You are on page 1of 94

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E

DA PEDAGOGIA
CRONOLOGIA DA EDUCAÇÃO
NO BRASIL COLÔNIA

• FASE HERÓICA (1549 A 1570) –
CATEQUESE
• FASE DE CONSOLIDAÇÃO (1570 A 1759)
– EXPANSÃO DO ENS. SECUNDÁRIO
NOS COLÉGIOS
• REFORMAS POMBALINAS (1749 A 1808)
– INSTRUÇÃO PÚBLICA
• PERÍODO JOANINO (1808 A 1822)
O Brasil era uma colônia de economia
agrícola, cujo lucro ficava com os
comerciantes na metrópole – modelo
agrário-exportador dependente.
A educação não constituía meta
prioritária – não exige formação
especial para se trabalhar na
agricultura.
Metrópoles europeias enviam
religiosos- realização do trabalho
missionário e pedagógico.
QUAL A
FINALIDADE ?
CONVERTER O GENTIO E
IMPEDIR QUE OS COLONOS
SE DESVIASSEM DA FÉ
CATÓLICA- CONFORME
ORIENTAÇÕES DA
CONTRAREFORMA.
Primeiro governador geral Tomé de
Sousa chegou ao Brasil acompanhado
por diversos jesuítas encabeçados por
Manuel da Nóbrega.

Quinze dias após, faziam funcionar na
recém-fundada cidade de Salvador,
uma escola de “ler e escrever”.

Os jesuítas promoveram maciçamente a
catequese dos índios, a educação dos
filhos dos colonos, a formação de novos
sacerdotes e da elite intelectual, além do
controle da fé e da moral dos habitantes
da nova terra – em 1759 os jesuítas
foram expulsos pelo Marquês de
Pombal.
Ao se deslocarem da Bahia, para o
sul, fundaram o Colégio de São
Vicente, no litoral, depois transferido
para Piratininga, no planalto, onde, a
partir do Colégio, em 1554, surgiu a
cidade de São Paulo.
CURIOSIDADE:
O colégio instalado no planalto não se
chamava São Paulo, como se
costumava dizer, mas sim Colégio
Santo Inácio, vale lembrar que
funcionava mais como uma “casa de
meninos”.
Padre Manuel da Nóbrega, com
seu espírito empreendedor
organizou as estruturas do ensino,
atento às condições encontradas.
CURIOSIDADE:
Primeiro jesuíta a prender a língua
dos índios foi: Aspilcueta Navarro,
também pioneiro na penetração dos
sertões em missão evangelizadora.
J osé de Anchieta, de apenas 19
anos, que mais tarde se destacaria
no trabalho apostólico.
O historiador brasileiro Fernando
de Azevedo refere-se a :

Nóbrega – político;
Navarro – o pioneiro;
Anchieta – o santo.

“Trindade Esplêndida
Interesses sobre os índios:

Metrópole – integrá-lo ao processo
colonizador;

Jesuíta – convertê-lo ao cristianismo;

Colono – queria usá-lo como escravo
para o trabalho.

OUTRAS ORDENS
RELIGIOSAS:
• Franciscanos;
• Carmelitas;
• Beneditinos.
A pouca informação que temos sobre as
outras ordens, para alguns estudiosos
não deixa de ser estranho o silêncio
sobre essas contribuições.
CONCLUSÃO:
Segundo os estudos da Antropologia, é
inevitável admitir que a desintegração da
cultura indígena iniciou com os jesuítas.
ATIVIDADE DE
PESQUISA E ESTUDO:
1. Que interesses econômicos e
religiosos da metrópole justificam a
colonização? Como a ação
catequética dos jesuítas contribuiu
para o alcance dessas metas?

2. Por que a educação não é assunto
prioritário no Brasil colonial?
3. Que influências os jesuítas
exerceram sobre os colonos? E em que
medida foram importantes para a
constituição brasileira.
4. Analise os versos irreverentes de
Oswald de Andrade em que o poeta
lamenta o fato de o descobrimento do
Brasil, não ter sido em um dia de sol,
para que os índios despissem os
portugueses – os padres vestiram
literalmente os índios, para que se
envergonhassem da nudez. Também os
vestiram simbolicamente de outros
valores, de cultura diferente:
impuseram-lhes outra língua, outro
Deus, outra moral e até outra estética.

FILOSOFIA E EDUCAÇÃO
A Filosofia

A inquirição filosófica ou Filosofia é
a inquirição feita por amor à sabedoria,
buscando o conhecimento racional de
todas as coisas pelas suas causas
últimas.
Tem por objeto toda a realidade, a Filosofia
aplica-se também a Educação: é a inquirição
filosófica – ou simplesmente Filosofia -
aplicada à problemática da Educação.
As relações entre filosofia e educação
são tão intrínsecas que John Dewey
pôde afirmar que as filosofias são, em
essência, teorias gerais de educação.
Educação. Mas, o que dizem que é
Educação? Aurélio Buarque de Holanda
em seu dicionário (2ª. Ed. 1986) resume
e sintetiza o que os filósofos definem
como Educação: “1. Ato ou efeito de
educar-se.
2. Processo de desenvolvimento
da capacidade física, intelectual e
moral da criança e do ser
humano em geral, visando à sua
melhor integração individual e
social: educação da Juventude;
educação de adultos; educação
de excepcionais.”
Ensinar e Educar

"Ensinar" refere-se especificamente a
disciplinas necessárias à formação
em uma área escolhida do
conhecimento. Não tem,
necessariamente, um compromisso
ético.
"Educar" é, como dito acima, um
processo de desenvolvimento da
capacidade física, intelectual e moral
da criança e do ser humano”.
"Educar" existe quando o "Ensinar"
obedece a um programa que leva em
consideração questões filosóficas
concernentes ao ser humano. É quando
temos um educador e um educando, é
quando temos a Filosofia da Educação.
Educação só existe quando o ensino
transcende o campo específico de uma
disciplina para acrescentar à
personalidade do sujeito conhecimentos
para o comportamento ético e a
cidadania por que a Educação se
busca mais que sobrevivência: é
enobrecimento.
Filosofia da Educação

É a aplicação dos métodos e das idias
da Filosofia à teoria e prática da
Educação.



Entre os temas discutidos na Filosofia
da Educação (Filosofia referente à
Educação), além do próprio conceito
de Educação, estão:





 a natureza da aprendizagem,
especialmente em crianças;

 o propósito da educação, transmitir
conhecimento, desenvolver
independência intelectual;
A Educação se impõe por ser
indispensável à sobrevivência e pelo
fato de que as pessoas que não foram
educadas não poderem vislumbrar o
que lhes está faltando.
Na Teoria Educacional de Rousseau, a
mais liberal e romântica de todas,
confinar a criança separando-a da
sociedade para educá-la livre de más
influências é uma forte coerção.
Ao mesmo tempo a Ética e a Moral
condenam que, nessa coerção, ocorra
discriminação, ou mesmo ofensas contra
a igualdade de direitos e dignidade da
pessoa ignorante ou incapaz.
O Ensino, destacado de formação
educacional, não justificaria a coerção. O
estudo é livre escolha do indivíduo.
Eminentes filósofos escreveram
longamente sobre educação. Nas raízes
mais profundas encontramos na
antiguidade Platão e Aristóteles, no início
da Idade média Santo Agostinho , no
Renascimento, Erasmo, entre outros. Na
época Moderna, Bacon e Rousseau, e no
século XX, vários, destacando-se Jean
Piaget e John Dewey.
Psicólogos e pedagogos, propuseram
teorias da Educação com base na
corrente filosófica de sua predileção,
como entre nós Paulo Freire, cuja Teoria
da Educação fundamenta-se na filosofia
marxista.
Quatro importantes filósofos da
Educação:

1. Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
2. Herbart: (1776-1841)
3. John Dewey (1859-1952)
4. Jean Piaget (1896-1980)






Questões como a da trans-sexualidade e da
homossexualidade, do terrorismo, da guerra
e da corrupção, e a proliferação das
religiões, fazem a carta magna das
complicações do mundo atual.
Mas existem dezenas de indagações
colocadas à Filosofia, derivados da
própria expansão do saber e do
extraordinário desenvolvimento
tecnológico das últimas décadas. São
apenas algumas das incertezas que
desafiam o pensamento filosófico.
As relações entre filosofia e educação
são tão intrínsecas que John Dewey
pôde afirmar que as filosofias são, em
essência, teorias gerais de educação.
Está claro que se referia à filosofia como
filosofia de vida.
Os primeiros filósofos são também os
primeiros mestres, procurando reformular
os valores da sociedade e, na realidade,
reformar a educação corrente.
Não há como admirar haver chegado
Platão à concepção de um mundo
racional suprassensível, mais real que o
mundo das coisas desordenadas e
passageiras, e de que este último seria
apenas a sombra fugaz e ilusória.
A alegoria da caverna consagrou, sob
forma literária, essa concepção de um
mundo de ideias, real, eterno e imutável,
a que o homem podia chegar pela
educação da mente e do espírito.
EDUCAÇÃO, ESCOLA E PRÁTICAS
EDUCATIVAS
Desde o surgimento da escola como
instituição social
e sistema de educação formal, suas
raízes encontram-se
entrelaçadas à família, embora sua
concepção existisse
desde a Paideia.
Situa-se o surgimento da
escola como formalização e
institucionalização do ensino a
partir da Idade Moderna (Silveira,
2003), estabelecendo-se
como sistema de ensino formal
para cumprir o que a Igreja
já não dava conta plenamente .
Durante estes anos, construiu-se a
ideia de que a
escola é responsável pela educação
formal das crianças e
adolescentes, enquanto a família o é
pela educação informal.
Mesmo com tantas mudanças
políticas, sociais e relacionais, a
escola parece ainda distanciar
as famílias e buscar conservar seu
domínio sobre o saber
através da crença de omissão dos
pais (Viana, 2005).
Numa perspectiva sociológica,
destaca-se
o caráter socializador desta relação e
as diferenças sociais
e culturais entre ambas.
Já o prisma psicológico parte
da importância das primeiras
relações vividas na família
(socialização primária) e suas
implicações no processo
escolar (socialização secundária).
TENDÊNCIAS E PARADIGMAS
Qualquer prática ou estudo em
educação precisa deixar claro, desde
o início, as categorias que o
orientam.
Analisar a vida escolar ao nosso redor,
sob o ponto de vista das orientações que
determinam a prática educativa nos
remete a identificarmos tendências ou
paradigmas consciente ou
inconscientemente determinantes na
linguagem, nas ações, nos instituídos
garantindo esta ou aquela
configuração escolar.
Ao educador cabe analisar
informações e teorias, construir um
todo de conhecimentos sólidos para
fundamentar suas práticas
pedagógicas.
SOB O PONTO DE VISTA DA
PSICOLOGIA
Assumiu, no século XX, importância
decisiva nos estudos em qualquer área
das ciências humanas, pois permitiu
dimensionar o ser humano, a pesquisa
e a sociedade com base em
compreensões mais elaboradas da
constituição psíquica e em explicações
dos comportamentos à luz do
intrapsiquismo.
Em termos de relação que os
sujeitos estabelecem com os objetos
do conhecimento, a Psicologia
apresenta três grandes paradigmas.
A características básica entre eles é
a relação que o sujeito-aprendente
estabelece com o aprendido.
Na forma como interagem, prevê-se a
aprendizagem, a saber:
a) S ← O: a aprendizagem é a
mudança de comportamento
resultante do treino ou da
experiência
b) S → O: Esta é a proposição cujo
alicerce é a ideia que o sujeito já
possui a capacidade de
conhecimento do objeto de
aprendizagem.
c) S ↔ O: O sujeito age em relação
ao objeto, apreende-o e aprende
sobre si próprio. Há uma inter-relação
com vistas ao conhecimento.
SOB O PONTO DE VISTA DA
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
Encontra-se, com base em concepções de
mundo e de ser humano delineadas em
sucessivas alterações possibilitadas pela
superação de uma corrente filosófica em
relação a outras, três paradigmas básicos,
capazes de levar à reflexão de como as
pessoas concebem o conhecimento e as
relações implicadas no ato de conhecer, ao
longo da História, a saber:
a) Paradigma ontológico: implica em
um enfoque objetivo, pois visa à
descoberta das essências. O
conhecimento precisa ser tornado
consciente, o aprendiz precisa
descobrir que sabe, apreender o
objeto, pois é o objeto que determina
o sujeito.
b) Paradigma moderno: há um
enfoque subjetivo, pressupondo que a
consciência constrói a realidade e a
ciência da natureza é a referência
para esta construção.
c) Paradigma da comunicação: Para
que se produza o conhecimento é
preciso considerar-se uma
comunidade de sujeitos competentes
linguisticamente que se comunicam
sobre seus mundos e chegam a
consensos, saberes.
SOB O PONTO DE VISTA DA
PEDAGOGIA
A Pedagogia é uma forma de
compreender a educação para além das
paredes do prédio escolar e o aprender
é um processo que acontece sob a
forma de relações em espaços
diferentes, nos quais o sujeito
estabelece conexões entre sua
subjetividade e o ambiente, produzindo,
assim, saberes.
Observando a história da educação
no Brasil e com base nestas duas
possibilidades surge a classificação
das correntes pedagógicas
proposta a seguir:
a) Pedagogia Tradicional: esta forma
pedagógica está enraizada na história
da educação brasileira desde
os jesuítas, cristalizando-se quando,
no final do século XIX, chegam as
ideias de Herbart. Sua essência diz
respeito ao magistrocentrismo.
b) Pedagogia Nova: as ideias da
Escola Nova chegam ao Brasil na
segunda metade do século XX,
propondo uma pedagogia que se
contrapõe diretamente à
Pedagogia Tradicional.
c) Pedagogias críticas: surgidas nas
duas últimas décadas e fruto de
muitos estudos e teses, constituem
em estudos sobre o currículo
enquanto recorte da sociedade
levado para a escola.
COERÊNCIAS E CONCEPÇÕES
•PLANEJAMENTO: alicerçado em
uma base de coerência.
• EDUCAÇÃO: interação entre
sujeitos.
• EDUCAR: é interagir, conhecer
juntos.
• ESCOLA: encontro entre
cidadãos para dialogarem sobre o
mundo, sobre si, e sobre suas
demandas.
• AULA: espaço das inter-relações.
• PROFESSOR: recria o
mundo,mediador na produção
dos sentidos, promover a
produção de saberes.
A autonomia e a responsabilidade de um
profissional dependem de uma grande
capacidade de refletir em e sobre sua ação.
Essa capacidade está
no âmago do desenvolvimento permanente, em
função da experiência de competências e dos
saberes profissionais.
Por isso, a figura do profissional reflexivo está
no cerne do exercício de uma profissão, pelo
menos quando a consideramos sob o ângulo da
especialização e da inteligência no trabalho.
(PERRENOUD: 2002, p.13)

Fundamentos Históricos e
Filosóficos da Educação:
problematizações sobre a ação
educativa.

O que interfere na maneira como o
sujeito percebe o mundo, o outro e a
si mesmo.
O processo de interação, a
socialização, inicia-se no nascimento
do sujeito e só se encerra com a
morte, fazendo uso da linguagem
para interagir e integrar os indivíduos.

Ambos os paradigmas balizam a
construção de teorias e tendências
pedagógicas e representam pontos de
referência e lógicas de pensamento.
O paradigma do consenso e
do conflito.
Durkheim, Comte e Spencer
Para o paradigma do consenso os valores em
comum e a cooperação entre professores e
alunos é essencial para que a escola cumpra seu
papel socializador, a palavra chave é integração.
Além de ensinar conteúdos, a escola deveria
moralizar e, para tal, punir infrações as normas.
Segundo esta tendência, outros autores,
tal como Parson, conceberam a sala de
aula como uma agência de socialização,
por meio da qual as personalidades
individuais são preparadas para o
desempenho de papeis sociais,
conferindo status conforme os méritos
individuais.

Em resumo, o paradigma do consenso
busca a conservação da sociedade, a
reprodução das estruturas existentes,
principalmente a reprodução do
sistema capitalista.
O grande defeito do paradigma do
consenso é não enxergar os conflitos.
Tentando contornar este problema,
representado por Marx, paradigma do
conflito enxerga a escola como uma
instituição que impõem valores e que,
portanto, gera conflitos entre professores e
alunos.
Estes conflitos seriam essenciais para mudar
a estrutura da sociedade.
Karl Marx
A escola necessita exercer controle sobre
os jovens e crianças para efetivar o
processo cognitivo, mas este controle cria
um conflito que ameaça a existência da
escola.
Este processo origina um circulo, pois,
diante da ameaça de conflito permanente,
a escola acirra o controle para garantir sua
existência.

A escola é socialmente complexa, alunos e
professores compartilham situações
conflituosas comuns, que terminando
unindo ao invés de separar.
Em outras palavras, o professor molda sua
classe, mas é também moldada por ela, o
que tanto gera conflito como consenso.

O paradigma do consenso no
Brasil.
O paradigma do consenso influenciou
intensamente a educação no Brasil,
sobretudo a partir de 1930,
representado pelas ideias de Fernando
de Azevedo e Anísio Teixeira.
Começou a penetrar no Brasil graças a
crescente industrialização, iniciada em
1920, quando a necessidade de
preparar o desenvolvimento levou um
grupo de intelectuais brasileiros a se
interessar pela educação, vista como
elemento central para remodelar a
realidade.
Em 1932, durante o governo Vargas, um
grupo de vinte e seis intelectuais se
reuniu para redigir O manifesto dos
pioneiros da educação nova, o qual
defendia a educação como função
essencialmente pública, gratuita,
obrigatória, laica e única.
Isto, do jardim da infância a
universidade, dos quatro aos dezoito
anos de idade.


Dentro deste contexto, Fernando de
Azevedo, o principal representante do
pensamento de Durkheim no Brasil,
enxergava a escola como miniatura da
sociedade.

Para Fernando de Azevedo, a escola teria um
papel limitado diante do poder coercitivo de
outra instituição, a família, responsável pela
formação de grande parte dos padrões sociais.
A despeito desta característica, o educador
deveria ser um agente social, servindo de
exemplo e elemento de ligação do educando
com a realidade e a construção do
conhecimento.

Seguindo esta mesma linha de raciocínio,
Anísio Teixeira defendeu a reestruturação
da educação com o objetivo de propagar e
aperfeiçoar a democracia, propondo
trabalhar conteúdos de forma a discutir
benefícios para a coletividade.


Os estudos de Althusser.
A preocupação central de Althusser
era tentar entender como as
condições de produção, no âmbito
capitalista, conseguem se reproduzir;
já que o sistema capitalista seria
injusto e prejudicial à maioria.

Pensando na questão, o autor chegou à
conclusão que a dinâmica de trabalho,
assegurada pelo salário, seria o
principal fator a reproduzir o sistema,
comprando a lealdade de indivíduos em
favor da ideologia capitalista.