You are on page 1of 2
20 de Dez
20 de
Dez

ReflexãoReflexãoReflexãoReflexão críticacríticacríticacrítica sobresobresobresobre aaaa oficinaoficinaoficinaoficina dededede formação:formação:formação:formação: PráticasPráticasPráticasPráticas eeee ModelModelosModelModelososos dededede AutoAutoAutoAuto –––– AvaliaçãoAvaliaçãoAvaliaçãoAvaliação dasdasdasdas BibliotecasBibliotecasBibliotecasBibliotecas EscolaresEscolaresEscolaresEscolares

Ao longo desta oficina de formação foi – nos dado a conhecer um novo

conceito de Biblioteca escolar, um local onde se desenvolve um trabalho

centrado no ensino / aprendizagem dos alunos; deve ser um espaço bem

apetrechado e equipado mas deve ser sobretudo, um espaço de aprendizagem

efectiva e de progresso na vida dos alunos. Assim, a Biblioteca Escolar deverá

ser um local de trabalho que como qualquer outro deve ser susceptível de

avaliação, com vista à sua melhoria e poder – se assim, aferir o impacto das

actividades aí desenvolvidas no processo de ensino aprendizagem dos alunos,

e através das evidências apresentadas, poder ser avaliado o impacto no

sucesso dos mesmos. Daí a importância da implementação do Modelo de Auto

– avaliação das Bibliotecas Escolares e deste ser incluído no modelo auto -

avaliação dos Agrupamentos. Está fora de qualquer questão, colocar em

dúvida a pertinência de uma auto - avaliação do trabalho aí desenvolvido, é

essencial para que esta se integre no Projecto Educativo da Escola e possa

divulgar as suas práticas de uma forma coerente e estruturada. A actualização

do fundo documental permite fazer uma gestão mais criteriosa da colecção

existente e tem permitido desenvolver nos discentes competências que levam a

aprendizagens para o resto da vida. No nosso Plano da Acção traçado para o

quadriénio, até 2013, assumem particular importância as linhas que regem o

Projecto Educativo e o Projecto Curricular da Escola para a definição das

actividades estruturadas e planificadas no Plano Anual de Actividades. Este

Plano assenta em domínios a observar e, permite-nos criar uma estrutura

assente em quatro domínios: Apoio ao Desenvolvimento Curricular; Leitura e

literacias; Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à

Comunidade e Gestão da Biblioteca Escolar. Claro, que todo este processo

pressupõe uma mudança de mentalidade da Comunidade Educativa, para tal e

em consequência da oficina de Formação, já esta marcada para Janeiro de

2010, uma acção de conhecimento e sensibilização acerca do Modelo de Auto

– avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo como público alvo o Conselho

Pedagógico e o Conselho Geral do Agrupamento.

Outro aspecto que foi muito analisado foi o papel do Professor Bibliotecário,

um novo agente educativo, que se pretende que seja proactivo, que lidere todo

um novo agente educativo, que se pretende que seja proactivo, que lidere todo A formanda Maria
um novo agente educativo, que se pretende que seja proactivo, que lidere todo A formanda Maria
20 de Dez
20 de
Dez

ReflexãoReflexãoReflexãoReflexão críticacríticacríticacrítica sobresobresobresobre aaaa oficinaoficinaoficinaoficina dededede formação:formação:formação:formação: PráticasPráticasPráticasPráticas eeee ModelModelosModelModelososos dededede AutoAutoAutoAuto –––– AvaliaçãoAvaliaçãoAvaliaçãoAvaliação dasdasdasdas BibliotecasBibliotecasBibliotecasBibliotecas EscolaresEscolaresEscolaresEscolares

este processo conjuntamente com a sua equipa, que ajude o Agrupamento a

olhar para a Biblioteca Escolar como um novo espaço de ensino /

aprendizagem, como por exemplo: desenvolver nos alunos competências e

hábitos de trabalho autónomo baseado na consulta, tratamento e produção da

informação estimulando nos alunos o prazer de ler. São estas, algumas das

competências do Professor Bibliotecário: ser líder mas também parceiro dos

outros professores, criador de empatia e espírito mobilizador, promovendo um

trabalho colaborativo. È de mudança que estamos a falar. A avaliação das BES

vai fazer-nos melhorar, validando o que fazemos bem e permitindo-nos

melhorar, quando for caso disso. É uma forma de sabermos de onde partirmos

e sabermos até onde queremos ir. A liderança deve ser forte e deve resumir-se

como num elemento agregador de forma a que se veja o seu impacto, no

Agrupamento e nas aprendizagens dos alunos.

No final do ciclo o Agrupamento saberá se o modelo foi bem aplicado, se

serviu a nossa Comunidade Educativa, o que nos satisfaz e o que teremos que

mudar. Esta análise, no final, será de crucial importância para o Agrupamento.

mudar. Esta análise, no final, será de crucial importância para o Agrupamento. A formanda Maria José
mudar. Esta análise, no final, será de crucial importância para o Agrupamento. A formanda Maria José