FMU – Centro Universitário

das Faculdades Metropolitanas Unidas
Curso de Estágio Profissional de Advocacia – CEPA
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Ano - 1
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Semestre
AULA !A " " "
Sumário: Jurisdição e competência.
I. Organização Judiciária Nacional
A jurisdição é una e indivisível e é a capacidade que o Estado possui para decidir e impor suas decisões.
Os órgãos jurisdicionais são divididos em federais e estaduais.
São órgãos do oder !udici"rio# conforme art. $% da &onstituição 'ederal( O Supremo )ri*unal 'ederal
+S)',- o &onsel.o /acional de !ustiça +&/!,- o Superior )ri*unal de !ustiça +S)!,- os )ri*unais
0egionais 'ederais e !uí1es 'ederais- os )ri*unais e !uí1es do )ra*al.o- os )ri*unais e !uí1es Eleitorais-
e# os )ri*unais e !uí1es dos Estados e do 2istrito 'ederal e )erritórios.
II. Competência
A jurisdição materiali1a3se pela compet4ncia# que# segundo o vigente &ódigo de rocesso &ivil# pode ser
internacional e interna.
Competência internacional:
&umpre destacar inicialmente que esta denominação tecnicamente a*raçada pelo atual &ódigo de
rocesso &ivil é equivocada# pois o estudo de qual país vem a ter a atri*uição para con.ecer da lide
di1 respeito propriamente a um conflito de jurisdição e não a um conflito de compet4ncia.
/ão o*stante o e5posto# a compet4ncia internacional é tratada nos artigos 66 a $7 do &&# e5plicando#
portanto# em que situações a jurisdição civil *rasileira poder" 8 dever" atuar.
O artigo 88 do Código de rocesso Ci!il trata da competência concorrente# ou seja# e5põe as
.ipóteses em que a jurisdição civil *rasileira poder" atuar# sem prejuí1o da compet4ncia de outras
jurisdições# ou seja# das jurisdições estrangeiras. Assim# ." compet4ncia concorrente sempre que o réu
for domiciliado no 9rasil +independente da nacionalidade,# no 9rasil tiver de ser cumprida a
o*rigação# *em como na .ipótese da ação se originar de fato ocorrido ou de ato praticado no 9rasil.
O artigo 8" do Código de rocesso Ci!il trata da competência e#clusi!a# ou seja# e5põe as .ipóteses
em que a autoridade judici"ria *rasileira é a :nica competente para apreciar e julgar as lides. Assim#
país estrangeiro não poder" decidir so*re ações relativas a imóveis situados no 9rasil# *em como
proceder a invent"rio e partil.a de *ens# situados no 9rasil# ainda que o autor da .erança seja
estrangeiro e ten.a residido fora do território nacional.
Competência interna:
0egulada pelos artigos $; a ;%< do &&.
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O && divide a compet4ncia em ra1ão do valor e da matéria# em ra1ão da função e em ra1ão do
território.
$. Conceito
= uma atri*uição legal conferida a determinado órgão estatal para o e5ercício da jurisdição no caso
concreto.
= a medida da jurisdição# pois delimita o campo de atri*uições dos órgãos que a e5ercem# limita o
campo da jurisdição.
A distri*uição da compet4ncia tem como o*jetivo oferecer maior segurança > prestação jurisdicional#
porque é invi"vel atri*uir > um juí1o :nico o poder de decidir so*re as diversas lides e5istentes# de
modo que cada lide poder"# pela compet4ncia# ser decidida pelo órgão que maior aptidão tiver para
fa143lo.
%. Crit&rios para 'i#ação
A compet4ncia é definida pela lei# e por isto# sua fi5ação *aseia3se em determinados critérios que são
critérios determinativos da compet4ncia. Esses critérios determinam qual ser" o juí1o competente para
julgar a questão judicial.
São cinco os critérios para fi5ação da compet4ncia( material# pessoal# funcional# territorial e
econ?mico.
 Crit&rio (aterial )Ratione materiale*
A compet4ncia é fi5ada em ra1ão da nature1a da causa# ou seja# em ra1ão da matéria que est" sendo
discutida no processo.
Em decorr4ncia desse critério surgem varas especiali1adas como varas criminais# cíveis# de família# de
acidente do tra*al.o# etc.
or esse critério temos tam*ém as justiças especiali1adas( justiça eleitoral# militar# do tra*al.o# etc.
 Crit&rio essoal )Ratione personae*
A compet4ncia é fi5ada em ra1ão da condição ou da qualidade das pessoas do processo# pois
determinadas pessoas t4m o privilégio de serem julgadas por juí1es especiali1ados.
Este privilégio não se d" por uma característica pessoal da parte e sim pelo interesse p:*lico que os
agentes representam.
Aqui não interessa a matéria# importa quem seja parte.
 Crit&rio territorial )Ratione Loci*
A compet4ncia é fi5ada em ra1ão da circunscrição territorial ou do território. = o critério que indica
em qual a comarca ou a seção judici"ria dever" ser ajui1ada a ação.
O foro comum é o do domicílio do réu# conforme art. $<# &&.
Os artigos $@ a ;7;# && esta*elecem os foros especiais.
 Crit&rio +uncional
A compet4ncia é fi5ada em ra1ão da atividade ou função do órgão julgador.
 Crit&rio econ,mico
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A compet4ncia é fi5ada em ra1ão do valor da causa# valor este que é atri*uído na petição inicial.
-. Competência a.soluta e relati!a
Competência a.soluta
A compet4ncia é a*soluta quando fi5ada pelos critérios material# pessoal ou funcional. revalece o
interesse p:*lico e não pode ser modificada pela vontade das partes em foro de eleição# ou pelos fatos
processuais denominados cone5ão e contin4ncia.
A incompet4ncia a*soluta deve ser declarada de ofício +pelo jui1,# independente da argAição da parte e
pode ser alegada em qualquer fase do processo tanto pelo jui1 como pelas partes +art. ;;B# &&,.
O não cumprimento da norma gera nulidade a*soluta.
Competência relati!a
A compet4ncia é relativa quando fi5ada pelos critérios territorial ou econ?mico. revalece o interesse
privado.
O jui1 não pode declarar de ofício a incompet4ncia relativa. )rata3se de nulidade relativa. Ela depende
de argAição do réu que dever" alega 3 l" por meio de e5ceção +e5ceção de incompet4ncia,# no pra1o de
resposta.
Se o réu não argAir a incompet4ncia relativa no momento oportuno# ou seja# no pra1o de resposta#
prorroga3se a compet4ncia# de modo que o juí1o tornar3se competente para o julgamento da lide.
/. 0sta.ilização e modi'icação da competência
2etermina3se a compet4ncia no momento em que a ação é proposta +art. 6C# &&,.
/o momento da propositura da ação esta*ili1a3se a compet4ncia. A ação proposta em dado juí1o
permanece l" até o julgamento definitivo da causa e esse fato é c.amado de perpetuação da
1urisdição +perpetuatio jurisdictionis,.
orém ." duas e5ceções em que a esta*ili1ação da compet4ncia não ocorre(
$. Duando se tratar de compet4ncia a*soluta
%. Duando o órgão jurisdicional em que tramitava a ação foi suprimido.
Essas duas ocorr4ncias acarretam a alteração na compet4ncia.
O jui1 perde a compet4ncia original# deslocando o processo para outro juí1o.
A compet4ncia em ra1ão do território ou do valor poder" ser modificada pelo foro de eleição e pela
cone5ão ou contin4ncia.
+oro de eleição: = uma cl"usula acessória inserida em um contrato esta*elecendo que eventuais ações
de direitos e o*rigações provenientes do contrato serão propostas em um determinado foro escol.ido
pelos contratantes.
/os contratos de adesão +contrato que não se discute, e nas relações de consumo a cl"usula do foro de
eleição ser" nula quando dificultar o acesso > justiça do aderente ou do consumidor.
Cone#ão )art. $2-3 CC*: ocorre entre duas ou mais ações que conten.am causas de pedir ou pedido
iguais.
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ara que não .aja sentenças conflitantes re:nem3se as causas cone5as# porém a reunião das causas é
uma faculdade do jui1.
O jui1 pode de ofício ou a requerimento de qualquer das partes determinar a reunião das ações cone5as
para que a decisão seja proferida simultaneamente.
Continência )art. $2/3 CC*: Ocorre entre duas ou mais ações que conten.am as partes iguais# as
causas de pedir tam*ém# mas o pedido de uma é mais a*rangente que o de outra.
)al como ocorre com a cone5ão# na contin4ncia pode o jui1# de ofício ou a requerimento das partes#
determinar a reunião das ações propostas separadamente- para que a decisão seja proferida
simultaneamente.
re!enção: Eavendo a cone5ão ou a contin4ncia é necess"rio esta*elecer qual ser" o juí1o
competente para o julgamento das ações propostas separadamente# cada uma em um juí1o. Fma ve1
reunidas pela cone5ão ou contin4ncia não .aver" diversos juí1os e sim um juí1o apenas ser" o
indicado para o julgamento da ação.
ara esta*elecer qual jui1 ser" o competente para julgar os feitos agora reunidos e proferir a sentença
:nica temos a prevenção e são duas as situações para determinar qual ser" o jui1 prevento.
 Se os jui1es t4m a mesma compet4ncia territorial +mesmo foro, ser" prevento o juí1o que fe1 o
primeiro despac.o +art. ;7G# &&,-
 Se os juí1os não t4m a mesma compet4ncia territorial# ou seja# as ações estiverem em foros
diferentes# ser" prevento o juí1o que ordenou a primeira citação v"lida +art. %;$# &&,.
4. Con'lito de competência
0egulado pelo art.;;@ a ;%< do &&.
São duas as espécies( conflito positivo ou negativo.
 Con'lito de competência positi!o
Surge no momento em que dois ou mais juí1es declaram3se competentes para o julgamento da mesma
causa. +art. ;;@# inc. H# &&,.
 Con'lito de competência negati!o
Surge no momento em que dois ou mais juí1es declaram3se incompetentes para o julgamento da
mesma causa. +art. ;;@# inc. H# &&,.
O conflito pode ocorrer tam*ém quando .ouver# entre dois ou mais juí1es# diverg4ncia so*re a reunião
ou separação dos processos +art. ;;@# inc. HHH# &&,.
5rgão competente para 1ulgamento
Eavendo conflito o órgão competente para julg"3lo é o tri*unal .ierarquicamente superior aos dos
juí1es que se declararam competentes ou incompetentes para apreciação da lide.
Se o conflito ocorrer entre o tri*unal ou entre juí1es de justiças diferentes ou entre jui1es de grau
inferior o Superior )ri*unal de !ustiça ser" o órgão competente para julgamento do conflito.
rocedimento
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O conflito de compet4ncia poder" ser suscitado de ofício# pelo jui1- pelas partes ou pelo Iinistério
:*lico# am*os por petição# sendo que o representante do Iinistério :*lico ser" ouvido em todos os
conflitos de compet4ncia suscitados# mas ser" considerado parte no conflito que suscitar. )anto de
ofício como a petição das partes e do Iinistério :*lico dever" ser instruída com os documentos
pertinentes > prova do conflito em questão.
Fma ve1 suscitado o conflito de compet4ncia o andamento do processo ser" suspenso e somente serão
resolvidas as medidas urgentes.
Após decisão do conflito# os autos do processo serão remetidos para o juí1o declarado competente
pelo )ri*unal.
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Ano - 1
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Semestre
Aluno+a,JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJnKJJJJJJ)urmaJJJJJJJ
Situação ro.lema
Cód. /.2$
!oão do isco# residente e domiciliado em São aulo# &entro# propriet"rio de um automóvel Lolf a1ul# ano %77;#
placas &H! %B77# em 7687$87@# condu1ia seu veículo pela 0ua Mieira de &arval.o# no %.K Su*distrito de Santo
André. Ao cru1ar a 0ua orto Seguro# teve o mesmo a*alroado pelo veículo de propriedade de &aio# um
LI89la1er# ano %777# placas &EN 667<# que não respeitou a via preferencial por onde trafegava o primeiro
veículo.
Sou*e3se através de ).&. +)ermo &ircunstanciado,# que o veículo causador do acidente era dirigido por )ício# primo
de &aio. Em conseqA4ncia# !oão do isco# teve que consertar o seu automóvel que sofreu danos consider"veis nas
colunas e no motor# gastando com isso 0O @.<77#77. Esse foi o menor orçamento ofertado pela firma F)HMOPNS
P)2A. A &ia So*erana de Seguros sediada em São aulo# na 0ua 9oa Mista# ;6< Q ;7.K andar# pagou os prejuí1os
de !oão do isco.
/o dia %6 do m4s de março de %77@# o advogado da seguradora prop?s ação regressiva contra &aio +causador do
dano,# no 'oro &entral da &apital# fundamentando o pedido nos arts. %C@# HH# RdS# art. ;77 T :nico do && e arts.
;6G# $%C# B<$# B@7# $<% e seguintes do &ódigo &ivil. O feito foi distri*uído ao !uí1o da %.U Mara &ível do 'oro
&entral da &omarca da &apital# autos n.K 777.7@$$7B$$3B# que rece*eu Rdespac.oS do II. !ui1# determinando a
e5pedição para o 'oro da &omarca de Santo André# de &arta recatória &itatória do réu. A mesma foi distri*uída >
<.U Mara &ível da citada &omarca. Este despac.o foi pu*licado no dia 7;8768%77@ e a audi4ncia designada para as
;<(77 .oras do dia %%87$8%77@. ra1o para cumprimento da &arta recatória( B7 dias.
Em conseqA4ncia# no dia 7%87$8%77@# o Oficial de !ustiça do !uí1o 2eprecado citou &aio# na sua resid4ncia# na Av.
da a1 n.K <67# %.K Su*distrito de Santo André e no dia 7$87$8%77@# o &artório do %.K Ofício &ível da &apital#
certificou a juntada da &arta recatória Raos autosS# devidamente cumprida.
6uestão: 3 &omo Advogado de &aio# propor a medida judicial ca*ível.
0708C9CIO :0 (0(O8I;<=>O
&ód. <.7;
;3 Onde deve ser proposta a açãoV or qu4V
%3 Dual o nome da medida judicial adequadaV
B3 Dual a justiça# foro e juí1o competentesV
<3 Duem é o E5cipienteV
@3 Duem é a E5ceptaV
G3 E" pra1o para aparel.ar esta medidaV DualV &omo deve ser apresentadaV
C3 Dual o fato e fundamentação jurídica da E5ceçãoV
63 O que o E5cipiente deve requererV
$3 2"3se valor > E5ceçãoV or qu4V
;73 = devida a )a5a !udici"riaV
;;3 E" recol.imento de dilig4ncia o Sr. Oficial de !ustiçaV
;%3 !ustifique e fundamente a solução adotada.
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Aluno+a,JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJnKJJJJJJ)urmaJJJJJJJ
6?0S@A0S OBJ0@IC<S
Cód. /.2-
;. O princípio dispositivo# tam*ém denominado de princípio da inércia da jurisdição# significa que(
+A, nen.um !ui1 prestar" a tutela jurisdicional senão quando a parte ou o interessado a requerer# nos casos e formas
legais.
+9, ca*er" ao !ui1# de ofício ou a requerimento da parte# determinar as provas necess"rias > instrução do processo#
indeferindo as dilig4ncias in:teis ou meramente protelatórias.
+&, o !ui1 con.ecer" de ofício# a qualquer tempo e grau de jurisdição# enquanto não proferida a sentença de mérito#
das questões de ordem p:*lica.
+2, ca*e ao réu manifestar3se precisamente so*re os fatos narrados na petição inicial.
3 !ustifique o fundamento legal da resposta correta JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ
%. Em ra1ão da Emenda &onstitucional nW <@8%77<# se um e5 empregado pretender ingressar com ação de revisão de
*enefício previdenci"rio e ação de indeni1ação por danos decorrentes de acidente do tra*al.o# dever" propor sua
pretensão na seguinte conformidade(
+A, am*as poderão ser formuladas na !ustiça do )ra*al.o# tra1endo como litisconsorte necess"rio o e53empregador
e o H/SS# pois a compet4ncia é a*soluta desse juí1o.
+9, dever" ingressar com duas ações distintas# pois a regra é de compet4ncia a*soluta# sendo que a !ustiça do
)ra*al.o tem compet4ncia para a ação de revisão de *enefício# mas não a tem para a acident"ria.
+&, dever" ingressar com duas ações distintas# pois a regra é de compet4ncia a*soluta# sendo que a !ustiça do
)ra*al.o tem compet4ncia para a ação de acident"ria# mas não a tem para a de revisão de *enefício que deve ser
intentada contra o empregador.
+2, dever" ingressar com duas ações distintas# pois a regra é de compet4ncia a*soluta# sendo que a !ustiça do
)ra*al.o tem compet4ncia para a ação de acident"ria# mas não a tem para a de revisão de *enefício# que deve ser
intentada contra o H/SS# podendo o empregador ingressar nessa relação como assistente simples.
3 !ustifique o fundamento legal da resposta correta JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ
B. A incompet4ncia do juí1o# tal como prevista no &&# pode assumir duas feições# de acordo com a nature1a do
vício e ainda com as consequ4ncias advindas de tal recon.ecimento. O &ódigo trata# então# da incompet4ncia
a*soluta e da relativa. A respeito dessas modalidades de incompet4ncia# assinale a alternativa correta.
+A, a incompet4ncia relativa pode ser alegada a qualquer tempo.
+9, a incompet4ncia relativa sempre pode ser con.ecida de ofício pelo jui1.
+&, a incompet4ncia a*soluta gera a nulidade de todos os atos praticados no processo até seu recon.ecimento.
+2, a incompet4ncia a*soluta é alegada como preliminar da contestação ou por petição nos autos.
3 !ustifique o fundamento legal da resposta correta JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ
<. E" conflito de compet4ncia quando(
+A, foi oferecida e5ceção de incompet4ncia# pelo réu.
+9, foi alegada incompet4ncia a*soluta do juí1o# em sede de contestação.
+&, dois ou mais !uí1es se declaram competentes.
+2, é determinada a remessa dos autos a outro juí1o.
3 !ustifique o fundamento legal da resposta correta JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ
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