FMU – Centro Universitário

das Faculdades Metropolitanas Unidas
CURSO DE ESTÁGIO PROFISSIO!" DE !D#OC!CI! – CEP!
$%& !no – $& Se'estre
Prática de Processo Civil
Data ____/_____/_____
Sumário: Parte geral dos recursos.
RECURSOS
1. Conceito
Na situação em que o réu ou o autor não estejam satisfeitos com o pronunciamento jurisdicional, no todo
ou em parte, podem tentar provocar um reexame da decisão. A esse mecanismo processual dá-se o nome
de RECURSO.
m direito processual, recurso pode ser definido como meio processual voluntário, que tem por
finalidade provocar, dentro do mesmo processo, o reexame de uma decisão, antes de seu tr!nsito em
julgado. "sto deve ser feito pela mesma autoridade judiciária, ou por outra #ierarquicamente superior,
visando reformar a decisão, modificá-la, invalidá-la, esclarecê-la ou interá-la.
 Reforma ou modifica!ão: na maior parte das ve$es o recurso tem por finalidade a
su%stituição de uma decisão por outra mais favorável ao recorrente.
 "nvalidade& na situação em que a decisão conten#a alguma espécie de v'cio processual
interp(e-se um recurso solicitando a anulação desta decisão, su%stituindo-a por outra.
 Esclarecimento ou intera!ão: o recurso neste caso é interposto para que seja esclarecida
alguma o%scuridade ou omissão contida na decisão.
) doutrinador *ar%osa +oreira define recurso como ,o remédio voluntário e id#neo a ensejar,
dentro do mesmo processo, a reforma, a invalidação, o esclarecimento ou a integração de
decisão judicial que se impugna,.
 rem$dio voluntário: não é o%rigat-rio, o ju'$o precisa ser provocado.
 id#neo: o recurso deve estar previsto no ordenamento processual e ser adequado
quanto ao aspecto formal e quanto . decisão a ser impugnada.
 dentro do mesmo processo: quando a parte recorre não prop(e uma nova ação. A
/nica exceção é o agravo de instrumento, em que a c-pia dos autos so%e ao tri%unal
em procedimento apartado enquanto segue o procedimento principal.
%. &rinc'pios
(o duplo rau de )urisdi!ão: é a possi%ilidade de su%meter-se a lide a exames sucessivos, pelo
mesmo ou outro -rgão de jurisdição0
(a ta*atividade: somente os meios de impugnação criados por lei federal e enumerados no 1-digo
de Processo 1ivil e outras leis processuais é que são considerados recursos0
2
(a unirrecorri+ilidade: um s- recurso para cada decisão recorr'vel, sendo vedada a interposição
simult!nea ou cumulativa de recursos.
(a funi+ilidade& o tri%unal poderá con#ecer do recurso interposto erroneamente, desde que seja
tempestivo, não #aja erro grosseiro ou má-fé.
(a reformatio in pejus: não poderá o tri%unal, sem que #aja recurso da parte contrária, agravar a
situação do recorrente.
,. Re-uisitos de admissi+ilidade
) recurso, de regra, é interposto perante o ju'$o ou tri%unal que proferiu a decisão, ou seja, o )u'.o
a quo, mas dirigido ao ju'$o ou tri%unal #ierarquicamente superior, o )u'.o ad quem. xceção para
os em%argos de declaração e em%argos infringentes, situação em que os recursos são dirigidos ao
mesmo ju'$o que proferiu a decisão. Para que o recurso seja rece%ido é necessário que preenc#a os
requisitos dos pressupostos de admissi+ilidade. sses requisitos são necessários para que o ju'$o
ad quem con#eça o mérito do recurso. 3ale lem%rar que, o ju'$o ad quem, não fica condicionado .
análise dos pressupostos de admissi%ilidade do ju'$o a quo, que é provis-rio.
Os pressupostos de admissi+ilidade dividem-se em o+)etivos e su+)etivos:
O+)etivos: relativos ao processo
 ca+imento e ade-ua!ão do recurso0
 tempestividade0
 reularidade procedimental, inclu'dos nesta o paamento das custas e a
motiva!ão/
 ine*istência de fato impeditivo ou e*tintivo
Su+)etivos: relacionados aos sujeitos da relação processual
 leitimidade/
 interesse, -ue decorre da sucum+ência.
O+serva!0es:
Ca+imento: o recurso deve ter sua previsão no sistema processual.
1de-ua!ão: consiste na interposição do recurso correto para cada decisão que se pretenda
impugnar.
2empestividade& o recurso deve ser interposto no pra$o legal. 4ora desse pra$o será precluso e não
será con#ecido.
Reularidade &rocedimental& o recurso deve seguir o procedimento e a forma legal.
E*emplos& Petição escrita e regularmente protocolada, que o recurso seja adequado, que ten#a
motivação 5dar os motivos6, fundamentação jur'dica e legal, recol#imento das custas 3preparo4.
7e as custas não forem recol#idas o recurso não será con#ecido e rece%erá o nome de deserto.
"ne*istência de fatos impeditivos ou e*tintivos do con5ecimento do recurso.
7ão tr8s os fatos& 4alta de preparo0 9aver desist8ncia do recurso - 5o recurso já existe60 9aver
ren/ncia ao direito de recorrer - 5o recurso ainda não existe6.
"nteresse recursal: somente a parte sucum%ente tem interesse recursal. 7e não for sucum%ente,
o recurso não será con#ecido.
:
Sucum+ência: expectativa leg'tima que é frustrada no processo.
xemplo& pleitear prova pericial e o jui$ indeferir.
O+s.& decisão em -ue pode 5aver sucum+ência: "nterlocut6ria - decide quest(es incidentais,
ou seja, aquelas que não p(em fim ao processo, como por exemplo, a tutela antecipada. ;as
decis(es interlocut-rias ca%e 17R18O/ Senten!a - com ou sem julgamento de mérito. A
sentença pode colocar fim ao processo. ;as sentenças ca%e 1&E91:;O.
9eitimidade para recorrer: As partes0 ) +inistério P/%lico como parte ou como fiscal da
lei0 ) terceiro prejudicado que é aquele que poderia ter participado do processo como
interveniente e não o fe$.
<. =u'.o de admissi+ilidade e )u'.o de m$rito
Para que o ju'$o ou tri%unal ad quem julgue o mérito do recurso #á a necessidade de estarem
presentes todos os pressupostos de admissi%ilidade.
Ao examinar se estão presentes estes requisitos o jui$ ou o tri%unal vai >con5ecer> ou >não
con5ecer> do recurso. A esse procedimento dá-se o nome de )u'.o de admissi+ilidade.
<ma ve$ con#ecido o recurso, o ju'$o ou tri%unal ad quem verificará se o recorrente tem ou não
ra$ão. 7e tiver o =ri%unal >dará provimento> ao recurso, caso contrário >neará provimento> ao
recurso. A esse procedimento dá-se o nome de )u'.o de m$rito.
?. Efeitos
A conseq>8ncia, ou seja, o efeito mais importante que acontece com a interposição do recurso, é impedir
que a sentença transite em julgado e ocorra preclusão. sta, porém, não acontece quando envolve matéria
de ordem p/%lica, a exemplo da falta da citação, que poderá ser reexaminada a qualquer tempo, enquanto
a decisão não transitar em julgado.
 2r@nsito em )ulado: quando não é mais poss'vel recorrer de uma decisão jurisdicional, ou seja,
quando a sentença torna-se imutável e indiscut'vel e contra ela não ca%e mais recurso. A coisa
julgada é uma qualidade da sentença. A /nica exceção para que uma sentença seja reexaminada
ap-s o transito em julgado é através da ação rescis-ria.
 &reclusão& todo ato processual deve seguir uma seq>8ncia de procedimentos que são praticados
nos momentos adequados, so% pena de preclusão. Preclusão é a perda do direito de praticar tais
atos. sta perda pode ocorrer pelo seu não exerc'cio no pra$o determinado em lei, ou pelo seu
efetivo exerc'cio ou pela prática de atos incompat'veis com o procedimento processual.
O+s.& 1 preclusão pode ser: 2emporal: é a perda do pra$o recursal, gerando a intempestividade do
recurso0 Consumativa: quando o exerc'cio do ato processual já foi reali$ado, não podendo dessa forma
repeti-lo, por exemplo, o réu tem quin$e dias para contestar, se fi$er no segundo dia, não poderá fa$er
nova contestação no dia seguinte0 96ica: é a prática de um ato incompat'vel com o direito processual,
por exemplo, a desist8ncia e a ren/ncia do recurso.
1omo decorr8ncia desse efeito surge outro de caráter puramente processual que é a li%eração de
compet8ncia do tri%unal ad quem, uma ve$ que este somente poderá reexaminar as decis(es prolatadas
pelo -rgão inferior quando provocado.
) 1-digo de Processo 1ivil menciona apenas os efeitos devolutivo e suspensivo.
?
m regra, todo recurso tem efeito devolutivo, enquanto o efeito suspensivo somente será verificado se
estiver expresso em lei.
) efeito devolutivo consiste na apreciação do recurso pelo -rgão #ierarquicamente superior .quele que
prolatou a sentença recorrida. Não é a devolução dos autos, ao -rgão a quo, para que este reexamine a
sua pr-pria decisão e, sim, para o -rgão ad quem. 3ale ressaltar que, alguns recursos não são devolvidos
ao ju'$o ad quem, uma ve$ que a matéria impugnada pode ser reexaminada pelo pr-prio -rgão a quo que
poderá reformar a sentença, como ocorre com os em%argos de declaração.
Para os recursos rece%idos apenas com efeito devolutivo a decisão poderá ser executada provisoriamente,
pois é uma decisão pass'vel de ser modificada. Para aqueles rece%idos com efeito devolutivo e
suspensivo, a execução da sentença deverá aguardar até que a nova decisão seja prolatada pelo ju'$o ou
tri%unal ad quem. 7e a lei for omissa em relação ao efeito em que o recurso será rece%ido, este será
rece%ido no efeito suspensivo. @ %om o%servar que mesmo o recurso não sendo rece%ido com efeito
suspensivo, a regra é a suspensividade, pois ele não permite que a decisão transite em julgado.
<ma ve$ interposto o recurso e seguidos todos os procedimentos exigidos, sua extinção ocorrerá
naturalmente pelo seu julgamento pelo tri%unal ad quem. 1ontudo, poderá o recurso ser extinto antes que
seja examinado pelo tri%unal. sse fato ocorre com a desistência ou a renAncia do recurso pelo
recorrente.
Na desistência o recurso já foi interposto. Pode ser expressa, retratando-se por escrito ao jui$, ou tácita,
decorrente de algum ato processual incompat'vel com o prosseguimento do recurso& por exemplo, a
transação so%re o o%jeto causador do lit'gio. @ a c#amada preclusão l-gica.
A renAncia ocorre antes da interposição do recurso. Pode ser expressa por escrito, ou tácita, que consiste
na aceitação do ato judicial, com a prática de algum ato que deixe claro a vontade de não recorrer da
decisão.
A desistência ou a renAncia do recurso, ao contrário do que acontece na desist8ncia da ação antes da
sentença, independe da concord!ncia do litisconsorte ou da parte contrária. No caso da desist8ncia da
ação antes da sentença, a parte contrária tem direito a uma sentença de mérito e, neste caso, #á a
necessidade de sua concord!ncia. =anto no caso da renAncia como no da desistência, depois de prolatada
a sentença favorável . parte contrária, esta será transitada em julgado.
B. Recurso de terceiro
) terceiro é aquele que atuou ou que poderia ter atuado como assistente, opoente ou outra forma de
intervenção. 7e não atuou, mas é notificado, tem o pra$o conferido .s partes para recorrer da sentença. )
terceiro prejudicado tem que provar eventual preju'$o com a decisão proferida 5interesse de agir6, preju'$o
este que deve ser demonstrado ao judiciário. "sto ocorre, por exemplo, com o su%locatário de um im-vel
ao se sentir prejudicado com o provimento de uma ação de despejo. ) recurso do terceiro prejudicado não
visa o amparo do pr-prio direito, e sim, pleiteia a proced8ncia ou improced8ncia da ação primitiva, uma
ve$ que da decisão proferida em tal ação poderá ele ser prejudicado.
C. Recurso do litisconsorte
Auando a relação jur'dica envolve litisconsortes e seus interesses forem comuns. O recurso de um será
aproveitado por todos. @ o que acontece tam%ém para o litiscons-rcio que figura no p-lo passivo, no
caso de serem solidários. 1ontudo, sendo os interesses diferentes, cada um que comp(e a relação deverá
B
interpor o seu pr-prio recurso. xiste, porém, o litisconsorte unitário, ou seja, aquele em que a decisão do
jui$ deverá ser a mesma para todos. <m exemplo está na ação de nulidade de casamento proposta pelo
+inistério P/%lico, onde o marido e a mul#er figuram como réus e a decisão do jui$ será a mesma para
am%os.
9itiscons6rcio: como regra, a relação processual é composta por um autor e por um réu. No
litiscons-rcio existe uma pluralidade de pessoas, tanto no p6lo ativo, quando #á mais de um autor, como
no p6lo passivo quando #á mais de um réu, ou ainda, litiscons-rcio misto quando figuram nos dois p-los
mais de um indiv'duo. O litiscons6rcio se classifica em: Unitário: quando a sentença deve ser a mesma
para todas as partes envolvidas na relação jur'dica0 Simples: a sentença, em%ora proferida no mesmo
processo poderá ser diferente para cada parte envolvida na relação processual0 Dacultativo: a interposição
do recurso depende da parte interessada, podendo, ser interposto em conjunto ou separadamente0
Eecessário: neste caso a pluralidade de autores ou de réus está su%ordinada . lei.
F. Recurso 1desivo
Auando existir a sucum%8ncia parcial ou rec'proca, permite o 1-digo de Processo 1ivil no seu
artigo CDD que, aquele que não ten#a recorrido no pra$o estipulado para o devido recurso, possa
aderir no pra$o para a contestação, ao recurso da parte contrária. Para os doutrinadores, o recurso
adesivo, não é propriamente um recurso, e sim, um modo de interposição de apelação, de em%argos
infringentes ou de recurso especial ou extraordinário. @ utili$ado em circunst!ncias em que
normalmente uma das partes não recorreria. Por exemplo, numa decisão em que #aja sucum%8ncia
rec'proca, a parte pediu EF. 2DD,DD e o jui$ sentenciou EF. GD,DD. A parte, a princ'pio, não
recorreria, tendo como mel#or opção a execução. Porém, se a outra parte recorrer, o recorrido
poderá aproveitar-se deste recurso através do recurso adesivo. =udo se passa como se uma parte
aderisse ao recurso do outro. - art. ?GG do C.&.C.
Caracter'stica fundamental do recurso adesivo: além dos pressupostos gerais de admissi%ilidade
exigidos para todos os recursos, e aqueles especiais que são exigidos pelos recursos que poderiam
ter sido interpostos, caso da apelação, dos em%argos infringentes e do recurso especial ou
extraordinário, o recurso adesivo requer ainda& Aue seja apresentado no pra$o da resposta0 Aue
dependa de sucum%8ncia rec'proca0 Aue seja interposto perante a autoridade competente para
con#ecer do recurso principal0 Aue a parte contrária ten#a interposto o recurso principal e que este
ten#a sido rece%ido0 Aue seja interposto apenas pelo autor ou pelo réu, conforme lei, o que se
conclui não ser poss'vel sua interposição pelo terceiro prejudicado ou pelo +inistério P/%lico.
) recurso adesivo segue o destino do principal. Num exemplo, se a apelação for intempestiva ou
deserta e não for con#ecida, o recurso adesivo tam%ém não o será, e neste caso o recurso adesivo
funcionará como um recurso acess6rio. @ %om lem%rar que, uma ve$ con#ecido o recurso
principal, o recurso adesivo torna-se aut#nomo, isto é, o recurso principal poderá não ser provido
enquanto o adesivo poderá ser, ou vice-versa.
C
FMU – Centro Universitário
das Faculdades Metropolitanas Unidas
Curso de Estágio Profissional de Advocacia – CEPA
"EI %& (%)*+,)-
$& !no . $& Se'estre
PE/! PRÁTIC!
1.05
"A" propôs ação de reparação de danos morais em face de "B", que
tramitou regularmente perante a 15ª Vara Cíel da Comarca da
Capital do !stado de "ão #aulo, tendo essa ação sido $ulgada
improcedente por entender o %%& 'uí(o não )aer sido comproado o
ne*o entre a conduta do agente e resultado danoso, condenando o
autor ao pagamento de custas e despesas processuais, impondo, a
título de preparo para a interposição de recurso de apelação, o
recol)imento da quantia de +, -..,.. /0itocentos reais1&
0corre que o $ui( nada consignou acerca do pagamento de
)onor2rios sucum3enciais ao adogado da parte encedora,
restando sentença, portanto, omissa nesse particular&
QUESTÃO: Como adogado de "B" propor a medida $udicial ca3íel&
EXERCÍCIO DE MEMORIZAÇÃO EXERCÍCIO DE MEMORIZAÇÃO
<.G1
2- Aual a medida judicial ca%'velH
:- Aual a Iustiça, 4oro e Iu'$o competentesH
?- Aue denominação rece%e aquele que interp(e os em%argosH a parte contráriaH
B- Aual o pra$o para interposiçãoH
C- Auais os fatos e fundamentos do questionamentoH
G- ) que o em%argante deve requerer ao Iu'$oH
J- 9á valor da causaH
K- 9á despesas de preparoH
L- No caso de interposição de m%argos ;eclarat-rios Procrastinat-rios #á sanção
processualH
G
FMU – CETRO UI#ERSITÁRIO
D!S F!CU"D!DES METROPO"IT!!S UID!S
CURSO DE ESTÁGIO PROFISSIO!" DE !D#OC!CI! – CEP!
"EI %& (%)*+,)-
$%& !no – $%& Se'estre
<.G,
1luno3a4HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHn.IHHHH2urmaHHHHH
Auest(es )%jetivas de ;ireito Processual 1ivil . lu$ do xame de )rdem da )A*M7P.
D2. No que concerne . teoria geral dos recursos, assinale a opção correta.
5A6 Para que a desist8ncia do recurso produ$a efeitos, são necessárias a concord!ncia do
recorrido e a #omologação judicial.
5*6 Admite-se, excepcionalmente, a interposição de recurso contra despac#o proferido pelo
magistrado.
516 ) pra$o para a interposição do recurso conta-se a partir da data da leitura da sentença em
audi8ncia, da intimação da decisão judicial ou da pu%licação do dispositivo do ac-rdão no -rgão
oficial.
5;6 xige-se o preparo na interposição do agravo retido.
Iustifique o fundamento legal da resposta correta NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
D:. 1om %ase na teoria geral dos recursos, assinale a opção correta.
5A6 ) agravo de instrumento interposto contra decisão que nega seguimento aos recursos
especial e extraordinário não dispensa o preparo.
5*6 A ren/ncia do recurso não impede a interposição posterior de outro recurso.
516 @ poss'vel desistir do recurso antes da sua interposição.
5;6 ) direito de recorrer é um direito potestativo processual.
Iustifique o fundamento legal da resposta correta NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
D?. Não constitui requisito intr'nseco de admissi%ilidade recursal&
5A6 o interesse recursal.
5*6 a regularidade formal.
516 a inexist8ncia de fato impeditivo ou extintivo.
5;6 a legitimidade.
Iustifique o fundamento legal da resposta correta NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
DB. 7érgio interpOs recurso de agravo de instrumento contra decisão contrária a seus interesses
proferida nos autos de uma ação de reparação de danos. A interposição do recurso de agravo de
instrumento deu-se no CP dia do pra$o legal de 2D 5de$6 dias. )corre, entretanto, que 7érgio
perce%eu, ap-s a interposição do recurso, que poderia ter se utili$ado de outros argumentos,
mais eficientes. Além disso, poderia ter requerido fosse concedido efeito ativo ao seu recurso, o
que tam%ém não fe$. 1omo o pra$o ainda não se exauriu, ele pretende su%stituir seu recurso por
outro, mel#or ela%orado. Nesse caso, 7érgio
5A6 poderá su%stituir seu recurso.
5*6 não poderá su%stituir seu recurso em ra$ão da ocorr8ncia de preclusão temporal.
516 não poderá su%stituir seu recurso em ra$ão da ocorr8ncia de preclusão consumativa.
5;6 não poderá su%stituir seu recurso em ra$ão da ocorr8ncia de preclusão l-gica.
Iustifique o fundamento legal da resposta correta NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN
J