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Etapa 3

Passo 1 (Equipe)
Criar um nome e slogan para a empresa de consultoria e assessoramento em engenharia
que você e sua equipe decidem abrir. A empresa “Soy Oil”, desejando inovar, na
apresentação de sua nova linha de óleo para cozinha, contrata vocês para criarem uma
nova embalagem da lata, a qual deverá armazenar o produto. Depois de muito
pensarem, vocês decidiram que a lata deverá ser construída de forma que seja um
cilindro circular reto de volume máximo que possa ser inscrito em uma esfera de
diâmetro D = 1*cm, onde D é uma dezena do intervalo [10, 19], em que o algarismo da
unidade (*) é dado pelo maior algarismo dos algarismos que compõe os RA‟s dos
alunos do seu grupo; Exemplo: Se o grupo é uma dupla com os seguintes RA‟s
100456012 e 1000032467, observa-se que o maior algarismo presente nos RA‟s é o 7,
portanto deve-se usar D = 17. Lembre-se que D = 2. R Com base nessas informações e
admitindo que 1 litro = 1 dm3, utilizando a regra do produto para derivação, calcular
qual será a altura máxima da lata e qual é o volume de óleo que ela comporta. Observar
a figura abaixo.
Notar que a altura da lata (H) é igual a soma de h + h, ou seja: H = 2h
Figura 1
RESPOSTA Passo 1
Nome da Empresa: Engenharia em Soluções
Slogan: „‟Nós solucionamos todos os seus problemas‟‟
O Maior Algarismo dos Ra(s) é o 8. Então 8 → D = 18
Diâmetro.
D = 2*R
18= 2R
O raio.
R = D/2
R = 18/2
R = 9 cm
Área da Circunferência.
Ac= π* r²
Ac= π * 9,0² cm²
Ac= 254,34 cm²
Achando o volume.
V = A . H
V = 254,34 cm² * 22,6 cm
V = 5.748,08 cm³
V = 5.748,08 cm³ / 1000 = > V = 5.7 dm ³
Passo 2 (Equipe)
Fazer um layout com escala, representando a lata de óleo do passo 1 e criar um
protótipo em tamanho real. Fazer um relatório justificando de forma positiva a
utilização dessa nova embalagem, que deverá ser apresentada a diretoria da empresa
“Soy Oil”.
RESPOSTA Passo 2
O layout será da seguinte forma:
Desde o final da década de 80 que, no bojo de um movimento de resgate aos alimentos
naturais, não industrializados, os enlatados passaram à berlinda. Embalagens de vidro e
plástico ganhavam progressivamente a imagem de mais saudáveis.
Até o ano 2000, a maioria dos óleos comestíveis utilizava latas de aço. Com o apelo da
transparência, a garrafa plástica PET inicialmente ganhou o mercado de óleos especiais
e, sobretudo a partir de 2004, com o aumento do preço do aço em âmbito mundial,
chegou ao produto mais popular – o óleo de soja.
Para se ter uma idéia da dimensão da mudança, em 97, foram produzidas 1,9 bilhão de
embalagens de 900 ml para óleo comestível. Desse total, 88% eram latas de aço. Em
2000, esse percentual já caíra para 78%. As projeções para 2007 indicaram que, do total
de 2,36 bilhões de embalagens com 900 ml, cerca de 2 bilhões (85%) são garrafas PET
e apenas 400 milhões (17%), latas de aço.
Outro fator a alimentar a mudança foi a chamada “integração vertical”. Grande parte da
indústria de óleos de cozinha adquiriu maquinário para a fabricação das próprias
embalagens, comprando ao setor de plásticos a matéria-prima necessária ao processo.
Toda essa história teria um viés puramente mercadológico, não fosse o fato de, agora, a
lata de aço surgir como muito mais benéfica não só à saúde humana, mas também ao
meio ambiente.
O setor vem divulgando que a lata de aço apresenta vários benefícios que merecem ser
ressaltados. Seu recolhimento seria o mais fácil dentre todos os materiais de
embalagem, pois requer apenas o uso de eletroímãs, ao passo que outros tipos de
embalagem demandam separação manual.
As latas de aço registram índice de reciclagem de 40% e o aumento desse índice
depende principalmente de decisões de cunho político por parte das Prefeituras para
implantarem o uso de eletroímãs nos centros de triagem de lixo, defende o setor. “A
sucata de latas de aço tem valor e mercado comprador definido”, apregoa.
A embalagem de aço, além de 100% reciclável, é também degradável. Um estudo
realizado pela Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial (Nutec) revela que o tempo
máximo de degradação pós-consumo de latas de aço para bebidas em ambientes
próximos ao mar de Fortaleza (CE) é de três anos.
Segundo o estudo “Os Bilhões Perdidos no Lixo”, de autoria do consultor da ONU e
pesquisador na área de resíduos sólidos Sabetai Calderoni, a lata de aço leva em média
cinco anos para se decompor totalmente (de 3 a 6 anos). Já, segundo o mesmo estudo, o
tempo de degradação do plástico é superior a 100 anos.
Ainda conforme a divulgação do setor, estudo conduzido pelo CETEA / Ital (Centro de
Tecnologia de Embalagem), de Campinas (SP), apresenta a condição dos dois materiais
– lata de aço e PET – decorridos quatro anos de seu descarte na natureza. Enquanto a
lata de aço está praticamente decomposta, a garrafa PET permanece intacta.
As latas que eventualmente não forem separadas e acabarem dispensadas no meio
ambiente são absorvidas como óxido de ferro, enriquecendo o solo.
Passo 3 (Equipe)
Analisar o texto abaixo e responder a pergunta:
A empresa “Soy Oil” adquiriu uma nova máquina para evasão do óleo dentro das latas
que serão comercializadas. O bico da envasadura é em formato de uma pirâmide
hexagonal regular invertida, com 50 cm de altura e de aresta da base de 10 cm. O óleo
escoa por meio de uma pequena abertura no bico da pirâmide, após a pirâmide atingir
seu volume máximo.
Sabendo que o óleo flui no bico a uma taxa de 3 cm3/s. Com que velocidade o nível do
óleo estará se elevando quando atingir 20 cm de altura?
RESPOSTA Passo 3
V = ΔS
ΔT
3=50/v = 3x=50 = v=50/3 v= 16,67cm/s
V= (50-20)/(16,67-6,64) = v= 30/10,03 v= 2,99 cm/s
Passo 4 (Equipe)
Calcular qual é o volume máximo de óleo que cabe no bico? Qual é a velocidade com
que o nível do óleo estará se elevando quando atingir 45 cm de altura? Fazer um
relatório com todos os cálculos realizados nos quatro passos da Etapa 3, para entregar
ao seu professor.
Cálculo
V = ab * h
3
V = (254,34×50)/3
V = 12717/3 v= 4239 cm³
Passo 1 (Equipe)
Criar um nome e slogan para a empresa de consultoria e assessoramento em engenharia
que você e sua equipe decidem abrir. A empresa “Soy Oil”, desejando inovar, na
apresentação de sua nova linha de óleo para cozinha, contrata vocês para criarem uma
nova embalagem da lata, a qual deverá armazenar o produto. Depois de muito
pensarem, vocês decidiram que a lata deverá ser construída de forma que seja um
cilindro circular reto de volume máximo que possa ser inscrito em uma esfera de
diâmetro D = 1*cm, onde D é uma dezena do intervalo [10, 19], em que o algarismo da
unidade (*) é dado pelo maior algarismo dos algarismos que compõe os RA‟s dos
alunos do seu grupo; Exemplo: Se o grupo é uma dupla com os seguintes RA‟s
100456012 e 1000032467, observa-se que o maior algarismo presente nos RA‟s é o 7,
portanto deve-se usar D = 17. Lembre-se que D = 2. R Com base nessas informações e
admitindo que 1 litro = 1 dm3, utilizando a regra do produto para derivação, calcular
qual será a altura máxima da lata e qual é o volume de óleo que ela comporta. Observar
a figura abaixo.
Notar que a altura da lata (H) é igual a soma de h + h, ou seja: H = 2h
Figura 1
RESPOSTA Passo 1
Nome da Empresa: Engenharia em Soluções
Slogan: „‟Nós solucionamos todos os seus problemas‟‟
O Maior Algarismo dos Ra(s) é o 8. Então 8 → D = 18
Diâmetro.
D = 2*R
18= 2R
O raio.
R = D/2
R = 18/2
R = 9 cm
Área da Circunferência.
Ac= π* r²
Ac= π * 9,0² cm²
Ac= 254,34 cm²
Achando o volume.
V = A . H
V = 254,34 cm² * 22,6 cm
V = 5.748,08 cm³
V = 5.748,08 cm³ / 1000 = > V = 5.7 dm ³
Passo 2 (Equipe)
Fazer um layout com escala, representando a lata de óleo do passo 1 e criar um
protótipo em tamanho real. Fazer um relatório justificando de forma positiva a
utilização dessa nova embalagem, que deverá ser apresentada a diretoria da empresa
“Soy Oil”.
RESPOSTA Passo 2
O layout será da seguinte forma:
Desde o final da década de 80 que, no bojo de um movimento de resgate aos alimentos
naturais, não industrializados, os enlatados passaram à berlinda. Embalagens de vidro e
plástico ganhavam progressivamente a imagem de mais saudáveis.
Até o ano 2000, a maioria dos óleos comestíveis utilizava latas de aço. Com o apelo da
transparência, a garrafa plástica PET inicialmente ganhou o mercado de óleos especiais
e, sobretudo a partir de 2004, com o aumento do preço do aço em âmbito mundial,
chegou ao produto mais popular – o óleo de soja.
Para se ter uma idéia da dimensão da mudança, em 97, foram produzidas 1,9 bilhão de
embalagens de 900 ml para óleo comestível. Desse total, 88% eram latas de aço. Em
2000, esse percentual já caíra para 78%. As projeções para 2007 indicaram que, do total
de 2,36 bilhões de embalagens com 900 ml, cerca de 2 bilhões (85%) são garrafas PET
e apenas 400 milhões (17%), latas de aço.
Outro fator a alimentar a mudança foi a chamada “integração vertical”. Grande parte da
indústria de óleos de cozinha adquiriu maquinário para a fabricação das próprias
embalagens, comprando ao setor de plásticos a matéria-prima necessária ao processo.
Toda essa história teria um viés puramente mercadológico, não fosse o fato de, agora, a
lata de aço surgir como muito mais benéfica não só à saúde humana, mas também ao
meio ambiente.
O setor vem divulgando que a lata de aço apresenta vários benefícios que merecem ser
ressaltados. Seu recolhimento seria o mais fácil dentre todos os materiais de
embalagem, pois requer apenas o uso de eletroímãs, ao passo que outros tipos de
embalagem demandam separação manual.
As latas de aço registram índice de reciclagem de 40% e o aumento desse índice
depende principalmente de decisões de cunho político por parte das Prefeituras para
implantarem o uso de eletroímãs nos centros de triagem de lixo, defende o setor. “A
sucata de latas de aço tem valor e mercado comprador definido”, apregoa.
A embalagem de aço, além de 100% reciclável, é também degradável. Um estudo
realizado pela Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial (Nutec) revela que o tempo
máximo de degradação pós-consumo de latas de aço para bebidas em ambientes
próximos ao mar de Fortaleza (CE) é de três anos.
Segundo o estudo “Os Bilhões Perdidos no Lixo”, de autoria do consultor da ONU e
pesquisador na área de resíduos sólidos Sabetai Calderoni, a lata de aço leva em média
cinco anos para se decompor totalmente (de 3 a 6 anos). Já, segundo o mesmo estudo, o
tempo de degradação do plástico é superior a 100 anos.
Ainda conforme a divulgação do setor, estudo conduzido pelo CETEA / Ital (Centro de
Tecnologia de Embalagem), de Campinas (SP), apresenta a condição dos dois materiais
– lata de aço e PET – decorridos quatro anos de seu descarte na natureza. Enquanto a
lata de aço está praticamente decomposta, a garrafa PET permanece intacta.
As latas que eventualmente não forem separadas e acabarem dispensadas no meio
ambiente são absorvidas como óxido de ferro, enriquecendo o solo.
Passo 3 (Equipe)
Analisar o texto abaixo e responder a pergunta:
A empresa “Soy Oil” adquiriu uma nova máquina para evasão do óleo dentro das latas
que serão comercializadas. O bico da envasadura é em formato de uma pirâmide
hexagonal regular invertida, com 50 cm de altura e de aresta da base de 10 cm. O óleo
escoa por meio de uma pequena abertura no bico da pirâmide, após a pirâmide atingir
seu volume máximo.
Sabendo que o óleo flui no bico a uma taxa de 3 cm3/s. Com que velocidade o nível do
óleo estará se elevando quando atingir 20 cm de altura?
RESPOSTA Passo 3
V = ΔS
ΔT
3=50/v = 3x=50 = v=50/3 v= 16,67cm/s
V= (50-20)/(16,67-6,64) = v= 30/10,03 v= 2,99 cm/s
Passo 4 (Equipe)
Calcular qual é o volume máximo de óleo que cabe no bico? Qual é a velocidade com
que o nível do óleo estará se elevando quando atingir 45 cm de altura? Fazer um
relatório com todos os cálculos realizados nos quatro passos da Etapa 3, para entregar
ao seu professor.
Cálculo
V = ab * h
3
V = (254,34×50)/3
V = 12717/3 v= 4239 cm³

Etapa 4
Aula – tema: Aplicações das Derivadas e Exemplos da Indústria, do Comércio e da
Economia.
Passo 1
Construir uma tabela com base nas funções abaixo.
Se ao analisar a situação da empresa “Soy Oil”, sua equipe concluir que a Função Preço
e a Função Custo em relação as quantidades produzidas de 1000 unidades, são dadas
respectivamente por: P(q) = -0,1q + a e C(q) = 0,002q³ - 0,6q² + 100q + a, em que a
representa a soma dos últimos 3 números dos RAs dos alunos que participam do grupo,
observando o seguinte arredondamento: Caso a soma dê resultado variando entre [1000
e 1500] utilizar a = 1000; Caso a soma dê resultado variando entre [1500 e 2000] utilizar a
= 1500; Caso a soma dê resultado variando entre [2000 e 2500], utilizar a = 2000; e assim
sucessivamente. Construir uma tabela para a função Custo e uma tabela para a função
Receita em milhares de reais em função da quantidade e plotando num mesmo gráfico.
261 – Sergio
287 – Luciano
108 – Gedeon
Total=656
P(q) = -0,1q + a
P(1000) = -0,1x(1000) + 656
P(1000) = - 100 + 656
P(1000) = 556
a= [1000 e 2000] = 1000
C(q) = 0,002q³ - 0,6q² + 100q + a
C(1000) = 0,002x(1000)³ - 0,6x(1000)² + 100x(1000) + 656
C(1000) = 2000000 – 600000 + 100000 + 656
C(1000) = 1500656
Passo 2
Responder para qual intervalo de quantidades produzidas, tem-se R(q) > C(q)? Para qual
quantidade produzida o Lucro será o máximo? Fazer todas as análises utilizando a
primeira e a segunda derivada para justificar suas respostas, mostrando os pontos de
lucros crescentes e decrescentes.
P(800) = -0,1x(800) +656 736
P(900) = -0,1x(900) + 656 746
P(1000) = -0,1x(1000) + 656 756
P(1100) = -0,1x(1100) + 656 766
P(1200) = -0,1x(1200) + 656 776
C(800) = 0,002x(800)³ - 0,6x(800)² + 100x(800) + 656 719344
C(900) = 0,002x(900)³ - 0,6x(900)² + 100x(900) + 656 1062656
C(1000) = 0,002x(1000)³ - 0,6x(1000)² + 100x(1000) +656 1500656
C(1100) = 0,002x(1100)³ - 0,6x(1100)² + 100x(1100) + 656 2046656
C(1200) = 0,002x(1200)³ - 0,6x(1200)² + 100x(1200) +656 2712656
Passo 3
Responder qual o significado da Receita Média Marginal? Sendo a função Custo Médio
[Cms (q) ] da produção dado por , calcular o custo médio para a produção de 100.000
unidades. É viável essa quantidade a ser produzida para a empresa?
Cms = C(q)
Q
Cms = 1500656
1000000
Cms = 1500656
Conclusão
Nesta ATS Aprendemos as relações que a matemática tem na física, na musica, as relações
harmônicas nas diversas áreas Aprendemos que a constante de Euler-Mascheroni é
uma constante matemática com múltiplas utilizações em Teoria dos números. Aprendemos um
pouco mais relações as matemáticas com o nosso cotidiano.
Bibliografia
1. PLT – 2010 Cálculo de uma variável / Deborah Hughes-Hallett – 3.ed. – Rio de Janeiro: LTC
2008.
2. https://docs.google.com/leaf?id=0B9WATR68YYLOYjlhMzdiY2UtZWM0ZS00NDU2LTlhMTItZW
ZkY2U4YWI5ZDli&hl=pt_BR.
3. https://docs.google.com/document/d/16FTUKsbSY13FTiOuPnOvKRlotcajgbPeYr_bFD17taU/ed
it?hl=pt_BR.
4. https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B9WATR68YYLONTZl
NThiOTAtYmE4YS00NDEzLWJhM2YtYjUzYTU3NjQ5MzMz&hl=pt_BR
5. https://docs.google.com/file/d/0B9WATR68YYLOMmJlM2RmNmItOGRiMy00Z
WU1LTg4YTctODEzMWJmMDg4MzAy/edit?hl=pt_BR&pli=1 de março de 2012.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Derivada Acesso em: 10 de junho de 2012.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Derivada_de_segunda_ordem junho de 2012.
https://docs.google.com/document/d/1Roj1Nw6US3sYZ7HKfSAKvbrBK4cIkh7A
AZvZ_UC1rOU/edit?hl=pt_BR&pli=1 Acesso em: de 10 de junho de 2012.