FMU – Centro Universitário

das Faculdades Metropolitanas Unidas
CURSO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA – CEPA
1.º Ano – 1º Semestre
Práti! "e Proesso Ci#i$
D!t! %%%%&%%%%%&%%%%%
Sumário: Escolha da justiça, do processo e do procedimento. Procuração, substabelecimento, contrato de Honorários e
taxas.
I. Roteiro para a escolha da justiça, do processo e do procedimento.
No Exame de Ordem normalmente a proposição é ormulada para a elaboração da peça jur!dica "ue retrata uma situação
em "ue o bacharel atua como #patrono$ do autor e, desta sorte, de%erá elaborar uma peça proissional apta, "ue tra&a o
resultado célere em a%or de seu cliente.
' a (onstituição )ederal e as normas de or&ani*ação judiciária "ue estabelecem a di%isão da jurisdição entre os di%ersos
+r&ãos jurisdicionais. ,ssim, inicialmente, cabe obser%ar se a ação de%e ser ajui*ada na -ustiça )ederal ou na -ustiça
Estadual, de modo "ue com a leitura do arti&o ./0 da () tomaremos ci1ncia da compet1ncia da -ustiça )ederal, sendo
certo "ue, na"uilo "ue o arti&o or omisso a compet1ncia será da -ustiça Estadual, posto se tratar de compet1ncia residual.

Órgãos do
Poder
Judiciário
Eleitoral
E2PE(3,4
5ilitar 6o 7rabalho
-u!*es
Eleitorais
8aras
,uditorias
)ederais
Exército
5arinha
,eronáutica
7.9.E.
7.9.7.
:.; 9e&.
.<.; 9e&.
7.2.E. 2.7.5. 7.2.7.
(O5=5
E27,6=,4 )E6E9,4
-u!*es de ..;
3nst>ncia:
(!%eis, (riminais ,
)am!lia,
)a*enda
,cidentária,
9e&istros
P?blicos
e 7rib. do -?ri
-ui*ados
Especiais
@-u!*es e
4ei&osA
(olé&io
9ecursal
-ui*es de .
a

3nst>ncia:
8aras (!%eis,
(riminais e
7rib. -?ri
7ribunais Estaduais:
7rib. de -ustiça.


9ecurso Extraordinário
2.7.).
2upremo 7ribunal )ederal
7ribunal 9e&ional
)ederal
2uperior 7ribunal
de -ustiça
9E(=92O
E2PE(3,4
-ui*ados
Especiais
)ederais
@-u!*es e
4ei&osA


(olé&io
9ecursal
Emenda Const. n !"#$%%!
No (+di&o (i%il, o examinando encontrará a solução mais acertada para a undamentação jur!dica de sua pretensão, ou seja, o
direito material, en"uanto "ue, no (+di&o de Processo (i%il e em le&islação esparsa obser%ará o modo e o meio pelo "ual se
aplicará o direito material ao caso concreto, ou seja, se situará "uanto ao Processo e o Procedimento a ser utili*ado.
,ssim, sabendo "ual a ação a ser proposta e o seu respecti%o procedimento, o candidato pode dar in!cio a elaboração da
petição. (onhecendo os procedimentos elencados nos li%ros 3B8 do (P(, automaticamente o aluno encontrará o nome da
ação.
II. Processo
&. Conceito
O processo é o meio para "ue a jurisdição se reali*e, lembrando "ue a jurisdição é a capacidade "ue o Estado possui para
decidir e impor suas decisCes.
)rente a um lit!&io, pro%ocado pelo autor da ação, o Estado precisa solucionáDlo e para isso dispCe do processo. O processo é o
meio pelo "ual o Estado irá compor os lit!&ios.
2ão tr1s as espécies de tutela jurisdicional do Estado: conhecimento @também denominada co&niçãoA, execução e cautelar.
$. Classi'icação
Processo de conhecimento( tem por objeti%o conhecer o direito, saber se o autor possui o direito material "ue airma em
ju!*o. ' para apurar o direito hipotético. ,penas declara a exist1ncia ou não de um direito. Nestes casos a sentença de mérito
de%e conter a resposta deiniti%a para o pedido ormulado pelo autor, na petição inicial.
 , ação de conhecimento subdi%ideDse em: declarat+ria, constituti%a, condenat+ria, mandamental e executi%a lato
sensu.
Processo de e)ecução( tem por objeti%o a satisação concreta do direito do credor. Esse direito já oi deinido pre%iamente, já
oi reconhecido e temDse apenas a pretensão "ue ainda não satise* ao direito do autor. Neste tipo de ação o "ue se busca é a
eeti%a satisação do credor.
Processo cautelar: tem por objeti%o conser%ar o mesmo estado inicial de coisas, pessoas e pro%as, asse&urando o resultado
?til de outra ação @de conhecimento ou de execuçãoA. Este tipo de ação decorre do risco de alteração das coisas em %irtude da
demora do processo. Não se busca, neste tipo de processo, a solução, mas sim a obtenção de medidas "ue aastem o peri&o do
dano irrepará%el E parte.
Para o jui* conceder esta cautela são necessários al&uns re"uisitos "uais sejam: fumus boni juris e o periculum in mora.
O fumus boni juris "uer di*er a umaça do bom direito. 6e%eDse mostrar ao jui* uma apar1ncia de direito.
O periculum in mora "uer di*er peri&o de demora. 6e%eDse compro%ar o risco de um dano irrepará%el ou de di!cil reparação.
III. Procedimentos
&. Conceito
O processo, em unção das classiicaçCes, possui procedimentos distintos e o ordenamento jur!dico pre%1 os procedimentos
comuns e especiais.
O procedimento é a orma como a ação irá se desen%ol%er.
O nosso ordenamento jur!dico pre%1 o procedimento comum e o especial. , lei é "ue deine "ual o procedimentoF 6eine o
procedimento especial e o comum sumário. O "ue não or especial ou sumário será ordinário.
(umpre destacar "ue temos o procedimento sumar!ssimo, aplicado aos jui*ados especiais c!%eis, o "ual será estudado em aula
posterior.
6iante do caso concreto de%eDse %eriicar se a ação trataDse de procedimento especial. 2e não or o caso, parteDse para o
procedimento comum "ue pode ser de rito ordinário ou sumário ou de%erá ser proposta no jui*ado especial.
$. Procedimentos Especiais
Os procedimentos especiais podem ser de jurisdição contenciosa e %oluntária.
-urisdição contenciosa: é a"uela em "ue existe uma lide a ser resol%ida.
-urisdição %oluntária: é a"uela em "ue não existe lide, não existe conlito de interesses, como por exemplo, a separação
consensual, pois não existe lide, não há no momento da separação um conlito de interesses.
,l&uns doutrinadores entendem "ue a jurisdição %oluntária não é ati%idade jurisdicional e sim unção administrati%a do jui*
por"ue nestes casos não existem partes, somente interessados. E se jurisdição é resolução de conlitos de interesses e não há
conlitos, não é jurisdição e sim unção administrati%a.
Os procedimentos especiais estão pre%istos no 4i%ro 38 do (+di&o de Processo (i%il ou em le&islaçCes especiais.
*. Procedimento Comum
' o "ue se aplica Es causas em "ue a lei não especiicou outra orma. 2ubdi%ideDse em ordinário e sumário.
*.&. Procedimento Comum Sumário: aplicamDse nas causas pre%istas no arti&o :G< do (P( "ue utili*a critério em ra*ão do
%alor ou da matéria e em leis especiais, como, por exemplo, ação re%isional de alu&uel.
=m dos princ!pios "ue o re&e é o da celeridade e o da oralidade.
O procedimento sumário é mais simpliicado e as ases processuais estão concentradas. , deesa @do réuA, pro%as e jul&amento
concentramDse em, no máximo duas audi1ncias: uma de conciliação e outra de instrução e jul&amento, sendo "ue esta ?ltima
se as partes não se conciliarem.
+ases
, petição inicial de%er ser elaborada se&undo o pre%isto no art. :H:, (P(, porém de%erá o autor apresentar o rol de
testemunhas e ormular os "uesitos caso re"ueira per!cia.
O jui*, caso deira a petição inicial, desi&nará audi1ncia de conciliação no pra*o de trinta dias.
O réu de%erá ser citado com anteced1ncia m!nima de de* dias e o autor será intimado a comparecer na audi1ncia, podendo
utili*arDse de preposto. 2e a )a*enda P?blica i&urar como ré este pra*o será contado em dobro.
(aso o réu não compareça @e não justii"ueA na audi1ncia de conciliação os atos ale&ados pelo autor na petição inicial serão
considerados %erdadeiros, sendo "ue essa conse"I1ncia de%erá constar da citação.
Obtida a conciliação será redu*ida a termo e homolo&ada por sentença.
2e a conciliação não or obtida o réu de%erá oerecer a contestação, escrita ou oral, na pr+pria audi1ncia, acompanhada de rol
de testemunhas, ormulação de "uesitos e indicação de assistente técnico. 6e%erá também oerecer a exceção na pr+pria
audi1ncia.
Nesta audi1ncia o jui* resol%erá sobre a impu&nação ao %alor da causa ou "uestão contro%ertida em relação a nature*a da
demanda e poderá o jui* con%erter o procedimento sumário em ordinário. (abe ao jui* decidir sobre esta con%ersão, pois a
orma do procedimento é interesse de -ustiça, não tendo as partes a disponibilidade para a escolha do rito a ser adotado.
Poderá também o jui* optar pela con%ersão do procedimento se a pro%a técnica apresentarDse complexa.
2e hou%er necessidade de produção de pro%a oral o jui* desi&nará audi1ncia de instrução e jul&amento e proerirá sentença
nesta audi1ncia ou em de* dias.
Restriç,es -art. $.%, CPC/
No procedimento sumário a inter%enção de terceiros e a ação declarat+ria incidental não são cab!%eis, justamente por"ue este
procedimento tem como princ!pio a celeridade e tais atos se permitidos ossem retardariam o andamento do processo,
deixando de atender ao princ!pio da celeridade.
Porém o (P( dispCe "ue a assist1ncia e a inter%enção undada em contrato de se&uro são cab!%eis, sendo "ue a assist1ncia ao
ser admitida não suspenderá o eito.
O arti&o :GH, J.K do (P( tra* outra %edação "ue é a não admissão da 9econ%enção, pois conorme expresso no (P( os ritos
sumário e sumar!ssimo não admitem recon%enção, mas admitem pedido contraposto.
Luanto ao pedido contraposto o réu de%erá oerecer na pr+pria contestação.
Pedido contraposto é uma aculdade "ue o réu possui no rito sumário e sumar!ssimo de ormular a sua pretensão na pr+pria
contestação, desde "ue o pedido esteja baseado na mesma causa de pedir do autor e então ala D se "ue, no procedimento
sumário, a ação é d?plice e isto a* com "ue o interesse processual para a recon%enção seja exclu!do.
*.$. Procedimento Comum 0rdinário( o critério para sua aplicação é residual, ou seja, aplicaDse Es causas em "ue a lei não
determine procedimento sumário ou especial.
' um procedimento mais completo, não sendo seus atos concentrados como ocorre no sumário. Possui M ases: postulat+ria,
ordinária, probat+ria e decis+ria.
+ases
+ase postulat1ria( iniciaDse com a petição inicial, se&uindo os re"uisitos contidos no arti&o :H: do (P(. O jui*, recebendo a
petição inicial %eriica se estão presentes todos os re"uisitos.
Poderá mandar "ue o autor emende a petição inicial ou poderá indeeriDla ainda.
O jui*, ap+s deerir a petição inicial do autor, ordenará para "ue o réu seja citado e terá o pra*o de .< dias para oerecer
resposta.
O réu poderá responder por meio de contestação, recon%enção e exceçCes.
+ase ordinária ou saneadora( tem in!cio ap+s a entre&a da contestação do réu.
Nesta ase o jui* analisa o processo, %eriicando as irre&ularidades "ue possam conter e "ue se poss!%eis sejam sanadas
@pro%id1ncias preliminaresA.
Poderá também extin&uir o processo sem jul&amento do mérito, com jul&amento de mérito ou jul&ar antecipadamente a lide.
+ase pro2at1ria ou instrut1ria( esta ase destinaDse a produção de pro%as, ou seja, dos meios pelos "uais as partes
compro%arão suas ale&açCes. O autor de%erá compro%ar os atos narrados na petição inicial e o réu de%erá pro%ar os atos
modiicati%os, extinti%os ou impediti%os do direito do autor, ale&ados na contestação.
+ase decis1ria( inda a instrução temDse in!cio a ase decis+ria. O jui* decidirá a causa, prolatando uma sentença de mérito.
Esta ase encerra o processo em primeiro &rau.
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Curso de Estágio Profissional de Advocacia – CEPA
Lei 8.90!9"
1º !no – 1º Semestre
,luno@aANNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNn.ONNNNN 7urmaNNNNNNN
(O6. M./.
PR0C3R4560 748 J38ICI49
-0utorgante/, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA, @proissãoA, portador da cédula de identidade 9P nO
NNNNNNNNNNNNNNNN, com inscrição no (P)B5) sob o nONNNNNNNNNNNNNNNN, residente e domiciliado na
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, @QairroA, @(idadeA, @EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN, pelo presente instrumento
de procuração, nomeia e constitui seu bastante procurador, o @0utorgado/, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA,
ad%o&ado, inscrito nos "uadros da O,Q 2ecção de 2ão Paulo sob n.O NNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, com inscrição no
(P)B5) sob n.O NNNNNNNNNNNNN, com escrit+rio na 9ua NNNNNNNN, n.O NNNNNNN sala NNNNNN, @QairroA, @(idadeA,
@EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN , a "uem conere amplos poderes para o oro em &eral, com a cláusula #ad judicia$,
em "ual"uer -u!*o, 3nst>ncia ou 7ribunal, podendo propor contra "uem de direito as açCes competentes e deender
nas contrárias, se&uindo umas e outras, até inal decisão, usando dos recursos le&ais e acompanhandoDos,
conerindoDlhe, ainda, poderes especiais para conessar, desistir, transi&ir, irmar compromissos ou acordos, receber
e dar "uitação, a&indo em conjunto ou separadamente, podendo ainda substabelecer esta em outrem, com ou sem
reser%as de i&uais poderes, dando tudo por bom, irme e %alioso, especialmente para
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
2ão Paulo, NNN de NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN de NNNNNNNN.
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
,ssinatura do outor&ante
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,luno@aANNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNn.ONNNNN 7urmaNNNNNNN
(O6. M./.
S3:S;4:E<ECI=E>;0
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA, ad%o&ado, inscrito nos "uadros da O,Q 2ecção de 2ão
Paulo sob n.O NNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, com inscrição no (P)B5) sob n.O NNNNNNNNNNNNN, com escrit+rio na 9ua
NNNNNNNN, n.O NNNNNNN sala NNNNNN, @QairroA, @(idadeA, @EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN, pelo presente instrumento
2ubstabelece com reser%a de i&uais, para o 6r. NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA,
ad%o&ado, inscrito na O,Q R 2ecção de 2ão Paulo, sob n.O NNNNNNNNNNNNNNNNN e no (P)B5) sob n.O
NNNNNNNNNNNNNNNNNNN, com escrit+rio na 9ua NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, n.O NNNNNN, @QairroA, @(idadeA,
@EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN, os poderes "ue lhe oram coneridos pelo 2r. NNNNNNNNNNNNNNNNNN,
@nacionalidadeA, @estado ci%ilA, @proissãoA, portador da cédula de identidade 9P nO NNNNNNNNNNNNNNNN, com
inscrição no (P)B5) sob o nONNNNNNNNNNNNNNNN, residente e domiciliado na NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN,
@QairroA, @(idadeA, @EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN, na ação NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN"ue
tramita no )oro NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, autos nO NNNNNNNNNNNN.
2ão Paulo, NNNNNN de NNNNNNNNNNNNNNNNNNN de NNNNNNN.
,d%o&ado
O,QB2P n.O NNNNNNNNNNNNN
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C0>;R4;0 8E ?0>0R@RI0S 48A0C4;BCI0S
C0>;R4;4>;E( @Nome do (ontratanteA, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA, @proissãoA, portador da cédula de identidade 9P
nO NNNNNNNNNNNNNNNN, com inscrição no (P)B5) sob o nONNNNNNNNNNNNNNNN, residente e domiciliado na
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, @QairroA, @(idadeA, @EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN.
C0>;R4;480( @Nome do (ontratadoA, @nacionalidadeA, @estado ci%ilA, @proissãoA, portador da cédula de identidade 9P nO
NNNNNNNNNNNNNNNN, com inscrição no (P)B5) sob o nONNNNNNNNNNNNNNNN, residente e domiciliado na
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN, @QairroA, @(idadeA, @EstadoA, (EP NNNNNNNNNNNNN.
,s partes acima identiicadas t1m, entre si, justo e acertado o presente (ontrato de honorários ad%ocat!cios, "ue se re&erá
pelas cláusulas se&uintes e pelas condiçCes descritas no presente.
I. 80 0:JE;0 80 C0>;R4;0
Cláusula &C. O presente instrumento tem como OQ-E7O a prestação de ser%iços ad%ocat!cios, na área NNNNNNNNNNNNN @área
espec!ica do 6ireito em "ue se darão os ser%içosA, a serem reali*ados em NNNNNNNNNNNNN inst>ncia@sA.
II. 84S 4;IAI848ES
Cláusula $C. ,s ati%idades inclusas na prestação de ser%iço objeto deste instrumento, são todas a"uelas inerentes E proissão,
"uais sejam:
a/ Praticar "uais"uer atos e medidas necessárias e inerentes E causa, em todas as repartiçCes p?blicas da =nião, dos Estados ou
dos 5unic!pios, bem como +r&ãos a estes li&ados direta ou indiretamente, seja por dele&ação, concessão ou outros meios, bem
como de estabelecimentos particulares.
2/ Praticar todos os atos inerentes ao exerc!cio da ad%ocacia e a"ueles constantes no Estatuto da Ordem dos ,d%o&ados do
Qrasil, bem como os especiicados no instrumento de mandato.
III. 80S 4;0S PR0CESS34IS
Cláusula *C. Ha%endo necessidade de contratação de outros proissionais, no decurso do processo, o C0>;R4;480
elaborará substabelecimento, indicando escrit+rio de seu conhecimento, restando acultado ao C0>;R4;4>;E aceitáDlo ou
não. ,ceitando, icará sob a responsabilidade, ?nica e exclusi%amente do C0>;R4;4>;E no "ue concerne aos honorários e
ati%idades a serem exercidas.
IA. 84S 8ESPES4S
Cláusula !C. 7odas as despesas eetuadas pelo C0>;R4;480, li&adas direta ou indiretamente com o processo, incluindoDse
otoc+pias, emolumentos, %ia&ens, custas, entre outros, icarão a car&o do C0>;R4;4>;E.
Cláusula "C. 7odas as despesas serão acompanhadas de recibo, de%idamente preparado e assinado pelo C0>;R4;480.
A. 80S ?0>0R@RI0S
Cláusula DC. )ica acordado entre as partes "ue os honorários a t!tulo de prestação de ser%iços serão ixados no %alor de 9S
NNNNNNNNNNNNNNNNNNN @%alor por extensoA, independente de 1xito na causa e pa&os da se&uinte orma: @descre%er orma e
pra*o de pa&amentoA.
Cláusula EC. 6eixando moti%adamente, de ter o patroc!nio deste caus!dico, ora contratado, o %alor prestado inicialmente na
propositura da ação re%erterDseDá em a%or do mesmo, sem preju!*o de posteriores cobranças judiciais, em ace do
C0>;R4;4>;E.
Cláusula .C. Os honorários de sucumb1ncia pertencem ao C0>;R4;480.
Parágra'o Fnico. (aso haja morte ou incapacidade ci%il do C0>;R4;480, seus sucessores ou representante le&al
receberão os honorários na proporção do trabalho reali*ado
Cláusula GC. Lual"uer acordo entre o C0>;R4;4>;E e a parte contrária, não prejudicará o recebimento dos honorários
contratados e da sucumb1ncia.
Cláusula &%C. ,s partes estabelecem "ue ha%endo atraso no pa&amento dos honorários, serão cobrados juros de mora na
proporção de .T @um por centoA ao m1s.
AI. 80 +0R0 8E E<EI560
Cláusula &&C. Para dirimir "uais"uer contro%érsias oriundas do (ON79,7O, as partes ele&em a (omarca de
NNNNNNNNNNNNNNNNN.
Por estarem assim justos e contratados, irmam o presente instrumento, em duas %ias de i&ual teor, juntamente com : @duasA
testemunhas.
2ão Paulo, NNNNNN de NNNNNNNNNNNNNNNNNNN de NNNNNNN.
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
,ssinatura do contratante
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
,ssinatura do contratado
7estemunhas:
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
Nome:
9P nONNNNNNNNNNNNNNNNNNN
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
Nome:
9P nO NNNNNNNNNNNNNNNNNNN