Ficha de Avaliação

Ficha de Avaliação do Programa
Período de Avaliação:
Área de Avaliação:
IES:

2007 a 2009
Etapa: Avaliação Trienal 2010
31 - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS I
40002012 - UEL - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA

Programa:
Modalidade:

40002012034P1 - COMUNICAÇÃO
Acadêmico

Curso

Nível

Ano Início

COMUNICAÇÃO VISUAL

Mestrado

2008

Dados Disponíveis na Coleta de Dados
Curso

Nível

Ano

Ano

COMUNICAÇÃO VISUAL

Mestrado

2008

2009

PROPOSTA DO PROGRAMA
Itens de Avaliação

Peso

Avaliação

1.1. Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de
concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular.

40.00

Regular

1.2. Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro,
contemplando os desafios internacionais da área na produção do conhecimento,
seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à
inserção social mais rica dos seus egressos, conforme os parâmetros da área.

30.00

Fraco

1.3. Infra-estrutura para ensino, pesquisa e, se for o caso, extensão.

15.00

Regular

1.4 Autoavaliação do programa.

15.00

Fraco

Regular
Comissão:
Apreciação
1.1. O programa da UEL, com funcionamento a partir de 2008, possui uma Área de Concentração em Comunicação Visual, que
abriga duas linhas de pesquisa, Imagem e mídia e Linguagens e poéticas fotográficas. O reconhecimento da estrutura do
Programa termina, contudo, na caracterização ampla da área e das duas linhas. A partir daí, a Proposta não se volta ao
detalhamento, como seria necessário, dos demais elementos que constituem o conjunto do Programa: suas disciplinas,
sistemáticas curriculares, descritivos de ações com vistas ao ensino, à pesquisa. Isto para ficarmos em alguns tópicos e questões
sem os quais fica extremamente difícil apreender as atividades presentes e prospectivas do PPG. Este problema de origem se
amplifica quando vamos às linhas de pesquisas e projetos a elas agregados. No primeiro caso, lemos uma distribuição totalmente
desbalanceada entre Imagem e mídia e Linguagens e poéticas fotográficas. Em Imagem e mídia, incluem-se 7 projetos de
pesquisa, enquanto em Linguagens poéticas e fotográficas existe apenas uma. No segundo caso, é possível arrolar várias
inconsistências. Fiquemos com algumas: 1) problemas na redação das ementas, às vezes confusas, outras criando a impressão de
rapidez na formulação, motivo pelo qual encontramos passagens do tipo: “(...) Esta proposta de iniciação científica(...)”, presente
no projeto Avenida Higienópolis: um retrato da burguesia londrinense nas décadas de 30, 40, 50 e 60. Trata-se, afinal, de que
tipo de projeto? É do docente? Está dirigido a alguma pesquisa (não descrita, ademais, no Caderno de Programa) voltada à
Iniciação Científica? Era, originalmente, um projeto de Iniciação Científica e não foi devidamente rearticulado para se constituir,
agora, como Pesquisa Acadêmica do Docente? O mesmo tipo de fenômeno ocorre na investigação sob o título Hóspedes de
Londrina: os hotéis históricos da capital do café, onde se lê “(...) O projeto de IC visa resgatar a história dos hotéis (...)”. Ou, na
pesquisa “Construção de imagem e o discurso político-ideológico dos pleitos eleitorais: um estudo da cobertura
telejornalística e sua influência nas eleições envolvendo as esferas municipal e federal”, em que se encontra: “(...) A autora dá
continuidade a estudos já realizados desde sua formação em doutorado e que geraram o livro Telejornalismo e poder, a ser
lançado no segundo semestre de 2008 pela Summus(...)”.

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estimular a vivência dos discentes no circuito da pesquisa da Comunicação. poucas linhas que nada esclarecem. hoje capituladas como fraco. Alguns indicadores. de compatibilizar a dimensão do corpo docente. É uma 9/10/10 7:09 PM Página 2 de 9 . Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa. e as questões de pesquisa e produção. 1. 15. mesmo quando na auto-avaliação se pede para indicar onde é preciso melhorar. Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa 35. 2) Problemas de descrições sumaríssimas dos projetos. Neste sentido. conforme refletido no Caderno de Programa. diversificação na origem de formação. em congressos. a planejar o seu futuro tendo em vista contemplar os desafios que lhes aguardam. quanto na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação. demonstram a necessidade de melhorias no Programa. de fato.4 – Pelo que se apresentou nos itens anteriores é possível constatar certa complacência por parte da auto-avaliação. a definição de metas para inserção social dos alunos também fica prejudicada 1. tanto para docentes como para discentes. seminários e atividades de inter-relacionamentos acadêmicos. 1. em 2008 a equipe docente foi composta por 9 membros. inexistindo indicativos de propósitos. contudo. para solicitar que o PPG faça uma rigorosa avaliação interna a fim de superar os problemas indicados podendo entrar no próximo triênio com mudanças que impliquem um salto de qualidade e possibilidades reais de sua consolidação. composta de 258 títulos e 6983 volumes.2. ainda. na apresentação das próprias pesquisas. quais são as estratégias.1 O programa tem apenas dois anos de funcionamento. Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação. 20. ambas fracas. finalidades. objetivos de divulgação. procedimentos. composto apenas por 6 permanentes. a entrar em próximo triênio de avaliação.2 – O programa não chega. Não é possível identificar com clareza. sendo 7 do corpo docente permanente e 2 colaboradores.00 Regular Fraco Comissão: Apreciação 2. como se lê em “Pré eleições 2010 no Jornal Nacional: a disputa começa antes da campanha” e que alcança o pleno minimalismo em “O estado da arte da produção científico-acadêmica editorial na Comunicação Social no Brasil 1995-2005”. o PPG deve possuir infra-estrutura em condições de abrigar a pesquisa a ser nele desenvolvido.1.3 – Tendo sido recentemente aprovado para integrar o sistema nacional de pós-graduação. a exemplo da biblioteca específica. 30. com atenção tanto à repercussão que este item pode ter na formação de futuros ingressantes na PG. consideradas titulação. com sua meia frase que nada revela.3. perspectivas que podem levar ao desenvolvimento consistente do Programa. aprimoramento e experiência.4.00 Regular 2. Perfil do corpo docente. CORPO DOCENTE Itens de Avaliação Peso Avaliação 2. na produção bibliográfica de docentes e discentes. de modo que ficou com a seguinte constituição: 6 permanentes e 3 colaboradores. Como se trata de programa novo. já. Quais são suas propostas de diálogos acadêmicos dentro e fora do Brasil? Como pretende. propriamente. Problemas na distribuição das linhas de pesquisa. e que se cuide. Em 2009 houve o ingresso de mais 1 docente permanente e a passagens de 1 destes docentes para colaborador. e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa.00 Regular 2. Recomenda-se ampliação do acervo. tão necessários para se promover a maturidade científica? O que fica é um arrolamento de itens que reiteram assertivas um tanto vagas e dispersas ao longo do Caderno de Programa. é imperioso que sejam tomadas medidas capazes de corrigir os problemas indicados. políticas. serviriam.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa Isto em relatório enviado à CAPES no final de 2009. É possível verificar que o PPG. demonstra uma série de inconsistências.00 Deficiente 2.

” tem por objetivo a “resgatar. aulas magnas. todos ministraram aula e a maioria orientou monografia de final de curso. 1 foi concluído e outro foi desativado. A omissão ou ausência pesa negativamente na composição da avaliação do quesito. deixando a forte impressão de que se trataria de um estudo na área de pedagogia. Em geral os projetos apresentam inserção nas linhas de pesquisa. e os demais na outra. caracterizando. como a omissão de bibliografia de referência impedem uma melhor compreensão. A descrição muito sumária. O perfil da área de formação de origem do corpo docente mostra o predomino em comunicação. isto é importante como complemento e atualização da qualificação da formação do corpo docente e também para evitar sua eventual e excessiva homogeneização. 40. com 50% entre jovens doutores e mais experientes. Regular 2. Em geral. sendo suficiente para execução de todas as atividades sem que haja sobrecarga. Os docentes não estão bem distribuídos pelas linhas de pesquisa. coordenação de GTs.2 A dedicação do corpo docente permanente às atividades de pesquisa e de formação é adequada. Neste ponto o programa está muito bom. O programa não informou se há docentes com pósdoutoramentos. Nenhum docente permanente aparece como compartilhado em outro programa. as descrições são demasiando sucintas ou não fornecem as informações necessárias. conferências de aberturas de eventos. O corpo docente está bem dimensionado. Alguns problemas podem ser indicados. Não houve sobrecarga nas atividades de graduação. Em relação ao financiamento. não parece configurar atividade de pesquisa. os docentes permanentes representam 71% do total do corpo docente. mas faltam elementos importantes para uma melhor avaliação e isto impacta negativamente a nota neste quesito. O projeto “Avenida higienópolis: um retrato da burguesia londrinense nas décadas de 30. Nos dois anos do triênio todos os docentes permanentes orientaram e ministraram aulas na pós-graduação. concentração da formação docente em uma única instituição (o limite é de 30%). Estes representam 100% do total da equipe docente. etc. 50 e 60. 6 (75%) docentes são formados nesta área.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa equipe na qual predomina membros experientes em 2008. O patamar de excelência é de 60% e o índice alcançado é considerado bom. portanto. É necessário que o programa forneça informações sobre a atuação do corpo docente (por exemplo. nenhuma delas traz bibliografia de referência. em 2008 foram 7 projetos. apresentação de trabalho em GT da Compós. mas em 2009 há um equilíbrio.4 Todos os docentes estiveram envolvidos com as atividades de graduação. Regular 9/10/10 7:09 PM Página 3 de 9 . equipes de pesquisa renomadas. Há uma boa proporção de orientação por orientador.) como índice de projeção nacional ou internacional de seu corpo docente. tomemos um projeto a título de exemplo. 1 concluído. parte da história”. apenas 1 projeto em uma delas. Alguns orientaram bolsistas de iniciação científica. não há informação de que algum projeto tenha tido algum apoio institucional (CNPq. Não se afirma que seja este o caso. portanto. sendo que 37 % dos docentes tiveram sua formação em uma única instituição. Há grave desequilíbrio entre na distribuição dos projetos de pesquisa pelas linhas. apenas tentamos chamar a atenção para a necessidade de boas descrições dos projetos de pesquisa. Capes e da própria universidade). com 75% dos docentes tinham mais de dez anos de titulação. 2. índice considerado regular. participação em cargo de direção de associações da área. dependência em relação a colaboradores. em 2009 foram 8 projetos.3 A equipe docente não é exclusiva do programa. Um docente (16%) não desenvolveu atividade de pesquisa em 2008 e em 2009. com textos e imagens. Em relação aos projetos de pesquisa. a falta de indicação de procedimentos metodológicos e outros elementos. não havendo. Deficiente 2. 3 em 2008 e 3 docentes em 2009. bolsistas de agência de fomento.

capítulos. com média de 4 orientandos por orientador. O programa não foi avaliado neste item. Em todos os casos. capítulos. mantendo-se peso 1 para anais. Os anais foram classificados em Internacional (50 pontos). Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação.00 Regular 3. aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área 30.3. os itens compostos por publicações em periódicos e livros (integrais.5 a 104. em relação aos docentes do programa. TESES E DISSERTAÇÕES Itens de Avaliação Peso Avaliação 3.5. Uma vez calculadas as médias finais de pontos por aluno de todos os programas.3. A produção artística foi pontuada segundo valores atribuídos pela Comissão Qualis Artístico. o autor de texto integral tem a pontuação do valor total. tendo em vista o ano de seu ingresso no sistema. L3 (de 60 a 79 pontos). 30. livros. pois não houve titulação no triênio.3). os pontos correspondentes são atribuídos a cada um dos coautores. Nacional (25 pontos) e Local (10 pontos). Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação. os conceitos foram atribuídos conforme as seguintes faixas: Conceito Muito Bom – de 62. os livros L3 têm pontuação multiplicada por 1.6 a 62. apenas os materiais enviados pelos PPGs à Comissão de Avaliação de Livros. Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados. A produção bibliográfica dos discentes considerou o conjunto composto por artigos. L4 (de 80 a 100 pontos). em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente.1. Foram considerados. produção técnica e artística. A produção técnica foi classificada segundo o tipo de atividade em pontos de 1 a 4 (conforme item 4. 20. O autor de capítulo em coletânea tem a pontuação do livro dividida pela metade. os livros L1 têm pontuação multiplicada por 1. a Comissão dos Livros atribuiu uma pontuação específica para cada livro. anais completos.2. não houve avaliação do programa. Uma vez obtida.4 pontos 9/10/10 7:09 PM Página 4 de 9 . capítulos e coletâneas. de artigos.2. coletâneas) tiveram peso 2. livros e organização de coletâneas.00 Não Aplicável Comissão: Regular Apreciação 3. os livros L4 têm pontuação multiplicada por 2. A organização de coletânea pontua de acordo com o valor atribuído pela Comissão do Livro. Em 2009 há 24 discentes para 6 docentes permanentes. a pontuação final do livro. Para efeito de cálculo. Dentro destas faixas. Em 2008. coletâneas.1. deste modo. Em relação à distribuição entre número de titulações e orientadores. A pontuação de cada artigo é dada pelo Qualis de Periódicos.00 Não Aplicável 3. a distribuição entre o total de docentes permanentes (6) e discentes (12) aponta para uma média de 2 orientandos por orientador.2 pontos Conceito Bom – de 41. L2 (de 40 a 59 pontos).00 Não Aplicável 3.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa CORPO DISCENTE. produção técnica e artística. os livros L2 têm pontuação multiplicada por 1. A pontuação atribuída pela Comissão de Livros tem a seguinte variação: L1 (de 20 a 39 pontos).4. capítulos. 3. Para evitar uma insuficiente valoração de livros e capítulos. para efeito de pontuação dos livros.2. 20. Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa. 3.

4. Os índices máximos obtidos na área.3. Para a pontuação dos livros e capítulos só são considerados os livros enviados pelos PPGs à Comissão de Avaliação de Livros. os livros L2 têm pontuação multiplicada por 1. As médias de produção do programa são de 9. 40. 91. L3 (de 60 a 79 pontos).1. nas áreas em que tal tipo de produção for pertinente. Caso o organizador tenha capítulos incluídos na coletânea.4. Produção artística.2 no triênio). além da produção técnica. livros e organização de coletâneas. os livros L3 têm pontuação multiplicada por 1. 30.5 pontos Conceito Fraco – de 10. O número total de itens produzidos é igualmente dividido por três. Dentro destas faixas. São produzidos dois índices: (1) a partir da média de pontos por docente.2.3 pontos A produção bibliográfica dos discentes do programa está assim constituída.3 pontos por aluno em 2008 e 112. patentes e outras produções consideradas relevantes. a pontuação final do livro. para os cálculos por docente. 15.1 pontos por aluno em 2008 e 36. deste modo. PRODUÇÃO INTELECTUAL Itens de Avaliação Peso Avaliação 4. L2 (de 40 a 59 pontos).5 pontos por aluno em 2009 (média de 104. considerando-se o máximo de dois capítulos por autor. os livros L1 têm pontuação multiplicada por 1. 3. para obtenção da média anual de itens produzidos.00 Não Aplicável Regular Comissão: Apreciação 4.Para a avaliação deste item foi considerada toda a produção bibliográfica dos docentes permanentes: artigos em periódicos. Em todos os casos. para obtenção da média anual. os livros L4 têm pontuação multiplicada por 2.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa Conceito Regular – de 20. capítulos. a média anual de docentes permanentes (número de docentes a cada ano dividido por três). 15.2. Para evitar uma insuficiente valoração de livros e capítulos. Publicações qualificadas do Programa por docente permanente. livros.6 no triênio).1 . A pontuação de cada artigo é dada pelo Qualis de Periódicos. Produção técnica. capítulos. e (2) a partir da média de pontos por item de produção. é mantida a regra de computar no máximo dois capítulos. foram 109 pontos por aluno em 2007. 1 artigo em B4.00 Regular 4. o autor do livro de texto integral tem a pontuação do valor total. L4 (de 80 a 100 pontos).7 pontos Conceito Deficiente – até 10. Uma vez obtida.00 Regular 4. A organização de coletânea pontua de acordo com o valor atribuído pela Comissão do Livro. de artigos.5. Toma-se como referência. Consigne-se que os 4 capítulos de 2009 foram publicados no mesmo livro. Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa. 4 capítulos em livro L2 e 21 itens em anais. O cálculo dos dois índices é feito do seguinte modo: Índice 1 – média de pontos por docente do PPG. dividida pela mediana dos valores de todos os PPGs em 9/10/10 7:09 PM Página 5 de 9 . O autor de capítulo em coletânea tem a pontuação do livro dividida pela metade. Em 2009 discriminam-se 1 artigo em periódico B3.00 Fraco 4. Em 2008 há 1 capítulo em livro L2 e 4 itens em anais. a Comissão dos Livros atribuiu uma pontuação específica para cada livro. A pontuação atribuída pela Comissão de Livros tem a seguinte variação: L1 (de 20 a 39 pontos).1 pontos por aluno em 2009 (média de 22. pois não houve titulação no triênio. organização de livros (coletâneas). O total dos pontos do triênio é dividido por três. O programa não foi avaliado neste item. os pontos correspondentes são atribuídos a cada um dos co-autores. considerado o conjunto dos programas.4 a 20.8 a 41.

2 mede dois aspectos: a distribuição desta produção por todo o corpo docente permanente. os seis produtos com maior pontuação de cada docente. dentre todos os produtos incluídos no Item 4. selecionam-se os quatro melhores produtos. 0 L4) c) Total de pontos brutos (a+b) – 692 d) Número total de itens produzidos – 17 e) Média anual de pontos (c/3) – 346 f) Média anual de docentes – 6. os dois índices.1 no triênio. O valor resultante da divisão corresponde à pontuação final do PPG no item 4. dividida pela mediana dos valores de todos os PPGs em média de pontos por produto (mediana: 45. 1 L2. os conceitos foram atribuídos conforme as seguintes faixas: Conceito Muito Bom – a partir de 110 Conceito Bom – de 100 a 109 Conceito Regular – de 80 a 99 Conceito Fraco – de 60 a 79 Conceito Deficiente – até 59 O PPG obteve. O valor total obtido pelo PPG é dividido pelo total de docentes que participaram do corpo docente Permanente (por um. divide-se por 6 (por 4. Ao lado do atendimento básico de 6 itens de produção por docente no triênio.7 i) Média de pontos por produto (e/g) – 40. quando se trata de docentes que permaneceram no Corpo Permanente por dois anos ou por um ano).5 h) Média de pontos por docente (e/f) – 57. É feita a somatória por docente. mas sim de cada docente que participou do corpo permanente em algum ano do triênio. o índice 2 ressalta o aspecto qualitativo da produção. Complementação da Tabela 4. A pontuação foi obtida pelo procedimento a seguir descrito.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa média de pontos por docente (mediana: 106. uma vez que observa o valor médio do item produzido (os “qualis” mais elevados).85).2. em que o índice 1 tem peso 2 e o índice 2 tem peso 3: {[2 x média anual de docentes x Índice 1] + [3 x média anual de itens x Índice 2] x 100}/{[2 x média anual de docentes] + [3 x média anual de itens]} Essa média final dos índices pondera. com base no critério da área. nesse processo. Se o docente de triênio completo tiver produzido menos de seis itens no triênio. os dois melhores produtos. a seguinte pontuação: a) Pontos em artigos – 485 b) Pontos em livros e capítulos – 207 (Livros: 0 L1. e a qualidade média dos seis melhores itens produzidos.05). A média final. Se o docente participou do corpo permanente por dois anos. no caso de docentes por dois anos. (Divide-se por 4 ou por 2.Este item analisa a distribuição quali-quantitativa da produção dos docentes do PPG. por 2.2 . 0 L3.54 l) Índice 2 – 0. no caso de docentes por um ano). é obtida pelo seguinte cálculo. o índice 1 mede a quantidade média de produção por docente.7 j) Índice 1 – 0. por docente.91 m) Média Final – 79 n) Conceito – Regular 4. que agrega os dois índices. Índice 2 – média de pontos por produto do PPG. Identificam-se. o item 4. ou menos 9/10/10 7:09 PM Página 6 de 9 . em conjunto. dois ou três anos). Somam-se todos os valores médios obtidos por docentes.2 por Produção Artística: Se o docente produziu menos de seis produtos por ano (ou menos de 4 no caso de dois anos. por 6. uma produção abaixo da média de dois itens por ano por docente e uma pontuação em itens com valores menos elevados conduzem a uma redução da média. Assim. Não se trata da média anual de docentes do corpo permanente. se participou do corpo permanente por um só ano. para obter a média de pontos por docente.0 g) Média anual de itens produzidos (d/3) – 8. Divide-se o valor obtido. Uma vez calculadas as médias finais de todos os PPGs. ainda assim. de seis itens de produção bibliográfica no triênio (média de 2 por ano).

os pontos obtidos no Qualis Artístico foram assinalados. editoria de periódico científico. . . Em tais programas. até o limite de 50%. participações como ouvinte. TV ou impressos (relacionados a pesquisa). para pontuação.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa de 2. e atividades em geral que não entram em nenhuma das categorias pontuadas.recebem 3 pontos: membros de comitê de avaliação de agências. membro de bancas de concurso. coordenação de grupos de trabalho em eventos. como previsto. Os conceitos são atribuídos conforme as seguintes faixas: Conceito Muito Bom – a partir de 41 Conceito Bom – de 25 a 40. este foi desconsiderado. Uma vez computados os pontos e obtidas as médias finais de todos os PPGs. Entretanto. o conceito do PPG neste item é Regular. mesas de abertura de eventos. No caso dos PPGs que não têm uma produção artística sistemática (distribuída entre os docentes). coordenação de mesa redonda ou painel. preenchimentos errados. e não por parecer singular emitido. 4. divide-se o total de pontos pelo número de anos de existência do PPG no triênio (três ou dois ou um). organização de eventos nacionais. elaboração de ementas. para obter médias anuais comparáveis. indicações pouco claras ou incompletas. o que resulta na seguinte média por docente: 3.3 pontos. portanto. verificou-se a possibilidade de correspondência adequada com uma delas. 9/10/10 7:09 PM Página 7 de 9 . A produção de pareceres para um mesmo periódico ou para uma mesma agência só conta uma vez no ano. editoria de vídeos.3. alguns docentes. é considerada válida a produção de itens e pontos de produção artística para completar o padrão.recebem 4 pontos: tradução de livro. Entretanto.9 Conceito Regular – de 22 a 24. mesmo no caso de atividades que não foram formalmente associadas a uma das categorias. Assim.1 e 4. atribuindo-se a opção “Não Aplicável”. o conceito Fraco. o que resulta na seguinte média por docente: 22 pontos. 4. hipermídias e programas de rádio. em alguns destes programas. no caso de um ano). Divide-se essa média anual pela média de docentes/ano (como no Item 4.9 O PPG obteve a média anual de 22 pontos. organização de evento internacional. relatórios de pesquisa.2 deste Quesito. entrevistas com teor acadêmico dadas a público. bancas de mestrado ou doutorado. desenvolvimento de técnicas ou de materiais didáticos. situação em que o item 4. com atribuição de peso 15. .9 Conceito Deficiente – até 12. Identificam-se os itens de produção considerados válidos em cada categoria. de provas de vestibular. O valor final obtido corresponde à pontuação do PPG no item 4. cursos de curta duração.3 – Como nos itens 4.9 Conceito Regular – de 4.4 – Os programas pontuados neste item são apenas aqueles que incluem em sua programação uma atividade regular de produção artística. os conceitos foram atribuídos conforme as seguintes faixas: Conceito Muito Bom – a partir de 10 Conceito Bom – de 7. com as seguintes atribuições de pontos: . participação em comissões julgadoras. Feita a soma geral dos pontos do triênio.9 Conceito Fraco – até 3.4 pesaria negativamente.9 Conceito Fraco – de 13 a 21.9 O PPG obteve 154.1) para obter a média por docente. apresentaram uma pequena produção artística. Não foram computados: reuniões de conselhos de entidades. agências de fomento ou eventos.0 a 6. assessorias e consultorias com sentido acadêmico. é considerada apenas a produção dos docentes permanentes do PPG.recebem 1 ponto: organização de eventos locais.recebem 2 pontos: tradução de artigo ou capítulo. palestras e apresentação de trabalhos. pareceres para revistas científicas.0 a 9. participação em conselhos editoriais de revistas científicas.6 pontos Tem.

2. Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa.Visibilidade ou transparência dada pelo programa à sua atuação. 40. há inconsistências nas linhas de pesquisa. INSERÇÃO SOCIAL Itens de Avaliação Peso Avaliação 5. No caso de docentes que não atingiram essa produção no triênio apenas em publicações.2). Conforme descrito no quesito Proposta de Programa.Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa Embora não computada neste item 4. 20. apresenta. para programas e para docentes com dois anos de participação.00 10.00 Não Aplicável 5. Não houve.2 até um máximo de 50% dos itens de produção requeridos (três itens em seis. em fase de consolidação. uma série de problemas cuja correção requisita urgência. portanto.00 20.00 30. Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa.na produção docente e discente. 40. ou um em dois. na dimensão do corpo docente.3 .00 Conceito Comissão: Nota Comissão: Avaliação Comissão Regular Fraco Regular Regular Não Aplicável Regular 3 Apreciação O programa. no quesito da Inserção Social.4. 9/10/10 7:09 PM Página 8 de 9 . ou dois em quatro. análise de seu desempenho na presente Avaliação Trienal. É recomendável que se realize reunião de acompanhamento junto ao Programa.00 Não Aplicável 5.00 Não Aplicável Não Aplicável Comissão: Apreciação Trata-se de um programa recém-criado e. para indicarmos algumas das observações feitas ao longo desta avaliação.1. já. na caracterização dos projetos. para programas e para docentes com um ano de participação). no triênio. TESES E DISSERTAÇÕES PRODUÇÃO INTELECTUAL INSERÇÃO SOCIAL Data Chancela: 02/09/2010 Peso 0. foram transpostos para o Item 4. considerou-se esta produção válida para verificação do critério de seis itens de produção por triênio (item 4. com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. contando com dois anos de funcionamento.00 40. TESES E DISSERTAÇÕES PRODUÇÃO INTELECTUAL INSERÇÃO SOCIAL Regular Fraco Regular Regular Não Aplicável Comissão: Regular Comentário Conceito/Nota CA Quesitos PROPOSTA DO PROGRAMA CORPO DOCENTE CORPO DISCENTE. Qualidade dos Dados Quesitos Qualidade PROPOSTA DO PROGRAMA CORPO DOCENTE CORPO DISCENTE. como tal.

A necessidade de visita está devidamente justificada no conceito/nota. em função do mau desempenho no triênio. Sim A CAPES deve promover visita de consultores ao Programa? Justificativa da recomendação de visita ao programa. A Comissão recomenda mudança de área de avaliação? Não Área Indicada: Justificativa da recomendação de mudança de área de avaliação do programa (em caso afirmativo) Nota CTC-ES Data Chancela: Apreciação 09/09/2010 Nota CTC-ES: 3 Comissão Responsável pela Avaliação: Sigla IES MARCIUS CÉSAR SOARES FREIRE UNICAMP Coordenador(a) da Área IDA REGINA CHITTO STUMPF UFRGS Coordenador(a) Adjunto(a) da Área ADILSON ODAIR CITELLI USP Consultor(a) JOSÉ LUIZ AIDAR PRADO PUC/SP Consultor(a) JOSÉ LUIZ WARREN JARDIM GOMES BRAGA UNISINOS Consultor(a) KATI ELIANA CAETANO UTP Consultor(a) LIV REBECCA SOVIK UFRJ Consultor(a) LUIZ CLAUDIO MARTINO UNB Consultor(a) MARCIA BENETTI MACHADO UFRGS Consultor(a) MARILDA LOPES GINEZ DE LARA USP Consultor(a) MIRIAM FIGUEIREDO VIEIRA DA CUNHA UFSC Consultor(a) NANCI ELIZABETH ODDONE UFBA Consultor(a) SARITA ALBAGLI IBICT Consultor(a) SILAS JOSÉ DE PAULA UFC Consultor(a) VERA LÚCIA FOLLAIN DE FIGUEIREDO PUC-RIO Consultor(a) VERA REGINA VEIGA FRANÇA UFMG Consultor(a) 9/10/10 7:09 PM Página 9 de 9 .Ficha de Avaliação Ficha de Avaliação do Programa Complementos Apreciações ou sugestões complementares sobre a situação ou desempenho do programa. Recomendações da Comissão ao Programa.