Universidad Peruana Los Andes

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AUTORIDADES DE LA
UNIVERSIDAD PERUANA LOS ANDES
DR. JOSÉ MANUEL CASTILLO CUSTODIO
RECTOR
DR. JESÚS ARMANDO CAVERO CARRASCO
VICERRECTOR ACADÉMICO
DR. CASIO AURELIO TORRES LÓPEZ
VICERRECTOR ADMINISTRATIVO

ABOG. VICTOR JULIO VILLARREAL SIFUENTES
SECRETARIO GENERAL
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INTEGRANTES DE LA COMISIÓN DE PROYECTO DE
REFORMA ESTATUTARIA
OFICIO Nº 928-SG-UPLA 2011
PRESIDENTE .............................................................. Dr. MAXIMILIANO VILA POMA
VICE PRESIDENTE .................................................. Mg. MIGUEL VILCAPOMA IGNACIO
SECRET./TESOR. ....................................................... Ing. JAVIER NAVARRO VELIZ
MIEMBRO ................................................................... Mg. RUBEN TAPIA SILGUERA
MIEMBRO ................................................................... Mg. FREDI GUTIÉRREZ MARTÍNEZ
MIEMBRO ................................................................... Mg. LUIS ARTEAGA CASTROMONTE
MIEMBRO ................................................................... Abog. PIERRE CHIPANA LOAYZA
MIEMBRO ................................................................... Mg. MIGUEL MERCADO REY
MIEMBRO ................................................................... Abog. RENATO LLERENA PRADO
MIEMBRO ................................................................... Alumna DANERY GUZMÁN VILLANES
MIEMBRO ................................................................... Alumna YSAMAR VILLAVERDE PUGA
MIEMBRO ................................................................... Alumno WIDER HILARIO VILAR
MIEMBRO ................................................................... Alumno LUIS GÓMEZ ESPLANA
SUPERNUMERARIO ............................................... Sr. JESÚS ALANIA GAVILÁN
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REPRESENTANTES DE LA ASAMBLEA UNIVERSITARIA
AUTORIDADES
DR. JOSÉ MANUEL CASTILLO CUSTODIO Rector
DR. JESÚS ARMANDO CAVERO CARRASCO Vicerrector Académico
DR. CASIO AURELIO TORRES LOPEZ Vicerrector Administrativo
DIRECTOR
DR. ANIBAL DIAZ LAZO Director (e) de Escuela de Posgrado
DECANOS
PH.D. MOHAMED MEHDI HADI MOHAMED Facultad de Ingeniería
DR. MAURICIO MUÑOZ MELGAREJO Facultad de Educación y Ciencias Humanas
DR. ROBERTO BERNARDO CANGAHUALA Facultad de Medicina Humana
DR. EUTIMIO JARA RODRÍGUEZ Facultad de Ciencias Administrativas y Contables
MG. MIGUEL VILCAPOMA IGNACIO Facultad de Derecho y Ciencias Políticas
MCBLGO. JULIÁN QUIÑONES HINOSTROZA Encargado de la Facultad de Ciencias de la Salud
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PLANA DOCENTE CATEGORÍA PRINCIPALES
DRA. GLORÍA MARÍA MUÑOZ PACHECO Facultad de Educación y Ciencias Humanas
DR. PABLO MÁXIMO CANICELA LLALLICO Facultad de Ciencias Administrativas y Contables
DR. JORGE LUIS PALOMINO VARGAS Facultad de Derecho y Ciencias Políticas
DRA. VILMA CALDERÓN CORNEJO Facultad de Educación y Ciencias Humanas
MG. WILLIAMS OLIVERA ACUÑA Facultad de Ciencias de la Salud
DR. SANTIAGO ZEVALLOS SALINAS Facultad de Ingeniería
MG. FREDI GUTIERREZ MARTÍNEZ Facultad de Ciencias Administrativas y Contables
MG. RONALD SAMAME TALLEDO Facultad de Medicina Humana
MG. RUBÉN TAPIA SILGUERA Facultad de Ingeniería
PLANA DOCENTE CATEGORÍA ASOCIADOS
DR. GILMER GREGORIO ROSALES ROJAS Facultad de Ingeniería
MG. LUIS ARTEAGA CASTROMONTE Facultad de Derecho y Ciencias Políticas
MG. LEANDRO ROJAS ESPINOZA Facultad de Ingeniería
MG. MIGUEL MERCADO REY Facultad de Medicina Humana
ECON. JORGE PACHAS GUILLEN Facultad de Ciencias Administrativas y Contables
CPC. EXALTACIÓN MELENDEZ RIVERA Facultad de Ciencias Administrativas y Contables
PROF. ANTONIO SOLANO RIVERA Facultad de Educación y Ciencias Humanas
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PLANA DOCENTE CATEGORÍA AUXILIARES
M.C. GUSTAVO BASTIDAS PÁRRAGA Facultad de Medicina Humana
REPRESENTANTES DE EGRESADOS
FAREL PORTA GUILLEN
CAROLINA IVON MORALES CAÑARI
REPRESENTANTES DE LA PROMOTORA
SRA. MARÍA DEL PILAR MORALES ARIAS
SR. JESÚS ALANIA GAVILÁN
REPRESENTANTE DE LOS ESTUDIANTES 2012-2013
JHONATAN ALCIDES ARANDA ROJAS
JHON HARRISON AVELINO UMARENA
ANA ALICIA ROJAS PALOMINO
CHRISTOPHER CARLOS DEXTRE TRILLO
SHEILA ANGÉLICA TORRE CÁRDENAS
ALBERTO JOSÉ PLAZA ARROYO
MARTHA JAZMÍN GRAJEDA PARI
JHONATAN CARHUAMACA PARIONA
CRISTIAN ELVIS OLIVERA ENRÍQUEZ
RASHIDA KAROL TORRES GUIVIN
ALBERTO GUTIÉRREZ ROJAS
PAUL BERTRAND VERA PORRAS
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HIALINA ROSARIO RAFAÉL RONCAL
MOISÉS DAVID CANCHANYA QUISPE
JHUSARA ROMERO ORIHUELA
TARY RUTH ALCALÁ MERCADO
TEDDY GONZALES ROJAS
REPRESENTANTE DE LOS ESTUDIANTES 2011-2012
CÉSAR CRISTIAN RÍOS OCHOA
MOVI JUAN MATEO ORTEGA
FRANKLIN MICHAEL PARIONA RAMOS
LUIS JULIO GÓMEZ ESPLANA
ABRAHAM CESAR TORRES FLORES
WIDER RENZO HILARIO VILLAR
CYNTHIA ESTEPHANIE RODRÍGUEZ CANGALAYA
JOSEPH JACOB MEZA PERALTA
ILICH BAQUERIZO GOCHE
MARIBEL VERÓNICA MEZA FIGUEROA
YSAMAR GABRIELA VILLAVERDE PUGA
EDWARD DAVID QUISPE HIDALGO
ROCÍO DEL PILAR HUAMANÍ ARAUJO
CRISTHIAN DIEGO ORÉ HURTADO
DANERY GUZMAN VILLANES
HENRY MARLON GÓMEZ VENTURA
INGRIED HEIDY ZÚÑIGA PALACIOS
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ÍNDICE
EXPOSICIÓN DE MOTIVOS
DECLARACIÓN DE PRINCIPIOS
TÍTULO I
DE LAS DISPOSICIONES GENERALES
TÍTULO II
DE LA UNIVERSIDAD Y SU ORGANIZACIÓN
CAPÍTULO I
DE LOS ÓRGANOS DE GOBIERNO
CAPÍTULO II
DE LA ASAMBLEA UNIVERSITARIA
CAPÍTULO III
DEL CONSEJO UNIVERSITARIO
CAPÍTULO IV
DE LAS COMISIONES DE CONSEJO UNIVERSITARIO
CAPÍTULO V
DEL RECTOR Y VICERRECTORES
CAPÍTULO VI
DEL CONSEJO DE FACULTAD Y EL DECANO
TÍTULO III
DE LA COORDINACIÓN INTERUNIVERSITARIA
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Gestión 2011 - 2016
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TÍTULO IV
DEL PROCESO ELECTORAL
CAPÍTULO I
DEL COMITÉ ELECTORAL
CAPÍTULO II
DE LAS ELECCIONES
TÍTULO V
DE LA ORGANIZACIÓN ACADÉMICA
CAPÍTULO I
DE LAS FACULTADES
CAPÍTULO II
DE LOS DEPARTAMENTOS ACADÉMICOS
CAPÍTULO III
DE LAS DIRECCIONES DE LAS ESCUELAS ACADÉMICO PROFESIONALES
CAPÍTULO IV
DE LAS FILIALES Y SEDES
CAPÍTULO V
DE LA EDUCACIÓN A DISTANCIA
CAPÍTULO VI
DE LA ESCUELA DE POSGRADO
TÍTULO VI
DEL RÉGIMEN ACADÉMICO
CAPÍTULO I
DEL RÉGIMEN DE ESTUDIOS, GRADOS Y TÍTULOS
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Gestión 2011 - 2016
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TÍTULO VII
DE LOS DOCENTES
CAPÍTULO I
DE LAS CATEGORÍAS Y LOS REGÍMENES DE DEDICACIÓN
CAPÍTULO II
DEL INGRESO A LA DOCENCIA, LA RATIFICACIÓN Y PROMOCIÓN
CAPÍTULO III
DE LOS DEBERES Y DERECHOS
CAPÍTULO IV
DE LOS ESTÍMULOS
CAPÍTULO V
DEL TÉRMINO DE LA CARRERA Y LAS SANCIONES
CAPÍTULO VI
DE LAS INCOMPATIBILIDADES
TÍTULO VIII
DE LOS ESTUDIANTES
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
CAPÍTULO II
DE LOS DEBERES Y DERECHOS DE LOS ESTUDIANTES
CAPÍTULO III
DE LOS ESTÍMULOS
CAPÍTULO IV
DE LAS SANCIONES
CAPÍTULO V
DE LA REPRESENTACIÓN ESTUDIANTIL
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Gestión 2011 - 2016
14
TÍTULO IX
DE LOS GRADUADOS
TÍTULO X
DE LA INVESTIGACIÓN
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
CAPÍTULO II
DE LA DIRECCIÓN UNIVERSITARIA DE INVESTIGACIÓN CIENCIA,
TECNOLOGÍA Y DESARROLLO E INSTITUTOS DE INVESTIGACIÓN
TÍTULO XI
DE LA EXTENSIÓN, PROYECCIÓN Y BIENESTAR
UNIVERSITARIO
CAPÍTULO I
DE LA EXTENSIÓN Y PROYECCIÓN UNIVERSITARIA
CAPÍTULO II
DEL BIENESTAR UNIVERSITARIO
CAPÍTULO III
DEL CENTRO PRE - UNIVERSITARIO
TÍTULO XII
DE LA ADMINISTRACIÓN UNIVERSITARIA
CAPÍTULO I
DE LA ORGANIZACIÓN ADMINISTRATIVA
CAPÍTULO II
DEL PERSONAL ADMINISTRATIVO Y DE SERVICIOS
EJE DE GOBIERNO Y GESTIÓN Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
15
TÍTULO XIII
DEL RÉGIMEN ECONÓMICO
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
CAPÍTULO II
DE LA CONDUCCIÓN ECONÓMICA
CAPÍTULO III
DE LAS REMUNERACIONES
CAPÍTULO IV
DE LA AUDITORIA Y CONTROL INTERNO
DISPOSICIONES FINALES
DISPOSICIONES COMPLEMENTARIAS
DISPOSICIONES TRANSITORIAS
EJE DE GOBIERNO Y GESTIÓN Universidad Peruana Los Andes
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16
EXPOSICIÓN DE MOTIVOS DE LA REFORMA DEL ESTATUTO
DE LA UNIVERSIDAD PERUANA LOS ANDES.
Es de conocimiento de la comunidad
que la Ley Universitaria N° 23733
en sus disposiciones transitorias, ha
establecido que cada universidad
del país elabore su propio
Estatuto; la nuestra, después de su
institucionalización convocó también
a elecciones para la conformación de
la Asamblea Estatutaria, integrada por
docentes de las diferentes categorías y
la representación estudiantil, poniendo
en vigencia el primer Estatuto de la
Universidad en el año de 1993.
Como primer instrumento normativo
adolecía de ciertas imprecisiones, como
toda obra humana, sobre todo cuando
basamos su elaboración teniendo
como modelo el Estatuto de otras
universidades del país. Este instrumento
normativo ha regido los destinos
de nuestra institución universitaria
hasta esta fecha, con ciertas reformas,
introducidas oportunamente.
Sin embargo, después de transcurrido
dieciocho (18) años de vigencia, el
Consejo Universitario ha decidido
formar una Comisión para que
pueda reformar nuestro Estatuto
Universitario. La que se ha producido
teniendo los siguientes aspectos como
límites formales: Un texto normativo
(Estatuto) elaborado en armonía con la
Ley Universitaria N° 23733, y la vigencia
actual de esa misma Ley Universitaria
con ciertas modificaciones. El Consejo
Universitario, con acierto, ha decido
una reforma del Estatuto vigente, no
en la elaboración de un nuevo texto
normativo, sino en la reforma de lo
existente porque tampoco el marco
normativo de carácter legal que le
da sustento, ha sufrido cambios
sustanciales.
Es cierto que el gobierno ha introducido
la denominada Ley de Promoción de la
Inversión Privada en la Educación, a
través del Decreto Legislativo N° 882;
es decir, un nuevo régimen universitario
de gestión y de estructura privada, de
carácter societario. Nuestra institución
universitaria, ejerciendo libremente
su autonomía universitaria, con sumo
acierto no se adecuó a este sistema
universitario permaneciendo como una
institución sin fines de lucro, bajo la
gestión gubernamental de sus docentes
y estudiantes y dentro del espíritu de la
Ley Universitaria N° 23733.
La Comisión de Reforma Estatutaria
se ha circunscrito en sus decisiones al
espíritu de la Ley Universitaria para
introducir las reformas en el Estatuto
Universitario teniendo presente con
profunda convicción que la función
principal de la Universidad, como
centro del espíritu y razón, es la
búsqueda de la verdad, la afirmación de
los valores y el servicio a la comunidad
donde se desarrolla; al mismo tiempo,
el respeto al pluralismo y la libertad de
pensamiento, de crítica, la libertad de
expresión, el desarrollo de los principios
constitucionales en perspectiva a una
sociedad democrática de carácter
constitucional, sobrevalorando a la
persona humana como fin supremo de
la sociedad y del Estado.
Hemos tratado de precisar los diversos
dispositivos del Estatuto, con la
EJE DE GOBIERNO Y GESTIÓN Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
17
finalidad de que la tarea fundamental de
la actividad académica esté centralizada
como una preocupación esencial de
la Universidad y que esta actividad
trascienda y tenga materialidad en una
investigación permanente, se plasme en
la formación profesional, puesto que
creamos saber y educamos en el saber,
garantizando la calidad de los servicios
que deben brindar nuestros egresados
a la colectividad, con las competencias
que deben caracterizar genuinamente a
la Universidad Peruana Los Andes.
Es cierto que debe mejorarse el servicio
administrativo en el sentido más
amplio de la palabra, teniendo como
norte la calidad universitaria en el que
el servicio administrativo debe ser ágil,
eficaz, pertinente y oportuna, con la
finalidad de que nuestros estudiantes
y docentes no se sientan maltratados
por una administración lenta y muchas
veces perjudicial.
En la reforma del Estatuto hemos
tratado de imprimir la suma importancia
de la labor docente, como esencial y
sine qua non en la vida universitaria,
la que debe expresarse en la labor de
investigación que debe ser elevada
a su real dimensión, la formación
académica, la proyección social y otras
actividades afines a la Universidad.
Todas las demás actividades sirven a la
labor académica que desarrollamos los
docentes con nuestros alumnos.
La reforma del Estatuto se orienta a
crear las condiciones más óptimas
normativamente para el proceso de
acreditación que debe materializarse en
todas las Facultades de la Universidad
en el mediano plazo, debiendo, por
tanto, caracterizarse todas las unidades
académicas por una excelencia
académica real y envidiable dentro de
la colectividad que le permita mantener
siempre una población estudiantil
selecta y adecuada.
En una situación de proliferación de
universidades, por iniciativa privada o
también por decisión gubernamental,
nuestra Universidad tiene que tomar
con energía y con decisión el reto
del presente y el desafío que debe
enfrentar con serenidad, imaginación
y creatividad para consolidarse como
institución donde su labor académica
prioritaria debe ser indiscutible. La
nota distintiva de la Universidad debe
concretarse en la seriedad, perseverancia
y sostenibilidad académica que lo
caracterizará como institución de
creatividad intelectual.
La Universidad debe constituirse en
depositaria del saber de la sociedad, ser
su conciencia intelectual, encarnar su
ciencia, sus artes y sus humanidades; es
decir, la meritocracia debe ser su brújula
y su norte en la asignación de cargos
académicos como administrativos,
debe consolidarse en una meritocracia
autogestada que permita erradicar otros
criterios no universitarios que nos
puede apartar de los valores que debe
cultivarse al interior de la Universidad.
Huancayo, noviembre 2011
La Comisión de Reforma Estatutaria
EJE DE GOBIERNO Y GESTIÓN Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
18
DECLARACIÓN DE PRINCIPIOS

La Universidad Peruana Los Andes es una institución educativa de
nivel superior de carácter privado, sin fines de lucro, ubicada en la
región Junín, con sede principal en la ciudad de Huancayo; contribuye
al desarrollo sostenible de la región y del país.
Se sustenta en los siguientes principios:
1. Es científica, porque genera y aplica nuevos conocimientos y
tecnologías, para el logro del bienestar individual y colectivo
del hombre en armonía con el medio ambiente, enmarcados
en los valores: verdad, laboriosidad, honestidad, transparencia
y justicia.
2. Es pluralista, solidaria y democrática, porque respeta las
diversas concepciones ideológicas, filosóficas y de credo
coexistentes en la sociedad; vivenciando las más grandes
aspiraciones de los pueblos, cuestionando el dogmatismo,
violencia, intolerancia y discriminación por ser extraños a su
propia naturaleza.
3. Es unitaria, dinámica y crítica, porque sus estamenlos
conforman la comunidad universitaria que de manera
integrada trabaja para lograr sus fines y objetivos; propiciando
la interacción entre Universidad y sociedad; mediante la
investigación científica, la formación profesional, la extensión
universitaria y proyección social.
4. Es empresarial, porque se desarrolla en base a una gestión
estratégica y políticas generadoras de capital humano con
pensamiento sistémico y emprendedor, y la creación de
unidades productivas a través de una administración eficiente
y eficaz.
EJE DE GOBIERNO Y GESTIÓN Universidad Peruana Los Andes
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TÍTULO I
DE LAS DISPOSICIONES GENERALES
CAPÍTULO ÚNICO
Artículo 1º.- La Universidad Peruana
Los Andes cuyas siglas son (UPLA) fue
creada por Ley Nº 23757 y su ampliatoria
Ley Nº 24697, es una Institución
educativa con personería jurídica de
derecho privado sin fines de lucro
constituida por docentes, estudiantes y
graduados; dedicada al cultivo del saber
y la cultura, a la investigación científica
y tecnológica, la formación profesional,
extensión, proyección social y bienestar
universitario y, a la producción de
bienes y servicios. La sede central se
ubica en la ciudad de Huancayo.
Artículo 2º.- La Universidad Peruana
Los Andes, se rige por sus principios
y por la Constitución Política del
Perú, Ley Universitaria Nº 23733,
Ley General de Educación Vigente, el
presente Estatuto, sus reglamentos y
demás normas conexas.
Artículo 3º.- La Universidad Peruana
Los Andes es constitucionalmente
autónoma en su gobierno académico,
económico, normativo y administrativo.
Artículo 4º.- Son fines de la Universidad
Peruana Los Andes:
a) La formación integral de profesio-
nales científicos y humanistas;
b) La realización y fomento de la in-
vestigación científica y tecnológica,
dando prioridad a los problemas de
la realidad regional y nacional;
c) La proyección social y extensión
universitaria, para contribuir al de-
sarrollo socio-económico y cultural
de la sociedad;
d) El desarrollo y la difusión de la cul-
tura universal y nacional con senti-
do crítico y creativo;
e) La preservación y conservación del
medio ambiente y la biodiversidad;
f) La práctica de los valores universa-
les y nacionales: éticos, cívicos y vo-
cación de servicio a la comunidad,
orientados al respeto de la dignidad
humana; y
g) La actualización permanente de sus
docentes.
Artículo 5º.- La Universidad Peruana
Los Andes tiene la potestad de crear
nuevas Facultades, Escuelas Académico
Profesionales, Unidades y Programas de
Posgrado, Unidades de Investigación
Científica y Formación Profesional, de
Producción y Prestación de Servicios,
Institutos, laboratorios, Centros
de Experimentación y otros; en
concordancia con sus fines y objetivos.
Artículo 6º.- Son funciones generales
de la Universidad Peruana Los Andes:
a) Cumplir y hacer cumplir el Estatu-
to de la Universidad Peruana Los
Andes;
b) El ejercicio y la defensa de su auto-
nomía universitaria;
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c) El autogobierno con participación
de docentes, estudiantes y gradua-
dos en todos los niveles de gobier-
no; de conformidad con la Ley
Universitaria y el presente Estatu-
to; integra a la entidad fundadora,
siempre que mantenga sus princi-
pios de fundación institucional;
d) La planificación, organización,
gestión y control de carácter auto-
sostenidos por Facultades, Escuelas
Académico Profesionales, Coordi-
naciones y Comisiones Académi-
cas, con una política de alternancia,
renovación periódica de sus repre-
sentantes, autoridades y funciona-
rios. La revocación de los mandatos
de sus representantes y autoridades;
e) Garantizar la libertad de Cátedra en
el marco de la Constitución Política
del Perú y la Ley Universitaria;
f) El respeto a la libertad de pensa-
miento, de crítica, de petición, de
expresión, de asociación, a la dis-
crepancia alturada, el respeto a los
derechos humanos y al pluralismo
ideológico;
g) La producción intelectual de sus
docentes, estudiantes y graduados;
y
h) La organización y desarrollo de
empresas de producción de bienes
y servicios como sustento económi-
co.
Artículo 7º.- El Campus Universitario
es inviolable. Las fuerzas policiales sólo
pueden ingresar por mandato judicial
o a petición expresa del Rector, quien
debe dar cuenta inmediata al Consejo
Universitario, salvo caso de flagrante
delito o peligro inminente de su
perpetración.
Artículo 8º.- Los locales universitarios
son utilizados para el cumplimiento
de sus fines y objetivos; dependen
del Rector, Decanos de las Facultades,
Directores de las Escuelas Académico
Profesionales, Filiales y Coordinadores
de Sedes. Los daños ocasionados a
los locales serán denunciados ante las
autoridades, conforme a Ley.
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TÍTULO II
DE LA UNIVERSIDAD Y SU ORGANIZACIÓN
CAPÍTULO I
DE LOS ÓRGANOS DE
GOBIERNO
Artículo 9º.- El gobierno de la
Universidad Peruana Los Andes se
ejerce por:
a) La Asamblea Universitaria;
b) El Consejo Universitario;
c) El Rector;
d) Los Consejos de Facultad; y
e) Los Decanos.
CAPÍTULO II
DE LA ASAMBLEA
UNIVERSITARIA
Artículo 10º.- La Asamblea
Universitaria es el máximo Órgano
de Gobierno de la universidad y está
integrada por los siguientes miembros:
a) El Rector y los Vicerrectores;
b) Los Decanos de las Facultades;
c) El Director de la Escuela de Posgra-
do;
d) Los representantes de los Docentes
ordinarios en número igual al doble
de la suma de las autoridades uni-
versitarias a que se refieren los inci-
sos anteriores. La mitad de ellos son
profesores principales; del resto, las
dos terceras partes son profesores
asociados y un tercio son profesores
auxiliares; elegidos por y entre los
docentes de las respectivas catego-
rías. En caso de fracción correspon-
de uno más a la categoría que tenga
la fracción superior;
e) Los representantes de los Estudian-
tes que constituyen el tercio del
número total de los miembros de la
Asamblea Universitaria;
f) Los Representantes de los Gradua-
dos en número de dos; y
g) Dos representantes de la Entidad
Fundadora; siempre que ésta se en-
cuentre en actividad, la misma que
debe mantener sus principios de
fundación y contribuyan al desarro-
llo de la Universidad.
Los funcionarios del más alto nivel
asisten a la Asamblea Universitaria
cuando son requeridos en su condición
de asesores y participan en ella con
derecho a voz y sin voto.
Artículo 11º.- La Asamblea Universitaria
representa a la comunidad universitaria
y tiene las siguientes atribuciones:
a) Elegir al Rector y a los Vicerrecto-
res, asimismo declarar la vacancia
en sus cargos;
b) Ratificar el Plan Estratégico Insti-
tucional (PEI), Presupuesto Institu-
cional de Apertura (PIA) y el Plan
Operativo Institucional (POI) apro-
bado por el Consejo Universitario;
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c) Pronunciarse sobre la memoria
anual del Rector y evaluar el funcio-
namiento de la Universidad;
d) Acordar la creación, fusión, supre-
sión o reorganización de las Facul-
tades, Escuelas Académico Profesio-
nales, Escuela de Posgrado, Filiales y
Sedes, Departamentos Académicos,
Institutos y otras unidades académi-
cas y administrativas, a propuesta
del Consejo Universitario;
e) Elegir a los miembros del Comité
Electoral Universitario;
f) Reformar el Estatuto de la Universi-
dad con el voto favorable de los dos
tercios de sus miembros legales;
g) Fiscalizar toda actividad académica,
económica, financiera y su régimen
normativo;
h) Implementar el Sistema de Audi-
toría y Control Interno y elegir al
Jefe de la oficina universitaria de
Auditoría y Control Interno y a sus
miembros.
Artículo 12º.- La Asamblea
Universitaria se reúne en sesión
ordinaria una vez por mes y en sesión
extraordinaria por iniciativa del Rector,
petición de la mayoría del número
legal de los miembros del Consejo
Universitario o de un tercio del número
legal de los miembros de la Asamblea
Universitaria.
Artículo 13º.- El quórum para las
sesiones de la Asamblea Universitaria,
en primera citación, es la mitad más
uno del número legal de sus miembros
y sus acuerdos se toman por mayoría
de votos, entendiéndose como tal, el
número entero inmediato superior a la
mitad de los concurrentes. En segunda
citación el quórum de la Asamblea
Universitaria, será con el tercio del
número legal de sus miembros y sus
acuerdos se toman por mayoría de
votos.
Artículo 14º.- La convocatoria a las
Asambleas Ordinarias se hace en forma
pública y por cédula personal, con
anticipación no menor de setenta y dos
horas. A falta de quórum en la primera
citación, se procede a una segunda
citación al día siguiente en el mismo
lugar y a la misma hora.
La reconsideración de un acuerdo de
la Asamblea Universitaria requiere del
voto favorable de los dos tercios del
número legal de sus miembros, tanto
en su admisión como en su aprobación.
Artículo 15º.- Las convocatorias
a las Asambleas Universitarias
Extraordinarias son efectuadas por el
Rector en un plazo no mayor de setenta
y dos horas, después de ser solicitada
y con agenda específica. De no ser
convocada por el Rector, deberán
ser convocadas por el Vicerrector
Académico, Vicerrector Administrativo
o el docente más antiguo en la Categoría
de Principal, miembro de la Asamblea
Universitaria.
Artículo 16º.- La condición de
Miembro de la Asamblea Universitaria
se pierde en los casos siguientes:
a) Cuando deja de ser autoridad uni-
versitaria;
b) En los casos de suspensión o separa-
ción de acuerdo a lo establecido en
la Ley y en el presente Estatuto;
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c) Por cambio de categoría de los do-
centes;
d) Por cese de los docentes;
e) Por renuncia;
f) Cuando pierden la condición de es-
tudiante;
g) Por licencia acumulada que signifi-
que apartamiento de la Universidad
por un periodo mayor de seis me-
ses; y
h) Por inasistencia injustificada a tres
Sesiones, sean Ordinarias o Extraor-
dinarias.
CAPÍTULO III
DEL CONSEJO UNIVERSITARIO
Artículo 17º.- El Consejo Universitario
es el órgano de dirección superior de
gestión estratégica, de promoción y
de ejecución de la Universidad. Fija la
política institucional en concordancia
con sus fines.
Artículo 18º.- El Consejo Universitario
está integrado por los siguientes
miembros:
a) El Rector, quien lo preside;
b) Los Vicerrectores;
c) Los Decanos de las Facultades;
d) El Director de la Escuela de Posgra-
do;
e) Los representantes de los Estudian-
tes, cuyo número es de un tercio del
total de los Miembros del Consejo;
y
f) Un representante de los Graduados.
El Consejo Universitario tiene las
siguientes atribuciones:
a) Aprobar, a propuesta del Rector el
Plan Estratégico Institucional (PEI),
Presupuesto Institucional de Aper-
tura (PIA) y el Plan Operativo Ins-
titucional (POI) de la Universidad,
y someterlos a ratificación por la
Asamblea Universitaria;
b) Aprobar el Reglamento General de
la Universidad con sujeción a la Ley
y al presente Estatuto.
c) Autorizar los actos y contratos que
atañen al Presupuesto General de la
Universidad y resolver todo lo con-
cerniente a su economía;
d) Proponer a la Asamblea Universi-
taria la creación, fusión, supresión
o reorganización de Facultades,
Escuela de Posgrado, Escuelas Aca-
démicos Profesionales, Filiales, Se-
des, Centros de Atención Tutorial
– CAT´s, Departamentos Académi-
cos; Institutos, Centros de Servicios
Académicos y Unidades de Produc-
ción, previo estudio por los organis-
mos pertinentes;
e) Ratificar la aprobación del Currí-
culo de Estudios propuesto por las
Facultades y Escuela de Posgrado;
f) Ratificar y conferir los grados aca-
démicos y los títulos profesiona-
les aprobados por las Facultades
y Escuela de Posgrado; así como,
otorgar distinciones honoríficas y,
reconocer y revalidar los estudios,
grados y títulos académicos de las
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universidades extranjeras conforme
a Ley;
g) Aprobar semestralmente el número
de vacantes para el Concurso de
Admisión, a propuesta de las Facul-
tades y Escuela de Posgrado;
h) Autorizar la celebración de contra-
tos y convenios de intercambio o
colaboración de la Universidad con
entidades públicas y privadas, na-
cionales o extranjeras, así como la
realización de congresos o certáme-
nes académicos profesionales;
i) Declarar en receso temporal o re-
organizar las Facultades, Escuelas
Académicos Profesionales, Escuela
de Posgrado, Filiales, Sedes y otras
Unidades Académicas y Adminis-
trativas, o a la Universidad cuando
las circunstancias lo ameriten, con
cargo a dar cuenta a la Asamblea
Universitaria;
j) Ejercer en instancia revisora las san-
ciones disciplinarias recaídas sobre
los docentes y estudiantes;
k) Formular proyectos para la reforma
del Estatuto de la Universidad y
presentarlos a la Asamblea Univer-
sitaria, para su revisión y aproba-
ción;
l) Aprobar la política institucional en
concordancia con los principios y
fines de la Universidad, su papel
promotor en el desarrollo nacional
y regional. Así como sus relaciones
internas y externas;
m) Nombrar, remover, ratificar, promo-
cionar y contratar, a los docentes de
la Universidad, a propuesta de las
Facultades y Escuela de Posgrado;
n) Conceder licencias al personal do-
cente de la Universidad conforme a
la Ley y al Reglamento respectivo;
o) Resolver en vía de apelación, los
acuerdos de los Consejos de Facul-
tad y de la Escuela de Posgrado;
p) Conocer y resolver todos los demás
asuntos que no estén contemplados
en el presente Estatuto y Reglamen-
tos de la Universidad;
q) Convocar a los funcionarios con fi-
nes de asesoramiento e información
al Consejo Universitario; y
r) Conformar Comisiones Permanen-
tes Especiales con sus miembros
u otros, las que rendirán cuenta al
plenario del cumplimiento de sus
tareas.
Artículo 20º.- El Consejo Universitario
celebra sesiones ordinarias por lo
menos una vez al mes y extraordinarias
cuando lo solicite el Rector o a petición
de la mitad de sus miembros legales.
Artículo 21º.- El Consejo Universitario,
en forma anual y obligatoria, constituye
Comisiones Permanentes de Asuntos
Académicos, Administrativos y
Económicos; Tribunales de Honor (con
carácter disciplinario), de Investigación,
de Extensión, Proyección Social
Universitaria y otros que contribuyan
al mejor desarrollo de la actividad
universitaria, presidida por el docente
de mayor jerarquía o precedencia. El
Consejo Universitario puede constituir
comisiones especiales para los fines no
previstos en el Estatuto, quienes deben
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informar obligatoriamente en forma
trimestral o cuando las circunstancias
los requieran.
Artículo 22º.- El quórum para la
instalación y desarrollo de las sesiones
del Consejo Universitario, en primera
convocatoria es la mitad más uno
del número legal de sus miembros.
En segunda citación el quórum del
Consejo Universitario, será con el tercio
del número legal de sus miembros y sus
acuerdos se toman por mayoría simple.
CAPÍTULO IV
DE LAS COMISIONES DEL
CONSEJO UNIVERSITARIO
Artículo 23º.- Dentro del Consejo
Universitario se forman comisiones de
carácter permanente para el estudio,
análisis y propuestas respecto a
problemas o situaciones especiales que
pudieran suscitarse en la Universidad,
siendo ellas:
• Comisión de Asuntos Académicos;
• Comisión de Asuntos
Administrativos; y
• Comisión de Asuntos Económicos
y Financieros.
Dichas comisiones deben formarse al
inicio de cada año, debiendo informar
semestralmente de sus actividades al
Consejo Universitario.
Artículo 24º.- El Consejo Universitario
designará entre sus miembros
Comisiones Especiales cuando el caso
lo requiera.
CAPÍTULO V
DEL RECTOR Y
VICERRECTORES
Artículo 25º.- El Rector es la autoridad
de mayor jerarquía y ejerce la
representación legal de la Universidad.
Tiene las siguientes atribuciones:
a) Cumplir y hacer cumplir la Ley, el
Estatuto y los Reglamentos de la
Universidad, así como los acuerdos
de la Asamblea Universitaria y del
Consejo Universitario;
b) Convocar obligatoriamente y pre-
sidir la Asamblea Universitaria y el
Consejo Universitario en las opor-
tunidades que establece la Ley y el
presente Estatuto;
c) Dirigir la actividad académica de la
Universidad y su gestión adminis-
trativa, económica y financiera;
d) Presentar al Consejo Universitario,
para su aprobación, Plan Estratégi-
co Institucional (PEI), Presupuesto
Institucional de Apertura (PIA) y el
Plan Operativo Institucional (POI),
debiendo informar su ejecución,
evaluación y control, en su debida
oportunidad y bajo responsabili-
dad;
e) Sustentar ante la Asamblea Uni-
versitaria la Memoria Anual y dar
cuenta de la marcha de la Univer-
sidad en sus aspectos académicos,
administrativos, económicos y fi-
nancieros;
f) Refrendar los Diplomas de Grados
Académicos, Títulos Profesionales y
Distinciones Universitarias conferi-
das por el Consejo Universitario;
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g) Establecer vínculos entre la Univer-
sidad y los organismos privados o
públicos, nacionales o extranjeros,
para el logro de los fines que la nor-
matividad exige a la Universidad;
h) Refrendar los Reglamentos y demás
Normas de la Universidad;
i) Expedir Resoluciones de reconoci-
miento de tiempo de servicios del
personal de la Universidad;
j) Cautelar el uso adecuado y el acre-
centamiento de las rentas, presu-
puesto, bienes y servicios universi-
tarios; y
k) Tiene voto dirimente en los Órga-
nos de Gobierno que preside.
Artículo 26º.- Para ser elegido Rector se
requiere:
a) Ser ciudadano en ejercicio;
b) Ser Docente Principal, con no me-
nos de doce años en la docencia
universitaria, de los cuales cinco
deben serlo en la categoría. No es
necesario ser miembro de la Asam-
blea Universitaria;
c) Tener el Grado Académico de Doc-
tor, o el más alto Título Profesional,
cuando en el país no se otorgue
aquel Grado Académico en su espe-
cialidad; y
d) Estar ratificado o haber solicitado
su ratificación dentro del plazo es-
tablecido.
Artículo 27º.- El Rector es elegido por
un periodo de 05 años. No puede ser
reelegido para el periodo inmediato, ni
ser candidato a Vicerrector.
El cargo de Rector se ejerce a
dedicación exclusiva y es incompatible
con el desempeño de otra función o
actividad pública o privada, excepto la
de Presidente de la Asamblea Nacional
de Rectores o Presidente del Consejo
Regional Interuniversitario del Centro.
Artículo 28º.- En el caso de vacancia
del Rector, asume el cargo el Vicerrector
Académico; en caso de renuncia
o ausencia de éste, el Vicerrector
Administrativo; y en ausencia de los dos,
el Docente Principal más antiguo en la
categoría, miembro titular del Consejo
Universitario en la Universidad Peruana
Los Andes, a dedicación exclusiva.
En todos estos casos, quien asume
el Rectorado convoca a la Asamblea
Universitaria en un plazo no mayor
de quince días calendario para tratar la
vacancia.
Artículo 29º.- Son causales de vacancia
del cargo de Rector:
a) La renuncia aceptada por la Asam-
blea Universitaria. La renuncia es
presentada al Vicerrector Académi-
co; a falta de éste, al Vicerrector Ad-
ministrativo; y en ausencia de los
dos, al Profesor Principal más an-
tiguo, miembro titular del Consejo
Universitario en la Universidad Pe-
ruana Los Andes. La renuncia irre-
vocable no requiere de aceptación
por la Asamblea Universitaria, ella
tomará conocimiento y declarará la
vacancia;
b) Fallecimiento;
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c) Impedimento físico o mental debi-
damente comprobado, que lo inca-
pacite para el desempeño del cargo;
d) Incurrir en falta grave en relación al
cargo, debidamente comprobada;
e) Sufrir condena privativa de la liber-
tad por sentencia ejecutoriada por
delito doloso;
f) Demostrar negligencia en el ejerci-
cio de sus funciones, debidamente
comprobada; y
g) No convocar a los Órganos de Go-
bierno que preside, en los plazos
previstos en el presente Estatuto.
Artículo 30º.- La Universidad
Peruana Los Andes tiene dos
Vicerrectores; uno Académico y otro
Administrativo; el primero se encarga
de controlar, supervisar y evaluar las
áreas académicas y el segundo, el área
administrativa, económica y financiera
de la Universidad.
Artículo 31º.- Son funciones del
Vicerrector Académico:
a) Coordinar con el Rector en la direc-
ción de los asuntos de su competen-
cia;
b) Dirigir, impulsar y evaluar las activi-
dades de formación profesional, in-
vestigación, extensión, proyección
social y acreditación que realicen
las Facultades y la Escuela de Pos-
grado.
c) Coordinar y supervisar el funciona-
miento de las Oficinas y Direccio-
nes Universitarias (Tecnoestructura)
inherentes a su área;
d) Presidir la Comisión Permanente de
Admisión de la Universidad;
e) Participar como representante de
la Universidad ante los organismos
encargados de formular la política
nacional de educación, ciencia y
tecnología;
f) Reemplazar al Rector en los casos
de vacancia, licencia, ausencia o im-
pedimento temporal;
g) Resolver temas académicos de ca-
rácter administrativo bajo responsa-
bilidad;
h) Dictaminar sobre temas académi-
cos para ser vistos en los Órganos
de Gobierno;
i) Informar a la Asamblea Universita-
ria sobre la marcha académica de la
universidad; y
j) Cumplir con las demás funciones
que le asigne el Rector, la Asamblea
Universitaria y el Consejo Universi-
tario.
Artículo 32º.- Son funciones del
Vicerrector Administrativo:
a) Coordinar con el Rector en la direc-
ción de los asuntos de su competen-
cia;
b) Supervisar el funcionamiento de las
Oficinas Universitarias que sean in-
herentes a su área;
c) Organizar y dirigir los servicios ad-
ministrativos, económicos y coordi-
nar la administración de otros servi-
cios de la Universidad;
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d) Controlar la gestión de los ingre-
sos y gastos incluidos en el Presu-
puesto Institucional y supervisar
el cumplimiento de las previsiones
bajo responsabilidad;
e) Administrar el patrimonio y las in-
versiones de la Universidad;
f) Coordinar sobre la seguridad de las
instalaciones de la Universidad;
g) Reemplazar al Rector o al Vicerrec-
tor Académico en ausencia de ellos;
h) Ejecutar los acuerdos de los Órga-
nos de Gobierno de la Universidad
relativos a la organización material
y de recursos humanos de la admi-
nistración universitaria; e
i) Informar a la Asamblea Universita-
ria semestralmente sobre la marcha
administrativa y financiera de la
Universidad.
Artículo 33º.- Para ser elegido
Vicerrector se requiere los mismos
requisitos para ser Rector. La elección
es por el periodo de 5 años y no puede
ser reelegido para el mismo cargo en el
periodo inmediato siguiente.
Las causales de vacancia para el cargo
de Vicerrector son las mismas que se
señala para el cargo de Rector.
CAPÍTULO VI
DEL CONSEJO DE FACULTAD Y
EL DECANO
Artículo 34º.- El gobierno de la
Facultad corresponde al Consejo de
Facultad y al Decano, de acuerdo con
las atribuciones que señala el Estatuto.
Artículo 35º.- El Consejo de Facultad
está integrado por los siguientes
miembros:
a) El Decano, quien lo preside;
b) Seis representantes de los Docentes:
tres Principales, dos Asociados y un
Auxiliar;
c) Los representantes de los Estudian-
tes en la proporción de un tercio
del número total de miembros del
Consejo; y
d) Un representante de los Graduados
en calidad de supernumerario.
Pueden asistir al Consejo de Facultad,
con derecho a voz, los Jefes de
Departamento, los Directores de las
Escuelas Académico Profesionales
y los Coordinadores de las Oficinas
(Tecnoestructura).
Artículo 36º.- El Consejo de Facultad
tiene las siguientes atribuciones:
a) Elegir al Decano y declarar su va-
cancia en el cargo;
b) Aprobar los proyectos de Regla-
mento Interno, Currículo de Estu-
dios, Manual de Organizaciones y
Funciones de la Facultad, remitién-
dolos al Consejo Universitario para
su ratificación;
c) Evaluar semestralmente el Currícu-
lo de Estudios vigentes y el desarro-
llo de las actividades de la Facultad;
d) Cumplir y hacer cumplir las dis-
posiciones y normas académicas y
administrativas de la Facultad;
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e) Aprobar los Grados Académicos y
Títulos Profesionales que competen
a la Facultad y elevarlos al Consejo
Universitario para su ratificación;
f) Aprobar anualmente el Planeamien-
to Estratégico y Plan Operativo de
la Facultad y elevarlos al Consejo
Universitario para su ratificación;
g) Proponer anualmente a la Comi-
sión de Admisión, las vacantes para
el ingreso a las Escuelas Académico
Profesionales en las diferentes mo-
dalidades;
h) Gestionar y coordinar las Prácticas
Pre-Profesionales con entidades pú-
blicas y privadas, brindando el apo-
yo necesario para el cumplimiento
de su fin;
i) Aprobar y proponer el financia-
miento para el perfeccionamiento y
capacitación de docentes, estudian-
tes y personal no docente;
j) Procesar los concursos de plazas
docentes y proponer al Consejo
Universitario para su ratificación
respectiva; los nombramientos o
contratos de los docentes en todas
las categorías es de acuerdo al Regla-
mento de Docentes de la Universi-
dad;
k) Proponer al Consejo Universitario
la ratificación o promoción de los
Docentes Ordinarios de la Facultad,
previa evaluación y de acuerdo con
el Reglamento Docente y el presen-
te Estatuto;
l) Participar y proponer en el proceso
de concurso y promoción del per-
sonal administrativo que compete
a la Facultad, de conformidad con
el ordenamiento legal vigente y los
Reglamentos correspondientes;
m) Conferir distinciones e imponer
sanciones al personal docente, ad-
ministrativo y de servicio; así como
a los estudiantes de la Facultad,
conforme a Ley y al Reglamento
respectivo;
n) Pronunciarse sobre los Grados Aca-
démicos y Títulos Profesionales so-
metidos a revalidación conforme a
Ley, para ser ratificados por el Con-
sejo Universitario;
o) Ejecutar el Presupuesto de la Fa-
cultad de conformidad a sus obje-
tivos, las metas de su Planeamiento
Estratégico y Plan Operativo de la
Facultad y las disposiciones legales
vigentes;
p) Promover, controlar y supervisar la
formación de empresas de produc-
ción de bienes y servicios;
q) Organizar semestralmente certá-
menes de capacitación y perfeccio-
namiento y, promover actividades
culturales y deportivas;
r) Evaluar y proponer licencias a los
docentes de la Facultad, de confor-
midad con el Estatuto y el Regla-
mento General de la Universidad;
s) Ejercer la jurisdicción disciplinaria
de la Facultad;
t) Proponer la suscripción de conve-
nios con entidades nacionales e in-
ternacionales, públicas o privadas;
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u) Supervisar y controlar la celeridad
de los trámites administrativos y
académicos de la Facultad;
v) Constituir Comisiones Especiales
cuando lo considere conveniente; y
w) Resolver los asuntos de la Facultad
no previstos en el presente Estatuto
y los Reglamentos dando cuenta al
Consejo Universitario bajo respon-
sabilidad.
Artículo 37º.- El Consejo de Facultad
cuenta con Comisiones Permanentes,
que asesoran al Decano y al Consejo.
Las Comisiones Permanentes son las
siguientes:
a) Académica;
b) Administrativa; y
c) De Asuntos Estudiantiles.
Las atribuciones y composición de
las mismas se sujeta al Reglamento
respectivo de la Universidad, debiendo
informar semestralmente al Consejo de
Facultad sobre su labor desarrollada.
Artículo 38º.- El Consejo de Facultad
se reúne ordinariamente cada quince
días y extraordinariamente cuando lo
convoque el Decano o lo solicite la
mitad más uno de sus miembros. En
cualquier caso, quien lo convoca y
preside es el Decano.
De ser solicitada la realización del
Consejo, el Decano convocará en un
plazo no mayor de 48 horas.
Artículo 39º.- El quórum para el
funcionamiento del Consejo de
Facultad es la mitad más uno del
número legal de sus miembros en
primera convocatoria. La segunda
convocatoria se realizará para el día
siguiente con el tercio del número legal
de sus miembros.
Artículo 40º.- El Decano es la
autoridad de mayor jerarquía de la
Facultad. Representa a ella ante el
Consejo Universitario, la Asamblea
Universitaria y otras instancias
académicas y administrativas.
Artículo 41º.- Para ser elegido Decano
se requiere:
a) Ser ciudadano en ejercicio;
b) Ser Docente Principal de la Facul-
tad con no menos de diez años de
antigüedad en la docencia universi-
taria, de los cuales tres deben ser en
la categoría;
c) Tener el Grado Académico de Doc-
tor o Maestro en la especialidad de
su formación profesional.
Artículo 42º.- El Decano es elegido por
el periodo de tres años. No puede ser
reelegido para el periodo inmediato.
Artículo 43º.- El cargo de Decano
es a dedicación exclusiva en la
Universidad. El Decano ejerce la
docencia universitaria en una Unidad
de Ejecución Curricular, cuyo dictado
no puede ser superior a ocho horas de
clases semanales
Artículo 44º.- Son atribuciones del
Decano:
a) Convocar y presidir el Consejo de
Facultad, en el que tiene solo voto
dirimente en los casos de empate;
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31
b) Dirigir, supervisar y controlar la ac-
tividad académica, administrativa y
económica de la Facultad;
c) Cumplir y hacer cumplir la Ley
Universitaria, el Estatuto, las Reso-
luciones de la Asamblea Universi-
taria, del Consejo Universitario, del
Rector y del Consejo de Facultad y
demás disposiciones de las autori-
dades competentes;
d) Proponer al Consejo de Facultad: el
Plan Estratégico y el Plan Operativo
de la Facultad;
e) Refrendar conjuntamente con el
Rector y el Secretario General, los
Diplomas de Grados Académicos y
Títulos Profesionales;
f) Autorizar los gastos y controlar la
ejecución del Presupuesto de la Fa-
cultad;
g) Conformar en acto público me-
diante sorteo por áreas los jurados
encargados de evaluar la sustenta-
ción de tesis y los exámenes de gra-
dos profesionales, los que estarán
presididos por el Decano o por un
Docente Principal de la Facultad;
h) Presentar su Memoria Anual ante
el Consejo de Facultad al inicio del
año académico;
i) Proponer al Consejo de Facultad
la creación, suspensión o cese de
Escuelas Académico Profesionales
previo estudio de factibilidad en
forma anual;
j) Proponer proyectos de modifica-
ción del Currículo de Estudios al
Consejo de Facultad;
k) Solicitar a los Departamentos Aca-
démicos correspondientes, la pro-
puesta de docentes para el desarro-
llo de las Unidades de Ejecución
Curricular que se imparten en la
Facultad;
l) Coordinar con los Jefes de Departa-
mento Académico la participación
de los Docentes y los Jefes de Prác-
ticas que presten servicios en la Fa-
cultad, para el cumplimiento de las
tareas académicas, de investigación,
administrativas, de proyección so-
cial y extensión cultural;
m) Velar por el eficiente desarrollo
académico, administrativo y eco-
nómico para la acreditación de la
Facultad y proponer al Rector y al
Consejo Universitario las medidas
necesarias para su ejecución;
n) Informar al Consejo de Facultad so-
bre su participación en el Consejo
Universitario;
o) Presentar planes y propuestas de so-
lución a los problemas académicos,
económicos y administrativos;
p) El incumplimiento del Estatuto y
de las funciones señaladas en el pre-
sente articulado constituyen causa-
les de vacancia del Decano; y
q) Ejercer todas las demás atribuciones
que fijen el presente Estatuto, el Re-
glamento General de la Universidad
y el de la Facultad.
Artículo 45º.- En caso de vacancia del
Decano asume el cargo, el Docente
Principal con mayor antigüedad en
la categoría, miembro del Consejo
de Facultad, debiendo convocar a
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32
elecciones obligatoriamente dentro de
los quince días calendario de producida
la vacancia. Asimismo, reemplaza
al Decano en caso de ausencia o
impedimento temporal.
Artículo 46º.- Las causales de vacancia
del Decano son las mismas que se
señalan para el cargo de Rector.
Declarada la vacancia, se elige al nuevo
Decano por el lapso que falta completar
el periodo de su antecesor.
TÍTULO III
DE LA COORDINACIÓN INTERUNIVERSITARIA
Artículo 47º.- El Rector es miembro de
la Asamblea Nacional de Rectores y del
Consejo Regional Interuniversitario del
Centro.
Participa en el estudio y coordinación
de las actividades universitarias de la
región y del país, en concordancia
con la filosofía institucional, con la
política y los acuerdos adoptados por
la Asamblea Universitaria y el Consejo
Universitario, debiendo dar cuenta ante
estos Órganos de Gobierno.
Artículo 48º.- La Universidad Peruana
Los Andes, en cumplimiento de
sus fines, mantiene una relación
con las universidades del país y del
extranjero, también con organismos
nacionales e internacionales en asuntos
universitarios. Con este fin crea
programas de cooperación académica,
científica, tecnológica, extensión y de
proyección social.
Artículo 49º.- Los convenios de
cooperación académica, científica y
tecnológica serán aprobados por el
Consejo Universitario y firmados por el
Rector de la Universidad.
Secretaría General llevará el registro
de tales convenios y las Oficinas
Universitarias de Planificación,
Relaciones Nacionales e Internacionales
y la Oficina de Asesoría Jurídica velarán
por el cumplimiento de sus cláusulas;
estas Oficinas informarán al final
de cada ejercicio anual al Consejo
Universitario para el cumplimiento y
difusión correspondiente.
TÍTULO IV
DEL PROCESO ELECTORAL
CAPÍTULO I
DEL COMITÉ ELECTORAL
Artículo 50º.- La universidad tiene
un Comité Electoral Universitario
elegido anualmente por la Asamblea
Universitaria en Sesión Extraordinaria
y está constituido por tres Docentes
Principales, dos Asociados, un Auxiliar
y por tres Estudiantes, cuyo ejercicio del
cargo se realiza acorde a la Constitución
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33
Política del Estado, la Ley Universitaria,
Estatuto Universitario y su respectivo
Reglamento de Elecciones y las normas
pertinentes bajo responsabilidad.
Artículo 51º.- El Comité Electoral
Universitario es autónomo y se encarga
de organizar, conducir y controlar los
procesos electorales, de acuerdo al
Reglamento de Elecciones aprobado
por el Comité Electoral y ratificado por
el Consejo Universitario. Es presidido
por el Docente Principal que haya
obtenido la mayor votación en la
Asamblea Universitaria.
Artículo 52º.- Son atribuciones del
Comité Electoral Universitario:
a) Organizar, conducir y controlar los
procesos electorales de los Miem-
bros de la Asamblea Universitaria,
Rector y Vicerrectores, los Consejos
de Facultad, Decanos, Director de
la Escuela de Posgrado, Coordina-
dores de las Unidades de Posgrado
de las Facultades, Estudiantes y
Graduados, representantes ante los
órganos de gobierno.
b) Mantener actualizados los padrones
electorales de docentes, estudiantes
y graduados;
c) Aprobar y publicar el cronograma
del proceso eleccionario;
d) Recepcionar las listas de los can-
didatos y verificar su conformidad
con el Reglamento de Elecciones; y
e) Proclamar a los miembros de los
Órganos de Gobierno elegidos y
publicar los resultados.
Artículo 53º.- Los fallos del Comité
Electoral Universitario son inapelables
y deben constar en actas.
Artículo 54º.- Los miembros del
Comité Electoral Universitario no
pueden ser candidatos en los procesos
eleccionarios convocados durante su
mandato.
Artículo 55º.- Son causales de vacancia
de los miembros del Comité Electoral
Universitario:
a) Impedimento físico o mental de-
bidamente comprobado, que lo
incapacite para el ejercicio de sus
funciones;
b) Sufrir sanción de inhabilitación o
condena judicial consentida o eje-
cutoriada por delito doloso;
c) Cambio de categoría académica do-
cente;
d) Licencia acumulada por un periodo
mayor de seis meses a partir de su
elección;
e) Haber concluido su plan de estu-
dios; y
f) Dejar de matricularse en algún pe-
riodo académico.
Artículo 56º.- Las causales de sanción
a los miembros del Comité Electoral
Universitario son precisadas por el
Reglamento de Elecciones.
CAPÍTULO II
DE LAS ELECCIONES
Artículo 57º.- El Sistema Electoral es el
de lista incompleta en la proporción de
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dos tercios para la mayoría y un tercio
para la minoría. Ambas listas tienen sus
respectivos accesitarios, en el orden de
prelación correspondiente.
Artículo 58º.- El voto es personal,
obligatorio, directo y secreto.
Artículo 59º.- Los Miembros de la
Asamblea Universitaria, Consejo
Universitario y Consejo de Facultad
que los integran en razón de los cargos
que desempeñan, pertenecen a ellas
mientras se encuentren en el ejercicio
de sus funciones.
Artículo 60º.- Los representantes
de los Docentes ante la Asamblea
Universitaria son elegidos por tres años,
pudiendo ser reelegidos.
Artículo 61º.- Los representantes de los
Docentes ante los Consejos de Facultad
son elegidos por tres años, pudiendo ser
reelegidos.
Artículo 62º.- Los representantes
de los Estudiantes ante la Asamblea
Universitaria, Consejo Universitario y
Consejo de Facultad, son elegidos por
un período de un año. En ningún caso
hay reelección para el periodo siguiente
al del mandato para el que fueron
elegidos.
Artículo 63º.- El Tercio Estudiantil ante
la Asamblea Universitaria y el Consejo
Universitario lo integran por lo menos
un representante de cada Facultad, la
diferencia se completa de acuerdo al
número de estudiantes.
Artículo 64º.- El Tercio Estudiantil
ante el Consejo de Facultad lo integran
por lo menos un representante de
cada Escuela Profesional, la diferencia
se completa de acuerdo al número de
estudiantes.
Artículo 65º.- Los representantes
de los Graduados ante la Asamblea
Universitaria, Consejo Universitario y
Consejos de Facultad son elegidos por
un periodo de dos años y pueden ser
reelegidos.
Artículo 66º.- El Rector y Vicerrectores
son elegidos por un periodo de cinco
años, no pudiendo ser reelegidos para
el periodo siguiente.
Artículo 67º.- El Decano de Facultad es
elegido por un periodo de tres años; no
pudiendo ser reelegido para el periodo
siguiente.
Artículo 68º.- El Decano de Facultad es
elegido por el Consejo de Facultad en
Sesión Extraordinaria que se convocará
para dicho efecto.
Se declarará ganador entre los Docentes
Principales de ella que reúnen los
requisitos señalados en el Artículo 41º
del presente Estatuto y obtenga como
mínimo el voto favorable del número
entero inmediato superior a la mitad
del número legal de sus miembros en
la primera votación. De no alcanzar
este número se realizará en el mismo
acto una segunda vuelta entre los
dos candidatos con mayor votación.
De no alcanzar el número requerido
se realizará una tercera vuelta, en el
mismo acto declarándose ganador al
candidato que obtenga la mayoría
simple de votos.
Artículo 69º.- La elección de los
representantes de los Docentes
ante la Asamblea Universitaria y
ante el Consejo de Facultad se hace
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por categorías entre los Docentes
Ordinarios de la Universidad o de la
Facultad, respectivamente
Artículo 70º.- La mecánica del
proceso, las proporciones del número
de los integrantes de cada Órgano
de Gobierno; los requisitos, las
incompatibilidades y los procesos
complementarios son normados por el
Reglamento de Elecciones.
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TÍTULO V
DE LA ORGANIZACIÓN ACADÉMICA
CAPITULO I
DE LAS FACULTADES
Artículo 71º.- Con la autonomía
prescrita en el Artículo 18° de la
Constitución Política del Estado,
académicamente la Universidad se
organiza por Facultades, a ellos se
integran las Unidades de Posgrado,
Filiales, Sedes y Centros de Atención
Tutorial (CAT´s); en las Modalidades
de Educación Presencial y a Distancia.
Desarrollándose los estudios de
acuerdo al Currículo y Planes de
Estudio. Son atendidos por uno o más
Departamentos Académicos.
Artículo 72º.- Las Facultades son
las unidades fundamentales de
organización y formación académica
y profesional. Están integradas por
docentes, estudiantes y graduados. En
ellas se estudia una o más disciplinas
o Escuelas Académico Profesionales,
según la afinidad de sus contenidos y
objetivos de acuerdo a los currículos
elaborados por ellas.
La Universidad regula las relaciones de
sus Facultades con las demás Unidades
Académicas dentro del espíritu del
presente Estatuto.
La Universidad Peruana Los Andes,
en uso de la autonomía normativa
que le concede el Artículo 18º cuarto
parágrafo de la Constitución Política
del Estado, cuenta con las Facultades
y Escuelas Académico Profesionales
siguientes:
Facultad de Ingeniería:
· Escuela Académico Profesional de
Ingeniería Industrial;
· Escuela Académico Profesional de
Ingeniería Civil;
· Escuela Académico Profesional de
Ingeniería de Sistemas y Computación;
· Escuela Académico Profesional de
Ingeniería Agrícola; y
· Escuela Académico Profesional de
Arquitectura
Facultad de Ciencias Administrativas y
Contables:
· Escuela Académico Profesional de
Contabilidad y Finanzas; y
· Escuela Académico Profesional de
Administración y Sistemas.
Facultad de Educación y Ciencias
Humanas:
·
Escuela Académico Profesional de
Educación Inicial;
·
Escuela Académico Profesional de
Educación Primaria; y
·
Escuela Académico Profesional de
Educación Secundaria y sus
especialidades
Facultad de Derecho y Ciencias Políticas:
· Escuela Academico Profesional de
Derecho.
Facultad de Ciencias de la Salud:
· Escuela Académico Profesional de
Medicina Veterinaria y Zootecnia;
· Escuela Académico Profesional de
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37
Odontología;
· Escuela Académico Profesional de
Enfermería;
·
Escuela Académico Profesional de
Farmacia y Bioquímica;
· Escuela Académico Profesional de
Obstetricia;
· Escuela Académico Profesional de
Optometría;
· Escuela Académico Profesional de
Nutrición Humana;
· Escuela Académico Profesional de
Psicología; y
· Escuela Académico Profesional de
Tecnología Médica.
Especialidades de:
Radiología, Terapia Física y
Rehabilitación, Laboratorio Clínico y
Patología;
Facultad de Medicina Humana
· Escuela Académico Profesional de
Medicina Humana
Artículo 73º.- Las Facultades gozan de
autonomía académica, administrativa,
económica y normativa, de acuerdo
con la Constitución Política del Estado,
Ley Universitaria y el presente Estatuto.
Artículo 74º.- Para cumplir con sus
fines, las Facultades cuentan con:
Decanato, Secretaria Docente, Unidad
de Posgrado, Instituto de Investigación,
Coordinaciones, Comisiones
Permanentes y Especiales, e Institutos
o Escuelas Especiales. Las funciones
se normarán por los Reglamentos
respectivos. De igual manera las
Facultades podrán organizar la Segunda
Especialización y Diplomados.
Artículo 75º.- Son funciones de las
Facultades:
a) Elaborar, organizar y reformar el
Currículo de Estudios;
b) Programar y ejecutar certámenes
académicos, culturales y científicos,
nacionales e internacionales, para
contribuir a la formación integral
del estudiante;
c) Realizar investigación científica en
forma permanente coordinado por
el Instituto de Investigación;
d) Realizar publicaciones periódicas
en materia académica;
e) Desarrollar mediante la Coordi-
nación de Proyección Social y Ex-
tensión Universitaria actividades de
esta naturaleza hacia la comunidad;
f) Elaborar y aprobar sus Reglamentos
y demás Normas; y
g) Capacitar y evaluar permanente-
mente a sus docentes.
CAPITULO II
DE LOS DEPARTAMENTOS
ACADÉMICOS
Artículo 76º.- Los Departamentos
Académicos son unidades de servicio
académico, que agrupan a los docentes
de la Universidad que cultivan la
misma disciplina o disciplinas afines
y que tienen como función coordinar
las actividades académicas de sus
miembros, orientadas a cumplir con los
requerimientos de las Facultades.
Todo Departamento Académico se
integra a una Facultad sin perder su
capacidad funcional.
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38
Artículo 77º.- Cada Facultad cuenta
con uno o más Departamentos
Académicos y su creación es a propuesta
de las Facultades. No podrán existir dos
Departamentos Académicos con la
misma denominación en las diferentes
Facultades de la Universidad, debiendo
contar con un mínimo de 10 Docentes
Ordinarios.
Artículo 78º.- Son funciones de los
Departamentos Académicos:
a) Planificar, organizar, ejecutar y evaluar el
Currículo de Estudios semestralmente
conforme al avance científico y
tecnológico;
b) Dirigir, coordinar y supervisar la
elaboración y ejecución de los sílabos
por los docentes en base al Currículo de
Estudios, así como su cumplimiento;
c) Atender los requerimientos de docentes
de las diferentes Facultades;
d) Proponer al Consejo de Facultad el
número de plazas a concurso de méritos
para Docentes Ordinarios;
e) Proponer al Consejo de Facultad
la ratificación, la promoción y la
separación de los Docentes Ordinarios
conforme al Reglamento;
f) Proponer al Consejo de Facultad el
número de vacantes para contrata de
docentes mediante proceso de selección.
Asimismo la separación en caso de
comisión de falta grave; y
g) Cumplir las demás responsabilidades
establecidas por Ley, el Estatuto y
demás disposiciones Reglamentarias de
la Universidad.
Artículo 79º.- El Departamento
Académico está dirigido por un Jefe, el
cual es elegido por el Pleno de Docentes
Ordinarios del mismo. Para ser Jefe de
Departamento Académico se requiere
ser Docente Principal o Asociado
a dedicación exclusiva o a Tiempo
Completo. La elección es por dos años,
por mayoría simple; pudiendo ser
reelegido por una sola vez con el voto
mínimo de dos tercios del número legal
de los Docentes Ordinarios y por el
mismo periodo. El ejercicio del cargo es
a dedicación exclusiva.
Artículo 80º.- El Jefe del
Departamento Académico depende
administrativamente y académicamente,
del Decano de la Facultad a la cual está
adscrito.
Artículo 81º.- Son funciones del Jefe
del Departamento Académico:
a) Representar al Departamento
Académico, dirigir y orientar sus
actividades establecidas en la Ley y el
Estatuto
b) Supervisar el cumplimiento del
desarrollo silábico durante el periodo
académico programado por la
Universidad, dando cuenta al Consejo
de Facultad;
c) Promover el logro de los estándares de
calidad académica para la acreditación
de las Escuelas Académico Profesionales;
d) Cumplir y hacer cumplir los acuer-
dos de la Junta de Docentes del De-
partamento Académico;
e) Hacer cumplir las disposiciones de
la Universidad e informar perma-
nentemente al Decano y Consejo
de Facultad;
f) Promover las publicaciones de los
docentes adscritos al Departamento
Académico;
g) Emitir opinión conforme al Regla-
mento de Docentes, respecto a las
licencias, años sabáticos, solicitadas
por los Docentes y Jefes de Prácticas
de acuerdo al Reglamento;
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39
h) Elaborar el plan de actividades,
eventos académicos y el Presupues-
to del Departamento Académico; y
elevarlo oportunamente al Consejo
de Facultad para su aprobación;
i) Presentar a la Junta de Docentes la
Memoria Anual del Departamento
Académico, proponer los planes
para los siguientes periodos acadé-
micos.
j) Aprobar y supervisar las carpetas
académicas de los docentes adscri-
tos al Departamento Académico
Universitario. Asimismo la inves-
tigación, extensión educativa, pro-
yección social, asesoría y orienta-
ción personal de los estudiantes,
en función a su régimen de dedica-
ción;
k) Participar con voz en las sesiones
del Consejo de Facultad a la que
está integrado el Departamento, en
los casos que se contemple asuntos
relacionados con el cargo; y
l) Las demás que le confieran el Esta-
tuto y Reglamentos Internos de la
Universidad.
Artículo 82º.- Los Docentes Ordinarios
y Contratados, en su totalidad estarán
adscritos a un solo Departamento
Académico en forma obligatoria por la
naturaleza de su especialidad.
Artículo 83º.- La totalidad de los
docentes miembros del Departamento
Académico, constituyen la Junta de
Docentes.
La Junta se reúne Ordinariamente
cada 30 días y Extraordinariamente
cuando fuese convocada por el Jefe del
Departamento, por iniciativa propia o
a solicitud de una tercera parte de los
docentes miembros del Departamento
Académico.
De no convocar el Jefe de Departamento
a la Junta de Docentes, será convocada
por el Decano de la Facultad y presidido
por el Docente Principal más antiguo
del Departamento Académico.
Artículo 84º.- Son atribuciones de la
Junta de Docentes del Departamento
Académico:
a) Aprobar los Planes del Departamen-
to Académico relativos a su desarro-
llo y a la actividad de los periodos
académicos;
b) Sugerir las medidas que estime
convenientes para el mejor funcio-
namiento del Departamento Acadé-
mico; y
c) Conocer y emitir opinión sobre la
Memoria Anual del Jefe del Depar-
tamento Académico y sobre los in-
formes presentados por el mismo.
Artículo 85º.- Son causales de vacancia
del Jefe de Departamento Académico:
a) La renuncia aceptada por la Junta
de Docentes;
b) Fallecimiento;
c) Impedimento físico o mental debi-
damente comprobado, que lo inca-
pacite para el desempeño del cargo;
d) Incurrir en falta grave en relación al
cargo, debidamente comprobada;
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40
e) Designar docentes sancionados por
los Órganos de Gobierno de la Uni-
versidad y sin los requisitos estable-
cidos;
f) Sufrir condena privativa de la liber-
tad por sentencia ejecutoriada por
delito doloso;
g) Demostrar negligencia en el ejerci-
cio de sus funciones, debidamente
comprobada;
h) No convocar a la Junta de Docentes
dentro de los plazos establecidos;
i) Incumplir lo señalado en los Artícu-
los 78º y 81º del Estatuto; y
j) Para la declaración de vacancia se
requiere el voto mínimo de la mi-
tad más uno del número legal de los
Docentes Ordinarios miembros del
Departamento Académico.
Artículo 86º.- En caso de vacancia
del Jefe de Departamento Académico,
asume el cargo el Docente Principal
más antiguo de la Facultad, miembro
de la Junta de Docentes y en un plazo
no mayor de 15 días calendarios, debe
convocar a los Docentes Ordinarios para
elegir un nuevo Jefe de Departamento
Académico.
Artículo 87º.- La Universidad cuenta
con los siguientes Departamentos
Académicos:
· Ciencias e Ingeniería, adscrito a la
Facultad de Ingeniería;
· Ciencias Administrativas y Contables,
adscrito a la Facultad de Ciencias
Administrativas y Contables;
· Derecho y Ciencias Políticas, adscrito
a la Facultad de Derecho y Ciencias
Políticas;
· Ciencias de la Educación y
Humanidades, adscrito a la Facultad de
Educación y Ciencias Humanas;
· Ciencias Biomédicas, adscrito a la
Facultad de Medicina Humana; y
·
Ciencias de la Salud, adscrito a la
Facultad de Ciencias de la Salud.
CAPITULO III
DE LAS DIRECCIONES DE
LAS ESCUELAS ACADÉMICO
PROFESIONALES
Artículo 88º.- Cada Facultad cuenta
con una o más Escuelas Académico
Profesionales, las que están a cargo de
uno o más Directores designado (s) por
el Consejo de Facultad por el periodo
de un año.
Artículo 89º.- Las Direcciones de las
Escuelas Profesionales son Órganos de
Ejecución Académica de cada Facultad.
Artículo 90º.- Para ser Director de la
Escuela Profesional se requiere:
a) Ser Docente Ordinario con Título
Profesional y/o Grado Académico
en la especialidad;
b) Tener un mínimo de tres años en la
docencia en la Universidad Peruana
Los Andes;
c) No desempeñar función pública o
privada a tiempo completo en otra
institución; y
d) Excepcionalmente, podrá desem-
peñar el cargo de Director de la
Escuela Académico Profesional un
docente contratado que reúna los
requisitos precitados.
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41
Artículo 91º.- Son funciones del
Director de la Escuela Académico
Profesional:
a) Implementar el Currículo de Estu-
dios y el desarrollo silábico en cada
periodo académico.
b) Dirigir, controlar y evaluar la mar-
cha académica y administrativa de
la Escuela Académico Profesional;
c) Coordinar sus actividades con el
Decano y Jefe de Departamento
Académico;
d) Gestionar la implementación y
equipamiento de la infraestructura
de la Escuela Académico Profesio-
nal a través de los cauces normati-
vos;
e) Coordinar con el Jefe de Departa-
mento Académico la propuesta de
los docentes de la Escuela Académi-
co Profesional;
f) Proponer el número de vacantes
para los Concursos de Admisión de
acuerdo al requerimiento del mer-
cado;
g) Promover la suscripción de conve-
nios con instituciones públicas o
privadas, nacionales e internaciona-
les;
h) Promover la acreditación de la Es-
cuela Académico Profesional; y
i) Elaborar su Plan de Actividades y
Presupuesto Anual.
CAPÍTULO IV
DE LAS FILIALES Y SEDES
Artículo 92º.- La Filial Lima es la
unidad académica desconcentrada
ubicada en el Departamento de Lima,
que brinda servicios académicos de
Pregrado y Posgrado en las modalidades
de Educación Presencial y Educación a
Distancia.
Artículo 93º.- La Filial Lima cuenta con
un Consejo Directivo, que es el Órgano
de Dirección, Promoción y Ejecución
de la Filial;
Artículo 94º.- El Consejo Directivo
está integrado por:
a) El Director, quien lo preside;
b) El Subdirector Académico;
c) El Subdirector Administrativo;
d) El Coordinador de la Unidad de
Posgrado;
e) El Coordinador de Evaluación y
Acreditación; y
f) Dos alumnos elegidos entre los es-
tudiantes de la Filial Lima que cum-
plan los requisitos para ser elegidos
como Representantes Estudiantiles.
Los Coordinadores miembros del
Consejo Directivo son Docentes
Ordinarios en la Categoría de Principal
o Asociado a tiempo completo o
dedicación exclusiva.
Artículo 95º.- Son funciones del
Consejo Directivo de la Filial Lima:
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42
a) Coordinar en forma permanente
sus actividades académicas y admi-
nistrativas con las Facultades;
b) Proponer al Consejo Universitario
la contrata de docentes y personal
administrativo de la Filial;
c) Planificar, administrar, ejecutar y
evaluar el Currículo de Estudios
semestralmente conforme al avance
científico y tecnológico;
d) Dirigir, coordinar, supervisar la ela-
boración y ejecución de los sílabos
por los docentes en base al Currícu-
lo de Estudios, así como su cumpli-
miento;
e) Dirigir los procesos académicos de
las Escuelas Académico Profesiona-
les de la Filial;
f) Dar cuenta de sus actividades y Re-
soluciones Directorales emitidas al
Consejo Universitario; y
g) Cumplir las demás responsabilida-
des establecidas por Ley, el Estatu-
to, Reglamento de la Filial y demás
disposiciones Reglamentarias de la
Universidad.
Artículo 96º.- La Filial Lima se
encuentra dirigida por un Director,
quien es designado por el Consejo
Universitario por un periodo de dos
años a dedicación exclusiva, el que
reunirá los requisitos exigidos para ser
Decano de la Facultad.
Artículo 97º.- Son funciones del
Director de la Filial Lima:
a) Convocar y presidir el Consejo Di-
rectivo, en el que tiene sólo voto
dirimente en los casos de empate;
b) Dirigir, supervisar y controlar la ac-
tividad académica, administrativa y
económica de la Filial;
c) Cumplir y hacer cumplir la Ley
Universitaria, el Estatuto, el Regla-
mento de la Filial, las Resoluciones
de la Asamblea Universitaria, del
Consejo Universitario, del Rector,
de los Consejos de Facultad y de-
más disposiciones de las autorida-
des competentes;
d) Proponer al Consejo Universitario
una terna de docentes para ser de-
signados Coordinadores del Conse-
jo Directivo.
e) Proponer al Consejo Universitario:
el Planeamiento Estratégico y Plan
Operativo de la Filial;
f) Autorizar los gastos y controlar la
ejecución del Presupuesto de la Fi-
lial;
g) Conformar en acto público me-
diante sorteo por áreas los jurados
encargados de evaluar la susten-
tación de tesis y los exámenes de
grados profesionales, los que esta-
rán presididos por el Director de la
Filial o por un Docente Principal de
la Facultad correspondiente.
h) Presentar su Memoria Anual ante el
Consejo Universitario al inicio del
año académico;
i) Proponer al Consejo Universitario
el funcionamiento, supresión o
cese de Escuelas Académico Profe-
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43
sionales y Unidades y Programas de
Posgrado de la Filial previo estudio
de factibilidad;
j) Velar por el eficiente desarrollo y
acreditación de la Filial y proponer
al Rector y al Consejo Universitario
las medidas necesarias para su eje-
cución;
k) Informar al Consejo Directivo so-
bre su participación en el Consejo
Universitario cuando esta lo solici-
te;
l) Presentar alternativas de solución a
los problemas académicos, econó-
micos y administrativos al Consejo
Universitario;
m) Ejercer todas las demás atribucio-
nes que fije el presente Estatuto, el
Reglamento General de la Univer-
sidad, Reglamento de la Filial y de-
más disposiciones normativas; y
n) El incumplimiento del Estatuto y
de las funciones señaladas en el pre-
sente artículo constituyen causales
de separación del cargo.
Artículo 98º.- El Subdirector
Académico es designado por el Consejo
Universitario a propuesta del Director
de la Filial, por el periodo de un año
pudiendo ser ratificado para el mismo
periodo por una sola vez.
Artículo 99º.- Son funciones del
Subdirector Académico:
a) Supervisar el cumplimiento del de-
sarrollo silábico durante el periodo
académico programado por la Uni-
versidad, dando cuenta al Consejo
Directivo de la Filial;
b) Promover el logro de los estándares
de calidad académicos para la acre-
ditación de las Escuelas Académico
Profesionales de la Filial;
c) Cumplir y hacer cumplir los acuer-
dos del Consejo Directivo de la Fi-
lial;
d) Promover las publicaciones de los
docentes adscritos a la Filial;
e) Elaborar el plan de actividades,
eventos académicos y elevarlo opor-
tunamente al Consejo Directivo
para su aprobación;
f) Aprobar y supervisar el desarrollo
de las carpetas académicas de los
docentes adscritos a la Filial. Asi-
mismo la investigación, extensión
educativa, proyección social, aseso-
ría y orientación personal de los es-
tudiantes, en función a su régimen
de dedicación;
g) Las demás que le confieran el Esta-
tuto, el Reglamento General de la
Universidad, Reglamento de la Fi-
lial y demás disposiciones normati-
vas; y
h) El incumplimiento del Estatuto y
de las funciones señaladas en el pre-
sente artículo constituyen causales
de separación del cargo.
Artículo 100º.- El Subdirector
Administrativo es designado por el
Consejo Universitario a propuesta del
Director de la Filial, para el periodo de
un año,
Artículo 101º.- Son funciones del
Subdirector Administrativo:
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44
a) Coordinar con el Director de la Fi-
lial los asuntos de su competencia;
b) Supervisar el funcionamiento de las
Unidades Administrativas de la Fi-
lial;
c) Proponer los requerimientos al
Consejo Directivo de la Filial sobre
las necesidades académicas, admi-
nistrativas y de recursos humanos
que sean necesarios para el funcio-
namiento idóneo de la misma;
d) Organizar, dirigir los servicios ad-
ministrativos y económicos y, coor-
dinar la administración de otros
servicios de la Filial;
e) Administrar los ingresos y gastos de
la Filial aprobados en el Presupues-
to;
f) Responder sobre la seguridad de las
instalaciones y de los bienes de la
Filial;
g) Fiscalizar el cumplimiento estricto
de la labor administrativa de los
Coordinadores, docentes y perso-
nal administrativo de la Filial.
h) Ejecutar los acuerdos del Consejo
Directivo de la Filial, relativos a la
organización material y de recursos
humanos;
i) Informar al Consejo Directivo de la
Filial semestralmente sobre la ges-
tión administrativa y financiera de
la misma; y
j) El incumplimiento del Estatuto y
de las funciones señaladas en el pre-
sente artículo constituyen causales
de separación del cargo.
Artículo 102º.- Son Sedes, las Unidades
Académicas desconcentradas ubicadas
en el Departamento de Junín, que
brindan servicios académicos de
Pregrado y Posgrado en las modalidades
de Educación Presencial y Educación a
Distancia.
Artículo 103º.- Las Sedes se encuentran
dirigidas por un Coordinador que es
Docente Ordinario en la Categoría
de Principal o Asociado a dedicación
exclusiva, designado por el Consejo
Universitario por un periodo de dos
años a dedicación exclusiva, pudiendo
ser ratificados para el mismo periodo
por una sola vez.
Artículo 104º.- Son funciones de los
Coordinadores de Sedes:
a) Dirigir, supervisar y controlar la ac-
tividad académica, administrativa y
económica de la Sede;
b) Cumplir y hacer cumplir la Ley
Universitaria, el Estatuto, Regla-
mento de Sedes, las Resoluciones
de la Asamblea Universitaria, del
Consejo Universitario, del Rector,
de los Consejos de Facultad y de-
más disposiciones de las autorida-
des competentes;
c) Proponer al Consejo Universita-
rio una terna de docentes para ser
Coordinadores de Escuelas Acadé-
mico Profesionales de la Sede;
d) Proponer a los Consejos de Facul-
tad respectivos la plana docente de
la Sede para el periodo académico;
e) Proponer al Consejo Universitario
el Plan Estratégico y los Planes Ope-
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45
rativos de la Sede, según correspon-
da;
f) Autorizar los gastos y controlar la
ejecución del Presupuesto de la
Sede;
g) Presentar su informe de gestión
semestralmente ante el Consejo
Universitario al inicio del periodo
académico;
h) Proponer al Consejo Universitario
el funcionamiento, supresión o cese
de Escuela Académico Profesional
de la Sede previo estudio de factibi-
lidad;
i) Velar por el eficiente desarrollo y
proponer al Rector y al Consejo
Universitario las medidas necesa-
rias para su ejecución e informar su
cumplimiento;
j) Presentar alternativas de solución
a los problemas académicos, eco-
nómicos y administrativos ante el
Consejo Universitario;
k) Ejercer todas las demás atribucio-
nes que fije el presente Estatuto, el
Reglamento General de la Univer-
sidad, Reglamento de las Sedes y
demás disposiciones normativas; y
l) El incumplimiento del Estatuto y
de las funciones señaladas en el pre-
sente artículo constituyen causales
de separación del cargo.
CAPITULO V
DE LA EDUCACIÓN A
DISTANCIA
Artículo 105º.- Es una modalidad de
formación académica universitaria
de auto aprendizaje cuyo objetivo
es la formación profesional a través
de sesiones tutoriales presenciales
y virtuales, con materiales auto
instructivos, medios virtuales y afines,
cumpliendo lo establecido en la Ley, el
Estatuto y Reglamentos vigentes de la
Universidad, se rige por su Reglamento.
Artículo 106º.- Las Facultades se
encargarán de impartir la formación
académica de la modalidad de
Educación a Distancia en las Escuelas
Profesionales y en los Programas de la
Escuela de Posgrado.
Artículo 107º.- Cada Facultad cuenta
con un Coordinador de Educación a
Distancia designado por el Consejo de
Facultad por el término de un año entre
los Docentes Ordinarios de la misma.
Artículo 108º.- Son funciones de la
Coordinación de Educación a Distancia
de la Facultad:
a) Dirigir, controlar y evaluar la mar-
cha académica y administrativa de
las Escuelas Profesionales que ten-
gan la modalidad de Educación a
Distancia en la Sede Central y los
Centros de Atención Tutorial - CA-
T´s, de acuerdo a lo dispuesto por
el Estatuto y los Consejos de Facul-
tad;
b) Cumplir con las decisiones del
Consejo de Facultad, coordinar sus
actividades con el Decano, el Jefe
de Departamento Académico y las
Coordinaciones de Facultad;
c) Implementar la correcta aplicación
del Currículo de Estudios y el de-
sarrollo silábico en cada periodo
académico;
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46
d) Gestionar la implementación y
equipamiento de los medios y ma-
teriales para esta modalidad;
e) Coordinar con el Jefe de Departa-
mento Académico de cada Facul-
tad, la propuesta de los docentes de
la modalidad de Educación a Dis-
tancia;
f) Proponer al Consejo de Facultad el
número de vacantes para los Con-
cursos de Admisión de acuerdo al
requerimiento del mercado;
g) Promover al Consejo de Facultad la
suscripción de convenios con insti-
tuciones públicas o privadas, nacio-
nales e internacionales;
h) Promover la acreditación de las Es-
cuelas Profesionales en la modali-
dad de Educación a Distancia; y
i) Elaborar su plan de actividades y
su presupuesto anual.
CAPITULO VI
DE LA ESCUELA DE POSGRADO
Artículo 109°.- La Escuela de
Posgrado es un Órgano de Línea de
la Universidad que realiza gestión
académica - administrativa de los
estudios de Doctorado, Maestría,
Segunda Especialización Profesional,
Diplomados y Programas Post-
doctorales; ejecutados por las Unidades
de Posgrado de cada Facultad.
Artículo 110°.- La Escuela de Posgrado
está a cargo del Consejo Directivo
dirigido por el Director.
Artículo 111º.- Para ser elegido
Director de la Escuela de Posgrado se
requiere:
a) Ser Docente Principal de la Uni-
versidad a dedicación exclusiva o
Tiempo Completo, con no menos
de diez años en la docencia univer-
sitaria de los cuales tres deben serlo
en la Categoría de Principal. No es
necesario ser miembro del Consejo
Directivo de la Escuela de Posgrado
y;
b) Poseer el Grado Académico de Doc-
tor.
Artículo 112°.- El Consejo Directivo
está integrado por los siguientes
miembros:
a) El Director, quien lo preside;
b) Los Coordinadores de las Unidades
de Posgrado de las Facultades;
c) Representantes de los Estudiantes
de las Maestrías y/o Doctorados
cuyo número no será mayor al ter-
cio del número legal de los miem-
bros del Consejo de Escuela de Pos-
grado, y
d) Un Representante de los Graduados
en la Maestría y/o Doctorado en ca-
lidad de supernumerario;
Artículo 113°.- El Consejo de la
Escuela de Posgrado tiene las siguientes
funciones:
a) Conocer y aprobar la gestión y Me-
moria Anual del Director de la Es-
cuela;
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47
b) Establecer los lineamientos de polí-
tica, objetivos y metas de la Escue-
la;
c) Proponer las normas de carácter
académico, administrativo y econó-
mico de la Escuela;
d) Otorgar los Grados Académicos de
Doctor, Maestro y Título de Segun-
da Especialidad y Diplomas confor-
me a sus Reglamentos.
e) Elegir al Director de la Escuela de
Posgrado.
f) Aprobar anualmente el Planeamien-
to Estratégico, y Plan Operativo de
la Escuela de Posgrado, el Presu-
puesto de la Escuela y elevarlos al
Consejo Universitario para su ratifi-
cación;
g) Proponer la suscripción de conve-
nios con entidades nacionales e in-
ternacionales, públicas o privadas;
h) Designar a los Coordinadores de
enlace de las Filiales y Sedes donde
la Escuela de Posgrado brinde sus
servicios;
i) Nombrar las Comisiones Perma-
nentes de Asesoramiento del Di-
rector y del Consejo de Escuela de
Posgrado;
j) Cumplir y hacer cumplir las dispo-
siciones, normas académicas y ad-
ministrativas de la Escuela; y
k) Resolver los asuntos de la Escuela
de Posgrado no previstos en el pre-
sente Estatuto y los Reglamentos
dando cuenta al Consejo Universi-
tario y bajo responsabilidad.
Artículo 114°.- El Consejo de Escuela
de Posgrado sesionará Ordinariamente
cada quince días y, Extraordinariamente
cuando lo convoque el Director o
lo solicite la mitad más uno de sus
miembros. En cualquier caso el que
lo convoca y preside es el Director.
El Consejo de Escuela de Posgrado
sesionará con el quórum de Ley.
Artículo 115º.- El Director de la
Escuela de Posgrado es la autoridad de
mayor jerarquía de la Escuela, y dirige
los estudios de Posgrado. Representa a
ella ante el Consejo Universitario, la
Asamblea Universitaria y otras Instancias
Académicas y Administrativas.
Artículo 116°.- El Director de la Escuela
de Posgrado es elegido por el periodo
de tres años. No puede ser reelegido
para el periodo inmediato.
Artículo 117º.- La Escuela de Posgrado
tiene las siguientes funciones:
a) Aprobar los Reglamentos, remitién-
dolos al Consejo Universitario para
su ratificación;
b) Evaluar semestralmente el currículo
de estudios vigentes y el desarrollo
de las unidades de Posgrado de las
Facultades;
c) Cumplir y hacer cumplir las dispo-
siciones y normas académicas y ad-
ministrativas de la Escuela;
d) Aprobar anualmente el Plan Estra-
tégico Institucional - PEI y el Plan
Operativo Institucional – POI, así
como el Presupuesto de la Escuela
y elevarlos al Consejo Universitario
para su ratificación;
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48
e) Pronunciarse sobre los Grados Aca-
démicos sometidos a revalidación
conforme a Ley, para ser sanciona-
dos por el Consejo Universitario;
f) Ejecutar el Presupuesto de la Escue-
la, de conformidad a sus objetivos,
metas de su Plan Operativo y dispo-
siciones legales vigentes;
g) Organizar semestralmente certáme-
nes de capacitación y perfecciona-
miento;
h) Proponer la suscripción de conve-
nios con entidades nacionales e in-
ternacionales, públicas o privadas;
i) Supervisar y controlar la celeridad
de los trámites administrativos y
académicos de la Escuela;
j) Constituir Comisiones Especiales
cuando lo considere convenientes;
y
k) Resolver los asuntos de la Escuela
no previstos en el presente Estatuto
y los Reglamentos, dando cuenta al
Consejo Universitario y bajo res-
ponsabilidad.
Artículo 118º.- Son funciones del
Director de la Escuela de Posgrado:
a) Convocar y presidir el Consejo de
la Escuela de Posgrado;
b) Dirigir las actividades académicas
y administrativas de la Escuela de
Posgrado;
c) Representar a la Escuela de Posgra-
do ante los demás Órganos de Go-
bierno de la Universidad;
d) Cumplir y hacer cumplir la Ley
Universitaria, el Estatuto, las Reso-
luciones de Asamblea Universita-
ria, del Consejo Universitario, del
Rector y demás disposiciones de las
autoridades competentes;
e) Firmar los Diplomas de Grados
Académicos de Magister, Doctor,
Título de Segunda Especialidad,
Diplomados y Certificados de los
eventos que organice;
f) Autorizar los gastos y controlar la
ejecución del Presupuesto de la Es-
cuela de Posgrado; y
g) Otras que emanen de la autoridad
competente.
Artículo 119°.- El Secretario Académico
es el fedatario de la Escuela de Posgrado,
es elegido por el Consejo de Escuela
entre una terna propuesta por el
Director de la Escuela de Posgrado, por
un periodo de dos años, no procede la
reelección inmediata. Para ser Secretario
Académico de la Escuela de Posgrado se
requiere tener el Grado Académico de
Doctor y ser Docente Ordinario en la
Categoría de Asociado o Principal.
Artículo 120°.- Las Unidades de
Posgrado de las Facultades son
Unidades Académicas de Línea
dependientes de la Escuela de Posgrado,
las que se encuentran conducidas por
los Coordinadores de las Unidades de
Posgrado de las Facultades.
Artículo 121°.- Los Coordinadores
de las Unidades de Posgrado de
las Facultades son elegidos por los
Docentes Ordinarios de la Facultad que
tengan Grado Académico de Maestro o
Doctor.
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49
Artículo 122°.- Para ser Coordinador
de la Unidad de Posgrado se requiere
tener el Grado Académico de Maestro
o Doctor y ser Docente Ordinario a
Tiempo Completo en la Categoría de
Asociado o Principal. Su elección es
por un periodo de 2 años, no procede
la reelección inmediata.
Artículo 123º.- Son funciones de los
Coordinadores de las Unidades de
Posgrado:
a) Representar a la Unidad de Posgra-
do de su Facultad ante el Consejo
de Escuela de Posgrado;
b) Proponer ante el Consejo de Es-
cuela el Currículo de Estudios y el
desarrollo silábico en cada periodo
académico.
c) Presentar al Consejo de Escuela de
Posgrado los Proyectos de Creación
de los Programas de Doctorados,
Maestrías, Segunda Especialización
Profesional, Diplomados y cursos
de Posgrado, así como las modifica-
ciones de los Planes Curriculares.
d) Proponer la carga académica perió-
dica para su aprobación en el Con-
sejo de Escuela de Posgrado;
e) Proponer el número de vacantes
para los Concursos de Admisión
que programe la Escuela;
f) Promover la suscripción de conve-
nios con instituciones públicas o
privadas, nacionales e internacio-
nales;
g) Promover la acreditación de la Uni-
dad de Posgrado de la Facultad; y
h) Otros que señale el Estatuto y sus
Reglamentos,
Artículo 124°.- La investigación en
la Escuela de Posgrado es función
fundamental y obligatoria y, está
orientada a propiciar, estimular y
realizar investigación básica y aplicada
en todos los campos del conocimiento,
priorizando aquellos que contribuyen
a la solución de problemas de interés
local, regional y nacional. Se desarrolla
a través del Instituto de Investigación
de la Escuela de Posgrado.
Artículo 125°.- La Dirección del
Instituto de Investigación de la Escuela
de Posgrado es una unidad académica
de apoyo dependiente del Consejo de
la Escuela y está encargada de planificar,
conducir y supervisar el desarrollo de la
investigación multidisciplinaria.
Artículo 126°.- El Director del Instituto
de Investigación de la Escuela de
Posgrado es elegido entre los Docentes
Investigadores Ordinarios adscritos a
este Instituto, por el periodo de dos
años, no pudiendo ser reelegido.
Artículo 127°.- Para ser elegido
Director del Instituto de Investigación
de la Escuela de Posgrado se requiere
ser Docente Ordinario con Grado
Académico de Doctor en la Categoría
de Asociado o Principal.
Artículo 128°.- Son funciones del
Director del Instituto de Investigación
de la Escuela de Posgrado:
a) Conducir y supervisar los trabajos
de investigación;
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Gestión 2011 - 2016
50
b) Revisar y evaluar los proyectos de
investigación y de las tesis de Grado
Académico;
c) Llevar el registro de tesis y de los
trabajos de investigación;
d) Organizar eventos científicos y di-
vulgar la producción intelectual;
e) Dirigir la publicación periódica de
la revista institucional de la Escuela
de Posgrado; y
f) Las demás funciones que determi-
nen sus Reglamentos.
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51
TÍTULO VI
DEL RÉGIMEN ACADÉMICO
CAPITULO I
DEL RÉGIMEN DE ESTUDIOS,
GRADOS Y TÍTULOS
Artículo 129º.- La Universidad
desarrolla los siguientes niveles de
enseñanza:
a) Formación profesional;
b) Posgrado;
c) Segunda Especialización Profesio-
nal; y
d) Acciones de Extensión Educativa y
de Formación Técnica.
Artículo 130º.- El régimen de estudios
en el nivel Pregrado es de Currículo de
Estudios flexible, dentro de un sistema
de créditos y periodos semestrales.
En el nivel de Posgrado los estudios
de Maestría y Doctorado tienen una
duración de cuatro semestres como
mínimo. La Segunda Especialización
Profesional tiene una duración de tres
semestres como mínimo.
Artículo 131º.- Cada periodo
académico semestral tiene una duración
de 17 semanas tanto para la modalidad
de Educación Presencial como de la
modalidad de Educación a Distancia.
Se podrá programar Unidades de
Ejecución Curricular fuera del periodo
académico semestral siempre que exista
equivalencia en horas de dictado.
Artículo 132º.- Los alumnos se
matriculan en una Facultad y deben
llevar las asignaturas o Unidades de
Ejecución Curricular que conforman
el Currículo de Estudios de su
Escuela Académico Profesional. Cada
Facultad norma su funcionamiento
en el Reglamento Específico, en
concordancia con el Reglamento
Académico de la Universidad.
Artículo 133º.- La admisión de
estudiantes se realiza por concurso;
ingresando únicamente los que
alcancen las vacantes fijadas por el
Consejo Universitario a propuesta
de los Consejos de Facultad y de la
Escuela de Posgrado, las vacantes son
inmodificables después de haber sido
aprobadas.
Artículo 134º.- El ingreso a la
Universidad será por Escuelas
Académico Profesionales y estudios de
Posgrado que ofrecen las Facultades y la
Escuela de Posgrado, en estricto orden
de mérito según el puntaje obtenido en
el Concurso de Admisión.
Artículo 135º.- Los estudiantes del
Centro Pre - Universitario de la
Universidad que logren una vacante
según lo establecido en su Reglamento
y en el Reglamento de Admisión, serán
exonerados del Examen de Admisión.
Artículo 136º.- Las vacantes y requisitos
para los Postulantes Ordinarios, Fuerzas
Policiales, Traslado Interno, Traslado
Externo, Convenio con Institutos,
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52
Mayores de 30 años, Segunda
Carrera, Primeros Puestos, Deportistas
Calificados, Centro Pre Universitarios y
Personas con Discapacidad son fijados
y normados por el Reglamento de
Admisión en concordancia al Art. 56°
de la Ley Universitaria Nº 23733.
Artículo 137º.- Los Concursos de
Admisión están a cargo de una
Comisión designada anualmente por el
Consejo Universitario.
Artículo 138º.- La Universidad otorga
a través del Consejo Universitario
a propuesta del respectivo Consejo
de Facultad los siguientes Grados
Académicos y Títulos Profesionales,
después de cumplidas las exigencias
contenidas en su Reglamento de Grados
y Títulos:
a) Grado Académico de Bachiller en
la Escuela Académico Profesional
correspondiente;
b) Título Profesional de Licenciado en
la Escuela Académico Profesional
y especialidad correspondiente o
su equivalente en la denominación
propia, después de haber obtenido
el Grado Académico de Bachiller;
c) Grado Académico de Maestro o su
equivalente en la denominación
propia, después de haber obtenido
el Grado Académico de Bachiller;
d) Grado Académico de Doctor, des-
pués de haber obtenido el Grado
Académico de Maestro; y
e) Título de Segunda Especialidad,
después de haber obtenido el Título
Profesional.
Asimismo, otorgará Título Profe-
sional de Técnico con mención en
la Especialidad y/o certificaciones a
través de las unidades que brinden
capacitación, extensión universita-
ria y formación técnica.
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53
TÍTULO VII
DE LOS DOCENTES
CAPITULO I
DE LAS CATEGORÍAS Y LOS
REGIMENES DE DEDICACIÓN
Artículo 139º.- Son docentes de
la Universidad, los profesionales
cuya participación tiene su más alta
expresión en la docencia e investigación
y complementariamente realizan las
funciones de formación profesional
académica científica, extensión y
de proyección social, producción
de bienes, prestación de servicios y
actividades académico - administrativas.
Artículo 140º.- Los docentes
universitarios son:
a. Por su condición docente:
Ordinarios, los docentes
nombrados que cumplen labores
ordinarias dentro de la misma
Universidad;
Extraordinarios, los docentes que
tienen una condición especial en
la Universidad señalada por la Ley;
pueden ser: eméritos, honorarios,
investigadores y visitantes;
Contratados, los que prestan
servicios docentes a plazo
determinado en las condiciones
que fija el respectivo contrato.
b. Por su categoría académica, los Do-
centes Ordinarios son: Principales,
Asociados y Auxiliares.
c. Por el régimen de dedicación:
Dedicación Exclusiva, cuando
el Docente Ordinario tiene como
única actividad remunerada la que
presta a la Universidad;
Tiempo Completo, cuando el
Docente Ordinario dedica 40 horas
semanales a la Universidad;
Tiempo Parcial, cuando el
Docente Ordinario dedica las tareas
académicas un máximo de 20 horas
semanales;
d. Los Jefes de Práctica y Ayudantes de
Cátedra realizan una actividad pre-
liminar a la carrera docente.
Artículo 141º.- La Universidad confiere
Distinciones honoríficas como:
Doctorados Honoris Causa, Profesor
Honorario y Emérito a propuesta de los
Consejos de Facultad, previa opinión
de los Departamentos Académicos
respectivos y por acuerdo del Consejo
Universitario. El Reglamento de
Docentes señala las condiciones para
otorgar estas distinciones.
Artículo 142º.- El Consejo Universitario
establece el régimen de dedicación
de los docentes, a propuesta de las
respectivas Facultades. Las condiciones
y requisitos del régimen de dedicación
se determinan en el Reglamento de
Docentes.
El cambio de dedicación exclusiva
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54
permanente es un derecho del docente
y se establece administrativamente a la
sola solicitud del peticionario.
Artículo 143º.- El Reglamento de
Docentes establece las pautas para
la distribución de las tareas, según
la dedicación del docente comunes
a las Facultades y demás Unidades
Académicas.
Artículo 144º.- La Universidad propicia
el incremento de personal docente
a dedicación exclusiva y a tiempo
completo para el mejor cumplimiento
de sus fines.
Artículo 145º.- Los docentes de la
Universidad se rigen por la legislación
laboral de la actividad privada en
cuanto a sus derechos y beneficios.
CAPITULO II
DEL INGRESO A LA
DOCENCIA, LA RATIFICACIÓN
Y PROMOCIÓN
Artículo 146º.- La admisión a la carrera
docente en condición de Ordinario, se
hace por concurso público nacional de
méritos y prueba de capacidad docente
o por oposición.
Artículo 147º.- Para ser Docente
Principal, se requiere:
a) Haber desempeñado cinco años de
labor docente en la Categoría de
Asociado;
b) Poseer Grado Académico de Maes-
tro o Doctor; y
c) Haber realizado y publicado dos
trabajos de investigación como mí-
nimo, en las áreas de su especiali-
dad.
Artículo 148º.- Para ser Docente
Asociado, se requiere:
a) Haber desempeñado tres años de
la labor docente en la Categoría de
Auxiliar;
b) Poseer Grado Académico de Maes-
tro o de Doctor o Título Profesional
correspondiente, uno u otro; y
c) Haber realizado un trabajo de inves-
tigación, como mínimo, de acuerdo
a su especialidad.
Artículo 149º.- Para ser Docente
Auxiliar se requiere:
a) Haber desempeñado con eficiencia
la labor docente en la Universidad
Peruana Los Andes, como contrata-
do, durante un periodo mínimo de
dos años académicos, previa evalua-
ción;
b) Poseer Grado Académico de Maes-
tro o Doctor o Título Profesional
Universitario, uno u otro; y
c) Excepcionalmente los profesionales
con experiencia en docencia univer-
sitaria en otra institución durante
tres años o reconocida experiencia
profesional durante cinco años;
Artículo 150º.- Para ser Jefe de Prácticas
se requiere tener Título Profesional y
excepcionalmente Grado Académico de
Bachiller, ambos de nivel universitario.
Artículo 151º.- La falsificación,
adulteración y/o uso indebido de Grados
Académicos, Títulos Profesionales u
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55
otros documentos oficiales acarrea la
separación definitiva de la Universidad,
sin perjuicio de la responsabilidad civil
y penal correspondiente.
Artículo 152.- Las condiciones y
requisitos para la convocatoria y
evaluación del concurso público y
nacional de ingreso a la docencia
ordinaria lo señala el Reglamento de
Docentes.
Artículo 153º.- Los Docentes
Principales son nombrados por un
periodo de siete años, los Asociados
y Auxiliares por cinco y tres años,
respectivamente. Al vencimiento
de estos periodos son ratificados,
promovidos o separados de la docencia
por el Consejo Universitario previo
proceso de evaluación que determina el
Reglamento de Docentes.
CAPÍTULO III
DE LOS DEBERES Y DERECHOS
Artículo 154º.- Son deberes de los
docentes de la Universidad:
a) Cumplir la Ley Universitaria, el pre-
sente Estatuto, los Reglamentos de
la Universidad y disposiciones que
emanen de los Órganos de Gobier-
no;
b) El ejercicio de la libertad de Cáte-
dra con libertad de pensamiento y
con respeto a las discrepancias;
c) Observar conducta digna de acuer-
do a la ética profesional y no reali-
zar actos de acoso;
d) Realizar cabalmente y bajo respon-
sabilidad las actividades de su car-
go;
e) Presentar informes sobre el desarro-
llo de su labor académica al final de
cada periodo académico al Jefe de
Departamento Académico;
f) Perfeccionar y actualizar permanen-
temente sus conocimientos con las
actividades académicas programa-
das por la Facultad;
g) Asistir a sesiones, reuniones, actos
cívicos, culturales y otros que reali-
cen las Facultades o la Universidad;
h) Realizar labor intelectual creativa e
investigación orientados a la solu-
ción de problemas locales, regiona-
les o nacionales;
i) Ejercer sus funciones en la Univer-
sidad con independencia de toda
actividad política – partidaria, reli-
giosa de cualquier otra índole; y
j) Respetar y defender los derechos
humanos y el patrimonio de la Uni-
versidad.
Artículo 155º.- Son derechos de los
Docentes Ordinarios:
a) La promoción en la carrera docen-
te. Las promociones se efectuarán
todos los años, durante el primer
trimestre, previa evaluación, en fun-
ción de las plazas disponibles en el
Presupuesto Institucional;
b) Participar en el gobierno de la Uni-
versidad;
c) La libre asociación conforme a la
Constitución Política del Estado y
a la Ley, para fines relacionados con
los de la Universidad;
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56
d) El goce, por una sola vez, del año
sabático, con fines de investigación
o producción intelectual. Tienen
derecho a este goce los Docentes
Principales y Asociados a tiempo
completo, con más de 7 años de
docencia en la Universidad, perci-
birán en dicho periodo el total de
su haber básico y demás remunera-
ciones ordinarias en la condición de
docente;
e) El goce de vacaciones pagadas de 60
días al año, sin perjuicio de atender
trabajos preparatorios o de rutina
universitaria de modo que no afec-
ten el descanso legal ordinario;
f) Al perfeccionamiento docente,
conducente a los Grados Acadé-
micos de Maestro y Doctor y a la
capacitación intelectual;
g) Asistir a cursos de capacitación o
actualización en el país y en el ex-
tranjero;
h) A becas otorgadas en el país o en
el extranjero y/o licencias por estu-
dios. Este derecho es por una sola
vez, con goce de haber, hasta por
dos años. Al término de los cuales
está obligado a prestar servicios en
la Universidad por el doble de tiem-
po concedido;
i) Asistir a congresos y seminarios
nacionales e internacionales de su
especialidad, con goce de haber. En
caso de asistir en representación ofi-
cial de la Universidad, se le otorgará
bolsa de viaje;
j) A licencia sin goce de haber, a su
solicitud. En el caso de Regidores o
Consejeros Regionales, tendrán de-
recho a una licencia de 5 horas se-
manales sin goce de haber. En caso
de ser Ministro de Estado, Congre-
sista, Presidente Regional o Alcalde
Municipal, la licencia es forzosa sin
goce de haber;
k) A licencia a cuenta de sus vacacio-
nes siempre que no perturbe el de-
sarrollo de las labores académicas y
administrativas a su cargo;
l) Derecho al seguro de vida y acci-
dentes;
m) Percibir una remuneración acorde
con su categoría, régimen de dedi-
cación y responsabilidad asignada;
n) Derecho a una pensión vitalicia
equivalente a una remuneración bá-
sica nivelable y homologable para
los Docentes Ordinarios que se re-
tiren a partir de los 70 años de edad
y con un mínimo de 20 años de ser-
vicio en la Universidad Peruana Los
Andes;
o) Derecho a percibir la dedicación
exclusiva permanente, cumpliendo
lo establecido en el Reglamento de
Docentes; y
p) Otros normados por la legislación
laboral del sector privado.
Artículo 156º.- Para efectos de la
precedencia en la carrera docente se
toma en cuenta:
a) La categoría;
b) La antigüedad en la categoría den-
tro de esta universidad;
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57
c) La antigüedad en la docencia uni-
versitaria dentro de esta universi-
dad; y
d) La antigüedad en la docencia uni-
versitaria en la carrera docente.
También se aplicará para casos de
empate en tercera vuelta de una
elección y para las encargaturas de
cargos académicos administrativos.
CAPÍTULO IV
DE LOS ESTÍMULOS
Artículo 157º.- En reconocimiento a
la producción destacada en ciencia,
tecnología, arte y la contribución en
la generación de empresas productivas
y prestación de servicios, para cuyo
propósito se crean los siguientes
premios:
a) Premio Los Andes a la Ciencia y la
Tecnología;
b) Premio Los Andes al Arte;
c) Premio Los Andes a la Creación
Empresarial; y
d) Premio Los Andes a la Creación In-
telectual.
Artículo 158º.- La Universidad otorga
anualmente los indicados premios a
sus docentes durante la Ceremonia
de Aniversario, previa evaluación del
trabajo por una Comisión Especial
designada por el Consejo Universitario
en base a la propuesta del Consejo
Universitario. Su procedimiento y
requisitos los establecerá el Reglamento
respectivo.
Artículo 159º.- Anualmente la
Universidad publicará los resultados
de los trabajos de investigación y
producción intelectual de sus docentes
y estudiantes, recomendados por el
Consejo de Investigación, para cuyo
propósito se creará el Fondo Editorial
Intangible.
CAPÍTULO V
DEL TÉRMINO DE LA CARRERA
Y DE LAS SANCIONES
Artículo 160º.- El término de la carrera
docente de los Docentes Ordinarios,
cualesquiera sea su categoría y
dedicación que estén desempeñando,
tendrá lugar:
a) Cuando su estado físico y mental
no le permita cumplir adecuada-
mente con sus obligaciones en la
docencia universitaria.
b) Por sanción disciplinaria de separa-
ción;
c) A su solicitud; y
d) La no ratificación del docente.
Artículo 161º.- Los docentes son
susceptibles de ser sancionados,
respetando la garantía del debido
proceso. Estas son:
a) Amonestación;
b) Suspensión; y
c) Separación.
Artículo 162º.- La amonestación será
aplicada por el Jefe del Departamento
Académico, el Decano, el Consejo
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58
de Facultad, el Rector y/o el Consejo
Universitario.
Artículo 163º.- La suspensión o
separación definitiva son impuestas por
el Consejo de Facultad previo proceso
ante el Tribunal de Honor integrada por
dos Docentes Principales, un Docente
Asociado, un Auxiliar y un Estudiante,
ratificados por el Consejo Universitario.
Artículo 164º.- Son causales de
separación de los docentes:
a) Las faltas graves establecidas en la
Ley de la actividad laboral privada;
b) Observar conducta inmoral o gra-
vemente reprensible con relación a
la función docente y que afecte a la
dignidad académica, señalada en el
Reglamento pertinente;
c) Infracción o inobservancia reiterada
de la Ley, del Estatuto y de los Re-
glamentos de la Universidad; y
d) Por condena judicial efectiva, siem-
pre que provenga de la comisión de
delito doloso, de acuerdo con los
términos de la sentencia y desde
que ella queda consentida y/o eje-
cutoriada.
Artículo 165º.- Constituyen instancias
de revisión, el Consejo Universitario,
y el Consejo de Asuntos Contenciosos
de la Asamblea Nacional de Rectores.
El docente conserva todos sus derechos
hasta la finalización del proceso.
Artículo 166º.- Los procesos en mención
son de competencia de un Tribunal de
Honor del Docente, designado por el
Consejo Universitario y normado por
el Reglamento respectivo.
CAPÍTULO VI
DE LAS INCOMPATIBILIDADES
Artículo 167º.- Es incompatible el
desempeño de la función docente a
dedicación exclusiva con el ejercicio
de cualquier otra actividad o función
pública o privada, remunerada.
Artículo 168º.- Es incompatible el
ejercicio de la función docente a tiempo
completo, con otra actividad docente,
administrativa, pública o privada que
no supere las veinte horas semanales
y para ello previamente deberá haber
autorización expresa del Consejo
Universitario.
Artículo 169º.- Es incompatible la
función de docencia con la condición
de estudiante en la Universidad Peruana
Los Andes.
Artículo 170º.- Hay incompatibilidad
entre la percepción de un sueldo de
docente y otro de administrativo,
ambos en esta misma universidad
Artículo 171º.- Los docentes y personal
administrativo que tengan cargos en
dependencias públicas, privadas o
acciones en empresas comerciales, no
pueden realizar actividades económicas
con la Universidad; tampoco sus
parientes hasta el cuarto grado de
consanguinidad y el segundo de
afinidad
Artículo 172º.- Es incompatible el
desempeño de función de dirección
dentro de una misma unidad orgánica
por parientes hasta el cuarto grado de
consanguinidad y segundo grado de
afinidad.
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59
Artículo 173º.- Es incompatible entre
ser docente y representante estudiantil
de Pregrado.
Artículo 174º.- No podrán pertenecer
simultáneamente a los Órganos de
Gobierno, los cónyuges, parientes hasta
el cuarto grado de consanguinidad o
segundo de afinidad.
Artículo 175º.- No podrán participar en
los Concursos de Admisión:
a) Los docentes que tienen intereses
económicos en academias de prepa-
ración;
b) Los docentes del Centro - Preuni-
versitario de la Universidad; y
c) Los docentes cuyos parientes son
postulantes en el Concurso de Ad-
misión, hasta el cuarto grado de
consanguinidad y segundo de afini-
dad
Artículo 176º.- Es incompatible la
participación como miembro del
jurado en los concursos de cátedra y de
evaluación de docentes cuyos familiares
postulen hasta el cuarto grado de
consanguinidad o segundo de afinidad.
Siendo obligatoria la inhibitoria en
estos casos.
Artículo 177º.- Las Autoridades
Universitarias deben presentar
declaración jurada de no hallarse dentro
de las causales de incompatibilidad
establecidas en el presente Estatuto,
antes de tomar posesión de sus cargos y
con una periodicidad anual. La misma
norma se aplicará a los docentes a
dedicación exclusiva y a los de tiempo
completo.
Artículo 178º.- Es incompatible el
ejercicio de la docencia a tiempo
completo en esta Universidad con
la realización de otra actividad
remunerada igualmente a tiempo
completo en otra institución.
Artículo 179º.- Es incompatible
ser miembro del Comité Electoral
Universitario y ser miembro de un
Órgano de Gobierno, simultáneamente.
Artículo 180º.- En caso de incurrirse en
las incompatibilidades establecidas en el
presente capítulo los procedimientos y
sanciones se aplicarán de conformidad
con el Reglamento de Docentes.
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60
TÍTULO VIII
DE LOS ESTUDIANTES
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
Artículo 181º.- Son estudiantes de
la Universidad Peruana Los Andes,
los ingresantes que han cumplido
con los requisitos establecidos por el
Reglamento de Admisión, que hayan
registrado su matrícula y se encuentren
cursando estudios de acuerdo con el
Reglamento Académico.
La matrícula en la Universidad es el
acto formal y voluntario que acredita
la condición de estudiante universitario
e implica cumplir la Ley Universitaria,
el presente Estatuto, el Compromiso
de Honor y los Reglamentos de la
Universidad.
Artículo 182º.- El número mínimo de
créditos por periodo para mantener
la condición de estudiante regular, no
deberá ser menor al total de créditos que
corresponde a su periodo académico de
su Plan de Estudios.
CAPÍTULO II
DE LOS DEBERES Y DERECHOS
DE LOS ESTUDIANTES
Artículo 183º.- Son deberes de los
estudiantes:
a) Cumplir con la Ley Universitaria, el
presente estatuto y los Reglamentos
vigentes de la Universidad;
b) Aceptar el compromiso de honor
con la Universidad y respetar los
derechos de los demás miembros de
la Comunidad Universitaria.
c) Respetar los derechos de los demás
miembros de la Comunidad Uni-
versitaria;
d) Cumplir con todas las actividades y
tareas académicas de su formación
profesional, de investigación, exten-
sión y de proyección social, señala-
dos en el Currículo de Estudios.
e) Mantener independencia intelec-
tual y buscar el desarrollo de la crea-
tividad individual, con un sentido
de unidad y cooperación;
f) Cumplir puntualmente con las
obligaciones económicas que fija la
Universidad;
g) Participar activamente en los cer-
támenes culturales, sociales y de-
portivos que organiza, promueve o
participa la Universidad o las Facul-
tades;
h) Contribuir al prestigio de la Uni-
versidad con una excelente labor
académica y cumplimiento de sus
fines;
i) Asumir la responsabilidad en el go-
bierno de la Universidad cuando
son elegidos; y
j) Defender y conservar el patrimonio
material y cultural de la Universi-
dad.
Artículo 184º.- Son derechos de los
estudiantes:
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61
a) Recibir una formación científica,
humanista y profesional de calidad;
b) Recibir los servicios y materiales
oportunamente;
c) Recibir trato digno en su condición
de estudiantes universitarios;
d) Recibir apoyo económico para la
participación en certámenes acadé-
micos y de extensión universitaria
siempre que sustenten ponencias,
proyectos y/o representen a la Uni-
versidad;
e) Recibir oportunamente el carné
universitario;
f) Expresar libremente sus ideas y no
ser sancionado a causa de ellas;
g) Participar activamente en el proceso
de enseñanza - aprendizaje e inves-
tigación;
h) Participar en forma responsable en
los Órganos de Gobierno de la Uni-
versidad, de conformidad a lo esta-
blecido por el presente Estatuto;
i) Participar activamente en la selec-
ción de los docentes a través de sus
representantes en los Órganos de
Gobierno;
j) Asociarse libremente de acuerdo a
la Constitución Política del Estado
y la Ley para fines relacionados con
los de la Universidad;
k) Acogerse a las becas, semibecas y
otros beneficios económicos que
establezca la Universidad, de acuer-
do al Reglamento respectivo; y
l) Utilizar los servicios académicos, de
bienestar y de asistencia social que
ofrece la Universidad.
CAPÍTULO III
DE LOS ESTÍMULOS
Artículo 185º.- La Universidad otorga
anualmente los indicados premios a
sus estudiantes durante la Ceremonia
de Aniversario, previa evaluación del
trabajo por una Comisión Especial
designada por el Consejo Universitario
en base a la propuesta del Consejo
Universitario. Su procedimiento y
requisitos los establecerá el Reglamento
respectivo.
CAPÍTULO IV
DE LAS SANCIONES
Artículo 186º.- Las sanciones son
medidas disciplinarias, aplicables en
caso comprobado de incumplimiento
de deberes de los estudiantes o por
atentar contra los derechos de los
docentes, estudiantes o trabajadores no
docentes, así como contra el patrimonio
material o cultural de la Universidad.
Artículo 187º.- Las sanciones son:
a) Amonestación escrita;
b) Suspensión; y
c) Separación.
La amonestación escrita la aplica el
Decano o el Consejo de Facultad según
los casos.
Artículo 188º.- Son causales de
suspensión de un estudiante, las
siguientes:
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62
a) Faltamiento de palabra u obra a un
miembro de la Comunidad Univer-
sitaria; y
b) Por observar conducta inmoral o
gravemente reprensible que afecte a
la Comunidad Universitaria.
Dichas causales tienen que ser
debidamente comprobadas.
Artículo 189º.- Son causales de
separación de un estudiante:
a) Promover, participar o colaborar
en la comisión de actos de violen-
cia que ocasionen daños personales
y/o materiales, así como los que
alteren el normal desarrollo de las
actividades académicas y adminis-
trativas; sin perjuicio de las acciones
penales o civiles a que haya lugar;
b) Por utilizar los ambientes o instala-
ciones de la Universidad con fines
distintos a los de la enseñanza, in-
vestigación, administración y bien-
estar universitario, sin perjuicio de
ser puesto a disposición de la auto-
ridad correspondiente;
c) Por condena judicial que imponga
pena efectiva privativa de la liber-
tad; y
d) Por la comisión de actos dolosos
de adulteración y/o falsificación
de recibos certificados de estu-
dios y otros documentos oficiales
de la universidad, sin perjuicio de
entablar las acciones penales co-
rrespondientes. De igual forma los
que perpetren actos de extorsión a
miembros de la Comunidad Uni-
versitaria.
Artículo 190º.- La suspensión o
separación, se aplica previo proceso
ante el Tribunal de Honor, sancionado
por el Consejo de Facultad.
CAPÍTULO V
DE LA REPRESENTACIÓN
ESTUDIANTIL
Artículo 191º.- Para ser representante
de los estudiantes en los Órganos de
Gobierno de la Universidad se requiere:
a) Ser estudiante regular y estar al día
en sus pensiones de enseñanza;
b) Haber aprobado dos periodos aca-
démicos completos, un año o trein-
ta y seis (36) créditos, según el régi-
men de estudios;
c) No haber incurrido en responsabili-
dad legal contra la Universidad;
d) Haber cursado en la Universidad el
periodo académico inmediato ante-
rior a su postulación; y
e) Tener buen rendimiento académico
que lo sitúe en el tercio superior
académico.
En ningún caso, hay reelección para el
periodo siguiente al del mandato para
el que fue elegido.
Artículo 192º.- Los representantes
de los estudiantes en los Órganos de
Gobierno de la Universidad están
impedidos de tener cargo o actividad
rentada en ella, durante su mandato
y hasta un año después de haber
terminado su representación.
EJE ACADÉMICO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
63
TÍTULO IX
DE LOS GRADUADOS
Artículo 193º.- Son graduados quienes
habiendo terminado los estudios
correspondientes, han obtenido en la
Universidad el Grado Académico o
Título Profesional de acuerdo a Ley y al
presente Estatuto.
Artículo 194º.- Los graduados tienen el
derecho y el deber de participar en la
vida de la Universidad, contribuir a su
desarrollo y prestigio de acuerdo a sus
principios y fines.
Artículo 195º.- Los graduados se
registran en los padrones de su
respectiva Facultad, a fin de ejercer su
derecho de participación en los Órganos
de Gobierno de la Universidad, y son
convocados para elección directa de sus
representantes.
Artículo 196º.- La Universidad
mantendrá vínculos permanentes con
los graduados en colaboración con los
Colegios Profesionales con fines de
integración y recíproca contribución
académica, ética, de proyección social
y económica.
Artículo 197º.- Los graduados están
facultados para utilizar las instalaciones
de la Universidad con fines académicos,
culturales y de investigación de acuerdo
a los Reglamentos pertinentes, con
autorización del Órgano de Gobierno
de la Facultad.
Artículo 198º.- Los Representantes
de los Graduados ante los Órganos
de Gobierno de la Universidad no
podrán desempeñar en ella funciones
académicas ni cargos rentados mientras
dure su mandato.
Artículo 199º.- Los graduados para
ser elegidos como miembros de los
Órganos de Gobierno de la Universidad,
deberán reunir los siguientes requisitos:
a) Estar registrados en el padrón de
graduados de la Facultad correspon-
diente;
b) No estar sujeto a procesos adminis-
trativos o judiciales en agravio de la
Universidad;
c) No ejercer docencia ni ser estudian-
te de pregrado en esta Universidad.
Artículo 200º.- La participación de
los graduados de la Universidad será
en número de dos en la Asamblea
Universitaria, uno en el Consejo
Universitario y uno en el Consejo
de la Facultad en la condición de
supernumerario.
EJE DE INVESTIGACIÓN Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
64
TÍTULO X
DE LA INVESTIGACIÓN
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
Artículo 201º.- La investigación es
función fundamental y obligatoria de la
Universidad y está orientada a propiciar,
estimular y realizar investigación básica
y aplicada en todos los campos del
conocimiento, priorizando aquellos
que contribuyen a la solución de
problemas de interés local, regional
y nacional. Se desarrolla a través de
los Institutos de Investigación de las
Facultades y de la escuela de Posgrado.
Artículo 202º.- La Dirección
Universitaria de Investigación, Ciencia,
Tecnología y Desarrollo, establece la
política de investigación en Pregrado
y Posgrado, en forma sistemática, en
coordinación con los Institutos de
Investigación, con la participación
activa de los Docentes Ordinarios,
Extraordinarios, Contratados,
Estudiantes y Graduados.
CAPÍTULO II
DE LA DIRECCIÓN
UNIVERSITARIA DE
INVESTIGACIÓN, CIENCIA,
TECNOLOGÍA Y DESARROLLO
E INSTITUTOS DE
INVESTIGACIÓN
Artículo 203º.- En la Universidad
funcionan la Dirección Universitaria
de Investigación, Ciencia, Tecnología
y Desarrollo de Investigación y los
Institutos de Investigación que agrupan
a quienes investigan en una o más áreas.
Dichas unidades propician actividades
interdisciplinarias que requieren
el concurso de investigadores de
diferentes áreas.
Artículo 204º.- La Dirección
Universitaria de Investigación
Ciencia, Tecnología y Desarrollo y los
Institutos de Investigación se rigen
por sus Reglamentos aprobados por el
Consejo Universitario. La propuesta
de creación, modificación o supresión
de la Dirección Universitaria de
Investigación, Ciencia, Tecnología y
Desarrollo e Institutos corresponde al
Consejo Universitario.
Artículo 205º.- La Dirección
Universitaria de Investigación,
Ciencia, Tecnología y Desarrollo está
a cargo de un Director que preside el
Consejo de Investigación constituido
por los Directores de los Institutos de
Investigación de las Facultades y de la
Escuela de Posgrado.
Artículo 206º.- El Instituto de
Investigación es la unidad que forma
parte de la estructura de la Facultad y
de la Escuela de Posgrado, agrupa a los
docentes dedicados a la investigación;
aprueba, coordina y supervisa la
ejecución de los proyectos.
Artículo 207º.- El Instituto de
Investigación está a cargo de un
Director con un Consejo Directivo,
cuya constitución y forma de elección
los detalla el Reglamento respectivo.
Depende jerárquicamente del Director
EJE DE PROYECCIÓN SOCIAL Y ASOCIATIVIDAD Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
65
de la Escuela de Posgrado y del
Decanato de la Facultad y coordina
estrechamente con el Departamento
Académico adscrito a dicha Facultad.
Artículo 208º.- El Director de
la Dirección Universitaria de
Investigación, Ciencia, Tecnología y
Desarrollo y Directores de los Institutos
de Investigación, son Docentes
Ordinarios a dedicación exclusiva
y/o tiempo completo con Grado
Académico de Doctor o Maestro,
debiendo encontrarse realizando
investigación, en esta Universidad, al
momento de su elección.
Artículo 209º.- El Director de
la Dirección Universitaria de
Investigación, Ciencia, Tecnología y
Desarrollo es elegido entre los docentes
investigadores, por un periodo de dos
años.
Artículo 210º.- La constitución,
funciones, incompatibilidades y
requisitos de sus directivos e integrantes
de la Dirección Universitaria de
Investigación, Ciencia, Tecnología
y Desarrollo y de los Institutos de
Investigación, así como los proyectos
y requisitos de investigación se
regulan en el Reglamento General de
Investigación.
TÍTULO XI
DE LA EXTENSIÓN, PROYECCIÓN Y BIENESTAR
UNIVERSITARIO
CAPÍTULO I
DE LA EXTENSIÓN Y
PROYECCIÓN UNIVERSITARIA
Artículo 211º.- La Universidad tiene
entre sus fines fundamentales el de
vincularse a la sociedad para extender
y proyectar su patrimonio cultural,
científico, tecnológico y de servicios
para contribuir a su desarrollo, al
mismo tiempo, recogiendo de ella su
experiencia y conocimientos.
Artículo 212º.- Las actividades de
extensión y proyección universitaria
se realizan a través de la Dirección
Universitaria de Extensión, Proyección
y Bienestar Universitario. Realiza sus
actividades en base al presente Estatuto
y su Reglamento.
En las Facultades habrá un Coordinador
de Extensión Social y Proyección
Universitaria.
CAPÍTULO II
DEL BIENESTAR
UNIVERSITARIO
Artículo 213º.- La Universidad
organizará programas de bienestar
que contribuyan a crear condiciones
adecuadas para el cumplimiento
de sus fines, ofreciendo a docentes,
estudiantes y trabajadores los servicios
necesarios a fin de mejorar su nivel
socio - económico y el cumplimiento
de sus funciones.
Artículo 214º.- Los programas de
bienestar universitario se realizan a
EJE DE PROYECCIÓN SOCIAL Y ASOCIATIVIDAD Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
66
través de la Dirección de Extensión,
Proyección y Bienestar Universitario;
cuyo ingreso generado por dichos
programas será utilizado en su
promoción y desarrollo. Los excedentes
constituyen patrimonio de la
Universidad.
Artículo 215º.- Los programas de
bienestar son los siguientes:
a) De promoción de la salud: servicios
médicos, alimentarios, de vivienda,
seguro integral y otros que progresi-
vamente se incrementen;
b) De recreación y deportes: educa-
ción física, certámenes deportivos y
olimpiadas;
c) De fomento y desarrollo familiar:
bazar, cooperativas, créditos y vaca-
ciones útiles;
d) De apoyo estudiantil: becas, présta-
mos, servicio social, material y equi-
pos de estudios; y
e) Culturales y artísticos: librería, im-
prenta, cine, teatro, juegos florales,
taller folklórico y otros.
Artículo 216º.- Los servicios de
cafetería que no son administrados
directamente por la Universidad, se
otorgarán por concurso público y
estarán sujetos a control periódico de
calidad, sanidad y precios por la Oficina
Universitaria de Auditoria y Control.
Artículo 217º.- La Universidad
ofrece a los estudiantes regulares de
escasos recursos económicos y de
buen rendimiento académico, a través
del Área de Bienestar Universitario,
un sistema de becas que pueden ser
integrales o parciales. El Reglamento
respectivo precisará los contenidos,
los requisitos y procedimientos de
obtención de las becas.
Artículo 218º.- La Universidad
establece fondos de ayuda económica
para sus docentes y trabajadores no
docentes, de carácter intangible, y
que estará a cargo de una Comisión
Administradora del Fondo de
Asistencia y Estímulos (CAFAE),
cuya organización y funciones estará
normado por su Reglamento.
Artículo 219º.- La Universidad,
en coordinación con la Federación
Deportiva Universitaria del Perú,
participa en las Olimpiadas Nacionales
Universitarias.
Artículo 220º.- La Universidad por su
aniversario organiza juegos florales,
deportivos y otros certámenes.
Artículo 221º.- La Universidad impulsa
la participación de sus miembros en
actividades artísticas en el ámbito
regional, nacional e internacional.
CAPÍTULO III
DEL CENTRO PRE -
UNIVERSITARIO
Artículo 222º.- El Centro Pre -
Universitario de la Universidad
tiene por finalidad: complementar y
profundizar los conocimientos básicos
adquiridos en la secundaria, ofreciendo
una orientación vocacional apropiada,
para acceder a la Universidad en
mejores condiciones académicas.
Artículo 223º.- El Centro Pre -
Universitario depende directamente
del Vicerrectorado Académico. Su
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
67
organización y funcionamiento
se encuentran establecidos en su
Reglamento.
Artículo 224º.- El Director del Centro
Pre - Universitario es designado por el
Consejo Universitario a propuesta del
Rector.
Artículo 225º.- Los estudiantes
del Centro Pre - Universitario que
obtengan notas aprobatorias en
todas las asignaturas programadas,
tendrán ingreso libre a la Universidad,
de acuerdo al número de vacantes
asignadas para este rubro.
TÍTULO XII
DE LA ADMINISTRACIÓN UNIVERSITARIA
CAPÍTULO I
DE LA ORGANIZACIÓN
ADMINISTRATIVA
Artículo 226º.- La administración de
la Universidad Peruana Los Andes se
ejerce por sus Órganos de Gobierno,
de Línea, Tecnoestructura y de Control
requeridos para el cumplimiento de sus
fines y objetivos.
Artículo 227º.- La creación,
reestructuración, fusión o supresión de
las Direcciones y Oficinas Universitarias
se realiza de acuerdo a las necesidades
institucionales y es responsabilidad del
Consejo Universitario.
Artículo 228º.- Las Direcciones y
Oficinas están al servicio del desarrollo
de las actividades de la Universidad, en
especial de sus actividades académicas.
Artículo 229º.- La Universidad Peruana
Los Andes cuenta con las siguientes
Direcciones y Oficinas Universitarias:
• Oficina Universitaria de
Planificación;
• Dirección Universitaria de Gestión
de la Calidad;
• Oficina Universitaria de Informática
y Sistemas;
• Oficina Universitaria de Relaciones
Nacionales e Internacionales;
• Dirección Universitaria de
Desarrollo Académico;
• Dirección Universitaria de
Investigación, Ciencia, Tecnología
y Desarrollo;
• Dirección Universitaria de
Extensión, Proyección y Bienestar
Universitario;
• Oficina Universitaria de Economía
y Finanzas;
• Oficina Universitaria de Personal;
• Oficina Universitaria de Diseño y
Construcción;
• Oficina Universitaria de Logística y
Mantenimiento;
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
68
• Oficina Universitaria de
Producción;
• Oficina Universitaria de Educación
a Distancia;
• Oficina Universitaria de Auditoría y
Control Interno;
• Secretaría General;
• Oficina de Asesoría Jurídica;
• Imagen Institucional y Marketing;
• Oficina Universitaria de Admisión;
• Centro de Idiomas; y
• Centro Pre - Universitario.
Artículo 230º.- Las Direcciones y
Oficinas Universitarias adscritas al
Vicerrectorado Académico son:
a) Dirección Universitaria de Desarro-
llo Académico;
b) Dirección Universitaria de Investi-
gación, Ciencia, Tecnología y Desa-
rrollo;
c) Dirección Universitaria de Exten-
sión, Proyección y Bienestar Uni-
versitario;
e) Oficina Universitaria de Admisión;
f) Oficina Universitaria de Educación
a Distancia;
g) Centro de Idiomas; y
h) Centro Pre - Universitario.
Artículo 231º.- Las Oficinas
Universitarias adscritas al Vicerrectorado
Administrativo son:
a) Oficina Universitaria de Economía
y Finanzas;
b) Oficina Universitaria de Personal;
c) Oficina Universitaria de Diseño y
Construcción;
d) Oficina Universitaria de Logística y
Mantenimiento; y
e) Oficina Universitaria de Produc-
ción.
Artículo 232º.- Las Direcciones y
Oficinas Administrativas adscritas al
Rectorado son:
a) Oficina Universitaria de Planifica-
ción;
b) Dirección Universitaria de Gestión
de la Calidad;
c) Oficina Universitaria de Informáti-
ca y Sistemas;
d) Oficina Universitaria de Relaciones
Nacionales e Internacionales;
f) Secretaria General;
g) Oficina de Asesoría Jurídica; y
h) Imagen Institucional y Marketing.
Artículo 233º.- La Dirección
Universitaria de Desarrollo Académico,
tiene las siguientes funciones:
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
69
a) Proponer políticas y estrategias de
desarrollo académico de la Univer-
sidad;
b) Implementar, controlar y evaluar el
sistema académico - administrativo
de la Universidad;
c) Evaluar el diseño del Currículo de
Estudios de la Universidad;
d) Proponer normas que contribuyan
al desarrollo académico;
e) Centralizar, cautelar y administrar
la información académica de toda
la Universidad;
f) Coordinar y evaluar el cumplimien-
to de las normas de desarrollo aca-
démico;
g) Llevar el archivo académico; y
h) Tener actualizado el portal de la
transparencia de la información de
sus actividades.
Artículo 234º.- La Dirección
Universitaria de Extensión, Proyección
y Bienestar Universitario tiene las
siguientes funciones:
a) Proponer políticas y estrategias de
las acciones de extensión, proyec-
ción social y bienestar universitario,
en coordinación con las Facultades;
b) Desarrollar programas de capacita-
ción académica, técnica y cultural,
tanto al interior de la universidad
como hacia la comunidad;
c) Fomentar y desarrollar actividades
culturales, artísticas y deportivas;
d) Ofrecer a los miembros de la Co-
munidad Universitaria, dentro de
las posibilidades institucionales,
servicios y programas de salud y
bienestar;
e) Establecer y aplicar los lineamien-
tos de proyección social con las Fa-
cultades y la sociedad civil;
f) Formular, proponer y ejecutar pro-
yectos, actividades necesarias para
el desarrollo de los programas de
bienestar tanto en servicio social,
deportes y desarrollo cultural en la
Universidad;
g) Ofrecer servicios de orientación
psicopedagógica y de asesoría a los
estudiantes en coordinación con las
Facultades;
h) Evaluar e informar la situación eco-
nómica y social de los estudiantes;
i) Proponer la suscripción de conve-
nios con instituciones públicas y
privadas para fines de cooperación
en las áreas de extensión, proyec-
ción social y bienestar estudiantil; y
j) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 235º.- La Oficina Universitaria
de Economía y Finanzas es la encargada,
en coordinación con el Vicerrectorado
Administrativo, de:
a) Planificar, organizar y ejecutar el
sistema contable y tesorería de la
Universidad;
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
70
b) Administrar los recursos económi-
cos y financieros de la Universidad
con transparencia;
c) Ejercer el control administrativo y
contable de la producción, presta-
ción de servicios, ventas y otros que
generen recursos económicos y fi-
nancieros;
d) Elaborar los estados financieros de
la Universidad;
e) Informar a los miembros de la Co-
munidad Universitaria sobre la si-
tuación económica financiera de la
Universidad;
f) Asegurar los bienes de la Universi-
dad contra posibles riesgos;
g) Estudiar los posibles compromisos
de crédito financiero y adquisicio-
nes, pronunciarse respecto a las
ventajas o desventajas que estos sig-
nifiquen para la Universidad, bajo
responsabilidad;
h) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades; y
i) Mantener actualizada la informa-
ción económica y financiera y, de
ejecución presupuestaria, bajo res-
ponsabilidad.
Artículo 236º.- La Oficina Universitaria
de Logística y Mantenimiento es la
encargada, en coordinación con el
Vicerrectorado Administrativo, de:
a) Organizar, ejecutar y controlar el
sistema de adquisiciones y contra-
taciones de bienes y servicios;
b) Organizar, ejecutar y controlar el
mantenimiento de la infraestructu-
ra y equipamiento de la Universi-
dad;
c) Proponer el Reglamento de Adqui-
siciones y Contrataciones de Bienes
y Servicios;
d) Administrar y controlar el patrimo-
nio de la Universidad; y
e) Tener actualizado el portal de tras-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 237º.- La Oficina Universitaria
de Personal es responsable de:
a) Aplicar una política de administra-
ción de personal de la Universidad,
de conformidad con el Cuadro de
Asignación de Personal en materia
de contratación, inducción, capaci-
tación, adoctrinamiento y desempe-
ño de acuerdo a las normas técnicas
internas de la Universidad;
b) Administrar el personal no docente
procurando la eficiencia en el cum-
plimiento de sus funciones;
c) Elaborar el Cuadro de Asignación
de Personal;
d) Elaborar las planillas de sueldos y
salarios de los trabajadores docentes
y no docentes;
e) Llevar el Escalafón del personal de
la Universidad;
f) Coordinar con las Jefaturas de De-
partamento Académico los meca-
nismos de administración y control
de los docentes;
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
71
g) Formular el Reglamento Interno de
los trabajadores administrativos; y
h) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 238º.- La Oficina Universitaria
de Producción tiene las siguientes
funciones:
a) Desarrollar actividades bajo el ré-
gimen de la actividad empresarial
de las Unidades de Producción de
Bienes y Prestación de Servicios de
la Universidad;
b) Elaborar, ejecutar y supervisar los
proyectos de inversión relacionados
con la obtención de bienes econó-
micos y prestación de servicios;
c) Elaborar el Reglamento Interno de
Producción para la creación y su-
pervisión de las Unidades de Pro-
ducción de Bienes y Servicios.
d) Supervisar el autofinanciamiento
de las Unidades de Producción de
Bienes y Prestación de Servicios.
e) Promover la producción de bienes y
prestación de servicios que generen
ingresos económicos para la Uni-
versidad;
f) Proponer fuentes o compromisos
de financiamiento que permitan el
cumplimiento de sus fines;
g) Proponer el cierre o declaración de
quiebra de las Unidades de Produc-
ción de Bienes y Prestación de Ser-
vicios deficitarias;
h) Coordinar con la Oficina Univer-
sitaria de Economía y Finanzas
sobre el control económico de los
Centros de Producción de Bienes y
Servicios; y
i) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 239º.- La Oficina Universitaria
de Informática y Sistemas, tiene como
funciones:
a) Planificar, implementar, dirigir y
supervisar los sistemas de informa-
ción integral y sus tecnologías rela-
cionadas con las Áreas Académicas
y Administrativas de la Universi-
dad.
b) Proponer, elaborar, y administrar
la implementación de hardware y
software de acuerdo a los requeri-
mientos de la Universidad y de los
adelantos tecnológicos;
c) Impulsar la informatización de la
Universidad con el desarrollo de
sistemas de información para las di-
ferentes áreas de la Universidad;
d) Proponer normas para el uso adecuado y
legal del hardware y software de acuerdo
a las leyes vigentes y a las necesidades
de las diferentes dependencias de la
Universidad;
e) Brindar servicios informáticos internos
y externos propiciando la firma de
convenios;
f) Administrar y regular el uso de los
recursos informáticos de la Universidad;
g) Administrar la red de informática
de la universidad, servicios de
comunicaciones e internet; y
h) Tener actualizado el portal de
transparencia de información de sus
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
72
actividades.
Artículo 240º.- La Oficina
Universitaria de Relaciones Nacionales
e Internacionales, tiene las siguientes
funciones:
a) Promover el intercambio académi-
co, científico y tecnológico con las
universidades nacionales e interna-
cionales y otras instituciones;
b) Promover la participación de do-
centes y graduados para investigar
y enseñar en nuestra universidad y
en otras universidades nacionales y
extranjeras;
c) Promover la suscripción de los con-
venios nacionales e internacionales;
d) Promover el intercambio de docen-
tes y estudiantes;
e) Supervisar y controlar el funciona-
miento de la ONG;
f) Propiciar certámenes académi-
cos-científicos nacionales e interna-
cionales;
g) Gestionar y difundir becas de estu-
dios para docentes y estudiantes;
h) Organizar, gestionar y difundir la
bolsa de trabajo;
i) Organizar y administrar su portal
web; y
j) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades;
Artículo 241º.- La Oficina Universitaria
de Planificación, en coordinación con
las diferentes Unidades Académicas y
Administrativas, tiene como funciones:
a) Dirigir el diseño estratégico de la
Universidad, conduciendo los pro-
cesos de planificación institucional,
de formulación y evaluación de
proyectos, el presupuesto institu-
cional, así como los procesos de
racionalización y estadística para la
gestión estratégica y operativa de la
Universidad.
b) Formular y proponer ante el Conse-
jo Universitario el Plan Estratégico
Institucional - PEI, Presupuesto Ins-
titucional de Apertura - (PIA) y el
Plan Operativo Institucional – POI
de la Universidad;
c) Elaborar y evaluar el ejercicio presu-
puestal y su ejecución, coordinando
permanentemente con la Oficina
Universitaria de Economía y Finan-
zas;
d) Estudiar los posibles compromisos
de crédito financiero y adquisicio-
nes, pronunciarse respecto a las
ventajas o desventajas que estos sig-
nifiquen para la Universidad, bajo
responsabilidad.
e) Pronunciarse sobre la conveniencia
de suscribir convenios nacionales o
internacionales y los términos en
que éstos se puedan establecer.
f) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 242º.- La Oficina de Asesoría
Jurídica es el órgano encargado de:
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
73
a) Prestar asesoramiento de carácter
jurídico legal a las autoridades, Ór-
ganos de Gobierno y las diferentes
dependencias de la Universidad;
b) Ejercer la defensa legal de la Uni-
versidad;
c) Emitir opinión legal en la suscrip-
ción de convenios, contratos o
formular cualquier otro tipo de do-
cumentos que por su naturaleza sig-
nifique compromiso institucional
trascendente;
d) Estudiar los posibles compromisos
de crédito financiero y contratos,
pronunciarse respecto a las ventajas
o desventajas que estos signifiquen
para la Universidad, bajo responsa-
bilidad;
e) Emitir opinión legal sobre las cues-
tiones académicas y administrativas
en coordinación con las Unidades
Académicas o Administrativas res-
pectivas; y
f) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 243º.- La Oficina Universitaria
de Educación a Distancia es el órgano
encargado de:
a) Coordinar, controlar y evaluar la
marcha académica y administrativa
de las Escuelas Académico Profesio-
nales que tengan la modalidad de
Educación a Distancia en la Sede
Central y los Centros de Atención
Tutorial - CAT´s;
b) Coordinar sus actividades con las
Facultades;
c) Gestionar la implementación y
equipamiento de los medios y ma-
teriales para esta modalidad;
d) Proponer, diseñar y administrar la
plataforma virtual de Educación a
Distancia para todas las Facultades
y para las Unidades y Programas de
Posgrado;
e) Proponer al Consejo Universitario
la suscripción de convenios con
instituciones públicas o privadas,
nacionales e internacionales;
f) Promover la acreditación de las Fa-
cultades en la modalidad de Educa-
ción a Distancia;
g) Elaborar su plan de actividades y
presupuesto anual de acuerdo a las
normas establecidas, y
h) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 244º.- La Oficina Universitaria
de Admisión tiene las siguientes
funciones:
a) Proponer las políticas y estrategias
de admisión de estudiantes a la uni-
versidad en Pregrado y Posgrado, en
sus diferentes modalidades;
b) Dirigir, organizar, ejecutar y evaluar
los Concursos de Admisión a la
Universidad en coordinación con
la Comisión de Admisión, Unida-
des Académicas y Administrativas
en la Sede Central, Filial y Sedes;
c) Dirigir, organizar, ejecutar y evaluar
los mecanismos de control e instru-
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
74
mentos de evaluación a aplicarse en
los Concursos de Admisión;
d) Desarrollar y ejecutar el plan de ac-
tividades de promoción de las Es-
cuelas Académico Profesionales;
e) Desarrollar acciones de informa-
ción y difusión de los Concursos de
Admisión;
f) Proponer al Consejo Universitario
los presupuestos para los diferentes
Concursos de Admisión de la Uni-
versidad; y
g) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 245º.- La Dirección
Universitaria de Gestión de la Calidad
es la encargada de dirigir y promover los
niveles de acreditación en la universidad
y tiene las siguientes funciones:
a) Proponer, organizar y coordinar la
política para la acreditación de las
Facultades de la Universidad y de
los Programas de Posgrado de Doc-
torados y Maestrías;
b) Organizar, ejecutar y evaluar los
procesos para la acreditación;
c) Difundir las normas de acreditación
y socializar los estándares de cali-
dad;
d) Propiciar la suscripción de conve-
nios que promuevan el proceso de
acreditación institucional y de Es-
cuelas Académico Profesionales;
e) Evaluar e informar periódicamente
la situación de los procesos de acre-
ditación a los Órganos de Gobierno
de la Universidad;
f) Elaborar, presentar y evaluar el Plan
Operativo y presupuesto de la uni-
dad; y
g) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 246º.- El Centro de Idiomas
de la Universidad Peruana Los Andes es
una unidad de prestación de servicios
académicos que brinda capacitación en
el conocimiento de idiomas extranjeros,
así como las lenguas nativas y tiene las
siguientes funciones:
a) Proponer las políticas de desarrollo
y aprendizaje de los idiomas;
b) Planificar, ejecutar y evaluar la pro-
gramación curricular de los progra-
mas que ofrece;
c) Generar recursos económicos para
su autosostenimiento y el logro de
sus metas y objetivos;
d) Brindar servicios de traducción de
documentos en los casos requeri-
dos;
e) Orientar y organizar los procesos
académicos, técnicos y administra-
tivos para la evaluación de los idio-
mas;
f) Proponer y coordinar las relaciones
con otros centros, institutos, asocia-
ciones culturales y empresas biblio-
gráficas nacionales y extranjeras; y
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
75
g) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 247º.- El Centro Pre -
Universitario de la Universidad Peruana
Los Andes, es una unidad de prestación
de servicios académicos para el ingreso
a la Universidad y tiene las siguientes
funciones:
a) Planificar y programar los ciclos de
preparación de postulantes a la Uni-
versidad;
b) Desarrollar y ejecutar la programa-
ción académica del Centro Pre -
Universitario;
c) Diseñar, organizar y mantener el
banco de preguntas;
d) Evaluar el rendimiento académico
de los postulantes; y
e) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 248º.- La Oficina Universitaria
de Diseño y Construcción es la
encargada de la consultoría, elaboración
y evaluación de proyectos de diseño y
construcción, orientados al desarrollo
de la Universidad. Tiene las siguientes
funciones:
a) Diseñar y ejecutar proyectos de
desarrollo de infraestructura de la
Universidad;
b) Dirigir la programación, organi-
zación, ejecución, coordinación y
control de los estudios, proyectos y
obras;
c) Elaborar los estudios y la documen-
tación técnica de los proyectos de
ingeniería y de mantenimiento con-
forme a los Planes Operativos y Pro-
yectos de Inversión.
d) Programar, ejecutar y evaluar los
proyectos de inversión en in-
fraestructura física, informando
mensualmente a los Órganos de
Gobierno sobre el avance físico y
valorizaciones, bajo responsabili-
dad;
e) Realizar el seguimiento, supervi-
sión, inspección y control de las
obras, de acuerdo con las normas,
reglamentos y demás disposiciones
técnicas; y
f) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 249º.- Imagen Institucional
y Marketing, tiene las siguientes
funciones:
a) Definir las políticas, estrategias y
mecanismos de comunicación y
marketing conforme a los linea-
mientos de los Órganos de Gobier-
no.
b) Orientar a las dependencias de la
Universidad en el protocolo de las
actividades de carácter académico,
cultural, social y deportivo;
c) Organizar y ejecutar la cobertura
periodística e informativa de las
principales actividades académicas
y culturales y protocolares que se
organizan en la Universidad;
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Gestión 2011 - 2016
76
d) Administrar la publicidad y marke-
ting de la Universidad, velando por
la forma y contenido de los mismos
los medios y materiales a utilizarse;
y
e) Proponer el diseño, contenido y ac-
tualización permanente de la pági-
na web de la Universidad.
Artículo 250º.- La Secretaría General
está a cargo del Secretario General,
quien es el fedatario de la Universidad
y tiene las siguientes funciones:
a) Encargarse del proceso de tramita-
ción interna y externa;
b) Mantener actualizada las actas de
sesiones de la Asamblea Universita-
ria y Consejo Universitario;
c) Organizar y ejecutar la simplifica-
ción administrativa;
d) Llevar los libros de Registro de Gra-
dos y Títulos, de Convenios Nacio-
nales e Internacionales suscritos por
la Universidad u otros que por su
naturaleza lo requieran;
e) Procesar, expedir y registrar los Di-
plomas de Grado Académicos, Tí-
tulos Profesionales, Segunda Espe-
cialización, Resoluciones y demás
documentos universitarios inheren-
tes a su función;
f) Preservar y mantener el acervo do-
cumentario de la Universidad; y
g) Tener actualizado el portal de trans-
parencia de información de sus ac-
tividades.
Artículo 251º.- Para ser Director o Jefe
de Dirección u Oficina Universitaria
se requiere ser Docente Principal o
Asociado, ejercicio de cargo debe ser a
dedicación exclusiva.
CAPÍTULO II
DEL PERSONAL
ADMINISTRATIVO Y DE
SERVICIOS
Artículo 252º.- El Personal
Administrativo y de Servicios de la
Universidad Peruana Los Andes cumple
actividades profesionales, técnicas,
auxiliares y de servicios en función de
los Planes Estratégicos y Operativos,
de conformidad con los Reglamentos,
Manuales y otras disposiciones
normativas.
Artículo 253º.- El Personal
Administrativo y de servicios se rige por
la legislación de la actividad privada
vigente, el presente Estatuto, las
Normas y Reglamentos Especiales en lo
que les compete.
Artículo 254º.- La Universidad
promueve la capacitación y
especialización del Personal
Administrativo y de Servicios, en
horarios que no interfieran con sus
labores. Estos rubros son requisito para
ascensos y promociones; se hará previa
evaluación;
Artículo 255º.- El ingreso como
Personal Administrativo a esta
universidad es mediante concurso
público de selección y evaluación de
méritos, sujeto a las normas del régimen
de la actividad privada, de conformidad
a los requisitos y procedimientos
que señale el Reglamento específico
correspondiente.
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
77
Artículo 256º.- El Reglamento Interno
de Trabajo establece los mecanismos
de selección, inducción, capacitación,
evaluación, promoción, control,
deberes, derechos, estímulos, sanciones
y otras del Personal Administrativo y de
Servicio.
Artículo 257º.- Los cónyuges o
parientes consanguíneos dentro del
cuarto grado de consanguinidad o
segundo de afinidad de los miembros
de los Órganos de Gobierno y Jefaturas
no podrán ser contratados en cargos o
empleos administrativos remunerados.
Artículo 258º.- El Personal
Administrativo y de Servicios puede
asociarse libremente de acuerdo con lo
dispuesto en la Constitución Política
del Estado, en la Ley, y su Reglamento
específico, en concordancia con los
fines de la Universidad.
Artículo 259°.- Los trabajadores que se
desempeñen en áreas de confianza no
podrán sindicalizarse ni recurrir a la
huelga; asimismo estarán sujetos a lo
dispuesto por la Constitución Política
del Estado y la Ley en relación a la
confidencialidad de la documentación
a su cargo.
TÍTULO XIII
DEL RÉGIMEN ECONÓMICO
CAPÍTULO I
GENERALIDADES
Artículo 260º.- El régimen económico
de la Universidad Peruana Los Andes
es de una institución privada; debiendo
dirigirse a la consecución de sus
objetivos institucionales.
Constituyen fuentes de ingreso y
financiamiento:
a) Derecho de matrícula y pensiones
de enseñanza;
b) Tasas educacionales y administrati-
vas;
c) Producción de bienes y servicios;
d) Marcas y patentes;
e) Rentas financieras;
f) Venta de bienes y/o servicios;
g) Legados y/o donaciones;
h) Endeudamientos nacionales e inter-
nacionales; y
i) Cooperación Técnica y Económica
Nacional e Internacional;
Artículo 261º.- El sistema de pensiones
educativas de la universidad es
escalonado y de acuerdo a la naturaleza
de cada Escuela Académico Profesional,
el pago de pensión de enseñanza
es de acuerdo a la situación socio-
económica y rendimiento académico
de los estudiantes. Se concederá becas
y semibecas según Reglamento.
Artículo 262º.- El patrimonio de la
Universidad está constituido por sus
bienes y rentas; los primeros pueden
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
78
ser enajenados con aprobación de la
Asamblea Universitaria a propuesta
del Consejo Universitario y los
recursos provenientes de ello se aplican
únicamente a inversiones íntimamente
relacionadas con los fines de la
Universidad.
Los bienes provenientes de donaciones,
herencia y legados tienen el mismo
tratamiento.
Artículo 263º.- La Universidad Peruana
Los Andes goza de exoneraciones
tributarias y franquicias fiscales o
municipales creadas o por crearse, que
le otorgan las leyes.
CAPÍTULO II
DE LA CONDUCCIÓN
ECONÓMICA
Artículo 264º.- El ejercicio económico
de la Universidad Peruana Los Andes
es anual; se inicia el 1º de enero
y concluye el 31 de diciembre de
cada año. Las Unidades Académicas
y Administrativas formulan sus
anteproyectos de presupuesto antes
del 31 de octubre, los que deben ser
revisados y consolidados por las
Oficinas Universitarias de Planificación
y Economía y Finanzas, los que serán
elevados al Consejo Universitario para
su discusión y aprobación antes del 20
de diciembre.
Artículo 265º.- La Universidad
cuenta, para cada ejercicio económico,
con un presupuesto de ingresos y
egresos debidamente equilibrado, en
concordancia con el Plan Estratégico
Institucional - (PEI) y el Plan Operativo
Institucional - (POI) aprobado por
Consejo Universitario y Asamblea
Universitaria.
Se estructura por partidas y unidades
operativas, a fin de identificar los
ingresos por actividades y tipificar los
gastos correspondientes.
Artículo 266º.- Las operaciones
de ingresos y egresos de fondos
económicos se realizan por medio
de cuentas corrientes bancarias y
de cuentas a plazos en las entidades
bancarias o financieras de reconocida
solvencia y eficiencia en la prestación
de servicios.
Dichas entidades deben estar bajo el
control de la Superintendencia de
Banca y Seguros.
Artículo 267º.- Los activos tangibles
de la Universidad se aseguran contra
posibles riesgos. El Vicerrector
Administrativo en coordinación con
la Oficina Universitaria de Economía
y Finanzas, Auditoría y Control
Interno contando con el asesoramiento
necesario, pondrán a consideración
del Consejo Universitario a través del
Rectorado, las alternativas de activos
tangibles a ser asegurados.
Artículo 268º.- Los créditos financieros
para gastos de inversión serán evaluados
por las Oficinas Universitarias de
Planificación, Economía y Finanzas
y Auditoría y Control Interno,
sometidos a consideración del Consejo
Universitario por el Vicerrectorado
Administrativo. Debiendo ser
aprobado por Consejo Universitario
hasta un máximo de 500 U.I.T. Los
montos superiores deben ser aprobados
por la Asamblea Universitaria a
propuesta del Consejo Universitario
para ser ejecutados únicamente en la
adquisición de mobiliarios, maquinarias
y equipos, bienes de infraestructura y
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
79
obras íntimamente relacionadas con los
fines de la Universidad.
Los gastos corrientes sólo se pueden
solventar mediante créditos financieros
hasta un máximo de 5% del Presupuesto
Institucional, en caso de contar con
opinión favorable de las Oficinas
Universitarias de Planificación y, de
Economía y Finanzas.
El incumplimiento de los
procedimientos, establecidos en este
articulado será sancionado mediante la
causal de vacancia del cargo.
Artículo 269º.- Por ningún motivo la
Universidad realizará inversiones de
alto riesgo, ni inversiones en acciones
de empresas privadas y públicas.
Artículo 270º.- La construcción de
infraestructura física y la adquisición
de bienes y/o servicios previstos en el
Presupuesto Institucional se realizarán
por la modalidad de contrata, sujetas
a un Sistema de Concurso Público y a
Suma Alzada.
Artículo 271º.- La construcción
de infraestructura física debe ser
aprobada por el Consejo Universitario
previo informe favorable de las
Oficinas Universitarias de Diseño y
Construcción, Planificación, Economía
y Finanzas y, la Oficina de Asesoría
Jurídica; de acuerdo al Reglamento de
Adquisiciones y Contrataciones de la
Universidad.
Artículo 272º.- La adquisición de
bienes y/o servicios debe ser aprobada
hasta 500 UIT por el Consejo
Universitario, los montos superiores
deberán ser aprobadas por la Asamblea
Universitaria, previo informe favorable
de las Oficinas Universitarias de
Diseño y Construcción, Planificación,
Economía y Finanzas y, la Oficina
de Asesoría Jurídica; quienes
comparten responsabilidad con los
Órganos de Gobierno que tomen la
decisión de acuerdo al Reglamento de
Adquisiciones y Contrataciones de la
Universidad.
Artículo 273º.- El Vicerrectorado
Administrativo en coordinación con
la Escuela de Posgrado, las Facultades,
Oficinas y/o Direcciones, al formular
sus pedidos de adquisición, presentarán
sus proyectos y establecerán las
características o bases, los que serán
analizados y deberán contar con
opinión favorable de las Oficinas
Universitarias de Planificación y
Economía y Finanzas.
Artículo 274º.- La supervisión, control
y evaluación de las adquisiciones
de bienes tangibles estarán a cargo
de las Facultades, Oficinas y/o
Departamentos solicitantes, debiendo
emitir los informes periódicos y finales.
Concluido el proceso, una Comisión
Especial dará la conformidad final,
de acuerdo a los reglamentos que se
establezcan, debiendo remitirse los
informes a la Oficina Universitaria de
Auditoría y Control Interno.
Artículo 275º.- La universidad llevará
el margesí de sus bienes en forma
actualizada, debiendo coincidir la
descripción del bien con la de su
adquisición, la que estará a cargo de la
Oficina Universitaria de Economía y
Finanzas.
Artículo 276º.- Para el desarrollo de
la investigación se asignará, en el
Presupuesto Institucional, un monto
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
80
acorde a los lineamientos de política
institucional.
Artículo 277º.- La Universidad
deberá consignar en su Presupuesto
Institucional un monto anual
destinado a financiar la publicación
de los resultados de los trabajos de
investigación y producción intelectual,
recomendados por el Consejo
Directivo de Investigación; el que será
de aplicación obligatoria.
Los excedentes de la venta de las
publicaciones, servirán para la creación
y funcionamiento del Fondo Editorial
con carácter intangible, que se regulará
por su Reglamento.
Artículo 278º.- El estudiante, cuyo
padre o madre falleciera, recibirá el
apoyo económico de la Universidad,
para lo que se creará el Fondo de
Apoyo Económico del Estudiante con
el aporte que el estudiante depositará
al momento de matricularse, cuya
administración estará a cargo de
una comisión integrada por dos
Docentes Ordinarios y un Estudiante.
El Reglamento específico fijará los
procedimientos y los montos, debiendo
la Universidad garantizar el carácter
intangible de dicho fondo.
CAPÍTULO III
DE LAS REMUNERACIONES
Artículo 279º.- Las remuneraciones de
los Docentes Ordinarios se homologan
con la de los Magistrados del Poder
Judicial y no podrán ser menores a la
de los Docentes Ordinarios del Sector
Público.
Artículo 280º.- Las remuneraciones
de los Docentes y Jefes de Práctica
Contratados, las determina el Consejo
Universitario.
Artículo 281º.- Las bonificaciones
adicionales que tienen derecho a
percibir los Docentes Ordinarios son
las siguientes:
a) Bonificaciones al docente:
- Por asignación familiar; y
- Por tiempo de servicios. Se computa
para este fin, el tiempo de servicios
como contratado siempre y cuando
haya trabajado como mínimo 20 horas
semanales – mensual.
b) Bonificaciones al cargo:
- Rector, Vicerrectores, Decanos y
Director de Escuela de Posgrado
- Secretario General, Director de la
Dirección Universitaria de Investigación
Ciencia, Tecnología y Desarrollo, Jefes
de Departamento, Director y Sub
Directores de la Filial, Directores y Jefes
de Oficina.
- Secretario Docente, Directores de
Escuela Académico Profesionales,
Directores de Instituto de Investigación,
Coordinador de Asuntos Académicos,
Coordinador de Proyección Social,
Extensión y Bienestar Universitario,
Coordinador de Práctica Pre
-Profesional, Coordinador de Asuntos
Administrativos, Planificación
y Presupuesto, Coordinador de
Grados y Títulos, Coordinador de la
Unidad de Posgrado, Coordinador
de Autoevaluación y Acreditación,
Coordinadores de Producción y
Servicios, Coordinadores de Educación
a Distancia, Coordinadores de
Educación Continua de las Facultades,
Coordinadores de Sedes, Coordinadores
de Centro de Atención Tutorial CAT´s.
No pudiendo percibir bonificación por
más de un cargo.
c) Bonificaciones por condición:
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
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- Bonificación por dedicación exclusiva;
- Bonificación por Alta Especialidad;
- Bonificación por Investigación; y
- Bonificación por Evaluación y
Preparación de Clases.
d) Bonificaciones Especiales:
- Bonificación por ser miembro del
Comité Electoral;
- Compensación por Tiempo de
Servicios; y
- Por escolaridad.
e) Gratificaciones: Gratificación de un
haber mensual en cada uno de los
siguientes casos:
-
Por Fiestas Patrias;
-
Por Navidad; y
-
Por retorno vacacional.
f) Subsidio del doble del haber total
mensual:
-
Por fallecimiento de cónyuge, hijos y
padres.
g) Bonificación por costo de vida para
Filial y Sedes.
Artículo 282°.- La Derrama
Universitaria es un fondo obligatorio
formado por los aportes de los docentes
y del personal administrativo y de
servicios de la Universidad; destinado
a proporcionar ayuda económica a los
aportantes. El Consejo Universitario
reglamenta la Derrama Universitaria.
CAPÍTULO IV
DE LA AUDITORÍA Y CONTROL
INTERNO
Artículo 283º.- La Oficina
Universitaria de Auditoría y Control
Interno de la Universidad ejerce
acciones y actividades de control
previo, simultáneo y posterior en los
aspectos: financiero, administrativo,
económico y académico; para
cautelar el cumplimiento de los
fines y objetivos institucionales, del
Estatuto y los Reglamentos conforme
a los principios, políticas, postulados,
normas técnicas de control y demás
disposiciones legales pertinentes.
Informa al Consejo Universitario y
Asamblea Universitaria para que se
implementen las medidas correctivas
pertinentes. Bajo responsabilidad del
Rector, Vicerrectores y Decanos.
Artículo 284º.- Corresponde a las
autoridades y funcionarios responsables
la implementación del Sistema de
Auditoría y Control Interno con sus
componentes: ambiente de control,
evaluación de riesgos, actividades de
control, actividades de prevención y
monitoreo, sistema de información
y comunicación, seguimiento
de resultados y compromisos de
mejoramiento. Se aprobará el
Reglamento correspondiente a
propuesta de la Oficina Universitaria
de Auditoría y Control Interno.
Artículo 285º.- La Oficina Universitaria
de Auditoría y Control Interno tiene
acceso a la documentación requerida
para el cumplimiento de sus objetivos.
Las Dependencias Administrativas y
Unidades Académicas de la universidad
están obligadas a proporcionar y brindar
EJE ADMINISTRATIVO Universidad Peruana Los Andes
Gestión 2011 - 2016
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facilidades e información del caso para
el cumplimiento de su función.
Artículo 286º.- El Jefe de la Oficina
Universitaria de Auditoría y Control
Interno es elegido por la Asamblea
Universitaria entre una terna propuesta
por los miembros de éste Órgano de
Gobierno. El ejercicio del cargo es a
dedicación exclusiva por un periodo de
tres años, no pudiendo ser reelegido.
Artículo 287º.- Para ser Jefe de la
Oficina Universitaria de Auditoría y
Control Interno se requiere:
Ser Docente Principal o Asociado
a tiempo completo o dedicación
exclusiva, que tenga formación
profesional en ciencias económicas,
contables y/o afines.
Artículo 288º.- Los estados financieros,
administrativos, económicos y
académicos son revisados y evaluados
por un servicio de auditoría externa de
reconocido prestigio, que es contratado
por cada año de ejercicio económico
mediante concurso público.
Por ningún motivo la misma empresa
auditora externa realizará la revisión y
evaluación de los estados financieros
por más de dos auditorías consecutivas.
Los informes finales serán de
conocimiento de la Asamblea
Universitaria y Consejo Universitario
en un plazo no mayor de tres meses de
presentadas.
Artículo 289°.- Los resultados de los
estados financieros auditados deben
ser puestos en conocimiento de la
Asamblea Universitaria en reunión
extraordinaria convocada para el efecto.
Universidad Peruana Los Andes
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DISPOSICIONES FINALES
Primera.- Para modificar el presente Es-
tatuto se convoca a Asamblea
Universitaria Extraordinaria, la
que se instala con el quórum de
la mitad más uno de sus miem-
bros legales. Las modificaciones
se acuerdan con el voto de los
dos tercios del número legal de
sus miembros. En caso de ser
fraccionario, se considera el nú-
mero entero inmediato superior.
Segunda.- El presente Estatuto entra en vi-
gencia a partir del siguiente día
de su aprobación y publicación
oficial.
Tercera.- Es incompatible desempeñar
más de un cargo dentro de la
Universidad, sean por elección,
designación o encargatura.
Cuarta.- Toda norma que se oponga al
presente Estatuto queda deroga-
da.
DISPOSICIONES COMPLEMENTARIAS
Primera.- Se reconoce el 30 de diciembre
de cada año, fecha de promul-
gación de su Ley de Creación,
como el “Día de la Universidad
Peruana Los Andes”, y los actos
conmemorativos se realizarán el
18 de junio de cada año, fecha
de su institucionalización defi-
nitiva.
Segunda.- Se establece el 09 de noviembre
de cada año como celebración
de San Martín de Porres, estable-
cido oficialmente como Patrono
de la Universidad.
Tercera.- Se instituye oficialmente el lema
de la Universidad: “Hacia la ca-
lidad y excelencia académica”.
Cuarta.- Se instituye oficialmente que los
colores previstos en la emblemá-
tica de la Universidad Peruana
Los Andes son azul y blanco,
cuyos símbolos, precedencia,
honores y protocolo serán regla-
mentados por la Universidad.
Quinta.- Ningún miembro de la Comuni-
dad Universitaria o terceros pue-
den usar, sin la autorización del
Consejo Universitario, el nom-
bre de la Universidad o de sus
símbolos al hacer publicaciones
o realizar actividades atribuyén-
dose la representatividad de la
Universidad.
Sexta.- Son excluyentes entre sí los si-
guientes cargos:
a) Rector, Vicerrectores,
Decanos y la Dirección de
la Escuela de Posgrado; y
b) Decano, Jefe de
Departamento, Director
de la Escuela de Posgrado
y Director del Instituto de
Investigación.
Septima.- Las modalidades de enseñanza
que se desarrollen en los niveles
Pre – Universitario, de Perfeccio-
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namiento o y de extensión edu-
cativa y formación técnica, de-
ben ser autofinanciadas, cuyos
ingresos serán destinados a la
implementación de las mismas
unidades académicas organiza-
doras.
Octavo.- Los funcionarios y administra-
tivos que ocupan los cargos de
confianza, están sujetos a libre
remoción y en consecuencia no
gozan de estabilidad en los car-
gos.
Los cargos de confianza son: Secretario
General, Directores y Jefes de
Direcciones u Oficinas.
Noveno.- El Consejo Universitario en
el plazo de Noventa (90) días,
aprobará los siguientes Regla-
mentos:
a) Reglamento General de la
Universidad que regulará
todas las actividades de
Pregrado y Posgrado de la
Universidad, estableciendo
un solo texto normativo.
b) Reglamentos específicos:
MOF, ROF, RGU, CAP,
PAD, RIT y TUPA que
estarán adecuados al
Estatuto y Reglamento
General de la Universidad;
y
c) Reglamento General de
Elecciones.
DISPOSICIONES TRANSITORIAS
Primera.- Una vez aprobado el Estatuto
reformado, en forma inmediata
se constituye la Comisión de
Elaboración de Reglamento Ge-
neral, integrado por los señores
Vicerrectores de la Universidad,
Decanos de Facultad, Director
de la Escuela de Posgrado, Di-
rectores Universitarios y Jefes de
Oficinas Universitarias, quienes
en el plazo de 90 días presenta-
rán el Proyecto de Reglamento
General en armonía con la Ley
y el presente Estatuto.
Segunda.- Una vez aprobado el presente
Estatuto, el Consejo Universi-
tario dispondrá su difusión en
todos los estamentos, Unidades
Académicas y Administrativas
de la Universidad.
Tercera.- Las actuales Direcciones y Ofi-
cinas Universitarias adecuarán
su funcionamiento a las normas
del presente Estatuto en un pla-
zo no mayor de treinta días si-
guientes a la promulgación del
mismo, bajo responsabilidad.
Cuarta.- Mientras la Universidad no
cuente con la cantidad sufi-
ciente de Docentes Ordinarios,
los Miembros de los Consejos
de Facultad podrán integrar el
Comité Electoral Universitario,
debiendo inhibirse en caso de
manifiesta incompatibilidad.
Esta reforma se aplica al actual
Comité Electoral Universitario.
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