Introdução

Este trabalho trata de problemas sobre Violência/Sexualidade, mais
propriamente sobre Violência Doméstica, pedofilia e abuso sexual.
O abuso sexual acontece em todo o mundo e em todas as classes sociais. Este
feito violento deixa consequências na criança e/ou no adolescente para toda a
vida, com reflexo na sua vida adulta emocionalmente, socialmente e
sexualmente. Muitas vezes os casos de abuso sexual pode mesmo acontecer nas
escolas, quer publicas quer privadas.
Este trabalho também visa informar os pais, encarregados de educação,
professores, entidades governamentais e população em geral, que estes casos,
por vezes, acontecem mesmo na casa ao lado, e que a vítima pode mesmo ser o
nosso melhor amigo.
Abuso Sexual a Menores
O abuso sexual a menores corresponde a qualquer acto sexual abusivo praticado
contra uma criança ou adolescente. É uma forma de abuso infantil. Embora
geralmente o abusador seja uma pessoa adulta, pode acontecer também um
adolescente abusar sexualmente de uma criança.

Formas de abuso:
Com contacto físico:
- Estupro (em Portugal o termo corrente é violação) e é a prática não-
consensual de sexo, imposta por meio de violência ou grave ameaça de
qualquer natureza, ou ainda imposta contra pessoas incapazes de consentir
com o sexo (como crianças ou deficientes mentais).
- Exploração sexual é o meio pelo qual o indivíduo obtém lucro financeiro por
conta da prostituição de outra pessoa, seja em troca de favores sexuais,
incentivo à prostituição, turismo sexual.
Um abuso sexual pode ser:
Extra - familiar - Quando é levado a cabo por pessoas que não fazem parte da
família ou não têm relações de proximidade com esta.
Intra – familiar – Quando é levado a cabo por uma pessoa da família da
criança, em quem esta confia: pai, padrasto, irmão ou outro familiar. Ou por
pessoas próximas da família.
Perfil do abusador:
 Na maior parte das vezes é uma pessoa comum;
 Pode ser alguém que tenha uma profissão destacada;
 Pode ter uma família;
 Pode ser visto como um indivíduo normal e exemplar;
 Para atrair ou silenciar a criança ou o jovem abusado e pode usar de
violência física, mas geralmente usa de violência silenciosa e da ameaça
verbal oferecendo-lhe objectos e dinheiro.
As vítimas:
O abuso sexual faz com que a criança ou jovem experimente um sentimento de
culpabilidade que o impede de confiar, de amar e de estabelecer uma relação
saudável como futuro adulto.
Geralmente estas crianças ou jovens ocultam o que lhes aconteceu por:
 Medo;
 Represálias por parte do agressor;
 Vergonha;
 Culpa;
 Exposição pública.

O abuso sexual deixa feridas, na criança ou no jovem, que nunca mais
cicatrizam.
As consequências para a criança ou jovem:
Físicas
 Dor abdominal crónica;
 Dor constante da vagina e do ânus;
 Corrimento vaginal;
 Inflamações e hemorragias.
Psicológicas
 Sentimento de culpa;
 Sentimento de isolamento;
 Sentimento de estar “marcado” para o resto da vida;
 Depressão;
 Baixa auto estima;
 Medo indefinido permanente;
 Tentativa de suicídio.
Comportamentais:
 Dificuldade em expressar o sentimento de raiva;
 Queda no rendimento escolar;
 Atitudes auto – destrutivas: uso excessivo de álcool e ocasionalmente droga
e/ou tabaco;
Pedofilia
A palavra pedofilia vem do grego παιδοφιλια παις (que significa "criança") e φιλια
(amizade; afinidade; atracção;). A pedofilia (também chamada de paedophilia
erotica ou pedosexualidade) é a perversão sexual. Considerado crime e
batalhado na maioria das sociedades, na qual a atracção sexual de um indivíduo
adulto está dirigida primariamente para crianças pré púberes.
Algumas outras definições de pedofilia requerem uma diferença de idade de no
mínimo 5 anos. Estas, porém, tendem a negligenciar a inclinação sexual pedófila
que desenvolve-se durante a puberdade ou a infância, e que tende
posteriormente a diminuir e acabar. Alguns sexólogos, porém, como o
especialista americano John Money, acreditam que não somente adultos, mas
também adolescentes, podem ser qualificados como pedófilos. Na França, esta é
a definição dominante.
O uso do termo pedofilia para descrever criminosos que cometem actos sexuais
com crianças é visto como incorrecto por alguns indivíduos, especialmente
quando tais indivíduos são vistos de um ponto de vista clínico, uma vez que a
maioria dos crimes envolvendo actos sexuais contra crianças são realizados por
pessoas que não são clinicamente pedófilas (e sim, realizaram tal acto por
outras razões, tal como para aproveitar-se da vulnerabilidade da vítima), e não
por pessoas que sentem atracção sexual primária por crianças.
Alguns especialistas acreditam que a atracção sexual por crianças é por si
mesma um tipo de orientação sexual. Isto vai contra ao entendimento
dominante, pelo qual o termo orientação sexual é categorizado como sendo a
atracção sexual por pessoas do sexo oposto, do mesmo sexo, ou por ambos os
sexos.
Diagnóstico
A Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da
Saúde (OMS), item F65.4, define a pedofilia como "Preferência sexual por
crianças, quer se trate de meninos, meninas ou de crianças de ambos os sexos,
geralmente pré-púberes ou não".
O Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4th edition (DSM-IV),
da Associação de Psiquiatras Americanos, define uma pessoa como pedófila caso
ela cumpra os três requisitos abaixo:
1. Por um período de pelo menos seis meses, a pessoa possui intensa atracção
sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de carácter sexual por
pessoas menores de 13 anos de idade.
2. A pessoa decide realizar os seus desejos, o seu comportamento é afectado
por seus desejos, e/ou tais desejos causam stress ou dificuldades intra e/ou
interpessoais.
3. A pessoa possui mais do que 16 anos de idade, e é ao menos cinco anos
mais velha do que a (s) criança (s) citada (s) no critério 1.
Note que o acto sexual entre pedófilo e criança não precisa estar presente, e que
uma pessoa pode ser considerada clinicamente como pedófila apenas pela
presença de fantasias ou desejos sexuais, desde que a dada pessoa cumpra
todos os três critérios acima.
Tratamento
Inúmeras técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia têm sido
desenvolvidas. Muitos vêm a pedofilia como altamente resistente contra
interferência psicológica, e acreditam que tratamentos e estratégias preparativas
são ineficientes. Outros, tais como o Dr. Fred Berlin, acreditam que a pedofilia
poderia ser claramente melhor sucedida se a comunidade médica desse mais
atenção ao tema. Porém, a taxa de casos de sucesso de tratamento é muito
baixa.
Ocorrência
Não se sabe ao certo a ocorrência da pedofilia. Alguns estudos afirmaram que ao
menos um quarto de todos os adultos do sexo masculino podem apresentar
algum excitamento sexual em relação a crianças.
Em 1989, Briere e Runtz conduziram um estudo em 193 estudantes
universitários, sobre pedofilia. Da amostra, 21% disseram ter alguma atracção
sexual para algumas crianças, 9% afirmaram terem fantasias sexuais
envolvendo crianças, 5% admitiram masturbarem-se por causa destas fantasias,
e 7% concederam alguma probabilidade de realizar acto sexual com uma
criança, caso pudessem evitar serem descobertos e punidos por isto. Os autores
também notaram que, dado o estigma social existente atrás destas admissões,
pode-se entorpecer que as taxas actuais possam ser ainda maiores.
Dr. Colin McDowell (1990) estimou que entre 7% a 10% dos homens adultos
possuem alguma atracção sexual por crianças do sexo masculino.
Tipos de Abusadores sexuais
Estima-se que apenas entre 2% a 10% das pessoas que praticaram actos de
natureza sexual com crianças sejam pedófilos, tais pessoas são chamadas de
pedófilos estruturados, fixados ou preferenciais. Abusadores que não atendem
aos critérios regulares de diagnóstico da pedofilia são chamados de abusadores
oportunos, regressivos ou situacionais. Abusadores oportunistas tendem a
cometer abuso sexual contra crianças em períodos de stress, possuem poucas
vítimas, geralmente, pertencentes à própria família, possuem menos
probabilidade de abusar sexualmente de crianças, e possuem preferência sexual
para adultos. Abusadores pedófilos, por outro lado, geralmente começam a
cometer actos de natureza sexual á crianças em tenra idade, muitas vezes
possuem um grande número de menores que são frequentemente extra
familiares, cometem mais abusos sexuais á crianças, e possuem valores ou
crenças que suportam fortemente um estilo de vida voltado ao abuso. No caso
de incesto entre pai e filhos, acredita-se que a maioria dos abusos envolve pais
que são abusadores oportunistas, o inverso de pedófilos.
Legislação
A pedofilia era tolerada ou ignorada em muitas legislações dos países, o que foi
sendo modificado com a aprovação sucessiva de tratados internacionais, que
culminaram com a aprovação, em 1989, pela ONU, da Convenção Internacional
sobre os Direitos da Criança que, em seu artigo 19, expressamente obriga aos
estados a adopção de medidas que protejam a infância e adolescência do abuso,
ameaça ou lesão à sua integridade sexual.
No mundo
O caso mais recente e de maior repercussão foi a busca de um pedófilo que
aparecia em várias fotos abusando de menores. Cerca de 200 imagens com seu
rosto digitalmente alterado foram divulgadas na Internet. Numa busca que
envolveu especialistas em edição de imagens, afim de restaurar a imagem do
rosto do procurado, o canadiano Christopher Neil, 32 anos, foi preso e acusado
por crime de pedofilia na província de Nakhon Ratchasima, em Korat, a cerca de
250 Km ao norte da capital tailandesa, Banguecoque, uma área turística da
Tailândia. A captura começou quando investigadores captaram um telefonema
de uma travesti tailandesa com quem Neil teve contactos no passado. A travesti,
de 25 anos, que já alugou uma casa com Neil em outra região da Tailândia,
colaborou nas investigações levando os policiais até a residência do acusado. No
mesmo dia a instrutora de ténis britânica, Claire Lyte, 29 anos, foi condenada
pelo mesmo crime ao ser considerada culpada de manter relações sexuais com
uma aluna de apenas 13 anos.
História
O activismo pedófilo nasceu nos Países Baixos no final dos anos 1950, pelo
trabalho do sexólogo neerlandês Frits Bernard, que fundou o grupo “Enclave
kring”, e se desenvolveu a partir da Revolução Sexual dos anos 1970 e até o
início dos anos 1980, sobretudo na Europa Ocidental e EUA. Em 1979, uma
petição apoiada por grupos não pedófilos (sexólogos, homossexuais, feministas,
trabalhistas) chegou a ser apresentada ao Parlamento neerlandês, mas sem
sucesso. Os principais grupos ao longo da história incluem os neerlandeses
Martijn e Nvsh, o dinamarquês DPA, o inglês PIE e o americano NAMBLA. Desde
o final dos anos 80, o activismo passou a encontrar forte rejeição por parte das
sociedades, o que levou grupos pedófilos a serem expulsos em 1994 da ILGA, a
confederação mundial de grupos GLBT. Novos grupos como o alemão Krumme
13, o partido político neerlandês NVD ou o IPCE sobrevivem basicamente das
suas actividades na Internet.
Violência Doméstica
A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas,
em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.
Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e não costuma
obedecer nenhum nível social, económico, religioso ou cultural específico, como
poderiam pensar alguns.
A sua importância é relevante sob dois aspectos;
Primeiro, devido ao sofrimento indescritível que atribui às suas vítimas, muitas
vezes silenciosas e, em segundo, porque, comprovadamente, a violência
doméstica, incluindo aí a Negligência Precoce e o Abuso Sexual, podem impedir
um bom desenvolvimento físico e mental da vítima.
Segundo de acordo com o Ministério da Saúde, as agressões constituem uma
das principais causas de morte dos(as) jovens entre 5 e 19 anos. A maior parte
dessas agressões provém do ambiente doméstico.
A Unicef estima que, diariamente, 18 mil crianças e adolescentes sejam
espancados no Brasil. Os acidentes e as violências domésticas provocam 64,4%
das mortes de crianças e adolescentes no País, segundo dados de 1997.
Na violência Doméstica existem dois tipos de violência:
- Violência Física
Violência física é o uso da força com o objectivo de bater, deixando ou não
marcas evidentes. São comuns murros e chapadas, agressões com diversos
objectos e queimaduras por objectos ou líquidos quentes. Quando a vítima é
criança, além da agressão activa e física, também é considerado violência os
factos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis.
Quando as vítimas são homens, normalmente a violência física não é praticada
directamente. Tendo em vista a habitual maior força física dos homens, havendo
intenções agressivas, esses factos podem ser cometidos por terceiros, como por
exemplo, parentes da mulher ou profissionais contratados para isso. Outra
pratica são as agressões que tomam o homem de surpresa, como por exemplo,
durante o sono. Não são incomuns, actualmente, a violência física doméstica
contra homens, praticados por namorados (as) ou companheiros (as) dos filhos
(as) contra o pai.
Apesar de nossa sociedade parecer enervada pelos cuidados com as crianças e
adolescentes, é bom ressaltar que um bom número de agressões domésticas é
cometido contra os pais por adolescentes, assim como contra avós pelos netos
ou filhos.
Não havendo uma situação de co-dependência do(a) parceiro(a) à situação
conflituante do lar, a violência física pode perpetuar-se mediante ameaças de
"ser pior" se a vítima reclamar quer às autoridades quer parentes. Essa questão
existe na medida em que as autoridades se omitem ou tornam complicadas as
intervenções correctivas.
Também portadores de Transtorno Explosivo da Personalidade são agressores
físicos pertinazes. Convém lembrar que, tanto a Embriaguês Patológica quanto o
Transtorno Explosivo têm tratamento. A Embriagues Patológica pode ser tratada,
seja procurando tratar o alcoolismo, seja às custas de carbamazepina. Estes
últimos também úteis no Transtorno Explosivo.
A Carbamazepina é um dos principais fármacos utilizados no tratamento da
epilepsia.
- Violência Psicológica
A Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes tão ou mais prejudicial
que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação,
humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que
não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes
indeléveis para toda a vida.
Um tipo comum de Agressão Emocional é a que se dá sob a autoria dos
comportamentos histéricos, cujo objectivo é mobilizar emocionalmente o outro
para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e de importância. A intenção
do(a) agressor(a) histérico(a) é mobilizar outros membros da família, tendo
como chamariz alguma doença, alguma dor, algum problema de saúde, enfim,
algum estado que exija atenção, cuidado, compreensão e tolerância.
É muito importante considerar a violência emocional produzida pelas pessoas de
personalidade histérica, pelo fato dela ser predominantemente encontrada em
mulheres, já que, a quase totalidade dos artigos sobre Violência Doméstica
dizem respeito aos homens agredindo mulheres e crianças. Esse é um lado da
violência onde o homem sofre mais.
Outra forma de Violência Emocional é fazer o outro se sentir inferior,
dependente, culpado ou omisso é um dos tipos de agressão emocional
dissimulada mais terríveis. A mais virulenta atitude com esse objectivo é quando
o agressor faz tudo correctamente, impecavelmente certinho, não com o
propósito de ensinar, mas para mostrar ao outro o tamanho de sua
incompetência. O agressor com esse perfil tem prazer quando o outro se sente
inferiorizado, diminuído e incompetente. Normalmente é o tipo de agressão
dissimulada pelo pai em relação aos filhos, quando esses não são exactamente
como o idealizado ou do marido em relação à esposa.
As ameaças de agressão física (ou de morte), bem como as crises de quebra de
utensílios, mobílias e documentos pessoais também são consideradas violência
emocional, pois não houve agressão física directa. Quando o(a) cônjuge é
impedida(o) de sair de casa, ficando trancado(a) em casa também se constitui
em violência psicológica, assim como os casos de controlo excessivo (e ilógico)
dos gastos da casa impedindo atitudes corriqueiras, como por exemplo, o uso do
telefone.
- Violência Verbal
A violência verbal normalmente ocorre concomitante à violência psicológica.
Alguns agressores verbais dirigem a sua violência contra outros membros da
família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas
estranhas ao lar. Em decorrência de sua menor força física e da expectativa da
sociedade em relação à violência masculina, a mulher tende a especializar-se na
violência verbal mas, de fato, esse tipo de violência não é monopólio das
mulheres.
A violência verbal existe até na ausência da palavra, ou seja, até em pessoas
que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou
argumento é esperado para o momento, cala-se, emudece e, evidentemente,
esse silêncio incomodada mais do que se tivesse falado alguma coisa.
Nesses casos a arte do agressor está, exactamente, em demonstrar que tem
algo a dizer e não diz. Aparenta estar doente mas não se queixa, mostra estar
contrariado, "fica bicudo" mas não fala, e assim por diante. Ainda agrava a
agressão quando atribui a si a qualidade de "estar quietinho no seu canto", de
não se queixar de nada, causando maior sentimento de culpa nos demais.
Ainda dentro desse tipo de violência estão os casos de depreciação da família e
do trabalho do outro.
Um outro tipo de violência verbal e psicológica diz respeito às ofensas morais.
Maridos e esposas costumam ferir moralmente quando insinuam que o outro
tem amantes. Muitas vezes a intenção dessas acusações é mobilizar
emocionalmente o(a) outro(a), fazê-lo(a) sentir diminuído(a). O mesmo peso de
agressividade pode ser dado aos comentários depreciativos sobre o corpo do(a)
cônjuge.
Conclusão:
Com este trabalho concluímos que devemos prestar atenção aos sinais que
muitas vezes ignoramos que as vítimas de qualquer tipo de violência
mencionadas neste trabalho transmitem á espera de algo que as salve deste
pesadelo que é a violação, pedófilia e violência demestica.
E esperamos sinseramente que quando souberem de algum caso acima
mencionado, concactem:
Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Concelho da Calheta
 295 416 099
Sexualidade em Linha - Linha de ajuda
 808 222 003
Delegação Regional da APF dos Açores
 295 628 785
“Linha SOS Adolescente”
 800 202 484
Bibliografia:
Abuso Sexual de Menores:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Abuso_sexual_de_menores
Pedofilia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia
http://www.mscontraapedofilia.ufms.br/index.php?inside=1&tp=3&comp=&sho
w=62
Violência Doméstica:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_dom%C3%A9stica
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/
filosofia/filosofia_trabalhos/violencdomest.htm
Imagens:
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