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UNIVERSIDADE TIRADENTES

ABNER SCHORT MAFORT
BRUNO JOSÉ SANTOS SOUZA
THIAGO MATOS DE SOUZA

PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES

Aracaju-SE
2013

ABNER SCHORT MAFORT
BRUNO JOSÉ SANTOS SOUZA
THIAGO MATOS DE SOUZA

PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES

Relatório de aula prática da disciplina
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA, turma
24, Curso de Engenharia Civil, Universidade
Tiradentes.

PROF.ª: Silvia Maria Egues Dariva

Aracaju-SE
2013

SUMÁRIO

1. Introdução...........................................................................................................03

2. Material e Métodos.............................................................................................04

2.1.

Material................................................................................................04

2.2.

Procedimento.....................................................................................04

3. Resultados e Discussão.........................................................................................06

3.1 .................................................................................................05

4. Conclusão...............................................................................................................07

Referências Bibliográficas...........................................................................................08

PALAVRAS – CHAVES: Abordagem desenvolvimentista; Legalidade e Legitimidade
Estagio Supervisionado.

1. INTRODUÇÃO
Este trabalho relata as experiências vividas por alguns estagiários do curso
de licenciatura da área de Educação Física, sendo que a partir da prática extensionista
estaremos dando principal ênfase no processo de ensino-aprendizagem nas aulas de
Educação Física: entre o ideal e o real, tendo como objetivo principal analisar o
contexto escolar, a partir das aulas de Educação Física, relatando as experiências
vivenciadas e se o processo de ensino-aprendizagem procura confrontar a realidade
com o que acontece nas práticas de Educação Física.
No decorrer deste relatório, iremos vivenciar o todo o processo de construção
da pratica desenvolvimentista, diante das experiências vivenciadas na Escola Rotary de
1º grau Dr. Wilson Rocha através da observação e da realização das aulas de

que foi enviado pela professora para as escolas. pela construção desse relatório. desenvolvido durante o quarto período do curso de Educação Física da Universidade Tiradentes. O presente relatório realizado a parti das experiêcias nas aulas de Educação Física na Escola Rotary de 1º grau Dr. a fim de que possamos atingir os nossos objetivos. contendo 50 minutos cada. sendo que estaremos observando o processo contínuo de desenvolvimento do aluno. os quais ficaram responsáveis. pois a função do estagiário é fazer com que o aluno ponha em prática e exercite seus conhecimentos teóricos adquiridos durante seu curso de graduação. Wilson Rocha na Disciplina Estágio Supervisionado de Ensino II. mas sim que ele procure entender. A Escola Rotary de 1º grau Dr. tendo em vista algumas mudanças. a partir dos conhecimentos literários. foi necessária a divisão da turma em grupos. habilidade e atividades dos mesmos. para isso. para que os alunos possam confrontar a realidade. antecedendo a formulação deste relatório. Atualmente é muito importante na vida do estudante. Para que este relatório fosse executado. foi criado a prática da disciplina Estágio Supervisionado. sendo que cada aluno ministrou duas aulas. agora observada através das práticas. procurando comparar com o que foi visto na teoria quando estudamos.Educação Física enquanto estagiários. melhorando os conhecimentos. seguindo um plano de aula. baseado no planejamento feito pelo grupo. para que as mesmas tomassem . já que iremos trabalhar com a Abordagem Desenvolvimentista. Wilson Rocha está localizada na Rua Alagoas com Avenida Bahia no Conjunto 18 do Forte. que o aluno não assimile apenas os conteúdos passados em sala de aula. Para efetivação das visitas houve a entrega de um termo de consentimento. aprender o por que da importância daquele conteúdo para a sua vida e melhor aproveitando-o no decorrer de sua vida. Bairro Siqueira Campos na cidade de Aracaju.

falar o conceito de escola. o corpo do trabalho que estaremos pontuando. Função Social da Escola e da Educação Física. FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA E DA EDUCAÇÃO FÍSICA Nesse momento não podemos falar em função social da escola sem antes. a partir da orientação da professora de Estágio. O terceiro e último capítulo tratará das considerações finais. bem como o que iremos abordar nos demais capítulos. previamente elaborados. onde estaremos expondo os objetivos deste relatório. tema. Legalidade e Legitimidade. a Abordagem. No que se refere a escola se caracteriza de forma organizada onde o estado divide os conteúdos didaticamente passados aos aprendizes dos estudos e um . “a escola é o lugar onde é veiculado o conhecimento que a sociedade julga necessário transmitia às novas gerações pois é uma instituição que foi criada para socializar o saber sistematizado”. Munidos de planos de aula. sendo um capitulo introdutório. conteúdos. Deste modo. este relatório constará com três capítulos. a importância do Estágio para o nosso curso em seguida a conclusão do grupo. Segundo João Ames Lomênio. o segundo capítulo refere-se ao desenvolvimento. objetivos. 2.conhecimento da prática extensionista que seria realizada e quem seriam os alunos que estariam estagiando no colégio. com dados de identificação.1. seguimos para o colégio previamente definido. DESENVOLVIMENTO 2. metodologia etc.

exercendo a função de educar. como as escolas. ajustando as práticas reais necessidades de aprendizagem dos alunos. . em vários níveis responde as necessidades da educação escolar em geral. expressar sua opinião. Agora se houve a interação do professoraluno tudo fica mais prático por que os alunos iriam-se sentir mais a vontade para tirar dúvidas. se tornando mais fácil a compreensão de idéias. partindo de experiências vivenciadas por cada aluno. a troca de experiências e o convívio se tornam mais difícil o aprendizado do aluno. Quando o ensino é passado de forma rígida. conseqüentemente organizando uma variedade de atividades. dialogar conhecendo a opinião dos outros sobre aquele determinado assunto. portanto as escolas vieram para auxiliar a sociedade. ficando apenas decorado naquele momento que lhe foi passado e depois esquecido com facilidade. Porém a educação de maneira formal nem sempre conseguiu atender a todos os objetivos do ato de educar. que não é científico (ARANHA. deixando as aulas mais dinâmicas e produtivas. que estão organizadas de diferentes formas a fim de atender as necessidades locais. 1993). fazendo com que assim. tentando melhor. sem que haja interação professor-aluno. surgiram da transformação dos grupos humanos. deixando um espaço entre o entendimento e a compreensão absoluta do que foi passado. muito se aprende de maneira informal. e sendo muito importante para formação do caráter do indivíduo. por sua vez. surgissem organizações encarregadas de transmitir sua cultura. Cabe a escola trabalhar com a diversidade de conteúdos. alcançando seus objetivos. e incentivar as novas formas de ensino-aprendizagem.aprofundamento nas técnicas de ensino. que foram ficando cada vez mais complexos. As escolas. através das demais formas de conhecimento.

com os processos cognitivos. pois o envolvimento da Educação Física é com desenvolvimento da criança. Atualmente. deixando o aluno mais descontraído na realização das atividades. buscando por meio da compreensão a melhor forma para . O objetivo de favorecer a autonomia no gerenciamento da atividade física ao aluno. 1997). oferecendo experiências de movimentos adequados ao conteúdo trabalhado nas salas de aulas ou na prática.Seria por esses e outros motivos a grande importância da função social da escola e da Educação Física. deve abranger todos os alunos e não somente os mais aptos. A Abordagem Desenvolvimentista considera que um programa de Educação Física escolar como um todo não deve consistir apenas em modalidades esportivas e jogos (NAHAS. como exercícios realizados ao ar livre. que se prevalece a partir do movimento na realização de qualquer atividade física elas proporcionam aos alunos as condições para o seu comportamento motor seja desenvolvido. afetivos e psicomotores. com o ato de aprender. Assim tanto a escola. Desse modo. buscando garantir a formação integral do aluno. coexistem na área da Educação Física varias concepções. todas elas tendo em comum a tentativa de romper com o modelo mecanicista. as estratégicas sugeridas para as aulas são atividades físicas não-excluentes. Sua relação com a Educação Física está englobada na cultura corporal sendo que ambos são ensinadas do ponto de vista das experiências motoras e da apropriação da reflexão sobre os seus fundamentos técnicos e sócioculturais que os caracterizam. Para isso a Educação Física tem seus fundamentos nas concepções de corpo e movimento. esportivista e tradicional. a natureza do trabalho desenvolvido nessa área tem íntima relação com a compreensão que se tem desses dois conceitos de função social da escola e da Educação Física. Sendo que a Educação Física possue algumas formas básicas. como o ensino sobre essa linha de estudo.

o profissionalismo não pode ser a meta almejada pela escola. A Educação Física escolar deve dar oportunidade a todos os . Isto quer dizer que os cursos da área da educação. novas experiências. É fundamental que se faça uma clara distinção entre os objetivos da Educação Física escolar e os objetivos do esporte. Nessa tendência a escola funciona como modeladora do comportamento humano. Pensando no papel dos professores.1992). especificadamente. estimulando as crianças a criarem e recriarem as suas próprias experiências corporais. atitudes e conhecimentos úteis e necessários para que os indivíduos se integrem à sociedade (LUKESI. Na Educação Física. ainda hoje influenciam a formação profissional e suas práticas pedagógicas. de algum modo. e todas as tendências. criando condições para que seu comportamento motor seja desenvolvido a partir de experiências adquiridas no convívio social e familiar. não mais como mera colaboradora mais como elemento ativo no processo de ensino. não existem uma única forma de se pensar e implementar a disciplina na escola no intuito de valorizar a prática pedagógica desta disciplina.se trabalhar com as propostas dos PCN’s (parâmetros curriculares nacionais) que adotava a destinação entre organismo e corpo trabalhando em conjunto. da ginástica e da luta profissional. promovendo o processo educativo escolar. pois embora seja uma referência. e oportunizando a aquisição de habilidades. não podemos se restringir a conteúdos prontos e acabados. assim como em outros componentes curriculares. mas devemos estimular a reflexão e a compreensão do contexto social e suas relações. Os objetivos e as propostas educacionais da Educação Física foram se modificando ao longo dos últimos anos. da dança. os profissionais da área de Educação Física devem proporcionar aos alunos.

tanto no que diz respeito a concepção da disciplina e suas finalidades quanto ao seu campo de atuação e à forma de como se ensinava. LEGALIDADE E LEGITIMIDADE No século passado. o antigo nome que era dado a Educação Física. ressignificá-los e recriá-los. Independentemente de qual seja o conteúdo escolhido.alunos para que desenvolvam suas potencialidades. de forma democrática e não seletiva. visando seu aprimoramento como seres humanos. estética. avaliá-los eticamente. corporal. Sendo apenas trazida para os municípios da corte com Rui Barbosa onde ele defendia a inclusão da ginástica nas escolas e a equiparação dos professores de . afetiva. O aluno deve aprender para além das técnicas de execução. analisá-los esteticamente. a educação Física esteve organizada somente entre as instituições militares e a classe médica. que se tornou obrigatória em todas as escolas da corte a ginástica no lado. apreciá-los criticamente. a discutir regras e estratégias. Pois foi no ano de 1851 na Reforma de Couro Ferraz. os processos de ensino e aprendizagem devem considerar as características dos alunos em todas as dimensões (cognitiva. ética. 2. de relação interpessoal e inserção social).2.

faltando condições de trabalho. Minas Gerais entre outros. deixando claro qual seria a importância de se ter um corpo saudável para sustentar a atividade intelectual. pois a educação brasileira sofria uma forte influência do movimento escolanovista. mas sendo incluído agora nos currículos dos estados da Bahia. Sendo assim na década de 30. Dentro desses discursos. ainda com o nome de ginástica. na elaboração da constituição se fez a primeira referência explícita à Educação Física em textos constitucionais federais. casamento entre eles para que não pudessem misturar outras raças. Distrito Federal. este se firmava em princípios biológicos. como hábitos do cotidiano. tomar banho. Também havia um artigo naquela constituição que citava o preparamento dos jovens para defenderem a nação caso fosse preciso. o alemão e posteriormente o francês. A inclusão da Educação Física nos currículos não havia garantido a sua implementação prática. escovar os dentes. embora a legislação visasse tal inclusão.ginástica aos das outras disciplinas. espaço e material adequado. sendo que só poderiam multiplicar a raça branca ocorrendo as vezes. ele destacou e priorizou suas idéias a partir do ano de 1882. a falta de recursos humanos capacitados para serem trabalhados no âmbito escolar. . A partir deste século deu início a Educação Física. Apenas em 1937. cortar as unhas entre outros priorizando a prevenção de doenças. foram surgindo outros objetivos para a utilização da Educação Física como a grande necessidade de higienização. priorizando a eugenização dos mesmos. incluindo-a no currículo como prática educativa obrigatória. que evidenciava a importância da Educação Física no desenvolvimento integral do ser humano. Ceará. A Educação Física desta época era baseada nos métodos europeus. recorreu a ascensão ideológica nazista e fascista dando ênfase as idéias de eugenização das raças. o sueco.

onde eram instruídos fisicamente para obtenção do corpo saudável para guerra com relação aos homens e as mulheres eram proibidas de fazer as aulas de Educação Física. especificadamente o futebol. melhorando com isso no processo de industrialização e urbanização conseqüentemente isso muito influenciou na Educação Física já que ela ganhou novas atribuições. nesse contexto o papel do professor é bastante centralizador e a prática. beneficiando o trabalho coletivo. sueco e alemão para o Brasil. Sendo que com o passar dos anos especificadamente em 1939 foi criado a primeira escola civil de formação profissional da Educação Física e após a primeira guerra mundial. Com o surgimento do estado novo. surge então o sucesso da seleção brasileira de futebol em duas copas do mundo (1958 e 1962) levou a associação da Educação Física escolar com o esporte. nessa época a Educação Física era entendida como atividade exclusivamente prática. uma repetição mecânica dos movimentos esportivos. consegue trazer os métodos francês.Foi apenas no ano de 1930 que Inezil Pena Marinho. Esses métodos vieram para o Brasil. Ficando confirmada em março de 1940 que seria obrigatória a educação cívica moral e física da infância e da juventude a prática da atividade física. O método natural austríaco e o método desportivo generalizado no período pós-guerra onde surge o elemento dominante da cultura corporal por esse motivo houve a influência do esporte no sistema escolar. tentando solucionar problemas econômicos e sociais em que o país se encontrava. . Eles juntamente com 25 pioneiros criaram a nova escola. trabalhando em conjunto corpo e mente saudáveis. foram os militares que ficaram responsáveis para comandarem as aulas de Educação Física nas escolas. os métodos militares começaram a ser questionados e surgiram as tendências pedagógicas. melhorando sua capacidade produtiva.

municípios e até mesmo as escolas. antecedendo a esse período foram criadas as LDB (Lei de Diretrizes e Bases). a educação sofreu as influencias da tendência tecnicista.(LDBEN art. curriculares e de calendário. tanto no que diz respeito à natureza da área quanto no que se refere aos seus objetivos. Na década de 70. Nesse período estreitamente os vínculos relacionados à Educação Física. conteúdos e pressupostos pedagógicos de ensino e aprendizagem. cabendo aos estados. na integração nacional e na segurança nacional. nesse processo o ensino era visto como uma maneira de qualificar a mão-de-obra. No primeiro aspecto. . questionou-se seu papel e sua dimensão política. que “regulariza em âmbito nacional. tanto na formação de um exército com jovens fortes e saudáveis. pois a mesma promoveu mudanças significativas como passou a priorizar o segmento do primeiro grau e trabalhou também com a pré-escola. 21122). os efeitos desse modelo começaram a ser sentidos e contestados: iniciou-se uma profunda crise de identidade com relação aos contextos discutidos através da Educação Física escolar. de promoção de série e a expedição da documentação escolar de cada aluno da educação básica”. Prosseguindo para década de 80. a função de diretrizes pautadas no nacionalismo. a carga horária e presença mínima em aula e as formas de promoção de série. reavaliaram-se e enfatizaram-se as dimensões psicológicas. Por esses motivos as relações da Educação Física e a sociedade passavam a ser discutida sob a influência das teorias críticas da educação.Após 1964. estavam pontuados em esportes e nacionalismo. como na tentativa de desmobilização das forças políticas oposicionistas. cognitivas e afetivas. sociais. Ocorreu uma mudança de critérios. concebendo o aluno como ser humano integral. como por exemplo. a Educação Física ganhou funções importantes. a normalização das peculiaridades regionais e locais. se ampliou a visão de uma área biológica. a base comum do currículo.

onde após a aprovação da resolução 03/87 do Conselho Federal de Educação.Quanto a Educação Física na escola. a fim de elaborar a nova proposta. criou-se na Escola de Educação Física e Desporto – EEFD. éticos e de sexualidade de forma intensa e explícita. visando a criação de leis. desde meados da década de 1980 tem havido mudanças nas suas concepções. surge como resultado da travada pela comunidade da EEFD. tentando solucionar alguns problemas existentes ainda nessa época deixados pelos acontecimentos anteriores. Pois a Educação Física propicia uma experiência de aprendizagem peculiar ao mobilizar os aspectos afetivos. Desse modo ficou instituído a obrigatoriedade da Educação Física no âmbito escolar. romper aos anseios e expectativas sociais. as seguintes propostas que apontam para um novo perfil da formação do estudante da EEFD. em processo que envolve diversas transformações. quanto na prática pedagógica dos professores do componente curricular (DARIDO. A discursão para a formulação do curso de licenciatura em Educação Física da UFRJ. surgiu a partir de 1987. Atendendo as diretrizes definidas pelo parecer nº 215/87. Assim ao final de maio do ano de 1990. que determinou-se o novo currículo mínimo. Desde então deu-se início a uma longa caminhada que respeitando seus especificidades e conteúdos próprios teve como base identificar as necessidades da sociedade e dentro dos princípios que norteiam. uma comissão composta por representantes dos departamentos. Surgiram então movimentos renovadores na Educação Física. sociais. tanto nas pesquisas acadêmicas nesse segmento. 2003). no sentido de: . o que faz nem que o professor de Educação Física tenha um conhecimento abrangente de seus alunos.

Dança. sejam criadas condições para que os estudantes aprendam a explorar. afetivos. pelas opções feitas pelos alunos e/ou pela vocação ou disponibilidade de meios disponíveis em cada IES.  Formar profissionais conscientes do papel da Educação Física como meio de educação. na busca de alternativas pedagógicas à realidade educacional de nosso tempo. aprofundamento em conhecimento significa: “A parte do currículo que deverá. Desporto. a reformulação curricular formalizou na EEFD em quatro áreas de aprofundamento.  Introduzir a pesquisa. Assegurar que a Educação Física seja um instrumento que contribua para formação do homem. caracterizar a maior ou menor ênfase do curso oferecido. Recreação e lazer.  Contribuir para reflexão sobre os problemas educacionais de nossa comunidade. Surge então a reformulação curricular para que o estudante possa optar por uma área de aprofundamento. seja na linha de licenciatura.  Garantir que além do ensino de conteúdos técnicos-cientificos. que segundo o parecer nº 215/87 do Conselho Federal de Educação. um ser crítico independente. .  Utilizar a extensão como elemento repassador de conhecimentos para comunidade e estimulador do surgimento de novas metodologias de ensino da Educação Física. sendo elas: Educação pré-escolar. criativo e renovador. gestuais e expressivos. plenamente suas dimensões intelectuais. seja no bacharelado”. Sendo assim.

3. Outro grande fator foram as reuniões organizadas pelos profissionais do EEFD que queriam colaborar na formação de professores e que pudessem contribuir para um melhor entendimento das relações do homem consigo mesmo e com seu meio. Isto se deve principalmente à incorporação de certos princípios a proposta. oferecendo experiências de movimento adequadas às faixas etárias. Foi proposta uma taxionomia para o desenvolvimento motor: o estabelecimento de uma classificação hierárquica dos . Para a abordagem desenvolvimentista. o aprofundamento na área de Recreação e lazer. Embora seus pressupostos e finalidades sejam semelhantes ao modelo biológico higienista. que promovia a saúde por meio de atividades nas aulas de Educação Física. desde 1995 aconteceram diversos encontros entre professores a fim de discutir a obrigatoriedade de algumas disciplinas de acordo com a carga horária. recreação hospitalar. Essa proposta foi criada inicialmente para criança de 4 a 14 anos sendo desenvolvido uma fundamentação para prática da educação física escolar. mudar atitudes e promover a prática sistemática de exercícios. recreação na 3ª idade e na organização de colônia de férias. como a da não exclusão (BRASIL. 2. ABORDAGEM DESENVOLVIMENTISTA O modelo desenvolvimentista tem como autor principal Go Tani. 1999). alguns aspectos distinguem esta proposição mais recente.Instituído em 1995. Com a divulgação da proposta em Recreação e lazer. Finalizando esse conteúdo com a abordagem da saúde renovada que tem por paradigma a aptidão física relacionada à saúde e por objetivos: informar. respaldado nas experiências dos profissionais de EEFD no trabalho com recreação para crianças. conferido-lhe um caráter renovado. recreação e saúde mental. a Educação Física deve proporcionar ao aluno condições para que seu comportamento motor seja desenvolvido.

manipulativas e estabilizadoras) como no caso das estabilizadoras em sentido amplo. empurrar etc.movimentos dos seres humanos durante seu ciclo de vida. puxar. o papel dos profissionais perante essa abordagem seria proporcionar aos alunos. sendo que as manipulativas referem-se tanto a aplicação de força ou a recepção de força de objetos. desde a fase dos movimentos fetais. O desenvolvimento motor é a capacidade de exercer controle sobre o movimento e a aprendizagem motora seria mudanças internas no indivíduo que é inferida a partir de um melhoramento relativamente permanente na performance que resulta da prática (ECKERT. . virar-se.. promovendo estratégias metodológicas. Diante disso. Assim. auxiliando na solução de problemas que podem surgir no decorrer das aulas. o movimento é o principal meio e fim da Educação Física.. correr. aprendizagem. pular. rudimentares e fundamentais até a combinação de movimentos fundamentais e culturalmente determinados (TANI et al. 1998). o desenvolvimento motor. a partir de experiências de movimentos de acordo com as faixas etárias serão desenvolvidas habilidades básicas (locomotores. 1998). Segundo essa linha de abordagem. exemplo: girar. Esta abordagem tem como temática principal trabalhar a habilidade. sendo privilegiada a sua aprendizagem através de dois pontos principais: o desenvolvimento motor e a aprendizagem motora. condições para que o seu comportamento motor seja desenvolvido. é qualquer movimento no qual certo grau de equilíbrio é necessário. espontâneos e reflexos. variando algumas maneiras de como deve ser trabalhado alguns conteúdos. locomotoras referem-se aos movimentos que envolvem mudanças na localização do corpo relativamente a um ponto fixo na superfície por exemplo: caminhar.

só assim conseguiremos trabalhar conseqüentemente. conhecer a realidade em que se encontra a escola pois o convívio social. Para trabalharmos com essa abordagem foi necessário. conseqüentemente desenvolvendo o respeito pelos colegas. realizadas no colégio Rotary não esquecendo que um dos papéis por nos realizados foi a verificação do comportamento motor do aluno. “A criança deve aprender a se movimentar para adaptar-se as demandas e as exigências do cotidiano. influência no âmbito escolar. ou seja. já que através do lúdico. promovendo práticas . A partir dessa perspectiva passou a ser extremamente difundida a questão da adequação dos conteúdos ao longo das faixas etárias”. localizando os erros e sugerindo informações para que eles pudessem solucionar esses problemas o que evidencia a abordagem que escolhemos para trabalhar nas nossas aulas de Educação Física. priorizamos nas nossas aulas. alguns alunos vêm de uma condição sócio-economia baixo. mas nada que não possamos resolver ao longo do tempo. A presente proposta objetiva despertar nas crianças sua auto-estima. corresponder aos desafios motores. é muito importante. tentando despertar nas crianças sua auto-confiança na realização das atividades. com isso o processo avaliativo ocorre de maneira processual e a observação e sistêmica.Ficando agora evidente e discutido qual a linha de estudo. as crianças abandonam o seu mundo de constrangimento e realizando atividades que estimulem a participação de todos. antes de tudo. desenvolvendo uma relação equilibrada e sendo trabalhado o potencial critico e reflexivo do aluno. diante do processo de ensino-aprendizagem. e conseguindo com que os alunos se tornem participativos nas aulas de Educação Física. identificando os elementos da Abordagem Desenvolvimentista com relação ao ensino fundamental. especificadamente para a faixa etária de quatro a quatorze anos. desenvolvendo nos alunos o espírito de solidariedade. reconhecendo a contribuição cultural.(Pensamento dos Autores). com perseverança e respeito.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO A Escola Rotary de 1º grau Dr.4. onde são realizadas as aulas de educação física. Ela está numa área periferia. uma quadra coberta e outra quadra descoberta.pedagógicas competentes. Possui dez salas. Wilson Rocha está localizada na Rua Alagoas na cidade de Aracaju. que foram utilizadas por estagiários. . 2. é freqüentada por alunos de famílias de classe baixa. reconhecendo e valorizando as contribuições para as crianças.

No ponto negativo. . sabemos da grande importância do estágio supervisionado.Durante o período em que comparecemos a escola. por exemplo. ou seja. como todas as escolas da rede municipal e estadual. 3. pois através dele podemos colar em prática o que aprendemos na teoria. não tem nenhuma estrutura para confortar não só os alunos. mas os funcionários. cadeiras destruídas. observamos como ponto positivo o excelente espaço oferecido aos estagiários comandarem as aulas para as crianças do ensino fundamental (1º ano à 5º ano). destacando a grande influencia do professor de Educação Física na vida social dos alunos. Os coordenadores são relevantes para a escola porque são eles que colocam a escola funcionar. No entanto a escola apresenta o bom número de alunos de cada turma. administram a escola. Wilson Rocha. para a nossa formação. a escola Rotary de 1º grau Dr. ventiladores danificados. Considerações Finais Diante das nossas experiências. fazendo com que o aluno esteja preparado para enfrentar as dificuldades que irão encontrar no decorrer da sua vida. ajudando a melhorar a qualidade de ensino por meio dessa disciplina estágio supervisionado de ensino II conseguimos atingir nossos objetivos perante o processo de ensino-aprendizagem. entre outros.

mas desenvolveu a partir desses princípios a aplicação das praticas pedagógicas. dos conteúdos e das metodologias trabalhados com base na revisão literária. composições. instituições e saberes. assim como serviu de base para que entendêssemos da grande importância de um profissional de educação física na formação sóciocultural do aluno. os homens criam padrões de comportamento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS www. fortalecendo a importância dessas atividades para o desenvolvimento do ser humano numa perspectiva inclusiva. Aplicamos várias atividades. cujo aperfeiçoamento é feito pelas gerações sucessivas. sendo que todos os alunos participaram das atividades por nos realizados na escola Rotary de 1º grau Dr.Portanto este estudo não só trabalhou com os aspectos cognitivo.google. Desenvolvemos aspectos metodológicos em cima da abordagem desenvolvimentista a partir das inúmeras possibilidades de criação e utilização de materiais alternativas para estabelecer uma coerência com a realidade dos estudantes daquela instituição de ensino. o que comprova que “a partir das relações que estabelecem entre si.com. afetivo e social relacionados ao movimento humano. o que lhes permite assimilar e modificar os modelos valorizados em uma determinada cultura”. Deste modo o estágio foi um grande instrumento de aprendizagem e fixação de conteúdos aprendidos na teoria de maneira prática. Wilson Rocha. enfatizando a valorização da ludicidade nos objetivos. limitações e possibilitando um melhoramento na qualidade de vida dos alunos.br “jogos de construção na escola” Data: 26/10/2007 Hora: 11:37 .

DARIDO. As teorias da Educação Física e do Esporte.). M. 2002.SCHMIDT. R.(org. Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Brasília: MEC/SEF. Secretária de Ensino Fundamental. TUBINO. S. Rio de Janeiro: Manole. Ijuí: Unijuí.A.. C. A prática de ensinar. BRASIL. 2001.A. e WRISBERG. M.C.V. Transformação didática-pedagógico do esporte. ciclos: 1 e 2 – versão preliminar). KUNS. As abordagens do processo ensino-aprendizagem. Porto Alegre: Artmed. Porto Alegre: Artmed. 1998 . 1996 (Área: Educação Física. MIZUKAMI. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem da aprendizagem baseada no problema. 2005.A. São Paulo: EPU. E. ZABALA. Parâmetros Curriculares Nacionais. 1998. A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2 ed. I. RANGEL.G. Ministério da Educação e do Desporto.C. 2002.

ANEXOS .

Wilson Rocha 1.2. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr. SÉRIE: 2º ano 1. PROFESSORES INTERVENTORES: Edson Soares de Jesus.5.1.ANEXO 01 (PLANEJAMENTO) PLANEJAMENTO 1. 1.6. Thiago Matos de Souza.3. José Adroaldo Messias Soares. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor . NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1.4. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1. Sérgio Santos Souza.

PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana . cadeira. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . PLANO DE AULA 01 1. RECURSOS MATERIAIS: colher. mas absolutamente obrigatórias. limão.7.13. PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana II.1. fisiológico. VI.DARDO. IX.11. acompanhando de um sentimento de tensão e de alegria e e uma consciência de ser diferente da “vida quotidiana”(p. motor.8. NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1. METODOLOGIA: O procedimento metodológico do nosso planejamento será através da abordagem desenvolvimentista. OBJETIVO ESPECÍFICO: Desenvolver as capacidades motoras. é uma tentativa de caracterizar a progressão normal do crescimento físico. rebater. OBJETIVO GERAL: Proporcionar aos alunos condições para que seu comportamento motor seja desenvolvido. motor. CONTEÚDOS: Andar. Wilson Rocha 1. Para Huizinga (1980) o jogo é uma atividade ou ocupação voluntária. VII. cognitivo e afetivo social na aprendizagem motora. Educação Física na Escola: Implicações para a prática pedagógica. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. dotado de um fim em si mesmo. bola. SÉRIE: 2º ano 1. 33). cognitivo e afetivo-social dos alunos de uma forma lúdica. IV. manipulativas e estabilizadora. 1998). oferecendo experiências de movimento adequadas às faixas etárias. TEMA: Aprendizagem motora III. o desenvolvimento físico. Segundo seus principais autores (TANI et al. rolar e realizar posições invertidas.9. correr. segundo regras livremente consentidos.12. V. PROFESSORES INTERVENTORES: Sérgio Santos Souza(professor).trabalhando suas habilidades básicas: locomotoras. exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e de espaço. giz. chutar. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1.14. 2005. do desenvolvimento fisiológico. Rangel. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr. AVALIAÇÃO: VIII. saltar.10. Edson Soares de Jesus(auxiliar) 1.. arremessar. girar.

5.2.3. III. DATA: 14/09/2007 II. RECURSOS MATERIAIS: bola. até chegar o seu colega de equipe. IX. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento. ATIVIDADE: Pimbarra Os alunos divididos em dois grupos. mas se o aluno for colada ficará parado. 2005. ATIVIDADE: Corrida usando colher Os alunos divididos em grupo A e B usando uma colher e dois limões. 5. colher VII. Educação Física na Escola: Implicações para a prática pedagógica. VI. Rangel. OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. METODOLOGIA: 5. giz. Cada criança colada vai se unindo até forma uma grande corrente ou grande circulo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . TEMA: Noções das habilidades básicas. ATIVIDADE: Passa bola sentado Os alunos divididos em dois grupos em fileiras passa a bola por cima para outro colega e ultimo que receber a bola vai à frente e passa a bola sucessivamente. AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento.1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.DARDO. O professor vai escolher quem vai ser a criança que vai colar. 5. Objetivo: o aluno que ultrapassar área do adversário sem ser colada e retorna sem ser colada ganha. V. CONTEÚDOS: Andar. O terreno vai ser dividido com uma linha. Em relação a abordagem. VIII.4. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade.1. a avaliação vai proceder de forma contínua. IV. ATIVIDADE: Pega-Pega Nesta atividade os alunos vão estar em circulo. O VIVENCIADO: . limões.15. correr e manipular. cadeira. O aluno vai equilibrando o limão até o ponto determinado pelo professor e retorna a sua posição inicial.

19.17. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1. Wilson Rocha 1.PLANO DE AULA 02 1. PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana .22.18. 1. SÉRIE: 2º ano 1.16. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr.20. NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1. PROFESSORES INTERVENTORES: José Adroaldo Messias Soares (professor).21. Edson Soares de Jesus (auxiliar).

Rangel. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ATIVIDADE: Pula corda tradicional Os alunos ficarão em filas ou então de acordo com o tamanho da corda todos os alunos pularão ao mesmo tempo de acordo com a música. correr e saltar.3. correr.2. ATIVIDADE: Os alunos divididos em dois grupos em filas irá saltar com uma perna de apoio no círculo que estará marcado no chão e retorna a posição inicial. CONTEÚDOS: Andar. em “trenzinho”. 5. VI.DARDO. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento. AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento. IV. Em relação a abordagem. Educação Física na Escola: Implicações para a prática pedagógica. Ao comando do professor os alunos irão andar. O VIVENCIADO: . OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos.1. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . TEMA: Noções das habilidades básicas. III. VIII.23. 2005. ATIVIDADE: Os alunos em duas filas irão correr em direção aos professores que estarão segurando a corda e os alunos vão saltar e topar na corda durante o salto e fazer o retorno e voltar para o final da fila. ATIVIDADE: Os alunos um segurando o ombro do colega. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade. giz VII. DATA: 21/09/2007 II. IX. METODOLOGIA: Abordagem Desenvolvimentista 5. a avaliação vai proceder de forma contínua.4. RECURSOS MATERIAIS: corda. saltar em filas 5.1. V. 5.

Edson Soares de Jesus (auxiliar).29. NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1. 1. Wilson Rocha 1. PROFESSORES INTERVENTORES: José Adroaldo Messias Soares (professor).27. PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana . SÉRIE: 2º ano 1.24.26.25.30. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1.28.PLANO DE AULA 03 1. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr.

OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. VII. CONTEÚDOS: Locomotoras e manipulativas V. os alunos terão que conduzir as três bolas: uma entre os joelhos e uma bola em embaixo de cada braço. Com o comando do professor.5. A fila que acabar primeiro ganha. arremessando bolas.4.3. O VIVENCIADO: .2. ATIVIDADE: Os alunos ficarão organizados em duas filas de número de alunos iguais.31. o segundo aluno faz o mesmo procedimento. Educação Física na Escola: Implicações para a prática pedagógica. e passando para o final da fila. a avaliação vai proceder de forma contínua. dá a bola para o segundo aluno. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento. VI. o segundo aluno leva a bola para o mesmo lugar e volta tocando na mão do terceiro aluno e o terceiro aluno continua o mesmo do segundo e assim diante. IX. VIII. 5. agora os alunos terão que conduzir a bola entre os joelhos. A fila que acabar primeiro ganha. tocando nas mãos do professor. AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento. RECURSOS MATERIAIS: Bolas. só que agora o primeiro corre até o lugar determinado onde terá uma bola. 5. TEMA: Noções das habilidades básicas.DARDO. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . IV. cada aluno para sua fila. 2005.1. A fila que acertar mais ganha. tocando nas mãos do segundo aluno. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ATIVIDADE: Com o mesmo procedimento da primeira atividade. III. pega a bola e corre de volta. ATIVIDADE: Com o mesmo procedimento da 3ª atividade. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade. 5. ATIVIDADE: Com o mesmo procedimento da 2ª atividade. DATA: 28/09/2007 II. Em relação a abordagem. e volta. Rangel. ATIVIDADE: Os alunos em duas filas tentarão acertar algum objeto posto pelo professor em uma distância certa.1. os dois alunos de cada fila terão que correr até o professor. 5. METODOLOGIA: Abordagem Desenvolvimentista 5.

PROFESSORES INTERVENTORES: Thiago Matos de Souza (professor). Sérgio Santos Souza (auxiliar). PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana .34. Wilson Rocha 1.38.35.36. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr.32. 1. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1. SÉRIE: 2º ano 1.37.PLANO DE AULA 04 1.33.

AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento.1. Cada grupo se distribui em roda. ATIVIDADE: As crianças formam uma roda. ATIVIDADE: As crianças formam grupos de cinco ou seis. As crianças chutam a bola com os pés tantas vezes quanto puderem. Teresa Lleixà. IV. as crianças assim nomeadas afastam-se correndo da linha. DATA: 05/10/2007 II. A educação física de 3 a 8 anos. As crianças de um lado são “cara”. 5. 2002. ATIVIDADE: Formar duas equipes. A bola não deve sair da roda. Em relação a abordagem. As crianças “coroa” pegam as bolas e as lançam contra seus colegas tentando tocá-los. VIII. CONTEÚDOS: Locomotoras e manipulativas V. Ao sinal do professor. VI. saltam quando chega a corda. Entre cada par há uma bola no chão. Uma criança no meio gira uma corda perto do chão.3. Aquela que não conseguir passar por cima da corda. São Paulo: Artmed. por cima das cabeças de seus colegas. VII. III. O professor vai alternando formas distintas de passar a bola.1. 5. ATIVIDADE: As crianças formam uma roda. Daqui. RECURSOS MATERIAIS: Bolas e corda.2. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento. colocadas em volta. Quando a bola chegar ao último. este repete a ação.5.4. TEMA: Noções das habilidades básicas. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade. passarão a bola pra trás. Elas devem devolvê-la. 5. A última de cada coluna tem uma bola. OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. A cada “cara” corresponde uma “coroa”.ARRIBAS. as crianças que estão com a bola deverão passá-la entre as pernas de seus colegas indo colocar-se no início da coluna. . O professor fica no centro e lança a bola para as crianças. a avaliação vai proceder de forma contínua.39. METODOLOGIA: Abordagem Desenvolvimentista 5. de mão em mão. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . e assim sucessivamente até que tenham passado todas as crianças. 5. Quando o professor diz “cara”. vai pro meio girar a corda. Se o professor diz “coroa” invertem-se os papéis. As crianças de cada equipe fazem colunas segurando-se pela cintura. As outras. As crianças devem estar atentas e devolver a bola da mesma maneira que o professor a lançou. ATIVIDADE: As crianças formam duas filas em ambos os lados de uma linha. as do outro lado são “coroa”.

O VIVENCIADO: PLANO DE AULA 06 1. 1.44. José Adroaldo Messias Soares (auxiliar). INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr.47.IX.40. Wilson Rocha 1.45.46.41. PROFESSORES INTERVENTORES: Thiago Matos de Souza (professor). FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1.42. PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. SÉRIE: 2º ano 1. DATA: 09/11/2007 . NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1.43. PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana 1.

III.SILVA. Ao sinal do professor.2. METODOLOGIA: Abordagem Desenvolvimentista 5. OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento. VII. cada um receberá um número. IV. voltando a driblar em pé. trocarse-á o pegador. 3000 exercícios e jogos para a educação física escolar.4. Pedro Antonio da. eles deverão apanhar os pedaços de papel e prenderem. RECURSOS MATERIAIS: Papel e bola. TEMA: Noções das habilidades básicas. Após um tempo. ou quando o pegador tocar.II. Após um tempo. deverão trocar passes.1. O VIVENCIADO: . logo após de joelhos e sentados no chão. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . sentados um de frente para o outro. e assim sucessivamente. 5. ATIVIDADE: Vários alunos espalhados pela quadra. ATIVIDADE: Alunos com o pedaço de papel preso na camisa. 5. IX. primeiro em pé. Vence quem conseguir mais pedaços de papel. em duplas. ATIVIDADE: Alunos. 2005. VI. Rio de Janeiro: Sprint. Em relação a abordagem. O professor determinará qual o número que deve ser o pegador e os outros alunos deverão fugir do pegador. a avaliação vai proceder de forma contínua. o professor determinará o final da atividade. cada um com uma bola nas mãos. VIII. CONTEÚDOS: Locomotoras e manipulativas V.3. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade. ATIVIDADE: Alunos deverão bater a bola no chão. 5. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento.

PROFESSOR COLABORADOR: Leonor 1. FAIXA ETÁRIA: 7 a 8 anos 1. 1. SÉRIE: 2º ano 1.José Adroaldo Messias Soares (auxiliar). PROFESSOR SUPERVISOR: Rosa Luciana .53.50.48. INSTITUIÇÃO: Escola Rotary de 1º grau Dr. PROFESSORES INTERVENTORES: Edson Soares de Jesus (professor). NÚMERO DE ALUNOS: Aproximadamente 20 alunos 1. Wilson Rocha 1.52.PLANO DE AULA 08 1.49.51.54.

VII. 5. sentados no chão frente a frente. entre eles uma linha. ATIVIDADE: Alunos em duplas. ATIVIDADE: Alunos deverão pegar a bola pequena para o alto. deverão empurrar o companheiro para atrás até uma linha determinada pelo professor. OBJETIVO: Contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. DATA: 30/11/2007 II. AVALIAÇÃO: Conforme o nosso planejamento. RECURSOS MATERIAIS: Bolas. eles deverão puxar o companheiro para o seu lado da linha. 5. Rio de Janeiro: Sprint.1. 5. ATIVIDADE: Os alunos irão conduzindo a bola pequena de acordo com o comando do professor. III.SILVA. lidando sempre com os objetivos globais do planejamento. ATIVIDADE: Exercício igual ao anterior com os alunos segurando o oponente com apenas uma das mãos. O VIVENCIADO: . 2005. TEMA: Noções das habilidades básicas.3. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: . VI. Em relação a abordagem. ATIVIDADE: Alunos em duplas de mãos dadas. METODOLOGIA: Abordagem Desenvolvimentista 5. a avaliação vai proceder de forma contínua. o professor avalia se os alunos se corresponderem o nível do desenvolvimento das habilidades motoras de acordo com a idade. CONTEÚDOS: Locomotoras e manipulativas V.4. Pedro Antonio da. antes que ela caia no solo. IV. 3000 exercícios e jogos para educação física escolar. IX. 5. VIII.1.2. dar uma volta de 180° e segurar a bola.5. Ao sinal do professor. sola de pé com sola de pé.55.

Plano 04 A aula foi iniciada as 7h30 no dia 05 de outubro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi TIAGO MATOS SANTOS e seu auxiliar SERGIO SANTOS SOUZA e os observadores EDSON SOARES DE JESUS E JOSE ADROALDO MESSIAS SOARES. as crianças que estão com a bola . As atividades foram realizadas de acordo com o plano de aula. As crianças divididas em dois grupos fazem colunas segurando pela cintura. A ultima de cada coluna tem uma bola. Ao sinal do professor.

as do outro lado são coroa. Plano 06 A Aula Foi Iniciada As 7h30 no dia 09 de novembro de 2007 na escola municipal o professor que dirigiu a aula foi TIAGO MATOS SANTOS e o auxiliar JOSE ADROALDO MESSIAS SOARES e os observadores da aula EDSON SOARES DE JESUS. O professor ficar no centro e lança a bola para as crianças e elas têm que devolvê-la o professor vai alternando diversas maneiras de passar a bola com duas mãos com batida no chão e assim por diante sendo devolvidas de mesma forma que o professor lançou. As crianças de um lado são caras. por cima das cabeças de seus colegas. Quando a bola chegar ao ultimo. As crianças formam duas filas ema ambos os lados de uma linha. SERGIO .deverão passá-la entre as pernas de seus coleginhas indo colocarem-se no inicio da coluna e passando a bola para trás de mão em mão. Se o professor diz coroa invertem o papeis. este repete a ação e assim sucessivamente ate que tenham passado todas as a crianças. Os alunos formados em grupo o professor colocar uma bola dentro do interior do circulo que estará formado esta atividade tem como finalidade não deixar a bola sai da roda. as crianças pegam a bolas e as lançam contra seus colegas tentando toca-los. As crianças formam uma roda. A cada cara corresponde uma coroa. Entre cada par há uma bola no chão. Quando o professor diz cara.

Estas atividades foram realizadas nas seguintes propostas localizar quais as dificuldades que os alunos têm em relação à locomoção e a manipulação. O professor THIAGO depois que acabou as atividades acrescentou uma atividade que o auxiliar Jose adroaldo sugeriu para melhorar as atividades. as atividades foram estas: Os alunos divididos em pares passam a bola para seu colega Os alunos sentados no chão em pares um em frente para outro passar a bola para seu coleguinha que estará na frente Os alunos de joelho um em frente para outro passam a bola para seu colega Com o pedaço de papel preso a camisa. Pega segurando bola o aluno que for pego segura a bola e vai atrás do outro colega. Após um tempo. PLANO DE AULA 07 VIVÊNCIA . A aula teve como fundamentação a abordagem desenvolvimentista. o professor determinará o final da atividade vence quem consegui os mais pedaços de papel.SANTOS SOUZA. Ao sinal do professor deverão apanhar os pedaços papel e prenderem.

por que as atividades foram realizadas com corda. Plano de aula 01 . que estarão manuseando uma bola de acordo com o comando do professor. Os alunos irão pular corda em: Individualmente Duplas Trio Todos os alunos pulando ao mesmo tempo. com todos os alunos agachados. que tem objetivo contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. eles deverão puxar os adversários por cima de uma linha marcada no solo Exercício igual ao anterior. As atividades foram feitas as seguintes: Alunos são divididos em dois grupos. As aulas tiveram como principio a abordagem desenvolvimentista. com todos os alunos sentados no chão. Exercício igual ao anterior. Os alunos se comportaram bem. cada grupo segurando uma ponta da corda. Ao sinal do professor.A aula foi iniciada as 7h30 no dia 23 de novembro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi SERGIO SANTOS SOUZA seu auxiliar THIAGO MATOS e os observadores JOSE ADROALDO MESSIAS SOARES e EDSON SOARES DE JESUS. Esta ultima atividade o professor colocou um grau de dificuldade para os alunos.

Os alunos estavam ansiosos. que tem objetivo contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. seu auxiliar EDSON SOARES DE JESUS e os observadores JOSE ADROALDO MESSIAS SOARES e THIAGO MATOS DE SOUZA. O professor Sérgio pegou giz e traçou três linhas no chão para dividir dois grupos. o aluno pegou colher acompanhado com limão andando até o ponto desejado pelo professor.A aula foi iniciada as 7h30 no dia 14 de setembro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi SERGIO SANTOS SOUZA. o primeiro da fileira passou a bola para segunda e chegando até o ultimo que corre para o começo da fila. Plano de Aula 02 . Na mesma fileira do anterior. As aulas tiveram como principio a abordagem desenvolvimentista. as atividades foram as seguintes ordens: O professor escolheu uma criança voluntária que tem pegar a outra criança e aí duas crianças se juntam em mãos dadas para pegar outra criança e assim sucessivamente. objetivo é quem terminar primeiro. escolhendo cada grupo misturado ambos sexos e o objetivo era que um integrante do grupo corra sem ser pego do adversário na outra linha adversária e voltar ao mesmo lugar também sem ser pego. O professor separou duas fileiras de grupos e uma bola para cada fileira.

Plano de aula 03 . As aulas tiveram como principio a abordagem desenvolvimentista. As atividades: O professor marcou vários círculos usando giz e os alunos pularam com uma perna dentro do circulo.A aula foi iniciada as 7h30 no dia 21 de setembro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi JOSE ADROALDO MESSIAS. O professor chamou os alunos para te acompanhar cada movimento que o professor deu e a criança fazia mesmo. que tem objetivo contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. O professor utilizou uma corda com a ajuda de seu auxiliar para levantar que o objetivo era o aluno saltar e topar na corda e depois retorna. essa atividade sentiu a dificuldade de acompanhar o professor. seu auxiliar EDSON SOARES DE JESUS e os observadores SÉRGIO SANTOS SOUZA e THIAGO MATOS DE SOUZA. Essa atividade é que as crianças mais gostaram pula corda tradicional cantando a música.

Mesma atividade anterior. Mesma atividade anterior. a dificuldade aumentou que o professor pediu ao aluno de cada fileira. aí o discente colocou a bola no mesmo local onde estava. As atividades foram realizadas: O prof. Adroaldo dividiu duas filas. porque dois alunos dos doze alunos acertaram. que tem objetivo contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. uma criança de cada fila corria até o ponto onde está o professor. O professor organizou duas filas. ganha. As aulas tiveram como principio a abordagem desenvolvimentista. seu auxiliar EDSON SOARES DE JESUS e os observadores SÉRGIO SANTOS SOUZA e THIAGO MATOS DE SOUZA. tocava a mão do professor e voltava também tocar a mão do outro aluno que tinha fazer o mesmo do primeiro aluno. Igual a segunda atividade. a bola entre joelhos. ganhou. o objetivo era quem terminar primeiro. Essa foi à maior dificuldade. o aluno corria para pegar a bola e voltava para entregar o segundo aluno que levou a bola para deixar no mesmo lugar e voltava para tocar na mão do terceiro aluno e o terceiro tinha que fazer como o primeiro fez e assim sucessivamente e quem terminar primeiro. o nível de dificuldade cresceu por que o professor pediu a bola entre joelhos e uma bola embaixo de cada braço.A aula foi iniciada as 7h30 no dia 28 de setembro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi JOSE ADROALDO MESSIAS SOARES. arranjou uma garrafa de 2L e uma bola para a criança de cada fila arremessar e acertar o local da garrafa desejado pelo professor. .

de mãos dadas entre eles a linha. só desta vez segurando com uma das mãos. As aulas tiveram como principio a abordagem desenvolvimentista. os alunos começaram a empurraram um do outro com a linha marcada entre eles. que tem objetivo contribuir com o desenvolvimento das habilidades motoras dos alunos. As atividades foram realizadas: o professor pediu ao aluno arranjarem um parceiro. As crianças mal conseguiam dar uma volta. o professor pediu que o aluno pegasse essa bola jogar para o alto. no comando do professor. Mesma atividade anterior. As crianças divertiram essa atividade.Plano de Aula 08 A aula foi iniciada as 7h30 no dia 30 de novembro de 2007 na escola municipal Rotary o professor que dirigiu a aula foi EDSON SOARES DE JESUS. Em duplas. No comando do professor. seu auxiliar JOSE ADROALDO MESSIAS e os observadores SÉRGIO SANTOS SOUZA e THIAGO MATOS DE SOUZA. dar uma volta e depois segurar a bola antes de cair. os alunos desta vez puxaram. . Maior dificuldade da aula. mandou sentarem no chão frente a frente e cada dupla um aluno juntando a sola do pé da outra sola do seu parceiro.