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1º CURSO

DE
EXAMES
CONTRASTADOS

FERNANDO DIAS
PERGUNTAS
FREQUENTES!!!!!
1.) Sou técnico em radiologia, posso
realizar exames contrastados?

2.) É melhor fazer uma especialização
em exames contrastados?

3.) Ao concluir o curso poderei realizar
todos exames?

CONTRASTE
UTILIZADOS
BÁRIO IODO
CONCEITO DOS
MEIOS DE CONTRASTE
 Quais os tipos de contraste?

Existem diversos tipos de contrastes iodados,
sendo os mais indicados chamados de baixa
osmolaridade ou não iônicos e foram
desenvolvidos com o objetivo de diminuir a
ocorrência de efeitos adversos.
CONCEITO DOS
MEIOS DE CONTRASTE
 Como se origina uma reação
adversa?

As reações adversas podem ser tóxicas,
ou seja, ocorrendo em resposta à ação direta
do contraste, sendo dependentes da dose e
podendo se manifestar com calor e dor no
local da injeção ou com sintomas gerais.
Entretanto, algumas pessoas podem ter um
outro tipo de reação, chamado de reação
anafilática.
CONCEITO DOS MEIOS
DE CONTRASTE
 Como se manifestam estas
reações?

A maioria dos pacientes que utiliza
contraste iodado evolui bem, sem
problemas e as reações, quando surgem,
tendem a ser :
Leve.
Moderada.
Grave.
CONCEITO DOS
MEIOS DE CONTRASTE
 Existem pessoas que podem ter
maior risco de reações?

Pessoas com história pessoal de alergia
significativa.

Pessoas acima de 50 anos, diabéticos,
hipertensos ou com problemas renais.
CONCEITO DOS
MEIOS DE CONTRASTE
 Que cuidado deve ser tomado
antes de ser submetido a um
exame com contraste iodado?
Anaminese – Buscar o máximo de
informações do paciente.
Obs – Verificar medicações de uso do
paciente

DUPLO CONTRASTE
É UTILIZADO O CONTRASTE RADIOPACO
(SULFATO DE BÁRIO) E O CONTRASTE
RADIOTRANSPARENTE (DIÓXIDO DE
CARBONO).

CLASSIFICAÇÃO DOS
MEIOS DE CONTRASTE
Por sua administração:

 ORAIS = BOCA
 PARENTERAIS = VIA INTRA-ATRIAL OU
INTRAVENOSA
 ENDOCAVITÁRIOS = ADMINISTRAÇÃO DO
CONTRASTE POR UMA VIA DE COMUNICAÇÃO
NATURAL DA CAVIDADE COM O MEIO EXTERIOR
(ENEMA, FISTULOGRAFIA)
 INTRACAVITÁRIOS = ADMINISTRAÇÃO DO
CONTRASTE ATRAVÉS DA PAREDE DA CAVIDADE
(COLANGIOGRAFIA TRANSOPERATÓRIA).

SULFATO BÁRIO
• O BÁRIO É EMPREGADO NA FORMA DE
SULFATO INSOLÚVEL PARA DIAGNÓSTICO
DO TRATO GASTROINTESTINAL.

• SE PERFURAÇÃO É SUSPEITADA, DEVE-SE
USAR UM MC IODADO HIDROSSOLÚVEL
POIS O ORGANISMO É INCAPAZ DE
ELIMINAR O SULFATO DE BÁRIO SE ESTE
ENTRAR NA CAVIDADE ABDOMINAL .

• O BASO4 É DISPONÍVEL COMO “PÓ” OU
SUSPENSÃO
REAÇÕES ADVERSAS
LEVES – URTICÁRIA, NAUSÉAS E VÔMITOS.
MODERADAS – URTICÁRIA EXCESSIVA,
TAQUICÁRDIA , ERITEMA DISSEMINADO E
VÔMITOS EXCESSIVOS.
GRAVES – PRESSÃO ARTÉRIAL BAIXA,
PARADA CARDÍACA OU RESPIRATÓRIA
(EDEMA DE GLOTE), PERDA DE
CONSCIÊNCIA, CONVULSÕES, CIANOSE E
CHOQUE PROFUNDO,
APARELHO UTILIZADO
DACRIOCISTOGRAFIA
EXAME RADIOLÓGICO PARA
VISUALIZAÇÃO DAS PAPILAS E DOS
DUCTOS NASOLACRIMAIS.

ANATOMIA :
•PAPILAS LACRIMAIS SUPERIOR E
INFERIOR ;

•SACO LACRIMAL ;

•CANALÍCULOS LACRIMAIS ;

•DUCTO NASOLACRIMAL .

MATERIAIS UTILIZADOS :
•CONTRASTE LIPIODOL ;

•ESCALPE 27,INVERTENDO A POSIÇÃO DA
AGULHA ;

•DILATADOR METÁLICO ;

•SERINGA ( 10 ML ) ;

•GASES PARA LIMPEZA DO RESÍDUO DE
CONTRASTE.

CONTRASTE LIPIODOL :
•EXTRAÍDO DA PAPOULA ;

•NENHUMA OCORRÊNCIA DE REAÇÃO
ALÉRGICA ;

•CADA AMPOLA DE 10ML DE LIPIODOL
CUSTA EM MÉDIA R$100,00.

SEQÜÊNCIA DO EXAME :
•RADIOGRAFIA PRÉVIA ;

•CATETERIZAÇÃO DA PAPILA LACRIMAL
INFERIOR ;

•A VISUALIZAÇÃO DA PAPILA,DO SACO
LACRIMAL E DO DUCTO NASOLACRIMAL É
OBTIDA COM A AQUISIÇÃO FEITA
DURANTE A INJEÇÃO DE CONTRASTE ;

•RADIOGRAFIA DE CONTROLE DE
ESVAZIAMENTO E RESÍDUO.

SOBRE AS RADIOGRAFIAS :
•FILME 18X24 NA TRANSVERSAL ;

•POSICIONAMENTO IDÊNTICO AO DE CRÂNIO
AP ;

•COLIMAÇÃO DESDE O TETO SUPERIOR DA
ÓRBITA, INCLUINDO TODA A PORÇÃO NASAL ;

•TÉCNICA SUGERIDA :- CRIANÇA 76KV,20MAS,
F100 / ADULTO 82KV,30MAS,F 100.

PATOLOGIAS:
•OBSTRUÇÃO DO SACO E ESTENOSE
DO DUCTO NASOLACRIMAL,
CONGÊNITO E EM DECORRÊNCIA DE
TRAUMAS DE FACE ;

•INFECÇÕES SUBSEQÜENTES
SIALOGRAFIA
SIALO = SALIVA
EXAME RADIOLÓGICO DOS DUCTOS
SALIVARES E DAS GLÂNDULAS
SUBLINGUAL, SUBMANDIBULARES E
PARÓTIDAS.

ANATOMIA
GLÂNDULA SUBLINGUAL ;
ÓSTIOS ( ORIFÍCIO DE SAÍDA DA SALIVA ) ;
GLÂNDULAS SUBMANDIBULARES ;
GLÂNDULAS PARÓTIDAS ;
DUCTOS SALIVARES.

MATERIAIS UTILIZADOS
 CONTRASTE LIPIODOL ;

 ESCALPE 27 ( INVERTENDO A POSIÇÃO DA
AGULHA)

 DILATADOR METÁLICO ;

 SERINGA DE VIDRO ( 10 ML ) ;

 GASE PARA LIMPEZA DE RESÍDUO DE
CONTRASTE.

 1 LIMÃO PARA ESVAZIAMENTO DAS GLÂNDULAS

SEQUÊNCIA DO EXAME
RADIOGRAFIA PRÉVIA AP E P ;

CATETERIZAÇÃO DO ÓSTIO DA
RESPECTIVA GLÂNDULA A SER ESTUDADA ;

FAZ – SE RADIOGRAFIAS EM AP E P
DURANTE A INJEÇÃO DE CONTRASTE ;

RADIOGRAFIA DE CONTROLE DE
ESVAZIAMENTO E RESIDUAL.

POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
IMAGENS RADIOLÓGICAS
PATOLOGIA
SIALODENITE – PROCESSO INFLAMATÓRIO
DAS PARÓTIDAS,NÃO EXCLUINDO AS
SUBMANDIBULARES,CAUSADA POR VÍRUS
E BACTÉRIAS DE OCORRÊNCIA NORMAL.
( VULGO CAXUMBA )

CÁLCULOS DE DUCTOS E DE GLÂNDULAS.

E.E.D
ESOFÂGO ESTÔMAGO DUODENO
INDICAÇÕES
PÓS OPERATÓRIOS
PATOLOGIAS OBSTRUTIVAS
ESOFAGITE
NEOPLASIAS
DIVERTICULOS
MÁ FORMAÇÃO CONGÊNITA
HERNIA DE HIATO
ÚLCERA GÁSTRICA
ÚLCERA DUODENAL
NEOPLASIAS GÁSTRICAS
INDICAÇÕES
MEGA-ESÔFAGO
POLIPOSES .
PÓS CLIPAGENS ESTOMACAIS
OBSTRUÇÕES POR CORPO
ESTRANHOS.
REFLUXO ESOFÁGICOS.
VARIZES ESOFÁGICOS.

CONTRA - INDICAÇÕES
PARALISIA DA DEGLUTIÇÃO
OBSTRUÇÃO TOTAL
HIPERSENSIBILIDADE AO CONTRASTE
PÓS OPERATÓRIO RECENTE
HEMORRAGIA SÉVERA
INCOLABORATIVIDADE DO PACIENTE

MATERIAIS UTILIZADOS
APARELHO DE RAIO X CALIBRADO.
PROCESSADORA DE FILMES .
SISTEMA DE ESCOPIA FUNCIONANTE.
CONTRASTE A BASE DE BÁRIO/BARITADO.
CONTRASTE IODADO IÔNICO/NÃO IÔNICO.
CHASSIS 24 X 30,30X40,35X35.
LENÇOS DE PAPEL, HIGIENE DO PACIENTE
FITAS CD”S EM VIDEODEGLUTOGRAMA.
SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO ADEQUADO.


POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
IMAGENS
PRÉVIAS
ESÔFAGO
ESTOMÂGO
DUODENO
IMAGENS
PATOLÓGICAS
HÉRNIA DE HIATO MEGA ESOFÂGO
IMAGENS
PATOLÓGICAS
ESTREITAMENTO
ESOFÂGICO
OBSTRUÇÃO BULBO
DUODENAL
TRÂNSITO
INTESTINAL
EXAME CONTRASTADO DO
ESTÔMAGO E DE TODO
INTESTINO DELGADO, ATÉ A
VÁLVULA ILEOCECAL.


ANATOMIA
CONTRASTE UTILIZADO
BÁRIO IODO
PREPARO DO EXAME
VÉSPERA DO EXAME ALIMENTAÇÃO
MODERADA E JEJUM DE 10 HORAS;

DIETA LEVE E LÍQUIDA;

DURANTE O PREPARO NÃO MASCAR
CHICLETES OU FUMAR CIGARROS.

INDICAÇÕES
DOENÇA DE CROHN ;
ENTERITE E GASTROENTERITE ;
DIVERTÍCULOS ;
DIARRÉIAS FREQÜÊNTES ;
NEOPLASIAS ;
DOENÇAS ABSORTIVAS

CONTRA INDICAÇÕES
PACIENTES PRÉ-CIRÚRGICOS E PÓS-
CIRÚRGICOS COM SUSPEITA DE
PERFURAÇÃO ;

OBSTRUÇÃO DE INTESTINO GROSSO.

REALIZAÇÃO DO EXAME
 O PROTOCOLO DE EXAME PODE VARIAR DE SERVIÇO
PARA SERVIÇO.(DEPENDE DO RADIOLOGISTA)
 RADIOGRAFIA PRÉVIA ;
 0’ MINUTO ;
 15’ MINUTOS ;
 30’ MINUTOS ;
 60’ MINUTOS ;
 OPE ; (VISUALIZAR A VÁLVULA ILEO-CECAL)
 O EXAME PODE SE ESTENDER ALÉM DO
PROTOCOLO, SÓ TERMINA QUANDO O CONTRASTE
CHEGAR ATÉ A TRANSIÇÃO ILEO-CECAL.


POSICIONAMENTO
DEC. VENTRAL
SIMPLES
30 MIN
120 MIN
ENEMA OPACO
OU
CLISTER OPACO
OBJETIVO
ESTUDAR RADIOLOGICAMENTE A FORMA E
A FUNÇÃO DO INTESTINO GROSSO, BEM
COMO DETECTAR QUAISQUER CONDIÇÕES
ANORMAIS.

TANTO O ENEMA BARITADO COM
CONTRASTE SIMPLES QUANTO O COM
DUPLO CONTRASTE INCLUEM UM ESTUDO
DE TODO O INTESTINO GROSSO.

ANATOMIA
INDICAÇÃO CLÍNICA
• COLITE: INFLAMAÇÃO DO INTESTINO GROSSO

• COLITE ULCERATIVA: INFLAMAÇÃO C/
ULCERAÇÕES NA PAREDE DA MUCOSA

• NEOPLASIAS: TUMORES

• VOLVO: TORÇÃO DE SEGMENTOS INTESTINAIS

• APENDICITE: INFLAMAÇÃO DO APÊNDICE

INDICAÇÃO CLÍNICA
• MEGA CÓLON: DILATAÇÃO DOS
CÓLONS

• OBSTRUÇÃO DO INTESTINO GROSSO

• DIVERTÍCULOS: SALIÊNCIA EXTERNA
DA PAREDE DA MUCOSA

• PÓLIPOS: SALIÊNCIA INTERNA DA
PAREDE DA MUCOSA


CONTRA INDICAÇÃO
• SUSPEITA DE PERFURAÇÕES DE VÍSCERAS
• OBSTRUÇÃO DO INTESTINO GROSSO
• APENDICITE
• SUSPEITA DE GRAVIDEZ
• DEVEMOS SABER SE O PACIENTE FOI SUBMETIDO
A UMA SIGMOIDOSCOPIA OU COLONOSCOPIA
ANTES.
• SE FOR REALIZADA UMA BIÓPSIA DO CÓLON
DURANTE ESTES PROCEDIMENTOS, A PORÇÃO
ENVOLVIDA DA PAREDE DO CÓLON PODE ESTAR
ENFRAQUECIDA, O QUE PODE LEVAR A
PERFURAÇÃO DURANTE O ENEMA BARITADO.

MATERIAIS UTILIZADOS
• IRRIGADOR DESCARTÁVEL OU ESTÉRIL
• SONDA RETAL
• EQUIPO PARA O IRRIGADOR
• ESPARADRAPOS E GASES
• XILOCAÍNA GEL
• PINÇA
• COPO E LUVAS DESCARTÁVEIS
• 3 FRASCOS DE BÁRIO 150ML.
• ÁGUA FILTRADA E AQUECIDA DE ACORDO À
TEMPERATURA DO CORPO.



POSICIONAMENTO
PILOTO (ABDÔMEN AP SIMPLES)
ABDOMEN AP
ABDOMEN PA
OBLIQUA PE / PD (FLEXURAS DIR/ESQ)
LATERAL E (PERFIL DE RETO)
AXIAL EM AP (ABERTURA DO SIGMÓIDE)
ALGUNS POSICIONAMENTOS PODEM SER
REALIZADOS EM ORTOSTÁTICO.


POSICIONAMENTO
MANOBRAS
FLEXURAS
ESPLÊNICA
FLEXURA
HEPÁTICA
DEC.
DORSAL
DEC.
VENTRAL
IMAGENS RADIOLÓGICAS
DEC. DORSAL DEC. VENTRAL
AXIAL SIGMÓIDE PERFIL RETO
FLEXURA ESPLÊNICA FLEXURA HEPÁTICA
UROGRAFIA
EXCRETORA
UROGRAFIA EXCRETORA
Estudo radiológico
contrastado dos
rins, ureteres e
bexiga (estudar a
forma e a função).

É realizado através
de injeção
endovenosa de MC
iodado.

UROGRAFIA EXCRETORA
É um exame rápido e precisa ser
realizado com precisão em seu
tempo, pois as moléculas do MC são
rapidamente removidas da corrente
sanguínea e excretadas por completo
pelos rins.
UROGRAFIA EXCRETORA
INDICAÇÕES
 Cálculos renais e ureteres
 Infecção do trato urinário ( ITU )
 Traumatismo renal
 Hidronefrose

UROGRAFIA EXCRETORA
CONTRA-INDICAÇÕES

 Hipersensibilidade ao MC iodado
 Insuficiência renal

UROGRAFIA EXCRETORA
PROCEDIMENTOS
 Solicitar ao paciente que esvazie a bexiga
(miccione)
 O trato intestinal deverá está livre de
gases e material fecal
 Refeição leve na noite anterior ao exame
 O MC será ADM endovenosamente
 Após a ADM do contraste são realizadas
radiografias em tempos determinados,
mostrando a dinâmica da excreção.

UROGRAFIA EXCRETORA
PROCEDIMENTOS
 Deve-se realizar uma compressão abdominal que
visa obstruir temporariamente os ureteres e
permitir um melhor enchimento dos cálices não
deixando que o contraste vá para bexiga.
 Compressão esta que é contra-indicada em
pacientes que fizeram cirurgias recentes e
pacientes com próteses na região abdominal.
 Após descompressão é realizada + algumas
radiografias.

UROGRAFIA EXCRETORA
PROCEDIMENTOS
 É solicitado ao paciente que miccione
 Serão realizadas radiografias após a ADM do
contraste com os seguintes tempos de intervalos:
 Radiografia panorâmica (abdômen)
 3 a 5 minutos após ADM – Técnica de Poutasse
 10 minutos com compressão
 15 minutos com descompressão
 20 minutos abdômen panorâmico (bexiga)
 Radiografia pós-miccional -

UROGRAFIA EXCRETORA
Radiografia simples
UROGRAFIA EXCRETORA
Nefrograma – Técnica de
Poutasse
UROGRAFIA EXCRETORA
UROGRAFIA EXCRETORA
Após descompressão
UROGRAFIA EXCRETORA
UROGRAFIA EXCRETORA
Radiografia panorâmica - bexiga
UROGRAFIA EXCRETORA
UROGRAFIA EXCRETORA
Radiografia pós-miccional
UROGRAFIA EXCRETORA
NEFRITE
CALCÚLO RENAL
UROGRAFIA EXCRETORA
DUPLO URETER
ESQUERDO
DUPLO URETER
ESQUERDO
URETROCISTOGRAFIA
RETRÓGRADA E
MICCIONAL
URETROCISTOGRAFIA
Estudo
radiológico
contrastado da
bexiga e uretra
(estudar a forma
e a função).

URETROCISTOGRAFIA
 O exame é realizado
em homens para
visualizar toda a
uretra.

 O contraste é injetado
retrogradamente pela
uretra distal até que
toda a uretra esteja
preenchida pelo
contraste.
URETROCISTOGRAFIA
INDICAÇÕES

 Homens
 Cálculo uretral
 Tumor na uretra
 Retenção urinária
 Estenose da uretra
 Refluxo uretral


URETROCISTOGRAFIA
MATERIAL UTILIZADO

 Luvas de procedimento
 Gaze estéril
 Substância para desinfecção
 Solução fisiológica
 Xilocaína
 Pinça de Brodney ou seringa
 Contraste iodado



URETROCISTOGRAFIA
URETROCISTOGRAFIA
PROCEDIMENTOS TÉCNICOS

 Não há preparo específico do paciente embora,
deve solicitar ao paciente que miccione antes do
inicio do exame
 Paciente em DD, deve-se realizar uma
radiografia simples da bexiga em AP
 Após a radiografia simples, instala-se a pinça de
Brodney ou seringa na parte distal da uretra
(glande do pênis)
 Contraste suficiente deve ser usado para
preencher toda uretra
URETROCISTOGRAFIA
PROCEDIMENTOS TÉCNICOS

 Não deve introduzir o contraste sob pressão, o
que pode resultar em ruptura vesical
 Após a bexiga estar preenchida pelo contraste, o
que pode exigir cerca de 150 a 500ml de solução é
então realizadas as radiografias (retrógrada e
bexiga cheia)
 Após as radiografias retrógrada e bexiga cheia é
realizada a miccional onde terá como objetivo
avaliar a capacidade de micção do paciente
 Fase miccional é feita em ortotástica

URETROCISTOGRAFIA
Antes de introduzir a pinça ou seringa é realizada a assepsia
URETROCISTOGRAFIA
Fase pré-contraste
URETROCISTOGRAFIA
Fase retrógrada positiva
URETROCISTOGRAFIA
Fase retrógrada positiva
URETROCISTOGRAFIA
Fase retrógrada
URETROCISTOGRAFIA
URETROCISTOGRAFIA
MICÇÃO
URETROCISTOGRAFIA
URETROCISTOGRAFIA
FÍSTULA URETRAL
ANOMALIAS
ANOMALIAS
HISTEROSSALPIGOGRAFIA
HISTEROSSALPINGOGRAFIA
 Histerografia + Salpingite

 Histerografia: descrição ou radiografia do
útero;

 Salpingite: inflamação nas tubas uterinas.

 Exame radiológico cujo procedimento é utilizado
para diagnóstico de várias patologias tubárias e
uterinas.

O QUE É UM EXAME DE
HISTEROSSALPINGOGRAFIA
 Exame realizado para avaliação e visualização da
anatomia uterina e da permeabilidade tubária.
 Realizado por intermédio de contraste no colo
uterino, tem o objetivo de opacificar o útero e as
trompas uterinas, avaliando internamente o trato
reprodutivo feminino.
 Pode oferecer valiosas informações em relação a
anormalidades tubárias e uterinas em pacientes
com infertilidade, abortos recorrentes ou
monitoração de cirurgia tubária.

ANATOMIA
EXAME CLÍNICO
 Na anamnese, pesquisar história de:
 - doença inflamatória pélvica
 - apendicite
 -endometrite
 - cirurgia pélvica
 - gestação ectópica (fora da cavidade uterina)
 - dismenorréia (distúrbio que torna a menstruação
dolorosa)
 - dispareunia (dor durante relação sexual)
 - tuberculose

PREPARO NA VÉSPERA
 Dieta leve: - chá
 - torrada
 - bolacha (água e sal)
 - sucos (coados)
 - purê de batata (sem leite e manteiga)
 - carne ou frango magro (bem cozido)
 - fruta cozida
 - legumes cozidos
 - açúcar em pequena quantidade e gelatina.

 Tomar dois comprimidos de Laxante

ATENÇÃO
O exame deverá ser realizado entre cinco à dez dias
após o término da menstruação;

A paciente deverá apresentar ausência de relação
sexual por quinze dias antecedentes a realização
do exame.
INDICAÇÕES
 Casos de:
 - esterilidade
 - anomalias da cavidade uterina
 - permeabilidade das tubas uterinas
 - abortos recorrentes
 - monitoração de cirurgia tubária

CONTRA-INDICAÇÕES
 gravidez
 Infecções genitais agudas
 Período menstrual

MEIO DE CONTRASTE
RADIOLÓGICO
 Iopamiron
 Henetix
 Reliev
Formas de apresentação:
Caixa com 1 ou 25 frascos-ampola
contendo 20ml de solução injetável por via
intra-uterina.

REAÇÕES ADVERSAS
 Bem tolerado, este produto não apresenta
nenhum
efeito secundário em particular;

 Sensação dolorosa de tensão pélvica, como
ocorre
durante qualquer injeção de produto
viscoso
PRECAUÇÕES
 Antecedentes de sensibilidade ao iodo e aos
produtos iodados não constituem uma contra-
indicação absoluta, mas requerem que a injeção
seja feita com prudência e que se mantenham
meios para tratamento de urgência.

 Este produto contém sulfitos que podem
eventualmente acarretar ou agravar reações do
tipo anafilática. Antecedentes alérgicos:
urticárias, asma, alergias diversas alimentares
ou medicamentosas devem ser questionadas por
predisporem a reações de intolerância.

MATERIAIS E INSTRUMENTOS
UTILIZADOS
REALIZAÇÃO DO EXAME
Radiografia simples da pelve em ântero-
posterior;

PRÉVIA
LIMPEZA
- Anti-sepsia do trato genital externo
- Introdução do especulo para visualização
do colo
- Anti-sepsia interna.

O anti-séptico utilizado é o iodofor aquoso
(Polvidine)

 Após a anti-sepsia:
- fixação da porção superior do colo uterino com
uma pinça;
- Injeção de contraste iodado puro conectada a uma
cânula;
 -realização da injeção do contraste
simultaneamente a leve
 tração do colo iniciando-se a infusão de 15 a
20ml de
 contraste;

São realizadas radiografias orientadas
pela radioscopia:

- Em ântero-posterior, quando há
preenchimento do útero por contraste;

PREENCHIMENTO DO ÚTERO COM
CONTRASTE
OPACIFICAÇÃO DAS TROMPAS E
EXTRAVASAMENTO DO CONTRASTE
EXAME DE
HISTEROSSALPINGOGRAFIA
EXAME
DIGITAL
PATOLOGIA
Hidrossalpinge bilateral com obstrução tubária.
DIAGNÓSTICO
 Os achados da histerossalpingografia são
específicos e podem ser interpretados como causa
de infertilidade:
 Obstrução bilateral das trompas
 Sinéquias (formação de aderência e fibrose do
endométrio)
 Útero uni ou bicorno
 Hidrossalpinge bilateral (obstrução e dilatação)
 Endometriose tubária severa

MENSAGEM AOS
PARTICIPANTES

Estamos lhe dando um ...
Para você não...
Esta mensagem, é uma...
E não serve para ...
Diariamente surgem
problemas,
as vezes temos de...
Ou até...
Mas antes de...
E para você não ser pego
de...
O melhor ainda é...
Evitar o retrabalho, é
muito
simples, é só...
Trabalhe sem procurar ...
E sem fazer ...
As vezes você encontra
um...
Dando uma de...
Tentando te colocar...
Mas não fique ...
Trabalhe com confiança
sem...
As vezes você pensa que
os obstáculos, não passa
de uma...
Mas não fique com ...
Pois se tratando de
exames contrastados,
você está com ...
É só tomar o cuidado
para não...
E muito menos ficar...
Pois você pode acabar...
E depois vai ficar se
sentindo com a ...
Ou então, como uma...
E se tudo der errado e
ocorrer um acidente de
trabalho, é você que
acaba...
E prematuramente
poderá...
Ou até mesmo...
Aplique as BOAS práticas
da Radiologia Médica,
para melhorar a qualidade
de vida do paciente.
OBRIGADO!!!!!!!!

Dúvidas.

Email -fdbarbosa@ig.com.br