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PLANO DE AVALIAÇÃO

Libraries have always been able to calculate the inputs into services (funding, staff,
collections, space, equipment) and have become increasingly sophisticated bin measuring
the outputs of those services (e.g. loans, visits, downloads, reference transactions).
Measures have also been developed to assess the quality of library services and the
cost‐efficiency of the library’s performance. But quantity of use and quality of performance
do not yet prove that users benefited from their interaction with a library. Measuring
impact or outcome means going a step further and trying to assess the effect of services on
usersPoll, Roswitha & Payne, Philip (2006) . Impact measures for libraries and information
services

Documento orientador: Modelo de Auto – Avaliação na BE

ANA MARIA CABRAL
-2009
O valor da BE reconhecido pelos utilizadores deve ter uma proporção directa com o seu
benefício do qual resultará a mudança e o incremento do conhecimento.

Este plano de avaliação, tem por intenção ajudar, no terreno, por um lado a identificar
as acções na recolha de evidências, os tempos e intervenientes e consequentemente
a concretizarmos as acções de planificação referentes aos dois subdomínios
seleccionados.

Seleccionámos

Domínio: A. 2. Promoção da Literacia da Informação;

Note-se que este domínio tem cinco indicadores, no entanto, apenas dois serão
objecto de análise neste trabalho.

Seleccionámos dois indicadores

A.2.1. Organização de actividades de formação de utilizadores (indicador de Processo) Comentário [J1]: Os processos incidem
sobre a verificação do trabalho que é
realizado pela escola e pela biblioteca
A.2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas e de informação dos alunos.
(Indicador de Outcome) Comentário [J2]: Os resultados dos
impactos incidem fundamentalmente
sobre a verificação dos efeitos desse
trabalho nas aprendizagens dos alunos

Avaliar é, cada vez mais, uma acção estratégica implementada por todas as
organizações ou estruturas, que querem responder de forma eficaz à missão que lhes
foi confiada. As Bibliotecas Escolares, a quem se exige que contribuam de forma
significativa para o sucesso educativo dos alunos, são disso exemplo. Esta exigência
é, antes de mais, uma necessidade, pois a BE tem de encontrar a forma mais
A BE tem
adequada para mostrar à comunidade escolar e educativa o valor que tem, através da de estar
inserida
demonstração do impacto da sua acção no ensino e na aprendizagem. Para além nas
disso, é um passo fundamental para se conseguir cooperar com todas as estruturas da políticas
educativas
escola e agentes educativos. e de
avaliação
da escola.

2 Ana Maria Cabral 2009
Análise do indicador de processo

A.2.1. Organização de actividades de formação de utilizadores

Qual a intenção Conhecer o impacto das sessões de formação de utilizadores no
com a avaliação? desenvolvimento das competências de acesso à BE e
localização dos recursos da informação
A utilidade dos documentos/tutoriais de pesquisa
disponibilizados e divulgados;
O impacto das competências desenvolvidas nos processos de
aprendizagem;
A continuidade ou reformulação do plano estratégico neste
domínio.
Quais os factores
críticos de O Plano de Trabalho da BE inclui actividades de formação de
sucesso? utilizadores com turmas /grupos e docentes
− Alunos e professores desenvolvem competências para o uso
da biblioteca.

- - Alunos e professores revelam um maior nível de autonomia na
utilização da BE após as sessões de formação de utilizadores.
− A BE produz materiais informativos e/ou lúdicos de apoio à
formação dos utilizadores.
Que evidências Actividades organizadas de uma forma sistemática em
recolher? actividades de formação de utilizadores;
Construção de matérias de apoio produzidos e editados para
auxílio de professor.
Que Registos de:
instrumentos ‐ actividades realizadas
utilizar para a ‐ reuniões/contactos prévios com docentes envolvidos :
recolha de - listagem de materiais produzidos e editados para apoio às
evidências? actividades
Estatísticas de utilização do Catálogo
Observação das actividades: Itens da Grelha de Observação de
Utilização da BE (O1)
Que Professor bibliotecário/ equipa/alunos
intervenientes?

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Análise do indicador de impacto

A.2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas e de informação dos alunos.

Qual a intenção Aferir o impacto do trabalho da BE nas competências dos alunos
com a traduzido numa mudança de conhecimento, competências,
avaliação? atitudes, níveis de sucesso .
Perceber se;
- os alunos incorporam no seu trabalho as diferentes fases do
processo de pesquisa e tratamento de informação;
- os alunos demonstram compreensão sobre os problemas
éticos, legais e de responsabilidade social associados ao acesso,
avaliação e uso da informação e das novas tecnologias;
Reconhecer o impacto das competências desenvolvidas nos
processos de aprendizagem;
A continuidade ou reformulação do plano estratégico neste
domínio.
Quais os − Os alunos utilizam, de acordo com o seu nível de escolaridade,
factores críticos linguagens, suportes, modalidades de recepção e de produção de
de sucesso? informação e formas de comunicação variados, entre os quais se
destaca o uso de ferramentas e media digitais.
− Os alunos incorporam no seu trabalho, de acordo com o nível
de escolaridade que frequentam, as diferentes fases do processo
de pesquisa e tratamento de informação: identificam fontes de
informação e seleccionam informação, recorrendo quer a obras
de referência e materiais impressos, quer a motores de pesquisa,
directórios, bibliotecas digitais ou outras fontes de informação
electrónicas, organizam, sintetizam e comunicam a informação
tratada e avaliam os resultados do trabalho realizado.
− Os alunos demonstram, de acordo com o seu nível de
escolaridade, compreensão sobre os problemas éticos, legais e
de responsabilidade social associados ao acesso, avaliação e uso
da informação e das novas tecnologias.
− Os alunos revelam em cada ano e ao longo de cada ciclo de
escolaridade, progressos no uso de competências tecnológicas,
digitais.

4 Ana Maria Cabral 2009
Que evidências Conhecer se os alunos:
recolher? ‐ recorrem aos guias disponibilizados para orientarem o seu
trabalho;
‐ incorporam no seu trabalho as diferentes fases do processo de
pesquisa e tratamento de informação;
‐ melhoram a qualidade dos processos e resultados da
aprendizagem, no acesso e tratamento e avaliação da
informação;
‐ sabem avaliar a qualidade e fidelidade de sites;
‐ sabem reproduzir e tratar as informações a que têm acesso;
‐ sabem referenciar as fontes de informação;
‐ respeitam os direitos de autor
Perceber se:
- a existência de materiais e instrumentos de apoio à
concretização de competências informativas e tecnológicas
pressupõe a sua utilização pelos docentes.
Que Grelha de Observação da Utilização da Biblioteca (O1)
instrumentos Grelha de Análise de Trabalhos Escolares dos Alunos (T1)
utilizar na Lista de materiais de apoio produzidos (guiões de literacia da
recolha de informação, utilização de recursos electrónicos, pesquisa no
evidências catálogo e na internet, grelhas de avaliação de recursos
electrónicos, de páginas na internet…);
‐ Planificações de sessões de trabalho de formação de
utilizadores;
(uso da informação, desenvolvimento de competências
tecnológicas, educação para os média ) ;
- Questionários aos alunos (QA1)
‐ Dados estatísticos de utilização da BE (visitas à BE,
empréstimos domiciliários/presenciais/aulas, materiais
produzidos, nº de sessões de formação de utilizadores, nº de
alunos envolvidos, nº de professores envolvidos, etc)
‐ Análise diacrónica das avaliações dos alunos
Questionários aos professores (QP1)
Que Professor Bibliotecário, equipa, docentes das turmas envolvidas e
intervenientes? alunos.

5 Ana Maria Cabral 2009
Planear a Avaliação

O modelo de auto-avaliação traduz as actuais orientações na ênfase em torno do sucesso
educativo e da melhoria de resultados.

O plano de avaliação dos indicadores seleccionados integra‐se na planificação global
e pressupõe a implementação de um plano de acção dando sequência ao necessário
processo cíclico de planeamento/execução – monitorização/avaliação onde se procura
demonstrar o valor da BE, o seu contributo e impacto dos seus serviços e acções para
o desenvolvimento das competências literácicas dos alunos.

ACÇÕES METODOLOGIA INTERVENIENTES CRONOGRAMA
Motivação e Envolvimento da
compromisso comunidade escolar: Setembro/Outubr Comentário [J4]: A selecção do
domínio a avaliar: uma escolha de
institucional na Reuniões com o Director, o todos.
aplicação do presidentes do Conselho
modelo; Pedagógico, do Conselho Comentário [J3]: professor-
bibliotecário catalisador da mudança
Geral e da Associação de junto da equipa e de todos os outros
Pais: Modelos de
Diagnóstico da Levantamento de avaliação/processo
s em interacção e
situação – selecção necessidades – recursos
de intersecção
do domínio a Humanos, financeiros,
necessária
avaliar materiais.
Apresentação do modelo mais valia é a
ao Conselho Pedagógico melhoria
Operacionalização Cronograma do Outubro/Novemb organizacional
faseamento do processo. ro
Definição dos instrumentos
de recolha de evidência;
Elaboração das grelhas de
registos de dados
Selecção e identificação
das amostras: Comentário [J5]: Na definição da
amostra, é importante procurar cumprir
Análise e aprovação do alguns requisitos, para além da
plano de avaliação, no percentagem de alunos e docentes [ ver
pag.62 Modelo]
Conselho Pedagógico;
Divulgação/ articulação
com os órgãos de Gestão
Intermédia:
Departamentos, Conselho
de Directores de Turma
Inicio da constituição de um portefólio
Operacionalização Aplicação dos questionários

6 Ana Maria Cabral 2009
aos professores – 1º
momento
Registo das reuniões com as DEZEMBRO
estruturas pedagógicas da
escola
Recolha de Início do processo de recolha
evidências de Evidências ‐ análise de: Comentário [J6]: As evidências
Projecto educativo, Projecto incidem nos processos, resultados e
impactos [ ler pag.62/63 Modelo]
curricular de Escola, Plano
anual de actividades, Plano
de actividades da BE,
Regulamento, Plano de acção
da Equipa PTE
Tratamento dos dados dos
questionários
Recolha de evidências e Janeiro
tratamento estatístico
relativos à Biblioteca Escolar
(1º Período): Actividades
lectivas na BE; ocupação
para apoios educativos;
utilização de TIC
(portáteis+projector) em
actividades lectivas na
biblioteca
Operacionalização/ Aplicação da grelha de Fevereiro
aplicação dos observação (O1)
instrumentos
Aplicação da grelha de
análise de trabalhos
escolares (T1)

Levantamento e registo das Março/Abril
actividades de articulação
curricular/literacia da
informação e dos materiais de
apoio produzidos

Aplicação da grelha de Maio
análise de trabalhos
escolares
(T1)
Aplicação da grelha de
observação (O1)
Aplicação dos questionários
aos professores (QP2)
Aplicação dos questionários Junho
aos alunos (QP1)

Recolha de Recolha de evidências e
evidências/ tratamento estatístico
relativos à Biblioteca Escolar

Recolha, sistematização,

7 Ana Maria Cabral 2009
tratamento e análise de toda
a informação recolhida

Decidir em qual dos Julho
níveis de Descrição da situação;
desempenho se identificação dos pontos Comentário [J7]: A análise dos
situa a biblioteca no fracos e fortes; relação com elemntos recolhidos vai permitir um
cruzamento entre os factores críticos de
domínio escolhido os standards de desempenho; sucesso e os perfis de desempenho , para a
definição e periodização de identificação de nível
acções de melhoria; redacção
do Relatório Final de Comentário [J8]: Ipensar nos aspectos
Comunicação dos Avaliação que afectam o indicador, consolidados ou
resultados não ( internos e externos). Inferir,
identificar e avaliar, das evidências
Comunicação/apresentação
em Conselho Pedagógico.
Elaborar novo Reflexão sobre os resultados
Plano de Acção e recomendações para o
plano de melhoria.
Proposta de plano de
melhoria para o próximo ano
lectivo. Comentário [J9]: As acções de
Divulgação dos resultados da melhoria devem constituir-se um
compromisso da escola, na sua
avaliação globalidade, um melhor desempenho da
biblioteca determino o sucesso da escola.

A auto-
avaliação da
BE pode
Bibliografia: ajudar a
promover a
Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto‐Avaliação. http://www.rbe.min-
edu.pt/np4/?newsId=31&fileName=mod_auto_avaliacao.pdf BE, o
marketing ao
serviço da
McNamara, Carter (2008) . Basic guide to program evaluation. Disponível em: eficácia.
http://www.managementhelp.org/evaluatn/fnl_eval..htm#anchor1585345

Texto da sessão

Ana Maria Cabral

8 Ana Maria Cabral 2009