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TECNOLOGIA QUÍMICA

2º QUÍMICA
Profª Valquíria Ferrari
EQUIVALENTESG!AMA
"#$ Equi%ale&'e(ra)a *o+
ele)e&'o+ quí)i,o+$
Equivalente-grama (E) de um
elemento químico é o quociente do átomo-
grama (A) pela valência (v) do elemento.
Ex.:
Sódio E ! "# ! "# g
$
O-+$. %rande parte do& elemento& químico&
apre&entam mai& de uma valência'
con&eq(entemente) po&&uir*o equivalente&-
grama& di+erente&.
,erro&o E ! -. ! "/ g
,erro "
,érrico E ! -. ! $/). g
#
0ua& propriedade& muito importante&
do& equivalente&-grama &*o:
a) o& equivalente&-grama reagem entre &i na
propor1*o de $ : $
2) o& equivalente&-grama &e &u2&tituem (ou &e
de&locam) mutuamente na& rea13e& química&
Por'a&'o. Equivalente de um elemento
químico é a ma&&a de&&e elemento que &e
com2ina com / grama& de oxigênio.
E0er,í,io+
$) 4alcule o& equivalente&-grama do&
&eguinte& elemento& químico& (entre
parênte&e&) &*o dada& a& ma&&a& at5mica&
corre&pondente&):
a) 2ário ($#6)
2) +l7or ($8)
c) co2re (.#)-)
d) 9inco (.-)
e) potá&&io (#8)
+) ouro ($86)
g) prata ($:/)
;) níquel (-8)
"2$ Equi%ale&'e(ra)a *o+
1,i*o+$
Equivalente-grama (E) de um ácido é
o quociente da molécula-grama ou mol (<) do
ácido pela valência total do& ;idrogênio&
ioni9ávei& (v).
4on&iderando que o ;idrogênio é
monovalente) concluímo& que para &e ter a
valência total do& ;idrogênio& ioni9ávei& 2a&ta
contar o n7mero de ;idrogênio& ioni9ávei&.
Ex.:
=
"
S>
?
E ! 8/ ! ?8 g
"
O-+$. > ácido +o&+oro&o =
#
@>
#
) tem apena&
doi& ;idrogênio& ioni9ávei&.
Por'a&'o. 4omo decorrência da de+ini1*o
anterior) podemo& tam2ém di9er que:
Equivalente-grama de um ácido é a
ma&&a do ácido que li2era $ mol de =
A
E0er,í,io+
$) 4alcule o& equivalente&-grama do&
&eguinte& ácido&:
a) =B>
#
2) =
"
4
"
>
?
E ! A
v
E ! <
v
c) =Cr
d) =
"
4>
#
e) =<n>
?
+) =
#
@>
?
g) =4l
;) =
"
4r
"
>
6
i) =
"
S
"2$ Equi%ale&'e(ra)a *a+ -a+e+$
Equivalente-grama (E) de uma 2a&e é
o quociente da molécula-grama ou mol (<) da
2a&e pela valência total da& oxidrila& (v).
4on&iderando que a oxidrila é
monovalente) concluímo& que para &e ter a
valência total da& oxidrila&) 2a&ta contar o
n7mero de oxidrila&.
Ex.:
4a(>=)
"
E ! 6? ! #6 g
"
Por'a&'o. 4omo decorrência da de+ini1*o
anterior) podemo& tam2ém di9er que:
Equivalente-grama de uma 2a&e é a
ma&&a que contém $ mol de >=D
O-+$. Em equivalente-grama de um ácido
&empre reagirá com um equivalente-grama de
uma 2a&e) poi& o primeiro contém $ mol de =
A
e o &egundo $ mol de >=D
E0er,í,io+
$) 4alcule o& equivalente&-grama da& &eguinte&
2a&e&:
a) Ca(>=)
"
2) 4u(>=)
"
c) Al(>=)
#
d) ,e(>=)
"
e) @2(>=)
?
+) F>=
g) Ag>=
;) B=
?
>=
"3$ Equi%ale&'e(ra)a *o+ +ai+$
Equivalente-grama (E) de um &al é o
quociente da molécula-grama ou mol (<) do
&al pala valência total do cátion ou do Gnion
(v).
Be&&a de+ini1*o) entende-&e por
valência total do cátion o produto da valência
do cátion pelo n7mero de cátion& pre&ente& na
+órmula do &al' e o me&mo para a valência total
do Gnion) que &erá &empre igual) em valor
a2&oluto.
Ex.:
Al
"
(S>
?
)
#
E ! #?" ! -6 g
.
Halência do cátion ! A#
BI de cátion& ! "
Halência total ! (A#) . " ! .
Ou
Halência do Gnion ! - "
BI de Gnion ! #
E ! <
v
E ! <
v
Halência total ! (-") . # ! .
E0er,í,io+
$) 4alcule o& equivalente&-grama do& &eguinte&
&ai&:
a) Ba4l
2) 4aCr
"
c) Al4l
#
d) Sn(S>
?
)
"
e) 4r
"
(S>
?
)
#
+) 4uS>
?
. -=
"
>
g) AgB>
#
;) F
"
4r
"
>
6
i) ,eS>
?
"4$ Equi%ale&'e(ra)a *e
o0i*a&'e+ e re*u'ore+$
Equivalente-grama (E) de um oxidante
ou redutor é o quociente da molécula-grama ou
mol (<) da &u2&tGncia pela varia1*o total (J)
de &eu n7mero de oxida1*o.
O-+$. J ! (varia1*o do Box do elemento)$ (nI
de átomo& do elemento na +órmula)
Por'a&'o. >xida1*o é uma perda de elétron& e
redu1*o é um gan;o de elétron&.
Equivalente-grama de um oxidante ou
redutor é a ma&&a da &u2&tGncia que é capa9 de
gan;ar ou perder um mol de elétron&.
Em equivalente-grama de um oxidante
&empre reagirá com um equivalente-grama de
um redutor) poi& o primeiro e&tá Kdi&po&to a
gan;arL enquanto o &egundo e&tá Kdi&po&to a
perderL um mol de elétron&.
Ex.:
Sn4l
"
Sn4l
?
E ! $8: ! 8- g
"
E0er,í,io+
$) 4alcular) em +un1*o do mol) o&
equivalente&-grama do& &eguinte& oxidante&
ou redutore&) con&iderando a varia1*o indicada
do n7mero de oxida1*o:
a) F<n>
?
<n
"A
2) F<n>
?
<n
?A
c) BaCi>
#
Ci
#A
d) F
"
4r
"
>
6
4r
#A
e) =
"
S>
#
=
"
S>
?
+) =
"
S =
"
S>
?
g) FM M
"
"5$ N6)ero *e equi%ale&'e+
(ra)a$
B7mero de equivalente&-grama (e) de
uma &u2&tGncia é o quociente entre &ua ma&&a
(m) e &eu equivalente-grama (E).
O-+$. > u&o do n7mero de equivalente&-grama
torna o& cálculo& e&tequiométrico& muito mai&
rápido&) uma ve9 que o& equivalente&-grama
&empre reagem ou &e &u2&tituem na propor1*o
de um para um' por exemplo) :):$ equivalente-
grama de um ácido neutrali9a :):$
equivalente-grama de uma 2a&e ou :):$
equivalente-grama de um oxidante oxida :):$
E ! <
J
e ! m
E
equivalente-grama de um redutor) e a&&im por
diante. E&&e +ato é muito importante e é
con;ecido como @NMB4O@M> 0A
EPEMHAQRB4MA.
Ex.:
4alcule o n7mero de equivalente&-grama
corre&pondente a "?- g de =
"
S>
?
e ! "?- ! - equivalente&-grama (eq-g)
?8
E0er,í,io+
$) 4alcular o& n7mero& de equivalente&-grama
exi&tente& em:
a) ")/: g de F>=
2) $:). g de Ba
"
4>
#
c) :)8/ g de F
"
4>
#
d) -)8 g de Ba>=
e) #?)/ g de =4l
+) 8:): g de AlCr
#
g) "#)-6 g de 4a4l
"
;) 6). g de =
#
@>
?
") Pual a ma&&a de Ba>= que é neutrali9ada
por :)$ equivalente-grama de =B>
#
S
#) Puanto& grama& de F>= &*o nece&&ário&
para neutrali9ar completamente $8). g de
=
"
S>
?
S
NO!MALI7A7E
Bormalidade ou concentra1*o normal
(B) é o quociente entre o n7mero de
equivalente&-grama (e
$
) do &oluto e o volume
(H) da &olu1*o) em litro&.
> n7mero de equivalente-grama (e) de
uma &u2&tGncia é calculado dividindo-&e a
ma&&a (m) da &u2&tGncia pelo valor (E) de &eu
equivalente-grama.
@ortanto:
m
$
B ! E
$

H
U&i*a*e. eq-gTQ
Si(&ifi,a*o fí+i,o. A normalidade
indica quanto& equivalente&-grama de &oluto
exi&tem em cada litro de &olu1*o.
A normalidade é uma da& maneira&
mai& importante& de &e indicar a concentra1*o
da& &olu13e& e) irá +acilitar o& cálculo& onde
ocorrem rea13e& química& entre a& &olu13e&.
Ent*o) o n7mero de equivalente&-
grama (e
$
) do &oluto) &erá:
!ela89e+ e&'re a &or)ali*a*e e
ou'ra+ e0:re++9e+ *e ,o&,e&'ra89e+ *a+
+olu89e+$
B ! e
$
H
e
$
! m
$
E
$
B ! m
$
E
$
. H
e
$
! H . B
4oncentra1*o comum (4) e a
normalidade (B):
4oncentra1*o em quantidade de
matéria (4n) U (molaridade) e a normalidade
(B):
4oncentra1*o em quantidade de
matéria (4n)) concentra1*o comum (4))
normalidade (B) e título em ma&&a (V):
Ex.:
Pual a normalidade de uma &olu1*o que tem
6)# g de =4l di&&olvido& em "-: mQ de
&olu1*oS
B ! m
$
E
$
. H
B ! 6)# ! :)/ eq-gTQ
#.)- . :)"-
E0er,í,io+
$) Pual a normalidade de uma &olu1*o que
encerra $$)" g de F>= em ":: ml de &olu1*oS
") Pual a ma&&a de =
"
S>
?
pre&ente em "-: mQ
de &olu1*o decinormalS
#) Puanto& grama& de ,eS>
?
. "=
"
> &*o
nece&&ário& para preparar $ litro de &olu1*o
aquo&a :)- BS
?) Pual o volume de &olu1*o na qual devem
e&tar di&&olvido& 6). g de ,eS>
?
) de&tinado& a
rea13e& de oxi-redu1*o) a +im de que a &olu1*o
&eWa :)$ BS ,e
"A
,e
#A
-) Puanto& equivalente&-grama de &oluto
exi&tem em ":: mQ de &olu1*o :)- BS
.) Puanto& equivalente&-grama de &oluto
exi&tem em $-: mQ de qualquer &olu1*o :)"
BS
6) Pual a normalidade de uma &olu1*o :)"
molar de =
#
@>
?
S
/) Pual a normalidade de uma &olu1*o :):-
molar de F
"
4r
"
>
6
) de&tinada a rea13e& de oxi-
redu1*oS 4r
.A
4r
#A
8) Pual a normalidade de uma &olu1*o de
=
"
S>
?
cuWa concentra1*o é igual a "?)- gTQS
4 ! B . E
$
4n . <
$
! B . E
$
4 ! 4n . <
$
! B . E
$
! $::: . d . V

7ILUI;<O 7AS SOLU;=ES
0iluir uma &olu1*o con&i&te em
adicionar a ela uma por1*o do &olvente puro.
=
"
:
$- Solu1*o mai& concentrada.
"- Solu1*o mai& diluída.
O-+$. > volume e a concentra1*o de uma
&olu1*o &*o inver&amente proporcionai&.
Ex.:
0iluindo-&e ":: mQ de &olu1*o - molar de
=
"
S>
?
a "-: mQ) qual a concentra1*o em
quantidade de matéria +inalS
Hi . 4ni ! H+ . 4n+
":: . - ! "-: . 4n+
4n+ ! ? molar (molTQ)
E0er,í,io+
$) ":: mQ de &olu1*o - molar de =B>
#
+oram
diluído& com água de&tilada) até o2termo& uma
&olu1*o " molar. Pual o volume de &olu1*o
+inalS
") $:: ml de água +oram adicionado& a ?:: mQ
de &olu1*o :)- B de =4l. Pual a normalidade
da &olu1*o re&ultanteS
#) Pual o volume de água que &e deve
adicionar a "-: mQ de &olu1*o " B de Ba>=)
a +im de torná-la :)- BS
?) Pue volume) em mililitro&) de água
de&tilada devemo& adicionar a um litro de
&olu1*o :)$:- <) para torná-la :)$:: <S
-) "-: cm
#
de uma &olu1*o de =
"
S>
?
+orma
preparada& a partir de ": cm
#
de ácido
concentrado de den&idade $)/- gTcm
#
e
contendo 8.X de =
"
S>
?
em pe&o. Pual a
normalidade da &olu1*o re&ultanteS
MISTU!AS 7E
SOLU;=ES 7E MESMO
SOLUTO
Y comum no& la2oratório& de química
a mi&tura de dua& ou mai& &olu13e& de um
me&mo &oluto.
mi
Hi
4i
m+
H+
4+
$ "
Hi . 4ni ! H+ . 4n+
Hi . Bi ! H+ . B+
Sol. $ Sol. "
4on&eq(entemente) teremo&:
A concentra1*o +inal é a média
ponderada da& concentra13e& iniciai&)
tomando-&e por Kpe&o&L o& volume&
corre&pondente&.
Ex.:
-:: mQ de uma &olu1*o :)" B de =4l &*o
mi&turado& a $:: mQ de &olu1*o :)/ B do
me&mo ácido. 4alcule a normalidade da
&olu1*o re&ultante.
B ! -:: . :)" A $:: . :)/ ! :)# B
-:: A $::
E0er,í,io+
$) 4alcule a molaridade de &olu1*o o2tida pela
adi1*o de "-: mQ de &olu1*o de =
"
S>
?
" B e
.:: mQ de &olu1*o de =
"
S>
?
:)$ B.
") $-: mQ de =4l de normalidade
de&con;ecida &*o mi&turado& a #-: mQ de =4l
" B) dando uma &olu1*o ")8 B. Pual a
normalidade do ácido inicialS
#) 0etermine a normalidade de uma &olu1*o
aquo&a de =
"
S>
?
re&ultante da mi&tura de -::
mQ de uma &olu1*o aquo&a de =
"
S>
?
" <
com $.-:: mQ de &olu1*o aquo&a do me&mo
ácido e de concentra1*o 8)/ gTQ.
Sol. +inal
4 ! H
$
. 4
$
A H
"
. 4
"
H
$
A H
"
4n ! H
$
. 4n
$
A H
"
. 4n
"
H
$
A H
"
B ! H
$
B
$
A H
"
. B
"
H
$
A H
"