FACULDADE UNIDA DE CAMPINAS

Fac. UniCamps








ESTATUTO DO IDOSO
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES











GOIÂNIA
2014

ACADEMICOS (a):
ARITANA ROCHA
LARISSA VIEIRA
LORRANA OLIVEIRA
MAHARA BURJACK
ROSINÉIA MUNIZ




RESENHA DO ESTATUTO DO IDOSO
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES



Trabalho apresentado á FacUNICAMPS, como
requisito total para elaboração da nota de N1
da Disciplina de S.A.E do Idoso.

Profº: Orientador(a), Mestre – Priscila zanelatto




GOIÂNIA
2014
LEI Nº 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2013
Titulo I
Disposições preliminares
É instituído o Estatuto do idoso, todo idoso quando chega na idade de sessenta
anos tem direito de assegurados.
É obrigação da família, da comunidade da sociedade e do poder público
assegurar o idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito da vida, á
saúde, á alimentação, á educação, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, á
sociedade, á liberdade á dignidade, todo lugar que o idoso for ninguém pode
negar essas assistência a ele, e muito menos negar de ajuda-lo, cabe a
sociedade por esse em prática para que o idoso se sinta acolhido.
Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação,
violência, crueldade ou opressão, e ninguém pode omitir ajuda a esse idoso,
pois será punido na forma da lei.
O envelhecimento é um direito personalíssimo a sua proteção é um direito
social, mesmo que o idoso envelheça ele tem todo direito a respeito, pois todos
temos que respeitar o idoso enquanto o seu envelhecimento.
É obrigação do Estado, garantir á pessoa idosa a proteção á vida e á saúde, e
ele tem todo direito a efetivação de politicas sociais politicas, para que ele
tenha um envelhecimento saldável e sempre em condições dignais, pois cada
ao estado providenciar isso para os idosos.
S o idoso ou seus familiares não possuírem condições econômicas de prover
o seu sustento, impõem-se ao Poder Público esse provimento, no âmbito da
assistência social. Mesmo o idoso esteja recebendo a sua aposentadoria e se
não estiver dando para o seu sustento, o governo é obrigado a dar um boa
condição de vida para com esse idoso.
O Estatuto do Idoso tem por finalidade ampliar os direitos de todos os
indivíduos que tem mais de 60 anos de idade, promovendo e garantindo o
devido cumprimento das leis que regem o mesmo, como por exemplo, o direito
á vida.
O idoso tem direito a cultura, lazer, esporte, educação, espetáculos, diversões,
produtos e serviços que respeite sua idade, nos currículos de diversos níveis
de ensino formal devem ser inseridos conteúdos.
Voltados ao processo de envelhecimento e os meios de comunicação devem
manter espaços ou horários especiais voltados ao idoso, o mesmo tem direito a
atividade profissional que respeite suas condições físicas, psíquicas e
intelectuais, direito a aposentadoria e se em caso de não possuir meios de
garantir sua subsistência é assegurado o beneficio mensal de 1 salário mínimo,
habitação digna no seio familiar ou substituta, bem como descontos de 50% em
ingressos para eventos esportivos, culturais, e de lazer, em transportes
coletivos públicos urbanos e semiurbanos assegura-se a gratuitamente a
idosos maiores de 65 anos.
Cada artigo do Estatuto do Idoso deveria ser seguido à risca, no entanto, a
realidade é outra. Temos conhecimento do descaso à pessoa idosa, muitas
vezes por parte dos próprios familiares, entretanto, estes não são os únicos a
descumprir os dispositivos constitucionais pertinente na Lei de Nº 10.741, de 1º
de outubro de 2003, sabemos que muitos membros da sociedade em geral
promovem praticas contrarias as que estão previstas em lei. Muitas coisas
ainda não estão sendo respeitadas, deve-se exigir mais rigor nas cobranças e
punições mais rigorosas para quem não cumprir o que esta prevista no
Estatuto do Idoso. É necessário, entendermos que a velhice é uma fase tão
importante quanto às outras, devemos banir as praticas discriminatórias e
termos consciência que a maioria da sociedade (nós) chegaremos nessa etapa
da vida.
Dispõe de ações cíveis que são fundadas em interesses difusos, coletivos,
individuais ou homogêneas, que considera válido perante a lei o Ministério
Público, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, a Ordem dos
Advogados do Brasil e as associações legalmente constituídas há pelo menos
um ano e que incluam entre os fins institucionais a defesa dos interesses e
direito da pessoa idosa. Esse artigo aborda uma questão bastante
controvertida, pois entre eles estão várias pessoas interessadas nos direitos e
interesses da pessoa idosa, entretanto essas pessoas não buscam realmente
ouvir as opiniões dos próprios idosos em relação ao seu direito e interesses na
sociedade.
Fala da ação em que o juiz poderá determinar providências cabíveis ao réu em
relação à obrigação de fazer ou não fazer, considerando a tutela específica da
obrigação que assegure o resultado prático equivalente ao cumprimento da
obrigação. Porém, nem sempre o juiz fica sabendo se o réu está ou não está
cumprindo com o que lhe foi estipulado perante o tribunal.
Fala em relação em que o juiz pode vir conferir o efeito suspensivo aos
recursos para evitar o dano irreparável a pessoa idosa. Nesse artigo o dano
irreparável nem sempre é visto antes que aconteça algo ao idoso, a realidade é
vista depois que acontece o inesperado, sendo assim, a própria pessoa idosa
deveria ter o direito de falar quais são as suas vontades.
Diz que ao decorrer 60 dias em que o julgado não promover a execução que
lhe foi proposto, deverá fazer o Ministério Público, permitir igual iniciativa aos
demais filhos naturais do casamento como assistentes ou assumido como
centro de interesse ativo, em caso de inércia do Ministério Público. Porém, um
assunto como este na qual definirá com quem ou onde a pessoa idosa ficará
não deveria pelo menos ultrapassar no máximo 30 dias.
Transcreve que qualquer pessoa poderá, e o servidor deverá promover a
iniciativa do Ministério Público, prestando-lhe informações necessárias sobre
os fatos que constituem em ação civil e indicando-lhe os elementos de opinião.
A iniciativa deve ser de qualquer pessoa que esteja próxima a pessoa idosa,
fazendo assim com que o Ministério Público tome a iniciativa e realize as
medidas necessárias para o atendimento a pessoa idosa, levando em base as
informações prestadas.
Diz que os agentes públicos em geral, no exercício de suas funções, quando
tiverem o conhecimento de fatos que possam configurar como crime de ação
pública contra o idoso ou oportunidade de propor de ação para a sua defesa,
devem encaminhar as peças que faz referência ao Ministério Público, para
tomar as providências cabíveis. Quando o Ministério Público ter conhecimento
do que realmente está acontecendo com o idoso deve tomar providências o
mais rápido possível para que não ocorra algo de mais grave com aquele
idoso, porém, geralmente, quando isso ocorre já é tarde demais para que o
próprio Ministério Público faça algo para a defesa do idoso.
Aos indivíduos com mais de 60 anos de idade foi criado o Estatuto do Idoso,
que determina os direitos e deveres dos mesmos, no intuito de zelar e fazer
valer seus direitos perante a sociedade.
A pessoa idosa necessita de um cuidado a mais, sendo assim é dever da
sociedade e do individuo (se necessário) responsável por ele promover isso,
não maltratando de maneira física ou ate mesmo psicologia. Os mesmos
devem ser bem tratados em qualquer lugar que se encontrem de maneira que,
não podem ser discriminados ou sofrer qualquer tipo de preconceito, sendo que
devem ser disponibilizados a eles caixas, assentos, dentre outros preferências.
O individuo responsável pela pessoa idosa que não tem condições de
autocuidado, não pode expor a nenhum tipo de perigo, como por exemplo,
deixa-lo sozinho ou ate mesmo abandona-lo. O descumprimento das
normativas deve ser denunciado aos órgãos competentes de defesa da pessoa
idosa, onde serão tomadas as devidas providencias.
Seria muito bom que as leis no Brasil fossem devidamente ativas, para que
houvesse o cumprimento das normativas que regem o Estatuto do Idoso, pois,
com o passar dos anos as mesmas vem se abstendo e a sociedade, ou em
muitos casos, o próprio idoso tem medo de denunciar maus tratos que provem
muitas vezes de dentro da própria casa. Hoje em dia, as leis devem ser mais
rigorosas e rígidas, tendo em vista que, o idoso tem um estado físico debilitado
se comparado com as outras fases da vida.
Estão listadas várias condutas que dizem respeito ao idoso que podem vir a
serem caracterizadas como infração penal, são elas: impedir o aceso de
alguém a qualquer cargo público, por motivo de idade; negar a alguém, por
motivo de idade, emprego ou trabalho; recusar, retardar ou dificulta
atendimento ou deixar de prestar assistência à saúde, sem justa causa, à
pessoa idosa; dentre outros.

Observa-se uma modalidade bem específica do crime de apropriação indébita.
Aqui, se pune a conduta do agente que se apropriar de ou desviar bens,
proventos, pensão ou qualquer outro rendimento de propriedade do idoso,
legando-lhes outra aplicação da de sua finalidade. A pena, fixada em reclusão
de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa, foi imposta pelo legislador com vistas à
proteger o patrimônio do idoso, representado por seus bens, proventos, pensão
ou qualquer outro rendimento, incluindo os oriundos de aposentadoria ou
benefícios previdenciários.

Destarte, o crime de retenção de cartão magnético de conta bancária,
concernente a benefícios, proventos ou pensão do idoso, assim como qualquer
outro documento, com o intuito de assegurar recebimento ou ressarcimento de
dívida, sendo punido com detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos e multa.

Pelo que se depreende, se algum ato notorial que envolva a pessoa idosa
desprovida de discernimento de seus atos, for lavrado sem a devida
representação legal, v.g., sem a obrigatória interveniência de seu curador
regularmente nomeado, estará o agente sujeito a pena de reclusão de 2 (dois)
a 4 (quatro) anos.