Passo 01

Determine quais seriam os valores de energia cinética Ec de cada próton de
um feixe acelerado no LHC, na situa!o em que os prótons via"am as
velocidades# v1 $ %,00&10' m(s )*0+ da velocidade da lu,-, v* $
1,.0&10/ m(s ).0+ da velocidade da lu,- ou v0 $ *,1'&10/ m(s )11+ da
velocidade da lu,-2
3ten!o# Cuidado com os erros de arredondamento4
5 )energia cinética- 6 Próton
51 $ mp2v1* $ 1,%'0x107*' x %,00x10' $ .,011x107*0
51 $ 0* 0*
5* $ mp2v** $ 1,%'0x107*' x 1,.0x10/ $ 1,*.*x10711
51 $ 0* 0*
50 $ mp2v10 $ 1,%'0x107*' x *,1'x10/ $ *,8/8x10711
51 $ 0* 0*
Passo 0*
9a:endo que para os valores de velocidade do Passo 1, o c;lculo
relativ<stico daenergia cinética nos d;# Ec1 $ 0,10&1071* =, Ec* $ *,0*&107
11 = e Ec0 $ 1,18&10710 =, respectivamente> determine qual é o erro
percentual da aproxima!o cl;ssica no c;lculo da energia cinética em cada
um dos tr?s casos2 @ que voc? pode concluirA
9a:endo7se $ modulo 6 o resultado ser; positivo
1B caso Erro )+- $ %,00x10' 7 0,10x1071* x 100 $ 0,0011
1B caso Erro )+- $ %,000 0,10x1071*' 7 0,10x1071*
*B caso Erro )+- $ 1,.0x10/ 7 *,0*x10711 x 100 $ 0,0%8%
1B caso Erro )+- $ %,000 *,0*x10711' 7 0,10x1071*
0B caso Erro )+- $ *,1'x10/ 7 1,18x10710 x 100 $ 0,0*81
1B caso Erro )+- $ %,000 1,18x10710' 7 0,10x1071*
Passo 00
Considerando uma fora elétrica Ce $ 1,00 D )so:re os 1&101. prótons do
feixe-, na situa!o sem atrito, determine qual é o tra:alEo F reali,ado por
essa fora so:re cada próton do feixe, durante uma volta no anel
acelerador, que possui *' Gm de comprimento2
F $ C2D
F $ 1,0 x *'x100 $ *,'x1011
1x101.
Passo 08
Determine qual é o tra:alEo F reali,ado pela fora elétrica aceleradora Ce,
para acelerar cada um dos prótons desde uma velocidade igual a *0+ da
velocidade da lu, até .0+ da velocidade da lu,, considerando os valores
cl;ssicos de energia cinética, calculados no Passo 012 Determine tam:ém
qual é a pot?nciamédia total P dos geradores da fora elétrica )so:re todos
os prótons-, se o sistema de gera!o leva . Hs para acelerar o feixe de
prótons de *0+ a .0+ da velocidade da lu,2
3plicamos o teorema da energia cinética
Fxo
x0I1fxdx$mJ:** 7 mJa**
3-
F $ 5 )Jaria!o energia cinética-
F $ 50 6 5* )Calculado no passo 01-
*,8/8x10711 7 1,*.*x10711
2
2 2 F $ 1,*0*x10711
K-
Potencia média $ F
Potencia média $ t
Hs $ 1x10L7% s
1,*0*x10711.M1x107%
$ *,8%8x10718
NNN 6 memorial de c;lculos etapa 08
3ula7tema# Oomento Linear e Nmpulso2
Esta atividade é importante para que voc? aprenda a determinar o centro
de massa de um sistema de part<culas2 Joc? dever; tam:ém usar os
princ<pios de conserva!o da energia cinética e do momento linear para
resolver matematicamente a colis!o que ocorre entre dois feixes acelerados
no LHC2
3s informaPes de massa, velocidade, momento linear e energia s!o
important<ssimas no estudo cient<Qco2 3 partir do instante em que ocorre a
colis!o entre os dois feixes acelerados, uma série de fenRmenos f<sicos
altamente energéticos é desencadeada e, através da detec!o das
part<culas emitidas após a colis!o, os cientistas conseguem estudar a
explos!o inicial do Sniverso2
P399@9
Desse e nos próximos passos iremos tra:alEar na condi!o emque todos os
feixes possuem velocidades de até *0+ da velocidade da lu,, para que
possamos aplicar os c;lculos cl;ssicos de momento e energia, sem cometer
um grande erro nos c;lculos2
Passo 01
Determine a posi!o do centro de massa do sistema composto por um feixe
de
prótons )P- que ir; colidir com um feixe de nTcleos de cEum:o )P:-, no
interior do detector 3UL39, supondo que am:os os feixes se encontram
concentrados nas extremidades opostas de entrada no detector, com uma
separa!o de 8% m entre eles2 @ feixe de prótons possui 1&101. prótons,
enquanto o de cEum:o possui 0&1010 nTcleos2 Lem:re7se que a massa de
cada nTcleo de cEum:o vale *0' ve,es a massa de um próton2
Posi!o do centro de massa
Icm $ m12x1 V m*2x*
Icm $ m12m*
Wuando est!o separados por uma distXncia, escolEemos ar:itrariamente
com origem no eixo x, portanto a posi!o do centro de massa ser;#
Icm $m*m1Vm* x d ) N -
Icm $
1 nTcleo P: YYYYYYYYYYYYYY *0' x 1,%'0x107*' Gg
0x1010 YYYYYYYYYYYYYY I p:
Ip: $ 0x1010 x *0' x 1,%'0x10*' Gg
2
)N- 2 2 Icm $ 0x1010 x *0' x 1,%'0x107*' x 8%1x101. x 1,%'0x107*'V
0x1010 x *0' x 1,%'0x107*'
$ */,.%% m2
Passo 0*
Calcule o vetor momento linear total p de cada feixe descrito no Passo 01,
sendo as velocidades escalares vP$ %,00&10' m(s e vP: $ .,00&10% m(s2
Em seguida calcule o valor do momento linear total P do sistema de
part<culas2
D0 00D
Dp $ %x10' m(s
Dn $ .x10% m(s
DpDn$ .% x 10'7% $00
Po $ *0'mn0 7 00mn0 $ 1'' mn0
Passo 00
Considere agora que cada próton colide elasticamente apenas com um
nTcleo de cEum:o, sendo a velocidade de cada um deles dada no Passo *2
Dessa condi!o, um cientista o:servou que após uma dessas colisPes o
nTcleo de cEum:o se dividiu em 00 fragmentos, tendo o primeiro massa
10' ve,es maior que a massa do próton e os outros dois massas iguais, de
valor .0 ve,es maior que a massa do próton2 @s dois fragmentos menores
foram o:servados em regiPes diametralmente opostas no interior do
detector 3UL39, cada um em uma dire!o formando um Xngulo de 00 graus
com a dire!o da reta de colis!o, conforme esquemati,ado na Qgura %2
Dessas condiPes, determine quais s!o os módulos das velocidades do
próton, do fragmento maior e dos fragmentos menores de cEum:o após a
colis!o, sa:endo que o módulo da velocidade dos fragmentos menores é
igual ao do:ro do módulo da velocidade do fragmento maior2
3ten!o# Cuidado com os erros de arredondamento4
@:serve a dire!o e o sentido dos vetores velocidade, após a colis!o4
000
.0m
.0m
* D f
* D f
D fm
10' m n
Pf Z $ 0
Pf x $ *x.0m x *2Df x Cos 000 V 10' mDf V mD
01
0*
000
.0m
.0m
* D f
* D f
D f m
10' m n
Pf Z $ 0
Pf x $ *x.0m x *2Df x Cos 000 V 10' mDf V mD
01
0*
C0Z $ Pf[
P0x $ Pfx de 01 e 0*
1'' mD0 $ *00 0* mDf V 10' mDf V mD
1'' D0 $ )10' V 100 0- Df V D 00
Ec $ Ef
1* *0' m Do* V 1* m )00D0-* $ * x 1* ).0m- )*Df-* V 1* 10' m Df* V 1*
m D*
*0' D0* V 100 D0* $ 800 Df* V 10' Df* V D*
110' D0* $ .0' Df* V D* 08
C
De 00 D $ 1'' D0 )10'V1000 - Df em 08
110' D0* $ .0' Df* V '' D0 6 )10'V1000 - I]* ( D0*
I $ 0,. J 0,'0 I $ DfDo
^
^
Dpf $ 0,. D0 J 0,'0 D0 $ Jp: Qnal $ *,.x10% m(s
3 velocidade do cEum:o após a Colis!o é# *,.x10% m(s e a dos fragmentos
menores é aproximadamente .,0x10% m(s2
9u:stituindo a Jp:f )depois da colis!o em 00 -
1''xJ0 $ )10' V 100 0- vf V J ( D
1'' $ )10' V 100 0- I V Z Z DDo
Z $ 1'' 6 .0,. 6 .0 0
^
^
Z $ 0%,1 $ DD0
D $ 0%,1 D0 $ 1/8,.x10% m(s
3 velocidade do próton após acolis!o é aproximadamente 1,/x10/ m(s2
Ssualmente processos onde o nTmero de part<culas muda, n!o devem ser
feito com conservativa, porem o enunciado di, que a colis!o é _el;stica`,
sendo que na colis!o el;stica o nTmero de part<culas n!o muda2
Do passo 00, o enunciado elasticamente esta incorreto, portanto assumimos
que a energia se conserva para resolver o pro:lema2
Passo 08
9a:endo que a detec!o dos fragmentos é reali,ada no momento em que
cada um deles atravessa as paredes do detector e considerando a colis!o
descrita no Passo 00, determine qual é o impulso transferido a parede do
detector 3UL39 pelo próton P = e pelo fragmento maior de cEum:o =, após a
colis!o2
Considere que após atravessar a parede a velocidade do próton P se tornou
10 ve,es menor que e a calculada no Passo 00, enquanto a velocidade Qnal
do fragmento de cEum:o P:10' )após atravessar a parede do detector- se
tornou .0 ve,es menor que a calculado no Passo 002
= $ P
= $ P Qnal 6 P inicial
P $ m2v
1,/x10/.0 M 1'' $%0',* =