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22/12/2011

Pr Freitas


“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus
ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da
Eternidade, Príncipe da Paz” . (Isaías 9:6-7).
O nascimento de Jesus Cristo, embora não se possa afirmar com exatidão a data certa, é
um fato histórico, irrefutável e inegável, que trouxe profundas implicações para todos os
homens. A importância da vida e obra de Jesus é tão marcante que a história humana foi
dividida em duas partes bem definidas: antes e depois dele.
Como disse Oscar Cullmann “a ação de Cristo se estende ao longo de toda a História.
Ela é orientada, centralizada e conduzida. Cristo não é apenas um ponto cronológico
do tempo; é ele quem dá sentido a cada uma das grandes divisões da história da
salvação”. O grande pregador Charles H. Spurgeon disse que “Cristo é o grande fato
central da história. A partir dele olha-se para frente ou para trás".
O Antigo Testamento – primeira parte da Bíblia – traz em seu bojo diversas profecias
que diziam: - Ele virá! Há, inclusive, indicação do local do nascimento do Messias: ”E
tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que
governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da
eternidade”. O Novo Testamento nos alerta: - Jesus Cristo veio, nasceu em Belém,
viveu entre nós, morreu crucificado por causa de nossos pecados, ressuscitou ao terceiro
dia e breve voltará! Maranata!
Muitos querem celebrar no Natal o nascimento de Cristo. Mas, teria ele nascido em 25
de dezembro? Se ele não nasceu nessa data, quem nasceu e a quem as pessoas estão
celebrando sem o saber? O termo Natal quer dizer nascimento – daí outros vocábulos
como natividade, natalício, etc. O dia 25 de dezembro é uma data simbólica. O que se
sabe é que o referido dia era dedicado no calendário romano à celebração do Natal do
Sol invicto - festa dos adoradores do sol. Como o Cristianismo prevaleceu em Roma, a
data foi escolhida para celebrar o nascimento de Cristo. Este tema tem merecido a
atenção de muitos teólogos ao longo da história e gerado muita controvérsia. Os
ortodoxos comemoram o natal em 06 de janeiro e os armênios no dia 19 do mesmo mês.
O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com festivais pagãos que
celebravam o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol. Também neste dia,
segundo a Enciclopédia Britânica, comemora-se o nascimento de Tamuz. Seus
sacerdotes faziam sacrifícios, ouseja, cortavam as cabeças de bebês e penduravam em
pinheiros e outras árvores.
Alguns dizem que o natal é a mais linda festa. Mas que tipo de festa - pagã, idolátra,
católica, mística? Muitos símbolos foram acrescidos à festa natalina ao longo dos anos,
tais como: - a árvore de Natal, Papai Noel, troca de presentes e de cartões, presépio,
dentre outros. Todos estes símbolos muitas vezes desviam o verdadeiro sentido do natal
e ainda são exacerbados pela cantilena capitalista. Nos grandes shoppings e no comércio
em geral abusa-se do chamado “espírito natalino” e pouco se fala do Cristo – suposto
aniversariante.
Num momento em que as pessoas querem comemorar o nascimento de Cristo, é
importante lembrarmos que mais do que uma festa com bastante comida, bebida e
presentes, o nascimento de Jesus é a manifestação da misericórdia e do amor de Deus
que nunca desistiu dos homens. Nossa postura, então, deveria ser como a dos reis magos
que vieram de longe para adorá-lo e ainda trouxeram seus presentes (Mt 2.1-12).
É perigoso dar-se o fato de, no meio de tantas luzes, ficarmos no escuro sem aquele que
é a luz do mundo ; em meio a tanta comida, ficarmos com fome daquele que é o pão da
vida ; no meio de tanta bebida, ficarmos sedentos daquele que é a água da vida.
Precisamos, pois, aceitar a humanidade de Cristo ( um menino nos nasceu...),
reconhecê-lo como o Filho amado de Deus (um filho se nos deu ...) e o verdadeiro Deus
que se fez homem para resgatar a humanidade perdida, como escreveu o Apóstolo Paulo
aos crentes de Filipos: “ De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve
também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser
igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se
semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo
obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou
soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de
Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra e
toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-
11).
Se Jesus Cristo nos “visitasse” hoje, com certeza ficaria indignado com tudo o que se
tem feito em seu nome, mas sem nada de seu Espírito e daquilo que ele ensinou. Tanta
corrupção, violência, criminalidade, injustiça, miséria, imoralidade e incredulidade – ao
lado de uma igreja omissa e alienada, outras vezes triunfalista, causariam nele a mesma
indignação que teve contra os religiosos de seu tempo. Por outro lado, o mesmo Jesus
hoje, também, choraria de compaixão por tantas ovelhas que não têm pastor.
Para muitos homens, chamados de mestres e doutores, Jesus é mais um mito; outros o
vêem como um líder carismático, um iluminado ou até um rebelde e louco visionário.
Alguns dizem que foi um homem perfeito e dotado de uma sabedoria singular. Grande
parte quer apenas contato com o Jesus histórico.
Para Thomas Brooks “o chocalho sem o seio materno não satisfará a criança; a casa sem
o marido não satisfará a esposa; o mundo sem Cristo não satisfará a alma” . Para o
reformador Martinho Lutero “Cristo, em sua vida é um exemplo que nos mostra como
viver; em sua morte, um sacrifício satisfatório por nossos pecados; em sua ressureição,
um vencedor; em sua ascenção, um rei; em sua intercessão, um sumo sacerdote".
Para J. Blanchard “quando Jesus desceu à terra não deixou de ser Deus. Quando voltou
ao céu, não deixou de ser homem”. No dizer de A F. Hughes “Cristo, como homem,
dormiu no barco. Como Deus, acalmou a tempestade. Como homem, chorou. Como
Deus, disse a lázaro: - vem para fora! – como homem foi posto no sepulcro. Como
Deus, se levantou".
João Batista o viu como o cordeiro sem mancha e sem defeito, perfeito para o sacrifício
– o agnus dei – o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29).
Pôncio Pilatos o apresentou – Ecce-homo – “Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais
que não acho nele crime algum” (João 19.4).
A Bíblia Sagrada apresenta Jesus como o logos – o verbo - o único caminho para Deus,
a verdade, a vida, a porta, o sumo Pastor, o agnus dei – o cordeiro de Deus que tira o
pecado do mundo - a primícia dos que dormem, o Leão da tribo de Judá, o Rei dos Reis,
o Senhor dos Senhores, o alfa e o ômega, aquele que salva o pecador, que cura os
enfermos, que liberta dos oprimidos, que consola os tristes, e que nos fez mais do que
vencedores. A Ele, nosso único Senhor e suficiente Salvador, toda honra, glória, louvor
e adoração para sempre.
Porque veio J esus ao mundo? Podemos enumerar diversos motivos:
- Para ser a luz dos gentios e trazer salvação : “também te dei para luz dos gentios, para
seres a minha salvação até à extremidade da terra” (Isaías 49:6);
- Para anunciar o ano aceitável do Senhor: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que
me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração,
a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os
oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. liberdade aos cativos, E restauração
da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do
Senhor” ( Lc 4.18,19).
- Para anunciar o evangelho do Reino de Deus : “Ele, porém, lhes disse: Também é
necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus; porque para
isso fui enviado” (Lc 4.43);
- Para trazer vida eterna aos que nele crêem: “Porque Deus amou o mundo de tal
maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna” (João 3:16);
- Para salvar o mundo: “porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que
condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17);
- Para desfazer as obras do diabo: “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo
peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras
do diabo” (1 João 3:8);
- Para aniquilar o diabo, que tinha o império da morte: “E, visto como os filhos
participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que
pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo” ( Hebreus
2:14);
- Para tirar os nossos pecados: ”E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos
pecados; e nele não há pecado” (1 João 3:5).
Portanto, quer comemoremos ou não o Natal , o importante não é a data e nem a festa, e
sim o fato singular: - Jesus nasceu! Ouçamos, então, a sua doce voz: ”Eis que estou à
porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com
ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3:20).
Celebre, então, o Filho de Deus, que nasceu, cresceu, operou milagres, morreu em nosso
lugar e ressuscitou para nos dar um lugar no céu. A ele, Jesus Cristo, seja a honra, glória
e louvor para todo o sempre.


Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo?Nasceu Jesus em
25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos queforam ensinados pessoalmente
por Jesus, alguma vez celebraram onascimento do “menino” Jesus? Será que eles o
comemoravam no dia25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma
dasmaiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebramtambém?
Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origemdeles? Do “Papai Noel”, da
“Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos
fatos!

A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício,especialmente
com o dia em que geralmente se comemora onascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo
não aparece na Bíblia, etambém não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de
Natal”não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teveorigem na
Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí seexpandiu ao protestantismo, e ao
resto do mundo. As Enciclopédias deum modo geral contêm informações sobre a
origem sob os títulos“natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia
Católica,edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c)Enciclopédia
Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foiobservado pelos primeiros cristãos,
durante os primeiros duzentos outrezentos anos desta era.


Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus
sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas2:8 diz:
"Ora, havia naquela mesma região pastores que estavamno campo, e guardavam os seus
rebanhos, durante as vigílias danoite.”
Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar naregião da Palestina ( Confira
na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 -Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os
pastores não poderiampermanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite.
Naquelaregião, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro enovembro.
Durante o inverno os pastores recolhem e guardam asovelhas no aprisco... Eles só
permanecem guardando as ovelhas ao arlivre durante o verão! Com certeza, o nosso
Senhor não nasceu em 25de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo!
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é
que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro,aproximadamente
seis meses depois da Páscoa.

Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), queseguia a
Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto doano e o “Novo Sol”…
Essas festividades pagãs eram acompanhadas debebedices e orgias… Pregadores
cristãos do ocidente e do orientepróximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa
com que secelebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da
Mesopotâmiaacusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol,
poraceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada porConstantino
para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravamo Sol, e como a influência
do maniqueísmo pagão que identificava o filhode Deus como o Sol físico, proporcionou
a esses pagãos do século IV,agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o
pretexto necessáriopara chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do
deus-Sol)de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” seenraizou no
mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velhafestividade pagã de adoração ao
Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode,neto de Cão,
filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-sepelo caminho da apostasia.
Segundo se sabe, Ninrode era tão perversoque se teria se casado com a própria mãe,
cujo nome era Semíramis!Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina
maligna dasobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que
umgrande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço deárvore morta,
que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode parauma nova vida. E, todo ano, no
dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre
viva” e deixavapresentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre
osegípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado comcerejas negras
durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popularcustoms, pág. 242). O deus
escandinavo Odin era crido como um quedava presentes especiais na época de Natal a
quem se aproximava doseu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de
Natal” eda prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 “Assim diz oSenhor: Não
aprendais o caminho das nações, nem vosespanteis com os sinais do céu; porque
deles se espantam asnações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se
dobosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos doartífice. Com prata e
com ouro o enfeitam, com pregos e commartelos o firmam, para que não se mova.”
O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS

velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! Onome “Papai Noel” é
uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bisporomano que viveu no século V. Na
Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte:
“São Nicolau, bispo deMira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de
dezembro…A lenda de suas
dádivas oferecidas as escondida, de dotes, às três filhas de um cidadão
empobrecido…”Daí teria surgido a prática de sedar presentes
“as escondidas”
no dia de São Nicolau (6 de dezembro).Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de
Natal” (25 de dezembro),passando a se adotar também no natal essa prática de se dar
presentes
“às escondidas”,
como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se
colocar os presentes às escondidas
junto às árvoresde natal!


A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de
consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:-
enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração
memorial à vitalidade do mundovegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas
aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento”
e, conseqüentemente,
são porta de entrada dedeuses.
Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nasportas, como sinal de boas
vindas! A maior parte dos deuses pagãos doEgito aparecem sempre com a “guirlanda”
na cabeça! A Bíblia não fazqualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de
Jesus. Sóexiste uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar nacabeça
de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VELAS OU LUZES

O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está
fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma
relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das
velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido
é o mesmo!

PRESÉPIO

O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo
à idolatria!
Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do
deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em
Êxodo 20:1-6, lemos:- “
Então falou Deus todas estas palavras,dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te
tirei da terra doEgito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante demim.
Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma doque há em cima no céu,
nem em baixo na terra, nem nas águasdebaixo da terra. Não te encurvarás diante
delas, nem asservirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, quevisito a
iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quartageração daqueles que me
odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus
mandamentos.”cem I Cor 10:14-15 está escrito:
“Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós
mesmos o quedigo
No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com umafamosa “Missa do
Galo”, a qual é celebrada sempre diante de umpresépio, um "altar consagrado", cujas
figuras estão relacionadas com aBabilônia, e não com a realidade do Evangelho.


Conclusão

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdadequanto às origens
pagãs inseridas nas comemorações do natal?

1 –Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolospagãos. “…e não
vos associeis às obras infrutuosas das trevas,antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11
- “Se de todo o vossocoração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os
deusesestranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com oSenhor, e servi a ele
só;” – I Samuel 7:3
2 -Instruirmos nossos filhos e discípulos:
“conhecereis a verdade e averdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a
estemundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente,
para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeitavontade de Deus”
(Romanos 12:2): Jesus disse:
“Mas em vão meadoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.”
(Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse:
“E assim por causa da vossatradição invalidastes a palavra de Deus.”(Mateus 15:6).
3 -Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 -Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agoraque sabemos da
origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não semostra adequado desejar tão
somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao nãocristão! Seria mais conveniente se disséssemos
algo mais ou menosassim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou
"Desejobênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda:"Que
Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascerna sua vida neste
natal".Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos epráticas
pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" emque as Igrejas sempre
souberam aproveitar bem para evangelizar,
podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizarcultos evangelísticos
genuinamente cristãos, e anunciar aomundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá
até começarcom a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!Natal sem a
cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!Não há mandamento ou instrução alguma na
Bíblia para secelebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim alembrar da sua
morte e ressurreição que nos proporcionou aVida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).