Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e
Urbanismo – FEC

CV 841 – ECOLOGIA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL
TRABALHO SEMESTRAL – PESQUISA DE CAMPO

Mario Kazuo Yamashita 121204
Hugo Mesquita Borges 121004
Felipe Dini 116751

CAMPINAS
2014

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1.INTRODUÇÃO
O seguinte trabalho tem como objetivo apresentar algumas imagens, problemas, e
ações de baixo impacto nas áreas definidas em aula. De acordo com o sorteio, o respectivo
grupo ficou responsável pelas áreas c, tanto na região da Universidade Estadual de Campinas
como na moradia.
A área da Unicamp foi dividida em uma série de regiões, e o grupo responsável por
quatro partes, três próximas ao Ciclo Básico (CB) e uma na região das áreas médicas.
A área da moradia foi dividida em 6 regiões e a área a ser estudada se localiza na
região central. Essas divisões podem ser observadas nas figuras 1 e 2

Figura 1 – Região da Universidade Estadual de Campinas

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Figura 2 – Divisão das áreas da moradia
2. CICLO BÁSICO
Como a região de estudo é presente no cotidiano do grupo é possível apresentar uma
solução para os problemas já observados ao longo da graduação.
Na Figura 3 é possível observar que um grande problema é o tráfego da região, junto
com a falta de lugar e irregularidades para estacionar. Além dos problemas dos motoristas é
possível também citar os pedestres e principalmente os ciclistas, nos quais estão sujeitos a
acidentes por imprudências e falta de atenção dos motoristas.

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Como solução decidiu-se restringir as ruas ao redor da praça central apenas para
pedestres, ciclistas e ônibus. Seria criada uma série de pontos nos quais se alugariam
bicicletas, apenas com o uso do cartão de estudante da própria universidade. Sendo assim, o
ciclista poderia pegar a bicicleta e devolver em algum outro ponto mais próximo do seu
destino.
Para quem as pessoas que não sabem ou não querem andar de bicicleta, existiriam
pontos de ônibus onde a rota seria apenas ao redor da praça e seus entornos. Os ônibus
seriam equipados com sistema para deficientes físicos, pois não podemos esquecer que a
Unicamp apresenta muitos estudantes com necessidades especiais.
Para restringir o acesso apenas para os ônibus e carros autorizados, instalariam um
sistema de catraca pelas ruas que dão acesso ao local. Para alunos e funcionários que
necessitam do carro para chegar entorno do CB seriam criados bolsões de estacionamento
para que as pessoas estacionassem seus carros de maneira correta, sem infringir leis de
trânsito e pudessem pegar o ônibus ou bicicleta para chegar ao destino.

Figura 3 - Trânsito em torno da praça central
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3. ÁREA MÉDICA
Como a região de estudo não é frequentada pelos integrantes do grupo, resolveu-se
fazer uma série de entrevistas, tanto com pessoas que frequentam a área como funcionários.
Além disso, foram tiradas algumas fotos tanto dos pontos negativos como positivos
observados pelo grupo. A figura 4 é uma foto de satélite, no qual a área em estudo não
apresenta o centro esportivo construído para os cursos da farmácia, medicina e fonodiaulogia.

FIGURA 4 – Foto de satélite da área estudada
Sendo assim, pode-se perceber uma grande área sem qualquer construção. De acordo
com os funcionários a região não precisa ser modificada. As duas entrevistadas (Luciana
Cristina e Laura Fernandes, ambas funcionárias) alegaram que chegam ao local de trabalho de
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carro (figura 5 e 6), e estacionam o carro no bolsão do hemocentro, reclamando que quase
sempre não há um local para estacionar. Sendo assim, para desafogar o tráfego dessa região,
seria proposto um bolsão de estacionamento nessa área verde, sem nada construído.
Além disso, as duas disseram que foi positiva a construção do centro poliesportivo,
porém, o mesmo só pode ser utilizado por estudantes (figura 7, 8 e 9).
Pode-se perceber que não há a presença de pontos de ônibus, logo uma das ações
seria a instalação dos mesmos.
Por fim, outro problema reportado foi o fluxo intenso na hora da manhã. Para tentar
solucionar tal problema, poder-se-ia mudar o sentido das entradas, tanto essa como a outra
localizada a esquerda, no qual apenas uma entrada serveria para chegar a UNICAMP e Barão
Geraldo, e a outra para sair da UNICAMP.

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FIGURA 5 – Entrada hemocentro

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FIGURA 6 – Entrada hemocentro

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FIGURA 7 – Quadra centro poliesportivo

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FIGURA 8 – Quadra centro poliesportivo

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FIGURA 9 – Lixeiras centro poliesportivo

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FIGURA 10 – Área ao lado do centro poliesportivo
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FIGURA 11 – Área ao lado do centro poliesportivo

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4. MORADIA
Como na área anterior, foi realizada uma entrevista com dois “moradores” da moradia,
Alex Garcia e Daniela Correa, que na verdade estavam ficando lá no estúdio de uma amiga, e
de acordo com eles, a moradia da UNICAMP é a melhor entre as muitas visitadas por eles (USP,
UFSC,UFRJ). De acordo com eles, há uma série de pontos positivos, como os centros de
vivência (CV) nos quais existe uma série de cursos. Porém, como visto pelo grupo, há 3 centros
de vivência que são separados, na verdade, de acordo com o pensamento do grupo dever-se-ia
existir apenas um centro de vivencia, unificando todos os cursos que acontecem em um só
lugar (yoga, meditação, inglês, espanhol).
Além disso, a quadra de vôlei (figura 12) poderia ser arrumada, além da restauração de
alguns prédios, os quais não apresentam acabamento. (figura 13)
Há árvores frutíferas plantadas pelos moradores (bananeiras, coqueiros, amoreiras).
(figura 14, 15 e 16).
Em cima da laje do centro de vivência poder-se-ia instalar jardins verdes, diminuindo o
calor e, além disso, ajudando no paisagismo.
Não há serviço de internet fornecido pela UNICAMP, logo eles têm que contratar de um
morador que faz uma espécie de “gato”.
O transporte foi bastante criticado. Na verdade, o ônibus circular demora muito para
passar (em torno de 1 h) formando filas e lotação em determinados horários, especialmente
após as 20 horas.
Por fim, há dois tipos de lugares para morar, os estúdios e as casas. As casas apresentam
uma cozinha/lavanderia uma sala e um quarto e geralmente é dividido por 4 moradores. Os
estúdios são destinados para mulheres com filhos. Logo, de acordo com eles, o estúdio
apresenta tamanho suficiente, porém, as casas são consideradas muito pequenas.

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FIGURA 12 – Campo de vôlei

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FIGURA 13 – Teto sem acabamento

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FIGURA 14 – Árvores plantadas pelos moradores

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FIGURA 15 – Árvores plantadas pelos moradores

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FIGURA 16 – Árvores plantadas pelos moradores

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