Nélida Abreu Marques

Bióloga - Consultora Ambiental

PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA)
IDENTIFICAÇÃO
1. IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL
Nome

Fernanda Thomé Moreira Martins

CPF/CNPJ

939.681.757-00

Identidade

04370453-5

Endereço

Rodovia Presidente Dutra – nº199

Município

Queimados

DDD

21

31746655

Instituto
Pacheco

Félix

UF

CEP

UF

RJ

Caixa Postal

Distrito
localidade

Fone

Órgão
expedidor

ou

Queimados

Fax

RJ

26360-120

E-mail

Pessoa física ( )

Pessoa jurídica (X)
(X) Proprietário

( ) Arrendatário

( ) Parceiro

( ) Posseiro

Condição do empreendedor
( ) Outros

2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Nome/Razão social

Ilha dos Mineiros Extração Mineral LTDA

Nome fantasia
Zona Rural ?

CNPJ
( ) Sim

Rodovia Presidente Dutra, S/N, Km 198

Município

Queimados

22 Fone

Distrito ou localidade

Caixa Postal

Queimados

31746655 ou35495566

Inscrição Estadual

UF

RJ

CEP

26360-120

Email
Inscrição Municipal

Os dados de correspondência são os mesmos do empreendimento?

Endereço

06.305.465/0001-37

( x) Não, preencha uma das opções ( ) Residencial ( ) Comercial
( x ) Industrial
ao lado

Endereço

DDD

Inscrição no INCRA

(X) Sim

( ) Não, preencha os
campos abaixo

para

Rua Major Fajardo, 231, Porto Velho do Cunha
Carmo – RJ – CEP: 28644-000

nabreumarques@gmail.com
www.bionel.net
(22)25379515 (22)81252215

Nélida Abreu Marques
Bióloga - Consultora Ambiental

correspondência
Caixa Postal
DDD

Município
Fone

UF

Fax

CEP

E-mail

3. IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS PELO ESTUDO AMBIENTAL
Nome

Nélida Abreu Marques

Endereço

Rua Major Fajardo

Município

Carmo

UF

RJ

E-MAIL

nabreumarques@gmail.com

CEP

REGISTRO NO
CONSELHO

CPF


Bairro

28644-000 DDD

42206/02

28644-000

22

231

Porto Velho do Cunha
FONE

25379515

FAX (22)25379515

Bióloga – Consultora
Ambiental

FORMAÇÃO
PROFISSIONAL

ART/ Outro
OUTROS PROFISSIONAIS PARTICIPANTES DO(S) ESTUDO(S)
NOME

Júlio Aguiar

FORMAÇÃO
PROFISSIONAL

ESTUDO

Geologia e Cubagem da Jazida

ART/Outro

NOME

Davi Abreu Marques

FORMAÇÃO
PROFISSIONAL

ESTUDO

Caracterização Geral e Planos de Controle e de
Recuperação Ambiental
ART/Outro

Rua Major Fajardo, 231, Porto Velho do Cunha
Carmo – RJ – CEP: 28644-000

Geólogo

Estagiando
Engenharia
Ambiental

nabreumarques@gmail.com
www.bionel.net
(22)25379515 (22)81252215

em

próximo à saída 206 Bacia Hidrográfica do Rio Sub-bacia hidrográfica Guandú Unidade de planejamento O empreendimento será Curso d’água e gestão de recursos abastecido por caminhão próximo hídricos pipa.Y) Referência localização adicional Grau 43 Min 38 Seg Y= Fuso Local (fazenda. Queimados-Rio Queimados e Rio Ipiranga Rio Guandú FINAL DO TRECHO Latitude Formato Lat/Long Grau 22 Longitude Min 44 Seg X= Formato UTM (X. mais Sub-bacia IV. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.483.Nélida Abreu Marques Bióloga .68 ( )22 ( ) 23 (X) 24 Fazenda para Município Queimados Km 30 da BR-116.com www.net (22)25379515 (22)81252215 . 231.150 Norte Formato UTM (X. sítio. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA ( ) SAD 69 ALEGRE Assinalar Datum (X) WGS 84 ( ) CÓRREGO INÍCIO DO TRECHO Latitude Formato Lat/Long Grau Longitude Min Seg Grau X= 7. sítio.Y) Referência localização adicional Bacia hidrográfica Seg Y=639.Consultora Ambiental 4. próximo à saída 206 Rua Major Fajardo. etc) 13. etc) Min ( )22 ( ) 23 (X) 24 Fazenda para Município Queimados Km 30 da BR-116.bionel.750 Leste Fuso Local (fazenda.

Consultora Ambiental Bacia hidrográfica Bacia Hidrográfica do Rio Sub-bacia hidrográfica Guandú Unidade de planejamento O empreendimento será Curso d’água e gestão de recursos abastecido por caminhão próximo hídricos pipa.000 xxx FASE DA REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL ( ) Fase de Licença Prévia (LP) ( X ) Fase de Licença de Instalação (LI) SITUAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ( ) Fase de Licença Prévia + Licença de Instalação (LPI) ( ) Fase de Licença de Operação (LO) ( ) Fase de Licença Ambiental Simplificada (LAS) ( ) Fase de Licença de Instalação e Operação (LIO) ( ) Licença Ambiental de Recuperação (LAR) ( ) Licença de Operação e Recuperação (LOR) ( ) Fase de Renovação de Licença Rua Major Fajardo. Queimados-Rio Queimados e Rio Ipiranga Rio Guandú REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL ATIVIDADE PRINCIPAL DO EMPREENDIMENTO Atividade principal Parâmetro/unidade ( X ) Extração de Saibro Produção (t/ano) bruta Quantidade Início atividade 120.com www. mais Sub-bacia IV.net (22)25379515 (22)81252215 da . 231. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.Nélida Abreu Marques Bióloga .bionel.

na Fazenda Ilha dos Mineiros.Consultora Ambiental CARACTERIZAÇÃO TÉCNICA DO EMPREENDIMENTO ÁREA ESTUDADA A área total da Fazenda Ilha dos Mineiros compreende 579.141-08 (documento dwg do AutoCad). 231. RELAÇÃO E DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS Neste tópico serão citados equipamentos utilizados para a extração de saibro. tendo os vértices que a delimitam. no município de Queimados. A área estudada no local específico de lavra possui 7. TIPO MARCA/MODELO QUANT CAPACIDADE M3/h ACIONAMENTO HYUNDAI 1 100 Motor a diesel CASE W20 1 300 Motor a diesel VOLVO EC210B 2 1.bionel. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 CONSUMO ESTIMADO DE OLEO POR DIA 100 l 180 l 200 l nabreumarques@gmail. cujo número de processo é 890.4460 há.17 ha e está inserida totalmente no interior da área total da fazenda. luvas. podendo ser acessada através do Km 30 da BR-116. a área requerida pela empresa ILHA DOS MINEIROS EXTRAÇÃO MINERAL LTDA encontra-se totalmente inserida na Zona Industrial do Município. conforme visualizado na tabela abaixo.000 Motor a diesel Trator de Esteira Carregadeira Escavadeira Pás manuais. ZONEAMENTO MUNICIPAL De acordo com informações obtidas junto à Prefeitura Municipal de Queimados. enxadas e enxadões e ferramentas De oficina Equipamentos de proteção (capacetes.Nélida Abreu Marques Bióloga .net (22)25379515 (22)81252215 .com www. próximo a saída 206. A área estudada neste processo está especificada no levantamento topográfico (anexo I) a este PCA. FUNCAO Remoção e limpeza Carregamento e limpeza Desmonte e carregamento 25 Serviços diversos 16 Porotecão individual Rua Major Fajardo.

com www. Com isto e através da do produto da área média entre duas seções e sua distância (D) foi obtido o volume entre duas seções. através da qual foram geradas seções de cubagens transversais a poligonal delimitadora e consequentemente a obtenção da área cada seção de cubagem. CUBAGEM DA JAZIDA A partir da superfície do terreno foram determinadas as espessuras em profundidade das camadas dos materiais pela da integração pares de perfis de sondagem. na escala 1:1.00 metros lineares de demarcação topográfica. onde foram utilizados GPS e Estação Total. 231. identificados por marcos de madeira. sendo que 4 irão trabalhar diretamente na área de desmonte e do carregamento e 1 na administração.Nélida Abreu Marques Bióloga . onde: Vp = volume entre duas seções em m3 Sn = área da seção considerada em m2 Sn+1 = área da seção posterior em m2 D = distância em metros entre as seções. Foram feitas também nove seções topográficas para auxílio na cubagem da Jazida. compreendendo aproximadamente 2100.0 metros.bionel. Nos mapas topográficos constam: vias de acessos principais: área para exploração: drenagem local: vegetação: edificações. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. A carga horária semanal de trabalho será a seguinte: Dia Segunda-feira a Sexta Horário 8:00 às 12:00h 12:00 às 13:00 h 13:00 às 17:00 h almoço Sábado 8:00 às 13:00 LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Foi executado um levantamento topográfico de detalhe na área.net (22)25379515 (22)81252215 .Consultora Ambiental RECURSOS HUMANOS E REGIME DE TRABALHO O empreendimento terá um total de 5 (cinco) funcionários. através das fórmulas abaixo: VP = [(Sn + Sn+1)/2] x D. sendo assim o volume total foi determinado por: Rua Major Fajardo. etc.0 em 1. foi determinada e reproduzida a área aflorante através de curvas de nível com equidistância de 1. sendo as demarcações principais e vértices da poligonal. Em seguida.000. sendo que o volume total foi obtido pelo somatório dos volumes entre duas seções.

13 C-C' 2.56 B-B' 1.14 352.313.72 D-D' 4.72 C-C' 2.317.107. resultando em uma reserva medida de 1.0 284.702.764.76 nabreumarques@gmail.64 49.81 G-G' 353. sendo assim.766.764.333.13 1.544. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 QUANTIDADE(t) 1.23 67.854. 231.59 40.55 3. as reservas foram recalculadas resultando nas seguintes quantidades: RESERVAS Reserva Medida de Saibro Rua Major Fajardo.Consultora Ambiental VT =  VP De posse dos dados obtidos em campo.0 42.210.36 6.313.55 E-E' 8.477.669.317.36 A quantidade total em toneladas foi obtida pela fórmula: Q T = VT X ME.0 189.0 220.213.876.0 288.698.36 F-F' 6. Entretanto.02 455.77 3. o equivalente a 1.net (22)25379515 (22)81252215 .107.45 124.289.702.98 D-D' 4.516.765.22 TOTAL 1.63 m3 de saibro (vide tabela abaixo).840. foi calculado o volume total medido de 619.14 B-B' 1. onde: QT = quantidade total em toneladas VT = volume total em m3 ME = massa específica Para a substancia saibro foi verificado que ela ocorre em aproximadamente 90% da área.840.698.43 E-E' 8. O método de cubagem utilizado apresenta um erro de avaliação em torno de 15 %.840.36 toneladas.963.64 35.876.35 metros cúbicos.473.030.499.44 F-F' 6.96 44.bionel.0 77.858. SEÇÃO ÁREA(m²) SEÇÃO ÁREA(m²) ÁREA MÉDIA(m2) DISTÂNCIA ENTRE AS SEÇÕES (m) VOLUME (m³) TONELAGEM (t) A-A' 725.40 461.35 1.073.102.102.81 7.72 2.43 34.477.79 66.423.12 302.048.com www.Nélida Abreu Marques Bióloga .

foi caracterizada a condição climática para região de Queimados. e o vento. Os fatores climáticos observados foram temperatura. A diversidade geológica.76 120.669.000 12.com www. abrangendo as vertentes da Serra do Mar. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.Consultora Ambiental VIDA ÚTIL DA JAZIDA Os cálculos de vida útil da jazida levam em consideração a reserva in situ. os tipos de relevo e os diferentes processos pedogenéticos são responsáveis pela Rua Major Fajardo. precipitação e evapotranspiração.499. O inverno é ameno e a sensação de frio somente se verifica em formas de ondas espasmódicas por ocasião das invasões do anticiclone polar e. A região é caracterizada por possuir clima quente com pelo menos três meses secos. e toda a zona pré-montanhosa. o verão climático é sempre quente e muito longo. embora a máxima se verifique normalmente em dezembro ou janeiro. com relevância na implantação de qualquer medida biológica para recuperação da área. de outubro a março. sendo que será levada em consideração que a produção de saibro será estimada em 10.000 toneladas por mês.49 Obs: Este valor pode sofrer alteração por conta de uma variação no volume produzido em decorrência de intempéries e do mercado. constituída pelo relevo residual de colina. possuindo como característica uma pequena estiagem nos meses de inverno e temperaturas médias elevadas (acima de 18° C) o ano inteiro. Segundo a classificação Köppen prevalece uma unidade de clima tipo AW. PEDOLOGIA Estes solos caracterizam-se por apresentar uma descontinuidade textural e hidráulica entre os horizontes A e B. A vida útil levado em consideração a produção efetuada será de: RESERVA MEDIDA (t) PRODUÇÃO (t/ano) VIDA ÚTIL (anos) 1. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL REGIONAL MEIO FÍSICO CLIMA A fim de um melhor planejamento para a lavra. e a sua explotação será compatível com o consumo do mercado e sua oscilação. com influência na quebra de sua ação sobre o material estocado.Nélida Abreu Marques Bióloga .bionel. 231.net (22)25379515 (22)81252215 .

GEOLOGIA  Geologia Regional A área alvo encontra-se situada no Bloco Baía de Guanabara. seja por baixa fertilidade ou por drenagem imperfeita. associado a latossolos vermelho-amarelos. preferencialmente. É possível encontrar cambissolos associados a latossolos. biotita e hornblenda. onde nove unidades pré-cambrianas destacam-se. de textura argilosa. com horizonte A moderado. assim como solos podzólicos.Consultora Ambiental grande variedade de tipos de solos que podem ser encontrados na região da Baixada Fluminense. os solos são do tipo podzólicos vermelho-amarelos. sendo oito delas constituídas por migmatitos. schollen e agmatítica). homogêneos e heterogêneos. microclina. os solos são do tipo cambissolo. 231. Sedimentos continentais terciários da Formação Barreiras e sedimentos continentais e marinhos quaternários completam a geologia regional. com horizonte A moderado. flebítica.bionel. São rochas de idades variáveis. gnaisses. e um magmatismo alcalino(Tercíário superior). com textura argilosa. exibindo estruturas migmatíticas variadas (estromática. gnaisses diversos e rochas granitóides que se distribuem da porção central do estado até a região centro norte. quartzitos e rochas de suítes charnoquíticas. Um granito leucocrático. nos tipos mais homogêneos possuem estrutura nebulítica. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. do Arqueano ao Tranzamazônico. A geologia regional apresenta-se subdivididos em várias unidades sendo elas: Complexo Rio Negro. Na planície sedimentar. com ou Rua Major Fajardo. também ocorrem a nível regional A área montanhosa .  Descrição das Unidades Estratigráficas Complexo Rio Negro Este complexo é formado por migmatitos. associados a solos podzólicos vermelhoamarelos. com perfil sem mudança textural abrupta e do tipo planossolos álicos. apresenta uma direção geral SW-NE. associados a soços orgânicos. provavelmente do cretáceo. de textura médio argilosa. onde se insere a área. póstectônico.net (22)25379515 (22)81252215 . intensamente retrabalhado no ciclo Brasiliano. álicos. granulação média a grosseira. Granitóides e Sedimentos Holocênicos. glei-humicos e solos orgânicos. distróficos. Ambos com textura areno-argilosa. diques de díabásio. Onde se encontram maciços escarpados. a norte da área. Nenhum dos solos caracterizados possui potencial de uso agrícola. Ainda nas áreas planas. A região é essencialmente morfoestrutural. plagioclásio. Nas áreas mais planas ocorrem planossolos de textura arenosas. encontram-se os solos glei-húmicos.com www. Possuem em geral. Mineralogicamente são constituídos de quartzo.Nélida Abreu Marques Bióloga .

édio (Almeida et ai. caracterizado por sedimentos arenosos a argilosos. em ambiente intraplaca. Os solos coluvionares caracterizam-se por apresentar cerca de meio de espessura. 231.  Geologia Local Essencialmente foram identificadas duas unidades holocênicas as inspeções de campo. durante a fase dtitte do processo de aüvação plataformal. pulaskitos ou umptekitos ligeiramente sub-saturados ou saturados e foiaítos. assentada em solos residuais. 2004) na Província Serra do Mar (Almeida 1983 inMantesso-Neto et aI. sienitos nefelínicos. com extratificações cruzadas e gradativas. Os contatos com as formações rochosas envolventes ora por contatos transicionais ora por contatos bruscos. mas se adapta às zonas de fraqueza pré-cambrianas. amarelada vermelha e creme. amarelado e Rua Major Fajardo.Nélida Abreu Marques Bióloga . destacam-se sienítos. de boa plasticidade com fragmentos de quartzo sub-anguloso.com www. areias e siltes inconsolidados.Consultora Ambiental sem granada subordinada. na base desse horizonte. O plutonismo alcalino (pipes. Rochas Alcalinas O magmatismo de composição alcalina ocorreu do Neocretáceo ao Eoceno Inferior/M. tipo meia laranja encaixados na baixada aluvíonar que preenche os vales entre os morros. com forma côncava. Corta uma porção do Maciço do Tinguá e Maciço do Mendanha. sob um regime tectônico de transcorrência sinistra I E-W (Ferrari et aI.2004). Apresenta poucas estruturas. 1969 in Mantesso-Neto et al. terminando com sedimentos pelíticos nas planícies aluvionares. encontrada em cotas a partir de 16 metros. e por vezes sedimentos argilo-orgânicos. porosa (podendo chegar a 50% de porosidade). 2004). Os depósitos aluvionares são compostos por cascalhos.bionel. constituindo morrotes.net (22)25379515 (22)81252215 . sendo constituido por argila-arenosa. sendo a sua maioria de natureza tectônica. constituído por um granito homogêneo de matriz quartzo-diorítica e magacristais hidiomórficos de microclina. areno-silto-argiloso. 1996 in Trotta. uma coluvíonar. Abaixo desse horizonte ocorre solo residual maduro. 1997 in Trotta 2004). Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. Esse evento magmático está relacionado à Reativação Wealdeniana (Almeida 1967. A origem deste magmatismo é parcialmente acompanhada pela tafrogênese que gerou o Gráben da Guanabara e as bacias terciárias. Granitóides É representado por rochas de idade pós a sim-brasiliana. stocks e plugs) concentra-se preferencialmente na região litorânea centro-sudeste do Estado. com destaque para a região de Rio Bonito. Apresenta-se em sua maioria em forma de blocos isolados. de coloração variegada (róseo. Sedimentos Holocênicos São representados por sedimentos de origem marinha e fluvial. Dentre as rochas alcalinas. adquirindo formas alongadas NE ou ENE (Almeida 1991 in'Trotta 2004).

de idade Neoproterozóica associada ao Arco Magmático Rio Negro (Tupinarobá 1999 in: Silva & Cunha 2001). Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. apresentando-se muito micácea. passando a solo saproiítico no horizonte inferíor com matriz arenosa micácea com fragmentos de feldaspato alterado e quartzo. Predominam na área de pesquisa rochas gnáissicas. biotita e anfibólio. verifica-se a falta dos porfiroclastos feldspáticos na rocha que apresenta uma composição mineralógica similar a rocha já descrita. plagioclásio. No segundo tipo. 231. Estes gnaisses foram divididos em dois grupos. Para esses autores a Unidade Rio Negro "compreende rochas extensamente migmatizadas.bionel. Pinto et aI. porém uma feição diferente da rocha descrita. gerado durante um estágio precoce da Orogenia Brasiliana. Os gnaisses mostram forte foliação de médio ângulo. e textura granolepidoblástica. imersos em matriz de granulação média. com minerais xenomórficos. A delimitação espacial das rochas torna-se complexa devido aos sedimentos atuais e recentes que repousaram horizontalmente sobre as rochas do embasamento cristalino de forma discordante. Areal e Miguel Pereira.net (22)25379515 (22)81252215 . Constituída por gnaisses cinzentos bandados de composição tonalitica-trondhjemítica-granítica (TTG) alterados a totalmente decompostos. A Unidade Rio Negro engloba aproximadamente toda a área de estudo. Estes sedimentos são mais comuns nas regiões baixas e em geral apresentam uma espessura de 20 metros. textura porfiroclástica. há cerca de 630 Ma (Tupinambá 1999. esbranquiçado a amarelado. compacto. passando por Duas Barras. com plagioclásio. O primeiro apresenta uma granulação grossa. As rochas encontradas na área de pesquisa pertencem Complexo Rio Negro. cujo paleossoma geralmente é composto por biotita gnaisse bandados que evolui para um tipo mais homogêneo designado de gnaisse granítico ou granito de composição granodiorítica a quatzo-diorítica".Consultora Ambiental asbranquiçado e creme) podendo atingir espessura de até 25 metros. leucocrática. (1980) (in Nummer 2009) projetam a Unidade Rio Negro para SW. Sumidouro. Rua Major Fajardo. quartzo. São José do Vale do Rio Preto. Representado no leste do Gráben da Guanabara pela Unidade Rio Negro que corta a Bacia do Rio guandu ao meio e possui uma direção NE-SW.Nélida Abreu Marques Bióloga . É caracterizado pela presença de pequenos porfiroclastos de k-feldspato branco. com granulação grossa. sendo cortada por veios pegmatíticos de granulação muito grossa e intrusões vulcânicas. segundo a sua granulometria e textura. in Silva & Cunha 2001). quartzo e biotita. o que lhe confere um aspecto xistoso. compostas por k-feldspato. contornando tratos setentrionais do Maciço Serra dos Orgãos.com www. com texturas porfiríticas recristalizadas e do tipo augen. A Unidade Rio Negro ocorre na forma de extenso e estreito envelope na porção mediana e meridional do Batólito Serra dos Órgãos.

epífitos. A estrutura e a composição dos diferentes stands. 015/60. existindo os liquens crustáceos e foliáceos. MEIO BIÓTICO FLORA A vegetação está sob o domínio da Mata Atlântica. dessa floresta são variáveis. Mas é comum que a estratificação não seja aparente. Os planos de fraturas são subverticais e verticais. 320/30 e 301/45. também os liquens arbustivos e musgos são poucos. e a falta ou escassez de sapopemas e raízes adventícias superficiais. Callistene major (dedal. A foliação gnáissica apresenta atitudes locais de 295/30. com atitudes de 080/66. plantas macrofilas.com www.net (22)25379515 (22)81252215 .ais de 60cm de diâmetro só aparecem nas proximidades das grotas.Consultora Ambiental As feições estruturais visíveis e mais marcantes na área de pesquisa são os planos de foliação dos gnaisses e as fraturas que podem ocorrer escalonadas. 298/35. 290/35. 293/63. o andar arbóreo superior alcança de 15 a 20m e as árvores co. Ocotea rígida (canela-amarela). sendo caracterizada por Rizzini (1997) como Floresta Pluvial Baixo Montana. 310/68. Seguem-se um estrato arbustivo-arbóreo e outro arbustivo. Cedrella fissilis (cedro). a ausência quase completa de lianas. 231. acompanhando as variações edafoclimáticas. 305/60. Nas zonas mais secas. 120/70. Machaerium villosum (jacarandá-pardo). quando comparadas com outras classificações da Mata Atlântica como a Floresta Pluvial Montana. notando-se um estrato arbóreo com submata arbustiva bastante densa. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. Algumas árvores conhecidas e características desta tipologia são: Piptadenia macroacarpa (angico). com o predomínio das espécies consideradas peridomiciliares. Copaifera langsdorffii (copaíba). alturas de 15 a 25 m e não passando de 40 a 60 cm de diâmetro. . Através da observação de campo. O que caracteriza e distingue essa floresta é o menor desenvolvimento. A par da escassez de lianas. um maior espaçamento com menor densidade entre os indivíduos.Nélida Abreu Marques Bióloga . palmeiras e de fetos arborescentes. Rua Major Fajardo. palmeiras e plantas macrofilas. Platypodium elegans (jacarandá-branco). FAUNA Na área ocorre pouca diversidade de espécies faunísticas. Persea cordata (maçaranduba).bionel. que são descritas a seguir: As espécies que podem ser encontradas comumente da avifauna são: Anu Preto (Crotophaga ani). Belangera tomentosa (salgueiro). 065/30. 065/60. epífitas. entrevista com a população vizinha e pesquisa bibliográfica foi possível listar algumas espécies predominantes. tendo as árvores do andar superior. tapicuru).

Pardal (Passer domesticus) e Urubu (Coragyps atratus). A baixa biodiversidade indica que a recomposição dá-se em solo fortemente intemperizado. e juntas constituem a bacia do rio Guandu.Consultora Ambiental Sanhaço (Thraupissayaca). ortópteros (gafanhotos e grilos). Da fauna entomológica observa-se lepdópteros (borboletas). Nos locais onde se verifica a recomposição natural de mata nativa. cujos cotetores principais convertem para a baía de Sepetiba. Sabiá Laranjeira (Turdus rufiventris). só são encontradas o bioma nativo Mata Atlântica em locais de maior altitude. com dominâncias de palmáceas. Os impactos constatados relacionam-se a emissão de particulados. Nas áreas de baixada destaca-se como vegetação predominante pastagem nativa. alteração de paisagem e mudança no uso do solo. Salvo raríssimas exceções. Nas elevações do relevo (¨meia laranja). SITUAÇÃO AMBIENTAL DA ÁREA A região onde se localiza o empreendimento se encontra altamente antropizada. em processos recentes. MEIO ANTRÓPICO A análise de impactos gerados sobre o meio antrópico refere-se à interferência do projeto sobre a população residente na área em que se estende a influência do projeto.com www. geração de efluentes líquidos. Rua Major Fajardo.Nélida Abreu Marques Bióloga .bionel. A área será abastecida por caminhão pipa. com forte dominância de palmeiras. RECURSOS HÍDRICOS Bacia Hidrográfica do Rio Guandu e a sub-bacia IV denominada Queimados. talpacoti). Bem te vi (Pitangus sulphuratus). coral verdadeira (Micrurus corallinus) dentre outras. Do grupo dos anfíbios foi observada a presença de algumas pererecas do gênero Hyla. há ocorrência de gramíneas e herbáceas. odonatas (libélulas). Rolinha (Columbina minutal e C. que é drenada pelos rios Queimados e Ipiranga. não sendo utilizado qualquer recurso hídrico local. himenópteros (marimbondos) e edípteros (mutucas). pode-se encontrar lagartos como o Ameiva ameiva e Tropidurus torquatos e serpentes como jararaca (Bothrops). O sistema hidrográfico apresentado engloba diversas sub-bacias hidrográficas. muitas vezes também utilizadas como pasto. a vegetação apresenta baixa diversidade de espécies.).net (22)25379515 (22)81252215 . Alternativamente verificamos áreas em processo natural de recomposição de vegetação de Mata Atlântica. Gavião carrapateiro (Milvago chimavchima). Pica pau do campo (Colaptes campestres). 231. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. onde não se preservou o banco natural de sementes. inclusive em áreas com tendências a alagamento. Em relação a herpetofauna existe uma diversidade de espécies. Coleirinho (Sporophila spp.

Os equipamentos utilizados também são os mesmos. o aspecto visual da mesma. A lavra de saibro no local procurará avançar no desmonte obedecendo sempre às condições de equilíbrio das encostas.net (22)25379515 (22)81252215 . cuja planta se encontra anexado a este trabalho. As operações unitárias também se concentram no decapeamento. principalmente seixos de quartzo. carregamento e transporte. Rua Major Fajardo. Neste método o desmonte será utilizado a força mecânica das escavadeiras. Toda a planificação da lavra teve como base principal o levantamento topográfico realizado no local. é suficiente para desagregar o insumo mineral.bionel. REJEITOS E PRODUTOS Uma mesma medida pode apresentar diversos tipos de saibro. procurando também melhorar qualidade de estabilidade da área minerada assim como. Da mesma forma não haverá um volume expressivo de rejeitos e não está prevista a estocagem de saibro. O método implicará em bermas variando entre 10 a 40 metros de largura aproximadamente com taludes inclinados com ângulos gerais de 45° e altura média de 10.com www. ou mesclado a outros tipos de maneira a melhorar a qualidade e por conseguinte.0 m e praça retangular com largura em torno de 30 a 200 metros e comprimento de 40 a 200 metros. desmonte do bem mineral por escavação direta. acompanhado do tombamento do saibro para a praça principal. EXTRAÇÃO A extração a céu aberto através do sistema clássico de bancadas escalonadas.Consultora Ambiental DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE LAVRA MÉTODO E ATIVIDADES DE LAVRA O método empregado será o de lavra a céu aberto por desmonte mecânico em bancadas descendentes. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. sem a necessidade de explosivos e seus acessórios. será efetuada das cotas mais altas para as mais baixas. o preço de venda. 231. Praticamente todo o matéria que poderia ser considerado como estéril é aproveitado e comercializado dentro das suas características originais. DISPOSIÇÃO DE ESTERIL. pás-carregadeiras ou tratores. no sentido descendente. DISPOSIÇÃO DOS REJEITOS SÓLIDOS O material grosseiro. foram delimitadas áreas modulares sequenciais para que o processo de lavra se dê com menor impacto ambiental.Nélida Abreu Marques Bióloga . ou seja. A lavra será por módulos. e fragmentos de rochas geralmente são utilizados na recomposição das estradas de acesso. Outras considerações relativas às condições geológicas e ambientais também foram levadas em consideração.

do topo da jazida em direção a sua base. tanto em quantidade quanto na qualidade da água. Dentro dos limites de segurança das pilhas não é permitido o estabelecimento de quaisquer edificações. ou seja. Em relação ao interior da jazida. ESTOCAGEM O carregamento do minério retirado diretamente da jazida ou dos locais de estocagem será efetuado por máquinas escavadeiras e caregadeiras e o transporte se dará através de caminhões.net (22)25379515 (22)81252215 . ficam proibidas edificações de qualquer natureza sem prévia e expressa autorização da autoridade competente.0 m3 COMERCIALIZAÇÃO A comercialização e o desenvolvimento da lavra estarão sempre de acordo com a demanda para evitar formações de estoque em excesso e seu uso “in natura” na construção civil elimina a necessidade de beneficiamento. deve ser realizado estudo técnico que avalie o impacto sobre os recursos hídricos. lagos ou outros cursos de água conforme normas vigentes. exceto edificações operacionais.Consultora Ambiental pois todo o desmonte deverá acompanhar o volume de vendas. amenos que as pilhas tenham estabilidade comprovada. enquanto as áreas não forem recuperadas. Estima-se um volume máximo pontual de estoque na ordem de 350. Rua Major Fajardo. cursos d´água e nascentes. Deve estar dentro dos limites autorizados do empreendimento ee Devem ser tomadas medidas técnicas e de segurança que permitam prever situações de risco. DIREÇÃO DO AVANÇO DA FRENTE DE LAVRA O avanço da frente de lavra se desenvolve a partir das bancadas localizadas nas cotas mais elevadas em direção das bancadas em cotas inferiores. A construção de depósitos próximos às áreas urbanas deve atender aos critérios estabelecidos pela legislação vigente garantindo a mitigação dos impactos. mesmo depois de recuperadas. Quando localizada em áreas a montante da captação de água sua construção deve garantir a preservação da citada captação. Em áreas de deposição de rejeitos e estéril tóxicos ou perigosos.bionel. No caso de disposição de estéril ou rejeitos sobre drenagens. Caso as condições acima descritas se alterem a disposição de estéril. 231. o avanço se dará na direção SW-NE.com www. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.Nélida Abreu Marques Bióloga . rejeitos e produtos devem observar os seguintes critérios:         Devem ser adotadas medidas para se evitar o arraste de sólidos para o interior de rios.

no meio antrópico. tendo como componente pedológico: . do solo pela geração de efluente sanitário. 231. antrópico e biótico. devido à contratação de mão de obra local. incluindo ações para:     Controlar o movimento dos estratos. devido à exposição do solo aos processos erosivos.Poluição do solo pela geração de efluente oleoso (devido à realização de manutenção. falhas e fraturas. . O assoreamento das drenagens. há alterações da paisagem pela atividade de extração mineral. No Componente Atmosférico: Rua Major Fajardo. decorrente da comercialização do material extraído. . gases.Consultora Ambiental ESTABILIDADE DOS TALUDES Devem ser adotados procedimentos técnicos de forma a controlar a estabilidade dos taludes. Verificar o impacto sobre a estabilidade de áreas lavradas e. Verificar a presença de fatores condicionantes de instabilidade dos taludes. Neste tipo de lavra os impactos ambientais ocorrem em geral no meio físico.Nélida Abreu Marques Bióloga .bionel. rochas alteradas. lubrificação e abastecimento de máquinas com óleo diesel). suprimento da matéria prima à construção civil e o desenvolvimento dos serviços de apoio contratados de terceiros. em especial. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTOS POSITIVOS IMPACTOS NEGATIVOS Os impactos positivos estão relacionados respectivamente nos quesitos renda e receita. água. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. observandose critérios de engenharia. tem influência direta no componente hídrico.com www.net (22)25379515 (22)81252215 .Impermeabilização do solo pela construção de locais para apoio operacional.Alteração no uso e ocupação do solo devido à instalação da atividade. aumento na arrecadação tributária do município. Monitorar as bancadas e taludes das minas a céu aberto. .Poluição. Já no componente Geomorfológico. No meio físico.

em conformidade com o ritmo de avanço previsto no Plano de Lavra. As plantas de controle geológico da mina devem ser atualizadas semestralmente. devido à grande circulação de máquinas e caminhões.Aumento do tráfico de veículos no entorno da instalação pela grande circulação de caminhões. revendo-se com Rua Major Fajardo. No meio antrópico: No sistema viário. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. a fauna existente acaba por ser afugentada e há supressão de espécies vegetais. interferindo no componente faunístico e florístico.com www. . No meio biótico: Com o aumento do tráfego de veículos. bem como a documentação topográfica pertinente.Suspensão de material particulado à atmosfera devido ao tráfico de máquinas e caminhões. o qual será mantido no local do empreendimento.Poluição atmosférica (Pela grande quantidade sedimentos do solo lançados ao ar). PLANO DE RECUPERAÇÃO RECOMPOSIÇÃO TOPOGRÁFICA A geometria da cava. tanto no terreno como pelas estradas de acesso secundárias e principais existentes no entorno do empreendimento. a critério do DNPM. .Consultora Ambiental . . os impactos negativos consideráveis são: . para exame por parte da fiscalização.Poluição atmosférica pelo uso do maquinário de apoio à atividade de lavra e pela movimentação de caminhões. 231.Nélida Abreu Marques Bióloga .Geração de sólidos em suspensão devido à circulação de sedimentos transportados. máquinas e equipamentos. pilhas e de outras estruturas devem ser atualizadas semestralmente ou em maior periodicidade.Poluição sonora.bionel.net (22)25379515 (22)81252215 . .

buscando a atração de fauna terrestre e a disponibilidade de alimentos para a fauna aquática.com www.  Longo prazo: O projeto de recomposição vegetal visa prioritariamente alavancar um processo de regeneração natural. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. os seguintes itens:            Os limites das concessões. Áreas revegetadas. REABILITAÇÃO E RECOMPOSIÇÃO VEGETAL Como objetivo final deste trabalho espera-se a formação de um ecossistema equilibrado e funcional.Nélida Abreu Marques Bióloga . Limites das faixas de segurança. Para o cumprimento dos objetivos finais há a necessidade de se estabelecer atividades que serão desenvolvidas a curto. O fluxo da fauna garante dispersão de sementes e aumento da biodiversidade. médio e longo prazo. Os contatos geológicos dos diferentes cortes na cobertura e no minério. O empreendimento deve possuir obrigatoriamente um acervo de plantas que. Os perímetros da lavra e sistemas de disposição.00 m (duzentos metros). através da criação de condições necessárias como a melhoria da qualidade do solo e o abrigo para a fauna local. Rua Major Fajardo. Falhas e diques interceptados e Delimitação das áreas de risco e de influência da lavra. tendo como base a necessidade de recuperação das funções antes desempenhadas.  Curto prazo: Inicialmente serão elaboradas e executadas melhorias na qualidade do solo.net (22)25379515 (22)81252215 . Limites da área de mineração. para então se pensar em recuperação ecológica. Ângulos laterais das faixas de segurança. 231. seguido de revegetação com espécies nativas. A seleção prevê a integração entre os diversos elos da cadeia. Cotas nos pontos significativos como no limite superior e inferior dos cortes na cobertura e no minério.bionel. em distâncias inferiores a 200. no que couber.  Médio prazo: A vegetação inicial possibilitará o surgimento do processo de sucessão vegetal espontâneo (revegetação natural). típico de Mata Atlântica. de acordo com os critérios técnicos que possibilitem a colonização da área. Dados referentes à espessura do minério ou das camadas mineradas. em conjunto.Consultora Ambiental freqüência todos os aspectos ligados à estabilidade das estruturas.

após o término da atividade de mineração. seja por decapeamento. Nas bermas.bionel. poderão ser recuperadas com a mesma medida. tomando as seguintes precauções.Nélida Abreu Marques Bióloga . baixa disponibilidade hídrica e instabilidade física.com www. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. independente de sua localização e uso passado. onde a declividade é bastante suave.Consultora Ambiental Sistematização das Operações de Reabilitação e Recomposição Florestal Áreas planas: A medida de recomposição que deverá ser implantadas nessas áreas são as mesmas. Em todos os locais onde Rua Major Fajardo. 231.O plantio se dará em locais onde houve alteração do solo. seja por movimentação de terra.00m) do talude a jusante. Necessita-se que tais espécies não aumentem o peso do talude desestabilizando-o fisicamente.  A 1ª linha de árvores: Deverá ficar a um metro (1.net (22)25379515 (22)81252215 . 1 metro 2 metros 2 metros 3 metros Talude Berma Comprimento = 8 metros Talude Áreas em declive (talude) _ a recomposição vegetal a ser implantada nessas áreas.00m) do talude a montante. requer a adaptação por parte das espécies utilizadas para situações de muito estresse como baixa fertilidade. porém também devem executar as funções de proteção ao solo e a contenção do talude. Pode ser utilizada tanto nas áreas que não serão mineradas assim como nas áreas de servidão.  A 3ª linha de árvores: Deverá ficar a três metros (3. PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO Etapas da recomposição florestal (áreas planas): Amostragem de solo: . havendo necessidade de se conhecer o substrato a ser trabalhado.

 As espécies arbóreas podem ser selecionadas na listagem a seguir.com www.net (22)25379515 (22)81252215 .Nélida Abreu Marques Bióloga . com vistas à análise como base para a adubação correta. dando-se preferência às frutíferas ou atrativas da fauna.bionel. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. 231. GRUPOS ECOLÓLICOS ESPAÇAMENTO 3X2 Leguminosas/Rápido Crescimento 36% Pioneiras 36% Secundárias Iniciais 14% Secundárias Tardias 7% Climax 7% Mudas Nativas para Reflorestamento Nome Popular Açoita Cavalo Miúdo Aldrago Alecrim De Campinas Alelueiro (Pau Cigarra) Algodoeiro Algodoeiro Branco/Vermelho Amarelinho Amendoim-Bravo Amora /Taiúva Anda-Assu Angico Branco Angico Da Mata/ Gurucaia Angico Vermelho Anjico Rajado Araça Amarelo Araça Roxo Araribá Araticum Araucária Aroeira Brava Nome Científico Luehea divaricata Pterocarpus violaceus Holocalyx balansae Helioocarpus americanus Heliocarpus americanus Helietta apiculata Maclura tinctoria Joannesia princeps Anadenanthera colubrina Parapiptadenia rigida Anadenanthera macrocarpa Leucochloron incuriale Psidium cattleianum Psidium myrtoides Centrolobium tomentosum Rollinia sylvatica Araucaria angustifolia Litharea molleoides Rua Major Fajardo. A proporção entre os grupos ecológicos deve obedecer à distribuição a seguir. deve-se proceder à retirada de amostras de solo.Consultora Ambiental se dará a recomposição vegetal.

bionel.Consultora Ambiental Aroeira Pimenteira Schinus terebinthifolius Aroeira Preta/Verdadeira Myracrodruon urundeuva Aroeira Salsa Schinus molle Arvore Da Chuva Melanoxylon brauna Babosa Cordia superba Bico De Pato Machaerium nyctitans Bracatinga Mimosa scabrella Branquilho Sebastiana commersoniana Cabreúva Myroxylon peruiferum Café De Bugre Cordia ecalyculata Canafístula Phethoforum dubium Canela Bosta/Canela Fedida Ocotea corymbosa Canela Guaica Octea puberula Canelinha/Canela Ferugem Nectandra megapotamica Canjerana Cabralea canjerana Canudo De Pito Senna bicapsularis Capixingui Croton floribundus Capororoca Rapanea ferruginea Caroba Branca Sparattosperma leucanthum Carobinha Jacarandá puberula Casca D'anta Rauwolfia sellowii Cassia Grande Cassia grandis Castanha De Macaco Couroupita guianensis Castanha Do Maranhão Bombacopsis glabra Caviúna Machaerium scleroxylon Cebolão Phytolacca dioica Cedro Rosa Cedrela fissilis Cereja Do Mato/Ivai/Cereja do Rio Grande Eugenia involucrata Chimbuva Enterolobium timbouva Chuva De Ouro Cassia ferruginea Chuva De Ouro Lophantera lactescens Colorau Bixa orellana Copaíba Copaifera langsdorffi Coração De Negro Poecilanthe parviflora Corticeira Da Serra Erythrina falcata Dedaleiro Lafoensia pacari Embaúba Branca Cecropia pachystachya Embaúba Vermelha / Preta Cecropia hololeuca Rua Major Fajardo.Nélida Abreu Marques Bióloga . Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. 231.net (22)25379515 (22)81252215 .com www.

bionel.Consultora Ambiental Embira De Sapo Embira De Sapo/Feijão Cru Espinheira Santa Esporão De Galo Falso Barbatimão Fedegoso Fedegoso Figueira Branca Folha De Serra Fruta Do Conde Fruta-De-Jacu Fruto De Pombo Fumo Bravo Gabiroba Genipapo Goiaba Graviola Gravitinga Grumixama Guaçatonga/Cafezinho Guajuvira Guamirim Guanandi Guapuruvu Guarantã Guarantu Guaritá Guatambu Imbiruçu Ingá Ingá Amarelo Ingá Bravo Inga De Macaco Inga De Metro Ipê Amarelo Ipê Amarelo Ipê Amarelo Da Serra Ipê Amarelo Do Brejo Lonchocarpus guillemineanus Lonchocarpus muehlbergianus Pachystroma longifolium Acnistus arborescens Cassia leptophylla Senna macrantera Senna ocidentalis Ficus guaranitica Sorocea bompland Poecilanthe parviflora Cordia sellowiana Rhamnus sphaerosperma Solanum granuloso leprosum Campomanesia xanthocarpa Genipa americana Psidium guajava Annona crassiflora Solanum granuloso leprosun Eugenia brasiliensis Casearia sylvestris Patagonula americana Eugenia glazioviana Calophyllum brasiliensis Schizolobium parayba Esenbecckia leiocarpa Casearia lasiophylla Astronium graveolens Aspidosperma subincanum Pseudobombax longiflorum Campomanesia xanthocarpa Genipa americana Tachigali multijuga Ingá sessilis Inga edulis Handroanthus chrysotrichus Tabebuia chrysotricha Handroanthus albus Handroanthus umbellatus Rua Major Fajardo.net (22)25379515 (22)81252215 . Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.Nélida Abreu Marques Bióloga .com www. 231.

bionel.Consultora Ambiental Ipê Amarelo Do Brejo Ipê Branco Ipê Felpudo Ipê Rosa Ipê Roxo Ipê Roxo Ipê Roxo Do Grande Ipê Roxo Sete Folhas Ipê Roxo Sete Folhas Ipê Verde/Caroba Jaboticaba Grande Jaboticaba Pequena/Sabará Jacaranda Caroba Jacaranda Do Campo Jacaranda Mimoso /Branco Jatobá Jenipapo Jequitibá Branco Jerivá Joa Jurubeba Laranja De Macaco Leiteira Leiteiro Limão Bravo Lixeira Louro Pardo Louveira Mamão Jaracatia/Mamãozinho Mamica De Porca Mamiqueira Fedorenta Mamoninha Manacá Da Serra Maria Mole Maria Preta Maricá Marmelinho Monjoleiro Tabebuia umbellata Tabebuia roseoalba Zeyheria tuberculosa Tabebuia pentaphylla Handroanthus avellanedae Tabebuia impetiiginosa Handroanthus impetiginosus Handroanthus heptaphyllus Tabebuia heptaphylla Tabebuia antisyphilitica Myrciaria cauliflora Myrciaria cauliflora/Plinia trunciflora Tabebuia chrysotricha Platypodium elegans Jacarandá cuspidipolia Hymenaea courbaril Genipa infudibuliformis Cariniana estrellensis Syagrus romanzoffiana Solanum pseudo Solanum paniculatum Posoqueria latifolia Sapium glandulatum Tabernaemontana hystrix Seguieria langsdorffii Aloysia virgata Cordia trichotoma Cyclolobium vecchii Carica quercifolia Zanthoxylum rhoifolium Zanthoxylum caribaeum Mabea fistulifera Tibouchina mutabilis Dendropanax cuneatum Senna alata Mimosa bimucronata Diospyros inconstans Senegalia polyphylla Rua Major Fajardo.Nélida Abreu Marques Bióloga . 231. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.com www.net (22)25379515 (22)81252215 .

Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. 231.Nélida Abreu Marques Bióloga .Consultora Ambiental Morototo Mulungu Mutambo Oiti Óleo Pardo Olho De Cabra Olho De Cabra Pacová De Macaco Paineira Palmito Açai Palmito Juçara Pata De Vaca/Bugreiro Pau Brasil Pau D'alho Pau Ferro Pau Formiga Pau Jacaré Pau Jangada Pau Marfim Peroba Rosa Pitanga Quaresmeira Roxa Sabão De Soldado Sansão Do Campo Sangra D'água Sapopema Sapucaia Sapuva Sibipiruna Tamanqueiro Tapia Tarumã Timburi Unha De Vaca Urucum Uvaia Schefflera morototoni Erytrina speciosa Gazuma ulmifolia Liconia tomentosa Myrocarpus frondosus Ormosia arborea Ormosia arborea Swartzia langsdorffii Chorisia speciosa Euterpe oleracea Euterpe edulis Littharae brasiliensis Caesalpinia echinata Integrofolia gallesia Caesalpina ferrea Triplaris americana Piptadenia gonoacantha Apeiba tibourbou Balfourodendrom riedelianum Aspidosperma polyneron Eugenia uniflora Tibouchina granulosa Saponina saponaria Mimosa caesalpiniaefolia Croton urucurana Slonea monosperma Lecythia pleonis Machaerium stipitatum Caesalpinia peltoporoides Aegiphila sellowiana Alchornea sidaefolia Vitex polygama Enterolobium contortisiliquum Bauhinia forticata Bixa orelana Eugenia pyriformis Observação: Rua Major Fajardo.net (22)25379515 (22)81252215 .bionel.com www.

Deve-se atentar no momento da implantação a manter a maioria da distância possível entre as mudas de mesma espécie criando um fragmento heterogêneo.a terra retirada da cova deve ser misturada a seis quilos de matéria orgânica. serão marcadas covas distribuídas em quincôncio. é necessário deixa-las em condições ambientais com pleno sol e irrigação esparsa. 150g de adubo NPK fórmula 10:10:10 e 100g de calcário (adubação sujeita a alterações de acordo com resultados da amostra de solo). PREPARO DA ÁREA: Nas áreas planas. Adubação de plantio: .00 x 2.40 m.Para garantir o pegamento das mudas. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. as covas terão dimensão de 0.Consultora Ambiental .net (22)25379515 (22)81252215 .o plantio de leguminosas intercalado com as espécies arbóreas atua na melhoria das condições físicoquímicas do solo.00 m. com a disposição espacial dos grupos ecológicos. similar ao ecossistema nativo (Mata Atlântica). MODELO PARA PREPARO DA ÁREA ____3m____ 2m Plantio em quincôncio.com www. Controle de pragas: Rua Major Fajardo. por uma semana.40 x 0. 231. resultando em consórcio benéfico para as mudas destinadas a recomposição vegetal e na aceleração do processo de reestruturação das propriedades físicas e químicas do solo.Nélida Abreu Marques Bióloga . no espaçamento de 3. Adubação verde: .40 x 0.bionel.

e dependendo da época seguida de irrigação. evitando a competição de ervas daninhas por água. enxofre e precipitação de alumínio na forma de hidróxido. e conforme necessidade destacada. desvia-se a água que escoaria superficialmente. onde existe uma necessidade de maior rusticidade das espécies escolhidas e maior capacidade de estabilização da encosta. evitando o surgimento de processos erosivos e desbarrancamentos em sua rampa. Após conformação topográfica e limpeza. Para garantir a proteção dos taludes antes do desenvolvimento completo das medidas biológicas.devem ser realizados três meses após o plantio em caso de perdas acima de 10% no número de mudas plantadas. Tratos culturais: . ou seguido de irrigação.Consultora Ambiental . num raio de aproximadamente 50cm. deverá ser realizada uma calagem através da aplicação de 1500kg/há de calcário dolomítico. Etapas da recomposição vegetal (áreas em declive-taludes): A estratégia de atuação foi traçada para os taludes de corte.o coroamento consiste em roçar a área próxima às plantas. tomando-se o cuidado de nivelar o colo da planta com o solo e de aprumar a muda. renovar o controle a cada dois meses. As mudas devem ser plantadas sem o saco plástico. Serão realizados seis meses após o plantio. baixa toxidez e grande eficiência. Plantio: . Essa prática deverá ser executada de Rua Major Fajardo. A aplicação das iscas será repetida a cada dois meses. magnésio.as formigas cortadeiras dos gêneros Atta e Acromyrmex são pragas altamente prejudiciais em reflorestamentos. 231. Na época de chuvas será usada porta iscas. Preparo do terreno Calagem A calagem objetiva a correção do solo em termos de PH.net (22)25379515 (22)81252215 . após o pegamento.com www. nutrientes e espaço. com proporção de 1:1. Replantio: . Convém controlá-las antes do plantio. Este serviço deve ser efetuado aproximadamente a cada dois meses. cálcio. Desta forma. A adubação de cobertura é importante para auxiliar no desenvolvimento das mudas.Nélida Abreu Marques Bióloga . Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail.o plantio deve ser executado em dias chuvosos ou nublado. se faz necessária a construção de pequenas obras de drenagem (drenos) a montante a juzante.bionel. Observação: O uso de iscas formicidas é indicado pela facilidade de aplicação.

com www. desenvolvendo raízes de grande volume. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. tendo um bom desenvolvimento em ambientes estressados. NOME VULGAR NOME CIENTÍFICO FAMÍLIA DENSIDADE(kg/há) Mucuna preta Mucuna aterrima Leguminosa 28 Feijão de porco Canavalia ensiformis Leguminosa 27 Crotalária Crotalaria ensiformis Leguminosa 24 Milheto Pannisetum glaucum Gramínea 21 Feijão guandu Cajanus cajan Leguminosa 17 Nabo forrajeiro Raphunus sativus Crucífera 18 Rua Major Fajardo. sendo a densidade e as espécies descritas no quadro abaixo. onde o talude é escarificado. 300 kg/há de cloreto de potássio e 1000 kg/há de cama de galinha bem curtidos. A semeadura consiste no lançamento do coquetel de sementes já inoculadas misturadas com: o fosfato natural na proporção de 400 kg/há. Apresentam grande aporte de biomassa. Deve ser utilizado o coquetel de sementes de leguminosas na proporção de 150 kg/há. visando à incorporação do calcário ao substrato. sendo a mistura bem homogeneizada.50 m entre covas. elevando seu peso. objetivou-se espécies capazes de promoverem um reequilíbrio ambiental. Escolha de espécies e plantio Como critério de seleção das espécies a serem utilizadas na revegetação do talude. esta deve ser utilizada no mesmo dia devido à maioria das sementes serem higroscópicas. estabilizando a movimentação do talude. 231.bionel. As micro-covas deverão ser dispostas de forma desencontrada. espaçadas de 0. Micro-Covoamento O microcovoamento consiste na abertura de pequenas covas ou micro-covas sobre toda a superfície de solo/substrato exposto de taludes. Cabe ressaltar que ao fazer a mistura. São extremamente rústicas e agressivas.net (22)25379515 (22)81252215 .Consultora Ambiental 60 a 30 dias antes do plantio. seguida da imediata escarificação manual da superfície do terreno com o auxílio de ancinho ou rastelo. Outros fatores importantes foram a fácil obtenção no mercado e o conhecimento científico da espécie além da aplicabilidade técnica na prática. ou seja. através da execução das funções ecológicas em curto espaço de tempo. ligeiramente inclinados para dentro do talude. a uma profundidade variando de 3 a 5 cm.25 a 0. o que futuramente poderia acarretar a desestabilização com posterior quedo do talude. Não desenvolve caules volumosos.Nélida Abreu Marques Bióloga . protegendo solo dos processos erosivos e favorecendo os processos ecos-hidrológicos constituintes da estabilidade dos sistemas naturais. em quincôncio (Figura 4). Técnica semelhante à utilizada na revegetação por hidrossemeadura.

mantendo a semente protegida do sol e do calor excessivo.  Para melhor aderência dos inoculantes. Estes projetos deverão atentar para as cotas referentes ao entorno da área. preferencialmente.Consultora Ambiental Girassol Helianthus anuus TOTAL Composta 15 150 Para as espécies da família leguminosa. Dependendo da nova função da área. O ressemeio e replantio torna-se necessário nas áreas onde o índice de germinação for inferior a 80%. Monitoramento Consiste na observação in loco duas semanas após a implantação. em máquinas próprias.com www. assim como a avaliação das drenagens existente de forma a ser evitado carreamento de partículas e por conseguinte assoreamento. avaliando o índice de germinação e desenvolvimento das plantas. Nesta hipótese. recomenda-se umedecer a semente com 300 mL/50kg de de semente com água açucarada a 10% (100 g de açúcar e complementar para um litro de água).bionel. qualidade dos serviços executados. presença de processos erosivos e ataque de pragas e doenças. poderá vir a ser utilizado parcialmente no Plano de Reabilitação. em demasia..net (22)25379515 (22)81252215 . USO E CENÁRIO FUTURO DA ÁREA Considerando-se a hipótese de exploração parcial da jazida o cenário futuro será um morro revegetado com as bermas recobertas. No caso de exploração total da jazida. restará no local uma grande área aproximadamente plana.  É imprescindível que a distribuição do inoculante seja uniforme em todas as sementes para que tenhamos o benefício a fixação biológica do nitrogênio em todas as plantas. uma parte do PRAD. Antes da exaustão da reserva estarão denidos. tambor giratório ou betoneira. as sementes deverão ser inoculadas com os seguintes critérios:  Fazer a inoculação à sombra e efetuar a semeadura no mesmo dia. pois altas temperaturas reduzem o número de bactérias viáveis aderidas à semente. o Projeto de Terraplanagem assim como o Projeto de Microdrenagem.Nélida Abreu Marques Bióloga . o cenário futuro aponta para uma área adequada para a instalação de uma indústria considerando-se a vocação da região. para qual se dará uma nova função. do depósito da semente. A ressemeadura deve ser realizada nos locais onde o índice de germinação for inferior a 80% da área. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. 231. MONITORAMENTO Rua Major Fajardo. A distribuição da mistura adesiva mais inoculante nas sementes deve ser feita.  Evitar o aquecimento.

Nélida Abreu Marques Bióloga .  Regeneração natural. (X) Anexo II.Mapas e Plantas da área de lavra.Cópias das ART’s e dos comprovantes de pagamentos. Rua Major Fajardo. CRONOGRAMA ATIVIDADES ANOS OPERAÇÕES DE LAVRA 1º AO PENÚLTIMO ANO RECOMPOSIÇÃO TOPOGRÁFICA 2º AO ÚLTIMO ANO/1º SEMESTRE RECOMPOSIÇÃO DA VEGETAÇÃO 2º ANO/2º SEMESTRE AO ÚLTIMO ANO/1º SEMESTRE PROJETO DE USO FUTURO DA ÁREA NO PENÚLTIMO E ÚLTIMO ANO/1º SEMESTRE MONITORAMENTO 1º ANO/2º SEMESTRE AO ÚLTIMO ANO ANEXOS (X) Anexo I .Consultora Ambiental Para monitorar os impactos sobre os meios físico.net (22)25379515 (22)81252215 . foram selecionados os seguintes indicadores:  Controle de cotas e inclinação de talude a partir de controle topográfico.  Processo de recobrimento efetivo do solo. 231.  Assoreamento dos corpos d´água da circunvinhança. Porto Velho do Cunha Carmo – RJ – CEP: 28644-000 nabreumarques@gmail. biótico e antrópico da atividade mineira.  Pegamento e desenvolvimento das mudas plantadas.bionel.com www.  Retorno espontâneo da fauna nativa.