;ruA e
ressuscitado $or &eus dos mortos5
Bão 1 tare@a sim$les5 2 $reocu$ação das mulheres, quanto a remoção de $edras, continua $resente na atividade
evan/eliAadora da I/reHa de nossos dias5 ;omo @aremos $ara remover, $or e-em$lo, a $edra do crescente desinteresse
$ela reli/ião em nosso atual momento histGrico( 2 $edra da disseminada $erda da @1, es$ecialmente entre os mais
Hovens( 2 $edra da di@iculdade em com$reender a reli/ião como $romotora de valores humanos e sociais e não como
I@reioJ na vida social e $essoal( São $edras que, de um modo ou outro, im$edem 4esus de ressuscitar e di@icultam a
nova evan/eliAação5 2 sociedade levanta muros $reconceituosos contra a reli/ião5 3erce'e-se uma es$1cie de receio
que o sa/rado im$onha normas e ameaças contra a chamada Ili'erdade individualJ5 Muitos se o$Pem D reli/ião levados
$or uma retrG/ada mentalidade de reli/ião $roi'itiva que, da $arte da I/reHa ;atGlica e muitas I/reHas cristãs, não se
identi@ica com esse modo de ser $resença no mundo5
Femos consciência que aquela sociedade sacraliAada, que @aAia $arte de nossas vidas, determinando @eriados e
@estas reli/iosas, cede lu/ar D sociedade seculariAada que, as veAes sutil ou a/ressivamente, $romove o desinteresse
$ela reli/ião e, em al/uns casos, a/ride desres$eitosamente nossa @15 Isso tem /erado descon@orto e so@rimento em
'is$os, $adres e lei/os em$enhados em atividades $astorais, em o'ras assistenciais e evan/eliAadoras5 3reocu$a $ais e
mães que iluminam seu estilo de vida na reli/ião e vêem seus @ilhos desorientados, se/uindo a Kltima moda5 &uas
$er/untas $arecem re$etir-se em nossas comunidades: Ie-iste um novo modo de $ensar a reli/ião(J e, a se/unda:
Icomo devemos a/ir diante da indi@erença reli/iosa(J
2s orientaçPes do 3a$a e de 'is$os, de teGlo/os e $astoralistas, são no sentido de continuar com a metodolo/ia
$ro$osta $or 4esus, a metodolo/ia do semeador5 ;ontinua semeando os valores do .van/elho e con@iar na ação do
.s$<rito Santo que @aA /erminar e dar @rutos 71;or 8,*:5 Bão D adoção de estrat1/ias a$olo/1ticas ou de en@rentamentos,
mas res$eito ao modo de $ensar de quem não com$artilha a mesma @1, sem dei-ar de dar motivos de nossa @1 e sem
a$resentar a $ro$osta do .van/elho como estilo de vida5 Se al/u1m de@ende a $ro$osta de viver cultuando cele'ridades,
carros de lu-o e 'iAarrices como o'Hetivo de vida, res$eitamos555 mas semeamos a $ro$osta da sim$licidade do
.van/elho que @aA 'rotar serenidade interior, $aA e sentido ao viver5 2ssumir a reli/ião não nos $ro<'e de nada, $ois a
reli/ião 1 luA que @avorece o discernimento so're o que 1 'om e o que edi@ica nosso viver5 7)rancisco #1/is:
CONTEXTO CELEBRATIVO
2 vitGria de 4esus ;risto na #essurreição 1 convite $essoal $ara considerar o caminho de @1, não esmorecendo
nos momentos silenciosos de &eus e $ro$ondo-se como evan/eliAador que d? motivos da $rG$ria @1 a quem $edir5
VAMOS CANTAR A CELE!RAÇ"O
NB
s can17es sugeridas t(m a finalidade de facilitar o repert8rio da cele&ra1ão. 9ormalmente, propomos cinco can17es. )aso,
nenhuma se2a conhecida, a poesia da letra poderá orientar na escolha de outra can1ão. Os n:meros entre par(ntesis indicam
o n:mero da can1ão, na lista ap8s comentário.
Siglas
S2N – a letra da canção encontra-se na $?/ina – RRR5litur/ia5$ro5'r
*"
+N S I+in?rio NitKr/ico da ;BBBJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela ;BBB:
;E S I;antos e EraçPesJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela .ditora QoAes, %00!:
N S INouvemosJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela I2ssociação do Senhor 4esusJ:
;& S ;& $u'licado $ela 3aulus com cantos do +in?rio NitKr/ico da ;BBB5
;antar a Qi/<lia 3ascal 1 dei-ar a @1 e a ale/ria interior trans'ordar em ação de /raças e aleluias5 > e-ultar no
Senhor, $orque ele res$onde com a vida $lena da #essurreição de 4esus a quem con@unde o silêncio divino com
ausência5
Anotaç%es r&ticas
colhemos o pedido de muitos assinantes para continuar propondo as mesmas can17es sugeridas nestes :ltimos anos.
escolha é 2ustificada com a finalidade de fortalecer o repert8rio Pascal e, no caso espec<fico, da 5ig<lia Pascal.
L$' de #risto: reunidos no silêncio da noite, iluminada $ela luA do @o/o novo, a I/reHa $roclama ao mundo que
os os dias da 3ai-ão terminaram, $ois o Senhor 0 a luA do mundo 0 ressuscitou5
1 – I2 luA de ;ristoJ 7+N, @asc5 % $5 110: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 1 e @ai-a 8:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X.isY%0aY%0NuAY%0deY%0;risto5m$8(vieRSls
PrecSnio Pascal: 1 o nome com o qual a Nitur/ia desi/na a $roclamação solene da 3?scoa ao mundo5 > um
canto $roclamativo, com $oesia antiqa<ssima, que anuncia a ressurreição de 4esus5 Fradicionalmente, o di?cono 1 o
ministro desta $roclamação, mas na @alta dele $oder? ser $roclamado $elo $adre ou $or um salmista5 Es cele'rantes
acom$anham o 3rec\nio 3ascal de $1, com velas na mão, s<m'olo de quem vive ressuscitado e iluminado com a luA da
3?scoa de 4esus ;risto5
&iante de ;risto ressuscitado, sim'oliAado no ;<rio 3ascal, a I/reHa $roclama a 3?scoa do Senhor e convida
todos a e-ultarem de ale/ria, $orque o Senhor est? vivo, Iest? no meio de nGsJ5
1 - I.-ulte o c1u, e os anHos triun@antesJ 7S2N M": 7;E %!8:
% - I.-ulte de ale/riaJ 7S2N M"*: 7;E %!: 7+N, @asc5% $5 1!8X1!!: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a %:
8 - ISalve luA eternaJ 7S2N M"": 7;E %!%:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1Xe-ulteY%0osY%0cY;8Y29usY%0eY%0osY%0anHos(vieRSls
Euvir canção 7%: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1Xvi/iliaY%0$ascal(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XsalveY%0luAY%0eterna(vieRSlsZsu//ested
Salmos res$onsoriais: o eco de cada $roclamação da 3alavra de &eus, contando as maravilhas da +istGria da
Salvação, 1 res$ondido com a mesma 3alavra divina, na $oesia dos salmos res$onsoriais5
1 - 3ara o $rimeiro salmo 7Sl 108:, remetemos ao ;& IFr<duo 3ascalJ II 7@ai-a :5
% - c@5 +in?rio NitKr/ico da ;BBB, @asc5 % 7diversas $?/inas:
8 - c@5 I;antado salmos e aclamaçPesJ 73aulus: $5 1M9-19"
! - ;@5 I;antos e oraçPesJ 7QoAes, %00!: nn %!* – %8
- ;@5 ISalmos da Qi/<lia 3ascalJ 7no endereço que se/ue, com novas melodias:
Euvir os " salmos da Nitur/ia da 3alavra:
htt$:XXRRR5cancaonova5comX$ortalXcanaisXeventosXnovoeventosXco'ertura5$h$(titSEu
Y."acoucassistacosc"csalmosccantadoscnacQi/Y.&liac3ascalZcodSMZso'S%!*
Euvir Sl 108
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X%8Y%0Qi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%01Y;%Y22Neit5Y%07SlY%0108:5m$8(
vieRSls
Euvir Sl 8%
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%01Y;%Y22Y%0NeitY%;Y%07SlY%08%:(vieRSls
Euvir Sl 1 htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XsalmoY%01Y%0/uardaiY%0me(vieRSlsZsu//ested
Euvir .- 1
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%0!Y;%Y22Y%0Neit5Y%07SlY%0%9:(vieRSls
Euvir Sl %9
*)
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%0!Y;%Y22Y%0Neit5Y%07SlY%0%9:(vieRSls
Euvir Is 1% htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%0Y;%Y22Y%0Neit5(vieRSls
Euvir Sl 1M htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%0*Y;%Y22Y%0Neit5(vieRSls
Euvir Sl !1 htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XQi/Y;8Y2&liaY%03ascalY%0"Y;%Y22Y%0Neit5(vieRSls
Alel$ia ascal: re$roduAimos a orientação do Missal #omano5 IFerminada a e$<stola, todos se levantam e o
sacerdote entoa solenemente o 2leluia, que todos re$etem5 .m se/uida, o salmista ou cantor diA o salmo, ao qual o $ovo
res$onde com o 2leluia5 Se @or necess?rio, o $rG$rio salmista entoa o 2leluiaJ 7M#, $5 %M8, n5 8!:5
Besse momento $ode ser entoado o solene aleluia /re/oriano5 E $adre canta três veAes, su'indo /radualmente
de tom5 .m se/uida, o salmista canta as estro@es e a assem'l1ia intercala o I2leluia 3ascalJ com a melodia H? conhecida
em nossas comunidades5
1 - ;@5 +in?rio NitKr/ico da ;BBB, @asc5 % $5 !95 7S2N M"M: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a ":
% - I2leluia, rendei /raçasJ 7S2N M"M: 7;E %!: 0 outras melodias: ;E % e %*5
2leluia htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X0"Y%02leluiaCY%0#endeiY%0/raY;8Y2"asY%0aoY%0SenhorY%07Qi/
Y;8Y2&liaY%03ascal:5m$8(vieRSls
2leluia I;ordeiro 3ascalJ htt$:XXsearch5!shared5comXqX1Xaleluiafofnossofcordeirof$ascal5m$8(vieRSls
Ladainha de todos os santos: unidos a todos aqueles homens e mulheres que @iAeram da #essurreição o
motivo de suas vidas, os cele'rantes invocam a $roteção divina e se a$ro-imam da $iscina 'atismal, onde serão
mer/ulhados na santidade de &eus5
1 - c@5 +in?rio NitKr/ico da ;BBB, @asc5 % $5 19%5 7S2N M"9: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 9:
% - c@5 ;antos EraçPes 7QoAes, %00!:, outras versPes c@5 nn %9 – %*%
Nadainha de todos os santos 0 htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X*1!Y%0-Y%0NadainhaY%0deY%0todosY%0os
Y%0santos5m$8(vieRSls
Asersão da &g$a: a e$<stola, $roclamada no @inal das leituras e antes do .van/elho, ilumina a com$reensão
do Batismo como mer/ulho na #essurreição de 4esus5 E rito da as$ersão da ?/ua 1 ale/re e @estivo, $orque 1 $ela ?/ua
que morremos com ;risto e com ;risto ressur/imos $ara a vida nova5
1 - IBo $rinc<$io, teu .s$<ritoJ 7S2N MM0: 7;E %*8: S $ara 'ênção da ?/ua
% – I.u te $eço desta ?/ua que tu tensJ 7S2N !8: 7;E %"0:
8 - Ie/ua santa, G ?/ua $uraJ 7S2N MM1: 7;E 90":
! - IBatismo 1 como outro nascimentoJ 7S2N MM%: 7;E %*":
- I2 minhgalma tem sedeJ 7S2N 1M!: 7+N da ;BBB, @asc5 %, $5 80:
* – Ie/ua cristalinaJ 7S2N MM8: 7N "10:
" - I.-iste um $oçoJ 7S2N 899: 7;E %*M:
M - IBanhados em ;ristoJ 7S2N MM!: 7;E 1!9@: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 11:
9 - I.u vi, @oi a ?/uaJ 7S2N MM: 7;E %*: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 1%:
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnoY%0$rincY;8Y2&$ioY%0teuY%0es$Y;8Y2&rito(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X1%Y%0-Y%0Y;8Y29sY%0Y;8Y21/uaY%0viva(vieRSls
Euvir canção 7":
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1Xe-isteY%0umY%0$oY;8Y2"oY%0noY%0meioY%0doY%0deserto(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7M: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X'anhadosY%0emY%0cristo(vieRSls
Euvir canção 79: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0viY%0@oiY%0Y;8Y21/ua(vieRSlsZsu//ested
O"ertas: a o@erenda @eita no silêncio da oração, quando &eus e a vida $essoal se encontram em intimidade
$ro@unda, se traduA em oração a/radecida5 > nessa o@erenda que &eus ressuscita a /raça de sentir sua $resença em
nossas vidas5
1 - I;risto 1 o dom do 3aiJ 7S2N MM*: 7;E %M%:
% - I.m $rocissão vão o $ão e o vinhoJ 7S2N %!: 7;E %M":
8 - IBendito seHas, G rei da /lGriaJ 7S2N MM": 7;E %"*: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 18:
*+
! - I3or teu dom, G Senhor, redimidosJ 7S2N MM9:
- I.u creio num mundo novoJ 7S2N MMM: 7;E 81*:
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X'enditoY%0seHasY%0Y;8YB8Y%0reiY%0daY%0/lY;8YB8ria(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0creioY%0numY%0mundoY%0novo(vieRSlsZsu//ested
#om$nhão: comun/ar a 3?scoa de 4esus 1 acolher o silêncio divino que acom$anhou o Senhor em sua 3ai-ão,
$ara @ortalecer a @1 com a con@iança que &eus sem$re nos alimenta em nossa 3?scoa e-istencial e comunit?ria5
1 - I;risto, nossa 3?scoa, @oi imoladoJ 7S2N M90: 7+N da ;BBB, @asc5 %, $5 1%":
% - I2ntes da morte e ressurreição do SenhorJ 7S2N %MM: 7;E %MM:
8 - IBa mesa sa/rada se @aA unidadeJ 7S2N 808: 7;E 89M:
! - I.ste 1 o hino do $ovo de &eusJ 7S2N M91: 7;E %"":
- I2 mesa tão /rande e vaAiaJ 7S2N M9%: 7;E "*M:
* - I.-ultemos, irmãos de ale/riaJ 7S2N M98:
" - I;ele'remos nossa 3?scoaJ 7S2N M9!: 7;E %M8:
M - IE Senhor $re$arouJ 7S2N M9: 7;E %99:
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XcristoY%0nossaY%0$Y;8Y21scoaY%0@oiY%0imolado(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$ascoa-2ntesfdafMorte5m$8(vieRSls
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnaY%0mesaY%0sa/rada(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X8%%Y%0-Y%0aY%0mesaY%0tY;8Y28oY%0/randeY%0eY%0vaAia(vieRSls
#anção do en!io: a ale/ria da $roclamação solene da #essurreição de 4esus, realiAada na Nitur/ia, continuar?
na vida dos cele'rantes, testemunhando a @1 con@iante no Senhor, mesmo quando ele silencia5
1 - IBossa vida 1 um louvorJ 7S2N M9*: 7;E %"M:
% - I3ela ale/ria que reina em toda $arteJ 7S2N M9": 7;E %M!:
8 - IBossa ale/ria 1 sa'er que um diaJ 7S2N !M8:
! - I#essuscitouC Foda I/reHa $roclamaJ 7S2N M9M: 7;E %M9:
- I2leluia, aleluiaC +oHe a morte @oi vencidaJ 7S2N M99: 7;E 800:
* - I[ vem cantar comi/o, irmãoJ 7S2N 900:
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnossaY%0vidaY%0Y;8Y29Y%0umY%0louvor(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnossaY%0vidaY%0Y;8Y29Y%0umY%0louvor(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X!99Y%0-Y%0nossaY%0ale/riaY%0Y;8Y29Y%0sa'erY%0queY%0umY%0dia(
vieRSls
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XhoHeY%0aY%0morteY%0@oiY%0vencida(vieRSlsZsu//ested
ANOTA%#ES ÚTEIS PARA A CELEBRA%ÃO
presentamos uma lista do +ue será necessário preparar para o &om andamento da cele&ra1ão. 9osso tra&alho consistiu em
relacionar o +ue está no Dissal Romano, tanto no es+uema geral da cele&ra1ão, como na+uilo +ue é preciso preparar para
cada rito.
3strutura da 5ig<lia 4Dissal Romano, n.>, p. >X?6
@
a
parte, )ele&ra1ão da lu! 4lucernário6 % acontece fora da igre2a.
>
a
parte, =iturgia da Pala"ra % composta de X leituras 4possi&ilidade de op1ão6.
H
a
parte, =iturgia do Batismo % &(n1ão da água e rito do &atismo 4opcional o Batismo6.
R
a
parte, =iturgia 3ucar<stica % a partir da prepara1ão das ofertas.
*-
Jorário da "ig<lia 4Dissal Romano, n. H, p. >X?6
[#oda a "ig<lia se2a cele&rada durante a noite, de modo +ue não comece antes do anoitecer e sempre termine antes da aurora
do Domingo[.
O QUE PREPARAR PARA A 1
A
PARTE ' CELEBRA%ÃO DA LU4
1 - 2 i/reHa @ica vaAia e com as luAes a$a/adas5
% - ]ma $equena @o/ueira @ora da i/reHa5
8 - Se necess?rio, $rever uma lanterna $ara acom$anhar as leituras5
! - Se necess?rio, um sistema de som $ara que todos $ossam ouvir o que ser? @alado5
- E $adre $oder? estar $aramentado de 'ranco com o $luvial ou ca$a ma/na5
* - Nevar o ;<rio 3ascal $ara ser $re$arado, com o se/uinte:
cravos 7/rãos de incenso: que re$resentam as cha/as de ;risto
estilete $ara traçar a cruA, o nKmero e as letras no ;<rio 3ascal5
" - 3rever velas $ara todos na assem'l1ia5
M - Se usar incenso, levar o tur<'ulo $ara ser $re$arado com 'rasas do @o/o novo5
9 - Nevar uma $inça /rande $ara $e/ar a 'rasa
10 - 3re$arar, $rG-imo ao am'ão, o local onde @icar? o ;<rio 3ascal5
11 – Se necess?rio, $rovidenciar cantor ou cantores $ara cantar o 3rec\nio 3ascal5
O QUE PREPARAR PARA A 2
A
PARTE ' LITURGIA DA PALA$RA
1 - Necion?rio de onde serão lidas as leituras e os salmos res$onsoriais
% - Eito leitores $ara as leituras 7" leituras c e$<stola:
8 - Eito salmistas $ara cantar os salmos 7c6nticos: res$onsoriais
! - &e$ois da Kltima leitura, todos se levantam e cantam o =lGria a &eus nas alturas5
- .ncarre/ados $ara tocar sinos e sinetas durante o canto do /lGria 7o$cional:5
* - .van/eli?rio $ara a $roclamação do .van/elho
" - Bão se usam velas na $rocissão do .van/eli?rio, a$enas o incenso 7se usar:5
O QUE PREPARAR PARA A 3
A
PARTE ' LITURGIA BATISMAL
1 - Batist1rio, se @acilitada a $artici$ação da assem'l1ia5
% - #eci$iente $ara ?/ua 7e com ?/ua:
8 - Bancos reservados $ara os catecKmenos 7se tiver 'atismo de adultos:
! - Bancos reservados $ara $ais e $adrinhos 7se tiver 'atismo de criança:
- &ois 7ou um: cantores $ara cantar a ladainha de todos os santos5
* - 3ode-se acrescentar outros nomes de santos $adroeiros da comunidade na ladainha5
" - ]m ministro tenha o ;<rio 3ascal $rG-ima da $ia 'atismal $ara inseri-lo na ?/ua5
M - Fudo que @or necess?rio $ara o Batismo
9 - Fudo que @or necess?rio $ara a ;risma 7se houver 'atismo de adulto:5
10 - Bo momento da $ro@issão de @1, os cele'rantes acendem as velas5
11 - Ministro encarre/ado $ara $edir que al/uns cele'rantes acendam as velas no ;<rio5
1% - Qasilhame $ara levar ?/ua no momento de as$er/ir a assem'l1ia com ?/ua5
18 - 2s$er/e /rande, @eito com @olhas de al/um ar'usto5
1! - ;antos $ara acom$anhar o rito da as$ersão 7c@5 $ro$ostas de cançPes:
O QUE PREPARAR PARA A *
A
PARTE ' LITURGIA EUCAR:STICA
1 - Fudo o que @or necess?rio $ara a missa 7$ão, vinho, ?/ua:
% – 3re$arar no Missal a Eração .ucar<stica que ser? $roclamada5
8 - ;?lices e 6m'ulas $ara a distri'uição da comunhão so' duas es$1cies 7$ão e vinho:
! - Ministros su@icientes $ara aHudar na distri'uição do $ão e vinho 7comunhão:
- ;antos su@icientes $ara este momento 7c@5 $ro$ostas de cançPes:5
,0
O #UE VALORI$AR NESTA CELE!RAÇ"O
.s$aços cele'rativos: 2 Qi/<lia 3ascal acontece em seis es$aços cele'rativos5 ;ada um dos es$aços
cele'rativos tem sua caracter<stica $rG$ria de acordo com o rito que ali se cele'ra5
1
O
ESPA%O CELEBRATI$O – B1N%ÃO DO FOGO NO$O (CF2 ACIMA O QUE 7 NECESS0RIO PARA O RITO!
2 cele'ração inicia-se @ora da i/reHa, numa dist6ncia que $ossi'ilite uma $rocissão at1 a i/reHa5 Besse local,
$re$ara-se uma $equena @o/ueira que, na medida do $oss<vel, seHa vis<vel $elos cele'rantes5 &e acordo com a
necessidade, a equi$e de cele'ração $oder? $rovidenciar cadeiras ou 'ancos $ara quem tem di@iculdade de $ermanecer
em $1 $or muito tem$o5
.-cetuando al/uns casos, 1 im$ortante levar os cele'rantes at1 o local onde ser? a'ençoado o @o/o novo $ara
acom$anhar o rito de 'ênção e conduAi-lo em $rocissão $ara a i/reHa5
Anotaç%es r&ticas
=em&rem%se +ue a fogueira é um s<m&olo lit:rgico e, por isso, não se2a su&stitu<da por paliati"os, como fogareiro ou lat7es
com car"ão, ou algo parecido.
#enha%se o cuidado de escolher um local pouco iluminado, para +ue o s<m&olo da lu! se2a "isto e ilumine os cele&rantes
durante a &(n1ão do fogo no"o.
2
O
ESPA%O CELEBRATI$O – PROCLAMA%ÃO DA P0SCOA E LITURGIA DA PALA$RA
;onclu<da a $rocissão, o centro das atençPes volta-se $ara a Mesa da 3alavra 7am'ão:, de onde se $roclama
solenemente a 3?scoa de 4esus ;risto5 ]m Heito de $re$arar o am'ão 1 ornando-o com um v1u 'ranco e com um arranHo
de @lores, $rG-imo dele5 2ssim, o es$aço cele'rativo $ara a $roclamação da 3?scoa e da Nitur/ia da 3alavra com$reende
a Mesa da 3alavra, o ;<rio 3ascal 7$rG-imo do am'ão: um 'elo arranHo de @lores e o v1u 'ranco co'rindo o am'ão5
Anotaç%es r&ticas
Desa da Pala"ra é um s<m&olo cele&rati"o tão importante +uanto a Desa 3ucar<stica. 9a 5ig<lia Pascal, torna%se o local de
onde se comunica a Boa 9ot<cia da Ressurrei1ão de Jesus. Por isso, os cele&rantes "oltam%se para a Desa da Pala"ra, espa1o
memorial das mara"ilhas di"inas em fa"or do po"o. Nsso significa +ue o am&ão não de"e ficar escondido, atrás de arran2os de
flores. O arran2o de flores ser"e para real1á%lo, não para escond(%lo.
O&s, não se conce&e, em hip8tese alguma, fa!er as leituras de folhetos ou li"rinhos. O s<m&olo da Pala"ra de"e ser "alori!ado
em proclama17es feitas do =ecionário e do 3"angeliário.
3
O
ESPA%O CELEBRATI$O – CADEIRA PRESIDENCIAL
> um es$aço cele'rativo im$ortante, usado $elo $residente da cele'ração em v?rios momentos5 &a cadeira
$residencial, são @eitas as oraçPes coletas, de$ois de cada uma das sete leituras, durante a Nitur/ia da 3alavra, dali $ode
ser @eita a homilia5 &a cadeira $residencial, o $adre $reside a Nitur/ia Batismal, se @or cele'rada no $res'it1rio, e @aA a
oração @inal com a 'ênção solene5

Anotaç%es r&ticas
)aso não ha2a um li&r<fero 4ministro +ue segura o li"ro nas ora17es presidenciais6, pro"idencie%se uma estante simples como
suporte do Dissal. mesma será retirada da frente do presidente cada "e! +ue ele esti"er sentado.
=em&ramos +ue a cadeira presidencial não de"erá ser colocada diante do altar, mas num local onde é poss<"el "er o padre e
ha2a facilidade de comunica1ão com a assem&léia.
*
O
ESPA%O CELEBRATI$O – BATIST7RIO
.ste es$aço cele'rativo, onde @or $oss<vel, realiAa-se no 'atist1rio5 Ba maior $arte das comunidades isto 1
im$oss<vel e, o'ri/a a criação de um es$aço cele'rativo no $res'it1rio $ara @acilitar a $artici$ação dos cele'rantes na
Nitur/ia Batismal5 Ende @or $oss<vel, $oder? ser @eito no centro da i/reHa5
;olocando-o no $res'it1rio, contracena com o am'ão e o altar, $re$arando-o no lado o$osto ao am'ão5 2ssim o
es$aço cele'rativo comunica a mensa/em que a 3alavra conduA ao Batismo e am'os D .ucaristia, re$resentada no altar5
,1
Anotaç%es r&ticas
O modo de criar o espa1o cele&rati"o da =iturgia Batismal poderá ser feito com um grande 2arro com água, em forma de
fonte ou, simplesmente, uma mesa ornada com flores e, so&re a mesma, uma grande "asilha transparente com água, grande o
suficiente para mergulhar o )<rio Pascal na água, no momento da &(n1ão da água. Das, se o Batistério esti"er pr8ximo,
pode%se preparar o mesmo como na foto acima, aproximando inclusi"e o )<rio Pascal.
)
O
ESPA%O CELEBRATI$O ( ALTAR
E mais im$ortante de todos os es$aços cele'rativos 1 o altar, onde acontece a Nitur/ia .ucar<stica, onde a
3?scoa torna-se realidade sacramental5 Se/ue-se o mesmo crit1rio $ara todas as cele'raçPes eucar<sticas5 Fenha-se o
cuidado $ara que o altar seHa vis<vel e, em'ora ornado, não escondê-lo com @lores, @olha/ens, toalhas ou cadeira
$residencial e dos ministros5
Anotaç%es r&ticas
O altar é a mesa do &an+uete pascal, o local onde Jesus )risto re:ne%se com seus disc<pulos para cele&rar a sua Páscoa. O
altar é s<m&olo pascal mais importante, o local onde se reali!a o memorial 4a atuali!a1ão6 da Páscoa, por isso, de"e ficar
totalmente "is<"el.
9a medida do poss<"el usar "elas fora do altar, na lateral.
O )<rio Pascal não su&stitui as "elas do altar. O )<rio Pascal, s<m&olo de )risto ressuscitado, é colocado num candela&ro
:nico e distinto.
s "elas do altar fa!em parte da ornamenta1ão do altar e demonstram a alegria da Ngre2a +ue está iluminada pela ='\ maior
da Ressurrei1ão do $enhor. =em&ramos +ue "elas, toalhas e flores são colocadas no altar somente a partir da =iturgia
$acramental, no rito das oferendas.
-
O
ESPA%O CELEBRATI$O – NA$E DA IGRE/A
2 nave da I/reHa 1 local onde @ica a maior $arte dos cele'rantes5 Baquelas i/reHas onde 1 $oss<vel colocar @lores
e velas na nave da i/reHa, desde que isso não $reHudique a visão e a $artici$ação dos cele'rantes, seria 'om ornament?-
la $ara dar um clima @estivo a toda a i/reHa5 2l/umas comunidades têm o costume de colocar 'andeiras em @orma de
estandarte, $resas nas colunas ou nas $aredes5 > outra 'oa id1ia $ara aHudar os cele'rantes a com$reender que
estamos numa cele'ração realmente muito es$ecial5
4RASE #ELEBRATI>A: a ant<@ona do c6ntico de
Mois1s 78N: torna-se convite e-istencial $ara $roclamar o
aleluia da #essurreição de 4esus5
)antemos ao $enhor, leluia, Jesus ressuscitou/
./ 0a1e!2 34/ 5/a !56
re70!a1de3e18e 7a1d4 da
7e05!85ra de 9e7572 !5/1a
34/ 84da7 a7 34re7 a :da de
;5e/ 3r< 341=a18e/e18e 1a
Re775rre>?4 de 9e757.
E2UIPE DE A#OL;IDA: o anKncio da #essurreição do Senhor 1 a e-ultação de ale/ria que cada cristão
comunica como 'oa nova de vida a quem encontrar5
4rase de acolhida
.eli! Páscoa/O $enhor ressuscitou/
Ba des$edida, a equi$e de acolhida retoma a anti/a e tradicional @orma de saudação da I/reHa, na qual o ministro
e o cele'rante dialo/am so're a #essurreição de 4esus5
Na desedida "inal
D % )risto ressuscitou/
# % 5erdadeiramente ressuscitou/
,2
Anotaç%es r&ticas
9as comunidades onde é costume reali!ar um pe+ueno ágape, depois da cele&ra1ão da 5ig<lia, o ministério da acolhida este2a
preparado para orientar so&re o local.
mesma orienta1ão "ale para as comunidades +ue distri&uem alguma lem&ran1a ou um cartão de felicita17es aos
cele&rantes da 5ig<lia Pascal, na despedida.
PRIMEIRA PARTE DA CELEBRA%ÃO ; LUCERN0RIO
2 vi/<lia 3ascal não se inicia nem dentro e nem na $orta da i/reHa, mas @ora deste es$aço, onde se cele'ra o rito
do Nucern?rio5 &e$ois, a assem'l1ia entra no interior da i/reHa levando a NuA de ;risto, no ;<rio 3ascal5
Si/ni@icado: $ouco adianta acender a NuA da #essurreição de 4esus entre as $aredes da i/reHa, toda a
comunidade $recisa contem$lar a luA da #essurreição e ouvir o solene e ale/re anuncio: I.is a luA de ;ristoJC
B=N@AO DO 4ODO: 2 Nitur/ia do Nucern?rio, que a're a cele'ração, inicia-se silenciosamente5 Isso si/ni@ica
que não 1 anunciada $elo toque de sinos e nem com um canto de a'ertura5
2 litur/ia 1 realiAada @ora da i/reHa, ao redor de uma $equena @o/ueira5 E es$aço dever? estar $ouco iluminado,
$ara que a luA da @o/ueira seHa a Knica claridade que 'rilhar? nesta Boite Santa5
2 i/reHa dever? estar vaAia e escura ou, ao menos, não totalmente iluminada5
Es cele'rantes têm em mãos uma vela a$a/ada5
E sacerdote inicia com uma saudação e introduAindo os cele'rantes no conte-to cele'rativo5
Anotaç%es r&ticas
9ossa sugestão é reali!ar toda a cele&ra1ão do lucernário fora da igre2a. Nsso exigirá um local onde os cele&rantes possam se
acomodar. Pre"er cadeiras para idosos e para +uem tem pro&lemas de permanecer de pé, por muito tempo.
2 $rocissão, de$endendo do es$aço a ser $ercorrido, $oder? com$ortar, uma ou duas 'reves re@le-Pes so're a
im$ort6ncia de acender a NuA da #essurreição de 4esus no mundo, com a @inalidade de iluminar o mundo, iluminar a
sociedade e o local onde vivemos5
&e$ois da 'ênção do I@o/o novoJ e da $re$aração do ;<rio 3ascal, o di?cono 7ou o $adre: se/ue na @rente da
$rocissão, com o ;<rio aceso, conduAindo o $ovo at1 dentro da i/reHa, onde o ;<rio 1 colocado no seu candela'ro,
devidamente ornado5
2 $rocissão $ode ser @eita em silêncio, com o di?cono, $adre ou um cantor interrom$endo-a de tem$o em tem$o
$ara $roclamar e ostentar a N]h &. ;#ISFE, como $revê o rito5 2o che/ar D i/reHa, quem conduA o ;<rio 3ascal $?ra
$ara que os cele'rantes entrem na i/reHa e tomem seus lu/ares5 Luando todos estiverem acomodados, o ;<rio 3ascal
in/ressa solenemente na i/reHa e 1 aclamado $ela assem'l1ia5 E di?cono, $adre ou cantor, canta em três es$aços
di@erentes a invocação I2 N]h &. ;#ISFEJ: na $orta, no centro e no $res'it1rio5
Ba $assa/em do ;<rio 3ascal, dentro da i/reHa, os cele'rantes acendem suas velas e as er/uem a cada
aclamação 0 I&.MES =#2^2S 2 &.]SJ5
Se a comunidade não reKne nenhuma condição $ara realiAar a $rocissão, @aAer a$enas a acolhida do ;<rio
3ascal com as três aclamaçPes $ro$ostas $elo Missal5 Es cele'rantes acendem suas velas e $rocedem como su/erido
acima5 7;@5 Missal #omano, $5 %"8, n5 18:5
#)rio Pascal:
E ;<rio 3ascal 1 o s<m'olo maior da $rimeira $arte da Qi/<lia 3ascal e, enquanto tal, dever? ser 'em
a$resentado e 'onito5 E ;<rio re$resenta ;risto vivo e ressuscitado, revestido de luA, aquele que, na noite do mundo,
caminha D @rente do seu $ovo e ilumina a vida do $ovo e da comunidade, como su/erido na $rocissão que conduA os
cele'rantes ao interior da i/reHa5
,*
2 $ro$osta $ara ornar o ;<rio 3ascal,
neste ano de %01%, ressalta a ale/ria
da natureAa, re$resentada $elo verde
da @olha/em e $ela variedade das
@lores5
Nem'ramos que a variedade das @lores
deve res$eitar aquilo que 1 $rG$rio de
cada comunidade5
E arranHo $oder? ser colocado ao
lado do altar, mas dado as
dimensPes do mesmo, $oder? ser
colocado em outra $arte do
$res'it1rio5
E sim'olismo da $edra rolada, na
'ase do arranHo, a @lor vermelha
indicando o testemunho martirial de
4esus, @loresce em es$erança
7verde: e na 'usca da luA que 'rilha
mais que o sol 7/irassGis:
Anotaç%es r&ticas
$endo o )<rio Pascal um s<m&olo importante na =iturgia, a primeira anota1ão é +ue se2a "erdadeiro. 9ão se conce&e, por
exemplo, +ue o )<rio se2a feito de tu&o de p"c, imitando "ela. $eria falta de respeito para com o +ue representa se assim
acontecesse.
9ormalmente, o )<rio "em pronto 4de fá&rica6. $ua e+uipe de cele&ra1ão, contudo, pode dar um to+ue especial, com moti"os
+ue se2am pr8prios da comunidade, com flores,folhagens e alguns elementos sim&8licos da região.
=em&ramos +ue o )<rio Pascal é um s<m&olo pr8prio, com identidade pr8pria e, por isso, "oltamos a insistir +ue não su&stitui
as "elas do altar, nem na 5ig<lia Pascal nem no #empo Pascal. liás, seria &om +ue as "elas ali esti"essem para destacar o
"alor sim&8lico do )<rio Pascal.
>elas dos cele,rantes:
Fendo velas nas mãos, os cele'rantes assumem uma dimensão sim'Glica de quem est? com$rometido com a
vida nova e $lena, dis$osto a acender sua vida na #essurreição do Senhor5 > o s<m'olo do 'atiAado, daquele que
$assou, com ;risto, $ela morte e a/ora vive iluminado com a luA da Qida Bova5 2 vela que cada cele'rante traA na mão
re$resenta tam'1m sua identidade no mundo: ele 1 um iluminador e um acendedor da Qida nova que nasce na
#essurreição de 4esus, aquele disc<$ulo de ;risto que ressuscita a ale/ria da #essurreição no meio da sociedade5
Anotaç%es r&ticas
s "elas dos cele&rantes são acesas na entrada do )<rio Pascal na igre2a e são conser"adas acesas durante o canto da
Proclama1ão da Páscoa 4PrecCnio Pascal6.
O outro momento no +ual as "elas são acesas é no rito da reno"a1ão das promessas &atismais. Para o acendimento das "elas,
nas promessas &atismais, leia a legenda da foto.
,,
E $adre ou um ministro $oder? $assar
com o ;<rio 3ascal $elo corredor central,
$ermitindo que os cele'rantes que estão
nas e-tremidades dos 'ancos acendam as
velas e, a $artir deles, toda a i/reHa v? se
iluminando5 .ste rito $oder? ser @eito na
entrada do ;<rio 3ascal e antes da
renovação das $romessas 'atismais5
PROCLAMA%ÃO DA P0SCOA:
Se não houver di?cono ou o $adre não $uder $roclamar a 3?scoa, quem @or escolhido dever? considerar a
res$onsa'ilidade deste @ato com as $rG$rias $alavras da 3roclamação 3ascal, quando diA: I.le, que em seus dons nada
reclama, quis que entre os seus levitas me encontrasse: $ara cantar a /lGria desta chama, de sua luA um raio me
tras$asseJ5
2 @Grmula @aA com que este seHa um momento Knico na vida do $roclamador, a $onto de $edir que a luA divina,
que vem da #essurreição de 4esus, o tras$asse $ara 'em $roclamar a 3?scoa na sua comunidade5
Anotaç%es r&ticas
)omo di! a orienta1ão do rito, trata%se de uma proclama1ão em forma de hino e, como tal, é para ser cantado. Poderá ser
feita pelo diácono ou pelo padre ou, na impossi&ilidade de am&os, por um 4ou mais6 ministro leigo.
Bo caso do ministro lei/o, não se deve considerar a$enas o talento musical – o cantar 'em – mas o testemunho
de vida, de quem ilumina sua vida na #essurreição de 4esus5
E $adre, antes de cantar a $roclamação da 3?scoa, intercede silenciosamente a &eus a $uri@icação do coração
e dos l?'ios, como @aA na $roclamação do .van/elho5 Bo caso do di?cono ou de ministros lei/os, estes $edem a 'ênção
do $residente da cele'ração, $ara que $ossam $roclamar di/namente a 3?scoa do Senhor5
2 $roclamação da 3?scoa de 4esus ;risto $oder? ser @eita antes de entrar na i/reHa, em'ora o rito $revê que
seHa $roclamada dentro da i/reHa, no am'ão5 ;ontudo, se @or $roclamada na $orta da i/reHa, 1 im$ortante que todos os
cele'rantes esteHam ali $resentes e que o ministro 7ou ministros: o $roclamem de um am'ão ou de um local devidamente
$re$arado $ara tal @inalidade5
EMemlo de ,Lnção
Ministro: 3adre, d?-me a vossa 'ênção, $ara que eu $roclame di/namente a 3?scoa de Bosso Senhor 4esus
;risto5
3adre 7estendendo a mão direita so're o ministro: E Senhor esteHa em teu coração e em teus l?'ios $ara que
$ossas $roclamar di/namente, na ale/ria desta noite santa, a 3?scoa de Bosso Senhor 4esus ;risto5 .m nome do 3ai,
do )ilho e do .s$<rito Santo5
Ministro: 2m1mC
SEGUNDA PARTE DA CELEBRA%ÃO ; LITURGIA DA PALA$RA
Mesmo sendo di@<cil com$reender o silêncio do 3ai na 3ai-ão, a #essurreição de 4esus demonstra que o silêncio
divino não si/ni@ica ausência5 &eus sem$re esteve $rG-imo do )ilho5 3rova disso 1 que não o dei-ou na morte, mas o @eA
$assar $ela morte $ara que a vida @osse vencedora5
Anotaç%es r&ticas
Diante da orienta1ão da )9BB, de não interromper a =iturgia da Pala"ra com comentários, pode%se optar por uma moni1ão
:nica. Outra possi&ilidade é destacar, com &re"es moni17es, os tr(s momentos da =iturgia da Pala"ra, 4@6 a Jist8ria da
$al"a1ão da cria1ão M li&erta1ão do 3gito 4@P I HP leitura6, 4>6 a Jist8ria da $al"a1ão na forma1ão do po"o, atra"és do
ministério profético 4RP I XP leitura6 e 4H6 a Jist8ria da $al"a1ão reali!ada plenamente em Jesus )risto 4ep<stola e 3"angelho6.
,5
LEITURAS DA LITURDIA DA PALA>RA
;onsiderando a @inalidade da Nitur/ia da 3alavra da Qi/<lia 3ascal, de @aAer memGria da +istGria da Salvação
&ivina, o normal 1 que todas as leituras seHam $roclamadas, mesmo havendo $ossi'ilidade de escolher al/umas delas5
Anotaç%es r&ticas
)hamamos aten1ão para +ue as leituras se2am proclamadas do =ecionário e não de folhetos ou li"rinhos. solenidade da
5ig<lia Pascal, a “Dãe de todas as 5ig<lias”, não permite +ue se prescinda do =ecionário. Dentre os li"ros, o mais importante
é o 3"angeliário. ; s<m&olo de )risto, "i"o e ressuscitado, +ue tra! ao seu po"o a declara1ão do amor di"ino em sua
Ressurrei1ão.
=em&ramos +ue não se le"am "elas na procissão do 3"angeliário, mas s8 o incenso, se for usado 4cf. Dissal Romano, p. >AH, n.
HG6. O Diácono ou o padre toma o 3"angeliário so&re o altar, apresenta%o ao po"o e o condu! ao am&ão de onde é
proclamado solenemente.
.oi comentado, nas propostas das can17es, +ue todos os salmos se2am cantados. O Dissal recomenda uma pausa silenciosa
depois de cada leituraF s8 depois do &re"e sil(ncio, o salmista assume o am&ão 4cf. Dissal Romano, p. >XE, n. >H6.
Proosta ara a homilia
E'Hetivo: a$resentar o Mist1rio 3ascal de 4esus como um es$elho no qual se re@lete o caminho da humanidade e
da vida $essoal5 2 e-em$lo de 4esus, 1 $reciso @aAer nossa 3?scoa com @1 con@iante5
&in6mica: nossa $ro$osta de homilia $oder? ser tematiAada com ima/ens, de acordo com a numeração: 71:
/ravuras da 3ai-ão de 4esus: lava-$1s, =etsemani e ;ruA, 7%: ima/em da ;riação 7$aisa/em:, /ravura de 2'raão,
/ravura da $assa/em do Mar Qermelho, 78: /ravura da #essurreição de 4esus, 7!: $aisa/em de sol nascente5
TERCEIRA PARTE DA CELEBRA%ÃO ; LITURGIA BATISMAL
E modo com o qual $artici$amos do Mist1rio 3ascal de 4esus ;risto 1 $elo Batismo, quando somos
mer/ulhados em sua morte e ressur/imos $ara a vida $lena5
2 terceira $arte da cele'ração 1 caracteriAada $ela ale/ria, recordando que o Batismo nos insere no amor divino,
do qual rece'emos a vida nova e a vida $lena5 E rito deveria acontecer no Batist1rio, como descrev<amos acima, o que
na maior $arte das comunidades 1 im$oss<vel5
> uma Nitur/ia que se caracteriAa como acolhedora e ale/re, $rinci$almente nas comunidades que realiAam
'atiAados na Qi/<lia 3ascal5 2colhedor 1 i/ualmente o rito da as$ersão da ?/ua, que as$er/ida em a'und6ncia so're os
cele'rantes, recorda o Batismo e o mer/ulho na vida nova, que vem da #essurreição do Senhor5
&e$ois da monição 'reve, @eita $elo sacerdote, a assem'l1ia invoca em @orma de Nadainha os santos e santas e
os cele'rantes acendem as velas $ara renovar o com$romisso 'atismal5
ENTRADA DA ?DUA: com a @inalidade de valoriAar o s<m'olo da ?/ua e sua @unção, na Qi/<lia 3ascal, $ode-se
criar um rito $ara introduAir a ?/ua na assem'l1ia litKr/ica5 2 entrada da ?/ua $oder? ser anunciada antes da ladainha,
no momento da monição $residencial, e ser introduAida durante a ladainha, a $artir da invocação dos Santos 2$Gstolos5
Anotaç%es r&ticas
)omo feito com os s<m&olos anteriores, )<rio Pascal e 3"angeliário, a água poderá ser apresentada e acolhida com muita
alegria na assem&léia. Poderá até mesmo ser apresentada aos cele&rantes antes da &(n1ão, depois de conclu<da a ladainha de
todos os santos.
$e não hou"er &atismo nem &(n1ão da água &atismal, no momento da =iturgia Batismal, a ladainha poderá ser omitida 4cf.
Dissal Romano, p. >AR, n. R?6. Das, sugerimos pensar duas "e!es, antes de optar por omitir a =iturgia Batismal em sua
totalidade.
LADAIN;A DE TODOS OS SANTOS E SANTAS:
> um momento solene, caracteriAado $elo louvor a &eus, declinando o nome dos muitos mem'ros da I/reHa que
viveram seu Batismo de modo $leno e santi@icador5 Es santos e santas são modelos de $essoas que assumiram o $roHeto
divino e em$enharam a vida $ara se manterem na @idelidade a esse $roHeto5
,"
B=N@AO DA ?DUA:
2 8a leitura e a e$<stola e-$licam o sim'olismo teolG/ico da ?/ua5 E $ovo da 2nti/a 2liança 1 salvo $assando
$elas ?/uas do Mar Qermelho5 E $ovo da Bova 2liança 1 salvo e rece'e a vida de &eus em si, ao $assar $elas ?/uas do
Batismo 7e$<stola:5 .stes dois as$ectos encontram-se na oração da Bênção da e/ua Batismal5 Eutro detalhe na 'ênção
da ?/ua acha-se na e$<clesis, quando o sacerdote invoca a @orça do .s$<rito Santo $ara que todos os que @orem
'atiAados renasçam $ara uma vida nova5
Anotaç%es r&ticas
Outra forma de "alori!ar o rito da &(n1ão da água &atismal, além da entrada e acolhida pela assem&léia, é destacar um
espa1o especial para a água, como 2á sugerido anteriormente.
]ma canção tam'1m $ode destacar e valoriAar o sim'olismo da ?/ua5 Bas su/estPes de cançPes $ro$omos
uma canção $ara a 'ênção da ?/ua5 ;aso sua equi$e de cele'ração o$te $or cant?-la, considere o modo como ser?
realiAada a ladainha de Fodos os Santos $ara não ter duas cançPes lon/as uma de$ois da outra5
BATIS:O:
+avendo Batismo, lo/o de$ois da 'ênção da ?/ua, os candidatos se a$ro-imam do 'atist1rio, @aAem as
renKncias e são 'atiAados5 E rito do Batismo 1 sim$les, como e-$lica o Missal: renKncia ao dem\nio, $ro@issão de @1 e
'atismo5 Es adultos 'atiAados nesta Qi/ilia rece'em o sacramento da ;on@irmação lo/o de$ois do Batismo5
Anotaç%es r&ticas
s orienta17es so&re como proceder para o Batismo de crian1as, durante a 5ig<lia Pascal, encontram%se no “Ritual do
Batismo de )rian1as” % “O&ser"a17es Preliminares”, n. >A 43di1ão do ritual I ano de @EEE6.
RENO>A@AO DAS PRO:ESSAS BATIS:AIS:
E $rinci$al motivo da renovação das $romessas 'atismais 1 voltar a assumir os com$romissos que são
inerentes ao Batismo5 Bão se trata de uma sim$les lem'rança do Batismo, mas renovação do em$enho $ara viver
de acordo com as e-i/ências do Batismo cristão5 Bessa cele'ração, como dito acima, na introdução ao rito, est?
$resente o com$romisso e o em$enho em $romover e ressuscitar a vida nova de &eus no meio de nGs5
A#ENDER AS >ELAS
Anotaç%es r&ticas
O rito de acender as "elas de"e primar pela praticidade. $e a assem&léia não for muito grande, pode%se con"idar os
cele&rantes para irem até o )<rio Pascal ou passar com o )<rio no meio da assem&léia. $e a assem&léia é grande, então é
mais prático escolher ministros +ue le"em o fogo no"o para acender as "elas dos cele&rantes, no meio da assem&léia.
Outra possi&ilidade foi a+uela +ue indicamos acima, no comentário da foto, com o padre ou um ministro passando com o
)<rio Pascal pelo corredor, para +ue os cele&rantes acendam suas "elas.
:onição: acender as !elas
cendamos nossa fé na Ressurrei1ão de Jesus, para +ue o mundo se2a iluminado pela 5ida Plena do
$enhor e possamos "i"er na confian1a de +ue Deus sempre está conosco, mesmo +uando silencia.
ASPERSAO DA ?DUA:
2 oração que conclui a Nitur/ia Batismal descreve o si/ni@icado da as$ersão da ?/ua so're o $ovo5 #ecorda o
renascimento $ela ?/ua e $elo .s$<rito e @ala do $erdão dos $ecados5 2l1m disso, não $odemos esquecer que se trata
de ?/ua consa/rada na @orça do .s$<rito Santo5 > sem$re 'om alertar os cele'rantes so're esse detalhe5
Anotaç%es r&ticas
Desmo +ue a assem&léia se2a numerosa, é importante +ue todos se2am aspergidos com a água &atismal, le"ando em
considera1ão a+uilo +ue representa a água &atismal aspergida so&re os cele&rantes. Para a aspersão, recomendamos
asperges feitos com ar&ustos, de modo +ue a água da aspersão possa ser farta e sens<"el em todos os cele&rantes.
Pode%se cantar uma ou duas can17es durante a aspersão, de acordo com a necessidade.
,)
ORA@AO DOS 4IJIS:
No/o de$ois da Nitur/ia Batismal, a assem'l1ia eleva $reces a &eus $elas necessidades da I/reHa, do mundo, da
comunidade e dos cele'rantes5
Anotaç%es r&ticas
De acordo com as ru&ricas do Dissal Romano 4cf. p. >E?, n. RE6, depois da aspersão omite%se o )redo, 2á reali!ado nas
promessas &atismais, e fa!%se a ora1ão dos fiéis.
proposta da ora1ão dos fiéis poderá ser feita com dois ministros, um +ue anuncia a inten1ão e outro +ue fa! a prece.
3 – ;on@iantes que o 3ai ouve nossas sK$licas, elevemos $reces de /ratidão $ela #essurreição de 4esus e
intercedamos a /raça de $artici$ar da vida $lena que 4esus nos o@erece ressur/indo dos mortos5
15 ;ontem$lando a criação, o'ra de vossas mãos, nGs vos damos /raças $ela #essurreição do Senhor e vos
su$licamos o ressur/imento da vida em todas as $artes do mundo5
# I 98s "os damos gra1as e "os &endi!emos, $enhor/
%5 2ssim como de@endestes da morte a vida de Isaac, na $rova e-trema da @1 de 2'raão, @ortalecei-nos na
de@esa da vida como $rova de nossa @1 e con@iança em vGs5
85 QGs que li'ertastes vosso $ovo da escravidão do ./ito e o livrastes da morte violenta, livrai-nos de toda
escravidão e $rote/ei-nos da violência que mata e destrGi vidas5
# I 98s "os damos gra1as e "os &endi!emos, $enhor/
!5 BGs vos damos /raças e vos 'endiAemos $elo Batismo que rece'emos da I/reHa $ara $artici$ar da
#essurreição de vosso )ilho, @icai sem$re conosco, SenhorC
# I 98s "os damos gra1as e "os &endi!emos, $enhor/
3 – 2colhei nossas $reces, G 3ai, como louvor de ação de /raças $ela #essurreição de 4esus, e concedei-nos o
que vos su$licamos, $ara que $ossamos viver na @1 e testemunhar a $lenitude da vida que vosso )ilho nos mereceu, ele
que 1 o #essuscitado dos mortos, que vive e reina $elos s1culos dos s1culos5
F – 2m1mC
QUARTA PARTE DA CELEBRA%ÃO ; LITURGIA SACRAMENTAL
2 @1 con@iante que o Senhor sem$re est? $resente, mesmo quando silencia, 1 motivo $ara a$resentar com
ale/ria as o@erendas e dar /raças ao 3ai, nesse dia que a I/reHa @aA memGria da #essurreição do Senhor5
PRO#ISSAO DAS O4ERTAS: as o@erendas re$resentam a ale/ria e a @1 con@iante que cada cele'rante 1
convidado a de$ositar no altar $ascal da sua comunidade5 Luem con@ia que &eus o conduA nos caminhos da vida
$artici$a @estivamente desse momento de ale/ria e de $artilha @raterna5
Anotaç%es r&ticas
)omo é tradi1ão, a procissão dos dons é precedida pela oferta de flores. O gesto de oferecer arran2os de flores significa a
alegria de toda a cria1ão, da nature!a florescendo e irradiando "ida com todas as cores e formas.
> recomend?vel manter tam'1m o costume de $re$arar o altar no momento da $rocissão das o@ertas5 3ara isso,
um /ru$o de cele'rantes a're a $rocissão levando uma toalha de altar, as velas e as @lores $ara ornamentar o altar5 No/o
atr?s vêm as o@erendas, como de costume5
,+
E arranHo 1 @eito dentro de uma
I$atenaJ de madeira5 ]m modo $ara
e-$ressar a ale/ria e o @lorescer da
vida nova que vem da #essurreição do
Senhor5
Bossa $ro$osta 1 $re$arar um
arranHo que dê destaque D @lor
'ranca, a cor litKr/ica da 3?scoa de
4esus ;risto5
;omo $roceder na $rocissão
2ntes de iniciar a $rocissão, o
am'ientador chama atenção $ara o
si/ni@icado das @lores e $ara o
sentido da $rocissão das o@erendas,
nesta Boite Santa5
2o che/ar ao $res'it1rio, as @lores
são colocadas $rG-imas ao altar, ou
de'ai-o do altar, num local
$reviamente $re$arado $ara tal
@inalidade5
ORATE 4RATRES: as o@erendas, o@ertadas ale/remente nessa cele'ração, testemunham a @1 con@iante dos
cele'rantes5
#on!ite ara o orate "ratres
Orai, irmãos e irmãs, para +ue as oferendas +ue alegremente colocamos no altar do $enhor,
testemunhem nossa fé confiante e se2am aceitas por Deus Pai todo%poderoso.
ORA@AO EU#ARISTI#A: a consa/ração do 3ão e do Qinho que tornam $resença real de 4esus ;risto, na
.ucaristia, 1 o'ra do .s$<rito Santo de &eus,
:odelo de monição ara a Oração E$car)stica
)remos na presen1a transformadora do 3sp<rito $anto, +ue consagrará os dons do Pão e do 5inho em
)orpo e $angue do $enhor, presen1a "i"a do $enhor ressuscitado entre n8s. $ilenciemos para darmos
gra1as a Deus/
PREPARA%ÃO PARA A COMUN&ÃO
2limentar-se com a 3?scoa de 4esus ;risto, o ;ordeiro imolado $ela nossa Salvação 71;or ,":, 1 @ortalecer a @1
con@iante, es$ecialmente quando o silêncio divino $esa em nossa e-istência5
PAI NOSSO: ir ao encontro do Senhor ressuscitado, $resente na .ucaristia, com a con@iança e a @1 de que o
Senhor sem$re est? conosco5
)om a confian1a e a fé +ue Deus sempre está conosco, re!emos a ora1ão +ue o $enhor nos ensinou, Pai
nosso...
ABRA@O DA PAK: a @1 que o Senhor 4esus ressuscitou 1 condição $ara se $artilhar a $aA e a ale/ria que vem
do ressuscitado5
O $enhor ressuscitou "erdadeiramente/ )om essa alegria em nossos cora17es, partilhemos a pa!
presente na Ressurrei1ão do $enhor
#ON>ITE PARA A #O:UN;AO: cremos, com toda a con@iança, que comun/ando o 3ão e o Qinho
eucaristiAados somos destinados a ressuscitar $ara a vida eterna5
.eli! +uem comunga a Ressurrei1ão de Jesus presente neste pão e neste "inho, pois ressuscitará para a
5ida 3terna. 3is o )ordeiro de Deus, +ue tira o pecado do mundo.
Anotaç%es r&ticas
,-
=em&ramos +ue na 9oite de Páscoa a comunhão 3ucar<stica é distri&u<da so& as duas espécies do Pão e do 5inho
consagrados.
ADRADE#I:ENTO: &e$ois da comunhão seria muito o$ortuno que @osse dedicado um tem$o D oração
silenciosa5 > 'om evitar cançPes ou mensa/ens, $ois H? se canta e se @ala muito nesta cele'ração5 E melhor 1 levar os
cele'rantes a silenciar, recordando o /rande amor divino que ressuscita 4esus e os torna $artici$antes da vida nova, que
1 $lena e eterna5
RITOS FINAIS
2 des$edida e o envio são marcados $elos votos de )eliA 3?scoa aos cele'rantes e $elo incentivo a Hamais
dei-ar a @1 esmorecer, mesmo quando &eus se mostra silencioso na vida da /ente5 Besses momentos, como $ro$osto na
homilia, 1 $reciso contem$lar 4esus ;risto em seu Mist1rio 3ascal como modelo de @1 con@iante, es$ecialmente quando
&eus silencia5
>OTOS DE BOA P?S#OA:
&e$ois da oração, o $adre deseHa )eliA 3?scoa aos cele'rantes, Ds @am<lias da comunidade e recorda que a
equi$e de acolhida 7que ser? de des$edida: saudar? a todos como uma saudação $ascal tradicional5
Proosta de sa$dação de desedida
D I O $enhor ressuscitou/
R I 5erdadeiramente, ressuscitou/
D I .eli! Páscoa/
Anotaç%es r&ticas
0uem participa da 5ig<lia Pascal le"a para a casa a "ela com a +ual fe! a reno"a1ão das promessas &atismais. ; &om +ue a
e+uipe de cele&ra1ão, ou o padre, insista +ue a mesma se2a colocada em casa num local "is<"el para recordar a Páscoa e o
compromisso pascal assumido neste ano, testemunhar a alegria de participar da Ressurrei1ão de Jesus e ser promotor da
ressurrei1ão da "ida no"a entre n8s.
O costume de entregar um cartão com "otos de .eli! Páscoa a +uem não pCde participar da cele&ra1ão K doentes,
encarcerados, a+ueles +ue tra&alharam no sá&ado K continua "álida e importante.
B=N@AO E DESPEDIDA: que a 3?scoa de 4esus ;risto, cele'rada solenemente na Qi/<lia 3ascal, ilumine a
vida de cada cele'rante e o torne testemunho da #essurreição de 4esus5
Anotaç%es r&ticas
usar a &(n1ão da 5ig<lia PascalF no Dissal Romano, p. G>>, n. W. despedida é acompanhada de dois “aleluias”. O diácono
4ou padre6 pode fa!er a despedida, como se encontra no Dissal, “Nde em pa! e o $enhor "os acompanhe, aleluia, aleluia”.
Ou, se preferir, pode%se en"iar os cele&rantes para +ue proclamem a ressurrei1ão do $enhor, como no modelo +ue segue,
BLnção solene da >ig)lia Pascal
3 – E Senhor esteHa convosco
F – .le est? no meio de nGsC
3 – Lue o &eus todo-$oderoso vos a'ençoe nesta solenidade $ascal e vos $roteHa contra todo $ecado5
F – 2m1mC
3 – 2quele que nos renova $ara a vida eterna, $ela ressurreição de seu )ilho, vos enriqueça com o dom da
imortalidade5
F – 2m1mC
3 – . vGs, que transcorridos os dias da 3ai-ão do Senhor, cele'rais com ale/ria a @esta da 3?scoa, $ossais
che/ar e-ultantes D @esta das eternas ale/rias5
F – 2m1mC
3 – 2'ençoe-vos &eus todo-$oderoso, 3ai e )ilho e .s$<rito Santo5
F – 2m1mC
3ara o envio dos cele'rantes, 'asta a @ormula que se/ue ou, a se/unda o$ção:
Nde em pa! e o $enhor "os acompanhe, aleluia, aleluia/
50
#% “*ra1as a Deus, aleluia, aleluia.
LITUR%IA DA PALAVRA (lei&u'as)
Atenção
9o +uadro a&aixo estamos propondo uma moni1ão geral da =iturgia da Pala"ra, +ue poderá ser feita pelo sacerdote ou pelo
comentarista. 3sta moni1ão elimina as moti"a17es de cada uma das leituras.
:onição inicial "eita elo sacerdote
Deus irmãos e minhas irmãs, tendo iniciado solenemente esta "ig<lia, ou1amos no recolhimento desta
noite a Páscoa de Deus. 5e2amos como ele sal"ou outrora o seu po"o e nestes :ltimos dias en"iou seu
.ilho como Redentor. Pe1amos +ue nosso Deus le"e M plenitude a sal"a1ão inaugurada na Páscoa.
7;@5 Missal #omano, $5 %"9, n5 %%:
./ leit$ra: Foda a criação 1 uma o'ra maravilhosa da $resença divina entre nGs e $renKncio da @idelidade divina
em @avor da vida humana5
</ leit$ra: &eus demonstra sua @idelidade em nosso @avor li'ertando Isaac do holocausto, $ois ele não quer que
a vida humana $ereça com a morte5
7/ leit$ra: 2ssim como o 3ovo de &eus @oi li'ertado atrav1s das ?/uas do Mar Qermelho, da mesma @orma
nossa li'ertação acontece $elas ?/uas do Batismo5
B/ leit$ra: Luem con@ia em &eus não tem motivos $ara temer ou viver no medo, $ois ele 1 @iel e sua @idelidade
vem com a /arantia de sua 3alavra5
T/ leit$ra: Bão e-iste ale/ria @ora da vida divina que nos 1 o@erecida de modo a'undante na #essurreição de
4esus e $ela $resença do seu .s$<rito em nGs5
T/ leit$ra: 2 ale/ria da vida encontra-se no coração de quem ouve os mandamentos divinos e os vive na mesma
@idelidade de 4esus em relação ao 3ai5
U/ leit$ra: Ba @esta e-ultante desta Boite Santa, dei-emos que &eus trans@orme nosso coração $ara vivermos no
com$asso do coração divino e cresçamos na @15
E)stola: Bo Batismo rece'emos a vida nova, que nos @aA morrer $ara o $ecado e nos o@erece a condição de
viver $lenamente na @idelidade ao 3ai5
E$ANGEL&O – MC 1-1(+
RE(LE"O CELE!RATIVA ()'o)os&a de *omilia)
1 – CONTEMPLAR O TR:DUO PASCAL DE /ESUS
E Fr<duo 3ascal 1 a ima/em da vida humana, da histGria da humanidade, e 1 tam'1m a ima/em da vida $essoal
de cada um de nGs5 &a vida $essoal de quem se coloca na estrada de 4esus como disc<$ulo e disc<$ula do .van/elho5
BGs nos alimentamos na Mesa do Senhor, a$rendemos dele a @aAer do serviço nosso modo de viver e de ser5 ;omo
4esus, so@remos e $assamos $or momentos an/ustiantes, em nossos I=etsemaniJ, sentindo-nos a'andonados $or &eus
e $elos ami/os5 Fam'1m nGs, em intensidades di@erentes, $assamos $ela Ise-ta-@eira dolorosaJ e @aAemos e-$eriência
do silêncio de &eus5 E silêncio divino que acom$anhou a 3ai-ão de 4esus, tam'1m acom$anha nossas vidas em al/uns
momentos5 3rocuramos viver em &eus, mas o $erce'emos silencioso e, não $oucas veAes, sequer $erce'emos sua
$resença5 E sentimento de a'andono toma conta de nossa alma e, como aconteceu com 4esus, /ritamos em nossa
an/ustia: Imeu &eus, meu &eus, $or que me a'andonas(J
2 – A COMUNICA%ÃO SILENCIOSA DE DEUS
Bosso sentimento de a'andono torna-se ainda mais evidente quando meditamos a cele'ração que estamos
realiAando e constatamos que nosso &eus ama o di?lo/o, /osta de conversar e estar conosco5 Sua 3alavra 1 criadora,
diAia a 1ª leitura, $ro$Pe um caminho de li'ertação, ouvimos na leitura da $assa/em do $ovo he'reu $elo Mar Qermelho,
@ala $ara $rote/er a vida de Isaac, ouvimos na %ª leitura, cria um coração novo, onde ele mesmo $ossa ha'itar $ara estar
conosco, $roclamava a $ro@ecia de .Aequiel, na "ª leitura5 . mesmo assim, sentimos em nossos dias, na e-$eriência
di?ria de nossas vidas, que &eus continua silencioso e silenciando5 2 #essurreição de 4esus, no entanto, 1 a $rova
evidente que &eus se comunica atrav1s do silêncio e isso si/ni@ica que ele Hamais est? ausente5 Mesmo atravessando
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desertos, ele silencia, mas não se ausenta5 Bão o vemos, talveA, muitos de nGs, sequer o sentem $rG-imo, mas ele
caminha conosco como luA em nossas noites e como $roteção em dias ameaçadores5 E que @aAer $ara sentir a $resença
silenciosa de &eus(
3 – F7 COMO CONFIAN%A
2 Knica e-i/ência que ele coloca 1 a @15 Bão a crença 0 o crer que &eus e-iste, $or e-em$lo 0 mas a con@iança
que ele est? conosco e Hamais nos a'andona5 &iAia que o Fr<duo 3ascal, no qual cele'ramos o Mist1rio da 3?scoa de
4esus, re@lete o drama da humanidade diante do silêncio de &eus5 3or isso, $ela @alta de @1, $or não con@iar na $resença
de &eus, a humanidade se a@asta dele e, $ior que isso, torna-se indi@erente5 Forna-se uma humanidade voltada $ara si
mesma, com a $eri/osa con@iança que sua ciência 1 in@al<vel555 ;ontem$lando o so@rimento de 4esus na ;ruA,
com$reendemos a e-i/ência da @15 Bo au/e do silêncio divino, ele entre/ou ao 3ai o seu es$<rito, a sua vida, $or con@iar
que &eus estava com ele5 2 res$osta veio na #essurreição5 2li?s, não e-iste #essurreição sem @1, sem a con@iança
ina'al?vel de que &eus, mesmo silencioso, est? conosco, est? em nGs, no coração renovado e $uri@icado $ela @1 e $elo
amor5 2 @alta de @1, como con@iança da $resença silenciosa de &eus, a'andona a $essoa em suas an/Kstias e a im$ede
de remover as $edras que a se$ultam5 Somente com a @1, con@iando que 4esus caminha conosco 7como aconteceu em
.maKs: somos ca$aAes de remover $edras de dKvidas, de medos e de escravidPes ditadas $or modismos555
* – A P0SCOA DE /ESUS E A NOSSA P0SCOA
E Mist1rio 3ascal de 4esus, iniciado na `ltima ;eia, marcada $elo serviço, $ela a/onia do =etsemani, quando o
silêncio de &eus o an/ustiou, tornando-se $esad<ssimo no momento da ;ruA555 re@lete a vida da humanidade e nossa vida
$essoal5 Fam'1m nGs nos vemos an/ustiados e cruci@icados sem uma res$osta de &eus5 E Mist1rio 3ascal de 4esus tem
uma mensa/em clara e ur/ente ao mundo e a cada um de nGs: Itenha @1, con@ie em &eus e o Senhor te li'ertar? da
morteCJ Fe li'ertar? da morte que mata aos $oucos, com $edras que im$edem a $assa/em $ara a vida e $ara o viver,
se$ultando es$eranças, ale/rias, sonhos, $roHetos, relacionamentos nascidos com sementes de amor, que secaram e
morreram como $lanta que dei-ou de ser cuidada5 Luando esses momentos a$arecerem, &eus silencia $orque o 'arulho
est? tomando conta de nGs, em nossas ca'eças e em nossos coraçPes5 3or isso, 1 momento de voltar a con@iar em
&eus, $orque ele tira $edras que nos se$ultam $ara nos devolver a ale/ria da #essurreição5 ;on@ie em &eus e ele te
ressuscitar?C )eliA 3?scoaC 2leluiaC
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DOMINGO DA P0SCOA DO SEN&OR – 8 DE ABRIL DE 2012
LEITURAS
1ª leitura: 2t 10,8!a58"-!8 S ;omemos e 'e'emos com .le de$ois que ressuscitou
Salmo #es$onsorial: Sl 11" S .ste 1 o dia que o Senhor @eA $ara nGs
%ª leitura: ;l 8,1-! S .s@orçai-vos $ara alcançar as coisas do alto, onde est? ;risto
7%a leitura Uo$cionalV: 1;or ,*'-M S Nançai @ora o @ermento velho:
.van/elho: 4o %0,1-9 S .le devia ressuscitar dos mortos
7Missa ves$ertina - o$cional: Nc %!,18-8 S #econheceram 4esus ao $artir do $ão
Primeiro olhar
Ressurrei1ão de Jesus é o principal moti"o e"angeli!ador da Ngre2a. Ngre2a, constitu<da so&re a rocha Pedro 4Dt @W,@A6,
+ue entra no t:mulo e constata +ue o $enhor não está mais entre os mortos, existe para anunciar essa grande not<cia M
humanidade, a morte foi "encida, Jesus ressuscitou.
ILUMINADOS PELA PALAVRA
E com$romisso evan/eliAador da I/reHa tem in<cio com 3edro, diante da multidão, testemunhando que &eus
ressuscitou 4esus três dias de$ois de sua morte na ;ruA 71ª leitura:5 E coração da evan/eliAação, $ortanto, 1 a
#essurreição de 4esus5 .sta 1 a /rande not<cia que a I/reHa anuncia ao mundo, $ara que a vida seHa $lena entre nGs5
3edro convida todos a se unirem a esse $roHeto evan/eliAador $ara anunciar ao mundo a #essurreição de 4esus 71ª
leitura: como a o'ra mais maravilhosa das mãos de &eus 7salmo res$onsorial:5 3ara isso, 1 necess?rio 'uscar as coisas
do alto e dei-ar-se levedar com o @ermento da vida nova da #essurreição do Senhor 7%ª leitura:5
Besse tem$o da nova evan/eliAação, $ro$osta $elo 3a$a Bento TQI com o convite $ara evan/eliAar de modo
novo, semeando a semente do .van/elho sem Hamais esquecer que o centro da evan/eliAação 1 a #essurreição de
4esus5 Bo convite est? im$l<cito a necessidade de derru'ar muros que im$edem a ação evan/eliAadora, seHa dentro da
I/reHa, seHa os im$ostos $ela sociedade atual, cada veA mais indi@erente D reli/ião5 Es destinat?rios da nova
evan/eliAação, como no in<cio da I/reHa, continuam sendo o mundo inteiro, a sociedade na qual vivemos e aqueles que
ouviram o .van/elho, mas nunca o assumiram como I;aminho, Qerdade e QidaJ 74o 1!,*:5
Eutro as$ecto diA res$eito ao modo de evan/eliAar5 Luanto a isso, consideramos a atitude de 3edro, quando diA
que ele, os a$Gstolos e os disc<$ulos @oram constitu<dos testemunhas $ela convivência com o Senhor 71ª leitura:5 &eduA-
se que .van/eliAar 1 testemunhar uma e-$eriência de vida na convivência com 4esus5 > $ro$or um modo de viver
@undamentando-se na e-$eriência de conviver com 4esus, Icomendo e 'e'endo com eleJ, na intimidade de vida com o
Mestre 71ª leitura:5 2 evan/eliAação, e aqui entendemos a e-i/ência de 3aulo 7%ª leitura:, tem in<cio na avaliação
e-istencial da vida do evan/eliAador, levedada $elo @ermento do .van/elho, que o torna ca$aA de a'andonar as
as$iraçPes do mundo $ara se aliar ao $roHeto divino em @avor do mundo 7%ª leitura:5 E evan/eliAador 1 al/u1m que,
$ouco a $ouco, vai se tornando .van/elho vivo, a $onto de nele se estam$ar a $rG$ria vida e ima/em de 4esus 7=l %,%0:5
2 #essurreição de 4esus continua sendo, como @oi $ara os a$Gstolos e disc<$ulos, uma e-$eriência de @1 na vida
dos evan/eliAadores5 ;omo Maria e as mulheres, mesmo na madru/ada de suas dKvidas, sem$re 'uscam 4esus ;risto
7.van/elho:5 Mesmo questionando so're as /randes $edras que im$edem a a$ro-imação de 4esus, caminham em 'usca
de 4esus5 Bessa 'usca, 4oão @aA re@erência D i/nor6ncia dos disc<$ulos quanto a com$reensão das .scrituras
7.van/elho:, indicativo da essencialidade do conhecimento '<'lico $ara evan/eliAar5 .maKs 1 e-em$lo disso: quando a
3alavra de &eus arde em nGs $romove a e-$eriência $essoal de caminhar com 4esus ;risto 7.van/elho da missa da
noite:5 > quando nos sentamos $ara ouvir, comer e 'e'er com o Senhor ressuscitado 71ª leitura e .van/elho da missa da
noite:5
ILUMINADOS PELAS ORAÇÕES (eucologia da missa)
2 intenção, nesse &omin/o de 3?scoa, $ro$Pe o o@erecimento da .ucaristia $ela atividade evan/eliAadora da
I/reHa, nesse tem$o de nova evan/eliAação, e su$lica a /raça $ara que os evan/eliAadores testemunhem a e-$eriência
da convivência com 4esus5 #eAemos tam'1m $ara que os cele'rantes assumam o em$enho de evan/eliAar com
humildade, serenidade e ale/ria5
2le/ria, $orque nesse &omin/o, somos uma I/reHa e-ultante, que cele'ra o amor do 3ai mani@estado na
#essurreição de 4esus 7ant<@ona de entrada:, $roclamando a vitGria do nosso ;ordeiro 3ascal, 4esus ;risto 7aclamação
5*
ao .van/elho e ant<@ona de comunhão:5 2s sK$licas da I/reHa tam'1m $roclamam 4esus como vencedor da morte e
doador da vida nova D toda humanidade 7oração do dia:, o@erecendo o sacri@<cio $ascal, $ela qual a I/reHa renasce 7so're
as o@erendas: e dando /raças $or $oder $artici$ar da #essurreição do Senhor 7de$ois da comunhão:5
3roclamar a Eração .ucar<stica I com o 3re@?cio $rG$rio $ara essa cele'ração
Fema: IE Mist1rio 3ascalJ0 $roclamação de que 4esus 1 o verdadeiro ;ordeiro 3ascal, que tira o $ecado do
mundo e que $ela sua #essurreição nos deu vida nova5
ILUMINADOS PELA VIDA
.m todos os tem$os, mas es$ecialmente nesse Fem$o 3ascal, ouvimos @alar que o cristão 1 chamado a ser
testemunha @iel e convicto do .van/elho5 3enso que isso H? 1 id1ia adquirida em nossas comunidades, es$ecialmente
entre aqueles que atuam em nossas $astorais e, aqueles que $artici$am com certa @reqaência de nossas cele'raçPes5
Mas, não estou muito convencido que haHa clareAa quanto ao que si/ni@ica, na $r?tica, ser testemunha da #essurreição
de 4esus em nossos dias5 2inda se $erce'e que muitos con@undem o testemunho do .van/elho com anKncio ver'al, a
necessidade de @alar de &eus e de 4esus ;risto a todo momento, com o risco de serem vistos como @an?ticos5 Sem$re
que @alo so're isso, lem'ro-me de ;harles de )oucauld, que se $ro$\s evan/eliAar testemunhando o .van/elho sem
diAer nenhuma $alavra, mas vivendo o que o .van/elho diA entre os $o'res do deserto5 Mas isso não 1 tare@a @?cil5
+oHe, colhemos @rutos de uma mentalidade reli/iosa medi?tica, que concentra sua atividade evan/eliAadora no
r?dio, na internet, na televisão com $re/açPes, cele'raçPes de Missas, $romoção de devoçPes e, $edidos de aHuda $ara
manter seus $ro/ramas no ar5 Isso começou chamar minha atenção quando, anos atr?s, um 'is$o 'rasileiro, muito
in@luente na atividade $astoral e social na I/reHa do Brasil, comentava que ser? muito di@<cil veri@icar @rutos
evan/eliAadores com tanto $editGrio em $ro/ramas que se diAem evan/eliAadores5 ;laro que nin/u1m vive de ar e o
dinheiro $ara manter tal atividade evan/eliAadora 1 im$ortante e necess?rio, o $ro'lema 1 a aversão $o$ular quando se
mistura dinheiro com reli/ião5 Se e-iste aversão, $romove-se o a@astamento e, a evan/eliAação se $erde5
Eutra coisa que começo notar em nossos dias, talveA como resultado da evan/eliAação midi?tica, 1 a
im$ort6ncia que os Hovens atri'uem D mKsica como crit1rio evan/eliAador5 Qenho de outras 1$ocas, 1 verdade, na minha
Huventude, nossa $reocu$ação evan/eliAadora era militante555 cri?vamos 'oletins, $romov<amos mutirPes $ara aHudar
necessitados, $ro$Knhamos re@ormas5 Isso ainda e-iste onde $adres motivam Hovens ao testemunho do .van/elho como
atividade $r?tica e não tanto e-$ressão musical5 In@eliAmente, al/uns ainda $ensam que se as mKsicas da missa @orem
Hovens, os Hovens virão $ara a I/reHa5 4? est? $rovado que isso não @unciona, mesmo $orque a qualidade art<stica de
al/umas 'andas 1 so@r<vel at1 $ara os $arentes5
E elemento @undamental da evan/eliAação 1 4esus ;risto5 > uma $essoa que anunciamos, que $ro$omos como
modelo de vida, incentivando a viver como ele viveu, relacionando-nos como ele se relacionava5 Isso e-i/e que o
evan/eliAador tenha e-$eriência de vida com 4esus e com o seu .van/elho5 Si/ni@ica que o evan/eliAador conheça a
@inalidade da evan/eliAação5 Se isso $arece sim$lGrio e $rim?rio, não estou convencido que esteHa claro na ca'eça de
muitos que entraram na estrada da evan/eliAação5 E evan/eliAador de nossos dias não @ala muito, mas vive e d? motivos
evan/1licos de sua vivência, iluminados na #essurreição do Senhor5 .sse 1 aquele que leveda sua vida onde vive com o
@ermento do .van/elho 7%ª leitura:5 7)rancisco #1/is:
CONTETO CELE!RATIVO
3roclamamos a morte e a #essurreição do Senhor, dis$ondo a nos aliar ao $roHeto divino, $ara testemunhar com
a vida 0 com atitudes e $alavras 0 aquilo que cremos, que reAamos e somos: cristãos e cristãs que vivem no
disci$ulado do .van/elho5
Oração
)oncedei%me a gra1a de ser e"angeli!ador, $enhor/ #irai de mim o medo, fermento +ue le"eda em mim o respeito
humano, e transforma minha fé em pouca "alia. .a!ei com +ue eu aspire Ms coisas do alto, +ue me torne ser"idor
da "ida, como fostes entre n8s. )on"idai%me, uma "e! mais, a caminhar ao teu lado, como os disc<pulos de 3ma:s.
Doti"ai minha fé a não te procurar entre os mortos, e fortalecei%a para rolar pedras +ue me fa!em du"idar, +ue
promo"em cren1a indi"idualista, +ue le"antam de mil desculpas. 58s +ue sois o 5i"ente, o 5encedor, derrotai em
mim toda semente de morte, para +ue eu possa participar plenamente de "ossa Ressurrei1ão. mém/ 4$56
5,
VAMOS CANTAR A CELE!RAÇ"O
NB
s can17es sugeridas t(m a finalidade de facilitar o repert8rio da cele&ra1ão. 9ormalmente, propomos cinco can17es. )aso,
nenhuma se2a conhecida, a poesia da letra poderá orientar na escolha de outra can1ão. Os n:meros entre par(ntesis indicam
o n:mero da can1ão, na lista ap8s comentário.
Siglas
S2N – a letra da canção encontra-se na $?/ina – RRR5litur/ia5$ro5'r
+N S I+in?rio NitKr/ico da ;BBBJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela ;BBB:
;E S I;antos e EraçPesJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela .ditora QoAes, %00!:
N S INouvemosJ 7Nivro de cançPes $u'licado $ela I2ssociação do Senhor 4esusJ:
;& S ;& $u'licado $ela 3aulus com cantos do +in?rio NitKr/ico da ;BBB5
]m canto de ale/ria, um WaleluiaW e-ultante, um /rito de vitGria so're a morte $ara $roclamar a #essurreição de
4esus5 .stes são os sentimentos de quem cele'ra e canta ;risto ressuscitado na cele'ração desse &omin/o da 3?scoa5
Entrada: os ritos iniciais são um convite $ara dar /raças a &eus $ela o'ra maravilhosa que ele o$erou atrav1s
da #essurreição de 4esus 7S#:5 3or isso, a I/reHa vai ao encontro do Senhor cantando sua /ratidão e sua ale/ria5
1 – I;risto ressuscitou, aleluiaJ 7S2N 19: 7;E 80:
% – I3or sua morte, a morte viu o @imJ 7S2N "8: 7;E 811:
8 – IE Senhor ressur/iu, aleluia, aleluiaJ 7S2N 908: 7;E %9:
! – I4esus ;risto, nossa 3?scoaJ 7S2N 90: 7;E %"9:
– I.ste 1 o dia do SenhorJ 7S2N 90*: 7;& INitur/ia TQ – 3?scoa 2no ;J, @ai-a 1:
Eutras cançPes de entrada no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N 901V US2N 90%V US2N 90!V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X0%8Y%0cristoY%0ressuscitouY%0aleluia(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7% htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$orY%0suaY%0morteY%0aY%0morte(vieRSls
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XoY%0senhorY%0ressur/iuY%0entrada(vieRSlsZsu//ested
2s$ersão: o Batismo nos torna $artici$antes da #essurreição de 4esus e nos convoca $ara ser evan/eliAadores,
anunciadores da Boa Bova ao mundo: o Senhor venceu a morte e $or isso a ?/ua do .s$<rito Santo de &eus @oi
as$er/ida em nossas vidas5
1 – I2 minhgalma tem sedeJ 7S2N 1M!: 7;E %**:
% – Ie/ua cristalinaJ 7S2N MM8: 7N "10:
8 - I.-iste um $oçoJ 7S2N 899: 7;E %*M:
! - IBanhados em ;ristoJ 7S2N MM!: 7;E 1!9@: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 11:
- I.u vi, @oi a ?/uaJ 7S2N MM: 7;E %*: 7;& IFr<duo 3ascal IIJ, @ai-a 1%:
Eutras cançPes $ara a as$ersão no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N MM1V US2N MM%V
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1Xe-isteY%0umY%0$oY;8Y2"oY%0noY%0meioY%0doY%0deserto(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7!: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X'anhadosY%0emY%0cristo(vieRSls
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XeuY%0viY%0@oiY%0Y;8Y21/ua(vieRSlsZsu//ested
Salmo resonsorial: e-ultemos de ale/ria, $orque &eus, em sua misericGrdia in@inita, ressuscitou 4esus dentre
os mortos, derrotando a morte e o@erecendo-nos a $ossi'ilidade de vivermos $lenamente a vida divina5
1 – ;@5 em +N da ;BBB, @asc5 %, $5 "!
% – ;@5 em ;antando os Salmos e aclamaçPesJ 73aulus:, $5 11*5
8 - I2leluia, rendei /raçasJ 7S2N M"M: 7;E %!: 0 outras melodias: ;E % e %*5
! – I2leluiaC .ste 1 o diaJ 7S2N 90": 7;E %"!: 7;& INitur/ia TQ – 3?scoa 2no ;J, @ai-a %:
– I.ste 1 o dia que o Senhor @eAJ htt$:XXm$8sOull5comXm$8Xestefofdiafquefofsenhorf@eA5html
55
Euvir salmo htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X08Y%0.steY%0.Y%0oY%0diaY%07SlY%011":5m$8(vieRSls
Se(VLncia ascal: o anKncio 1 tão @estivo que necessita ser re$etido v?rios veAes, anunciando a Boa Bot<cia da
#essurreição do Senhor5 .ssa 1 uma das @unçPes e @inalidade ritual da seqaência $ascal5
1 – +in?rio NitKr/ico da ;BBB, @asc5 %, $5 1%8 7S2N 90M:
% – ;antando os salmos e aclamaçPes 73aulus:, $5 199
8 – Seqaência $ascal 7;E 801, ;E 80%: 0 letra em 7S2N 90M:
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XsequY;8Y22nciaY%0$ascal(vieRSlsZsu//ested
Aclamação ao E!angelho: 4esus 1 o ;ordeiro 3ascal, imolado $ela nossa Salvação, no altar da ;ruA5 =raças a
ele, a vida divina @oi derramada so're nGs e $elo seu san/ue @omos li'ertados do mal e $uri@icados $ara sermos
ha'itação do .s$<rito de &eus5
1 – I2leluiaC 2le/ria, minha /enteJ 7S2N 909: 7+N @asc5 %, $5 10":
% – I2leluiaC E nosso ;ordeiro 3ascalJ 7S2N 910: 7;E %9":
8 – I;risto venceu, aleluiaCJ 7S2N 911: 7;E %":
! – ILue ale/ria, ;risto ressur/iuJ 7S2N M1: 7;E %M*:
– I2leluiaC Bossa 3?scoa 1 4esus ;ristoJ 7;& INitur/ia TQ – 3?scoa 2no ;J, @ai-a 8:
Eutra canção de aclamação no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N 91%V
Euvir canção 71: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X1"MY%0aleluiaY%0ale/riaY%0minhaY%0/ente(vieRSls
Euvir canção 7%:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XaleluiaY%0oY%0nossoY%0cordeiroY%0$ascal(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XcristoY%0venceuY%0aleluia(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7!: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XqueY%0ale/riaY%0cristo(vieRSlsZsu//ested
O"ertas: que &eus acolha com 'ons olhos nossas sim$les o@ertas 71:, $ois no $ão e no vinho se encontram a
vida de cada cele'rante, de cada irmão e irmã com deseHo de viver e $artici$ar da ressurreição do Senhor5
1 – IBendito seHas, rei da /lGriaJ 7S2N MM": +N, @asc5 %, $5 1%%:
% – I.m $rocissão vão o $ão e o vinhoJ 7S2N %!: 7;E %M":
8 – IE@ertamos ao Senhor um mundo novoJ 7S2N %*9: 7;E "%8:
! – I2 terra tremeuJ 7S2N 91*: 7;E %98:
– ISenhor vencestes a morteJ 7S2N 91": 7;& INitur/ia TQ – 3?scoa 2no ;J, @ai-a !:
Eutras cançPes $ara o rito das o@ertas no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N 91!V US2N 91V US2N MMMV
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X'enditoY%0seHasY%0Y;8YB8Y%0reiY%0daY%0/lY;8YB8ria(
vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 78: htt$:XXm$8sOull5comXm$8Xo@ertamosfaofsenhorfumfmundofnovo5html
#om$nhão: a $rocissão at1 a Mesa .ucar<stica, $ara comer e 'e'er a 3?scoa de 4esus ;risto, @aA memGria de
que ele 1 o ;ordeiro 3ascal, imolado $ara a nossa Salvação 71:, e incentivo $ara um dia $artici$armos da eternidade @eliA
7%:5
1 – I;risto, nossa 3?scoa, @oi imoladoJ 7S2N M90: 7+N da ;BBB, @asc5 %, $5 1%":
% – I2ntes da morte e ressurreição do SenhorJ 7S2N %MM: 7;E %MM:
8 – IBa mesa sa/rada se @aA unidadeJ 7S2N 808: 7;E 89M:
! – I;ele'remos nossa 3?scoa na $ureAaJ 7S2N 91M: 7;E %9!:
– I[ morte onde est? tuaJ 7S2N 919: 7;E 81!: 7;& INitur/ia TQ – 3?scoa 2no ;J, @ai-a :
Eutras cançPes $ara comunhão no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N M91V US2N 808V US2N M9!V US2N M9V
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XcristoY%0nossaY%0$Y;8Y21scoaY%0@oiY%0imolado(vieRSlsZsu//ested
5"
Euvir canção 7%: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$ascoa-2ntesfdafMorte5m$8(vieRSls
Euvir canção 78: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnaY%0mesaY%0sa/rada(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XY;8YB8Y%0morteY%0ondeY%0estY;8Y21Y%0tuaY%0vitY;8YB8ria(
vieRSlsZsu//ested
En!io: o com$romisso com a nova evan/eliAação marca a re@le-ão dessa cele'ração e 1 convite $ara
trans@ormar a vida humana em louvor 71:, $roclamando a ale/re not<cia da #essurreição do Senhor 7!:5
1 - IBossa vida 1 um louvorJ 7S2N M9*: 7;E %"M:
% – IBossa ale/ria 1 sa'er que um diaJ 7S2N !M8:
8 – I3ela ale/ria que reina em toda $arteJ 7S2N M9": 7;E %M!:
! – I#essuscitouC Foda I/reHa $roclamaJ 7S2N M9M: 7;E %M9:
– I2leluia, aleluiaC +oHe a morte @oi vencidaJ 7S2N M99: 7;E 800:
Eutra canção de envio no site: RRR5litur/ia5$ro5'r
US2N 900V
Euvir canção 71:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XnossaY%0vidaY%0Y;8Y29Y%0umY%0louvor(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7%: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X!99Y%0-Y%0nossaY%0ale/riaY%0Y;8Y29Y%0sa'erY%0que
Y%0umY%0dia(vieRSls
Euvir canção 78:
htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X$elaY%0ale/riaY%0queY%0reinaY%0emY%0todaY%0$arte(vieRSlsZsu//ested
Euvir canção 7: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1XhoHeY%0aY%0morteY%0@oiY%0vencida(vieRSlsZsu//ested
O #UE VALORI$AR NA CELE!RAÇ"O
E conte-to es$acial das leituras se desenvolve no tKmulo vaAio, onde são encontrados os lençGis e o sud?rio
que co'ria 4esus5 E .van/elho o@erece o detalhe que estavam do'rados5 Eutro conte-to es$acial 1 o testemunho de
3edro, anunciando a #essurreição de 4esus em $raça $K'lica5
ESPA@O SI:BHLI#O: a ;ruA sem a ima/em do cruci@icado, ornada com @lores e com um $ano 'ranco
estendida so're ela, tendo aos $1s os lençGis do'rados, 1 nossa $ro$osta de es$aço sim'Glico $ara essa cele'ração,
acrescentado ao arranHo da cele'ração da Qi/<lia 3ascal5 Es arranHos da Qi/<lia continuam, não somente $or questPes
$r?ticas evidentes, mas tam'1m $ara evidenciar a continuidade entre aquela e esta cele'ração, $roclamando e
cele'rando a #essurreição do Senhor5
2 $ro$osta $ara ornar o ;<rio 3ascal,
neste ano de %01%, ressalta a ale/ria
da natureAa, re$resentada $elo verde
da @olha/em e $ela variedade das
@lores5
Nem'ramos que a variedade das @lores
deve res$eitar aquilo que 1 $rG$rio de
cada comunidade5
5)
E arranHo $oder? ser colocado ao
lado do altar, mas dado as
dimensPes do mesmo, $oder? ser
colocado em outra $arte do
$res'it1rio5
E sim'olismo da $edra rolada, na
'ase do arranHo, a @lor vermelha
indicando o testemunho martirial de
4esus, @loresce em es$erança
7verde: e na 'usca da luA que 'rilha
mais que o sol 7/irassGis:
4RASE #ELEBRATI>A: a
cele'ração da 3?scoa 1 um evento
evan/eliAador, com a qual a I/reHa
anuncia ao mundo inteiro a
#essurreição de 4esus5
4rase cele,rati!a
)antemos ao $enhor, leluia,
Jesus ressuscitou/
]m $ainel, com uma luA
res$landecente saindo da
se$ultura de 4esus, ilumina com
todas as cores a vida de quem
crê con@iantemente na
#essurreição de 4esus5
E2UIPE DE A#OL;IDA: o anKncio da #essurreição do Senhor 1 a e-ultação de ale/ria que cada cristão
comunica como 'oa nova de vida a quem encontrar5
4rase de acolhida
.eli! Páscoa/ O $enhor ressuscitou/
Ba des$edida, a equi$e de acolhida retoma a anti/a e tradicional @orma de saudação da I/reHa, na qual o ministro
e o cele'rante dialo/am so're a #essurreição de 4esus5
Na desedida "inal
M - )risto ressuscitou/
T - 5erdadeiramente ressuscitou/
A:BIENTA@AO: o am'ientador se servir? do conte-to de ale/ria $ela #essurreição do Senhor, $resente em
toda a I/reHa, $ara introduAir os cele'rantes no conte-to cele'rativo desse &omin/o, tão im$ortante a todos nGs5 3oder?
@aAer isso diri/indo um momento de louvor, com oraçPes e cançPes de ação de /raças ao 3ai, $ela #essurreição de
4esus, e na @1 que tam'1m nGs $artici$aremos da mesma /raça5 2 conclusão da am'ientação $oder? ser @eita com o
acolhimento da ;ruA vitoriosa, que ir? com$or o es$aço sim'Glico, como $ro$osto acima5 E am'ientador $ede que todos
se voltem $ara o corredor central da i/reHa $ara acolhr cantando IaleluiasJ, a entrada da ;ruA, o tro@1u da vitGria da vida
so're a morte5
RITOS INICIAIS
E convite $ara ale/rar-se e $artici$ar da #essurreição do Senhor motiva os cele'rantes a renovarem a ale/ria
interior e @aA dessa cele'ração um momento de e-ultação e de /ratidão a &eus, $ela ressurreição de 4esus5
ANTI4ONA DE ENTRADA: 1 necess?rio e 1 nosso dever dar /raças e louvores a &eus, que ressuscitou 4esus e
nos a'riu as $ortas da imortalidade5
5+
Ant)"ona de entrada
9a "erdade o )risto ressuscitou, aleluia/ ele o poder e a gl8ria pelos séculos eternos.
A#OL;IDA PRESIDEN#IAL: reconhecimento $K'lico que a misericGrdia divina nos concede a /raça de
$artici$ar da vida $lena que vem da #essurreição de 4esus5
:odelo ara acolhida residencial
legremo%nos, por+ue Deus em sua miseric8rdia, nos concede a gra1a de participar da "ida plena na
Ressurrei1ão de Jesus.
:ONI@AO INI#IAL: o motivo da ale/ria, na I/reHa, 1 a vitGria de 4esus so're a morte, com sua #essurreição, a
mesma #essurreição que torna a noite mais clara que o dia5
:odelo de monição inicial
Nrmãos e Nrmãs, ho2e ressoa na Ngre2a o an:ncio pascal, )risto Ressuscitou/ 3le "i"e para além da
morteF ele é o "encedor da morteF ele é o $enhor dos "i"os e dos mortos. 9a “noite mais clara +ue o
dia”, n8s contemplamos na Ressurrei1ão de Jesus a "it8ria da "ida so&re a morte. )ele&remos, pois, o
$enhor ressuscitado, intercedendo a gra1a de participar de sua ressurrei1ão.
7'reve $ausa silenciosa:
ASPERSAO #O: A ?DUA BATIS:AL: $ela ?/ua 'atismal, nGs nos tornamos $artici$antes da #essurreição de
4esus e somos destinados D evan/eliAação5
Anotaç%es r&ticas
O rito da aspersão com a água &atismal poderá ser desen"ol"ido com o seguinte rito,
@ I acolher a água &atismal, a&en1oada na 5ig<lia Pascal com uma can1ão.
> I apresentar a água &atismal aos cele&rantes
H I aspergir os cele&rantes com a água &atismal 4padre e ministros6
R I cantar uma can1ão alegre durante a aspersão
$e a água &atismal esti"er no pres&itério, pedir +ue dois 2o"ens colo+uem um pouco de água numa 2arra de "idro e a
apresentem M assem&léia, en+uanto os cele&rantes acolhem a água com uma can1ão 4@ e >6. 9ão se a&en1oa a água &atismal,
uma "e! +ue a mesma foi a&en1oada na 5ig<lia Pascal. O padre e os ministros tomam água suficiente para aspergir a
assem&léia 4H6, en+uanto a assem&léia participa cantando 4R6. Depois da aspersão, a água é de"ol"ida para o recipiente onde
se conser"a a água &atismal, a&en1oada no $á&ado $anto.
Euvir a canção: htt$:XXsearch5!shared5comXqX1X'anhadosY%0emY%0cristo(vieRSls
Asersão com a &g$a ,atismal
3 – Ba ale/ria da 3?scoa de 4esus ;risto, acolhamos a ?/ua 'atismal, com a qual seremos as$er/idos, e
cantemos a /raça de $ertencer totalmente a &eus5
4'm ou "ários cele&rantes podem acompanhar a entrada da água &atismal, +ue será le"ada até o local onde se
encontra o padre e os ministros +ue o irão a2udar na aspersão da água so&re os cele&rantes6
Re"rão orante ara acomanhar a entrada da &g$a ,atismal
Banhados em )ristoO somos uma no"a criatura.O s coisas antigas 2á passaram,O $omos nascidos de
no"o.O leluia, leluia, leluia/
RITO DE DLORI4I#A@AO INI#IAL: &eus 1 o autor da #essurreição de 4esus 71N:, a ele seHa dada a /lGria e a
/ratidão $or essa /rande e maravilhosa o'ra e-istencial 7S#:5
:odelo de moti!ação ara o rito do glNria
)om o cora1ão em festa por+ue o $enhor está "i"o e presente entre n8s, cantemos nossa gratidão ao Pai.
5-
ORA@AO DO DIA: que &eus conceda a /raça de renovar os cele'rantes $elo seu .s$<rito Santo, na cele'ração
da #essurreição de 4esus
Oremos: L Deus, por "osso .ilho 'nig(nito, "encedor da morte, a&ristes ho2e para n8s as portas da
eternidade. )oncedei +ue, cele&rando a Ressurrei1ão do $enhor, reno"ados pelo "osso 3sp<rito,
ressuscitemos na lu! da "ida no"a. P)9$.
LITURGIA DA PALA$RA
3edro, ao testemunhar 4esus em $raça $K'lica, e os disc<$ulos de .maKs, que voltam $ara relatar o encontro
com o #essuscitado, têm al/o em comum: anunciam a #essurreição de$ois de @aAer e-$eriência $essoal com 4esus5
PRO#ISSAO DO E>ANDELI?RIO: $re$arar um rito solene $ara acolher o .van/eli?rio, $resença viva de 4esus
;risto ressuscitado, anunciando sua #essurreição5
Anotaç%es r&ticas
@ I Organi!ar uma procissão solene com incenso e "elas acesas
> I )on"idar 2o"ens e crian1as para participar da procissão com alguma coreografia
H I Pode%se 2ogar pétalas de flores no caminho onde passará o 3"angeliário
R I =e"ar o 3"angeliário &em alto I ostensi"amente.
G I clamar o 3"angeliário com palmas e muita festa.
W I Padre 4ou diácono6 proclamar o 3"angelho cantando.
3ro$osta $ara a homilia
E'Hetivo: esclarecer que #essurreição não se resume num @ato histGrico ou num evento cele'rativo, mas 1 @onte
de anKncio da vida nova que &eus nos o@erece em ;risto 4esus5
&in6mica: a homilia $oder? ser tematiAada com ima/ens: 71: @oto de $adre a$resentando a hGstia consa/rada
aos cele'rantes, no momento da consa/ração, 7%: /ravura '<'lica da $re/ação de 3edro, 78: $essoas ale/res,
conversando ou cantando, 7!: outra ima/em de $essoas ale/res, 7: votos de )eliA 3?scoa5
PRO4ISSAO DE 4J: na verdade e na realidade da #essurreição de 4esus ;risto, os cele'rantes $ro@essam a @1
como @ilhos e @ilhas da #essurreição5
P - )remos +ue Jesus )risto padeceu, morreu e foi sepultado. )remos +ue )risto ressuscitou e está "i"o
no nosso meio. )remos +ue somos filhos da ressurrei1ão e +ue um dia ressuscitaremos com o $enhor
Jesus. )remos +ue somos en"iados a e"angeli!ar com o testemunho da "ida a Ressurrei1ão de nosso
$enhor. Professemos a nossa fé, )reio em Deus Pai...
ORA@AO DOS 4IJIS: /lori@icação a 4esus ;risto, o vencedor da morte, intercedendo $elas necessidades da
I/reHa, do mundo e de cada cristão5
3 – Bendi/amos a ;risto, nosso Salvador, que $ela sua #essurreição iluminou o mundo, e o invoquemos com
humildade, diAendo:
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
15 Senhor 4esus, cele'ramos nesse &omin/o 3ascal a vossa #essurreição,
0 e vos $edimos que a es$erança da vossa /lGria ilumine a atividade evan/eliAadora da I/reHa no mundo inteiro5
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
%5 Nevedados $elo @ermento do .van/elho, que vossa #essurreição nos @aça crescer no amor,
0 a @im de que tudo concorra $ara o nosso 'em e o 'em de todas as $essoas5
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
85 ;onvocados a ser aliados do $roHeto divino na nova evan/eliAação,
"0
0 @aAei, Senhor, que o testemunho do .van/elho 'rilhe em nossas vidas e que nossas o'ras /lori@iquem &eus
3ai5
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
!5 ;omo aos disc<$ulos de .maKs, que acom$anhastes em sua dece$ção, nGs vos su$licamos:
0 @icai conosco, Senhor, $ara que o sol da vida $lena de vossa #essurreição Hamais se a$a/ue entre nGs5
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
5 Lue a sa'edoria de vossa #essurreição, traduAida no .van/elho,
0 sem$re nos acom$anhe, $ara que andemos nos caminhos da vida nova5
# I Nluminai, $enhor, os nossos caminhos/
3 – Bendito e /lori@icado seHais, Senhor da /lGria, ressuscitado e vencedor da morte5 ;onsiderai as sK$licas que
colocamos diante de vosso trono /lorioso, $ara que $ossamos testemunhar vossa #essurreição $elo testemunho de
nossas vidas5 QGs que sois o vivente ha'itando $ara sem$re com o 3ai e o .s$<rito Santo5
F – 2m1mC
LITURGIA SACRAMENTAL
E@erecer a ale/ria de $artici$ar da Qida Bova, que vem da #essurreição do Senhor, 1 um modo de dar /raças
$ela o'ra maravilhosa que &eus realiAou em 4esus e deseHa realiAar na vida de cada cele'rante5
PRO#ISSAO DAS O4ERTAS: aquele disc<$ulo e disc<$ula que corre ao encontro da #essurreição, e trans@orma
sua vida em serviço @raterno, 1 convidado a $artici$ar com ale/ria da $rocissão que conduA as o@erendas ao altar do
Senhor5
Anotaç%es r&ticas
; uma procissão diferente, no sentido de soleni!á%la pela alegria, depositando flores diante do altar ou diante do )<rio
Pascal, ou, le"ando as oferendas cantando e dan1ando em coreografia ritual. #udo para sim&oli!ar a alegria +ue a
Ressurrei1ão do $enhor nos oferece.
ORATE 4RATRES: a ale/ria do o@erecimento da vida, no &omin/o da 3?scoa, @aA de nossas o@erendas um
sacri@<cio a/rad?vel ao 3ai5
Orate "ratres
Orai, irmãos e irmãs, para +ue a alegria com +ue ofertamos nossas oferendas, no dia da Ressurrei1ão do
$enhor, torne nossas "idas ofertas agradá"eis a Deus Pai todo%poderoso.
ORA@AO EU#ARISTI#A: quando o .s$<rito de &eus 1 invocado $ara consa/rar as o@erendas da comunidade,
o Senhor ressuscitado se @aA $resente no 3ão e Qinho eucaristiAados5
:odelo de monição ara a Oração E$car)stica
presen1a do $enhor ressuscitado em nosso meio alcan1a seu modo máximo no Pão e no 5inho
consagrados. )om respeito e com muita fé, participemos deste momento de Ressurrei1ão entre n8s.
PREPARA%ÃO PARA A COMUN&ÃO
)eliAes os convidados $ara $artici$ar da #essurreição do Senhor, alimentando-se da .ucaristia, @onte de vida
nova $ara quem assume o .van/elho como estilo de vida5
PAI NOSSO: iniciar a $re$aração $ara $artici$ar da Mesa .ucar<stica, @aAendo memGria desse dia em que 4esus
venceu a morte5
#on!ite ara o Pai nosso
"1
9o dia em +ue Jesus )risto "enceu a morte, ele"emos ao Pai nossa ora1ão como o Destre ressuscitado,
nos ensinou, Pai nosso...
ABRA@O DA PAK: evan/eliAar 1 um modo de cultivar e semear a $aA divina no meio do mundo e, de modo
es$ecial, onde vive cada cele'rante5
Proosta de sa$dação da a'
9ossa partilha da pa! se2a um gesto de ressurrei1ão e de compromisso e"angeli!ador. $audemo%nos em
)risto Jesus.
#ON>ITE PARA A #O:UN;AO: como aconteceu em .maKs, assim somos convidados a $artici$ar da Mesa
divina $ara comer e 'e'er a 3?scoa de 4esus5
Proosta de con!ite ara a com$nhão
legremo%nos no $enhor, por+ue ele nos con"ida a comer e &e&er a sua Páscoa. 3is o )ordeiro de Deus,
+ue tira o pecado do mundo.
ANTI4ONA DE #O:UN;AO: a$ro-imar-se da Mesa da ;omunhão, onde se 1 alimentado com o $ão sem
@ermento, s<m'olo da retidão e da verdade5
Ant)"ona de com$nhão
O )risto, nossa Páscoa foi imoladoFO cele&remos a festa com pão sem fermento, O o pão da retidão e da
"erdade.O leluia/
RITOS FINAIS
Fodo o Fem$o 3ascal, a começar desse &omin/o, 1 um envio evan/eliAador $ara testemunhar o .van/elho em
todas as $artes do mundo, es$ecialmente, na sociedade onde vive cada cele'rante5
>OTOS DE 4ELIK P?S#OA: em veA do com$romisso concreto, como se @aA em todas as cele'raçPes
dominicais, o $adre renova os votos de @eliA 3?scoa aos cele'rantes e a toda a comunidade5 3ode-se @aAer isso
evidenciando o com$romisso com a nova evan/eliAação e incentivando todos $ara que dei-em o @ermento da
#essurreição levedar suas vidas5
Anotaç%es r&ticas
ntes da &(n1ão final, o padre dese2a "otos de .eli! Páscoa a todos os cele&rantes, incluindo no mesmo o compromisso
concreto e necessário do testemunho "i"o, de +ue )risto está presente entre n8s por+ue ressuscitou.
Sa$dação ascal
E ministro da acolhida 7que a/ora ser? de des$edida: des$ede-se do cele'rante diAendo: I)eliA 3?scoa, o
Senhor ressuscitouJ5 E cele'rante res$onde: I)eliA 3?scoa, verdadeiramente ressuscitouCJ
B=N@AO E DESPEDIDA: que &eus conceda a /raça da Qida Bova a todos que $artici$am do Mist1rio 3ascal
de ;risto5
Anotaç%es r&ticas
Para esta cele&ra1ão é dada a &(n1ão solene da Páscoa, +ue se encontra no Dissal Romano, p. G>>, n. W, com a mesma
&(n1ão da 5ig<lia Pascal.
BLnção da >ig)lia Pascal
3 – E Senhor esteHa convosco
F – .le est? no meio de nGsC
3 – Lue o &eus todo-$oderoso vos a'ençoe nesta solenidade $ascal e vos $roteHa contra todo $ecado5
F – 2m1mC
3 – 2quele que nos renova $ara a vida eterna, $ela #essurreição de seu )ilho, vos enriqueça com o dom da
imortalidade5
F – 2m1mC
"2
3 – . vGs, que transcorridos os dias da 3ai-ão do Senhor, cele'rais com ale/ria a @esta da 3?scoa, $ossais
che/ar e-ultantes D @esta das eternas ale/rias5
F – 2m1mC
3 – 2'ençoe-vos &eus todo-$oderoso, 3ai e )ilho e .s$<rito Santo5
F – 2m1mC
Anotaç%es r&ticas
despedida desta cele&ra1ão é feita com o acréscimo de dois “aleluias”, de prefer(ncia cantado. dotamos a mesma f8rmula
de despedida da 5ig<lia Pascal.
EMemlo de en!io da com$nidade
Proclamai, ho2e e sempre, a Ressurrei1ão do $enhor. Nde em pa! e o $enhor "os acompanhe, aleluia,
aleluia.
#% *ra1as a Deus, aleluia, aleluia.
LITUR%IA DA PALAVRA (lei&u'as)
Atenção
9o +uadro a&aixo estamos propondo uma moni1ão geral da =iturgia da Pala"ra, +ue poderá ser feita pelo sacerdote ou pelo
comentarista. 3sta moni1ão elimina as moti"a17es de cada uma das leituras.
ssim como as mulheres correram ao t:mulo "a!io para anunciar a Ressurrei1ão de Jesus, assim como Pedro
toma a pala"ra e anuncia o 3"angelho da Ressurrei1ão de Jesus, como a o&ra mais mara"ilhosa reali!ada por
Deus, cada um de n8s é con"idado a ser e"angeli!ador, deixando%nos le"edar pelo fermento do 3"angelho.
PRIMEIRA LEITURA: AT 103*A23+(*3
SALMO RESPONSORIAL ( SL 11+
3ste é o dia +ue o $enhor fe! para n8s,O legremo%nos e nele exultemos/
Anotaç%es r&ticas
9osso contexto cele&rati"o sugere a proclama1ão da >
a
leitura, +ue segue.
2, LEITURA: 1CR )-B(8
SEQ<1NCIA PASCAL
1. ;antai, cristãos, a@inal:X WSalve, G v<tima $ascalCWX ;ordeiro inocente, o ;ristoX a'riu-nos do 3ai o a$risco5
2. 3or toda ovelha imolado,X do mundo lava o $ecado5X &uelam @orte e mais @orte:X 1 a vida que en@renta a morte5
*. E rei da vida, cativo,X 1 morto, mas reina vivoCX #es$onde $ois, G Maria:X no teu caminho o que havia(
,. WQi ;risto ressuscitadoX o tKmulo a'andonado5X Es anHos da cor do sol,X do'rado ao chão o lençolJ5
5. E ;risto, que leva aos c1usX caminha D @rente dos seusCX #essuscitou de verdade5X [ #ei, G ;risto $iedadeC
ACLAMA%ÃO AO E$ANGEL&O: /O 201(.
Alel$ia* alel$ia* alel$iaW
E nosso ;ordeiro 3ascal,X 4esus ;risto, H? @oi imolado5X ;ele'remos, assim, esta @esta,X Ba sinceridade e verdade5
E$ANGEL&O: /O 201(.
RE(LE"O CELE!RATIVA ()'o)os&a de *omilia)
1 – ANUNCIAMOS TUA MORTE E PROCLAMAMOS TUA RESSURREI%ÃO
&urante a Eração .ucar<stica, a$Gs a consa/ração do 3ão e Qinho em ;or$o e San/ue do Senhor, uma das
aclamaçPes $roclama: Ianunciamos, Senhor, a vossa morte e $roclamamos vossa #essurreição5J )aAemos isso em
todas as Missas, mas tem hoHe um sentido es$ecial nessa cele'ração do &omin/o da 3?scoa5 Se o &omin/o 1 chamado
de 3?scoa Semanal, hoHe, e-iste um ressalto es$ecial, cele'rando e $roclamando do modo mais solene $oss<vel a Morte
"*
e a #essurreição de 4esus5 Se diAemos que Ianunciamos e $roclamamosJ, entendemos tam'1m que não se trata de
momento ritual, mas daquilo que somos chamados a ser: anunciadores da morte de 4esus e $roclamadores da sua
#essurreição5 Se a #essurreição de 4esus aconteceu no Hardim onde ele havia sido se$ultado 74o 19,!1:,
com$reendemos quão limitado seria reduAir nossa $roclamação Ds $aredes da i/reHa5 3or isso, o que @aAemos diante do
Sant<ssimo ;or$o e San/ue de 4esus, de anunciar sua Morte e $roclamar sua #essurreição, 1 uma $ro$osta que tem um
alcance maior e atin/e a vida $essoal e comunit?ria de cada dia5
2 – A PREGA%ÃO DE PEDRO
Isso aconteceu com aquilo que aca'amos de ouvir no .van/elho, com as mulheres se de$arando com o tKmulo
vaAio5 ;orreram $ara anunciar a 3edro e aos a$Gstolos que 4esus ressuscitou, @oram anunciar a #essurreição de 4esus5
E mesmo acontece com 3edro: anuncia a #essurreição de 4esus em $raça $K'lica com o testemunho de sua @15 3edro
conclu<a sua $re/ação convidando seus ouvintes a crerem que 4esus ressuscitou dos mortos $ara o'ter o $erdão dos
$ecados, $ara viver na /raça divina5 E que 3edro est? $ro$ondo 1 um novo estilo de vida, um novo modo de viver,
iluminado no .van/elho de 4esus, que $erdoa $ecados e a're es$aço $ara que o .s$<rito Santo de &eus ha'ite em
nossas vidas5 2 $ro$osta de mudança de vida est? mais e-$licita na %ª leitura, no convite de São 3aulo $ara se dei-ar
levedar com o @ermento do .van/elho5 Eu seHa, dei-ar que o .van/elho @ermente nossas vidas e que a #essurreição de
4esus $roduAa @rutos na vida $essoal e comunit?ria5
3 – O TESTEMUN&O EXISTENCIAL
2 $re/ação de 3edro, na 1ª leitura, aconteceu com $alavras5 I3edro tomou a 3alavra e disseJ, 1 assim que
ouvimos no in<cio da 1ª leitura5 > desse modo que a I/reHa evan/eliAa ainda hoHe: Itomando a 3alavraJ, anunciando a
3alavra5 .sta 3alavra 1 4esus ;risto, ele 1 a 3alavra eterna do 3ai, que se encarnou entre nGs 74o 1,1!:5 2 $re/ação
ver'al de 3edro, contudo, tem um @undamento indis$ens?vel: o testemunho da convivência com 4esus5 3edro diAia: Ia
nGs, que comemos e 'e'emos com 4esus, de$ois que ressuscitou dos mortos5J 2qui est? um indicativo im$ortant<ssimo
$ara anunciarmos a #essurreição de 4esus, nesse tem$o de nova evan/eliAação5 E evan/eliAador 1 aquele que
testemunha o .van/elho de$ois de conviver com 4esus ;risto5 E evan/eliAador não tem a$enas o conhecimento teGrico
do .van/elho, mas 1 al/u1m que conhece o .van/elho $ela sua e-$eriência de vida5 Ba `ltima ;eia, 4esus demonstrou
como @aAer isso $elo /esto do lava-$1s, indicando que o melhor meio de anunciar a #essurreição de 4esus, de
testemunhar nossa @1 na #essurreição, de modo vivo e convincente, 1 atrav1s do serviço, atrav1s de um relacionamento
acolhedor com o outro, colocando-se a serviço do outro5 .sse 1 um modo vivo de evan/eliAar5
* – NO$A E$ANGELI4A%ÃO
Fodos H? ouvimos @alar que cada um de nGs 1 evan/eliAador5 .ntre ouvir e assumir o .van/elho, in@eliAmente,
e-iste uma /rande dist6ncia em nossos dias5 #e@letimos, no decorrer de toda a Luaresma, o convite $ara nos tornar
aliados do $roHeto divino5 2/ora, che/ou o momento de colocar isso em $r?tica, de assumir a evan/eliAação como
com$romisso $essoal da @1 na #essurreição de 4esus, aliando-se ao $roHeto divino e tudo @aAendo $ara que o $roHeto de
&eus aconteça entre nGs5 2inda se $erce'e que muitos limitam a evan/eliAação ao anKncio ver'al do .van/elho5
;on@undem evan/eliAação com necessidade de @alar de &eus e de 4esus ;risto a todo momento5 Nem'ro-me de ;harles
de )oucauld, que se $ro$\s evan/eliAar testemunhando o .van/elho sem diAer nenhuma $alavra, mas se colocando a
serviço dos $o'res do deserto da 2r/1lia5 .le vestiu o avental do serviço, tomou a 'acia do lava-$1s $ara anunciar a
#essurreição de 4esus atrav1s do serviço @raterno5 .sta 1 a $ro$osta que a #essurreição de 4esus nos diri/e nesse
tem$o que a I/reHa nos convida a assumir o $roHeto da nova evan/eliAação5
) – FELI4 P0SCOA
=ostaria de concluir deseHando I)eliA 3?scoaJ a cada um de vocês, na es$erança que o @ermento da
#essurreição do Senhor levede a vida de cada um de vocês, de suas @am<lias e de nossa comunidade5 )eliA 3?scoa a
vocês que estão aqui na i/reHa e a todos os seus @amiliares5 2m1mC 2leluiaC
C44rde1a>?4@ Serginho Valle
!85rAaB!85rAa.0r4.br
S?4 947C d4 R4 #re842 =e:erer4 de 2012.
T4d47 47 Dre847 7?4 re7er:ad47 a4
SAL2 ;5e não autoriza a 05b!3a>?4
e73r8a 848a! 45 0ar3a! d47 8eD847 e/
1e1E5/ /e4 0Fb!34.
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