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AGO 2001 Projeto de Revisão da NBR 6118

Projeto de estruturas de concreto
Procedimento
Origem: NBR 6118:1978
B!02: omit" Brasi#eiro de onstr$%ão ivi#
& 02:12'(1) ! omissão de &st$do de &str$t$ras de oncreto *im+#es, Armado e
Protendido
NBR 6118:2000 ! -esign o. str$ct$ra# concrete
-escri+tors: -esign( *tr$ct$ra#( Rein.orced concrete( Pre!stressed concrete
/ +revisto +ara cance#ar e s$0stit$ir integra#mente as NBR 6118:1978, NBR
6119:1980, NBR 7197:1989 e NB '9
/ +revisto +ara cance#ar e s$0stit$ir +arcia#mente a NBR 7187:1987
Pa#avras c1ave: Projeto, estr$t$ras, concreto sim+#es,
armado e +rotendido
180 +2ginas
Sumário
Pre.2cio
3ntrod$%ão
1 O0jetivo
2 Re.er"ncias normativas
4 -e.ini%5es
' *im0o#ogia
) Re6$isitos gerais de 6$a#idade da estr$t$ra e ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto
6 -iretri7es +ara d$ra0i#idade das estr$t$ras de concreto
7 rit8rios de +rojeto visando a d$ra0i#idade
8 Pro+riedades dos materiais
9 om+ortamento conj$nto dos materiais
10 *eg$ran%a e estados #imites
11 A%5es
12 Resist"ncias
14 9imites +ara dimens5es, des#ocamentos e a0ert$ra de .iss$ras
1' An2#ise estr$t$ra#
1) 3nsta0i#idade e e.eitos de seg$nda ordem
16 Princ:+ios gerais de dimensionamento, veri.ica%ão e deta#1amento
17 -imensionamento e veri.ica%ão de e#ementos #ineares
18 -eta#1amento de e#ementos #ineares
19 -imensionamento e veri.ica%ão de #ajes
20 -eta#1amento de #ajes
21 Regi5es es+eciais
22 &#ementos es+eciais
24 A%5es din;micas e .adiga
2' oncreto sim+#es
2) Ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto
Ane<o A =3n.ormativo> ! &.eito do tem+o no concreto estr$t$ra#
Ane<o B =Normativo> ? &str$t$ras de concreto em sit$a%ão de inc"ndio
Ane<o =Normativo> ? &<ec$%ão da estr$t$ra de concreto
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Prefácio
A ABN@ ! Associa%ão Brasi#eira de Normas @8cnicas ! 8 o ABr$m Naciona# de Norma#i7a%ão( As Normas
Brasi#eiras, c$jo conteCdo 8 de res+onsa0i#idade dos omit"s Brasi#eiros =B> e dos Organismos de
Norma#i7a%ão *etoria# =ON*>, são e#a0oradas +or omiss5es de &st$do =&>, .ormadas +or re+resentantes
dos setores envo#vidos, de#as .a7endo +arte: +rod$tores, cons$midores e ne$tros =$niversidades,
#a0oratBrios e o$tros>(
Os +rojetos de Norma Brasi#eira, e#a0orados no ;m0ito dos B e ON*, circ$#am +ara Dota%ão Naciona#
entre os associados da ABN@ e demais interessados(
&sta Norma cont"m os Ane<os: A, de car2ter in.ormativo, B e de car2ter normativo(
O Ane<o ? E&<ec$%ão da estr$t$ra de concretoF, tem +or .ina#idade co0rir a #ac$na e<istente en6$anto não
.or +$0#icada norma 0rasi#eira re#ativa a esse tema( -essa .orma, deve ser a$tomaticamente cance#ado e
s$0stit$:do +e#a norma 6$e encontra!se em est$dos, assim 6$e a mesma entre em vigor(
&sta Norma cance#a e s$0stit$i integra#mente as normas a seg$ir re#acionadas:
!NBR 6118:1978 Projeto e e<ec$%ão de o0ras de concreto armado,
!NBR 7197:1989 Projeto de estr$t$ras de concreto +rotendido ? Procedimento
!NBR 6119:1980 2#c$#o e e<ec$%ão de #ajes mistas ? Procedimento
!NB '9 =cance#ada em 199)> Projeto e e<ec$%ão de o0ras de concreto sim+#es(
&sta Norma cance#a e s$0stit$i +arcia#mente a NBR 7187:1987 Projeto e e<ec$%ão de +ontes de concreto
armado e +rotendido ? Procedimento( Os itens da NBR 7187:1987 cance#ados e s$0stit$:dos +or esta
Norma estão a seg$ir re#acionados:
!se%ão 7 ? item 7(1(9
!se%ão 8 ? com+#eta
!se%ão 9 ? com e<ce%ão dos itens 9(1(8 e 9(1(9
!se%ão 10 ? com+#eta
!se%ão 11 ? com+#eta
!se%ão 12 ? itens 12()(2, 12()(4, 12()(', 12()() e 12(6(
&sta Norma esta0e#ece a#tera%5es nos itens a seg$ir re#acionados da NBR 8681:198' ! A%5es e seg$ran%a
nas estr$t$ra ? Procedimento:
!itens )(1('(1(a e )(1('(1(0
!ta0e#as 1, 2, 4, ' e )(
&m0ora a NBR 8681:198' seja a#terada em a#g$ns itens, não se +retende 6$e a +resente norma =NBR
6118> a s$0stit$a, mesmo 6$e +arcia# e +rovisoriamente( -essa .orma, deve ser +$0#icada $ma &menda da
NBR 8681, esta0e#ecendo as a#tera%5es necess2rias nesses itens(
Introdução
Para a e#a0ora%ão desta Norma .oi mantida a .i#oso.ia das anteriores: NBR 6118, NBR 7197, NBR 6119 e
NB '9, de modo 6$e, a esta Norma ca0e de.inir os crit8rios gerais 6$e regem o +rojeto das estr$t$ras de
concreto, sejam e#as edi.:cios, +ontes, o0ras 1idr2$#icas, +ortos o$ aero+ortos, etc( Assim, e#a deve ser
com+#ementada +or o$tras normas 6$e .i<em crit8rios +ara estr$t$ras es+ec:.icas(
2
2
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
1 Objetivo
1.1 &sta Norma Brasi#eira .i<a as condi%5es 02sicas e<ig:veis +ara +rojeto de estr$t$ras de concreto
sim+#es, armado e +rotendido, e<c#$:das a6$e#as em 6$e se em+regam concreto #eve, +esado o$ o$tros
es+eciais(
1.2 &sta Norma a+#ica!se Gs estr$t$ras de concretos normais, identi.icados +or massa es+ec:.ica seca maior
do 6$e 2 000 HgIm
4
, não e<cedendo 2 800 HgIm
4
, do gr$+o 3 de resist"ncia =10 a )0>, con.orme
c#assi.ica%ão da NBR 89)4( &ntre os concretos es+eciais, e<c#$:dos desta Norma estão o concreto!massa e
o concreto sem .inos(
1.3 &sta Norma esta0e#ece os re6$isitos gerais a serem atendidos +e#o +rojeto como $m todo, 0em como os
re6$isitos es+ec:.icos re#ativos a cada $ma de s$as eta+as(
1.4 &sta Norma não inc#$i condi%5es e<ig:veis +ara evitar os estados #imites gerados +or certos ti+os de
a%ão, como sismos, im+actos e e<+#os5es(
1.5 No caso de estr$t$ras es+eciais, tais como +r8!mo#dados, +ontes e viad$tos, o0ras 1idr2$#icas, arcos,
si#os, c1amin8s, torres, estr$t$ras o..!s1ore, o$ em 6$e se $ti#i7am t8cnicas constr$tivas não convencionais,
tais como .ormas des#i7antes, 0a#an%os s$cessivos, #an%amentos +rogressivos, concreto +rojetado, as
condi%5es desta Norma ainda são a+#ic2veis, devendo no entanto ser com+#ementadas e event$a#mente
aj$stadas em +ontos #oca#i7ados, +or normas 0rasi#eiras es+ec:.icas(
2 Referncias normativas
As normas re#acionadas a seg$ir cont"m dis+osi%5es 6$e, ao serem citadas neste te<to, constit$em
+rescri%5es +ara esta Norma Brasi#eira( As edi%5es indicadas estavam em vigor no momento desta
+$0#ica%ão( omo toda norma est2 s$jeita a revisão, recomenda!se G6$e#es 6$e rea#i7am acordos com 0ase
nesta 6$e veri.i6$em a conveni"ncia de se $sarem as edi%5es mais recentes das normas citadas a seg$ir( A
ABN@ +oss$i a in.orma%ão das Normas Brasi#eiras em vigor em $m dado momento(
NBR )628:1980 om+onentes constr$tivos estr$t$rais ? -etermina%ão da resist"ncia ao .ogo ? J8todo de
ensaio
NBR )748:199' Jo#dagem e c$ra de cor+os!de!+rova ci#:ndricos o$ +rism2ticos de concreto ? J8todo de
ensaio
NBR )749:199' oncreto ! &nsaio de com+ressão de cor+os!de!+rova ci#:ndricos ! J8todo de ensaio
NBR 600':198' Arames de a%o ! &nsaio de do0ramento a#ternado ! J8todo de ensaio
NBR 6120:1978 argas +ara c2#c$#o de estr$t$ras de edi.ica%5es ! Procedimento
NBR 6122:1996 Projeto e e<ec$%ão de .$nda%5es ! Procedimento
NBR 6124:1987 Aor%as devidas ao vento em edi.ica%5es ! Procedimento
NBR 61)2:1992 Jateriais met2#icos ! -etermina%ão das +ro+riedades mec;nicas G tra%ão ! J8todo de
ensaio
NBR 61)4:1988 Prod$to met2#ico ! &nsaio de do0ramento semi!g$iado ! J8todo de ensaio
NBR 64'9:1991 Aios, 0arras e cordoa#1as de a%o +ara armad$ras de +rotensão ! &nsaio de tra%ão ?J8todo
de ensaio
NBR 7190:1997 Projeto de estr$t$ras de madeira ! Procedimento
NBR 7222:199' Argamassa e concreto ! -etermina%ão da resist"ncia G tra%ão +or com+ressão diametra# de
cor+os!de!+rova ci#:ndricos ! J8todo de ensaio
NBR 7'77:1982 -etermina%ão do coe.iciente de con.orma%ão s$+er.icia# de 0arras e .ios de a%o destinados
a armad$ras de concreto armado ! J8todo de ensaio
NBR 7'80:1996 Barras e .ios de a%o destinados a armad$ras +ara concreto armado ? &s+eci.ica%ão
NBR 7'81:1990 @e#a de a%o so#dada ? Armad$ra +ara concreto ! &s+eci.ica%ão
NBR 7'82:1991 Aios de a%o +ara concreto +rotendido ! &s+eci.ica%ão
NBR 7'84:1991 ordoa#1as de a%o +ara concreto +rotendido ! &s+eci.ica%ão
NBR 7'8':1992 Aios, 0arras e cordoa#1as de a%o destinados a armad$ras de +rotensão ! &nsaios de
re#a<a%ão isot8rmica ! J8todo de ensaio
NBR 8)22:198' oncreto ! -etermina%ão do mBd$#o de de.orma%ão est2tica e diagrama ! @ensão!
de.orma%ão ! J8todo de ensaio
NBR 8)'8:198' Barras de a%o destinadas a armad$ras +ara concreto armado com emenda mec;nica o$
+or so#da ! -etermina%ão da resist"ncia G tra%ão ! J8todo de ensaio
NBR 8681:198' A%5es e seg$ran%a nas estr$t$ra ? Procedimento
NBR 8800:1986 Projeto e e<ec$%ão de estr$t$ras de a%o de edi.:cios =J8todo dos estados #imites> !
Procedimento
4
4
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
NBR 89)4:1992 oncreto +ara .ins estr$t$rais ! #assi.ica%ão +or gr$+os de resist"ncia ! #assi.ica%ão
NBR 896):198) Barras de a%o A '2* com caracter:sticas de so#da0i#idade destinadas a armad$ras +ara
concreto armado ! &s+eci.ica%ão
NBR 9062:198) Projeto e e<ec$%ão de estr$t$ras de concreto +r8!mo#dado ? Procedimento
NBR 11919:1978 Deri.ica%ão de emendas met2#icas de 0arras de concreto armado ? J8todo de ensaio
NBR 121'2:1992 oncreto ! -etermina%ão da resist"ncia G tra%ão na .#e<ão em cor+os!de!+rova
+rism2ticos ! J8todo de ensaio
NBR 126)':1992 ontro#e tecno#Bgico de materiais com+onentes do concreto ! Procedimento
NBR 126)):1996 oncreto ! Pre+aro, contro#e e rece0imento ? Procedimento
NBR 1''42:2000 &<ig"ncias de resist"ncia ao .ogo de e#ementos constr$tivos de edi.ica%5es ?
Procedimento(
NBR NJ 67:1998 oncreto ! -etermina%ão da consist"ncia +e#o a0atimento do tronco de cone
3 !efiniç"es
3.1 !efiniç"es de concreto estrutura#
3.1.1 concreto estrutura#
@ermo 6$e se re.ere ao es+ectro com+#eto da a+#ica%ão do concreto como materia# estr$t$ra#(
3.1.2 e#ementos de concreto sim$#es estrutura#
&#ementos estr$t$rais e#a0orados com concreto 6$e não +oss$i 6$a#6$er ti+o de armad$ra o$ 6$e a +oss$i
em 6$antidade in.erior ao m:nimo e<igido +ara o concreto armado =ver ta0e#as 24 e 2'>(
3.1.3 e#ementos de concreto armado
*ão a6$e#es c$jo com+ortamento estr$t$ra# de+ende da ader"ncia entre concreto e armad$ra, e nos 6$ais
não se a+#icam a#ongamentos iniciais das armad$ras antes da materia#i7a%ão dessa ader"ncia(
3.1.4 e#ementos de concreto $rotendido
*ão a6$e#es nos 6$ais +arte das armad$ras são +reviamente a#ongadas +or e6$i+amentos es+eciais de
+rotensão com a .ina#idade de, em condi%5es de servi%o, im+edir o$ #imitar a .iss$ra%ão e os des#ocamentos
da estr$t$ra e +ro+iciar o me#1or a+roveitamento de a%os de a#ta resist"ncia no estado #imite C#timo =&9K>(
3.1.5 armadura $assiva
L$a#6$er armad$ra 6$e não seja $sada +ara +rod$7ir .or%as de +rotensão, isto 8, 6$e não seja +reviamente
a#ongada(
3.1.% armadura ativa &de $rotensão'
onstit$:da +or 0arra, .ios iso#ados o$ cordoa#1as, destinada G +rod$%ão de .or%as de +rotensão, isto 8, na
6$a# se a+#ica $m +r8 a#ongamento inicia#(
3.1.( concreto com armadura ativa $r)*tracionada &$rotensão com aderncia inicia#'
oncreto +rotendido em 6$e o +r8!a#ongamento da armad$ra ativa 8 .eito $ti#i7ando!se a+oios
inde+endentes do e#emento estr$t$ra#, antes do #an%amento do concreto, sendo a #iga%ão da armad$ra de
+rotensão com os re.eridos a+oios des.eita a+Bs o end$recimento do concretoM a ancoragem no concreto
rea#i7a!se sB +or ader"ncia(
3.1.+ concreto com armadura ativa $,s*tracionada &$rotensão com aderncia $osterior '
oncreto +rotendido em 6$e o +r8 a#ongamento da armad$ra ativa 8 rea#i7ado a+Bs o end$recimento do
concreto, sendo $ti#i7ados, como a+oios, +artes do +rB+rio e#emento estr$t$ra#, criando +osteriormente
ader"ncia com o concreto de modo +ermanente, atrav8s da inje%ão das 0ain1as(
3.1.- concreto com armadura ativa $,s*tracionada sem aderncia &$rotensão sem aderncia'
oncreto +rotendido em 6$e o +r8 a#ongamento da armad$ra ativa 8 rea#i7ado a+Bs o end$recimento do
concreto, sendo $ti#i7ados, como a+oios, +artes do +rB+rio e#emento estr$t$ra#, mas não sendo criada
ader"ncia com o concreto, .icando a armad$ra #igada ao concreto a+enas em +ontos #oca#i7ados(
3.1.1. junta de concreta/em
L$a#6$er interr$+%ão do concreto com a .ina#idade de red$7ir tens5es internas 6$e +ossam res$#tar em
im+edimentos a 6$a#6$er ti+o de movimenta%ão da estr$t$ra, +rinci+a#mente em decorr"ncia de retra%ão o$
a0ai<amento da tem+erat$ra(
3.1.11 junta de concreta/em $arcia#
'
'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Red$%ão de es+ess$ra ig$a# o$ maior a 2) N da se%ão de concreto(
3.2 !efiniç"es de estados #imites
3.2.1 estado #imite 0#timo &123'
&stado #imite re#acionado ao co#a+so, o$ a 6$a#6$er o$tra .orma de r$:na estr$t$ra#, 6$e determine a
+ara#isa%ão do $so da estr$t$ra(
3.2.2 estado #imite de formação de fissuras &12S*4'
&stado em 6$e se inicia a .orma%ão de .iss$ras( Admite!se 6$e este estado #imite 8 atingido 6$ando a
tensão de tra%ão m2<ima na se%ão transversa# .or ig$a# a .ct,. =ver 14('(2 e 17(4(4>(
3.2.3 estado #imite de abertura das fissuras &12S*5'
&stado em 6$e as .iss$ras se a+resentam com a0ert$ras ig$ais aos m2<imos es+eci.icados na se%ão 14
=ver 14('(2 e 17(4(2>(
3.2.4 estado #imite de deformaç"es e6cessivas &12S*!14'
&stado em 6$e as de.orma%5es atingem os #imites esta0e#ecidos +ara a $ti#i7a%ão norma# dados na se%ão
14 =ver 14('(2 e 17(4(1>(
3.2.5 estado #imite de descom$ressão &12S*!'
&stado no 6$a# em $m o$ mais +ontos da se%ão transversa# a tensão norma# 8 n$#a, não 1avendo tra%ão no
restante da se%ão( Deri.ica%ão $s$a# no caso do concreto +rotendido =ver 14('(2>(
3.2.% estado #imite de descom$ressão $arcia# &12S*!P'
&stado no 6$a# garante!se a com+ressão na se%ão transversa#, na região onde e<istem armad$ras ativas(
&sta região deve se estender a $ma dist;ncia maior 6$e a+ da .ace mais +rB<ima da cordoa#1a o$ da 0ain1a
de +rotensão =ver .ig$ra 1>(
4i/ura 1 7 1stado #imite de descom$ressão $arcia#
3.2.( estado #imite de com$ressão e6cessiva &12S*81'
&stado em 6$e as tens5es de com+ressão atingem o #imite convenciona# esta0e#ecido( Ks$a# no caso do
concreto +rotendido na ocasião da a+#ica%ão da +rotensão(
3.2.+ estado #imite de vibraç"es e6cessivas &12S*91'
&stado em 6$e as vi0ra%5es atingem os #imites esta0e#ecidos +ara a $ti#i7a%ão norma# da constr$%ão(
4 Simbo#o/ia
A sim0o#ogia adotada nesta Norma, no 6$e se re.ere a estr$t$ras de concreto, 8 constit$:da +or s:m0o#os
0ase =mesmo taman1o do te<to corrente> e s:m0o#os s$0scritos(
Os s:m0o#os 0ase $ti#i7ados com mais .re6O"ncia nesta Norma encontram!se esta0e#ecidos em '(1 e os
s:m0o#os s$0scritos em '(2(
A sim0o#ogia gera# encontra!se esta0e#ecida nesta se%ão e a s:m0o#ogia mais es+ec:.ica de a#g$mas +artes
desta norma 8 a+resentada nas se%5es +ertinentes, de .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a
a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos(
4.1 S:mbo#os base
)
)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A#g$ns s:m0o#os 0ase a+resentados de '(1(1 a '(1(4 estão acom+an1ados de s:m0o#os s$0scritos, de .orma
a não gerar dCvidas na com+reensão de se$ signi.icado(
4.1.1 2etras min0scu#as
a ! -ist;ncia o$ dimensão
! Jenor dimensão de $m ret;ng$#o
0 ! 9arg$ra
! -imensão o$ dist;ncia +ara#e#a G #arg$ra
! Jaior dimensão de $m ret;ng$#o
0P ! 9arg$ra da a#ma de $ma viga
c ! o0rimento da armad$ra em re#a%ão G .ace do e#emento
d ! A#t$ra Cti#
! -imensão o$ dist;ncia
e ! &<centricidade de c2#c$#o ori$nda dos es.or%os so#icitantes J*d e N*d
! -ist;ncia
. ! Resist"ncia =ver se%ão 8>
1 ! -imensão
! A#t$ra
i ! Raio de gira%ão m:nimo da se%ão 0r$ta de concreto da +e%a ana#isada
H ! oe.iciente
 ! A#t$ra tota# da estr$t$ra o$ de $m #ance de +i#ar
! om+rimento
! Dão
m ! NCmero de #ances de +i#ares
n ! NCmero
r ! Raio de c$rvat$ra interno do ganc1o
! Rigide7
s ! &s+a%amento das 0arras da armad$ra
t ! om+rimento do a+oio +ara#e#o ao vão da viga ana#isada
! @em+o
$ ! Per:metro
P ! A0ert$ra de .iss$ra
< ! A#t$ra da #in1a ne$tra
7 ! Bra%o de a#avanca
! -ist;ncia
4.1.2 2etras mai0scu#as
A ! Qrea da se%ão c1eia
Ac ! Qrea da se%ão transversa# de concreto
As ! Qrea da se%ão transversa# da armad$ra #ongit$dina# de tra%ão
6
6
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
AsR ! Qrea da se%ão da armad$ra #ongit$dina# de com+ressão
& ! JBd$#o de e#asticidade =ver se%ão 8>
=&3> ! Rigide7
A ! Aor%a
! A%5es =ver se%ão 11>
G ! A%5es =ver se%ão 11>
Gc ! JBd$#o de e#asticidade transversa# do concreto
S ! A#t$ra
3c ! Jomento de in8rcia da se%ão de concreto
T ! oe.iciente
J ! Jomento .#etor
J1d ! Jomento .#etor de 1U ordem de c2#c$#o
J2d ! Jomento .#etor de 2U ordem de c2#c$#o
JRd ! Jomento .#etor resistente de c2#c$#o
J*d ! Jomento .#etor so#icitante de c2#c$#o
Nd ! Aor%a norma# de c2#c$#o
NRd ! Aor%a norma# resistente de c2#c$#o
N*d ! Aor%a norma# so#icitante de c2#c$#o
L ! A%5es =ver se%ão 11>
R ! Rea%ão de a+oio
Rd ! &s.or%o resistente de c2#c$#o
*d ! &s.or%o so#icitante de c2#c$#o
@ ! @em+erat$ra
! Jomento tor%or
@Rd ! Jomento tor%or resistente de c2#c$#o
@*d ! Jomento tor%or so#icitante de c2#c$#o
Dd ! Aor%a cortante de c2#c$#o
4.1.3 2etras /re/as
α ! Vng$#o
! Par;metro de insta0i#idade
! oe.iciente
! Aator 6$e de.ine as condi%5es de v:nc$#o nos a+oios
β ! Vng$#o
! oe.iciente
7
7
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
γc ! oe.iciente de +ondera%ão da resist"ncia do concreto
γ. ! oe.iciente de +ondera%ão das a%5es =ver se%ão 11>
γm ! oe.iciente de +ondera%ão das resist"ncias =ver se%ão 12>
γ+ ! oe.iciente de +ondera%ão das cargas ori$ndas da +rotensão =ver se%ão 9>
γs ! oe.iciente de +ondera%ão da resist"ncia do a%o
δ ! oe.iciente de redistri0$i%ão
- -es#ocamento
ε ! -e.orma%ão
εc ! -e.orma%ão es+ec:.ica do concreto
ε+ ! -e.orma%ão es+ec:.ica da armad$ra ativa
εs ! -e.orma%ão es+ec:.ica do a%o
θ ! Rota%ão
! Vng$#o de inc#ina%ão
! -esa+r$mo
! @em+erat$ra =ver Ane<o B>
λ ! oe.iciente +ara c2#c$#o de com+rimento de ancoragem
! Wndice de es0e#te7
µ ! oe.iciente
! Per:metro
! Jomento .#etor red$7ido adimensiona#
ν ! oe.iciente de Poisson
! Aor%a norma# adimensiona#
ρ ! @a<a geom8trica de armad$ra #ongit$dina# de tra%ão
ρc ! Jassa es+ec:.ica do concreto
ρm:n ! @a<a geom8trica m:nima de armad$ra #ongit$dina# de vigas, +i#ares e tirantes
ρ+ ! @a<a geom8trica da armad$ra de +rotensão
ρs ! @a<a geom8trica de armad$ra aderente +assiva de #aje
σc ! @ensão G com+ressão no concreto
σct ! @ensão G tra%ão no concreto
σRd ! @ens5es normais resistentes de c2#c$#o
σ*d ! @ens5es normais so#icitantes de c2#c$#o
τRd ! @ens5es de cisa#1amento resistente de c2#c$#o
8
8
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
τ*d ! @ensão de cisa#1amento de c2#c$#o $sando o contorno ade6$ado ao .enXmeno ana#isado
τ@d ! @ensão de cisa#1amento de tor%ão de c2#c$#o
τPd ! @ensão de cisa#1amento de cortante de c2#c$#o
φ ! -i;metro das 0arras da armad$ra
φ

! -i;metro das 0arras de armad$ra #ongit$dina# de +e%a estr$t$ra#
φn ! -i;metro e6$iva#ente de $m .ei<e de 0arras
φ+ ! -i;metro nomina# de .io o$ cordoa#1a
φt ! -i;metro das 0arras de armad$ra transversa#
φvi0r ! -i;metro da ag$#1a do vi0rador
ϕ ! oe.iciente de .#$"ncia
4.2 S:mbo#os subscritos
Os s:m0o#os s$0scritos são a+resentados a+enas nos itens '(2(1 a '(2(4 em mesmo taman1o do te<to
corrente, de .orma a .aci#itar s$a vis$a#i7a%ão(
4.2.1 2etras min0scu#as
a+o ! a+oio
c ! concreto
cor ! corrigido
d ! va#or de c2#c$#o
e. ! e.etivo
e ! e6$iva#ente
e6 ! e6$iva#ente
. ! .ei<e
.ad ! .adiga
.ic ! .ict:cia
g ! a%5es +ermanentes
1 ! 1ori7onta#
i ! nCmero se6Oencia#
in. ! in.erior
j ! idade =re.erente G c$ra do concreto>
H ! va#or caracter:stico
! nCmero se6$encia#
#im ! #imite
9
9
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
m ! m8dia
m2< ! m2<imo
m:n ! m:nimo
nec ! necess2rio
nom ! nomina#
+ ! a%o de armad$ra ativa
6 ! a%5es vari2veis
r ! radia#
s ! a%o de armad$ra +assiva
sec ! secante
ser ! servi%o
s$+ ! s$+erior
t ! tra%ão
! transversa#
tot ! tota#
$ ! C#timo
! de r$+t$ra
v ! vertica#
! viga
vão ! vão
vig ! viga
P ! a#ma
! transversa#
< e Y ! dire%5es ortogonais
Y ! escoamento do a%o
4.2.2 2etras mai0scu#as
R ! resist"ncias
* ! so#icita%5es
4.2.3 ;0meros
0 ! in:cio
! instante de a+#ica%ão de carga
28 ! aos 28 dias
5 Re<uisitos /erais de <ua#idade da estrutura e ava#iação da conformidade do $rojeto
5.1 Re<uisitos de <ua#idade da estrutura
10
10
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
5.1.1 8ondiç"es /erais
As estr$t$ras de concreto devem atender aos re6$isitos m:nimos de 6$a#idade c#assi.icados em )(1(2,
d$rante s$a constr$%ão e ao #ongo de toda s$a vida Cti#(
5.1.2 8#assificação dos re<uisitos de <ua#idade da estrutura
Os re6$isitos da 6$a#idade de $ma estr$t$ra de concreto são c#assi.icados, +ara e.eito desta Norma, em tr"s
gr$+os distintos:
a> ca$acidade resistente, 6$e consiste 0asicamente na seg$ran%a G r$+t$raM
0> desem$en=o em serviço, 6$e consiste na ca+acidade da estr$t$ra manter!se em condi%5es +#enas
de $ti#i7a%ão, não devendo a+resentar danos como: .iss$ra%ão, de.orma%5es e vi0ra%5es, 6$e
com+rometam em +arte o$ tota#mente o $so +ara 6$e .oram +rojetadas o$ dei<em dCvidas com re#a%ão
G s$a seg$ran%aM
c> durabi#idade, 6$e consiste na ca+acidade da estr$t$ra resistir Gs in.#$"ncias am0ientais +revistas(
5.2 Re<uisitos de >ua#idade do Projeto
5.2.1 >ua#idade da So#ução ?dotada
A so#$%ão estr$t$ra# adotada em +rojeto deve atender aos re6$isitos de 6$a#idade esta0e#ecidos nas normas
t8cnicas, re#ativos G ca+acidade resistente, ao desem+en1o em servi%o e G d$ra0i#idade da estr$t$ra(
A 6$a#idade da so#$%ão adotada deve ainda considerar as condi%5es ar6$itetXnicas, .$ncionais, constr$tivas,
estr$t$rais, de integra%ão com os demais +rojetos =e#8trico, 1idr2$#ico, ar condicionado, etc(> e econXmicas(
5.2.2 8ondiç"es im$ostas ao $rojeto
5.2.2.1 Para atender aos re6$isitos de 6$a#idade im+ostos Gs estr$t$ras de concreto, o +rojeto deve atender
a todos os re6$isitos esta0e#ecidos nesta Norma e em o$tras com+#ementares e es+eciais, con.orme o
caso(
5.2.2.2 As e<ig"ncias re#ativas G ca+acidade resistente e ao desem+en1o em servi%o dei<am de ser
satis.eitas 6$ando são $#tra+assados os res+ectivos estados #imites =ver se%5es 4 e 10>(
5.2.2.3 As e<ig"ncias de d$ra0i#idade dei<am de ser atendidas 6$ando não são o0servados os crit8rios de
+rojeto de.inidos na se%ão 6 desta Norma(
5.2.2.4 Para ti+os es+eciais de estr$t$ras, devem ser atendidas e<ig"ncias +artic$#ares esta0e#ecidas em
normas nacionais(
NO@A: &<ig"ncias +artic$#ares +odem, +or e<em+#o, consistir em resist"ncia a e<+#os5es, ao im+acto, aos
sismos, o$ ainda re#ativas G estan6$eidade, ao iso#amento t8rmico o$ acCstico(
5.2.2.5 &<ig"ncias s$+#ementares +odem ser .i<adas em +rojeto(
5.2.3 !ocumentação da so#ução adotada
5.2.3.1 O +rod$to .ina# do +rojeto estr$t$ra# 8 constit$:do +or memBria de c2#c$#o, desen1os e
es+eci.ica%5es( As es+eci.ica%5es +odem constar dos +rB+rios desen1os o$ constit$ir doc$mento se+arado(
A memBria de c2#c$#o 8 o doc$mento .$ndamenta# +ara o contro#e da 6$a#idade(
5.2.3.2 Os doc$mentos re#acionados em )(2(4(1 devem conter in.orma%5es com+#etas, c#aras, corretas,
consistentes entre si e com as e<ig"ncias esta0e#ecidas nesta Norma(
5.2.3.3 A descri%ão da so#$%ão estr$t$ra# adotada nos doc$mentos re#acionados em )(2(4(1 deve +ermitir a
com+#eta e +er.eita e<ec$%ão da estr$t$ra(
11
11
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
5.2.3.4 om o o0jetivo de garantir a 6$a#idade da e<ec$%ão de $ma o0ra, com 0ase em $m determinado
+rojeto, medidas +reventivas devem ser tomadas desde o in:cio dos tra0a#1os( &ssas medidas devem
eng#o0ar a disc$ssão e a+rova%ão das decis5es tomadas, a distri0$i%ão dessas e o$tras in.orma%5es +e#os
e#ementos +ertinentes da e6$i+e e a +rograma%ão coerente das atividades, res+eitando as regras #Bgicas de
+reced"ncia(
5.3 ?va#iação da conformidade do $rojeto
5.3.1 A ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto deve ser rea#i7ada +or +ro.issiona# designado +ata ta#, sendo
registrada em doc$mento es+ec:.ico 6$e deve acom+an1ar a doc$menta%ão do +rojeto, citada em )(2(4(
5.3.2 A ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto +ode tam08m ser rea#i7ada +or o$tro +ro.issiona#, desde 6$e
re6$erido +e#o +ro+riet2rio da o0ra, devendo, da mesma .orma ser registrada em doc$mento es+ec:.ico 6$e
deve acom+an1ar a doc$menta%ão do +rojeto, citada em )(2(4(
5.3.3 A ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto consiste, 0asicamente, em veri.icar se o +rojeto estr$t$ra#,
con.orme de.inido nos doc$mentos 6$e o descrevem =)(2(4>, atende Gs e<ig"ncias de 6$a#idade 6$e #1e
.oram +re.i<adas =itens )(2(1 e )(2(2>( Para isto, as in.orma%5es constantes desses doc$mentos devem ser
ava#iadas com+arativamente com os doc$mentos de re.er"ncia, +reviamente identi.icados e c#assi.icados(
5.3.4 Na ava#ia%ão da con.ormidade deve ser veri.icado, +ara#e#amente, se as in.orma%5es dos desen1os e
es+eci.ica%5es são com+#etas, c#aras, em esca#as a+ro+riadas e consistentes =entre si>, com re#a%ão:
a> G identi.ica%ão do doc$mentoM
0> Gs necessidades da administra%ão e do +#anejamento da o0raM
c> Gs e<ig"ncias +ec$#iares dos servi%os de constr$%ão, como e<ec$%ão de .Xrmas, escoramento,
concretagem, arma%ão, etc(
5.3.5 A ava#ia%ão da con.ormidade do +rojeto deve ser rea#i7ada antes da .ase de constr$%ão, e, de
+re.er"ncia, sim$#taneamente com a .ase de +rojeto, como condi%ão essencia# +ara 6$e se$s res$#tados se
tornem e.etivos e conse6Oentes(
5.3.% A se%ão 2) esta0e#ece os crit8rios de aceita%ão e os +rocedimentos corretivos 6$ando necess2rios(
% !iretri@es $ara durabi#idade das estruturas de concreto
%.1 16i/ncias de durabi#idade
As estr$t$ras de concreto devem ser +rojetadas e constr$:das de modo 6$e so0 as condi%5es am0ientais
+revistas na 8+oca do +rojeto e 6$ando $ti#i7adas con.orme +reconi7ado em +rojeto conservem s$as
seg$ran%a, esta0i#idade e a+tidão em servi%o d$rante o +er:odo corres+ondente G s$a vida Cti#(
%.2 9ida 0ti#
%.2.1 Por vida Cti# de +rojeto, entende!se o +er:odo de tem+o d$rante o 6$a# se mant"m as caracter:sticas
das estr$t$ras de concreto sem e<igir, em re#a%ão Gs +rescri%5es de man$ten%ão +revistas em 7(8, medidas
e<tras de man$ten%ão e re+aro, isto 8, 8 a+Bs esse +er:odo 6$e come%a a e.etiva deteriora%ão da estr$t$ra,
com o a+arecimento de sinais vis:veis como: +rod$tos de corrosão da armad$ra, desagrega%ão do concreto,
.iss$ras, etc(
%.2.2 &sta Norma +ress$+5e $ma vida Cti# de no m:nimo )0 anos, de acordo com 6(1(
%.2.3 O conceito de vida Cti# a+#ica!se G estr$t$ra como $m todo o$ Gs s$as +artes( -essa .orma,
determinadas +artes das estr$t$ras +odem merecer considera%ão es+ecia# com va#or de vida Cti# di.erente
do todo(
%.3 Aecanismos de enve#=ecimento e deterioração
-entro desse en.o6$e devem ser considerados, ao menos, os mecanismos de enve#1ecimento e
deteriora%ão da estr$t$ra de concreto re#acionados de 6(4(1 a 6(4(4:
12
12
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
%.3.1 Aecanismos $re$onderantes de deterioração re#ativos ao concreto
a> #i<ivia%ão: +or a%ão de 2g$as +$ras, car0Xnicas agressivas o$ 2cidas 6$e disso#vem e carreiam os
com+ostos 1idratados da +asta de cimentoM
0> e<+ansão +or a%ão de 2g$as e so#os 6$e conten1am o$ estejam contaminados com s$#.atos: dando
origem a rea%5es e<+ansivas e de#et8rias com a +asta de cimento 1idratadoM
c> e<+ansão +or a%ão das rea%5es entre os 2#ca#is do cimento e certos agregados reativosM
d> rea%5es de#et8rias s$+er.iciais de certos agregados decorrentes de trans.orma%5es de +rod$tos
.err$ginosos +resentes na s$a constit$i%ão minera#Bgica(
%.3.2 Aecanismos $re$onderantes de deterioração re#ativos B armadura
a> des+assiva%ão +or car0onata%ão, o$ seja, +or a%ão do g2s car0Xnico da atmos.eraM
0> des+assiva%ão +or e#evado teor de :on c#oro =c#oreto>(
%.3.3 Aecanismos de deterioração da estrutura $ro$riamente dita
*ão todos a6$e#es re#acionados Gs a%5es mec;nicas, movimenta%5es de origem t8rmica, im+actos, a%5es
c:c#icas, retra%ão, .#$"ncia e re#a<a%ão(
%.4 ?/ressividade do ambiente
%.4.1 A agressividade do meio am0iente est2 re#acionada Gs a%5es .:sicas e 6$:micas 6$e at$am so0re as
estr$t$ras de concreto, inde+endentemente das a%5es mec;nicas, das varia%5es vo#$m8tricas de origem
t8rmica, da retra%ão 1idr2$#ica e o$tras +revistas no dimensionamento das estr$t$ras de concreto(
%.4.2 Nos +rojetos das estr$t$ras correntes, a agressividade am0ienta# +ode ser c#assi.icada de acordo com
o a+resentado na ta0e#a 1(
Cabe#a 1 * 8#asses de a/ressividade ambienta#
8#asse de a/ressividade ambienta#
&8??'
?/ressividade Risco de deterioração da estrutura
3 .raca insigni.icante
33 moderada +e6$eno
333 .orte grande
3D m$ito .orte e#evado
%.4.3 A c#assi.ica%ão da agressividade do meio am0iente Gs estr$t$ras de concreto armado e +rotendido
+ode ser ava#iada, sim+#i.icadamente, seg$ndo as condi%5es de e<+osi%ão da estr$t$ra o$ de s$as +artes,
con.orme esta0e#ece a ta0e#a 2(
14
14
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 2 * 8#asses de a/ressividade ambienta# em função das condiç"es de e6$osição
Aicro*c#ima
Aacro*c#ima ?mbientes internos ?mbientes e6ternos e obras em
/era#
Seco
1'
3R ≤ %5D
Emido ou cic#os
2'
de
mo#=a/em e seca/em
Seco
3'
3R ≤ %5D
Emido ou cic#os
4'
de
mo#=a/em e seca/em
R$ra# 3 3 3 33
Kr0ana 3 33 3 33
Jarin1a 33 333 !!!!! 333
3nd$stria# 33 333 33 333
&s+ecia#
)>
33 333 o$ 3D 333 333 o$ 3D
Res+ingos de mar8 !!!!! !!!!! !!!!! 3D
*$0mersa ≥ 4m !!!!! !!!!! !!!!! 3
*o#o !!!!! !!!!! não
agressivo 3
Cmido e agressivo
33, 333 o$ 3D
1>
*a#as, dormitBrios, 0an1eiros, co7in1as e 2reas de servi%o de a+artamentos residenciais e
conj$ntos comerciais o$ am0ientes com concreto revestido com argamassa e +int$ra(
2>
Desti2rios, 0an1eiros, co7in1as, #avanderias ind$striais e garagens(
4>
O0ras em regi5es de c#ima seco, e +artes da estr$t$ra +rotegidas de c1$va em am0ientes
+redominantemente secos(
'>
Am0ientes 6$imicamente agressivos, tan6$es ind$striais, ga#vano+#astia, 0ran6$eamento em
indCstrias de ce#$#ose e +a+e#, arma78ns de .erti#i7antes, indCstrias 6$:micas(
5'
Jacro c#ima es+ecia# signi.ica am0iente com agressividade 0em con1ecida, 6$e +ermite de.inir
a c#asse de agressividade 333 o$ 3D nos am0ientes Cmidos( *e o am0iente .or seco, deve ser
considerada c#asse de agressividade 33 nos am0ientes internos e c#asse de agressividade 333
nos e<ternos(
%.4.4 L$ando o risco de contamina%ão +or c#oretos .or a#to, deve!se en6$adrar esse trec1o da estr$t$ra na
c#asse 3D( / o caso da 7ona de res+ingos de mar8(
%.4.5 O res+ons2ve# +e#o +rojeto estr$t$ra#, de +osse de dados re#ativos ao am0iente em 6$e ser2
constr$:da a estr$t$ra, +ode considerar c#assi.ica%ão mais agressiva 6$e a esta0e#ecida na ta0e#a 2(
( 8rit)rios de $rojeto visando a durabi#idade
(.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
cmin ! o0rimento m:nimo
cnom ! o0rimento nomina# =co0rimento m:nimo acrescido da to#er;ncia de e<ec$%ão>
1'
1'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
KR ! Kmidade re#ativa do ar
∆c ! @o#er;ncia de e<ec$%ão +ara o co0rimento
(.2 !rena/em
(.2.1 -eve ser evitada a +resen%a o$ ac$m$#a%ão de 2g$a +roveniente de c1$va o$ decorrente de 2g$a de
#im+e7a e #avagem, so0re as s$+er.:cies das estr$t$ras de concreto(
(.2.2 As s$+er.:cies e<+ostas 6$e necessitam ser 1ori7ontais, tais como: co0ert$ras, +2tios, garagens,
estacionamentos, e o$tras, devem ser convenientemente drenadas, com dis+osi%ão de ra#os e cond$tores(
(.2.3 @odas as j$ntas de movimento o$ de di#ata%ão, em s$+er.:cies s$jeitas G a%ão de 2g$a, devem ser
convenientemente se#adas, de .orma a torn2!#as estan6$es G +assagem =+erco#a%ão> de 2g$a(
(.2.4 @odos os to+os de +#ati0andas e +aredes devem ser +rotegidos +or c1a+ins( @odos os 0eirais devem
ter +ingadeiras e os encontros a di.erentes n:veis devem ser +rotegidos +or r$.os(
(.3 4ormas ar<uitetFnicas e estruturais
(.3.1 -is+osi%5es ar6$itetXnicas o$ constr$tivas 6$e +ossam red$7ir a d$ra0i#idade da estr$t$ra devem ser
evitadas(
(.3.2 -eve ser +revisto em +rojeto o acesso +ara ins+e%ão e man$ten%ão de +artes da estr$t$ra com vida
Cti# in.erior ao todo, tais como a+are#1os de a+oio, cai<5es, insertos, im+ermea0i#i7a%5es e o$tros(
(.4 >ua#idade do concreto e cobrimento
(.4.1 Atendidas as demais condi%5es esta0e#ecidas nesta se%ão, a d$ra0i#idade das estr$t$ras 8 a#tamente
de+endente das caracter:sticas do concreto e da es+ess$ra e 6$a#idade do concreto do co0rimento da
armad$ra(
(.4.2 &nsaios com+ro0atBrios de desem+en1o da d$ra0i#idade da estr$t$ra .rente ao ti+o e n:ve# de
agressividade +revisto em +rojeto devem esta0e#ecer os +ar;metros m:nimos a serem atendidos( Na .a#ta
destes e devido G e<ist"ncia de $ma .orte corres+ond"ncia entre a re#a%ão 2g$aIcimento o$
2g$aIag#omerante, a resist"ncia G com+ressão do concreto e s$a d$ra0i#idade, +ermite!se adotar os
re6$isitos m:nimos e<+ressos na ta0e#a 4(
Cabe#a 3 * 8orres$ondncia entre c#asse de a/ressividade e <ua#idade do concreto
8oncreto Ci$o 8#asse de a/ressividade &tabe#a 1'
3 33 333 3D
Re#a%ão
2g$aIag#omerante
em massa
A ≤ 0,6) ≤ 0,60 ≤ 0,)) ≤ 0,')
P ≤ 0,60 ≤ 0,)) ≤ 0,)0 ≤ 0,')
#asse de
concreto
=NBR 89)4>
A ≥ 20 ≥ 2) ≥ 40 ≥ '0
P ≥ 2) ≥ 40 ≥ 4) ≥ '0
NO@A*:
A om+onentes e e#ementos estr$t$rais de concreto armado
P om+onentes e e#ementos estr$t$rais de concreto +rotendido
(.4.3 Os re6$isitos das ta0e#as 4 e ' são v2#idos +ara concretos e<ec$tados com ag#omerantes 1idr2$#icos
6$e atendam Gs es+eci.ica%5es das normas 0rasi#eiras em cada caso, de acordo com a NBR 126)'(
(.4.4 Não 8 +ermitido o $so de aditivos contendo c#oreto na s$a com+osi%ão em estr$t$ras de concreto
armado o$ +rotendido(
1)
1)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
(.4.5 A +rote%ão das armad$ras ativas e<ternas deve ser garantida +e#a 0ain1a, com+#etada +or gra$te,
ca#da de cimento Port#and sem adi%5es, o$ gra<a es+ecia#mente .orm$#ada +ara esse .im(
(.4.% Aten%ão es+ecia# deve ser dedicada G +rote%ão contra a corrosão das ancoragens das armad$ras
ativas(
(.4.( 8obrimento
(.4.(.1 Para atender aos re6$isitos esta0e#ecidos nesta Norma, o co0rimento m:nimo da armad$ra 8 o
menor va#or 6$e deve ser res+eitado ao #ongo de todo o e#emento considerado e 6$e se constit$i n$m
crit8rio de aceita%ão(
(.4.(.2 Para garantir o co0rimento m:nimo =cmin> o +rojeto e a e<ec$%ão devem considerar o co0rimento
nomina# =cnom>, 6$e 8 o co0rimento m:nimo acrescido da to#er;ncia de e<ec$%ão =∆c>( Assim as dimens5es
das armad$ras e os es+a%adores devem res+eitar os co0rimentos nominais, esta0e#ecidos na ta0e#a ' +ara
∆cZ10 mm(
(.4.(.3 Nas o0ras correntes o va#or de ∆c deve ser maior o$ ig$a# a 10 mm(
(.4.(.4 L$ando 1o$ver $m ade6$ado contro#e de 6$a#idade e r:gidos #imites de to#er;ncia da varia0i#idade
das medidas d$rante a e<ec$%ão +ode ser adotado o va#or ∆c Z ) mm, mas a e<ig"ncia de contro#e rigoroso
deve ser e<+#icitada nos desen1os de +rojeto(
(.4.(.5 Os co0rimentos nominais e m:nimos estão sem+re re.eridos G s$+er.:cie da armad$ra e<terna, em
gera# G .ace e<terna do estri0o( O co0rimento nomina# de $ma determinada 0arra deve sem+re ser:
cnom ≥ φ 0arra
cnom ≥ φ .ei<e Z φn Z φ √n
cnom ≥ 0,) φ 0ain1a
(.4.(.% A dimensão m2<ima caracter:stica do agregado graCdo, $ti#i7ado no concreto não +ode s$+erar em
20N a es+ess$ra nomina# do co0rimento, o$ seja:
dma< ≤ 1,2 cnom
Cabe#a 4 * 8orres$ondncia entre c#asse de a/ressividade ambienta# e cobrimento nomina# $ara
∆cG1.mm
Ci$o de estrutura 8om$onente ou
e#emento
8#asse de a/ressividade ambienta# &tabe#a 1'
I II III I9
4>
8obrimento nomina#
mm
8oncreto armado 9aje
2>
20 2) 4) ')
DigaIPi#ar 2) 40 '0 )0
8oncreto $rotendido
1>
@odos 40 4) ') ))
1>
o0rimento nomina# da armad$ra +assiva 6$e envo#ve a 0ain1a o$ os .ios, ca0os e cordoa#1as, sem+re
s$+erior ao es+eci.icado +ara o e#emento de concreto armado, devido aos riscos de corrosão .ragi#i7ante
so0 tensão(
2>
Para a .ace s$+erior de #ajes e vigas 6$e serão revestidas com argamassa de contra+iso, com
revestimentos .inais secos ti+o car+ete e madeira, com argamassa de revestimento e aca0amento tais
como +isos de e#evado desem+en1o, +isos cer;micos, +isos as.2#ticos, e o$tros tantos, as e<ig"ncias desta
ta0e#a +odem ser s$0stit$:das +e#o item 7('(7() res+eitado $m co0rimento nomina# ≥ 1) mm(
4>
Nas .aces in.eriores de #ajes e vigas de reservatBrios, esta%5es de tratamento de 2g$a e esgoto, cond$tos
de esgoto, cana#etas de e.#$entes e o$tras o0ras em am0ientes 6$:mica e intensamente agressivos a
armad$ra deve ter co0rimento nomina# ≥ ')mm(
(.5 !eta#=amento das armaduras
(.5.1 As 0arras devem ser dis+ostas dentro do com+onente o$ e#emento estr$t$ra# de modo a +ermitir e
.aci#itar a 0oa 6$a#idade das o+era%5es de #an%amento e adensamento do concreto(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
(.5.2 Para garantir $m 0om adensamento 8 vita# +rever no deta#1amento da dis+osi%ão das armad$ras
es+a%o s$.iciente +ara entrada da ag$#1a do vi0rador(
(.% 8ontro#e da fissuração
(.%.1 O risco e a evo#$%ão da corrosão do a%o na região das .iss$ras de .#e<ão transversais G armad$ra
+rinci+a# de+ende essencia#mente da 6$a#idade e da es+ess$ra do concreto de co0rimento da armad$ra(
A0ert$ras caracter:sticas #imites de .iss$ras na s$+er.:cie do concreto dadas em 14('(2, em com+onentes o$
e#ementos de concreto armado, são satis.atBrias +ara as e<ig"ncias de d$ra0i#idade(
(.%.2 -evido a s$a maior sensi0i#idade G corrosão so0 tensão, o contro#e de .iss$ras na s$+er.:cie do
concreto na região das armad$ras ativas deve o0edecer o dis+osto em 14('(2(
(.( Aedidas es$eciais
&m condi%5es de e<+osi%ão adversas devem ser tomadas medidas es+eciais de +rote%ão e conserva%ão do
ti+o: a+#ica%ão de revestimentos 1idro.$gantes e +int$ras im+ermea0i#i7antes so0re as s$+er.:cies do
concreto, revestimentos de argamassas, de cer;micas o$ o$tros so0re a s$+er.:cie do concreto,
ga#vani7a%ão da armad$ra, +rote%ão catBdica da armad$ra e o$tros(
(.+ Ins$eção e manutenção $reventiva
(.+.1 O conj$nto de +rojetos re#ativos a $ma o0ra deve orientar!se so0 $ma estrat8gia e<+#:cita 6$e .aci#ite
+rocedimentos de ins+e%ão e man$ten%ão +reventiva da constr$%ão(
(.+.2 O man$a# de $ti#i7a%ão, ins+e%ão e man$ten%ão deve ser +rod$7ido con.orme 2)(4(
+ Pro$riedades dos materiais
+.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
.c ! Resist"ncia G com+ressão do concreto
.cd ! Resist"ncia G com+ressão do concreto de c2#c$#o
.cj ! Resist"ncia G com+ressão do concreto aos j dias
.cH ! Resist"ncia G com+ressão do concreto caracter:stica
.cm ! Resist"ncia G com+ressão do concreto m8dia
.ct ! Resist"ncia do concreto G tra%ão direta
.ct,. ! Resist"ncia do concreto G tra%ão na .#e<ão
.ct,s+ ! Resist"ncia do concreto G tra%ão indireta
.st ! Resist"ncia G tra%ão do a%o de armad$ra +assiva
.Y ! Resist"ncia ao escoamento do a%o de armad$ra +assiva
.+t ! Resist"ncia G tra%ão do a%o de armad$ra ativa
.+Y ! Resist"ncia ao escoamento do a%o de armad$ra ativa
&ci ! JBd$#o de e#asticidade o$ mBd$#o de de.orma%ão tangente inicia# do concreto
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
&cs ! JBd$#o de de.orma%ão secante do concreto
&ci =t0> ! JBd$#o de e#asticidade o$ mBd$#o de de.orma%ão inicia# do concreto no instante to
&ci28 ! JBd$#o de e#asticidade o$ mBd$#o de de.orma%ão inicia# do concreto aos 28 dias
&+ ! JBd$#o de e#asticidade do a%o de armad$ra ativa
&s ! JBd$#o de e#asticidade do a%o de armad$ra +assiva
Gc ! JBd$#o de e#asticidade transversa# do concreto
ε$ ! -e.orma%ão es+ec:.ica do a%o na r$+t$ra
εY ! -e.orma%ão es+ec:.ica de escoamento do a%o
ν ! oe.iciente de Poisson
+.2 8oncreto
+.2.1 8#asses
&sta Norma se a+#ica a concretos com+reendidos nas c#asses de resist"ncia do gr$+o 3, indicadas na NBR
89)4, o$ seja, at8 )0(
A c#asse 20 o$ s$+erior, se a+#ica a concreto com armad$ra +assiva e a c#asse 2), o$ s$+erior, a
concreto com armad$ra ativa( A c#asse 1) +ode ser $sada a+enas em .$nda%5es, con.orme NBR 6122, e
em o0ras +rovisBrias(
+.2.2 Aassa es$ec:fica
&sta Norma se a+#ica a concretos de massa es+ec:.ica norma# 6$e são a6$e#es 6$e, de+ois de secos em
est$.a, t"m massa es+ec:.ica =ρc) com+reendida entre 2 000 HgIm
4
e 2 800 HgIm
4
(
&m não se con1ecendo a massa es+ec:.ica rea#, +ara e.eito de c2#c$#o, +ode!se adotar +ara o concreto
sim+#es o va#or 2 '00 HgIm
4
e +ara o concreto armado 2 )00 HgIm
4
(
L$ando se con1ecer a massa es+ec:.ica do concreto $ti#i7ado, +ode!se considerar +ara va#or da massa
es+ec:.ica do concreto armado, a6$e#a do concreto sim+#es acrescida de 100 HgIm
4
a 1)0 HgIm
4
(
+.2.3 8oeficiente de di#atação t)rmica
Para e.eito de an2#ise estr$t$ra#, o coe.iciente de di#ata%ão t8rmica +ode ser admitido como sendo ig$a# a
10
!)
I[(
+.2.4 Resistncia B com$ressão
As +rescri%5es desta Norma re.erem!se G resist"ncia G com+ressão o0tida em ensaios de ci#indros
mo#dados seg$ndo a NBR )748, rea#i7ados de acordo com a NBR )749(
L$ando não .or indicada a idade, as resist"ncias re.erem!se G idade de 28 d( A estimativa da resist"ncia G
com+ressão m8dia, .cmj, corres+ondente a $ma resist"ncia .cHj es+eci.icada, deve ser .eita con.orme indicado
na NBR 126))(
A evo#$%ão da resist"ncia G com+ressão com a idade deve ser o0tida atrav8s de ensaios es+ecia#mente
e<ec$tados +ara ta#( Na a$s"ncia desses res$#tados e<+erimentais +ode!se adotar, em car2ter orientativo,
os va#ores indicados no Ane<o A(
+.2.5 Resistncia B tração
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18
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A resist"ncia G tra%ão indireta .ct,s+ e a resist"ncia G tra%ão na .#e<ão .ct,. devem ser o0tidas de ensaios
rea#i7ados seg$ndo a NBR 7222 e a NBR 121'2, res+ectivamente(
A resist"ncia G tra%ão direta .ct +ode ser considerada ig$a# a 0,9 .ct,s+ o$ 0,7 .ct,. o$, na .a#ta de ensaios +ara
o0ten%ão de .ct,s+ e .ct,., +ode ser ava#iada +or meio das e6$a%5es seg$intes:
.ctm Z 0,4 .cH
2I4
.ctH,in. Z 0,7 .ctm
.ctH,s$+ Z 1,4 .ctm
onde:
.ctm e .cH são e<+ressos em mega+ascais(
*endo .cHj ≥ 7JPa, estas e<+ress5es +odem tam08m ser $sadas +ara idades di.erentes de 28 dias(
+.2.% Resistncia no estado mu#tia6ia# de tens"es
&stando o concreto s$0metido Gs tens5es +rinci+ais σ4
≥ σ2
≥ σ1, deve!se ter:
σ1 ≥ ! .ctH
σ4 ≤ .cH \ ' σ1
sendo as tens5es de com+ressão consideradas +ositivas e as de tra%ão negativas =ver .ig$ra 2>(
4i/ura 2 7 Resistncia no estado mu#tia6ia# de tens"es
+.2.( Resistncia B fadi/a
Der item 11('(4 e 24()('(
+.2.+ A,du#o de e#asticidade
O mBd$#o de e#asticidade o$ mBd$#o de de.orma%ão tangente inicia#, deve ser o0tido seg$ndo ensaio
descrito na NBR 8)22 ( L$ando não .orem .eitos ensaios e não e<istirem dados mais +recisos so0re o
concreto $sado na idade de 28 d, +ode!se estimar o va#or do mBd$#o de e#asticidade $sando a e<+ressão :
&ci Z )600 .cH
1I2
onde:
&ci e .cH são dados em mega+asca#(
O mBd$#o de e#asticidade n$ma idade j ≥ 7 d +ode tam08m ser ava#iado atrav8s dessa e<+ressão,
s$0stit$indo!se .cH +or .cHj(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
L$ando .or o caso, 8 esse o mBd$#o de e#asticidade a ser es+eci.icado em +rojeto e contro#ado na o0ra(
O mBd$#o de e#asticidade secante a ser $ti#i7ado nas an2#ises e#2sticas de +rojeto, es+ecia#mente +ara
determina%ão de es.or%os so#icitantes e veri.ica%ão de estados #imites de servi%o, deve ser ca#c$#ado +e#a
e<+ressão :
&cs Z 0,8) &ci
Na ava#ia%ão do com+ortamento de $m e#emento estr$t$ra# o$ se%ão transversa# +ode ser adotado $m
mBd$#o de e#asticidade Cnico, G tra%ão e G com+ressão, ig$a# ao mBd$#o de e#asticidade secante =&cs>(
Na ava#ia%ão do com+ortamento g#o0a# da estr$t$ra e +ara o c2#c$#o das +erdas de +rotensão, +ode ser
$ti#i7ado em +rojeto o mBd$#o de de.orna%ão tangente inicia# =&ci>(
+.2.- 8oeficiente de Poisson e m,du#o de e#asticidade transversa#
Para tens5es de com+ressão menores 6$e 0,) .c e tens5es de tra%ão menores 6$e .ct, o coe.iciente de
Poisson ν +ode ser tomado como ig$a# a 0,2 e o mBd$#o de e#asticidade transversa# Gc ig$a# a 0,' &cs(
+.2.1. !ia/ramas tensão*deformação
+.2.1..1 8om$ressão
Para tens5es de com+ressão menores 6$e 0,) .c, +ode!se admitir $ma re#a%ão #inear entre tens5es e
de.orma%5es, adotando!se +ara mBd$#o de e#asticidade o va#or secante dado +e#a e<+ressão constante do
item 8(2(8(
Para an2#ises no estado #imite C#timo, +odem ser em+regados o diagrama tensão!de.orma%ão idea#i7ado
mostrado na .ig$ra 4 o$ as sim+#i.ica%5es +ro+ostas na se%ão 17(
4i/ura 3 7 !ia/rama tensão 7 deformação idea#i@ado
Der indica%ão so0re o va#or de .cd no item 12(4(4(
+.2.1..2 Cração
Para o concreto não .iss$rado, +ode ser adotado o diagrama tensão ! de.orma%ão 0i#inear de tra%ão,
indicado na .ig$ra '(
20
20
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 4 * !ia/rama tensão * deformação bi#inear na tração
+.2.11 4#uncia e retração
&m casos onde não 8 necess2ria grande +recisão, os va#ores .inais do coe.iciente de .#$"ncia ϕ=t

,t0> e da
de.orma%ão es+ec:.ica de retra%ão εcs=t

,t0> do concreto, s$0metido a tens5es menores 6$e 0,).c 6$ando do
+rimeiro carregamento, +odem ser o0tidos, +or inter+o#a%ão #inear, a +artir da ta0e#a )(
&ssa ta0e#a .ornece o va#or do coe.iciente de .#$"ncia ϕ=t
∞,t0> e da de.orma%ão es+ec:.ica de retra%ão
εcs=t

,to> em .$n%ão da $midade am0iente e da es+ess$ra e6$iva#ente 2AcI$, onde Ac 8 a 2rea da se%ão
transversa# e $ 8 o +er:metro da se%ão em contato com a atmos.era( Os va#ores dessa ta0e#a são re#ativos a
tem+erat$ras do concreto entre 10° e 20], +odendo!se, entretanto, admitir tem+erat$ras entre 0° e
'0]( &sses va#ores são v2#idos +ara concretos +#2sticos e de cimento Port#and com$m(
-e.orma%5es es+ec:.icas devidas G .#$"ncia e G retra%ão mais +recisas devem ser ca#c$#adas seg$ndo
indica%ão do Ane<o A(
Cabe#a 5 * 9a#ores caracter:sticos su$eriores da deformação es$ec:fica de retração εcs&t

Ht.'
e do coeficiente de f#uncia ϕ&t

Ht.'
Kmidade
Am0iente
N
'0 )) 7) 90
&s+ess$ra
&6$iva#ente
2AcI$
cm
20 60 20 60 20 60 20 60
t0
dias

)
',' 4,9 4,8 4,4 4,0 2,6 2,4 2,1
ϕ=t

,t0> 40 4,0 2,9 2,6 2,) 2,0 2,0 1,6 1,6
60 4,0 2,6 2,2 2,2 1,7 1,8 1,' 1,'
εcs=t

,t0> ) !0,'' !0,49 !0,47 !0,44 !0,24 !0,21 !0,10 !0,09
No 40 !0,47 !0,48 !0,41 !0,41 !0,20 !0,20 !0,09 !0,09
60 !0,42 !0,46 !0,27 !0,40 !0,17 !0,19 !0,08 !0,09
+.3 ?ço de armadura $assiva
+.3.1 8ate/oria
21
21
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Nos +rojetos de estr$t$ras de concreto armado deve ser $ti#i7ado a%o c#assi.icado +e#a NBR 7'80 com o
va#or caracter:stico da resist"ncia de escoamento nas categorias A!2), A!)0 e A!60(Os di;metros e
se%5es transversais nominais devem ser os esta0e#ecidos na NBR 7'80(
+.3.2 Ci$o de su$erf:cie
Os .ios e 0arras +odem ser #isos o$ +rovidos de sa#i"ncias o$ mossas( Para cada categoria de a%o, o
coe.iciente de con.orma%ão s$+er.icia# m:nimo, determinado atrav8s de ensaios de acordo com a NBR 7'77
deve atender ao indicado na NBR 7'80( A con.ig$ra%ão e a geometria das sa#i"ncias o$ mossas devem
satis.a7er tam08m ao 6$e 8 es+eci.icado nesta Norma nas se%5es 9 e 24, 6$ando e<istam so#icita%5es
c:c#icas im+ortantes(
Para e.eito desta Norma, a con.orma%ão s$+er.icia# 8 medida +e#o coe.iciente η1, c$jo va#or est2 re#acionado
ao coe.iciente de con.orma%ão s$+er.icia# η0 como esta0e#ecido na ta0e#a 6(
Cabe#a % 7 Re#ação entre η1 e ηb
Ci$o de barra 8oeficiente de conformação su$erficia#
η0 η1
2isa 1,0 1,0
!entada 1,2 1,'
?#ta aderncia ≥1,) 2,2)
+.3.3 Aassa es$ec:fica
Pode!se adotar +ara massa es+ec:.ica do a%o de armad$ra +assiva o va#or de 7 8)0 HgIm
4
(
+.3.4 8oeficiente de di#atação t)rmica
O va#or 10
!)
I[ +ode ser considerado +ara o coe.iciente de di#ata%ão t8rmica do a%o, +ara interva#os de
tem+erat$ra entre !20[ e 1)0[(
+.3.5 A,du#o de e#asticidade
Na .a#ta de ensaios o$ va#ores .ornecidos +e#o .a0ricante, o mBd$#o de e#asticidade do a%o +ode ser
admitido ig$a# a 210 GPa(
+.3.% !ia/rama tensão*deformaçãoH resistncia ao escoamento e B tração
O diagrama tensão!de.orma%ão do a%o, os va#ores caracter:sticos da resist"ncia ao escoamento .YH, da
resist"ncia G tra%ão .stH e da de.orma%ão na r$+t$ra ε$H devem ser o0tidos de ensaios de tra%ão rea#i7ados
seg$ndo a NBR 61)2( O va#or de .YH +ara os a%os sem +atamar de escoamento 8 o va#or da tensão
corres+ondente G de.orma%ão +ermanente de 0,2N(
Para c2#c$#o nos estados!#imite de servi%o e C#timo +ode!se $ti#i7ar o diagrama sim+#i.icado mostrado na
.ig$ra ), +ara os a%os com o$ sem +atamar de escoamento(
22
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 5 * !ia/rama tensão*deformação $ara aços de armaduras $assivas
&ste diagrama 8 v2#ido +ara interva#os de tem+erat$ra entre !20[ e 1)0[ e +ode ser a+#icado +ara tra%ão
e com+ressão(
+.3.( 8aracter:sticas de ducti#idade
Os a%os A!2) e A!)0, 6$e atendam aos va#ores m:nimos de . YHI.stH e ε$H indicados na NBR 7'80, +odem
ser considerados como de a#ta d$cti#idade( Os a%os A!60 6$e o0ede%am tam08m Gs es+eci.ica%5es dessa
Norma +odem ser considerados como de d$cti#idade norma#(
&m ensaios de do0ramento a 180], rea#i7ados de acordo com a NBR 61)4 e $ti#i7ando os di;metros de
+inos indicados na NBR 7'80, não deve ocorrer r$+t$ra o$ .iss$ra%ão(
+.3.+ Resistncia B fadi/a
Der item 24()()(
+.3.- So#dabi#idade
Para 6$e $m a%o seja considerado so#d2ve#, s$a com+osi%ão deve o0edecer aos #imites esta0e#ecidos na
NBR 896)(
A emenda de a%o so#dada deve ser ensaiada G tra%ão seg$ndo a NBR 8)'8( A carga de r$+t$ra e o
a#ongamento na r$+t$ra devem satis.a7er as condi%5es esta0e#ecidas na NBR 7'80(
+.4 ?ço de armadura ativa
+.4.1 8#assificação
Os va#ores de resist"ncia caracter:stica G tra%ão, di;metro e 2rea dos .ios das cordoa#1as, 0em como a
c#assi.ica%ão 6$anto G re#a<a%ão, a serem adotados em +rojeto, são os nominais indicados na NBR 7'82 e
na NBR 7'84, res+ectivamente(
+.4.2 Aassa es$ec:fica
Pode!se adotar +ara massa es+ec:.ica do a%o de armad$ra ativa o va#or de 7 8)0 HgIm
4
(
+.4.3 8oeficiente de di#atação t)rmica
O va#or 10
!)
I[ +ode ser considerado +ara coe.iciente de di#ata%ão t8rmica do a%o, +ara interva#os de
tem+erat$ra entre !20[ e 100[(
+.4.4 A,du#o de e#asticidade
24
24
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
O mBd$#o de e#asticidade deve ser o0tido em ensaios o$ .ornecido +e#o .a0ricante( Na .a#ta de dados
es+ec:.icos, +ode!se considerar o va#or de 200 GPa

+ara .ios e cordoa#1as(
+.4.5 !ia/rama tensão*deformaçãoH resistncia ao escoamento e B tração
O diagrama tensão!de.orma%ão deve ser .ornecido +e#o .a0ricante o$ o0tido atrav8s de ensaios rea#i7ados
seg$ndo a NBR 64'9(
Os va#ores caracter:sticos da resist"ncia de escoamento convenciona# .+YH, da resist"ncia G tra%ão .+tH e o
a#ongamento a+Bs r$+t$ra ε$H das cordoa#1as devem satis.a7er os va#ores m:nimos esta0e#ecidos na NBR
7'84( Os va#ores de .+YH, .+tH e do a#ongamento a+Bs r$+t$ra ε$H dos .ios devem atender ao 6$e 8
es+eci.icado na NBR 7'82(
Para c2#c$#o nos estados!#imite de servi%o e C#timo +ode!se $ti#i7ar o diagrama sim+#i.icado mostrado na
.ig$ra 6(
4i/ura % * !ia/rama tensão*deformação $ara aços de armaduras ativas
&ste diagrama 8 v2#ido +ara interva#os de tem+erat$ra entre !20[ e 1)0[(
+.4.% 8aracter:sticas de ducti#idade
Os .ios e cordoa#1as c$jo va#or de ε$H .or maior 6$e o m:nimo indicado na NBR 7'82 e na NBR 7'84,
res+ectivamente, +odem ser considerados como tendo d$cti#idade norma#(
O nCmero m:nimo de do0ramentos a#ternados dos .ios de +rotensão, o0tidos em ensaios seg$ndo a NBR
600', deve atender ao 6$e 8 indicado na NBR 7'82(
+.4.( Resistncia B fadi/a
Der item 24()()(
2'
2'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
+.4.+ Re#a6ação
A re#a<a%ão de .ios e cordoa#1as, a+Bs 1 000 1 a 20[ =Ψ1000> e +ara tens5es variando de 0,) .+tH a 0,8 .+tH,
o0tida em ensaios descritos na NBR 7'8', não deve $#tra+assar os va#ores dados na NBR 7'82 e na NBR
7'84, res+ectivamente(
Para e.eito de +rojeto, os va#ores de Ψ1000 da ta0e#a 7 +odem ser adotados(
2)
2)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a ( * 9a#ores de Ψ1...H em D
σ$o
8ordoa#=as 4ios Iarras
R; RI R; RI
0,) .+tH 0 0 0 0 0
0,6 .+tH 4,) 1,4 2,) 1,0 1,)
0,7 .+tH 7,0 2,) ),0 2,0 ',0
0,8 .+tH 12,0 4,) 8,) 4,0 7,0
RN Z Re#a<a%ão norma#
RB Z Re#a<a%ão 0ai<a
- 8om$ortamento conjunto dos materiais
-.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
.0d ! Resist"ncia de ader"ncia de c2#c$#o da armad$ra +assiva
.0+d ! Resist"ncia de ader"ncia de c2#c$#o da armad$ra ativa
H ! oe.iciente +ara c2#c$#o de com+rimento de ancoragem
! oe.iciente de +erda +or metro de ca0o +rovocada +or c$rvat$ras não intencionais do
mesmo
0 ! om+rimento de ancoragem 02sico
0+ ! om+rimento de ancoragem 02sico +ara armad$ra ativa
0+d ! om+rimento de ancoragem +ara armad$ra ativa
0+t ! om+rimento de trans.er"ncia da armad$ra +r8!tracionada
oc ! om+rimento do trec1o de tras+asse +ara 0arras com+rimidas iso#adas
ot ! om+rimento do trec1o de tras+asse +ara 0arras tracionadas iso#adas
+ ! -ist;ncia de reg$#ari7a%ão da .or%a de +rotensão
t ! @em+o contado a +artir do t8rmino das o+era%5es de +rotensão
t0 ! 3nstante de a+#ica%ão de carga
t

! Dida Cti# da estr$t$ra
< ! A0cissa contada a +artir da se%ão do ca0o na 6$a# se admite 6$e a +rotensão ten1a sido a+#icada
ao concreto
P=<> ! Aor%a norma# de +rotensão
P0 =<> ! Aor%a na armad$ra de +rotensão no tem+o t Z 0, na se%ão de a0scissa <
Pd,t ! Aor%a de +rotensão de c2#c$#o, no tem+o t
Pi ! Aor%a m2<ima a+#icada G armad$ra de +rotensão +e#o e6$i+amento de tra%ão
PH,t =<> ! Aor%a caracter:stica na armad$ra de +rotensão, no tem+o t, na se%ão de a0cissa <
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Pt =<> ! Aor%a na armad$ra de +rotensão, no tem+o t, na se%ão de a0cissa <
α+ ! Re#a%ão entre &+ e &ci =na data da +rotensão>
γ+ ! oe.iciente de +ondera%ão das cargas ori$ndas da +rotensão
φ. ! -i;metro das 0arras 6$e constit$em $m .ei<e
φn ! -i;metro e6$iva#ente de $m .ei<e de 0arras
φt ! -i;metro das 0arras de armad$ra transversa#
η1, η2, η4 ! oe.icientes +ara c2#c$#o da tensão de ader"ncia da armad$ra +assiva
η+1, η+2, η+4 ! oe.icientes +ara c2#c$#o da tensão de ader"ncia da armad$ra ativa
σc+ ! @ensão inicia# no concreto ao n:ve# do 0aricentro da armad$ra de +rotensão, devida G +rotensão
sim$#t;nea de n ca0os
σcg ! @ensão no concreto ao n:ve# do 0aricentro da armad$ra de +rotensão, devida G carga +ermanente
mo0i#i7ada +e#a +rotensão o$ sim$#taneamente a+#icada com a +rotensão
σ+ ! @ensão de +rotensão
σ+i ! @ensão na armad$ra ativa imediatamente a+Bs a a+#ica%ão da +rotensão
σ+0 ! @ensão na armad$ra ativa corres+ondente a P0
σ+∞
! @ensão na armad$ra ativa a+Bs todas as +erdas ao #ongo do tem+o
∆P=<> ! Perdas de +rotensão +or atrito, medidas a +artir de Pi, na se%ão de a0cissa <
∆P0=<> ! Perda imediata de +rotensão, medida a +artir de Pi no tem+o t Z 0, na se%ão de a0cissa <
∆Pt=<> ! Perda de +rotensão na se%ão de a0cissa <, no tem+o t, ca#c$#ada a+Bs o tem+o tZ0
∆σ+ ! Perda m8dia de +rotensão +or ca0o devida ao enc$rtamento imediato do concreto
-.2 !is$osiç"es /erais e denominaç"es funcionais
-evem ser o0edecidas no +rojeto as e<ig"ncias esta0e#ecidas nesta se%ão, no 6$e se re.ere a ader"ncia,
ancoragem e emendas das armad$ras( As condi%5es es+ec:.icas, re#ativas a +rote%ão das armad$ras,
sit$a%5es +artic$#ares de ancoragens e emendas e s$as #imita%5es .rente G nat$re7a dos es.or%os a+#icados
e regi5es de descontin$idade são tratados nas se%5es 7, 18 e 21, res+ectivamente(
-.2.1 ;:veis de $rotensão
Os n:veis de +rotensão estão re#acionados com os n:veis de intensidade da .or%a de +rotensão 6$e +or s$a
ve7 8 .$n%ão da +ro+or%ão de armad$ra ativa $ti#i7ada em re#a%ão G +assiva =ver se%ão 4 e ta0e#a 19>(
-.3 9erificação da aderncia
-.3.1 Posição da barra durante a concreta/em
onsideram!se em 0oa sit$a%ão 6$anto G ader"ncia os trec1os das 0arras 6$e estejam em $ma das
+osi%5es seg$intes:
a> com inc#ina%ão maior 6$e ')] so0re a 1ori7onta#M
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0> 1ori7ontais o$ com inc#ina%ão menor 6$e ')] so0re a 1ori7onta#, desde 6$e:
! +ara e#ementos estr$t$rais com 1 ^ 60 cm, #oca#i7ados no m2<imo 40 cm acima da .ace in.erior
do e#emento o$ da j$nta de concretagem mais +rB<imaM
! +ara e#ementos estr$t$rais com 1 ≥ 60 cm, #oca#i7ados no m:nimo 40 cm a0ai<o da .ace
s$+erior do e#emento o$ da j$nta de concretagem mais +rB<ima(
Os trec1os das 0arras em o$tras +osi%5es e 6$ando do $so de .ormas des#i7antes devem ser considerados
em m2 sit$a%ão 6$anto G ader"ncia(
-.3.2 9a#ores das resistncias de aderncia
-.3.2.1 A resist"ncia de ader"ncia de c2#c$#o entre armad$ra e concreto na ancoragem de armad$ras
+assivas deve ser o0tida +e#a seg$inte e<+ressão:
.0d Z η1 η2 η4 .ctd
sendo:
.ctd Z .ctH,in.Iγc =ver 8(2()>
η1 Z 1,0 +ara 0arras #isas
η1 Z 1,' +ara 0arras dentadas
η1 Z 2,2) +ara 0arras nerv$radas
η2 Z 1,0 +ara sit$a%5es de 0oa ader"ncia =ver item 9(4(1>
η2 Z 0,7 +ara sit$a%5es de m2 ader"ncia =ver item 9(4(1>
η4 Z 1,0 +ara φ ^ 42 mm
η4 Z =142 − φ>I100 , +ara φ _ 42 mm,
onde:
φ 8 o di;metro d28a 0arra, em mi#:metros(
`
-.3.2.2 A resist"ncia de ader"ncia de c2#c$#o entre armad$ra e concreto na ancoragem de armad$ras ativas,
+r8!tracionadas, deve ser o0tida +e#a seg$inte e<+ressão:
.0+d Z η+1 η+2 .ctd
sendo:
.ctd Z .ctH,in.Iγc =ver 8(2()> ca#c$#ado na idade de:
− a+#ica%ão da +rotensão, +ara c2#c$#o do com+rimento de trans.er"ncia =ver item 9('()>M
− 28 dias, +ara c2#c$#o do com+rimento de ancoragem =ver item 9('()>(
η+1 Z 1,0 +ara .ios #isos
η+1 Z 1,2 +ara cordoa#1as de 4 e 7 .ios
η+1 Z 1,' +ara .ios dentados
η+2 Z 1,0 +ara sit$a%5es de 0oa ader"ncia =ver item 9(4(1>
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η+2 Z 0,7 +ara sit$a%5es de m2 ader"ncia =ver item 9(4(1>(
-.3.2.3 No escorregamento da armad$ra, em e#ementos estr$t$rais .#etidos, devem ser adotados os va#ores
da tensão de ader"ncia dados em 9(4(2(1 e 9(4(2(2, m$#ti+#icados +or 1,7)(
-.4 ?ncora/em das armaduras
-.4.1 8ondiç"es /erais
@odas as 0arras das armad$ras devem ser ancoradas de .orma 6$e os es.or%os a 6$e estejam s$0metidas
sejam integra#mente transmitidos ao concreto, seja +or meio de ader"ncia, o$ de dis+ositivos mec;nicos, o$
com0ina%ão de am0os(
-.4.1.1 ?ncora/em $or aderncia
L$ando os es.or%os são ancorados +or meio de $m com+rimento reto o$ com grande raio de c$rvat$ra,
seg$ido o$ não de ganc1o(
a e<ce%ão das regi5es sit$adas so0re a+oios diretos, as ancoragens +or ader"ncia devem ser con.inadas
+or armad$ras transversais =ver item 9('(2(6> o$ +e#o +rB+rio concreto, considerando!se este caso 6$ando o
co0rimento da 0arra ancorada .or maior o$ ig$a# a 4φ e a dist;ncia entre 0arras ancoradas .or maior o$ ig$a#
a 4φ(
-.4.1.2 ?ncora/em $or meio de dis$ositivos mecJnicos
L$ando os es.or%os a ancorar são transmitidos ao concreto +or meio de dis+ositivos mec;nicos aco+#ados
G 0arra(
-.4.2 ?ncora/em de armaduras $assivas $or aderncia
-.4.2.1 Pro#on/amento reti#:neo da barra ou /rande raio de curvatura
As 0arras tracionadas +odem ser ancoradas ao #ongo de $m com+rimento reti#:neo o$ com grande raio de
c$rvat$ra em s$a e<tremidade, de acordo com as condi%5es a seg$ir:
a> o0rigatoriamente com ganc1o =ver 9('(2(4> +ara 0arras #isasM
0> sem ganc1o nas 6$e ten1am a#tern;ncia de so#icita%ão, de tra%ão e com+ressãoM
c> com o$ sem ganc1o nos demais casos, não sendo recomendado o ganc1o +ara 0arras de φ > 42 mm
o$ +ara .ei<es de 0arras(
As 0arras com+rimidas devem ser ancoradas sem ganc1os(
-.4.2.2 Iarras transversais so#dadas
Podem ser $ti#i7adas v2rias 0arras transversais so#dadas +ara a ancoragem de 0arras, desde 6$e =ver .ig$ra
7>:
a> di;metro da 0arra so#dada φt ≥ 0,60 φM
0> a dist;ncia da 0arra transversa# ao +onto de in:cio da ancoragem seja ≥ ) φM
c> a resist"ncia ao cisa#1amento da so#da deve s$+erar a .or%a m:nima de 0,4 As .Yd =40N da resist"ncia
da 0arra ancorada>(
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4i/ura ( 7 ?ncora/em com barras transversais so#dadas

Nota: Para 0arra transversa# Cnica ver 9('(7(1(
-.4.2.3 Kanc=os das armaduras de tração
Os ganc1os das e<tremidades das 0arras da armad$ra #ongit$dina# de tra%ão +odem ser:
a> semi!circ$#ares, com +onta reta de com+rimento não in.erior a 2 φ M
0> em ;ng$#o de ')] =interno>, com +onta reta de com+rimento não in.erior a ' φ M
c> em ;ng$#o reto, com +onta reta de com+rimento não in.erior a 8 φ (
Para as 0arras #isas, os ganc1os devem ser semi!circ$#ares(
O di;metro interno da c$rvat$ra dos ganc1os das armad$ras #ongit$dinais de tra%ão deve ser +e#o menos
ig$a# ao esta0e#ecido na ta0e#a 8(
Cabe#a + * !iJmetro dos $inos de dobramento
Iito#a
mm
Ci$o de aço
8?*25 8?*5. 8?*%.
^ 20 ' φ ) φ 6 φ
_ 20 ) φ 8 φ !
Para ganc1os de estri0os, ver item 9('(6(1(
L$ando 1o$ver 0arra so#dada transversa# ao ganc1o, e a o+era%ão de do0ramento ocorrer a+Bs a
so#dagem, devem ser mantidos os di;metros dos +inos de do0ramento da ta0e#a, se o +onto de so#da sit$ar!
se na +arte reta da 0arra, a $ma dist;ncia m:nima de 'φ do in:cio da c$rva(
aso essa dist;ncia seja menor, o$ o +onto se sit$e so0re o trec1o c$rvo, o di;metro do +ino de
do0ramento deve ser no m:nimo ig$a# a 20 φ(
L$ando a o+era%ão de so#dagem ocorrer a+Bs o do0ramento, devem ser mantidos os di;metros da ta0e#a
8(
-.4.2.4 8om$rimento de ancora/em básico
-e.ine!se com+rimento de ancoragem 02sico como o com+rimento reto de $ma 0arra de armad$ra +assiva
necess2rio +ara ancorar a .or%a #imite As.Yd nessa 0arra, admitindo, ao #ongo desse com+rimento, resist"ncia
de ader"ncia $ni.orme e ig$a# a .0d, con.orme item 9(4(2(1(
O com+rimento de ancoragem 02sico 8 dado +or:
40
40
0d
Yd
0
.
.
'
φ
· 
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-.4.2.5 8om$rimento de ancora/em necessário
O com+rimento de ancoragem necess2rio +ode ser ca#c$#ado +or:
sendo:
α1 Z 1,0 +ara 0arras sem ganc1oM
α1 Z 0,7 +ara 0arras tracionadas com ganc1o, com co0rimento no +#ano norma# ao do ganc1o ≥ 4φ;
0 ca#c$#ado con.orme 9('(2('M
0,m:n o maior va#or entre 0,4 0, 10 φ e 100 mm(
Permite!se, em casos es+eciais, considerar o$tros .atores red$tores do com+rimento de ancoragem
necess2rio(
-.4.2.% ?rmadura transversa# na ancora/em
Para os e.eitos deste item, o0servado o dis+osto em 9('(1(1, consideram!se as armad$ras transversais
e<istentes ao #ongo do com+rimento de ancoragem, caso a soma das 2reas dessas armad$ras seja maior
o$ ig$a# Gs es+eci.icadas em 9('(2(6(1 e 9('(2(6(2(
-.4.2.%.1 Iarras com φ L 32 mm
Ao #ongo do com+rimento de ancoragem deve ser +revista armad$ra transversa# ca+a7 de resistir a 2)N do
es.or%o de $ma das 0arras ancoradas( *e a ancoragem envo#ver 0arras di.erentes, +reva#ece +ara esse
e.eito, a de maior di;metro(
-.4.2.%.2 Iarras com φ ≥ 32mm
-eve ser veri.icada a armad$ra em d$as dire%5es transversais ao conj$nto de 0arras ancoradas( &ssas
armad$ras transversais devem s$+ortar os es.or%os de .endi#1amento seg$ndo os +#anos cr:ticos,
res+eitando es+a%amento m2<imo de ) φ =onde φ 8 o di;metro da 0arra ancorada>(
L$ando se tratar de 0arras com+rimidas, +e#o menos $ma das 0arras constit$intes da armad$ra transversa#
deve estar sit$ada a $ma dist;ncia ig$a# a 6$atro di;metros =da 0arra ancorada> a#8m da e<tremidade da
0arra(
-.4.3 ?ncora/em de fei6es de barras $or aderncia
onsidera!se o .ei<e como $ma 0arra de di;metro e6$iva#ente ig$a# a:
As 0arras constit$intes de .ei<es devem ter ancoragem reta, sem ganc1os, e atender Gs seg$intes
condi%5es:
a> 6$ando o di;metro e6$iva#ente do .ei<e .or menor o$ ig$a# a 2) mm, o .ei<e +ode ser tratado como
$ma 0arra Cnica, de di;metro ig$a# a φn, +ara a 6$a# va#e o esta0e#ecido em 9('(2M
0> 6$ando o di;metro e6$iva#ente .or maior 6$e 2) mm, a ancoragem deve ser ca#c$#ada +ara cada 0arra
iso#ada, distanciando as s$as e<tremidades de .orma a minimi7ar os e.eitos de concentra%5es de
tens5es de ader"nciaM a dist;ncia entre as e<tremidades das 0arras do .ei<e não deve ser menor 6$e 1,2
ve7es o com+rimento de ancoragem de cada 0arra individ$a#M
41
41
min , 0
e. , s
ca#c , s
0 1 nec , 0
A
A
   ≥ α ·
n
. n
φ · φ
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c> 6$ando +or ra75es constr$tivas, não .or +oss:ve# +roceder como recomendado em =0>, a ancoragem
+ode ser ca#c$#ada +ara o .ei<e, como se .osse $ma 0arra Cnica, com di;metro e6$iva#ente φn( A
armad$ra transversa# adiciona# deve ser o0rigatBria e o0edecer ao esta0e#ecido em 9('(2(6, con.orme φn
seja menor, ig$a# o$ maior 6$e 42 mm(
-.4.4 ?ncora/em de te#as so#dadas $or aderncia
A+#ica!se o dis+osto nos itens 9(4(1 a 9('(2(
L$ando a te#a .or com+osta de .ios #isos o$ com mossas, +odem ser adotados os mesmos crit8rios
de.inidos +ara 0arras nerv$radas desde 6$e o nCmero de .ios transversais so#dados ao #ongo do
com+rimento de ancoragem necess2rio seja ca#c$#ado con.orme a e<+ressão:
-.4.5 ?ncora/em de armaduras ativas &fios e cordoa#=as $r)*aderentes' $or aderncia
-.4.5.1 8om$rimento de ancora/em básico
O com+rimento de ancoragem 02sico deve ser o0tido +or:
! +ara .ios iso#ados:
!+ara cordoa#1as de 4 o$ 7 .ios:
onde:
.0+d deve ser ca#c$#ado con.orme 9(4(2, considerando a idade do concreto na data de +rotensão +ara o
c2#c$#o do com+rimento de trans.er"ncia e 28 d +ara o c2#c$#o do com+rimento de ancoragem(
-.4.5.2 8om$rimento de transferncia & b$t '
O c2#c$#o do com+rimento necess2rio +ara trans.erir, +or ader"ncia, a tota#idade da .or%a de +rotensão ao
.io, no interior da massa de concreto, deve sim$#taneamente considerar:
a> se no ato da +rotensão, a #i0era%ão do dis+ositivo de tra%ão 8 grad$a#( Nesse caso, o com+rimento de
trans.er"ncia deve ser ca#c$#ado +e#as e<+ress5es:
! +ara .ios dentados o$ #isos:
! +ara cordoa#1as de 4 o$ 7 .ios
0> se no ato da +rotensão a #i0era%ão não 8 grad$a#( Nesse caso os va#ores ca#c$#ados em =a>
devem ser m$#ti+#icados +or 1,2)(
-.4.5.3 8om$rimento de ancora/em necessário
42
42
e. , s
ca#c , s
A
A
' n ≥
+Yd
+i
0+ 0+t
.
7 , 0
σ
·  
+Yd
+i
0+ 0+t
.
) , 0
σ
·  
0+d
+Yd
0+
.
.
<
'
φ
· 
0+d
+Yd
0+
.
.
46

· 
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O com+rimento de ancoragem necess2rio deve ser dado +e#a e<+ressão:
-.4.5.4 ?rmaduras transversais na @ona de ancora/em
As armad$ras transversais na 7ona de ancoragem +odem ser ca#c$#adas de acordo com o item 21(2(
-.4.% ?ncora/em de estribos
A ancoragem dos estri0os deve necessariamente ser garantida +or meio de ganc1os o$ 0arras #ongit$dinais
so#dadas(
-.4.%.1 Kanc=os dos estribos
Os ganc1os dos estri0os +odem ser :
a> semi circ$#ares o$ em ;ng$#o de ')[ =interno>, com +onta reta de com+rimento ig$a# a )φt, +or8m não
in.erior a ) cmM
0> em ;ng$#o reto, com +onta reta de com+rimento maior o$ ig$a# a 10φt, +or8m não in.erior a 7 cm =este
ti+o de ganc1o não deve ser $ti#i7ado +ara 0arras e .ios #isos>(
O di;metro interno da c$rvat$ra dos estri0os deve ser, no m:nimo, ig$a# ao :ndice dado na ta0e#a 9(
Cabe#a - * !iJmetro dos $inos de dobramento $ara estribos
Iito#a
mm
Ci$o de aço
8?*25 8?*5. 8?*%.
≤ 10 4 φt 4 φt 4 φt
10^φ^ 20 ' φt ) φt 6 φt
≥ 20 ) φt 8 φt
!
-.4.%.2 Iarras transversais so#dadas
-esde 6$e a resist"ncia ao cisa#1amento da so#da +ara $ma .or%a m:nima de As.Yd seja com+rovada +or
ensaio, +ode ser .eita a ancoragem de estri0os, +or meio de 0arras transversais so#dadas, de acordo com a
.ig$ra 8, o0edecendo Gs condi%5es dadas a seg$ir,:
a> d$as 0arras so#dadas com di;metro φt _ 0,7φ +ara estri0os constit$:dos +or 1 o$ 2 ramosM
0> $ma 0arra so#dada com di;metro φt ≥ 1,'φ , +ara estri0os de 2 ramos(
sendo: As .Yd a resist"ncia da 0arra ancorada(
4i/ura + * ?ncora/em de armadura transversa# $or meio de barras so#dadas
-.4.( ?ncora/em $or meio de dis$ositivos mecJnicos
L$ando .orem $ti#i7ados dis+ositivos mec;nicos aco+#ados Gs armad$ras a ancorar, a e.ici"ncia do conj$nto
deve ser j$sti.icada e 6$ando .or o caso, com+rovada atrav8s de ensaios(
44
44
+Yd
+ +Yd
0+ 0+t 0+d
.
.

σ −
+ ·   
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O escorregamento entre a 0arra e o concreto, j$nto ao dis+ositivo de ancoragem, não deve e<ceder 0,1 mm
+ara 70N da carga #imite C#tima, nem 0,) mm +ara 9)N dessa carga(
A resist"ncia de c2#c$#o da ancoragem não deve e<ceder )0N da carga #imite ensaiada, nos casos em 6$e
sejam des+re7:veis os e.eitos de .adiga, nem 70N da carga #imite o0tida em ensaio de .adiga, em caso
contr2rio(
O +rojeto deve +rever os e.eitos #oca#i7ados desses dis+ositivos, atrav8s de veri.ica%ão da resist"ncia do
concreto e da dis+osi%ão de armad$ras ade6$adas +ara resistir aos es.or%os gerados e manter as a0ert$ras
de .iss$ras nos #imites es+eci.icados, con.orme indicado no item 21(2(
-.4.(.1 Iarra transversa# 0nica
Pode ser $sada $ma 0arra transversa# so#dada como dis+ositivo de ancoragem integra# da 0arra desde 6$e:
− φt Z φ 0arra ancoradaM
− φ não deve ser maior 6$e 1I6 da menor dimensão do e#emento estr$t$ra# na região da ancoragem o$
2) mmM
− o es+a%amento entre as 0arras ancoradas não deve ser maior 6$e 20 φM
− a so#da de #iga%ão das 0arras deve ser .eita no sentido #ongit$dina# e transversa# das 0arras,
contornando com+#etamente a 2rea de contato das 0arrasM
− a so#da deve res+eitar o +rescrito no item 9()('(
-.5 1mendas das barras
-.5.1 Ci$os
As emendas das 0arras +odem ser:
! +or tras+asseM
! +or #$vas com +reenc1imento met2#ico o$ ros6$eadasM
! +or so#daM
! +or o$tros dis+ositivos devidamente j$sti.icados(
-.5.2 1mendas $or tras$asse
&ste ti+o de emenda não 8 +ermitido +ara 0arras de 0ito#a maior 6$e 42 mm, nem +ara tirantes e +end$rais
=e#ementos estr$t$rais #ineares de se%ão inteiramente tracionada>(
No caso de .ei<es, o di;metro do c:rc$#o de mesma 2rea, +ara cada .ei<e, não deve ser s$+erior a ') mm(
res+eitados os crit8rios esta0e#ecidos em 9()(2()(
-.5.2.1 Pro$orção das barras emendadas
onsideram!se como na mesma se%ão transversa# as emendas 6$e se s$+er+5em o$ c$jas e<tremidades
mais +rB<imas estejam a.astadas de menos 6$e 20N do com+rimento do trec1o de tras+asse(
L$ando as 0arras t"m di;metros di.erentes, o com+rimento de tras+asse deve ser ca#c$#ado +e#a 0arra de
maior di;metro =ver .ig$ra 9>(
4'
4'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura - * 1mendas su$ostas como na mesma seção transversa#
A +ro+or%ão m2<ima de 0arras tracionadas da armad$ra +rinci+a# emendadas +or tras+asse na mesma
se%ão transversa# do e#emento estr$t$ra# deve ser a indicada na ta0e#a 10(
A ado%ão de +ro+or%5es maiores 6$e as indicadas deve ser j$sti.icada 6$anto G integridade do concreto na
transmissão dos es.or%os e da ca+acidade resistente da emenda, como $m conj$nto, .rente G nat$re7a das
a%5es 6$e a so#icitem(
Cabe#a 1. * Pro$orção má6ima de barras tracionadas emendadas
Ci$o de barra Situação
Ci$o de
carre/amento
1stático !inJmico
?#ta aderncia
em $ma camada
em mais de $ma camada
100 N
)0 N
100 N
)0 N
2isa
φ < 16 mm
φ ≥ 16 mm
)0 N
2) N
2) N
2) N
L$ando se tratar de armad$ra +ermanentemente com+rimida o$ de distri0$i%ão, todas as 0arras +odem ser
emendadas na mesma se%ão(
-.5.2.2 8om$rimento de tras$asse de barras tracionadasH iso#adas
-.5.2.2.1 L$ando a dist;ncia #ivre entre 0arras emendadas estiver com+reendida entre 0 e 'φ , o
com+rimento do trec1o de tras+asse +ara 0arras tracionadas deve ser:
0t Z α0t < 0,nec ≥ 0t, min
sendo:
0t,m:n o maior va#or entre 0,4 α0t 0, 1) φ e 200mm(
onde:
α0t 8 o coe.iciente .$n%ão da +orcentagem de 0arras emendadas na mesma se%ão, con.orme ta0e#a 11(
-.5.2.2.2 L$ando a dist;ncia #ivre entre 0arras emendadas .or _ 'φ , ao com+rimento ca#c$#ado em 9()(2(2(1
deve ser acrescida a dist;ncia #ivre entre 0arras emendadas( A armad$ra transversa# na emenda deve ser
j$sti.icada considerado o com+ortamento conj$nto concreto!a%o, atendendo ao esta0e#ecido em 9()(2('(
4)
4)
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Cabe#a 11 * 9a#ores do coeficiente α.t
Iarras emendadas na mesma seção
D
≤ 20 2) 44 )0 _ )0
9a#ores de α.t
1,2 1,' 1,6 1,8 2,0
-.5.2.3 8om$rimento $or tras$asse de barras com$rimidasH iso#adas
L$ando as 0arras estiverem com+rimidas, adota!se a seg$inte e<+ressão +ara c2#c$#o do com+rimento de
tras+asse:
0c Z 0,nec ≥ 0c, min
sendo:
0c, min o maior va#or entre 0,6 0 , 1) φ e 200mm(
-.5.2.4 ?rmadura transversa# nas emendas $or tras$asseH em barras iso#adas
-.5.2.4.1 1mendas de barras tracionadas da armadura $rinci$a# =ver .ig$ra 10>
L$ando φ ^ 16 mm o$ a +ro+or%ão de 0arras emendadas na mesma se%ão .or menor 6$e 2)N, a armad$ra
transversa# deve satis.a7er 9('(2(6(
Nos casos em 6$e φ ≥ 16 mm o$ 6$ando a +ro+or%ão de 0arras emendadas na mesma se%ão .or maior o$
ig$a# a 2)N, a armad$ra transversa# deve:
!ser ca+a7 de resistir a $ma .or%a ig$a# G de $ma 0arra emendada, considerando os ramos +ara#e#os ao
+#ano da emendaM
!ser constit$:da +or 0arras .ec1adas se a dist;ncia entre as d$as 0arras mais +rB<imas de d$as
emendas na mesma se%ão .or ^ 10 φ =φ Z di;metro da 0arra emendada>M
!concentrar!se nos ter%os e<tremos da emenda(
-.5.2.4.2 1mendas de barras com$rimidas =ver .ig$ra 10>
-evem ser mantidos os crit8rios esta0e#ecidos +ara o caso anterior, com +e#o menos $ma 0arra de
armad$ra transversa# +osicionada 'φ a#8m das e<tremidades da emenda(
-.5.2.4.3 1mendas de barras de armaduras secundárias
A armad$ra transversa# deve o0edecer ao esta0e#ecido no item 9('(2(6(
4i/ura 1. * ?rmadura transversa# nas emendas
46
46
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
-.5.2.5 1mendas $or tras$asse em fei6es de barras
Podem ser .eitas emendas +or tras+asse em .ei<es de 0arras 6$ando, res+eitado o esta0e#ecido em 9()(2,
as 0arras constit$intes do .ei<e .orem emendadas $ma de cada ve7, sem 6$e em 6$a#6$er se%ão do .ei<e
emendado res$#te mais de 6$atro 0arras(
As emendas das 0arras do .ei<e devem ser se+aradas entre si 1,4 ve7es o com+rimento de emenda
individ$a# de cada $ma(
-.5.3 1mendas $or #uvas roscadas
Para este ti+o de emenda, as #$vas roscadas devem ter resist"ncia maior 6$e as 0arras emendadas(
-.5.4 1mendas $or so#da
As emendas +or so#da +odem ser:
- de to+o, +or ca#deamento, +ara 0ito#a não menor 6$e 10 mmM
- de to+o, com e#etrodo, +ara 0ito#a não menor 6$e 20 mmM
- +or tras+asse com +e#o menos dois cord5es de so#da #ongit$dinais, cada $m de#es com com+rimento
não in.erior a )φ a.astados no m:nimo )φ =ver .ig$ra 11>M
- com o$tras 0arras j$sta+ostas =co0rej$ntas>, com cord5es de so#da #ongit$dinais, .a7endo!se coincidir o
ei<o 0aric"ntrico do conj$nto com o ei<o #ongit$dina# das 0arras emendadas, devendo cada cordão ter
com+rimento de +e#o menos )φ =ver .ig$ra 11>(
As emendas +or so#da +odem ser rea#i7adas na tota#idade das 0arras em $ma se%ão transversa# do
e#emento estr$t$ra#(
-evem ser consideradas como na mesma se%ão as emendas 6$e de centro a centro estejam a.astadas
entre si menos 6$e 1)φ medidos na dire%ão do ei<o da 0arra(
A resist"ncia de cada 0arra emendada deve ser considerada sem red$%ão(
&m caso de 0arra tracionada e 1avendo +re+onder;ncia de carga acidenta#, a resist"ncia deve ser red$7ida
em 20N(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 11 * 1mendas $or so#da
-.% Protensão
-.%.1 4orça de $rotensão
-.%.1.1 Kenera#idades
A .or%a m8dia na armad$ra de +rotensão na a0scissa < e no tem+o t 8 dada +e#a e<+ressão:
Pt =<> Z P0 =<> ! ∆Pt =<> Z Pi ! ∆P0 =<> ! ∆Pt =<>
sendo:
P0=<> Z Pi ! ∆P0=<>
-.%.1.2 9a#ores #imites da força na armadura de $rotensão
-$rante as o+era%5es de +rotensão, a .or%a de tra%ão na armad$ra não deve s$+erar os va#ores
decorrentes da #imita%ão das tens5es no a%o corres+ondentes a essa sit$a%ão transitBria .ornecidos em
9(6(1(2(1 a 9(6(1(2(4(
A+Bs o t8rmino das o+era%5es de +rotensão, as veri.ica%5es de seg$ran%a devem ser .eitas de acordo com
os estados #imites, de acordo com a se%ão 10(
-.%.1.2.1 9a#ores #imites $or ocasião da o$eração de $rotensão
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Para e.eito desta Norma devem ser considerados os seg$intes:
a> armad$ra +r8!tracionada
Por ocasião da a+#ica%ão da .or%a Pi, a tensão σ+i da armad$ra de +rotensão na sa:da do a+are#1o de
tra%ão deve res+eitar os #imites 0,77 .+tH e 0,90 .+YH +ara a%os da c#asse de re#a<a%ão norma#, e 0,77 .+tH e
0,8) .+YH +ara a%os da c#asse de re#a<a%ão 0ai<a(
0> armad$ra +Bs!tracionada
Por ocasião da a+#ica%ão da .or%a Pi, a tensão σ+i da armad$ra de +rotensão na sa:da do a+are#1o de
tra%ão deve res+eitar os #imites 0,7' .+tH e 0,87 .+YH +ara a%os da c#asse de re#a<a%ão norma#, e 0,7' .+tH e
0,82 .+YH +ara a%os da c#asse de re#a<a%ão 0ai<a(
Nos a%os P!8)I10), .ornecidos em 0arras, os #imites +assam a ser 0,72 .+tH e 0,88 .+YH, res+ectivamente(
-.%.1.2.2 9a#ores #imites ao t)rmino da o$eração de $rotensão
Ao t8rmino da o+era%ão de +rotensão, a tensão σ+0=<> da armad$ra +r8!tracionada o$ +Bs!tracionada,
decorrente da .or%a P0=<>, não deve s$+erar os #imites esta0e#ecidos em 9(6(1(2(1(0(
-.%.1.2.3 Co#erJncia de e6ecução
Por ocasião da a+#ica%ão da .or%a Pi, se constatadas irreg$#aridades na +rotensão, decorrentes de .a#1as
e<ec$tivas nos e#ementos estr$t$rais com armad$ra +Bs!tracionada, a .or%a de tra%ão em 6$a#6$er ca0o
+ode ser e#evada, #imitando a tensão σ+i aos va#ores esta0e#ecidos em 9(6(1(2(1(0 majorados em at8 10N,
at8 o #imite de )0N dos ca0os, desde 6$e seja garantida a seg$ran%a da estr$t$ra, +rinci+a#mente nas
regi5es das ancoragens(
-.%.1.3 9a#ores re$resentativos da força de $rotensão
Os va#ores m8dios, ca#c$#ados de acordo com 9(6(1(1, +odem ser em+regados no c2#c$#o dos va#ores
caracter:sticos dos e.eitos 1i+erest2ticos da +rotensão(
Para as o0ras em gera# admite!se 6$e os va#ores caracter:sticos PH,t =<> da .or%a de +rotensão +ossam ser
considerados como ig$ais ao va#or m8dio, e<ceto 6$ando a +erda m2<ima b∆P0 =<> \ ∆Pt =<>cma< 8 maior 6$e
0,4) Pi( Neste caso, e nas o0ras es+eciais 6$e devem ser +rojetadas de acordo com normas es+ec:.icas,
6$e considerem os va#ores caracter:sticos s$+erior e in.erior da .or%a de +rotensão, devem ser adotados os
va#ores:
bPH,t =<>cs$+ Z 1,0) Pt =<>
bPH,t =<>cin. Z 0,9) Pt =<>
-.%.1.4 9a#ores de cá#cu#o da força de $rotensão
Os va#ores de c2#c$#o da .or%a de +rotensão no tem+o t são dados +e#a e<+ressão:
Pd,t =<> Z γ+ < Pt =<>
sendo o va#or de γ+ esta0e#ecido na se%ão 17(
-.%.2 Introdução das forças de $rotensão
As tens5es ind$7idas no concreto +e#as ancoragens de +rotensão somente +odem ser consideradas
#inearmente distri0$:das na se%ão transversa# do e#emento estr$t$ra# a $ma dist;ncia da e<tremidade
dessas armad$ras, c1amada dist;ncia de reg$#ari7a%ão, determinada com 0ase no 6$e esta0e#ecem os
itens 9(6(2(1 e 9(6(2(2(
As armad$ras +assivas nessas 7onas de introd$%ão de .or%as devem ser ca#c$#adas de acordo com as
dis+osi%5es da se%ão 21(
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-.%.2.1 8asos de $,s*tração
No caso dos e#ementos +Bs!tracionados, a dist;ncia de reg$#ari7a%ão das tens5es +ode ser determinada
admitindo!se 6$e a di.$são da .or%a se .a%a a +artir da ancoragem, no interior de $m ;ng$#o de a0ert$ra β,
ta# 6$e tg β Z 2I4 =ver .ig$ra 12>(
L$ando ta# di.$são, +artindo da a#ma, atinge o +#ano m8dio da mesa, +ode!se admitir 6$e a di.$são ao #ongo
da mesa se .a7 tam08m con.orme o ;ng$#o de a0ert$ra β(
4i/ura 12 7 Introdução da $rotensão
-.%.2.2 8asos de $r)*tração
No caso de e#ementos +r8!tracionados, a dist;ncia de reg$#ari7a%ão +, deve ser o0tida +e#a e<+ressão:
onde:
1 8 a a#t$ra do e#emento estr$t$ra#(
Para as se%5es não retang$#ares, o com+rimento de reg$#ari7a%ão +ode ser ca#c$#ado de .orma seme#1ante
G indicada no item 9(6(2(1(
-.%.3 Perdas da força de $rotensão
O +rojeto deve +rever as +erdas da .or%a de +rotensão em re#a%ão ao va#or inicia# a+#icado +e#o a+are#1o
tensor ocorridas antes da trans.er"ncia da +rotensão ao concreto =+erdas iniciais, na +r8!tra%ão>, d$rante
essa trans.er"ncia =+erdas imediatas> e ao #ongo do tem+o =+erdas +rogressivas>(
-.%.3.1 Perdas iniciais da força de $rotensão
onsideram!se iniciais as +erdas ocorridas na +r8!tra%ão antes da #i0era%ão do dis+ositivo de tra%ão, e
decorrentes de:
a> atrito nos +ontos de desvio da armad$ra +o#igona#, c$ja ava#ia%ão deve ser .eita e<+erimenta#mente,
em .$n%ão do ti+o de a+are#1o de desvio em+regadoM
0> escorregamento dos .ios na ancoragem, c$ja determina%ão deve ser e<+erimenta# o$ devem ser
adotados os va#ores indicados +e#o .a0ricante dos dis+ositivos de ancoragemM
c> +or re#a<a%ão inicia# da armad$ra, .$n%ão do tem+o decorrido entre o a#ongamento da armad$ra e a
#i0era%ão do dis+ositivo de tra%ãoM
d> +or retra%ão inicia# do concreto, considerado o tem+o decorrido entre a concretagem do e#emento
estr$t$ra# e a #i0era%ão do dis+ositivo de tra%ão(
'0
'0
0+t
2
0+t
2
+
> 6 , 0 = 1    ≥ + ·
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A ava#ia%ão das +erdas iniciais deve considerar os e.eitos +rovocados +e#a tem+erat$ra, 6$ando o concreto
.or c$rado termicamente(
-.%.3.2 Perdas imediatas da força de $rotensão
-.%.3.2.1 8aso de $r)*tração
A varia%ão da .or%a de +rotensão em e#ementos estr$t$rais com +r8!tra%ão, +or ocasião da a+#ica%ão da
+rotensão ao concreto, e em ra7ão do se$ enc$rtamento, deve ser ca#c$#ada em regime e#2stico,
considerando!se a de.orma%ão da se%ão 1omogenei7ada( O mBd$#o de e#asticidade do concreto a
considerar 8 o corres+ondente G data de +rotensão, corrigido, se 1o$ver c$ra t8rmica(
-.%.3.2.2 8aso de $,s*tração
Para os sistemas $s$ais de +rotensão, as +erdas imediatas são as devidas ao enc$rtamento imediato do
concreto, ao atrito entre as armad$ras e as 0ain1as o$ o concreto, ao des#i7amento da armad$ra j$nto G
ancoragem e G acomoda%ão dos dis+ositivos de ancoragem, como deta#1ado de 9(6(4(2(2(1 a 9(6(4(2(2(4(
-.%.3.2.2.1 1ncurtamento imediato do concreto
Nos e#ementos estr$t$rais com +Bs!tra%ão a +rotensão s$cessiva de cada $m dos n ca0os +rovoca $ma
de.orma%ão imediata do concreto e, conse6$entemente, a.ro$<amento dos ca0os anteriormente
+rotendidos( A +erda m8dia de +rotensão, +or ca0o, +ode ser ca#c$#ada +e#a e<+ressão:
-.%.3.2.2.2 Perdas $or atrito
Nos e#ementos estr$t$rais com +Bs!tra%ão a +erda +or atrito +ode ser determinada +e#a e<+ressão:
onde:
Pi 8 o va#or de.inido em 9(6(1(2M
µ 8 o coe.iciente de atrito a+arente entre ca0o e 0ain1a( Na .a#ta de dados e<+erimentais, +ode ser
estimado como seg$e =va#ores em 1Iradianos>:
µ Z 0,)0 entre ca0o e concreto =sem 0ain1a>M
µ Z 0,40 entre 0arras o$ .ios com mossas o$ sa#i"ncias e 0ain1a met2#icaM
µ Z 0,20 entre .ios #isos o$ cordoa#1as e 0ain1a met2#icaM
µ Z 0,10 entre .ios #isos o$ cordoa#1as e 0ain1a met2#ica #$0ri.icadaM
µ Z 0,0) entre cordoa#1a e 0ain1a de +o#i+ro+i#eno #$0ri.icadaM
H 8 o coe.iciente de +erda +or metro +rovocada +or c$rvat$ras não intencionais do ca0o( Na .a#ta de
dados e<+erimentais +ode ser adotado o va#or 0,01µ =1Im>(
-.%.3.2.2.3 Perdas $or des#i@amento da armadura na ancora/em e acomodação da ancora/em
-evem ser determinadas e<+erimenta#mente o$ adotados os va#ores indicados +e#os .a0ricantes dos
dis+ositivos de ancoragem(
-.%.3.3 Perdas $ro/ressivas
'1
'1
n 2
> 1 n >= =
cg c+ +
+
− σ + σ α
· σ ∆
[ ]
>c H< =
i
e 1 P > < = P
+ α Σ µ −
− · ∆
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Os va#ores +arciais e totais das +erdas +rogressivas de +rotensão, decorrentes da retra%ão e da .#$"ncia do
concreto e da re#a<a%ão do a%o de +rotensão, devem ser determinados considerando!se a intera%ão dessas
ca$sas, +odendo ser $ti#i7ados os +rocessos indicados de 9(6(4(4(1 a 9(6(4(4('( Nesses +rocessos admite!
se 6$e e<ista ader"ncia entre a armad$ra e o concreto e 6$e o e#emento estr$t$ra# +ermane%a no &st2dio 3(
-.%.3.3.1 Processo sim$#ificado $ara o caso de fases 0nicas de o$eração
&ste caso 8 a+#ic2ve# 6$ando são satis.eitas as condi%5es seg$intes:
a> a concretagem do e#emento estr$t$ra#, 0em como a +rotensão, são e<ec$tadas, cada $ma de#as, em
.ases s$.icientemente +rB<imas +ara 6$e se des+re7em os e.eitos rec:+rocos de $ma .ase so0re a o$traM
0> os ca0os +oss$em entre si a.astamentos s$.icientemente +e6$enos em re#a%ão G a#t$ra da se%ão do
e#emento estr$t$ra#, de modo 6$e se$s e.eitos +ossam ser s$+ostos e6$iva#entes ao de $m Cnico ca0o,
com se%ão transversa# de 2rea ig$a# G soma das 2reas das se%5es dos ca0os com+onentes, sit$ado na
+osi%ão da res$#tante dos es.or%os ne#es at$antes =ca0o res$#tante>(
Nesse caso, admite!se 6$e no tem+o t as +erdas e de.orma%5es +rogressivas do concreto e do a%o de
+rotensão, na +osi%ão do ca0o res$#tante, sejam dadas +or:
sendo:
χ=t,t0> Z ! #n b 1 ! ψ =t, t0>c
χc Z 1 \ 0,) ϕ =t, to>
χ0 Z 1 \ χ =t,t0 >
ρ+Z A+IAc
onde:
σc,+og 8 a tensão no concreto adjacente ao ca0o res$#tante, +rovocado +e#a +rotensão e +e#a carga
+ermanente mo0i#i7ada no instante t0, sendo +ositiva se de com+ressão, em mega+asca#M
ϕ =t,t0>8 o coe.iciente de .#$"ncia do concreto no instante t +ara +rotensão e carga +ermanente, a+#icadas
no instante t0M
'2
'2
+ + c +
0 0 + 0 +og , c + + 0 cs
0 +
> t , t = > t , t = & > t , t =
> t , t =
ηρ α χ + χ
χ σ − ϕ σ α − ε
· σ ∆
> t , t =
&
> t , t =
> t , t =
&
0 cs
28 ci
0 c
c 0
28 ci
g 0
+ ,
c
ct
ε +
σ ∆
χ + ϕ
σ
· ε ∆
+
+
0 +
0
+
0 +
+t
&
> t , t =
> t , t =
&
χ +
σ ∆
+ χ
σ
· ε ∆
c
c 2
+
3
A
e
1+ · η
28 ci
+
+
&
&
· α
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∆σ+0 8 a tensão na armad$ra ativa devida G +rotensão e G carga +ermanente mo0i#i7ada no instante t 0,
+ositivo se de tra%ãoM
χ=t,t0> 8 o coe.iciente de .#$"ncia do a%oM
εcs=t,t0> 8 a retra%ão no instante t, descontada a retra%ão ocorrida at8 o instante t0M
ψ=t,t0> 8 o coe.iciente de re#a<a%ão do a%o no instante t +ara +rotensão e carga +ermanente mo0i#i7ada
no instante t0M
∆σc=t,t0> 8 a varia%ão da tensão do concreto adjacente ao ca0o res$#tante entre t0 e tM
∆σ+=t,t0> 8 a varia%ão da tensão no a%o de +rotensão entre t0 e tM
ρ+ 8 a ta<a geom8trica da armad$ra de +rotensãoM
e+ 8 a e<centricidade do ca0o res$#tante em re#a%ão ao 0aricentro da se%ão do concretoM
A+ 8 a 2rea da se%ão transversa# do ca0o res$#tanteM
Ac 8 a 2rea da se%ão transversa# do concretoM
3c 8 o momento centra# de in8rcia na se%ão do concreto(
-.%.3.3.2 Processo a$ro6imado
&ste +rocesso +ode s$0stit$ir o esta0e#ecido em 9(6(4(4(1, desde 6$e satis.eitas as mesmas condi%5es de
a+#ica%ão e 6$e a retra%ão não di.ira em mais de 2)N do va#or b!8<10
?)
ϕ=∞,t0>c(
O va#or da +erda de tensão devido a .#$"ncia, retra%ão e re#a<a%ão 8 dado +or:
a> +ara a%os de re#a<a%ão norma# =RN> =va#or em N>
0> +ara a%os de re#a<a%ão 0ai<a =RB> =va#or em N>
onde:
σ+0 8 a tensão na armad$ra de +rotensão devida e<c#$sivamente G .or%a de +rotensão, no instante t0(
-.%.3.3.3 A)todo /era# de cá#cu#o
L$ando as a%5es +ermanentes =carga +ermanente o$ +rotensão> são a+#icadas +arce#adamente em idades
di.erentes =+ortanto não são satis.eitas as condi%5es esta0e#ecidas em 9(6(4(4(1>, deve ser considerada a
.#$"ncia de cada $ma das camadas de concreto e a re#a<a%ão de cada ca0o, se+aradamente(
Pode ser considerada a re#a<a%ão iso#ada de cada ca0o, inde+endentemente da a+#ica%ão +osterior de
o$tros es.or%os +ermanentes(
-.%.3.3.4 Re#a6ação do aço
A intensidade da re#a<a%ão do a%o deve ser determinada +e#o coe.iciente ψ=t,t0> ca#c$#ado +or:
'4
'4
> 4 = >c t , t = b
'7
1 , 18
> t , t =
+og , c
)7 , 1
0
+
0 +
0 +
σ + ϕ
α
+ ·
σ
σ ∆


> 4 = >c t , t = b
7 , 18
' , 7
> t , t =
+og , c
07 , 1
0
+
0 +
0 +
σ + ϕ
α
+ ·
σ
σ ∆


+i
0 +r
0
> t , t =
> t , t =
σ
σ ∆
· ψ
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
onde:
∆σ+r =t,t0> 8 a +erda de tensão +or re#a<a%ão +$ra desde o instante t0 do estiramento da armad$ra at8 o
instante t considerado(
Os va#ores m8dios da re#a<a%ão, medidos a+Bs 1 000 1 G tem+erat$ra constante de 20[, +ara as +erdas
de tensão re.eridas a va#ores 02sicos da tensão inicia# de )0N a 80N da resist"ncia caracter:stica . +tH =ψ1000>
são re+rod$7idos na ta0e#a 7(
Os va#ores corres+ondentes a tem+os di.erentes de 1 000 1, sem+re a 20[, +odem ser determinados a
+artir da seg$inte e<+ressão, onde o tem+o deve ser e<+resso em dias:
Para tens5es in.eriores a 0,) .+tH admite!se 6$e não 1aja +erda de tensão +or re#a<a%ão(
Para tens5es intermedi2rias entre os va#ores .i<ados na ta0e#a 7 +ode ser .eita inter+o#a%ão #inear(
Pode!se considerar 6$e +ara o tem+o in.inito o va#or de ψ =t,t0> 8 dado +or ψ =t,t

> ≅ 2,) ψ1000(
1. Se/urança e estados #imites
1..1 8rit)rios de se/urança
Os crit8rios de seg$ran%a adotados nesta Norma 0aseiam!se na NBR 8681(
1..2 1stados #imites
Para os e.eitos desta Norma devem ser considerados os estados #imites C#timos e os estados #imites de
servi%o(
1..3 1stados #imites 0#timos &123'
A seg$ran%a das estr$t$ras de concreto deve sem+re ser veri.icada em re#a%ão aos seg$intes estados
#imites C#timos:
a> estado #imite C#timo da +erda do e6$i#:0rio da estr$t$ra, admitida como cor+o r:gidoM
0> estado #imite C#timo de esgotamento da ca+acidade resistente da estr$t$ra, no se$ todo o$ em +arte,
devido Gs so#icita%5es normais e tangenciais, admitindo!se a redistri0$i%ão de es.or%os internos desde
6$e seja res+eitada a ca+acidade de ada+ta%ão +#2stica de.inida na se%ão 1', e admitindo!se, em gera#,
as veri.ica%5es se+aradas das so#icita%5es normais e tangenciaisM todavia 6$ando a intera%ão entre e#as
.or im+ortante, e#a estar2 e<+#icitamente indicada nesta NormaM
c> estado #imite C#timo de esgotamento da ca+acidade resistente da estr$t$ra, no se$ todo o$ em +arte,
considerando os e.eitos de seg$nda ordem(
d> estado #imite C#timo +rovocado +or so#icita%5es din;micas =ver se%ão 24>(
e> o$tros estados #imites C#timos 6$e event$a#mente +ossam ocorrer em casos es+eciais(
1..4 1stados #imites de serviço &12S'
1..4.1 Kenera#idades
&stados #imites de servi%o são a6$e#es re#acionados G d$ra0i#idade das estr$t$ras, a+ar"ncia, con.orto do
$s$2rio e a 0oa $ti#i7a%ão .$nciona# da mesma, seja em re#a%ão aos $s$2rios, seja Gs m26$inas e aos
e6$i+amentos $ti#i7ados(
''
''
1) , 0
0
1000 0
67 , '1
t t
> t , t =

,
_

¸
¸ −
ψ · ψ
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A seg$ran%a das estr$t$ras de concreto +ode e<igir a veri.ica%ão de a#g$ns dos seg$intes estados #imites de
servi%o, conceit$ados na se%ão 4(
&m constr$%5es es+eciais +ode ser necess2rio veri.icar a seg$ran%a em re#a%ão a o$tros estados #imites de
servi%o não de.inidos nesta Norma(
11 ?ç"es
11.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
A ! A%5es =ver ta0e#as 1' e 1)>
J1d,m:n ! Jomento tota# de 1U ordem de c2#c$#o m:nimo 6$e +ossi0i#ita o atendimento da veri.ica%ão das
im+er.ei%5es #oca#i7adas de $m #ance de +i#ar
γ.1 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das a%5es γ. 6$e considera a varia0i#idade das a%5es
γ.2 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das a%5es γ. 6$e considera a sim$#taneidade de at$a%ão das
a%5es
γ.4 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das a%5es γ. 6$e considera os desvios gerados nas
constr$%5es e as a+ro<ima%5es .eitas em +rojeto do +onto de vista das so#icita%5es
γ6 ! oe.iciente de +ondera%ão +ara as a%5es vari2veis diretas
γ6s ! oe.iciente de +ondera%ão +ara a a%ão vari2ve# esta0i#i7ante
γgn ! oe.iciente de +ondera%ão +ara as a%5es +ermanentes não esta0i#i7antes
γ
εg ! oe.iciente de +ondera%ão +ara as a%5es indiretas +ermanentes =retra%ão o$ .#$"ncia>
γ
ε6 ! oe.iciente de +ondera%ão +ara as a%5es indiretas vari2veis =tem+erat$ra>
γn ! oe.iciente de aj$ste de γ. 6$e considera o a$mento de +ro0a0i#idade de ocorr"ncia de desvios
re#ativos signi.icativos na constr$%ão =a+#icado em +aredes e +i#ares com dimens5es a0ai<o de
certos va#ores>
θ1 ! -esa+r$mo de $m e#emento vertica# cont:n$o
ψoj ! Aator de red$%ão de com0ina%ão +ara as a%5es vari2veis diretas
ψoε
! Aator de red$%ão de com0ina%ão +ara as a%5es vari2veis indiretas
ψo ! Aator de red$%ão de com0ina%ão +ara &9K
ψ1 ! Aator de red$%ão de com0ina%ão .re6Oente +ara &9*
ψ2 ! Aator de red$%ão de com0ina%ão 6$ase +ermanente +ara &9*
11.2 ?ç"es a considerar
11.2.1 Kenera#idades
')
')
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Na an2#ise estr$t$ra# deve ser considerada a in.#$"ncia de todas as a%5es 6$e +ossam +rod$7ir e.eitos
signi.icativos +ara a seg$ran%a da estr$t$ra em e<ame, #evando!se em conta os +oss:veis estados #imites
C#timos e os de servi%o(
11.2.2 8#assificação das aç"es
As a%5es a considerar c#assi.icam!se de acordo com a NBR 8681 em: +ermanentes, vari2veis e
e<ce+cionais(
Para cada ti+o de constr$%ão, as a%5es a considerar devem res+eitar s$as +ec$#iaridades e as normas a e#a
a+#ic2veis(
11.3 ?ç"es $ermanentes
11.3.1 Kenera#idades
A%5es +ermanentes são as 6$e ocorrem com va#ores +raticamente constantes d$rante toda a vida da
constr$%ão( @am08m são consideradas como +ermanentes as a%5es 6$e crescem no tem+o tendendo a $m
va#or #imite constante(
As a%5es +ermanentes devem ser consideradas com se$s va#ores re+resentativos mais des.avor2veis +ara
a seg$ran%a(
11.3.2 ?ç"es $ermanentes diretas
As a%5es +ermanentes diretas são constit$:das +e#o +eso +rB+rio da estr$t$ra e +e#os +esos dos e#ementos
constr$tivos .i<os e das insta#a%5es +ermanentes(
11.3.2.1 Peso $r,$rio
Nas constr$%5es correntes admite!se 6$e o +eso +rB+rio da estr$t$ra seja ava#iado con.orme 8(2(2(
oncretos es+eciais devem ter s$a massa es+ec:.ica determinada e<+erimenta#mente em cada caso
+artic$#ar =ver NBR 126)'> e o e.eito da armad$ra ava#iado con.orme 8(2(2(
11.3.2.2 Peso dos e#ementos construtivos fi6os e de insta#aç"es $ermanentes
As massas es+ec:.icas dos materiais de constr$%ão correntes +odem ser ava#iadas com 0ase nos va#ores
indicados na NBR 6120(
Os +esos das insta#a%5es +ermanentes são considerados com os va#ores nominais indicados +e#os
res+ectivos .ornecedores(
11.3.2.3 1m$u6os $ermanentes
onsideram!se como +ermanentes os em+$<os de terra e o$tros materiais gran$#osos 6$ando .orem
admitidos não remov:veis(
omo re+resentativos devem ser considerados os va#ores caracter:sticos AH(s$+ o$ AH(in. con.orme a NBR
8681(
11.3.3 ?ç"es $ermanentes indiretas
As a%5es +ermanentes indiretas são constit$:das +e#as de.orma%5es im+ostas +or: retra%ão e .#$"ncia do
concreto, des#ocamentos de a+oio, im+er.ei%5es geom8tricas e +rotensão(
11.3.3.1 Retração do concreto
A de.orma%ão es+ec:.ica de retra%ão do concreto +ode ser ca#c$#ada con.orme indica o Ane<o A(
Na grande maioria dos casos, +ermite!se 6$e e#a seja ca#c$#ada sim+#i.icadamente atrav8s da ta0e#a ), +or
inter+o#a%ão( &ssa ta0e#a .ornece o va#or caracter:stico s$+erior da de.orma%ão es+ec:.ica de retra%ão entre
os instantes t0 e too, εcs =t

,t0> , em a#g$mas sit$a%5es $s$ais, ver se%ão 8(
'6
'6
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Nos casos correntes das o0ras de concreto armado, .$n%ão da restri%ão G retra%ão do concreto, im+osta
+e#a armad$ra, satis.a7endo o m:nimo es+eci.icado nesta Norma, o va#or de εcs =t

, t0> +ode ser adotado
ig$a# a !1) < 10
!)
( &sse va#or admite e#ementos estr$t$rais de dimens5es $s$ais, entre 10 cm e 100 cm
s$jeitos a $midade am0iente não in.erior a 7)N(
O va#or caracter:stico in.erior da retra%ão do concreto 8 considerado n$#o(
Nos e#ementos estr$t$rais +ermanentemente s$0metidos a di.erentes condi%5es de $midade em .aces
o+ostas, admite!se varia%ão #inear da retra%ão ao #ongo da es+ess$ra do e#emento estr$t$ra#, entre os dois
va#ores corres+ondentes a cada $ma das .aces(
11.3.3.2 4#uncia do concreto
As de.orma%5es decorrentes da .#$"ncia do concreto devem ser ca#c$#adas con.orme indica o Ane<o A(
Nos casos em 6$e a tensão σc=t0> não varia signi.icativamente, +ermite!se 6$e essas de.orma%5es sejam
ca#c$#adas sim+#i.icadamente +e#a e<+ressão:
( )
1
]
1

¸
ϕ
+ σ · ε


> 28 = &
> t , t =
> t = &
1
t > t , t =
ci
0
0 ci
0 c 0 c
onde:
εc =t

,t0> 8 a de.orma%ão es+ec:.ica tota# do concreto entre os instantes t0 e t

;
σc =t0> 8 a tensão no concreto devida ao carregamento a+#icado em t0M
ϕ=t

, t0> 8 o #imite +ara o 6$a# tende o coe.iciente de .#$"ncia +rovocado +or carregamento a+#icado em t0(
O va#or de ϕ=t

, t0> +ode ser ca#c$#ado +or inter+o#a%ão da ta0e#a )( &ssa ta0e#a .ornece o va#or
caracter:stico s$+erior de ϕ=t

, t0> em a#g$mas sit$a%5es $s$ais, ver se%ão 8(
O va#or caracter:stico in.erior de ϕ=t

,t0> 8 considerado n$#o(
11.3.3.3 !es#ocamentos de a$oio
Os des#ocamentos de a+oio sB devem ser considerados 6$ando gerarem es.or%os signi.icativos em re#a%ão
ao conj$nto das o$tras a%5es, isto 8, 6$ando a estr$t$ra .or 1i+erest2tica e m$ito r:gida(
O des#ocamento de cada a+oio deve ser ava#iado em .$n%ão das caracter:sticas .:sicas do corres+ondente
materia# de .$nda%ão( omo re+resentativos desses des#ocamentos devem ser considerados os va#ores
caracter:sticos s$+eriores, δHs$+, ca#c$#ados com ava#ia%ão +essimista da rigide7 do materia# de .$nda%ão,
corres+ondente, em +rinc:+io, ao 6$anti# )N da res+ectiva distri0$i%ão de +ro0a0i#idade(
Os va#ores caracter:sticos in.eriores +odem ser considerados n$#os(
O conj$nto desses des#ocamentos constit$i!se n$ma Cnica a%ão, admitindo!se 6$e todos e#es sejam
majorados +e#o mesmo coe.iciente de +ondera%ão(
11.3.3.4 Im$erfeiç"es /eom)tricas
Na veri.ica%ão do estado #imite C#timo das estr$t$ras retic$#adas, devem ser consideradas as im+er.ei%5es
geom8tricas do ei<o dos e#ementos estr$t$rais da estr$t$ra descarregada( &ssas im+er.ei%5es +odem ser
divididas em dois gr$+os: im+er.ei%5es g#o0ais e im+er.ei%5es #ocais(
a' Im$erfeiç"es /#obais
Na an2#ise g#o0a# dessas estr$t$ras, sejam e#as contraventadas o$ não, deve ser considerado $m
desa+r$mo dos e#ementos verticais con.orme mostra a .ig$ra 14(
'7
'7
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 13 * Im$erfeiç"es /eom)tricas /#obais
sendo:
θ1min Z 1I'00 +ara estr$t$ras de nBs .i<osM
θ1min Z 1I400 +ara estr$t$ras de nBs mBveis e im+er.ei%5es #ocaisM
θ1min ≤ 1I200(
O desa+r$mo m:nimo =θ1min> não deve necessariamente ser s$+er+osto ao carregamento de vento( &ntre
os dois, vento e desa+r$mo, +ode ser considerado a+enas o mais des.avor2ve#, 6$e +ode ser de.inido
atrav8s do 6$e +rovoca o maior momento tota# na 0ase de constr$%ão(
b' Im$erfeiç"es #ocais
No caso de e#ementos 6$e #igam +i#ares contraventados a +i#ares de contraventamento, $s$a#mente
vigas e #ajes, deve ser considerada a tra%ão decorrente do desa+r$mo do +i#ar contraventado =ver .ig$ra
1'a>(
No caso da veri.ica%ão de $m #ance de +i#ar, deve ser considerado o e.eito do desa+r$mo o$ da .a#ta de
reti#inidade do ei<o do +i#ar =ver .ig$ras 1'0 e 1'c, res+ectivamente>(
4i/ura 14 * Im$erfeiç"es /eom)tricas #ocais
Admite!se 6$e, nos casos $s$ais, a considera%ão a+enas da .a#ta de reti#inidade ao #ongo do #ance de
+i#ar seja s$.iciente(
c' Aomento m:nimo
O momento tota# J1d,min de +rimeira ordem, isto 8, o momento de +rimeira ordem acrescido dos e.eitos
das im+er.ei%5es #ocais, deve res+eitar o va#or m:nimo dado +or:
'8
'8
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
J1d,m:n Z Nd =0,01) \ 0,041>
onde:
1 8 a a#t$ra tota# da se%ão transversa# na dire%ão considerada, em metros(
Nas estr$t$ras retic$#adas $s$ais admite!se 6$e o e.eito das im+er.ei%5es #ocais esteja atendido se .or
res+eitado esse va#or de momento tota# m:nimo( No caso de +i#ares s$0metidos G .#e<ão o0#:6$a
com+osta, esse m:nimo deve ser res+eitado em cada $ma das dire%5es +rinci+ais, se+aradamente(
11.3.3.5 Protensão
A a%ão da +rotensão deve ser considerada em todas as estr$t$ras +rotendidas, inc#$indo, a#8m dos
e#ementos +rotendidos +ro+riamente ditos, a6$e#es 6$e so.rem a a%ão indireta da +rotensão, isto 8, de
es.or%os 1i+erest2ticos de +rotensão(
O va#or da .or%a de +rotensão deve ser ca#c$#ado considerando a .or%a inicia# e as +erdas de +rotensão
con.orme esta0e#ecido no item 9(6(4(
Os es.or%os so#icitantes gerados +e#a a%ão dessa +rotensão +odem ser ca#c$#ados diretamente a +artir da
e<centricidade do ca0o na se%ão transversa# do e#emento estr$t$ra# e da .or%a de +rotensão o$ atrav8s de
$m conj$nto de cargas e<ternas e6$iva#entes, o$ ainda atrav8s da introd$%ão de de.orma%5es im+ostas
corres+ondentes ao +r8!a#ongamento das armad$ras(
11.4 ?ç"es variáveis
11.4.1 ?ç"es variáveis diretas
As a%5es vari2veis diretas são constit$:das +e#as cargas acidentais +revistas +ara o $so da constr$%ão, +e#a
a%ão do vento e da c1$va, devendo!se res+eitar as +rescri%5es .eitas +or normas 0rasi#eiras es+ec:.icas(
11.4.1.1 8ar/as acidentais $revistas $ara o uso da construção
As cargas acidentais devem ser dis+ostas nas +osi%5es mais des.avor2veis +ara o e#emento est$dado,
ressa#vadas as sim+#i.ica%5es +ermitidas +or normas 0rasi#eiras es+ec:.icas e corres+ondem norma#mente
a:
- cargas verticais de $so da constr$%ãoM
- cargas mBveis, considerando o im+acto vertica#M
- im+acto #atera#M
- .or%a #ongit$dina# de .rena%ão o$ ace#era%ãoM
- .or%a centr:.$ga(
&ssas cargas devem ser dis+ostas nas +osi%5es mais des.avor2veis +ara o e#emento est$dado, ressa#vadas
as sim+#i.ica%5es +ermitidas +or normas es+ec:.icas 0rasi#eiras(
11.4.1.2 ?ção do vento
Os es.or%os devidos G a%ão do vento devem ser considerados e determinados de acordo com o +rescrito
+e#a NBR 6124 +ermitindo!se o em+rego de regras sim+#i.icadas +revistas em normas 0rasi#eiras
es+ec:.icas(
11.4.1.3 ?ção da á/ua
O n:ve# dd2g$a caracter:stico adotado +ara c2#c$#o de reservatBrios, tan6$es, decantadores e o$tros +ode
ser ig$a# ao m2<imo com+at:ve# com o sistema de e<travasão, considerando a+enas o coe.iciente γ. Z γ.4 Z
1,2 =ver itens 11(7 e 11(8>( Nas estr$t$ras em 6$e a 2g$a de c1$va +ossa .icar retida deve ser considerada a
+resen%a de $ma #;mina de 2g$a corres+ondente ao n:ve# da drenagem e.etivamente garantida +e#a
constr$%ão(
11.4.1.4 ?ç"es variáveis durante a construção
'9
'9
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
As estr$t$ras em 6$e todas as .ases constr$tivas não ten1am s$a seg$ran%a garantida +e#a veri.ica%ão da
o0ra +ronta, devem ter, inc#$:das no +rojeto, as veri.ica%5es das .ases constr$tivas mais signi.icativas e s$a
in.#$"ncia na .ase .ina#(
A veri.ica%ão de cada $ma dessas .ases deve ser .eita considerando a +arte da estr$t$ra j2 e<ec$tada e as
estr$t$ras +rovisBrias a$<i#iares com os res+ectivos +esos +rB+rios( A#8m disso devem ser consideradas as
cargas acidentais de e<ec$%ão(
11.4.2 ?ç"es variáveis indiretas
11.4.2.1 9ariaç"es uniformes de tem$eratura
A varia%ão da tem+erat$ra da estr$t$ra, ca$sada g#o0a#mente +e#a varia%ão da tem+erat$ra da atmos.era e
+e#a inso#a%ão direta, 8 considerada $ni.orme( &#a de+ende do #oca# de im+#anta%ão da constr$%ão e das
dimens5es dos e#ementos estr$t$rais 6$e a com+5em(
-e maneira gen8rica +odem ser adotados os seg$intes va#ores:
a> +ara e#ementos estr$t$rais c$ja menor dimensão não seja s$+erior a )0 cm, deve ser considerada
$ma osci#a%ão de tem+erat$ra em torno da m8dia de 10[ a 1)[ M
0> +ara e#ementos estr$t$rais maci%os o$ ocos com os es+a%os va7ios inteiramente .ec1ados, c$ja
menor dimensão seja s$+erior a 70 cm, admite!se 6$e essa osci#a%ão seja red$7ida res+ectivamente
+ara )[ a 10[M
c> +ara e#ementos estr$t$rais c$ja menor dimensão esteja entre )0 cm e 70 cm admite!se 6$e seja .eita
$ma inter+o#a%ão #inear entre os va#ores acima indicados(
A esco#1a de $m va#or entre esses dois #imites +ode ser .eita considerando )0 N da di.eren%a entre as
tem+erat$ras m8dias de verão e inverno, no #oca# da o0ra(
&m edi.:cios de v2rios andares devem ser res+eitadas as e<ig"ncias constr$tivas +rescritas +or esta Norma
+ara 6$e sejam minimi7ados os e.eitos das varia%5es de tem+erat$ra so0re a estr$t$ra da constr$%ão(
11.4.2.2 9ariaç"es não uniformes de tem$eratura
Nos e#ementos estr$t$rais em 6$e a tem+erat$ra +ossa ter distri0$i%ão signi.icativamente di.erente da
$ni.orme, devem ser considerados os e.eitos dessa distri0$i%ão( Na .a#ta de dados mais +recisos, +ode ser
admitida $ma varia%ão #inear entre os va#ores de tem+erat$ra adotados, desde 6$e a varia%ão de
tem+erat$ra considerada entre $ma .ace e o$tra da estr$t$ra não seja in.erior a )[(
11.4.3 ?ç"es dinJmicas
L$ando a estr$t$ra, +e#as s$as condi%5es de $so, est2 s$jeita a c1o6$es o$ vi0ra%5es, os res+ectivos
e.eitos devem ser considerados na determina%ão das so#icita%5es e a +ossi0i#idade de .adiga deve ser
considerada no dimensionamento dos e#ementos estr$t$rais de acordo com a se%ão 24(
11.5 ?ç"es e6ce$cionais
No +rojeto de estr$t$ras s$jeitas a sit$a%5es e<ce+cionais de carregamento, c$jos e.eitos não +ossam ser
contro#ados +or o$tros meios, devem ser consideradas a%5es e<ce+cionais com os va#ores de.inidos, em
cada caso +artic$#ar, +or normas 0rasi#eiras es+ec:.icas(
11.% 9a#ores das aç"es
11.%.1 9a#ores caracter:sticos
Os va#ores caracter:sticos AH das a%5es são esta0e#ecido nesta se%ão em .$n%ão da varia0i#idade de s$as
intensidades(
11.%.1.1 ?ç"es $ermanentes
)0
)0
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Para as a%5es +ermanentes 6$e +rod$7am e.eitos des.avor2veis na estr$t$ra, o va#or caracter:stico
corres+onde ao 6$anti# de 9)N da res+ectiva distri0$i%ão norma# de +ro0a0i#idade =va#or caracter:stico
s$+erior, AgH,s$+>(
Para as a%5es +ermanentes 6$e +rod$7am e.eitos .avor2veis na estr$t$ra, o va#or caracter:stico
corres+onde ao 6$anti# de )N da res+ectiva distri0$i%ão norma# de +ro0a0i#idade =va#or caracter:stico
in.erior, AgH,in.>(
Para as a%5es 6$e ten1am 0ai<a varia0i#idade, di.erindo m$ito +o$co entre si os va#ores caracter:sticos
s$+erior e in.erior, adotam!se como caracter:sticos os va#ores m8dios das res+ectivas distri0$i%5es de
+ro0a0i#idade(
&sses va#ores estão de.inidos nesta se%ão o$ em normas es+ec:.icas como a NBR 6120(
11.%.1.2 ?ç"es variáveis
Os va#ores caracter:sticos das a%5es vari2veis, A6H esta0e#ecidos +or consenso e indicados em normas
es+ec:.icas, corres+ondem a va#ores 6$e t"m de 2)N a 4)N de +ro0a0i#idade de serem $#tra+assados no
sentido des.avor2ve#, d$rante $m +er:odo de )0 anos, o 6$e signi.ica 6$e o va#or caracter:stico A6H 8 o va#or
com +er:odo m8dio de retorno de 200 a 1'0 anos res+ectivamente(>
&sses va#ores estão de.inidos nesta se%ão o$ em normas es+ec:.icas como a NBR 6120(
11.%.2 9a#ores re$resentativos
As a%5es são 6$anti.icadas +or se$s va#ores re+resentativos, 6$e +odem ser:
a> os va#ores caracter:sticos con.orme de.inido em 11(6(1M
0> va#ores convencionais e<ce+cionais, 6$e são os va#ores ar0itrados +ara as a%5es e<ce+cionaisM
c> va#ores red$7idos, em .$n%ão da com0ina%ão de a%5es, tais como:
! nas veri.ica%5es de &stados 9imites e#timos, 6$ando a a%ão considerada se com0ina com a a%ão
+rinci+a#( Os va#ores red$7idos são determinados a +artir dos va#ores caracter:sticos +e#a e<+ressão
ψ0AH, 6$e considera m$ito 0ai<a a +ro0a0i#idade de ocorr"ncia sim$#t;nea dos va#ores caracter:sticos
de d$as o$ mais a%5es vari2veis de nat$re7as di.erentes =ver 11(7>M
! nas veri.ica%5es de estados #imites de servi%o( &stes va#ores red$7idos são determinados a +artir
dos va#ores caracter:sticos +e#as e<+ress5es ψ1AH e ψ2AH, 6$e estimam va#ores .re6Oentes e 6$ase
+ermanentes, res+ectivamente, de $ma a%ão 6$e acom+an1a a a%ão +rinci+a#(
11.%.3 9a#ores de cá#cu#o
Os va#ores de c2#c$#o Ad das a%5es são o0tidos a +artir dos va#ores re+resentativos, m$#ti+#icando!os +e#os
res+ectivos coe.icientes de +ondera%ão γ. de.inidos em 11(7(
11.( 8oeficientes de $onderação das aç"es
As a%5es devem ser majoradas +e#o coe.iciente γ. , c$jos va#ores encontram!se esta0e#ecidos nos itens
11(7(1 e 11(7(2:
γ. Z γ.1 γ.2 γ.4
sendo:
.` ` fg`h`o$`
onde:
γ.1 considera a varia0i#idade das a%5esM
γ.2 considera a sim$#taneidade de at$a%ão das a%5esM
)1
)1
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
γ.4 considera os desvios gerados nas constr$%5es, não e<+#icitamente considerados, e as a+ro<ima%5es
.eitas em +rojeto do +onto de vista das so#icita%5es(
11.(.1 8oeficientes de $onderação das aç"es no estado #imite 0#timo &123'
Os va#ores 0ase +ara veri.ica%ão são os a+resentados nas ta0e#as 12 e 14, +ara γ.1(γ.4 e γ.2,
res+ectivamente(
Para as +aredes estr$t$rais com es+ess$ra in.erior a 19 cm e não in.erior a 12 cm, e +ara os +i#ares com
menor dimensão in.erior a 19 cm, o coe.iciente γ. deve ser majorado +e#o coe.iciente de aj$stamento γn =ver
item 14(2(4>( &sta corre%ão se deve ao a$mento da +ro0a0i#idade de ocorr"ncia de desvios re#ativos e .a#1as
na constr$%ão(
Cabe#a 12 * 8oeficiente γf G γf1.γf3
8ombinaç"es
de aç"es
?ç"es
Permanentes
&/'
9ariáveis
&<'
Protensão
&$'
Reca#<ues de
a$oio e retração
-
1>
A G @ - A - A
;ormais 1,' 1,0 1,' 1,2 1,2 0,9 1,2 0
1s$eciais ou
de construção
1,4 1,0 1,2 1,0 1,2 0,9 1,2 0
16ce$cionais 1,2 1,0 1,0 0 1,2 0,9 0 0
- Z des.avor2ve#, A Z .avor2ve#, G Z gera#, @ Z tem+or2ria(
1>
Para as cargas +ermanentes de +e6$ena varia0i#idade, como o +eso +rB+rio das estr$t$ras,
es+ecia#mente as +r8!mo#dadas, esse coe.iciente +ode ser red$7ido +ara 1,4(
Cabe#a 13 * 9a#ores do coeficiente γf2
?ç"es γf2
ψo ψ1
1>
ψ2
8ar/as
acidentais de
edif:cios
9ocais em 6$e não 12 +redomin;ncia de
+esos de e6$i+amentos 6$e +ermanecem
.i<os +or #ongos +er:odos de tem+o, nem de
e#evadas concentra%5es de +essoas
2>
9ocais em 6$e 12 +redomin;ncia de +esos
de e6$i+amentos 6$e +ermanecem .i<os +or
#ongos +er:odos de tem+o, o$ de e#evada
concentra%ão de +essoas
4>
Bi0#ioteca, ar6$ivos, o.icinas e garagens
0,)
0,7
0,8
0,'
0,6
fg
0,4
0,'
0,6
9ento Pressão din;mica do vento nas estr$t$ras
em gera#
0,6 0,4 0
Cem$eratura Daria%5es $ni.ormes de tem+erat$ra em
re#a%ão G m8dia an$a# #oca#
0,6 0,) 0,4
1'
Para os va#ores de ψ1 re#ativos Gs +ontes e +rinci+a#mente aos +ro0#emas de .adiga, ver se%ão 24(
2>
&di.:cios residenciais(
4>
&di.:cios comerciais e de escritBrios(
Os va#ores das ta0e#as 12 e 14 +odem ser modi.icados em casos es+eciais a6$i não contem+#ados, de
acordo com a NBR 8681(
O va#or do coe.iciente de +ondera%ão, de cargas +ermanentes de mesma origem, n$m dado carregamento,
deve ser o mesmo ao #ongo de toda estr$t$ra( A Cnica e<ce%ão 8 o caso da veri.ica%ão da esta0i#idade como
cor+o r:gido(
)2
)2
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
11.(.2 8oeficientes de $onderação das aç"es no estado #imite de serviço &12S'
&m gera#, o coe.iciente de +ondera%ão das a%5es +ara estados #imites de servi%o 8 dado +e#a e<+ressão:
γ. Z 1 γ.2
onde γ.2 tem va#or vari2ve# con.orme a veri.ica%ão 6$e se deseja .a7er =ta0e#a 14>:
γ.2 Z 1 +ara com0ina%5es rarasM
γ.2 Z ψ1 +ara com0ina%5es .re6OentesM
γ.2 Z ψ2 +ara com0ina%5es 6$ase +ermanentes(
11.+ 8ombinaç"es de aç"es
11.+.1 Kenera#idades
Km carregamento 8 de.inido +e#a com0ina%ão das a%5es 6$e t"m +ro0a0i#idades não des+re7:veis de
at$arem sim$#taneamente so0re a estr$t$ra, d$rante $m +er:odo +r8 esta0e#ecido(
A com0ina%ão das a%5es deve ser .eita de .orma 6$e +ossam ser determinados os e.eitos mais
des.avor2veis +ara a estr$t$ra e a veri.ica%ão da seg$ran%a em re#a%ão aos estados #imites C#timos e aos
estados #imites de servi%o deve ser rea#i7ada em .$n%ão de com0ina%5es C#timas e com0ina%5es de
servi%o, res+ectivamente(
11.+.2 8ombinaç"es 0#timas
Kma com0ina%ão C#tima +ode ser c#assi.icada em norma#, es+ecia# o$ de constr$%ão e e<ce+ciona#(
11.+.2.1 8ombinaç"es 0#timas normais
&m cada com0ina%ão devem .ig$rar: as a%5es +ermanentes e a a%ão vari2ve# +rinci+a#, com se$s va#ores
caracter:sticos e as demais a%5es vari2veis, consideradas como sec$nd2rias, com se$s va#ores red$7idos
de com0ina%ão, con.orme NBR 8681(
11.+.2.2 8ombinaç"es 0#timas es$eciais ou de construção
&m cada com0ina%ão devem .ig$rar: as a%5es +ermanentes e a a%ão vari2ve# es+ecia#, 6$ando e<istir, com
se$s va#ores caracter:sticos e as demais a%5es vari2veis com +ro0a0i#idade não des+re7:ve# de ocorr"ncia
sim$#t;nea, com se$s va#ores red$7idos de com0ina%ão, con.orme NBR 8681(
11.+.2.3 8ombinaç"es 0#timas e6ce$cionais
&m cada com0ina%ão devem .ig$rar: as a%5es +ermanentes e a a%ão vari2ve# e<ce+ciona#, 6$ando e<istir,
com se$s va#ores re+resentativos e as demais a%5es vari2veis com +ro0a0i#idade não des+re7:ve# de
ocorr"ncia sim$#t;nea, com se$s va#ores red$7idos de com0ina%ão, con.orme NBR 8681(
11.+.2.4 8ombinaç"es 0#timas usuais
Para .aci#itar a vis$a#i7a%ão, essas com0ina%5es estão dis+ostas na ta0e#a 1'(
)4
)4
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 14 7 8ombinaç"es 0#timas
8ombinaç"es
0#timas &123'
!escrição 8á#cu#o das so#icitaç"es
;ormais
&sgotamento da
ca+acidade resistente +ara
e#ementos estr$t$rais de
concreto armado
1>
Ad Z γgAgH \ γ
εgA
εgH \ γ6 =A61H \ Σ ψojA6jH> \ γ
ε6 ψoε
A6H
&sgotamento da
ca+acidade resistente +ara
e#ementos estr$t$rais de
concreto +rotendido
-eve ser considerada, 6$ando necess2rio, a .or%a de
+rotensão como carregamento e<terno com os va#ores PHm2<
e PHmin +ara a .or%a des.avor2ve# e .avor2ve#
res+ectivamente, con.orme de.inido na se%ão 9(
Perda do e6$i#:0rio como
cor+o r:gido
* =Asd> ≥ * =And>
Asd Z γgs GsH \ Rd
And Z γgn GnH \ γ6 LnH ! γ6s Ls,min, onde: LnH Z L1H \ Σ ψoj LjH
1s$eciais ou de
construção
Ad Z γg AgH \ γ
εg A
εgH \ γ6 =A61H \ Σ ψoj A6jH> \ γ
ε6 ψoε
A
ε6H
16ce$cionais Ad Z γg AgH \ γ
εg A
εgH \ A61e<c \ γ6 Σ ψoj A6jH \ γ
ε6 ψoε
A
ε6H
Ad 8 o va#or de c2#c$#o das a%5es +ara com0ina%ão C#tima
AgH re+resenta as a%5es +ermanentes diretas
A
εH re+resenta as a%5es indiretas +ermanentes como a retra%ão A
εgH e vari2veis como a tem+erat$ra A
ε6H
A6H re+resenta as a%5es vari2veis diretas das 6$ais A61H 8 esco#1ida +rinci+a#
γg, γ
εg, γ6, γ
ε6 ? ver ta0e#a 12
ψoj, ψoε
! ver ta0e#a 14
Asd re+resenta as a%5es esta0i#i7antes
And re+resenta as a%5es não esta0i#i7antes
GsH 8 o va#or caracter:stico da a%ão +ermanente esta0i#i7ante
Rd 8 o es.or%o resistente considerado como esta0i#i7ante, 6$ando 1o$ver
GnH 8 o va#or caracter:stico da a%ão +ermanente insta0i#i7ante
m
LnHZL1H \ Σ ψojLjH
jZ2
LnH 8 o va#or caracter:stico das a%5es vari2veis insta0i#i7antes
L1H 8 o va#or caracter:stico da a%ão vari2ve# insta0i#i7ante considerada como +rinci+a#
ψoj Lj6

são as demais a%5es vari2veis insta0i#i7antes, consideradas com se$ va#or red$7ido(
Ls,min 8 o va#or caracter:stico m:nimo da a%ão vari2ve# esta0i#i7ante 6$e acom+an1a o0rigatoriamente $ma
a%ão vari2ve# insta0i#i7ante
1>
No caso gera#, devem ser consideradas inc#$sive com0ina%5es onde o e.eito .avor2ve# das cargas
+ermanentes seja red$7ido +e#a considera%ão de γg Z 1,0( No caso de estr$t$ras $s$ais de edi.:cios essas
com0ina%5es 6$e consideram γg red$7ido =1,0> não +recisam ser consideradas(
11.+.3 8ombinaç"es de serviço
11.+.3.1 8#assificação
*ão c#assi.icadas de acordo com s$a +erman"ncia na estr$t$ra e devem ser veri.icadas como esta0e#ecido
a seg$ir: (
a' <uase*$ermanentesM +odem at$ar d$rante grande +arte do +er:odo de vida da estr$t$ra e s$a
considera%ão +ode ser necess2ria na veri.ica%ão do estado #imite de de.orma%5es e<cessivas(
b' fre<NentesM se re+etem m$itas ve7es d$rante o +er:odo de vida da estr$t$ra e s$a considera%ão
+ode ser necess2ria na veri.ica%ão dos estados #imites de .orma%ão de .iss$ras, de a0ert$ra de .iss$ras
e de vi0ra%5es e<cessivas( Podem tam08m ser consideradas +ara veri.ica%5es de estados #imites de
de.orma%5es e<cessivas decorrentes de vento o$ tem+erat$ra 6$e +odem com+rometer as veda%5es(
c' rarasM ocorrem a#g$mas ve7es d$rante o +er:odo de vida da estr$t$ra e s$a considera%ão +ode ser
necess2ria na veri.ica%ão do &stado 9imite de Aorma%ão de Aiss$ras(
11.+.3.2 8ombinaç"es de serviço usuais
)'
)'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Para .aci#itar a vis$a#i7a%ão, essas com0ina%5es estão dis+ostas na ta0e#a 1)(
Cabe#a 15 7 8ombinaç"es de serviço
8ombinaç"es de
serviço &12S'
!escrição 8á#cu#o das so#icitaç"es
om0ina%5es
6$ase!
+ermanentes de
servi%o =LP>
Nas com0ina%5es 6$ase!+ermanentes de
servi%o, todas as a%5es vari2veis são
consideradas com se$s va#ores 6$ase!
+ermanentes ψ2 A6H
Ad, ser Z Σ Agi,H \ Σ ψ2j A6j,H
om0ina%5es
.re6Oentes de
servi%o =A>
Nas com0ina%5es .re6Oentes de servi%o, a a%ão
vari2ve# +rinci+a# A61 8 tomada com se$ va#or
.re6Oente ψ1 A61H e todas as demais a%5es
vari2veis são tomadas com se$s va#ores 6$ase!
+ermanentes ψ2 A6H
Ad,ser Z Σ AgiH \ ψ1 A61H \ Σ ψ2j A6jH
om0ina%5es
raras de servi%o
=R>
Nas com0ina%5es raras de servi%o, a a%ão
vari2ve# +rinci+a# A61 8 tomada com se$ va#or
caracter:stico A61H e todas as demais a%5es são
tomadas com se$s va#ores .re6Oentes Ψ1 A6H
Ad,ser Z Σ AgiH \ A61H \ Σ ψ1j A6jH
Ad,ser 8 o va#or de c2#c$#o das a%5es +ara com0ina%5es de servi%o
A61H 8 o va#or caracter:stico das a%5es vari2veis +rinci+ais diretas
ψ1 8 o .ator de red$%ão de com0ina%ão .re6Oente +ara &9*
ψ2 8 o .ator de red$%ão de com0ina%ão 6$ase!+ermanente +ara &9*
12 Resistncias
12.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
. ! Resist"ncia =ver se%ão 8>
γm1 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das resist"ncias γm 6$e considera a varia0i#idade da
resist"ncia dos materiais envo#vidos
γm2 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das resist"ncias γm 6$e considera a di.eren%a entre a
resist"ncia do materia# no cor+o!de!+rova e na estr$t$ra
γm4 ! Parte do coe.iciente de +ondera%ão das resist"ncias γm 6$e considera os desvios gerados na
constr$%ão e as a+ro<ima%5es .eitas em +rojeto do +onto de vista das resist"ncias
12.2 9a#ores caracter:sticos
Os va#ores caracter:sticos .H das resist"ncias são os 6$e, n$m #ote de materia#, t"m $ma determinada
+ro0a0i#idade de serem $#tra+assados, no sentido des.avor2ve# +ara a seg$ran%a(
Ks$a#mente 8 de interesse a resist"ncia caracter:stica in.erior .H,in.(, c$jo va#or 8 menor 6$e a resist"ncia
m8dia .m, em0ora +or ve7es 1aja interesse na resist"ncia caracter:stica s$+erior .H,s$+, c$jo va#or 8 maior 6$e
.m(
Para os e.eitos desta Norma, a resist"ncia caracter:stica in.erior 8 admitida como sendo o va#or 6$e tem
a+enas )N de +ro0a0i#idade de não ser atingido +e#os e#ementos de $m dado #ote de materia#(
12.3 9a#ores de cá#cu#o
12.3.1 Resistncia de cá#cu#o
))
))
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A resist"ncia de c2#c$#o .d 8 dada +e#a e<+ressão:
m
H
d
.
.
γ
·
12.3.2 Cens"es resistentes de cá#cu#o
As tens5es resistentes de c2#c$#o σRd o$ τRd são esta0e#ecidas +ara a determina%ão das so#icita%5es
resistentes de c2#c$#o 6$e não de+endam diretamente das resist"ncias medidas convenciona#mente em
ensaios de cor+os!de!+rova +adroni7ados dos materiais em+regados( Os va#ores de σRd e τRd são
esta0e#ecidos, em cada caso +artic$#ar, a +artir das teorias de resist"ncia dos e#ementos estr$t$rais
considerados(
12.3.3 Resistncia de cá#cu#o do concreto
No caso es+ec:.ico da resist"ncia de c2#c$#o do concreto =.cd>, a#g$ns deta#1es adicionais são necess2rios,
con.orme a seg$ir descrito:
a> 6$ando a veri.ica%ão se .a7 em data j ig$a# o$ s$+erior a 28 dias, adota!se a e<+ressão:
c
cH
cd
.
.
γ
·
Nesse caso, o contro#e da resist"ncia G com+ressão do concreto deve ser .eita aos 28 dias, de .orma a
con.irmar o va#or de .cH adotado no +rojetoM
0> 6$ando a veri.ica%ão se .a7 em data j in.erior a 28 dias, adota!se a e<+ressão:
c
cH
1
c
cHj
cd
.
.
.
γ
β ≅
γ
·
sendo β
1
a re#a%ão .cHjI.cH dada +or:
β
1
Z e<+ i s b 1 ! =28It>
1I2
c j
onde:
s Z 0,48 +ara concreto de cimento P333 e 3DM
s Z 0,2) +ara concreto de cimento P3 e 33M
s Z 0,20 +ara concreto de cimento PD!AR3(
t 8 a idade e.etiva do concreto, em dias(
&ssa veri.ica%ão deve ser .eita aos t dias, +ara as cargas a+#icadas at8 essa data(
Ainda deve ser .eita a veri.ica%ão +ara a tota#idade das cargas a+#icadas aos 28 dias(
Nesse caso, o contro#e da resist"ncia G com+ressão do concreto deve ser .eito em d$as datas: aos t dias e
aos 28 dias, de .orma a con.irmar os va#ores de .cHj e .cH adotados no +rojeto(
12.4 8oeficientes de $onderação das resistncias
As resist"ncias devem ser minoradas +e#o coe.iciente:
γm Z γm1 γm2 γm4
onde:
)6
)6
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
γm1 considera a varia0i#idade da resist"ncia dos materiais envo#vidosM
γm2 considera a di.eren%a entre a resist"ncia do materia# no cor+o!de!+rova e na estr$t$raM
γm4 considera os desvios gerados na constr$%ão e as a+ro<ima%5es .eitas em +rojeto do +onto de vista
das resist"ncias(
12.4.1 8oeficientes de $onderação das resistncias no estado #imite 0#timo &123'
Os va#ores +ara veri.ica%ão no estado #imite C#timo estão indicados na ta0e#a 16(
Cabe#a 1% * 9a#ores dos coeficientes γc e γs
8ombinaç"es 8oncreto
γc
?ço
γs
;ormais 1,' 1,1)
1s$eciais ou de construção 1,2 1,1)
16ce$cionais 1,2 1,0
Para a e<ec$%ão de e#ementos estr$t$rais nos 6$ais estejam +revistas condi%5es des.avor2veis =+or
e<em+#o, m2s condi%5es de trans+orte, o$ adensamento man$a#, o$ concretagem de.iciente +or
concentra%ão de armad$ra>, o coe.iciente γc deve ser m$#ti+#icado +or 1,1(
Para e#ementos estr$t$rais +r8!mo#dados e +r8!.a0ricados deve ser cons$#tada a NBR 9062(
Admite!se, nas o0ras de +e6$ena im+ort;ncia, o em+rego de a%o A!2) sem a rea#i7a%ão do contro#e de
6$a#idade esta0e#ecido na NBR 7'80, desde 6$e o coe.iciente de seg$ran%a +ara o a%o seja m$#ti+#icado
+or 1,1(
12.4.2 8oeficientes de $onderação das resistncias no estado #imite de serviço &12S'
Os #imites esta0e#ecidos +ara os estados #imites de servi%o =ver se%5es 17, 19 e 24>, não necessitam de
minora%ão, +ortanto, γm Z 1,0(
12.5 9erificação da se/urança
Na veri.ica%ão da seg$ran%a das estr$t$ras de concreto devem ser atendidas as condi%5es constr$tivas e
as condi%5es ana#:ticas de seg$ran%a(
12.5.1 8ondiç"es construtivas de se/urança
-evem ser atendidas as e<ig"ncias esta0e#ecidas:
! nos crit8rios de deta#1amento constantes das se%5es 18 e 20 desta NormaM
! nas normas de contro#e dos materiais, es+ecia#mente a NBR 126))M
! no contro#e de e<ec$%ão da o0ra, con.orme o Ane<o e normas 0rasi#eiras es+ec:.icas(
12.5.2 8ondiç"es ana#:ticas de se/urança
As condi%5es ana#:ticas de seg$ran%a esta0e#ecem 6$e as resist"ncias não devem ser menores 6$e as
so#icita%5es e devem ser veri.icadas em re#a%ão a todos os estados #imites e todos os carregamentos
es+eci.icados +ara o ti+o de constr$%ão considerada, o$ seja, em 6$a#6$er caso deve ser res+eitada a
condi%ão:
Rd ≥ *d
Para a veri.ica%ão do estado #imite C#timo de +erda de e6$i#:0rio como cor+o r:gido, Rd e *d devem ass$mir
os va#ores de c2#c$#o das a%5es esta0i#i7antes e desesta0i#i7antes res+ectivamente(
)7
)7
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
12.5.3 1sforços resistentes de cá#cu#o
Os va#ores de c2#c$#o dos es.or%os resistentes são determinados a +artir dos va#ores de c2#c$#o das
resist"ncias dos materiais adotados no +rojeto, o$ das tens5es resistentes de c2#c$#o como de.inido em
12(4(1(
Para a+#ica%5es es+ec:.icas, ver se%5es 17, 19 e 24(
12.5.4 1sforços so#icitantes de cá#cu#o
As so#icita%5es de c2#c$#o são ca#c$#adas, +ara a com0ina%ão de a%5es considerada, de acordo com a an2#ise estr$t$ra#
=ver se%ão 1'>(
13 2imites $ara dimens"esH des#ocamentos e aberturas de fissuras
13.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
PH ! A0ert$ra caracter:stica de .iss$ras na s$+er.:cie do concreto
13.2 !imens"es #imites
13.2.1 Introdução
A +rescri%ão de va#ores #imites m:nimos +ara as dimens5es de e#ementos estr$t$rais de concreto tem como
o0jetivo evitar $m desem+en1o inaceit2ve# +ara os e#ementos estr$t$rais e +ro+iciar condi%5es de e<ec$%ão
ade6$adas(
13.2.2 9i/as e vi/as $arede
A se%ão transversa# das vigas não deve a+resentar #arg$ra menor 6$e 12 cm, e das vigas +arede menor 6$e
1) cm( &stes #imites +odem ser red$7idos, res+eitando!se $m m:nimo a0so#$to de 10 cm em casos
e<ce+cionais sendo o0rigatoriamente res+eitadas as seg$intes condi%5es:
a> a#ojamento das armad$ras, e s$as inter.er"ncias com as armad$ras de o$tros e#ementos estr$t$rais,
res+eitando os es+a%amentos e co0ert$ras esta0e#ecidos nesta NormaM
0> #an%amento e vi0ra%ão do concreto de acordo com normas 0rasi#eiras es+ec:.icas e com +r2ticas
recomendadas =ver Ane<o >(
13.2.3 Pi#ares e $i#ares $arede
A se%ão transversa# de +i#ares não deve a+resentar dimensão menor 6$e 19 cm(
&m casos es+eciais, +ermite!se a considera%ão de dimens5es entre 19 cm e 12 cm, desde 6$e se
m$#ti+#i6$e as a%5es a serem consideradas no dimensionamento +or $m coe.iciente adiciona# γn, de acordo
com o indicado na a ta0e#a 17 e na se%ão 11(
Cabe#a 1( 7 9a#ores do coeficiente adiciona# γn
Aenor dimensão da seção do $i#ar &b'
a ≥ 19 18 17 16 1) 1' 14 12
γn
1,00 1,0) 1,10 1,1) 1,20 1,2) 1,40 1,4)
O coe.iciente γn deve majorar os es.or%os so#icitantes .inais de c2#c$#o nos +i#ares, 6$ando de se$
dimensionamento(
)8
)8
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
13.2.4 2ajes
13.2.4.1 2ajes maciças
Nas #ajes maci%as devem ser res+eitados os seg$intes #imites m:nimos +ara a es+ess$ra :
a> ) cm +ara #ajes de co0ert$ra não em 0a#an%oM
0> 7 cm +ara #ajes de +iso o$ de co0ert$ra em 0a#an%oM
c> 10 cm +ara #ajes 6$e s$+ortem ve:c$#os de +eso tota# menor o$ ig$a# a 40 HNM
d> 12 cm +ara #ajes 6$e s$+ortem ve:c$#os de +eso tota# maior 6$e 40 HNM
e> 1) cm +ara #ajes com +rotensão(
13.2.4.2 2ajes nervuradas
A es+ess$ra da mesa, 6$ando não 1o$ver t$0$#a%5es 1ori7ontais em0$tidas, deve ser maior o$ ig$a# a 1I1)
da dist;ncia entre nerv$ras e não menor 6$e 4 cm(
O va#or m:nimo a0so#$to deve ser ' cm 6$ando e<istirem t$0$#a%5es em0$tidas de di;metro m2<imo 12,)
mm(
A es+ess$ra das nerv$ras não deve ser in.erior a ) cm(
Nerv$ras com es+ess$ra menor 6$e 8 cm não devem conter armad$ra de com+ressão(
Para o +rojeto das #ajes nerv$radas devem ser o0edecidas as seg$intes condi%5es:
a> +ara #ajes com es+a%amento entre ei<os de nerv$ras menor o$ ig$a# a 60 cm, +ode ser dis+ensada a
veri.ica%ão da .#e<ão da mesa, e +ara a veri.ica%ão do cisa#1amento da região das nerv$ras, +ermite!se a
considera%ão dos crit8rios de #ajeM
0> +ara #ajes com es+a%amento entre ei<os de nerv$ras entre 60 cm e 110 cm, e<ige!se a veri.ica%ão da
.#e<ão da mesa e as nerv$ras devem ser veri.icadas ao cisa#1amento como vigasM +ermite!se essa
veri.ica%ão como #ajes se o es+a%amento entre ei<os de nerv$ras .or menor 6$e 90 cm e a es+ess$ra
m8dia das nerv$ras .or maior 6$e12 cmM
c> +ara #ajes nerv$radas com es+a%amento entre ei<os de nerv$ras maior 6$e 110 cm, a mesa deve ser
+rojetada como #aje maci%a, a+oiada na gre#1a de vigas, res+eitando!se os se$s #imites m:nimos de
es+ess$ra(
13.2.5 4uros e aberturas
L$ando .orem +revistos .$ros e a0ert$ras em e#ementos estr$t$rais se$ e.eito na resist"ncia e na
de.orma%ão deve ser veri.icado e não devem ser $#tra+assados os #imites +revistos nesta Norma,
o0edecido o dis+osto no item 21(4(
-e maneira gera# os .$ros t"m dimens5es +e6$enas em re#a%ão ao e#emento estr$t$ra# en6$anto as
a0ert$ras não( Km conj$nto de .$ros m$ito +rB<imos deve ser tratado como $ma a0ert$ra(
13.2.5.1 4uros <ue atravessam vi/as na direção de sua #ar/ura
&m 6$a#6$er caso, a dist;ncia m:nima de $m .$ro G .ace mais +rB<ima da viga deve ser no m:nimo ig$a# a )
cm e d$as ve7es o co0rimento +revisto +ara essa .ace( A se%ão remanescente nessa região, tendo sido
descontada a 2rea oc$+ada +e#o .$ro, deve ser ca+a7 de resistir aos es.or%os +revistos no c2#c$#o, a#8m de
+ermitir $ma 0oa concretagem(
-evem ser res+eitadas, sim$#taneamente, +ara dis+ensa da veri.ica%ão, as seg$intes condi%5es:
a> a0ert$ra em 7ona de tra%ão e a $ma dist;ncia da .ace do a+oio de no m:nimo 21, onde 1 8 a a#t$ra da
vigaM
)9
)9
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
0> dimensão da a0ert$ra de no m2<imo 12 cm e 1I4M
c> dist;ncia entre .aces de a0ert$ras, n$m mesmo tramo, de no m:nimo 21M
d> co0rimentos s$.icientes e não seccionamento das armad$ras =ver se%ão 7>(
13.2.5.2 ?berturas <ue atravessam #ajes na direção de sua es$essura
&m #ajes #isas o$ #ajes cog$me#o a veri.ica%ão de resist"ncia e de.orma%ão +revistas em 14(2() deve
sem+re ser rea#i7ada(
O$tros ti+os de #aje +odem ser dis+endadas dessa veri.ica%ão, devendo ser armadas em d$as dire%5es e
veri.icadas, sim$#taneamente, as seg$intes condi%5es:
a> as dimens5es da a0ert$ra devem corres+onder no m2<imo a 1I10 do vão menor =<> =ver .ig$ra 1'>M
0> a dist;ncia entre a .ace de $ma a0ert$ra e $ma 0orda #ivre da #aje deve ser ig$a# o$ menor a 1I' do
vão, na dire%ão consideradaM e
c> a dist;ncia entre .aces de a0ert$ras adjacentes deve ser maior 6$e a metade do menor vão(
4i/ura 15 * !imens"es #imites $ara aberturas de #ajes com dis$ensa de verificação
13.2.% 8ana#i@aç"es embutidas
ana#i7a%5es em0$tidas são a0ert$ras seg$ndo o ei<o #ongit$dina# de $m e#emento #inear, contidas em $m
e#emento de s$+er.:cie o$ imersas no interior de $m e#emento de vo#$me(
Os e#ementos estr$t$rais não devem conter cana#i7a%5es em0$tidas nos seg$intes casos :
a> cana#i7a%5es sem iso#amento ade6$ado o$ veri.ica%ão es+ecia# 6$ando destinadas a +assagem de
.#$:dos com tem+erat$ra 6$e se a.aste de mais de 1)[ da tem+erat$ra am0ienteM
0> cana#i7a%5es destinadas a s$+ortar +ress5es internas maiores 6$e 0,4 JPaM
c> cana#i7a%5es em0$tidas em +i#ares de concreto, 6$er imersas no materia# o$ em es+a%os va7ios
internos ao e#emento estr$t$ra#, sem a e<ist"ncia de a0ert$ras +ara drenagem(
13.3 !es#ocamentos #imites
-es#ocamentos #imites são va#ores +r2ticos $ti#i7ados +ara veri.ica%ão em servi%o do estado #imite de
de.orma%5es e<cessivas da estr$t$ra( Para os e.eitos desta Norma são c#assi.icados nos 6$atro gr$+os
02sicos a seg$ir re#acionados e devem o0edecer aos #imites esta0e#ecidos na ta0e#a 18:
a> aceitabi#idade sensoria#M caracteri7ado +or vi0ra%5es indesej2veis o$ e.eito vis$a# desagrad2ve#( A
#imita%ão da .#ec1a +ara +revenir essas vi0ra%5es, em sit$a%5es es+eciais de $ti#i7a%ão, deve ser
rea#i7ada como esta0e#ecido na se%ão 24M
60
60
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
0> efeitos es$ec:ficosM os des#ocamentos +odem im+edir a $ti#i7a%ão ade6$ada da constr$%ãoM
c> efeitos em e#ementos não estruturaisM des#ocamentos estr$t$rais +odem ocasionar o ma$
.$ncionamento de e#ementos 6$e, a+esar 6$e não .a7erem +arte da estr$t$ra, estão a e#a #igadosM
d> efeitos em e#ementos estruturaisM os des#ocamentos +odem a.etar o com+ortamento do e#emento
estr$t$ra#, +rovocando a.astamento em re#a%ão Gs 1i+Bteses de c2#c$#o adotadas( *e os
des#ocamentos .orem re#evantes +ara o e#emento considerado, se$s e.eitos so0re as tens5es o$
so0re a esta0i#idade da estr$t$ra devem ser considerados, incor+orando!as ao mode#o estr$t$ra#
adotado(
Cabe#a 1+ * 2imites $ara des#ocamentos
Ci$o de
des#ocamento
Ra@ão da #imitação 16em$#o !es#ocamento a
considerar
!es#ocamento
#imite
?ceitabi#idade
sensoria#
Dis$a# -es#ocamentos
vis:veis em
e#ementos
estr$t$rais
@ota# I2)0
O$tro Di0ra%5es sentidas
no +iso
-evidos a cargas
acidentais
I4)0
1strutura em
serviço
*$+er.:cies 6$e
devem drenar 2g$a
o0ert$ras e
varandas
@ota# I2)0
1>
Pavimentos 6$e
devem +ermanecer
+#anos
Gin2sios e +istas de
0o#ic1e
@ota# I4)0 \ contra!
.#ec1a
2>

Ocorrido a+Bs a
constr$%ão do +iso
I600
&#ementos 6$e
s$+ortam
e6$i+amentos
sens:veis
9a0oratBrios Ocorrido a+Bs
nive#amento do
e6$i+amento
-e acordo com
recomenda%ão
do .a0ricante do
e6$i+amento
1feitos em
e#ementos não
estruturais
Paredes
A#venaria, cai<i#1os
e revestimentos
A+Bs a constr$%ão
da +arede
I)00
4>
o$
10 mm o$
θZ0,0017 rad
'>
-ivisBrias #eves e
cai<i#1os
te#escB+icos
Ocorrido a+Bs a
insta#a%ão da
divisBria
I2)0
4>
o$
2) mm
Jovimento #atera#
de edi.:cios
Provocado +e#a
a%ão do vento +ara
com0ina%ão
.re6Oente =ψ1Z0,20>
SI2)00 o$
SiI12)0
)>
entre
+avimentos
6>
Jovimentos
t8rmicos verticais
Provocado +or
di.eren%a de
tem+erat$ra
I'00
7>
o$
1) mm
Aorros
Jovimentos
t8rmicos 1ori7ontais
Provocado +or
di.eren%a de
tem+erat$ra
SiI)00
Revestimentos
co#ados
Ocorrido a+Bs
constr$%ão do .orro
I4)0
Revestimentos
+end$rados o$ com
j$ntas
-es#ocamento
ocorrido a+Bs
constr$%ão do .orro
I17)
Ponte ro#ante -esa#in1amento de
tri#1os
-es#ocamento
+rovocado +e#as
a%5es decorrentes
da .rena%ão
SI'00
1feitos em
e#ementos
estruturais
A.astamento em
re#a%ão Gs 1i+Bteses
de c2#c$#o adotadas
*e os des#ocamentos .orem re#evantes +ara o e#emento
considerado, se$s e.eitos so0re as tens5es o$ so0re a
esta0i#idade da estr$t$ra devem ser considerados,
incor+orando!as ao mode#o estr$t$ra# adotado(
61
61
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
@a0e#a 18I contin$a%ão
O0serva%5es:
a> @odos os va#ores #imites de des#ocamentos s$+5em e#ementos de vão  s$+ortados em am0as as
e<tremidades +or a+oios 6$e não se movem( L$ando se tratar de 0a#an%os, o vão e6$iva#ente a
ser considerado deve ser o do0ro do com+rimento do 0a#an%o(
0> Para o caso de e#ementos de s$+er.:cie, os #imites +rescritos consideram 6$e o va#or  8 o menor
vão, e<ceto em casos de veri.ica%ão de +aredes e divisBrias, onde interessa a dire%ão na 6$a# a
+arede o$ divisBria se desenvo#ve, #imitando!se esse va#or a d$as ve7es o vão menor(
c> O des#ocamento tota# deve ser o0tido a +artir da com0ina%ão das a%5es caracter:sticas
+onderadas +e#os coe.icientes de acom+an1amento de.inidos na se%ão 11(
d> -es#ocamentos e<cessivos +odem ser +arcia#mente com+ensados +or contra.#ec1as(
NO@A*:
1>
As s$+er.:cies devem ser s$.icientemente inc#inadas o$ o des#ocamento +revisto com+ensado +or
contra.#ec1as, de modo a não se ter acCm$#o de 2g$a(
2>
Os des#ocamentos +odem ser +arcia#mente com+ensados +e#a es+eci.ica%ão de contra.#ec1as(
&ntretanto, a at$a%ão iso#ada da contra.#ec1a não +ode ocasionar $m desvio do +#ano maior 6$e
I4)0(
4>
O vão  deve ser tomado na dire%ão na 6$a# a +arede o$ a divisBria se desenvo#ve(
'>
Rota%ão nos e#ementos 6$e s$+ortam +aredes(
)>
S 8 a a#t$ra tota# do edi.:cio e Si o desn:ve# entre dois +avimentos vi7in1os(
6>
&ste #imite a+#ica!se ao des#ocamento #atera# entre dois +avimentos consec$tivos devido G at$a%ão
de a%5es 1ori7ontais( Não devem ser inc#$:dos os des#ocamentos devidos a de.orma%5es a<iais nos
+i#ares( O #imite tam08m se a+#ica +ara o des#ocamento vertica# re#ativo das e<tremidades de #int8is
conectados a d$as +aredes de contraventamento, 6$ando Si re+resenta o com+rimento do #inte#(
7>
O va#or  re.ere!se G dist;ncia entre o +i#ar e<terno e o +rimeiro +i#ar interno(
13.4 8ontro#e da fissuração e $roteção das armaduras
13.4.1 Introdução
A .iss$ra%ão em e#ementos estr$t$rais de concreto armado 8 inevit2ve#, devido G grande varia0i#idade e G
0ai<a resist"ncia do concreto G tra%ão, mesmo so0 as a%5es de servi%o =$ti#i7a%ão>, va#ores cr:ticos de
tens5es de tra%ão são atingidos( Disando o0ter 0om desem+en1o re#acionado G +rote%ão das armad$ras
6$anto G corrosão e G aceita0i#idade sensoria# dos $s$2rios, 0$sca!se contro#ar a a0ert$ra dessas .iss$ras(
Nas estr$t$ras com armad$ras ativas =concreto +rotendido> e<iste tam08m, com menor +ro0a0i#idade, a
+ossi0i#idade de a+arecimento de .iss$ras( Nesse caso as .iss$ras +odem ser mais nocivas, +ois e<iste a
+ossi0i#idade de corrosão so0 tensão das armad$ras(
-e maneira gera# a +resen%a de .iss$ras com a0ert$ras 6$e res+eitem os #imites dados em 14('(2, em
estr$t$ras 0em +rojetadas, constr$:das e s$0metidas Gs cargas +revistas na norma#i7a%ão, não denotam
+erda de d$ra0i#idade o$ +erda de seg$ran%a 6$anto aos estados #imites C#timos(
As .iss$ras +odem ainda ocorrer +or o$tras ca$sas, como retra%ão +#2stica t8rmica o$ devido a rea%5es
6$:micas internas do concreto nas +rimeiras idades, devendo ser evitadas o$ #imitadas +or c$idados
tecno#Bgicos, es+ecia#mente na de.ini%ão do tra%o e na c$ra do concreto(
13.4.2 2imites $ara fissuração e $roteção das armaduras <uanto B durabi#idade
62
62
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A a0ert$ra m2<ima caracter:stica PH das .iss$ras, desde 6$e não e<ceda va#ores da ordem de 0,4 mm a 0,'
mm, so0 a%ão das com0ina%5es .re6Oentes, não tem im+ort;ncia signi.icativa na corrosão das armad$ras
+assivas(
omo +ara as armad$ras ativas e<iste a +ossi0i#idade da corrosão so0 tensão, estes #imites devem ser mais
restritos e .$n%ão direta da agressividade do am0iente dada +e#a c#asse de agressividade am0ienta# =ver
se%ão 6>(
Na ta0e#a 19 são dados va#ores #imites da a0ert$ra #imite caracter:stica PH das .iss$ras assim como o$tras
+rovid"ncias visando garantir +rote%ão ade6$ada das armad$ras 6$anto G corrosão( &ntretanto, devido ao
est2gio at$a# dos con1ecimentos e da a#ta varia0i#idade das grande7as envo#vidas, esses #imites devem ser
vistos a+enas como crit8rios +ara $m +rojeto ade6$ado de estr$t$ras(
&m0ora as estimativas de a0ert$ra de .iss$ras .eitas em 7(6 devam res+eitar esses #imites, não se deve
es+erar 6$e as a0ert$ras de .iss$ras reais corres+ondam estritamente aos va#ores estimados, isto 8,
.iss$ras reais +odem event$a#mente $#tra+assar esses #imites(
Cabe#a 1- 7 16i/ncias de durabi#idade re#acionadas B fissuração e B $roteção da armaduraH em
função das c#asses de a/ressividade ambienta#
Ci$o de concreto
estrutura#
8#asse de a/ressividade
ambienta# &8??' e ti$o de
$roteção
16i/ncias re#ativas B
fissuração
8ombinação de aç"es
em serviço a uti#i@ar
8oncreto sim$#es AA 3 a AA 3D Não 12 !!
8oncreto armado AA 3 &9*!k PH ≤ 0,' mm om0ina%ão .re6Oente
AA 33 a AA 3D &9*!k PH ≤ 0,4 mm om0ina%ão .re6Oente
8oncreto $rotendido
n:ve# 1
&$rotensão $arcia#'
Pr8 tra%ão com AA 3
o$
PBs tra%ão com AA 3 e 33
&9*!k PH ≤ 0,2 mm om0ina%ão .re6Oente
8oncreto $rotendido
n:ve# 2
&$rotensão #imitada'
Pr8 tra%ão com AA 33
o$
PBs tra%ão com AA 333 e 3D
Deri.icar as d$as condi%5es a0ai<o
&9*!A om0ina%ão .re6Oente
&9*!-l om0ina%ão 6$ase
+ermanente
8oncreto $rotendido
n:ve# 3
&$rotensão com$#eta'
Pr8 tra%ão com AA 333 e 3D
Deri.icar as d$as condi%5es a0ai<o
&9*!A om0ina%ão rara
&9*!-l om0ina%ão .re6Oente
As de.ini%5es de &9*!k, &9*!A e &9*!- encontram!se no item 4(2 (
Para as c#asses de agressividade am0ienta# AA!333 e 3D e<ige!se 6$e as cordoa#1as não aderentes ten1am
+rote%ão es+ecia# na região de s$as ancoragens(
l A crit8rio do +rojetista, o &9*!- +ode ser s$0stit$:do +e#o &9*!-P com a+ Z 2) mm =.ig$ra 1>(
13.4.3 8ontro#e da fissuração <uanto B aceitabi#idade sensoria# e a uti#i@ação
No caso das .iss$ras a.etarem a .$nciona#idade da estr$t$ra, como, +or e<em+#o, no caso da estan6$eidade
de reservatBrios, devem ser adotados #imites menores +ara as a0ert$ras das .iss$ras( Para contro#es mais
e.etivos da .iss$ra%ão nestas estr$t$ras 8 conveniente a $ti#i7a%ão da +rotensão(
Por contro#e de .iss$ra%ão 6$anto G aceita0i#idade sensoria#, entende!se a sit$a%ão em 6$e as .iss$ras
+assam a ca$sar descon.orto +sico#Bgico aos $s$2rios, em0ora não re+resentem +erda de seg$ran%a da
estr$t$ra( 9imites mais severos de a0ert$ras de .iss$ras +odem ser esta0e#ecidos com o +ro+riet2rio da
o0ra, devendo, +or8m, ser considerado o +oss:ve# a$mento signi.icativo do c$sto da estr$t$ra(
14 ?ná#ise estrutura#
14.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
64
64
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
a ! -ist;ncia entre se%5es de momento .#etor n$#o
0e. ! 9arg$ra e.etiva
0. ! 9arg$ra co#a0orante da mesa de $ma viga
0P ! 9arg$ra da a#ma de $ma viga
d ! A#t$ra Cti#
0 ! -ist;ncia entre .aces de dois a+oios consec$tivos
e ! om+rimento e6$iva#ente do e#emento com+rimido =+i#ar>, s$+osto vinc$#ado em am0as as
e<tremidades
rin. ! Rigide7 de tramo in.erior de +i#ar em $ma #iga%ão tramo in.erior de +i#ar ! viga ? tramo s$+erior de
+i#ar
rs$+ ! Rigide7 de tramo s$+erior de +i#ar em $ma #iga%ão tramo in.erior de +i#ar ! viga ? tramo s$+erior de
+i#ar
rvig ! Rigide7 de $ma viga em $ma #iga%ão tramo in.erior de +i#ar ! viga ! tramo s$+erior de +i#ar
t ! om+rimento do a+oio +ara#e#o ao vão da viga ana#isada
< ! A#t$ra da #in1a ne$tra
θ+
! Rota%ão +#2stica
∆J ! Parce#a de momento red$7ida no arredondamento
14.2 Princ:$ios /erais da aná#ise estrutura#
14.2.1 Objetivo da aná#ise estrutura#
O o0jetivo da an2#ise estr$t$ra# 8 determinar os e.eitos das a%5es em $ma estr$t$ra, com a .ina#idade de
e.et$ar veri.ica%5es de estados #imites C#timos e de servi%o(
A an2#ise estr$t$ra# +ermite esta0e#ecer as distri0$i%5es de es.or%os internos, tens5es, de.orma%5es e
des#ocamentos, em $ma +arte o$ em toda a estr$t$ra(
14.2.2 Premissas necessárias B aná#ise estrutura#
A an2#ise deve ser .eita com $m mode#o estr$t$ra# rea#ista, 6$e +ermita re+resentar de maneira c#ara todos
os camin1os +ercorridos +e#as a%5es at8 os a+oios da estr$t$ra e 6$e +ermita tam08m re+resentar a
res+osta não #inear dos materiais(
&m casos mais com+#e<os a intera%ão so#o!estr$t$ra deve ser contem+#ada +e#o mode#o(
No caso da a+#ica%ão da +rotensão, deve!se garantir des#oca0i#idade ade6$ada G s$a rea#i7a%ão e.etiva,
minimi7ando a transmissão não desejada +ara e#ementos adjacentes(
An2#ises #ocais com+#ementares devem ser e.et$adas nos casos em 6$e a 1i+Btese da se%ão +#ana não se
a+#ica =ver se%5es 21 e 22>(
An2#ises #ocais com+#ementares tam08m devem ser e.et$adas 6$ando a não #inearidade introd$7ida +e#a
.iss$ra%ão .or im+ortante, como +or e<em+#o na ava#ia%ão das .#ec1as(
14.3 Oi$,tese básicas
14.3.1 8ondiç"es de e<ui#:brio
6'
6'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
As condi%5es de e6$i#:0rio devem ser necessariamente res+eitadas(
As e6$a%5es de e6$i#:0rio +odem ser esta0e#ecidas com 0ase na geometria inde.ormada da estr$t$ra =teoria
de +rimeira ordem>, e<ceto nos casos em 6$e os des#ocamentos a#terem de maneira signi.icativa os
es.or%os internos =teoria de seg$nda ordem, ver se%ão 1)>(
14.3.2 8ondiç"es de com$atibi#idade
L$ando as condi%5es de com+ati0i#idade não .orem veri.icadas no estado #imite considerado, devem ser
adotadas medidas 6$e garantam d$ti#idade ade6$ada da estr$t$ra no estado #imite C#timo, resg$ardado $m
desem+en1o ade6$ado nos estados #imites de servi%o(
14.3.3 8arre/amento monotFnico
Admite!se carregamento monotXnico at8 o estado #imite considerado, nas estr$t$ras $s$ais, desde 6$e a
res+osta a cic#os de carga e descarga, em servi%o, não so#icite o concreto a tens5es de com+ressão acima
de 0,) .cH(
14.4 1#ementos estruturais
As estr$t$ras +odem ser idea#i7adas como a com+osi%ão de e#ementos estr$t$rais 02sicos, c#assi.icados e
de.inidos de acordo com a s$a .orma geom8trica e a s$a .$n%ão estr$t$ra#, con.orme itens 1'('(1 e 1'('(2(
14.4.1 1#ementos #ineares
*ão a6$e#es em 6$e o com+rimento #ongit$dina# s$+era em +e#o menos tr"s ve7es a maior dimensão da
se%ão transversa#, sendo tam08m denominados 0arras( -e acordo com a s$a .$n%ão estr$t$ra# rece0em as
designa%5es de 1'('(1(1 a 1'('(1('(
14.4.1.1 9i/as
&#ementos #ineares em 6$e a .#e<ão 8 +re+onderante(
14.4.1.2 Pi#ares
&#ementos #ineares de ei<o reto, $s$a#mente dis+ostos na vertica#, em 6$e as .or%as normais de
com+ressão são +re+onderantes(
14.4.1.3 Cirantes
&#ementos #ineares de ei<o reto em 6$e as .or%as normais de tra%ão são +re+onderantes(
14.4.1.4 ?rcos
&#ementos #ineares c$rvos em 6$e as .or%as normais de com+ressão são +re+onderantes, agindo o$ não
sim$#taneamente com es.or%os so#icitantes de .#e<ão, c$jas a%5es estão contidas em se$ +#ano(
14.4.2 1#ementos de su$erf:cie
&#ementos em 6$e $ma dimensão, $s$a#mente c1amada es+ess$ra, 8 re#ativamente +e6$ena em .ace das
demais, +odendo rece0er as designa%5es a+resentadas em 1'('(2(1 a 1'('(2('(
14.4.2.1 P#acas
&#ementos de s$+er.:cie +#ana s$jeitos +rinci+a#mente a a%5es normais a se$ +#ano( As +#acas de concreto
são $s$a#mente denominadas #ajes( P#acas com es+ess$ra maior 6$e 1I4 do vão devem ser est$dadas
como +#aca es+essa(
14.4.2.2 8=a$as
&#ementos de s$+er.:cie +#ana s$jeitos +rinci+a#mente a a%5es contidas em se$ +#ano( As c1a+as de
concreto em 6$e o vão .or menor 6$e tr"s ve7es a maior dimensão da se%ão transversa# são $s$a#mente
denominadas vigas!+arede(
6)
6)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
14.4.2.3 8ascas
&#ementos de s$+er.:cie não +#ana(
14.4.2.4 Pi#ares*$arede
&#ementos de s$+er.:cie +#ana o$ casca ci#:ndrica, $s$a#mente dis+ostos na vertica# e s$0metidos
+re+onderantemente G com+ressão( Podem ser com+ostos +or $ma o$ mais s$+er.:cies associadas( Para
6$e se ten1a $m +i#ar!+arede, em a#g$ma dessas s$+er.:cies, a menor dimensão deve ser menor 6$e 1I) da
maior, am0as consideradas na se%ão transversa# do e#emento estr$t$ra#(
14.5 Ci$os de aná#ise estrutura#
Para a sit$a%ão de +rojeto a an2#ise estr$t$ra# +ode ser e.et$ada +or $m dos m8todos a+resentados de
1'()(1 a 1'()(), 6$e se di.erenciam +e#o com+ortamento admitido +ara os materiais constit$intes da
estr$t$ra, não +erdendo de vista em cada caso as #imita%5es corres+ondentes(
Para sit$a%5es de veri.ica%5es de +rojetos o$ o0ras j2 e<ec$tadas, não con.ormidades identi.icadas atrav8s
de $m desses mode#os de an2#ise estr$t$ra# não serão aceitas como im+$gna%5es( Para aceita%ão desse
+rojeto o$ o0ra 8 s$.iciente mostrar a con.ormidade com a norma +or $m dos o$tros mode#os de an2#ise
estr$t$ra#(
@odos esses mode#os admitem, +ara e.eito dessa se%ão, 6$e os des#ocamentos da estr$t$ra são +e6$enos(
14.5.1 ?ná#ise #inear
Admite!se com+ortamento e#2stico!#inear +ara os materiais(
Na an2#ise g#o0a# as caracter:sticas geom8tricas +odem ser determinadas +e#a se%ão 0r$ta de concreto dos
e#ementos estr$t$rais( &m an2#ises #ocais +ara c2#c$#o dos des#ocamentos, na event$a#idade da .iss$ra%ão
esta deve ser considerada(
Os va#ores +ara o mBd$#o de e#asticidade e o coe.iciente de Poisson devem ser adotados de acordo com o
a+resentado em 8(2(8, devendo , em +rinc:+io, ser considerado o mBd$#o de e#asticidade secante &cs(
Os res$#tados de $ma an2#ise #inear são $s$a#mente em+regados +ara a veri.ica%ão de estados #imites de
servi%o(
/ +oss:ve# estender os res$#tados +ara veri.ica%5es de estado #imite C#timo, mesmo com tens5es e#evadas,
desde 6$e se garanta a d$ti#idade dos e#ementos estr$t$rais(
14.5.2 ?ná#ise #inear com redistribuição
Na an2#ise #inear com redistri0$i%ão, os e.eitos das a%5es, determinados em $ma an2#ise #inear, são
redistri0$:dos na estr$t$ra, +ara as com0ina%5es de carregamento do &9K(
Neste caso as condi%5es de e6$i#:0rio e de d$ti#idade devem ser o0rigatoriamente satis.eitas(
@odos os es.or%os internos devem ser reca#c$#ados de modo a garantir o e6$i#:0rio de cada $m dos
e#ementos estr$t$rais e da estr$t$ra como $m todo( Os e.eitos de redistri0$i%ão devem ser considerados em
todos os as+ectos do +rojeto estr$t$ra#, inc#$sive as condi%5es de ancoragem e corte de armad$ras e os
es.or%os a ancorar(
$idados es+eciais devem ser tomados com re#a%ão a carregamentos de grande varia0i#idade(
As veri.ica%5es de com0ina%5es de carregamento de &9* o$ de .adiga +odem ser 0aseadas na an2#ise #inear sem
redistri0$i%ão( -e $ma maneira gera# 8 desej2ve# 6$e não 1aja redistri0$i%ão de es.or%os em servi%o(
14.5.3 ?ná#ise $#ástica
A an2#ise estr$t$ra# 8 denominada +#2stica 6$ando as não #inearidades +$derem ser consideradas
admitindo!se materiais de com+ortamento r:gido!+#2stico +er.eito o$ e#asto!+#2stico +er.eito(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A an2#ise +#2stica de estr$t$ras retic$#adas não +ode ser adotada 6$ando:
a> se consideram os e.eitos de seg$nda ordem g#o0a#M
0> não 1o$ver s$.iciente d$ti#idade +ara 6$e as con.ig$ra%5es adotadas sejam atingidas(
No caso de carregamento c:c#ico, com +ossi0i#idade de .adiga, deve!se evitar o c2#c$#o +#2stico,
o0servando!se as +rescri%5es contidas na se%ão 24(
14.5.4 ?ná#ise não*#inear
Na an2#ise não #inear se considera o com+ortamento não!#inear dos materiais(
@oda a geometria da estr$t$ra, 0em como todas as s$as armad$ras, +recisam ser con1ecidas +ara 6$e a an2#ise não!
#inear +ossa ser e.et$ada, +ois a res+osta da estr$t$ra de+ende de como e#a .oi armada(
ondi%5es de e6$i#:0rio, de com+ati0i#idade e de d$ti#idade devem ser necessariamente satis.eitas( An2#ises
não!#ineares +odem ser adotadas tanto +ara veri.ica%5es de estados #imites C#timos como +ara veri.ica%5es
de estados #imites de servi%o(
14.5.5 ?ná#ise atrav)s de mode#os f:sicos
Na an2#ise atrav8s de mode#os .:sicos, o com+ortamento estr$t$ra# 8 determinado a +artir de ensaios
rea#i7ados com mode#os .:sicos de concreto, considerando os crit8rios de seme#1an%a mec;nica(
A metodo#ogia em+regada nos e<+erimentos deve asseg$rar a +ossi0i#idade de o0ter a correta inter+reta%ão dos
res$#tados(
Neste caso, a inter+reta%ão dos res$#tados deve ser j$sti.icada +or mode#o teBrico do e6$i#:0rio nas se%5es
cr:ticas e an2#ise estat:stica dos res$#tados(
*e .or +oss:ve# $ma ava#ia%ão ade6$ada da varia0i#idade dos res$#tados, +ode!se adotar as margens de
seg$ran%a +rescritas nesta Norma, con.orme as se%5es 10 e 11( aso contr2rio, 6$ando sB .or +oss:ve#
ava#iar o va#or m8dio dos res$#tados, deve ser am+#iada a margem de seg$ran%a re.erida nesta Norma,
co0rindo a .avor da seg$ran%a as varia0i#idades ava#iadas +or o$tros meios(
O0rigatoriamente devem ser o0tidos res$#tados +ara todos os estados #imites C#timos e de servi%o a serem
em+regados na an2#ise da estr$t$ra(
@odas as a%5es, condi%5es e +oss:veis in.#$"ncias 6$e +ossam ocorrer d$rante a vida da estr$t$ra devem
ser convenientemente re+rod$7idas nos ensaios(
&ste ti+o de an2#ise 8 a+ro+riada 6$ando os mode#os de c2#c$#o são ins$.icientes o$ estejam .ora do esco+o
da +resente Norma(
Para o caso de +rovas de carga devem ser atendidas as +rescri%5es da se%ão 2)(
14.% 1struturas de e#ementos #ineares
14.%.1 Oi$,teses básicas
&str$t$ras o$ +artes de estr$t$ras 6$e +ossam ser assimi#adas a e#ementos #ineares =vigas, +i#ares, tirantes,
arcos, +Brticos, gre#1as, tre#i%as>, +odem ser ana#isadas admitindo!se as seg$intes 1i+Bteses:
a> man$ten%ão da se%ão +#ana a+Bs a de.orma%ãoM
0> re+resenta%ão dos e#ementos +or se$s ei<os #ongit$dinaisM
c> com+rimento #imitado +e#o centro de a+oios o$ +e#o cr$7amento com o ei<o de o$tro e#emento
estr$t$ra#(
14.%.2 8aracteri@ação da /eometria
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67
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
14.%.2.1 Crec=os r:/idos
Os trec1os de e#ementos #ineares +ertencentes a região com$m ao cr$7amento de dois o$ mais e#ementos
+odem ser considerados como r:gidos =nBs de dimens5es .initas>, da maneira como se i#$stra na .ig$ra 16(
4i/ura 1% * Crec=os r:/idos
14.%.2.2 2ar/ura co#aborante de vi/as de seção C
L$ando a estr$t$ra .or mode#ada sem a considera%ão a$tom2tica da a%ão conj$nta de #ajes e vigas, esse
e.eito +ode ser considerado mediante a ado%ão de $ma #arg$ra co#a0orante da #aje associada G viga,
com+ondo $ma se%ão transversa# @(
A considera%ão da se%ão @ +ode ser .eita +ara esta0e#ecer as distri0$i%5es de es.or%os internos, tens5es,
de.orma%5es e des#ocamentos na estr$t$ra, de $ma .orma mais rea#ista(
A #arg$ra co#a0orante 0. deve ser dada +e#a #arg$ra da viga 0P acrescida de no m2<imo 10N da dist;ncia mam
entre +ontos de momento .#etor n$#o, +ara cada #ado da viga em 6$e 1o$ver #aje co#a0orante(
A dist;ncia mam +ode ser estimada, em .$n%ão do com+rimento  do tramo considerado, como se a+resenta
a seg$ir:
- viga sim+#esmente a+oiada((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((a Z 1,00 
- tramo com momento em $ma sB e<tremidade(((((((((((((((((((((((((((((a Z 0,7) 
- tramo com momentos nas d$as e<tremidades(((((((((((((((((((((((((((((a Z 0,60 
- tramo em 0a#an%o((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((a Z 2,00 
A#ternativamente o cXm+$to da dist;ncia mam +ode ser .eito o$ veri.icado mediante e<ame dos diagramas de
momentos .#etores na estr$t$ra(
No caso de vigas cont:n$as, +ermite!se ca#c$#2!#as com $ma #arg$ra co#a0orante Cnica +ara todas as
se%5es, inc#$sive nos a+oios so0 momentos negativos, desde 6$e e#a seja ca#c$#ada a +artir do trec1o de
momentos +ositivos onde res$#te m:nima(
-evem ser res+eitados os #imites 01 e 04 con.orme indicado na .ig$ra 17(

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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 1( * 2ar/ura de mesa co#aborante
L$ando a #aje a+resentar a0ert$ras o$ interr$+%5es na região da mesa co#a0orante, a varia%ão da #arg$ra
e.etiva =0e.> da mesa deve res+eitar o m2<imo 0. e #imita%5es im+ostas +e#as a0ert$ras con.orme mostra a
.ig$ra 18(
4i/ura 1+ * 2ar/ura efetiva com abertura
14.%.2.3 A:su#as e variaç"es bruscas de seç"es
Na ocorr"ncia de m:s$#a o$ varia%ão 0r$sca de se%ão transversa#, sB deve ser considerada como +arte
e.etiva da se%ão a6$e#a indicada na .ig$ra 19(
4i/ura 1- * ?#tura e #ar/ura efetivas de uma seção transversa#
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
14.%.2.4 9ãos efetivos de vi/as
O vão e.etivo +ode ser ca#c$#ado +or:
e. Z 0 \ a1 \ a2
om a1 ig$a# ao menor va#or entre =t1 e 1> e a2 ig$a# ao menor va#or entre =t2 e 1>,con.orme .ig$ra 20(
a' ?$oio de vão e6tremo b' ?$oio de vão intermediário
4i/ura 2. 7 9ão efetivo
14.%.3 ?rredondamento do dia/rama de momentos f#etores
O diagrama de momentos .#etores +ode ser arredondado so0re os a+oios e +ontos de a+#ica%ão de .or%as
consideradas como concentradas( &sse arredondamento +ode ser .eito de maneira a+ro<imada con.orme
indicado na .ig$ra 21(
4i/ura 21 * ?rredondamento de dia/rama de momentos f#etores
14.%.4 ?ná#ise #inear com ou sem redistribuição
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A+#icam!se Gs estr$t$ras de e#ementos #ineares as condi%5es gerais e<+ressas em 1'()(1 e 1'()(2 e as
condi%5es es+ec:.icas a+resentadas de 1'(6('(1 a 1'(6('(4(
14.%.4.1 9a#ores de ri/ide@
Para o c2#c$#o da rigide7 dos e#ementos estr$t$rais +ermite!se, como a+ro<ima%ão, tomar o mBd$#o de
e#asticidade secante =&cs> =ver item 8(2(8> e o momento de in8rcia da se%ão 0r$ta de concreto(
Para veri.ica%ão das .#ec1as devem o0rigatoriamente ser consideradas a .iss$ra%ão e a .#$"ncia $sando, +or
e<em+#o, o crit8rio do item 17(4(1(1(
14.%.4.2 Restriç"es $ara a redistribuição
As redistri0$i%5es de momentos .#etores e torsores em +i#ares, e#ementos #ineares com +re+onder;ncia de
com+ressão e conso#os sB +odem ser adotadas 6$ando .orem decorrentes de redistri0$i%5es de momentos
de vigas 6$e a e#es se #ig$em(
L$ando .orem $ti#i7ados +rocedimentos a+ro<imados, a+enas $ma +e6$ena redistri0$i%ão 8 +ermitida em
estr$t$ras de nBs mBveis, ver 1'(6('(4(
As redistri0$i%5es im+#:citas em $ma an2#ise de seg$nda ordem devem ser rea#i7adas de acordo a se%ão
1)(
14.%.4.3 2imites $ara redistribuição de momentos e condiç"es de duti#idade
A ca+acidade de rota%ão dos e#ementos estr$t$rais 8 .$n%ão da +osi%ão da #in1a ne$tra no &9K( L$anto
menor 8 <Id, maior 8 essa ca+acidade(
Para me#1orar a d$ti#idade das estr$t$ras nas regi5es de a+oio das vigas o$ de #iga%5es com o$tros
e#ementos estr$t$rais, mesmo 6$ando não .orem .eitas redistri0$i%5es de es.or%os so#icitantes, a +osi%ão da
#in1a ne$tra no &9K deve o0edecer aos seg$intes #imites seg$intes:
a> <Id ≤ 0,)0 +ara concretos com .cH ≤ 4) JPaM o$
0> <Id ≤ 0,'0 +ara concretos com .cH > 4) JPa(
&sses #imites +odem ser a#terados se .orem $ti#i7ados deta#1es es+eciais de armad$ras, como +or e<em+#o
os 6$e +rod$7em con.inamento nessas regi5es(
L$ando .or e.et$ada $ma redistri0$i%ão, red$7indo!se $m momento .#etor de J +ara δJ, em $ma
determinada se%ão transversa#, a re#a%ão entre o coe.iciente de redistri0$i%ão δ e a +osi%ão da #in1a ne$tra
nessa se%ão <Id, +ara o momento red$7ido δJ, devem ser dada +or:
a> δ ≥ 0,'' \ 1,2) <Id +ara concretos com .cH ≤ 4) JPaM o$
0> δ ≥ 0,)6 \ 1,2) <Id +ara concretos com .cH > 4) JPa(
O coe.iciente de redistri0$i%ão deve, ainda, o0edecer aos seg$intes #imites:
a> δ ≥ 0,90 +ara estr$t$ras de nBs mBveisM
0> δ ≥ 0,7) em 6$a#6$er o$tro caso(
Pode ser adotada redistri0$i%ão .ora dos #imites esta0e#ecidos nesta Norma, desde 6$e a estr$t$ra seja
ca#c$#ada mediante o em+rego de an2#ise não!#inear o$ de an2#ise +#2stica, com veri.ica%ão e<+#:cita da
ca+acidade de rota%ão de rBt$#as +#2sticas(
14.%.5 ?ná#ise $#ástica
Para veri.ica%5es de estados #imites C#timos +ode ser e.et$ada a an2#ise +#2stica da estr$t$ra, com a
sim$#a%ão de rBt$#as +#2sticas #oca#i7adas nas se%5es cr:ticas(
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/ o0rigatBria a veri.ica%ão das rota%5es nas rBt$#as +#2sticas, corres+ondentes aos mecanismos adotados,
6$e não +odem s$+erar a ca+acidade de rota%ão +#2stica das se%5es transversais corres+ondentes(
&sse #imite, .$n%ão da +ro.$ndidade da #in1a ne$tra na se%ão +ara o momento considerado na rBt$#a, +ode
ser determinado atrav8s da .ig$ra 22, +ara ra7ão aId ig$a# a 6 =onde: a 8 a dist;ncia entre +ontos de
momento n$#o da região 6$e cont8m a se%ão +#asti.icada>( Para o$tras re#a%5es aId, m$#ti+#icar os va#ores
e<tra:dos da .ig$ra +or: 6 I > d I a = (
4i/ura 22 * 8a$acidade de rotação de r,tu#as $#ásticas
A veri.ica%ão da ca+acidade de rota%ão de rBt$#as +#2sticas deve ser .eita +ara cada $ma das com0ina%5es
de carregamento consideradas(
14.%.% ?ná#ise não*#inear
An2#ises não!#ineares são +ermitidas tanto +ara veri.ica%5es de estados #imites C#timos como +ara
veri.ica%5es de estados #imites de servi%o(
14.%.( 1struturas usuais de edif:cios * ?$ro6imaç"es $ermitidas
14.%.(.1 9i/as cont:nuas
Pode ser $ti#i7ado o mode#o c#2ssico de viga cont:n$a, sim+#esmente a+oiada nos +i#ares, +ara o est$do das
cargas verticais, o0servando!se a necessidade das seg$intes corre%5es adicionais:
a> não devem ser considerados momentos +ositivos menores 6$e os 6$e se o0teriam se 1o$vesse
engastamento +er.eito da viga nos a+oios internosM
0> 6$ando a viga .or so#id2ria com o +i#ar intermedi2rio e a #arg$ra do a+oio, medida na dire%ão do ei<o
da viga, .or maior 6$e a 6$arta +arte da a#t$ra do +i#ar, não +ode ser considerado momento negativo de
va#or a0so#$to menor do 6$e o de engastamento +er.eito nesse a+oioM
c> 6$ando não .or rea#i7ado o c2#c$#o e<ato da in.#$"ncia da so#idariedade dos +i#ares com a viga deve
ser considerado, nos a+oios e<ternos, momento .#etor ig$a# ao momento de engastamento +er.eito
m$#ti+#icado +e#os coe.icientes esta0e#ecidos nas seg$intes e6$a%5es:
! na viga:
s$+
r
in.
r
vig
r
s$+
r
in.
r
+ +
+
! no tramo s$+erior do +i#ar:
s$+
r
in.
r
vig
r
s$+
r
+ +
72
72
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
! no tramo in.erior do +i#ar:
s$+
r
in.
r
vig
r
in.
r
+ +
onde:
ri 8 a rigide7 do e#emento i no nB considerado, ava#iada con.orme indicado na .ig$ra 24(
L$ando .or o caso, na 1i+Btese de c2#c$#o, o engastamento +er.eito da viga deve ser s$0stit$:do +or $ma
artic$#a%ão(
4i/ura 23 * ?$ro6imação em a$oios e6tremos
A#ternativamente o mode#o de viga cont:n$a +ode ser me#1orado, considerando!se a so#idariedade dos
+i#ares com a viga, mediante a introd$%ão da rigide7 G .#e<ão dos +i#ares e<tremos e intermedi2rios(
A ade6$a0i#idade do mode#o em+regado deve ser veri.icada mediante an2#ise c$idadosa dos res$#tados
o0tidos(
$idados devem ser tomados +ara garantir o e6$i#:0rio de momentos nos nBs viga!+i#ar, es+ecia#mente nos
mode#os mais sim+#es como o de vigas cont:n$as(
14.%.(.2 Kre#=as e $,rticos es$eciais
Os +avimentos dos edi.:cios +odem ser mode#ados como gre#1as, +ara est$do das cargas verticais,
considerando!se a rigide7 G .#e<ão dos +i#ares de maneira an2#oga G 6$e .oi +rescrita +ara as vigas
cont:n$as(
-e maneira a+ro<imada nas gre#1as e nos +Brticos es+eciais +ode!se red$7ir a rigide7 G tor%ão das vigas
+or .iss$ra%ão $ti#i7ando!se 1)N da rigide7 e#2stica, e<ceto +ara os e#ementos estr$t$rais com +rotensão
#imitada o$ com+#eta =n:veis 2 o$ 4>(
Per.is a0ertos de +arede .ina +odem ser mode#ados considerando o dis+osto no item 17()(
14.%.(.3 8onsideração de car/as variáveis
Para estr$t$ras de edi.:cios em 6$e a carga vari2ve# seja no m2<imo ig$a# a 20N da carga tota#, a an2#ise
estr$t$ra# +ode ser rea#i7ada sem a considera%ão de a#tern;ncia de cargas(
14.%.(.4 1strutura de contraventamento #atera#
A #aje de $m +avimento +ode ser considerada como $ma c1a+a tota#mente r:gida em se$ +#ano, desde 6$e
não a+resente grandes a0ert$ras e c$jo #ado maior do ret;ng$#o circ$nscrito ao +avimento em +#anta não
s$+ere em tr"s ve7es o #ado menor(
14.( 1struturas com e#ementos de $#aca
14.(.1 Oi$,teses básicas
&str$t$ras de +#acas +odem ser ana#isadas admitindo!se as seg$intes 1i+Bteses:
74
74
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
a> man$ten%ão da se%ão +#ana a+Bs a de.orma%ão, em .ai<as s$.icientemente estreitasM
0> re+resenta%ão dos e#ementos +or se$ +#ano m8dio(
14.(.2 8aracteri@ação da /eometria
14.(.2.1 A:su#as e variaç"es bruscas de es$essuras
A a#t$ra e.etiva a ser considerada 8 mostrada na .ig$ra 19(
14.(.2.2 9ãos efetivos de #ajes ou $#acas
L$ando os a+oios +$derem ser considerados s$.icientemente r:gidos 6$anto G trans#a%ão vertica#, o vão
e.etivo deve ser ca#c$#ado +e#a seg$inte e<+ressão:
e. Z 0 \ a1 \ a2
Os va#ores de a1 e a2, em cada e<tremidade do vão, +odem ser determinados +e#os va#ores a+ro+riados de
ai na .ig$ra 20(
14.(.3 ?ná#ise #inear com ou sem redistribuição
A+#icam!se Gs estr$t$ras de +#acas m8todos 0aseados na teoria da e#asticidade, com coe.iciente de Poisson
ig$a# a 0,2(
-evem ser atendidas as condi%5es gerais e<+ressas em 1'()(1 e 1'()(2 e as condi%5es es+ec:.icas
a+resentadas de 1'(7(4(1 a 1'(7(4(2(
14.(.3.1 9a#ores de ri/ide@
Para veri.ica%ão do estado #imite de de.orma%ão e<cessiva +odem ser $ti#i7ados va#ores de rigide7 do
&st2dio 3, considerando o mBd$#o de e#asticidade secante do concreto, desde 6$e os momentos .#etores
sejam menores 6$e o de .iss$ra%ão(
Os event$ais e.eitos de .iss$ra%ão e de.orma%ão #enta devem ser considerados de .orma an2#oga aos
+rocedimentos e<+ostos na se%ão 17(
14.(.3.2 Redistribuição de momentos e condiç"es de duti#idade
L$ando .or e.et$ada $ma redistri0$i%ão, a re#a%ão entre o coe.iciente δ =con.orme 1'(6('(4> e a +osi%ão da
#in1a ne$tra 8 dada +or:
• δ ≥ 0,'' \ 1,2) <Id +ara concretos com .cH ≤ 4) JPaM
• δ ≥ 0,)6 \ 1,2) <Id +ara concretos com .cH > 4) JPa(
O coe.iciente de redistri0$i%ão deve, ainda, o0edecer ao #imite δ ≥ 0,7)(
14.(.4 ?ná#ise $#ástica
Para a considera%ão do estado #imite $#timo, a an2#ise de es.or%os +ode ser rea#i7ada atrav8s da teoria das
c1arneiras +#2sticas(
Para garantia de condi%5es a+ro+riadas de d$ti#idade, dis+ensando a veri.ica%ão e<+#:cita da ca+acidade de
rota%ão +#2stica, +rescrita no item 1'(6(), deve!se ter a +osi%ão da #in1a ne$tra #imitada em:
<Id ≤ 0,40
Na .a#ta de me#1ores dados e<+erimentais, deve ser adotada, +ara #ajes retang$#ares, ra7ão m:nima de
1,):1 entre momentos de 0orda =com contin$idade e a+oio indes#oc2ve#> e momentos no vão(
7'
7'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
$idados es+eciais devem ser tomados em re#a%ão G .iss$ra%ão e veri.ica%ão das .#ec1as no &9*,
+rinci+a#mente 6$ando se adota a re#a%ão entre momentos, m$ito di.erente da 6$e res$#ta de $ma an2#ise
e#2stica(
14.(.5 ?ná#ise não*#inear
An2#ises não!#ineares são +ermitidas tanto +ara veri.ica%5es de &stados 9imites e#timos como +ara
veri.ica%5es de &stados 9imites de *ervi%o(
14.(.% 2ajes maciças
14.(.%.1 Reaç"es de a$oio
Para o c2#c$#o das rea%5es de a+oio das #ajes maci%as retang$#ares com carga $ni.orme +odem ser .eitas
as seg$intes a+ro<ima%5es:
a> as rea%5es em cada a+oio são as corres+ondentes Gs cargas at$antes nos tri;ng$#os o$ tra+87ios
determinados atrav8s das c1arneiras +#2sticas corres+ondentes G an2#ise e.etivada com os crit8rios do
item 1'(7(', sendo 6$e essas rea%5es +odem ser, de maneira a+ro<imada, consideradas $ni.ormemente
distri0$:das so0re os e#ementos estr$t$rais 6$e #1es servem de a+oioM
0> 6$ando a an2#ise +#2stica não .or e.et$ada, as c1arneiras +odem ser a+ro<imadas +or retas
inc#inadas, a +artir dos v8rtices com os seg$intes ;ng$#os:
− ')[ entre dois a+oios do mesmo ti+oM
− 60[ a +artir do a+oio considerado engastado, se o o$tro .or considerado sim+#esmente a+oiadoM
− 90[ a +artir do a+oio, 6$ando a 0orda vi7in1a .or #ivre(
14.(.%.2 ?$ro6imaç"es $ara dia/ramas de momentos f#etores
L$ando 1o$ver +redomin;ncia de cargas +ermanentes, as #ajes vi7in1as +odem ser consideradas como
iso#adas, rea#i7ando!se com+ati0i#i7a%ão dos momentos so0re os a+oios de .orma a+ro<imada(
No caso de an2#ise +#2stica, a com+ati0i#i7a%ão +ode ser rea#i7ada mediante a#tera%ão das ra75es entre
momentos de 0orda e vão, em +rocedimento iterativo, at8 a o0ten%ão de va#ores e6$i#i0rados nas 0ordas(
Permite!se, sim+#i.icadamente, a ado%ão do maior va#or de momento negativo ao inv8s de e6$i#i0rar os
momentos de #ajes di.erentes so0re $ma 0orda com$m(
14.(.( 2ajes nervuradas
9ajes nerv$radas são as #ajes mo#dadas no #oca# o$ com nerv$ras +r8!mo#dadas, c$ja 7ona de tra%ão 8
constit$:da +or nerv$ras entre as 6$ais +ode ser co#ocado materia# inerte(
As #ajes com nerv$ras +r8!mo#dadas devem atender adiciona#mente Gs +rescri%5es de norma 0rasi#eira
es+ec:.ica(
@odas as +rescri%5es anteriores re#ativas Gs estr$t$ras de e#ementos +#aca +odem ser consideradas v2#idas
desde 6$e sejam o0edecidas as condi%5es do item 14(2('(2( Na .a#ta de res$#tados mais +recisos, a rigide7
G tor%ão deve ser considerada n$#a na determina%ão dos se$s es.or%os so#icitantes e des#ocamentos(
L$ando essas 1i+Bteses não .orem veri.icadas deve!se ana#isar a #aje nerv$rada considerando a ca+a como
#aje maci%a a+oiada em gre#1a de vigas(
14.(.+ 2ajes #isas e co/ume#o
9ajes cog$me#o são #ajes a+oiadas diretamente em +i#ares, com ca+it8is, en6$anto #ajes #isas são as
a+oiadas nos +i#ares sem ca+it8is(
7)
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A an2#ise estr$t$ra# de #ajes #isas e cog$me#o deve ser rea#i7ada mediante em+rego de +rocedimento
n$m8rico ade6$ado, +or e<em+#o, di.eren%as .initas, e#ementos .initos e e#ementos de contorno(
Nos casos em 6$e os +i#ares estiverem dis+ostos em .i#as ortogonais, de maneira reg$#ar e com vãos +o$co
di.erentes, o c2#c$#o dos es.or%os +ode ser rea#i7ado +e#o +rocesso e#2stico a+ro<imado, com redistri0$i%ão,
6$e consiste em adotar em cada dire%ão +Brticos mC#ti+#os, +ara o0ten%ão dos es.or%os so#icitantes(
Para cada +Brtico deve ser considerada a carga tota#( A distri0$i%ão dos momentos, o0tida em cada dire%ão,
seg$ndo as .ai<as indicadas na .ig$ra 2' deve ser .eita da seg$inte maneira:
a> ')N dos momentos +ositivos +ara as d$as .ai<as internasM
0> 27,)N dos momentos +ositivos +ara cada $ma das .ai<as e<ternasM
c> 2)N dos momentos negativos +ara as d$as .ai<as internasM
d> 47,)N dos momentos negativos +ara cada $ma das .ai<as e<ternas(
-evem ser c$idadosamente est$dadas as #iga%5es das #ajes com os +i#ares, com es+ecia# aten%ão nos
casos em 6$e não 1aja simetria de .orma o$ de carregamento da #aje em re#a%ão ao a+oio(
O0rigatoriamente devem ser considerados os momentos de #iga%ão entre #aje e +i#ares e<tremos(
A +$n%ão deve ser veri.icada de acordo com o item 19()(
4i/ura 24 * 4ai6as de #aje $ara distribuição dos esforços nos $,rticos m0#ti$#os
14.+ 1struturas contendo outros e#ementos
14.+.1 9i/as $arede e $i#ares $arede
Para vigas +arede o$ +i#ares +arede +odem ser $ti#i7adas a an2#ise #inear o$ a an2#ise não!#inear(
A an2#ise #inear, na maioria dos casos, deve ser rea#i7ada com o em+rego de +rocedimento n$m8rico
ade6$ado, como +or e<em+#o, di.eren%as .initas, e#ementos .initos e e#ementos de contorno(
Para a considera%ão de $ma viga +arede o$ $m +i#ar +arede como com+onente de $m sistema estr$t$ra#,
+ermite!se re+resent2!#o +or e#emento #inear, desde 6$e se considere a de.orma%ão +or cisa#1amento, e $m
aj$ste de s$a rigide7 G .#e<ão +ara o com+ortamento rea#(
14.+.2 I#ocos
Para os 0#ocos +odem ser $ti#i7adas a an2#ise #inear, a an2#ise +#2stica o$ a an2#ise não!#inear(
A an2#ise #inear, na maioria dos casos, deve ser rea#i7ada com o em+rego de +rocedimento n$m8rico
ade6$ado, como +or e<em+#o, di.eren%as .initas e e#ementos .initos(
15 Instabi#idade e efeitos de se/unda ordem
15.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
e1 ! &<centricidade de 1U ordem =não inc#$i a e<centricidade acidenta#>
ec ! &<centricidade devida ao .enXmeno de .#$"ncia
=&3>sec ! Rigide7 secante
=&3>e6 ! Rigide7 e6$iva#ente
JYid ! Jomento .#etor de 1U ordem, de c2#c$#o, na .ai<a i, dire%ão Y
α ! Par;metro de insta0i#idade
γ7 ! oe.iciente de majora%ão dos es.or%os g#o0ais .inais de 1U ordem +ara o0ten%ão dos .inais de 2U
ordem
κ ! Rigide7 secante adimensiona#
λ1 ! Da#or #imite +ara :ndice de es0e#te7 =contem+#a e<centricidade acidenta# do +i#ar>
θ1 ! -esa+r$mo de $m e#emento vertica# cont:n$o
! -esa+r$mo em $m #ance de +i#ar de a#t$ra 
15.2 8am$o de a$#icação e conceitos fundamentais
&sta se%ão se a+#ica +rinci+a#mente a estr$t$ras constit$:das +or 0arras s$0metidas G .#e<ão com+osta,
onde a contri0$i%ão da tor%ão, nos e.eitos de 2U ordem, +ossa ser des+re7ada(
Os +rinc:+ios desta se%ão +odem ser a+#icados a o$tros ti+os de e#ementos estr$t$rais, como cascas,
+aredes e vigas!+arede(
Nas estr$t$ras de concreto armado o estado #imite C#timo de insta0i#idade 8 atingido sem+re 6$e, ao crescer
a intensidade do carregamento e +ortanto das de.orma%5es, 12 e#ementos s$0metidos a .#e<o!com+ressão
em 6$e o a$mento da ca+acidade resistente +assa a ser in.erior ao a$mento da so#icita%ão(
&<istem nas estr$t$ras tr"s ti+os de insta0i#idade:
a> nas estr$t$ras sem im+er.ei%5es geom8tricas iniciais, +ode 1aver =+ara casos es+eciais de
carregamento> +erda de esta0i#idade +or 0i.$rca%ão do e6$i#:0rio =.#am0agem>M
0> em sit$a%5es +artic$#ares =estr$t$ras a0atidas>, +ode 1aver +erda de esta0i#idade sem 0i.$rca%ão do
e6$i#:0rio +or +assagem 0r$sca de $ma con.ig$ra%ão +ara o$tra reversa da anterior =+onto #imite com
reversão>M
c> em estr$t$ras de materia# de com+ortamento não!#inear, com im+er.ei%5es geom8tricas iniciais, não 12
+erda de esta0i#idade +or 0i.$rca%ão do e6$i#:0rio, +odendo, no entanto, 1aver +erda de esta0i#idade
6$ando, ao crescer a intensidade do carregamento, o a$mento da ca+acidade resistente da estr$t$ra
+assa a ser menor do 6$e o a$mento da so#icita%ão =+onto #imite sem reversão>(
Os casos a> e 0> +odem ocorrer +ara estr$t$ras de materia# de com+ortamento #inear o$ não!#inear(
&.eitos de 2U ordem são a6$e#es 6$e se somam aos o0tidos n$ma an2#ise de +rimeira ordem =em 6$e o
e6$i#:0rio da estr$t$ra 8 est$dado na con.ig$ra%ão geom8trica inicia#>, 6$ando a an2#ise do e6$i#:0rio +assa
a ser e.et$ada considerando a con.ig$ra%ão de.ormada(
77
77
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Os e.eitos de 2P ordem, em c$ja determina%ão deve ser considerado o com+ortamento não!#inear dos
materiais, +odem ser des+re7ados sem+re 6$e não re+resentem acr8scimo s$+erior a 10N nas rea%5es e
nas so#icita%5es re#evantes da estr$t$ra(
15.3 Princ:$io básico de cá#cu#o
A an2#ise estr$t$ra# com e.eitos de 2P ordem deve asseg$rar 6$e, +ara as com0ina%5es mais des.avor2veis
das a%5es de c2#c$#o, não ocorra +erda de esta0i#idade, nem esgotamento da ca+acidade resistente de
c2#c$#o(
A não!#inearidade .:sica, +resente nas estr$t$ras de concreto armado, deve ser o0rigatoriamente
considerada(
A de.orma0i#idade dos e#ementos deve ser ca#c$#ada com 0ase nos diagramas tensão!de.orma%ão dos
materiais de.inidos na se%ão 8( A tensão de +ico do concreto deve ser ig$a# a 1,10 . cd, j2 inc#$:do o e.eito de
carga mantida =ROsc1>, e a do a%o ig$a# a .Yd, com os va#ores de γc e γs $ti#i7ados +ara o &9K(
A veri.ica%ão da ca+acidade resistente deve ser .eita con.orme +rescri%5es da se%ão 17(
Poss:veis incerte7as nas caracter:sticas dos a+oios da estr$t$ra e na de.orma0i#idade destas devem ser
consideradas na an2#ise(
15.3.1 Re#aç"es momento*curvatura
O +rinci+a# e.eito da não!#inearidade +ode, em gera#, ser considerado atrav8s da constr$%ão da re#a%ão
momento!c$rvat$ra +ara cada se%ão, com armad$ra s$+osta con1ecida, e +ara o va#or da .or%a norma#
at$ante(
Pode ser considerada tam08m a .orm$#a%ão de seg$ran%a em 6$e se ca#c$#am os e.eitos de 2U ordem das
cargas majoradas de γ.Iγ.4 6$e +osteriormente são majorados de γ.4, com γ.4 Z 1,1, com as seg$intes
e6$a%5es:
*d,tot Z 1,10 *d =A>
sendo:
A A
10 , 1
A
1,10
A
6jH oj
n
2
61H
.
gH
.
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸
Ψ +
γ
+
γ
·

Para esco#1a da com0ina%ão de a%5es e dos coe.icientes γ. e ψ0 ver a se%ão 11(
Assim, a re#a%ão momento!c$rvat$ra a+resenta o as+ecto da .ig$ra 2)(
4i/ura 25 7 Re#ação momento*curvatura
78
78
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A c$rva c1eia AB, 6$e, a .avor da seg$ran%a, +ode ser #ineari7ada +e#a reta AB, 8 $ti#i7ada no c2#c$#o das
de.orma%5es(
A c$rva tracejada, o0tida com os va#ores de c2#c$#o das resist"ncias do concreto e do a%o, 8 $ti#i7ada
somente +ara de.inir os es.or%os resistentes JRd e NRd =Ponto de J2<imo>(
A reta AB 8 caracteri7ada +e#a rigide7 secante =&3>sec, 6$e +ode ser $ti#i7ada em +rocessos a+ro<imados
+ara .#e<ão com+osta norma# o$ o0#:6$a(
-e.ine!se como rigide7 secante adimensiona# κ o va#or dado +or:
> . 1 A I= > &3 =
cd
2
c sec
· κ
onde:
1 8 a a#t$ra da se%ão considerada
&sse va#or da rigide7 secante adimensiona# +ode ser co#ocado, em conj$nto com os va#ores C#timos de NRd e
JRd, em 20acos de intera%ão .or%a norma#!momento .#etor(
15.3.2 Im$erfeiç"es /eom)tricas
As im+er.ei%5es geom8tricas =g#o0a# e #oca#> devem ser consideradas de acordo com o +rescrito em
11(4(4('(
15.4 !efiniç"es e c#assificação das estruturas
15.4.1 1feitos /#obaisH #ocais e #oca#i@ados de 2P ordem
*o0 a a%ão das cargas verticais e 1ori7ontais, os nBs da estr$t$ra des#ocam!se 1ori7onta#mente( Os
es.or%os de seg$nda ordem decorrentes desses des#ocamentos são c1amados e.eitos g#o0ais de 2P ordem(
Nas 0arras da estr$t$ra, como $m #ance de +i#ar, os res+ectivos ei<os não se mant"m reti#:neos, s$rgindo a:
e.eitos #ocais de 2P ordem 6$e, em +rinc:+io, a.etam +rinci+a#mente os es.or%os so#icitantes ao #ongo de#as(
&m +i#ares +arede =sim+#es o$ com+ostos> +ode!se ter $ma região 6$e a+resenta não reti#inidade maior do
6$e a do ei<o do +i#ar como $m todo( Nessas regi5es s$rgem e.eitos de 2U ordem maiores, c1amados de
e.eito de 2U ordem #oca#i7ados =ver .ig$ra 26>( O e.eito de 2U ordem #oca#i7ado a#8m de a$mentar nesta
região a .#e<ão #ongit$dina#, a$menta tam08m a .#e<ão transversa#, 1avendo a necessidade de a$mentar os
estri0os nestas regi5es(
4i/ura 2% 7 1feitos de 2P ordem #oca#i@ados
15.4.2 1struturas de n,s fi6os e estruturas de n,s moveis
As estr$t$ras são consideradas +ara e.eito de c2#c$#o como de nBs .i<os 6$ando os des#ocamentos
1ori7ontais dos nBs são +e6$enos, e, +or decorr"ncia, os e.eitos g#o0ais de 2P ordem são des+re7:veis
79
79
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
=in.eriores a 10N dos res+ectivos es.or%os de 1P ordem>( Nessas estr$t$ras, 0asta considerar os e.eitos
#ocais e #oca#i7ados de 2P ordem(
As estr$t$ras de nBs mBveis são a6$e#as onde os des#ocamentos 1ori7ontais não são +e6$enos e, em
decorr"ncia, os e.eitos g#o0ais de 2P ordem são im+ortantes =s$+eriores a 10N dos res+ectivos es.or%os de
1P ordem>( Nessas estr$t$ras devem ser considerados tanto os es.or%os de 2P ordem g#o0ais como os #ocais
e #oca#i7ados(
@odavia 12 estr$t$ras em 6$e os des#ocamentos 1ori7ontais são grandes e 6$e, não o0stante, dis+ensam a
considera%ão dos e.eitos de 2P ordem +or serem +e6$enas e +ortanto +e6$enos os acr8scimos dos
des#ocamentos +rod$7idos +or e#asM isso +ode acontecer, +or e<em+#o, em +ostes e em certos +i#ares de
+ontes e de ga#+5es ind$striais(
15.4.3 8ontraventamento
Por conveni"ncia de an2#ise, 8 +oss:ve# identi.icar, dentro da estr$t$ra, s$0!estr$t$ras 6$e, devido G s$a
grande rigide7 a a%5es 1ori7ontais, resistem G maior +arte dos es.or%os decorrentes dessas a%5es( &ssas
s$0!estr$t$ras são c1amadas s$0!estr$t$ras de contraventamento(
Os e#ementos 6$e não +artici+am da s$0!estr$t$ra de contraventamento são c1amados e#ementos
contraventados(
As s$0!estr$t$ras de contraventamento +odem ser de nBs .i<os o$ de nBs moveis, de acordo com as
de.ini%5es de 1)('(2(
15.4.4 1#ementos iso#ados
*ão considerados e#ementos iso#ados, os seg$intes:
a> os e#ementos estr$t$rais isost2ticosM
0> os e#ementos contraventadosM
c> os e#ementos das estr$t$ras de contraventamento de nBs .i<osM
d> os e#ementos das s$0!estr$t$ras de contraventamento de nBs moveis desde 6$e, aos es.or%os nas
e<tremidades, o0tidos n$ma an2#ise de 1P ordem, sejam acrescentados os determinados +or an2#ise
g#o0a# de 2P ordem(
15.5 !is$ensa da consideração dos esforços /#obais de 2P ordem
Os +rocessos a+ro<imados, a+resentados em 1)()(1 e 1)()(2, +odem ser $ti#i7ados +ara veri.icar a
+ossi0i#idade de dis+ensa da considera%ão dos es.or%os g#o0ais de 2P ordem, o$ seja, +ara indicar se a
estr$t$ra +ode ser c#assi.icada como de nBs .i<os, sem necessidade de c2#c$#o rigoroso(
15.5.1 ParJmetro de instabi#idade
Kma estr$t$ra retic$#ada sim8trica +ode ser considerada como sendo de nBs .i<os se se$ +ar;metro de
insta0i#idade α .or menor 6$e o va#or α1 con.orme a e<+ressão:
> 3 I=& N S
c cs H tot
· α
sendo:
α1Z0,2\ 0,1n se: n ≤ 4
α1Z0,6 se: n ≥ '
onde:
n 8 o nCmero de n:veis de 0arras 1ori7ontais =andares> acima da .$nda%ão o$ de $m n:ve# +o$co
des#oc2ve# do s$0so#oM
80
80
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Stot 8 a a#t$ra tota# da estr$t$ra, medida a +artir do to+o da .$nda%ão o$ de $m n:ve# +o$co des#oc2ve# do
s$0so#oM
NH 8 a somatBria de todas as cargas verticais at$antes na estr$t$ra =a +artir do n:ve# considerado +ara o
c2#c$#o de Stot>, com se$ va#or caracter:sticoM
&cs3c re+resenta a somatBria dos va#ores de rigide7 de todos os +i#ares na dire%ão considerada( No caso
de estr$t$ras de +Brticos, de tre#i%as o$ mistas, o$ com +i#ares de rigide7 vari2ve# ao #ongo da a#t$ra,
+ode ser considerado o va#or da e<+ressão &cs3c de $m +i#ar e6$iva#ente de se%ão constante(
NO@A: Na an2#ise de esta0i#idade g#o0a# +ode ser adotado o va#or do mBd$#o de e#asticidade o$ mBd$#o de
de.orma%ão tangente inicia# dado em 8(2(8(
O va#or de 3c deve ser ca#c$#ado considerando as se%5es 0r$tas dos +i#ares(
A rigide7 do +i#ar e6$iva#ente deve ser determinada da seg$inte .orma:
− ca#c$#ar o des#ocamento do to+o da estr$t$ra de contraventamento, so0 a a%ão do carregamento
1ori7onta#M
− ca#c$#ar a rigide7 de $m +i#ar e6$iva#ente de se%ão constante, engastado na 0ase e #ivre no to+o, de
mesma a#t$ra Stot , ta# 6$e, so0 a a%ão do mesmo carregamento, so.ra o mesmo des#ocamento no to+o(
O va#or #imite α1 Z 0,6 +rescrito +ara n ≥ ' 8, em gera#, a+#ic2ve# Gs estr$t$ras $s$ais de edi.:cios( Pode ser
adotado +ara associa%5es de +i#ares!+arede, e +ara +Brticos associados a +i#ares!+arede( Pode ser
a$mentado +ara α1 Z 0,7 no caso de contraventamento constit$:do e<c#$sivamente +or +i#ares!+arede, e
deve ser red$7ido +ara α1 Z 0,) 6$ando sB 1o$ver +Brticos(
15.5.2 8oeficiente γ@
O coe.iciente γ7 de ava#ia%ão da im+ort;ncia dos es.or%os de seg$nda ordem g#o0a# 8 v2#ido +ara estr$t$ras
retic$#adas de no m:nimo 6$atro andares( &#e +ode ser determinado a +artir dos res$#tados de $ma an2#ise
#inear de +rimeira ordem, +ara cada caso de carregamento, adotando!se os va#ores de rigide7 dados em
1)(7(2(
O va#or de γ7 +ara cada com0ina%ão de carregamento 8 dado +e#a e<+ressão:

J
J
1
1
d , tot , 1
d , tot
7


· γ
onde:
J1,tot,d 8 o momento de tom0amento, o$ seja, a soma dos momentos de todas as .or%as 1ori7ontais da
com0ina%ão considerada, com se$s va#ores de c2#c$#o, em re#a%ão G 0ase da estr$t$raM
∆Jtot,d 8 a soma dos +rod$tos de todas as .or%as verticais at$antes na estr$t$ra, na com0ina%ão
considerada, com se$s va#ores de c2#c$#o, +e#os des#ocamentos 1ori7ontais de se$s res+ectivos +ontos
de a+#ica%ão, o0tidos da an2#ise de 1P ordemM
onsidera!se 6$e a estr$t$ra 8 de nBs .i<os se .or o0edecida a condi%ão: γ7 ≤ 1,1(
15.% ?ná#ise de estruturas de n,s fi6os
Nas estr$t$ras de nBs .i<os, o c2#c$#o +ode ser rea#i7ado considerando cada e#emento com+rimido
iso#adamente, como 0arra vinc$#ada nas e<tremidades aos demais e#ementos estr$t$rais 6$e a#i concorrem,
onde se a+#icam os es.or%os o0tidos +e#a an2#ise da estr$t$ra e.et$ada seg$ndo a teoria de 1P ordem(
A an2#ise dos e.eitos #ocais de 2P ordem deve ser rea#i7ada de acordo com o esta0e#ecido no item 1)(8(
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*o0 a a%ão de .or%as 1ori7ontais, a estr$t$ra 8 sem+re ca#c$#ada como des#oc2ve#( O .ato de a estr$t$ra ser
c#assi.icada como sendo de nBs .i<os dis+ensa a+enas a considera%ão dos es.or%os g#o0ais de 2P ordem(
O com+rimento e6$iva#ente e do e#emento com+rimido =+i#ar>, s$+osto vinc$#ado em am0as as
e<tremidades, deve ser o menor dos seg$intes va#ores:
e Z 0 \ 1
e Z 
onde:
0 8 a dist;ncia entre as .aces internas dos e#ementos estr$t$rais, s$+ostos 1ori7ontais, 6$e vinc$#am o
+i#arM
1 8 a a#t$ra da se%ão transversa# do +i#ar, medida no +#ano da estr$t$ra em est$doM
 8 a dist;ncia entre os ei<os dos e#ementos estr$t$rais aos 6$ais o +i#ar est2 vinc$#ado(
15.( ?ná#ise de estruturas de n,s m,veis
Na an2#ise estr$t$ra# de estr$t$ras de nBs mBveis devem ser o0rigatoriamente considerados os e.eitos da
não!#inearidade geom8trica e da não!#inearidade .:sica e, +ortanto, no dimensionamento, devem ser
o0rigatoriamente considerados os e.eitos g#o0ais e #ocais de 2P ordem(
15.(.1 ?ná#ise não*#inear com 2P ordem
Kma so#$%ão a+ro<imada +ara a determina%ão dos es.or%os g#o0ais de 2P ordem, consiste na ava#ia%ão dos
es.or%os .inais =1P ordem \ 2P ordem> a +artir da majora%ão adiciona# dos es.or%os 1ori7ontais da
com0ina%ão de carregamento considerada +or 0,9)γ7( &sse +rocesso sB 8 v2#ido +ara γ7 ≤ 1,4(
15.(.2 8onsideração a$ro6imada da não*#inearidade f:sica
Para a an2#ise dos es.or%os g#o0ais de 2P ordem, em estr$t$ras retic$#adas com no m:nimo 6$atro andares,
+ode ser considerada a não!#inearidade .:sica de maneira a+ro<imada, tomando!se como rigide7 dos
e#ementos estr$t$rais os va#ores seg$intes:
! #ajes: =&3>secZ 0,4&ci3c
! vigas: =&3>secZ 0,'&ci3c +ara Ads ≠ As e
=&3>sec Z 0,) &ci 3c +ara Ads Z As
! +i#ares: =&3>secZ0,8&ci3c
onde:
3c 8 o momento de in8rcia da se%ão 0r$ta de concreto, inc#$indo, 6$ando .or o caso, as mesas
co#a0orantes(
L$ando a estr$t$ra de contraventamento .or com+osta e<c#$sivamente +or vigas e +i#ares e γ7 .or menor 6$e
1,4, +ermite!se ca#c$#ar a rigide7 das vigas e +i#ares +or:
=&3>sec Z 0,7 &ci3c
Os va#ores de rigide7 adotados neste item são a+ro<imados e não +odem ser $sados +ara ava#iar es.or%os
#ocais de 2U ordem, mesmo com $ma discreti7a%ão maior da mode#agem(
15.(.3 ?ná#ise dos efeitos #ocais de 2P ordem
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A an2#ise g#o0a# de 2P ordem .ornece a+enas os es.or%os nas e<tremidades das 0arras, devendo ser
rea#i7ada $ma an2#ise dos e.eitos #ocais de 2P ordem ao #ongo dos ei<os das 0arras com+rimidas, de acordo
com o +rescrito em 1)(8(
Os e#ementos iso#ados, +ara .ins de veri.ica%ão #oca#, devem ser .ormados +e#as 0arras com+rimidas
retiradas da estr$t$ra, com com+rimento e, de acordo com o esta0e#ecido em 1)(6, +or8m a+#icando!se Gs
s$as e<tremidades os es.or%os o0tidos atrav8s da an2#ise g#o0a# de 2P ordem(
15.+ ?ná#ise de e#ementos iso#ados
15.+.1 Kenera#idades
Os itens 1)(8(2, 1)(8(4(2( e 1)(8(' são a+#ic2veis a+enas a e#ementos iso#ados de se%ão constante e
armad$ra constante ao #ongo de se$ ei<o, s$0metidos a .#e<o!com+ressão(
Os +i#ares devem ter :ndice de es0e#te7 menor o$ ig$a# a 200 =λ ≤ 200>( A+enas no caso de +ostes com
.or%a norma# menor 6$e 0,10.cdAc, o :ndice de es0e#te7 +ode ser maior 6$e 200(
15.+.2 !is$ensa da aná#ise dos efeitos #ocais de 2P ordem
Os es.or%os #ocais de 2P ordem em e#ementos iso#ados +odem ser des+re7ados 6$ando o :ndice de es0e#te7
.or menor 6$e o va#or #imite λ1 esta0e#ecido neste item(
O :ndice de es0e#te7 deve ser ca#c$#ado +e#a e<+ressão:
λ Z eIi
No caso de +i#ar engastado na 0ase e #ivre no to+o, o va#or de e Z 2( Nos demais casos adotar os va#ores
ca#c$#ados con.orme 1)(6(
O va#or de λ1 de+ende de diversos .atores, mas os +re+onderantes são:
! a e<centricidade re#ativa de 1P ordem e1I1M
- a vinc$#a%ão dos e<tremos da co#$na iso#adaM
- a .orma do diagrama de momentos de 1U ordem(
O va#or de λ1 +ode ser ca#c$#ado +e#a e<+ressão:

1 I e ) , 12 2)
0
1
1
α
+
· λ
sendo:
90
4)
1
0
≤ λ ≤
α
onde o va#or de α0 deve ser o0tido con.orme esta0e#ecido a seg$ir:
a> +ara +i#ares 0ia+oiados sem cargas transversais:
onde:
Os momentos JA e JB são os momentos de 1U ordem nos e<tremos do +i#ar( -eve ser adotado
+ara JA o maior va#or a0so#$to ao #ongo do +i#ar 0ia+oiado e +ara JB o sina# +ositivo, se tracionar
a mesma .ace 6$e JA, e negativo em caso contr2rio(
84
84
'0 , 0
J
J
'0 , 0 60 , 0
A
B
0
≥ + · α
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0> +ara +i#ares 0ia+oiados com cargas transversais signi.icativas, ao #ongo da a#t$ra:
α0 Z 1,0
c> +ara em +i#ares em 0a#an%oM
O momento JA 8 o momento de 1U ordem no engaste e J 8 o momento de 1U ordem no meio do
+i#ar em 0a#an%o(
d> +ara +i#ares 0ia+oiados o$ em 0a#an%o com momentos menores 6$e o momento m:nimo
esta0e#ecido no item 11(4(4('(c:
α0 Z 1,0
15.+.3 !eterminação dos efeitos #ocais de 2P ordem
15.+.3.1 Iarras submetidas a f#e6o*com$ressão norma#
O c2#c$#o +ode ser .eito +e#o m8todo gera# o$ +or m8todos a+ro<imados, de acordo com itens 1)(8(4(2 o$
1)(8(4(4(
A considera%ão da .#$"ncia 8 o0rigatBria +ara λ _ 90( -evendo ser acrescentada a J1d a +arce#a
corres+ondente G e<centricidade ec de.inida em 1)(8('(
15.+.3.2 A)todo /era#
onsiste na an2#ise não!#inear de 2P ordem e.et$ada com discreti7a%ão ade6$ada da 0arra, considera%ão
da re#a%ão momento!c$rvat$ra rea# em cada se%ão, e considera%ão da não!#inearidade geom8trica de
maneira não a+ro<imada(
O m8todo gera# 8 o0rigatBrio +ara λ _1'0(
15.+.3.3 A)todos a$ro6imados
A determina%ão dos es.or%os #ocais de 2P ordem +ode ser .eita +or m8todos a+ro<imados como o do +i#ar
+adrão e o do +i#ar +adrão me#1orado(
15.+.3.3.1 A)todo do $i#ar $adrão com curvatura a$ro6imada
Pode ser em+regado a+enas no c2#c$#o de +i#ares com λ ≤ 90, se%ão constante e armad$ra
sim8trica e constante ao #ongo de se$ ei<o(
A não!#inearidade geom8trica 8 considerada de .orma a+ro<imada, s$+ondo!se 6$e a de.orma%ão da 0arra
seja senoida#(
A não!#inearidade .:sica 8 considerada atrav8s de $ma e<+ressão a+ro<imada da c$rvat$ra na se%ão cr:tica(
O momento tota# m2<imo no +i#ar deve ser ca#c$#ado +e#a e<+ressão:
A 1d,
2
e
d A 1d, 0 tot , d
J
r
1

10
N J J ≥ + α ·

sendo 1Ir a c$rvat$ra na se%ão cr:tica, 6$e +ode ser ava#iada +e#a e<+ressão a+ro<imada:
8'
8'
8) , 0
J
J
20 , 0 80 , 0
A

0
≥ + · α
1
00) , 0
> ) , 0 = 1
00) , 0
r
1

+ ν
·
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sendo:
ν Z N*d I =Ac.cd>
J1d,A ≥ J1d,min
onde:
1 8 a a#t$ra da se%ão na dire%ão consideradaM
ν 8 a .or%a norma# adimensiona#M
J1d,min tem o signi.icado e o va#or esta0e#ecidos em 11(2(4('(
O momento J1d,A e o coe.iciente α0 t"m as mesmas de.ini%5es do item 1)(8(2, sendo J1d,A o va#or de c2#c$#o
de 1U ordem do momento JA(
15.+.3.3.2 A)todo do $i#ar $adrão com ri/ide@ κ a$ro6imada
Pode ser em+regado a+enas no c2#c$#o de +i#ares com λ ≤ 90, se%ão retang$#ar constante, armad$ra
sim8trica e constante ao #ongo de se$ ei<o(
A não #inearidade geom8trica deve ser considerada de .orma a+ro<imada, s$+ondo!se 6$e a de.orma%ão da
0arra seja senoida#(
A não #inearidade .:sica deve ser considerada atrav8s de $ma e<+ressão a+ro<imada da rigide7(
O momento tota# m2<imo no +i#ar deve ser ca#c$#ado +e#a e<+ressão:
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
'
¹

ν κ
λ

α
·
min 1d,
A 1d,
2
A 1d, 0
tot , d
J
J

I 120
1
J
J
sendo o va#or da rigide7 adimensiona# κ dado a+ro<imadamente +e#a e<+ressão:
υ

,
_

¸
¸
+ · κ
d
d,tot
1(N
J
) 1 42
As vari2veis 1, ν, J1d,A e α0 são as mesmas de.inidas no item anterior( Ks$a#mente 2 o$ 4 itera%5es são
s$.icientes 6$ando se o+tar +or $m c2#c$#o iterativo(
15.+.3.3.3 A)todo do $i#ar $adrão aco$#ado a dia/ramas AH ; H 1Qr
A determina%ão dos es.or%os #ocais de 2P ordem em +i#ares com λ ≤ 1'0 +ode ser .eita +e#o m8todo do +i#ar
+adrão o$ +i#ar +adrão me#1orado, $ti#i7ando!se +ara a c$rvat$ra da se%ão cr:tica va#ores o0tidos de
diagramas J, N, 1Ir es+ec:.icos +ara o caso(
*e λ _ 90, 8 o0rigatBria a considera%ão dos e.eitos da .#$"ncia, de acordo com 1)(8('(
15.+.3.3.4 A)todo do $i#ar $adrão $ara $i#ares da seção retan/u#ar submetidos B f#e6ão com$osta
ob#:<ua
L$ando a es0e#te7 de $m +i#ar de se%ão retang$#ar s$0metido G .#e<ão com+osta o0#:6$a .or menor 6$e 90
=λ ^ 90> nas d$as dire%5es +rinci+ais, +ode ser a+#icado o +rocesso a+ro<imado descrito no item 1)(8(4(4(2
sim$#taneamente em cada $ma das d$as dire%5es(
8)
8)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A am+#i.ica%ão dos momentos de 1U ordem em cada dire%ão 8 di.erente +ois de+ende de va#ores distintos de
rigide7 e es0e#te7(
Kma ve7 o0tida a distri0$i%ão de momentos totais, de +rimeira e seg$nda ordem, em cada dire%ão, deve ser
veri.icada, +ara cada se%ão ao #ongo do ei<o, se a com+osi%ão desses momentos so#icitantes .ica dentro da
envo#tBria de momentos resistentes +ara a armad$ra esco#1ida( &ssa veri.ica%ão +ode ser rea#i7ada em
a+enas tr"s se%5es: nas e<tremidades A e B e n$m +onto intermedi2rio onde se admite at$ar
concomitantemente os momentos Jd,tot nas d$as dire%5es =< e Y>(
15.+.4 8onsideração da f#uncia
A considera%ão da .#$"ncia deve o0rigatoriamente ser rea#i7ada em +i#ares com :ndice de es0e#te7 λ _ 90 e
+ode ser e.et$ada de maneira a+ro<imada acrescentando G e<centricidade de 1U ordem, a e<centricidade
adiciona# ec dada a seg$ir:

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
θ + ·

φ
1 718 , 2
2 N
J
e
*g e
*g
N N
N
e
1
*g
*g
c

A considera%ão do e.eito de 2U ordem deve ser .eita con.orme 1)(8(4, como se .osse $m e.eito imediato, 6$e
se soma G e<centricidade e1(
sendo:
2
e c c e
I 3 & 10 N  ·
onde:
θ1 con.orme 11(4(4('M
Jsg e Nsg são os es.or%os so#icitantes devidos G com0ina%ão 6$ase +ermanenteM
φ 8 o coe.iciente de .#$"ncia(
15.- ?ná#ise de $i#ares $arede
15.-.1 Kenera#idades
Para 6$e os +i#ares +arede +ossam ser inc#$:dos como e#ementos #ineares no conj$nto resistente da
estr$t$ra deve!se garantir 6$e s$a se%ão transversa# ten1a s$a .orma mantida +or travamentos ade6$ados
nos diversos +avimentos, e 6$e os e.eitos de 2U ordem #oca#i7ados sejam convenientemente ava#iados(
15.-.2 !is$ensa da aná#ise dos efeitos #oca#i@ados de 2P ordem
Os e.eitos #oca#i7ados de 2U ordem de +i#ares +arede +odem ser des+re7ados se, +ara cada $ma das
#;minas com+onentes do +i#ar +arede, .orem o0edecidas as seg$intes condi%5es:
a> a 0ase e o to+o de cada #;mina devem ser convenientemente .i<adas Gs #ajes do edi.:cio 6$e
con.erem ao todo o e.eito de dia.ragma 1ori7onta#M
0> a es0e#te7 λi de cada #;mina deve ser menor 6$e 4), +odendo, o c2#c$#o desta es0e#te7 λi ser
e.et$ado atrav8s das e<+ress5es dadas a seg$ir(
i
ei
i
1
'6 , 4

· λ
onde, +ara cada #;mina:
λei 8 o com+rimento e6$iva#enteM
1i 8 a es+ess$ra(
86
86
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
O va#or de e de+ende dos v:nc$#os de cada $ma das e<tremidades verticais da #;mina, con.orme .ig$ra 27(
4i/ura 2( * 8om$rimento e<uiva#ente e
*e o to+o e a 0ase .orem engastados e β ≤ 1, os va#ores de λ +odem ser m$#ti+#icados +or 0,8)(
15.-.3 Processo a$ro6imado $ara consideração do efeito #oca#i@ado de 2P ordem
Nos +i#ares +arede sim+#es o$ com+ostos, onde a es0e#te7 de cada #;mina 6$e o constit$i .or menor 6$e 90,
+ode ser adotado o +rocedimento a+ro<imado descrito a seg$ir +ara $m +i#ar +arede sim+#es(
O e.eito #oca#i7ado de 2U ordem deve ser considerado atrav8s da decom+osi%ão do +i#ar +arede em .ai<as
verticais, de #arg$ra ai 6$e devem ser ana#isadas como +i#ares iso#ados, s$0metidos aos es.or%os Ni e JYid,
sendo:
ai Z 41 ≤ 100 cm
JYid Z m1Yd ( ai ≥ J1dmin
onde:
ai 8 a #arg$ra da .ai<a iM
Ni 8 a .or%a norma# na .ai<a i, ca#c$#ada a +artir de nd =<> con.orme .ig$ra 28M
J1d,min tem o signi.icado e va#or esta0e#ecidos em 11(4(4('(
87
87
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 2+ 7 ?va#iação a$ro6imada do efeito de 2P ordem #oca#i@ado
O e.eito de 2U ordem #oca#i7ado na .ai<a i 8 assimi#ado ao e.eito de 2U ordem #oca# do +i#ar iso#ado
e6$iva#ente a cada $ma destas .ai<as(
15.1. Instabi#idade #atera# de vi/as
A seg$ran%a G insta0i#idade #atera# de vigas, deve ser garantida atrav8s de +rocedimentos a+ro+riados(
omo +rocedimento a+ro<imado +ode!se adotar +ara vigas de concreto, com armad$ras +assivas o$ ativas,
s$jeitas G .#am0agem #atera#, as seg$intes condi%5es:
0 ≥ 0 I)0
0 ≥ β.#1
onde:
0 8 a #arg$ra da 7ona com+rimidaM
1 8 a a#t$ra tota# da vigaM
0 8 o com+rimento da .#ange com+rimida, medido entre s$+ortes 6$e garantam o contraventamento
#atera#M
β.# 8 o coe.iciente 6$e de+ende da .orma da viga =ver ta0e#a 20>
1% Princ:$ios /erais do dimensionamentoH verificação e deta#=amento
1%.1 Objetivo
O o0jetivo dessas tr"s eta+as, dimensionamento, veri.ica%ão e deta#1amento, 6$e se desenvo#vem #ogo
a+Bs a an2#ise estr$t$ra#, 8 garantir seg$ran%a em re#a%ão aos estados #imites C#timos =&9K> e de servi%o
=&9*>, das estr$t$ras como $m todo e de cada $ma de s$as +artes(
&ssa seg$ran%a e<ige 6$e sejam res+eitadas condi%5es ana#:ticas do ti+o:
*d ≤ Rd
88
88
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
onde se im+5e 6$e a so#icita%5es de c2#c$#o sejam in.eriores Gs resist"ncias de c2#c$#o +ara todos os
estados #imites considerados im+ortantes +ara a estr$t$ra em 6$estão(
&ssa seg$ran%a e<ige ainda 6$e sejam res+eitadas regras constr$tivas(
A#8m de $m arranjo estr$t$ra# 6$e garanta seg$ran%a do conj$nto, devem ser a+#icadas regras tais como as
de dimens5es m:nimas +ara a de.ini%ão das .ormas, 0em como as regras de deta#1amento das armad$ras(
1%.2 Princ:$ios /erais
&ssas tr"s eta+as do +rojeto se norteiam +e#os +rinc:+ios gerais esta0e#ecidos em 16(2(1 a 16(2(4(
1%.2.1 9isão /#oba# e #oca#
&ssas tr"s eta+as devem estar sem+re a+oiadas n$ma visão g#o0a# da estr$t$ra, mesmo 6$ando se deta#1a
$m Cnico nB =região de #iga%ão entre dois e#ementos estr$t$rais>(
&sse nB deve .a7er a s$a +arte +ara a seg$ran%a do conj$nto(
Por o$tro #ado, o deta#1amento de $m e#emento +artic$#ar deve #evar em conta 6$e o se$ desem+en1o
de+ende de as+ectos #ocais 6$e não .oram #evados em conta na an2#ise g#o0a#(
&sse 8 o caso da veri.ica%ão da .#ec1a de $ma viga 6$e deve #evar em conta rigide7 menor 6$e a m8dia da
estr$t$ra 0em como a +erda de rigide7 com a .iss$ra%ão(
&sse 8 o caso ainda, 6$ando se veri.ica o &9K do #ance de $m +i#ar, devendo!se #evar em conta erros #ocais
de constr$%ão e e.eitos #ocais de 2U ordem, 6$e não .oram considerados na an2#ise g#o0a#(
1%.2.2 Se/urança em Re#ação aos 123
L$ando se dimensiona o$ se veri.ica $ma estr$t$ra 8 +reciso ter em mente se o 6$e se est2 veri.icando
e.etivamente são se%5es de e#ementos(
/ a seg$ran%a dessas se%5es 6$e +ode, $s$a#mente, ser e<+ressa ana#iticamente(
/ .$ndamenta# 6$e essa seg$ran%a seja estendida ao restante dos e#ementos atrav8s de $m deta#1amento
ade6$ado( O deta#1amento ade6$ado +ermite cost$rar +artes de $m mesmo e#emento, 0em como
e#ementos 6$e c1egam no mesmo nB(
&<istem dois ti+os de regras de deta#1amento, a sa0er: a6$e#as de e#ementos como #ajes, vigas, +i#ares,
etc(, e a6$e#as +ara regi5es es+eciais onde e<istam sing$#aridades geom8tricas o$ est2ticas(
&m re#a%ão aos &9K, a#8m de se garantir a seg$ran%a ade6$ada, isto 8, $ma +ro0a0i#idade s$.icientemente
+e6$ena de r$:na, 8 necess2rio garantir $ma 0oa d$ti#idade, de .orma 6$e $ma event$a# r$:na ocorra de
.orma s$.icientemente avisada, a#ertando os $s$2rios(
1%.2.3 Se/urança em re#ação aos 12S &desem$en=o em serviço'
Na veri.ica%ão da seg$ran%a em re#a%ão aos &9*, devem ser satis.eitos tam08m, ana#ogamente,
e<+ress5es ana#:ticas de seg$ran%a e regras constr$tivas(
Os mode#os a serem $sados nessa veri.ica%ão de &9* são di.erentes da6$e#es $sados nos &9K( A#8m de
s$+ortarem cargas maiores =de servi%o>, t"m rigide7 di.erente, $s$a#mente maior(
Para garantir o 0om desem+en1o de $ma estr$t$ra em servi%o, deve!se, $s$a#mente, res+eitar #imita%5es
de .#ec1as, de a0ert$ra de .iss$ras, o$ de vi0ra%5es, mas tam08m 8 +oss:ve# 6$e seja im+ortante +ensar na
estan6$eidade, no con.orto t8rmico o$ acCstico etc(
1%.3 8rit)rios de $rojeto
Baseando!se nesses +rinc:+io gerais esta Norma esta0e#ece crit8rios de +rojeto a serem res+eitados no
dimensionamento e deta#1amento de cada $m dos e#ementos estr$t$rais e das cone<5es 6$e via0i#i7am a
constr$%ão da estr$t$ra como $m todo(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
-e .orma a .aci#itar a a+#ica%ão em +rojeto, esses crit8rios .oram organi7ados em se%5es(
Na se%ão 17 ? E-imensionamento e veri.ica%ão de e#ementos #inearesF, encontram!se crit8rios tanto de &9K
6$anto &9*, considerando tanto so#icita%5es normais =.or%as normais e momentos .#etores> 6$anto
so#icita%5es tangenciais =.or%as cortantes e tor%ão>(
O0servar 6$e esses crit8rios são .ornecidos +ara o concreto estr$t$ra#, indo desde o concreto armado, at8 o
concreto +rotendido(
O0servar tam08m, 6$e não se aceita o dimensionamento de +i#ares +ara carga centrada(
&ssa se%ão tam08m esta0e#ece crit8rios m:nimos de d$ti#idade, inc#$indo as armad$ras m:nimas(
Na se%ão 18 ? E-eta#1amento de e#ementos #inearesF, são .ornecidos os crit8rios m:nimos +ara o
deta#1amento dos e#ementos dimensionados con.orme a se%ão 17(
&stão inc#$:dos crit8rios +ara o deta#1amento das armad$ras +assivas #ongit$dinais e transversais, 0em
como armad$ras de +rotensão(
Na se%ão 19 ? E-imensionamento e veri.ica%ão de #ajesF, encontram!se crit8rios +ara &9K e &9*, sejam
e#as armadas o$ +rotendidas(
&sses crit8rios co0rem tanto as so#icita%5es normais 6$anto as tangenciais, inc#$indo a +$n%ão(
omo se e<igi$ na se%ão 17, o dimensionamento de +i#ares sem+re com carga e<c"ntrica, 6$ando não
o0#:6$a, a +$n%ão, na se%ão 19, co0re os casos corres+ondentes de +$n%ão e<c"ntrica(
*B em casos +artic$#ares deve ser veri.icada a +$n%ão como centrada(
Na se%ão 20 ? E-eta#1amento de #ajesF, estão re$nidos os crit8rios m:nimos +ara o deta#1amento desses
e#ementos estr$t$rais, dimensionados con.orme a se%ão 19, sejam #ajes armadas o$ +rotendidas(
Na se%ão 21 ? ERegi5es es+eciaisF, encontram!se crit8rios +ara veri.ica%ão das regi5es de sing$#aridade,
seja geom8trica, seja est2tica(
J$itas ve7es esses crit8rios esta0e#ecem a+enas e<ig"ncias 6$a#itativas a serem res+eitadas nessas
regi5es(
A se%ão 22 ? E&#ementos es+eciaisF, esta0e#ece a+enas a conceit$a%ão dos e#ementos es+eciais mais
com$ns e s$gere a $ti#i7a%ão de 0i0#iogra.ia es+ecia#i7ada +ara o se$ dimensionamento e deta#1amento(
Na se%ão 24 ? EA%5es din;micas e .adigaF, encontram!se crit8rios +ara ava#iar os danos gerados nas
estr$t$ras +or a%5es c:c#icas a ser considerados na veri.ica%ão de &9* e ainda crit8rios +ara veri.ica%ão do
&9K de .adiga(
/ a0ordada a veri.ica%ão da .adiga das armad$ras, tanto de .#e<ão como de cisa#1amento, 0em como a
.adiga do concreto, seja G com+ressão =na .#e<ão o$ na .or%a cortante> seja G tra%ão, es+ecia#mente no
c2#c$#o da +arce#a de .or%a cortante s$+ortada a+enas +e#o concreto, sem armad$ra, Dc(
A se%ão 2' ? Eoncreto sim+#esF, de.ine os e#ementos estr$t$rais 6$e +odem ser e<ec$tados em concreto
sim+#es e esta0e#ece os crit8rios a serem res+eitados na s$a veri.ica%ão(
1%.4 !urabi#idade
Para 6$e a seg$ran%a veri.icada con.orme descrito em 16(2(2 e 16(2(4 s$0sista ao #ongo de toda a vida Cti#
+revista +ara a estr$t$ra, 8 .$ndamenta# 6$e sejam res+eitadas e<ig"ncias de d$ra0i#idade 6$e #imitam a
deteriora%ão da estr$t$ra +rovocada +e#a agressão do meio am0iente em 6$e est2 inserida =ver se%5es 6 e
7>(
1%.5 8aso de car/as c:c#icas
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No caso +artic$#ar de cargas c:c#icas signi.icativas, como as +ontes e viad$tos em gera#, mas tam08m as
vigas de ro#amento de +ontes ro#antes, deve!se dar es+ecia# aten%ão aos e.eitos de#et8rios gerados +or
essas cargas(
Na veri.ica%ão dos &9*, deve!se #evar em conta 6$e as cargas c:c#icas +rovocam $ma maior
micro.iss$ra%ão do concreto, tornando os e#ementos estr$t$rais mais de.orm2veis(
Na veri.ica%ão dos &9K, 8 necess2rio veri.icar o &9K de .adiga(
O e.eito de#et8rio das cargas c:c#icas não sB torna os e#ementos estr$t$rais mais de.orm2veis, isto 8,
re#ativamente dani.icados, mas +ode am+#iar esse dano, +rovocando r$+t$ra +or .adiga(
A se%ão 24 trata dessas d$as 6$est5es(
1( !imensionamento e verificação de e#ementos #ineares
1(.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
a

! -es#ocamento do diagrama de momentos .#etores, +ara#e#o ao ei<o da +e%a, +ara s$0stit$ir
os e.eitos +rovocados +e#a .iss$ra%ão o0#:6$a
0P ! 9arg$ra da a#ma de $ma viga
c1 !-ist;ncia entre o ei<o da armad$ra #ongit$dina# do canto e a .ace #atera# do e#emento estr$t$ra#
dd ! -ist;ncia entre o ei<o da armad$ra de com+ressão e a .ace mais +rB<ima do e#emento
1e ! &s+ess$ra de +arede rea# +ara se%5es va7adas o$ e6$iva#ente +ara se%5es c1eias =est$dadas
como se%5es va7adas e6$iva#entes>
s ! &s+a%amento entre ei<os dos estri0os, medido seg$ndo o ei<o #ongit$dina# da +e%a
$ ! Per:metro de Ae
A ! Qrea da se%ão c1eia
A90 ! Qrea da se%ão transversa# do nCmero de ramos de $m estri0o, contidas na +arede e6$iva#ente
Ac,a#ma ! Qrea da se%ão transversa# de a#ma
Acri ! Qrea de concreto de envo#vimento de 0arra φi da armad$ra
Ae ! Qrea #imitada +e#a #in1a m8dia da +arede da se%ão va7ada, rea# o$ e6$iva#ente, inc#$indo a
+arte va7ada
A+ ! Qrea da se%ão transversa# do ca0o res$#tante
As
! *oma das 2reas das se%5es das 0arras #ongit$dinais de tor%ão
AsP ! Qrea da se%ão transversa# dos estri0os de .or%a cortante
333 ! Jomento de in8rcia da se%ão .iss$rada de concreto no &st2dio 33
J0 ! Da#or do momento .#etor 6$e an$#a a tensão norma# de com+ressão na 0orda da se%ão =tracionada
+or Jd,ma<>, +rovocada +e#as .or%as normais de diversas origens, concomitantes com Dd
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Jd,m:n ! Jomento .#etor de c2#c$#o m:nimo 6$e +ermite ca#c$#ar a armad$ra m:nima de tra%ão
=+assiva o$ ativa>
J*d,e6 ! Jomento .#etor so#icitante de c2#c$#o e6$iva#ente
N*d,e6 ! Aor%a norma# so#icitante de c2#c$#o e6$iva#ente
@Rd ! Jomento resistente de c2#c$#o G tor%ão
@Rd2 ! Jomento resistente de c2#c$#o G tor%ão, 6$e re+resenta o #imite de resist"ncia das diagonais
com+rimidas de concreto
@Rd4 ! Jomento resistente de c2#c$#o G tor%ão, 6$e re+resenta o #imite +ara a +arce#a resistida +e#os
estri0os normais ao ei<o da +e%a
@Rd' ! Jomento resistente de c2#c$#o G tor%ão, 6$e re+resenta o #imite +ara a +arce#a resistida +e#as
0arras #ongit$dinais
@*d ! Jomento tor%or so#icitante de c2#c$#o
@*di ! Parce#a de @*d a ser resistida +or cada ret;ng$#o constit$inte da se%ão com+osta +or ret;ng$#os
Dc ! Parce#a de .or%a cortante resistida +or mecanismos com+#ementares ao mode#o em tre#i%a
Dc0 ! Da#or de re.er"ncia +ara Dc 6$ando θ Z ')[
Dc1 ! Da#or de re.er"ncia +ara Dc 6$ando 40[ ≤ θ ≤ ')[
DRd Aor%a cortante resistente de c2#c$#o
DRd1 ! Aor%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa a e#ementos sem armad$ra +ara .or%a cortante
DRd2 ! Aor%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa G r$:na das diagonais com+rimidas de concreto
DRd4 ! Aor%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa G r$:na +or tra%ão diagona#
D*d ! Aor%a cortante so#icitante de c2#c$#o
DsP ! Parce#a de .or%a cortante resistida +e#a armad$ra transversa#
α ! oe.iciente .$n%ão de αs e do ti+o da se%ão transversa# ana#isada =retang$#ar o$ circ$#ar>
αe ! Re#a%ão entre os mBd$#os de e#asticidade do a%o e do concreto
ρ

! @a<a geom8trica de armad$ra #ongit$dina# aderente a $ma dist;ncia 2d da .ace do a+oio,
considerando as 0arras do vão e.etivamente ancoradas no a+oio
ρm:n ! @a<a geom8trica m:nima de armad$ra #ongit$dina# de vigas, +i#ares e tirantes
ρsP ! @a<a geom8trica de armad$ra transversa#
ρ′ ! @a<a geom8trica da armad$ra #ongit$dina# de com+ressão
σsi ! @ensão de tra%ão no centro de gravidade da armad$ra considerada, ca#c$#ada no &st2dio 33
∆σ+ ! Daria%ão da tensão no a%o de +rotensão entre t0 e t
τ@d ! @ensão de cisa#1amento de tor%ão de c2#c$#o
ωmin ! @a<a mec;nica m:nima de armad$ra #ongit$dina# de .#e<ão +ara vigas
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
1(.2 1#ementos #ineares sujeitos a so#icitaç"es normais * 1stado #imite 0#timo
1(.2.1 Introdução
&sta se%ão esta0e#ece crit8rios +ara a determina%ão dos es.or%os resistentes das se%5es de vigas, +i#ares e
tirantes, s$0metidas a .or%a norma# e momentos .#etores(
O dimensionamento das armad$ras #ongit$dinais deve cond$7ir a $m conj$nto de es.or%os resistentes =NRd,
JRd> 6$e constit$am envo#tBria dos es.or%os so#icitantes =N*d, J*d> determinados na an2#ise estr$t$ra# =ver
se%5es 1' e 1)>(
Para o c2#c$#o dos es.or%os resistentes de vigas @ o$ 9 +odem ser adotados os va#ores de mesa
co#a0orante de.inidos no item 1'(6(2(2(
1(.2.2 Oi$,teses básicas
Na an2#ise dos es.or%os resistentes de $ma se%ão de viga o$ +i#ar, devem ser consideradas as seg$intes
1i+Bteses 02sicas:
a> as se%5es transversais se mant8m +#anas a+Bs de.orma%ãoM
0> a de.orma%ão das 0arras +assivas aderentes o$ o acr8scimo de de.orma%ão das 0arras ativas
aderentes em tra%ão o$ com+ressão, deve ser o mesmo do concreto em se$ entornoM
c> +ara armad$ras ativas não aderentes, na .a#ta de va#ores e<+erimentais e de an2#ises não #ineares
ade6$adas, os va#ores do acr8scimo das tens5es +ara estr$t$ras $s$ais de edi.:cios estão a+resentados
a seg$ir, devendo ainda ser divididos +e#os devidos coe.icientes de +ondera%ão:
• +ara e#ementos com re#a%ão vãoIa#t$ra Cti# ig$a# o$ menor 6$e 4):
∆σ+ Z 70 JPa \ .cHI100ρ+, não +odendo $#tra+assar '20 JPaM
• +ara e#ementos com re#a%ão vãoIa#t$ra Cti# maior 6$e 4):
∆σ+ Z 70 JPa \ .cHI400ρ+, não +odendo $#tra+assar 210 JPaM
sendo:
onde:
∆σ+ e .cH são dados em mega+asca#M
ρ+ 8 a ta<a geom8trica da armad$ra ativaM
0c 8 a #arg$ra da mesa de com+ressãoM
d+ 8 a a#t$ra Cti# re.erida G armad$ra ativa(
d> as tens5es de tra%ão no concreto, normais G se%ão transversa#, +odem ser des+re7adasM
e> a distri0$i%ão de tens5es no concreto se .a7 de acordo com o diagrama +ar20o#a ret;ng$#o de.inido no
item 8(2(10 com tensão de +ico ig$a# a 0,8) .cd, com .cd de.inido con.orme item12(4(4( &sse diagrama
+ode ser s$0stit$:do +e#o ret;ng$#o de a#t$ra 0,8 < =onde < 8 a +ro.$ndidade da #in1a ne$tra>, com a
seg$inte tensão:
− 0,8) .cd no caso da #arg$ra da se%ão, medida +ara#e#amente G #in1a ne$tra, não dimin$ir a +artir
desta +ara a 0orda com+rimidaM
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94
+ c
+
+
d 0
A
· ρ
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− 0,80 .cd no caso contr2rioM
As di.eren%as de res$#tados o0tidos com esses dois diagramas são +e6$enas e aceit2veis, sem
necessidade de coe.iciente de corre%ão adiciona#(
.> a tensão nas armad$ras deve ser o0tida a +artir dos diagramas tensão!de.orma%ão, com va#ores de
c2#c$#o, de.inidos nos itens 8(4(6 e 8('()(
g> o estado #imite C#timo 8 caracteri7ado 6$ando a distri0$i%ão das de.orma%5es na se%ão transversa#
+ertencer a $m dos dom:nios de.inidos na .ig$ra 29(
4i/ura 2- 7 !om:nios de estado #imite 0#timo de uma seção transversa#
1(.2.3 !uti#idade em vi/as
Nas vigas, +rinci+a#mente nas 7onas de a+oio, o$ 6$ando .eita redistri0$i%ão de es.or%os, 8 im+ortante
garantir 0oas condi%5es de d$ti#idade, sendo adotada, se necess2rio, armad$ra de com+ressão 6$e garanta
a +osi%ão ade6$ada da #in1a ne$tra =<>, con.orme 1'(6('(4(
A introd$%ão da armad$ra de com+ressão +ara garantir o atendimento de va#ores menores de =<>, +osi%ão
da #in1a ne$tra, 6$e estejam nos dom:nios 2 o$ 4, não cond$7 a e#ementos estr$t$rais com r$+t$ra .r2gi#
=$s$a#mente c1amados de s$+er armados>( A r$+t$ra .r2gi# est2 associada a +osi%5es da #in1a ne$tra no
dom:nio ', com o$ sem armad$ra de com+ressão(
1(.2.4 ?rmaduras ativas e $assivas
9'
9'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Os es.or%os nas armad$ras +odem ser considerados concentrados no centro de gravidade corres+ondente,
se a dist;ncia deste centro ao +onto da se%ão de armad$ra mais a.astada da #in1a ne$tra, medida
norma#mente a esta, .or menor 6$e 10N de 1(
As armad$ras #aterais de vigas +odem ser consideradas no c2#c$#o dos es.or%os resistentes, desde 6$e
estejam convenientemente ancoradas e emendadas(
1(.2.4.1 Protensão
Na veri.ica%ão do &9K devem ser considerados, a#8m do e.eito de o$tras a%5es, a+enas os es.or%os
so#icitantes 1i+erest2ticos de +rotensão( Os isost2ticos de +rotensão não devem ser inc#$:dos(
A considera%ão das armad$ras ativas nos es.or%os resistentes deve ser .eita a +artir dos diagramas tensão!
de.orma%ão es+eci.icados no item 8('() e da considera%ão do +r8!a#ongamentos das mesmas(
&sses +r8!a#ongamentos devem ca#c$#ados com 0ase nas tens5es iniciais de +rotensão com va#ores de
c2#c$#o =ver item 11(7(1> e com a considera%ão de +erdas na idade t em e<ame=ver item 9(6(4>(
1(.2.4.2 1stado #imite 0#timo no ato da $rotensão
A#8m das 1i+Bteses 02sicas a+resentadas em 17(2(2 devem ainda ser res+eitadas as seg$intes 1i+Bteses
s$+#ementares:
a> considera!se como resist"ncia caracter:stica do concreto .cHj a6$e#a corres+ondente G idade .ict:cia j
=em dias>, no ato da +rotensão, sendo 6$e a resist"ncia de .cHj deve ser c#aramente es+eci.icada no
+rojetoM
0> +ara esta veri.ica%ão, admitem!se os seg$intes va#ores +ara os coe.icientes de +ondera%ão, com as
cargas 6$e e.etivamente at$arem nesta ocasião:
γc Z 1,2M
γs Z 1,1)M
γ+ Z 1,0 na +r8!tra%ãoM
γ+ Z 1,1 na +Bs!tra%ãoM
γ. Z 1,0 +ara as a%5es des.avor2veisM
γ. Z 0,9 +ara as a%5es .avor2veis(
1(.2.4.2.1 9erificação sim$#ificada
Admite!se 6$e a seg$ran%a em re#a%ão ao estado #imite C#timo no ato de +rotensão seja veri.icada no
&st2dio 3 =concreto não .iss$rado e com+ortamento e#2stico #inear dos materiais>, desde 6$e as seg$intes
condi%5es sejam satis.eitas:
a> a tensão m2<ima de com+ressão na se%ão de concreto, o0tida atrav8s das so#icita%5es +onderadas
de γ+ Z 1,1 e γ. Z 1,0 não deve $#tra+assar 70N da resist"ncia caracter:stica .cHj +revista +ara a idade de
a+#ica%ão da +rotensão =17(2('(2(a>M
0> a tensão m2<ima de tra%ão do concreto não deve $#tra+assar 1,2 ve7es a resist"ncia G tra%ão . ctm
corres+ondente ao va#or .cHj es+eci.icadoM
c> 6$ando nas se%5es transversais e<istirem tens5es de tra%ão, deve 1aver armad$ra de tra%ão
ca#c$#ada no &st2dio 33( Para e.eitos de c2#c$#o, nessa .ase da constr$%ão, a .or%a nesta armad$ra +ode
ser considerada ig$a# G res$#tante das tens5es de tra%ão no concreto no &st2dio 3( &ssa .or%a não deve
+rovocar, na armad$ra corres+ondente, acr8scimos de tensão s$+eriores a 1)0 JPa no caso de .ios o$
0arras #isas e a 2)0 JPa em 0arras nerv$radas(
9)
9)
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
1(.2.5 Processos a$ro6imados $ara o dimensionamento B f#e6ão com$osta
1(.2.5.1 4#e6ão com$osta norma#
O c2#c$#o +ara o dimensionamento de se%5es retang$#ares o$ circ$#ares com armad$ra sim8trica, s$jeitas a
.#e<ão com+osta norma#, em 6$e a .or%a norma# red$7ida =ν> seja maior o$ ig$a# a 0,7, +ode ser rea#i7ado
como $m caso de com+ressão centrada e6$iva#ente, onde:
>
1
e
1 =
N N
*d e6 , *d
β + ·
J*d,e6 Z 0
sendo:
*endo αs a re#a%ão: =soma das armad$ras s$+erior e in.erior>I=armad$ra #atera#> e o va#or α dado +or :
• α Z !1Iαs se αs < 1 em se%5es retang$#aresM
• α Z αs se αs ≥ 1 em se%5es retang$#aresM
• α Z 6 se αs > 6 em se%5es retang$#aresM
• α Z −4 em se%5es circ$#ares(
O arranjo de armad$ra adotado +ara deta#1amento =ver .ig$ra 40> deve ser .ie# aos va#ores de αs e
dRI1 +ress$+ostos(
96
96
1
d
8 , 0 > 01 , 0 49 , 0 =
1

− α +
· β
. A
N
cd c
*d
· ν
1
N
J
1
e
*d
*d
·
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 3. * ?rranjo de armadura caracteri@ado $e#o $arJmetro αs.
1(.2.5.2 4#e6ão com$osta ob#:<ua
Nas sit$a%5es de .#e<ão sim+#es o$ com+osta o0#:6$a +ode ser adotada a a+ro<ima%ão dada +e#a
e<+ressão de intera%ão:
1 Z
J
J
\
J
J
YY , Rd
Y , Rd
<< , Rd
< , Rd
α α
1
1
]
1

¸

1
1
]
1

¸

onde:
JRd,<M JRd,Y são as com+onentes do momento resistente de c2#c$#o em .#e<ão o0#:6$a com+osta, seg$ndo
os dois ei<os +rinci+ais de in8rcia < e Y, da se%ão 0r$ta, com $m es.or%o norma# resistente de c2#c$#o NRd
ig$a# G norma# so#icitante N*d( &stes são os va#ores 6$e se deseja o0terM
JRd,<<M JRd,YY são os momentos resistentes de c2#c$#o seg$ndo cada $m dos re.eridos ei<os em .#e<ão
com+osta norma#, com o mesmo va#or de NRd( &stes va#ores são ca#c$#ados a +artir do arranjo e da
6$antidade de armad$ra em est$doM
α 8 $m e<+oente c$jo va#or de+ende de v2rios .atores, entre e#es o va#or da .or%a norma#, a .orma da
se%ão, o arranjo da armad$ra e de s$as +orcentagens( &m gera# +ode ser adotado α Z 1, a .avor da
seg$ran%a( No caso de se%5es retang$#ares +oder!se adotar α Z 1,2(
1(.3 1#ementos #ineares sujeitos a so#icitaç"es normais * 1stados #imites de serviço
Nos estados #imites de servi%o as estr$t$ras tra0a#1am +arcia#mente no &st2dio 3 e +arcia#mente no &st2dio
33( A se+ara%ão entre essas d$as +artes 8 de.inida +e#o momento de .iss$ra%ão( &sse momento +ode ser
ca#c$#ado +e#a seg$inte e<+ressão a+ro<imada:
sendo:
α Z 1,2 +ara se%5es @ o$ d$+#o @M
α Z 1,) +ara se%5es retang$#aresM
onde:
Yt 8 a dist;ncia do centro de gravidade G .i0ra mais tracionadaM
30 8 o momento de in8rcia da se%ão 0r$ta de concretoM
.ct 8 a resist"ncia G tra%ão direta do concreto, con.orme 8(2(), com o 6$anti# a+ro+riado a cada veri.ica%ão
+artic$#ar(
No caso da $ti#i7a%ão de armad$ras ativas deve ser considerado o e.eito da +rotensão no c2#c$#o do
momento de .iss$ra%ão(
1(.3.1 1stado #imite de deformação
A veri.ica%ão dos va#ores #imites esta0e#ecidos na ta0e#a 18 +ara a de.orma%ão da estr$t$ra, mais
+ro+riamente rota%5es e des#ocamentos em e#ementos estr$t$rais #ineares, ana#isados iso#adamente e
s$0metidos G com0ina%ão de a%5es con.orme se%ão 11, deve ser rea#i7ada atrav8s de mode#os 6$e
considerem a rigide7 e.etiva das se%5es do e#emento estr$t$ra# estr$t$ra#, o$ seja, #evem em considera%ão a
+resen%a da armad$ra, a e<ist"ncia de .iss$ras no concreto ao #ongo dessa armad$ra e as de.orma%5es
di.eridas no tem+o(
97
97
t
0 ct
r
Y
3 .
J
α
·
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A de.orma%ão rea# da estr$t$ra de+ende tam08m do +rocesso constr$tivo, assim como das +ro+riedades
dos materiais =+rinci+a#mente do mBd$#o de e#asticidade e da resist"ncia G tra%ão> no momento de s$a
e.etiva so#icita%ão( &m .ace da grande varia0i#idade dos +ar;metros citados, e<iste $ma grande varia0i#idade
das de.orma%5es reais( Não se +ode es+erar +ortanto grande +recisão nas +revis5es de des#ocamentos
dadas +e#os +rocessos ana#:ticos a seg$ir +rescritos(
1(.3.1.1 ?va#iação a$ro6imada da f#ec=a em vi/as
O mode#o de com+ortamento da estr$t$ra +ode admitir o concreto e o a%o como materiais de
com+ortamento e#2stico e #inear, de modo 6$e as se%5es ao #ongo do e#emento estr$t$ra# +odem ter as
de.orma%5es es+ec:.icas determinadas no &st2dio 3, desde 6$e os es.or%os não s$+erem a6$e#es 6$e dão
in:cio G .iss$ra%ão, e no &st2dio 33, em caso contr2rio(
-eve ser $ti#i7ado no c2#c$#o o va#or do mBd$#o de e#asticidade secante &cs de.inido no ca+:t$#o 8, sendo
o0rigatBria a considera%ão do e.eito da .#$"ncia(
1(.3.1.1.1 4#ec=a imediata em vi/as de concreto armado
Para $ma ava#ia%ão a+ro<imada da .#ec1a imediata em vigas +ode!se $ti#i7ar a e<+ressão de rigide7
e6$iva#ente dada a seg$ir :
c cs 33
4
a
r
c
4
a
r
cs e6
3 ( & 3 (
J
J
1 3
J
J
& > &3 = ≤
1
1
]
1

¸

,
_

¸
¸
− + ·
¹
¹
¹
¹
¹
;
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹

,
_

¸
¸
onde :
3c 8 o momento de in8rcia da se%ão 0r$ta de concretoM
333 8 o momento de in8rcia da se%ão .iss$rada de concreto no &st2dio 33M
Ja 8 o momento .#etor na se%ão cr:tica do vão considerado, momento m2<imo no vão +ara vigas
0ia+oiadas o$ cont:n$as e momento no a+oio +ara 0a#an%os, +ara a com0ina%ão de a%5es considerada
nessa ava#ia%ãoM
Jr 8 o momento de .iss$ra%ão do e#emento estr$t$ra#, c$jo va#or deve ser red$7ido G metade no caso de
$ti#i7a%ão de 0arras #isasM
&cs 8 o mBd$#o de e#asticidade secante do concreto(
1(.3.1.1.2 8á#cu#o da f#ec=a diferida no tem$o $ara vi/as de concreto armado
A .#ec1a adiciona# di.erida, decorrente das cargas de #onga d$ra%ão em .$n%ão da .#$"ncia, +odem ser
ca#c$#adas de maneira a+ro<imada +e#a m$#ti+#ica%ão da .#ec1a imediata +e#o .ator α. dado +e#a e<+ressão:
sendo:
onde:
ξ 8 $m coe.iciente .$n%ão do tem+o, 6$e deve ser ca#c$#ado +e#a e<+ressão seg$inte, se t ≤ 70 meses,
o$ o0tido diretamente na ta0e#a 21:
98
98
ρ′ +
ξ ∆
· α
)0 1
.

· ρ′
0d
As
> t = > t = 0 ξ − ξ · ξ ∆
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
0,42
t >
t
0,996 = ( 0,68 =t> · ξ +ara t ≤ 70 meses
ξ=t> Z 2 +ara t _ 70 meses
Cabe#a 21 7 9a#ores do coeficiente ξ em função do tem$o
Cem$o &t'
meses
0 0,) 1 2 4 ' ) 10 20 '0 ≥ 70
8oeficiente
ξ&t'
0 0,)' 0,68 0,8' 0,9) 1,0' 1,12 1,46 1,6' 1,89 2
onde:
t 8 o tem+o, em meses, 6$ando se deseja o va#or da .#ec1a di.eridaM
t0 8 a idade, em meses, re#ativa G data de a+#ica%ão da carga de #onga d$ra%ão( No caso de +arce#as da
carga de #onga d$ra%ão serem a+#icadas em idades di.erentes +ode!se tomar +ara to o va#or +onderado
a seg$ir :
onde:
Pi são as +arce#as de cargaM
t0i 8 a idade em 6$e se a+#ico$ cada +arce#a i, em meses(
O va#or da .#ec1a tota# deve ser o0tido m$#ti+#icando a .#ec1a imediata +or =1 \ α.>(
1(.3.1.1.3 4#ec=a em vi/as com armaduras ativas
Nos e#ementos estr$t$rais com armad$ras ativas 8 s$.iciente considerar =&3>e6 Z 30&cs, desde 6$e não seja
$#tra+assado o estado #imite de .orma%ão de .iss$ras( &m caso contr2rio a e<+ressão com+#eta acima +ode
ser a+#icada desde 6$e 333, Jr e Ja sejam ca#c$#ados considerando o e#emento estr$t$ra# de concreto
s$0metido G com0ina%ão de a%5es esco#1ida, acrescida da +rotensão re+resentada como a%ão e<terna
e6$iva#ente =gerando .or%a norma# e momento .#etor>=ver item 11(4(4()>(
Para considera%ão da de.orma%ão di.erida no tem+o 0asta m$#ti+#icar a +arce#a +ermanente da .#ec1a
imediata acima re.erida +or =1 \ ϕ> onde ϕ 8 o coe.iciente de de.orma%ão #enta, item 8(2(11(
1(.3.2 1stado #imite de fissuração
&ste item de.ine os crit8rios +ara a veri.ica%ão dos va#ores #imites esta0e#ecidos em 14(' +ara a a0ert$ra de
.iss$ras nos e#ementos estr$t$rais #ineares, ana#isados iso#adamente e s$0metidos G com0ina%ão de a%5es
con.orme se%ão 11(
1(.3.2.1 8ontro#e da fissuração atrav)s da #imitação da abertura estimada das fissuras
O va#or da a0ert$ra das .iss$ras +ode so.rer a in.#$"ncia de restri%5es Gs varia%5es vo#$m8tricas da estr$t$ra di.:ceis de
serem consideradas nessa ava#ia%ão de .orma s$.icientemente +recisa( A#8m disso, essa a0ert$ra so.re tam08m a
in.#$"ncia das condi%5es de e<ec$%ão da estr$t$ra(
Por essas ra75es os crit8rios a+resentados a seg$ir devem ser encarados como ava#ia%5es aceit2veis do
com+ortamento gera# do e#emento, mas não garantem ava#ia%ão +recisa da a0ert$ra de $ma .iss$ra es+ec:.ica(
Para cada e#emento o$ gr$+o de e#ementos das armad$ras +assiva e ativa aderente =e<c#$indo!se os ca0os
+rotendidos 6$e estejam dentro de 0ain1as>, 6$e contro#am a .iss$ra%ão do e#emento estr$t$ra#, deve ser
considerada $ma 2rea Acr do concreto de envo#vimento, constit$:da +or $m ret;ng$#o c$jos #ados não distam
mais de 7φ do contorno do e#emento da armad$ra =ver .ig$ra 41>(
99
99
i
i
0 i
0
P
t P
t
Σ
Σ
·
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
NO@A: / conveniente 6$e toda a armad$ra de +e#e φi da viga, na s$a 7ona tracionada, #imite a a0ert$ra de
.iss$ras na região Acri corres+ondente(
4i/ura 31 * 8oncreto de envo#vimento da armadura
A grande7a da a0ert$ra de .iss$ras, P, determinada +ara cada +arte da região de envo#vimento, 8 a menor
dentre as o0tidas +e#as e<+ress5es 6$e seg$em :
sendo: σsi, φi, &si, ρri de.inidos +ara cada 2rea de envo#vimento em e<ame(
onde:
Acri 8 a 2rea da região de envo#vimento +rotegida +e#a 0arra φiM
&si 8 o mBd$#o de e#asticidade do a%o da 0arra φi consideradaM
φi 8 o di;metro da 0arra 6$e +rotege a região de envo#vimento consideradaM
ρri 8 a ta<a de armad$ra +assiva o$ ativa aderente =6$e não esteja dentro de 0ain1a> em re#a%ão a 2rea
da região de envo#vimento =Acri>M
σsi 8 a tensão de tra%ão no centro de gravidade da armad$ra considerada, ca#c$#ada no &st2dio 33(
Nos e#ementos estr$t$rais com +rotensão, σsi 8 o acr8scimo de tensão, no centro de gravidade da armad$ra,
entre o estado #imite de descom+ressão e o carregamento considerado( -eve ser ca#c$#ada no &st2dio 33
considerando toda armad$ra ativa, inc#$sive a6$e#a dentro de 0ain1as(
O c2#c$#o no &st2dio 33 =6$e admite com+ortamento #inear dos materiais e des+re7a a resist"ncia G tra%ão do
concreto> +ode ser .eito considerando a re#a%ão αe entre os mBd$#os de e#asticidade do a%o e do concreto
ig$a# a 1)(
100
100
ctm
si
si
si
i
i
.
4
& ) , 12
P
σ σ
η
φ
·

,
_

¸
¸
+
ρ
σ
η
φ
· ')
'
& ) , 12
P
ri si
si
i
i
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
ηi 8 o coe.iciente de con.orma%ão s$+er.icia# da armad$ra considerada, devendo ser adotados os va#ores de
η1 +ara +assiva e η+1 +ara ativa =ver 9(4(2>(
Nas vigas $s$ais, com a#t$ra menor 6$e 1,2 m, +ode!se considerar atendida a condi%ão de a0ert$ra de
.iss$ras em toda a +e#e tracionada, se a a0ert$ra de .iss$ras ca#c$#ada na região das 0arras mais
tracionadas .or veri.icada e e<ista $ma armad$ra #atera# 6$e atenda 17(4('(1(
1(.3.2.2 8ontro#e da fissuração sem a verificação da abertura de fissuras
Para dis+ensar a ava#ia%ão da grande7a da a0ert$ra de .iss$ras e atender ao estado #imite de .iss$ra%ão
=a0ert$ras m2<imas es+eradas da ordem de 0,4 mm +ara o concreto armado e 0,2 mm +ara o concreto com
armad$ras ativas>, $m e#emento estr$t$ra# deve ser dimensionado res+eitando as restri%5es da ta0e#a 22
6$anto ao di;metro m2<imo =φma<> e ao es+a%amento m2<imo =sm2<> das armad$ras, 0em como as
e<ig"ncias de co0rimento =se%ão 7> e de armad$ra m:nima =item 17(4('(2>( A tensão σs deve ser
determinada no &stadio 33(
Cabe#a 22 * 9a#ores má6imos de diJmetro e es$açamentoH com barras de a#ta aderncia
Censão de barra 9a#ores má6imos
8oncreto sem armaduras ativas 8oncreto com armaduras ativas
σs
JPa
φm2<
mm
sm2<
cm
φm2<
mm
sm2<
cm
160 42 40 2) 20
200 2) 2) 16 1)
2'0 16 20 12,) 10
280 12,) 1) 8 )
420 10 10 6 !
460 8 6 ! !
1(.3.3 1stado #imite de descom$ressão e de formação de fissuras
Nos e#ementos estr$t$rais onde se $ti#i7am armad$ras de +rotensão, +ode ser necess2ria a veri.ica%ão da
seg$ran%a em re#a%ão aos estados #imites de descom+ressão e de .orma%ão de .iss$ras(
&sta veri.ica%ão +ode ser .eita ca#c$#ando!se a m2<ima tensão de tra%ão do concreto no &st2dio 3 =concreto
não .iss$rado e com+ortamento e#2stico #inear dos materiais>(
Na .a#ta de va#ores mais +recisos, +odem ser adotados:
• αe Z 1) +ara a ra7ão entre os mBd$#os de e#asticidade do a%o e do concreto com carregamentos
.re6Oentes o$ 6$ase +ermanentesM
• αe Z 10 +ara a ra7ão entre os mBd$#os de e#asticidade do a%o e do concreto com carregamentos
rarosM
• .ct,. Z 1,2 .ctH +ara e#ementos estr$t$rais de se%ão @ o$ d$+#o @M
• .ct,. Z 1,) .ctH +ara e#ementos estr$t$rais de se%ão retang$#arM
• .ctH Z .ctH,in. +ara o estado #imite de .orma%ão de .iss$ras(
1(.3.4 ?rmaduras #on/itudinais má6imas e m:nimas
1(.3.4.1 Princ:$ios básicos
A r$+t$ra .r2gi# das se%5es transversais, 6$ando da .orma%ão da +rimeira .iss$ra, deve ser evitada
considerando!se, +ara o c2#c$#o das armad$ras $m momento m:nimo dado +e#o va#or corres+ondente ao
6$e +rod$7iria a r$+t$ra da se%ão de concreto sim+#es, s$+ondo 6$e a resist"ncia a tra%ão do concreto seja
dada +or .ctH,s$+(, devendo tam08m o0edecer Gs condi%5es re#ativas ao contro#e da a0ert$ra de .iss$ras dadas
no item 17(4(2(
101
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A es+eci.ica%ão de va#ores m2<imos +ara as armad$ras decorre da necessidade de se asseg$rar condi%5es
de d$ti#idade e de se res+eitar o cam+o de va#idade dos ensaios 6$e deram origem Gs +rescri%5es de
.$ncionamento conj$nto a%o!concreto(
1(.3.4.2 9a#ores #imites $ara armaduras #on/itudinais de vi/as
1(.3.4.2.1 ?rmadura de tração
A armad$ra m:nima de tra%ão, em e#ementos estr$t$rais armados o$ +rotendidos deve ser determinada +e#o
dimensionamento da se%ão a $m momento .#etor m:nimo dado +e#a e<+ressão a seg$ir, res+eitada a ta<a
m:nima a0so#$ta 0,1)0 N:
Jd,m:n Z 0,8k0 .ctH,s$+
onde:
k0 8 o mBd$#o de resist"ncia da se%ão transversa# 0r$ta de concreto re#ativo G .i0ra mais tracionadaM
.ctH,s$+ 8 a resist"ncia caracter:stica s$+erior do concreto G tra%ão =ver 8(2()>(
O dimensionamento +ara Jd,m:n deve ser considerado atendido se .orem res+eitadas as ta<as m:nimas de
armad$ra da ta0e#a 24(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 23 * Ca6as m:nimas de armadura de f#e6ão $ara vi/as
4orma da seção
9a#ores de ρminR
D
fcS 2. 25 3. 35 4. 45 5.
ωm:n
Retan/u#ar 0,04) 0,1)0 0,1)0 0,174 0,201 0,240 0,2)9 0,288
C
&mesa com$rimida'
0,02' 0,1)0 0,1)0 0,1)0 0,1)0 0,1)8 0,177 0,197
C
&mesa tracionada'
0,041 0,1)0 0,1)0 0,1)4 0,178 0,20' 0(229 0,2))
8ircu#ar 0,070 0,240 0,288 0,4') 0,'04 0,'60 0,)18 0,)7)
l Os va#ores de ρmin esta0e#ecidos nesta ta0e#a +ress$+5em o $so de a%o A!)0, γc Z 1,' e γs Z 1,1)( aso
esses .atores sejam di.erentes, ρmin deve ser reca#c$#ado com 0ase no va#or de ωm:n dado(
Nas se%5es ti+o @, a 2rea da se%ão a ser considerada deve ser caracteri7ada +e#a a#ma acrescida da mesa
co#a0orante(
&m e#ementos estr$t$rais s$+erdimensionados +ode ser $ti#i7ada armad$ra menor 6$e a m:nima, com va#or
o0tido a +artir de $m momento .#etor ig$a# ao do0ro de Jd( Neste caso, a determina%ão dos es.or%os
so#icitantes deve considerar de .orma rigorosa todas as com0ina%5es +oss:veis de carregamento, assim
como os e.eitos de tem+erat$ra, de.orma%5es di.eridas e reca#6$es de a+oio( -eve!se ter ainda es+ecia#
c$idado com o di;metro e es+a%amento das armad$ras de #imita%ão de .iss$ra%ão(
1(.3.4.2.2 9a#ores m:nimos $ara a armadura de tração sob deformaç"es im$ostas
&m e#ementos estr$t$rais onde o contro#e da .iss$ra%ão seja im+rescind:ve# +or ra75es de estan6$eidade o$
est8ticas, na .a#ta de $m m8todo mais rigoroso de ava#ia%ão dos es.or%os gerados +e#a restri%ão de
de.orma%5es im+ostas e desde 6$e sejam tomadas medidas tecno#Bgicas 6$e restrinjam esses es.or%os, a
armad$ra m:nima de tra%ão +ara contro#e da .iss$ra%ão +ode ser ca#c$#ada +e#a re#a%ão:
A* Z H Hc .ct,e. ActIσs
onde:
A* 8 a 2rea de armad$ra na 7ona tracionadaM
Act 8 a 2rea de concreto na 7ona tracionadaM
σs 8 a tensão m2<ima +ermitida na armad$ra imediatamente a+Bs a .orma%ão da .iss$ra( Km va#or mais
0ai<o 6$e a resist"ncia de escoamento +ode ser necess2rio +ara satis.a7er aos #imites de a0ert$ra de
.iss$ras =ver ta0e#a 22>M
.ct,e. 8 a resist"ncia m8dia G tra%ão e.etiva do concreto no instante em 6$e se .ormam as +rimeiras
.iss$ras( &m m$itos casos ? tais como a6$e#es em 6$e as de.orma%5es +re+onderantes im+ostas
res$#tam de dissi+a%ão do ca#or de 1idrata%ão ? isso +ode ocorrer em idade entre 1 d e ) d a+Bs a
mo#dagem, a de+ender das condi%5es am0ientes, da .orma do e#emento estr$t$ra#, da nat$re7a das
.ormas e do ti+o de cimento $ti#i7ado( Da#ores de .ct,e. +odem ser o0tidos com a$<:#io das e6$a%5es do
item 8(2(), adotando a resist"ncia do concreto G com+ressão na idade em 6$e se s$+5e a ocorr"ncia da
.iss$ra%Go( L$ando essa idade não +$der ser de.inida com va#or con.i2ve#, recomenda!se adotar va#or
m:nimo de resist"ncia G tra%ão ig$a# a 4 JPa(
H 8 $m coe.iciente 6$e considera os mecanismos de gera%ão de tens5es de tra%ão:
• no caso de de.orma%5es im+ostas intr:nsecas:
104
104
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
! no caso gera# de .orma de se%ão: H Z 0,8M
! em se%5es retang$#ares: H Z 0,8 +ara 1 ≤ 0,4 m
H Z 0,) +ara 1 ≥ 0,8 m
inter+o#ar #inearmente os va#ores de H +ara va#ores de 1
entre 0,4 m e 0,8 mM
• no caso de de.orma%5es im+ostas e<tr:nsecas: H Z 1,0(
Hc 8 $m coe.iciente 6$e considera a nat$re7a da distri0$i%ão de tens5es na se%ão, imediatamente antes
da .iss$ra%ão, com os seg$intes va#ores:
• Hc Z 1,0 +ara tra%ão +$raM
• Hc Z 0,' +ara .#e<ão sim+#esM
• Hc Z 0,' +ara as nerv$ras de e#ementos estr$t$rais +rotendidos o$ so0 .#e<ão com+osta, em
se%5es va7adas =ce#$#ar o$ cai<ão>M
• Hc Z 0,8 +ara a mesa tracionada de e#ementos estr$t$rais +rotendidos o$ so0 .#e<ão com+osta,
em se%5es va7adas =ce#$#ar o$ cai<ão>M
• o va#or de Hc +ode ser inter+o#ado entre 0,' =corres+ondente ao caso de .#e<ão sim+#es> e 7ero,
6$ando a a#t$ra da 7ona tracionada, ca#c$#ada no &st2dio 33 so0 os es.or%os 6$e cond$7em ao
in:cio da .iss$ra%ão, não e<ceder o menor dos dois va#ores: 1I2 e 0,) m(
1(.3.4.2.3 ?rmadura de $e#e
A m:nima armad$ra #atera# deve ser 0,10 N Ac,a#ma em cada .ace da a#ma da viga e com+osta +or 0arras de
a#ta ader"ncia =η1 ≥ 2,2)> com es+a%amento não maior 6$e 20 cm( No caso da $ti#i7a%ão de 0arras de
+e6$eno di;metro φ ^ 8,0mm, 6$e não ten1am a#ta ader"ncia =η1 ^ 2,2)> deve!se do0rar essa 6$antidade
de armad$ra(
&m vigas com a#t$ra ig$a# o$ in.erior a 60 cm +ode ser dis+ensada a $ti#i7a%ão da armad$ra de +e#e(
1(.3.4.2.4 ?rmaduras de tração e de com$ressão
A soma das armad$ras de tra%ão e de com+ressão =As \ AsR> não deve ter va#or maior 6$e 'N Ac, ca#c$#ada
na região .ora da 7ona de emendas(
1(.3.4.3 9a#ores #imites $ara armaduras #on/itudinais de $i#ares e tirantes
1(.3.4.3.1 9a#ores m:nimos
A ta<a de armad$ra deve ter o va#or m:nimo e<+resso a seg$ir:
sendo:
ν Z NdI=Ac.cd>
onde:
ν 8 o va#or da .or%a norma# em termos adimensionais(
A ta0e#a 2' .ornece va#ores +ara ρmin, com o $so de a%o A!)0 e considerando γc Z 1,' e γs Z 1,1)(
10'
10'
N '0 , 0
.
.
1) , 0
A
A
Yd
cd
c
s
min
≥ ν · · ρ
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 24 * Ca6as m:nimas de armadura de $i#ares
9a#ores de ρminR
D
9a#ores de fcS 2. 25 3. 35 4. 45 5.
9a#ores de ν
0,1 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00
0,2 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00
0,4 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00
0,' 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,'00 0,''' 0,'94
0,) 0,'00 0,'00 0,'00 0,'41 0,'94 0,))' 0,616
0,6 0,'00 0,'00 0,''' 0,)18 0,)91 0,66) 0,749
0,7 0,'00 0,'41 0,)18 0,60' 0,690 0,776 0,864
0,8 0,'00 0,'94 0,)91 0,690 0,789 0,887 0,986
lPara a%o A!)0, γc Z 1,' e γs Z 1,1)(
1(.3.4.3.2 9a#ores má6imos
As, m2< Z 8,0N Ac
A maior armad$ra +oss:ve# em +i#ares deve ser 8N da se%ão rea#, considerando!se inc#$sive a so0re+osi%ão
de armad$ra e<istente em regi5es de emenda, res+eitado o dis+osto em 18('(2(2(
1(.4 1#ementos #ineares sujeitos B força cortante * 1stado #imite 0#timo
1(.4.1 Oi$,teses básicas
As +rescri%5es 6$e se seg$em a+#icam!se a e#ementos #ineares armados o$ +rotendidos, s$0metidos a
.or%as cortantes, event$a#mente com0inadas com o$tros es.or%os so#icitantes(
Não se a+#icam a e#ementos de vo#$me, #ajes, vigas +arede e conso#os c$rtos, 6$e são tratados em o$tras
se%5es desta Norma(
As condi%5es .i<adas +or esta Norma +ara e#ementos #ineares admite dois mode#os de c2#c$#o 6$e
+ress$+5em a ana#ogia com mode#o em tre#i%a, de 0an7os +ara#e#os, associado a mecanismos resistentes
com+#ementares desenvo#vidos no interior do e#emento estr$t$ra# e trad$7idos +or $ma com+onente
adiciona# Dc(
1(.4.1.1 8ondiç"es /erais
1(.4.1.1.1 @odos os e#ementos #ineares s$0metidos a .or%a cortante, G e<ce%ão dos casos indicados em
17('(1(1(2, devem conter armad$ra transversa# m:nima constit$:da +or estri0os, com ta<a geom8trica:
onde:
AsP 8 a 2rea da se%ão transversa# dos estri0osM
s 8 o es+a%amento dos estri0os, medido seg$ndo o ei<o #ongit$dina# do e#emento estr$t$ra#M
α 8 a inc#ina%ão dos estri0os em re#a%ão ao ei<o #ongit$dina# do e#emento estr$t$ra#M
0P 8 a #arg$ra m8dia da a#ma, medida ao #ongo da a#t$ra Cti# da se%ão, res+eitada a restri%ão indicada em
=17('(1(1(2>(
1(.4.1.1.2 Aa7em e<ce%ão ao +ar2gra.o anterior:
10)
10)
YPH
ctm
P
sP
sP
.
.
2 , 0
sen ( s ( 0
A

α
· ρ
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
a> os e#ementos estr$t$rais #ineares com 0P > ) d =em 6$e d 8 a a#t$ra Cti# se%ão>, caso 6$e deve ser
tratado como #aje =ver item 19('>M
0> as nerv$ras de #ajes nerv$radas, 6$ando es+a%adas de menos de 60 cm, 6$e tam08m +odem ser
veri.icadas como #ajes( Neste caso deve ser tomada como 0ase a soma das #arg$ras das nerv$ras no
trec1o considerado, +odendo ser dis+ensada a armad$ra transversa# 6$ando D*d ≤ 0,7 DRd1 com DRd1
Z τRd1 0P d =sendo τRd1 de.inido em 19('(1>M
c> os +i#ares e e#ementos #ineares de .$nda%ão s$0metidos +redominantemente G com+ressão 6$e
atendam sim$#taneamente, na com0ina%ão mais des.avor2ve# das a%5es em estado #imite C#timo,
ca#c$#ada a se%ão em &st2dio 3, Gs condi%5es seg$intes:
! em nen1$m +onto deve ser $#tra+assada a tensão .ctHM
! D*d ≤ Dc, sendo Dc de.inido em 17('(2(1(
Neste caso, a armad$ra transversa# m:nima 8 a de.inida na se%ão 18(
1(.4.1.1.3 A armad$ra transversa# =AsP> +ode ser constit$:da +or estri0os =.ec1ados na região de a+oio das
diagonais, envo#vendo a armad$ra #ongit$dina#> o$ +e#a com+osi%ão de estri0os e 0arras do0radas,
entretanto 6$ando .orem $ti#i7adas 0arras do0radas, estas não devem s$+ortar mais do 6$e 60N do es.or%o
tota# resistido +e#a armad$ra(
1(.4.1.1.4 Podem ser $ti#i7adas 0arras verticais so#dadas com0inadas com estri0os .ec1ados, mantida a
+ro+or%ão resistente esta0e#ecida em 17('(1(1(4, 6$ando essas 0arras .orem ancoradas de acordo com
9('(6(2( &ntretanto, 6$ando essas 0arras não .orem com0inadas com estri0os, na +ro+or%ão indicada em
17('(1(1(4, os e#ementos #ongit$dinais so#dados devem o0rigatoriamente constit$ir a tota#idade da armad$ra
#ongit$dina# de tra%ão(
1(.4.1.1.5 O ;ng$#o de inc#ina%ão α das armad$ras transversais em re#a%ão ao ei<o #ongit$dina# do
e#emento estr$t$ra# deve estar sit$ado no interva#o ')° ≤ α ≤ 90°(
1(.4.1.1.% Os es+a%amentos m2<imos e m:nimos entre e#ementos da armad$ra devem atender Gs
e<ig"ncias da se%ão 18(
1(.4.1.2 8ondiç"es re#ativas aos esforços so#icitantes
1(.4.1.2.1 8ar/as $r,6imas aos a$oios
Para o c2#c$#o da armad$ra transversa#, no caso de a+oio direto =se a carga e a rea%ão de a+oio .orem
a+#icadas em .aces o+ostas do e#emento estr$t$ra#, com+rimindo!a>, va#em as seg$intes +rescri%5es:
a> a .or%a cortante ori$nda de carga distri0$:da +ode ser considerada, no trec1o entre o a+oio e a se%ão
sit$ada G dist;ncia dI2 da .ace de a+oio, constante e ig$a# G desta se%ãoM
0> a .or%a cortante devida a $ma carga concentrada a+#icada a $ma dist;ncia a ≤ 2d do ei<o teBrico do
a+oio +ode, nesse trec1o de com+rimento a, ser red$7ida m$#ti+#icando!a +or aI=2d>( @odavia, esta
red$%ão não se a+#ica Gs .or%as cortantes +rovenientes dos ca0os inc#inados de +rotensão(
As red$%5es indicadas neste item não se a+#icam G veri.ica%ão da resist"ncia G com+ressão diagona# do
concreto( No caso de a+oios indiretos, essas red$%5es tam08m não são +ermitidas(
1(.4.1.2.2 1feito da com$onente tan/encia# da força de $rotensão
No va#or de D*d deve ser considerado o e.eito da +roje%ão da .or%a de +rotensão na s$a dire%ão, com o
va#or de c2#c$#o corres+ondente ao tem+o t considerado( &ntretanto, 6$ando esse e.eito .or .avor2ve#, a
armad$ra #ongit$dina# de tra%ão j$nto G .ace tracionada +or .#e<ão deve satis.a7er G condi%ão:
A+.+Yd \ As.Yd ≥ D*d
1(.4.1.2.3 1#ementos estruturais com a#tura variáve#
106
106
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A .or%a cortante 6$e 8 resistida +e#a a#ma das vigas de a#t$ra vari2ve# +ode ser ava#iada +or:
onde:
D*d,red 8 a .or%a cortante red$7ida, considerando o e.eito de a#t$ra vari2ve#M
βc 8 o ;ng$#o entre o 0an7o de com+ressão e o ei<o #ongit$dina# do e#emento estr$t$ra#M
βt 8 o ;ng$#o entre a armad$ra de tra%ão e o ei<o do e#emento estr$t$ra#M
θ 8 o ;ng$#o de inc#ina%ão das 0ie#as de com+ressão consideradas no dimensionamento G .or%a cortanteM
7 8 o 0ra%o de a#avanca das .or%as internas(
Os sinais de βc e βt devem ser o0tidos considerando o sentido das .or%as .inais de com+ressão e de
tra%ão da .#e<ão com a .or%a cortante concomitante(
A e<+ressão acima considera a red$%ão da .or%a de com+ressão na .#e<ão 6$ando e<iste .or%a cortante
concomitante(
1(.4.2 9erificação do estado #imite 0#timo
1(.4.2.1 8á#cu#o da resistncia
A resist"ncia do e#emento estr$t$ra#, n$ma determinada se%ão transversa# deve ser considerada satis.atBria,
6$ando veri.icadas sim$#taneamente as seg$intes condi%5es:
D*d < DRd2
D*d < DRd4 Z Dc \ DsP
onde:
D*d 8 a .or%a cortante so#icitante de c2#c$#o, na se%ãoM
DRd2 8 a .or%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa G r$:na das diagonais com+rimidas de concreto,
con.orme se a+#i6$em os +rocessos indicados em 17('(2(2 o$ 17('(2(4, res+ectivamente(
DRd4 Z Dc \ DsP, 8 a .or%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa G r$:na +or tra%ão diagona#, onde Dc 8 a
+arce#a de .or%a cortante a0sorvida +or mecanismos com+#ementares ao de tre#i%a e DsP a +arce#a
a0sorvida +e#a armad$ra transversa#, con.orme se a+#i6$em 17('(2(2 o$ 17('(2(4, res+ectivamente
Na região dos a+oios, os c2#c$#os devem considerar as .or%as cortantes agentes nas res+ectivas .aces(
1(.4.2.2 Aode#o de cá#cu#o I
O mode#o 3 admite diagonais de com+ressão inc#inadas de θZ')° em re#a%ão ao ei<o #ongit$dina# do
e#emento estr$t$ra# e admite ainda 6$e a +arce#a com+#ementar Dc ten1a va#or constante, inde+endente de
D*d(
a' verificação da com$ressão dia/ona# do concreto
DRd2 Z 0,27 αv .cd 0P d
sendo: αv Z =1 ! .cH I 2)0>
b' cá#cu#o da armadura transversa#
DsP Z =AsP I s>0,9 d .YPd =sen α \ cos α>
107
107
t red , *d *d c red , *d *d red , *d d
tg > 2 I g cot D 7 I J = tg > 2 I g cot D 7 I J = D D β θ + + β θ − · −
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sendo:
Dc Z 0 nos e#ementos estr$t$rais tracionados 6$ando a #in1a ne$tra se sit$a .ora da se%ãoM
Dc Z Dc0 na .#e<ão sim+#es e na .#e<o!tra%ão com a #in1a ne$tra cortando a se%ãoM
Dc Z Dc0 =1\ Jo I J*d,m2< > ≤ 2Dc0 na .#e<o!com+ressão
Dc0 Z 0,6 .ctd 0P d
.ctd Z .ctH,in.Iγc
onde:
0P 8 a menor #arg$ra da se%ão, com+reendida ao #ongo da a#t$ra Cti# dM entretanto no caso de e#ementos
estr$t$rais +rotendidos, 6$ando e<istirem 0ain1as injetadas com di;metro φ _ 0PI8, a #arg$ra resistente a
considerar deve ser =0P ! 1I2Σφ), na +osi%ão da a#ma em 6$e essa di.eren%a seja mais des.avor2ve#, G
e<ce%ão do n:ve# 6$e de.ine o 0an7o tracionado da vigaM
d 8 a a#t$ra Cti# da se%ão, ig$a# G dist;ncia da 0orda com+rimida ao centro de gravidade da armad$ra de
tra%ãoM entretanto no caso de e#ementos estr$t$rais +rotendidos com ca0os distri0$:dos ao #ongo da
a#t$ra, d não +recisa ser tomado com va#or menor 6$e 0,81, desde 6$e e<ista armad$ra j$nto G .ace
tracionada de .orma a satis.a7er 17('(1(2(2M
s 8 o es+a%amento entre e#ementos da armad$ra transversa# AsP, medido seg$ndo o ei<o #ongit$dina# do
e#emento estr$t$ra#M
.YPd 8 a tensão na armad$ra transversa# +assiva, #imitada ao va#or .Yd no caso de estri0os e a 70N desse
va#or no caso de 0arras do0radas, não se tomando, +ara am0os os casos, va#ores s$+eriores a '4)
JPaM entretanto no caso de armad$ras transversais ativas, o acr8scimo de tensão devida G .or%a
cortante não +ode $#tra+assar a di.eren%a entre .+Yd e a tensão de +rotensão, nem ser s$+erior a '4)
JPaM
α 8 o ;ng$#o de inc#ina%ão da armad$ra transversa# em re#a%ão ao ei<o #ongit$dina# do e#emento
estr$t$ra#, +odendo!se tomar ')° ≤ α ≤ 90°M
J0 8 o va#or do momento .#etor 6$e an$#a a tensão norma# de com+ressão na 0orda da se%ão =tracionada
+or Jd,ma<>, +rovocada +e#as .or%as normais de diversas origens concomitantes com D*d, sendo essa
tensão ca#c$#ada com va#ores de γ. e γ+ ig$ais a 0,9, os momentos corres+ondentes a essas .or%as
normais não devem ser considerados no c2#c$#o dessa tensão +ois são considerados em J*d, a+enas os
momentos isost2ticos de +rotensãoM
J*d,ma< 8 o momento .#etor de c2#c$#o, m2<imo no trec1o em an2#ise, 6$e +ode ser tomado como o de
maior va#or no semitramo considerado, =+ara esse c2#c$#o, não se consideram os momentos isost2ticos
de +rotensão, a+enas os 1i+erest2ticos>(
c' deca#a/em do dia/rama de força no ban@o tracionado
L$ando a armad$ra #ongit$dina# de tra%ão .or determinada atrav8s do e6$i#:0rio de es.or%os na se%ão
norma# ao ei<o do e#emento estr$t$ra#, os e.eitos +rovocados +e#a .iss$ra%ão o0#:6$a +odem ser
s$0stit$:dos no c2#c$#o +e#a deca#agem do diagrama de .or%a no 0an7o tracionado dada +e#a e<+ressão:
sendo:
a

≥ 0,)d, no caso gera#M
108
108
1
1
]
1

¸

α − α +

· g cot > g cot 1 =
> D D = 2
D
d a
c m2< , *d
m2< , *d

@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
a

≥ 0,2d, +ara estri0os inc#inados a ')°(
&ssa deca#agem +ode ser s$0stit$:da, a+ro<imadamente, +e#a corres+ondente deca#agem do diagrama de
momentos .#etores(
A dece#agem do diagrama de .or%a no 0an7o tracionado +ode tam08m ser o0tida sim+#esmente
a$mentando a .or%a de tra%ão, em cada se%ão, +e#a e<+ressão:
1(.4.2.3 Aode#o de cá#cu#o II
O mode#o 33 admite diagonais de com+ressão inc#inadas de θ em re#a%ão ao ei<o #ongit$dina# do e#emento
estr$t$ra#, com θ vari2ve# #ivremente entre 40° e ')°( Admite ainda 6$e a +arce#a com+#ementar Dc so.ra
red$%ão com o a$mento de D*d(
a' verificação da com$ressão dia/ona# do concreto
DRd2 Z 0,)' αv .cd 0P d sen
2
θ =cotg α \ cotg θ>
com: αv Z =1! .cHI2)0> e .cH em mega+asca#(
b' cá#cu#o da armadura transversa#
DsP Z =AsP I s>0,9 d .YPd =cotg α \ cotg θ> sen α
sendo:
DcZ 0, em e#ementos estr$t$rais tracionados 6$ando a #in1a ne$tra se sit$a .ora da se%ãoM
DcZ Dc1 , na .#e<ão sim+#es e na .#e<o!tra%ão com a #in1a ne$tra cortando a se%ãoM
DcZ Dc1 =1\ J0 I J*d,m2<> < 2Dc1 na .#e<o!com+ressão , com:
Dc1 Z Dc0 6$ando D*d ≤ Dc0
Dc1 Z 0 6$ando D*d Z DRd2 , inter+o#ando!se #inearmente +ara va#ores intermedi2rios(
Jantidas a nota%ão e as #imita%5es de.inidas em 17('(2(2(
c' des#ocamento do dia/rama de momentos f#etores
Jantidas as condi%5es esta0e#ecidas em 17('(2(2(c, o des#ocamento do diagrama de momentos .#etores,
a+#icando o +rocesso descrito neste item, deve ser:
sendo:
a

≥ 0,)d, no caso gera#M
a

≥ 0,2d, +ara estri0os inc#inados a ')°(
Permanece v2#ida +ara o mode#o 33 a a#ternativa dada em 17('(2(2(c(
1(.5 1#ementos #ineares sujeitos B torção * 1stado #imite 0#timo
1(.5.1 Corção uniforme
109
109
2
1
> g cot g =cot D
2
J
R
*d
*d
cor , *d
α − θ + ·
> g cot g =cot d ) , 0 a α − θ ·

@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
As condi%5es .i<adas +or esta Norma +ress$+5em $m mode#o resistente constit$:do +or tre#i%a es+acia#,
de.inida a +artir de $m e#emento estr$t$ra# de se%ão va7ada e6$iva#ente ao e#emento estr$t$ra# a
dimensionar(
As diagonais de com+ressão dessa tre#i%a, .ormada +or e#ementos de concreto, t"m inc#ina%ão 6$e +ode ser
ar0itrada +e#o +rojeto no interva#o 40° ≤ θ ≤ ')°(
1(.5.1.1 8ondiç"es /erais
*em+re 6$e a tor%ão .or necess2ria ao e6$i#:0rio do e#emento estr$t$ra#, deve e<istir armad$ra destinada a
resistir aos es.or%os de tra%ão ori$ndos da tor%ão( &ssa armad$ra deve ser constit$:da +or estri0os verticais
normais ao ei<o do e#emento estr$t$ra# e 0arras #ongit$dinais distri0$:das ao #ongo do +er:metro da se%ão
resistente, ca#c$#ada de acordo com as +rescri%5es desta se%ão e com ta<a geom8trica m:nima dada +e#a
e<+ressão:
L$ando a tor%ão não .or necess2ria ao e6$i#:0rio, caso da tor%ão de com+ati0i#idade, 8 +oss:ve# des+re72!
#a, desde 6$e o e#emento estr$t$ra# ten1a a ade6$ada ca+acidade de ada+ta%ão +#2stica e 6$e todos os
o$tros es.or%os sejam ca#c$#ados sem considerar os e.eitos +or e#a +rovocados( Para garantir $m n:ve#
ra7o2ve# de ca+acidade de ada+ta%ão +#2stica deve!se res+eitar a armad$ra m:nima de tor%ão e a .or%a
cortante #imitada, ta# 6$e: Dsd ≤ 0,7 DRd2(
1(.5.1.2 Resistncia do e#emento estrutura#* Corção $ura
Admite!se satis.eita a resist"ncia do e#emento estr$t$ra#, n$ma dada se%ão, 6$ando se veri.icarem
sim$#taneamente as seg$intes condi%5es:
@*d ≤ @Rd,2
@*d ≤ @Rd,4
@*d ≤ @Rd,'
onde:
@Rd,2 re+resenta o #imite dado +e#a resist"ncia das diagonais com+rimidas de concretoM
@Rd,4 re+resenta o #imite de.inido +e#a +arce#a resistida +e#os estri0os normais ao ei<o do e#emento
estr$t$ra#M
@Rd,' re+resenta o #imite de.inido +e#a +arce#a resistida +e#as 0arras #ongit$dinais, +ara#e#as ao ei<o do
e#emento estr$t$ra#(
1(.5.1.3 Keometria da seção resistente
1(.5.1.3.1 Seç"es $o#i/onais conve6as c=eias
A se%ão va7ada e6$iva#ente se de.ine a +artir da se%ão c1eia com es+ess$ra da +arede e6$iva#ente 1e dada
+or:
1e ≤ AIµ
1e ≥ 2 c1
onde:
A 8 a 2rea da se%ão c1eiaM
µ 8 o +er:metro da se%ão c1eiaM
110
110
YPH
ctm
P
sP
sP s
.
.
2 , 0
s 0
A
≥ · ρ · ρ

@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
c1 8 a dist;ncia entre o ei<o da armad$ra #ongit$dina# do canto e a .ace #atera# do e#emento estr$t$ra#(
1(.5.1.3.2 Seção com$osta de retJn/u#os
O momento de tor%ão tota# deve ser distri0$:do entre os ret;ng$#os con.orme s$a rigide7 e#2stica #inear(
ada ret;ng$#o deve ser veri.icado iso#adamente com a se%ão e6$iva#ente de.inida em A( Assim, o momento
de tor%ão 6$e ca0e ao ret;ng$#o i =@*di> 8 dado +or:
onde:
a 8 o menor #ado do ret;ng$#oM
0 8 o maior #ado do ret;ng$#o(
1(.5.1.3.3 Seç"es va@adas
-eve ser considerada a menor es+ess$ra de +arede entre:
! a es+ess$ra rea# da +aredeM
! a es+ess$ra e6$iva#ente ca#c$#ada s$+ondo a se%ão c1eia de mesmo contorno e<terno da se%ão
va7ada(
1(.5.1.4 9erificação da com$ressão dia/ona# do concreto
A resist"ncia decorrente das diagonais com+rimidas de concreto deve ser o0tida +or :
@Rd2 Z 0,)0 αv .cd Ae 1e sen 2 θ
sendo:
αv Z 1 ! .cH I 2)0, com .cH em mega+asca#(
onde:
θ 8 o ;ng$#o de inc#ina%ão das diagonais de concreto, ar0itrado no interva#o 40° ≤ θ ≤ ')°M
Ae 8 a 2rea #imitada +e#a #in1a m8dia da +arede da se%ão va7ada, rea# o$ e6$iva#ente, inc#$indo a +arte
va7adaM
1e 8 a es+ess$ra e6$iva#ente da +arede da se%ão va7ada, rea# o$ e6$iva#ente, no +onto considerado(
1(.5.1.5 8á#cu#o das armaduras
-evem ser consideradas e.etivas as armad$ras contidas na 2rea corres+ondente G +arede e6$iva#ente,
6$ando:
a> a resist"ncia decorrente dos estri0os normais ao ei<o do e#emento estr$t$ra# atende G e<+ressão:
@Rd4Z =A90 I s> .YPd 2Ae cotg θ
onde:
.YPd 8 a resist"ncia de c2#c$#o do a%o da armad$ra +assiva, #imitada a '4) JPa(
0> a resist"ncia decorrente das armad$ras #ongit$dinais atende G e<+ressão:
@Rd'Z =As
I $>( 2Ae .YPd tg θ
111
111
i
4
i
i
4
i
*d *di
0
a
0
a
@ @
Σ
·
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
onde:
As
8 a soma das 2reas das se%5es das 0arras #ongit$dinaisM
$ 8 o +er:metro de Ae(
A armad$ra #ongit$dina# de tor%ão de 2rea tota# As
+ode ter arranjo distri0$:do o$ concentrado,
mantendo!se o0rigatoriamente constante a re#a%ão ∆ As
I∆$, onde ∆$ 8 o trec1o de +er:metro, da se%ão
e.etiva, corres+ondente a cada 0arra o$ .ei<e de 0arras de 2rea ∆ As
(
Nas se%5es +o#igonais, em cada v8rtice dos estri0os de tor%ão, deve ser co#ocada +e#o menos $ma 0arra
#ongit$dina#(
1(.5.2 Corção em $erfis abertos de $arede fina
L$ando o e#emento estr$t$ra# so0 tor%ão +$der ser assimi#ado a $m +er.i# a0erto de +arede .ina, o +rojeto
deve contem+#ar, a#8m da tor%ão $ni.orme, tam08m os e.eitos da .#e<o!tor%ão(
1(.5.2.1 8onsideraç"es /erais
No caso gera#, a tor%ão $ni.orme e a .#e<o!tor%ão mani.estam!se de .orma com+ati0i#i7ada, dividindo entre si
o carregamento e<terno de .orma vari2ve# ao #ongo do e#emento estr$t$ra#( onsiderando a 0oa ca+acidade
de ada+ta%ão +#2stica dos e#ementos estr$t$rais G tor%ão, +ermite!se des+re7ar $m desses mecanismos,
desde 6$e o considerado não ten1a rigide7 menor 6$e o des+re7ado(
Os va#ores de rigide7 devem ser ca#c$#ados considerando!se os e.eitos da .iss$ra%ão, +odendo ser
adotados 0,1) da rigide7 e#2stica no caso da tor%ão $ni.orme e 0,)0 no caso da .#e<o!tor%ão(
1(.5.2.2 Ri/ide@ B f#e6o*torção
Na .a#ta de c2#c$#o mais +reciso, 6$ando o +er.i# +oss$ir +aredes o+ostas +ara#e#as o$ a+ro<imadamente
+ara#e#as =caso de +er.is 3, , n, ∏ e an2#ogos>, as 6$ais +ossam resistir +or .#e<ão di.erenciada G
so#icita%ão de .#e<o!tor%ão, a rigide7 estr$t$ra# desse +er.i#, medida +or e<em+#o +e#o coe.iciente de mo#a em
6$i#oneP#tons +or metro +or radiano =HNmIrad> +ode ser ca#c$#ada +e#a e<+ressão =ver .ig$ra 42>:
r Z @Iθ
sendo:
θ Z =a1 \ a2> I 7
onde:
@ 8 o momento e<terno 6$e +rovoca tor%ão, s$+osto a+#icado no meio do vãoM
θ 8 a rota%ão da se%ão, +rovocada +e#a .#e<ão di.erenciada das +aredes o+ostas 1 e 2M
a1 8 a .#ec1a +rovocada +e#a .#e<ão da +arede 1 so0 at$a%ão da .or%a A Z @I7M
a2 8 a .#ec1a +rovocada +e#a .#e<ão da +arede 2 so0 at$a%ão da .or%a A Z @I7 de sentido o+osto G 6$e se
a+#ica G +arede 1M
No c2#c$#o das .#ec1as a1 e a2 deve ser considerada metade da rigide7 e#2stica das +aredes(
7 8 a dist;ncia entre os ei<os das +aredes 1 e 2(
112
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 32 * 4#e6o*torção de $erfi# com $aredes o$ostas
1(.5.2.3 Resistncia B f#e6o*torção
A resist"ncia G .#e<o!tor%ão de todo o e#emento estr$t$ra# +ode ser ca#c$#ada a +artir da resist"ncia G .#e<ão
das +aredes o+ostas, +e#a e<+ressão seg$inte:
@Rd Z ∆ARd, m:n ( 7
sendo:
∆ARd, m:n Z =ARd ! A*d> m:n
onde:
ARd 8 a .or%a transversa# 6$e esgota a resist"ncia da +arede iso#ada, sem o e.eito da tor%ãoM
A*d 8 a +arce#a da .or%a transversa# tota# a+#icada ao e#emento estr$t$ra#, 6$e ca0e G +arede iso#ada, sem
o e.eito da tor%ãoM
O va#or ∆ARd, m:n 8 o menor entre as d$as +aredes consideradas(
1(.% 1stado #imite de fissuração inc#inada da a#ma * 4orça cortante e torção
Ks$a#mente não 8 necess2rio veri.icar a .iss$ra%ão diagona# da a#ma de e#ementos estr$t$rais de concreto(
&m casos es+eciais em 6$e isso .or considerado im+ortante deve!se #imitar o es+a%amento da armad$ra
transversa# a 1) cm(
1(.( So#icitaç"es combinadas
1(.(.1 4#e6ão e torção
Nos e#ementos estr$t$rais s$0metidos a tor%ão e a .#e<ão sim+#es o$ com+osta, as veri.ica%5es +odem ser
e.et$adas se+aradamente +ara a tor%ão e +ara as so#icita%5es normais, devendo ser atendidas
com+#ementarmente as +rescri%5es de 17(7(1(1 a 17(7(1(4(
1(.(.1.1 ?rmadura #on/itudina#
Na 7ona tracionada +e#a .#e<ão, a armad$ra de tor%ão deve ser acrescentada G armad$ra necess2ria +ara
so#icita%5es normais, considerando!se em cada se%ão os es.or%os 6$e agem concomitantemente(
1(.(.1.2 ?rmadura #on/itudina# no ban@o com$rimido $or f#e6ão
No 0an7o com+rimido +e#a .#e<ão, a armad$ra #ongit$dina# de tor%ão +ode ser red$7ida em .$n%ão dos
es.or%os de com+ressão 6$e at$am na es+ess$ra e.etiva 1 e no trec1o de com+rimento ∆$ corres+ondente
G 0arra o$ .ei<e de 0arras consideradas(
114
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
1(.(.1.3 Resistncia de ban@o com$rimido
Nas se%5es em 6$e a tor%ão at$a sim$#taneamente com so#icita%5es normais intensas, 6$e red$7em
e<cessivamente a +ro.$ndidade da #in1a ne$tra, +artic$#armente em vigas de se%ão ce#$#ar, o va#or de
c2#c$#o da tensão +rinci+a# de com+ressão não deve s$+erar o va#or 0,8) .cd(
&sta tensão +rinci+a# deve ser ca#c$#ada como em $m estado +#ano de tens5es, a +artir da tensão norma#
m8dia 6$e age no 0an7o com+rimido de .#e<ão e da tensão tangencia# de tor%ão ca#c$#ada +or:
τ@d Z @d I 2 Ae 1e
1(.(.2 Corção e força cortante
Na com0ina%ão de tor%ão com .or%a cortante, o +rojeto deve +rever ;ng$#os de inc#ina%ão das 0ie#as de
concreto θ coincidentes +ara os dois es.or%os(
L$ando .or $ti#i7ado o mode#o 3 =ver 17('(2(2> +ara a .or%a cortante, 6$e s$0entende θ Z ')[, esse deve ser
o va#or considerado tam08m +ara a tor%ão(
1(.(.2.1 A resist"ncia G com+ressão diagona# do concreto deve ser satis.eita atendendo G e<+ressão:
onde:
D*d e @*d são os es.or%os de c2#c$#o 6$e agem concomitantemente na se%ão(
1(.(.2.2 A armad$ra transversa# +ode ser ca#c$#ada +e#a soma das armad$ras ca#c$#adas se+aradamente
+ara D*d e @*d (
1+ !eta#=amento de e#ementos #ineares
1+.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
a

! -es#ocamento do diagrama de momentos .#etores, +ara#e#o ao ei<o da +e%a, +ara s$0stit$ir
os e.eitos +rovocados +e#a .iss$ra%ão o0#:6$a
r ! Raio de c$rvat$ra interno do ganc1o
st,m2< &s+a%amento transversa# m2<imo entre ramos s$cessivos de armad$ra constit$:da +or estri0os
As,a+oio ! Qrea da se%ão transversa# de armad$ra #ongit$dina# necess2ria j$nto a a+oio de e#emento
estr$t$ra#
As
! *oma das 2reas das se%5es das 0arras #ongit$dinais de tor%ão
As,vão ! Qrea da se%ão transversa# de armad$ra #ongit$dina# de tra%ão no vão
Ja+oio ! Jomento .#etor no a+oio
Jvão ! Jomento .#etor m2<imo +ositivo no vão
Rst ! Aor%a de tra%ão na armad$ra
11'
11'
1
@
@
D
D
2 Rd
*d
Rd
*d
≤ +
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
DRd2 ! Aor%a cortante resistente de c2#c$#o, re#ativa G r$:na das diagonais com+rimidas de concreto
1+.2 !is$osiç"es /erais re#ativas Bs armaduras
1+.2.1 ?rranjo das armaduras
O arranjo das armad$ras deve atender não sB G s$a .$n%ão estr$t$ra# como tam08m Gs condi%5es
ade6$adas de e<ec$%ão, +artic$#armente com re#a%ão ao #an%amento e ao adensamento do concreto(
Os es+a%os devem ser +rojetados +ara a introd$%ão do vi0rador e de modo a im+edir a segrega%ão dos
agregados e a ocorr"ncia de va7ios no interior do e#emento estr$t$ra#(
1+.2.2 Iarras curvadas
O di;metro interno de c$rvat$ra de $ma 0arra da armad$ra #ongit$dina# do0rada, +ara resistir G .or%a
cortante o$ em nB de +Brtico, não deve ser menor 6$e 10φ +ara a%o A!2), 1)φ +ara A!)0 e 18φ +ara A!
60(
*e a tensão na armad$ra de tra%ão, determinada com a so#icita%ão de c2#c$#o, .or in.erior G tensão de
c2#c$#o es+eci.icada +ara o a%o $ti#i7ado, esses di;metros da c$rvat$ra +odem ser red$7idos
+ro+orciona#mente, mas n$nca a va#ores in.eriores aos e<igidos +ara os ganc1os(
*e 1o$ver 0arras de tra%ão c$rvadas no mesmo +#ano e o es+a%amento entre e#as .or in.erior ao do0ro do
m:nimo +ermitido =18(4(2(2>, o va#or m:nimo do di;metro da c$rvat$ra esta0e#ecido neste item deve ser
m$#ti+#icado +e#o nCmero de 0arras nessas condi%5es(
L$ando 1o$ver +ossi0i#idade de .iss$ra%ão do concreto no +#ano da 0arra do0rada, ocasionada +or tens5es
de tra%ão normais a esse +#ano, deve ser co#ocada armad$ra transversa# o$ a$mentado o di;metro da
c$rvat$ra da 0arra(
1+.2.3 Audanças de direção das armaduras
L$ando 1o$ver tend"ncia G reti.ica%ão de 0arra tracionada em regi5es em 6$e a resist"ncia a esses
des#ocamentos seja +ro+orcionada +or co0rimento ins$.iciente de concreto, a +erman"ncia da 0arra em s$a
+osi%ão deve ser garantida +or meio de estri0os o$ gram+os convenientemente distri0$:dos( -eve ser dada
+re.er"ncia G s$0stit$i%ão da 0arra +or o$tras d$as +ro#ongadas a#8m do se$ cr$7amento e ancoradas
con.orme a se%ão 9 =ver .ig$ra 44>(
4i/ura 33 * Audança de direção das armaduras
1+.2.4 Proteção contra f#amba/em das barras
*em+re 6$e 1o$ver +ossi0i#idade de .#am0agem das 0arras da armad$ra, sit$adas j$nto G s$+er.:cie do
e#emento estr$t$ra#, devem ser tomadas +reca$%5es +ara evit2!#a(
11)
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Os estri0os +o#igonais garantem contra a .#am0agem as 0arras #ongit$dinais sit$adas em se$s cantos e as
+or e#es a0rangidas, sit$adas no m2<imo G dist;ncia de 20φt do canto, se nesse trec1o de com+rimento 20φt
não 1o$ver mais de d$as 0arras, não contando a de canto( L$ando 1o$ver mais de d$as 0arras nesse
trec1o o$ 0arra .ora de#e, deve 1aver estri0os s$+#ementares(
*e o estri0o s$+#ementar .or constit$:do +or $ma 0arra reta, terminada em ganc1os, e#e deve atravessar a
se%ão do e#emento estr$t$ra# e os se$s ganc1os devem envo#ver a 0arra #ongit$dina#( *e 1o$ver mais de $ma
0arra #ongit$dina# a ser +rotegida j$nto G mesma e<tremidade do estri0o s$+#ementar, se$ ganc1o deve
envo#ver $m estri0o +rinci+a# em +onto j$nto a $ma das 0arras, o 6$e deve ser indicado no +rojeto de modo
0em destacado =ver .ig$ra 4'>(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 34 * Proteção contra f#amba/em das barras
No caso de estri0os c$rvi#:neos c$ja concavidade esteja vo#tada +ara o interior do concreto, não 12
necessidade de estri0os s$+#ementares( *e as se%5es das 0arras #ongit$dinais se sit$arem em $ma c$rva
de concavidade vo#tada +ara .ora do concreto, cada 0arra #ongit$dina# deve ser ancorada +e#o ganc1o de
$m estri0o reto o$ +e#o canto de $m estri0o +o#igona#(
1+.3 9i/as
1+.3.1 Kenera#idades
As +rescri%5es 6$e seg$em re.erem!se a vigas isost2ticas com re#a%ão I1 ≥ 4,0 e a vigas cont:n$as com
re#a%ão I1 ≥ 2,0 , em 6$e  8 o com+rimento do vão teBrico =o$ o do0ro do com+rimento teBrico, no caso
de 0a#an%o> e 1 a a#t$ra tota# da viga(
Digas com re#a%5es I1 menores devem ser tratadas como vigas!+arede, de acordo com a se%ão 22 desta
Norma(
1+.3.2 ?rmadura #on/itudina#
1+.3.2.1 >uantidade m:nima
A 6$antidade m:nima de armad$ra de .#e<ão deve ser ca#c$#ada de acordo com 17(4('(
1+.3.2.2 !istribuição transversa#
O es+a%amento m:nimo #ivre entre as .aces das 0arras #ongit$dinais, medido no +#ano da se%ão transversa#,
deve ser ig$a# o$ s$+erior ao maior dos seg$intes va#ores:
a> no sentido 1ori7onta# =a1>:
! 20 mmM
! di;metro da 0arra, do .ei<e o$ da #$vaM
! 1,2 ve7es o di;metro m2<imo do agregado(
0> no sentido vertica# =av>:
! 20 mmM
! di;metro da 0arra, do .ei<e o$ da #$vaM
! 0,) ve7es o di;metro m2<imo do agregado(
Para .ei<es de 0arras deve!se considerar o di;metro do .ei<e φn Z φ √n
&stes va#ores se a+#icam tam08m Gs regi5es de emendas +or tras+asse das 0arras(
&m 6$a#6$er caso deve ser o0servado o dis+osto em 18(2(1(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
1+.3.2.3 !istribuição #on/itudina#
1+.3.2.3.1 ?rmaduras de tração na f#e6ão sim$#esH ancoradas $or aderncia
O trec1o da e<tremidade da 0arra de tra%ão, considerado como de ancoragem, tem in:cio na se%ão teBrica
onde s$a tensão σs come%a a dimin$ir =o es.or%o da armad$ra come%a a ser trans.erido +ara o concreto>(
-eve +ro#ongar!se +e#o menos 10φ a#8m do +onto teBrico de tensão σs n$#a, não +odendo em nen1$m caso
ser in.erior ao com+rimento necess2rio esti+$#ado na se%ão 9( Assim, na armad$ra #ongit$dina# de tra%ão
dos e#ementos estr$t$rais so#icitados +or .#e<ão sim+#es, o trec1o de ancoragem da 0arra deve ter in:cio no
+onto A =.ig$ra 4)> do diagrama de .or%as R*d Z J*d I 7 deca#ado do com+rimento a

con.orme 17('(2( &sse
diagrama e6$iva#e ao diagrama de .or%as corrigido R*d,cor( *e a 0arra não .or do0rada, o trec1o de
ancoragem deve +ro#ongar!se a#8m de B, no m:nimo 10φ(
*e a 0arra .or do0rada, o in:cio do do0ramento +ode coincidir com o +onto B =ver .ig$ra 4)>(
4i/ura 35 * 8obertura do dia/rama de força de tração so#icitante $e#o dia/rama resistente
Nos +ontos intermedi2rias entre A e B, o diagrama resistente #ineari7ado deve co0rir o diagrama so#icitante
=ver .ig$ra 4)>(
*e o +onto A estiver na .ace do a+oio o$ a#8m de#a e a .or%a Rst dimin$ir em dire%ão ao centro de a+oio, o
trec1o de ancoragem deve ser medido a +artir dessa .ace e deve o0edecer ao dis+osto em 18(4(2('(0(
1+.3.2.3.2 8aso de barras a#ojadas nas mesas
Para as 0arras a#ojadas nas mesas o$ #ajes, e 6$e .a%am +arte da armad$ra da viga, o +onto de interr$+%ão
da 0arra 8 o0tido +e#o mesmo +rocesso anterior, considerando ainda $m com+rimento adiciona# ig$a# G
dist;ncia da 0arra G .ace mais +rB<ima da a#ma(
1+.3.2.4 ?rmadura de tração nas seç"es de a$oio
Os es.or%os de tra%ão j$nto aos a+oios de vigas sim+#es o$ cont:n$as devem ser resistidos +or armad$ras
#ongit$dinais 6$e satis.a%am G mais severa das seg$intes condi%5es:
a> no caso de ocorr"ncia de momentos +ositivos, as armad$ras o0tidas atrav8s do dimensionamento da
se%ãoM
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
0> em a+oios e<tremos, +ara garantir ancoragem da diagona# de com+ressão, armad$ras ca+a7es de
resistir a $ma .or%a de tra%ão Rst Z =a

Id> ⋅ Dd \ Nd , onde Dd 8 a .or%a cortante no a+oio e Nd 8 a .or%a de
tra%ão event$a#mente e<istenteM
c> em a+oios e<tremos e intermedi2rios, +or +ro#ongamento de $ma +arte da armad$ra de tra%ão do vão
=As,vão>, corres+ondente ao m2<imo momento +ositivo do tramo =Jvão> de modo 6$e:
!As,a+oio ≥ 1I4 =As,vão> se Ja+oio .or n$#o o$ negativo e de va#or a0so#$to|Ja+oio| ≤ 0,) Jvão M
!As,a+oio ≥ 1I' =As,vão> se Ja+oio .or negativo e de va#or a0so#$to |Ja+oio| > 0,) Jvão (
1+.3.2.4.1 ?ncora/em da armadura de tração no a$oio
L$ando se tratar do caso =a> do item 18(4(2(', as ancoragens devem o0edecer aos crit8rios $s$ais de
deta#1amento(
Para os casos =0> e =c>, em a+oios e<tremos, as 0arras das armad$ras devem ser ancoradas a +artir da .ace
do a+oio, com com+rimentos ig$ais o$ s$+eriores ao maior dos seg$intes va#ores:
! 0,nec, con.orme 9('(2()M
! =r \ ),)φ>M
! 60 mm(
L$ando 1o$ver co0rimento da 0arra no trec1o do ganc1o, medido norma#mente ao +#ano do ganc1o, de
+e#o menos 70 mm e as a%5es acidentais não ocorrerem com grande .re6O"ncia com se$ va#or
m2<imo, o +rimeiro dos tr"s va#ores anteriores +ode ser desconsiderado, +reva#ecendo as d$as
condi%5es restantes(
Para os casos =0> e =c>, em a+oios intermedi2rios, o com+rimento de ancoragem +ode ser ig$a# a 10 φ ,
desde 6$e não 1aja 6$a#6$er +ossi0i#idade da ocorr"ncia de momentos +ositivos nessa região,
+rovocados +or sit$a%5es im+revistas, +artic$#armente, +or e.eitos de vento e event$ais reca#6$es(
L$ando essa +ossi0i#idade e<istir, as 0arras devem ser cont:n$as o$ emendadas so0re o a+oio(
1+.3.3 ?rmadura transversa# $ara força cortante
1+.3.3.1 Kenera#idades
As armad$ras destinadas a resistir aos es.or%os de tra%ão +rovocados +or .or%as cortantes +odem ser
constit$:das +or estri0os, com0inados o$ não com 0arras do0radas o$ 0arras so#dadas, e devem
ser +rojetadas de acordo com as +rescri%5es do item 17('(
18(4(4(2 &#ementos estr$t$rais armados com estri0os
Os estri0os +ara cortantes devem ser .ec1ados atrav8s de $m ramo 1ori7onta#, envo#vendo as 0arras da
armad$ra #ongit$dina# de tra%ão, e ancorados na .ace o+osta( L$ando essa .ace tam08m +$der
estar tracionada, o estri0o deve ter o ramo 1ori7onta# nessa região, o$ com+#ementado +or meio de
0arra adiciona#(
O di;metro da 0arra 6$e constit$i o estri0o deve ser maior o$ ig$a# a ) mm, sem e<ceder 1I10 da
#arg$ra da a#ma da viga( L$ando a 0arra .or #isa, se$ di;metro não +ode ser s$+erior a 12 mm( No
caso de estri0os .ormados +or te#as so#dadas, o di;metro m:nimo +ode ser red$7ido +ara ',2 mm,
desde 6$e sejam tomadas +reca$%5es contra a corrosão dessa armad$ra(
O es+a%amento m:nimo entre estri0os, medido seg$ndo o ei<o #ongit$dina# do e#emento estr$t$ra#, deve
ser s$.iciente +ara +ermitir a +assagem do vi0rador, garantindo $m 0om adensamento da massa( O
es+a%amento m2<imo deve atender Gs seg$intes condi%5es:
se Dd ≤ 0,67 DRd2 , então sm2< Z 0,6 d ≤ 400 mm M
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
! se Dd > 0,67 DRd2 , então sm2< Z 0,4 d ≤ 200 mm (
O es+a%amento transversa# entre ramos s$cessivos da armad$ra constit$:da +or estri0os não deve e<ceder
os seg$intes va#ores:
! se Dd ≤ 0,20 DRd2 , então st,m2< Z d ≤ 800 mm M
! se Dd > 0,20 DRd2 , então st,m2< Z 0,6d ≤ 4)0 mm (
As emendas +or tras+asse são +ermitidas a+enas 6$ando os estri0os .orem constit$:dos +or te#as o$ +or
0arras de a#ta ader"ncia(
1+.3.3.3 1#ementos estruturais armados com barras dobradas
1+.3.3.3.1 ?ncora/em
No caso de 0arras do0radas resistentes G tra%ão +rovocada +or .or%as cortantes, o trec1o reto de
ancoragem deve ser maior o$ ig$a# a 0,nec =ver 9('(2()>(
1+.3.3.3.2 1s$açamento #on/itudina#
O es+a%amento #ongit$dina# entre 0arras do0radas não deve ser s$+erior a sm2< Z 0,6 d =1\ cotg α>, onde
α 8 o ;ng$#o de inc#ina%ão da 0arra do0rada(
1+.3.4 ?rmadura $ara torção
A armad$ra destinada a resistir aos es.or%os de tra%ão +rovocados +or tor%ão deve ser constit$:da +or
estri0os normais ao ei<o da viga, com0inados com 0arras #ongit$dinais +ara#e#as ao mesmo ei<o, e deve ser
+rojetada de acordo com as +rescri%5es do item 17()(
onsideram!se e.etivos na resist"ncia os ramos dos estri0os e as armad$ras #ongit$dinais contidos no
interior da +arede .ict:cia da se%ão va7ada e6$iva#ente =ver 17()(1(4>(
Os estri0os +ara tor%ão devem ser .ec1ados em todo o se$ contorno, envo#vendo as 0arras das armad$ras
#ongit$dinais de tra%ão, e com as e<tremidades ade6$adamente ancoradas +or meio de ganc1os em ;ng$#o
de ')[(
-evem ser o0edecidas as +rescri%5es de 18(4(4(2 re#ativas ao di;metro das 0arras 6$e .ormam o estri0o e
ao es+a%amento #ongit$dina# dos mesmos,
As 0arras #ongit$dinais da armad$ra de tor%ão +odem ter arranjo distri0$:do o$ concentrado ao #ongo do
+er:metro interno dos estri0os, es+a%adas no m2<imo de 4)0 mm(
-eve!se res+eitar a re#a%ão ∆As
I∆$, onde ∆$ 8 o trec1o de +er:metro da se%ão e.etiva corres+ondente a
cada 0arra o$ .ei<e de 0arras de 2rea ∆As
, e<igida +e#o dimensionamento(
As se%5es +o#igonais devem conter, em cada v8rtice dos estri0os de tor%ão, +e#o menos $ma 0arra(
1+.3.5 ?rmadura de $e#e
A armad$ra de +e#e ca#c$#ada de acordo com 17(4('(2(4 deve ser dis+osta de modo 6$e o a.astamento
entre as 0arras não $#tra+asse dI4 e 20 cm(
1+.3.% ?rmadura de sus$ensão
Nas +ro<imidades de cargas concentradas transmitidas G viga +or o$tras vigas o$ e#ementos discretos 6$e
ne#a se a+oiem ao #ongo o$ em +arte de s$a a#t$ra, o$ .i6$em ne#a +end$radas, deve ser co#ocada
armad$ra de s$s+ensão(
1+.3.( ?rmaduras de #i/ação mesa*a#ma ou ta#ão*a#ma
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Os +#anos de #iga%ão entre mesas e a#mas o$ ta#5es e a#mas de vigas devem ser veri.icados com re#a%ão
aos e.eitos tangenciais decorrentes das varia%5es de tens5es normais ao #ongo do com+rimento da viga,
tanto so0 o as+ecto de resist"ncia do concreto, 6$anto das armad$ras necess2rias +ara a0sorver as tra%5es
decorrentes desses e.eitos(
As armad$ras de .#e<ão da #aje, e<istentes no +#ano de #iga%ão, +odem ser consideradas como +arte da
armad$ra de #iga%ão, com+#ementando!se a di.eren%a entre am0as, se necess2rio( A se%ão transversa#
m:nima dessa armad$ra, estendendo!se +or toda a #arg$ra Cti# e ancorada na a#ma, deve ser de 1,) cm
2
+or
metro(
1+.4 Pi#ares
1+.4.1 Introdução
As e<ig"ncias 6$e seg$em re.erem!se a +i#ares c$ja maior dimensão da se%ão transversa# não e<ceda cinco
ve7es a menor dimensão, e não são v2#idas +ara as regi5es es+eciais =ver se%ão 21>( L$ando a +rimeira
condi%ão não .or satis.eita, o +i#ar deve ser tratado como +i#ar +arede, a+#icando!se o dis+osto em 18()(
1+.4.2 ?rmaduras #on/itudinais
1+.4.2.1 !iJmetro m:nimo e ta6a de armadura
O di;metro das 0arras #ongit$dinais não deve ser in.erior a 10 mm e nem s$+erior 1I8 da menor dimensão
transversa#(
A ta<a geom8trica de armad$ra deve res+eitar os va#ores m2<imos e m:nimos es+eci.icados em 17(4('(4(
1+.4.2.2 !istribuição transversa#
As armad$ras #ongit$dinais devem ser dis+ostas na se%ão transversa# de .orma a garantir a ade6$ada
resist"ncia do e#emento estr$t$ra#( &m se%5es +o#igonais, deve e<istir +e#o menos $ma 0arra em cada
v8rticeM em se%5es circ$#ares, no m:nimo seis 0arras distri0$:das ao #ongo do +er:metro(
O es+a%amento #ivre entre as armad$ras, medido no +#ano da se%ão transversa#, .ora da região de
emendas, deve ser ig$a# o$ s$+erior ao maior dos seg$intes va#ores:
! '0 mmM
! 6$atro ve7es o di;metro da 0arra o$ d$as ve7es o di;metro do .ei<e o$ da #$vaM
! no m:nimo 1,2 ve7es o di;metro m2<imo do agregado, inc#$sive nas emendas(
L$ando estiver +revisto no +#ano de concretagem o adensamento atrav8s de a0ert$ra #atera# na .ace da
.orma, o es+a%amento das armad$ras deve ser s$.iciente +ara +ermitir a +assagem do vi0rador(
O es+a%amento m2<imo entre ei<os das 0arras, o$ de centros de .ei<es de 0arras, deve ser menor o$ ig$a#
a d$as ve7es a menor dimensão no trec1o considerado, sem e<ceder '00 mm(
1+.4.3 ?rmaduras transversais
A armad$ra transversa# de +i#ares, constit$:da +or estri0os e, 6$ando .or o caso, +or gram+os
s$+#ementares, deve ser co#ocada em toda a a#t$ra do +i#ar, sendo o0rigatBria s$a co#oca%ão na região de
cr$7amento com vigas e #ajes(
O di;metro dos estri0os em +i#ares não deve ser in.erior a ) mm nem a 1I' do di;metro da 0arra iso#ada o$
do di;metro e6$iva#ente do .ei<e 6$e constit$i a armad$ra #ongit$dina#(
O es+a%amento #ongit$dina# entre estri0os, medido na dire%ão do ei<o do +i#ar, +ara garantir o
+osicionamento, im+edir a .#am0agem das 0arras #ongit$dinais e garantir a cost$ra das emendas de 0arras
#ongit$dinais nos +i#ares $s$ais, deve ser ig$a# o$ in.erior ao menor dos seg$intes va#ores:
− 200 mmM
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− menor dimensão da se%ãoM
− 2'φ +ara A!2), 12φ +ara A!)0(
Pode ser adotado o va#or φt < φ I' desde 6$e as armad$ras sejam constit$:das do mesmo ti+o de a%o e o
es+a%amento res+eite tam08m a #imita%ão:
L$ando 1o$ver necessidade de armad$ras transversais +ara cortantes e tor%ão, esses va#ores devem ser
com+arados com os m:nimos es+eci.icados no item 18(4 +ara vigas, adotando!se o menor dos #imites
es+eci.icados(
1+.5 Pi#ares $arede
No caso de +i#ares c$ja maior dimensão da se%ão transversa# e<cede em cinco ve7es a menor dimensão,
a#8m das e<ig"ncias constantes deste item, deve tam08m ser atendido o 6$e esta0e#ecem as se%5es 14 e
1' re#ativamente a es.or%os so#icitantes na dire%ão transversa# decorrentes de e.eitos de 1U e 2U ordem, em
es+ecia# dos e.eitos de 2U ordem #oca#i7ados(
A armad$ra transversa# de +i#ares +arede deve res+eitar a armad$ra m:nima de .#e<ão de +#acas se essa
.#e<ão e a armad$ra corres+ondente .orem ca#c$#adas( &m caso contr2rio, a armad$ra transversa# deve
res+eitar o m:nimo de 2)N da armad$ra #ongit$dina# da .ace(
1+.% 8abos de $rotensão
1+.%.1 ?rranjo #on/itudina#
1+.%.1.1 Craçado
A armad$ra de +rotensão +ode ser reti#:nea, c$rvi#:nea, +o#igona#, o$ de tra%ado misto, res+eitada a
e<ig"ncia re.erente G armad$ra na região dos a+oios, con.orme item 18(4(2('(a e 0( &m a+oios
intermedi2rios, deve ser dis+osta $ma armad$ra, +ro#ongamento das armad$ras dos vãos adjacentes,
ca+a7 de resistir a $ma .or%a de tra%ão ig$a# a:
RstZ=a

Id> ∆Dd \ Nd ≥ Rst,min Z 0,2 Dd
Nessa e<+ressão ∆Dd 8 a m2<ima di.eren%a de .or%a cortante de $m #ado +ara o o$tro do a+oio e Nd a .or%a
de tra%ão event$a#mente e<istente( A armad$ra a dis+or nesse a+oio 8 a o0tida +ara o maior dos Rst
ca#c$#ados +ara cada $m dos #ados do a+oio(
1+.%.1.2 8urvaturas
As c$rvat$ras das armad$ras de +rotensão devem res+eitar os raios m:nimos e<igidos em .$n%ão do
di;metro do .io, da cordoa#1a o$ da 0arra, o$ do di;metro e<terno da 0ain1a(
O esta0e#ecimento dos raios m:nimos de c$rvat$ra +ode ser rea#i7ado e<+erimenta#mente, desde 6$e
decorrente de investiga%ão ade6$adamente rea#i7ada e doc$mentada( -is+ensa!se j$sti.icativa do raio de
c$rvat$ra adotado, desde 6$e e#e seja s$+erior a ' m, 8 m e 12 m, res+ectivamente, nos casos de .ios,
0arras e cordoa#1as(
L$ando a c$rvat$ra ocorrer em região +rB<ima G .ace do e#emento estr$t$ra#, +rovocando em+$<o no va7io,
devem ser +rojetadas armad$ras 6$e garantam a man$ten%ão da +osi%ão do ca0o sem a.etar a integridade
do concreto nessa região(
1+.%.1.3 8urvatura nas $ro6imidades das ancora/ens
122
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YH
2
t
m2<
.
1
9000 s

,
_

¸
¸
φ
φ
·
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Nas regi5es +rB<imas das ancoragens, os raios m:nimos de c$rvat$ra dos .ios, cordoa#1as o$ .ei<es +odem
ser red$7idos, desde 6$e devidamente com+rovado +or ensaios conc#$sivos( Nessas regi5es devem .icar
garantidas a resist"ncia do concreto em re#a%ão ao .endi#1amento e a man$ten%ão da +osi%ão do ca0o
6$ando e#e +rovocar em+$<o no va7io(
1+.%.1.4 4i6ação durante a e6ecução
A +erman"ncia da armad$ra de +rotensão em s$a +osi%ão d$rante a e<ec$%ão do e#emento estr$t$ra# deve
ser garantida +or dis+ositivos a+ro+riados(
1+.%.1.5 16tremidades retas
Os ca0os de +rotensão devem ter em s$as e<tremidades segmentos retos 6$e +ermitam o a#in1amento de
se$s ei<os com os ei<os dos res+ectivos dis+ositivos de ancoragem( O com+rimento desses segmentos não
deve ser in.erior a 100 cm o$ )0 cm no caso de monocordoa#1as engra<adas(
1+.%.1.% Pro#on/amento de e6tremidade
Os ca0os de +rotensão devem ter +ro#ongamentos de e<tremidade 6$e se estendam a#8m das ancoragens
ativas, com com+rimento ade6$ado G .i<a%ão dos a+are#1os de +rotensão(
1+.%.1.( 1mendas
As 0arras da armad$ra de +rotensão +odem ser emendadas desde 6$e +or rosca e #$va(
*ão +ermitidas as emendas individ$ais de .ios, cordoa#1as e ca0os, +or dis+ositivos es+eciais de e.ici"ncia
consagrada +e#o $so o$ devidamente com+rovada +or ensaios conc#$sivos(
O ti+o e a +osi%ão das emendas devem estar +er.eitamente caracteri7ados no +rojeto(
1+.%.1.+ ?ncora/ens
As ancoragens +revistas devem res+eitar o dis+osto no item 9('(7(
1+.%.2 ?rranjo transversa#
1+.%.2.1 Iain=as
1+.%.2.1.1 Protensão interna com armadura aderente
As 0ain1as da armad$ra de +rotensão devem ser met2#icas, +rojetadas com di;metro ade6$ado G #ivre
movimenta%ão dos ca0os, ao sistema e<ec$tivo em+regado e ca+a7es de resistir, sem de.orma%ão
a+reci2ve#, G +ressão do concreto .resco e aos es.or%os de montagem( A#8m disso, devem ser estan6$es
re#ativamente G +asta e G argamassa +or ocasião da concretagem(
1+.%.2.1.2 Protensão interna com armadura não aderente
As 0ain1as +odem ser de materia# +#2stico com +rote%ão ade6$ada da armad$ra(
1+.%.2.1.3 Protensão e6terna
As 0ain1as +odem ser de materia# +#2stico resistente Gs intem+8ries e com +rote%ão ade6$ada da
armad$ra(
1+.%.2.2 ?/ru$amento de cabos na $,s*tração
Os ca0os a#ojados em 0ain1as +odem constit$ir gr$+os de dois, tr"s e 6$atro ca0os nos trec1os retos,
desde 6$e não ocorram dis+osi%5es em #in1a com mais de dois ca0os adjacentes( Nos trec1os c$rvos
+odem ser dis+ostos a+enas em +ares c$jas c$rvat$ras estejam em +#anos +ara#e#os, de modo a não e<istir
+ressão transversa# entre e#es(
1+.%.2.3 1s$açamentos m:nimos
124
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Os e#ementos da armad$ra de +rotensão devem estar s$.icientemente a.astados entre si, de modo a .icar
garantido o se$ +er.eito envo#vimento +e#o concreto(
Os a.astamentos na dire%ão 1ori7onta# visam +ermitir a #ivre +assagem do concreto e, 6$ando .or
em+regado vi0rador de ag$#1a, a s$a introd$%ão e o+era%ão( Os va#ores m:nimos dos es+a%amentos estão
indicados nas ta0e#as 2)a e 2)0(
Cabe#a 25a * 1s$açamentos m:nimos * 8aso de $,s*tração
12'
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Cabe#a 25b * 1s$açamentos m:nimos * 8aso da $r)*tração
1- !imensionamento e verificação de #ajes
1-.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
sr ! &s+a%amento radia# entre #in1as de armad$ra de +$n%ão
$ ! Per:metro do contorno d ! +$n%ão
$l ! Per:metro cr:tico red$7ido +ara +i#ares de 0orda o$ de canto
$0 ! Per:metro do contorno ! +$n%ão
AsP ! Qrea da armad$ra de +$n%ão n$m contorno com+#eto +ara#e#o a d
! ontorno da 2rea de a+#ica%ão de carga
d ! ontorno cr:tico, e<terno e distante 2d do contorno , no +#ano da #aje
A*d ! Aor%a o$ rea%ão de +$n%ão de c2#c$#o
T ! oe.iciente 6$e .ornece a +arce#a de J*d transmitida ao +i#ar ! +$n%ão
J*dl ! Jomento .#etor de c2#c$#o res$#tante da e<centricidade do +er:metro cr:tico red$7ido $l em
re#a%ão ao centro do +i#ar ! +$n%ão
12)
12)
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J*d1 ! Jomento .#etor de c2#c$#o transmitido +e#a #aje ao +i#ar de 0orda, no +#ano +er+endic$#ar G 0orda
#ivre
J*d2 ! Jomento .#etor de c2#c$#o transmitido +e#a #aje ao +i#ar de 0orda, no +#ano +ara#e#o G 0orda #ivre
k+ ! Par;metro re.erente ao +er:metro cr:tico $, de.inido como mBd$#o de resist"ncia +#2stica do
+er:metro cr:tico
α6 ! oe.iciente 6$e de+ende do ti+o e da nat$re7a do carregamento
τPd ! @ensão de cisa#1amento devida ao e.eito de ca0os de +rotensão 6$e atravessam o contorno
considerado e +assam a menos de dI2 da .ace do +i#ar ! +$n%ão
τRd1 ! @ensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o #imite, +ara 6$e $ma #aje +ossa +rescindir de
armad$ra transversa# +ara resistir G .or%a cortante
τRd2 ! @ensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o #imite +ara veri.ica%ão da com+ressão diagona# do
concreto na #iga%ão #aje ! +i#ar
τRd4 ! @ensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o
τ*d ! @ensão de cisa#1amento de c2#c$#o
τ*d,e. ! @ensão de cisa#1amento de c2#c$#o e.etiva
1-.2 !imensionamento e verificação de #ajes * 1stado 2imite E#timo
1-.2.1 Introdução
Na determina%ão dos es.or%os resistentes das se%5es de #ajes s$0metidas a es.or%os normais e momentos
.#etores devem ser $sados os mesmos +rinc:+ios esta0e#ecidos nos itens 17(2(1 a 17(2(4(
Nas regi5es de a+oio das #ajes devem ser garantidas 0oas condi%5es de d$ti#idade, atendendo!se Gs
dis+osi%5es do item 1'(6('(4(
L$ando a dire%ão das armad$ras di.erir das dire%5es das tens5es +rinci+ais em mais de 1)[ , esse .ato
deve ser considerado no c2#c$#o estr$t$ra#(
1-.3 !imensionamento e verificação de #ajes * 1stados #imites de serviço
1-.3.1 1stado #imite de deformação
-evem ser $sados os crit8rios dados no item 17(4(1, considerando a +ossi0i#idade de .iss$ra%ão =&st2dio 33>(
1-.3.2 1stados #imites de fissuração e de descom$ressão ou de formação de fissuras
-evem ser $sados os crit8rios dados nos itens 17(4(2 e 17(4(4(
1-.3.3 ?rmaduras #on/itudinais má6imas
1-.3.3.1 Princ:$ios básicos
Os +rinc:+ios 02sicos +ara o esta0e#ecimento de armad$ras m2<imas e m:nimas são os dados no item
17(4('(1( omo as #ajes armadas nas d$as dire%5es t"m o$tros mecanismos resistentes +oss:veis, os
va#ores m:nimos das armad$ras +ositivas são red$7idos em re#a%ão aos dados +ara e#ementos estr$t$rais
#ineares(
1-.3.3.2 ?rmaduras m:nimas
126
126
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Para me#1orar o desem+en1o e a d$ti#idade G .#e<ão e G +$n%ão, assim como contro#ar a .iss$ra%ão, são
necess2rios va#ores m:nimos de armad$ra +assiva aderente dados na ta0e#a 26( &sta armad$ra deve ser
constit$:da +re.erencia#mente +or 0arras com a#ta ader"ncia o$ +or te#as so#dadas(
No caso de #ajes #isas o$ cog$me#o com armad$ra +ositiva ativa não aderente e armad$ra negativa +assiva
adente =ver ta0e#a 26>, a armad$ra negativa so0re os a+oios deve ter como va#or m:nimo:
As ≥ 0,0007) 1 
onde:
1 8 a a#t$ra da #ajeM
 8 o vão m8dio da #aje medido na dire%ão da armad$ra a ser co#ocada(
&sta armad$ra deve co0rir a região transversa# a e#a, com+reendida +e#a dimensão dos a+oios acrescida de
1,) 1 +ara cada #ado(
Cabe#a 2% * 9a#ores m:nimos $ara armaduras $assivas aderentes
?rmadura 1#ementos
estruturais sem
armaduras
ativas
1#ementos estruturais
com armadura ativa
aderente
1#ementos estruturais
com armadura ativa
não aderente
Armad$ras
negativas
ρs ≥ ρmin ρs ≥ ρmin ! 0,)ρ+ ≥ 0,67ρmin ρs ≥ ρmin ! 0,2ρ+ ≥ 0,67ρmin
=ver item 19(4(4(2>
Armad$ras
+ositivas de #ajes
armadas nas d$as
dire%5es
ρs ≥ 0,67ρmin ρs ≥ 0,67ρmin ! 0,)ρ+ ≥ 0,)ρmin ρs ≥ ρmin ! 0,2ρ+ ≥ 0,) ρmin
Armad$ra +ositiva
=+rinci+a#> de #ajes
armadas em $ma
dire%ão
ρs ≥ ρmin ρs ≥ ρmin ! 0,)ρ+ ≥ 0,)ρmin ρs ≥ ρmin ! 0,2ρ+ ≥ 0,)ρmin
Armad$ra +ositiva
=sec$nd2ria> de
#ajes armadas em
$ma dire%ão
ρs ≥ 20 N da armad$ra +rinci+a#
ρs ≥ 0,) ρmin
ρs ≥ 0,9 cm
2
Im
!
ρs · AsI0Pd
Os va#ores de ρmin constam da ta0e#a 24(
1-.3.3.3 ?rmaduras má6imas
O va#or m2<imo da armad$ra de .#e<ão deve res+eitar o #imite dado em 17(4('(2 e 17(4('(4(

1-.4 4orça cortante em #ajes e e#ementos #ineares com bT ≥ 5d
1-.4.1 2ajes sem armadura $ara força cortante
As #ajes +odem +rescindir de armad$ra transversa# +ara resistir aos es.or%os de tra%ão ori$ndos da .or%a
cortante, 6$ando a tensão convenciona# de cisa#1amento o0edecer G e<+ressão:
sendo:
127
127
1 Rd
P
*d
d 0
D
τ ≤
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com: =1,6 ! d> ≥ 1
onde:
D*d 8 a .or%a cortante de c2#c$#o, considerados os e.eitos decorrentes da varia%ão de a#t$ra do e#emento
estr$t$ra# e da com+onente vertica# da .or%a de +rotensão, como em 17('(1(2(2 e 17('(1(2(4(
α6 8 o coe.iciente 6$e de+ende do ti+o e da nat$re7a de carregamento, como seg$e:
! α6 Z 0,097 +ara cargas #ineares +ara#e#as ao a+oio( A +arce#a de .or%a cortante decorrente de cargas
diretas, c$jo a.astamento =a> do ei<o do a+oio seja in.erior ao tri+#o da a#t$ra Cti# =d>, +ode ser
red$7ida na +ro+or%ão aI4d(
! α6 Z 0,1' I =1 ! 4dI> +ara cargas distri0$:das, +odendo ser adotado α6 Z 0,17 6$ando d ≤ I20,
sendo 0 menor vão teBrico das #ajes a+oiadas o$ o do0ro do com+rimento teBrico do 0a#an%o(
a' #ajes submetidas B f#e6o*tração
A+#icam!se os #imites anteriores ca#c$#ados com =1,6 ! d> Z 1, sem considerar a in.#$"ncia de es+ess$ra
do e#emento estr$t$ra#(
b' #ajes submetidas B f#e6o*com$ressão
A+#icam!se os #imites acima, majorados +e#o .ator:
onde J0 e Jd,ma< devem ser determinados con.orme 17('(2(1(
c' distribuição da armadura #on/itudina# de f#e6ão
A distri0$i%ão dessa armad$ra ao #ongo da #aje deve res+eitar o +rescrito em 18(4(2(4(1, considerando
+ara a

o va#or 1,)d(
1-.4.2 2ajes com armadura $ara força cortante
A+#icam!se os crit8rios esta0e#ecidos em 17('(2(
A resist"ncia dos estri0os +ode ser considerada com os seg$intes va#ores m2<imos, sendo +ermitida
inter+o#a%ão #inear:
! 2)0 JPa, +ara #ajes com es+ess$ra at8 1) cmM
! '4) JPa =.YPd ), +ara #ajes com es+ess$ra maior 6$e 4) cm(
1-.5 !imensionamento de #ajes B $unção
1-.5.1 Aode#o de cá#cu#o
O mode#o de c2#c$#o corres+onde G veri.ica%ão do cisa#1amento em d$as o$ mais s$+er.:cies cr:ticas
de.inidas no entorno de .or%as concentradas(
Na +rimeira s$+er.:cie cr:tica =contorno >, do +i#ar o$ da carga concentrada deve ser veri.icada
indiretamente a tensão de com+ressão diagona# do concreto, atrav8s da tensão de cisa#1amento(
128
128
6
4
cH 1 Rd
> d 6 , 1 >= )0 1 = . α − ρ + · τ 
2
J
J
1
m2< , *d
0

,
_

¸
¸
+
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Na seg$nda s$+er.:cie cr:tica =contorno R> a.astado 2d do +i#ar o$ carga concentrada, deve ser veri.icada a
ca+acidade de #iga%ão G +$n%ão, associada G resist"ncia G tra%ão diagona#( &sta veri.ica%ão tam08m se .a7
atrav8s de $ma tensão de cisa#1amento, no contorno R(
aso 1aja necessidade, a #iga%ão deve ser re.or%ada +or armad$ra transversa#(
A terceira s$+er.:cie cr:tica =contorno F> a+enas deve ser veri.icada 6$ando .or necess2rio co#ocar
armad$ra transversa#(
1-.5.2 !efinição da tensão so#icitante nas su$erf:cies cr:ticas 8 e 8U
1-.5.2.1 Pi#ar internoH com carre/amento sim)trico &ver fi/ura 3%'
aso em 6$e o e.eito do carregamento +ode ser considerado sim8trico:
sendo:
d Z =d< \ dY>I2
onde:
d 8 a a#t$ra Cti# da #aje ao #ongo do contorno cr:tico d, e<terno ao contorno da 2rea de a+#ica%ão da
.or%a e deste distante 2d no +#ano da #ajeM
d< e dY as a#t$ras Cteis nas d$as dire%5es ortogonaisM
$ 8 o +er:metro do contorno cr:tico dM
$d 8 a 2rea da s$+er.:cie cr:ticaM
A*d 8 a .or%a o$ a rea%ão concentrada, de c2#c$#o(
A .or%a de +$n%ão A*d +ode ser red$7ida da .or%a distri0$:da a+#icada na .ace o+osta da #aje, dentro do
contorno considerado na veri.ica%ão, o$ d(
4i/ura 3% * Per:metro cr:tico em $i#ares internos
1-.5.2.2 Pi#ar internoH com efeito de momento
aso em 6$e a#8m da .or%a vertica# e<iste trans.er"ncia de momento da #aje ao +i#ar, c$jo e.eito de
assimetria deve ser considerado, de acordo com a e<+ressão:
onde:
129
129
$d
A
*d
*d
· τ
d k
TJ
$d
A
+
*d *d
*d
+ · τ
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T 8 o coe.iciente 6$e .ornece a +arce#a do J*d transmitida ao +i#ar +or cisa#1amento, 6$e de+ende da
re#a%ão 1I2(
O coe.iciente T ass$me os va#ores indicados na ta0e#a 27(
Cabe#a 2( * 9a#ores de V
1I2 0,) 1,0 2,0 4,0
T 0,') 0,60 0,70 0,80
1 8 a dimensão do +i#ar +ara#e#a G e<centricidade da .or%a
2 8 a dimensão do +i#ar +er+endic$#ar G e<centricidade da .or%a
Os va#ores de k devem ser ca#c$#ados +e#as e<+ress5es a seg$ir:
Para $m +i#ar retang$#ar:
Para $m +i#ar circ$#ar:
onde:
- 8 o di;metro do +i#ar(
k +ode ser ca#c$#ado des+re7ando a c$rvat$ra dos cantos do +er:metro cr:tico, atrav8s da e<+ressão:
onde:
d 8 o com+rimento in.initesima# no +er:metro cr:tico $M
e 8 a dist;ncia de d ao ei<o 6$e +assa +e#o centro do +i#ar e so0re o 6$a# at$a o momento .#etor J*d(
1-.5.2.3 Pi#ares de borda
a> 6$ando não agir momento no +#ano +ara#e#o G 0orda #ivre:
sendo:
J*d1 Z= J*d ! J*dl> ≥ 0
onde:
A*d 8 a rea%ão de a+oioM
$l 8 o +er:metro cr:tico red$7idoM
J*d 8 o momento de c2#c$#o no +#ano +er+endic$#ar G 0orda #ivreM
140
140
1
2
2 2 1
2
1
+
d 2 d 16 d '
2

k π + + + + ·
( )
2
+
d ' - k + ·

·
$
0
+
d e k 
d k
J T
d $
A
1 +
1 *d 1
l
*d
*d
+ · τ
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J*dl 8 o momento de c2#c$#o res$#tante da e<centricidade do +er:metro cr:tico red$7ido $l em re#a%ão ao
centro do +i#arM
kP1 8 o mBd$#o de resist"ncia +#2stica +er+endic$#ar G 0orda #ivre, ca#c$#ado +ara o +er:metro $M
O coe.iciente T1 ass$me os va#ores esta0e#ecidos +ara T na ta0e#a 2', com 1 e 2 de acordo com a
.ig$ra 47(
4i/ura 3( * Per:metro cr:tico em $i#ares de borda
0> 6$ando agir momento no +#ano +ara#e#o G 0orda #ivre:
onde:
J*d2 8 o momento de c2#c$#o no +#ano +ara#e#o G 0orda #ivreM
kP2 8 o mBd$#o de resist"ncia +#2stica na dire%ão +ara#e#a G 0orda #ivre, ca#c$#ado +e#o +er:metro $(
O coe.iciente T2 ass$me os va#ores esta0e#ecidos +ara T na ta0e#a 27, s$0stit$indo!se 1I2 +or 2I21
=sendo 1 e 2 con.orme a .ig$ra 47>(
1-.5.2.4 Pi#ares de canto
A+#ica!se o dis+osto +ara o +i#ar de 0orda 6$ando não age momento no +#ano +ara#e#o G 0orda(
omo o +i#ar de canto a+resenta d$as 0ordas #ivres, deve ser .eita a veri.ica%ão se+aradamente +ara cada
$ma de#as, considerando o momento .#etor c$jo +#ano 8 +er+endic$#ar G 0orda #ivre adotada(
Nesse caso, T deve ser ca#c$#ado em .$n%ão da +ro+or%ão 1I2, sendo 1 e 2, res+ectivamente, os #ados
do +i#ar +er+endic$#ar e +ara#e#o G 0orda #ivre adotada, con.orme ta0e#a 27 =ver .ig$ra 48>(
4i/ura 3+ * Per:metro cr:tico em $i#ares de canto
1-.5.2.5 8a$ite#
141
141
d k
J T
d k
J T
d l $
A
2 +
2 *d 2
1 +
1 *d 1 *d
*d
+ + · τ
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L$ando e<iste ca+ite#, devem ser .eitas d$as veri.ica%5es nos contornos cr:ticos 1R 2R, con.orme indica a
.ig$ra 49(
4i/ura 3- * !efinição da a#tura 0ti# no caso de ca$ite#
onde:

d 8 a a#t$ra Cti# da #aje no +er:metro 2RM
dc 8 a a#t$ra Cti# da #aje na .ace do +i#arM
da 8 a a#t$ra Cti# da #aje no +er:metro 1RM
c 8 a dist;ncia entre a 0orda do ca+ite# e a .ace do +i#ar( L$ando:
c ≤ 2=dc ? d> 0asta veri.icar o contorno 2RM
2=dc ? d> ^ c ≤ 2dc 0asta veri.icar o contorno 1RM
c _2dc 8 necess2rio veri.icar os contornos 1R e 2R(
1-.5.2.% 8asos es$eciais de definição do contorno cr:tico
*e o contorno a+resentar reentr;ncias, o contorno cr:tico d deve ser +ara#e#o ao +o#:gono circ$nscrito ao
contorno =ver .ig$ra '0>(
4i/ura 4. * Per:metro cr:tico no caso do contorno 8 a$resentar reentrJncia
*e na #aje e<istir a0ert$ra sit$ada a menos de 8d do contorno , não deve ser considerado o trec1o do
contorno cr:tico d entre as d$as retas 6$e +assam +e#o centro de gravidade da 2rea de a+#ica%ão da .or%a e
6$e tangenciam o contorno da a0ert$ra =ver .ig$ra '1>(
142
142
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4i/ura 41 * Per:metro cr:tico junto a abertura na #aje
1-.5.2.( Interação de so#icitaç"es normais e tan/enciais
Não se e<ige a veri.ica%ão da in.#$"ncia das so#icita%5es normais, decorrentes de .#e<ão sim+#es o$
com+osta da #aje, na resist"ncia G +$n%ão(
1-.5.3 !efinição da tensão resistente nas su$erf:cies cr:ticas 8H 8U e 8W
1-.5.3.1 9erificação da tensão resistente de com$ressão dia/ona# do concreto na su$erf:cie cr:tica 8
&sta veri.ica%ão deve ser .eita no contorno , em #ajes s$0metidas a +$n%ão, com o$ sem armad$ra(
τ*d ≤ τRd2 Z 0,27αv.cd
onde:
α
ν
Z =1 ! .cHI2)0> , com .cH em mega+asca#M
τ*d 8 ca#c$#ado con.orme 19()(2(1, com $0 =+er:metro do contorno > em #$gar de $(
1-.5.3.2 Censão resistente na su$erf:cie cr:tica 8U em e#ementos estruturais ou trec=os sem armadura
de $unção
sendo:
d Z =d< \ dY> I 2
onde:
d 8 a a#t$ra Cti# da #aje ao #ongo do contorno cr:tico d da 2rea de a+#ica%ão da .or%a, em cent:metrosM
ρ 8 a ta<a geom8trica de armad$ra de .#e<ão aderente =armad$ra não aderente deve ser des+re7ada>M
ρ< e ρY são as ta<as de armad$ra nas d$as dire%5es ortogonais assim ca#c$#adas:
!na #arg$ra ig$a# G dimensão o$ 2rea carregada do +i#ar acrescida de 4d +ara cada $m dos #adosM
!no caso de +ro<imidade da 0orda +reva#ece a dist;ncia at8 a 0orda 6$ando menor 6$e 4d(
&ssa veri.ica%ão deve ser .eita no contorno cr:tico d o$ em 1d e 2d no caso de e<istir ca+ite#(
1-.5.3.3 Censão resistente nas su$erf:cies 8U em e#ementos estruturais ou trec=os com armaduras de
$unção
sendo:
sr ≤ 0,7)d
onde:
144
144
( )
4 I 1
cH 1 Rd *d
. 100 > d I 20 1 = 14 , 0 ρ + · τ ≤ τ
Y <
ρ ρ · ρ
( )
$d
sen . A
s
d
) , 1 . 100 > d I 20 1 = 10 , 0
YPd sP
r
4 I 1
cH 4 Rd *d
α
+ ρ + · τ ≤ τ
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sr 8 o es+a%amento radia# entre #in1as de armad$ra de +$n%ão, não maior do 6$e 0,7)dM
AsP 8 a 2rea da armad$ra de +$n%ão n$m contorno com+#eto +ara#e#o a dM
α 8 o ;ng$#o de inc#ina%ão entre o ei<o da armad$ra de +$n%ão e o +#ano da #ajeM
$ 8 o +er:metro cr:tico o$ +er:metro cr:tico red$7ido no caso de +i#ares de 0orda o$ canto(
.YPd 8 a resist"ncia de c2#c$#o da armad$ra de +$n%ão, não maior do 6$e 400 JPa +ara conectores o$
2)0 JPa +ara estri0os =de a%o A!)0 o$ A!60>( Para #ajes com es+ess$ra maior 6$e 1) cm esses
va#ores +odem ser a$mentados con.orme esta0e#ece o item 19(4(2(
&ssa armad$ra deve ser +re.erencia#mente constit$:da +or tr"s o$ mais #in1as de conectores ti+o +ino com
e<tremidades a#argadas, dis+ostas radia#mente a +artir do +er:metro do +i#ar( ada $ma dessas
e<tremidades deve estar ancorada .ora do +#ano da armad$ra de .#e<ão corres+ondente(
1-.5.3.4 !efinição da su$erf:cie cr:tica 8W
L$ando .or necess2rio $ti#i7ar armad$ra transversa# e#a deve ser estendida em contornos +ara#e#os a R at8
6$e, n$m contorno F a.astado 2d do C#timo contorno de armad$ra =ver .ig$ras '2 e '4>, não seja mais
necess2ria armad$ra, isto 8, τsd ≤ τRd1 =19('(4(2>(
4i/ura 42 * !is$osição da armadura de $unção em $#anta e $er:metro da su$erf:cie cr:tica 8W
4i/ura 43 * !is$osição da armadura de $unção em corte
No caso de ser necess2ria a armad$ra de +$n%ão, tr"s veri.ica%5es devem ser .eitas:
! tensão resistente de com+ressão do concreto no contorno , con.orme 19()(4(1M
! tensão resistente G +$n%ão no contorno R, considerando a armad$ra de +$n%ão, con.orme 19()(4(4M
! tensão resistente G +$n%ão no contorno F, sem armad$ra de +$n%ão, con.orme 19()(4(2(
14'
14'
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
No caso da esta0i#idade g#o0a# da estr$t$ra de+ender da resist"ncia da #aje G +$n%ão, deve ser +revista
armad$ra de +$n%ão, mesmo 6$e τ*d seja menor 6$e τRd1( &ssa armad$ra deve e6$i#i0rar $m m:nimo de
)0N de A*d(
1-.5.4 8o#a$so $ro/ressivo
Para garantir a d$ti#idade #oca# e a conse6Oente +rote%ão contra o co#a+so +rogressivo, a armad$ra de
.#e<ão in.erior 6$e atravessa o contorno , deve estar s$.icientemente ancorada a#8m do +er:metro d,
con.orme .ig$ra '', e deve ser ta# 6$e:
As .Yd ≥ A*d
onde:
As 8 a somatBria de todas as 2reas das 0arras 6$e cr$7am cada $ma das .aces do +i#ar(
4i/ura 44 * ?rmadura contra co#a$so $ro/ressivo
1-.5.5 9erificação de e#ementos estruturais $rotendidos
τ*d,e. · τ*d −τPd
sendo:
onde:
τPd 8 a tensão devida ao e.eito dos ca0os de +rotensão inc#inados 6$e atravessam o contorno
considerado e +assam a menos de dI2 da .ace do +i#ar =ver .ig$ra '8>(
PHin.,i 8 a .or%a de +rotensão no ca0o iM
αi 8 a inc#ina%ão do ca0o i em re#a%ão ao +#ano da #aje no contorno consideradoM
$ 8 o +er:metro cr:tico do contorno considerado, em 6$e se ca#c$#am τ*d,e. e τ*d(
14)
14)
$d
sen P
i i in., H
Pd
α Σ
· τ
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4i/ura 45 * 1feito favoráve# dos cabos inc#inados
2. !eta#=amento de #ajes
2..1 Prescriç"es /erais
As armad$ras devem ser dis+ostas de .orma 6$e se +ossa garantir o se$ +osicionamento d$rante a
concretagem(
L$a#6$er 0arra da armad$ra de .#e<ão deve ter di;metro no m2<imo ig$a# a 1I8(
As 0arras da armad$ra +rinci+a# de .#e<ão devem a+resentar es+a%amento no m2<imo ig$a# a 21 o$ 20 cm,
+reva#ecendo o menor desses dois va#ores na região dos maiores momentos .#etores(
A armad$ra sec$nd2ria de .#e<ão deve corres+onder G +orcentagem de armad$ra ig$a# o$ s$+erior a 20N
da +orcentagem da armad$ra +rinci+a#, mantendo!se, ainda, $m es+a%amento entre 0arras de no m2<imo
44 cm( A emenda dessas 0arras deve res+eitar os mesmos crit8rios de emenda das 0arras da armad$ra
+rinci+a#(
Os estri0os em #ajes nerv$radas, 6$ando necess2rios, não devem ter es+a%amento s$+erior a 20 cm(
2..2 Iordas #ivres e aberturas
&m 0ordas #ivres e j$nto Gs a0ert$ras devem ser res+eitadas as +rescri%5es m:nimas contidas na .ig$ra '6(
4i/ura 4% 7 Iordas #ivres e aberturas
2..3 2ajes sem vi/as
2..3.1 ?rmaduras $assivas
&m #ajes sem vigas, maci%as o$ nerv$radas, ca#c$#adas +e#o +rocesso a+ro<imado dado em 1'(7(7, devem
ser res+eitadas as dis+osi%5es contidas na .ig$ra '7(
146
146
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
4i/ura 4( 7 2ajes sem vi/as
Pe#o menos d$as 0arras in.eriores devem +assar contin$amente so0re os a+oios, res+eitando!se tam08m a
armad$ra de co#a+so +rogressivo, con.orme item 19()('(
&m #ajes com ca+it8is, as 0arras in.eriores interrom+idas, a#8m de atender Gs demais +rescri%5es, devem
+enetrar +e#o menos 40 cm o$ 2'φ no ca+ite#(
-evem ser atendidas as condi%5es de ancoragem +rescritas na se%ão 9(
2..3.2 2ajes $rotendidas
2..3.2.1 1s$açamento má6imo entre os cabos
&ntre ca0os o$ .ei<es de ca0os deve ser mantido $m es+a%amento m2<imo 6 1, não e<cedendo120 cm(
2..3.2.2 2ar/ura má6ima $ara dis$osição dos cabos em fai6a e6terna de a$oio
a0os dis+ostos em .ai<a e<terna de a+oio devem estar contidos n$ma +or%ão de #aje, de ta# .orma 6$e a
#arg$ra desta não $#tra+asse a dimensão em +#anta do +i#ar de a+oio, tomada transversa#mente G dire%ão
#ongit$dina# da .ai<a, acrescida de 4,) ve7es a es+ess$ra da #aje +ara cada $m dos #ados do +i#ar(
2..3.2.3 1s$açamento m:nimo entre cabos ou fei6es de cabos
&ntre ca0os o$ .ei<es de ca0os o$ entre ca0os e armad$ras +assivas deve ser mantido $m es+a%amento
m:nimo de ) cm((
2..3.2.4 8obrimento m:nimo
O co0rimento m:nimo de ca0os em re#a%ão G .ace de a0ert$ras nas #ajes deve ser de 7,) cm(
2..3.2.5 !esvio
O desvio no +#ano da #aje de $m ca0o o$ .ei<e de ca0os deve +rod$7ir $ma inc#ina%ão m2<ima de 1I10, na
corda imagin2ria, 6$e $ne o in:cio ao .im deste trec1o, mantendo o se$ desenvo#vimento de acordo com
$ma c$rva +ara0B#ica em +#anta( Ao #ongo do desvio, o conj$nto de ca0os o$ .ei<es deve estar dis+osto de
ta# .orma a manter $ma dist;ncia de ) cm entre ca0os na região centra# da c$rva(
147
147
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Para os casos em 6$e o desvio e<ceda os #imites es+eci.icados, deve ser +revista armad$ra ca+a7 de
a0sorver a .or%a +rovocada +or esse desvio(
2..3.2.% ?rmaduras $assivas e ativas
Pode!se +rescindir da armad$ra +assiva contra o co#a+so +rogressivo, se +e#o menos $m ca0o, em cada
dire%ão ortogona#, +assar +e#o interior da armad$ra #ongit$dina# contida na se%ão transversa# dos +i#ares o$
e#ementos de a+oio das #ajes cog$me#o de edi.:cios comerciais e residenciais(
*o0re os a+oios das #ajes cog$me#os +rotendidas 8 o0rigatBria a e<ist"ncia de no m:nimo 6$atro 0arras na
.ace tracionada dis+ostas n$ma #arg$ra 6$e não e<ceda a #arg$ra do a+oio adicionada de tr"s ve7es a a#t$ra
tota# da #aje( &stas devem estar es+a%adas de no m2<imo 40 cm e desenvo#vidas a $ma dist;ncia m:nima,
ig$a# a 1I6 do vão #ivre entre a+oios na dire%ão da armad$ra, e medida da .ace do a+oio(
Nas #ajes +rotendidas +or mono!cordoa#1as não aderentes, no m2<imo 6$atro ca0os +odem ser dis+ostos
em .ei<e(
2..4 ?rmaduras de $unção
L$ando necess2rias, as armad$ras +ara resistir G +$n%ão devem ser constit$:das +or estri0os verticais o$
conectores =Est$dsF>, com +re.er"ncia +e#a $ti#i7a%ão destes C#timos(
O di;metro da armad$ra de estri0os não +ode s$+erar 1I20 e deve 1aver contato mec;nico das 0arras
#ongit$dinais com os cantos dos estri0os =ancoragem mec;nica>(
As regi5es m:nimas em 6$e devem ser dis+ostas as armad$ras de +$n%ão, 0em como as dist;ncias
reg$#amentares a serem o0edecidas estão mostradas na .ig$ra '8(
4i/ura 4+ 7 ?rmaduras de $unção
21 Re/i"es es$eciais
21.1 Introdução
Para os +ro+Bsitos desta Norma são consideradas como regi5es es+eciais a6$e#as não co0ertas +e#os
mode#os anteriormente descritos, devido G não va#idade, nessas regi5es, da 1i+Btese da se%ão +#ana(
21.2 Re/i"es de introdução de car/as concentradas
21.2.1 Pressão de contato em área redu@ida
148
148
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Savendo carga em 2rea red$7ida, deve ser dis+osta armad$ra +ara resistir a todos os es.or%os de tra%ão,
sem+re 6$e a +ossi0i#idade de .iss$ra%ão do concreto +ossa com+rometer a resist"ncia do e#emento
estr$t$ra#(
L$ando a carga at$ar em 2rea menor do 6$e a da s$+er.:cie do e#emento estr$t$ra#, +ode!se considerar
a$mentada a resist"ncia do concreto, não $#tra+assando o va#or resistente de c2#c$#o, corres+ondente ao
esmagamento, dado +e#a e<+ressão:
onde:
Ac0 8 a 2rea red$7ida carregada $ni.ormementeM
Ac1 8 a 2rea m2<ima de mesma .orma e mesmo centro de gravidade 6$e Ac0, inscrita na 2rea Ac2M(
Ac2 8 a 2rea tota#, sit$ada no mesmo +#ano de Ac0(
No caso de Ac0 ser retang$#ar, a +ro+or%ão entre os #ados não deve ser maior 6$e 2(
Os va#ores dados +or essa e6$a%ão devem ser red$7idos se a carga não .or $ni.ormemente distri0$:da o$
se e<istirem es.or%os de cisa#1amento( &ssa e<+ressão não se a+#ica a ancoragens de +rotensão, c$ja
seg$ran%a deve ser garantida +or ensaios de certi.ica%ão do sistema(
A .ig$ra '9 i#$stra a#g$ns casos em 6$e a .iss$ra%ão +ode com+rometer a resist"ncia do e#emento estr$t$ra#
e deve ser dis+osta armad$ra +ara resistir aos es.or%os de tra%ão(
4i/ura 4- * Re/i"es de $ressão #oca#i@ada
21.2.2 ?rticu#aç"es em concreto
*ão artic$#a%5es o0tidas +or meio de $m nCc#eo red$7ido do concreto 6$e transmitem es.or%os 6$e +odem
ser red$7idos a $ma .or%a, c$ja inc#ina%ão deve ser no m2<imo ig$a# a 1I8, con.orme mostrado na .ig$ra )0(
Os e#ementos estr$t$rais artic$#ados devem ser armadas o0edecendo o dis+osto no item 21(2(1(
149
149
0 c cd 2 c
1
c cd 0 c rd
A . 4 , 4 A I A . A A ≤ ·
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4i/ura 5. * Re/ião de articu#ação em concreto
21.2.3 Re/ião de introdução da $rotensão
Para o c2#c$#o dessas regi5es devem ser considerados mode#os tridimensionais, dado 6$e as dimens5es da
s$+er.:cie de a+oio da ancoragem são +e6$enas, se com+aradas com a se%ão transversa# do e#emento
estr$t$ra# =ver Ane<o A>(
&ssas 7onas +odem ser ca#c$#adas com a aj$da do m8todo das 0ie#as e tirantes, devendo ser ana#isadas e
+rojetadas considerando:
a> e6$i#:0rio g#o0a# da regiãoM
0> os e.eitos da tra%ão transversa# =.endi#1amento ane#ar> devido Gs ancoragens, individ$a#mente e no
se$ conj$ntoM
c> os e.eitos da com+ressão nessa 7ona =esmagamento>(
21.2.4 8ar/as a$#icadas na su$erf:cie de e#ementos estruturais
&n6$adram!se neste item cargas a+#icadas atrav8s de insertos met2#icos, c1$m0adores, etc(, 6$e +odem
corres+onder a es.or%os de com+ressão, tra%ão, cisa#1amento o$ a es.or%os com+ostos(
A veri.ica%ão dos e.eitos #ocais no caso da com+ressão deve atender ao dis+osto em 21(2(1( No caso de
tra%ão deve ser veri.icado o arrancamento e no caso de cisa#1amento o esmagamento na 0orda do concreto
em contato com o c1$m0ador, de acordo com as se%5es +ertinentes desta Norma o$ cons$#tada #iterat$ra
t8nica es+ecia#i7ada(
$idados es+eciais devem ser tomados no dimensionamento e deta#1amento da armad$ra do e#emento
estr$t$ra# de .orma a o0ter a trans.er"ncia e contin$idade da resist"ncia Gs .or%as de tra%ão introd$7idas
+e#os c1$m0adores, garantindo o e6$i#:0rio do conj$nto( A .ig$ra )1 mostra e<em+#o desse caso(
1'0
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4i/ura 51 * Press"es junto a um $ino embutido em um e#emento estrutura# de concreto
21.3 4uros e aberturas
&str$t$ras c$jo +rojeto e<ige a +resen%a de a0ert$ras devem ser ca#c$#adas e deta#1adas considerando as
+ert$r0a%5es das tens5es 6$e se concentram em torno dessas a0ert$ras, +revendo, a#8m das armad$ras
+ara resistir aos es.or%os de tra%ão j2 mencionados nesta Norma, tam08m armad$ras com+#ementares
dis+ostas no contorno e nos cantos das a0ert$ras(
Os #imites +ara as dimens5es de .$ros e a0ert$ras constam da se%ão 14(
21.3.1 Paredes e vi/as*$arede
L$ando as a0ert$ras se #oca#i7arem em regi5es +o$co so#icitadas e não modi.icarem signi.icativamente o
.$ncionamento do e#emento estr$t$ra#, 0asta co#ocar $ma armad$ra de com+ati0i#i7a%ão da a0ert$ra com o
conj$nto( aso contr2rio deve ser adotado $m mode#o es+ec:.ico de c2#c$#o +ara ocaso em 6$estão,
0aseado, +or e<em+#o, no m8todo dos e#ementos .initos o$ de 0ie#as e tirantes( Der .ig$ra )2(
4i/ura 52 * ?berturas em $aredes $#anas de concreto armado
21.3.2 4uros <ue atravessam as vi/as em direção da a#tura
As a0ert$ras em vigas, contidas no se$ +#ano +rinci+a#, como .$ros +ara +assagem de t$0$#a%ão vertica#
nas edi.ica%5es =ver .ig$ra )4>, não devem ser s$+eriores a 1I4 da #arg$ra dessas vigas nas regi5es desses
.$ros( -eve ser veri.icada a red$%ão da ca+acidade+ortante ao ci7a#1amento e G .#e<ão na região da
a0ert$ra(
A dist;ncia m:nima de $m .$ro G .ace mais +rB<ima da viga deve ser no m:nimo ig$a# a ) cm e d$as ve7es o
co0rimento +revisto nessa .ace( A se%ão remanescente nessa região, tendo sido descontada a 2rea
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oc$+ada +e#o .$ro, deve ser ca+a7 de resistir aos es.or%os +revistos no c2#c$#o, a#8m de +ermitir $ma 0oa
concretagem(
No caso de ser necess2rio $m conj$nto de .$ros, os .$ros devem ser a#in1ados e a dist;ncia entre s$as
.aces deve ser de no m:nimo ) cm o$ o di;metro do .$ro e cada interva#o deve conter +e#o menos $m
estri0o(
No caso de e#ementos estr$t$rais s$0metidos G tor%ão, esses #imites devem ser aj$stados de .orma a
+ermitir $m .$ncionamento ade6$ado(
4i/ura 53 * ?bertura vertica# em vi/as
21.3.3 ?berturas em #ajes
No caso de a0ert$ras em #ajes, as condi%5es seg$intes devem ser res+eitadas em 6$a#6$er sit$a%ão,
o0edecendo tam08m ao dis+osto na se%ão 14:
a> a se%ão do concreto remanescente da +arte centra# o$ so0re o a+oio da #aje deve ser ca+a7 de
e6$i#i0rar os es.or%os no estado #imite C#timo, corres+ondentes a essa se%ão sem a0ert$rasM
0> as se%5es das armad$ras interrom+idas devem ser s$0stit$:das +or se%5es e6$iva#entes de re.or%o,
devidamente ancoradasM
c> no caso de a0ert$ras em regi5es +rB<imas a +i#ares, nas #ajes #isas o$ cog$me#o, o mode#o de c2#c$#o
deve +rever o e6$i#:0rio das .or%as cortantes at$antes nessas regi5es(
21.4 ;,s de $,rtico e #i/ação entre $aredes
&m decorr"ncia da m$dan%a de dire%ão dos e#ementos da estr$t$ra, a resist"ncia do conj$nto de+ende da
resist"ncia G tra%ão do concreto e da dis+osi%ão da armad$ra, 6$e devem ser consideradas no
dimensionamento(
21.5 2i/aç"es de e#ementos estruturais $r)*mo#dados
-evem ser atendidas as +rescri%5es da NBR 9062(
21.% Xuntas de concreta/em
O +rojeto de e<ec$%ão de $ma j$nta de concretagem deve indicar de .orma +recisa o #oca# e a con.ig$ra%ão
de s$a s$+er.:cie(
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*em+re 6$e não .or asseg$rada a ader"ncia e a r$gosidade entre o concreto novo e o e<istente devem ser
+revistas armad$ras de cost$ra, devidamente ancoradas em regi5es ca+a7es de resistir a es.or%os de
tra%ão
22 1#ementos es$eciais
22.1 Introdução
Para os +ro+Bsitos desta Norma são considerados como e#ementos es+eciais os e#ementos estr$t$rais 6$e
se caracteri7am +or $m com+ortamento 6$e não res+eita a 1i+Btese das se%5es +#anas, +or não serem
s$.icientemente #ongos +ara 6$e se dissi+em as +ert$r0a%5es #oca#i7adas( Digas!+arede, conso#os e dentes
Ger0er, 0em como sa+atas e 0#ocos, são e#ementos desse ti+o(
Os e#ementos es+eciais devem ser ca#c$#ados e dimensionados +or mode#os teBricos a+ro+riados, 6$ando
não contem+#ados +or esta Norma(
22.2 9i/as*$arede
22.2.1 8onceituação
*ão consideradas vigas!+arede as vigas a#tas em 6$e a a#t$ra 8 maior 6$e $m ter%o do vão( &#as +odem ser
0ia+oiadas o$ cont:n$as e rece0er carregamentos s$+erior o$ in.erior =ver .ig$ra )'>(
22.2.2 8om$ortamento estrutura#
O com+ortamento estr$t$ra# das vigas!+arede tem a#g$mas caracter:sticas es+ec:.icas, destacando!se entre
e#as, em +rimeiro #$gar, ine.ici"ncias, seja G .#e<ão, seja ao cisa#1amento, 6$ando com+aradas Gs vigas
$s$ais(
4i/ura 54 * !ois ti$os mais comuns de vi/as*$arede em re#ação ao carre/amento.
As vigas!+arede, +or serem a#tas, a+resentam +ro0#emas de esta0i#idade como cor+o r:gido e Gs ve7es, de
esta0i#idade e#2stica( &nrigecedores de a+oio o$ travamentos são 6$ase sem+re necess2rios(
-evem ser consideradas ainda as +ert$r0a%5es geradas +or cargas concentradas, a0ert$ras o$
engrossamentos( &ssas +ert$r0a%5es +odem in.#$ir signi.icativamente no com+ortamento e resist"ncia do
e#emento estr$t$ra#(
22.2.3 Aode#o de cá#cu#o
Para c2#c$#o e dimensionamento de vigas!+arede são +ermitidos mode#os +#anos e#2sticos o$ não #ineares e
mode#os 0ie#a!tirante( L$a#6$er 6$e seja o mode#o esco#1ido, e#e deve contem+#ar ade6$adamente os
as+ectos descritos em 22(2(2(
22.2.4 !eta#=amento
22.2.4.1 ?rmadura de f#e6ão
Nas vigas!+arede os tirantes de tra%ão não +odem ser concentrados em $ma o$ +o$cas camadas de
armad$ra, mas devem co0rir toda a 7ona e.etivamente tracionada, con.orme mode#o de c2#c$#o adotado(
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Nas vigas 0ia+oiadas como mostra a .ig$ra )), essa armad$ra deve ser distri0$:da em a#t$ra da ordem de
0,1)1(
-eve ser considerado o .ato de 6$e nas vigas!+arede cont:n$as a a#t$ra de distri0$i%ão da armad$ra
negativa dos 8 ainda maior(
22.2.4.2 ?ncora/em da armadura de f#e6ão &$ositiva' nos a$oios
A armad$ra de .#e<ão deve ser +ro#ongada integra#mente at8 os a+oios e a: 0em ancorada( Não devem ser
$sados ganc1os no +#ano vertica#, dando!se +re.er"ncia a #a%os o$ gram+os no +#ano 1ori7onta#, o$
dis+ositivos es+eciais =ver .ig$ra ))>(
22.2.4.3 ?rmadura transversa#
A armad$ra transversa# deve ser ca#c$#ada considerando o dis+osto em 22(2(2 e res+eitando $m va#or
m:nimo 6$e +ermita o contro#e da .iss$ra%ão( &sse va#or m:nimo 8 maior 6$e o das vigas $s$ais(
No caso de carregamento +e#a +arte in.erior da viga, essa armad$ra deve ser ca+a7 de s$s+ender a
tota#idade da carga a+#icada =ver .ig$ra )'>(
&ssas armad$ras devem envo#ver as armad$ras 1ori7ontais, +rinci+ais o$ sec$nd2rias(
4i/ura 55 * ?rmação t:$ica de vi/a $arede com = ≤ 2
22.3 8onso#os e dentes Kerber
22.3.1 8onso#os
22.3.1.1 8onceituação
*ão considerados conso#os os 0a#an%os em 6$e a dist;ncia da carga a+#icada G .ace do a+oio =a> seja
menor o$ ig$a# G a#t$ra tota# do conso#o =ver .ig$ra )6>(
O conso#o 8 c$rto se 0,)d ≤ a ≤d e m$ito c$rto se a ^ 0,)d(
O caso em 6$e a _ d deve ser tratado como viga e não mais como conso#o(
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4i/ura 5% * Aode#o bie#a*tirante $ara conso#o curto
22.3.1.2 8om$ortamento estrutura#
Os conso#os c$rtos t"m $m com+ortamento t:+ico 6$e +ode ser descrito +or $m mode#o 0ie#a tirante( O
tirante, no to+o do conso#o, se ancora na 0ie#a so0 a carga e<terna vertica# Ad de $m #ado e no +i#ar o$ a+oio
do o$tro( A 0ie#a inc#inada vai da carga at8 a .ace do +i#ar o$ a+oio, $sando toda a a#t$ra de conso#o
dis+on:ve# =ver .ig$ra )6>( A#g$ns as+ectos são .$ndamentais +ara o s$cesso desse com+ortamento:
a> ancoragem ade6$ada do tirante, a0ra%ando a 0ie#a #ogo a0ai<o do a+are#1o de a+oioM
0> correto dimensionamento do tirante, de .orma a garantir seg$ran%a ade6$ada e evitar $m conso#o
s$+erarmado em 6$e o e#emento estr$t$ra# rom+a sem 6$e seja atingido o escoamento do tiranteM
c> veri.ica%ão da resist"ncia G com+ressão da 0ie#a o$ do cisa#1amento e6$iva#ente na .ace do +i#ar,
garantindo com seg$ran%a ade6$ada 6$e a r$+t$ra .r2gi#, +e#a 0ie#a, esteja a.astadaM
d> 8 .$ndamenta# a considera%ão de es.or%os 1ori7ontais no dimensionamento dos conso#os( A NBR
9062 esta0e#ece va#ores m:nimos desses es.or%osM
e> no caso gera# em 6$e e<istem cargas 1ori7ontais transversais o$ e<centricidade da carga vertica# na
#arg$ra do conso#o, o com+ortamento estr$t$ra# 6$e se o0serva 8 o de $m mode#o 0ie#a tirante .ora do
+#ano m8dio do conso#o, $s$a#mente com 0ie#a e tirante mais estreitos( Não se .orma, +ortanto, a tre#i%a
es+acia# o0servada na tor%ão de vigas $ma ve7 6$e .a#ta com+rimento s$.iciente +ara ta#(
Os conso#os m$ito c$rtos t"m $m com+ortamento +arecido com o dos conso#os c$rtos, mas as di.eren%as
não devem ser neg#icenciadas( A 0ie#a se enc$rva o$ ar6$eia no +#ano do conso#o e como conse6O"ncia
a$menta a im+ort;ncia da armad$ra de cost$ra, 6$e +assa a ter +artici+a%ão signi.icativa na resist"ncia do
conso#o, não a+enas na s$a d$ti#idade(
1')
1')
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
22.3.1.3 Aode#o de cá#cu#o
Para c2#c$#o e dimensionamento de conso#os +odem ser $sados mode#os +#anos #ineares o$ não, mode#os
0ie#a!tirante o$ mode#os atrito!cisa#1amento(
L$a#6$er 6$e seja o mode#o e#e deve contem+#ar os as+ectos .$ndamentais descritos em 22(4(1(2(
22.3.1.4 !eta#=amento
22.3.1.4.1 ?rmadura do tirante
omo o tirante 8 m$ito c$rto, da .ace e<terna do conso#o at8 a .ace o+osta do +i#ar o$ a+oio( 8 essencia#
c$idar da ancoragem da armad$ra +revista +ara esse tirante, nas d$as e<tremidades, es+ecia#mente a6$e#a
j$nto G .ace do conso#o (
Nessa .ace não +ode ser $sada armad$ra com do0ramento(
Nesse +onto deve ser $sada $ma ancoragem mais e.iciente, como a#%as no +#ano 1ori7onta# o$ 0arras
tranversais o$ c1a+as met2#icas so#dadas G armad$ra +rinci+a# do tirante =ver .ig$ra )7>, con.orme 9('(7(1(
4i/ura 5( * ?rmadura t:$ica de um conso#o curto
22.3.1.4.2 ?$are#=o de a$oio
A +osi%ão e as dimens5es do a+are#1o de a+oio devem ser adotadas de .orma a +ermitir 6$e o tirante
a0race a 0ie#a, con.orme deta#1e em +#anta do tirante =ver .ig$ra )7>(
22.3.1.4.3 ?rmadura de costura
Os conso#os c$rtos devem ter armad$ra de cost$ra maior o$ ig$a# G metade da armad$ra do tirante =Acost ≥
As,tirI2(>
22.3.1.4.4 ?rmadura de sus$ensão
L$ando e<istir carga indireta, deve!se +rever armad$ra de s$s+ensão +ara a tota#idade da carga a+#icada(
22.3.2 !entes Kerber
1'6
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22.3.2.1 8onceituação
Os dentes Ger0er são sa#i"ncias 6$e se +rojetam na e<tremidade de vigas com o o0jetivo de a+oi2!#as em
conso#os criados na .ace dos +i#ares o$ a+oios de s$stenta%ão, escondendo os conso#os 6$e dei<am de
.icar sa#ientes no .$ndo das vigas( Ks$a#mente am0os, conso#o e dente Ger0er, t"m a#t$ra $m +o$co menor
6$e metade da a#t$ra da viga( As mesmas conceit$a%5es e #imita%5es geom8tricas criadas +ara os
conso#os, va#em tam08m +ara os dentes Ger0er(
22.3.2.2 8om$ortamento
Os dentes Ger0er t"m $m com+ortamento estr$t$ra# seme#1ante ao dos conso#os, +odendo ser tam08m
descrito +or $m mode#o 0ie#a!tirante( As di.eren%as mais im+ortantes são:
a> a 0ie#a 8 $s$a#mente mais inc#inada, +or6$e deve +roc$rar a+oio na armad$ra de s$s+ensão, dentro
da viga, na e<tremidade o+osta ao +onto de a+#ica%ão da carga =ver .ig$ra )8>M
0> a armad$ra +rinci+a# deve +enetrar na viga, +roc$rando ancoragem nas 0ie#as de cisa#1amento na
vigaM
c> a armad$ra de s$s+ensão deve ser ca#c$#ada +ara a .or%a tota# Ad(
4i/ura 5+ * Aode#o bie#a*tirante $ara um dente Kerber
22.3.2.3 Aode#o de cá#cu#o
Para c2#c$#o e dimensionamento +odem ser $sados os mesmos +rinc:+ios esta0e#ecidos +ara os conso#os,
desde 6$e sejam .eitas as corre%5es necess2rias +ara contem+#ar as di.eren%as #evantadas em 22(4(2(2(
22.3.2.4 !eta#=amento
A+#icam!se as recomenda%5es .eitas em 22(4(1(', com e<ce%ão de 22(4(1('(', $ma ve7 6$e o dente Ger0er
+erde sentido no caso da carga indireta(
-eve!se acrescentar ainda o dis+osto de 22(4(2('(1 a 22(4(2('('(
22.3.2.4.1 ?rmadura de sus$ensão
&ssa armad$ra deve ser +re.erencia#mente constit$:da de estri0os, na a#t$ra com+#eta da viga,
concentrados na s$a e<tremidade con.orme .ig$ra )8(
22.3.2.4.2 ?ncora/em da armadura $rinci$a#
A armad$ra +rinci+a# deve ser ancorada a +artir do se$ cr$7amento com a +rimeira 0ie#a da viga, na s$a
a#t$ra com+#eta(
22.3.2.4.3 ?ncora/em da armadura inferior da vi/a
1'7
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A armad$ra de .#e<ão da viga deve estar 0em ancorada no trec1o em 6$e se a+#ica armad$ra de
s$s+ensão(
aso esse trec1o não seja s$.icientemente grande 8 recomendado o $so de gram+os 1ori7ontais de 0arras
transversais so#dadas(
22.3.2.4.4 8asos es$eciais
aso se deseje $sar 0arras do0radas +ara s$s+ender a carga o$ armad$ras de +rotensão #ongit$dina# da
viga, o mode#o de c2#c$#o deve ser ada+tado +ara isso(
22.4 Sa$atas
22.4.1 8onceituação
*a+atas são estr$t$ras de vo#$me $sadas +ara transmitir ao terreno as cargas de .$nda%ão no caso de
.$nda%ão direta(
L$ando se veri.ica a e<+ressão a seg$ir, a sa+ata 8 considerada r:gida( aso contr2rio a sa+ata 8
considerada como .#e<:ve#:
1 ≥ =a ?a+>I4
onde:
1 8 a a#t$ra da sa+ataM
a 8 a dimensão da sa+ata em $ma determinada dire%ãoM
a+ 8 a dimensão do +i#ar na mesma dire%ão(
Para sa+ata r:gida +ode!se admitir +#ana a distri0$i%ão de tens5es normais no contato sa+ata!terreno, caso
não se dis+on1a de in.orma%5es mais deta#1adas a res+eito((
Para sa+atas .#e<:veis o$ casos e<tremos de .$nda%ão em roc1a, mesmo com sa+ata r:gida, essa 1i+Btese
deve ser revista(
22.4.2 8om$ortamento estrutura#
O com+ortamento estr$t$ra# das sa+atas, e#iminada a com+#e<idade da intera%ão so#o!estr$t$ra atrav8s da
1i+Btese de 22('(1, +ode ser descrito se+arando as sa+atas em r:gidas e .#e<:veis(
22.4.2.1 Sa$atas r:/idas
O com+ortamento estr$t$ra# +ode ser caracteri7ado +or:
a> tra0a#1o G .#e<ão nas d$as dire%5es, admitindo!se 6$e, +ara cada $ma de#as, a tra%ão na .#e<ão seja
$ni.ormemente distri0$:da na #arg$ra corres+ondente da sa+ata( &ssa 1i+Btese não se a+#ica G
com+ressão na .#e<ão, 6$e se concentra mais na região do +i#ar 6$e se a+oia na sa+ata e não se a+#ica
tam08m ao caso de sa+atas m$ito a#ongadas em re#a%ão G .orma do +i#arM
0> tra0a#1o ao cisa#1amento tam08m em d$as dire%5es, não a+resentando r$+t$ra +or tra%ão diagona#, e
sim com+ressão diagona#( 3sso ocorre +or6$e a sa+ata r:gida .ica inteiramente dentro do cone 1i+ot8tico
de +$n%ão, não 1avendo +ortanto +ossi0i#idade .:sica de +$n%ão(
22.4.2.2 Sa$atas f#e6:veis
&m0ora de $so mais raro, essas sa+atas são $ti#i7adas +ara .$nda%ão de cargas +e6$enas e so#os
re#ativamente .racos( *e$ com+ortamento se caracteri7a +or:
a> tra0a#1o G .#e<ão nas d$as dire%5es, não sendo +oss:ve# admitir tra%ão na .#e<ão $ni.ormemente
distri0$:da na #arg$ra corres+ondente da sa+ata( A concentra%ão de .#e<ão j$nto ao +i#ar deve ser, em
+rinc:+io, ava#iadaM
1'8
1'8
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
0> tra0a#1o ao cisa#1amento 6$e +ode ser descrito +e#o .enXmeno da +$n%ão =ver 19()>M
A distri0$i%ão +#ana de tens5es no contato sa+ata!so#o deve ser veri.icada(
22.4.3 Aode#o de cá#cu#o
Para c2#c$#o e dimensionamento de sa+atas +odem ser $ti#i7ados mode#os tridimensionais #ineares o$ não e
mode#os 0ie#a!tirante tridimensionais( &sses mode#os devem contem+#ar os as+ectos descritos em 22('(2(
*B e<ce+ciona#mente os mode#os de c2#c$#o +recisam contem+#ar a intera%ão so#o estr$t$ra(
22.4.4 !eta#=amento
22.4.4.1 Sa$atas r:/idas
22.4.4.1.1 ?rmadura de f#e6ão
A armad$ra de .#e<ão deve ser $ni.ormemente distri0$:da ao #ongo da #arg$ra da sa+ata, estendendo!se
integra#mente de .ace a .ace da mesma e terminando em ganc1o nas d$as e<tremidades(
Para 0arras com φ ≥ 20 mm devem ser $sados ganc1os de 14)[ o$ 180[( Para 0arras com φ ≥ 2)mm deve
ser veri.icado o .endi#1amento em +#ano 1ori7onta#, $ma ve7 6$e +ode ocorrer o destacamento de toda a
ma#1a da armad$ra(
22.4.4.1.2 ?rmadura de arran<ue dos $i#ares
A sa+ata deve ter a#t$ra s$.iciente +ara +ermitir a ancoragem da armad$ra de arran6$e( Nessa ancoragem
+ode ser considerado o e.eito .avor2ve# da com+ressão transversa# Gs 0arras decorrente da .#e<ão da
sa+ata =ver se%ão 9>(
22.4.4.2 Sa$atas f#e6:veis
-evem ser atendidos os re6$isitos re#ativos a #ajes e a +$n%ão =ver se%5es 19 e 20>(
22.5 I#ocos sobre estacas
22.5.1 8onceituação
B#ocos são estr$t$ras de vo#$me, $sadas +ara transmitir Gs estacas as cargas de .$nda%ão e +odem ser
considerados r:gidos o$ .#e<:veis +or crit8rio an2#ogo ao de.inido +ara as sa+atas(
No caso de conj$ntos de 0#ocos e estacas r:gidos, com es+a%amento de 2,)φ a 4φ =onde φ 8 o di;metro da
estaca>, +ode!se admitir +#ana a distri0$i%ão de carga nas estacas(
Para 0#ocos .#e<:veis o$ casos e<tremos de estacas c$rtas, a+oiadas em s$0strato m$ito r:gido, essa
1i+Btese deve ser revista(
22.5.2 8om$ortamento estrutura#
22.5.2.1 I#oco r:/ido
O com+ortamento estr$t$ra# se caracteri7a +or:
a> tra0a#1o G .#e<ão nas d$as dire%5es, mas com tra%5es essencia#mente concentradas nas #in1as so0re
as estacas =retic$#ado de.inido +e#o ei<o das estacas, com .ai<as de #arg$ra ig$a# a 1,2 ve7es se$
di;metro>M
0> cargas transmitidas do +i#ar +ara as estacas essencia#mente +or 0ie#as de com+ressão, de .orma e
dimens5es com+#e<asM
c> tra0a#1o ao cisa#1amento tam08m em d$as dire%5es, não a+resentando r$+t$ra +or tra%ão diagona#, e
sim +or com+ressão das 0ie#as, ana#ogamente Gs sa+atas(
1'9
1'9
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
22.5.2.2 I#oco f#e6:ve#
Para esse ti+o de 0#oco deve ser rea#i7ada $ma an2#ise mais com+#eta, desde a distri0$i%ão dos es.or%os
nas estacas, dos tirantes de tra%ão, at8 a necessidade da veri.ica%ão da +$n%ão(
22.5.3 Aode#o de cá#cu#o
Para c2#c$#o e dimensionamento dos 0#ocos são aceitos mode#os tridimensionais #ineares o$ não e mode#os
0ie#a!tirante tridimensionais, sendo esses C#timos os +re.eridos +or de.inir me#1or a distri0$i%ão de es.or%os
+e#os tirantes( &sses mode#os devem contem+#ar ade6$adamente os as+ectos descritos em 22()(2(
*em+re 6$e 1o$ver es.or%os 1ori7ontais signi.icativos o$ .orte assimetria, o mode#o deve contem+#ar a
intera%ão so#o!estr$t$ra(
22.5.4 !eta#=amento
22.5.4.1 I#ocos r:/idos
22.5.4.1.1 ?rmadura de f#e6ão
A armad$ra de .#e<ão deve ser dis+osta essencia#mente =mais de 8)N> nas .ai<as de.inidas +e#as estacas,
em +ro+or%5es de e6$i#:0rio das res+ectivas 0ie#as(
As 0arras devem se estender de .ace a .ace do 0#oco e terminar em ganc1o nas d$as e<tremidades( Para
0arras com φ ≥ 20mm devem ser $sados ganc1os de 14)[ o$ 180[ (
-eve ser garantida a ancoragem das armad$ras de cada $ma dessas .ai<as, so0re as estacas, medida a
+artir da .ace das estacas( Pode ser considerado o e.eito .avor2ve# da com+ressão transversa# Gs 0arras,
decorrente da com+ressão das 0ie#as =ver se%ão 9>(
22.5.4.1.2 ?rmadura de distribuição
Para contro#ar a .iss$ra%ão deve ser +revista armad$ra adiciona# em ma#1a $ni.ormemente distri0$:da em
d$as dire%5es +ara no m2<imo 20N dos es.or%os totais, com+#etando a armad$ra +rinci+a#, mas com
e.ici"ncia red$7ida de 20N(
22.5.4.1.3 ?rmadura de sus$ensão
*e .or +revista armad$ra de distri0$i%ão +ara mais de 2)N dos es.or%os totais o$ se o es+a%amento entre
estacas .or maior 6$e 4φ, deve ser +revista armad$ra de s$s+ensão +ara a +arce#a de carga a ser
e6$i#i0rada(
22.5.4.1.4 ?rmadura de arran<ue dos $i#ares
O 0#oco deve ter a#t$ra s$.iciente +ara +ermitir a ancoragem da armad$ra de arran6$e( Nessa ancoragem
+ode!se considerar o e.eito .avor2ve# da com+ressão transversa# Gs 0arras decorrente da .#e<ão da sa+ata
=ver se%ão 9>(
22.5.4.2 I#ocos f#e6:veis
-evem ser atendidos os re6$isitos re#ativos a #ajes e a +$n%ão =ver se%5es 19 e 20>(
23 ?ç"es dinJmicas e fadi/a
23.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
. ! .re6O"ncia
1)0
1)0
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
.crit ! .re6O"ncia cr:tica
23.2 Kenera#idades
As a%5es din;micas +odem +rovocar estados #imites de servi%o e estados #imites C#timos +or vi0ra%ão
e<cessiva o$ +or .adiga dos materiais(
23.3 1stado #imite de vibraç"es e6cessivas
A an2#ise das vi0ra%5es +ode ser .eita em regime #inear no caso das estr$t$ras $s$ais(
Para asseg$rar com+ortamento satis.atBrio das estr$t$ras s$jeitas a vi0ra%5es, deve!se a.astar o m2<imo
+oss:ve# a .re6O"ncia +rB+ria da estr$t$ra =.> da .re6O"ncia cr:tica =.crit>, 6$e de+ende da destina%ão da
res+ectiva edi.ica%ão(
. _ 1,2 .crit
O com+ortamento das estr$t$ras s$jeitas a a%5es din;micas c:c#icas 6$e originam vi0ra%5es +ode ser
modi.icado sendo .eitas a#tera%5es em a#g$ns .atores, como: a%5es din;micas, .re6O"ncia nat$ra# =+e#a
m$dan%a da rigide7 da estr$t$ra o$ da massa em vi0ra%ão>, a$mento das caracter:sticas de amortecimento(
L$ando a a%ão cr:tica 8 originada n$ma m26$ina, a .re6O"ncia cr:tica +assa a ser a da o+era%ão da
m26$ina(
Nesse caso, +ode não ser s$.iciente a.astar as d$as .re6O"ncias, +rB+ria e cr:tica( Princi+a#mente 6$ando a
m26$ina 8 #igada, d$rante o +rocesso de ace#era%ão da mesma, 8 $s$a#mente necess2rio a$mentar a
massa o$ o amortecimento da estr$t$ra +ara a0sorver +arte da energia envo#vida(
Nos casos es+eciais, em 6$e as +rescri%5es anteriores não +$derem ser atendidas, deve ser .eita $ma
an2#ise din;mica mais ac$rada, con.orme esta0e#ecido em normas internacionais(
Na .a#ta de va#ores determinados e<+erimenta#mente, +ode!se adotar os seg$intes va#ores indicados na
ta0e#a 28 +ara .crit(
Cabe#a 2+ 7 4re<Nncia cr:tica $ara a#/uns casos es$eciais de estruturas submetidas a vibraç"es
$e#a ação de $essoas
8aso fcrit
Gin2sio de es+ortes 8,0
*a#as de dan%a o$ de concerto sem cadeiras .i<as 7,0
&scritBrios 4,0 a ',0
*a#as de concerto com cadeiras .i<as 4,'
Passare#as de +edestres o$ cic#istas 1,6 a ',)
23.4 1stados #imites 0#timos $rovocados $or ressonJncia ou am$#ificação dinJmica
A am+#i.ica%ão din;mica +ode ser determinada em regime e#2stico #inear nos casos $s$ais( L$ando o
coe.iciente de im+acto .or de.inido em norma es+ec:.ica, esse 8 o va#or 6$e deve ser $ti#i7ado(
23.5 1stado #imite 0#timo de fadi/a
23.5.1 ?ç"es c:c#icas
A .adiga 8 $m .enXmeno associado a a%5es din;micas re+etidas, 6$e +ode ser entendido como $m
+rocesso de modi.ica%5es +rogressivas e +ermanentes da estr$t$ra interna de $m materia# s$0metido a
osci#a%ão de tens5es decorrentes destas a%5es(
Não são tratadas nesta Norma as a%5es de .adiga de a#ta intensidade, ca+a7es de +rovocar danos com
menos de 20 000 re+eti%5es(
1)1
1)1
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
As a%5es de .adiga de m8dia e 0ai<a intensidade e nCmero de re+eti%5es at8 2 000 000 de cic#os são
consideradas nas dis+osi%5es esta0e#ecidas nesta se%ão( Para a considera%ão do es+ectro de a%5es
admite!se 6$e +odem ser e<c#$:das a6$e#as de ve:c$#os com carga tota# at8 40 HN, +ara o caso de +ontes
rodovi2rias(
Para a com0ina%ão de a%5es de $m determinado es+ectro de cargas, considera!se v2#ida a regra de
Pa#mgren!Jiner, o$ seja, s$+5e!se 6$e os danos de .adiga ac$m$#am!se #inearmente com o nCmero de
cic#os a+#icado a certo n:ve# de tens5es devendo!se o0edecer G e<+ressão:
onde:
ni 8 o nCmero de re+eti%5es a+#icadas so0 condi%ão +artic$#ar de tens5esM
Ni 8 o nCmero de re+eti%5es 6$e ca$saria a r$+t$ra +or .adiga +ara a mesma condi%ão de tens5es
a+#icadas(
23.5.2 8ombinaç"es de aç"es a considerar
&m0ora o .enXmeno da .adiga seja contro#ado +e#a ac$m$#a%ão do e.eito de#et8rio de so#icita%5es re+etidas,
a veri.ica%ão da .adiga +ode ser .eita considerando $m Cnico n:ve# de so#icita%ão e<+resso +e#a com0ina%ão
.re6Oente de a%5es =ver se%ão 11>, como e<+resso a seg$ir:
Para a veri.ica%ão da .adiga deve ser adotado o va#or do .ator de red$%ão ψ1 con.orme o ti+o de o0ra e de
+e%a estr$t$ra#(
! Para +ontes rodovi2rias:
Ψ1 Z 0,) +ara veri.ica%ão das vigasM
Ψ1 Z 0,7 +ara veri.ica%ão das transversinasM
Ψ1 Z 0,8 +ara veri.ica%ão das #ajes de ta0$#eiro(
! Para +ontes .errovi2rias:
ψ1 Z 1,0(
! Para vigas de ro#amento de +ontes ro#antes
ψ1 Z 1,0(
&m casos es+eciais de +ontes ro#antes de o+era%ão menos .re6Oente, onde o nCmero de cic#os 8
signi.icativamente menor 6$e 2 < 10
6
, a resist"ncia G .adiga +ode ser a$mentada con.orme 24()()(
23.5.3 Aode#o de cá#cu#o
Para veri.ica%ão da .adiga, seja do concreto o$ do a%o, os es.or%os so#icitantes +odem ser ca#c$#ados em
regime e#2stico(
O c2#c$#o das tens5es decorrentes de .#e<ão com+osta +ode ser .eita no &st2dio 33, onde 8 des+re7ada a
resist"ncia G tra%ão do concreto(
O c2#c$#o das tens5es decorrentes da .or%a cortante em vigas deve ser .eito +e#a a+#ica%ão dos mode#os 3
o$ 33, con.orme 17('(2(2 e 17('(2(4, res+ectivamente, com red$%ão da contri0$i%ão do concreto, como
seg$e:
1)2
1)2
∑ ∑
· ·
ψ + ψ + ·
n
2 j
6H 1 H 1 6
1
m
1 i
H , 1 , g ser , d
A A A A
1
N
n
i
i
≤ Σ
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
! no mode#o 3 o va#or de Dc deve ser m$#ti+#icado +e#o .ator red$tor 0,)M
! no mode#o 33 a inc#ina%ão das diagonais de com+ressão, θ, deve ser corrigida +e#a e6$a%ão:
sendo:
γ. Z 1,0
γc Z 1,'
γs Z 1,0
Para o c2#c$#o dos es.or%os so#icitantes e a veri.ica%ão das tens5es admite!se o mode#o #inear e#2stico com
α Z 10 =re#a%ão dos mBd$#os de e#asticidade do a%o e do concreto>(
Para o c2#c$#o das tens5es no a%o da armad$ra +assiva o$ ativa aderente, +ode!se considerar o
com+ortamento e#2stico #inear com+ati0i#i7ando as de.orma%5es e m$#ti+#icando a tensão no a%o +e#o .ator
ηs +ara #evar em conta a di.eren%a de ader"ncia entre o a%o de +rotensão e o a%o da armad$ra +assiva(
onde:
As 8 a 2rea de armad$ra +assivaM
A+ 8 a 2rea da armad$ra ativaM
φs 8 o menor di;metro do a%o da armad$ra +assiva na se%ão considerada
φ+ 8 o di;metro do a%o de +rotensão =+ara .ei<es, φe6 · 1,6 √A+, onde A+ 8 a 2rea da se%ão transversa# do
.ei<e>M
ξ 8 a re#a%ão entre as resist"ncias de ader"ncia do a%o de +rotensão e do a%o da armad$ra +assiva =a#ta
ader"ncia>(
Da#ores de ξ na +Bs!tra%ão:
ξ Z 0,2 +ara a%o de +rotensão #isoM
ξ Z 0,' +ara cordoa#1asM
ξ Z 0,6 +ara .ios enta#1adosM
ξ Z 1,0 +ara 0arras nerv$radas(
Da#ores de ξ na +r8!tra%ão:
ξ Z 0,6 +ara cordoa#1asM
ξ Z 0,8 +ara a%os enta#1ados(
O crit8rio esta0e#ecido +ara a veri.ica%ão da .adiga decorrente de .or%a cortante nas vigas se 0aseia na
red$%ão da contri0$i%ão do concreto e de es6$emas a#ternativos, ava#iada a +artir da red$%ão da resist"ncia
G tra%ão do concreto so0 carga c:c#ica, e6$iva#ente a adotar +ara 10
7
cic#os, )0N da resist"ncia G tra%ão
est2tica( 3sso corres+onde a red$7ir o va#or Dc da da contri0$i%ão do concreto de )0 N do se$ va#or est2tico(
23.5.4 9erificação da fadi/a do concreto
1)4
1)4
1 tg tg
cor
≤ θ · θ
1
A
A
1
A
A
1
+
s
s
+
s
+
s

φ
φ
ξ +

· η
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
23.5.4.1 &sta veri.ica%ão 8 satis.eita se +ara o concreto em com+ressão:
ηc γ. σc,ma< ≤ .cd,.ad
sendo:
.cd,.ad Z 0,') .cd
onde:
ηc 8 $m .ator 6$e considera o gradiente de tens5es de com+ressão no concretoM
| σ c1| 8 o menor va#or, em mBd$#o, da tensão de com+ressão a $ma dist;ncia não maior 6$e 400 mm da
.ace so0 a com0ina%ão re#evante de cargas(
| σ c2| 8 o maior va#or, em mBd$#o, da tensão de com+ressão a $ma dist;ncia não maior 6$e 400 mm da
.ace so0 a mesma com0ina%ão re#evante de carga $sada +ara c2#c$#o de | σ c1|.
4i/ura 5- 7 !efinição das tens"es σc1 e σc2
23.5.4.2 &sta veri.ica%ão 8 satis.eita se +ara o concreto em tra%ão:
γ. σct,ma< ≤ .ctd,.ad
sendo: .ctd, .ad Z 0,4 .ctd,in.
23.5.5 9erificação da fadi/a da armadura
&sta veri.ica%ão 8 satis.eita se a m2<ima varia%ão de tensão ca#c$#ada, ∆σs, +ara a com0ina%ão .re6Oente
de cargas satis.a7:
γ. ∆σ*s ≤ ∆.sd,.ad
onde os va#ores de ∆.sd,.ad são dados na ta0e#a 29(
1)'
1)'
> I = ) , 0 ) , 1
1
2 c 1 c
c
σ σ −
· η
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 2- 7 ParJmetros $ara as curvas S*; &5oe##er' $ara os aços dentro do concreto
9a#ores de ∆fsdHfadH $ara 261.
%
cic#os
APa
?rmadura $assiva
φ
mm
1. 12H5 1% 2. 22 25 32 3+ Ci$o
1'
8aso
Barras retas e
do0radas com
- ≥ 2) φ
190 190 190 18) 180 17) 16) 1)0 @1
Barras retas e
do0radas com
- ≥ 2)φ
- Z )φ ^ 20 mm
- Z 8φ ≥ 20 mm
10) 10) 10) 10) 100 9) 90 8) @1
&stri0os
- Z 4φ ≤ 10 mm
8) 8) 8) ! ! ! ! ! @1
Am0iente marin1o
#asse 3D
6) 6) 6) 6) 6) 6) 6) 6) @'
Barras so#dadas
=inc#$indo so#da +or
+onto o$ das
e<tremidades> e
conectores mec;nicos
8) 8) 8) 8) 8) 8) 8) 8) @'
?rmadura ativa
Pr8!tra%ão, .io o$ cordoa#1a reto 1)0 @1
PBs tra%ão, ca0os c$rvos 110 @2
a0os retos 1)0 @1
onectores mec;nicos e ancoragens =caso de cordoa#1a engra<ada> 70 @4
1>
Der ta0e#a 40(
A .$n%ão da resist"ncia G .adiga +ara o a%o, re+resentada em esca#a #og(#og =ver .ig$ra 60>, consiste de
segmentos de reta da .orma =∆.*d,.ad>
m
< N Z constante(
4i/ura %. * 4ormato das curvas de resistncia caracter:stica B fadi/a &curvas S*;' $ara o aço
1))
1))
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
Cabe#a 3. 7 Ci$os da curva S*;
Ci$o ;R S1 S2
C1 10
6
) 9
C2 10
6
4 7
C3 10
6
4 )
C4 10
7
4 )
&m nen1$m caso deve!se considerar resist"ncia G .adiga maior 6$e a da 0arra reta(
No caso em 6$e se +ossa com+rovar e<+erimenta#mente 6$e o a%o a ser $ti#i7ado na estr$t$ra a+resenta
caracter:sticas de resist"ncia G .adiga s$+eriores Gs a6$i indicadas +ermite!se o $so dessas caracter:sticas
no c2#c$#o(
No caso das marcas de identi.ica%ão do .a0ricante, este deve a+resentar os va#ores de resist"ncia G .adiga
conse6Oentes de event$a# concentra%ão de tens5es +rovocadas +e#o .ormato do re#evo da marca na 0arra(
onsidera!se 6$e os va#ores a+resentados +ara a resist"ncia G .adiga dos a%os da armad$ra +assiva
re.erem!se a 0arras nerv$radas de a#ta ader"ncia nas 6$ais as sa#i"ncias transversais e #ongit$dinais não se
cr$7am e nem a+resentam:
rI1 < 0,)
onde:
1 8 a a#t$ra da sa#i"nciaM
r 8 o raio da c$rva de concord;ncia da sa#i"ncia com o cor+o da 0arra(
Na .a#ta de dados e<+erimentais es+ec:.icos, +ermite!se considerar +ara as 0arras 6$e não satis.a%am
essas e<ig"ncias, $ma red$%ão de 40N da .#$t$a%ão da tensão #imite dada na ta0e#a 29(
23.% 1stados #imites de serviço
As modi.ica%5es introd$7idas +e#a re+eti%ão das so#icita%5es +odem a.etar signi.icativamente as estr$t$ras
do +onto de vista de se$ com+ortamento em servi%o, +artic$#armente, no 6$e di7 res+eito ao a+arecimento
de .iss$ras não e<istentes so0 a%5es est2ticas, ao agravamento de .iss$ra%ão j2 e<istente e ao a$mento
das de.orma%5es(
O a$mento das de.orma%5es 8 +rogressivo so0 a%5es din;micas c:c#icas e soma!se ao a$mento de
de.orma%5es decorrentes da .#$"ncia( Na .a#ta de dados e<+erimentais conc#$sivos o e.eito c:c#ico +ode ser
estimado +e#a e<+ressão:
onde:
an 8 a de.orma%ão no en8simo cic#o devido G carga m2<imaM
a1 8 a de.orma%ão no +rimeiro cic#o devido G carga m2<imaM
n 8 o nCmero de cic#os(
24 8oncreto sim$#es
24.1 Simbo#o/ia es$ec:fica desta seção
-e .orma a sim+#i.icar a com+reensão e +ortanto a a+#ica%ão dos conceitos esta0e#ecidos nesta se%ão, os
s:m0o#os mais $ti#i7ados, o$ 6$e +oderiam gerar dCvidas, encontram!se a seg$ir de.inidos(
1)6
1)6
>c n 0) , 0 e<+= ) , 0 ) , 1 b a a
2) , 0
1 n
− − ·
@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A sim0o#ogia a+resentada nesta se%ão seg$e a mesma orienta%ão esta0e#ecida na se%ão '( -essa .orma,
os s:m0o#os s$0scritos t"m o mesmo signi.icado a+resentado em '(2(
ea ! &<centricidade adiciona#
e< , eY ! &<centricidades nas dire%5es < , Y
e<a , eYa ! &<centricidades adicionais nas dire%5es < , Y
Ae ! Qrea e.ica7
εc ! -e.orma%ão es+ec:.ica do concreto
εc,#im ! -e.orma%ão G com+ressão do concreto na r$+t$ra
εct ! -e.orma%ão de tra%ão no concreto
εct,#im ! -e.orma%ão de tra%ão do concreto na r$+t$ra
σcmd ! @ensão no concreto com+rimido m8dia de c2#c$#o
τ@Rd ! @ensão de cisa#1amento resistente G tor%ão de c2#c$#o
τPRd ! @ensão de cisa#1amento resistente G .or%a cortante de c2#c$#o
τPRd1 ! @ensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o +ara #ajes
24.2 8am$o de a$#icação
O concreto sim+#es estr$t$ra# deve ter garantidas a#g$mas condi%5es 02sicas, como: con.inamento #atera#
=caso de estacas o$ t$0os>, com+ressão em toda se%ão transversa# =caso de arcos>, a+oio vertica# cont:n$o
no so#o o$ em o$tra +e%a estr$t$ra# =caso de +i#ares, +aredes, 0#ocos o$ +edestais>(
Não 8 +ermitido o $so de concreto sim+#es em estr$t$ras s$jeitas a sismos o$ a e<+#os5es e em casos onde
a d$ti#idade seja 6$a#idade im+ortante da estr$t$ra(
24.3 Aateriais e $ro$riedades
-evem ser atendidas as e<ig"ncias +ara concreto constantes da se%ão 8, +odendo ser $ti#i7ado concreto a
+artir da c#asse 10 =NBR 89)4>(
24.4 Xuntas e dis$osiç"es construtivas
As j$ntas de concretagem devem ser +revistas +e#o menos a cada 1) m( No caso de ser necess2rio
a.astamento maior, devem ser considerados no c2#c$#o os e.eitos da retra%ão t8rmica do concreto =como
conse6O"ncia do ca#or de 1idrata%ão>, da retra%ão 1idr2$#ica e dos a0ai<amentos de tem+erat$ra(
L$a#6$er armad$ra event$a#mente e<istente no concreto sim+#es deve terminar +e#o menos a 6 cm das
j$ntas(
3nterr$+%5es de concretagem sB +odem ser .eitas nas j$ntas(
-eve ser garantida a esta0i#idade #atera# das +e%as de concreto sim+#es +or meio de contraventamentos
=ver se%ão 1) desta Norma>(
24.5 Projeto estrutura#
24.5.1 Kenera#idades
Os e#ementos estr$t$rais de concreto sim+#es devem ser +rojetados +e#o m8todo dos estados #imites,
$sando os mesmos coe.icientes de +ondera%ão j2 +rescritos +ara o concreto armado =ver se%5es 10 e 11>(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A resist"ncia G tra%ão do concreto +ode ser considerada no c2#c$#o, desde 6$e so0 o e.eito das a%5es
majoradas não sejam e<cedidos os va#ores C#timos, tanto na tra%ão como na com+ressão(
No caso de carregamentos de #onga d$ra%ão deve ser considerada a .#$"ncia do concreto, con.orme se%ão
8(
24.5.2 Cens"es resistentes de cá#cu#o
A tensão m2<ima nas .i0ras de concreto sim+#es devida Gs cargas e es.or%os majorados não deve e<ceder
os va#ores das tens5es resistentes de c2#c$#o( &m todos os casos de a+#ica%ão do concreto sim+#es
estr$t$ra# deve ser adotado γc Z 1,2 < 1,' Z 1,68(
24.5.2.1 Os va#ores das tens5es resistentes de c2#c$#o =va#ores #imites das tens5es determinadas com as
so#icita%5es at$antes de c2#c$#o> são dados a seg$ir:
! .i0ra e<trema G com+ressão σcRd Z 0,8) .cd
! .i0ra e<trema G tra%ão σctRd Z 0,8) .ctd
24.5.2.2 Os va#ores das tens5es de cisa#1amento resistentes de c2#c$#o, re#ativas G .or%a cortante em +e%as
#ineares são dados a seg$ir:
! τPRd Z 0,40 .ctd na .#e<ão sim+#es e na .#e<o!tra%ão
! τPRd Z 0,40 .ctd =1 \ 4 σcmd I .cH> na .#e<o!com+ressão
*endo a determina%ão da in.#$"ncia da .or%a norma# e<terna de com+ressão dada +e#o .ator:
=1 \ 4 σcmd I .cH> ≤ 2
24.5.2.3 O va#or da tensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o em #ajes de concreto sim+#es, s$0metidas
G .#e<ão o$ G .#e<o!tra%ão deve ser ca#c$#ado +or:
τPRd Z 0,40 .ctd ≤ 1,0 JPa
24.5.2.4 O va#or da tensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o, nos e#ementos estr$t$rais s$0metidos G
tor%ão sim+#es deve ser ca#c$#ado +or:
τ@Rd Z 0,40 .ctd ≤ 1,0 JPa
Pe%as c$rvas o$ 6$e estejam s$jeitas G tor%ão de e6$i#:0rio não devem ser de concreto sim+#es(
24.5.2.5 O va#or da tensão de cisa#1amento resistente de c2#c$#o G +$n%ão deve ser ca#c$#ado +or:
τRd1 Z 0,40 .ctd ≤ 1,0 JPa
24.5.3 !imensionamento
As o0ras de concreto sim+#es +odem ter armad$ra de distri0$i%ão, 6$e não deve ser considerada no c2#c$#o
dos es.or%os resistentes, mas 6$e +ode ser considerada +ara dimin$ir o e.eito da .iss$ra%ão(
&#ementos de concreto com armad$ra menor 6$e a m:nima devem ser dimensionados como de concreto
sim+#es( 3sto não se a+#ica G armad$ra $sada +ara trans.erir es.or%os a e#ementos de concreto sim+#es(
-eve ser atendido o dis+osto nas se%5es 6 e 7 so0re d$ra0i#idade(
No c2#c$#o de tens5es devidas G .#e<ão, .#e<ão com+osta e es.or%os tangenciais, deve ser considerada a
se%ão transversa# tota# do e#emento, e<ceto no caso de concreto #an%ado contra o so#o, onde a a#t$ra tota# 1
a ser considerada deve ser ) cm menor 6$e a rea#(
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
24.5.4 Cens"es e deformaç"es na f#e6ão
24.5.4.1 Kti#i7ando as 1i+Bteses de c2#c$#o esta0e#ecidas em 2'()(1, as de.orma%5es nas .i0ras e<tremas
devem ser #imitadas +or:
! εc ≤ εc,#im Z 0,004)
! εct ≤ εct,#im Z 0,0004)
omo sim+#i.ica%ão, +ode!se admitir 6$e o diagrama tensão!de.orma%ão tem a con.ig$ra%ão de +ar20o#a!
ret;ng$#o, tanto na com+ressão como na tra%ão( -eve ser considerada a .#$"ncia do concreto +ara os
carregamentos de #onga d$ra%ão(
4i/ura %1 7 !ia/rama de cá#cu#o tensão*deformação do concreto com consideração da f#uncia
24.5.4.2 -a mesma .orma, as de.orma%5es m8dias devem ser #imitadas como seg$e:
! na com+ressão, com +e6$ena e<centricidade, na .i0ra distante 0,'4 1 da mais com+rimida: εc ≤ 0,002
! na tra%ão, com +e6$ena e<centricidade, na .i0ra distante 0,'41 da mais tracionada: εct ≤ 0,0002(
24.5.4.3 omo sim+#i.ica%ão adiciona#, +odem ser adotados va#ores constantes +ara as tens5es resistentes
de ca#c$#o, como seg$e:
! +ara a região tracionada: σctRd Z 0,8) .ctd M
! +ara a região com+rimida: o diagrama #inear de tens5es com +ico σcRd Z 0,8).cd(
24.5.5 Cens"es de cisa#=amento
23.5.5.1 As tens5es de cisa#1amento τPd +ara se%ão retang$#ar devem ser ca#c$#adas +or =ver 2'()(2(2>:
τPd Z =4 D*d> I =2 0 1> ≤ τRd
onde:
1 8 a a#t$ra tota# da se%ão transversa# do e#emento estr$t$ra#(
24.5.5.2 A tensão m2<ima de cisa#1amento τPd deve ser ca#c$#ada +ara a .or%a cortante a $ma dist;ncia 1
da .ace do a+oio( Para se%5es mais +rB<imas do a+oio admite!se esse mesmo va#or de .or%a cortante(
24.5.5.3 No caso de #ajes não +ode ser .eita a red$%ão do va#or da .or%a cortante nos a+oios e a tensão de
ci7a#1amento deve ser =ver 2'()(2(4>:
τPd ≤ τRd1
24.5.% Corção
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
As tens5es +rovenientes da tor%ão devem ser ca#c$#adas +e#as .Brm$#as da teoria da e#asticidade e se$s
e.eitos acrescidos aos +rovenientes dos o$tros es.or%os so#icitantes a.im de serem e<aminados como
estado mC#ti+#o de tensão(
Nos e#ementos s$0metidos G tor%ão e .#e<ão sim+#es o$ com+osta, as tens5es devem ser ca#c$#adas
se+aradamente +ara a tor%ão =τ@d> e +ara a .or%a cortante =τPd>, devendo o0edecer Gs re#a%5es:
! +ara tor%ão: τ@d ≤ τ@Rd
! +ara .or%a cortante: τPd ≤ τPRd
! +ara tor%ão e .or%a cortante: τPd I τPRd \ τ@d I τ@Rd ≤ 1
24.5.( 8á#cu#o de seç"es submetidas B com$ressão e B força cortante
*ão considerados os casos de se%5es com+rimidas +or .or%a norma# e se%5es s$jeitas G com+ressão e G
.or%a cortante at$ando sim$#taneamente =.or%a de com+ressão inc#inada>(
24.5.(.1 8á#cu#o sim$#ificado de seç"es com$rimidas
Nas se%5es de e#ementos de concreto sim+#es s$0metidas G .or%a de com+ressão Nd, a+#icada n$m +onto
G, com as e<centricidades e< e eY em re#a%ão aos ei<os < e Y, res+ectivamente, =ver .ig$ra 60>, o c2#c$#o
deve ser rea#i7ado a+#icando!se esta .or%a no +onto G1=e1<, e1Y> 6$e res$#te o mais des.avor2ve# entre os
dois seg$intes:
G1< =e< \ e<a , eY> o$
G1Y =e< , eY \ eYa>
sendo:
e<a Z 0,0) 1< ≥ 2 cm
eYa Z 0,0) 1Y ≥ 2 cm
onde:
1< e 1Y são as dimens5es m2<imas da se%ão(
4i/ura %2 7 Seção f#e6o*com$rimida
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
A tensão σd deve ser ca#c$#ada adotando!se distri0$i%ão $ni.orme de tens5es na se%ão e.ica7 triang$#ar de
2rea Ae =ver .ig$ra 60>, com 0aricentro no +onto de a+#ica%ão virt$a# G1, da .or%a norma#, considerando
inativo o resto da se%ão( A condi%ão de seg$ran%a deve ser ca#c$#ada +or:
σ*d Z N*d I Ae ≤ σcRd Z 0,8) .cd
24.5.(.2 8á#cu#o sim$#ificado de seç"es B com$ressão e B força cortante
&m $ma se%ão de $m e#emento de concreto sim+#es so0re a 6$a# at$a $ma .or%a inc#inada de com+ressão,
com s$as com+onentes de c2#c$#o N*d e D*d, a+#icada no +onto G, ca#c$#a!se o +onto de a+#ica%ão virt$a# G1
e a 2rea e.ica7 Ae con.orme esta0e#ecido em 2'()(7(1( As condi%5es de seg$ran%a devem ser ca#c$#adas
+or:
σ*d Z N*d I Ae ≤ σcRd Z 0,8).cd
τPd Z D*d I Ae ≤ τPRd
24.5.+ 1stabi#idade /#oba#
&m toda estr$t$ra deve ser veri.icada a esta0i#idade g#o0a#(
24.% 1#ementos estruturais de concreto sim$#es
24.%.1 Paredes
Paredes de concreto sim+#es de se%ão retang$#ar +odem ser dimensionadas +e#a e6$a%ão dada a seg$ir
6$ando a res$#tante de todas as cargas de c2#c$#o estiver dentro do ter%o m8dio da es+ess$ra da +arede:
sendo:
α · 1,0 6$ando não e<istirem restri%5es G rota%ão no to+o e na 0ase da +aredeM
α Z 0,8 6$ando e<istir a#g$ma restri%ão contra rota%ão, no to+o, na 0ase o$ em am0as as e<tremidades
da +arede(
onde:
 8 a dist;ncia vertica# entre a+oiosM
1 8 a a#t$ra tota# da se%ão transversa# da +aredeM
α 8 o .ator 6$e de.ine as condi%5es de v:nc$#o nos a+oios(
O com+rimento 1ori7onta# da +arede a ser considerado +ara cada carga vertica# concentrada no to+o não
+ode $#tra+assar:
! a dist;ncia de centro a centro entre cargasM
! dist;ncia entre a+oios acrescida de 6$atro ve7es a es+ess$ra da +arede(
A es+ess$ra da +arede não +ode ser menor do 6$e:
! 1I2' da a#t$ra tota# o$ do com+rimento vertica# não a+oiadoM
! 10 cmM
! 1) cm no caso de +aredes de .$nda%5es o$ de sa+atas corridas(
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( ) c 1 42 I 1 b A . 64 , 0 N N
2
c cd Rd *d
 α − · ≤
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Nas a0ert$ras das +ortas o$ jane#as devem ser +revistas +e#o menos d$as 0arras de φ · 10 mm 6$e se
+ro#ongam )0 cm a +artir dos ;ng$#os reentrantes(
-eve ser garantida a esta0i#idade g#o0a# do conj$nto e a j$n%ão entre os +ain8is(
24.%.2 I#ocos de fundação
Não deve ser $sado concreto sim+#es +ara 0#ocos so0re estacas(
A 2rea da 0ase de 0#ocos de .$nda%ão deve ser determinada a +artir da tensão admiss:ve# do so#o +ara
cargas não majoradas( A es+ess$ra m8dia do 0#oco não deve ser menor do 6$e 20 cm(
O dimensionamento das se%5es transversais deve ser .eito +e#o m8todo dos estados #imites( O momento
.#etor majorado deve ser determinado na se%ão critica, 6$e +ode ser considerada na .ace da co#$na o$
+arede(
A .or%a cortante majorada deve ser ca#c$#ada +ara a se%ão critica na .ace da co#$na, +edesta# o$ +arede, e
não deve s$+erar a :
D*d ≤ Ac τPRd
24.%.3 Pi#ares
Pi#ares de concreto sim+#es devem ser ca#c$#ados da mesma maneira 6$e as +aredes =ver 2'(6(1> e, na
a$s"ncia de a%5es #aterais, a carga at$ante deve estar dentro o$ no #imite do nCc#eo centra# de in8rcia da
se%ão( No caso de at$arem concomitantemente a%5es #aterais, como o vento, as se%5es devem ser
veri.icadas sem considerar a resist"ncia G tra%ão do concreto( Neste caso a +arte com+rimida da se%ão
deve conter o centro de gravidade(
A m2<ima tensão de com+ressão no estado #imite $#timo, com a%5es majoradas, não deve $#tra+assar o
va#or de σcRd(
A menor dimensão de +i#ares deve ser 20 cm o$ 1I10 de s$a a#t$ra(
24.%.4 ?rcos
Os arcos de concreto sim+#es devem ser +rojetados de ta# .orma 6$e no estado #imite C#timo não a+are%am
tens5es de tra%ão em nen1$ma se%ão transversa#(
-eve ser garantida a esta0i#idade g#o0a# do arco, +odendo ser considerado $m a$mento de momentos
.#etores +or e.eitos de 2U ordem at8 $m m2<imo de 10N acima dos momentos de +rimeira ordem(
25 Interfaces do $rojeto com a construçãoH uti#i@ação e manutenção
25.1 ?ceitação do $rojeto
a0e ao +ro+riet2rio o$ se$ +re+osto designado, +roceder ao rece0imento do +rojeto, 6$ando c$m+ridas as
e<ig"ncias desta Norma, em +artic$#ar a6$e#as +rescritas na se%ão )(
Deri.icada a e<ist"ncia de não!con.ormidades deve ser emitido termo de aceita%ão +rovisBrio do +rojeto do
6$a# devem constar todas as +end"ncias(
Kma ve7 sanadas as +end"ncias deve ser emitido o termo de aceita%ão de.initiva do +rojeto(
25.2 Recebimento do concreto e do aço
O concreto e o a%o devem ser rece0idos desde 6$e atendidas todas as e<ig"ncias das NBR 126)), NBR
7'80, NBR 7'81, NBR 7'82 e NBR 7'84(
25.2.1 16istncia de não*conformidades
No caso de e<ist"ncia de não!con.ormidades devem ser adotadas as seg$intes a%5es corretivas:
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@e<to conc#$sivo do Projeto de Revisão da NBR 6118
a> revisão do +rojeto +ara determinar se a estr$t$ra, no todo o$ em +arte, +ode ser considerada aceita,
considerando os va#ores o0tidos nos ensaiosM
0> no caso negativo, devem ser e<tra:dos e ensaiados testem$n1os con.orme dis+osto na NBR 7680,
+rocedendo!se a seg$ir a nova veri.ica%ão da estr$t$ra visando s$a aceita%ãoM
c> não sendo e#iminada a não!con.ormidade deve ser rea#i7ado ensaio de +rova de carga da estr$t$ra(
25.2.2 1nsaio de $rova de car/a da estrutura
A +rova de carga deve ser +#anejada +roc$rando re+resentar a com0ina%ão de carregamentos 6$e
determino$ na veri.ica%ão ana#:tica a não!con.ormidade( No caso de não!con.ormidade 6$e indi6$e a
+ossi0i#idade de r$+t$ra .r2gi# a +rova de carga não 8 $m rec$rso recomend2ve#( Neste ensaio deve ser .eito
$m monitoramento contin$ado do carregamento e da res+osta da estr$t$ra, de modo 6$e esta não seja
d164164esnecessariamente dani.icada d$rante a e<ec$%ão do ensaio(
-eve!se .a7er a distin%ão entre o ensaio de aceita%ão e o ensaio de resist"ncia, como a seg$ir:
a> o ensaio de aceita%ãoisa con.irmar 6$e o desem+en1o g#o0a# da estr$t$ra est2 em con.ormidade com
as +rescri%5es do +rojeto( A carga 8 a+#icada at8 va#ores entre o va#or caracter:stico e o va#or de +rojeto
+ara o &9K( Podem ser esta0e#ecidos re6$isitos +ara os des#ocamentos, o gra$ de não #inearidade e as
de.orma%5es resid$ais a+Bs o ensaio(
0> o ensaio de resist"ncia tem +or esco+o mostrar 6$e a estr$t$ra o$ o e#emento estr$t$ra# tem +e#o
menos a resist"ncia adotada +ara o +rojeto( L$ando se deseja $ma ava#ia%ão somente de $m e#emento
8 s$.iciente #evar o carregamento at8 o va#or de +rojeto +ara o &9K( O0viamente, como j2 sa#ientado,
deve!se tomar c$idado +ara não dani.icar a estr$t$ra desnecessariamente( O ensaio de aceita%ão visa
con.irmar 6$e o desem+en1o g#o0a# da estr$t$ra est2 em con.ormidade com as +rescri%5es do +rojeto( A
carga deve ser a+#icada at8 atingir o interva#o entre o va#or caracter:stico e o va#or de +rojeto +ara o &9K(
Podem ser esta0e#ecidos re6$isitos +ara os des#ocamentos, o gra$ de não #inearidade e as de.orma%5es
resid$ais a+Bs o ensaio(
25.2.4 ;ão*conformidade fina#
onstatada a não!con.ormidade .ina# de +arte o$ do todo da estr$t$ra, deve ser esco#1ida $ma das
seg$intes a#ternativas:
a> determinar as restri%5es de $so da estr$t$raM
0> +rovidenciar o +rojeto de re.or%oM
c> decidir +e#a demo#i%ão +arcia# o$ tota#(
25.3 Aanua# de uti#i@açãoH ins$eção e manutenção
-e+endendo do +orte da constr$%ão e da agressividade do meio e de +osse das in.orma%5es dos +rojetos,
dos materiais e +rod$tos $ti#i7ados e da e<ec$%ão da o0ra, deve ser +rod$7ido +or +ro.issiona# 1a0i#itado
$m man$a# de $ti#i7a%ão, ins+e%ão e man$ten%ão( &ste man$a# deve es+eci.icar de .orma c#ara e s$cinta os
re6$isitos 02sicos +ara a $ti#i7a%ão e a man$ten%ão +reventiva necess2rias +ara garantir a vida Cti# +revista
+ara a estr$t$ra(
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