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ANÁLISE TEORICO-NÚMERICA-EXPERIMENTAL DE

ELEMENTOS COMPOSTOS COM TRAVEJAMENTO EM
QUADRO


Enio C. Mesacasa J únior
1
, Zacarias M. Chamberlain Pravia
2




Resumo: Os elementos compostos com o uso de travejamento em quadro,
principalmente de elementos de cantoneira e/ou perfis C, são usados de maneira
geral nas treliças de coberturas. A norma NBR 8800 de 1986 e ainda a revisão da
NBR 8800 de 2008, não fornecem subsídios para o projeto e cálculo deste tipo de
elemento, e até não recomendam seu uso devido aos esforços de cisalhamento que
incidem nos travejamentos. No presente trabalho apresentam-se métodos clássicos
para projetar esse tipo de elemento, assim como prescrições de diversas normas.
Por outro lado, experimentos numéricos com o uso do método dos elementos finitos
e ensaios experimentais com diversos modelos permitem delinear recomendações
para o projeto e detalhamento destes tipos de elementos, que embora não sejam
recomendados, são usados corriqueiramente na construção em aço.


Palavras chaves: elementos compostos, travejamento em quadros, projeto, análise
experimental.



1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS


O setor de estruturas metálicas está em franca expansão no Brasil, e com tantas
perspectivas neste setor, empresas e profissionais dedicam muito trabalho para
tornar-lo ainda mais competitivo em relação a outros tipos de materiais. Com isso,
surge a necessidade de se aperfeiçoar técnicas e procedimentos para acompanhar
toda essa evolução.
A implantação de estruturas mais leves, segundo Belley (1998), como perfis
compostos, aumenta a competitividade das estruturas metálicas, pois a redução de
peso de aço é um dos fatores determinantes para a viabilização de uma obra.
Porém, Ioannidis (1997) lembra que a adoção de perfis compostos vem associada a
problemas particulares em sua análise.
É comum observar a utilização de perfis compostos por cantoneiras dispostas
em forma de U, como se vê principalmente em treliças (Fig. 1).



1
Acadêmico, Bolsista PIBIC/UPF, Universidade de Passo Fundo/FEAR, Campus I, Bairro
São J osé, CP 611, Passo Fundo, RS, 99001-970, e-mail: enio.mesacasa@gmail.com
2
Professor Titular, D.Sc., Universidade de Passo Fundo/FEAR, Campus I, Bairro São J osé,
CP 611, Passo Fundo, RS, 99001-970, e-mail: zacarias@upf.br



Figura 1: Exemplo de treliça com perfis compostos


Estes elementos podem ser ligados entre si por espaçadores treliçados, com
chapa vazada, ou em forma de quadros (Fig. 2), sendo esta última forma a mais
utilizada pela economia de material e mão de obra.




Figura 2. Perfil composto formado por duas cantoneiras
e travejamento em quadros

Contudo, este tipo de estrutura geralmente não obedece qualquer instrução
normativa, pois a Norma NBR 8800 de 1986, e ainda a revisão da NBR 8800 de
2008, não prevê a utilização deste tipo de perfil, e até não recomendam seu uso
devido aos esforços de cisalhamento que incidem nos travejamentos. Segundo a
NBR 8800 de 1986, neste tipo de elemento deve ser considerada a redução da
carga de flambagem devido à distorção por cisalhamento.
Assim, para o dimensionamento de perfis compostos foram investigados
métodos clássicos dispostos em bibliografias e prescrições normativas
internacionais, para permitir uma análise refinada dos resultados individuais em
comparação com os resultados das análises numéricas pelo Método de Elementos
Finitos (MEF) e os ensaios experimentais.


2. ANÁLISE DE MODELOS MECÂNICOS

Sabe-se que para uma coluna composta, a carga crítica de flambagem é sempre
menor do que a de uma coluna de alma cheia de mesma área de seção transversal
e mesmo grau de esbeltez. Segundo Timoshenko (1977), esta redução de tensões
críticas é devida ao fato de que, no caso dos pilares compostos, as forças cortantes
produzem efeito muito maior nos deslocamentos do que no caso das barras cheias.

Segundo Bresler (1976), para se projetar colunas compostas, devem ser
consideradas a seguintes condições: flambagem da coluna em conjunto sob carga
de compressão axial (a), flambagem ou fluência dos segmentos individuais da
coluna (b), resistência do travejamento (c) e distorção da seção transversal (d),
conforme exposto na Figura 3.



Figura 3: Condições de falha de um perfil composto
Fonte: Bresler (1976)



A maioria dos autores define a carga elástica de flambagem em função de um
parâmetro K modificado em função da distância entre placas separadoras, e o raio
de giração da placa separadora ( batten plate). Nesse sentido podemos dizer que a
formulação geral usada por vários autores Timoshenko(1963), Bresler(1976),
Gaylord(1992), Mukhanov(1980), a Norma AISC-360:05(2005) e a norma espanhola
CTE(2006), pode ser reduzida a:

2
2
0
. .








+ ⎟





= ⎟





a m
r
a
r
L K
r
L K

(1)
2
2
.
. .
m
cr
r
L K
A E
N






=
π

(2)



Tabela 1: Resultados dos cálculos teóricos

Modelo
Timoshenko
(1963)
(kN)
Bresler
(1976)
(kN)
AISC
(2005)
(kN)
Norma
Espanhola
CTE(2006)
(kN)
Gaylord
(1992)
(kN)
Mukhanov
(1980)
(kN)
M1 12,12 12,12 11,21 11,21 12,29 9,67
M2 14,08 14,08 13,06 13,059 14,1 13,47
M3 19,34 19,34 19,02 19,018 19,51 22,41

Observa-se em todos os estudos que para valores de esbeltez do elemento
composto não excedendo 110 e a esbeltez local de um único ramo de valor não
excedendo 50, a redução por cisalhamento no elemento composto não é maior que
10%, se esta fosse totalmente uma seção contínua. Na Tabela 1 se apresentam os
valores calculados para as referências supracitadas no parágrafo anterior. O modelo
1(M1)é considerado sem travejamentos, o modelo 2(M2) com travejamentos
extremos, e o terceiro modelo (M3) com travejamentos extremos e um intermediário.

O coeficiente de variação dos resultados tem como máximo valor 8%, o que
mostra que os modelos mecânicos são equivalentes.


3. ANÁLISES NUMÉRICAS

Para a simulação numérica foi utilizado um programa que utiliza o método de
elementos finitos, de onde foram extraídas todas as informações necessárias para a
análise.

3.1. Elementos Finitos Utilizados

Entre as opções de elementos finitos para as análises, optou-se por utilizar o
elemento de casca Shell 181, que é um elemento definido por 4 nós, com 6 graus de
liberdade por nó, conforme apresentado na Figura 4.



Figura 5: Geometria do elemento de casca (Shell 181)



O Elemento Shell 181 já demonstrou em estudos anteriores, Chodraui(2006) e
Almeida(2007), ter um bom desempenho em análises não-lineares de cascas de
pequena espessura sujeitas a grandes deformações.
Além disso, a simplificação da modelagem tem por conseqüência menor esforço
computacional para o processamento, sem qualquer dispersão considerável dos
resultados, o que faz dos elementos de placa um grande atrativo se comparados a
elementos sólidos por exemplo.

3.2. Modelagem e Discretização dos modelos

A modelagem do perfil passou inicialmente por várias etapas de testes, para que
o melhor modelo de comportamento numérico pudesse ser escolhido.
Nos primeiros testes foram modelados todos os elementos do conjunto
estudado, incluindo o perfil U utilizado para unir os dois ramos que compunham a
peça a ser ensaiada (Figura 6), porém, devido às contribuições de rigidez das abas
do perfil, verificou-se um aumento desproporcional da carga crítica de flambagem, o
que influenciou na determinação de estudarem-se outros modelos.
Assim, foi elaborada uma nova análise utilizando-se somente uma chapa de
topo para ligar os dois ramos do perfil, porém, novamente foi verificada influência da
chapa extrema em função da sua rigidez excessiva, necessária para ter suas
deformações desprezíveis e não interferir na análise de flambagem dos ramos.



Figura 6: Modelos de análise estudados


A solução escolhida foi a análise dos dois ramos com os deslocamentos
acoplados um ao outro (Figura 7), para que assim não houvesse a interferência de
outros elementos na rigidez dos perfis, e se mantivesse o comportamento em
conjunto da peça quando submetida aos esforços de compressão.
Foi modelada também uma pequena chapa nos extremos de cada elemento
atribuída com módulo de elasticidade majorado, onde foram impostas as condições
de contorno e feitas as aplicações de carga no centróide de cada cantoneira. Os
deslocamentos no topo foram impedidos nas direções x e y, e na base, nas direções
x, y e z. Nenhuma restrição nos movimentos de rotação foi imposta, sendo que os
deslocamentos relativos dos nós entre as duas cantoneiras foram acoplados para
garantir o comportamento das duas cantoneiras em conjunto.




Figura 7: Modelo escolhido para as análises e nível de refinamento da malha

3.3. Resultados das Análises Numéricas

Para as análises numéricas foi adotado o mesmo procedimento descrito em
Chodraui (2006), onde é realizada uma prévia análise de autovalor obtendo as
tensões e os modos de flambagem. Em seguida, faz-se a atualização da geometria
da peça com base em algum critério a partir da configuração deformada do primeiro
modo de flambagem, ou seja são colocadas na geometria do modelo imperfeições,
e por último faz uma análise não-linear física e geométrica.
A amplitude das imperfeições geométricas, por questões práticas, foi prevista da
ordem de L/1000, como prevê a revisão da NBR 8800 de 2008, e no comportamento
material foi adotado um modelo bilinear, com o patamar de escoamento de 250
MPa.


3.3.1. Análise Linear Elástica

Para a obtenção da carga crítica de flambagem elástica foi realizada então uma
análise de autovalor.
Nestas análises, foi possível verificar o incremento da carga resistente dos perfis
com mais travejamentos, porém, o incremento desta carga para o perfil com
somente os travejamentos extremos foi consideravelmente maior do que para o
perfil com 3 chapas de travejamento. Isto pode ser explicado pelo comportamento da
peça sob ação do carregamento, pois como a peça já passa a trabalhar com os seus
dois ramos em conjunto no modelo com os travejamentos extremos, apresentando
uma deformada semelhante à de um perfil com alma cheia, o incremento da chapa
de travejamento intermediária pouco contribui, ou pouco precisa contribuir ainda,
para o comportamento em conjunto dos dois ramos.




Figura 9: Comportamento das peças sob ação da carga compressiva

3.3.2. Análises Não-Lineares

Foram obtidas as análises não-lineares geométricas, e posteriormente as não-
lineares física e geométricas, para também se estudar a influência do material na
obtenção das cargas críticas.
Quanto às imperfeições geométricas, conforme Almeida (2007), quando se
deseja uma análise de interesse menos rigorosa, em que não se considera a
possibilidade de interação entre os tipos de imperfeição, embora não represente a
realidade física do problema, a consideração apenas de uma forma de imperfeição
conduz normalmente a resultados considerados satisfatórios, pelo menos em termos
de força última. Com base nisso, foram empregadas somente as geometrias
deformadas do primeiro modo de flambagem da peça, obtida através das análises
de autovalor realizadas.
O comportamento não-linear dos modelos apresentou significativas reduções
nas cargas últimas, como se pode notar nos gráficos 1, 2 e 3, que mostram a linha
Tensão x Deformação dos 3 modelos simulados, e seu comportamento nas análises
Não-Linear Geométrica (NLG), e Não-Linear Geométrica e Material (NLGM).

Os resultados das cargas últimas obtidas com as análises numéricas podem ser
vistos na Tabela 2, onde pode se notar as diferenças nos valores desde as análises
de carga crítica de flambagem linear, até as análises não-lineares geométrica e
material.


Análises Não-Lineares - Modelo 1
0
2
4
6
8
10
12
14
0.00 1.00 2.00 3.00 4.00 5.00 6.00 7.00 8.00 9.00 10.00
Deslocamento (mm)
C
a
r
g
a

(
k
N
)
NLG
NLGM

Figura 10: Diagrama deslocamento versus carregamento para o modelo 1

Análises Não-Lineares - Modelo 2
0
5
10
15
20
25
30
0.00 3.00 6.00 9.00 12.00 15.00 18.00 21.00
Deslocamento (mm)
C
a
r
g
a

(
k
N
)
NLG
NLGM

Figura 11: Diagrama deslocamento versus carregamento para o modelo 2

Análises Não-Lineares - Modelo 3
0
5
10
15
20
25
30
0.00 3.00 6.00 9.00 12.00 15.00 18.00 21.00 24.00
Deslocamento (mm)
C
a
r
g
a

(
k
N
)
NLG
NLGM


Figura 12: Diagrama deslocamento versus carregamento para o modelo 3


Os resultados das cargas últimas obtidas com as análises numéricas podem ser
vistos na Tabela 2, onde pode se notar as diferenças nos valores desde as análises
de carga crítica de flambagem linear, até as análises não-lineares geométrica e
material.



Tabela 2: Resultados de carga última de compressão

Modelo*
Análise
Linear (kN)
Análise Não-Linear
Geométrica (kN)
Análise Não-Linear
Geométrica e Material (kN)
M1 11,89 11,78 10,08
M2 28,39 26,10 21,22
M3 29,83 28,10 21,88



4. ANÁLISE EXPERIMENTAL

Para avaliar os resultados de modelos mecânicos e computacionais foi definido
um programa experimental, numa primeira fase com nove corpos de prova, três
de cada modelo analisado. Ao escrever este trabalho tinha sido ensaiado apenas
um corpo de prova de cada modelo, os resultados são apresentados na Tabela 2,
e na Figura 13 uma vista da montagem do ensaio comparada com o resultado do
modelo numérico.

Tabela 3: Resultados experimentais

Modelo
Carga Crítica de
Flambagem (kN)
M1 14,50
M2 14,40
M3 20,0



Figura 12: Montagem do ensaio no LESE

5. COMENTÁRIOS E OBSERVAÇÕES

Um estudo completo sobre perfis compostos, principalmente de cantoneiras
separadas por chapas está em desenvolvimento no Laboratório de Ensaios em
Sistemas Estruturais da Universidade de Passo Fundo (http://www.lese.upf.br).
Nessa primeira fase foram desenvolvidas: compilação de formulações de modelos
mecânicos na literatura, estudo e desenvolvimento de análises por elementos finitos,
e o inicio de um programa experimental apenas com perfis laminados.

Os resultados aqui apresentados permitem enumerar os seguintes comentários:

(a) Os modelos mecânicos encontrados na literatura ou normas são enfocados
ao uso de um parâmetro K que leve em conta o espaçamento dos
travejamentos;
(b) A força de cisalhamento não é o fator dominante no correto
dimensionamento deste tipo de elementos;
(c) As análises de modelos mecânicos, numéricos e os primeiros resultados
experimentais indicam que é possível considerar dentro das normas,
principalmente a NBR 8800 e a NBR 14762, formulações que permitam
usar este tipo de elementos, que na prática de projeto são de uso comum
em estruturas de pequeno, médio e grande porte;
(d) A formulação apresentada para estudo dos modelos por elementos finitos
apresenta-se de boa qualidade e pode ser uma ferramenta que permita
realizar estudos paramétricos mais completos;
(e) Os resultados dos ensaios experimentais apresentam boa correlação com
os obtidos dos modelos mecânicos e dos modelos numéricos
computacionais. Apenas é necessária uma amostra com maior significância
estatística para validar uma proposta normativa.

Nessa direção os estudos devem continuar com perfis laminados e com perfis
conformados a frio, para poder apresentar propostas de incorporação deste tipo de
elementos nas normas ABNT NBR 8800 e ABNT NBR 14762.


SIMBOLOGIA

m
r
L K





⎛ .
Parâmetro de esbeltez do elemento composto modificado

0
.






r
L K
Parâmetro de esbeltez do elemento composto

a Distância centro a centro das chapas intermediárias
a
r Raio de giração de um único ramo do elemento composto




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