You are on page 1of 15

05/09/2013

1
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA
Transmissão de Energia Elétrica – Circuitos 3|
Prof. Gentil Mota de Moraes J únior
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
OBJETIVOS DA AULA
• Conhecer as nuances gerais a respeito
dos sistemas de transmissão e
distribuição de energia elétrica;
• Analisar as características dos sistemas
trifásicos em corrente alternada.
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FATORES A CONSIDERAR
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
05/09/2013
2
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Característica dos Isoladores
• Elevada resistividade
• Alta rigidez dielétrica
• Forma adequada
• Resistência mecânica
• Resistência às variações buscas de
temperatura
• Preço baixo
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
05/09/2013
3
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Esforços na LT
• Esforços verticais devido ao peso dos
condutores e a possíveis depósitos de gelo ou
neve sobre eles.
• Esforços transversais que resultam da ação
do vento sobre os apoios ou das trações dos
condutores quando formam um ângulo entre si.
• Esforços longitudinais se os esforços
mecânicos aplicados ao apoio pelos condutores
dos dois vãos adjacentes são diferentes ou se o
apoio só suporta condutores de um dos lados.
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Transmissão em Corrente Contínua
O uso de corrente contínua é utilizado na
transmissão de energia elétrica quando existe
longas distâncias em meios ambientes adversos
(efeito pelicular) ou quando é necessário efetuar
a interligação de dois sistemas a frequência
diferente.
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Transmissão em Corrente Contínua
RETIFICADOR INVERSOR
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
 CA
 Constituído por
geradores, estações de
elevação de tensão,
LTs, estações
seccionadoras e
estações
transformadoras
abaixadoras.

• CC
• Na transmissão CC difere
na presença das
estações conversoras
CA/CC junto a
subestação elevadora
(para retificação da
corrente) e junto à
subestação abaixadora
(inversão da corrente) e
ausência de subestações
intermediárias
abaixadoras ou de
seccionamento.


TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
CC ou CA


05/09/2013
4
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL


TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
CA ou CC


 CA
 440kV CA (Ilha
Solteira)
 500kV CA (Paulo
Afonso IV e Tucuruí)
 750kV CA 60Hz
(metade da Itaipu)

• CC
 Linhas de transmissão
em CC é mais barata;
 Estações conversoras
possuem custo elevado;
 Vantagem em sistemas
com frequências
diferentes ou grandes
distâncias.
 600kV CC (Itaipu)
 750kV CC (Rússia)

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL


TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
CA ou CC


• Custo comparativo:
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Transmissão de Energia Elétrica
• Basicamente está constituída por linhas de
condutores destinados a transportar a energia
elétrica desde a etapa de geração até a etapa de
distribuição, abrangendo processos de elevação e
rebaixamento de tensão elétrica, realizados em
subestações próximas aos centros de consumo.

• Tipicamente essa energia é transmitida em corrente
alternada (60 Hz).
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Distribuição de Energia Elétrica
• É o segmento do setor elétrico que compreende os potenciais após a
transmissão, indo das subestações de distribuição entregando energia elétrica
aos clientes.

• A distribuição de energia elétrica aos clientes é realizada nos potenciais de
110, 127, 220, 380 e 440 volts em baixa tensão e em 8, 13,8, 20 e 34,5 kV em média
tensão.
• A distribuição de energia elétrica possui
• diversas etapas de trabalho, conforme
• descrição abaixo:

– Recebimento e medição de energia
elétrica nas subestações;
– Rebaixamento ao potencial de
distribuição da energia elétrica;

– Construção de redes de distribuição.
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Cabos Condutores para Redes de Distribuição

Rede Compacta de Distribuição
• Locais Densamente Arborizados
• Ramais com Altas Taxas de Falhas
• Redução DEC/FEC

• Ruas Estreitas
• Mais de 1 Circuito por Estrutura
• Condomínios Fechados
• Alternativa às Redes Isoladas
• Redução de Podas de Árvores

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Cabos Condutores para Linhas de Distribuição

Rede Compacta
de Distribuição
Análise Econômica
• Investimento Inicial – 20% maior
• Taxas de Falhas – Reduzida
• Manutenção – Reduzida
• Poda de Árvores – Reduzida
• Custo Social
05/09/2013
5
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Cabos Condutores para Linhas de Distribuição

Cabos Anti - Furto
• O PROBLEMA
• Utilização de Gatos – Conectores
como garras de gatos, ou seja um
conector perfura a isolação e outro é
conectado ao Neutro, desviando a
energia.
• A SOLUÇÃO
• Cabos Anti Furto Concêntricos – um
condutor neutro que envolve o
condutor fase e desta maneira se
tentarem usar o “gato” estabelece-se
um curto circuito da fase para o
neutro, evitando o desvio de energia.
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
V
N
A
B
C
220 V V
AN
= 220 V
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
V
220 V
N
A
B
C
V
AN
= 220 V
V
BN
= 220 V
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
220 V
V
N
A
B
C
V
AN
= 220 V
V
BN
= 220 V
V
CN
= 220 V
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
380 V
V
N
A
B
C
V
AN
= 220 V
V
BN
= 220 V
V
CN
= 220 V
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
220 V
V
N
A
B
C
V
AN
= 127 V
V
BN
= 127 V
V
CN
= 127 V
05/09/2013
6
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
220 V
V
N
A
B
C
V
AN
= 127 V
V
BN
= 127 V
V
CN
= 127 V
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Funções Periódicas Senoidais
Caracterização
( ) ( ) u e + · = t A t f cos
Amplitude : A
Período : T segundos (s)
Freqüência : f = 1 / T ciclos/segundo (cps) ou Hertz (Hz)
Freqüência angular : e = u / t = 2t / T radiano/segundo (rad/s)
Ângulo de fase : (et +u) radianos (rd)
Ângulo de fase inicial : u radianos (rad)
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Valores de Amplitude de uma Onda Senoidal
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RESISTIVO
Tensão e Corrente
Equação
I R V
 
=
( R>1 )
2
a
Lei de Kirchhoff
( ) ( ) t v t v
R
=
Lei de Ohm
( ) ( ) t i R t v
R
· =
( ) t V t v
m
e cos =
Fonte
Domínio Temporal
Diagrama
Domínio Fasorial
( ) t
R
V
t i
m
e cos |
.
|

\
|
=
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RESISTIVO
Potência Instantânea
( ) ( ) ( ) t i t v t p · = ( ) t
R
V
t p
m
e
2
2
cos
|
|
.
|

\
|
=
Potência Ativa
Watts (W)
2 2
2
0
2
1
2
1
) (
1
RI RI
R
V
dt t p
T
P
m
m
T
= =
|
|
.
|

\
|
= · =
}
2
m
I
I = Valor eficaz
( ) t V t v
m
e cos =
( ) t
R
V
t i
m
e cos |
.
|

\
|
=
05/09/2013
7
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO INDUTIVO
Tensão e Corrente
Equação I jX V
L
 
=
2
a
Lei de Kirchhoff
( ) ( ) t v t v
L
=
( ) t V t v
m
e cos =
Fonte
Diagrama
Domínio Fasorial
Domínio Temporal
Lei de Faraday
( )
( )
dt
t di
L t v
L
· =
( ) t sen
X
V
t i
L
m
e
|
|
.
|

\
|
=
L X
L
e =
Reatância
indutiva
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO INDUTIVO
Potência Instantânea
( ) ( ) ( ) t i t v t p · = ( ) ( ) t sen
X
V
t p
L
m
e 2
2
1
2
|
|
.
|

\
|
=
( ) t V t v
m
e cos =
( ) t sen
X
V
t i
L
m
e
|
|
.
|

\
|
=
2 2
2
2
1
2
1
I X I X
X
V
Q
L m L
L
m
L
= =
|
|
.
|

\
|
=
2
m
I
I = Valor eficaz
Potência Reativa Indutiva
(var)
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO CAPACITIVO
Tensão e Corrente
Equação I jX V
C
 
÷ =
2
a
Lei de Kirchhoff
( ) ( ) t v t v
C
=
( ) t V t v
m
e cos =
Fonte
Diagrama
Domínio Fasorial
( ) t sen
X
V
t i
C
m
e
|
|
.
|

\
|
÷ =
C X
C
e 1 =
Reatância
capacitiva
Domínio Temporal
( ) ( )
}
· = dt t i
C
t v
C
1
Tensão em C
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO CAPACITIVO
Potência Instantânea
( ) ( ) ( ) t i t v t p · =
( ) ( ) t sen
X
V
t p
C
m
e 2
2
1
2
|
|
.
|

\
|
÷ =
( ) t V t v
m
e cos =
( ) t sen
X
V
t i
C
m
e
|
|
.
|

\
|
÷ =
2 2
2
2
1
2
1
I X I X
X
V
Q
C m C
C
m
C
= =
|
|
.
|

\
|
=
2
m
I
I = Valor eficaz
Potência Reativa Capacitiva
(var)
Regime Estacionário Senoidal
QUADRO RESUMO

Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Tensão e Corrente
o
I I 0 Z =

Admitindo
o
R
RI I R V 0 Z = =
 
Tensão no resistor
o
L L L
I X I jX V 90 Z = =

Tensão no indutor
Tensão aplicada L R
V V V
  
+ =
L
jX R Z + =
ˆ Impedância
( ) I Z I jX R I jX I R V
L L
    
ˆ
= + = + =
R
X
RI
I X
V
V
tg
L L
R
L
= = = u
Fase
I Z V
ˆ
=

Módulo
05/09/2013
8
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Tensão e Corrente
0
0
÷
÷
L
V
L
0
0
÷
÷
R
V
R
Circuito R
Circuito L
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Triângulo de Impedâncias
Diagrama fasorial
Módulo
2 2
ˆ
L
X R Z + =
Fase
|
.
|

\
|
=
÷
R
X
tg
L 1
u
L
jX R Z + =
ˆ
Triângulo de impedâncias
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Potência Instantânea
( ) ( ) ( ) t i t v t p · =
( ) ( ) t V t v
m
e cos = ( ) ( ) u e ÷ = t I t i
m
cos
( ) ( ) ( ) t sen sen I V t I V t p
m m m m
e u e u 2
2
1
cos cos
2
· + · =
( ) ( ) ( ) t sen VIsen t VI t p e u e u 2 cos cos 2
2
· + · =
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Potência Instantânea
Valor médio
Potência ativa
u cos · =VI P
Valor máximo
Potência reativa
u sen VI Q
L
· =
=
( ) t p
( ) t VI e u
2
cos cos 2 · ( ) t sen VIsen e u 2 ·
+
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Potência Complexa
o
I I u ÷ Z =

0 Z =V V

Tensão e corrente
Diagrama fasorial
Potência aparente (VA) S
ˆ
VI
VI
S
P
p f
u
u
cos
cos . . = = = Fator de potência
Atrasado
Impedância
L
jX R Z + =
ˆ
Triângulo de impedâncias
Potência complexa L
jQ P sen jVI VI VI I V S + = · + · = Z = · = u u u cos
ˆ
*
 
Triângulo de potência
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RL
Potência Complexa
L
jQ P S + =
ˆ
( ) u u u sen I Z j I Z I Z I Z I I Z I V S
2 2 2 2 * *
ˆ
cos
ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ
+ = Z = = = =
   
2 2
ˆ
I X sen I Z Q
L L
= = u Potência reativa (var)
Potência aparente (VA)
2
ˆ ˆ
I Z S =
2
I ×
Triângulo de potência
2 2
cos
ˆ
RI I Z P = = u Potência ativa (W)
Triângulo de impedâncias
05/09/2013
9
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Tensão e Corrente
Tensão aplicada
C R
V V V
  
+ =
C
jX R Z ÷ =
ˆ
Impedância
( ) I Z I jX R I jX I R V
C C
    
ˆ
= ÷ = ÷ =
R
X
RI
I X
V
V
tg
C C
R
C
= = = u
Fase
I Z V
ˆ
=

Módulo
o
I I 0 Z =

Admitindo
o
R
RI I R V 0 Z = =
 
Tensão no resistor
o
C C C
I X I jX V 90 ÷ Z = ÷ =

Tensão no capacitor
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Triângulo de Impedâncias
Módulo
2 2
ˆ
C
X R Z + =
Fase
|
.
|

\
|
=
÷
R
X
tg
C 1
u
C
jX R Z ÷ =
ˆ
Diagrama fasorial Triângulo de impedâncias
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Potência Instantânea
( ) ( ) ( ) t i t v t p · =
( ) ( ) t V t v
m
e cos = ( ) ( ) u e + = t I t i
m
cos
( ) ( ) ( ) t sen sen I V t I V t p
m m m m
e u e u 2
2
1
cos cos
2
· ÷ · =
( ) ( ) ( ) t sen VIsen t VI t p e u e u 2 cos cos 2
2
· ÷ · =
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Potência Instantânea
=
( ) t p
( ) t VI e u
2
cos cos 2 · ( ) t sen VIsen e u 2 · ÷
Valor médio
Potência ativa
u cos · =VI P
Valor máximo
Potência reativa
u sen VI Q
C
· =
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Potência Complexa
o
I I u Z =

0 V V Z =

Tensão e corrente
Diagrama fasorial
Potência aparente (VA) S
ˆ
VI
VI
S
P
p f
u
u
cos
cos . . = = = Fator de potência
Adiantado
Impedância
C
jX R Z ÷ =
ˆ
Triângulo de impedâncias
Potência complexa C
jQ P sen jVI VI VI I V S ÷ = · ÷ · = ÷ Z = · = u u u cos
ˆ
*
 
Triângulo de potência
Regime Estacionário Senoidal
CIRCUITO RC
Potência Complexa
C
jQ P S ÷ =
ˆ
( ) u u u sen I Z j I Z I Z I Z I I Z I V S
2 2 2 2 * *
ˆ
cos
ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ
÷ = ÷ Z = = = =
   
2 2
ˆ
I X sen I Z Q
C C
= = u Potência reativa (var)
Potência aparente (VA)
2
ˆ ˆ
I Z S =
2
I ×
Triângulo de potência
2 2
cos
ˆ
RI I Z P = = u Potência ativa (W)
Triângulo de impedâncias
05/09/2013
10
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Sistema de Unidades
GRANDEZA UNIDADE
Descrição Símbolo Símbolo Descrição
Tensão V V volt
Corrente A A ampere
Resistência R
O ohm Reatância X
Impedância Z
Indutância L H henry
Capacitância C F faraday
Potência ativa P W watt
Potência reativa Q var volt-ampere reativo
Potência aparente S VA volt-ampere
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Sistema de Unidades
FRAÇÕES E MÚLTIPLOS

NOME SÍMBOLO VALOR
atto a 10
-18

femto f 10
-15

pico m 10
-12

nano n 10
-9

micro µ 10
-6

mili m 10
-3

centi c 10
-2

deci d 10
-1

deca da 10
hecto h 10
2

quilo k 10
3

mega M 10
6

giga G 10
9

tera T 10
12

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Sistemas Trifásicos
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
A CORRENTE ALTERNADA É
GERADA EM GRANDE ESCALA
A BAIXO CUSTO
OS GERADORES USADOS SÃO
TRIFÁSICOS
POSSUEM TRÊS GRUPOS DE
BOBINAS
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
A ENERGIA É GERADA ATRAVÉS
DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
A CADA GRUPO DE BOBINA
CHAMAMOS DE FASE
DEVIDO A SUA DISPOSIÇÃO
FÍSICA CADA GRUPO DE BOBINA
GERA ENERGIA ELÉTRICA EM
MOMENTOS DISTINTOS
PROVOCANDO UM DEFASAMENTO
ENTRE AS TENSÕES
A
C
B
A
B
VA
VB
VC
C
05/09/2013
11
INTERLIGANDO UMA DAS
EXTREMIDADES DE CADA GRUPO DE
BOBINA ENTRE SI, OBTEREMOS O
CONDUTOR NEUTRO
A
C
B
Neutro
AS EXTREMIDADES RESTANTES
FORMAM AS FASES
Fase A
Fase B
Fase C
A
C

B
Neutro
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Caracterização das Fontes
Sistema Trifásico Equilibrado  Balanceado  Simétrico

Três tensões alternadas senoidais
 Tensões de amplitude iguais

Tensões igualmente defasadas de 2t/3 radianos (120º)
( ) ( )
( ) ( )
( ) ( ) t V t v
t V t v
t V t v
m c
m b
m a
3 / 2 cos
3 / 2 cos
cos
t | e
t | e
| e
+ + =
÷ + =
+ =
( )
( ) V V
V V
V V
m c
m b
m a
3 / 4
3 / 2
t |
t |
|
÷ Z =
÷ Z =
Z =



Sistemas Trifásicos Equilibrados
Caracterização das Cargas
Carga Trifásica Equilibrada  Balanceada  Simétrica
Três impedâncias exatamente iguais
Natureza complexa
c c c
b b b
a a a
Z Z
Z Z
Z Z
u
u
u
Z =
Z =
Z =



Forma Polar
Forma Retangular
jX R Z
jX R Z
jX R Z
c c c
b b b
a a a
+ =
+ =
+ =



c b a
c b a
Fase
Z Z Z Módulo
u u u = = ÷
= = ÷
c b a
c b a
X X X imaginária Parte
R R R real Parte
= = ÷
= = ÷
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Sequencia de Fase
Ordem de passagem das grandezas pelo valor máximo
DEFINIÇÃO
SEQUENCIA POSITIVA ou DIRETA
( )
( ) V V
V V
V V
m c
m b
m a
3 / 2
3 / 2
t |
t |
|
+ Z =
÷ Z =
Z =



a b c  
a b c   ou
b 
a c 
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Sequencia de Fase
( )
( ) V V
V V
V V
m b
m c
m a
3 / 2
3 / 2
t |
t |
|
+ Z =
÷ Z =
Z =



a c b  
SEQUENCIA NEGATIVA ou INVERSA
Trocar a posição fasorial de quaisquer duas fases entre si
05/09/2013
12
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Sequencia de Fase
SEQUENCIA NEGATIVA ou INVERSA
a c b  
a c b   ou a c b   ou
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Geração de Tensões Trifásicas
Máquina Primária
Turbinas Hidráulicas
Turbinas Térmicas
(Vapor, gás ou atômica)
Alternador
Gerador Síncrono
P
f
n
120
=
n
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Geração de Tensões Trifásicas
CONSTITUIÇÃO FÍSICA
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Geração de Tensões Trifásicas
CONTITUIÇÃO FÍSICA
( )
|
.
|

\
|
÷ =
|
.
|

\
|
÷ =
=
3
4
cos
3
2
cos
cos
t
e
t
e
e
t E e
t E e
t E e
m c
m b
m a
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Estrela
Terminais de fase  a, b, c
Terminal centro-estrela ou neutro  N
Tensão de fase  v
aN
,v
bN
,v
cN

Impedância de fase  Z
a
, Z
b
, Z
c

LIGAÇÃO Y
Ligação dos terminais de mesma polaridade
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Estrela
TENSÃO DE LINHA
Tensão entre os terminais de fase V
ab
, V
bc
, V
ca
o
30 3Z = o
Sistema trifásico equilibrado
cN ca
bN bc
aN ab
V V
V V
V V
 
 
 
o
o
o
=
=
=
aN aN ab
V sen V V 3
3
2 = |
.
|

\
|
=
t
Magnitude 
Fase
30
º
avanço das tensões de fase 
| | | |
AN AB
V V
 
o =
05/09/2013
13
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Estrela
30
º
em atraso das tensões de fase
o
30 3 ÷ Z = |
cN ca
bN bc
aN ab
V V
V V
V V
 
 
 
|
|
|
=
=
=
| | | |
AN AB
V V
 
| =
TENSÃO DE LINHA
Seqüência de Fase Negativa ou Inversa

Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Estrela
c
cN
c c
b
bN
b b
a
aN
a a
Z
V
I I
Z
V
I I
Z
V
I I


 


 


 
= =
= =
= =
'
'
'
CORRENTE NAS CARGAS
Correntes de fase

I I I
c b a
  
Correntes de linha
I I I
c b a
' ' '
 
=
cN bN aN
V V V
  
Sistema equilibrado Carga equilibrada
u Z = = = Z Z Z Z
c b a
  
+ =
Correntes equilibradas
c b a
I I I
  
0 = + + =
c b a N
I I I I
   
1
a
Lei de Kirchhoff
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Malha
Tensão de linha  v
ab
,v
bc
,v
ca

Impedância de fase  Z
a
, Z
b
, Z
c

LIGAÇÃO DELTA (A) ou TRIÂNGULO
Ligação dos terminais de polaridade opostas
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Malha
aN a a
I sen I I 3
3
2
'
= |
.
|

\
|
=
t
Magnitude 
Fase 30
º
atraso das correntes de fase 
o
30 3 ÷ Z = |
c c
b b
a a
I I
I I
I I
 
 
 
|
|
|
=
=
=
'
'
'

| | | |
A A
I I
 
| =
'

CORRENTE NAS CARGAS
Correntes de fase

I I I
c b a
  
Correntes de linha
I I I
c b a
' ' '
  
b c c
a b b
c a a
I I I
I I I
I I I
  
  
  
÷ =
÷ =
÷ =
'
'
'
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Ligação em Estrela
30
º
em avanço das correntes de fase
o
30 3Z = o
c c
b b
a a
I I
I I
I I
 
 
 
o
o
o
=
=
=
'
'
'
| | | |
A A
I I
 
o =
'
CORRENTES NAS CARGAS
Seqüência de Fase Negativa ou Inversa

Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
FONTE CARGA
Y Y
Y A
A Y
A A
Impedância
concentrada
Impedância
concentrada
Possibilidades de Ligação
Linha de transmissão
Simples elo de ligação entre os elementos
Sistema Típico
Equivalente Thévenin
Representação
05/09/2013
14
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - Y
2
a
Lei de Kirchhoff
Malha NaAN
( )
A a
A
aN
A A
a aN
A
aN
a ta ga
aN
a
Z
V
Z
V
Z
V
Z Z Z
V
I u |
u
|
÷ Z =
Z
Z
= =
+ +
= 

  


( )
Z
V
I
o
A a
A
aN
b
120 ÷ ÷ Z = u |

( )
o
A a
A
aN
c
Z
V
I 240 ÷ ÷ Z = u |

Sistema equilibrado
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - Y
Tensão na fase A
Carga
( ) ( ) ( )
A a a
A
aN a
A a
A
aN
a a a a AN
Z
V Z
Z
V
Z I Z V u u | u | u ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
÷ Z · Z = =
  
Sistema equilibrado ( )
o
A a a
A
aN a
BN
Z
V Z
V 120 ÷ ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
= u u |

( )
o
A a a
A
aN a
CN
Z
V Z
V 240 ÷ ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
= u u |

Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - Y
O + =
O + =
O + =
j Z
j Z
j Z
a
ta
ga
0 , 12 0 , 16
80 , 0 10 , 0
16 , 0 02 , 0



V V
aN
05 , 2482 =
Fonte trifásica equilibrada
Seqüência abc
Impedâncias
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - A
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - A
( )
( )
( )
o
A a
A
aN
c c
o
A a
A
aN
b b
o
A a
A
aN
a a
Z
V
I I
Z
V
I I
Z
V
I I
210
3
1
90
3
1
30
3
1
'
'
'
÷ ÷ Z =
|
|
.
|

\
|
=
÷ ÷ Z =
|
|
.
|

\
|
=
+ ÷ Z =
|
|
.
|

\
|
=
u |
|
u |
|
u |
|
 
 
 
o
30 3 ÷ Z = |
Atrasada de 30
o
de
a
I

'
a
I

Magnitude maior 3
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO Y - A
a a AB
I Z V
  
· =
( )
o
A a a
A
a
aN AB
Z
Z
V V 30
3
+ ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
= u u |

( )
( )
o
A a a
A
a
aN CA
o
A a a
A
a
aN BC
Z
Z
V V
Z
Z
V V
210
3
90
3
÷ ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
=
÷ ÷ + Z
|
|
.
|

\
|
=
u u |
u u |


05/09/2013
15
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Circuitos Trifásicos
LIGAÇÃO A - A
Converter as fontes e as cargas A  Y
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Potência Complexa
LIGAÇÃO Y
Sistema trifásico equilibrado
( )
( )
o
cN
o
bN
aN
V V
V V
V V
240
120
÷ Z =
÷ Z =
Z =
|
|
|



u Z = = = Z Z Z Z
c b a
  
( ) ( )
( ) ( )
( ) ( )
o o
a
o o
a
a
I
Z
V
I
I
Z
V
I
I
Z
V
I
240 240
120 120
÷ ÷ Z = ÷ ÷ Z |
.
|

\
|
=
÷ ÷ Z = ÷ ÷ Z |
.
|

\
|
=
÷ Z = ÷ Z |
.
|

\
|
=
u | u |
u | u |
u | u |



Correntes na carga
* * *
c c b b a a
I V I V I V S
      
+ + =
u Z
|
|
.
|

\
|
=
Z
V
S
2
3

u Z = VI S 3

Potência complexa
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Potência Complexa
Tensão e corrente de linha
L
I I = V V
L
3 = u Z =
L L
I V S 3

LIGAÇÃO Y
u Z = VI S 3

Tensão e corrente de fase
u
u
sen I V Q
I V P
L L
L L
3
cos 3
=
=
u
u
sen
Z
V
Q
Z
V
P
L
L
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
=
2
2
cos
u
u
sen
Z
V
Q
Z
V
P
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
=
2
2
3
cos 3
u
u
VIsen Q
VI P
3
cos 3
=
=
L L
I V S 3 = VI S 3 = Potência aparente S (VA)
jQ P S + =

Potência ativa P (W) e reativa Q (var)
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Potência Complexa
( ) ( )
( ) ( )
( ) ( )
o o L
c
o o L
b
L
a
I
Z
V
I
I
Z
V
I
I
Z
V
I
240 240
120 120
÷ ÷ Z = ÷ ÷ Z |
.
|

\
|
=
÷ ÷ Z = ÷ ÷ Z |
.
|

\
|
=
÷ Z = ÷ Z |
.
|

\
|
=
u | u |
u | u |
u | u |



Correntes na carga
* * *
c c b b a a
I V I V I V S
      
+ + =
u Z
|
|
.
|

\
|
=
Z
V
S
L
2
3

u Z = I V S
L
3

Potência complexa
LIGAÇÃO A
Sistema trifásico equilibrado
( )
( )
o
L ca
o
L bc
L ab
V V
V V
V V
240
120
÷ Z =
÷ Z =
Z =
|
|
|



u Z = = = Z Z Z Z
c b a
  
Sistemas Trifásicos Equilibrados
Potência Complexa
Tensão e corrente de linha I I
L
3 = u Z =
L L
I V S 3

LIGAÇÃO A
u Z = I V S
L
3

Tensão de linha e corrente de fase
L L
I V S 3 = I V S
L
3 =
Potência aparente S (VA)
u
u
sen I V Q
I V P
L L
L L
3
cos 3
=
=
u
u
sen
Z
V
Q
Z
V
P
L
L
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
=
2
2
3
cos 3
u
u
Isen V Q
I V P
L
L
3
cos 3
=
=
jQ P S + =

Potência ativa P (W) e reativa Q (var)
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
Resolver a 2ª Lista de
Exercícios de SE