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Autarquia Educacional do Vale do São Francisco - AEVSF
Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina – FACAPE


















ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICO-
FINANCEIRA DE UMA INDÚSTRIA DE ÓLEO DE ALGODÃO





















Petrolina – PE
2014
5

Autarquia Educacional do Vale do São Francisco - AEVSF
Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina – FACAPE








CAROLINE DOS SANTOS SILVA – Código 12930
IGLA ISMAELA DOS SANTOS CARDOSO – Código. 12800
RÔMULLO THIAGO MENEZES DA SILVA – Código 12919
THALITA ANTUNES DE SOUZA – Código 12590
THIAGO ROBERTO BATISTA DAMASCENO – Código 13491





ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICO-
FINANCEIRA DE UMA INDÚSTRIA DE ÓLEO DE ALGODÃO







Projeto de viabilidade técnica e econômico-
financeira apresentado à FACAPE, como
requisito obrigatório para cumprimento da
disciplina de Gestão de Projetos I, do Curso
de Administração.

Orientador: Prof. André Luiz Queiroz de
Andrade.








Petrolina – PE
2014
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Sumário

1. Apresentação................................................................................................4
2. Estudo de Mercado.......................................................................................5
3. Produto..........................................................................................................5
4. Características de Mercado..........................................................................6
5. Diagnostico de Consumo..............................................................................8
6. Potencial de Consumo................................................................................11
7. Mercado Consumidor..................................................................................13
8. Clientes Potenciais......................................................................................13
9. Cidades e Regiões Pretendidas..................................................................14
10. Mercado Concorrente.................................................................................15
11. Concorrentes..............................................................................................15
12. Marcas Existentes......................................................................................16
13. Localização das Unidades Produtivas.......................................................16
14. Fornecedores.............................................................................................17
15. Matéria Prima.............................................................................................17
16. Fornecedores Produção e Embalagens.....................................................18
17. Publicidade e Promoção............................................................................21
18. Estratégia de Comunicação........................................................................21
19. Promoção...................................................................................................22
20. Canais de Distribuição...............................................................................22
21. Politicas Comercial e Vendas....................................................................23
22. Conclusão..................................................................................................25
23. Anexo..........................................................................................................26
24. Referencias.................................................................................................27









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1. Apresentação
O presente Projeto de Pesquisa tem a finalidade de desenvolver um estudo de
viabilidade econômico-financeira para a implantação da indústria Spress
Vegetais, indústria de extração, processamento e refino de óleo de algodão.
Na primeira etapa do projeto constam as informações acerca do estudo de
mercado realizado a nível nacional e mundial, levantando informações
importantes sobre as características do produto, cliente, área de abrangência,
fornecedores e concorrentes.


















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ESTUDO DE MERCADO
1. Produto
O óleo de algodão originou-se do desenvolvimento da
produção da indústria algodoeira, inicialmente em cinco países: a extinta União
Soviética, Estados Unidos, Índia, China e Egito. Tais países detinham 98% do
total da produção mundial de algodão. No Brasil, tomou maior proporção no
nordeste, o que permitiu a extração do óleo da semente do algodão para fins
alimentícios através do processo denominado descaroçamento. Estima-se que
o estopim da produção de óleo de algodão ocorreu por volta dos anos 1880 a
1890 com o desenvolvimento de pequenas indústrias, em especial, no Estado
de Pernambuco e, posteriormente, com a instalação de uma grande indústria
no Estado de São Paulo. (VAINSENCHER, 2009).
O óleo de algodão, que até a década de 50 era o mais utilizado
no Brasil. O produto aparece como boa opção na substituição das gorduras
hidrogenadas na preparação dos alimentos, uma vez que esta não é totalmente
sintetizada pelo organismo humano, acumulando-se nas artérias. Esta situação
é responsável por grande parte dos casos de doenças cardiovasculares na
população mundial.
Entre as diversas vantagens nutricionais apresentadas pelo
óleo de algodão podemos citar que é rico em vitamina E (antioxidante natural
que auxilia no combate aos radicais livres); fonte equilibrada de ômega 3 e
ômega 6 e livre de gorduras trans. Fato importante é que esses benefícios para
a saúde são mantidos mesmo após o aquecimento do óleo de algodão durante
o processo de fritura, o que não acontece com o azeite, o óleo de soja e outros
óleos vegetais. Ou seja, durante frituras e cozimentos, que necessitam de uma
temperatura superior a 170°C, a maioria dos óleos vegetais perde nutrientes
importantes e passa a prejudicar a saúde.
Outro grande atrativo do óleo de algodão está relacionado ao
aspecto econômico. Se comparado com o óleo de soja, o de algodão tem um
rendimento de duas a quatro vezes superiores em relação às gorduras
hidrogenadas, esse percentual pode ser de 20 a 30% de rendimento.
9

Isso porque o óleo de algodão tem cadeia molecular maior em
comparação a outros óleos vegetais que geram baixa absorção. Estas
características somente são observadas quando o óleo é utilizado em
condições adequadas, como fritadeiras higienizadas, temperatura correta para
cada tipo de fritura, filtragem do óleo no final do uso e controle da qualidade
dos produtos. Além disso, o óleo de algodão apresenta maior resistência à
oxidação, que torna sua vida útil maior, podendo ser utilizado por mais vezes
com boa qualidade e características sensoriais.
O óleo de algodão se destaca em vários aspectos, sendo que o
principal deles, neste exato momento, é que auxilia numa dieta saudável
mesmo se utilizado em frituras e massas. Assim, com o novo decreto,
esperamos despertar o interesse da população por uma dieta equilibrada e
saudável, mesmo na alimentação fora de casa.

2. CARACTERÍSTICAS DE MERCADO
Segundo dados de 2007 fornecidos pela FAO (Organização
das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), apud Portela (2008, p.
118) a produção mundial de óleo de algodão foi de 4.837.523 toneladas em
2006. Os maiores produtores mundiais de óleo de algodão, neste mesmo
período são China, Índia, Paquistão, Turquia, Estados Unidos e Uzbequistão,
dentre eles o Brasil ocupando a sétima posição.
O maior país produtor de óleo de algodão é a China que
produziu 1.570.000 toneladas de óleo de algodão, com uma participação de
32,45%.
Como maior produtor de óleo de algodão, a China também
pode ser considerada como maior consumidora. Segundo o FMI (Fundo
Monetário Internacional), apud Lusion (2011, p. 128) a população da China é
de 1,34 bilhão de habitantes. Diante disto, há um alto nível de consumo e,
ainda assim, por mais que produzam, não é suficiente para atender à
demanda, necessitando importar.

10

Quadro 1 – Produção Mundial de Óleo de Algodão – Toneladas (2006)
Quadro 1 - PRODUÇÃO MUNDIAL DE ÓLEO DE ALGODÃO - TONELADAS (2006)
BRASIL CHINA ÍNDIA PAQUISTÃO TURQUIA EUA UZBEQUISTÃO OUTROS TOTAL
MUNDIAL
241.700 1.570.000 743.700 356.400 243.668 411.200 318.400 1.339.755 4.837.523

Gráfico 01 – Maiores Produtores Mundiais de Óleo de Algodão (2006)


O maior país produtor de óleo de algodão é a China que
produziu 1.570.000 toneladas de óleo de algodão, com uma participação de
32,45%.
Como maior produtor de óleo de algodão, a China também
pode ser considerada como maior consumidora. Segundo o FMI (Fundo
Monetário Internacional), apud Lusion (2011, p. 128) a população da China é
de 1,34 bilhão de habitantes. Diante disto, há um alto nível de consumo e,
ainda assim, por mais que produzam, não é suficiente para atender à
demanda, necessitando importar.





5%
32,45%
15,37%
7,37%
5,04%
8,50%
6,58%
27,70%
BRASIL CHINA
ÍNDIA PAQUISTÃO
TURQUIA EUA
UZBEQUISTÃO OUTROS
11

3. DIAGNÓSTICO DO CONSUMO
O consumo mundial de óleo vegetal no período 2006/2007,
segundo o USDA (United States Department of Agriculture – Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos) apud Nunes (2007) foi de 85,77 milhões de
toneladas, das quais a participação do óleo de algodão foi de 5,22% com
4.474.000 toneladas consumidas.
Tabela 1 – Consumo Mundial de Óleos Vegetais para fins alimentícios - Mil
Toneladas (2006/2007)
TIPO DE ÓLEO CONSUMO MUNDIAL
Soja 33.153
Palma 27.531
Girassol 9.821
Amendoim 4.932
Algodão 4.474
Oliva 2.871
Coco 1.791
Colza/Canola 1.292
Palmiste 1.195
Total 85.768

Gráfico 02 – Consumo Mundial de Óleos Vegetais (2006/2007)





38,65%
32,10%
11,45%
5,75%
5,22%
3,35%
2,09% 1,51% 1,39%
Soja Palma Girassol
Amendoim Algodão Oliva
Coco Colza/ Canola Palmiste
12

A respeito do faturamento mundial do óleo de algodão, foi
calculada a média do preço em dois supermercados da região, chegando a um
resultado de R$ 3,77. A margem de lucro é de 15% chegando a um preço
estimado em R$ 3,20. Sendo assim, o faturamento mundial, levando em conta
uma produção mundial de 4.837.523 toneladas, equivalentes a 4,87 bilhões de
litros é de R$ 15,57 bilhões de reais.
O faturamento da China, levando em conta sua quantidade
produzida de 1.570.000 toneladas que equivale a 1,7 bilhões de litros e um
preço médio estimado de R$ 3,20 é de R$ 5,44 bilhões de reais.
O consumo anual nacional de óleos vegetais, segundo o USDA
( United States Department of Agriculture – Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos) apud Nunes (2007) está em torno de 3,72 milhões de
toneladas. O óleo de algodão está na segunda posição, com um consumo
nacional de 255 mil toneladas, atrás do óleo de soja que detém 86% do total
consumido, com 3,2 milhões de toneladas.
Tabela 2 – Consumo Nacional de Óleos Vegetais – Mil Toneladas (2006/2007)
TIPO DE ÓLEO CONSUMO NACIONAL
Soja 3.196
Algodão 255
Palma 120
Palmiste 75
Girassol 39
Oliva 30
Amendoim 7
TOTAL 3.722

Gráfico 03 – Consumo Nacional de Óleos Vegetais (2006/2007)

86%
[PORCENT
AGEM]
3%
2%
1% 1%
[PORCENT
AGEM]
Soja Algodão Palma
Palmiste Girassol Oliva
13

A quantidade produzida de óleo de algodão no Brasil em 2006,
segundo dados fornecidos pela FAO (Organização das Nações Unidas para
Alimentação e Agricultura) apud Portela (2008, p. 119) é de 241.700 toneladas.
Segundo informações cedidas pelo gerente de produção da
Indústria de óleo de algodão, Icofort, em Juazeiro-BA, as principais empresas
produtoras de oleaginosas para fins alimentícios, na região Nordeste, são:
Bunge, a qual detém 35% de participação de mercado; a ADM, a qual detém
20% de participação de mercado; a Cargill, a qual detém 15% de participação
de mercado; e a Icofort, a qual detém 7% de participação de mercado. Essas
empresas detêm, portanto, 77% de participação, restando para as demais,
23%. A distribuição da fatia de mercado de tais empresas pode ser observada
no gráfico a seguir.
Gráfico 4 – Fatia de Mercado das Principais Empresas Produtoras de
Oleaginosas.

O tamanho do faturamento nacional de óleo vegetal
proveniente do algodão, segundo a Abrapa (Associação Brasileira dos
Produtores de Algodão), 2011, foi de US$ 282,67 milhões.
A população brasileira é de 190.732.694 milhões de habitantes,
segundo o censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), considerando um consumo nacional de 255 mil toneladas,
35%
20%
15%
7%
23%
FATIA DE MERCADO - PRINCIPAIS
EMPRESAS
Bunge ADM Cargill Icofort Outros
14

equivalentes a 277.185.000 litros. O consumo per capita de óleo de algodão é
de 1,45 litros (densidade óleo de algodão = 920 g/L, L=1,087).
Segundo Wagner Bispo, gerente de produção da empresa
Icofort, indústria de óleo de algodão na cidade de Juazeiro – BA há estudos os
quais comprovam que o óleo de algodão rende quatro vezes mais em relação
aos outros vegetais, apresenta temperatura de saturação mais alta e suas
propriedades nutricionais são preservadas, acentuando diferencial no mercado.
A quantidade de empregos gerados no cultivo de algodão
herbáceo e de outras fibras de lavoura temporária, de acordo com a Abrapa
(Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), 2011, foi de 14.241
empregos. O algodão herbáceo é o algodão em caroço utilizado pelas
indústrias esmagadoras para a extração do óleo.
Estima-se que mais de 75% do custo de produção do algodão
herbáceo, segundo a Embrapa Algodão (Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária) apud Azevêdo et al (2003), está relacionado à mão de obra, o
que significa geração de emprego e renda.
Sendo assim, no cenário mundial, em termos de produção e
consumo, há um excedente de produção, enquanto, no cenário nacional, a
situação se inverte havendo um excedente de consumo.
4. POTENCIAL DO CONSUMO
A cultura do algodão apresentou entre os dois censos um
pequeno acréscimo da participação nordestina em termos de área colhida
nacional, passando de 26,2%, em 1996, para 30,2%, em 2006. Porém, em
termos absolutos, o aumento de área foi expressivo, pois passou de 162,4 mil
ha, em 1996, para 237,7 mil ha, em 2006, ou seja, um aumento de quase 50%.
Entre os estados nordestinos, apenas a Bahia e o Maranhão apresentaram
crescimento de área.
A Bahia manteve sua liderança, passando de 62,4% da área
colhida da Região, em 1995/96, para 79,3%, em 2006. No Maranhão, esse
percentual evoluiu de 0,6% para 13,5%. Observa-se ainda que todos os
estados onde o algodão era tradicionalmente cultivado no semiárido tiveram
15

redução do percentual regional da área colhida. Destacando-se a queda
relativa dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí e Ceará, cujas
áreas em 1996 alcançavam 10,3%, 8,8%, 8,7% e 5,1%, respectivamente, e em
2006 passaram a 1,1%, 1,8%, 2,2% e 1,0%, respectivamente. Esses dados
evidenciam o declínio do cultivo do algodão no semiárido e avanço da cultura
nas regiões de cerrado do Maranhão e Bahia.
O Nordeste apresentou um desempenho extraordinário, cujo
crescimento foi de 916,5% em relação a 1996, evidenciando um grande
incremento de produtividade, já que o crescimento de área não foi da mesma
magnitude. Este resultado está relacionado ao cultivo recente do algodão nos
cerrados nordestinos. A cotonicultura brasileira e nordestina viveu profundas
transformações nos últimos anos. Em meados da década de 1990, a abertura
de mercado, o sucateamento ou mesmo extinção de órgãos de assistência
técnica estaduais e a ocorrência do bicudo no Nordeste praticamente
dizimaram a atividade no semiárido, principal região produtora na época. Daí o
desempenho negativo dos estados nordestinos que não possuem áreas de
cerrado.
A abundância de terras aptas e baratas nos cerrados
brasileiros motivou maior migração dos produtores de regiões tradicionais
produtoras de algodão do Sul e Sudeste do País, e estes, dispondo de
tecnologia e experiência na atividade, aliadas a incentivos governamentais,
acabaram promovendo o grande incremento da produção da cultura no oeste
baiano, sudeste maranhense e centro-oeste piauiense, onde a atividade é
praticada em bases empresariais.
No Piauí, apesar da referida redução de área, a produção
cresceu 241,1%, passando de 5.432 t para 18.530 t. O crescimento da
produção nos cerrados do Piauí contrabalançou a queda da produção no
semiárido do Estado, pois embora a área total plantada no Estado seja menor,
a maior produtividade no cerrado lhe confere grande produção.
Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco
atualmente não são competitivos frente às boas condições de produção nos
cerrados nordestinos, mas têm produção, principalmente nas regiões
semiáridas, direcionada para o atendimento de nichos de mercado, como o
16

algodão colorido, contando com apoio do governo e de organizações não
governamentais na realização de pesquisas e na comercialização da fibra.
Mercado Consumidor
A indústria de óleo de algodão pretenderá atender desde
clientes intermediários a grandes redes de supermercados e pequenos pontos
através de vendedores locais e representantes em todo o nordeste, ou seja,
clientes atacadistas e varejistas.
Segundo Blessa apud Moura, Silva e Batalha (2006), no
formato de varejo, a frequência de mulheres aos super e hipermercados é de
85%. Desta forma, as mulheres, donas de casa, traçam o perfil do consumidor
final que mais consome o óleo de algodão, pois o utiliza diariamente no preparo
de alimentos.
As classes C1, C2, e DE com médias de rendas familiares
respectivas de até R$ 1.685, R$ 1.147 e R$ 776, com base em dados
fornecidos pela APEP (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa), 2012,
e pelo LSE (Levantamento Socioeconômico) de 2011 do IBOPE, são os
principais clientes, em vista do custo benefício da utilização do óleo de algodão
que, apesar de ser mais caro, rende quatro mais comparados aos outros óleos.

5. CLIENTES POTENCIAIS
Nossos clientes potenciais serão empresas que usam o
óleo de algodão para produção cosmética, produtos alimentícios, pessoas,
empresas ou organizações que ainda não realizam compras, mas que são
considerados como possíveis clientes no futuro, já que dispõem dos
recursos económicos e do nosso perfil adequado.
6. PUBLICO ALVO
 Atacadista
 Varejista




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7. CIDADES E REGIÕES PRETENDIDAS
A indústria de óleo de algodão pretende atender toda a
Região Nordeste que compreende nove Estados, com um total de 1.794
municípios, população de 53.081.950 habitantes, dos quais em media
26.000.000 são homens e 28.000.000 são mulheres. A região detém PIB
(Produto Interno Bruto) no valor de R$ 493.128.652.000,00 (quatrocentos e
noventa e três bilhões cento e vinte e oito milhões seiscentos e cinquenta e
dois mil reais), correspondente à média de R$ 6.206,03 (seis mil duzentos e
seis reais e três centavos) por habitante.
Os dois maiores estados da região são Bahia e
Pernambuco com populações respectivas de 14.016.906 e 8.796.448
habitantes, e respectivos PIB’s (Produto Interno Bruto) de R$
145.697.448.000,00 e R$ 95.186.712.000,00. Os dois menores estados são
Sergipe e Piauí com populações respectivas de 2.068.017 e 3.118.360
habitantes, e respectivos PIB’s (Produto Interno Bruto) de R$
23.932.156.000,00 e R$ 22.060.164.000,00.
Gráfico 5 – Participação Relativa dos Estados Do Nordeste - População

5,88%
26,41%
15,92%
12,39%
7,10%
16,57%
5,87%
5,97
2%
Alagoas Bahia Ceará Maranhão Paraíba
Pernambuco Piauí R.G.Norte Sergipe
18




Gráfico 6 - Participação Relativa dos Estados Do Nordeste - PIB


MERCADO CONCORRENTE
Concorrentes
Os principais concorrentes da indústria de óleo de algodão,
com base em informações fornecidas pelo gerente de produção, Wagner Bispo,
da indústria de óleo de algodão, Icofort, da cidade de Juazeiro – BA, presentes
na tabela Concorrentes, a seguir.
Principais Concorrentes

TABELA - PRINCIPAIS CONCORRENTES

NOME ENDEREÇO

BUNGE

Rod. BR-242 km 01, S/N, Mimoso II, Luís Eduardo Magalhães, BA.

4,98%
29,55%
14,63%
9,18% 6,48%
19,30%
4,47%
6,56%
4,85%
Alagoas Bahia Ceará Maranhão Paraíba
Pernambuco Piauí R.G.Norte Sergipe
19

CARGILL Av. Morumbi, 8234, Brooklin, SP.

ADM

Av. Senador Attilio Fontana, 1001, Distrito Industrial, Rondonópolis, MT.

ICOFORT

Quadra QIH, lotes 1 a 7 e 14 a 17, S/N, Distrito Industrial, Juazeiro, BA.

A Bunge é uma das maiores empresas de alimentos do país,
com marcas renomadas como Primor, Soya, Delícia, Salada, dentre outras. A
mesma detém 35% de participação de mercado. A ADM é uma das maiores
produtoras de óleos envasados, a qual detém 20% de participação de
mercado, comercializando marcas como Sadia, Corcovado e Concórdia.
A Cargill está entre as maiores indústrias de alimentos no
Brasil, a qual detém 15% de participação de mercado, comercializando marcas
como Liza e Veleiro.
E a Icofort é pioneira em processamento e refino de óleo de
algodão no nordeste, a qual detém 7% de participação de mercado,
comercializando a marca Caçarola.

8. MARCAS EXISTENTES
 Óleos Vegetais - Triângulo Alimentos
 Salada – Óleos Vegetais
 Óleo Flor de Algodão – Icofort

9. LOCALIZAÇÃO DAS UNIDADES PRODUTIVAS
Óleos Vegetais - Triângulo Alimentos - Av. José de Barros Ribeiro, 168
Itápolis, SP CEP: 14900 000
Salada – Óleos Vegetais - Rua Eugênio Marchi - Gaspar SC - Bairro Santa
Terezinha - CEP: 89.110-000
Óleo Flor de Algodão – Icofort - Rod br 020 - Ltm Santa Cruz, Luis Eduardo
Magalhães - BA, 47850-000, Brasil

20

FORNECEDORES
10. MATÉRIA PRIMA
O algodão é a terceira matéria-prima mais importante para a
produção do biodiesel nacional, fica atrás apenas da soja e do resíduo de
suínos. O óleo de algodão contribui com 5% dos dois bilhões de litros de óleo
que o Brasil usa hoje para a produção de biodiesel. A quantidade de óleo
presente na semente do algodão é baixa em relação a outras culturas, com
uma média de 14%, mas a Embrapa Algodão desenvolveu a cultivar BRS
Arueira, em parceria com a Fundação Goiás, que tem 26% de óleo. Para cada
litro de óleo, são necessários 12 quilos de algodão. Apesar do baixo potencial
de óleo, a vantagem do algodão em relação às outras culturas é o preço. O
custo de produção para conversão em biodiesel é um dos mais baratos que
existem, além de existirem pesquisas para se desenvolver mais variedades
com alto teor oleico.
O custo para produzir biodiesel a partir do algodão é um dos
mais baratos no mundo. Apesar do teor de óleo ser baixo, as variedades
mundiais a gente estima que se plante por ano 3.800 cultivares de algodão em
101 países, em uma área média, de 1950 até hoje, de 34 milhões de hectares,
uma produção de 25 milhões de toneladas de fibra e em torno de 40 milhões
de toneladas de grão, o que dá uma quantidade muito grande de óleo.
O óleo de algodão é mais barato do que o óleo de soja, muito
mais barato do que o óleo da mamona, muito mais barato do que o óleo de
girassol. Já achamos materiais com até 35% de óleo, mas com
comprometimento de fibra. O grande desafio, hoje, é ter uma variedade com
equilíbrio que produza mais óleo com qualidade de fibra — explica o
pesquisador Napoleão Beltrão, chefe da Embrapa Algodão.
Assim como outras culturas, o algodão tem outra desvantagem,
além do baixo teor de óleo, que é a contaminação do gossipol, um pigmento
presente na semente do algodão que atrapalha o refino para biodiesel. Mas
Beltrão diz que não existe óleo perfeito, que todos os cultivos têm as suas
desvantagens e que, mesmo com este empecilho, o algodão continua sendo a
matéria-prima mais barata para a produção do biodiesel.
21

— O óleo de algodão é um óleo equilibrado, não existe óleo
ideal ou perfeito para o biodiesel porque cada um deles tem as suas
desvantagens. O dendê, por exemplo, tem que ser processado no mesmo dia,
porque a acidez é muito alta e pode chegar a até 12%. Já o óleo de soja oxida
com facilidade (em algumas horas ele já entra em processo de degradação e
precisa de antioxidantes), o gergelim também tem os seus problemas, o
girassol tem um pouco de cera dentro, o pinhão-manso tem substâncias que
atrasam a formação do biodiesel e o algodão tem a desvantagem do gossipol,
mas é um excelente óleo, não só para a alimentação humana, mas também é
usado com domínio tecnológico — diz Beltrão.
Beltrão lembra que o algodão é uma das principais
commodities do mundo, veste 43% da população mundial, é a quarta maior
oleaginosa do mundo, e é uma das cadeias de mercado mais importantes do
mundo, perdendo apenas para a indústria automobilística e de petróleo.
Segundo ele, o Brasil pode se beneficiar muito com este novo mercado porque
é o país ideal para atender à expansão internacional da cultura.
O Brasil é o único país que ainda pode expandir a sua área de
cultivo em 100 milhões de hectares. O potencial nacional é imenso, nós temos
área, temos tecnologia, temos a maior produtividade de algodão do mundo,
com 1.600 quilos por hectare, o que é quase duas vezes a média dos EUA, é
maior do que a média australiana e do que a israelense — acredita o
pesquisador. (Fonte: Juliana Royo: Portal Dia de Campo).
11. FORNECEDORES
O gerente de Produção, Wagner Bispo, da Indústria de óleo de
algodão, Icofort, situada na cidade de Juazeiro – BA, fonte de informações e
base do desenvolvimento do presente projeto destacou os principais
fornecedores e suas respectivas informações acerca dos materiais fornecidos,
endereço e contatos presentes na tabela Fornecedores, a seguir.


22

A indústria apresenta 19 principais fornecedores dos materiais
indispensáveis para a produção e comercialização do óleo de algodão, desde
garrafas PET Pré-forma, tampa, rótulo, fita adesiva a nitrogênio, ácido sulfúrico,
linha de costura, argila, dentre outros, sendo que a semente de algodão é
fornecida por fazendas do oeste baiano, especificamente dos municípios de
Luis Eduardo Magalhães e Barreiras, e do estado do Mato Grosso.
Os fornecedores estão situados em Estados como
Pernambuco, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul, Rio de Janeiro Ceará e Paraíba. Em relação aos estados mais
distantes incorrem custos de frete rodoviário ou hidroviário que têm forte
impacto na produção, representando cerca de 20 a 30% da mesma, segundo
Wagner.















23

Tabela – Fornecedores para produção das embalagens
TABELA 6 – FORNECEDORES
MATERIAL NOME ENDEREÇO TELEFONE
PREFORMA
18g
CENTRAL PET BR 101 Sul, S/N, Prazeres,
Jaboatão dos Grararapes, PE.
(81) 3479-5900
TAMPA MIRVI Rodovia Dom Gabriel P.
Bueno Couto, KM 81, S/N,
Centro, Jequié, BA.
(11) 4409-0100
RÓTULO PP PRINT Rua Farmacêutico Jair
Santana,300, Padre Vitor,
Varginha, MG.
(35) 3223-3200
FITA
ADESIVA
3M DO BRASIL Via Anhanguera, km 110, S/N,
Nova Veneza, Sumaré, SP.
(19)3838-6606
CAIXAS
ÓLEO
RIGESA Av Fernando Góes, 226,
Centro, Petrolina, PE.
(87) 3861-8623
COLA DE
RÓTULO
AMAZONAS Av. Octávio Mangabeira, S/N,
Centro, Jequié, BA.
(83) 3233-2410
SACO RÁFIA FIABESA Rod. BR 101 Sul, S/N,
Prazeres, Jaboatão dos
Guararapes, PE.
(81) 3117.2177
SODA
CAUSTICA
COREMAL Via DICA Anel I, 667, Cia Sul,
Simões Filho, BA.
(71)3215-8500
SAL UNISAIS Rodovia BR, 304, Industrial,
Mossoró, RN.
(84) 3422-0100
TELA
ENFARDAR
FIAÇÃO
ACOPIARENSE
Sit Gouveia, S/N, Zona Rural,
Acopiara, CE.
(88) 3565-0906
DIESEL IPIRANGA Av. Dolores Alcaraz Caldas,
99, Centro, Porto Alegre, RS.
(53) 2808-3600 .
SULFATO
ALUMÍNIO
ATACADÃO DA
LIMPEZA
Pc Pedro Primo, 391,
Alagadico, Juazeiro, BA.
(74)3611-2836
ÁCIDO
SULFÚRICO
FAG -
AGROQUÍMICA
Rua Ipojuca, 19, Piedade,
Jaboatão dos Guararapes, PE.
(81) 3361-7018
NITROGÊNIO WHITE MARTINS Rua Aricambu, 65, Cordovil,
Rio de Janeiro, RJ.
(21) 2485-8000
LINHA DE
COSTURA
LAHUMAN Av. Fuad Assef Maluf, 800,
Jardim Bela Vista, Sumaré,
SP.
(19) 3803-9090
ARGILA
TONSIL
CLARIANT Avenida Eng. Antônio Góes,
708, Empresarial JCPM,
Recife, PE.
(81) 2122 3120
ARGILA
PROACTIVE
ALMAD Rus Solimões, 227,
Campanário, Diadema, SP.
(11) 4091-3000
TBHQ PLURY QUÍMICA Av. Pres. Afonso Pena, 1.135,
Bessa, João Pessoa, PB.
(83) 3245-10
CAIXA DE
ÓLEO
KLABIN Av. Pres. Afonso Pena, 141,
Parque Bandeirante, Petrolina,
PE.
(87) 3862-5038
FAZENDAS SEMENTES BARREIRAS E LUIS
EDUARDO MAGALHÃES
-
24

PUBLICIDADE E PROMOÇÃO
12. ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO
Nossas estratégias de comunicação são bem intuitivas para
conquista de nossos clientes. Segue abaixo a lista de estratégias.
 Usar o produto com mais freguesia.
 Tentar usar o produto de outras maneiras.
 Pensar que o anunciante é uma boa empresa para se investir nela.
 Mudar o hábito do público-alvo.
 Recordar o consumidor de que deve comprar.
 Comunicar algum acontecimento especial de compra / promoção.
 Estimular as compras de impulso
 Criar o conhecimento do produto ou marca do anunciante.
 Combater ou neutralizar os argumentos da concorrência.
 Corrigir impressões falsas, informações errôneas e outros
obstáculos.
 Estabelecer o reconhecimento e a aceitação de marca que permita
ao anunciante abrir novos mercados.
 Preservar os clientes atuais contra as incursões da concorrência.
 Conseguir que os consumidores peçam o produto pelo nome.
 Induzir o público a provar o produto.
 Indicar onde o produto é encontrado.
 Indicar como usar o produto.
 Informar novas políticas de vendas.
 Conquistar a compreensão entre distribuidores, vendedores e
pessoal de vendas do varejo.
 Conquistar a compreensão da comunidade financeira.
 Conquistar a compreensão do público em geral.






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13. PROMOÇÃO

A estratégia de promoção do produto está no custo benefício
que o mesmo proporciona, por ser um óleo que rende quatro vezes mais em
relação aos demais e o fato de ser considerado um óleo (tipo 1), portanto, de
maior qualidade, cabendo a utilização de políticas de marketing para que o
público tome conhecimento destas informações.

Sendo assim, considerando aspectos como custos e
características do produto, do consumidor e dos canais de distribuição
utilizados, a campanha promocional que cabe ao referido produto é
propagandas e patrocínios na rádio, AM estéreo, em programas policiais,
atingindo o público alvo, pertencente às classes C, D e E, com rendas
domiciliares respectivas de R$ 1.115 a R$ 4.807, R$ 804 a R$ 1.115, e R$ 0 a
R$ 804.


DISTRIBUIÇÃO

1. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

Os canais de distribuição serão através de intermediários
(varejo e atacado), com a atuação de representantes comerciais com vendas
diretas ao consumidor. Para a escolha do referente canal tomou-se por base os
preceitos de Neves (1999, p.20):
O setor de distribuição, constituído, principalmente, de atacado
e varejo, cresce em importância e poder de negociação, identificando mais
facilmente as tendências de consumo e coordenando o fluxo de informações e
mercadorias. Esta referência permite conhecer quem compra, quando, quanto,
o que, e até através de que tipo de promoção, identificação esta indispensável
nas atividades de marketing.
A vantagem da utilização destes canais está no crescimento
constante do setor de varejo e atacado. Segundo dados da Euro monitor apud
Neves, a venda de alimentos no varejo alcançou a marca de US$ 2,7 trilhões,
com uma representatividade, diante do total de vendas de todos os produto no
26

varejo, de 34%. Sendo assim, há um maior giro, consequentemente, maior fatia
de lucro.
A desvantagem da utilização destes canais está no grau de
risco, pois, há a necessidade de um maior número de vendedores,
consequentemente, maior número de pedidos, maior quantidade de emissões
de notas fiscais, boletos, impostos, possibilidade de inadimplência, dentre
outras.
Figura 01 - Canal de Distribuição



14. POLÍTICA COMERCIAL / VENDAS
O óleo de algodão é um produto sazonal, o qual depende de
variáveis como condições climáticas, de solo, ocorrência de pragas, safra e
entressafra para o cultivo do algodão herbáceo, cujo óleo é extraído de suas
sementes, concorrência e preço das commodities. Tais variáveis influenciam
diretamente a disponibilidade do produto no mercado e, consequentemente, na
política de preço do mesmo. Em termos monetários, o óleo de algodão, em
comparação aos demais tipos de óleo vegetal, é mais caro.


FÁBRICA
ATACADISTA
CONSUMIDOR
VAREJISTA
CONSUMIDOR
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A estratégia de promoção do produto está no custo benefício
que o mesmo proporciona, por ser um óleo que rende quatro vezes mais em
relação aos demais e o fato de ser considerado um óleo nobre (tipo 1),
portanto, de maior qualidade, cabendo a utilização de políticas de marketing
para que o público tome conhecimento destas informações. Porém, no período
de plena safra do produto, a qual se caracteriza pela disponibilidade de uma
maior quantidade ofertada, a estratégia é lançá-lo a um preço equiparado ou
menor ao da concorrência, na maioria dos casos, a soja. Em contrapartida, no
período de entressafra há condições para lançar o produto a preços mais
elevados, pois há uma menor quantidade ofertada do produto para atender
uma maior quantidade demandada.
A política de compra está relacionada com os fornecedores da
semente de algodão, matéria-prima necessária para a produção do óleo, os
quais estão localizados em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, dando
preferência a efetuar as compras em Luis Eduardo Magalhães por ser mais
próximo, havendo uma diminuição no custo do frete. Não havendo matéria-
prima necessária para atender à demanda, a compra será feita em Barreiras.
A política de vendas está relacionada à atuação de
vendedores locais e representantes comerciais, os quais se responsabilizam
pela venda direta ao cliente, com total transparência, atendimento
personalizado e realização de pós vendam, com intuito de fidelizar o cliente e
alavancar as vendas.
A política de pagamento baseia-se na concessão de descontos
para pagamentos a vista e para compras a prazo, o período de 30, 60 e 90
dias, em cartão de crédito ou duplicatas.








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CONCLUSÃO

Conclui-se que para a implantação de uma indústria de óleo de
algodão na cidade de Petrolina, PE, necessita, nesta primeira etapa, de um
estudo detalhado do mercado, no que diz respeito às condições de demanda
do produto, de oferta, os clientes, a atuação dos concorrentes, características
do produto, dentre outros.
A indústria poderá enfrentar dificuldades quanto à política
regional, diante do momento de turbulência pelo qual a cidade está passando e
a existência de conflitos de interesses dos partidos políticos.

A estrutura hidroviária da região também é precária para
atender à demanda da empresa, podendo limitar e encarecer o transporte da
matéria-prima necessária para o processo produtivo. Assim são necessários,
por parte do Estado, investimentos de infraestrutura para o melhoramento das
condições de navegabilidade no rio São Francisco, onde será possível
transportar uma carga maior de matéria-prima, reduzindo os custos pela
diminuição do transporte rodoviário, permitindo, assim, o desafogamento das
estradas e, consequentemente, a diminuição da emissão de gases poluentes
no meio ambiente.
O transporte público da região também é deficitário, contando
apenas com os serviços de duas empresas. Assim, a cidade necessita de mais
investidores para incentivar a competitividade, aumentar a concorrência e
melhorar o serviço.
Outro fator limitante para a instalação e funcionamento da
referida indústria, é o fato da obrigatoriedade de se providenciar, junto aos
órgãos competentes, a Licença Ambiental, que pode ser dificultada tornando o
processo burocrático e a lentidão da consolidação da empresa.
A saúde na cidade também é um aspecto que precisa de
investimentos, pois não atende satisfatoriamente à demanda de Petrolina. É
um fator limitante para a empresa, pois implica que a mesma precisará arcar
com despesas de planos de saúde para seus colaboradores.



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ANEXOS
MARCAS