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Rituais Druídicos Passo a Passo

Aqui está descrita a forma que um ritual é tradicionalmente celebrado nos moldes da
Druidnetwork, à qual somos filiados. Queremos deixar bem claro, orém, que n!o é um
molde rí"ido e imutá#el. $ que mais #ale num ritual é a insira%!o, ortanto, o que
temos aqui é aenas um "uia. &ste'a con#idado a se insirar e criar também seu r(rio
ritual.
&síritos do local) o druida ede ermiss!o aos esíritos do local onde o ritual #ai ser
celebrado. *sso é essencial, ois o druidismo se baseia em reseito e +onra. Quando, or
exemlo, fa,emos um ritual num bosque, estamos entrando numa casa que n!o é a
nossa, ortanto, temos que edir ermiss!o. -ique um ouco em sil.ncio, sinta o local e
#oc. saberá se é bem #indo ou n!o.
Aelo or a,) o druida se #olta ara cada uma das / dire%0es 1leste, sul, oeste e norte,
nesta ordem2 com sua esada desembain+ada 1ou outro instrumento ritual da refer.ncia
dele2 e ede or a, em cada uma delas. 3ambém ede or a, no mundo acima e
abaixo, no mundo de dentro e fora de n(s.
Definindo e consa"rando o nemeton 1esa%o ou círculo sa"rado2) isso ode ser feito de
#árias formas, com o un+al 4riscando5 o ar, com a coloca%!o de edras ou #elas nos
quadrantes, com o derramamento de étalas de rosa elo erímetro do círculo, etc. $
esa%o criado é ent!o consa"rado com os / elementos e o toque do tambor) um membro
do "ruo assa a fuma%a do incenso 1elementos terra, fo"o e ar2 elo círculo e elas
essoas que o com0e e, com um cálice de á"ua nas m!os, in"a al"umas "otas no
mesmo camin+o. 6m outro membro #ai atrás tocando o tambor.
As dire%0es) os esíritos, elementais e "uardi0es das / dire%0es s!o con#idados ara
articiarem e insirarem o ritual. 7o caso do ritual em "ruo, quatro membros do
"ro#e se ostam diante das dire%0es e fa,em o con#ite. 8ome%am elo leste, onde o sol
nasce, onde as idéias de no#os come%os e nascimentos se manifestam, e terminam no
oeste, onde o sol se 0e e tudo descansa.
$s 9 mundos) o druida con#ida e +onra os seres que #i#em nos 9 mundos) terra, á"ua
1mares e rios2 e céu. 8ostumamos con#idar seres daqui do :rasil e da terra de nossos
ancestrais esirituais, os druidas ancestrais. *sto é, animais &x. da terra, o cer#o; do céu,
o cor#o; da á"ua, o salm!o.
$s ancestrais) o druida con#ida e +onra seus ancestrais, semre lembrando que temos 9
tios de ancestralidade) san"<ínea, esiritual e do local. A san"<ínea, (b#io, s!o ais,
a#(s, bisa#(s, etc= A esiritual s!o os druidas que #ieram antes, aqueles que se"uiram
o druidismo antes de n(s. A do local aqueles que outrora +abitaram o local que a"ora
+abitamos, que moldaram o ambiente de onde tiramos nosso sustento.
Declara%!o) o druida declara o moti#o do ritual. Pode ser um rito de casamento ou uma
celebra%!o de um dos > festi#ais da Roda do Ano. 3ambém ode ser a celebra%!o da
c+e"ada de um beb., ou um rito de assa"em de uma menina ou menino ara a
'u#entude. Pode também ser o rito de inicia%!o de al"um membr do "ro#e.
Deuses) ? é necessário trabal+ar com deidades, mas caso se busque a insira%!o e
ben%!o de al"uma deidade esecífica, é neste momento que ela é con#idada.
A%!o) aqui acontece uma a%!o esecífica ara o moti#o do ritual. 7o caso do
casamento, ocorre o +andfastin" 1as m!os dos noi#os s!o atadas com fita2 e os
'uramentos. 7um festi#al de rima#era ode@se consa"rar e distribuirAlantar sementes.
7uma celebra%!o de nascimento, o beb. é aben%oado.
:anquete ritual) nesse momento, é celebrada a uni!o entre todos os resentes. Distribui@
se a bebida escol+ida 1#in+o, +idromel, cer#e'a2 e a comida 1!o, bolo2 ara cada um no
círculo, lembrando semre que a rimeira or%!o de#e ser entre"ue à 3erra.
*Como sugestão, costumamos escolher a comida do banquete de acordo com o
momento da Roda do Ano: em Imbolc, compartilhamos leite e pão; em Lughnasadh,
cerveja de trigo e pão; em eltane, vinho e um bolo doce; no solst!cio de verão, suco
c!trico gelado e uma "ruta; no solst!cio de inverno, vinho quente e bolo; e assim por
diante#
&isteddfod) esta é uma arte tradicional do ritual druídico, é a +ora que se retribui a
insira%!o recebida no ritual na forma de um sarau, onde os articiantes recitam
oemas, contam est(rias, cantam, dan%am, enfim, colocam sua insira%!o ara fora.
Afinal, quando insiramos, recisamos exirar. Durante o eisteddfod, comidas e bebidas
s!o ser#idas e este ode se estender or +oras enquanto todos comem e assistem às
aresenta%0esB
&ncerramento) fa,endo o camin+o in#erso, o druida a"radece a resen%a de todos os
seres, deidades, ancestrais e "uardi0es que foram con#idados no início. Desede@se
deles, dese'ando que artam em a,, assim desfa,endo o círculo.
Andréa &ire
7emeton 3abebuCa
D quando as o#el+as d!o à lu, e rodu,em leite ara seus beb.s na *rlanda. D momento
de celebrar a reno#a%!o, o nascimento. 8elebra@se o oder de dar à lu,, o oder das
m!es. Euitas #elas s!o acesas no local do rito, simboli,ando a #ida que nasce. &ste é o
festi#al dedicado à deusa :ri"+id, relacionada à lacta%!o @ ois ossui uma #aca que dá
leite eternamente @ e também ao fo"o, o fo"o trílice que transforma, insira e cura.
3ambém um (timo momento ara reali,ar celebra%0es li"adas ao lar e à família, uma
#e, que :ri"+id também é relacionada ao fo"o da casa, a lareira 1até +o'e, na *rlanda, a
lareira é acesa com uma rece à Fanta :rí"ida, cristiani,a%!o dessa deusa2. Ritual sua#e
e ale"re, celebrado referencialmente à noite ara que o efeito das #elas ten+a maior
imacto.
Bebida e comida para o rito: leite A !o ou bolo à base de leite
Decoração do altar: uma ima"em de :ri"+id, #elas coloridas, cru,es de :ri"+id,
caldeir!o com leite.
8oncedam@nos, G &síritos Ancestrais, sua Prote%!o;
& ela sua Prote%!o, a -or%a;
& ela -or%a, a 8omreens!o;
& ela 8omreens!o, o 8on+ecimento;
& elo 8on+ecimento, o &ntendimento da Husti%a;
& elo &ntendimento da Husti%a, o Amor or ela;
& do Amor ela Husti%a, o amor or todas as coisas,
& nesse amor, o amor elos &síritos de 3oda a 8ria%!o.
Ritual em grupo
aseado no livro de $re% Campbell &'(ld )tones, *e% +emples',:
1. Preparação:
Ia#em@se, #istam roua lima e coloquem coroas de fol+asAflores em suas cabe%as.
-a%am@nas com "al+os tran%ados 'untos.
Antes de come%ar o ritual, o fo"o sa"rado 'á foi aceso. &m lu"ares fec+ados, #oc. ode
usar um suorte alto de #ela. 7os temos anti"os, o fo"o sa"rado a Jéstia era semre
mantido aceso nos lares. Por ra,0es de se"uran%a, #oc. ode n!o querer fa,er isso. Fe
quiser tentar, use #elas de sete dias. Fe fosse um ritual ao ar li#re, o fo"o n!o tin+a como
ficar aceso semre e fica#a aceso aenas durante o festi#al durante uma cerimKnia
esecial. Ao acend.@lo, ronuncie um Jino Jomérico a Jéstia.
Loc. também #ai recisar de um fo"o no qual queimar as ofertas @ recomendo um
caldeir!o de ferro reenc+ido com sal amar"o e álcool em "el no qual é ent!o aceso o
fo"o.
2. Procissão:
$s articiantes #!o até o altar na se"uinte ordem)
A cesta de sacrifício é carre"ada na cabe%a de uma mo%a inocente. &sta cesta contém a
faca a ser usada ara o sacrifício, oculta entre ce#ada ou bolos.
6m #aso contendo á"ua é carre"ado elo carre"ador@de@á"ua 1+Cdro+oros2.
6m queimador de incenso.
3oc+as. 7a falta de toc+as, use #elas.
6m ou mais mMsicos @ em temos anti"os, um tocador de flauta.
3. Circumambulação:
$ círculo é marcado elo carre"ar do cesto de sacrifício e #aso de á"ua elas essoas
que os trouxeram. 3odos ficam arados em torno do altar enquanto as essoas que
tra,em o cesto e a á"ua camin+am em #olta dos articiantes, do animal a ser
sacrificado, do altar e do r(rio local. N$ sa"rado é delimitado do rofanoN.
A"ora #ai come%ar a reara%!o ara o sacrifício.
4. Katarchesthai ou !um começo!":
A á"ua é derramada do #aso sobre as m!os dos articiantes. $ animal também é
borrifado com á"ua. &m temos anti"os, o animal de#ia tremer ou acenar com a cabe%a,
o que si"nifica#a que ele assentia em ser sacrificado. &m #e, de um animal, a "ente
ode substituir arte do banquete que está ara ser comido @ carne é ob#iamente
recomendada @ ou al"o ara reresentar o animal.
8ada um dos articiantes enc+e a m!o de ce#ada e a atira no animal e no altar, todos
'untos.
#. $parchesthai ou !%ltimo começo!":
A faca de sacrifício é descoberta
A essoa que fará o sacrifício 1sacerdoteAsacerdotisa do ritual2 oculta a faca e #ai até o
animal e corta arte de seu cabeloA.lo e o atira no fo"o.
&. Prece ou '(m)odia:
Aqui é quando #oc. recita um +ino aroriado ao deusAa ou deuses entre os +inos de
Jomero ou dos Grficos. 7ormalmente se escol+e um aroriado ara a ocasi!o ou o
festi#al. &sta é a arte rincial da cerimKnia.
*ota &observa-ão de outro autor,: NPrimeiro se carre"a o cesto, o #aso de á"ua, as
toc+as, e se condu, o animal; deois #em os está"ios do come%o, a rece, o abate, o
esfolamento, e o desmembramento; deois #in+a o ato de assar, rimeiro do Oslanc+maO
1fí"ado2, deois do resto da carne, ent!o as liba%0es de #in+o, e finalmente a
distribui%!o da carneN 1Palter :urkert, no li#ro NQreek Reli"ionN2.
7essa ordem, a rece claramente acontece deois dos está"ios de início citados acima.
*. +acri,-cio:
Animais menores s!o er"uidos sobre o altar, ou ent!o s!o deixados arados de é no
altar.
Anti"amente, a "ar"anta era cortada. Aqui seria quando se cortaria a carne ou oferta em
comida @ tal#e, ossamos ser criati#os e encontrar um modo de rec+ear ou cobrir uma
carne ou fran"o com a,eite.
$ san"ue era coletado em uma bacia e esal+ado sobre o altar 1normalmente feito de
edra2. &nt!o, a,eite de oli#a ode ser con#eniente ara isto, como descrito acima.
6ma mul+er "rita em Naltos tons a"udosN.
$ animal era ent!o esfolado e abatido, os (r"!os internos assados no fo"o. Fe #oc.
esti#er ao ar li#re, ode incluir uma equena contra@tama de "rel+a no too do altar
erto do fo"o onde as ofertas est!o sendo queimadas.
A rimeira ro#a da carneAoferta era Nri#ilé"io e de#er do círculo mais interno de
articiantesN, incluindo o sacerdoteAsacrificador. $ que era comido a este onto era
uma equena arte do animalAoferta. *sto ode ser relicado cortando um eda%o de
qualquer comida que #oc. esti#er sacrificando.
$s ossos e outras artes n!o@comestí#eis do animalAoferta foram consa"radas ao serem
ostas no fo"o. &ra costume oferecer a rimeira or%!o do sacrifício ara Jéstia.
8omida e outras ofertas eram queimadas, incluindo #in+o, bolos e caldos.
.. /ibaç0es:
Ieite, mel, #in+o, a,eite de oli#a, ou á"ua, eram tradicionais. $ mais comum era #in+o.
3radicionalmente, uma essoa #erte a oferta, clama NFondeBN 1ronMncia) son@DR2,
que si"nifica Numa oferta líquidaN. Fe isso for feito ao ar li#re ou se #oc. esti#er usando
o caldeir!o de ferro descrito acima, a liba%!o é #ertida no fo"o. De outra forma, #oc.
ode #ert.@la dentro de um reciiente o qual é le#ado ara fora mais tarde. 6ma
#aria%!o disto é ter cada um dos articiantes recebendo ta%as de #in+o indi#iduais. &les
bradam NFondeN, d!o um "ole, deois libam. &ra freq<entemente +abitual oferecer a
rimeira e Mltima da liba%!o ara Jéstia, como #emos no Jino Jomérico a Jéstia.
1. Re,eição ritual:
A este onto, #oc. declara que o ritual acabou, e a este onto #oc. come um banquete
esecial, tanto so,in+o quanto com con#idados. Aqui é onde o resto da carne é
distribuída ara o resto dos articiantes do ritual.
$)tes e Depois das Re,eiç0es
7as de#o%0es que #oc. fa, dentro de casa, costuma@se oferecer a Jéstia o rimeiro e o
Mltimo de tudo. *sso #ale ara refei%0es que #oc. co,in+a também. As refei%0es eram
sa"radas na anti"a rática +el.nica. 6ma forma de +onrar os deuses é sacrificando uma
or%!o de sua refei%!o ou bebida a cada #e, que comer @ tal#e, uma equena or%!o no
come%o e no final ara Jéstia, 'á que as rimeiras e Mltimas ofertas semre eram ara
ela. Loc. ode atirar comida ao fo"o ou colocá@la num ires, ode #erter um ouco de
sua bebida no c+!o, no ires, na ia, ou @ se esti#er em um restaurante @ assar al"umas
"otas da bebida no seu "uardanao. Fe as essoas erceberem, e daíS Loc. está sendo
um reli"ioso oliteísta +el.nico. F(crates semre fe, liba%0es de suas bebidas.
Ao fa,er sua oferta, di"a)
NJesti., F$6 A&* 3$ ro3$7 3& 3$ uma3$7BN
1Jéstia, ara 3i semre o rimeiro e o MltimoB2
Loc. também ode #erter um ouco de #in+o doce Mruro em um ratin+o ou ires
ara o seu A"at+os Daimon ao final da refei%!o. $ A"at+os Daimon é na #erdade Teus
Utesios 1Teus Doméstico @ ou se'a, Oda casaO, n!o emre"ado2. Além de rote"er seu lar,
o Teus Utesios tra, ra #oc. lenitude, abundVncia, fertilidade e felicidade. $ A"at+os
Daimon ou N$ :om &síritoN é como o seu self interior mais ele#ado, seu "uardi!o,
similar a um Oan'o da "uardaO. Loc. o +onra deois de cada refei%!o, e no se"undo dia de
cada m.s lunar +el.nico. Antes de #erter o #in+o, di"a uma rece. Já um exemlo de
rece milenar ao A"at+os Daimon na arte de +inos anti"os deste site
Partes de uma Prece
Qualquer mal, erro, "rosseria, ou ala#ra de reclama%!o seria in'Mria 1blas+emia2 e o
bom discurso 1eu+emia2 dos articiantes consiste rimeiro no sil.ncio sa"rado. -ora
do sil.ncio, diri"e@se a ala#ra ao $utro em uma in#oca%!o ou sMlica) a rece.
As reces do mundo +el.nico s!o muito estruturadas e com a mesma estrutura das
maldi%0es. &las consistem de tr.s artes) rimeiro dar aten%!o à deidade con#idando@a
ara o ritual, listando seus muitos nomes 1normalmente concluindo com Ne quaisquer
nomes com os quais dese'as ser c+amadaAoN2 e que a%0es eles fi,eram no assado. A
se"unda arte en#ol#e identificar a essoa que fa, a rece com seus ancestrais, que
sacrifício eles fi,eram no assado 1incluindo este2, e o que a deidade fe, ara eles no
assado. -inalmente, a Mltima arte consiste em di,er os dese'os e di,er os #otos que
s!o feitos em retribui%!o ela concess!o desses dese'os. *sso é mais oderoso se o
fi,ermos em métrica e rima, se con#idarmos mais deidades e se dermos uma lista mais
lon"a de reali,a%0es feitas elas deidades.
As maldi%0esAimreca%0es t.m a mesma estrutura, mas as deidades c+amadas s!o os
deuses ctKnicos ou os +er(is ancestrais. As imreca%0es odem ser usadas ara acertar
coisas erradas e tra,er a 'usti%a de #olta ao equilíbrio. $s deuses ctKnicos adoram unir
aqueles que amaldi%oam or maldade ou ra,0es baixas e aqueles que amaldi%oam os
outros elas coisas das quais eles também s!o culados.
Raramente existem rituais sem reces e raramente existem reces sem sacrifício. As
reces costumam edir que os deuses nos concedam rote%!o, sucesso, amor,
abundVncia, saMde e fil+os. 7unca fa,emos reces ra sermos sal#os a(s a morte, uma
#e, que os +el.nicos n!o acredita#am em uni%!o eterna.
Passa)do por $ltar ou 2st3tua
Fe #oc. assa or um altar a um deus ou or uma estátua de um deus, #oc. ode saudá@
lo com um NWaireN 1OoláAsal#eO em "re"o, ronuncia@se .haire2, também c+amado de
NIatreiaN 1ser#i%o aos deuses2. 3rata@se mais ou menos de sorar um bei'o ara o
altarAestátua. $s romanos c+amam isso de NAdoratioN, e se fa, da se"uinte forma)
estique o bra%o e a m!o direitos à sua frente com a alma ara baixo na dire%!o da
estátua ou fi"ura da deidade, ent!o imediatamente tra"a a m!o de #olta ara bei'ar as
ontas dos dedos da m!o direita, e ent!o lance a m!o e o bra%o de #olta na dire%!o da
deidade 1como mandando um bei'o2. &nquanto fa, isso, #oc. está mo#endo o bra%o e
m!o de dentro ara fora 1da esquerda ra direita2, #irando seu coro também da
esquerda ara a direita em uni!o com o bra%o. Fe #oc. esti#er fa,endo a rece em um
altar ou lareira, se"ure o altar com a m!o esquerda e fa%a a adora%!o com seu bra%o e
m!o direitas.
Ritual de Puri,icação
Alexandra o Qua Han XY, Z[[> >)9\ am
Loc. ode usar isto como urifica%!o ara abrir um festi#al, ara consa"rar um esa%o,
ara NbanirN coisas ruins quando #oc. se mudar ara uma casa no#a, ou qualquer coisa
assim.
1. Primeiro ora@se sobre o aarador de #ela 1com a #ela2 e o incensário, edindo a
Jéstia ara aben%oar a ambos, de refer.ncia usando um Jino Jomérico a Jéstia.
2. Deois #em a urifica%!o) NJekas, +ekas, este bebeloiB Que os rofanos #!o
emboraBN 1PronMncia) +eU]F, +eU]F, eF3R be:Rloi.2
3. &nt!o e"ue um feixe de sál#ia ou alito de incenso, acenda@o com a #ela 'á
aben%oada e coloque@o na á"ua, di,endo) NU+ernitomaiB Fe'a esta á"ua urificada elo
fo"o sa"radoBN 1PronMncia) k+.r@7*P@tK@mai.2
A ala#ra Nk+ernisN si"nifica Ná"ua lustralN.
4. 8ircumambule em torno do altar, arando na frente do altar. &nt!o borrife o altar, as
ofertas e as essoas com a k+ernis. &nquanto aser"e a á"ua, di"a) N$ t+eoi "enoist+e
aotrooi kakonB G deuses, mandem embora o malBN 1PronMncia) G t+e@G*, "ue@nois@
3JR a@os@tro@P$* ka@U$7.2
#. A ti"ela é retirada do altar ara fora do quarto, estando a"ora imura. A á"ua usada
de#e ser #ertida diretamente na terra do lado de fora do temenos deois do ritual.
&xlica%0es)
^ $ feixe de sál#ia ou alito de incenso era o que anti"amente seria um eda%o de
madeira que este#e em contato com a á"ua, tornando a á"ua sa"rada. 3ambém 'á ou#i
falar de madeira de corti%a, mas a sál#ia é boa or odermos tanto usá@la ara tocar a
á"ua com seu fo"o quanto ara aser"ir. Fe quiser ser bem tradicional, use um "al+o
com fol+as de uma ár#ore @ de taman+o ra,oá#el, n!o maior do que sua m!o a"<enta.
^ Ao e"ar o fo"o da #ela que foi aben%oada or Jéstia, #oc. está urificando a á"ua
com o fo"o que foi consa"rado.
^ 8ircumambula%!o _ circular o altar, com a á"ua e o cesto de ce#ada.
^ 3al#e, se'a até mel+or #oc. aser"ir o altar A73&F de circumambular, 'á que a a(s a
circumambula%!o a á"ua estaria Nsu'aN ao ter recol+ido as imure,as do aosento.
^ Al"umas essoas di,em al"o durante a circumambula%!o, outras referem o sil.ncio.
Fe for falar, #oc. ode fa,er uma rece ara Aolo, deus da urifica%!o.
^ $utro método de urifica%!o sem o fo"o 1esecialmente se #oc. mora num lu"ar onde
n!o ode fa,er essas coisas, é obter á"ua de um c(rre"o, la"o, la"oa, riac+o @ qualquer
coro natural de á"ua @ ou mesmo coletar á"ua da c+u#a ara usar durante o ritual. Loc.
ode fa,er o mesmo ritual acima sem o fo"o, usando esse tio de á"ua.
Ritual para um 4a)tar
&ste é um ritual semanal que #oc. ode fa,er. &le ode ser na sexta@feira à noite, ois é
a conclus!o de uma lon"a e estressada semana de trabal+o. Eas essa é s( uma su"est!o,
escol+a o seu dia.
X^ 7a sua co,in+a, numa rateleira, entre duas #elas em casti%ais, on+a um queimador
de (leo, onde será queimado a,eite 1(leo de oli#a2. Acenda o queimador do altar
dedicando@o a Jéstia e di,endo uma rece curta ara ela. Do tio NAcendo isto em sua
+onra, ( Jéstia, deusa do cora%!o e do larN ou outra coisa aroriada.
Z^ 8o,in+e sua refei%!o. -a%a isso so,in+o, tirando esse temo ara #oc. e sua reli"i!o,
mesmo que #oc. more com outras essoas.
9^ 6ma #e, que a refei%!o esti#er ronta, e"ue al"uma comida e d.@l+e a Jéstia como
oferta. Jéstia tradicionalmente toma a rimeira e Mltima oferta, e isso torna a comida
que #oc. está comendo sa"rada. Loc. está articiando de um banquete reli"ioso em
+onra de Jéstia, e edindo a ela ara aben%oar sua casa e sua refei%!o.
/^ &nt!o comaB Loc. ode libar um ouco da sua bebida aos deuses antes de come%ar a
comer. D recomendá#el. 8oloque al"umas "otas em um "uardanao, 'o"ue um ouco no
c+!o do lado de fora da sua casa, ou elo ralo, ou o que for. Loc. está mostrando aos
deuses seu reseito e +onrando@os com sua considera%!o.
`^ Antes de terminar de comer, deixe um ouco da comida no rato ara Jéstia. Pode
ser a sobremesa ou arte do aeriti#oAanteasto, n!o imorta. &sta é a Mltima oferta, e
#oc. a dá a ela deois da rimeira. Loc. também ode oferecer al"o ao A"at+os
Daimon.
3odos os membros esta#am obri"ados a la#ar@se antes de ir à mesa. 7!o
l+es era ermitido o #in+o, orém odiam tomar uma bebida similar a
nossa moderna cer#e'a.Z/
&les le#a#am em #olta da mesa um esqueleto, o :utoi 1Farco+a"usZ`,
fi"ura de um ataMde2.ZY
$ $dos entoa#a um +ino c+amado o Eaneros, que come%a#a assim) 4$+
morteB Lem em uma +ora con#eniente5. 3odos os membros se uniam em
coro.