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Este livro apresenta os temas atuais da Con

-
tabilidade Tributária de máximo interesse
para professores, estudantes, pesquisadores
e profissionais das áreas contábil, adminis-
trativa e jurídica. Aborda com profundidade
os tributos diretos (Imposto de Renda, Contribuição Social) e indiretos (ICMS, IPI, ISS e
outros) que impactam as atividades das pessoas jurídicas, com especial enfoque sobre o
tratamento contábil.
Em sua fase introdutória, apresenta os conceitos e aspectos do Código Tributário Nacional.
Dedica capítulos específicos para o estudo das normas de escrituração dos livros fiscais e
contábeis exigidos pela legislação do Imposto de Renda, como o livro Caixa e Lalur. Inclui
itens relacionados com a Folha de Pagamento e Encargos Sociais, explicando parte da legis-
lação trabalhista e detalhando com exemplos práticos os procedimentos contábeis.
Contém também o estudo de temas mais avançados da Contabilidade Tributária, como os
dados fiscais e legais dos processos de reestruturações societárias (fusão, cisão e incorpo-
ração de empresas), avaliação de investimentos em participações societárias, reavaliação de
ativos, juros sobre capital próprio, tributação internacional, auditoria fiscal.
APLICAÇÃO
Livro-texto para as disciplinas Contabilidade Fiscal e Tributária, Estratégia e Planejamento Tri-
butário, Direito Tributário, Auditoria Fiscal e Contabilidade Avançada dos cursos de graduação e
pós-graduação em Administração, Contabilidade, Controladoria e Direito Tributário. Reco-
mendada também para os Cursos Preparatórios para Concursos Públicos e para a formação
de profissionais para os departamentos fiscais e tributários das empresas.
José Hernandez Perez Junior é mestre
em Controladoria e Contabilidade Estra-
tégica pela Fundação Escola de Comércio
Álvares Penteado e bacharel em Ciências
Contábeis pela Faculdade de Ciências Eco-
nômicas de São Paulo. Foi auditor e con-
sultor da PriceWaterhouseCoopers duran-
te o período de 1981 a 1993. Atualmente é
sócio-diretor da Hernandez & Associados
Consultoria e Treinamento. É professor
de diversas disciplinas relacionadas com a
área contábil nos cursos de MBA da Fun-
dação Getulio Vargas e das Faculdades
Atibaia (SP). Autor e coautor de diversos
livros publicados pela Atlas.
www.hea.com.br
e-mail: hernandez@hea.com.br
Marliete Bezerra Gomes é mestre em
Controladoria e Contabilidade Estratégica
pelo Fecap (Centro Universitário Fundação
Álvares Penteado/SP). É contadora, audi-
tora e palestrante de temas das áreas de
controladoria e planejamento tributário.
Professora de pós-graduação e graduação
das Faculdades Anchieta, São Bernardo do
Campo/SP. Coautora do livro Curso básico
de auditoria, publicado pela Atlas. Sócia da
Conaudi – Consultoria, Contabilidade e
Auditoria.
e-mail: marliete@conaudicontroller.com.br
Luís Martins de Oliveira é professor da
Universidade de Sorocaba (UNISO), São
Paulo (pós-graduação). Consultor de em-
presas e auditor. Palestrante e conferen-
cista de diversos temas das áreas de Au-
ditoria e Controladoria. Ex-professor da
Universidade Presbiteriana Mackenzie, ex-
gerente de auditoria e consultoria da Price
Waterhouse & Coopers e do Banco Itaú e
suas coligadas no exterior. Contador e eco-
nomista graduado pela PUC-SP. Mestre em
Contabilidade pela Universidade de São
Paulo (FEA/USP) e pós-graduado em Ad-
ministração Financeira pela FGV-SP. Sócio
da Conaudi – Consultoria, Contabilidade e
Auditoria. Autor e coautor de diversos li-
vros publicados pela Atlas.
www.conaudicontroller.com.br
e-mail: luis_martins07@hotmail.com
Renato Chieregato é mestre e graduado
em Administração de Empresas e Ciências
Contábeis. Atuou como gerente de Audi-
toria e de Consultoria Tributária da Price
Waterhouse & Coopers. É Gerente de Tri-
butos na Votorantim Industrial e professor
do UNIFIEO – Centro Universitário FIEO
(Osasco-SP).
http://rcu.sites.uol.com.br
e-mail: rcu@uol.com.br
www.EditoraAtlas.com.br
MANUAL de
CONTABILIDADE
TRIBUTÁRIA
Luís Martins de Oliveira
Renato Chieregato
José Hernandez Perez Junior
Marliete Bezerra Gomes
9
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Edição
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Textos e Testes com as Respostas
MANUAL de
CONTABILIDADE
TRIBUTÁRIA
Textos e Testes com as Respostas
5716.indd 1 7/12/2009 17:08:17
Luís Martins de Oliveira
Renato Chieregato
José Hernandez Perez Junior
Marliete Bezerra Gomes
Manual de
Contabilidade
Tributária
Textos e Testes com as Respostas
Errata à
9ª Edição
Portal Atlas
SÃO PAULO
EDITORA ATLAS S.A. – 2010
2 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo – Prefácio à 9ª edição
Pág. Alterações
xv É motivo de grande satisfação a publicação desta 9ª Edição
Manual de Contabilidade Tributária 3
Capítulo 1 – Sistema Tributário Nacional
Pág. Excluir
07 Pirâmide
4 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 3 – Demonstrações Contábeis Obrigatórias, Regime das
Publicações Legais e Divulgação das Demonstrações
Contábeis
Pág. Seção Alterações
45 3.2.1 1. balanço patrimonial, constando neste, no mínimo, os valores relati-
vos aos seguintes grupos de contas:
ativo circulante;
ativo não circulante subdividido em realizável a longo prazo, in-
vestimentos,
imobilizado e intangível;
passivo circulante;
passivo não circulante subdividido em exigível de longo prazo e
receitas diferidas;
patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital,
reservas de lucros, ajustes de avaliação patrimonial, ações em te-
souraria e prejuízos acumulados.
45 3.2.1 2. demonstração do resultado do exercício, com, no mínimo, os valores
relativos a:
vendas líquidas;
lucro bruto;
total das despesas operacionais;
resultado da equivalência patrimonial;
lucro ou prejuízo operacional;
as outras receitas e outras despesas, se forem relevantes;
provisão para o Imposto de Renda e contribuição social;
lucro ou prejuízo do exercício.
48 3.4 Alterar último parágrafo:
A edição da Lei nº 11.638 veio ao encontro das necessidades...
51 3.4 Alterar segundo parágrafo:
Art. 178
O Ativo não circulante é dividido em Realizável a longo prazo, Investi-
mentos, Imobilizado e Intangível (incluído pela Lei nº 11.941 de 2009).
Manual de Contabilidade Tributária 5
Pág. Seção Alterações
52 3.4 Alterar primeiro parágrafo:
No Intangível:
Os Direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à
manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o
fundo de comércio adquirido.
Exemplos de ativos incorpóreos, que passam a ser classificados como
Ativos Intangíveis:
marcas e patentes;
direitos autorais;
direitos de concessão;
fundo de comércio;
gastos com desenvolvimento de novos produtos.
54 Excluir inciso VI.
56 § 1º No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de
grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos seguintes grupos:
a) ativo circulante;
b) ativo não circulante dividido em ativo realizável a longo prazo;
investimentos, imobilizado e intangível.
§ 2º No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos:
a) passivo circulante;
b) passivo não circulante dividido em passivo exigível a longo prazo
e receitas diferidas.
d) patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital,
ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em te-
souraria e prejuízos acumulados.
57 Alterar inciso V:
bem como no intangível os direitos que tenham por objeto bens
incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exerci-
dos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido.
6 Manual de Contabilidade Tributária
Pág. Seção Alterações
58 3.5 “Art. 187. A Demonstração do Resultado do Exercício discriminará:”
a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os
abatimentos e os impostos;
a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e
serviços vendidos e o lucro bruto;
as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas
das receitas financeiras, as despesas gerais e administrativas e
outras despesas operacionais;
o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e despesas;
o resultado do exercício antes do Imposto de Renda e da contri-
buição social e as provisões para tais tributos;
as participações de debêntures, empregados, administradores e
partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financei-
ros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de
empregados;
o lucro ou prejuízo líquido do exercício e seu montante por ação
do capital social.
61 Alterar o segundo parágrafo:
(+ ou –) RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
Ganhos e perdas nos investimentos na variação do percentual de par-
ticipação societária
Ganhos e perdas na alienação dos investimentos em participação so-
cietária
Ganhos e perdas na alienação de imobilizados
Provisão para perdas prováveis na realização dos investimentos
Baixa de ativos diferidos
Manual de Contabilidade Tributária 7
Pág. Seção Alterações
62 3.7 Alterar:
3.7 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados
3.7.1 Conceito
A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados é a demonstração
contábil destinada a evidenciar, em determinado período, as mutações
nos resultados acumulados da entidade.
3.7.2 Conteúdo e estrutura
A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados discriminará:
a) o saldo no início do período;
b) os ajustes de exercícios anteriores;
c) as reversões de reservas;
d) a parcela correspondente à realização de ajustes de avaliação
patrimonial líquida do efeito dos impostos correspondentes;
e) o resultado líquido do período;
f) as compensações de prejuízos;
g) as destinações do lucro líquido do período;
h) os lucros distribuídos;
i) as parcelas de lucros incorporadas ao capital;
j) o saldo no final do período.
Obs.: As sociedades por ações não devem apresentar saldo credor
de lucros acumulados.
63 3.8.2 Alterar letra g:
3.8.2 Conteúdo e estrutura
A Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido discriminará:
a) os saldos no início do período;
b) os ajustes de exercícios anteriores;
c) as reversões e transferências de reservas e lucros;
d) os aumentos de capital discriminando sua natureza;
e) a redução de capital;
f) as destinações do lucro líquido do período;
g) os ajustes de avaliação patrimonial e sua realização líquida do
efeito dos impostos correspondentes;
h) o resultado líquido do período;
i) as compensações de prejuízos;
j) os lucros distribuídos;
k) os saldos no final do período.
68 Excluir Teste 2
8 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 7 – Critérios Fiscais e Contábeis para Avaliação dos
Estoques
Pág. Seção Alterações
162 7.10.2 Alterar primeiro parágrafo da seção 7.10.2:
7.10.2 Conceitos da Lei nº 6.404/76
O § 1º do art. 183 da Lei nº 6.404/76 conceitua o termo valor justo
(de mercado) da seguinte maneira: o preço pelo qual possam ser repos-
tos, mediante compra no mercado, ou seja, o custo de reposição de cada
material comprado em quantidades usuais.
Manual de Contabilidade Tributária 9
Capítulo 8 – Ativo Imobilizado – Apuração e Contabilização do Custo
de Aquisição e da Depreciação
Pág. Seção Alterações
179 8.1 8.1 Conceito de ativo imobilizado
Conforme o art. 179 da Lei nº 6.404/76, inciso VI, devem ser clas-
sificados no ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens
corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia e da
empresa, ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de
operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle
desses bens; (Redação dada pela Lei nº 11.638, de 2007)
Por sua vez, o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibra-
con), em seu Pronunciamento nº 7, definiu que devem ser classificados
no imobilizado os direitos representados por bens tangíveis ou utilizados
ou a serem utilizados na manutenção e na operação de atividades das
entidades, cuja vida útil econômica, em praticamente todos os casos, seja
igual ou superior a um ano e que não estejam destinados à venda ou à
transformação em recursos financeiros.
1
Entende-se por vida útil econômica o tempo em que o bem irá durar.
181;
182
8.2 Alterar último parágrafo:
Consideram-se parte do imobilizado os bens em trânsito similares aos
descritos anteriormente, e, ainda, os adiantamentos a fornecedores para
compra ou construção desses bens, por representarem clara intenção de
futura imobilização.
1
1
INSTITUTO DOS AUDITORES INDEPENDENTES DO BRASIL. Princípios contábeis. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1994. p. 87.
10 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 9 – Folha de Pagamento – Critérios para Cálculo e
Contabilização dos Encargos Sociais e Provisões para
Férias e 13º Salário
Pág. Alterações
207
Quadro 9.5 Contribuição para a Previdência Social – parte do empregado.
Salário de contribuição –
R$
Desconto –
%
Até 1.024,97 8,00
De 1.024,97 até 1.708,27 9,00
De 1.708,27 até 3.416,54 11,00
Fonte: Portaria nº 350, de 30 de dezembro de 2009. Tabela válida a partir de 1º de ja-
neiro de 2010.
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Disponível em: <www.mpas.gov.br. Acesso em:
15/02/2010.
208
Quadro 9.6 Tabela do Imposto de Renda retido na fonte sobre os salários dos fun-
cionários.
Rendimento do funcionário –
R$
Alíquota –
%
Parcela a deduzir –
R$
Até 1.499,15 isento
De 1.499,16 até 2.246,75 7,5 112,43
De 2.246,76 até 2.995,70 15 280,94
De 2.995,70 até 3.743,19 22,5 505,62
Acima de R$ 3.743,19 27,5 692,78
Deduções:
R$ 150,69 dependente;
R$ 1.3499,15 aposentadoria a quem já completou 65 anos;
Pensão alimentícia judicial;
Valor da contribuição paga no mês à Previdência Social e à entidade de Previdên-
cia Privada no Brasil.
Fonte: Tabela Progressiva 2011 ano calendário 2010.
<www.receita.fazenda.gov.br>. Acesso em: 15/02/2010
Manual de Contabilidade Tributária 11
Capítulo 10 – Sistema Tributário Nacional
Pág. Alterações
233 Incluir texto após “...levantada com observância da Lei nº 6.404, de 1976”, e
antes da seção 10.4 Lucro presumido.
Com a edição das Leis n
os
11.638/07 e 11.941/09 tornou-se muito mais evidente
a segregação entre a escrituração contábil e os procedimentos fiscais para apu-
ração do lucro real, lembrando que os ajustes contábeis decorrentes dessas leis
não podem produzir efeitos fiscais.
Artigo 177 ...
§ 2º A companhia observará exclusivamente em livros ou registros auxiliares,
sem qualquer modificação da escrituração mercantil e das demonstrações regu-
ladas nesta Lei, as disposições da lei tributária, ou de legislação especial sobre a
atividade que constitui seu objeto, que prescrevam, conduzam ou incentivem a
utilização de métodos ou critérios contábeis diferentes ou determinem registros,
lançamentos ou ajustes ou a elaboração de outras demonstrações financeiras.
(Redação dada pela Lei nº 11.941, de 2009)
§ 7º Os lançamentos de ajuste efetuados exclusivamente para harmonização de
normas contábeis, nos termos do § 2º deste artigo, e as demonstrações e apu-
rações com eles elaboradas não poderão ser base de incidência de impostos e
contribuições nem ter quaisquer outros efeitos tributários.
Para eliminar na apuração do lucro tributável decorrentes dos registros contábeis
de acordo com a Lei nº 11.638/07, foi editada a Medida Provisória nº 449/08
convertida na Lei nº 11.941 instituindo um regime tributário transitório por dois
anos e definitivo após este prazo até novas normas tributárias serem editadas.
Art. 15. Fica instituído o Regime Tributário de Transição (RTT) de apuração do
lucro real, que trata dos ajustes tributários decorrentes dos novos métodos e
critérios contábeis introduzidos pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007,
e pelos arts. 37 e 38 desta lei.
§ 1º O RTT vigerá até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos tributá-
rios dos novos métodos e critérios contábeis, buscando a neutralidade tributária.
...
§ 3º Observado o prazo estabelecido no § 1º deste artigo, o RTT será obrigatório
a partir do ano-calendário de 2010, inclusive para a apuração do Imposto sobre
a Renda com base no lucro presumido ou arbitrado, da Contribuição Social so-
bre o Lucro Líquido – CSLL, da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.
12 Manual de Contabilidade Tributária
Pág. Alterações
Art. 16. As alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de
2007, e pelos arts. 37 e 38 desta lei que modifiquem o critério de reconheci-
mento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido
do exercício definido no art. 191 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976,
não terão efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica sujeita
ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios
contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007.
Parágrafo único. Aplica-se o disposto no caput deste artigo às normas expedidas
pela Comissão de Valores Mobiliários, com base na competência conferida pelo
§ 3º do art. 177 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e pelos demais
órgãos reguladores que visem a alinhar a legislação específica com os padrões
internacionais de contabilidade.
Art. 17. Na ocorrência de disposições da lei tributária que conduzam ou incen-
tivem a utilização de métodos ou critérios contábeis diferentes daqueles deter-
minados pela Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, com as alterações da
Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e dos arts. 37 e 38 desta lei, e pelas
normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários com base na competên-
cia conferida pelo § 3º do art. 177 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976,
e demais órgãos reguladores, a pessoa jurídica sujeita ao RTT deverá realizar o
seguinte procedimento:
I – Utilizar os métodos e critérios definidos pela Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976, para apurar o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda,
referido no inciso V do caput do art. 187 dessa Lei, deduzido das participações
de que trata o inciso VI do caput do mesmo artigo, com a adoção:
a) dos métodos e critérios introduzidos pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro
de 2007, e pelos arts. 37 e 38 desta Lei; e
b) das determinações constantes das normas expedidas pela Comissão de Valo-
res Mobiliários, com base na competência conferida pelo § 3º do art. 177 da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, no caso de companhias abertas e outras
que optem pela sua observância;
II – realizar ajustes específicos ao lucro líquido do período, apurado nos termos
do inciso I do caput deste artigo, no Livro de Apuração do Lucro Real, inclusive
com observância do disposto no § 2º deste artigo, que revertam o efeito da uti-
lização de métodos e critérios contábeis diferentes daqueles da legislação tribu-
tária, baseada nos critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007, nos
termos do art. 16 desta lei; e
III – realizar os demais ajustes, no Livro de Apuração do Lucro Real, de adição,
exclusão e compensação, prescritos ou autorizados pela legislação tributária,
para apuração da base de cálculo do imposto.
§ 1º Na hipótese de ajustes temporários do imposto, realizados na vigência do
RTT e decorrentes de fatos ocorridos nesse período, que impliquem ajustes em
períodos subsequentes, permanece:
Manual de Contabilidade Tributária 13
Pág. Alterações
I – a obrigação de adições relativas a exclusões temporárias; e
II – a possibilidade de exclusões relativas a adições temporárias.
§ 2º A pessoa jurídica sujeita ao RTT, desde que observe as normas constantes
deste capítulo, fica dispensada de realizar, em sua escrituração comercial, qual-
quer procedimento contábil determinado pela legislação tributária que altere os
saldos das contas patrimoniais ou de resultado quando em desacordo com:
I – os métodos e critérios estabelecidos pela Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, alterada pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37
e 38 desta lei; ou
II – as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, no uso da com-
petência conferida pelo § 3º do art. 177 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, e pelos demais órgãos reguladores.
§ 1º Na hipótese de ajustes temporários do imposto, realizados na vigência do
RTT e decorrentes de fatos ocorridos nesse período, que impliquem ajustes em
períodos subsequentes, permanece:
I – a obrigação de adições relativas a exclusões temporárias; e
II – a possibilidade de exclusões relativas a adições temporárias.
pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37 e 38 desta lei; ou
II – as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, no uso da com-
petência conferida pelo § 3º do art. 177 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, e pelos demais órgãos reguladores.
236 Primeiro parágrafo da seção 10.4.4:
“O Imposto de Renda das pessoas jurídicas .................demais serviços de trans-
portes, 16% (dezesseis por cento).” ( excluir restante do parágrafo)
14 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 15 – Livro de apuração do Lucro Real (Lalur)
Pág. Alterações
331 Acrescentar item antes de “DEDUZINDO”:
• os encargos de depreciação apropriados contabilmente, correspondentes
ao bem já integralmente depreciado em virtude de gozo de incentivos fis-
cais previstos na legislação tributária;
• ajustes decorrentes das Leis n
os
11.638/07 e 11.941/09 que influenciaram
o resultado contábil no período.
331 Acrescentar item antes de “Exemplificando”:
• os prejuízos de exercícios anteriores
• ajustes decorrentes das Leis n
os
11.638 e 11.941 que influenciaram o resul-
tado contábil no período.
335 Acrescentar no final do primeiro parágrafo da seção 15.4.1:
... considerando-se os limites máximos permitidos, exceto os ajustes da Lei So-
cietária 6.404/76, atualizada, que expressamente proíbe a aplicação de normas
contábeis na apuração do lucro real.
Manual de Contabilidade Tributária 15
Capítulo 17 – Juros sobre o Capital Próprio
Pág. Alterações
374 • Capital Social;
• Reservas de Capital;
• Ajustes Patrimoniais;
• Reservas de Reavaliação (extinta);
• Reservas de Lucro;
• Lucros Retidos;
• Prejuízos Acumulados.
A reserva de reavaliação enquanto existir não deve compor a base de cálculo en-
quanto não for realizada, ou seja, enquanto não for adicionada na determinação
do lucro real e da contribuição social sobre o lucro de acordo com o artigo 6º da
Lei nº 11.638/07 ficou estabelecida essa determinação.
Por sua vez, a conta de ajustes patrimoniais não deve ser incluída no cálcu-
lo dos juros sobre o capital próprio por expressa determinação legal da Lei nº
11.941/09, ao passo que na base dos dividendos a lei é omissa:
“Art. 59. Para fins de cálculo dos juros sobre o capital a que se refere o art. 9º
da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, não se incluem entre as contas do
patrimônio líquido sobre as quais os juros devem ser calculados os valores rela-
tivos a ajustes de avaliação patrimonial a que se refere o § 3º do art. 182 da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, com a redação dada pela Lei nº 11.638,
de 28 de dezembro de 2007.”
16 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 18 – Investimentos em Participações Societárias
Pág. Alterações
391 Alterar primeiro parágrafo:
Já as participações societárias permanentes são as adquiridas com a intenção
de serem mantidas permanentemente no ativo da entidade investidora, objeti-
vando a extensão de sua atividade econômica. Nesse caso, esses investimentos
devem ser classificados contabilmente no Ativo não circulante da investidora.
392 Alterar primeiro parágrafo:
De acordo com a legislação atual, Lei nº 11.941/09, são coligadas as socie-
dades quando uma investidora participa com 20% ou mais do capital volante da
investida, sem controlá-la.
A sociedade controlada é aquela na qual a controladora, diretamente ou por
intermédio de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhes assegu-
rem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e poder de
eleger a maioria dos administradores.
Será considerado influente o investimento em sociedade coligada sob cuja
administração a investidora tenha influência (por exemplo, possibilidade de ele-
ger pelo menos um dos administradores da investida) em sociedade coligada
que participe com 20% ou mais do capital social; ou em sociedade controlada.
396 Acrescentar primeiro parágrafo:
Em 15-2-X0, a investidora deve contabilizar da seguinte maneira o mencio-
nado investimento:
Alterar o quadro do Exemplo nº 1:
DÉBITO $
ATIV O NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela equivalência patrimonial – Ind. Com. São Caetano S.A. 360.000
Ágio do investimento – Ind. Com. São Caetano S.A. 50.000
Ágio justificado por diferença de valor de custo e valor justo de
ativos identificados
CRÉDITO
ATIVO CIRCULANTE
Disponível – Bancos conta-corrente 410.000
Manual de Contabilidade Tributária 17
396 Alterar o quinto parágrafo e o quadro do Exemplo nº 2:
Em 21-5-X1, a investidora deve contabilizar da seguinte maneira o mencio-
nado investimento.
DÉBITO $
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela equivalência patrimonial – Comercial de Bebidas
Tomba Levanta S.A. 630.000
CRÉDITO
ATIVO CIRCULANTE
Disponível – Bancos conta-corrente 600.000
RESULTADO
Resultados extraordinários
Ganho por compra vantajosa 30.000
401 Alterar quadro:
Em 31-12-X1, a investidora deve contabilizar esse ganho como Resultado da
Equivalência Patrimonial, como segue, para registrar sua participação no resul-
tado da investida:
DÉBITO $
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela equivalência patrimonial – Comercial de Bebidas
Tomba Levanta S.A. 44.100
CRÉDITO
OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Participação nos resultados de coligadas e controladas
18 Manual de Contabilidade Tributária
402 Alterar terceiro parágrafo e quadro:
Dessa maneira, em 31-12-X1, a investidora deve efetuar outro lançamento
contábil, para registro desse crédito a receber, tendo como contrapartida a conta
do Ativo não circulante utilizada para registro do investimento em participação
societária, como segue:
DÉBITO $
ATIVO CIRCULANTE
Outros créditos
Dividendos propostos a receber 18.900
CRÉDITO
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela equivalência patrimonial – Comercial de Bebidas
Tomba Levanta S.A. 18.900
404 Alterar quadro:
Lembre-se de que, no momento da aquisição do investimento em participa-
ção societária na coligada Ind. Com. São Caetano S.A. em 15-2-X0, a Investidora
Grana Alta S.A. contabilizou $ 50.000 de ágio, como segue:
DÉBITO $
ATIVO NÃ O CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela Equivalência Patrimonial – Ind. Com. São Caetano S.A. 360.000
Ágio do Investimento – Ind. Com. São Caetano S.A. 50.000
405 Alterar segundo parágrafo e quadro:
Supondo-se que até 31-12-X0 o ágio tenha sido realizado em 20%, então a
investidora deve transferir para seus resultados o valor de $ 10.000, igual a 20%
do saldo contábil existente no Ativo Não Circulante, de $ 50.000.
Portanto, em 31-12-X0, a investidora deve contabilizar essa amortização
como segue:
DÉBITO $
OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Participação nos Resultados de Coligadas e Controladas
Amortização de Ágio do Investimento 10.000
CRÉDITO
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Ágio do Investimento – Ind. Com. São Caetano S.A. 10.000
Manual de Contabilidade Tributária 19
408 Alterar quadro:
Contabilização do ganho de capital
Em 4-6-X1, esse ganho de capital deve ser contabilizado, pela investidora J.
Silva & Filhos, da seguinte maneira:
DÉBITO $
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Investimentos em outras sociedades
Avaliadas pela Equivalência Patrimonial – Cia. Urano S.A. 1.875
CRÉDITO
Resultados não Operacionais
Ganhos de Capital nos Investimentos 1.875
414 Alterar item e do exercício 2:
2. São coligadas as sociedades quando uma participa com:
a) no mínimo 5% (cinco por cento) do capital da outra;
b) no máximo 5% (cinco por cento) do capital da outra, sem controlá-la;
c) 10% (dez por cento) ou mais, do capital da outra, sem controlá-la;
d) 40% (quarenta por cento) do capital da outra e detiver o controle acio-
nário.
e) mais de 20% do capital votante, sem deter o controle acionário.
Resposta: alternativa ___
416 Alterar enunciado do exercício 4:
Contabilizando-se os ajustes necessários ao balanço, no fim do exercício, vamos
encontrar, na contabilidade da Empresa Lua S.A., um Ativo Não Circulante, no
valor total de:
20 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 19 – Aspectos Contábeis, Fiscais e Legais das
Reestruturações Societárias
Pág. Alterações
425 Alterar terceiro parágrafo:
Lei nº 6.404/76. Foi alterada em seu art. 226, § 3º, pela Lei nº 11.941, de
2009, conforme segue:
425 Alterar quarto parágrafo:
Lei nº 6.404/76. Art. 226, § 3º. A Comissão de Valores Mobiliários estabelecerá
normas especiais de avaliação e contabilização aplicáveis às operações de fusão,
incorporação e cisão que envolvam companhia aberta (Redação dada pela Lei nº
11.941, de 2009)
448 Alterar último parágrafo:
O ativo imobilizado de Alfa poderia ser incorporado pelo valor de mercado
desde que também fosse reavaliado o atual ativo imobilizado de Beta. Nesse
caso, haveria a constituição de Ajust e de Avaliação Patrimonial de acordo com
as normas determinadas pela legislação societária e CVM.
449 Alterar primeiro parágrafo:
A constituição de Ajust e de Avaliação Patrimonial não afetaria o cálculo do
aumento de capital.
456 Alterar o último quadro:
O patrimônio líquido de Alfa que será incorporado ao patrimônio líquido de
Beta terá a seguinte distribuição:
Aumento de Capital de Beta $
Patrimônio líquido incorporado a valor de mercado 7.880,00
Parcela destinada a aumento de capital = PL a valor contábil 6.780,00
Parcela destinada à constituição de Ajuste de Avaliação Patri-
monial 1.100,00
457
Alterar quadro e primeiro parágrafo:
Patrimônio líquido
• Capital
• Reservas
• Ajuste de Avaliação Patrimonial
Total do passivo
A constituição de Ajuste de Avaliação Patrimonial deve ser efetuada com base
nas determinações da CVM.
Manual de Contabilidade Tributária 21
460 Alterar balanço:
BALANÇO DA SOCIEDADE A SER CINDIDA
ATIVO $ PASSIVO $
Circulante Circulante
• Bancos 13.000 • Fornecedores 7.000
• Aplicações 12.000 • Salários 10.000
• Clientes 40.000 • Financiamentos 35.000
• Estoques 50.000 • Impostos 13.000
115.000 65.000
Não Circulante Patrimônio líquido
• Capital 100.000
• Reservas 40.000
140.000
205.000 205.000
462 Alterar balanço:
BALANÇO DA SOCIEDADE CINDIDA APÓS A CISÃO
ATIVO Antes Cisão Depois PASSIVO Antes Cisão Depois
$ $ $ $ $ $
Circulante Circulante
• Bancos 13.000 (4.000) 9.000 • Fornecedores 7.000 7.000
• Aplicações 12.000 (12.000) • Salários 10.000 10.000
• Clientes 40.000 (40.000) • Financia-
mentos
35.000 35.000
• Estoques 50.000 50.000 • Impostos 13.000 13.000
115.000 (56.000) 59.000 65.000 65.000
Não
Circulante
90.000 90.000 Patrimônio
líquido
• Capital 100.000 (40.000) 60.000
• Reservas 40.000 (16.000) 24.000
140.000 (56.000) 84.000
205.000 (56.000) 149.000 205.000 (56.000) 149.000
22 Manual de Contabilidade Tributária
Capítulo 21 – Auditoria e Revisão Fiscal
Pág. Alterações
518 14. Ativo diferido
Os saldos existentes em 2008 dos gastos pré-operacionais estão sendo amor-
tizados por percentual não superior a 20% ao ano.