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Acções Futuras: D3

As Acções Futuras que referencio para a BEs em relação ao Subdomínio D3, tendo em conta a
minha prática empírica e tendo por objectivo a melhoria dessa mesma prática, podem
sistematizar-se deste modo:

conjunto de acções que são necessárias realizar a montante, e que estabelecem as orientações
para a prática. Considero que, pelo facto de não se encontrem instituídas, são, também,
necessárias fazer para contrariarem essa prática pouco fundamentada e incoerente que,
devemos deixar de fazer;
 conjunto de acções que se encontram implementadas nas BEs , com maior ou menor
desenvolvimento, e que constituem processos nunca concluídos e que se devem continuar a
fazer;
 conjunto de acções que constituem novos desafios que se colocam às BEs por necessidade de
realizar um trabalho com maior impacto junto dos utilizadores, rentabilizando os meios e
respondendo aos novos desafios tecnológicos, constituindo, assim, o que as BEs devem começar
a fazer.

As BEs devem deixar de fazer:

Aquisições anuais sem estarem enquadradas num contexto mais alargado e coerente que
exige, em primeiro lugar, o estabelecimento de uma Política de Desenvolvimento da Colecção
“…estabelece orientações, determina critérios/prioridades..formaliza instrumentos para
avaliação de resultados e identifica responsáveis pela sua execução”
in Gestão da Colecção, RBE

 Aquisições anuais sem adoptar uma estrutura de referência, o Plano de Desenvolvimento da
Colecção: “ conjunto de intenções da biblioteca na construção da sua colecção … plano de
acção a médio prazo que contém toda a informação reguladora das decisões a tomar e os demais
processos inerentes ao desenvolvimento da colecção”
idem.
O Plano de Desenvolvimento da Colecção pressupões a avaliação, selecção, aquisição,
preservação, desbaste, doações/ofertas, partilha de recursos.
As BEs devem continuar a fazer

 Continuar a organizar o fundo documental segundo linguagens normalizadas
Continuar a utilizar um sistema de gestão bibliográfico automatizado “que permite a
simplificação de um conjunto de processos inerentes ao circuito do documento e à difusão e
pesquisa da informação”.(RBE, Modelo de Auto-avaliação da Biblioteca Escolar)

As BEs devem começar a fazer

Trabalhar em parceria com outras bibliotecas, escolares e municipal, para oferecerem
empréstimos inter-bibliotecas, serviços de referência em linha, programas de formação de
utilizadores, potenciando, deste modo, os efeitos sinergéticos:
“ estabelecer programas de cooperação e partilha, nomeadamente no empréstimo inter-
bibliotecas; criar redes ao nível da gestão partilhada da colecção por forma a consolidar a
política de cooperação entre bibliotecas e garantir a renovação periódica e regular dos recurspos
documentais, bem como a sua itinerânciia”
in Gestão da Colecção, RBE

Potenciar a difusão da informação oferecida pela BE através da páginas web e também do
uso da “ segunda geração de serviços disponibilizados - blogs, wikis, o RSS, o YouTube…” .
(RBE, Modelo de Auto-avaliação da Biblioteca Escolar)