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"Este manual foi elaborado, visando pessoas que apreciam, o bem viver na sociedade, no trabalho

e no lar".
Introdução:
Boas Maneiras, é a essência da boa educação.
Um bom relacionamento depende, e muito, do nosso comportamento social.
Há uma gama imensa de normas a seguir:
• Devemos ser corteses em sociedade e no lar.
• Há !rmulas de cumprimentar e conviver.
• "ão #ueremos ser amigos de todos, guardamos este sentimento para a#ueles #ue temos
ainidades.
• $er ranco demais é errado.
• % ran#ue&a é a maneira mais ácil e certa de ser desagradável.
• 'uardamos a ran#ue&a para os (ntimos, mas espere #ue a pessoa l)e peça opini*es
sinceras.
% cortesia causa pra&er e não nos compromete, mas não devemos e+agerar.
,uando se é cortês e amável a nossa presença s! causará pra&er.
-+emplo: . /brigado, desculpem0me, por avor.. /utro e+emplo, ceder a cadeira para uma
sen)ora, etc...
- Índice geral -
• Normas básicas
• Apresentação e Saudar
• Discrição e Pontualidade
• Formas de tratamento e Cartão de isitas
• !ecepção
• "u##et - $%% pessoas
• "u##et - &%% pessoas
• "u##et - pratos t'picos
• (ra)es #emininos
• Para o *omem #ormal
• As crianças
• Pedido de casamento
• +eus p,sames
• +a-uilagem
• Cuidados com o cabelo
+anual de boas maneiras e eti-ueta
Por Maria Cândida Gonzaga Chedid
odos os direitos autorais reservados e!clusivamente ao Portal "rasil
%lgumas normas de ".AS +AN/I!AS:
No Autom0el: 0 se é o )omem #uem dirige, a mul)er senta a seu lado, o outro a direita.
No (á1i: 0 a sen)oras sentam ao lado es#uerdo e o )omem a direita. $abemos de antemão #ue é
o caval)eiro #uem abre a porta para as sen)oras entrarem e sa(rem.
2uarda-C*ua: 0 é o abrigo contra o mau tempo, nunca uma arma de guerra. 1omo para o
)omem é sempre de cabo curvo, deve ser dependurado no braço es#uerdo ou seguro no direito,
sem #ue sua ponteira agrida o pr!+imo.
/scada: 0 sempre o )omem sobe a rente ou a sen)ora a seu lado na descida, o contrário é o
e+igido. 2ara uma sen)ora idosa o )omem deve procurar a3udar, mas sem melindrá0la. Há pessoas
idosas #ue detestam ser a3udadas.
2esticular: 0 gestos são permitidos, mas discretamente para dar ênase a uma palestra.
Apontar: 0 não aponte, s! #uando é absolutamente necessário, mas tome cuidado para não
esbarrar em outra pessoa.
(ele#one: 0 é o empregado mais sol(cito e rápido #ue a era moderna nos proporcionou. -le deve
ser usado para recados rápidos, inormaç*es ou convites. Devemos alar ao teleone com vo& clara
e pausada. / certo é di&er o nome da dona da casa em ve& do n4mero. ,uando o teleonema é
uma atenção social de pessoa mais graduada 5 menos graduada, a primeira #ue c)ama é #uem
desliga.
Falar alto: 0 não se ala sempre com um surdo, mesmo os surdos percebem mel)or #uem ala
claro. "uma discussão, não procure abaar a vo& do parceiro, ten)a bons argumentos, convence
mais.
Cuspir: 0 não cuspa, se3a onde or, usa0se o lenço com discrição. % escarradeira é indispensável
somente para os enermos.
"olsos: 0 não pon)a a mão nos bolsos da calça, é muito eio e deselegante. ,uando está rio )á
os bolsos do sobretudo ou mesmo do palet!. Bolso de calça nunca.
Assoar: 0 é preer(vel assoar0se ao invés de continuar an)oso, com o nari& carregado e ungando.
$e está resriado é preer(vel a&ê0lo antes de ir a mesa.-m mesa (ntima, é necessário pedir
licença, ir assoar0se ora e voltar em seguida, do #ue procurar conter0se.
"oce)o: 0 se não puder evitá0lo, levante0se dê uma volta e aaste0se por um momento do grupo.
Assobiar: 0 é a&er pouco caso do pr!+imo #ue está conversando ou calado. %ssobie #uando
estiver s!, ou em estin)as, #ue este3am cantando ou assobiando. 2roissionais e %rtistas 0 é um
pra&er imenso ouv(0los.
/spirrar: 0 o lenço oi eito para silenciar, #uanto poss(vel o espirro, não deve ser evitado com
contração. 2ara evitá0lo devemos colocar o dedo bem no centro dos lábios, em cima, apertando0o
nessa região.
(ossir: 0 ao tossir deve0se levar o lenço a boca para abaar e evitar salivas.
2'rias: 0 podem ser usadas na intimidade, em sociedade #uando dão mais sabor ao #ue se conta.
Devem ser evitadas diante de pessoas mais vel)as ou de mais cerim6nias.
!estaurante: 0 ao entrar no restaurante, o )omem vai a rente da mul)er ou lado a lado, se )á
espaço. 7 o )omem #uem pu+a a cadeira para a mul)er sentar0se. ,uando )á .Maitre. é ele #uem
vai a rente, em seguida o )omem e depois a mul)er. / )omem indica o lugar para a mul)er, #ue
senta a3udada pelo garçon. /s cardápios são distribu(dos para o )omem e mul)er, cabe ao )omem
transmitir o pedido, enim, tudo #ue a mul)er precisar. $e vier um casal amigo cumprimentá0los, o
)omem deve levantar0se. %o sair do restaurante, a mul)er vai a rente, ou lado a lado. 1abe
também ao )omem pedir capa, guarda0c)uva e sombreiro se )ouver, como também abrir a porta
de sa(da.
Despedida: 0 #uando alguém parte, convém ser atencioso, mas não icar grudado ao via3ante.
8alve& ele #ueira di&er alguma coisa de particular a um dos presentes e icar constrangido em não
poder a&ê0lo, sem tomar a terceira pessoa pelo braço, aastando0se ambos do grupo. 1aso não
possa icar até o momento da partida, dê um prete+to ra&oável, dei+ando0a com os mel)ores votos
de uma boa viagem.
Salão: 0 um )omem sempre se levanta para receber uma +(cara de caé, c)á, etc., #ue alguém l)e
estende. ,uando dois )omens se encontram em um salão, ambos levantam0se para se
cumprimentar. Havendo grande dierença de idade o mais vel)o pode não se levantar mas pede
simpaticamente desculpas pela sua atitude.
3iros: 0 não devolver um livro emprestado é ato de pouca cortesia. 9aça0o no estado em #ue o
recebeu. Devolve0se tudo o #ue não nos pertence, mesmo #ue o valor se3a insigniicante.
2a##e: 0 #uando cometemos uma gae, o mais certo é dei+ar #ue ela caia por si s!. 8entar corrigir
o #ue se e& ou disse é pior. $endo outra pessoa a3ude0mo0la a mudar de conversa.
Cotoelos: 0 cuidado com eles a mesa. % boa maneira condena essa atitude eia.
/mbrul*os: 0 não se acan)e de carregar pacotes na rua. $e #uem o acompan)a é uma sen)ora,
então é indescupável.
(eatro: 0 o )omem vai a rente a procura de cadeira, na sa(da é ela #uem vai a rente.
(eleisão: 0 em sociedade é arma de dois gumes. 2or um lado re4ne e orma grupo, por outro, a&
calar e o silêncio é inimigo da sociedade.
2rati#icar: 0 em restaurante o clássico .de& por cento., se vem na conta não )á necessidade. em
visita a amigos, ins de semana, campo, praia gratiica0se os criados de acordo com a posição
social da am(lia ou se3a, dos anitri*es.
Casal cuidado: 0 todo o marido deve tratar com deerência sua mul)er principalmente em p4blico
e vice0versa. Havendo contenda não devem pedir a opinião de terceiros, o #ue é constrangedor.
-stando ambos em casa de amigos, mesmo #ue não se dêem bem, devem ser gentis. %
delicade&a é imperiosa.
(ratamento p4blico: 0 sendo alguém (ntimo de um c)ee de governo, um sacerdote, embai+ador,
etc., #ue ocupe cargo elevado devemos dar0l)e tratamento respeitoso. "ão devemos di&er0l)e
brincadeiras pesadas, )avendo outras pessoas menos (ntimas no grupo e, mesmo na intimidade.
5/u5 : 0 #uando )á um grupo de pessoas, no #ual a&emos parte é sempre mel)or di&er: ulano,
beltrano e eu. 7 de bom tom colocar0se modestamente no im da enumeração.
/6C/78.
/ 2atrão di&: .-u e meu secretário..
/ Bispo di&: .-u e o padre..
/ 'eneral di&: .-u e meu a3udante de ordens..
-m casos semel)antes a primeira pessoa cede a primasia 5s demais.
Din*eiro: 0 #uando recebemos din)eiro, devemos contar a soma discretamente diante da outra, é
poss(vel erro contra ou a avor. $e or c)e#ue, ainda assim, deve0se certiicar #ue o c)e#ue está
em ordem.
AP!/S/N(A78.
% apresentação é o marco inicial do con)ecimento em sociedade. / .muito pra&er. vai bem se3a
ao ancião, a uma bela sen)orita. 2or isso temos a obrigação de promover as apresentaç*es.
$eguimos as seguintes normas: 'rau de idade, $e+o, 2ol(tica e 2osição $ocial.
0 Havendo um $acerdote, é #uase sempre ele #uem tem grau superior. ,uem apresenta deve
a&ê0lo claramente dando os nomes por e+tenso e se poss(vel acrescentar uma palavra #ue
#ualii#ue os apresentados, para ambos entrarem em entendimento.
0 % pessoa mais importante estende a mão 5 #ue l)e oi apresentada, ou a& uma reerência com a
cabeça, não restando a esta senão imitar. 7 a pessoa importante #uem di& primeiro .Muito 2ra&er.
e, inicia a conversação. /s ingleses di&em somente 0 1omo vai: e o outro responde com as
mesmas palavras.
0 Uma sen)ora nunca se levanta, #uando é apresentada a outra sen)ora ou a um sen)or, a&endo0
o somente #uando a pessoa apresentada é de tal ordem, #ue a isso obriga. -+.: 1)ee de -stado,
$acerdote, alta )ierar#uia, sen)ora ou sen)or muito idoso.
0 ,uando a pessoa é do mesmo n(vel, é indierente o nome citado em primeiro lugar.
0 ,uando a pessoa a #uem se apresenta é por demais con)ecida ou se, na ocasião essa pessoa é
)omenageada ;todos devem saber disso< não )á necessidade de mencionar seu nome, mas
somente o da apresentada.
0 $e você or apresentado e não entendeu bem o nome, pergunte. 7 muito importante guardar os
nomes dos novos con)ecidos.
0 o )omem não permanece sentado durante uma apresentação. $! os 1)ees de -stado,
$acerdotes de alta )ierar#uia podem permanecer sentados.
0 ,uando )á um grupo de pessoas reunidas e c)ega mais uma, a dona da casa deve apresentar a
#ue c)ega, di&endo seu nome e o nome das pessoas #ue estão na roda, apresentando0as sem
#ue )a3a apertos de mão. %s pessoas apresentadas vão repetindo o clássico .Muito 2ra&er.. $e
)ouver pessoas idosas no grupo, devem dar0l)es primasia no cumprimento.
0 $e a pessoa #ue devia a&er as apresentaç*es não a&, por es#uecimento ou por estar ocupado,
os convidados podem apresentar0se mutuamente. 2odem e devem a&ê0lo. Muito ormalismo é tão
censurável como a intimidade e+agerada 5 primeira vista. -m se tratando de pessoas de
sociedade deve0se encontrar sempre a orma certa de entabular uma palestra agradável, #uando
)á ainidades entre si.
0 %presentação por meio de cartas devem ser eitas com algumas palavras simpáticas para ambas
as partes. 2or teleone também é permitido, pedindo a um amigo #ue receba o outro e se dese3ar,
colocar os dois no aparel)o. 2ode a&ê0lo, desde #ue )a3a intimidade entre o #ue apresenta e as
duas pessoas #ue se se dese3a con)ecer.
0 $e você or apresentado a um 1)ee de -stado, Ministro ou a outra personalidade e não
entendeu o nome, não torne a perguntar.
SA9DA!
$audar é um ato de boa educação. / essencial é #ue a saudação se3a sempre um gesto de
ami&ade cordial e espont=neo. % saudação deve apresentar realmente o dese3o de #ue a pessoa a
#uem cumprimentamos ten)a um .Bom dia. uma .Boa tarde. uma .Boa noite., ou o real pra&er em
vê0lo de novo. Uma coisa permanece imutável, é o dever de saudar con)ecidos e amigos.
0 / )omem sa4da primeiro a mul)er, a um superior )ierár#uico ou grandes personalidades, não
deve estender a mão, dei+ando a iniciativa ao saudado.
0 Uma sen)ora sa4da primeiro outra sen)ora menos 3ovem, ou de posição mais elevada, um
caval)eiro muito importante ou idoso, uma autoridade. "unca tomar a iniciativa de estender a mão.
0 -ntre )omens ou sen)oras, #uem c)ega ou vai passando deve saudar em primeiro lugar.
2arando se )ouver con)ecimento suiciente.
0 ,uem entra num salão ou num elevador residencial, cede o passo aos mais idosos e as
sen)oras, a& uma saudação com um simples aceno de cabeça. ,uem recebeu a saudação, deve
corresponder com a mesma gentile&a.
0 Um )omem, em compan)ia de um amigo ou de uma sen)ora, secunda o cumprimento deste ou
desta a uma terceira pessoa, com um discreto aceno. Uma sen)ora nunca o a&.
0 / )omem levanta0se sempre, para receber um aperto de mão, se3a de #uem or, salvo se ele or
muito importante ou idoso.
0 % mul)er s! se levanta ante seus convidados, sen)oras idosas ou pessoas de alta )ierar#uia, ou
importantes.
0 ,uando duas pessoas con)ecidas se cru&am na rua ou num salão cumprimentam0se. % iniciativa
de parar deve ser sempre da mais idosa ou importante.
0 $e um sen)or cumprimentar uma sen)ora nessas mesmas condiç*es, cabe a este, a iniciativa de
parar.
0 "ão se estende a mão a um doente ou a mesa de reeiç*es.
0 / .bei3a0mão. re#uer cuidado, o gesto s! cabe em recinto ec)ado, não em p4blico. "ão se bei3a
mão de sen)oritas ou mão enluvadas. 7 correto bei3ar as mãos das mais idosas ou das mais
(ntimas e cumprimentar as demais. Uma sen)ora ao entrar no salão sempre descalça as luvas,
pelo menos a direita, para cumprimentar as pessoas #ue l)e ven)a alar.
0 1umprimentar tirando o .c)apéu. é obrigação de #uem se dá ao trabal)o de usá0lo. ,uando )á
sen)oras, numa sala, num bar, numa lo3a, etc, tira0se o c)apéu. "unca se ica de c)apéu, #uando
)á d4vida.
0 $e estiver rio e dois amigos se encontram enluvados, ambos retiram as luvas, antes de dar as
mãos. $endo uma sen)ora ela conserva as luvas ao encontrar0se com um amigo ou amiga.
0 "um salão ou recinto ec)ado, geralmente o saudar é acompan)ado do aperto de mãos. "ão é
obrigat!rio, sobretudo #uando alguém se apro+ima de um grupo numeroso. Basta saudar com a
cabeça. $e #uiser, poderá apertar a mão de uma ou duas pessoas, as #uais deve mais respeito.
0 Um )omem bem educado nunca toma a mão enluvada de uma sen)ora, levantando com o
polegar, a luva para bei3ar0l)e o pulso.
0 Um anitrião ou um )!spede nunca bei3ará, se3a onde or, a mão de uma convidada, estando ela
em .deshabill#. e ele em .role de chambre. ou #ual#uer deles nesses tra3es. "ão se bei3a .mão.,
em praia, campo ou a&enda.
0 "ão se deve estender a mão, num restaurante, #uando se está 5 mesa ou a outra pessoa o está.
Uma saudação com a cabeça é suiciente, mesmo #ue se c)egue 5 mesa para conversar. "esse
caso, os )omens levantam0se para cumprimentar, de longe, a sen)ora ou sen)or.
0 -m um 3antar se uma sen)ora se levanta todos os )omens devem a&er o mesmo, repetindo o
gesto #uando ela regressar. $endo um 3antar grande, essa obrigação ica limitada aos vi&in)os da
direita e da es#uerda.
DISC!I78.
7 o comportamento pessoal na sociedade e o cartão de visita de cada um. %gir sempre
discretamente, vestir0se, portar0se discretamente, é o segredo da verdadeira eleg=ncia.
%gir com naturalidade, sem elevar a vo&, sem muita gesticulação, se3a na rua, em casa ou em
sociedade, no trabal)o, etc., não procurar sobressair, tornar0se alvo de todos os ol)ares. -sta é a
norma undamental, e o segredo da sua elevação social.
P.N(9A3IDAD/
7 a cortesia dos >eis, portanto, se3amos reis e rain)as, principalmente n!s brasileiros, #ue na
-uropa somos sempre condenados por esta alta de cortesia.
2ontualidade é o ponto de )onra na vida social. $abendo #ue a pessoa com #uem se trata, não
tem essa virtude brit=nica, mar#ue encontro num lugar agradável, para #ue a espera não se3a
cansativa. Dei+e a desvantagem para a outra pessoa.
0 $er um .'entleman. 0
Um caval)eiro tem a obrigação de suportar impertinências e mesmo inconveniências até um
certo ponto, mas não )esite em aplicar o remédio certo na )ora precisa, mas com discrição, de tal
maneira #ue o visado perceba o #ue se passa.
"ão crie .aura. de constrangimento num grupo recusando a mão #ue se estende mesmo de um
desafect, com isso demonstramos ao nosso opositor a nossa superioridade.
0 $aber ouvir e saber alar 0
"ão saber ouvir, é um deeito grav(ssimo. 1oisa alguma corta mais a alegria de uma boa
palestra, #uando um ouvinte está renético para entrar na conversa, logo #ue )a3a uma dei+a.
$aber ouvir é a mais di(cil arte e dá ao parceiro, orça e est(mulo para e+por com mais acilidade o
#ue tem em mente. $em uma palestra agradável e em termos elevado, com a vo& natural, a vida
em sociedade se torna enadon)a.
/s de& pecados mortais contra a arte de bem conversar, de ?onat)an $@t.
A 0 % desatenção de #uem ouve.
B 0 / mau )ábito de interromper e a de alar ao mesmo tempo.
C 0 % precipitação de mostrar #ue se tem esp(rito ou cultura.
D 0 % vontade de #uerer dominar a conversa e o assunto.
E 0 2edantismo.
F 0 % alta de seguimento na conversa.
G 0 / esp(rito de contradição.
H 0 / v(cio de sempre #uerer a&er graça.
I 0 % alta de calma na apresentação de argumentos.
AJ 0 8ra&er a baila assuntos pessoais em detrimento dos de ordem geral.
Deve0se partir de um ponto certo.
,uem cala e ouve 0 aprende.
,uem ala 0 ensina.
F.!+AS D/ (!A(A+/N(.:
,uando se ala da pr!pria mul)er, é errado aplicar as e+press*es .Min)a $en)ora. e .Min)a
-sposa.. 7 pretencioso e sem cabimento algum. % mul)er di& 0 Meu Marido 0 e o Marido di& 0
Min)a mul)er. %s e+press*es .$en)ora e Dona. são pereitamente deinidas. "ão se di& a $en)ora
9átima da $ilva Keite, e sim, Dona 9átima da $ilva Keite. Mas di&0se a $en)ora $ilva Keite ou a
$en)ora ?oão da $ilva Keite, isto é, .Dona. #uando se usa o nome de batismo e .$en)ora. #uando
s! se emprega o nome integral do marido ou o sobrenome comum a ambos.
"unca se pode di&er: Bom dia Dona, ou obrigada .Dona. 0 %s e+press*es Dona obriga o nome
de nascimento.
2ode0se di&er: .Bom dia $en)ora. ou .Bom dia min)a $en)ora..
"ão se pode di&er os ?oão da $ilva Keite e, sim, o $en)or e a $en)ora ?oão da $ilva Keite, ou
os $ilva Keite.
0 ,uanto as ormas de tratamento, o .Llustr(ssimo $en)or. ou .-+celent(ssimo $en)or., cabem
para a maioria dos casos em #ue )a3a cerim6nia.
.-minência. 0 tratamento para 1ardeal
.Monsen)or. 0 tratamento para Bispo
.Merit(ssimo. 0 tratamento para ?u(&
.Mossa -+celência. 0 tratamento para 2arlamentares e governadores
.Magn(ico >eitor. 0 tratamento para >eitor da Universidade
.Mossa $en)oria. 0 tratamento para Uso 1omercial
.-+celência. 0 tratamento para Diplomatas

"as classes %rmadas:
0 $en)or Marec)al
0 $en)or 'eneral
0 $en)or %lmirante
0 $en)or Brigadeiro
0 $en)or 8enente
CA!(8. D/ :ISI(AS
/ cartão de visita a& parte dos usos e utens(lios de uma pessoa bem educada. Deve ser
pe#ueno e ter o nome da pessoa #ue o tra&, a não ser #ue ten)a usos diversos.
0 / 1asal pode ter o mesmo cartão, colocando o nome do marido acima do da mul)er: e+: $r. e
$ra. 1arlos de $ou&a.
0 ,uando um )omem visita um casal, deve depositar dois cart*es, um para cada visitado. $e o
casal visita outro casal, dei+ará três cart*es, dois do vistante e um da visitante, pois e+ige a
eti#ueta #ue a mul)er não dei+e cartão para visitado )omem.
0 / convite pode ser pessoal, epistolar ou tele6nica. /corre o primeiro #uando se encontra uma
pessoa con)ecida em casa de amigos.
0 "a rua s! se convida pessoas amigas e (ntimas. / convite nestas condiç*es deve ser conirmado
no má+imo #uarenta e oito )oras antes, e, na )ora se dese3a aceitá0lo.
0 / convite por carta, deve ser respondido por carta, o #uanto antes, para #ue a pessoa possa ter a
certe&a da presença do convidado.
0 2or teleone, a resposta é imediata.
0 "os convites protocolares e impressos, )á #uase sempre as letras >.$.M./. ;$espondez, s%il vous
plait<. %tualmente usamos >.2.9. ;$esposta por favor<. "estes convites, a resposta não deve
demorar. / mais tardar, #uarenta e oito )oras depois de recebido.
0 "ão devemos dei+ar convites por teleone com a empregada, a um empregado de clube ou de
um escrit!rio.
0 1onvites eitos por um amigo comum podem ser aceitos, #uando sabemos o grau de intimidade
entre o anitrião e o amigo.
0 1onvites para cerim6nias, casamentos ou recepç*es de gala, são sempre impressos e não
pedem respostas. "os convites para casamento, é usual um segundo convite, #ue é um cartão
pe#ueno ane+o e onde se convida para a recepção, tida como mais ou menos (ntima.
0 "inguém participa nascimento por escrito, a não ser para pessoa (ntima e distante. / mel)or
mesmo é por teleone e assim mesmo para amigos mais c)egados.
0 /s convite mais ormais e cu3o envelope é maior do #ue o usual, devem devem ser entregues em
mãos. / má+imo de cortesia veriica0se #uando esse convite é levado pelo pr!prio convidante. 7
uma distinção #ue não pode caber a todos os convidados pelo n4mero dos convites, mas #ue se
airma como polide& e ami&ade.
0 /s convites variam, segundo as circunst=ncias e os motivos. %s !rmulas consagradas são as
preeridas. -+emplos são as palavras .)onra e pra&er., #ue são empregadas com cuidado e irme
prop!sito.
0 Havendo convite para um 3antar ou recepção em )onra a igura de desta#ue a cerim6nia, o
anitrião deve prevenir os convidados para #ue c)eguem ao encontro na )ora certa. ,uando este
c)egar, todos os demais estarão presentes para recebê0los. /s convidados devem também
esperar #ue o )omenageado se retire para a&er o mesmo. -stas regras são do mais absoluto
rigor.
0 $e3a #ual or a espécie de convite, o nome do marido sempre precede o da mul)er, como cabeça,
#ue é, do casal.
0 /s cart*es de agradecimento de pêsames são impressos e com palavras curtas e simples.
0 Muito cuidado com o tratamento usado na carta ou cartão. Deve ser um do começo ao im. /u é
.$en)or., .Mocê. ou .8u..
0 2apel de cartas terá #ue ser de e+celente #ualidade. 1om o nome gravado em alto relevo, sem
tinta, apenas estampado, é o má+imo de discreta eleg=ncia. 2ara .caval)eiros. são em branco ou
a&ul claro, para .$en)oras. em cores bem suaves.
0 2apéis e envelopes pessoais nunca tra&em endereço impresso. %plica0se somente em papel
comercial.
0 %o escrever a uma pessoa amiga ou con)ecida, a mensagem deve ser de ácil deciração. "ão
pon)a em cartas, algo #ue mais tarde ven)a a se arrepender.
0 8oda a recusa de um convite, se eita com convicção e boas maneiras, deve ser aceita pela outra
parte, não cabendo insistência. 7 obrigat!ria uma e+plicação, #ue se3a verdadeira ou ten)a todas
as caracter(sticas de verdade. / simples ato de receber um convite não implica a obrigatoriedade
de aceitá0lo. "ão se deve dei+ar um convite sem resposta.
!/C/P78.
-m sociedade as recepç*es mudam de t(tulo e de orma, mas são sempre as mesmas. Basta
#ue se saiba como elas se denominam agora para evitar lamentável conusão.
$ão elas: o baile, o co#uetel #ue se divide em Coc&tail'Part( 0 Coc&tail')ouper e Coc&tail'
"uffet 0 e o )urprise'Part(.
0 / baile, recepção propriamente dita. Menos cerimonioso para os )omens #ue usam )mo&ing. %s
mul)eres, vestidas com o má+imo lu+o, de acordo com a personalidade de cada uma. /s donos da
casa postam0se 5 porta logo #ue o primeiro convidado aponta, recebendo0o e dese3ando boas0
vindas e um bom divertimento. Depois de algum tempo podem reve&ar0se. /s retardatários
encontrarão os donos da casa 3á nos sal*es por#ue, depois de certo tempo, a missão de ambos é
entreter os convidados #ue c)egaram a )ora pedida.
,uando a porta do buê é aberta, convém #ue os convidados não se precipitem na sala. /s
donos da casa procurarão, sobretudo, atender 5s pessoas de mais cerim6nia ou de mais
import=ncia social, recomendando ao Maitre e aos empregados #ue as sirva bem. ,uando os
convidados começarem a retirar0se, convém aos donos da casa, ou pelo menos a um deles, voltar
a porta de sa(da para dese3ar boa noite e agradecer0l)es por terem vindo.
0 -m uma recepção sem dança o processo é absolutamente idêntico.
0 1o#uetel ;Coc&tail'Part(< e+ige menos eti#ueta. /s donos da casa, ainda #ue devam estar
atentos 5 c)egada dos convidados, não precisam a&er ponto a entrada deles. -m um co#uetel o
essencial é #ue todos se movimentem e alem com todos. % mel)or deinição desse gênero de
reunião é a #ue di& resumir0se o co#uetel em .D 0 $urgir, $audar, $orrir e $umir..
0 .Coc&tail')ouper. e Coc&tail'"uffet. 0 1o#uetell01eia e o 1o#uetel0buet, seguem a mesma lin)a,
s! #ue )á alimentos mais s!lidos e por isso terminam mais tarde. -m todo o co#uetel, se3a de #ue
tipo or, costumam0se servir salgadin)os para atenuar a ação do álcool.
0 Coc&tail')urprise 0 / 1o#uetel0$urpresa, é a maneira como um grupo de amigos (ntimos obrigam
um aniversariante a recebê0los ou mesmo um amigo a dar esta, #ue eles não teriam a coragem de
a&ê0lo.
/ importante é escol)er um grupo de amigos #ue deverá dividir a tarea e a contribuição de
cada um e .tomar a casa de assalto.. %os donos da casa compete conservar o sorriso e acol)er os
amigos com amabilidade e uma dose bem grande de boa0vontade.
0 %s bebidas #ue se servem em reuni*es desta espécie são: 1)ampan)a sêco e uis#ue. $ão as
usuais e #ue cobrem o gosto geral. "as reuni*es de meio dia o gim e t6nica deve ser acrescentado
a lista das bebidas.
,uanto aos salgadin)os as sugest*es são: $anduic)es de vários tipos, sobretudo os picantes,
salgadin)os #ue estiverem a mão como: espetin)os de ilé, canapés de todos os gêneros, #uei3os
de todos os tipos, amêndoas torradas, castan)a de ca34 e amendoim torrado e sem casca, etc.
"9FF/( D/ SA32AD.S PA!A F/S(AS / ANI:/!S;!I.S
<$%% Pessoas=
Base de cinco salgados para cada pessoa.
0 1o+in)as de galin)a, camarão, etc.
0 -mpadas de galin)a, camarão, etc.
0 1ro#uetes de galin)a, camarão, etc.
0 Bar#uetes de galin)a,camarão e pei+e, etc.
0 Bar#uetes de maionese.
0 2udin&in)os de legumes e de paté ;9oie0grás< ;9(gado<
0 1anudin)os rec)eados de creme diversos.
8odos os salgados são colocados em ormin)as de papel ou em ret=ngulos de papel
impermeável e os ossos das co+in)as envolvidos em papel picado.
,uin)entos salgadin)os em palitos cobertos com papel alum(nio.
0 2e#uenas salsic)as ou rodelas das mesmas passadas na manteiga.
0 Bolin)as de #uei3o.
0 %&eitonas rec)eadas.
0 Bolin)os min4sculos de bacal)au ou camarão.
/s salgadin)os são colocados em palitos e os palitos espetados em maçãs, abaca+is ou em
ob3etos decorados especialmente para este im. BEJ sanduic)es retangulares ou cortados em
ormas diversas, com rec)eio de #uei3o, presunto, galin)a desiada e maionese, creme de atum,
creme de anc)ova, patê diversos, etc...
"/"IDAS
0 AE litros de ponc)e raco.
0 JE litros de reresco de rutas sem álcool.
0 >erigerantes e água mineral.
0 Min)o doce para acompan)ar os doces ou 1)ampan)a suave gelado.
D.C/S
0 DJJ docin)os variados, rutas carameladas, #uindins, cocadin)as, bombocados, canudin)os
rec)eados de doces diversos, bombons. 2ara .%niversário. um bolo eneitados e CJJ balas.
0 %s balas podem ser de no&es, ovos, c6co, carameladas, de caé, de leite, c)ocolate, etc...
/s papéis devem ser bonitos e os arran3os art(sticos.
S/!:I7.S
2ara este tipo de Buet, em #ue não são usados tal)eres, nem pratos, .três. ou .#uatro.
garçons será suiciente. Um c)ee responsável e dois a3udantes.

2ara %niversário, uma 4nica mesa de C metros de comprimento é necessária para a
apresentação do Buet completo, com salgados e doces. % mesa é coberta de toal)a branca,
rendada ou toal)a ina colorida. $endo %niversário, o bolo icará no centro da mesa, ao alcance do
%niversariante.
0 /s copos com bebidas serão oerecidos, em bande3as pelos garçons.
0 /s guardanapos devem estar sobre os m!veis e em pe#uenos montes sobre a mesa.
"9FF/( D/ 2A3A> PA!A 2!AND/S !/C/P7?/S
<&%% pessoas=
1onsomé, can3a ou creme ;#uente<.
1inco perus assados.
8rês peças de rosbie ;E Nilos<.
Dois presuntos de orno.
8rês pratos de maionese de pei+e ;grandes<.
Duas cascatas de camarão.
Duas lagostas montadas.
Duas galantines de galin)a.
Dois aspics de patê de .9oie0grás. ;9(gado<.
Dois pratos de l(ngua de lata na gelatina.
/itocentos salgados.
/itocentos canapés.
8re&entos sanduic)es de pão retangulares.
/itocentos sanduic)es de rocambole.
Mil salgadin)os para o co#uetel.
D.C/S
Um bolo grande ornamentado.
Dois pratos de ios de ovos.
8rês c)arlottes ou pudins inos.
Duas gelatinas de rutas com creme c)antilO.
Mil docin)os inos.
1inco Nilos de .2atit09ours. ;bolin)os<.
Minte litros de sorvete diversos.
"/"IDAS
De& litros de co#uetéis sêcos, tipo Martini sêco.
1inco litros de co#uetel doce, tipo Martini doce, %le+ander, etc...
Min)o do tipo Moscatel.
Min)o do tipo leve e Min)o branco sêco.
Uis#ue 0 'im 0 >um.
1)ampan)a sêco e meio sêco.
,uarenta litros de ponc)e gelado.
>erigerantes diversos, água mineral.
*bserva+,o- servindo c)ampan)a um s! ve&, em taças pe#uenas, serão necessárias pelo menos
C d4&ias.
0 / prato #uente, deverá ser servido na abertura do Buet, poderá ser um simples creme, can3a,
creme de camarão ou de palmito ou mesmo um bom strogono. $omente o 1onsomé será servido
em +(caras apropriadas, em bande3a pelo garçon.
S/!:I7.S
2ara atenderem a todos e serem bem servidos são necessários:
0 .AE garçons. 0 #ue durante toda a recepção servirão as bebidas e os salgadin)os e retirando os
pratos servidos.
0 .E garçons. icarão postados atrás da mesa do buet de salgados, para atender os convidados e
entregar pratos e tal)eres.
0 .Um Maitre. responsável pela e+ecução do serviço.
0 ,uatro a3udantes de copa.
0 Um co&in)eiro.
Uma mesa com AJ metros de comprimento, recoberta com toal)a branca engomada, para
e+posição dos pratos e salgados.
Uma mesa de E metros de comprimento, com toal)a branca engomada. Decoração de rutas
rescas e lores, para e+posição dos doces. -sta mesa icará distante da mesa de salgados, em
lugar #ue permita a livre circulação dos convidados.
/s garçons i+os para o biet, icarão colocados entre a mesa e a parede, de dois em dois metros
no m(nimo. $ão permitidos para os grandes buets, guardanapos de papel em diversos pontos da
mesa.
-ste buet de estas será organi&ado de acordo com a seguinte reerência:
AP 0 % import=ncia social da reunião.
BP 0 / n4mero de convidados.
CP 0 / )orário em #ue se reali&a.
"9FF/( C.+ P!A(.S (ÍPIC.S
-ste Buet será mais indicado para a tarde ou noite. ;almoço ou 3antar<. /s convidados serão
avisados de antemão #ue se trata de uma ei3oada, vatapá ou uma galin)ada, etc..
%ntes do prato principal, será servido apenas um co#uetel e salgadin)os. Depois o prato
principal, #ue poderá ser:
9ei3oada s! para almoço, um assado, rosbie, vitela, etc., acompan)ados de salada de alace,
legumes, etc..
Bebidas t(picas, de acordo com o prato.
8erminado o buet, virá:
Uis#ue, gim, rum, coca0cola ou rerigerantes diversos, água mineral.
% dierença deste buet, e um 3antar, está no serviço. ,uando se trata de um buet, o prato
principal será apresentado em vasil)as individuais de aspecto pitoresco.
-+: $opa de cebola, 9ei3oada, etc.., poderá ser servidos em panelin)as de barro, individuais.
Usam0se toal)as de coloridos vivos, pratos e tal)eres r4sticos. 1anecas de cer=micas para o
vin)o e até mesmo admite0se a cerve3a. -ste buet, é de mais ácil reali&ação e muito adotado
atualmente.
/(I@9/(A
-ti#ueta e Boas Maneiras, marc)am 3untamente para alcançar a mesma inalida. $e3a no lar,
em sociedade ou no ambiente de trabal)o, necessitamos das duas, para o nosso sucesso pessoal.

,ual#uer convite para reeição, começa na esol)a dos convidados. $e de3amos um 3antar de
meia cerim6nia, o n4mero ideal para #ue se3a bem servido, é de .oito pessoas.. Um bom garçon,
ou mesmo empregada bem treinada, serve so&in)o inclusive o vin)o, #ue também deve ser levado
em conta. Duas garraas, uma de vin)o tinto e outra de vin)o branco, são suicientes, ou somente
c)ampan)a.
0 Havendo um ou dois convidados #ue não se3a da mesma roda, convém 5 anitriã estar bem
atenta, 5 #ue a conversa não se situe em assuntos domésticos.
0 9alar suiciente e na )ora oportuna, é o segredo do bom convidado e os anitri*es devem velar
por isso, dirigindo0se ao convidado mais t(mido ou mais cerimonioso estimulando0o a tomar parte
na conversa.
C.3.CA78. D.S C.N:IDAD.S
/rgani&ada a lista dos convidados, compete 5 dona da casa saber como colocá0los 5 mesa.
0 8erá 5 sua .direita. o convidado de maior import=ncia ou menor intimidade e a sua .es#uerda., o
segundo na ordem. / dono da casa ará o mesmo com relação as sen)oras, evitando se poss(vel
sentar marido e mul)er lado a lado. / lugar de )onra é #uase sempre o do anitrião, podendo vir a
ser o da anitriã, se o convidado de )onra or sem mul)er. $e o n4mero de convidados or maior,
digamos de vinte pessoas, convém #ue os anitri*es, se sentem ao centro da mesa e não vice0
versa.
0 ,uando c)ega os primeiros convidados, pelo menos um dos donos da casa, deve estar atentos
para recebê0los. % todos os convidados é obrigat!rio c)egar pontualmente. Havendo um 3antar com
convidado de )onra , a #uem é oerecido o 3antar, todos os demais convidados tem #ue c)egar
antes dele. "esse caso a dona da casa, marca a )ora do convidado de )onra para trinta minutos
mais tarde. /s convidados #ue vão c)egando, os donos da casa oerecem e servem aperitivos,
sem esperar pelo 4ltimo, a não ser, no caso de convidado de )onra, a #uem se espera para servir,
mesmo os aperitivos.
0 ,uando todos os convidados estiverem presentes, a dona da casa pode dar discretamente ordem
de servir. ,uando tudo estiver pronto, o empregado c)ega0se a dona da casa e avisa #ue a
reeição vai ser servida.
0 % água estará servida se o 3antar or inormal. ,uando todos os convidados estiverem 5 mesa, a
dona da casa pode dar discretamente, ordem de servir. "o 3antar em #ue o dono da casa dei+a seu
lugar para oerecê0lo ao convidado de )onra, deve ser a este e não ao dono #ue o empregado
anuncia #ue o 3antar está servido.
0 / convidado não é obrigado a permanecer por muito tempo na casa em #ue se encontra. 2ode
arran3ar um motivo para se retirar, #uando assim o entender. Mas não deve a&ê0lo logo ap!s a
reeição, a não ser, em caso especial e se, na )ora de aceitar o convite, 3á e+plicar #ue tem um
compromisso anterior. ,uando )á certa cerim6nia entre o convidado e o anitrião, este não deve
ser o 4ltimo a sair. "unca se3a o 4ltimo a c)egar e o 4ltimo a sair.
0 "os 3antares de cerim6nia residencial, o cardápio deve ser individual, um para cada convidado.
Deve ser o mais simples poss(vel, em pergamin)o, tom pastel, escrito a mão pela dona da casa.
0 "os ban#uetes oiciais, o cardápio é impresso ou mimeograado e assemel)a0se ao de um bom
restaurante.
/ serviço vem a seguir:
,uando )á sopa esta deve ser servida bem #uente, no momento em #ue os convidados
tomam assento a mesa. /s servidores sempre apresentam os pratos pela .es#uerda. do
convidado e os retiram pela .direita.. "ão )á ordem de precedência, senão a de atender primeiro
aos #ue primeiro terminarem. "ovos pratos são apresentados com a retirada dos pratos e tal)eres
#ue 3á oram utili&ados.
7 importante #ue o garçon comece a servir primeiro os convidados de )onra, começando
pelas sen)oras e terminando no anitrião.
0 2ara passar os pratos, aim de #ue cada um se sirva, o criado estará a es#uerda do comensal,
segurando o prato com a mão es#uerda. "a direita, trará o mol)o, arro& ou outra iguaria #ue
acompan)e o prato.
0 %os 3antares de muita cerim6nia e+igem serviço de criados, com luvas brancas de algodão de tipo
apropriado. 8anto em 3antar oicial, como em 3antar de cerim6nia residencial, ou mesmo em 3antar
de menor cerim6nia, em #ual#uer dos casos, os servidores estarão atentos para #ue os comensais
ten)am sempre os copos em bom n(vel, nem muito c)eios, nem completamente va&ios.
0 /s copos são sempre servidos pela direita dos comensais.
A!!ANA. DA +/SA
$ão numerosos os problemas do arran3o da mesa, para um 3antar ou almoço.
0 2ara o almoço, a toal)a pode ser do tipo das toal)in)as individuais. ;$erviço americano< uma
para cada convidado.
0 "os 3antares, é sempre a toal)a grande. Deve e+ceder o taman)o da mesa mais ou menos de
trinta a #uarenta cent(metros de as louçascada lado e nas pontas, nem
mais nem menos. 7 e+atamente a toal)a, com os tal)eres, com as louças, os cristais, #ue marca a
categoria dos anitri*es.
0 % disposição dos tal)eres, pratos e copos, obedecem a normas praticamente invariáveis #ue não
dependem do grau de crim6nia da reeição.
.!D/+ D/ C.3.CA78.
0 Um prato grande e raso, para cada convidado. .2rato Base.
0 % aca do lado direito, o io voltado para o prato.
0 % col)er a direita da aca, com a parte c6ncava para cima.
0 / garo ica do lado es#uerdo do prato, com os dentes para cima.
0 ,uando )á mais tal)eres, eles devem icar na mesma disposição: ;.acas e col)eres a direita.< 0
;.garos 5 es#uerda.< na ordem em #ue serão utili&ados, de ;ora para dentro<. 7 correto também,
#uando )á garçons bem treinados e em n4mero suiciente ;um para oito convidados< é o ideal, #ue
os tal)eres se3am colocados 5 mesa 5 medida #ue será servida as peças das reeiç*es. -+: o
tal)er de pei+e virá com o prato de pei+e e assim sucessivamente. ..a prov/ncia da 0ran+a onde
impera a etiqueta, s1 servem desta forma.. 8em a vantagem de evitar gaes e mel)ora a disposição
de mesa.
0 / comensal retira o tal)er do prato e coloca na ordem certa.
0 / centro da mesa revela o bom gosto da anitriã. -neites com lores e velas, rutas tropicais dão
sempre colorido e )armonia 5 mesa.
0 2ara o almoço não use usa velas ou candelabros.
0 ,uando se trata de aves, carnes, #uem deve ser trinc)adas, o certo é #ue ven)am da copa 3á
trinc)adas.
0 ,uando acontecer cair um guardanapo ou tal)er o servidor deve discretamente apan)á0lo, buscar
outra peça na copa e entregar discretamente ao comensal.
3/+"!/(/S
A 0 2ara o almoço, lores e rutas, preenc)em pereitamente, o arran3o ornamental da mesa.
B 0 $ervindo 1)ampan)a, durante um 3antar ormal, não )á necessidade de outro vin)o.
C 0 $aleiros pe#uenos icam ao lado dos copos, um para cada comensal.
D 0 / garo especial para salada coloca0se ao lado do garo da carne.
E 0 "os almoços de cerim6nia, o co#uetel de camarão ou lagosta, deve estar servido #uando os
convidados tomam assento 5 mesa.
F 0 / guardanapo é colocado sobre o prato, #uando não )á serviço antecipado, como no caso
precedente. Havendo, coloca0se o guardanapo do lado es#uerdo, 5 es#uerda dos garos.
G 0 -m reuni*es de cerim6nia não se colocam cin&eiros 5 mesa.
H 0 -m 3antares menos ormais, deve )aver pelo menos um cin&eiro para cada par de convivas.
1abe ainda, colocação de cigarros e !soros, em recipientes ade#uados. "ão )avendo, não peça.
I 0 /s garos especiais para ostras, serão colocados ao lado das acas.
AJ 0 Kavandas são tra&idas na )ora em #ue se servem a sobremesa e colocadas no lugar do
pratin)o de pão.
AA 0 / sorvete é sempre o 4ltimo a ser servido.
AB 0 "unca se deve servir rios em um 3antar.
AC 0 2ara encerrar a parte salgada da reeição, servem0se #uei3os tipo -uropeu. Q para ser servido
com pão e manteiga, e , encerrado com vin)os.
AD 0 $! se servem doces, depois dos #uei3os e rutas, depois do doce.
AE 0 /stras, são sempre o primeiro prato, mesmo )avendo sopa, serve0se com pão preto e
manteiga.
AF 0 2ei+e abre o menu, #uando não )á sopa ou ostras.
AG 0 $ervem0se os pratos na seguinte ordem: /stras 0 $opa 0 2ei+e 0 1arne 0 $alada 0 ,uei3os 0
Doces 0 9rutas 0 Kicor 0 1aé.
AH 0 "a 9rança, o mol)o é demasiadamente apreciado para ser devolvido a 1opa. 1ome0se com
pe#uenos pedaços de pão, levando0se a boca com a mão.
AI 0 7 de bom tom en+ugar os lábios antes de levar o copo a boca.
BJ 0 7 necessário muito cuidado no colocar as pessoas, sobretudo os estrangeiros, muito rigorosos
a este respeito.
BA 0 $egura0se a .aca. sempre com a mão direita, sem #ue o dedo to#ue na l=mina.
BB 0 / .garo. é usado na mão es#uerda, #uando a direita estiver ocupada com a aca, o grao
pode também ser usado com a mão direita, #uando o #ue se come não necessita ser cortado.
BC 0 ,uando se toma sopa a col)er é sempre usada com a mão direita. "o caso de )aver um
pedaço de carne #ue se dese3a cortar, usar o garo na mão es#uerda para a3udar a col)er a
cumprir sua unção.
BD 0 / macarrão, enrola0se com o garo a3udado pela col)er ou corta0se a massa com o garo.
BE 0 /s copos em geral são três, dispostos da es#uerda para a direita. Lniciando do maior para a
água, o médio para o vin)o tinto e o menor para o vin)o branco.
*bs- -ntre os dois 4ltimos cabe a taça para c)ampan)a, #uando ela é servida.
BF 0 $! em casos de doença é #ue se recusa o vin)o, mesmo assim s! em 3antares menos
ormais.
C.+. / @9AND. S/ 9SA .S D/D.S
Aspargos: 1ome0se com garo e os dedos. % parte da ponta tenra, corta0se com o garo e com ele
se come. / restante pode ser apan)ado entre os dedos, se or tenro.
Pei1es: $ão comidos com au+(lio de tal)eres apropriados, se não tiver, com o garo comum. "unca
usar aca comum para cortá0lo.
Alcac*o#ras: ,uando inteira e+ige a mão para desol)ar. / undo limpa0se com a aca e corta0se
com o garo.
Salada: 1orta0se com o garo, ou enrola0se os pedaços, como as ol)as de alace.
.stras: $ão degustadas com o garo pr!prio, de borda cortante e de três dentes. 8oma0se a ostra
na mão es#uerda, com a direita usa0se o garo e com a borda cortante desprega0se a ostra, pinga0
se limão e leva0se a boca com o garo. "ão )avendo tal)er apropriado, desprega0se a ostra com a
aca, usando o garo para levar a boca. 2ode0se levar a con)a a boca, para beber o caldo.
Carnes e Aes: 1omem0se com garo e aca. "uma c)urrascaria r4stica, ou casa de campo ao ar
livre, o certo é apan)ar o pedaço com a mão e comê0lo.
Compotas: 1omem0se com o garo para a ruta e a col)er para calda.
Frutas: -m geral 3á vem partidas. -+: abaca+i, laran3a, manga, etc.. Uvas, cere3as, 3abuticabas,
comem0se com os dedos, e as sementes ou caroços são col)idos com a mão ec)ada em orma de
conc)a, 3unto a boca e depositados no prato. % lavanda a seguir é indispensável.
Sopa: "ão assopra0se nem se repete.
3icor ou Ca#B: 2ode ser servido 5 mesa, ou ora dela, se or 5 mesa, a +(cara e a col)erin)a vem
3unto com o prato de sobremesa, e não se usa palitos 5 mesa.
:INC.S
"em todos os vin)os devem ser servidos com a mesma temperatura e em caso nen)um, com
pedaços de gelo dentro dos copos.
.Branco0$êco. 0 $ão servidos rescos, mas não inteiramente gelados, é mel)or a uma temperatura
#ue varia de .AE. a .AJ. graus.
.Branco0$uave. 0 Devem ser mais gelados e servidos numa temperatura de no má+imo .D. graus.
.1)ampan)a e Min)o -spumante. 0 $ão servidos gelados, em balde com gelo picado a volta e
nunca em geladeira.
*bs.- 8odos os Min)os a ser gelados ou de preerência rerescados, devem ser colocados em
baldes de gelo.
:INC.S A +/SA
./s Min)os 8intos., mas leves, devem acompan)ar os primeiros pratos de carnes com
mol)os, massas, legumes e aves. $ão servidos a temperatura natural da sala.
./s 8intos Mel)os., #ue são servidos com os assados, pouco mais #uente.
./s Min)os 8intos $ecos., são servidos rescos.
%lguns tipos de Min)os raros, leve e suave, levemente espumante, risante e doce, são
servidos a temperatura de adega. 9rescos mas não gelados. 2ara se conseguir #ue um Min)o i#ue
com a temperatura da sala em #ue vai ser servido, é aconsel)ável retirar a r6l)a, apoiá0la sobre o
gargalo a im de #ue não se perca o perume ;Bu#uêt< do Min)o, dei+ando a garraa durante
.#uatro a cinco. )oras na sala. "ão é aconsel)ável colocar a garraa do Min)o em água morna, não
é aprovado pelos entendidos no assunto.
.Min)os Mel)os. e amosos, devem ser servidos em suas garraas originais. .Decantar., é
passar o vin)o de uma garraa para outra. .>osê $uave., serve para #ual#uer tipo de carne, ave ou
pei+e.
0 .Min)os Brancos. secos e suave, indicados para sevir gelados com pratos de pei+e, crustáceos,
etc...
0 .Min)os do 8ipo >eno., secos, brancos e de coloração mais acentuada, pr!prios para serem
servidos com pratos de pei+e.
0 .Min)os do 8ipo 1larete. e outros, tintos, secos ou suave, pr!prios para serem servidos com aves
e carnes diversas.
0 .Min)os tintos de Uvas Bonarda01abernet, etc., pr!prios para serem servidos com assados,
principalmente os Min)os envel)ecidos.
0 .Min)os 9risantes, espumantes., saborosos e adocicados, pr!prios para sobremesa e também
para certos pratos de pei+es e carnes.
*bs.- $ervem0se primeiro os vin)os de menor teor alco!lico, depois os mais ortes, terminando
com os licores ou 1)ampan)a.
2!AND/S SAF!AS
0 8intos 0 >egião .Borgon)a.
AIDE 0 AIDG 0 AIDI 0 AIEB 0 AIEC 0 AIEI 0 AIFA 0 AIFB.
0 8intos Bordeau+: AIEB
0 /s c6tes du >p)6me 0 seu grande ano, AIDE.
1)ampan)a: AIEC.
1)ablis, é o vin)o mais amoso da região da Borgon)a.
CA!D;PI.S
AAN(A!/S D/ 2A3A
1aviar
1onsumé #uente
1amar*es em ormin)as
2e#uenos pudins de ervil)as
2eru a Brasileira
%ssado de Mitela, com mol)o de vin)o
$alada Merde
,uei3os
9ios de ovos
9rutas.
DEF
Melão com presunto
1reme de aspargos ;sopa<
2ei+e de orno
Bar#uettes de creme de camarão
2ato com mol)o de laran3a
%spe de .0oie'gras.
$alada de legumes co&idos
,uei3os diversos
1)arlote de morangos.
&E.
/stras
$opa de creme de amêndoas
9ilés de linguado com creme de 1)ampigon
%rro& a Brasileira
2resunto de orno
'alin)a rec)eada de .0oie'gras.
2udim de legumes
$alada de alace com cenoura ralada
,uei3os
2êssego Melba
GEF
'omos de 'raperuit com vin)o do 26rto
1onsommê com massin)as
Kagosta 1ardinal
2erdi&es com creme de leite
%rro& em ormin)as
2erna de carneiro assada, com mol)o de )ortelã
%spargos na manteiga
$alada mista
,uei3os
$orvetes
HEF
1reme de camar*es
2ei+e rio com gelatina
$alada russa
%rro& a indiana
-ntrecosto assado com legumes
$alada de alace
,uei3os
8orta de no&es com creme de 1)antillO
9rutas
IEF
1reme de galin)a
2ei+e de 6rno com mol)o de camarão
%rro& a brasileira
1ostelas de vitela com vin)o de Marsala
Batatas du#uesa
Kombo de viado ao orno
$alada de palmito
,uei3os
$orvete de creme com marrons de c)antillO
Nota: 8odo o prato #ue levar vin)o, o mesmo vin)o irá a mesa. /s ranceses, não aceitam um
3antar de gala sem #uei3os. Usam0se cinco #ualidades e uma aca para cada #uei3o.
JEF AAN(A! A+/!ICAN.> SK D/ +ASSASF
-spaguete
Ka&an)a
9etuccine verde
9uradin)o com suco de laran3a
8orteline
-spaguete com no&es, etc..
2oderá escol)er o tipo de prato de massa #ue #uiser. $erve0se #ual#uer espécie de vin)o. %
sobremesa é somente rutas.
CC;
% dona de casa escol)e a #ualidade do c)á. -le terá #ue vir #uente para a mesa. 2ode ser:
mate com limão, da (ndia, c)á preto, etc.
+/N9 A /SC.3C/!
0 $algadin)os 0 Bolos, tortas, etc...
0 2resunto 0 Bolacin)as
0 2udim de carne 0 $e#uil)os
0 2icadin)os 0 2ão de #uei3o
0 ,uei3os diversos 0 Biscoito de #uei3o
0 2ãe&in)os 0 9rutas, etc...
.S (!AA/S F/+ININ.S
$eguir a moda não é o mais importante. -m matéria de vestir0se bem, o principal é estar
sempre bem vestida de acordo consigo mesma.
-vitar disparates #ue distoam de sua personalidade, sem artiicialismo, escol)endo as roupas
ade#uadas de acordo com o seu tipo (sico.
"ão é com muito din)eiro #ue se a& uma elegante, a solução é simples, basta um pouco de
c)arme e bom senso e a sua maneira de ser, estará solucionando o problema. /s pe#uenos
tru#ues devem ser aplicados, como decotes em .M., listas verticais para emagrecer, etc.
2ara #ue seu tipo se3a aproveitado, as cores devem )armoni&ar com o tom de sua pele, dos
ol)os e de seus cabelos. /utro ponto é a simplicidade de suas roupas, #uanto mais discreto e
simples, mais elegante você estará. $e você não pode ou não #uer gastar muito, ten)a sempre
roupas básicasR a&ul, marrom, vermel)o e cin&a, etc., #ue combinam com os acess!rios básicos,
permitindo uma boa variação com o pouco #ue você possui. Um vestido clássico de cor neutra, um
talleur, uma saia lisa, #ue varia com dierentes blusas, um vestido passeio, uma lor, enc)arpe ou
3!ia pode transormá0los em mais ou menos habill#, dependendo somente de sua imaginação.
"ão #ueira parecer o #ue você não é. $e você é esportiva não #ueira ser soisticada ou vice0
versa.
0 2ela man)ã os tra3es são sempre o mais simples poss(vel, o sapato de salto mais bai+o, a bolsa é
esportiva. 1abe também nessas )oras para uma compra a saia e blusa #ue é uma solução
econ6mica de ácil adaptação.
0 2ara Missa ou almoço, ou mesmo casamento, o esporte ino é o ideal. Mestidos em cortes
simples e esportivos, saia e blusa, chemisier, costumes sem grandes detal)es, saias compridas em
algodão mas, tudo em bom tecido. /s sapatos e bolsa será também em esporte ino.
0 % tarde ou a noite o tra3e mais re#uintado, #ue ica entre o esporte ino e o habill#, ou então ser
permitido os bril)os e os tecidos transparentes para as #ue re#uentam reuni*es sociais, tudo o
#ue )á de mel)or e mais ino e mais rico. % norma continua sendo a mesma, nada #ue este3a ora
dos )ábitos e da moda.
2ara o .c)á das cinco., o talleur e o chemisier ainda é o mais ino. Um clipe de bril)ante ou
uma lor de pedra preciosa completa o tra3e. % bolsa e sapato devem ser de cromo ou camurça.
2ara viagem o ternin)o é o peerido. 2ara o campo a calça comprida, blus*es, etc... /s
s)orts, os mai6s, as saias, sa(das, bi#uines, as bolsas grandes de pal)a, c)apéus, sandálias,
lenços, são preeridos para a praia. $e você é c)ein)a, não use bi#uini e sim um mai6 escuro.
A +.DA D/ AC.!D. C.+ . (IP. FÍSIC.
8riangular 0 deve desviar a atenção dos #uadris e c)amar a atenção para o busto. -vitar decotes
em .M., saias claras, cavas pronunciadas, etc. 7 permitido todos os detal)es )ori&ontais para o
busto e verticais para o #uadril.
8ringular invertido 0 deve c)amar a atenção para os #uadris e desviá0los do busto. -vitar golas
grandes, babados na manga, decotes #uadrados, mangas buantes, lenços, colares 3unto ao
pescoço. % blusa mais escura, a saia mais clara, decotes em .M., mangas 3aponesas, cavas
pronunciadas, saias em pregas, bolsos, etc...
Kongil(nio 0 este tipo é privilegiado, altura cima de A,FEm. 8udo é permitido: usar duas cores,
t4nicas em tons dierentes, cintos largos, mangas buantes, saia de babados, casacos e capas
a3ustados na cintura e listas )ori&ontais se or magra.
Mignon 0 evitar estilo vamp, penteados alt(ssimos, listras )ori&ontais, vestidos curtos demais, duas
cores, saltos altos demais, saias amplas, bolsas grandes, saias de babados e golas grandes. Usar
golin)as ec)adas, vestidos tubin)os, todos os motivos verticais, estilo império, estampados
mi4dos, cintura alta, bolero e saia evas#.
'orda e Bai+a 0 usar decote barco, cintura marcada, saia evas#, vestido aberto na rente, duas
peças, todos os detal)es verticais, saia reta com casa#uin)o solto, vestido tubin)o, cores escuras
e manga CSD.
Lgual ou assimétrico 0 usar listras verticais, mangas 3aponesas, cavas americana, decote em .M.,
vestido estilo princesa, ridingote, cintos inos 3amais repetir detal)es e mangas trabal)adas.
1ores claras engordam e escura emagrece, tecidos oscos e pesados com caimento não
engordam, tecidos bril)antes engordam.
ADAP(A! A +A@9I3A2/+ A. :/S(9;!I.
1ores #uentes 0 amarelo, coral e vermel)o. Ma#uilagem vibrante.
1ores rias 0 a&ul, verde e violeta. Ma#uilagem ria.
1ores neutra 0 branco, marrom, be3e, preto, cin&a, etc. Ma#uilagem neutra.
Morena 0 cores alegres, vermel)o, coral, branco, verde, marelo, verde0amarelado, a&ul, a&ul0claro,
etc.
>uivas 0 rosa, verde, lilás, ro+o batata, a&ulão, etc.
Kouras 0 rosa em todos os tons, bordeu!, ro+o, verde, marrom, verde escuro, etc..
'risal)as 0 cor pastel, verde claro, a&ul claro, lilás, etc. Usar cores claras pr!+imo ao rosto.
1olares, lenços, etc.
2ara todas as mul)eres: a&ul em todos os seus tons.
AC/SSK!I.S
2odem levantar ou soterrar a toalete. %s roupas poderão ser simples mas os acess!rios terão
#ue ser de boa #ualidade.

2lane3ar a roupa e os acess!rios é obrigação de toda mul)er elegante. 1ombinar lenços,
ec)arpes, colares, pulseiras, brincos, lores, etc., tudo de acordo com o seu tipo (sico.
Usar uma cinta de acordo com o (sico, um soutien do taman)o do busto. 1alcin)as, soutien,
anágua, devem ser da mesma cor. %s camisolas, pi3amas, etc. , da mel)or #ualidade. 7 preer(vel
pouco, mas de boa #ualidade.
SAPA(.S
7 necessário um complemento preto para #ual#uer ocasião, um marrom para o dia. "ão é
necessário a bolsa combinando com o sapato, neste caso está inclu(do os esportes, esportes inos,
habill#, mas devemos estar de acordo com a moda e o nosso gosto pessoal.
!/2!AS 2/!A3 PA!A SAPA(.S
.$apatos. com eneites )ori&ontais no peito do pé, engrossam as pernas, verticais ainam.
$apatos com gáspea alta, também engrossam mas encurtam as pernas. $apatos bicolores,
escuros ou clássicos, diminuem as pernas.
$apatos esportes 0 são de salto alto, mocassim, saltos mais grossos, pespontado, com ivelas,
correntes e tiras sobre o pé, são usados em compras, trabal)o, passeio inormal duarante o dia,
viagem inormal, cinema, campo, etc.
$apatos passeio ino 0 Merni&, pelica, camurça ina, cromo, crocodilo, cobra e napa. $ão mais
clássicos e indicados para passeio em geral. ?antares em restaurantes, 3antar inormal, passeio
durante o dia e a noite, cinema, teatros, desiles, co#uetel inormal, reuni*es, c)ás, etc. 2ara as
compras se gosta de estar c)i#ue e ir depois a um passeio especial, .usar meias..
$apatos toalete 0 'orgurão, cetim, do mesmo tecido do vestido, perlê prateado, dourado, e le&ard
dourado, ou prateado. 7 obrigat!rio meias. Usa0se com vestuário habill# como: seda pura, gases,
tecidos cintilantes, prateado ou dourado, vaporosos, enim, tecidos para toalete. Q pr!prio para
casamentos, 3antar ormal, co#uetel ormal, recital de gala, teatro, ormaturas, reuni*es ormal, etc.
Usa0se somente ap!s as AG:JJ )oras.
3/+"!/(/S
$apatos de salto bem alto é condenado para as bai+in)as.
$e usar sapatos com duas cores, combinem a bolsa com uma das cores.
$apatos clássicos servem para #ual#uer tipo (sico.
$andálias de praia não permitem meias.
$andálias passeio permitem meias pr!prias.
".3SAS
-sporte 0 $acolas, tiracola, ráia, croc)ê, napa, contas oscas, de ibra, etc. 7 para serem usadas
até 5s AF )oras e em passeios no campo, compras, viagens inormais, praias, piscina, etc. Usa0se
com vestido esporte ou tra3es esportes, calças compridas, etc.
2asseio ino 0 /val, redonda, #uadrada, comprida, retangular, etc., de pelica, verni&, napa, cromo,
tecido ráia, crocodilo, cobre, etc. 2ara ser usada depois das AB )oras, em c)á, desile, teatro,
esta, reuni*es, cinema, casamento inormal ;pela man)ã< com tra3e passeio ino.
(.A3/(/S
-m taman)o pe#ueno, redonda ou #uadrada, retangular, oval, etc. 1oneccionadas em ouro,
pérolas, vidril)os, pedrarias, strass, em tecidos do pr!prio vestido, croc)ê, e bordados, etc. Devem
ser usadas depois das AG )oras, em estas ou reuni*es ormais como casamento, etc. 2ara o
vestido bordado a .bolsa. acompan)a o bordado do vestido, poderá ser lisa, se o vestido or
trabal)ado. %s cai+as de ouro ou tartaruga, para p! de arro& ;minaudiéres< vai bem com tra3es
habill# ou meio habill#. Bolsas de tartaruga, também são permitidas, tanto para habill# como para
passeio ino.
AKIAS
"ão se misturam pedras preciosas de cores variadas, e+: rubis com esmeraldas ou sairasR
somente o bril)ante por ser transparente, pode estar em compan)ia de pedras de cor. 8ambém
não se misturam 3!ias verdadeiras com 3!ias antasias., por#ue sem valori&ar as 4ltimas, se
depreciam as primeiras. % noite, usam0se pulseiras sobre as luvas, não é muito bonito mas é certo.
/s anéis sobre as luvas devem ser dei+ados para os pr(ncipes da igre3a para serem bei3ados. %
mul)er 3amais usará. ,uando se usa brincos grandes ca(dos sobre o pescoço, não se usa o colar,
eles não dariam bem. ."ão se usa broc)e. com vestido estampado. ."ão se usa broc)e. de estilo
antigo com vestido de lin)a moderna.
Broc)es 0 Medal)as, moedas de ouro, prata, cobre, madeira e material osco são .broc)es
esportivos..
0 /uro trabal)ado com pedras de bril)o, platina com bril)antes, pérolas com platinas são broc)es
broc)es )abillé. Usando o broc)e mais alto dará a ilusão de mais altura.
ANLIS 0 /uro puro, prata, cobre, aliança de ouro, tartaruga e madeira. %liança de ouro com pedras
oscas é para o dia. ;%néis esportes<.
0 1)uveiros de platina com bril)antes, alianças de bril)ante, solitário, etc. / solitário poderá ser
usado sempre ;%néis )abillé<.
Brincos 0 são os de antasia, pedras oscas, ouro pesado e prata, são esportes.
0 1om pedras de bril)o, ouro com pedras de bril)o e strass, pérolas bril)antes, etc, são ;brincos
)abillé<. /s de pérolas não sendo pingentes poderá ser usado durante o dia. ,uando usar !culos
com pedras evitar brincos.
2ulseiras 0 %s esportes obedecem as regras dos anéis. "um braço pode0se usar de uma até #uatro
pulseiras, ou em cada braço uma pulseira.
2ulseira )abillé 0 pérolas, platinas com bril)antes pedras de bril)o , ouro com bril)ante.
C.3A!
8antos os .esportes. como os .habill#. obedecem as regras dos anéis e broc)es. 1olar de
pérola de um s! io é esporte, de mais ios é habill#. "ão usar colar de pérola com brinco de ouro,
ou vice0versa.
AKIAS /SP.!(/S
/uro pesado, prata, cobre, pedras oscas, pérolas de um io, etc...
AKIAS HABILLÉ
2edras de bril)o, pérolas montadas em platina, bril)ante com platina, rel!gio de bril)antes
com tampa, etc...
39:AS
9ormandas, debutantes, cerim6nia de casamento, conerência, teatro, cinema, podem estar
de luvas calçadas. $! na )ora de cumprimentar retiram as luvas, primeiro 5 direita em seguida a
es#uerda.
0 Debutantes e ormandas, podem dançar com luvas calçadas.
0 Missas e comun)*es são assistidas sem luvas.
0 "ão se entra em casa de ninguém com mãos enluvadas.
0 Mãos enluvadas para enterro é distinto.
0 "ão compre nunca luvas de nOlon, rendas transparentes.
0 Mestidos e costumes de manga CSD, a luva deve estar na manga. 1om mangas compridas, luvas
curtas.
0 $! mul)eres altas, poderão usar luvas compridas.
0 / ideal em luvas é o CSD.
0 -+iste a luva )elanca, #ue é para todas as ocasi*es.
0 % luva bege, branca, gelo, é sempre correto.
0 -+ceção para o complemento prata ou ouro.
P/3/S
2eles esportes 0 /nça, leopardo, carneiro c)inês, be&erro, 3aguar, macaco, oca, lontra, astraNan,
coel)o, prestam0se para casacos e golas, c)apéu, bolsas, pun)os, para viagens em geral, esporte
de inverno e casamento pela man)ã. Mul)eres bai+as não deverão usar peles altas.
2eles passeio 0 Usa0se para viagens internacionais, casamentos, 3antares, recepç*es, missas.
Mison selvagem, pedigree, marta, etc. $ão peles passeio ino.
2eles toaletes 0 2restam0se para tudo acima. Usa0se para recitais de gala, casamentos 5 tarde,
3antares ormais, boates, etc. $ão: c)inc)ila, vison, vison prateado, a&ul topásio, renarde, armin)o
branco, etc...
9lores 0 9lores -sportes 0 Margarida, Miguet, Mioletas, 1amélias, 9lores do 1ampo, 1ravo, etc...
8oaletes 0 >osa em botão ou aberta, or#u(dea, camélia de tecido bril)ante, etc. "ão colocar o cabo
virado para o pescoço.
+/IAS
Meias escuras 0 ainam as pernas.
Meias claras 0 engrossam as pernas.
Meias sem costura 0 engrossam as pernas.
Meias com costuras 0 ainam as pernas.
%s meias devem assemel)ar0se a cor das pernas, escol)a 5 lu& solar.
Meias são indispensáveis, #uando se usa c)apéu e luva.
,uando usar .meias0calças. procure esticá0las desde o pé e não apenas a parte de cima.
9icam mal colocadas. -vite meias avermel)adas com vestido escuro. %s meias coloridas, devem
combinar com o sapato e ter )armonia com o vestido. Meias trabal)adas ou rendadas deve ser
usada com sapatos ec)ados. 2ara sandálias, meias sem reorço na ponta do pé e no calcan)ar.
CCAPL9S
2odem ser esportes ou habill#. $eus eitos variam de acordo com a moda e sua conecção,
deve atender ao tipo (sico do rosto e estatura. %bas largas s! para mul)eres altas. 8ocado no alto
aumenta a estatura, mas deve )aver proporção. 1)apéus eneitados com lores, de pal)a são para
o verão e a primavera. 1)apéus de véu, tecidos habill# e itas, é indicado para viagens
internacionais, casamentos pela man)ã, missas de ormaturas e 3!#uei. Usa0se o mesmo estilo
para casamentos ormais, missas 5 tarde, ormatura, mas em tecido .habill#.. "ão usa c)apéu em
3antares, mas permancece com ele em recepç*es ap!s um casamento.
KC93.S
7 di(cil os !culos embele&ar um mul)er, se tiver #ue usá0los, escol)er com discrição e bom
gosto. -scol)a de acordo com o ormato do rosto. $e os cabelos orem grisal)os o cin&a vai bem,
para as louras !culos marrom e suas variaç*es.
/CCA!P/S
-portes 0 pe#uenas, estampadas, lisas, no pescoço ou na bolsa.
2abill# 0 longas de tecido do vestido, na mesma cor ou contrastante. 2odem ser: simples, com
ran3as de prata, ouro ou seda, ou bordadas.
CIN(.S
,ual#uer material, tecido, verni&, couro de todos os tipos bordado 6sco, etc., para cintos
.esportes.. 1intos com pérola, pedras bril)antes, vidril)os, etc., de tecidos, habill#, etc., bordados
em ouro e ios prateados são para cintos .habill#..
Mul)er c)ein)a é preer(vel não usar cinto. Mul)er de corpo curto não deve usar cintos. 1intos
largos engrossam a cintura e encurtam o corpo, estreito e escuro aina a cintura.
/S(.3AS
"ão usar estolas de pelo com vestidos transparentes ou estampados. -stolas de pelo é para
vestido habill#. Mocin)as deverão usar peles no pescoço, pun)os e golas, não usar casacos ou
estola.
P/!F9+/S
"ão e+gere nos perumes, use discretamente o seu perume preerido. -scol)a0o
cuidadosamente, e+perimente diversos até encontrar o #ue agrada não somente a você, mas
também ao seu noivo, marido ou namorado. 7 uma ve& eita a escol)a, i#ue nele. "ão mude
sempre, pois assim o perume, para os #ue l)e são caros, acabará marcando a sua presença e
lembrando0a na ausência. / perume deve marcar a personalidade da mul)er. $e ela é suave,
delicada, o perume se3a e+trato ou col6nia, terá #ue ser suave. $e tem personalidade orte,
também assim será o perume.
-+emplos de perumes:
2ara mul)eres: 1aron, 1arven, 1)anel, 1)eranO, 1)ristian Dior, Dior(ssimo, Magie Kanc6me,
2iérre 1ardin, etc.
2ara )omens: %rpe3e, 8opase, 1aboc)á, >epli#ue, Badit, Marcel >oc)as, MisouNe.
PA!A . C.+/+ F.!+A3
Um )omem deve estar bem vestido, isto é, estar vestido segundo as condiç*es da )ora e do
lugar. / #ue distingue um )omem #ue se veste bem é a #ualidade do #ue usa, e não, o n4mero de
ternos, de camisas, de sapatos, etc. - por #ualidade, entendemos a boa procedência dos tecidos
dos calçados, mas também a escol)a acertada dos elementos do vestuário, sua conecção
capric)osa e sua conservação. "ão )á necessidade #ue este3a c)eirando a novo, ou passando 5
erro ap!s algumas )oras de uso. Um bom .-legante. usa o vestuário, molda0o a sua maneira.
-nim, da um to#ue individual a tudo #ue usa. 2ara as atividades normais, o )omem bem vestido
não dispensa roupas de acordo com a estação. / básico será possuir, segundo o clima do local de
residência alguns ternos para temperatura mais re#uente, menor n4mero para meia estação,
menor ainda para o inverno.
0 Durante o dia na cidade, o )omem pode usar se #uiser sapatos amarelados, marrom, couro ou de
camurça.
0 % noite somente o sapato preto é de estilo. Deve0se comparecer durante o dia a um co#uetel,
mesmo (ntimo, com sapatos pretos eterno escuro ou meio escuro.
0 % noite para 3antar ou teatro, a roupa escura é obrigat!ria. % camisa deve ser branca, mas é
admiss(vel com listras discretas. $endo poss(vel deve0se usar colete, do
mesmo tecido da roupa ou da antasia.
0 / sueter é totalmente condenado a noite. Mesmo #ue se use esse acess!rio na cidade, deve ele
icar restrito as )oras do dia e em cores discretas. 2ara uma reunião ou co#uetel, onde )a3a
sen)oras, o .$ueter. não deve ser usado. $ueter de cores berrantes é para campo e montan)a.
"ão combine em demasia as cores das roupas e dos complementos, mas também não as destoe.
0 "unca se deve usar listras no terno, na camisa e na gravata. $omente em uma das peças. 2ara o
dia o lenço de seda, para a noite o lenço de lin)o. "ão )á necessidade de combinar a cor da meia
com a gravata. % meia nunca deve ser percebida. "ão use nunca meia branca a noite com terno
escuro. Durante o dia deve0se evitar essa cor, a não ser #ue o con3unto se3a esportivo e em dia de
calor.
0 1om o tecido c)amado .2rincipes de 'ales., a camisa, meia, gravata e o lenço devem ser 4nicos.
F!A@9/
/ ra#ue se usa com sapato preto ;botina seria mel)or< meia preta, calça de 8@eed riscada ou
+adre&, colete do mesmo tecido, ou de ustão, ou ustão branco, camisa de peito curto e
engomado, listras )ori&ontais e discreta, colarin)o simples e engomado ;podendo ser alto ou bai+o<
gravata lisa, cin&a ou listrada ou em +adre& de padr*es discretos, comprida ;tipo >egata< ou
borboleta. / tecido do ra#ue pode ser liso ou mescla preto ou cin&a0escuro, lenço branco de lin)o.
$endo para o casamento o cravo branco é recomendado sobretudo para o noivo. 2ara os pais do
noivo e padrin)os cravo vermel)o ou grená. % cartola e as luvas, podem ser dispensadas. ,uem as
tiver, #ue complete com elas o con3unto. "ão é permnitido sapatos de verni&.
SMOKINGS
/ smo&ing usa0se com sapatos de verni&. $endo clássico, a camisa deve ser engomada ou
pregueada, sempre com o colarin)o engomado. $endo transpassado a camisa deve ser menos
ormal, até se admite o colarin)o mole, contanto #ue se3a bem cortado e #ue não amarrote e nem
levante as pontas. 'ravata sempre preta e lenço sempre branco. "o verão o tecido pode ser leve.
% cor pode ser preta ou a&ul marin)o.
SUMMER
/ summer é decididamente aceito nas praias, a bordo ou em dias muto #uentes. % calça é a
do smo&ing, tar3ada de seda no lado e+terno. 2ode ser clássico ou transpassado. "ão admite
colete, mas sim, ai+a. Há #uem use nesse caso, gravata a&ul0marin)o ou grená. 2ode ser
admitida com discrição se o )omem or muito 3ovem. / lenço deve ser branco e não de seda preta.
"ão se deve misturar lin)o com seda.
CASACA
/ inglês c)ama a casaca de 0ull'drees ;vestuário completo<. Lsso signiica #ue ele não admite a
menor antasia ora do clássico. $apatos de verni&, aberto ou ec)adoR meias de seda preta,
camisa com colarin)o e pun)os engomados, sendo a camisa de ustão e o colarin)o de lin)o, alto
e #uebrado nas pontas. 1olete de ustão branco e gravata de ustão ou lin)o. 1onvém ter várias
delas, por#ue, se o laço não sair certo na primeira tentativa, é tomar uma outra, por#ue a primeira
está inutili&ada, lenço de lin)o branco.
(!AA/S /SP.!(I:.S
% calça cin&enta, acompan)ada de palet! esporte de 3eed, no inverno e brim ou tecido leve
ao verão, s! é admitida até a tarde. % noite, o terno com calça e palet! do mesmo padrão é
aconsel)ável. "os tra3es esportivos, sobre tudo os de praia e (achting ;iatismo< cores vivas e
d(spares são admitidas. % bem di&er, nessas condiç*es impera o tudo0vale. $apatos de lona ou
corda, c)inelos de todos os ormatos, calças ou s)orts de cor unida, +adre&, listras ou desen)os
modernos, blusas, camisas, 3a#uetas ou palet!s, de acordo com o gosto de cada um.
PA!A :IA2/+
/ con3unto é: sapatos amarelos de couro ou camurçaR calça de lanelaR palet! de 3eed mais
ou menos leve, segundo a estação do anoR camisa de cor ;a&ul ou cin&a claro< ou listradaR gravata
listrada, não destoando a camisa, ou fourlard com desen)os e cores vivasR meias cin&a, não muito
claras ou a&ul, se o palet! or a&ulR o guarda0c)uva é sempre 4til, se or para outra cidade e não
para praia ou montan)a, onde talve& o impermeável se3a de mais utilidade, por ser mais rápido e
prático nesse caso.
0 Keve consigo malas de mão, se poss(vel um 3ogo delas, mas #ue não se3am muito grandes. Mais
valem três pe#uenas e de ácil colocação e porte do #ue uma maior. 1olo#ue nelas tudo #ue or
necessário, sem es#uecer o smo&ing, #ue sempre se lastima não ter posto na mala. 8alve& não
encontre lá, tudo #ue precisar, ;fourlard<, lenço de seda, para o pescoço. $e numa viagem de avião
ou trem, i&er muito calor na cabine, um )omem bem educado pode tirar seu palet!, veriicando,
antes se alguns 3á i&eram o mesmo e se o ambiente permite tal liberdade. Me3a antes, se a calça
está presa por si mesma ou por um cinto, se a camisa está pereita e se o con3unto não c)oca.
0 -vite tirar a gravata, o #uanto or poss(vel. $e abrir o colarin)o l)e dá mais conorto, aça0o,
arou+ando a gravata sem tirá0la. "as paradas vista seu palet! antes de descer.
0 "unca tire o palet!, #uando estiver de suspens!rios. 7 uma das condiç*es mais eias para um
)omem ino. .)apatos de verniz s1 se usa com casaca e smo&ing..
0 / c)apéu, #ue tão bem completa o tra3e masculino, está em grande desaavor, sobre tudo nos
pa(ses tropicais.
"A!"A / SAPA(.S - 5C9IDAD.5
Kembre0se de #ue um )omem nunca estará bem vestido, se a barba estiver por a&er e o
calçado por engra+ar. $ão dois pontos #ue re#uerem constantes cuidados. ,uando usar col6nia ou
perume, use discretamente.
F9+AN(/S
Ho3e em dia, o umar entrou nos atos sociais e ninguém pode levantar0se contra esse )ábito,
#ue gan)ou oros de cidadania. "ão sendo poss(vel combatê0lo, cumpre a sociedade limitá0lo, isto
é, estabelecer certas regras #ue o torne suportável. /s )omens vão abandonando o umo e as
mul)eres os vão substituindo.
N.!+AS D.S F9+AN(/S
0 Um )omem nunca deve umar sem pedir licença 5s sen)oras presentes, a não ser #ue todas elas
este3am umando.
0 /s donos da casa oerecem cigarros aos convidados, mas se estes não umam deve abster0se.
0 Uma mul)er nunca acende o cigarro de um )omem, se ele não tiver !soro ou acendedor, ela l)e
oerecerá, entregando0l)e um ou outro.
0 $e um )omem acende o cigarro de uma sen)ora, ela não apaga com o sopro o !soro ou
is#ueiro, ele mesmo #ue o aça.
0 "unca se3a o primeiro a acender um cigarro 5 mesa de reeição, ainda mais se o 3antar or
organi&ado para se apreciar bons pratos e bons vin)os 0 uns e outros sentirão o male(cio do umo.
0 Um )omem nunca acenderá um c)aruto 5 mesa, a não ser #uando todas as sen)oras se ten)am
retirado e os )omens prossigam conversando.
0 / mesmo #uanto ao cac)imbo.
0 "ão acenda três cigarros com o mesmo !soro, é uma superstição, mas acontece #ue )á sempre
gente supersticiosa no grupo e #ue poderia aborrecer0se com o ato.
0 1uidado com a direção da umaça, evite #ue ela perturbe o vi&in)o, mesmo se or )omem.
0 "unca ale com o cigarro preso aos lábios, e sobre tudo com o cigarro pendurado no lábio inerior.
0 "ão atire cin&as no c)ão, mesmo #ue l)e digam #ue ela mata traças. Há os cin&eiros.
0 "unca acenda um cigarro com a brasa do cigarro anterior.
0 "ão se pode entrar em casa com o cigarro acesoR deve0se 3ogá0lo ora e depois acender um outro
no interior.
0 ,uando se uma c)aruto, cuidado ao retirar o anel de papel e cortar a e+tremidade com uma aca
ou instrumento apropriado, nunca morda essa e+tremidade para cortá0la com os dentes.
0 "ão pon)a cin&a, !soro #ueimado ou ponta de cigarro no pires da +(cara de caé ou de #ual#uer
prato #ue este3a na mesa, a não ser #ue nesse lugar não )a3a cin&eiro apropriado e o responsável
pela reeição o convide e+pressamente a a&ê0lo.
0 "ão )avendo cin&eiro na mesa de reeição não peça.
:ISI(AS D/ C.!(/SIA
0 %s visitas de simples cortesias e não de aeição, devem ser curtas, de de& a #uin&e minutos será
a duração.
0 % pessoa visitada #ue cuide de retribuir a gentile&a, demonstrando #ue l)e agrada conservar o
visitante e prosseguir em contato social com ele.
0 $e a visita or de neg!cio, também deve ser rápida.
0 8ambém as visitas de contrato, #ue se segue depois de uma viagem em con3unto.
0 $e uma pessoa dese3a manter ami&ade, a& visitas e espera retribuição.
0 %s visitas de pêsames devem ser curtas, a não ser #ue )a3a bastante intimidade entre visitante e
visitado.
0 ,uando alguém de nossas relaç*es está passando mal, é de cortesia a visita, mas muito cuidado
com ela. 7 preciso uma dosagem muito certa para ser tomado como indierente ou demasiado
cortês e depende do grau de ami&ade.

"unca se deve pedir para ser levado até ele. % pessoa da am(lia #ue recebe, sabe
pereitamente se deve ou não convidar o amigo a entrar. $e or convidado a ver o doente, deve
icar a certa dist=ncia e não l)e dar a mão, a não ser #ue o enermo o aça. "unca se deve tentar
obter detal)es, #ue poderiam oender o pudor do enermo, principalmente se or mul)er. % posição
do doente e da am(lia deve ser respeitada ao má+imo. Misitas de cerim6nia com cart*es também
são bem recebidas. ,uando voltar a boa sa4de, o doente agradecerá as visitas recebidas durante
a enermidade e a arão de maneiras dierentes, segundo o interesse #ue oi demonstrado. %os #ue
enviaram cart*es e se inormaram pelo teleone ou visitando poucas ve&es, basta um cartão
aetuoso. %os #ue tomaram parte no curso da doença, uma carta ou uma visita, é a mel)or
maneira, logo é #ue este3a restabelecida. 2ara as visitas protocolares, cart*es impressos #uando é
grande o n4mero de pessoas 5s #uais agradecer. %os demais agradecimentos do pr!prio pun)o.
".AS +AN/I!AS PA!A CC/F/S / A96I3IA!/S
-stes consel)os são dedicados aos )omens e as mul)eres, por#ue ambos podem ser
empregados ou empregadores, c)ees ou subordinados. %mbas as posiç*es são delicadas e
re#uerem tato para #ue )a3a uma atmosera agradável, sem a #ual o esorço é trancado ou
diminu(do por certo mal0estar.
AP. 0 Um c)ee não deve irritar0se nunca com um subordiando. Das duas uma: ou o empregado
errou involuntariamente e merece ser repreendido e orientado, e neste caso não )á necessidade
de palavras ou atitudes ásperas, se é um mau trabal)ador, neste caso é aconsel)ável o patrão
desped(0lo, sem necessidade de e+press*es grosseiras ou mesmo &angadas. / patrão deve a&er
o #uanto poss(vel, a&er do empregado um amigo ou uma pessoa #ue inspire coniança. 2alavras
severas podem corrigir. 2alavras violentas não levam a coisa alguma de bom, #uando não
condu&em a epis!dios lamentáveis. %s ve&es a culpa não é somente do empregado... $empre #ue
poss(vel, a boa vontade m4tua é tudo #uanto )á de mel)or para os dois.
BP. 0 / empregado também tem obrigaç*es. 1umprir com elas da maneira mais clara poss(vel.
Manter bom )umor, compreender #ue o patrão tem mais responsabilidade, tantas são as
preocupaç*es. 9eito seu trabal)o, se um colega estiver em embaraços, a3ude0o para #ue ele
também i#ue nas boas graças do patrão. $e o patrão or irasc(vel, o mel)or é pedir as contas e
dei+ar o emprego, antes #ue as duas partes entrem em conlito.
CP. 0 / patrão deve ser pontual ;dependendo do trabal)o< para dar e+emplo. Dar um bom dia, boa
tarde, até logo, e interessar0se por um empregado #ue este3a enermo ou com pessoa de sua
am(lia adoentada, são atos banais, #ue agradam sempre e orma um ambiente sadio.
DP. 0 $e o empregado or alar ao patrão, deve pedir licença antes de entrar na sala e manter0se em
pé, en#uanto ala com ele. / patrão deve ouvir com atenção o #ue l)e é dito, mesmo se or uma
not(cia desagradável. $e a conversa or longa, não custa mandar o empregado sentar0se para
discutir o assunto.
EP. 0 2or mais (ntimo #ue o empregado se3a do patrão, durante o trabal)o não pode tratá0lo com
intimidade. / .você. ou o .tu. são e+press*es de camaradagem pessoal, não deve ser
empregados. Mesmo dois irmãos, em reunião de neg!cios em #ue )a3a estran)os ou gente de
cerim6nia, devem tratar0se como tratariam #ual#uer das demais pessoas presentes.
FP. 0 "unca se deve dar consel)os a um colega de trabal)o do mesmo n(vel, sem #ue se3a
solicitado, a não ser #uando a ami&ade pessoal está acima de #ual#uer melindre. %o contrário,
deve0se procurar aconsel)ar uma pessoa subordinada, se perceber #ue a pessoa tomaria o
consel)o com uma prova de boa ami&ade.
GP. 0 "unca se delata um compan)eiro, a não ser #uando o ato é de tal gravidade, #ue )a3a uma
obrigação moral nesse sentido. Havendo uma atitude coletiva #ue pareça errada e vendo baldados
os esorços para imped(0la, é mel)or manter0se ora do debate, mostrando #ue a opinião pessoal
não deve sobrepu3ar a coletiva. / .Esp/rito de Coleguismo. deve estar sempre vivo entre os
colegas.
HP. 0 Mesmo #ue se saiba #ue )á alguma coisa de errado no escrit!rio, não se deve comentar o
ato em grupo de con)ecidos ou estran)os ao trabal)o. 2odendo, evite #ual#uer conidência se3a a
#uem or.
IP. 0 Mesmo #ue alguém de ora se diri3a ao empregado de uma empresa em termos e atitudes
menos delicadas, o empregado não deve responder no mesmo tom. 7 com palavras simpáticas e
atitudes corteses #ue se vencem obstáculos e se mostra a pessoa irritada como está ela errada em
seu comportamento.
AS C!IAN7AS
2ara educar os il)os, os pais, em sua maioria, não precisam tatear em busca dos camin)os
certos, proceder por tentativas ou, simplesmente dei+ar #ue as coisas se encamin)em como .Deus
ac)ar Mel)or.. -+istem centenas de livros, de divulgação sobre a educação inantil, #ue nos
orientam como educar nossos il)os. "os casos mais di(ceis, nada substitui a orientação direta de
especialistas em educação inantil.
0 $aber se .2ai e Mãe. não consiste em sustentar os il)os, mudar0l)es as raldin)as e carregar o
bebê ao colo. 7 mais, muito mais, é moldar a personalidade do il)o, dar0l)e a #uantidade certa de
compreensão, de carin)o, de amor, de respeito, sim, respeito por #ue não: 1orreção nas )oras
necessárias, dar0l)e a orientação segura no princ(pio da vida até a complementação da sua
personalidade.
0 Dei+e a criança ser ela mesma. "ão aça do seu garotin)o um adulto.
0 "ão permita #ue a sua garotin)a de G anos pinte as un)as, não aça dela uma moça, é uma
criança, e tem de agir como criança.
0 "ão e+iba os il)os, a&endo0os dar s)o@s de recitais ;da batatin)a #uando nasce<, e coisas
parecidas. %s .B/%$ M%"-L>%$. mandam #ue os pais não impon)am 5s visitas espetáculos
dessa nature&a, e retratin)os no bolso a mostrar a todos os con)ecidos #ue encontrem a repetir as
gracin)as dos il)os. -stes são consel)os dedicados aos av!s.
0 -m reuni*es de cerim6nia, 5 mesa, saraus, co#uetéis, atos oiciais, crianças não tem ve&. /
má+imo #ue se admite é #ue a babá traga os pe#uenos 5 sala para apresentar aos convivas, com
eles se retirando logo em seguida.
0 ,uando estiverem mocin)os, é #ue podem começar a aparecer, gradativamente, em almoços,
depois em 3antares, inalmente em bailes.
0 ,uando os menores começarem a participar de reeiç*es de certa cerim6nia, a eles cabem os
lugares de menor import=ncia.
0 ,uando )ouver esta de aniversário de crianças em sua casa, serão convidados amigos de seus
il)os e il)os de seus amigos. "a )ora da esta a mesa pode ser arran3ada com copos e pratos de
papelão, pintados. %s col)eres são as mais indicadas e impedem maiores males. 8ambém garos e
acas são proibidos, podem erir um criança.
0 Muito cuidado com presentes para as crianças. Doces são condenados, por#ue as crianças se
e+cedem e podem icar doentes. Devem evitar brin#uedos #ue constituem um perigo para o (sico
da criança, como para a vidraça e os m!veis.
0 Deve0se acostumar os il)os a agradecer os presentes recebidos, se3a o #ue or.
0 "ão se deve prometer nada a uma criança, #ue não se possa cumprir o prometido. 7 pre3udicial
decepcionar uma criança, isso l)e dá uma impressão má da pr!pria vida.
0 /s pais não devem nunca, c)amar a atenção do il)o, na rente de visistas, assim constrange a
criança com também as visitas.
P!I+/I!A C.+9NC8.
"os lares cat!licos, a primeira comun)ão marca proundamente a vida inantil. -la se dá
#uando a criança atinge a idade da ra&ão. ,uase sempre a primeira comun)ão se reali&a por volta
dos sete anos de idade.
0 %s meninas podem usar vestidos longos, branco, o véu de tule e a coroa de lores, #ue l)es dá
uns ares de noivin)as. 2odem usar uma t4nica, no estilo das #ue usam as mon3as, em tecidos
brancos, grossos ou em lin)o, ;lã para o rio< um cordão na cintura e sandálias ranciscanas sem
meias. %o peito, pendente, uma cru& média de madeira.
0 2ara os meninos o mesmo tra3e, mas com sandálias marrom e capuc)o nas costas. 2ara os
meninos poderão escol)er, se #uiser, um ternin)o a&ul0marin)o, com gravata escura, camisa
branca e sapato preto, com uma ita de cetim no braço es#uerdo, ou: calças curtas ou compridas,
em a&ul0marin)o, camisa branca e gravata escura. "o braço es#uerdo, uma ita de cetim de taetá,
com uma ran3a curta e encorpada, sapatos pretos.
0 2ara a comun)ão as crianças são preparadas devidamente para o ato, na igre3a ou colégio.
0 % estin)a para depois da comun)ão, deve ser simples, constando de leite ou c)ocolate, c)á, caé
com leite e bolin)os, bolac)as e biscoitos.
NASCI+/N(.S / "A(IS+.S
0 ,uando nasce o bebê, a participação parte do pai ou parentes pr!+imos. 2articipam aos amigos,
parentes, colegas de proissão ou laços sociais, o eli& evento.
0 "ão se usa mais a&er participação por escrito e a #ual se unia, com uma ita um cartão em
miniatura o nome do bebê. "ão é errado, mas caiu em desuso.
0 %s pessoas a #uem oi participado, devem uma visita a mãe e ao bebê, ainda na maternidade.
0 /s )omens não sendo (ntimos, maniestam0se com lores a genitora ou um presente ao recém
nascido.
0 %s visitas, longas ou curtas, dependem e muito do grau de intimidade e+istente.
0 -stá )o3e, muito diundido o )ábito de bati&ar o bebê na maternidade. $endo na igre3a, de
preerência a matri& da 2ar!#uia. % escol)a dos padrin)os, ica a discrição absoluta dos pais. "ão
se recusa um convite dessa ordem, a não ser em casos raros e graves. $! também em casos
idênticos se pode estar ausente da cerim6nia, enviando representante.
0 % cerim6nia pode ser seguida de uma reunião #uase sempre em caráter, (ntimo. / bati&ado se
irma cada dia mais, como uma esta de am(lia.
P!/S/N(/S
Di&em #ue os pe#uenos presentes entretêm uma ami&ade. $e recebeu é um pra&er, dar é
outro tanto, tão importante como o primeiro. Um presente não se mede pelo seu valor real.
.2resentear é uma arte.. "ão se es#ueçam de #ue, presente com presente se paga.
NASCI+/N(.
/s presentes clássicos são os mel)ores. /s mais (ntimos sentem0se mais a vontade. /s
presentes mais práticos são: um broc)e pe#ueno de ouro, uma correntin)a de ouro, medal)as,
alinetes de ouro ou prata, copos de prata com o nome do bebê, pratos de porcelana especiais,
#ue a#uecem a papin)a, col)er de prata também com o nome, c)ocal)os, an3in)os em marim ou
madeira, peças avulsas como talco, etc. Uma .Moeda de ouro. dada pelo padrin)o, é de muito bom
gosto, di&em #ue as .adas. tra&em sorte ao ser colocados no primeiro ban)o. %lbuns diários, são
muito sugestivos.
ANI:/!S;!I.S
7 variad(ssimo, podem ser pessoais ou para casa, se #uem recebe tiver um lar. Tgua de
1ol6nia e sabão é dado somente para pessoas (ntimas.
.Bombons 0 2odem ser dados desde #ue saiba #ue a pessoa aprecia, este ou a#uele tipo de
guloseimas.
.9lores. 0 %s lores constituem uma alegria para a mul)er. 1estas são lindas, mas enecem logo.
$oltas eneitam um interior. Duas d4&ias é o ideal, acompan)adas de um cartão com algumas
palavras #ue e+primem os seus sentimentos.
.'randes 2resentes. 0 9icam a escol)a de cada um e dependem da ami&ade e das condiç*es.
.2ara Homens. 0 $e comprar uma gravata, saiba realmente o #ue está a&endo. Um bom livro, uma
garraa de bom vin)o ou de outra bebida, é bem aceita, mesmo #ue a pessoa não beba, tê0la em
casa para oerecer aos amigos.
.Molta de Miagem. 0 7 gentil tra&er de uma viagem, uma lembrancin)a para os amigos mais
c)egados. "ão é propriamente um presente, mas sim, um souvenir, causa pra&er ao dar e receber.
Um presente não se mede pelo seu valor real, mas pelo dese3o de agradar.
NA+.!.
"em todo o namoro condu& ao casamento. Mas ninguém sabe se um namoro começado aos
.#uin&e anos., condu&irá ou não ao casamento. 9eli&es são os pais #ue conseguiram na educação
dos il)os, con#uistar0l)es a estima de tal maneira #ue se3am por eles voluntariamente escol)idos
como conidentes e consel)eiros.
0 / namoro, mesmo nos muitos 3ovens, devem de preerência processar0se entre os elementos da
mesma categoria social e sobretudo do mesmo n(vel intelectual e educacional.
0 1abe aos pais, se or poss(vel, observar discretamente o namoro dos il)os. Basta uma conversa
de )omem para )omem, ou a mamãe intervir com aeto e ternura mostrando aos il)os a
inconveniência do mesmo.
0 %s mocin)as de )o3e tem mais liberdade, mas devem obedecer a normas #ue são sobre tudo os
impostos pelo meio em #ue se vive.
0 Havendo rusgas re#uentes e acirradas, cabe aos pais, na ausência de iniciativas dos il)os,
intervir com consel)os, orientando0os para um mel)or uturo.
P/DID. D/ CASA+/N(.
/ pedido de casamento é )o3e em dia pura ormalidade. ,uando os pais do moço vai
conversar com os pais da utura nora, pode a&ê0lo sem constrangimento. $abe pereitamente a
resposta #ue vai ter. "ão )avendo pai, a mãe do rapa& tem essa incumbência. "ão )avendo
nen)um, ou estando ausentes, neste caso o rapa& o ará.
0 / rapa& entrega a aliança, ou anel de noivado, poderão comemorar com .1)ampan)a.. %p!s o
pedido de casamento os pais da noiva convidam para um 3antar de certa cerim6nia, o noivo, os
pais do noivo, os irmãos e av!s. 8endo a mesa os parentes mais pr!+imos da noiva e amigos
(ntimos. /s pais do noivo devem retribuir esse 3antar.
0 8ratando0se de pais des#uitados, sendo a mãe casada novamente, usará seu nome atual. $e não
são casados novamente, 3untam0se no convite. % mel)or orma são os noivos convidarem eles
mesmos para o casamento. -+: Lnês $oares e ?osé Dias, com a benção de seus pais, convidam M.
-+a. 9am(lia para a cerim6nia de seu casamento a ser reali&ado 5s BB )oras do dia BB de abril na
Lgre3a de ". $en)ora , etc, etc.
0 $endo ambos vi4vos, a participação é eita por eles mesmos e de maneira simples. $e é ele o
vi4vo, a participação será no padrão normal, com o nome do noivo por e+tenso.
:/S(ID. D/ N.I:A
0 % noiva vem sempre vestida de branco, não )á uma norma i+a para a c6r, mas deve ser bem
suave. / comprimento pode ser curto ou longo.
0 ."oivas %ltas. e magras, terão vantagens em acentuar sua bele&a, usando uma simples t4nica de
um tecido pesado, como uma capa, espécie de manto, preso nos ombros e #ue caia numa cauda,
mangas compridas e um diadema muito simples na cabeça.
0 ."oivas 2e#uenas., 3ovens, devem usar vestidos de organdi, renda ou il!, com uma saia bem
rodada, sem cauda, mangas curtas, luvas brancas curtas, com um toucado ou guarnição na
cabeça #ue aumente sua altura. ;para o inverno tecido apropriado<.
0 / vestido deverá ter mangas.
0 %s luvas poderão ser curtas ou longas. ;1urtas são mais práticas<.
0 % noiva leva na mão direita, a escol)er: um livro de missa ou duas rosas, duas or#u(deas, um
terço ou dois bot*es de rosa. 8odas essas peças em tonalidades bem claras ou #uase brancas.
0 2ouca ma#uiagem e muita discrição.
(!AA/S D. N.I:.
/ noivo deve vestir .ra#ue. se puderR nesse caso, o ra#ue será em tecido unido preto ou
mescla, bem escuro.
0 1alças listradas de 3eed, não sendo errado o +adre& mi4do ou o padrão c)amado 2r(ncipe de
'ales.
0 1amisa com peito engomado e curto, até a altura em #ue começa o colete. Deve ser branca, com
listras muito inas, espaçadas e )ori&ontais, em cor, podendo ser
pretas, cin&as ou a&uis. 1olarin)o branco engomado, pode ser dobrado ou alto com as pontas
#uebradas. /s pun)os serão brancos e engomados do tecido da camisa.
0 1olete do mesmo tecido do ra#ue ou em brim branco, podendo ser de lã cin&a.
0 'ravata ou plastrão de preerência em cor cin&a, não )avendo necessidade de ser padrão 4nico.
2ode ser discretamente 5 antasia, como por e+: +adre& mi4do.
0 Kenço de lin)o branco.
0 1artola e luva são e+igidos. Uma obriga a outra.
0 Um cravo branco 5 lapela.
0 $e o noivo não usar ra#ue, deve tra3ar palet! preto ou de mescla cin&a, como todos os demais
pertencentes do ra#ue, e+ceção eita do plastrão. / palet! é sempre mais cerimonioso e veste
mel)or do #ue o 3a#uetão. / terno a&ul ou cin&a c)umbo também é tra3e, #uando não se dá caráter
estivo 5 cerim6nia ou por motivos econ6micos.
+8/S / +AD!INCAS
/ tipo de vestido adotado pelas mães e madrin)as depende do noivo. $e este vestir ra#ue
obriga o vestido comprido e é sempre casamento mais tarde depois das AH:CJ )oras.
0 Mestidos sem decotes, com luvas e mangas, #ue se completam para cobrir o braço, c)apéus na
moda, aliás, para todo o vestuário. 8oalete habill#.
PAIS / PAD!INC.S
$e o noivo usar ra#ue, os pais e padrin)os também usarão, somente o cravo é grená. %
ordem é a mesma, os pais e padrin)os vestirão o #ue o noivo vestir.
/N(!ADA D.S N.I:.S
Deve ser em passo lento, o pai ;ou responsável< dando o braço direito a il)a. 2ai e il)a
esperam #ue se3a aberta a porta do templo e o !rgão anuncia a todos #ue a noiva está entrando.
9eito o percurso, o pai entrega a noiva ao noivo #ue 3á está no altar, no genule+!rio da direita de
#uem ol)a para o altar. / pai ou responsável dei+a a noiva #ue é condu&ida pelo noivo, icando a
es#uerda dele. Do lado da noiva icam os pais e padrin)os da noiva, do lado do noivo os pais e
padrin)os do noivo.
0 Havendo corte3o, a ordem será esta:
AP. 0 /s nubentes, ele dando a ela o braço es#uerdo.
BP. 0 / pai da moça a mãe do rapa&.
CP. 0 / pai do rapa& e a mãe da moça.
DP. 0 /s padrin)os e madrin)as de um e de outro com seu par na cerim6nia.
EP. 0 %lguns parentes #ue ten)am estado no altar. % ordem é a mesma, os )omens dão o braço
es#uerdo ao par. Há casos de e+ceção, sobre tudo em cerim6nias religiosas de casamento de
pr(ncipes de sangue. / noivo continua dando o braço es#uerdo a noiva, os demais componentes
do corte3o dão o braço direito a dama. ,uem preerir pode seguir esta ordem.
0 $endo .Militar., deverá o noivo dar o braço direito a noiva, por#ue carrega ao lado es#uerdo a
espada ou espadim. 7 a 4nica e+ceção, mas é de estilo.
0 2ara receber os cumprimentos, ap!s a cerim6nia, a noiva cumprimenta os seus pais e padrin)os,
o noivo a& o mesmo com os da parte dele.
0 %p!s os cumprimentos os noivos descem do altar, ele dando o braço es#uerdo a noiva,
atravessando o templo para receber os cumprimentos gerais, ou onde o vigário indicar. 9icam os
noivos no meio, entre os pais da noiva ao lado dela os do noivo, ao lado dele.
0 "ão devem apertar as mãos com orça, evitem se poss(vel os abraços.
CASA+/N(. N. CI:I3
/ casamento civil é #uase sempre (ntimo. 1onvidam0se os parentes pr!+imos, amigos
c)egados e as testemun)as. Muitas ve&es, esse ato dar0se0á duas semanas antes do casamento
religioso, para #ue )a3a tempo suiciente para a obtenção de passaportes. %p!s o ato, é costume
servir0se 1)ampan)a aos convidados.
PAPLIS N/C/SSM!I.S
0 1ertidão de nascimento.
0 1ertidão de !bito, caso um dos noivos se3a vi4vo.
0 ?ustiicação de estado livre e desempedido.
0 $endo menor um dos dois, )á necessidade do consentimento paterno por escrito.
C/!I+NNIA !/3I2I.SA
0 1ertidão de batismo.
0 1ertidão de !bito, caso um deles se3a vi4vo.
0 ?ustiicação do estado livre e desempedido.
0 Dispensa da autoridade competente, se )ouver impedimento marcados como parentesco até
terceiro grau, religião dierente, cerim6nia ora da par!#uia de um dos c6n3uges.
Kembrete: % ornamentação da igre3a, ica por conta dos pais da noiva ou responsável. %s
cerim6nias religiosas como a missa, tanto pode ser vespertina #uanto matutina.
P!/S/N(/S
/s presentes de casamento variam muito. /s padrin)os devem dar grandes presentes ou de
acordo com suas posses. /s parentes e os amigos c)egados devem consultar os noivos e a eles
cabem presentes como: a#ueiros, 3ogos de porcelana e de cristal, baterias de co&in)a, geladeira,
televisor, rádios, enim, tudo de 4til para o lar. /s demais convidados ol)arão a lista dei+ada nas
casas comerciais para este im. Darão de acordo com a posse de cada um. 9lores, para os menos
c)egados 5 am(lia. $e preerem podem mandar mais tarde aos nubentes 3á i+ados em seu lar,
uma corbel)a com um cartão bem sugestivo.
A I2!/AA
0 7 na Lgre3a #ue encontramos motivos de alegria e al(vio. 7 com .respeito. #ue devemos entrar
numa Lgre3a. %o entrar em um aLgre3a, ve3a se )á l=mpada acesa diante do altar. Havendo, aça
uma genule+ão, por#ue a l=mpada indica a presença do .$ant(ssimo $acramento.. "ão estando
acesa a l=mpada, a genule+ão é dispensada.
0 "inguém deve conversar na Lgre3a, principalmente #uando )á o(cio.
0 "ão se deve icar pr!+imo ao conicionário, perturba #uem está conessando e é indiscreto.
0 Há momentos em #ue e+igem a posição a3oel)ada s! dispensada apenas aos mais idosos ou
doentes.
0 /s )omens devem penetrar na Lgre3a com c)apéu na mão e sem a&er ru(do com os passos.
0 'ravata e o palet! são indispensáveis para cerim6nias ormais.
0 "unca é permitida a indumentária de praia, se3a para )omem ou mul)er, mesmo sendo na Lgre3a
de uma praia. %s mul)eres devem estar vestidas com decência, com vestidos ade#uados #ue não
se3a muito decotado e sem mangas, nem muito curto. Mesmo sem casamentos esse modo de
vestir deve ser seguido.
0 "ão se deve conessar com luvas, a cabeça deve ser coberta por mantil)a ou um lenço.
0 Missa de sétimo dia, as toaletes escuras ou discretas, são sempre bem aceitas.
0 "ão )á necessidade de bei3ar a mão do sacerdote ou de uma reira.
0 %os .1ardeais., .%rcebispos e Bispos., deve0se bei3ar o anel pastoral e a&er ligeira genule+ão
diante da cru& pastoral, #ue o prelado tra& no peito, e na #ual )á uma rel(#uia do .$anto Ken)o..
0 Devemos tratar com deerência, o Migário da 2ar!#uia.
0 ,uando um sacerdote entra em uma das salas, as sen)oras também se levantam em respeito. %
idade não entra em consideração.
0 Um .Bispo. tem as )onras de um c)ee de -stado, #uando em visita a uma pessoa cat!lica. %(
entra todo o protocolo.
0 %s visitas ao 2apa, obedecem a um protocolo ácil de se con)ecer, antes da audiência privada. /
embai+ador do pa(s sabe como agir e aconsel)ar. % obrigatoriedade de casaca oi abolida, mas o
esmero da indumentária é indispensável.
0 ,uando )á uma personalidade da Lgre3a em casa de amigos, ela deve ser tratada como um c)ee
de -stado. %ssim é a ele #ue o Maitre d%hotel deve dirigir0se para di&er: $ua -minência, está
servida, #uando se trata de um 1ardeal ou sua -+celência, está servida. $endo um Bispo. % dona
da casa c)ega0se 3unto ao prelado e o condu& 5 sala de 3antar, onde ica colocado no lugar de
)onra, no lugar do marido e o marido senta a direita dele.
0 /s 1ardeais s! cedem sua posição diante de soberanos, c)ees de -stado ou 2r(ncipes
Herdeiros, tendo prioridade sobre os demais 2r(ncipes ou idalgos.
0 /s 1ardeais tem procedência sobre os demais sacerdotes. -ntre eles, )á regras de protocolo,
mas #uase sempre é a antiguidade no posto #uem dita essa ordem. - se orem dois 1ardeais com
a mesma antiguidade em cardinalato, o mais antigo no espiscopado tem a preerência.
0 / 1ardeal de uma diocese cede, geralmente, sua posição a um 1ardeal visitante.
0 % ordem certa, segundo a Lgre3a, é a seguinte: "4ncio 0 1ardeal 0 %rcebispo 0 Bispo e demais
dignatários.
0 /s .Bispos %u+iliares. têm precedência sobre os demais colegas.
0 $endo o ."4ncio %post!lico., o representante de $.$. o 2apa, tem as )onras do cargo.
0 "o caso em #ue o ."4ncio e o 1ardeal. se encontrem, a dona da casa deve colocar o "4ncio á
sua rente, no lugar de )onra do marido #ue se aasta cedendo o lugar, e o 1ardeal a seu lado
direito.
0 / Bispo da diocese tem precedência sobre um outro Bispo.
0 $e o $acerdote celebrar missa na casa em #ue é )!spede, é necessário #ue se verii#ue se não
l)e alta nada para o ato.
0 1omo em todas as ordens, também a Lgre3a tem sua $antidade e $anto 2adre.
0 Um .1ardeal. tem o direito de ser c)amado -minência e, mais cerimoniosamente de
-minent(ssimo $en)or. $e di& 1ardeal $ilveira ou Dom %nt6nio.
0 ./s Bispos e %rcebispos., a maneira de tratar é: $r. %rcebispo ou Mossa -+celência.
0 % um .%bade. também se di&, $r. %bade ou Mossa -+celência.
0 %s religiosas superioras, di&0se -+ma. $en)ora $uperiora ou se or >evma. Madre Lrmã.
0 "o protocolo oicial do Brasil e em alguns outros pa(ses, os 1ardeais têm privilégios de 2r(ncipes0
de0$angue, e conse#uentemente, prioridade sobre a maioria dos convidados, sendo precedidos
somente pelos 1)ees de -+ecutivo.
+/9S POSA+/S
7 importante acrescentar #ue não se deve apresentar sentimentos de pesar senão as
pessoas #ue seriam obrigada a usar lutoR av!s, il)os, netas, irmãos e cun)ados.
0 Um genro vi4vo, não recebe pêsames.
0 -m casos especiais é cab(vel apresentar pêsames a tios, primos, etc., #ue estiverem muito
abalados pelo passamento do parente.
0 /s cart*es e cartas e+igem um cartão0resposta de agradecimento.
0 % remessa de coroas, não deve ser mandadas sem uma consulta prévia aos parentes enlutados.
1uidado com as inscriç*es, discrição, simplicidade.
0 Missas de sétimo dia, são em geral anunciadas pela imprensa. 1ostuma0se colocar um livro ou
urna, 5 porta da Lgre3a, para receber o nome dos #ue compareceram. -stes nomes e endereços
servirão para os agradecimentos da am(lia enlutada.
0 "ão )á nada mais oensivo, do #ue observar em ocasi*es como essa, pessoas #ue reunem em
cantos, para contar piadas. 7 preer(vel #ue se retirem.
0 Deve icar, num vel!rio para passar a noite, apenas #uem prive da intimidade da am(lia.
0 ,uando o vel!rio é em casa, a noite alguém cuidará de servir o caé, sanduic)es, um vin)o do
26rto, etc., mas tudo com a maior discrição, longe da c=mara ardente.
0 9icar rodeando a vi4va ou vi4vo, lamentando, lembrando as #ualidades do e+tinto, e#uivale a
importunar pelo e+agero.
0 % participação de alecimento são eitas diretamente, por teleone, ou telegrama, apenas aos mais
(ntimos. Uma nota dos 3ornais da cidade, dará a not(cia.
+A@9I3A2/+
% ma#uilagem é o vestuário para o rosto. Maria de acordo com a moda. /s produtos de
bele&a, sorem modiicaç*es duas ve&es por ano. 2ara a maioria das mul)eres, #ue não podem
viver sem ma#uilagem é indispensável possuir várias cores dierentes, a im de escol)er o tom #ue
combina mel)or com o )orário e o vestuário. 2ara todas as mul)eres, aconsel)o #ue se3am o mais
natural poss(vel, discreção é a !rmula certa.
"ão )á nada mais c)ocante do #ue uma mul)er usar durante o dia uma combra a&ul0orte, ou
verde0vivo e, ainda mais, aparecer antes do por do sol com sombra cintilante.
%cne, oleosidade na pele, pele cansada e seca, podem ser tratadas com os produtos de
ma#uilagem.
P/3/ .3/.SA
7 de aspecto gorduroso. / tratamento consiste evitar cremes gordurosos, rituras e
condimentos. 2ara este tipo de pele a alimentação terá #ue ser mais a base rutas, verduras,
legumes pouca gordura, ingerir muito l(#uido e pouco doce, geralmente este tipo de pele tra& muita
espin)a. Mocê pode usar produtos espec(icos e de grande resultados no tratamento.
Duas ve&es por semana apli#ue uma compressa de camomila bem #uente. 1omo os poros
icam dilatados, apli#ue loção adstringente em toda a área, menos ao redor dos ol)os. $e preerir
use água de rosas, é muito bom para este tipo de pele.
0 2ara a ma#uilagem 2an01aNe da Ma+ 9actor para pele oleosa. / Blus) e a $ombra de
preerência em p!.
0 2ara a pele com acne, a ma#uilagem obedece a seguinte ordem: Kimpar bem com loção ou leite
de base medicinal, p! transl4cido numa camada bem ina. ..unca se esque+a de tirar a
maquilagem antes de dormir..
P/3/ +IS(A
% pele mista, é mais oleosa no nari&, testa e #uei+o, e mais seca nas maças do rosto e ao
redor dos ol)os. % ma#uilagem deve ser eita em unção da menor ou maior oleosidade da pele.
-ste grupo pertence a maioria das pessoas. % ma#uilagem e+ige mais cuidado e é eita em unção
da menor ou maior oleosidade dessas áreas. -m primeiro lugar aça uma compressa com água de
rosas ou de Hamameles no nari&, testa e #uei+o, para redu&ir a oleosidade. Dei+e um algodão
embebido com um desses l(#uidos por alguns minutos sobre a pele. 9eito isso procure a&er a
ma#uilagem com produtos de boa #ualidade e apropriado ao seu tipo. Uma boa sugestão é você
usar uma lin)a apropriada para pele mista.
0 2asse em todo o rosto, até o pescoço, a Base Hidratada com movimentos de bai+o para cima. %
seguir, espal)e uma ina camada de base no tom de sua pele para tirar o bril)o das regi*es mais
oleosas. / 2! de %rro& deve ser transl4cido, o Blus), em p! é aplicada apenas nas maças do
rosto. % $ombra, também em p! deve ser umidecida para mel)or i+ação na pele. 8erminada a
ma#uilagem, apli#ue um to#ue de creme vitaminado nos ol)os.
P/3/ CANSADA
2ara mul)eres de mais idade, são indicados produtos #ue bril)am, pois escondem o natural
cansaço da pele. Kimpe todo o rosto com Keite "utritivo bem gorduroso e e+pesso, tirando o
e+cesso com algodão levemente embebido em água de rosas. %pli#ue um creme de estrogênio
natural, dei+ando descansar um pouco. -n+ague o rosto, secando com uma toal)a bem limpa
;macia<. -sse produto tem a inalidade de dar um to#ue de 3uventude 5 sua aparência. Usar uma
loção apropriada para este tipo de pele, riccione levemente um creme )idratante na pele e passe a
seguir, base de e+celente #ualidade para pele seca ou cansada. 8ire o e+cesso com um lenço de
papel e passe p! apenas no nari& para eliminar o bril)o. Use blush cremoso, ou em bastão e por
im, apli#ue creme )idratante em volta dos ol)os, dando leves batidin)as com os dedos. Depois de
pronta a ma#uilagem, vapori&e o rosto com água mineral. -n+ugue com um lenço de papel.
P/3/ N.!+A3
% pele normal não e+ige nen)um tratamento. /s cuidados são destinados apenas para sua
conservação. Deve evitar e+cessos de ma#uilagem e )idratá0la pela man)ã e noite, suavemente
com as pontas dos dedos.
0 -n+aguar o rosto sem esregar a toal)a e aplicar a loção t6nica com uma mec)a de algodão.
Pela manhã
AP. 0 Kavar o rosto com sabonete neutro.
BP. 0 -n+aguar e aplicar a loção t6nica. Durante o dia usar leite )idratante para proteger a pele.
CP. 0 %ntes da ma#uilagem aplicar creme )idratante, para proteção da pele.
DP. 0 Duas ve&es por semana, depois de limpar a pele, aplicar máscara de %lgas Marin)as e creme
nutritivo 5 noite.
P/3/ .3/.SA
% pele oleosa apresenta poros dilatados, é muito bril)ante e gorduroso. -+iste nela, um processo
de e+cesso de secreção sebácea, motivando na maioria das ve&es por dese#uil(brio )ormonal ou
end6ncrino. %s ansiedades e c)o#ues nervosos, dese#uilibram o sistema glandular. Deve0se evitar
alimentos gordurosos, aç4cares, condimentos, etc. Deve ser mantida sempre bem limpa. %s
impure&as penetram com muita acilidade nos poros dilatados provocando o aparecimento de
espin)as e de cravos.
A Noite
AP. 0 Kimpar com leite de limpe&a.
BP. 0 Kavar com sabonete neutro.
CP. 0 %plicar loção adstringente cremosa, para ec)ar os poros e redu&ir a oleosidade.
Pela manhã
AP. 0 Kavar o rosto com sabonete neutro.
BP. 0 %plicar loção adstringente cremosa.
Durante o dia
AP. 0 2ara proteger a pele, usar )idratante. % pele oleosa precisa ser )idratada.
BP. 0 Duas ve&es por semana, ap!s a limpe&a, aplicar uma máscara de preerência sulurosa, ou
clara de ovo batida.
P/3/ S/CA
%o contrário da pele oleosa, a pele é seca por deiciência de produção das gl=ndulas
sebáceas. "ão se deve pele seca com pele desidratada, pois a pele seca é por alta de gorduras e
não por alta de umidade. % pele seca é esticada, ina e transparente, os poros são praticamente
invis(veis. 2ossui )ipersensibilidade aos produtos alcalinos, sabão comum, ventos e sol, etc. Lrrita0
se acilmente e está sempre su3eita a descamaç*es e rac)aduras, por este motivo tem acilidade
para enrugar0se precocemente. Deve0se evitar as limpe&as re#uentes com produtos alcalinos,
e+cesso de ma#uilagem e e+posição demorada ao sol e vento.
A Noite
AP. 0 Kimpar com creme de limpe&a.
BP. 0 Kavar o rosto com sabonete neutro.
CP. 0 %plicar loção t6nica, ap!s a loção, aplicar creme nutritivo.
Pela manhã
AP. 0 Kimpar com creme de limpe&a.
BP. 0 %plicar loção t6nica.
Durante o dia
AP. 0 Usar um creme nutritivo, principalmente antes da ma#uilagem.
P/3/ D/SID!A(ADA
2ele desidratada não é bem um tipo de pele, por #uanto #ual#uer pele está su3eita a
desidratação. -ste tipo de pele, apresenta0se sem bril)o e lácida em conse#uência do
dese#uil(brio )(drico provocado pela sua incapacidade de reter umidade. Deve0se evitar e+posição
demorada ao sol, e+cesso de ma#uilagem e produtos alcalinos. "este caso, deve0se usar uma boa
lin)a de tratamento.
A Noite
AP. 0 %plicar um creme de limpe&a em movimentos rotativos, ascendentes em seguida, tirar com
papel absorvente.
BP. 0 1om suaves palmadin)as passar a Koção rerescante.
CP. 0 Kogo em seguida, com movimentos irmes de dentro para ora, aplicar creme nutritivo de boa
#ualidade ao redor dos ol)os.
DP. 0 Duas ve&es por semana, usar uma máscara )idratante.
Durante o dia
AP. 0 Usar um creme de limpe&a.
BP.0 %plicar loção rerescante.
CP. 0 Durante o dia usar sempre loção )idratante, para #ue a pele ten)a eletricidade normal.
"AS/ FACIA3
%s bases de ma#uilagem se comp*e de dierentes combinaç*es de cores, !leos e p!s #ue
protegem a pele ao mesmo tempo #ue iluminam e dão cor uniorme 5 te&.
"AS/S
"AS/ 3P@9IDA: 7 a mais popular e pode ser usada para todo os tipos de pele, dá uma cobertura
leve e um acabamento sedoso.
%plicação: %pli#ue uma pe#uena #uantidade sobre as maçãs do rosto, #uei+o, nari& e testa e com
a ponta dos dedos, espal)e0a suavemente sobre o rosto e pescoço.
"AS/ "AS(8.: 7 prática e portátil e se pode usar em todos os tipos de c4tis. Dá uma cobertura
média e acabamento acetinado.
%plicação: 2asse o bastão em traços curtos sobre as aces, nari& e testa. -spal)e0a suavemente
por todo o rosto e pescoço.
"AS/ "ISNA2A: 7 uma combinação e+traordinária de base e p! em um s! produto. 2ode ser
usada para todos os tipos de c4tis e+ceto a .seca madura., e é especialmente indicada para a c4tis
oleosa e mista. Dá uma cobertura completa e um acabamento mate aveludado.
%plicação: 2on)a uma boa #uantidade de base na ponta dos dedos e apli#ue0a sobre as aces,
#uei+o, nari& e testa. -spal)e0a suavemente por todo o rosto e pescoço.
N.(A: 8odos os movimentos devem ser ascendentes.
"AS/ C.+PAC(A: 7 de longa duração, ideal para c4tis normal, oleosa e mista, é e+celente nos
climas #uentes. Dá cobertura má+ima e um acabamento mate aveludado.
%plicação: Umedeça uma espon3a ou um algodão com água. 2asse0o sobre a base e apli#ue0a
uniormemente sobre o rosto e pescoço.
PK FACIA3
/ p! acial é usado para i+ar a base e dar0l)e um acabamento mate. Mem nos tons de c4tis
#ue )armoni&am com as cores das bases. 8ambém e+istem os tons transl4cidos.
PK FACIA3: 7 leve e dá uma cobertura delicada e um acabamento mate natural. /s tons
transl4cidos não dão colorido nem mudam a cor base. ,uanto mais se usa, mais mate será o
acabamento. 2ereito para todo o tipo de pele e todas as bases.
%plicação: %pli#ue0o com uma espon3a ou algodão sobre todo o rosto e pescoço. >emova os
e+cessos, usando sempre os movimentos para bai+o.
PK C.+PAC(.: 7 p! e base ao mesmo tempo. 2ode ser usado sobre um umectante, é para a
mul)er #ue dese3a um m(nimo de ma#uilagem. Dá uma cobertura média, com um acabamento
mate aveludado. -+celente para retocar a ma#uilagem. 2ara todos os tipos de c4tis e sobre todas
as bases.
%plicação: 2asse a espon3a ou algodão suavemente sobre o p! e pressione0o sobre o rosto.
remova os e+cessos.
!/A3C/S
/s realces são !timos para a ma#uilagem e podem pro3etar e dissimular traços. >emodela os
contornos e muda os tons de pele de maneira mais natural.
!9".!: 0 ;rouge<, usa0se para #ue a c4tis pareça radiante e saudável, o #ue não é poss(vel com a
base e o p!. 2ode ser aplicado nas maçãs do rosto, testa e sobre o rosto. / rouge vem em orma
de l(#uido, compacto, creme bastão, em vários tons. 2ode ser usado para #ual#uer tipo de base.
%plicação: K(#uido ou cremoso, apli#ue em três pontos, ormando um tri=ngulo sobre as maçãs do
rosto. -sume0o para cima e para ora, sem ultrapassar a e+tremidade e+terior da sombrancel)a,
nem mais abai+o da ponta do nari&.
C.+PAC(.: 0 %pli#ue sobre as aces, #uei+o, testa ou em #ual#uer parte onde se dese3a um
pouco de rubor.
"AS(8.: 0 %pli#ue sobre as aces, #uei+o, testa ou em #ual#uer parte onde se dese3e um aspecto
radiante e saudável. -sume0a com as pontas dos dedos.
"!.NQ/AD.!: 0 Usado para dramati&ar e dar proundidade ou a ilusão de um bron&eado. Mem
em bastão com diversas cores. Usado para dissimular eiç*es individuais e contornos
proeminentes. %plicação: $obre as aces, #uei+o, testa ou em #ual#uer parte onde se dese3e um
tom bron&eado. -sume0o com as pontas dos dedos.
!/2!AS 2/!AIS PA!A C.!/S
AP. 0 ,uando escol)er uma base para o .dia., é mel)or #ue se3a parecida com a cor natural da
pele. 2ara a .noite., um tom mais escuro.
BP. 0 $e a c4tis tem um ascpecto avermel)ado, é necessário #ue a cor se3a em tons de be3e ou com
uma ma#uilagem corretiva.
CP. 0 $e a c4tis tem aspecto macilento ou murc)o, deve mudar0se para tons mais #uentes, bases
em tons rosados, ou com uma ma#uilagem corretiva.
C.!!/7?/S PA!A !/+.D/3A! .S C.N(.!N.S FACIAIS
-+istem seis ormas de rostos. 2ara determinar a orma do rosto, repu+e o cabelo para trás e
ol)e diretamente para o rosto. 8race uma lin)a oval, imaginária, em redorR #ual#uer parte #ue
sobressaia da lin)a oval deve ser sombreada. /s #ue não preenc)em a igura, devem ser
realçadas, as partes #ue necessitam mais cor, devem ser rubori&adas. % orma é considerada a
mais pereita.
2ara .iluminar ou realçar. bases claras. Branco e be3e.
2ara .escurecer ou diminuir. base escura. 1aé, bron&e, cobre.
2ara .rubori&ar. cores #uentes, >osado, pêssego, =mbar.
(LCNICAS PA!A !/+.D/3A! . NA!IQ
L 0 "ari& 1omprido: 0 2ara encurtá0lo, sombreie a base e a ponta do nari& e esume com sombra
escura.
LL 0 "ari& 1urto: 0 2ara torná0lo mais comprido, apli#ue uma lin)a ina no comprimento do nari& até
a ponta, e esume suavemente para os lados.
LLL 0 "ari& Kargo: 0 2ara a&ê0lo mais estreito, sombreie oa lados do nari&. -sume bem para evitar
uma lin)a de demarcação.
LM: 0 "ari& 8orto: 0 2ara endireitá0lo, apli#ue uma lin)a reta desde o e+tremo superior do nari& até a
ponta ou antes desta. -sume bem.
(LCNICAS PA!A !/+.D/3A! S.+"!AC/3CA
2ara dar orma correta 5s sombracel)as a lin)a da sombracel)a deve começar diretamente
acima do canto interno do ol)o. / ponto mais alto do arco da sombracel)a está em cima da borda
esterior da pupila. % sombracel)a termina sempre sobre um =ngulo de DEU medido a partir da base
do nari&, passando pelo e+tremo e+terior do ol)o. % sombracel)a deve começar e terminar no
mesmo n(vel.
(LCNICA PA!A .S .3C.S
L 0 /l)os 9undos: 0 2ara destacá0lo, desen)e uma lin)a ina com uma cor clara, debai+o da
sombracel)a. -sume um tom escuro ;caé< sobre a arcada !ssea abai+o da sombrancel)a. Use
um tom claro sobre as pálpebras.
LL 0 /l)os ?untos: 0 2ara separá0los acentue os cantos e+teriores. 1omece a sombra no centro da
pálpebra e esume0a para ora. %pli#ue uma cor clara nas bordas e+teriores da pálpebra e debai+o
da sombrancel)a. Desen)e uma lin)a, começando a um cent(metro do e+tremo interior e
prolongando0a até ultrapassar apenas o e+tremo e+terior do ol)o.
LLL 0 /l)os 2roeminentes: 0 2ara #ue pareçam menos proeminentes, apli#ue um tom claro sobre a
arcada !ssea debai+o da sombrancel)a. $obre as pálpebras, use um tom escuro ;caé<. 1om um
tom mais claro, trace uma lin)a ina debai+o da sombracel)a. $ombreie com tons escuros, para
diminuir ou suavi&ar os ol)os. $ombreie com tons claros, de sombra, para criar a ilusão de ol)os
grandes.
+;SCA!A PA!A .S .3C.S
7 usada para #ue os c(lios pareçam mais escuros, mais artos, mais compridos. Mem em
aplicador especial em espiral ou escova.
%plicação: %pli#ue0a sobre os c(lios superiores começando de bai+o para cima. $iga o
procedimento inverso para c(lios ineriores.
CÍ3I.S A!(IFICIAIS: 0 /s c(lios vêm em muitos estilos, ormas e tons #ue se )armoni&am com a
do cabelo.
%plicação: 2on)a os c(lios sobre o dorso do dedo polegar, pressione0os até aderir. /s c(lios devem
seguir a curvatura do dedo com os pelos para cima.
BP. 0 $egure os c(lios com aplicador e apli#ue o adesivo com o palito, traçando uma lin)a ao longo
da base.
CP. 0 /l)ando0se no espel)o e usando a seta do aplicador como guia para centrali&ar os c(lios,
colo#ue0os o mais pr!+imo poss(vel da base de seus pr!prios c(lios. $olte os c(lios e remova o
aplicador, dei+ando os c(lios em posição, pressione a base com os dedos para irmá0lo.
CÍ3I.S PA!A P;3P/"!AS INF/!I.!/S: - $egure os c(lios pelo centro com uma pinça e apli#ue
o adesivo na base com a3uda do palito. 1olo#ue0os debai+o de seus c(lios ineriores o mais
pr!+imo poss(vel da base. Kembre0se #ue os c(lios para pálpebras ineriores se curvam para bai+o,
ao contrário dos c(lios superiores.
(LCNICA PA!A .S 3;"I.S
% bele&a dos lábios depende da arte de aplicação do .Batom.
L 0 Boca 'rande: 0 1ubra a lin)a natural dos lábios com uma base de ma#uilagem. 9i+e o p! acial.
9aça o contorno dos lábios dentro da lin)a natural, usando um tom pálido, recubra com um tom
ligeiramente escuro.
LL 0 Boca 2e#uena: 0 1ubra a lin)a natural dos lábios com uma base de ma#uilagem. 9i+e com o p!
acial. 8orne0a maior delineando0a ora da lin)a natural dos lábios com um tom escuro. recubra com
um tom mais claro.
LLL 0 Kábios 9inos: 0 1ubra a lin)a natural dos lábios com uma base de ma#uilagem. 9i+e com p!
acial. Desde os cantos da boca delineie os lábios ora da lin)a natural com um tom escuro.
>ecubra com um tom mais claro.
C.!/S @9/ S/ CA!+.NIQA+
Mermel)o: 0 Branca, be3e, marrom, tur#uesa.
Merde: 0 Branca, be3e, marrom.
2reto: 0 Branca, be3e, verde, a&ul0claro e pastel.
>osa: 0 Branca, be3e, rosa, marrom.
8ur#uesa: 0 Branca, be3e, marrom.
>o+o: 0 Branca, be3e, marrom, lilás.
%&ul: 0 Branca, be3e, marrom, a&ul.
%marelo: 0 Branca, be3e, marrom, a&ul.
1in&a: 0 %cin&entado e cores variadas.
Branco: 0 Branco, be3e, marrom, verde, lilás, tur#uesa e todas as cores.
Marron: 0 Branca, be3e, a&ul0claro, verde, rosa e vermel)o.
Dourado: 0 2reto, be3e, marrom.
Karan3a: 0 Branca, be3e, marrom, tur#uesa.
2rateado: 0 2rateado.
C9IDAD.S C.+ . CA"/3.
Do mesmo modo #ue a c4tis, deve0se cuidar do cabelo. 2ara mantê0lo limpo, basta lavá0lo
com um bom s)ampoo especiicado para todos os tipos de cabelos.
0 $)ampoo com prote(nas para cabelo normal.
0 $)ampoo cremoso para cabelo seco.
0 $)ampoo medicinal para caspa.
0 $)ampoo com limão para cabelo oleoso.
0 $)ampoo de ovos para cabelo normal.
0 $)ampoo com !leo para cabelo #uebradiço e corrige ressecamento.
(IP.S D/ CA"/3.
AP. 0 1abelo "ormal: 0 / cabelo tem vida e orça. %s pontas não são #uebradiças e o cabelo tem
um bril)o saudável.
BP. 0 1abelo $eco: 0 / cabelo tem vida e é orte, porém é di(cil de controlar. %s pontas são
#uebradiças e têm ainda uma cor opaca. -ste é o tipo de cabelo mais comum e seu ressecamento
pode estender0se ao couro cabeludo, causando caspa.
CP. 0 1abelo $eco ;daniicado ou tingido<: 0 / cabelo pode ser orte ou raco e cair pouco a pouco.
%s pontas são #uebradiças e partidas. 9alta0l)e vida e bril)o.
DP. 0 1abelo /leoso: 0 / cabelo pode ser orte ou raco. 8em uma aparência pega3osa e gordurosa.
-sta condição normalmente se estende até o couro cabeludo causando e+cesso de coceira e
caspa, esta 4ltima contribuindo para impereiç*es na ace.
2ara todos os tipos de cabelos, e+ceto o oleoso, en+aguar com creme condicionador.