QUEM SOMOS? FUNCIONAMENTO? AFINAL, POR QUÊ POLIFONIA?

Nem horizontalidade, nem hierarquização
pouco eficiente.

Trabalho coletivo para além dos seis nomes
da Diretoria, para além de individualismos e
para além de um ano de gestão.

Setorizar funções por meio da reformulação
dos antigos departamentos e criação de
novos.

“A Chapa Polifonia se coloca à disposição para garantir as
funções estatutárias do Centro Acadêmico Antônio Junqueira de Azevedo
sem, contudo, diminuir a relevância inquestionável da política estudantil
como via de ruptura com a alienação da universidade com a realidade que
a permeia. “

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
Dimp: Departamento de Imprensa
 Construir uma gestão norteada pela transparência.
Faz-se necessário, portanto, estabelecer um canal de comunicação
permanente e eficaz.

Reformulação do JUNQs:
edições bimestrais; espaço para
alunos, movimentos sociais e outros
CAs; calendário com atividades na
FDRP, no campus e na cidade.

Criação da Ouvidoria:
críticas, elogios, sugestões e dúvidas
poderão ser enviadas e o Dimp fará o
repasse das mesmas para os
departamentos respectivos.
Criação da Portal da
Transparência: repasse mensal de
gastos da gestão.

“Acreditamos no diálogo amplo e irrestrito com os alunos e as
alunas da FDRP para a construção do nosso Centro Acadêmico. Para tanto,
nesse sentido, faz-se necessário um canal de comunicação permanente e
eficaz.”

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
DCult: Departamento de Cultura
 Promover e viabilizar maior acesso à cultura;
Trabalhando junto ao DEAS queremos trazer para dentro dos muros da
faculdade grupos artísticos [de diversos setores prezando pela pluralidade] e
estimular e sensibilizar os estudantes para essa questão.
+ arte na FDRP;

+ diálogo entre as Entidades;
promovendo maior interação e
atendendo demandas do corpo
discente.
+ reestruturação da biblioteca.

“Esse espaço de troca de conhecimentos deve ser constantemente
revitalizado por rodas de conversa; palestras; assembleias e eventos
culturais que se façam mais do que visíveis no cotidiano dos estudantes,
mas constituam instrumento de empoderamento político. Isso é um
trabalho igualmente árduo e gratificante se entendermos.”

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
DEAS: Departamento de Extensão
e Assistência Social
 Fomentar a integração entre a
comunidade e a FDRP para além
dos muros universitários.

 Aproximar o conhecimento jurídico
adquirido nos muros da faculdade à
sociedade ribeirão-pretana:
harmonizando os objetivos expostos
com as necessidades sociais.

Realização de oficinas tanto nos espaços da
Faculdade de Direito, como nos espaços públicos e nas
instituições que se mostrarem interessadas em promover
as referidas atividades em parceria com o DEAS.

“Com o intuito de promover maior integração entre a sociedade e
a universidade, o DEAS tem como objetivo o rompimento do muro que
separa ambas, pelo qual a Universidade se mantém como um núcleo de
conhecimento inacessível à maior parcela da sociedade. Trazer a
comunidade para o espaço acadêmico é buscar a democratização do
acesso a algo tão distante da realidade dessas pessoas.”

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
DAcomp: Departamento de
Acompanhamento Administrativo
 Para além da figura do presidente, tem função de otimizar o trabalho de
fiscalização dos demais; garantir a execução dos planos da gestão como um
todo.

Repasse de relatórios de
atividades: todos os departamentos
enviarão relatórios constando o que
foi feito em relação ao planejamento
semestral da gestão.

O presidente receberá
todos os repasses avaliados pelo
DAcomp.
Em casos de atraso, a
presidência será responsável em
marcar reuniões afim de harmonizar o
trabalho feito com os objetivos da
gestão.

“A ideia de gestão cooperativa não significa destituir a
hierarquização prevista pelo estatuto do CAAJA, pelo contrário, significa
otimizar o trabalho dos departamentos para aumentar a eficácia dos
projetos e eventos realizados pela gestão; a abrangência e relevância dos
mesmos.”

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
DPE: Departamento de Política
Estudantil
 Um dos papéis que achamos fundamental de um Centro Acadêmico é a
politização dos discentes.
Sabemos que a política estudantil, em micro e em macro escala, encontrase esvaziada. Acreditamos que com a construção coletiva, a luta diária e a busca por
novas alternativas de ação, pode-se restaurar um pouco da importância das
instituições.
+ participação na agenda política
ribeirão-pretana:
> com o JUNQs, estreitar diálogo
com o Observatório Social de
Ribeirão Preto [CAAJA e poderes
públicos].

+ aproximação entre as Entidades
[Dcult] para maior abrangência das
discussões;
+ diálogo com CAs [DImp]:
fortalecimento do mov. Estudantil;
+ intervenções políticas: diálogo com
coletivos e movimentos sociais.

“Enquanto Polifonia, também acreditamos na importância de se
envolver profundamente com as lutas e as demandas dos coletivos de
Ribeirão Preto, dispondo-se a ajudar sempre que requisitada, firmando
parcerias e abrindo lugar para que os movimentos ocupem o espaço da
nossa faculdade, tendo em vista a construção coletiva desta enquanto
patrimônio público.”

DEPARTAMENTOS E ESTRUTURA
DAcad: Departamento Acadêmico
 Necessidade de representação nas diversas demandas estudantis.
Receberá todas as demandas provenientes da ouvidoria, as analisará e por
meio de assembleias deliberativas, decidirá quais serão as ações burocráticas e de
representação do CAAJA tanto no âmbito dos órgãos colegiados quanto no da
graduação.

Semana do “Centro
Acadêmico para quê? Para
quem?”;
Semana do Bixo e da Bixete.


Frente de acompanhamento da
revisão do PPP;
Frente de acompanhamento das
demandas do alunos(as)
transferidos(as).

Assembleias gerais: deliberar sobre questões burocráticas e administrativas.

“Dessa forma, quando se faz necessária a resolução de algum
problema, os alunos acabam resolvendo-o de forma individual.
Enfraquecendo a representação. Nesse sentido, a partir do momento em
que as demandas passam a ser coletivas; o corpo de representação
discente terá maior força de pressão e legitimidade durante as reuniões
dos órgãos deliberativos.”