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1 Limites

1.1 O que é limite?
O conceito de limite será facilmente entendido através dos exemplos a seguir:
EXEMPLO 1. Seja R R f ÷ : definida por ( ) 1 2 ÷ = x x f . Analisemos o que ocorre com esta
função quando x se aproxima de 2 por valores inferiores:
x 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 1,99 1,999 2 ÷ 
y 2 2,2 2,4 2,6 2,8 2,98 2,998 3 ÷ 

Podemos observar que quando x se aproxima de 2 por valores menores que ele a função f se aproxima
de 3, ou seja, quando x tenda a 2, por valores inferiores, f(x) tende a 3.
( ) 3 lim
2
=
÷
÷
x f
x
limite lateral à esquerda
Vejamos agora o que ocorre quando x se aproxima de 2 por valores superiores:
x 2,5 2,4 2,3 2,2 2,1 2,01 2,001
2 ÷ 
y 4 3,8 3,6 3,4 3,2 3,02 3,002
3 ÷ 

Podemos observar que quando x se aproxima de 2 por valores maiores que ele, a função f se aproxima
de 3, ou seja, quanto x tende a 2, por valores superiores, f(x) tende a 3.
( ) 3 lim
2
=
+
÷
x f
x
limite lateral à direita
Com base no que foi mostrado temos a seguinte conclusão:




Observe o gráfico, os limites acima descritos podem ser melhor analisados e interpretados através do gráfico
da função:


Observe que quando x tende para 2, f(x) tende
para 3



( ) 3 lim
2
=
÷
x f
x

( ) 3 lim
2
=
÷
÷
x f
x

( ) 3 lim
2
=
+
÷
x f
x

EXEMPLO 2. Seja R R f ÷ : definida por ( ) 2 ;
2
4
2
÷ =
÷
÷
= x
x
x
x f . Para 2 ÷ = x temos:
( )
( )( )
( )
2
2
2 2
2
4
2
÷ =
+
÷ +
=
÷
÷
= x
x
x x
x
x
x f (para 2 ÷ = x )


Analisemos o que ocorre com esta função quando x se aproxima
de – 2.
( ) ( )
( ) ( )
( ) 4 lim
4 2 lim lim
4 2 lim lim
2
2 2
2 2
÷ =
¦
)
¦
`
¹
÷ = ÷ =
÷ = ÷ =
÷ ÷
÷ ÷ ÷ ÷
÷ ÷ ÷ ÷
+ +
÷ ÷
x f
x x f
x x f
x
x x
x x


Observe no gráfico os limites acima.

Observe que quando x tende para -2, f(x) tende para -4.



EXEMPLO 3. Seja R R f ÷ : definida por ( )
¹
´
¦
> ÷
< +
=
1 3 2
1 1
x se x
x se x
x f
Vejamos através do seu gráfico, o que ocorre com esta função quando x se aproxima de 1.

Observamos que quando x se aproxima de 1 pela
esquerda, a função y se aproxima de 2; quando x se
aproxima de 1 pela direita, y se aproxima de -1. Então:
( )
( )
( ) -/ =
¦
)
¦
`
¹
÷ =
=
÷
÷
÷
+
÷
x f
x f
x f
x
x
x
1
1
1
lim
1 lim
2 lim

(limites laterais diferentes)
Portanto não existe ( ) x f
x 1
lim
÷
pois os limites laterais
são diferentes.



EXEMPLO 4. Seja R R f ÷ : definida por ( ) ( ) 0 ;
1
= = x
x
x f Analisemos o que ocorre com a
função quando x se aproxima de zero.
x -0,1 -0,01 -0,001 -0,0001
÷
÷0 
y -10 -100 -1000 -10000 ÷· ÷ 

x 0,1 0,01 0,001 0,0001
+
÷0 
y 10 100 1000 10000 +· ÷ 
Observe que:
- Quanto x tende a zero pela esquerda, y tende para · ÷ . ( ) ÷· =
÷
÷
x f
x 0
lim
- Quanto x tende a zero pela direita, y tende para · + . ( ) +· =
+
÷
x f
x 0
lim
( )
( )
( ) -/ =
¦
)
¦
`
¹
+· =
÷· =
÷
÷
÷
+
÷
x f
x f
x f
x
x
x
0
0
0
lim
lim
lim

Como os limites laterais são diferentes não existe limite de f(x) quando x tende a zero.

Agora observe o gráfico e perceba que:











- Quanto x cresce indefinidamente para esquerda ( · ÷
)
, y tende para zero. ( ) 0 lim =
÷· ÷
x f
x

- Quanto x cresce indefinidamente para direita ( · + ), y tende para zero. ( ) 0 lim =
+· ÷
x f
x





EXEMPLO 5. Seja R R f ÷ : definida por ( ) ( ) 0 ;
1
2
= = x
x
x f Veja o gráfico e analise.
Quando x cresce indefinidamente, a função se aproxima de
zero, ou seja, y tende a zero.
Logo 0
1
lim
2
=
÷· ÷
x
x
e

0
1
lim
2
=
+· ÷
x
x

Quando x se aproxima de zero, se aproxima de zero, y
cresce indefinidamente, isto é, y tende a mais infinito e
indicamos:
( )
( )
( ) +· =
¦
)
¦
`
¹
+· =
+· =
÷
÷
÷
+
÷
x f
x f
x f
x
x
x
0
0
0
lim
lim
lim

EXEMPLO 6. Seja R R f ÷ : definida por ( ) ( ) 3 ;
3
1
=
÷
= x
x
x f Veja o gráfico e analise.

 Quando x cresce indefinidamente, a função se
aproxima de zero, ou seja, y tende a zero.
Logo ( ) 0 lim =
÷· ÷
x f
x
e

( ) 0 lim =
+· ÷
x f
x

 Quando x se aproxima de zero, se aproxima de
zero, y cresce indefinidamente, isto é, y tende a mais
infinito e indicamos:
( )
( )
( ) -/ =
¦
)
¦
`
¹
+· =
÷· =
÷
÷
÷
+
÷
x f
x f
x f
x
x
x
0
3
3
lim
lim
lim



1.2 Propriedades de limites

Limite da soma
O limite da soma de duas ou mais funções é a soma dos limites dessas funções.
( ) ( ) | | ( ) ( ) x g x f x g x f
a x a x a x ÷ ÷ ÷
+ = + lim lim lim
Limite do produto
O limite do produto de duas ou mais funções é o produto dos limites dessas funções.
( ) ( ) | | ( ) ( ) x g x f x g x f
a x a x a x ÷ ÷ ÷
· = · lim lim lim

Limite do quociente
O limite do quociente de duas funções é o quociente dos limites dessas funções.
( )
( )
( )
( ) x g
x f
x g
x f
a x
a x
a x
÷
÷
÷
=
lim
lim
lim (sendo ( ) 0 lim =
÷
x g
a x
)
Limite de uma potência
O limite de uma potência enésima de uma função é igual à potência enésima do limite dessa função.
( ) | | ( )
n
a x
n
a x
x f x f
(
¸
(

¸

=
÷ ÷
lim lim
Limite de uma raiz
O limite da raiz enésima de uma função é igual à raiz enésima do limite dessa função.
( ) ( )
n
a x
n
a x
x f x f
÷ ÷
= lim lim
Limite do logaritmo
O limite do logaritmo de uma função é igual ao logaritmo do limite dessa função.
( ) ( ) x f x f
a x
b b
a x ÷ ÷
= lim log log lim
1.3 Cálculo de limites
1.3.1 Limite de um polinômio com xa

( ) ( ) a P x P
a x
=
÷
lim
Exemplos:
1. ( ) 1 3 1 1 2 1 3 3 2 3 lim
2 5 2 5
1
÷ = ÷ + · ÷ · = ÷ + ÷
÷
x x x
x

2. ( ) 3 7 1 2 3 2 1 3 lim
2 2
2
÷ = + ÷ + = + ÷ +
÷
x x
x

1.3.2 Limite de um polinômio com x±∞

( )
n
n n n
a x a x a x a x P + + + + =
÷ ÷

2
2
1
1 0

Colocando
n
x em evidência:
( )
( ) |
.
|

\
|
+ + + + =
|
|
.
|

\
|
+ + + + =
÷ ÷
n
n n
n
n
n
n
n
n
n
x
a
x
a
x
a
a x x P
x
a
x
x a
x
x a
a x x P


2
2 1
0
2
2
1
1
0

Quando x→±∞ temos 0 , , ,
2
2 1
÷
n
n
x
a
x
a
x
a

Então ( )
n
x x
x a x P
0
lim lim
±· ÷ ±· ÷
=
Portanto para calcular o limite de um polinômio P(x), quando x→±∞, basta calcular o limite do termo de
maior grau de P(x).
Exemplos:
1. ( ) ( ) +· = · + · = = + ÷
+· ÷ +· ÷
3 3 2 3
4 4 lim 1 2 4 lim x x x
x x

2. ( ) ( ) +· = · + = = ÷ ÷ +
+· ÷ +· ÷
3 3 2 3
lim 3 lim x x x x
x x



1.3.3 Limite de um quociente de polinômios com x±∞
Seja:
( ) ( )
( ) ( ) 0
0
0
2
2
1
1 0
0
2
2
1
1 0
= + + + + =
= + + + + =
÷ ÷
÷ ÷
b a x b x b x b x Q
a a x a x a x a x P
m
m m m
n
n n n



( )
( )
m
n
x x
x b
x a
x Q
x P
0
0
lim lim
±· ÷ ±· ÷
=

Portanto, para calcular o limite de um quociente de polinômios quando ±· ÷ x , basta considerar o termo
de maior grau do numerador e o termo de maior grau do denominador.
Exemplos:
1. +· = = =
÷
÷
+· ÷ +· ÷ +· ÷
x
x
x
x x
x x
x x x
5 lim
5
lim
4
3 5
lim
3
4
3
2 4

2.
2
3
2
3
lim
2
3
lim
1 2
3
lim
4
4
3 4
2 4
= = =
÷ +
+ ÷
+· ÷ +· ÷ ÷· ÷ x x x
x
x
x x
x x x

3. 0
2
1
lim
4
2
lim
1 3 4
1 2
lim
4
3
4
2 3
= = =
+ ÷
+ +
+· ÷ +· ÷ +· ÷
x x
x
x x
x x
x x x

1.3.4 Limite de um quociente com xa
( )
( )
( )
( ) a Q
a P
x Q
x P
a x
=
÷
lim
1º Caso: Q(a)≠0
Exemplo:
9
1 2
1 2 2
1
1
lim
3 3
2
=
÷
÷ +
=
÷
÷ +
÷
x
x x
x

2º Caso: Q(a) = 0 e P(x)≠0
Calculam-se os limites laterais.
Exemplos:
1. -/ =
÷
+
=
¦
¹
¦
´
¦
+· = =
÷
+
÷· = =
÷
+
÷
+
÷
+
÷
÷
÷
÷
+
÷
1
1
lim :
0
2
1
1
lim
0
2
1
1
lim
1
1
lim
1
1
1
1
x
x
Então
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x

2.
( )
( )
( )
( )
+· =
÷
+
=
¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
+· = =
÷
+
+· = =
÷
+
+
+
÷
+
÷
+
÷
÷
+
÷
2
1
2
2
2
2
2
2
2
2
lim :
0
4
2
2
lim
0
4
2
2
lim
2
2
lim
x
x
Então
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x

3º Caso: P(a) = Q(a) = 0
Neste caso, obtemos uma indeterminação do tipo
0
0
. Sendo P(a) = Q(a) = 0, concluímos que P(x) e Q(x) são
divisíveis por x-a. Dividindo P(x) e Q(x) por x-a, normalmente a indeterminação desaparece. Persistindo,
dividi-se novamente até que desapareça a indeterminação.
Então:
( )
( )
( )
( )
a x
x Q
a x
x P
x Q
x P
a x a x
÷
÷
=
÷ ÷
lim lim
Exemplos:
1.
0
0
1 1
1 1 1 2 1 2
1
1 2 2
lim
2
2 3
2
2 3
1
=
÷
÷ + · ÷ ·
=
÷
÷ + ÷
÷
x
x x x
x

2
3
1
1 2
lim
1
1
1
1 2 2
lim
1
1 2 2
lim
2
1
2
2 3
1
2
2 3
1
=
+
+
=
÷
÷
÷
÷ + ÷
=
÷
÷ + ÷
÷ ÷ ÷
x
x
x
x
x
x x x
x
x x x
x x x

2.
( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
0
0
3 7 5 1
1 4 6 4 1
3 1 7 1 5 1
1 1 6 1 4 1
3 7 5
1 4 6 4
lim
2 3
2 3 4
2 3
2 3 4
1
=
+ ÷ + ÷
+ ÷ + ÷
=
+ ÷ + ÷ + ÷
+ ÷ + ÷ + ÷
=
+ + +
+ + + +
÷ ÷
x x x
x x x x
x

( ) ( ) ( )
( ) ( )
0
0
3 1 4 1
1 1 3 1 3 1
3 4
1 3 3
lim
1
3 7 5
1
1 4 6 4
lim
2
2 3
2
2 3
1
2 3
2 3 4
1
=
+ ÷ + ÷
+ ÷ + ÷ + ÷
=
+ +
+ + +
=
+
+ + +
+
+ + + +
÷ ÷ ÷ ÷
x x
x x x
x
x x x
x
x x x x
x x

( ) ( )
( )
0
2
1 2 1
3 1
1 1 2 1
3
1 2
lim
1
3 4
1
1 3 3
lim
2 2
1
2
2 3
1
=
+ ÷
=
+ ÷
+ ÷ + ÷
=
+
+ +
=
+
+ +
+
+ + +
=
÷ ÷ ÷ ÷
x
x x
x
x x
x
x x x
x x

1.3.5 Limites do tipo ∞; -∞
Muitas vezes, ao calcularmos certos limites, encontramos indeterminação do tipo · ÷ · . Vejamos como
sair desta indeterminação através de alguns exemplos:
1. ( ) · ÷ · = ÷ +
+· ÷
2 4 2 lim
2
x x
x

( )( )
( )
0
4
2 4 2
2 4 2
lim
2 4 2
2 4 2 2 4 2
lim
2
2 2
2
2 2
=
· +
=
+ +
÷ +
=
+ +
+ + ÷ +
+· ÷ +· ÷
x x
x x
x x
x x x x
x x

2. ( ) · ÷ · = ÷ +
+· ÷
x x x
x
2
lim
( )( )
( )
·
·
=
+ +
=
+ +
÷ +
=
+ +
+ + ÷ +
+· ÷ +· ÷ +· ÷
x x x
x
x x x
x x x
x x x
x x x x x x
x x x 2 2
2 2
2
2 2
lim lim lim
Agora se trata de uma indeterminação já vista anteriormente
|
.
|

\
|
·
·
: considerar os termos de maior grau.
Então:
2
1
2
1
lim
2
lim lim lim
2 2
= = =
+
=
+ +
+· ÷ +· ÷ +· ÷ +· ÷ x x x x
x
x
x x
x
x x x
x


1.3.6 Limites notáveis
Para calcularmos limites de funções trigonométricas, exponenciais e logarítmicas, nos baseamos em alguns
limites chamados de limites notáveis, que são:
1 lim
0
=
÷
x
x sen
x
a
x
a
x
x
ln
1
lim
0
=
÷
÷

ab
bx
x
e
x
a
=
|
.
|

\
|
+
· ÷
1 lim
Exemplos:
1. 1
2
2
lim
2
2
lim
0 2 0
= =
÷ ÷
a
a sen
a
a sen
a a

Se 0 2 0 ÷ ¬ ÷ a a
2. 1
1
1
1
cos
1
lim lim
cos
1
lim
1
cos
lim
cos
lim lim
0 0 0 0 0 0
= · = · = · = · = =
÷ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷
x x
x sen
x x
x sen
x x
x sen
x
x
x sen
x
x tg
x x x x x x

3. 3 ln
1 3
lim
0
=
÷
÷
x
x
x

4. 1 ln
1
lim
1
lim
0 0
= =
÷
=
÷
÷ ÷
e
x sen
e
x sen
e
x sen
x sen
x sen
x

Se 0 0 ÷ ¬ ÷ x sen x
5.
6
6
3 3
1 2
1 lim
2
1 lim
e
e
x x
x
x
x
x
= =
|
.
|

\
| ÷
+ =
|
.
|

\
|
÷
÷
· ÷ · ÷

6.
( )( )
( ) ( ) ( ) ( )
0
2
0
1
cos 1
lim
cos 1
lim
cos 1
cos 1
lim
cos 1
cos 1 cos 1
lim
cos 1
lim
0
2
0
2
0 0 0
= · =
+
· =
+
=
+
÷
=
+
+ ÷
=
÷
÷ ÷ ÷ ÷ ÷
x
x sen
x
x sen
x x
x sen
x x
x
x x
x x
x
x
x x x x x

7.
b
a
b
a
b
a
ax
ax sen
a
a
bx
ax sen
bx
ax sen
x x x
= · = · = · =
÷ ÷ ÷
1 lim lim lim
0 0 0

8.
4
5
4
1
1 5 1
4
1
4
4
5
5
5
lim
4
1
5 lim
4
5
lim
0 0 0
= · · · =
|
|
.
|

\
|
· · · =
|
|
.
|

\
|
· =
÷ ÷ ÷
x x tg
x
x
x
x sen
x tg
x sen
x tg
x sen
x x x


1.4 Exercícios:
1) Calcule os limites:
a.
1
1
lim
2
1
+
÷
÷
x
x
x

b.
1
1
lim
2
3
1
÷
+
÷ ÷
x
x
x

c.
x
x x x
x
+ +
÷
2 3
0
lim
d.
4
8
lim
2
3
2
÷
÷
÷
x
x
x

e.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
2 2
lim
f.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
3 3
lim
g.
1
1 2 2
lim
2
2 3
1
+
÷ + ÷
÷
x
x x x
x

h.
2
6
lim
2
2
÷
÷ +
÷
x
x x
x

i.
2 3
8
lim
2
3
2
+ ÷
÷
÷
x x
x
x

j.
( ) ab x b a x
a x
a x
+ + ÷
÷
÷
2
2 2
lim
k.
( )
x
x
x
8 2
lim
3
0
÷ +
÷

l.
1
1
lim
3
2 3
1
÷
÷ + ÷
÷
x
x x x
x

2) Calcular os limites:
a. ( ) x f
x 1
lim
÷
, ( )
¹
´
¦
>
s
=
1 , 2
1 ,
x se
x se x
x f
b. ( ) x f
x 1
lim
÷
, ( )
¹
´
¦
=
=
=
1 , 3
1 , 2
2
x se
x se x
x f
c. ( ) x f
x 2
lim
÷
, ( )
¹
´
¦
>
s ÷
=
2 , 4
2 , 1 3
x se x
x se x
x f
d. Sendo ( )
¹
´
¦
>
s
=
2 , 3
2 ,
x se
x se x
x f , calcular
( ) ( ) x f x f
x x
÷ +
÷ ÷
·
2 2
lim lim .
e. Sendo ( )
¹
´
¦
> +
s ÷
=
2 , 2
2 , 1
2
x se x
x se x
x f ,
calcular ( ) ( ) x f x f
x x
÷ +
÷ ÷
+
2 2
lim lim .
f.
x
x
x 0
lim
÷

g.
x
x
x
·
÷
÷
3
lim
0

h. 3 lim
3
÷
+
÷
x
x

i. ( )( ) 2 1 lim
1
÷ ÷
+
÷
x x x
x

j.
x
x
x
2
0
lim
+
÷

k.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
÷
2 2
lim , 0 = a
l.
x
x
x
+
÷0
lim
3) Calcule:
a.
x
x
1
lim
0 ÷

b.
2
0
1
lim
x


c.
3
0
1
lim
x


d.
x
x
1
lim
0 ÷

e.
3
5
lim
3
÷
÷
x
x

f.
( )
|
|
.
|

\
|
÷
÷
÷
2
2
2
4
3 lim
x
x

g.
( )
2
2
2
9 5
lim
÷
÷
÷
x
x
x

h.
2
7
lim
2
÷
÷
÷
x
x
x

i.
3 4
2
lim
2
1
+ ÷
÷
x x
x

j.
2 4
0
1
lim
x x
x
x
+
+
÷

k. |
.
|

\
|
÷
+
+
÷ ÷
4
4
2
1
lim
2
2
x x
x

l.
4 4
6 5
lim
2
2
2
+ ÷
+ ÷
÷
x x
x x
x

4) Calcule:
a.
2
4
2 1
lim
x
x
x
+
+· ÷

b.
1 2
2
lim
2
+
÷· ÷
x
x
x

c.
3
2
2
2
8 1
lim
x x
x
x
+
÷
+· ÷

d.
x x
x
x
÷
+· ÷
lim
5) Calcular os limites:
a.
1
lim
1
÷
÷
÷
x
x x
x

b.
1 3 1
lim
0
÷ +
÷
x
x
x

c.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
lim
d.
2
3 2 1
lim
4
÷
÷ +
÷
x
x
x

e.
2
3
1
1
1
lim
x
x
x
÷
÷
÷

f.
x
x
x
2 2
lim
0
÷ +
÷

g.
x
x x
x
÷ ÷ +
÷
1 1
lim
0

h.
1
1
lim
3
1
÷
÷
÷
x
x
x

i.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
3 3
lim
j.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
3 3
lim
k.
3
9
lim
9
÷
÷
÷
x
x
x

l.
a x
a x
a x
÷
÷
÷
lim
m.
x
x
x
1 1
lim
0
÷ +
÷

6) Calcular os limites:
a. ( ) 2 4 2 lim
2
x x
x
÷ +
+· ÷

b. ( ) x x x
x
3 1 5 9 lim
2
÷ + +
+· ÷

c. ( ) x x
x
÷ +
+· ÷
1 lim
d. ( ) x x x
x
÷ +
+· ÷
2
lim
e. ( ) x x x
x
÷ ÷
+· ÷
2
lim
f.
|
|
.
|

\
|
+
÷ +
+· ÷
7 3
5 1 3
lim
x
x x
x

7) Calcular os limites:
a.
x
x sen
x 0
lim
÷

b.
x sen
x
x 0
lim
÷

c.
x
x tg
x 0
lim
÷

d.
x
x
x
cos 1
lim
0
÷
÷

e.
bx
ax sen
x 0
lim
÷

f.
x tg
x sen
x
4
5
lim
0 ÷

g.
( )
x
x sen
x
÷
÷0
lim
h.
2
0
cos 1
lim
x
x
x
÷
÷

i.
3
0
lim
x
x sen x tg
x
÷
÷

j.
x sen x
x sen x
x
+
÷
÷0
lim
k.
a x
a sen x sen
a x
÷
÷
÷
lim
l.
2
2
0
lim
x
x sen


8) Calcule:
a.
x
x
x
|
.
|

\
|
+
+· ÷
1
1 lim
b. ( )x
x
x
1
0
1 lim +
÷

c.
x
e
x
x
1
lim
0
÷
÷

d.
k x
x
x
+
+· ÷
|
.
|

\
|
+
1
1 lim
e.
x
x
x
k
|
.
|

\
|
+
+· ÷
1 lim
f. ( )x
x
kx
1
0
1 lim +
÷

g.
x
x
x
x
|
.
|

\
|
+
+· ÷
1
lim
h.
5
1
1 lim
x
x
x
|
.
|

\
|
+
+· ÷

Respostas
1)
a. 0
b.
2
3
÷
c. 1
d. 3
e. 2a
f. 3a²
g.
2
3

h. 5
i. 12
j.
b a
a
÷
2

k. 12
l.
3
2

2)
a. -/
b. 2
c. -/
d. 6
e. 7
f. -/
g.
3
3
÷

h. 0
i. -/
j. 0
k. -2a
l. · +
3)
a. -/
b. · +
c. -/
d. -/
e. -/
f. · ÷
g. · +
h. -/
i. -/
j. · +
k.
4
1
÷
l. -/
4)
a. 2
b. 2 ÷
c. -2
d. -1
5)
a. 1
b.
3
2

c. a 2

d.
3
4

e.
2
6

f.
4
2

g. 1
h. 3
i.
a
a
3
3

j.
6
1
3
2
÷
a

k. 6
l.
a
a
2

m.
2
1

6)
a. 0
b.
6
5

c. 0
d.
2
1

e.
2
1
÷
f. · ÷
7)
a. 1
b. 1
c. 1
d. 0
e.
b
a

f.
4
5

g. -1
h.
2
1

i.
2
1

j. 0
k. cos a
l. 1
8)
a. E
b. E
c. 1
d. E
e. e
k

f. e
k

g. e
-1

h.
5
e